Livro Raizes de Atibaia

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NOTAS GENEALÓGICAS E HISTÓRICAS PESQUISADAS, COLIGIDAS E ESCRITAS PELO AUTOR

A história interpretada e compreendida através das composições familiares no curso do tempo e do espaço. A fascinante genealogia nos ajudando a entender nossas

origens e a origem de muitos lugares. Minha modesta contribuição para eternizar a ascendência e a descendência dos que, próximos ou não, estarão ligados conosco para sempre…

Adriano Bedore

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NOTAS GENEALÓGICAS E HISTÓRICAS PESQUISADAS, COLIGIDAS E ESCRITAS PELO AUTOR

ADRIANO BEDORE

ATIBAIA/SP

Versão online do livro disponibilizada no

site: www.atibaiamania.com.br/raizes para atualizações e correções

Título: Raízes –Notas genealógicas

Autor e compilador: Adriano Bedore

Organização e disposição da maioria dos títulos: Adriano Bedore

Genealogistas pesquisados: Luiz Gonzaga da Silva Leme in memoriam, Waldomiro Franco da Silveira in memoriam, Monsenhor Antônio Paes Cintra in memoriam, José Luiz Teixeira (principal consultor deste trabalho na abordagem das famílias atibaianas) e Adriano Bedore (Autor, compilador e organizador deste trabalho).

Disposição e divisão das informações genealógicas: Adriano Bedore

Atualizações e textos: Adriano Bedore

Diagramação, disposição gráfica e genealógica: Adriano Bedore.

Fonte: Maior parte dos textos em Garamond 10,5

Revisão genealógica: Adriano Bedore e José Luiz Teixeira

Capa: Lucas Arena.

Contatos com o autor:

E-mail: adrianobedore@yahoo.com.br

Internet: www.atibaiamania.com.br/raizes/

Facebook: Adriano Bedore

Twitter: @adrianobedore

Última atualização feita em 01 de janeiro de 2018

Saudades

Os parentes mortos e vivos, já não distingo os que se foram dos que

restaram, percebo apenas a estranha ideia de família viajando através da carne”

Carlos Drummond de Andrade

No transcorrer da pesquisa genealógica que se iniciou aproximadamente em 1995 e 1996 e culminou com este trabalho, infelizmente faleceram os seguintes parentes próximos que convivi ou apenas conheci:

Paulo Bedore – primo do meu pai * 30.MAIO.1952 + 13.AGO.1996 – Marília/SP

IRIDE BACHEGA BEDOREavó paterna * 05.SET.1923 + 11.JAN.1997 – Atibaia/SP

Benedito Peçanha – tio-bisavô mat. * 30.MAR.1918 + 21.MAIO.1997 – Atibaia/SP

Lygia Leite Peçanha – tia-bisavô mat. * 05.AGO.1919 + 27.AGO.1997 – Atibaia/SP

Lairton Delcin – primo do meu pai * 1957 + 07.OUT.1997 – São Paulo/SP

Maria Ermelinda Teixeira Leite – tia do meu avó materno * 16.JUN.1915 + 06.MAIO.1999 – Atibaia/SP

Oswaldo Bedore – primo do meu pai * 1944 + 16.FEV.2000 – Lins/SP

Rute Freitas Fangiuli – parente da minha avó materna * 1923 + 02.JAN.2002 – Atibaia/SP

Olga Bachega Caliani – tia-avó paterna * 24.OUT.1925 + 09.JAN.2002 – Getulina/SP

Benedita F. L. Bedore – tia-avó paterna * 28.MAIO.1915 + 03.MAR.2002 – São Paulo/SP

Antônio Bigulin – primo do meu pai * MAIO.1953 + 01.DEZ.2002 – Jales/SP

João Batista de Freitas – tio-avô materno * 13.ABR.1919 + 17.JAN.2003 – Rio de Janeiro/RJ

Mário Gardinal – marido da prima do meu pai * 1940 + 16.FEV.2003 – Lins/SP

Dias Bedore – tio-avô paterno * 28.FEV.1920 + 20.OUT.2003 – São Caetano/SP

Lourival Andrade Silva – tio-avô paterno * 1912 + 13.DEZ.2003 – Getulina/SP

Elsio Bachega – tio-avô paterno * 04.AGO.1933 + 29.FEV.2004 – Araçatuba/SP

Sebastião Lázaro da Silveira – primo 2° do avô materno* 01.AGO.1928 + 06.MAIO.2004 – Atibaia/SP

OSCAR BEDOREavô paterno * 04.ABR.1924 + 09.MAIO.2004 – Atibaia/SP

Nelson Bassi Bachega – tio-avô paterno * 30.SET.1927 + 11.ABR.2005 –Araçatuba/SP

Antônio de Andrade – marido da prima do meu pai * 07.JUL.1947 + 20.JUN.2005 – São Paulo/SP

Waldemir Fangiuli – parente avó materna * 26.SET.1946 + 21.DEZ.2005 – Atibaia/SP

Teresa Spigolon – prima do avô paterno * 04.AGO.1919 + 21.ABR.2006 – Este/PD – Itália

Dirce Bachega Silva – tia-avó paterna * 24.JUL.1919 + 28.AGO.2006 – Getulina/SP

Helena Leite Bonisegna – prima do avô materno * 08.JUL.1947 + 01.JUN.2007 – Atibaia/SP

José Benedito De Carlo – tio avô materno *21.SET.1923 + 18.JUN.2007 – Atibaia/SP

Alda de Paula Freitas Pinheiro – tia-avó materna *04.NOV.1916 + 27.OUT.2007 – Atibaia/SP

Idalina Alves de Oliveira Bedore – tia paterna * 12.JAN.1953 + 10.MAR.2008 – Atibaia/SP

Iraci Noviski – tia-avó materna * 03.MAIO.1926 + 02.AGO.2008 – Atibaia/SP

Gino Bedore – tio-avô paterno * 13.AGO.1917 + 30.OUT.2008 – Lins/SP

Carlos Nucci – marido da prima do meu pai * 1940 + 12.NOV.2008 – São José dos Campos/SP

Marie Alminda Leite Fangiuli – prima do meu avô materno * 30.OUT.1953 + 26.JAN.2009 – Atibaia/SP

JULIETA FREITAS DE CARLOavó materna * 21.MAIO.1925 + 04.OUT.2009 – Atibaia/SP

Leonilda Bachega Bigulin – tia-avó paterna * 15.SET.1921 + 08.OUT.2009 – Jales/SP

Claudete Bueno dos Santos – prima do meu avô materno * 15.JUL.1946 + 08.JAN.2010 – Atibaia/SP

João Batista Leite – primo do meu avô materno * 30.SET.1943 + 09.NOV.2010 – Atibaia/SP

Sérgio Bedore – primo do meu pai * 1952 + 24.NOV.2010 – Lins/SP

Benedito Peçanha – primo do meu avô materno * 09.OUT.1945 +22.MAR.2013 – Piracaia/SP

Ida Bedore Sellari – tia-avó paterna * 12.OUT.1932 + 26.MAIO.2014 – São Paulo/SP

Darci Bachega Delcin – tia-avó paterna * 07.ABR.1929 + 24.JAN.2017 – São Paulo/SP

Nelson Bachega Filho – primo do meu pai * 23.DEZ.1968 + 09.JUL.2017em Araçatuba/SP

Saudades também dos seguintes parentes próximos que conheci, mas que faleceram antes do início das minhas pesquisas: Achille Bedore + 12.JUL.1978 S.Paulo ( tio-avô paterno); Maria do Carmo Leite De Carlo + 20.DEZ.1980 Atibaia (bisavó materna); Antônio De Carlo + 18.JAN.1983 Atibaia (bisavô materno); Rau Bedore + 27.AGO.1985 S.Paulo (primo do meu pai); Ida Bassi Bachega + 04.FEV.1989 Getulina (bisavó paterna); Benedita Freitas Maximiliano + 29.JUN.1989 S.Paulo/Atibaia (tia-avó materna); Hugo Bedore + 18.SET.1991 Araçatuba/Lins (tio-avô paterno); Maria Bedore Sellari + 26.DEZ.1991 Getulina (tia-avó paterna); Luiz Caliani + 16.JUL.1993 Getulina (tio-avô paterno); Iduvirgem Bombarda Bachega + 16.MAIO.1994 Araçatuba (tia-avó paterna) e Roberto Aparecido De Carlo + 26.JUN.1994 Amparo/Atibaia (tio materno).

Dedicatória

Aos apaixonados por esta fascinante, envolvente e interminável pesquisa. Aos contemporâneos e aos que vierem depois deste trabalho e que dele se valerem para encontrar o liame perdido através do tempo, descobrindo aqui sua raiz familiar. E a todos citados nesse trabalho que de alguma forma são os personagens desta obra.

PREFÁCIO

É uma honra, um prazer e um privilégio tecer aqui algumas breves considerações sobre este livro, tão importante, que fala sobre nossas origens. É urgente lê-lo e partilhar o que de bom este livro encerra.

Sobre o autor, diremos, é um jovem impetuoso advogado, erudito e aplicado, que se revelou como um brilhante genealogista, astuto e perspicaz em suas pesquisas.

O livro Raízes primorosamente elaborado por seu autor, versa sobre as vertentes da genealogia das mais antigas famílias atibaianas, da qual faz parte sua família materna, e grande parte de seus ancestrais de origem italiana, da qual faz parte sua família paterna.

Foi cuidadosamente produzido fruto de diversos anos de trabalho e corresponde a uma compilação, ampliação e atualização das obras de genealogias, já existentes sobre as famílias atibaianas, além de importantes e inéditas abordagens genealógicas, tais como a que retratou a numerosa família Pereira Leite (ver título Pereira)que tinha permanecido as margens de todos trabalhos genealógicos versando sobre as mais antigas famílias de Atibaia até então publicados, bem como, o considerável avanço nas pesquisas sobre os Franco (Siqueira Franco) Alves (Alves do Amaral), Pires (Pires de Camargo), Oliveira Cesar, Silveira, Peçanha e tantas outras.

O presente livro mostra o entrelaçamento estreito das histórias destas famílias com a própria história de suas cidades, em especial, a Atibaia. Assim sendo, convém ressaltar que o autor não se limitou a simples atualização dos dados genealógicos, foi mais além, ampliou o trabalho dando maior dimensão ao conteúdo, enriquecendo as pesquisas, posto que cuidou de mostrar a biografia dos seus filhos mais ilustres, ressaltando fatos históricos daqueles que mais se destacaram em vida.

O presente livro produto de uma exaustiva e meticulosa pesquisa, será, sem sombra de dúvida, uma obra de cabeceira e consulta daqueles que se interessam por suas origens, em especial, dos atibaianos.

Atibaia, 23 de fevereiro de 2012.

José Luiz Teixeira[1]

Agradecimentos

Agradeço imensamente a todos que colaboraram de algum modo para a realização das pesquisas que resultaram nestas notas genealógicas, em particular agradeço aos parentes que pacientemente responderam meus pedidos de informação, especialmente minhas avós Iride “Ilda” e Julieta in memoriam por todas as informações prestadas.

Também agradeço ao caro parente e amigo José Luiz Teixeira, pelas relevantes pesquisas que realizou no campo da genealogia as quais foram sem dúvidas, parte da fonte de pesquisa e grande inspiração para que eu pudesse iniciar e concluir este trabalho e por ter sido o maior consultor desta obra. José Luiz Teixeira é sem dúvida o maior genealogista de Atibaia na atualidade.

Não poderia deixar de agradecer todos que puderam entender este meu “estranho” gosto pela genealogia e com isso tiveram paciência em me atender como o caro padre de Ospedaletto Euganeo Don Aniceto Renestro que a mim confiou várias vezes a chave da casa paroquial para que eu pudesse tranquilamente proceder minhas pesquisas no arquivo de sua paróquia; as gentis funcionárias do museu João Batista Conti que sempre me trataram com muita simpatia; da cúria arquidiocesana de Bragança Paulista, do cemitério São João Batista de Atibaia, especialmente Sandra Maria Moreira e Luís Carlos Antônio de Moura; do cartório de registro civil de Atibaia que sempre muito solícitos (as)e também agiram do mesmo modo, agradecimento este que estendo a todos funcionários e responsáveis pelos órgãos públicos ou arquivos religiosos que me atenderam, pessoalmente ou através de carta, ao longo de minhas pesquisas. Finalmente agradeço aos meus pais, Sônia e Odair que me permitiram com a vida que me deram, nascer numa família que muito me honra e que é a razão principal desse trabalho.

Por fim não poderia deixar de agradecer a prefeitura da Estância de Atibaia, através da secretaria de Educação do município que ao tomar conhecimento do nosso trabalho buscou editá-lo, tornando possível que que futuras gerações possam conhecer suas origens, especialmente os atibaianos que descendem das mais antigas famílias de nossa querida Atibaia.

Atibaia, 11 de julho de 2006[2].

Adriano Bedore[3]

Apresentação do autor

(Justificativa da obra)

Raízes nasceu do interesse do autor em descobrir seus antepassados, sua ascendência, seus familiares, dos mais próximos aos mais distantes.

O combustível para esta “estranha” curiosidade foi inteligentemente definido pelo jornalista José Roberto de Toledo em matéria recentemente publicada no jornal Folha de São Paulo de 16.DEZ.2004 quando diz: “Uma definição corrente entre aficionados diz que a genealogia é uma doença incurável. O texto que de tão copiado já perdeu a autoria, diz que, contraído o vírus da pesquisa, dificilmente a vítima consegue se livrar da mania de vasculhar arquivos empoeirados, de espremer os olhos para decifrar microfilmes, de entrevistar parentes distantes e desconhecidos em busca de datas, nomes e locais. O sintoma definitivo que leva ao diagnóstico da “genealogite”, é quando o paciente, após passar horas absorto em leituras de uma caligrafia ilegível, sai a gritar sozinho “Achei! Achei!”

No meu caso em particular fui contaminado por essa “doença” por causas bem definidas: encontrar a origem dos meus antepassados.

Alguém ainda poderia perguntar qual seria o maior objetivo deste trabalho, e para quem fora dirigido?

São perguntas difíceis de se entender, visto que, só os contaminados entendem o fascínio que a genealógica exerce sobre os apaixonados por essa estranha, envolvente e interminável pesquisa.

Esse despretensioso trabalho é o resultado de intensa pesquisa a fim de desvendar os vários dados (nomes, datas de nascimento, casamento e morte, naturalidade, profissão, sobrenomes, composição familiar, ínfimas biografias) de componentes das famílias das quais descendo.

Evidentemente não tem este trabalho nenhum cunho de uma obra literária de qualquer ordem, sendo somente o registro dos dados mais variados de todos os familiares citados aqui. A despeito de minha árvore genealógica creio estar longe de parar. Cada descoberta nos possibilita recomeçar, ademais felizmente, ou infelizmente, fui contaminado e solitariamente a cada nova informação continuarei gritando “Descobri! Achei, achei!!!”.

Adriano Bedore

METODOLOGIA GENEALÓGICA

É muito simples a sistemática deste método. Basta sabermos essencialmente que:

O homem retratado como um dos títulos desse trabalho juntamente com sua esposa são os troncos da família retratada, ou seja, a partir do casal retratado num dos títulos é que procuramos desenvolver sua descendência.

Ao retratarmos o título também fizemos menção aos seus ascendentes, pais e vôs e em alguns casos avançamos mais na ascendência em notas de rodapé. Por exemplo: Lucas de Siqueira Franco é neste trabalho o tronco da família ou título Siqueira Franco. Antônio Bedore é tronco da família ou título Bedore e assim sucessivamente.

As pessoas expostas na forma de capítulos, exemplo: Capítulo 1º Antônio De Carlo, são os filhos (as) dos troncos ou primeira geração a partir do tronco.

As pessoas expostas na forma de Nº 01, Nº 02, Nº 03, etc., são os netos (as) dos troncos, ou terceira geração a partir do tronco e consequentemente filhos das pessoas expostas através de capítulos, ou seja o Nº 01 inserido no Capítulo 1º é filho desse e neto do título.

As pessoas expostas após os números 1.1., 1.2., 1.3., 1.4. etc. são filhas das pessoas retratadas após os Nº 01, Nº 02, Nº 03, são netas dos capítulos e bisnetas do títulos, ou terceira geração a partir do tronco ou título.

As pessoas expostas após os números 2.1., 2.2., 2.3., 2.4., etc., são filhas das pessoas retratadas com os números 1.1., 1.2. imediatamente anterior, netas dos Nº 01, Nº 02, bisnetas dos capítulos e trinetas dos títulos ou quarta geração a partir do tronco ou título, assim sucessivamente.

Portanto, para sabermos quem são os pais, os avós, os bisavós, trisavós, etc. das pessoas retratadas, basta retrocedermos e encontrarmos os nomes que se seguem aos números inferiores e decorarmos que o Nº 01, 02, 03 etc. é filho do capítulo imediatamente anterior e que o capítulo é filho do título, de modo que a pessoa retratada após o nº 4.1. é filha da retratada após o nº 3.3, que é filha do nº 2.5, que é filha do nº 1.3, que é filha do Nº 05, que é filha do capítulo 4º que é filha do Título Pires de Camargo, por exemplo.

Para se saber o grau de parentesco com uma pessoa citada e o tronco do título que ela está inserida, por exemplo, basta-se somar o primeiro número que está na frente do nome da pessoa a 2 (dois), ou seja: 3.4 + 2 = 5 gerações do tronco. Outro exemplo: o n° 8.1 + 2 = 10 gerações do tronco; ainda: 5.5 + 2 = 7 gerações do tronco. Exemplo, eu, Adriano Bedore, no título Siqueira Franco apareço com o nº 9.1., portanto, sou filho do 8.4, que é filho do 7.5, etc. e estou a 11 gerações do tronco, o que equivaleria a ser decaneto ou neto em 10º grau do tronco, portanto Lucas de Siqueira Franco, tronco do título Siqueira Franco é meu avô em décimo grau ou decavô.

É importante salientar também que em genealogia faz-se uma diagramação própria no que tange a disposição dos nomes, uma vez que os afastamentos da margem que antecedem os números e nomes têm por objetivo dar ao leitor maior clareza quanto a mudança de gerações dentro da explanação de uma mesma família, ou seja, o número 2.1. está mais próximo a margem esquerda do que o 3.1. e assim sucessivamente, de modo a deixar bem límpido para o leitor que quanto mais próximo da margem esquerda mais próximo está do tronco, ou, toda vez que se afasta da margem esquerda visualizamos a mudança de uma geração.

A metodologia adotada e explicada acima não é aplicada no capítulo 2° da segunda parte deste trabalho, onde não há um tronco, nem capítulos e a disposição dos nomes diferencia um pouco da metodologia acima, mas também é de fácil compreensão.

AS ABREVIAÇÕES MAIS UTILIZADAS NESTA OBRA

S.L. = abreviação da obra de Luiz Gonçaga da Silva Leme

c = com; c.c. , c/c = casado com ou com união estável com

Vol. ou vol. = volume

n. ou N. = nascido

f. ou F. = falecido ou filho

s.asc ou s/asc = sem ascendentes ou melhor não descobrimos ascendentes.

c.invent. ou c/invent. = com inventário

n.m. e n.p. = neto materno ou neto paterno

Cap. ou cap. = capitão

q.d. = que descobrimos

c. desc. = com descendência

n.d. = Nada descobrimos

s.d ou s.desc. = sem descendência

Índice

Primeira Parte

Primeiras informações sobre a obra……………………………………………………………………………………………………………………..01

Saudades ……………………………………………………………………………………………………………………………………………………………..05

Dedicatória…………………………………………………………………………………………………………………………………………………………..06

Prefácio………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………..07

Agradecimentos……………………………………………………………………………………………………………………………………………………08

Apresentação do autor…………………………………………………………………………………………………………………………………………09

Metodologia Genealógica, convenções e abreviaturas …………………………………………………………………………………………10

Introdução……………………………………………………………………………………………………………………………………………………………13

Considerações gerais sobre os 22 títulos………………………………………………………………………………………………………………23

Família Camargo e o nascimento de Atibaia……………………………………………………………………………………………………….25

Família Araújo(Araújo Cintra) e sua contribuição na formação da Família Atibaiana………………………………………….31

Domínio político de Atibaia pelos descendentes do 1° Capitão-mor…………………………………………………………………..36

Linha cronológica dos principais líderes políticos de Atibaia……………………………………………………………………………….37

Título I – SIQUEIRA FRANCO (Descendentes do 1º Capitão-Mor de Atibaia – Lucas de Siqueira Franco – Atibaia e diversas cidades do Brasil)……………………………………………………………………………………………………………………39

Título II – PIRES DE CAMARGO (Desc. de João Pires Pimentel – Atibaia e diversas cidades do Brasil)…………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………165

Família Alvim de Atibaia (Desc. de José Alvim de Campos Bueno)…………………………………………………………………192

Título III – SOARES (Desc. de Francisco Soares de Lima – Atibaia e diversas cidades do Brasil)…………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………203

Título IV – ALVES DO AMARAL (Desc. de Antônio Alves do Amaral – Atibaia e diversas cidades do Brasil)…………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………211

Título V – BUENO (Desc. de José Joaquim Bueno – Atibaia e diversas cidades do Brasil)…………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………275

Título VI – PEREIRA Desc. de Francisco Pereira Pacheco – Atibaia e diversas cidades do Brasil)…………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………281

Título VII – LEITE (Desc. de Jacinto Manoel Leite – Atibaia e diversas cidades do Brasil…………………………….317

Título VIII – OLIVEIRA CESAR (Desc. de Francisco Xavier Cesar – Atibaia)……………………………………………..355

Título IX – PADILHA (Desc. de Manoel Pereira Padilha)…………………………………………………………………………………373

Título X – D’ELBOUX (Desc. do Sargento-mor Francisco Compton D’Elboux – São Paulo, Santana do Parnaíba, Mairiporã e Atibaia)…………………………………………………………………………………………………………………………………………..391

Família D’Elboux de Londres (Descendência de Lous D’Elboux)…………………………………………………………………..411

Família Almeida de Mairipora (Descendência de Francisco José da Silva)………………………………………………………413

Título XI – FREITAS (Desc. de Antônio José de – Mairiporã, Atibaia e diversas cidades do Brasil)……………..415

Título XII – TERRANOVA (Desc. do italiano Giuseppe Antônio Terranova – Diversas cidades da Itália, dos EUA e do Canada……………………………………………………………………………………………………………………………………………..441

Título XIII – DE CARLO (Desc. do imigrante italiano Gennaro De Carlo – Atibaia, Lins e diversas cidades americanas e canadenses)…………………………………………………………………………………………………………………………………..447

Título XIV – FACCIOLI (Desc. do italiano Luigi Faccioli – Diversas cidades do Estado de São Paulo)…………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………457

Título XV – BASSI (Desc. Do imigrante Italiano Narciso Bassi – Diversas cidades do Estado de S.Paulo e Paraná………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………..463

Título XVI – ASSIRATI (Desc. do imigrante italiano Angelo Assirati – Diversas cidades do Estado de São Paulo)…………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………481

Título XVII – BACCHIEGA (Desc. do italiano Federico Bacchiega – Diversas cidades do Estado de S.Paulo, Paraná e Mato Grasso do Sul)……………………………………………………………………………………………………………………………485

Título XVIII – VISENTIN (Desc. do italiano Ângelo Visentin – Diversas cidades da Província de Padova)….501

Título XIX – FEDRE (Desc. do italiano Antônio Fedre – Diversas cidades da Província de Padova– Italia)………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………….507

Título XX – BASSO (Desc. do italiano Matteo Basso – Diversas cidades da Província de Padova e do Estado de São Paulo – Brasil)……………………………………………………………………………………………………………………………………………..513

Título XXI – RIZZATO– (Desc. do italiano Ferdinando Rizzato – Diversas cidades da Itália)………………………..523

Título XXII – BEDORE (Desc. do italiano Giovanni Battista Bedore – Diversas cidades da Itália e do interior do Estado de S.Paulo, como Atibaia)……………………………………………………………………………………………………………………..527

Segunda Parte

Capítulo 1 – Bedores da imigração a atualidade no Brasil…………………………………………………………………………………..555

Capítulo 2 – Bedores de Ospedaletto Euganeo/PD…………………………………………………………………………………………..559

Anexo 1 – Tábua de grau de parentesco genealógico…………………………………………………………………………………………560

Breve consideração sobre a história de Ospedaletto Euganeo……………………………………………………………………………568

Capítulo 3 – Bedores no mundo………………………………………………………………………………………………………………………..571

Anexo 2 – Graus de parentescos numa árvore genealógica……………………………………………………………………………….572

Capítulo 4 – Bedores de Atibaia/SP…………………………………………………………………………………………………………………..577

Anexo 3 – Gráfico de grau de parentesco civil…………………………………………………………………………………………………..578

Atibaia, aspectos geográficos……………………………………………………………………………………………………………………………..580

Atibaia, aspectos históricos ……………………………………………………………………………………………………………………………….581

Cronologia Histórica de Atibaia…………………………………………………………………………………………………………………………584

Capítulo 5 – Heráldica da Família Bedore………………………………………………………………………………………………………….599

Anexo 4 – Gráfico de parentesco na língua portuguesa……………………………………………………………………………………..600

Capítulo 6 – Onomástica de vários sobrenomes………………………………………………………………………………………………..603

Anexo 5 – Gráfico de parentesco por afinidade…………………………………………………………………………………………………604

Terceira Parte

Costado do autor ………………………………………………………………………………………………………………………………………………619

Anexo 6 – Quadro da relação dos ascendentes do autor com os 21 títulos ………………………………………………………….620

Posfácio……………………………………………………………………………………………………………………………………………………………..655

Bibliografia…………………………………………………………………………………………………………………………………………………………656

Introdução

Há grandes lapsos de memória

Grandes paralelas perdidas,

E muita lenda e muita história

E muitas vidas, muitas vidas

Fernando Pessoa

Como já disse na apresentação, este trabalho não tem intenção outra senão a de perpetuar através de um livro e agora na rede mundial de computadores (internet) toda a genealogia de minha família aqui retratada através de 21 títulos. Minha única e exclusiva intenção é a de descortinar o passado genealógico de meus antepassados e seus descendentes, retratando desde os mais recentes aos mais remotos membros das famílias aqui desenvolvidas. Busquei acima de tudo resgatar datas, pessoas e grau de parentesco esquecidas pelo tempo e pela distância.

Trata-se de um trabalho que vendo sendo realizado há muito tempo (desde 1995/96) através de intensas pesquisas, coleta de dados e seu respectivo registro que sabemos nunca terá fim. Ousei inicialmente publicá-lo através de um livro em agosto de 2012 e agora disponibilizá-lo, na íntegra, na rede mundial dos computadores (internet) pela primeira vez em março de 2014, a fim de que todas informações que reuni possam ser compartilhadas possibilitando assim que este trabalho possa ser corrigido, aprimorado e continuado sempre, afinal a matéria abordada aqui não se esgota nunca. Ainda falta localizar muitas pessoas vivas ou mortas, ainda falta corrigir muitas informações desencontradas razão pela qual apelo carinhosa e humildemente à todos que tomem que conhecimento deste trabalho que nos ajude a completa-lo, a corrigi-lo, nos remetendo, através da internet todas informações possíveis para que possamos eternizar a história das centenas e centenas de famílias retratadas neste trabalho.

Claro que o livro disponibilizado na internet já não é mais o livro impresso e lançado em agosto de 2012 (o livro foi publicado com 582 páginas e disponibilizado na internet com 656). Fiz muitas correções de toda ordem, bem como, alterei o nome de um título XIX e seu respectivo tronco: o título Almeida passou a ser D’Elboux e seu tronco de Carlos Augusto D’Elboux passou a ser Francisco Compton D’Elboux, pai do primeiro. Tal título foi, sem dúvida, o mais alterado pois antes da edição o livro eu não tive oportunidade de pesquisar os censos de Atibaia e vários inventários das famílias Barbosa de Albuquerque, Freitas e especialmente da família D’Elboux, todos vistos no Arquivo do Estado de São Paulo, na capital, pesquisados entre meados de 2013 até o início de 2014 (fevereiro). A maior alteração se deu em julho de 2017 quando incluí o título Padilha, passando de 21 para 22 títulos.

Além dos títulos D’Elboux (Almeida no livro editado) e Freitas, os quais sofreram consideráveis alterações, todos os demais títulos sofreram alterações já que houve correções e principalmente atualizações e em todos os títulos, afinal encontrei muitas informações nos censos[4] de Atibaia, bem como, procedi correções e atualizações mais recentes, afinal a genealogia nunca estará esgotada por completo, tornando-se um trabalho sem fim, razão maior de disponibilizarmos na rede mundial de computadores, visando principalmente a correção e atualização permanente do meu trabalho.

Nosso trabalho de pesquisa e resgate da história, mesmo que pelo viés da genealogia, visou reconstruir laços familiares perdidos no tempo e no espaço. Visou reconstruir laços parentais, próximos e distantes e imortalizar pessoas e famílias. Não busquei com este trabalho qualquer recompensa senão o simples, e para muitos inexplicável, prazer de avançar na minha árvore genealógica, bem como perpetuar através dos tempos, nomes e datas de pessoas que fazem parte das minhas raízes e das raízes de tantos outros retratados neste trabalho.

Penso que conhecer o passado é essencial para entender nossa trajetória, nossos objetivos, nosso modo de vida. Toda vez que perdemos um familiar, especialmente os de mais idade perdemos uma importante fonte de conhecimento do passado de nossa família. Quem sabe dizer quando nasceram suas bisavós? O que fizeram? Onde moram? Quantos filhos tiveram? Enfim, quando resolvi fazer este trabalho fui, entre outras coisas, motivado pela preocupação de não perder a conexão entre o meu futuro e de meus familiares com o passado vivido pelos meus antepassados. Esta pesquisa já imortalizada no livro lançado em agosto de 2012 e agora disponibilizada na internet é a possibilidade real de manter viva, histórias, datas e pessoas que fazem parte da vida de todos citados aqui, e, portanto fazem parte de nossa família. Por falar sem família uma pergunta que costumeiramente fazemos é: Qual o tamanho de nossa família? Até que grau de parentesco consideramos para compor nossa família? Quando se deixa de ser parente para sermos apenas descendentes de um longínquo ascendente em comum? É evidente que embora se tenha ascendentes em comum, ou seja, embora tenha-se laços de sangue, a partir dos filhos de nossos primos ou de nossos tios-avôs, por exemplo, deixamos de ter uma afinidade parental como temos com nossos irmãos, tios e primos em primeiro grau. Os filhos de nossos primos, de nossos tios-avôs, com o passar do tempo vão se tornando parentes distantes até muitas vezes, desaparecerem naturalmente de nossas vidas passando a ser desconhecidos para nós, especialmente os que não têm o mesmo sobrenome que o nosso. Claro que existem raras exceções mas, via de regra, nossos primos em segundo, terceiro, quarto grau, vão se transformando em meros desconhecidos de nossas vidas e por vezes cruzam nossos caminhos, sem que jamais saibamos se tratar de parentes e parte de nossa família. A manutenção e a aproximação destes, menos comuns laços familiares, vai depender de nosso interesse em manter viva tal ligação familiar, mas antes de tudo dependerá de sabermos que existe uma ligação familiar, ou seja, de conhecermos a história de nossa família. Disso tudo nasceu este trabalho que procura, portanto e também, reaproximar os parentes, especialmente os distantes geograficamente, servindo pois de um guia de referência e consulta para quando deparamos com um sujeito que cruza nossa vida por acaso e diz ter este ou aquele sobrenome, ser descendente deste ou daquela pessoa, ou ser desta ou daquela cidade que sabemos que temos um parente distante, pedirmos um minuto para olhar o ‘site’ ou pegarmos o livro e conferimos se se trata de alguém, que embora distante, é parte de nossa família, possibilitando nascer a partir daí uma forte afinidades que pode unir ou reunir pessoas que têm DNA’s comuns.

Atualmente é crescente o interesse pela genealogia, fenômeno que leva tantos outros a práticas de “fuçar coisas passadas”, expressão às vezes utilizadas para definir genealogistas. O interesse pelo passado familiar às vezes resumido na genealogia familiar tem levado aos curiosos descobrirem suas raízes e aos olhares dos mais atentos a origem de um povo, sua época, sua vida social, etc.

Indiscutivelmente a genealogia ampliada tende a ser uma fonte preciosa de pesquisa para a história, uma vez que se estuda as famílias, suas composições, posições sociais, onde viviam, bem como em maior escada, estuda-se a formação, de um povo, sua formação étnica, sua cultura, etc. È evidente que o interesse da grande maioria das pessoas pela genealogia nos dias de hoje limita-se à possibilidade de adquirirem uma cidadania Europeia, ou apenas a satisfação pessoal do descobrimento de seus antepassados, mas indiscutivelmente a genealogia é uma ciência que caminha junto a história, sociologia e antropologia.

Genealogia, do latim, como genealogia, do grego, compreendem numa análise etimológica da palavra: Gen, geneo = que gera ou raça e Logos = discurso, ciência, ou seja, linhagem, descendência das famílias. Genealogista, por sua vez, do latim Genealogus, é a pessoa versada em genealogias, ou seja, é aquele que traça árvores genealógicas. “Ocupa-se a genealogia do estudo das sucessões das famílias”, definição ofertada segundo César Cantu.

Cardoso de Miranda, insigne genealogista, assim expendeu sobre conceitos de genealogia em sua belíssima obra, Ciclo das Gerações: “A genealogia como ciência não se restringe a investigação exclusiva de árvores nobiliárquicas, mas a reconstituição de todas as famílias, por mais modestas, no sentido de buscar a contribuição pessoal de engrandecimento da Pátria”, melhor definição não nos poderia ser dada senão pelo excelso Rui Barbosa “…não é um sistema, nem uma seia, nem um monopólio, nem uma forma de governo, é o céu, o solo, o povo, a tradição, a consciência, o lar, o berço dos filhos e o túmulo dos antepassados, a comunhão da Lei, da língua e da liberdade.

Até bem pouco tempo a genealogia era considerada um tipo de pesquisa histórica inferior, pois apenas estava a serviço, principalmente no Brasil, de uma maioria de interesseiros, ainda mistificados pelo aspecto fútil da nobreza familiar, dispostos a remexer o passado em busca de títulos de nobreza, ou coisa que o valha.

Com o tempo o método genealógico passou a ser utilizado para remontar o passado, despindo-se da versão das classes dominantes. Hoje esta ciência está a serviço da História como fonte complementar e até mesmo fundamental em certos momentos históricos, ao privilegiar a investigação documental, ela retrata com mais nitidez os fatos de determinados períodos. No campo individual a pesquisa genealógica tem-se demonstrado útil aqueles que almejam saber sobre a sua origem familiar ou até mesmo àqueles oriundos de imigrantes europeus que buscam através de seu estudo a viabilidade de adquirirem outra cidadania.

Existe no Brasil, de quase 200 milhões de habitantes, uma cortina de fumaça que encobre o passado da maioria esmagadora da população brasileira que ao tentar restabelecer sua linha de ascendência, em grande parte, não consegue ir além dos nomes dos avós ou bisavós.

Na verdade, o interesse pela genealogia, vem trazer resposta ao latente interesse mundial em descobrir mais sobre o passado e a origem das famílias, sua história e contribuição para o engrandecimento da sociedade. Hoje há estandes que geralmente estão em Shoppings, aeroportos, e grandes festas contendo serviços informatizados para saciar a curiosidade de pessoas sobre seus antepassados, contendo a origem de cerca de 500.000 sobrenomes e 200.000 brasões de famílias, dados esses organizados pelo Centro de Pesquisa Heráldica de Durfield, na Flórida (EUA). A rede mundial de computadores “internet” possui milhares de páginas “sites” voltados a estudos de genealogia que é um dos temas mais acessados da rede.

Do ponto de vista meramente histórico, orgulho-me de saber e poder escrever sobre a minha ascendência, chegando por alguns ramos a mais de mil anos de história, tempo superior ao descobrimento e ao início da colonização do Brasil.

Raízes divide-se em três partes: A primeira tem início com a introdução ao título I, a qual aborda a formação familiar de Atibaia através de considerações sobre as famílias Camargo, Araújo e Araújo Cintra, as quais foram seguidas pela descendência dos oito primeiros troncos, num total de 22 troncos, aqui divididos em 22 títulos.

Os 13 primeiros títulos: SIQUEIRA FRANCO, PIRES DE CAMARGO, SOARES, ALVES DO AMARAL, BUENO, PEREIRA, LEITE, OLIVEIRA CESAR, PADILHA, D’ELBOUX, FREITAS, TERRANOVA e De CARLO, retratam famílias, cujos troncos e ou grande parte de seus descendentes viveram e vivem em ATIBAIA, sendo os nove primeiros de famílias, consideradas duzentonas ou trezentonas da cidade, originárias na grande maioria de Portugal e em menor escala da Espanha.

Nos nove primeiros títulos (Siqueira Franco até Padilha, o último incluído na obra) pode-se encontrar pequenas biografias de diversos líderes políticos que administraram Atibaia e outras cidades nos regimes colonial, monárquico e republicano; são hoje, na sua maioria, nomes de ruas, praças, escolas e exerceram diversos cargos públicos como os de vereador, a maioria dos prefeitos ou intendentes, delegados, juízes, deputados, etc.

A maioria das famílias atibaianas abordadas no livro-revista Famílias Ilustres e Tradicionais de Atibaia de 2000 (25[5] das 27), estão inseridas, total ou parcialmente, nesses sete primeiros títulos, bem como o trabalho do genealogista José Luiz Teixeira, em Família Atibaiana de 1997 e as Notas Genealógicas de Waldomiro Franco da Silveira de 1955 estão totalmente inseridos neste trabalho, todavia, expostos de modo diverso, ou seja, embora os dados genealógicos dos citados trabalhos estejam na íntegra neste trabalho com ou sem atualizações, a disposição dos dados, como os troncos dos títulos, por exemplo, estão tratados de uma nova forma.

Podemos afirmar que as famílias retratadas nos títulos Siqueira Franco, Pires de Camargo, Soares, Alves do Amaral, Bueno, Pereira, Leite, Oliveira Cesar e Padilha, mais as famílias Camargo (do fundador de Atibaia e seus irmãos, retratada aqui na introdução do título I) e a família Araújo e consequentemente Araújo Cintra, também retratada na citada introdução e no próprio título Siqueira Franco, constituem nas mais antigas, importantes e tradicionais famílias atibaianas, cujos troncos estabeleceram-se em Atibaia nos séculos XVII e XVIII; das quais descendem os atibaianos verdadeiramente de raiz, formando-se então a grande família atibaiana.

Das famílias retratadas nos nove primeiros títulos mais as abordadas na introdução do primeiro título, desdobram muitas outras famílias atibaianas, algumas menos antigas (se considerarmos o tronco) e outras também antigas, tais como: Freitas (que também está disposta num título inédito deste trabalho), Almeida Bueno, Alvim (Campos Bueno – descendentes de Jerônimo de Camargo que pela importância em Atibaia decidimos em janeiro em 2018 fazer uma anexo ao título II), Arantes, Barreto, Bueno de Aguiar, Cintra, Cintra Cunha, Cunha Cintra, Cintra Bueno, Fagundes, Ferraz, Florido, Franco da Silveira, Ivo da Silveira, Peçanha, Pereira Bueno, Pereira Leite, Pinto, Prado também conhecida como Profeta e Gregório, Rocha, Salles, Silva Bueno, Silva Pinto, Silveira Cintra, Silveira Franco, Silveira Pinto, Soares do Amaral, Teixeira e outras que estão inseridas no todo ou em parte nos citados títulos. Hoje porém, fruto da grande e positiva miscigenação brasileira, quase a grande totalidade dos Camargos, Siqueira Franco, Pires de Camargo, Soares, Alves do Amaral, Bueno, Pereira, Leite, Oliveira Cesar, Araújo e Araújo Cintra não carregam mais estes sobrenomes e não é raro encontrarmos, um Camargo ou Siqueira Franco de sobrenome italiano, um Alves do Amaral de olhos puxados, ou quem sabe um Pires de Camargo de pele mais morena, ou ainda um Soares com sobrenome Sírio, por exemplo. Hoje não temos mais aquele ranço negativo do passado, onde os mais antigos não viam com bons olhos os que chegavam depois em Atibaia, ainda mais se fossem imigrantes ou descendentes deles. Não há na atualidade uma única família considerada antiga e tradicional de Atibaia que não tenha, ao menos por um ramo, se entrelaçado a famílias mais novas em solo atibaiano e oriundas de famílias imigrantes. João Batista Conti, grande atibaiano, historiador e folclorista, se vivesse hoje se alegraria muito de ver tal miscigenação entre as famílias de origens diversas, convivendo sem mais nenhum preconceito em nossa cidade. Em nosso País não há como se ter uma postura preconceituosa, equivocada e racista, pois somos um povo que é fruto da mistura de raças, o que talvez seja nossa maior característica e qualidade.

Nos títulos Siqueira Franco (Franco na obra de Waldomiro Franco da Silveira), Pires de Camargo (Pires na citada obra), Alves do Amaral (Alves na citada obra) e Bueno (como o mesmo título na citada obra), houve, de modo geral, pouquíssima atualização, estando faltando, em média, duas ou três gerações nascidas a partir da década de 1950, década da edição da obra de Waldomiro Franco da Silveira. As poucas atualizações feitas nestes títulos são decorrentes da proximidade entre mim e os parentes descritos, portanto, os avanços nas gerações devem-se ao único fato de proximidade do autor com os citados aqui. Já nos títulos Soares, Pereira, Leite e Freitas a desatualização é menor, tendo em vista que estes títulos tiveram como fonte de pesquisas, trabalhos mais recentes, tais como: Família Atibaiana de José Luiz Teixeira de 1997 (aqui reproduzido na íntegra, mas com disposição diversa) e o livro-revista Famílias Ilustres e Tradicionais de Atibaia de 2000, portanto, acreditamos que estes títulos estão com uma defasagem de uma ou no máximo duas gerações, em média. Com relação a estas deficiências, esperamos corrigi-las, quem sabe em outra oportunidade (talvez numa segunda, terceira, etc., edições), ou quem sabe também, sejam corrigidas por outros que venham se interessar pela genealogia, talvez até influenciados e incentivados por este humilde trabalho que com relação aos citados títulos neste parágrafo apenas se quis compila-los, reeditando-os com algumas correções, acréscimos e atualizações, sem maior pretensão.

Portanto, os títulos Siqueira Franco, Pires de Camargo, Alves do Amaral e Bueno já foram retratados, embora de modo um pouco diverso (alguns por outros troncos) pelo genealogista Waldomiro Franco da Silveira em Notas Genealógicas publicadas em 1955.

Os títulos Leite e parte dos títulos Pereira e Freitas também já foram retratados pelo genealogista José Luiz Teixeira, em Família Atibaiana de 1997. Já o título Soares é resultado de pesquisa minha e de José Luiz Teixeira e por mim disposto pela primeira vez, nesta obra.

Os títulos oitavo e nono (Oliveira Cesar e Padilha), retratam famílias de origem portuguesa e antiga em solo atibaiano, uma vez que lá já se encontrava radicada em Atibaia em meados do século XVIII, e além de consideramos importante, do ponto de vista social e político, tem um outro aspecto interessantíssimo do ponto de vista genealógico, no que se refere a formação da gente atibaiana, pois traz, através dos diversos casamentos ocorridos entre alguns membros desta família com negros e negras, um elemento importante da miscigenação brasileira, que é a mistura de brancos e negros, dando origem ao mulato caboclo tão encontrado nas ruas brasileiras da atualidade e uma de suas principais bases étnicas.

Os casamentos e ou relacionamento havido entre casa grande e senzala entre alguns membros da família Oliveira Cesar com negras traz para este trabalho o indivíduo ainda não retratado, tão importante e verificado na formação de nossa gente: o mulato. Claro que essa gente, que era gerada quase sempre do encontro entre o homem branco, morador da casa grande com a mulher negra presa na senzala ou a serviço de seus senhores na casa grande ou ainda libertos, não tinha a mesma importância sócio-política dos mais brancos considerados membros de famílias ditas como tradicionais, mas do ponto de vista étnico sua contribuição na formação do povo atibaiano e, portanto, brasileiro é importantíssima e raramente uma família brasileira dita tradicional, mesmo exibindo a cor predominantemente clara de seus descendentes não tenha os genes africanos fruto dessa miscigenação muito praticada no Brasil e que deu origem a gente morena que somos. O Brasil foi sem dúvida o principal palco da interessante mistura do europeu (português, espanhol, italiano, francês, alemão, e outros) com o negro africano e nossa gente é fruto dessa miscigenação jamais vista antes.

O décimo título (D’Elboux) a partir do tronco: tenente-coronel e sargento-mor de São Paulo, Francisco Compton D’Elboux, retrata uma família originada da imigração de um inglês com origem francesa (ascendência paterna) e inglesa (ascendência materna) que se estabeleceu em São Paulo e Santana do Parnaíba e cujos descendentes espalharam-se por várias cidades paulistas. Um dos filhos do tronco, Carlos Augusto D’Elboux, meu pentavô se estabeleceu na antiga freguesia de Juqueri, hoje município de Mairiporã. Foi o único título que alteramos seu tronco após a publicação da obra em agosto de 2012. Só consegui confirmar a ascendência de Carlos Augusto em novembro de 2012, razão pela qual alteramos o tronco e o nome do título após a confirmação documental que Carlos Augusto era de fato filho do inglês Francisco Compton D’Elboux.

O Décimo primeiro título (Freitas) retrata uma família tipicamente brasileira e diríamos tradicional, que se fixaram inicialmente na então freguesia de Conceição de Guarulhos, hoje município de Guarulhos, depois fixaram-se na então freguesia de Juqueri hoje município de Mairiporã e depois em Atibaia há cerca de 140 anos quando os dois irmãos Freitas (Raimundo José e Antônio Joaquim) deixaram Juqueri fixando-se em Atibaia, entre as décadas de 1860/70).

Embora o décimo segundo título (Terranova) e o décimo terceiro título (De Carlo) terem como troncos um italiano (Terranova) e um imigrante italiano (De Carlo) também retratam famílias de Atibaia, uma vez que um descendente dos citados troncos: Antônio De Carlo, meu bisavô, unido por casamento com gente da “terra” (Maria do Carmo Leite, minha bisavó) representa então a união de raças e culturas que tanto se viu pelo Brasil desde do início de sua colonização e neste caso com a chegada em massa de imigrantes europeus; mistura essa, muitas vezes reprimida pelas famílias brasileiras que não viam com bons olhos a presença e tampouco a miscigenação de suas famílias com aquelas que chegaram para substituir a mão de obra escrava e que acabou sendo mais um, talvez o último, elemento na formação étnica do povo brasileiro. Os Terranova e os De Carlo estão em Atibaia há mais de 120 anos já que o tronco imigrou em 1895 da Itália direto para Atibaia e são títulos, na sua totalidade, inéditos.

Os títulos Oliveira Cesar, Padilha e D’Elboux são totalmente inéditos e foram os últimos incluídos neste trabalho, pouco antes da sua primeira grande conclusão parcial, fruto das últimas pesquisas que realizei na Cúria de Bragança nos meses de maio e junho de 2006, abril e maio de 2009(Oliveira Cesar), a partir de novembro de 2012 até março de 2014 (D’Elboux) e por último, em julho de 2017, o título Padilha.

Voltando a tratar dos primeiros títulos, os títulos I a VIII e o título XI, têm suas ascendências abordadas no excelente trabalho do grande genealogista Luiz Gonçaga da Silva Leme, in Genealogia Paulistana do início do século XX o qual é várias vezes citado nessa obra, simplesmente como SL. Hoje esta grande obra de genealogia disposta em nove volumes está disponível gratuitamente numa página da rede mundial de computadores, a internet, o que facilita as pesquisas.

Através do magnífico trabalho de Silva Leme pude descobrir, através de alguns ramos, avós em 47º grau o que corresponderia a mais de 1300 anos na minha ascendência, remontando até o ano de 689. Silva Leme em sua obra em nove volumes desenvolve descendência de 56 títulos (troncos) familiares com origem portuguesa, na sua grande maioria, ou Espanhola ou Francesa, que chegando em São Paulo a partir da expedição de Martim Afonso de Souza em 1532 deram início ao povoamento, colonização e origem das primeiras e principais famílias paulistas dos primeiros séculos de sua história (séculos XVI a XVIII). Destes 56 troncos tratados por Silva Leme eu estou inserido em pelo menos 38 (trinta e oito) troncos através da ascendência dos meus bisavós maternos Ermitão de Paula Freitas, Maria do Carmo Leite De Carlo e Maria Joana Pires de Oliveira.

Pela ascendência destes bisavós pude constatar com muito orgulho descender de ilustres construtores e formadores do Estado de São Paulo e especialmente da minha terra natal, Atibaia.

Minha linhagem é bem o retrato da formação étnica da esmagadora maioria do povo brasileiro que descende dos índios (1ª matriz de formação étnica) que aqui viviam antes da colonização portuguesa e eram cerca de dois milhões quando os portugueses chegaram; dos portugueses (2ª matriz), dos negros (3ª matriz), trazidos na condição de escravos do Continente Africano e eram cerca de cinco milhões, e mais recentemente dos imigrantes asiáticos e europeus, especialmente os Italianos que imigraram em grande escala a partir de 1870 a fim de substituírem a mão de obra escrava, que no Brasil tardiamente foi liberta em 1888; estimasse que cerca de um milhão e meio a dois milhões de italianos vieram para o Brasil, em especial para os Estados do sul e sudeste, especialmente para o Estado de São Paulo.

Eu ousaria dizer que minha ascendência retrata perfeitamente a formação étnica do povo brasileiro que é resultado de uma grande miscigenação étnica, decorrente do cruzamento de portugueses e índios (mamelucos), portugueses e negros (mulatos), negros e índios(cafuzos) e do cruzamento dessa gente toda entre si e mais tarde com os imigrantes europeus de várias origens, em especial, da Itália. Somos um povo essencialmente moreno, uma nação de mulatos, não mais mulata, pelo menos no sul e sudeste, por conta dos imigrantes europeus que chegaram ao Brasil a partir da abertura dos portos em 1808 e se intensificou a partir de 1870. A experiência brasileira de miscigenação de raças é única no mundo e sem dúvida reproduz uma nova raça, uma ova gente: os mais de 180 milhões de brasileiros, que já não são mais índios, portugueses, espanhóis, negros, italianos, japoneses, mas apenas: brasileiros.

Os menos atentos e mais preconceituosos esquecem que as mais antigas etnias europeias foram formadas da miscigenação de raças, como Portugal, por exemplo. Por razões de pura ignorância preconceito não veem como bons olhos o que se deu com a formação do povo brasileiro que é fruto da união consentida ou não do colonizador de maioria portuguesa, mas também em menor escala de origem espanhola com o índio colonizado, oriundo de centenas de tribos que viviam livres em território brasileiro; da união da mão que mandava chicotear ou que chicoteava o negro escravo no tronco com os corpos feridos pelos mais absurdos maus tratos aos negros trazidos como escravos para o Brasil; da união destas três matrizes principais (índios, portugueses e negros) com os europeus de várias origens, especialmente a italiana, e os asiáticos, especialmente os japoneses, esses cuja imigração completou um século em 2008. Em linhas gerais, nós brasileiros, ao menos na grande maioria, descendemos da casa grande e da senzala, dos bandeirantes e dos habitantes das ocas, das vilas e do campo, enfim, somos fruto da mais recente e interessante formação de um povo. Uma gente nova, os latinos dos trópicos.

Pela ascendência dos meus bisavós maternos Ermitão de Paula Freitas, Maria do Carmo Leite De Carlo e Maria Joana Pires de Oliveira concluo ser um legítimo representante da Paulistânia caipira que seria um dos tipos do homem rural brasileiro e geograficamente é situada nos Estados de São Paulo, grande parte de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, parte do Paraná, sendo os Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo como afins, portanto, sou um legítimo caipira com muito orgulho.

Através destes três bisavós e através da obra de Silva Leme deparei-me gratamente com o fato de descender entre outros menos ilustres de: I) membros da Casa dos Belmonte, da qual pertenceu Pedro Álvares Cabral, “descobridor do Brasil”; II) de Marcelino de Camargo, o Patriarca de Atibaia e irmão de Jerônimo de Camargo, considerado fundador da cidade e mais dois irmãos seus; III) João Pires, o Pai dos Jesuítas; IV) Amador Bueno da Ribeiro, aclamado rei de São Paulo em 1641; V) Bartolomeu Bueno da Silva – o Anhangüera; VI) uma irmã do Cap. Fernão Dias Paes, o descobridor e Governador das esmeraldas; VII) Martim Afonso Tibiriçá, o régulo de Piratininga; VIII) João Ramalho e mais remotamente de: IX) D. Afonso VI de Leão, X) D. Afonso Henriques, o 1º Rei de Portugal, XI e XII) D. Fruela I e II, reis de Leão; XIII) Guido, Duque de Espoleto, Conde de Toscana, Rei e Imperador da Itália; XIV) Pepino, Rei da Itália e finalmente XV) CARLOS MAGNO, rei dos Francos, Lombardi e Imperador do Ocidente no século IX, e tantos outros, retratados no meu costado, na terceira e última parte deste trabalho.

Continuando, os últimos títulos (XIV ao XXII): FACCIOLI, BASSI, ASSIRATI, BACCHIEGA, VISENTIN, FEDRE, BASSO, RIZZATO e BEDORE são inéditos. Os troncos dos títulos Bassi e Assirati, são imigrantes italianos que vieram “fazer a América” e cujos descendentes moraram e moram em diversas cidades essencialmente do Estado de São Paulo e em menor número no Estado do Paraná (família Bassi). Já os demais troncos(Bacchiega, Visentin, Fedre, Basso, Rizzato e Bedore) não vieram para o Brasil. Nestes títulos, através de laboriosa pesquisa desvendou-se a origem (naturalidade) dos italianos e registrou-se grande parte de seus descendentes, informações na grande maioria desconhecidas por quase todos os descendentes aqui retratados e obtidas em pesquisas realizadas na Itália.

Ao se considerar que a grande maioria dos “oriundi” sequer conhece a origem de seus bravos antepassados que imigraram para o Brasil, muitos até sequer sabem se sua origem vem do norte ou do sul da Itália, é um grande avanço ter se conseguido a origem de todos estes imigrantes italianos aqui retratados, uma vez que chegaram no Brasil saídos de uma Itália em guerra ou faminta, somado a inúmeros fatores e circunstâncias que no decorrer do tempo fizeram com que a grande maioria dos descendentes desconheça hoje a origem de seus antepassados.

Em todos os títulos há pequenas notas biográficas de alguns personagens e a disposição genealógica dos descendentes dos troncos, está em método disposto por mim, bem próximo aos utilizados pelos genealogistas da atualidade.

Nos sete primeiros títulos (Siqueira Franco, Pires de Camargo, Soares, Alves do Amaral, Bueno, Pereira e Leite) eu estou inserido através da minha bisavô materna Maria do Carmo Leite De Carlo, que descende das mais antigas e importantes famílias paulistas e em especial, atibaianas. O título Oliveira Cesar e Padilha me recebem através de minha bisavó materna Maria Joana Pires de Oliveira de origem portuguesa, espanhola e africana. Os títulos D’Elboux e Freitas me recebem através de meu bisavô materno Ermitão de Paula Freitas que também descende de uma numerosa família originária de Guarulhos e Mairiporã que chegou em Atibaia aproximadamente em 1860 a 1870, portanto, a quase um século e meio. Os títulos Terranova e De Carlo me acolhem através de meu bisavô Antônio De Carlo, marido de minha bisavó Maria do Carmo Leite De Carlo.

Nos títulos Faccioli e Bassi encontro-me através da minha bisavó Ida Bassi Bacchiega. Nos títulos Assirati e Bacchiega a ascendência e descendência estão relacionadas ao meu bisavô José Bacchiega. Os títulos Visentin, Fedre e Basso, os quais têm muitos descendentes que ainda vivem na velha bota e nunca estiveram no Brasil, retratam a família de minha bisavó Virginia Basso e finalmente os títulos Rizzato e Bedore retratam a família de meu bisavô Ernesto Bedore que imigrou para o Brasil e aqui constitui numerosa família, bem como seu tio paterno, Giuseppe Bedore, que também imigrou e também constituiu numerosa família no Brasil. O título Bedore é entre os títulos de origem italiana, o que eu mais desenvolvi, em razão de carregar o sobrenome, bem como em razão da raridade do mesmo, tanto no Brasil e em especial na Itália da atualidade.

Cada um dos meus oito bisavós estão inseridos de dois a sete títulos neste trabalho (Maria do Carmo Leite – 7 títulos, Virginia Basso – 3 títulos, Ermitão de Paula Freitas, Antônio De Carlo, Jose Bacchiega e Ernesto Bedore – 2 títulos cada e Maria Joana Pires de Oliveira – 2 títulos), tendo suas origens e famílias desenvolvidas genealogicamente. Aliás um dos principais objetivos deste trabalho foi abordar a ascendência de todos os meus bisavós. Claro que uns tiveram maior abordagem do que outros, em razão de sua origem e material de pesquisa, mas todos, sem exceção, estão citados, em pelo menos um título deste trabalho (ver quadro da relação entre os bisavós e trisavós do autor com os títulos).

A segunda parte deste trabalho, divide-se em seis capítulos, dos quais os cinco primeiros tratam da família Bedore com os seguintes títulos: 1) Bedores da imigração a atualidade no Brasil, que trata de todas as famílias com esse sobrenome que imigraram para o Brasil; 2) Bedores de OSPEDALETTO EUGANEO/PD, especialmente da localidade, Della Torre, entre Ospedaletto e ESTE/PD que tenta através da citação de todos os Bedores nascidos naquela cidade desde 1590 até os nossos dias reconstruir a genealogia desta família; também há uma pequena descrição sobre Ospedaletto e mapas da região; 3) Bedores de ATIBAIA/SP, retrata os Bedores de Atibaia e também há pequenas considerações histórias e gerais da cidade; 4) Bedores no mundo, visa sinteticamente relacionar a e localizar outros Bedores fora do Brasil e da Itália, descobertos por mim e 5) Heráldica da família Bedore, retrata pequenas considerações sobre heráldica da família Bedore e 6) Onomástica de vários sobrenomes, neste último capítulo busquei explicar o significado e a origem de vários sobrenomes da minha ascendência.

A terceira parte resume-se no costado do autor até os avós em décimo grau, embora tenha descoberto, como disse avós em 47 grau, limitei aos avós em 10 grau, para que não estendesse muito este trabalho, excetuando-se alguns que considerei importante citá-los no meu costado.

Pelo costado nos deparamos com a intrigante quantidade de ancestrais diretos, pois cada um de nós possui um pai e uma mãe, 4 avós, 8 bisavós, 16 trisavôs, 32 tetravôs ou tataravós, 64 pentavós, 128 hexavós, 256 heptavós, 512 octavós, 1024 eneavós, 2048 decavós, 4096 undecavós, isso num período de aproximadamente dois séculos e meio, se considerarmos que cada século temos 4 gerações.

Para se ter uma ideia, cada pessoa que viva na atualidade teria teoricamente um milhão (1.048.576) de antepassados na 19º geração, ou seja, um milhão de avós em 19º e mais de quatro milhões (4.194.304) de avós em 21º. Há 580 anos atrás, ou em algumas décadas antes do descobrimento do Brasil teríamos cerca de um trilhão de avós em 29º (1.073.741.824), já há1000 anos atrás, ou seja, na alta idade média, nós teríamos mais de dois bilhões de ancestrais diretos ou melhor, mais de dois bilhões de avós em 40º, numa progressão geométrica de razão dois. O mais intrigante e surpreendente disto é que tais números ultrapassam muitas vezes a população do mundo civilizado naquele tempo.

Contudo, estes impressionantes números são diminuídos quando deparamos com casamentos entre parentes, por exemplo, se dois de nossos avós fossem primos, teríamos então 7 bisavós, e não 8 e assim sucessivamente, reduzindo então, consideravelmente estes números, bem como temos que uma família normal vive apenas quatro ou cinco séculos, ou seja, se considerarmos que cada século, em média vivem 3 a 4 gerações, temos 12 a 16 gerações em 4 séculos ou 15 a 20 gerações em 5 séculos, embora algumas famílias cheguem a seis ou sete séculos de existência, ou até mais, segundo um estudo de René Martial, fundador da antropobiologia.

Na minha ascendência, descrita através do meu costado, na terceira e última parte deste trabalho, entre os 128 avós em 6º grau ou hexavós, dois eram irmãos, de modo que o número dos meus 7º avós ou heptavós reduz de 256 para 254.

Já as casas reais europeias em razão dos casamentos entre parentes reduziram consideravelmente o número de antepassados em cada geração; o rei Afonso XIII, da França, por exemplo, descendia oito mil vezes de São Luís e tinha 111 avós numa geração em que deveria ter 1.024 eneavós. São Luiz, por sua vez, tinha Carlos Magno por avô 500 vezes. Esse imperador, reivindicado como tronco de todas as famílias nobres da Europa, é por essa razão chamado ‘pai da Europa ou pai comum do Ocidente’.

As ligações de parentescos que encontramos com as casas reais europeias, tal como eu tenho, embora sejam verdadeiras não tem significado maior, dada a grande quantidade inumerável de descendentes de um determinado antepassado, portanto, o brasileiro de família não nobre que descende de casas reais europeias, dado a miscigenação e a distância dos graus de parentes não pode considerar-se nobre na concepção restrita da palavra.

Aproveitando essa introdução farei a seguir algumas considerações sobre minha ascendência, especialmente sobre meus bisavós, avós e pais.

Sobre os meus oito bisavós, dois (Ernesto Bedore e Virginia Basso) são imigrantes italianos originários da localidade Della Torre, entre as cidades de Este e Ospedaletto Euganeo, na baixa Padova ou Euganea, Província de Padova, região do Vê neto, norte da Itália. Dois outros bisavós (Ermitão de Paula Freitas e Maria do Carmo Leite De Carlo) são paulistas, naturais de Atibaia e filhos de famílias quatrocentonas do Estado, cuja formação étnica deu-se do cruzamento de portugueses e espanhóis, estes em menor número, com as índias, dando origem a uma massa de mamelucos que desbravaram os sertões, através das bandeiras. Outro bisavô, Antônio De Carlo, é também natural de Atibaia filho de imigrantes italianos originários das cidades de Vinchiaturo e Baranello (família Terranova) e Guardiaregia (família De Carlo), todas da Província de Campobasso, Região de Molise na Itália central. Outra bisavó, Maria Joana Pires de Oliveira, também natural de Atibaia, era filha de mãe atibaiana mulata (Bárbara de Oliveira Cesar, filha de pais mulatos) e pai também atibaiano e mulato (João Pires Padilha era filho de pai branco e mãe negra), descendente, portanto, da mistura entre brancos, quase sempre homens, e negros, quase sempre mulheres, cuja ascendência se encontra nas tristes senzalas da inconcebível escravidão no Brasil. Dois outros bisavós (José Bacchiega e Ida Bassi) eram paulistas, filhos de imigrantes italianos, o primeiro natural de São Carlos, filho de imigrantes italianos de Rovigo e Cremona no norte da Itália e a segunda era natural de Taquaritinga, filha de imigrantes italianos originários das Províncias de Verona e Mantova, também no norte da Itália.

Quanto aos meus avós paternos, Oscar Bedore, era irmão e filho de italianos que imigraram definitivamente para o Brasil em 1913, já minha avó Iride Bachega Bedore, era filha de paulistas, nascidos no Estado alguns anos após a imigração de seu pais que deixaram a Itália para construir a América, portanto, era neta de italianos, consequentemente meu pai e seus quatro irmãos estão inseridos entre os aproximadamente 10% da população brasileira que não têm nenhuma miscigenação na sua origem, tendo, portanto, ascendência única: a europeia, mais precisamente a italiana.

Já meus avós maternos, fazem parte dos aproximadamente 90% da população brasileira que tem na sua ascendência uma rica mistura de raças. Meu avô materno, Roberto De Carlo, é filho de paulistas, neto pelo lado paterno de imigrantes italianos que se radicaram em Atibaia desde o final do século XIX e neto pelo lado materno de atibaianos e consequentemente paulistas cuja ascendência remonta aos troncos de várias famílias trezentonas e quatrocentonas, cuja origem deu-se através do cruzamento de portugueses, espanhóis e índios; já minha avó, Julieta Freitas de Carlos, era filha de pai paulista, neto de paulistas, cuja ascendência remonta também aos troncos de várias famílias trezentonas e quatrocentonas, cuja origem deu-se através do cruzamento de portugueses, espanhóis e índios e no caso dela de ingleses e franceses (D’Elboux), com mãe atibaiana e mulata, filha da miscigenação entre brancos e negros, portanto, minha avó materna descende da mistura de brasileiros, descendentes de portugueses, espanhóis, franceses, ingleses com brasileiros, descendentes de negros africanos, trazidos como escravos para o Brasil. Consequentemente minha mãe, eu, e meus irmãos, evidentemente, estamos inseridos entre os aproximadamente 90% dos brasileiros cuja origem é decorrente da mistura mais variada de raças, ou seja, o verdadeiro retrato étnico do povo brasileiro. Recente estudo realizado pela Universidade Federal de Minas Gerais revelou que 87% dos brasileiros têm pelo menos 10% de genes de origem africana.

Considerando que somos fruto da genética de nossos ascendentes, temos que nossos pais são responsáveis, cada um, por 50% de nossos genes, ou que recebemos, em tese, 25% de genes de cada um dos avós, ou ainda, 12,5% de cada bisavós, ou ainda 6,25 de cada trisavó; 3,125 de cada tetravó; 1,5625 de cada pentavó ou 0.78125 de cada hexavó e assim sucessivamente. Concluí, a partir desta maluca divisão de nossa carga genética, que tenho exatamente 62,50% de origem italiana e 37,50% de origem brasileira. Da origem italiana, muito provavelmente exista genes judeus, gregos ou de outras etnias, já na brasileira tenho origens não identificáveis em porcentagem, de portugueses, espanhóis, franceses (0.390625), ingleses(0.390625), judeus e de índios. Já minha origem africana é de exatamente 6,0546875 %, e sobre ela posso concluir que minha mãe tem 12,109375 % de origem negra, minha avó Julieta tinha 24,21875 % e minha bisavó Maria Joana Pires de Oliveira exatamente 48,4375 % de ascendência negra, posto que tinha um avô mulato (João de Oliveira Cesar, filho de pai branco com mãe negra) casado com uma mulata (Escolástica Maria Cardoso, filha de mulatos) e outro casal de avós formado por um branco e uma negra (João Pires Padilha branco) que teve um filho com uma mulher negra (Joaquina Maria das Dores). Portanto, sob a divisão entre brancos e negros, sou 93,79 branco e 6,25 negro.

Concluindo, pelos meus bisavós facilmente vimos que minha ascendência é o mais fiel retrato da formação étnica do povo brasileiro, especialmente o paulista que na sua maioria, traz nas suas veias, a miscigenação de raças como as do índio, que inicialmente uniram-se a europeus (espanhol e português), mais adiante aos negros africanos e mais recentemente aos italianos e outros europeus, como os franceses.

Falando um pouco sobre a minha relação com a minha terra natal (Atibaia), se por um lado sou o primeiro Bedore nascido em solo Atibaiano, pela ascendência materna, faço parte de uma família com raízes nesta cidade que remontam a sua fundação, descendendo diretamente de três irmãos do fundador da cidade (Marcelino de Camargo, José Ortiz de Camargo e Mariana de Camargo), e, portanto, dos pais de Jerônimo de Camargo, bem como das famílias mais importantes e antigas de Atibaia: Siqueira Franco, Pires de Camargo, Alves do Amaral, Soares, Bueno, Pereira e Leite.

Através deste trabalho pude fazer uma viagem imaginária pela história de Atibaia, desde seus primeiros dias como um pequeno povoado nascido após os irmãos Jerônimo e Marcelino terem saído de São Paulo por brigas políticas e terem desbravado os sertões atibaianos estabelecendo-se no planalto entre a serra Itapetinga e o rio Atibaia e ali iniciando a construção de uma das cidades mais belas e encantadoras do interior paulista. Imaginei-me observando o nascimento do largo da matriz após a edificação da primeira capela em louvor a São João Batista, a construção das primeiras casas no dito largo e em seguida pela rua direita, hoje, rua José Lucas, até o Largo do Rosário. Imaginei-me observando as disputas políticas entre os Pires e Camargos, tendo em Atibaia Lucas de Siqueira Franco, meu décimo avô, partidário dos Camargos e Frutuoso Furquim de Campos, partidário dos Pires, como protagonistas. Seguindo meu passeio imaginário pela história da minha cidade, a vi ganhar um padre definitivo e tornar-se capela curada (1679), depois tornar-se paróquia com nova Igreja ou Freguesia (1701). Vi transformar-se Distrito (1747) e festiva ao tornar-se Vila (1770) ganhando Casa de Câmara e Cadeia e Pelourinho. Vi minha terra perder territórios com as emancipações de Jaguari (hoje Bragança); Nazaré, Piracaia e mais recentemente Jarinu, antiga Campo Largo. A vi festejar a independência do Brasil, a Lei Áurea, a Proclamação da república e tanto outros acontecimentos da história como a revolução liberal de 1841. Enfim, através deste trabalho pude viajar nas datas, nos locais e nos acontecimentos que acompanham a reconstituição genealógica de famílias que indiscutivelmente construíram minha cidade e da qual descendo com muito orgulho. Cheguei a ver a face dos meus antepassados nessa viagem, deparando-me com uma gente forte que sem saber, construía dia a dia o paraíso quase possível que tanto amo.

Outra viagem realizada em razão deste trabalho, desta vez real e não imaginária, foi a emocionante viagem à Itália. Retornar à terra dos meus antepassados italianos, especialmente à Este e a Ospedaletto Euganeo, foi, de certo modo, fazer uma viagem ao passado. Andar pelas ruas italianas especialmente de Este e de Ospedaletto fez-me imaginar estar olhando para paisagens, construções e caminhos olhados e caminhados por muitos dos meus antepassados. Fez-me imaginar Luigi Bedore, seus pais, irmãos, avós, filhos, primos, bem como, os Basso assistindo missas em latim nas mesmas igrejas que estava eu naquela viagem… imaginei-os cultivando os belos campos daquela região, pescando nos rios que dividiam o território de Este e de Ospedaletto, andando e vivendo em Della Torre, localidades visitadas por mim, como também fez imaginá-los decidindo deixar tudo para trás: parentes, terra, amigos, para se dirigirem a desconhecida América, motivados por prováveis promessas ditas por emissários do Imperador D. Pedro II, que na verdade não passavam de agenciadores de mão de obra para substituir a mão de obra escrava tardiamente liberta no Brasil, os quais prometiam aos que decidissem deixar a velha Itália muita terra e muita fartura, exatamente o contrário da realidade da grande maioria dos habitantes do pobre Vê neto e de tantas outras regiões italianas onde se passava fome. Não tiveram dúvidas, entre continuar a vida difícil que viviam e viver num país que lhes garantiria fartura e terra, deixaram tudo para trás e podemos considerar que com isso foram um dos os últimos elementos de formação de uma nova nação e uma nova raça, a dos bravos brasileiros.

Muitos desses imigrantes jamais voltou ao velho mundo, alguns voltaram para buscar a família, como foi o caso de Luigi Bedore, que depois de vir duas vezes para o Brasil terminou seus dias em Gênova, cidade que conheceu ao embarcar duas vezes para o Brasil; outros nunca mais voltaram, como Ernesto Bedore, que como a grande maioria dos italianos, terminaram seus dias sem qualquer contato com além mar. Cada família de imigrantes adotou uma postura com relação ao velho e ao novo País, uns enviaram fotos dos novos integrantes da família nascidos em solo brasileiro aos parentes italianos ou vice-versa, outros pediram ajuda aos imigrantes, como aconteceu com uma irmã de Virginia Basso, Maria Basso, que na década de 1940 escreveu para irmã pedindo ajuda financeira para irmã imigrante. Houve também quem voltou para Itália para visitar os parentes ou receber alguma herança, mas com certeza a grande maioria cortou qualquer laço com o velho continente, o que resultou na falta de informação de muitos oriundi quanto a origem de seus antepassados italianos.

Conhecer o que para mim é a minha segunda Pátria, e refazer a viagem dos meus antepassados, só que de avião, carro e trem e não a pé e de navio como fizeram, há mais de cem anos, e retomar o contato com meus parentes, foi uma das coisas mais prazerosas da minha vida.

Para se ter uma ideia do que foi a imigração de europeus para o Brasil nas últimas décadas do século XIX e primeiras do século XX, temos que 1.630.963 italianos de diversas regiões imigraram para o Brasil entre 1836 a 1979, sendo 1.260.369 somente entre 1884 a 1914, período de maior imigração. Não se sabe ao certo quantos italianos voltaram, mas estima-se que cerca de um milhão e meio a dois milhões ficaram no Brasil. Desses imigrantes, cerca de 950 mil italianos, estabeleceu-se no Estado de São Paulo, que entre o início de 1890 e a Primeira Guerra Mundial, representava um quarto da população do Estado, ou seja, 25%. Na capital do Estado essa relação no início do século XX era muito maior.

A primeira ‘grande’ leva de italianos, cerca de 180 sardos, chegou ao nosso País em 1836 fixando-se na Colônia Nova Itália, às margens do rio Tijucas Grande, em Santa Catarina a última grande leva em 1947, porém, entre os integrantes da expedição de Martim Afonso de Souza já se encontravam alguns italianos como os irmãos Adorno que, saídos da Itália por motivos políticos, dedicaram-se à produção de açúcar. Outros sobrenomes italianos chegaram antes da imigração em massa como os Dória, os Cavalcanti e os Accioli, e ainda hoje, muitos italianos, por inúmeras razões deixam a Itália para viver no Brasil, especialmente no nordeste brasileiro. Em Atibaia, na atualidade conheço dois amigos italianos que imigraram recentemente (Giancarlo Zanarotto e Franco Manes).

Hoje no Brasil cerca de 17% (dezessete) a 20% (vinte por cento) da população, ou 22 a 30 milhões de habitantes têm ascendência italiana. A cidade de São Paulo, por exemplo, é considerada, hoje, a terceira maior cidade italiana fora da Itália, perdendo apenas para Buenos Aires e Nova York. Estima-se hoje um contingente de cerca de 6 milhões de italianos e descendentes só na cidade de São Paulo. No Estado de São Paulo são cerca de 13 milhões. Eu ousaria afirmar que sem eles o Brasil seria um outro país, sem dúvida, inferior em diversos aspectos sociais, econômicos e até político. Não podemos estudar a formação ou a constituição étnica da população brasileira sem se aprofundar no estudo da sociedade italiana, cujos descendentes representam quase um quinto de nossa população, especialmente nas regiões sul e sudeste.

Retomando ao trabalho, aqui também busquei imortalizar a imagem dos meus antepassados procurando obter e consequentemente inserir aqui, fotos dos meus pais, irmãos, tios, alguns primos, avós, de todos os tios-avôs que chegaram a idade adulta, de todos os meus bisavós, dos quais conheci apenas três: Antônio De Carlo, Maria do Carmo Leite de Carlo e Ida Bassi Bachega, de alguns de seus irmãos (Lygia Leite Peçanha, Isidoro e Nicolina De Carlo, João Evangelista de Freitas, Maria e Teresa Basso, Ida, Diamante, Ettore e Ugo Bedore), conseguindo também fotos de nove dos meus trisavós (Antônio Joaquim de Freitas, José Benedito Leite, Ana Soares Leite, Luigi Bedore, Elisabetta Rizzato, Fedele Bacchiega, Terzilla Assirati, Alessandro Bassi e Ginevra Faccioli) e alguns de seus irmãos (Raimundo José Freitas, irmão de Antônio Joaquim Freitas, Umbelina Leite, Vigília Leite, Francisco Rodrigues Soares, Leopoldo Soares do Amaral, Maria Gertrudes e Guilhermina, todos irmãos de José Benedito Leite, Gaetano Bassi irmão de Alessandro Bassi e Maria Assunta Bedore e Giuseppe Bedore, irmãos de Luigi Bedore); de três tetravôs ou tataravós (Pedro Alexandrino Leite, Giuseppe Terranova e Maria Saveria Ricciardi) e alguns de seus irmãos (Juca Leite, irmão de Pedro Leite, Maria Salomé, Maria Franco do Amaral e Bento Paes, irmãos de Gertrudes Franco do Amaral), e outros parentes como primos de vários graus e alguns parentes mais distantes que torna este trabalho quase que um simples álbum de família legendado do que notas genealógicas propriamente dita.

Também busquei citar, sempre que descobri, as datas e locais precisos de fatos como nascimento, casamento, morte, imigração, períodos de mandatos eletivos e outros dados a fim de localizar no tempo e no espaço a existência de todos aqui retratados, sendo muitas datas inéditas e outras correções de outras obras. Procurei também esclarecer detalhadamente questões de toda ordem em cerca de 325 notas de rodapé, elucidando muitas dúvidas e ou detalhando com maior profundamente alguns aspectos do trabalho genealógico ou histórico.

Espero que com o passar dos tempos meus descendentes, se os tiver, ou os descendentes dos meus irmãos e parentes citados nesse trabalho, possam através dele saber, mesmo que de forma simples e incompleta um pouco da história de nossos antepassados, os quais legaram-nos, além dos nomes de família, nossa formação e uma história rica de exemplos de vida que são a verdadeira nobreza familiar, bem como, possam dar continuidade neste trabalho que não tem fim posto que retrata a vida que segue rompendo o tempo.

Desejo humildemente que este trabalho possa servir como dicionário familiar de nomes, datas e acontecimentos, onde os curiosos e buscadores de suas origens retratadas neste trabalho possam dele se valer para conhecerem pouco de sua história genealógica. Que seja uma espécie de guia de referência sobre as centenas e centenas de famílias retratadas aqui, possibilitando que as futuras gerações tenham conhecimento de suas origens mais remotas, afinal o que se passou há mais de 50 anos atrás ou o que se passou a mais de duas ou três gerações é sempre esquecido, as vezes para sempre. Que este guia ou dicionário familiar possibilite que nomes, datas, composições familiares e até mesmo alguns fatos se perpetuam para sempre.

Tentei uniformizar todas as palavras e expressões repetidas neste trabalho o que nem sempre foi possível diante da extensão do mesmo, mas espero que essas falhas, bem como possíveis erros de toda ordem, como de nomes, datas, etc., sejam relevadas pelos leitores em virtude da grande quantidade de dados nem sempre precisos. Minhas sinceras desculpas pelos erros e omissões cometidas. Espero não ser demasiadamente criticado pela omissão de nomes, especialmente os das novas gerações, pois primei muito mais pelo resgate e pela reconstrução das gerações mais antigas do que a citação de gerações contemporâneas.

Por fim, sinto-me orgulhoso em poder registrar de forma simples, porém mais didática e precisa possível, um pouco da trajetória, acontecimentos, pequenas biografias daqueles que me antecederam neste mundo e pelos quais, muitos de nós, citados aqui, devemos nossa existência e formação; reverenciando e procurando imortalizar a memória daqueles que muito ajudaram a construir minha Atibaia querida, o importante e Estado de São Paulo e o gigante Brasil.

Quero terminar esta introdução com mais um sincero pedido de desculpas. Desculpas pelos possíveis muitos erros de toda ordem: nomes, sobrenomes, datas, profissões, cidades, ascendências, filiações, etc…. Tentei errar o mínimo possível, mas pelo tamanho do trabalho e consequentemente quantidade de nomes, datas e graus de parentescos sei que devo ter errado muito.

Também quero desculpar-me pela omissão de nomes, especialmente os das gerações mais recentes. Sempre que tomei conhecimento de um nascimento, de um casamento, de uma morte, de uma formatura, busquei citar neste trabalho, mas evidentemente muita informação deixou de ser registrada até mesmo em razão do tempo que levei para concluir e editar este trabalho, pois pessoas se mudaram de estado civil, de profissão, outras nasceram, outras faleceram e não tive conhecimento.

Algumas informações atuais foram obtidas, por exemplo, através de redes sociais, todavia, reconheço que privilegiei as informações genealógicas mais longínquas na esperança que as mais atuais sejam retratadas numa edição mais atualizada desta obra ou por outro pesquisador. Contudo, muitas informações atuais deixaram de constar neste trabalho não por culpa deste autor, que solicitou muitas informações, mas que por muitas vezes não obtive respostas, e, portanto, muita atualização deixou de ser feita, neste caso, não por culpa deste compilador.

Sincera e honestamente espero poder ser perdoado pelos muitos erros e omissões, na esperança de que os mesmos sejam compensados pelos acertos resultantes de uma laboriosa pesquisa de anos, os quais talvez uma futura edição revisada, corrija, aperfeiçoe e atualize este singelo trabalho agora disponibilizado na internet.

Adriano Bedore

PRIMEIRA PARTE

Descendência de Troncos dispostos através de vinte e dois Títulos

(todos são ascendentes do autor destas notas genealógicas)

CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE OS 22 TÍTULOS

● Todos os troncos de todos os títulos deste trabalho genealógico são meus ascendentes, sem exceção, portanto, todos os descendentes citados nos títulos são meus parentes, próximos ou distantes, mas todos parentes.

● O primeiro e principal objetivo deste trabalho foi retratar minhas raízes e minha parentela. Contudo, os oito primeiros títulos mais as duas famílias retratadas na introdução do primeiro título, constituem nas que considero ser, as DEZ mais antigas e genealogicamente importantes famílias atibaianas, tornando este trabalho, não só as minhas raízes, mas as raízes de todos atibaianos com ligações remotas em Atibaia, bem como, raízes de muitos paulistas de diversas cidades de nosso Estado.

● As nove ‘grandes’ famílias retratadas nos oito primeiros troncos deste trabalho: Siqueira Franco (título I), Pires de Camargo (II), Soares (III) Alves do Amaral (IV), Bueno (V), Pereira (VI), Leite (VII), Oliveira Cesar (VIII) e Padilha (IX), mais as famílias Camargo e Araújo retratadas na introdução ao título I são para este autor: as 10 mais antigas e tradicionais famílias atibaianas, cujos troncos estabeleceram-se na cidade ainda nos séculos XVII e XVIII. Dessas famílias, os Camargos, Siqueira Franco (Alves de Siqueira), Soares, parte das famílias: Alves do Amaral e Pires de Camargo podem ser consideradas as mais antigas famílias de Jarinu, antiga Campo Largo de Atibaia.

● Evidente que existem muitas outras famílias consideradas tradicionais em Atibaia, mas entre as mais antigas estão, na nossa ótica, as 10 citadas acima, pois todos os troncos estabeleceram-se em solo atibaiano nos séculos XVII e XVIII, a saber: Família Camargo em 1660 (família do fundador e a primeira família Atibaiana); Família Siqueira Franco aproximadamente 1700, a qual considero a segunda família atibaiana; Família Bueno aproximadamente em 1700; Família Pereira aproximadamente entre 1700 a 1720; Família Pires de Camargo aproximadamente em 1740; Família Alves do Amaral aproximadamente em 1740; Família Soares aproximadamente em 1740; Família Oliveira Cesar aproximadamente em 1760; Família Leite aproximadamente em 1770 e Família Araújo e Araújo Cintra que estabeleceram-se em Atibaia aproximadamente em 1780.

● As famílias D’Elboux (X), Freitas (XI), Terranova (XII) e De Carlo (XIII) embora também radicadas em solo atibaiano, lá estabeleceram-se no século XIX. As famílias D’Elboux e Freitas, cujos troncos não fixaram-se em Atibaia, tiveram algum membro que estabeleceu-se em solo atibaiano na década de 1860 vindas de Mairiporã e as Terranova [Benevento] e De Carlo, de origem italiana, estabeleceram-se na última década daquele século em Atibaia (1894/5).

● As famílias Faccioli (XIV), Bassi (XV), Assirati (XVI), Bacchiega (XVII), Visentin (XVIII), Fedre (XIX), Basso (XX), Rizzato (XXI) e Bedore (XXII) não tiveram seus troncos, escolhidos por nós, estabelecidos em Atibaia, mas algum descendente (Oscar Bedore ou Iride Bachega Bedore) lá se estabeleceu em meados na década de 1960.● Muitas outras famílias tradicionais de Atibaia e outras cidades através de seus troncos e parte de seus descendentes, estão inseridos nos oito primeiros títulos, tais como as famílias atibaianas: Almeida Bueno, Almeida Leite, Alvim, Arantes, Barreto, Bueno de Aguiar, Ferraz, Flórido, Franco da Silveira, Pereira Leite, Peçanha, Pinto, Profeta, Rocha, Salles, Silva Bueno, Silva Pinto, Silveira, Silveira Cintra, Silveira Franco, Silveira Pinto, Soares do Amaral, Teixeira, Toledo Santos e Urioste, todas com seus considerados troncos nascidos e ou estabelecidos em Atibaia a partir do século XIX e tantas outras estabelecidas em outras cidades como Jarinu e Itatiba, entre outras.

Introdução ao Título I

a) FAMÍLIA CAMARGO E O NASCIMENTO DE ATIBAIA

(A família do fundador[6]de Atibaia é a mesma família da esposa do tronco do título I)

Os atibaianos que por algum ramo, têm origem nos antigos troncos familiares de Atibaia, muito provavelmente descendem da família Camargo, razão pela qual, antes de apresentarmos a descendência de vinte e um troncos (sendo os oito primeiros, de famílias antigas e tradicionais de Atibaia), tentaremos, através deste texto introdutório, retratarmos, o que consideramos ser a primeira família Atibaiana.

Atibaia, segundo a maioria dos historiadores, foi fundada por Jerônimo de Camargo, que saindo de São Paulo dos Campos de Piratininga por brigas políticas que marcaram a então vila nos séculos XVII e XVIII, deu início a formação de uma fazenda, as margens do rio Atibaia, e ao povoado no alto de uma colina, onde hoje temos o largo da matriz de Atibaia. (ver texto Atibaia, aspectos históricos, no capítulo 3° da segunda parte deste trabalho).Não trataremos aqui sobre a fundação de Atibaia, mas sobre sua formação familiar inicial, até porque este é um trabalho genealógico.

Imaginamos que após começar formar uma fazenda de culturas, Jerônimo e muito provavelmente seu irmão Marcelino, considerado o patriarca de Atibaia, decidiram ou construir a sede desta fazenda num local estratégico, no alto de uma colina, ou mesmo decidiram dar início a um povoado, ou ainda, a intenção nem era de se criar um povoado, mas ele acabou acontecendo. De qualquer forma, decidiu-se que o início da fazenda ou de um povoado seria num local estratégico para segurança, estando no alto com uma visão total dos que chegavam por diversos ângulos, assim, nascia Atibaia a partir do largo da matriz. Começava a brotar no meio do sertão paulistano, entre serras, e estrategicamente no alto de uma bela colina, a formação familiar e natural de mais um povoado paulista.

Naturalmente que os povoados, freguesias e vilas dos séculos XVII até aproximadamente, meados do século XIX não tinham vida pujantes, visto que a população era essencialmente rural e, consequentemente, a vida social nas freguesias e vilas era reduzida as raras atividades religiosas, como os batizados, casamentos e enterros, atividades essas, inclusive os enterros ocorridas dentro das igrejas. O comércio era muito pequeno e limitava-se a uma ou outra casa de secos e molhados, um pequeno estabelecimento comercial que podia ser uma antiga mercearia, ou um bar. Não havia quase nenhuma prestação de serviços, tanto público quanto privado, o que praticamente resumia uma aldeia ou povoado, freguesia ou pequena e média vila, era sua igreja matriz; uma ou duas capelas ou igrejas menores, uma quase sempre destinadas aos escravos; uma casa de câmara e cadeia e seu pelourinho (nas vilas); uma ou outra casa comercial voltada a vendas de secos e molhados e alguns produtos de vestimenta ou coisas para casas; uma ou outra ‘casa’ voltada para prestação de serviços tais como: ferreiro, carpinteiro e outros serviços como barbeiros e tira-dentes; algumas casas pertencentes aos mais importantes e abastados fazendeiros das redondezas; algumas outras casas pertencentes aos poucos moradores do pequeno núcleo urbano, os quais exerciam algumas das poucas atividades citadas, mais a casa paroquial. Nesse clima bucólico e longe de nossa compreensão, que nasceram as cidades paulistas e brasileiras dos séculos XVI ao XIX. Acreditamos que após escolher um local para formar sua fazenda e iniciar um povoado, Jerônimo de Camargo ajudado por alguns homens que o seguiam pelo sertão, fugindo de São Paulo, derrubou árvores, ergueu as primeiras casas, de taipa naturalmente, capela, etc. e deveria ter ido pessoalmente ou através de emissários a São Paulo de Piratininga dar notícia de seu intento e buscar dentro de sua família e aliados políticos outros interessados na formação de uma fazenda e de uma nova povoação, o que não se deu em virtude da célebre disputa política entre as famílias Pires e Camargo.

Não sabemos se seus irmãos estiveram presentes nos primeiros momentos do nascimento de Atibaia, mas é fato que estiveram presentes na formação do novo povoado. Naquela época, o Brasil era formado basicamente de brancos (portugueses, espanhóis, brasileiros, filhos desses), e de índios, chamados de negros da terra, e negros africanos, bem como, da mistura daqueles com esses, originando-se os mamelucos, mulatos, os primeiros paulistas, base da formação étnica de São Paulo. As famílias de maior poder aquisitivo e prestígio social e político, como a importante família Camargo de São Paulo, procuravam não se misturar, casando-se com famílias de igual posição social (político-financeiro) ou na falta disso, casando-se entre parentes. Portanto, a primeira família tradicional de atibaiana não poderia ser outra senão a de seu fundador, Jerônimo de Camargo, seu patriarca, Marcelino de Camargo e seus irmãos, filhos (as), genros, sobrinhos, sobrinhos-netos.

Acreditamos que a geração de Jerônimo, ou seja, ele próprio e seus irmãos, após formarem o novo povoado de Atibaia retornaram a São Paulo de Piratininga, ou seguiram sertão adentro, formando outros povoados e fazendas, como é o caso de Jerônimo de Camargo que faleceu em Jundiaí. Já as segundas, terceiras, quartas e seguintes gerações, a partir de Jerônimo e seus irmãos, especialmente Marcelino de Camargo, o Patriarca de Atibaia, José Ortiz e Mariana de Camargo, por muitos ramos, radicaram-se em Atibaia, dando base, para as primeiras famílias ‘tradicionais’ da futura vila de São João Batista de Atibaia.

Salvo a família Pires de Camargo, (título II, deste trabalho), cujo sobrenome Camargo é originário do capitão Francisco de Camargo Pimentel que é filho do capitão Marcelino de Camargo, o sobrenome Camargo em Atibaia adquiriu, com o tempo, outros tantos sobrenomes como: Prado, Siqueira Franco, Franco, Campos Bueno, Bueno, Alves do Amaral, Alvim, entre tantos outros, de modo que muitos descendentes dos Camargos hoje carregam outros sobrenomes. O sobrenome Pires, da família Pires de Camargo, nada tem a ver com os Pires, rivais dos Camargo na câmara paulistana.

TRONCO DA FAMÍLIA CAMARGO EM SÃO PAULO/SP

A família Camargo tem como tronco no Brasil: Jusepe (José) de Camargo, nasceu por volta de 1566 em Castrojeriz no antigo reino de Castela, hoje província de Burgos na Espanha que imigrou para o Brasil em 1587 ou 1588, estabelecendo-se inicialmente em São Vicente e logo em seguida em São Paulo e aí faleceu entre os anos de 1619. Jusepe era filho de Francisco de Camargo e Gabriela Ortiz, também naturais de Castela na Espanha, neto paterno de Luiz Dias de Camargo e de Beatriz de La Pena. A família de Beatriz La Pena era originária de Sevilha, Espanha e descendia do célebre navegante Afonso de Camargo. Jusepe de Camargo casou-se no Brasil com Leonor Domingues, falecida com testamento em São Paulo em 1630, filha de Domingos Luiz, o carvoeiro, cavaleiro fidalgo e de Ana Camacho, por essa, descendente de João Ramalho que foi casado com Izabel Dias, filha do cacique Tibiriçá, portanto, a descendência de Jusepe de Camargo que formou as primeiras e mais importantes famílias de Atibaia, descendiam de João Ramalho, português que encontrava-se no Brasil antes da expedição de Martim Afonso de Souza em 1531 e do cacique Tibiriçá, grande chefe indígena e do qual descendem muitos paulistas de raiz.

Jusepe era concunhado de Amador Bueno da Ribeira[7], pois as respectivas esposas (Leonor Domingues e Bernarda Luiz) eram irmãs, filhas de Domingues Luiz e Ana Camacho. Amador Bueno da Ribeira foi capitão-mor da capitania de São Paulo, aclamado Rei de São Paulo em 1641 pelo poderoso partido formado de influentes e ricos castelhanos (espanhóis), título que recusou, e com a espada desembainhada, deu vivas, como leal vassalo a dom João IV rei de Portugal, em quem restaurou-se a monarquia portuguesa, depois de 60 anos de sujeição ao domínio dos reis de Castela que durou de 1580 a 1640. Pela fidelidade e lealdade a coroa portuguesa e por outros serviços que prestou à pátria, legou um nome imorredouro à seus descendentes e recebeu carta do Rei. Jusepe de Camargo foi pessoa de muito destaque, respeito e autoridade na Vila de São Paulo, onde foi almotacel, vereador, juiz ordinário e juiz de órfãos. Seus filhos e descendentes, mantiveram o prestígio de seu progenitor e mantiveram as rédeas do governo paulista durante todo século XVII, revezando-se no poder com a também importante família Pires, descendentes de portugueses, as quais protagonizaram a célebre disputa entre os Pires e os Camargos, pelo controle político de São Paulo.

A maioria dos descendentes dos Camargos, em Atibaia, são descendentes: do capitão[8] Marcelino de Camargo, considerado o patriarca de Atibaia (cap. 4°); de José Ortiz de Camargo (cap. 2°); Mariana de Camargo (cap. 7°) e poucos do fundador da cidade, Jerônimo de Camargo (cap. 5°).

O casal tronco da família Camargo no Brasil, Jusepe Camargo e Leonor Domingues, tiveram, segundo o inventário de Leonor 8 filhos:

DESCENDENTES DE JUSEPE DE CAMARGO

TRONCO DA FAMÍLIA CAMARGO NO BRASIL[9]

Capítulo 1º Cap. Fernão de Camargo [meu avô em 12°]

Capítulo 2º José Ortiz de Camargo [meu decavô]

Capítulo 3 Cap. Francisco de Camargo

Capítulo 4 Cap. Marcelino de Camargo – O Patriarca de Atibaia [meu avô em 11º]

Capítulo 5º Jerônimo de Camargo – Considerado o Fundador de Atibaia

Capítulo 6º Gabriela de Camargo

Capítulo 7º Mariana de Camargo [minha decavó]

Capítulo 8º Ana Maria de Camargo

Capítulo 1º

Capitão Fernão de Camargo

O capitão Fernão de Camargo, mais conhecido como, o Tigre, foi juiz ordinário[10]em São Paulo. Já se encontrava casado em 1630, com Mariana do Prado, filha de João de Santa Maria, natural de Castela, Espanha e de Filipa do Prado. O capitão Fernão de Camargo juntamente com seu irmão José Ortiz de Camargo foi chefe do partido dos Camargos que rivalizou com o partido dos Pires pelo poder político da vila de São Paulo durante aproximadamente 1640 a 1770. Protagonizou a cena mais dramática da célebre disputa política entre os partidos Camargos e Pires, sendo acusado da morte de Pedro Taques no largo da Sé em 1641. Fernão de Camargo teve segundo Silva Leme 14 filhos.

Capítulo 2º

José Ortiz de Camargo

José Ortiz de Camargo foi juntamente com seu irmão, chefe do partido dos Camargos na vila de São Paulo. Participou da bandeira liderada pelo capitão Diogo Coutinho de Mello em 1636. Foi casado com Maria Antunes, filha de Inocêncio Preto e de Maria Moreira. José Ortiz faleceu com testamento em São Paulo em 1663, deixando seis filhos, entre eles Ana Maria de Camargo c.c. Bento Siqueira de Mendonça, meus eneavós.

Capítulo 3º

Capitão Francisco de Camargo

O capitão Francisco de Camargo foi casado com Izabel de Ribeira, irmã do capitão-mor Amador Bueno da Ribeira, aclamado Rei de São Paulo em 1641, concunhado de seu pai, Jusepe de Camargo. Não deixaram filhos e seus bens foram divididos entre suas sobrinhas filhas do capitão Marcelino de Camargo, capitão Jerônimo de Camargo e outros.

Capítulo 4º

Capitão Marcelino de Camargo

Capitão Marcelino de Camargo, considerado patriarca de Atibaia e genealogicamente mais importante que seu irmão Jerônimo para o povoamento de Atibaia, foi como seus irmãos, cidadão de muito respeito e autoridade na vila de São Paulo, ocupando entre outros cargos, o de juiz ordinário em 1645, almotacel em 1665 e vereador em 1764. Teve muitas terras em Tremembé e sesmarias em Biritinua, Birtiratin e Itapetinga em Atibaia. Casou-se em 1639 em São Paulo com Méssia Ferreira Pimentel de Távora, filha de João Ferreira Pimentel de Távora e de Maria Ribeira, neta paterna de Vicente da Rocha Pimentel, de nobreza portuguesa e de Maria Ferreira de Távora, neta materna de Bartolomeu Bueno da Ribeira, natural de Sevilha e de Maria Pires, pais de Amador Bueno da Ribeira, já retratados aqui. O capitão Marcelino de Camargo foi considerado por historiadores como patriarca de Atibaia, em virtude de sua importante participação na fundação de Atibaia e no início de sua povoação, bem como porque grande parte de sua descendência fixou-se em Atibaia, sendo, juntamente com alguns descendentes de Jerônimo, a base da primeira família atibaiana. Faleceu com testamento em São Paulo em 1676 e sua mulher em 1712 também em São Paulo, tiveram 11 filhos.

Nº 01 João de Camargo Pimentel

Nº 02 Alcaide-mor[11] José de Camargo Pimentel [meu avô em 11° grau]

Nº 03 Capitão Francisco de Camargo Pimentel (ver parte da descendência a seguir) [meu decavô]

Nº 04 Mariana de Camargo Pimentel

Nº 05 Maria de Ribeira de Camargo

Nº 06 Izabel da Ribeira de Camargo

Nº 07 Messia Ferreira de Tavora

Nº 08 Gabriela Ortiz de Camargo

Nº 09 Maria de Camargo

Nº 10 Leonor Domingues de Camargo

Nº 11 Ana Maria de Camargo

Nº 01 João de Camargo Pimentel. Teve 12 filhos, entres eles: Mariana Bueno de Camargo casou-se com seu primo-segundo e o único filho do marechal Antônio do Prado Cunha e de Ana Pires de Camargo, filha de Jerônimo de Camargo.

Nº 02 José de Camargo Pimentel: Seus descendentes espalharam-se por diversas cidades de São Paulo, como Atibaia, Bragança e Campinas, entre eles: Pedro de Camargo Pimentel (meu decavô).

Nº 03 Capitão Francisco de Camargo Pimentel juntamente com o marechal Antônio do Prado Cunha (marido de sua prima, Maria Pires de Camargo, filha de seu tio Jerônimo) foram, sem dúvida, os maiores líderes políticos de Atibaia entre aproximadamente as décadas de 1685 a 1730, onde também tinham grandes fazendas. Todavia, o capitão Francisco de Camargo Pimentel, também teve lavras minerais no distrito do Rio das Mortes, de onde com seus dois filhos naturais (1.17 e 1.18 adiante), extraíram grande quantidade de ouro. Além de suas lavras, administrou os bens (plantações e lavras de ouro), que seu irmão o alcaide-mor José de Camargo Pimentel, tinha no Rio das Mortes e em Sabará. Também foi por muitos anos proprietário do ofício de juiz de órfãos de S. Paulo, em sucessão a seu sogro Salvador Cardoso de Almeida, o qual tinha recebido em dote o dito ofício do cavaleiro Antônio Raposo da Silveira. O capitão Francisco de Camargo Pimentel foi c.c Izabel da Silveira Cardoso, f. em 1738 em Atibaia, filha de Salvador Cardoso de Almeida e de Ana Maria da Silveira, n.p. de Izabel Furtado e de Matias Cardoso de Almeida (ver N° 08 a seguir)[meus avós em 12° grau]; n.m. do governador Antônio Raposo da Silveira, cavaleiro de São Tiago e de Maria Raposo de Siqueira. Faleceu o capitão Francisco de Camargo com testamento aos 24.JUN.1724 em Atibaia. Acredito que o casal Francisco de Camargo Pimentel e Izabel da Silveira Cardoso, foram o primeiro casal descendente da família do fundador a ser sepultado na matriz de Atibaia. Seus sepultamentos devem ter sidos os mais importantes daquela época em Atibaia. O capitão Francisco teve16 filhos com sua esposa e dois havidos em tempo de solteiro. Ver descendência adiante.

Nº 04 Mariana de Camargo Pimentel foi c.c Paschoal Delgado Lobo Sobrinho fº de Martim da Costa e de Izabel da Cunha. Tit. Oliveiras. Teve 10 filhos.

Nº 08 Gabriela Ortiz de Camargo n. em 1641 em São Paulo e f. em 1723 em Nazaré Paulista, foi c.c João Lopes de Lima n. em 1650 em São Paulo onde foi juiz ordinário e grade bandeirante, f° de Domingos Lopes de Lima natural de Pernambuco e f. em São Paulo aos 18.NOV.1667 e de Barbara Cardoso de Almeida[12], n.p de Sebastião Lopes e de Maria de Lima e n.m de Isabel Furtado f. em 1683 e de Matias Cardoso de Almeida, o velho, natural da Ilha Terceira nos Açoures, importante bandeirante f. no sertão em 1662. Barbara Cardoso ou Cardoso de Almeida era grande proprietária de terras onde hoje se encontra os municípios de Nazaré e Bom Jesus era irmã entre outros do importante bandeirante Matias Cardoso de Almeida, o moço. Barbara é considerada fundadora da cidade de Bom Jesus do Perdões e uma das primeiras moradoras de Nazaré fundada por seu filho Matias Lopes. João Lopes de Lima era irmão, entre outros, de Matias Lopes considerado fundador de Nazaré e do padre Manoel Lopes ou Manoel Cardoso de Lima n. em 1655 e f. aos 25.JUN.1730 ou 35, primeiro vigário de Nazaré e protetor da capela de Bom Jesus entre 22.MAIO.1705 a 25.JUN.1730 e um dos fundadores de Ribeirão do Carmo (Mariana/MG). Gabriela e João Lopes de Lima tiveram 2 filhos: 1) Marcelino Lopes de Camargo c.c sua parente Josefa das Neves Gil com geração deixada em Atibaia onde faleceu em 1763 e 2) Domingos Lopes de Camargo c.c Maria Bueno de Lima com geração deixada em Nazaré paulista onde faleceu em 1739.

DESCENDENTES DO CAPITÃO FRANCISCO DE

CAMARGO PIMENTEL (Nº 03 do Capítulo 4º)

Os descendentes do Capitão Francisco de Camargo Pimentel são:

1.1 Jerônimo de Camargo Pimentel (meu decavô)

1.2 Izabel da Silveira Camargo (minha decavó – esposa do título I – Siqueira Franco, ver desc. no título I, a seguir)

1.3 Joaquim de Camargo Pimentel

1.4 José de Góes Pimentel

1.5 Fernando de Camargo Pimentel (meu eneavô)

1.6 Pedro Ortiz de Camargo (meu eneavô)

1.7 Francisco de Camargo Pimentel

1.8 Ana Maria da Silveira Camargo

1.9 Messia Ferreira de Camargo

1.10 Maria Ribeiro de Camargo

1.11 Marcelino de Camargo da Silveira

1.12 Salvador Cardoso de Távora

1.13 Gabriel Ortiz de Camargo

1.14 Angelo de Camargo

1.15 João Pimentel da Tavora

1.16 Antônio de Camargo Ortiz

1.17 Antônio de Camargo Pimentel

1.18 Matheus de Camargo

1.1 Jerônimo de Camargo Pimentel, natural de São Paulo, faleceu em Atibaia aos 30.JUL.1787. foi c.c Maria Franco do Prado, filha do capitão Lourenço Franco do Prado, um dos fundadores de Pitangui/MG e de Ana Peres Pedroso. No censo de 1765 em Atibaia Jerônimo de Camargo Pimentel constava possuir propriedade no bairro do Rio Abaixo e detentor de bens no valor de 400$000. Foi juiz ordinário na câmara paulistana e na data do seu falecimento residia no bairro do Campo Largo de Atibaia, hoje, Jarinu/SP. Grande parte de seus descendentes constituíram família em Atibaia. Teve 10 filhos, entre eles destacamos:

2.1. Messia Ferreira de Camargo c.c Joaquim Bueno de Azevedo, meus eneavós e pais da mulher do tronco Pires de Camargo deste trabalho, Maria Antonia Franco e

` 2.2. Lourenço Franco de Camargo, f. em 1812 em Atibaia com 78 anos, foi casado 1ª vez em Parnaíba com Ana Franco da Cunha, f. em 1803 com quem teve filhos e 2ª vez com Gertrudes Franco, filha do 1° capitão-mor de Atibaia (ver no título a seguir). Lourenço teve entre outros Bernardina Franco da Silveira que foi casada com o capitão de milícias Antônio de Pádua Leite, ver texto seguinte.

1.2. Izabel da Silveira Camargo, c.co 1º capitão-mor de Atibaia, Lucas de Siqueira Franco, tronco do título I – Siqueira Franco deste trabalho, ver próximo texto e descendência desenvolvida no título I, meus decavós.

1.3. Joaquim de Camargo Pimentel c. c Maria Franco da Cunha, falecida com 40 anos em Atibaia em 1759. Tiveram 11 filhos e grande dos seus descendentes constituíram famílias em Atibaia.

1.4. José de Góes Pimentel casado em 1775 em Atibaia com Maria Ribeiro Garcia, filha de José Ribeiro de Lima e de Custódia Garcia. Tiveram 4 filhos e grande parte deles constituíram famílias em Atibaia.

1.5. Fernando de Camargo Pimentel foi nomeado cabo do caminho em Atibaia em 1750. Foi juiz ordinário na câmara de São Paulo em 1769 e no ano seguinte. Em 1771 foi juiz ordinário na 2º câmara Atibaiana, cuja eleição foi anulada em decorrência da briga política entre Lucas de Siqueira Franco, seu cunhado e partidário dos Camargos e Frutuoso Furquim de Campos, partidário dos Pires, sendo novamente eleito juiz ordinário da nova eleição. Fernando de Camargo juntamente com seus irmãos herdaram a grande liderança política exercida por seu pai, o capitão Francisco de Camargo Pimentel em Atibaia nas décadas de 1730 a 1780, aproximadamente. No censo de 1765, Fernando de Camargo Pimentel é citado como possuidor de terras no bairro Itapetinga onde certamente morava e era detentor de bens no valor de 838$000, uma das maiores riquezas da época em Atibaia. No censo de 1789 tinha 81 anos, 1 agregado e 9 escravos. Tiveram 6 filhos e grande parte dos seus descendentes constituíram famílias em Atibaia. (meus eneavós).

1.6. Pedro Ortiz de Camargo c.c Catarina Rodrigues Garcia, filha de Gaspar de Louvera e de Ana Rodrigues Velho. Tiveram 8 filhos e parte dos descendentes constituíram famílias em Atibaia (meus eneavós).

1.7. Francisco de Camargo Pimentel, falecido em Atibaia em 1781, foi c.c Maria Garcia, filha de Gaspar de Louvera e de Ana Rodrigues Velho, ver acima. Tiveram 8 filhos e parte de seus descendentes constituíram famílias em Atibaia.

1.8. Ana Maria da Silveira Camargo, falecida em 1763 em Atibaia, foi c.c. Francisco Cubas Bueno, filho do capitão Francisco Cubas de Mendonça e de Ana de Riveira da Luz.

1.9. Méssia Ferreira de Camargo, faleceu solteira em 1775 em Atibaia.

1.10. Maria Ribeira de Camargo, faleceu solteira em 1764 em Atibaia.

1.11. Marcelino de Camargo da Silveira, foi 1ª vez c.c Ana de Godoi Moreira e 2ª vez em Atibaia com Ana Maria Bueno. Não deixaram descendentes

1.12. Salvador Cardoso da Távora, falecido em 1756, foi c.c Catarina Bueno de Moraes. Tiveram 5 filhos, os quais não tiveram descendentes, segundo Silva Leme.

1.13. Gabriel Ortiz de Camargo, foi c.c Maria de Ribeiro Bueno, filha do capitão Francisco Cubas Mendonça, acima. Tiveram uma única filha e parte de seus descendentes constituíram família em Atibaia.

1.14. Ângelo Ortiz de Camargo, nada foi descoberto.

1.15. João Pimentel de Távora, c.c Bárbara de Mendonça, filha do capitão José Correa de Lemos e de Lucrécia de Mendonça.

1.16. Antônio de Camargo Ortiz, c.c Leonor da Cunha, filha de Pedro da Cunha Lobo e de Luzia Bueno. Faleceu em Atibaia em 1735. Tiveram 2 filhos.

1.17. Antônio de Camargo Pimentel. Nada se descobriu.

1.18. Matheus de Camargo. Nada se descobriu.

Capítulo 5º

Jerônimo de Camargo

Jerônimo de Camargo, considerado o fundador de Atibaia e por alguns historiados o principal povoador de Jundiaí, foi c.c Ana de Cerqueira, fª de Francisco Bueno e de Filipa Vaz, neta paterna de Bartolomeu Bueno da Ribeira, o sevilhano e de Maria Pires. Tiveram filhas, entre elas destacamos: Maria Pires de Camargo, cujos descendentes radicaram-se em Atibaia, já que os descendentes das outras filhas de Jerônimo não estabeleceram-se em solo atibaiano:

Nº 01 Maria Pires de Camargo casada aos 08.SET.1698 com o mestre de campo, marechal e bandeirante, Antônio do Prado Cunha[13], f. em 1741 em Rio de Contas/BA, f° de João do Prado Cunha e de Mecia Raposo de Siqueira. Antônio sucedeu seu sogro, juntamente com o cap. Francisco de Camargo Pimentel, na liderança política de Atibaia, entre, aproximadamente as décadas de 1680 a 1720. Os Alvins e outras famílias, descendem deste casal. Teve somente:

1.1. João do Prado de Camargo. Exerceu vários cargos de importância na câmara paulistana: almotacé em 1740, vereador em 1744 e juiz ordinário em 1750. Em Atibaia foi juiz ordinário em 1771 e 1772, além de inspetor de caminhos. Herdou de seu pai a condição de protetor da capela de São João Batista de Atibaia. Foi c.c sua prima segunda, Mariana Bueno de Camargo fª de João de Camargo Pimentel (ver N° 01, cap. 4° atrás). Teve entre os 7 filhos: Pe. Jerônimo de Camargo Bueno, f. em 1801 que foi pároco em Atibaia e Jaguari e o cap. Francisco Xavier de Oliveira Bueno.

Capítulo 6º

Gabriela Ortiz de Camargo

Gabriela Ortiz de Camargo foi casada com Estevão Gomes Cabral, falecido em Jundiaí em 1677, filho de Luiz Cabral de Távora e de Auta Gomes, naturais da cidade portuguesa do Beja. Teve 6 filhos.

Capítulo 7º

Mariana de Camargo

Mariana de Camargo casou-se 1ª vez em São Paulo em 1634 com Bartolomeu Bueno da Ribeira, o moço, filho de Maria Pires e do sevilhano de mesmo nome e tronco da família Bueno da Ribeira em São Paulo, irmão, entre outros, de Amador Bueno da Ribeira, capitão-mor da Capitania de São Paulo e aclamado Rei de São Paulo em 1641. Teve 3 filhos:

Nº 01 Maria Bueno de Camargo

Nº 02 Francisco Bueno de Camargo

Nº 03 Bartolomeu Bueno (meu eneavô, ver costado)

Capítulo 8º

Ana Maria de Camargo

Ana Maria de Camargo, foi a terceira mulher de Cláudio Furquim Frances, filho de Estevão Furquim, natural de Lorraine, França, e de Suzana Moreira.

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b) FAMÍLIA ARAÚJO E SUA CONTRIBUIÇÃO NA

FORMAÇÃO DA FAMÍLIA ATIBAIANA

(Do tronco da família Araújo descende as duas matriarcas da importante família ARAÚJO CINTRA)

Dado que entre as mais importantes, tradicionais e antigas famílias Atibaianas, a família Araújo e Araújo Cintra foram as únicas que não figuram neste trabalho através de um título, decidi retratá-las nesta introdução ao título I devido sua importante contribuição genealógica na formação da família atibaiana, especialmente na formação das famílias Siqueira Franco e Alves do Amaral, bem como, em razão que seus membros, ligados por inúmeros casamentos aos descendentes da família Camargo e Siqueira Franco, dominaram a política Atibainas por cerca de dois séculos (ver próximo texto).

Podemos considerar como tronco da família Araújo de Atibaia o casal Antônio Ferraz de Araújo e sua mulher Leonor de Siqueira Moraes (meus eneavós), filha de Manoel Preto Rodrigues. Antônio Ferraz de Araújo era filho de Verônica Dias Leite[14] Ferraz e do milionário da época, Miguel de Faria Sodré, os quais eram parentes e se casaram em Parnaíba/SP hoje Santana de Parnaíba em 1708 onde estabeleceram-se por muitos anos e depois mudaram-se para Pitangui/MG.

Antônio Ferraz de Araújo também se casou em Pitangui/MG para onde sua família deve ter ido em razão do ciclo econômico d’ouro. Não sabemos se o casal tronco da família Araújo de Atibaia chegou a migrar para o solo Atibaiano, contudo, a grande maioria de seus filhos estabeleceram-se em Atibaia e através de inúmeros casamentos com outras importantes famílias atibaianas geram grande descendência.

A família Araújo Cintra decorre do casamento de dois irmãos da família Cintra, os portugueses Francisco Lourenço Cintra e José Felix Cintra com duas irmãs, filhas do casal tronco da família Araújo de Atibaia, Helena de Moraes Araújo e Andressa de Araújo, respectivamente, portanto, o casamento de dois irmãos da família Cintra com duas irmãs da família Araújo deu origem a importante família Araújo Cintra, que muito contribuiu para formação genealógica da família atibaiana, bem como, no domínio político por muitos anos pelos seu membros, e, podem ser considerados os troncos da citada família em Atibaia.

Das famílias atibaianas retratadas neste trabalho através de um título (tronco):Família Camargo [1660[15]], Família Siqueira Franco [+/- 1700], Família Bueno[+/- 1700], Família Pereira [entre 1700 e 1710], Família Pires de Camargo [+/- 1740], Família Alves do Amaral [+/1740], Família Soares [+/- 1740], Família Oliveira Cesar [+/- 1760], Família Leite [+/- 1770], a família Araújo ou Araújo Cintra foi a última a estabelecer-se em Atibaia, já que sua chegada em solo atibaiano se deu em 1776 com a chegada dos dois irmãos portugueses Lourenço Francisco Cintra e José Felix Cintra, suas esposas e outros familiares da família Araújo, irmãos de suas esposas, todos filhos do tronco da família Araújo de Atibaia.

Do casal tronco da família Araújo de Atibaia, Antônio Ferraz de Araújo e Leonor de Siqueira Moraes [meus eneavós], descendem que descobrimos sete filhos, entre eles: duas que se casaram com os irmãos Cintra e deram origem a família Araújo Cintra de Atibaia e do Estado de São Paulo e uma que pode ser considerada a matriarca da família Leite de Atibaia:

Capítulo 1° Helena de Moraes Araújo (esposa de um dos troncos da família Araújo Cintra de Atibaia)

Capitulo 2° Maria Leite de Araújo (mãe dos dois troncos da família Leite de Atibaia)[minha octavó]

Capítulo 3° Andressa de Araújo (esposa de um dos troncos da família Araújo Cintra de Atibaia)

Capítulo 4° Lucrécia Leite de Araújo

Capítulo 5° Coronel Manoel Ferraz de Araújo

Capítulo 6° Antônio Ferraz de Araújo [meu eneavô]

Capítulo 7° Luiz José de Faria

Capítulo 1°

Helena de Moraes Araújo

Helena de Moraes Araújo nascida em 1732 em Pitangui/MG onde casou-se primeira vez com Francisco Lourenço Cintra, em Pitangui/MG, para onde sua família se mudou e estabeleceu-se. Residiu juntamente com seus pais e depois com seu marido em Pitangui/MG, depois mudou-se para São Paulo, depois para Guarulhos e mais tarde para Atibaia (década de 1770) cidade em que residia na ocasião de sua morte em São Paulo em 1781. Segunda vez, casou-se Helena com José de Siqueira Franco, 3° capitão-mor de Atibaia. Só teve filhos com o primeiro maride e um dos dois troncos da família Araújo Cintra de Atibaia. Helena de Moraes faleceu aos 09.MAIO.1799.

O Capitão Francisco Lourenço Cintra nasceu aos 10.MAIO.1720 em Portimão, Algarve, Portugal, era filho de Felix Manoel e de Catarina Jaques. Imigrou para o Brasil juntamente com seu irmão José Felix Cintra (ver capítulo 3° a seguir) aportando em Santos em 1750, estabelecendo-se primeiramente em São Paulo, depois Guarulhos, Pitangui/MG onde se casou, retornando depois para Guarulhos onde nasceram os primeiros filhos; estabelecendo-se em Atibaia na década de 1870. Em 1863 ou 73, juntamente com seu irmão arrematou o estanque (monopólio concedido ao arrematante no comércio específico por um espaço também específico) num lugarejo entre Nazaré Paulista e Guarulhos, ou na própria Nazaré.

Em 1766 e 1772 ocupou o cargo de almotacé em São Paulo e em 1776 nomeado capitão de cavalaria e ordenanças de Guarulhos e no mesmo ano, segundo genealogistas e historiados mudou-se para Atibaia, onde adquiriu uma fazenda e outros posteriores bens. Os descendentes do capitão Francisco Lourenço Cintra entrelaçados aos do capitão-mor de Atibaia, Lucas de Siqueira Franco, que também eram descendentes da família Camargo, do fundador de Atibaia, mais os descentes dos troncos das famílias Pires de Camargo, Bueno, Alves do Amaral, Soares, Leite, Pereira e Oliveira Cesar mais outras famílias ligadas as citadas aqui, são os principais elementos da formação da tradicional e antiga família atibaiana, bem como, na formação de muitos municípios paulistas; como também a união das famílias Camargo, Siqueira Franco e Araújo Cintra monopolizaram a política atibaiana por cerca de dois séculos:1745 a 1945, ver texto seguinte. O cap. Francisco Lourenço Cintra faleceu em São Paulo aos 07.MAIO.1781, deixando vultosa fortuna, uma das maiores da época na então província de São Paulo. Entre os filhos do casal Helena de Moraes Araújo e Francisco Lourenço Cintra, destacamos:

N° 01 Alferes Jacinto José de Araújo Cintra, batizado em 1770 em Guarulhos, falecido com 80 anos em 1850 em Mogi-mirim, onde em seus últimos tempos teve fazenda de cultura e grande extensão de terras que passou a seus herdeiros. Casou-se com 15 anos em 1785 em Atibaia, onde residiu por muitos anos, com Maria Francisca Cardoso (ver descendência em N° 03 do capítulo 4° do título Siqueira Franco).

N° 02 Rita de Cassia de Moraes, foi batizada em 1772 na Conceição dos Guarulhos e casou-se em 1789 em Atibaia com o alferes Lourenço Franco da Rocha (ver descendência em N° 02, capítulo 4° do título Siqueira Franco)

N° 03 Inácio de Loyola Cintra, casou-se em 1791 em Atibaia com Ana Francisca Cardoso, fª do 2° capitão-mor de Atibaia, Francisco da Silveira Franco e de Maria Cardoso de Oliveira (ver em N° 05, capítulo 4° do título Siqueira Franco).

N° 04 Antônio Ferraz, foi batizado em 1775 em Guarulhos, e faleceu solteiro com 21 anos em 1796.

Capítulo 2°

Maria Leite de Araújo

Maria Leite de Araújo[16]n. entre 1723 a 1732, provavelmente 1731 e faleceu aos 06.JUN.1827 com 98 anos, casou-se em Pitangui/MG com Amaro das Neves de Moraes [meus octavós e também eneavós], filho de Maria Soares das Neves f. em 1779 em São Paulo e de Domingos Teixeira de Moraes, natural de Portugal que foi negociante em São Paulo e que depois mudou-se para as Minas Gerais e de Maria Soares Neves f. em São Paulo em 1779. Amaro das Neves de Moraes era guarda-mor da minas de Aiuroca/MG, onde residiu e nasceu seu primeiro filho. De Aiuroca mudou-se provavelmente para São Paulo e Guarulhos. Não sabemos com certeza se chegou a fixar-se em Atibaia, já que foi inventariado em São Paulo em 1779, contudo, grande parte de seus filhos estabeleceu-se em Atibaia. Podemos considerar que dois dos filhos deste casal são os troncos dos Leite de Atibaia. No censo de 1820 Maria Leite de Araújo aparece com 88 e três escravos. Entre os nove filhos de Maria Leite de Araújo e Amaro das Neves de Moraes destacamos:

N° 01 – Amaro Leite de Moraes[17] n. em Aiuroca/MG em 1750/51 e f. aos 21.AGO.1833 em Atibaia onde foi agricultor e pecuarista, possuir de fazenda[18] e também ocupou o cargo de juiz ordinário e de órfãos por vários anos e vereador em 1781, casou-se 1° vez em 1778 em S. Paulo com Gertrudes Maria de Almeida n. 1770/71 e f. em 1791 com 40 anos em Atibaia (meus octavós); 2ª vez casou-se Amaro Leite de Moraes em 1796 em Guarulhos com Gertrudes Caetana do Nascimento com quem teve 4 filhos: José Henrique, Gertrudes, Brígida e Clara). Pode ser considerado um dos troncos da família Leite de Atibaia[19]. Teve entre outros filhos com a 1ª esposa:

1.1.Capitão de milícias Antônio de Pádua Leite (SL/1/520) n. em 1778/79 em Atibaia onde faleceu com 93 anos de idade em 1870 e aí casou-se em 1801 com Bernardina Franco da Silveira n. entre 1780/85, f. em 1858, fª de Lourenço Franco de Camargo e de Ana Franco da Cunha. Foi fazendeiro com considerável escravatura no censo de 1836, procurador da câmara em 1809, vereador 1829/32, 1833/36. Teve entre outros filhos:

2.1. Ana Teresa Leite casada com 12 anos de idade em 1814 em Atibaia com seu parente o alferes Felix Manoel Cintra f° do sargento-mor José Felix Cintra e de Andreza de Araújo (ver N° 01 do cap. 3° a seguir).

2.2. Dionizio Francisco Leite casou-se 1° vez em 1819 em Itu com Maria Balbina Pacheco, 2ª vez casou-se com Maria Leopoldina da Silva. Teve entre outros:

3.1. Antônio de Pádua Leite “Totó Dionizio” c.c Constança (ver 3.1., 2.7., 1.3., N° 04, cap. 4° do título Siqueira Franco), filha do cap. Theodoro Bueno de Aguiar.

3.2. Ana Rosa Pacheco 1º vez c.c Dionizio Urioste, tronco da família Urioste de Atibaia (ver parte da descendência em 4.1., 3.1., 2.2., 1.7., N° 07, cap. 4° do título Siqueira Franco e no título Alves do Amaral.

3.3. Alfredo Leite cuja descendência está descrita em 2.5., 1.4, N°04, capítulo 5° do título Alves do Amaral deste trabalho.

3.4. Iria Leite Pacheco c.c seu primo José Felix Cintra “Nhozinho” filho de Ana Teresa Leite (2.1. acima) e do alferes Felix Manoel Cintra (ver 1.1., N° 01, cap. 3° a seguir).

2.3. Delfina Teresa Leite n. em 1819 casou se em 1824 em Atibaia com José da Silveira Franco, f° do capitão Joaquim de Siqueira Franco e de Gertrudes Francisca Pedroso, parte da numerosa família Silveira de Atibaia descende deste casal (ver N° 11, capítulo 6° do título Siqueira Franco).

2.4. Maria Conceição de Pádua Leite c.c seu parente Francisco Lourenço Araújo Cintra (ver 1.11., N° 03, cap. 4° do título Siqueira Franco)

1.2. Ana Gertrudes de Campos, batizada em 1780 em Atibaia, aí casou-se em 1797 com seu parente Francisco da Silveira Franco, filho do capitão-mor do mesmo nome e de Maria Cardoso de Oliveira (ver N° 08 do capítulo 4° do título Siqueira Franco, a seguir).

1.3. Capitão de milícias Luiz Gonzaga de Moraes, batizado aos 24.JUN.1788 em Atibaia e faleceu em 1865 em Bragança onde ocupou vários cargos e deixou vasta descendência.

1.4. Brígida Marciana, segunda esposa de Jacinto Antônio da Silveira, batizado em 1783 em Atibaia (ver N° 01 do capítulo 7° do título Siqueira Franco).

1.5. Gertrudes Maria de Araújo c.c Inácio Alves de Godoi, fazendeiro em Atibaia, filho de Inácio Alves Cardoso e de Maria de Godoi Moreira. Teve entre outros filhos:

(meus heptavós)

N° 02 Capitão João Leite de Moraes, batizado em 1769 em Guarulhos, casou-se em 1791 em Atibaia com Filipa de Godoi, filha de Francisco de Oliveira Preto e de Leonor de Godoi (meus octavós). Foi vereador em Atibaia em 1791.Pode ser considerado um dos dois troncos da família Leite de Atibaia. Teve entre outros filhos:

1.1. Manoela Antonia que casou-se em 1808 em Atibaia com Francisco Pereira Pacheco, viúvo de Ana Rosa (tronco do título Pereira deste trabalho – meus heptavós) e outros filhos cuja descendência na sua maioria estabeleceu-se em Camanducaia/MG. Francisco Pereira Pacheco e Maria Antônia são os avós maternos do Capitão Jacinto Manoel Leite, tronco do Título Leite deste trabalho.

1.2. Joaquim José de Faria, falecido com 30 anos em 1784 em Atibaia, casou-se em 1780 nessa vila com Joana de Godoi Lima, viúva de Victor Soares de Oliveira, pais do tronco do título Soares deste trabalho.

1.1 Maria do Espírito Santo Amaral casada com seu primo, capitão Jacinto Alves do Amaral (ver cap. 5° do título Alves do Amaral deste trabalho – meus exavós)

N° 03 Inácio Leite de Faria n. em 1769 em Atibaia c.c Escolástica Joseja de Matos, os quais tiveram entre outros filhos:

1.1. Gertrudes Ludovica de Jesus, casadaem Atibaia aos 17.SET.1820 com Bento Pereira(ver capítulo 4° do título Pereira deste trabalho).

Capítulo 3°

Andressa de Araújo

Andressa de Araújo faleceu em Atibaia aos 12.FEV.1812, foi casada em Pitangui/MG com José Felix Cintra n. aos 29.MAR.1728 em Ferragudo, freguesia de São Tiago de Estombar, Algarve, Portugal e f. em Atibaia aos 17.NOV.1807. José Felix Cintra era irmão do Capitão Francisco Cintra, c.c Helena de Moraes Araújo, irmã de Andressa (ver capítulo 1° acima), os quais podem ser considerados troncos da família Araújo Cintra de Atibaia. Em Atibaia José Félix Cintra[20] foi juiz ordinário em 1783 e juiz de órfãos em 1787 e em 12.JUN.1786 foi nomeado sargento-mor. No censo de 1806 o sargento-mor José Felix Cintra aparece com 79 anos, sua esposa com 65, dois filhos e 18 escravos. José Felix Cintra teve sete filhos, sendo que a maioria casou-se em Atibaia e seus descendentes lá estabeleceram-se, bem como em Bragança e Mogi-Mirim. Entre os filhos de Andressa de Araújo e José Felix Cintra podemos destacar:

N° 01 – alferes Felix Manoel Cintra[21] n. em 1781/82 em Atibaia e f. em 1851. Casou-se em Atibaia em 1814 com sua parente, Ana Teresa Leite n. em 1802 e f. em Bragança em 1887, filha de Bernardina Franco da Silveira e do cap. Antônio de Pádua Leite (ver 1.1. N° 01, cap. 2° acima). Felix Manoel Cintra e Ana Teresa tiveram 10 filhos e podem ser considerados os troncos da família Silveira Cintra de Atibaia. Entre seus filhos destacamos:

1.1. José Felix Cintra “Nhozinho ”falecido aos 19.DEZ.1887 foi c.c sua parente Iria Leite Pacheco (ver 3.4., 2.2., 1.1., N° 01, cap. 2° acima) cuja desc., na sua maioria, estabeleceu-se em Atibaia e levou o sobrenome Silveira Cintra. Entre seus descendentes destacamos: Octávio Silveira Cintra (ver 2.7., 1.5., N° 06, cap. 6° do título Alves do Amaral), João Silveira Cintra (2.8., 1.6., N° 03, cap. 2° do título Freitas) e Eugenia Pacheco Cintra (1.1., N° 06, cap. 2° do título Pires de Camargo). Também encontramos o batismo de uma certa Maria nascida aos 30.NOV.1817.

1.2. Coronel Eleutério de Araújo Cintra, que é ascendente entre tantos, do ex-senador paulista pelo PT Eduardo Matarazzo Suplicy (1990-2014), atual vereador de São Paulo (2017/2020), seu trineto.

Capítulo 4°

Lucrécia Leite de Araújo

Lucrécia Leite de Araújo, faleceu em Nazaré Paulista em 1797com 70 anos, casou- se 1ª vez com Rafael Soares de Oliveira, f° de Gonçalo Ribeiro e de Ana Cordeiro, de Jundiaí; 2ª vez com Antônio de Moraes Neves, † em 1791, irmão de

Amaro das Neves, marido de Maria Leite de Araújo (capítulo 2° acima). Teve quatro filhos do 1° marido e quatro do 2°, os quais na sua maioria casaram na década de 1780/90 e estabeleceram-se em Nazaré Paulista e Atibaia.

Capítulo 5°

Coronel Manoel Ferraz de Araújo

Coronel[22] Manoel Ferraz de Araújo, f. em 1827 e foi casado 4 vezes: a 1ª em 1761 em Mogi das Cruzes com Izabel Pedroso Leite, f.ª de Antônio Leite de Barros e de Josefa Cardoso, 2ª com Maria Paes de Camargo, 3ª vez com Antonia Matilde do Amaral Gurgel e 4ª vez com Ana Bernardina de Araújo, sua parenta, fª de Pedro Bueno de Moraes e do Maria Leite Araújo. Teve 6 filhos da 1ª esposa e somente 1 da 2ª. Parte de sua descendência estabeleceu-se em Mogi das Cruzes.

Capítulo 6°

Antônio Ferraz de Araújo

Antônio Ferraz de Araújo, casou-se com Gertrudes Corrêa da Cunha, fª de Gaspar Vaz da Cunha e de Joana Gonçalves Murzilhos, de Nazaré. Foi morador em Camanducaia. Teve q. d.6 filhos que estabeleceram-se na maioria em Nazaré onde nasceram seus últimos filhos (década de 1760) ou no sul de Minas Gerais para onde alguns se dirigiram.

Capítulo 7°

Luiz José de Faria

Luiz José de Faria casou –se em Pitangui/MG, nada mais descobrimos.

DOMÍNIO POLÍTICO DE ATIBAIA PELOS DESCENDENTES

DO 1º CAPITÃO-MOR

A união, por matrimônio, ocorrida na década de 1730, do primeiro capitão-mor, Lucas de Siqueira Franco com a família Camargo, através de Izabel da Silveira de Camargo que era filha do capitão Francisco de Camargo Pimentel, neta de Marcelino de Camargo e sobrinha-neta de, Jerônimo de Camargo, considerado o fundador de Atibaia, resultou no controle político administrativo de Atibaia pelos descendentes do citado casal por cerca de dois séculos; de 1745 a 1945 aproximadamente, salvo, evidentemente, raros períodos de exceção.

Cerca de 50 anos após a união das famílias Camargo e Siqueira Franco, ou seja, na década de 1780, os descendentes do casal Lucas e Izabel uniram-se através de outros casamentos a outra família recém-chegada em Atibaia, os Araújo Cintra, mais precisamente aos descendentes do capitão Francisco Lourenço Cintra e seu irmão José Felix Cintra que chegaram em Atibaia em 1776, vindo de Guarulhos, depois de passarem pelas minas de Pitangui. Os Siqueira Franco e Camargos mais os novos aliados, os Araújo Cintra, asseguraram o domínio político dos mesmos por cerca de um século e meio, entre 1780 a 1945, aproximadamente (ver texto anterior sobre a família Araújo).

Portanto, o domínio político administrativo de Atibaia, inicialmente foi exercido pelo próprio fundador da cidade, Jerônimo de Camargo e por seu irmão Marcelino de Camargo, considerado o Patriarca de Atibaia; depois passou para os filhos e genros desses, especialmente para o capitão Francisco de Camargo Pimentel, filho de Marcelino que juntamente com Antônio Prado da Cunha, genro de Jerônimo, comandaram os destinos de Atibaia entre 1680 a 1730, aproximadamente.

A partir da década de 1730 até aproximadamente a década de 1950, ou seja, por mais de dois séculos, Atibaia foi comandada, primeiro pelo 1º capitão-mor (tronco do título I), depois por seus descendentes, que também eram descendentes de Marcelino de Camargo, o Patriarca de Atibaia e pelos descendentes do próprio Jerônimo de Camargo; e a partir da década de 1780, essa gente se uniu a família Araújo ou Araújo Cintra, cujos membros foram líderes do partido liberal de Atibaia, o qual, salvo em raros períodos de exceção, esteve no poder em Atibaia, durante todo o regime imperial.

A família Alvim (Campos Bueno) que dominou ou influenciou nos destinos políticos de Atibaia após a Proclamação da República até pouco mais da metade do século XX também era descendente da união dos descendentes do 1º capitão–mor de Atibaia com a família Camargo, depois com os Cintra (ver Nº 03 do capítulo 4º do título Siqueira Franco), bem como também descendia das importantes famílias Pires de Camargo e Alves do Amaral retratadas neste trabalho.

Podemos concluir então, que da fundação da cidade em 1665 (data oficial) até meados do século XX, salvo raros períodos de exceção, o domínio político de Atibaia ficou nas mãos dos1) membros da família Camargo, ou seja descendentes de Jerônimo de Camargo e seu irmão Marcelino de Camargo; 2) dos membros da família Siqueira Franco, descendentes de Lucas de Siqueira Franco, 1º capitão-mor e por 3) membros da família Araújo Cintra, que unindo-se entre si por diversos matrimônios detiveram o comando político de Atibaia por quase 3 séculos (1665 a 1960).

O último prefeito que cumpriu um mandato longo e que descendia por algum ramo, de uma destas famílias foi João Batista Conti, que governou de 1936 a 1945, contudo, os prefeitos que sucederam João Batista Conti até a eleição de Geraldo Cunha Barros em 1962 embora não tivessem ligação com as famílias tradicionais de Atibaia, eram, na sua grande maioria, liderados por Zezico Alvim, que pode ser considerado o último líder político do século passado em Atibaia e que pertencia as importantes e tradicionais famílias atibaianas, de modo que, na nossa ótica, a eleição do dr. Geraldo em 1962, em linhas gerais, põe fim ao domínio político das famílias tradicionais aqui citadas em Atibaia. Alguns poucos prefeitos ou líderes políticos que tiveram influência na vida política de Atibaia após João Conti, descendiam ou foram ligados através de casamentos com outras famílias tradicionais atibaianas aqui abordadas, contudo, a grande maioria dos prefeitos ou líderes políticos que governou após a segunda metade do século XX não tinha relação próxima com nenhuma família tradicional de Atibaia, salvo exceções. Para se ter uma ideia, após o governo de João Conti, somente 3 prefeitos que governaram por curtos períodos, descendiam de uma das importantes e tradicionais famílias atibaianas: 1) Pedro Alvim, que governou 1 mês em 1945 pertencente as famílias Siqueira Franco e Araújo Cintra; 2) Oswaldo Urioste que governou por 2 anos entre 1947 a49 pertencente as famílias Siqueira Franco e Araújo Cintra e 3) Marcos Vinício Silveira, que governou por cerca de dois meses em 1998 e que pertence as famílias Siqueira Franco, Aves de Amaral e Leite. Outros 4políticos que exerceram mandatos de prefeitos tiveram ligação com famílias tradicionais de Atibaia através de seus casamentos:4) Rosendo Aguirre, que governou uma semana, cuja esposa pertencia as famílias Siqueira Franco e Araújo Cintra; 5) Totó Júlio que governou entre 1966 a 70, cuja esposa era Alves do Amaral e Pereira; 6) Cido Franco que governou em 1975 a 1979 e 1989 a 1992, cuja esposa era Leite e Alves do Amaral e 7) Beto Tricoli que governou entre 2001 a 2008, cuja esposa é Siqueira Franco e Araújo Cintra) os demais não têm nenhuma ligação de sangue ou por matrimônio com as famílias antigas e tradicionais de Atibaia. Contudo, com exceção dos dois primeiros prefeitos aqui citados, os demais, embora tivessem ligação com as famílias tradicionais de Atibaia, não chegaram ao poder em razão desta ligação familiar, mas por questões meramente políticas e conjunturais.

LINHA CRONOLÓGICA DOS PRINCIPAIS LÍDERES POLÍTICOS[23] DE ATIBAIA

► 1655 A 1685 =● Jerônimo de Camargo (fundador da cidade) e ● Marcelino de Camargo (patriarca de Atibaia).

►1685 a 1730 =● Antônio Prado da Cunha (genro de Jerônimo) e ● Francisco de Camargo Pimentel (filho de Marcelino de Camargo).

►1730 a1783 =● Lucas de Siqueira Franco (* 1710 + 1783 – 1° sargento-mor e 1° capitão-mor, c.c uma filha de Francisco de Camargo Pimentel, neta de Marcelino de Camargo) e ● Frutuoso Furquim de Campos (* 1723 + 1800) que foi o maior líder oposicionista nas décadas de 1760 e 1770, representante do partido dos Pires em Atibaia e o grande responsável pela elevação de Atibaia a categoria de Vila em 1769.

► 1783 a 1801 =● Francisco Silveira Franco (2° capitão-mor).

►1801 a 1821 =●José de Siqueira Franco (3° capitão-mor) e ●Jacinto José de Araújo Cintra (1° chefe[24]do partido liberal, c.c uma filha do 2° capitão-mor).

►1821 a1860 =●Lucas de Siqueira Franco (4° e último capitão-mor + 1866)● Cel. Manoel Jorge Ferraz (2° chefe do partido liberal e filho de Jacinto José de Araújo Cintra + 1855)● Jacinto José Ferraz de Araújo (1° deputado provincial por Atibaia e filho de Jacinto José de Araújo Cintra).

► 1860 a 1872=● José Lucas da Silveira “José Lucas” (Presidente da câmara entre 1857 a 1870, quando faleceu; foi 3° chefe do partido liberal filho do 4° capitão-mor) ● Lucas de Siqueira Franco Neto ou Lucas Jorge (4° chefe do partido liberal em substituição ao primo de seu pai, José Lucas; Lucas Jorge foi presidente da câmara 1871 a 1876 quando deixou Atibaia) e ● Manoel Jacinto de Araújo Ferraz (deputado provincial por Atibaia de 1862 a 65, filho de Manoel Jorge Ferraz e irmão de Lucas Jorge).

► 1872 a 1892 = Em 1872 Atibaia teve um período muito conturbado politicamente já que as eleições municipais de juiz de paz e vereadores ganhas mais uma vez pelo partido liberal (de situação) foi acusada pelo partido conservador de fraudulentas o que acirrou ainda mais a disputa pelo poder entre os dois partidos em Atibaia. Destacamos alguns líderes políticos neste período: ● Jacinto Manoel Leite (chefe do partido conservador nas décadas de 1860 e 1870, partido de oposição ao partido liberal, quase sempre no poder em Atibaia) ● José Alvim de Campos Bueno “José Alvim” (último chefe do partido liberal em substituição a Lucas Jorge e 1° chefe político do partido republicano paulista)● Lourenço Franco da Silveira “Lourenço Paes”(último chefe político do partido conservador na década de 1880 em substituição a Jacinto Manoel Leite e Antônio Bento) ● ˙Olímpio da Paixão (advogado contratado pelo partido liberal no final de 1872 e que se tornou maior líder republicano na cidade; foi também vereador em diversas legislaturas e presidente do conselho de intendência de janeiro de 1890 a setembro de 1892, o qual era formado na sua maioria por antigos membros do partido conservador e comandou os destinos da cidade nos primeiros 3 anos de república) e ● ˙Antônio Bento de Souza e Castro (juiz municipal de 1870 a 1877período que juntamente com Jacinto Manoel Leite chefiou o partido conservador em Atibaia; um dos maiores abolicionistas do Estado de São Paulo, cuja vida quase perdeu em um atentado político em Atibaia em novembro de 1871, decorrente da acirrada disputa entre liberais e conservadores).

► 1892 a 1936 = ● Tenente-coronel José Francisco de Campos Bueno “José Bim” (1° intendente municipal; 2° chefe do partido republicano paulista, chefia herdada de seu pai, José Alvim. Maior líder político na primeira década do século XX até sua morte em 1913), ● Major Juvenal Alvim (5° intendente, presidente da câmara de 1902 a 1913, 3° chefe do partido republicano paulista, chefia herdada de seu irmão José Bim. Maior líder político de Atibaia entre os anos de 1913 até sua morte em 1936) e● Coronel Bento José do Amaral “Bento Paes” (líder político do partido democrático, partido oposicionista ao partido republicano paulista nas duas primeiras décadas do século XX e respeitado até pelos opositores políticos. Foi o maior opositor político ao major Alvim. + em 1928).

► 1936 a 1964 = ● José Pires Alvim “Zezico Alvim” (4° chefe político do partido republicano paulista, função herdada de seu pai, major Alvim, partido este que depois transformou-se no partido republicano e em Atibaia também tinha influência em pelo menos mais dois partidos: PSD e PSP; Zezico Alvim também foi presidente da câmara em 1936/37 e 1952 /54. + em 1979,) e ● Álvaro Correia Lima (Sucedeu Bento Paes na chefia do partido democrático, que depois passou a se chamar, após a revolução constitucionalista de 1932, partido constitucionalista, e depois UDN; foi vereador em diversas legislaturas, exerceu a presidência da câmara em 1961/ 63 e 66/67, foi eleito deputado estadual, mas perdeu a cadeira numa eleição suplementar em 1946. Foi o maior líder político em oposição a Zezico Alvim neste período; + em 1969)

► 1964 a2000 = Consideramos que neste período, Atibaia, como grande parte dos municípios brasileiros, não teve nenhuma liderança incontestável, contudo, citaremos a seguir, alguns políticos que tiveram considerável influência em algum momento deste período:● Geraldo Cunha Barros(vereador por 3 legislaturas, líder oposicionista eleito prefeito em 1962 e deposto em 1964. + em 1976)● Takao Ono (vereador por 8 legislaturas, presidente da Câmara 3 vezes 1972; 1977/78 e 2005, prefeito eleito em 1979/82, vice em 1989/92 + em 2008) ● ˙José Aparecido Ferreira Franco “Cido Franco” (prefeito nomeado de 1975/79, que elegeu seu sucessor; depois elegeu-se prefeito em 1989/92 e vice-prefeito em 1996. + em 1997)● Gilberto Sant’anna (prefeito de 83/88), ● Flavio Callegari (prefeito de 93/96) ● Pedro Maturana (vereador por 7 legislaturas, presidente da câmara em 1964,vice-prefeito de 93/96 e prefeito de 97/00) e ● Odair Bedore (vereador por 5 legislaturas consecutivas, presidente da câmara por 4 vezes 1991/92, 95, 97 e 2004 e o mais importante líder político na câmara na década de 1990), estes três últimos, também foram os principais líderes de oposição no primeiro mandato da administração do PV entre 2001 a 2004, liderada pelo prefeito Beto Tricoli.

► 2001 aos dias atuais = ● José Roberto Tricoli “Beto Tricoli” (vereador de 1993 a1996, prefeito de 2001 a 2004, 1° prefeito reeleito, em 2004 para o mandato de 2005/08 e que fez seu sucessor em 2008, elegendo, ˙José Bernardo Denim, que foi vereador por 3 legislaturas [1997 a 2004] e presidente da câmara em 2001. Beto Tricoli elegeu-se deputado estadual[25] em 2010, consolidando-se como maior líder político da primeira década deste século em Atibaia, contudo não se reelegeu deputado em 2014 o que pode indicar o fim de sua liderança na cidade). ● Saulo Pedroso de Souza (vereador de 2009 a 2012) prefeito eleito em 2012 e reeleito em 2016.

► A câmara municipal eleita em outubro de 2008 para o mandato de 01.JAN.2009 a 31.DEZ.2012, com o número de vereadores reduzidos através de uma resolução do TSE de 17 para 11 desde o mandato iniciado em 01.JAN.2005 não teve nenhum edil que seja integrante das famílias antigas de Atibaia, aqui citadas, nem por sangue nem por casamento, contudo, quatro primeiros suplentes aparecem citados neste trabalho: Edson Gonçalves “Beleza” do PV (Títulos Alves do Amaral e Pereira), Rodrigo Parras do PSB (Título Siqueira Franco), Reginaldo Binatti do PP (Título Alves do Amaral) e outro ligado por casamento, com várias famílias, aqui retratadas, Odair Bedore do PMDB (todos os títulos). Já atual câmara eleita em outubro de 2012 para o mandato de 2013/2016 com o regresso de 17 vereadores só tem o vereador Rodrigo Parras do PSDB retratado neste trabalho e o suplente da coligação PSB/PMDB, Adriano Bedore que assumiu o mandato entre junho de 2014 a janeiro de 2015, autor deste trabalho.

Título I

Família SIQUEIRA FRANCO

Descendentes do 1º capitão-mor de Atibaia

Lucas de Siqueira Franco

Disposição genealógica (Tronco, capítulos e demais descendentes) e pesquisas: Adriano Bedore [inédita]

Genealogistas Pesquisados: Luiz Gonzaga da Silva Leme in memorian, Waldomiro Franco da Silveira in memorian, Monsenhor Antônio Paes Cintra in memorian e Adriano Bedore

RELAÇÃO DO TRONCO COM ATIBAIA/SP

● O tronco deste título, Lucas de Siqueira Franco, nasceu em Atibaia em 1710, ou seja, apenas 45 anos após a fundação oficial do pequeno povoamento, portanto, há 300 anos. Eu classifico a família Siqueira Franco como a segunda mais antiga de Atibaia (a primeira seria a dos Camargos, fundadores de Atibaia), mas a de maior importância social, política e genealógica na nossa ótica; descendendo dela os atibaianos de raiz e paulistas de muitas cidades aqui citadas. Dos troncos deste trabalho, Lucas de Siqueira Franco é o mais importante personagem da história de Atibaia;

● Seu pai deve ter se estabelecido em Atibia no final do século XVII ou início do século XVIII;

● Sua mãe devia já se encontrar em Atibaia, antes de seu pai, e provavelmente possa também ter nascido em solo atibaiano ou para lá se dirigido nos primórdios da pequena Freguesia;

● Seu avô paterno, João de Siqueira Ferrão, era português e foi proprietário de terras em Guarulhos, e deve ter imigrado para o Brasil nos primeiros anos da segunda metade do século XVII.

● Sua esposa, Izabel da Silveira de Camargo, era nascida em Atibaia, filha do capitão Francisco de Camargo Pimentel nascido em Atibaia ou São Paulo e neta do capitão Marcelino de Camargo, o patriarca de Atibaia e irmão de Jerônimo de Camargo, considerado o fundador da cidade. Portanto, os primeiros moradores de Atibaia, ou seja, a primeira família atibaiana (ver introdução ao título I).

RELAÇÃO DO TRONCO COM O AUTOR

● O tronco é decavô (avô em 10° grau) do autor deste trabalho. É também hexavô (avô em 6° grau) de Ana Soares Leite, mãe de Maria do Carmo Leite De Carlo, bisavó do autor destas notas genealógicas. Dos 21 troncos retratados neste trabalho é o mais distante genealogicamente do autor.

CIDADES MAIS CITADAS NESTE TÍTULO

● Atibaia (antiga São João de Atibaia); Jarinu (antigo distrito de Atibaia com o nome de Campo Largo), São Paulo (antiga São Paulo de Piratininga), Campinas (antiga São Carlos), Guarulhos (antiga Conceição de Guarulhos),Limeira, Araras, Itatiba (antiga Belém), Bragança Paulista (antigo distrito de Atibaia com o nome de Nossa Senhora da Conceição de Jaguari), Rio Claro, Pirassununga, Mogi Mirim, Amparo, Itapira, todas no Estado de São Paulo e Camanducaia em Minas Gerais

LUCAS DE SIQUEIRA FRANCO

1º Sargento-Mor e 1° Capitão-Mor[26] de Atibaia

Lucas de Siqueira Franco (SL 2/48), nasceu e foi batizado em Atibaia em 1710 e foi o 1º capitão-mor da então vila. Foi sem dúvida o mais importante líder político de Atibaia do século XVIII.

Ainda muito jovem, com apenas 20 anos de idade iniciou sua vida pública ocupando o relevante cargo de almotacel[27] da câmara de São Paulo. Em 1742 ocupou o cargo de vereador em São Paulo e no ano seguinte voltou ao cargo de almotacé. Em 1749 foi eleito juiz ordinário de São Paulo e no ano seguinte voltou a ocupar o cargo de almotacel. Depois de 1750 voltou suas atenções a sua terra natal a então freguesia de São João de Atibaia. Em 1771 após um ano da elevação de Atibaia para categoria de vila, hoje município, foi eleito novamente vereador à câmara de São Paulo, cargo que não chegou a exercer, posto que já havia decidido participar ativamente da vida pública em sua terra natal. Em 1772 a câmara de Atibaia solicitou ao governador da capitania a nomeação de Lucas ao posto de capitão-mor da cidade, contudo fora nomeado ao posto de 1º sargento-mor[28] em 31.JAN.1772, sendo então a primeira autoridade civil e militar de Atibaia, prestando obediência direta ao capitão-mor de São Paulo. Foi sargento-mor por quatro anos, pois em 1775 fora nomeado ao posto de 1º capitão-mor da vila de Atibaia, posto que exerceu durante oitos anos, até a sua morte em 1783.

Embora descendesse da importante família Pires[29] de São Paulo, Lucas de Siqueira Franco, casou-se com uma descendente da também importante família Camargo[30], da qual foi representante e líder dessa família tanto na câmara paulistana nas décadas de 1740 a 1770 como na vila de Atibaia. Portanto, Lucas de Siqueira Franco foi casado com Izabel da Silveira Camargo[31], natural de Atibaia, filha do capitão Francisco de Camargo Pimentel (filho de Marcelino de Camargo, o Patriarca de Atibaia) e de Izabel da Silveira Cardoso, e sobrinha-neta de Jerônimo de Camargo, considerado o fundador de Atibaia.

Era filho do capitão Ignácio de Siqueira Ferrão[32], falecido aos 20.MAR.1747 e sepultado na matriz de Atibaia, que foi primeiro casado com Catarina Pereira, viúva de José Peres Calhamares, filha de João Pereira de Avellar e de Maria Leme do Prado em Tit. Prados Cap. 6° § 1º, 2-4, 3 com teve três filhos: João e Joana mudos e Maria e 2ª vez casou-se com Catarina Franco do Prado, falecida em 1750 em Atibaia, viúva do coronel Antônio da Rocha Pimentel, filho do capitão Lourenço Franco Viegas e de Izabel da Costa Santa Maria (SL Tit. Lemes cap. 1° § 9°), com quem teve um único filho e tronco deste título. Do casal Lucas de Siqueira Franco e Izabel da Silveira Camargo descendem 13 filhos (capítulos deste título Franco):

Capítulo 1º Inácio de Siqueira Pimentel (meu eneavô)

Capitulo 2º João de Siqueira Pimentel

Capítulo 3º Antônio de Siqueira Franco

Capítulo 4º Francisco da Silveira Franco – 2° capitão-mor de Atibaia

Capítulo 5º Lucas da Silveira Franco

Capítulo 6º Joaquim de Siqueira Franco

Capítulo 7º Ana Franco Cardoso

Capítulo 8º José de Siqueira Franco – 3° capitão-mor de Atibaia

Capítulo 9º Escolástica Franco

Capítulo 10º Maria Gertrudes Franco

Capitulo 11º Messia de Siqueira

Capítulo 12º Gertrudes Franco

Capítulo 13º Antonia Franco

Capítulo 1º

Inácio de Siqueira Pimentel

Capitão Inácio de Siqueira Pimentel[33] n. aproximadamente em 1740/42 em Atibaia onde faleceu aos 02.SET.1823 com 83 anos, sendo sepultado dentro da matriz. Era o primogênito do 1º capitão-mor de Atibaia. Em 1775 ocupava o cargo de ajudante no corpo militar de Atibaia. Em 1781 era procurador da câmara municipal e em 1783 foi promovido a capitão[34]. Casou-se com Maria Barbosa Pires ou somente Barbosa, natural de Atibaia, filha de João Barbosa Pires, natural de Atibaia e de Messia de Siqueira, natural de Juquerí. SL título Bonilhas. Teve q. d. pelo casamento em Atibaia os sete filhos seguintes:

Nº 01 Jeronima Maria de Siqueira (minha octavó)

Nº 02 Aleixo

Nº 03 Alferes João Barbosa de Siqueira

Nº 04 Maria

N° 05 Isabel Francisca

Nº 06 Antonia de Siqueira Franco

Nº 07 Gertrudes Franco

Nº 08 José Barbosa de Siqueira

Nº 01 Jeronima Maria de Siqueira (SL 2/48) n. em Atibaia onde se casou em 1º vez aos 12.JUN.1788 com Manoel Alves Cardoso ou Alvares de Godoi, os quais podem ser considerados tronco da antiga, numerosa e importante família Alves de Siqueira de Campo Largo de Atibaia, hoje cidade de Jarinu. Manoel Alves Cardoso era natural de Atibaia, filho de Inácio Álvares Cardoso[35] e de Maria de Godoi ou Godoi Moreira, ver SL 1/491. Segunda vez Jeronima Maria casou-se também em Atibaia em 1815 com Jorge Pires do Prado filho de Bento Pires do Prado e de Izabel de Siqueira, teve q.d apenas do 1º casamento:

1.1. Ignácio, batizado em Atibaia em 1789.

1.2. Antônio Alves Barbosa casado em 1811 em Atibaia com Maria Francisca filha de Antônio Bueno de Camargo (irmão de Antônio de Almeida de Oliveira, citado no 1.3. a seguir) e de Luciana Maria, neta paterna de Felix de Almeida de Oliveira e de Quitéria Bueno de Camargo, neta materna de João Neves Garcia e de Joana Cordeiro do Amaral.

1.3. Joaquim Antônio de Siqueira, foi vereador em Atibaia nos mandatos de 1849/52 quando também exerceu o cargo de juiz municipal e novamente vereador entre 1853/56 . Casou-se primeira vez em 1811 em Atibaia com Maria Jacinta Cardoso (SL 1/328), fª de Joana Ortiz Camargo e de Antônio de Almeida Oliveira, este bisneto do alcaide-mor José de Camargo Pimentel, f° de Marcelino de Camargo, irmão de Jerônimo de Camargo (ver texto sobre a família Camargo na introdução deste título). Joaquim Antônio de Siqueira casou-se segunda vez em Campo Largo de Atibaia aos 27.AGO.1850 com Joaquina Maria da Conceição, filha de Maria Angélica Cardoso e de José Ferraz de Araújo, este filho de Antônio Ortiz do Amaral (SL 1/303), que casou-se em 1789 em Camanducaia, sul de MG com Mariana Francisca Ferraz, esta filha de Gertrudes Correa da Cunha e de Antônio Ferraz de Araújo, vereador em Atibaia em 1773, da família Araújo (ver texto na introdução deste título e em SL 2/548). Teve, q.d.4 filhos do primeiro casamento e 3 do segundo (2.5 a 2.7. a seguir.):

2.1. Jacinto Alves de Siqueira casado 1ª vez em 1828 com sua tia materna, Maria Bueno de Moraes, filha de Antônio de Almeida de Oliveira (pai de Maria Jacinta Cardoso, acima) e sua 2ª esposa Ana Maria Bueno, os quais casaram-se em Atibaia em 1806. Jacinto Alves de Siqueira, casou-se 2ª vez aos 08.JAN.1850 em Campo Largo de Atibaia com Manoela Franco Penteado, filha de Antônio Luiz Leite Penteado, já falecido em 1850 e de Ana Franco (ver 1.6., N° 10, cap. 5° deste título), foram dispensados no 4° misto e 3° de consanguinidade no direito canônico. Teve q.d. os dois primeiros filhos com a primeira esposa e q.d. os demais 6 filhos com a 2ª esposa:

3.1. Benedito Alves de Siqueira casados aos 22.AGO.1854 em Campo Largo de Atibaia com Delfina Franco Penteado (ver N° 04, cap. 2° do título Pires de Camargo), viúva de Inácio Pires de Camargo (ver capítulo 8° do título Pires de Camargo). Teve q.d:

4.1. Miguel Franco Penteado casado aos 19.JUL.1879 com Carolina Alves de Siqueira, filha de Antônio Bueno de Siqueira e de Maria Alves de Siqueira, ver adiante. Teve q.d: 5.1. Faustino Alves de Siqueira casado aos 29.ABR.1911 com Adelaide Maria Bueno, filha de João Benedito Bueno e de Ana Claudina.

5.2. Antônio de Siqueira Bueno

5.3. Roque Alves de Siqueira

5.4. Benedita Alves de Siqueira

5.5. Salvador Alves de Siqueira

5.6. Sebastião Alves de Siqueira Bueno casado em Campo Largo aos 06.OUT.1906 com Antonia Maria de Jesus, filha de João Benedito Bueno e de Ana Cláudia Ferraz. Teve:

6.1. Lazara Maria c.c Pedro Antônio de Camargo “Pedro Prata”, residentes em Santo André. Teve:

7.1. Zenaide

7.2. Benildes

7.3. Norberto

7.4. Maria do Carmo

6.2. João Siqueira Bueno c.c Virginia Lorencini. Teve:

7.1. Edneia

7.2. Célia

7.3. Ismael

6.3. Izabel c.c Luiz Franco de Moura, residente no bairro do Breu. Teve:

7.1. José Luiz

7.2. Penha Aparecida

7.3. Miguel Santana

7.4. Rafael

7.5. Maria Lúcia

7.6. Maria Cecília

6.4. Júlia c.c Henrique Soares de Moura. Teve:

7.1. Antonia

7.2. Aparecida

7.3. Clovis Santana

7.4. Berenice

7.5. Paulo

7.6. Mauro

6.5. Amélia casada em 1945 com Edgar Máximo Zamboto n. aos 02.SET.1922 em Itatiba/SP, foi destacado político de Jarinu onde foi eleito vereador de 1956 a 1960, prefeito de 1961 a 1964 e novamente prefeito eleito em 1978, mas faleceu aos 26.OUT.1979. Tem seu nome na rodovia de acesso a Jarinu. Teve:

7.1. Guilherme

7.2. Maria Antonia

6.6. Carmelita “Leta” c.c. Hermínio Contesini. Teve:

7.1. Valdemirrletti

7.2. Vanderlei

7.3. Valdemir

6.7. Cipriano c.c Helena Contesini. Teve:

7.1. Alice

4.2. Rita Franco Penteado[36] casada aos 09.FEV.1875 em Campo Largo com Tobias Soares Penteado (ver descendência em 2.1., 1.1., N° 01, cap. 2° do título Pires de Camargo), filho de João Franco Penteado e de Delfina Maria Soares ou Pires de Camargo (N° 02, cap. 8° do título Pires de Camargo).

4.3. Ana Franco Penteado (?[37]) c.c Lucas de Siqueira Franco. Tiveram q.d.:

5.1. Gertrudes Franco Penteado ou Gertrudes Maria Franco f. aos 01.MAR.1921, que se c. c João José de Camargo Lopes ou João Lopes de Camargoaos 21.OUT.1862 em Campo Largo, sendo ele viúvo de Gertrudes Maria Franco e era com toda certeza f° de Gertrudes Maria e de Salvador Lopes de Camargo, o qual pode ser considerado o tronco da antiga e numerosa família Lopes de Camargo de Jarinu

3.2. Inácia de Almeida casada aos 06.JUL1860 com seu parente Joaquim Franco de Siqueria (ver 3.2., 2.2., a seguir).

3.2. Antônio Alves de Siqueira casado aos 08.JUL.1871em Campo Largo de Atibaia com sua parente Gertrudes Maria Leite, fª de Inácio Bueno de Siqueira e de Maria Gertrudes Bueno (ver 1.1., N° 06 deste título).

3.3. José Alves de Siqueira casado aos 17.FEV.1873 em Campo Largo de Atibaia com sua parente Maria Leite do Carmo, fª de José B.de Camargo e de Benedita Mª Leite (ver 2.1., 1.2., N° 03, deste capítulo). Teve q.d:

4.1. Sebastião Alves de Siqueira casado aos 21.MAR.1908 com Amélia Maria Leite, filha de Lucas José Leite e de Maria Franco de Camargo.

3.4. Carolina Alves de Siqueira casado aos 15.MAIO.1873 em Campo Largo de Atibaia com seu tio paterno Francisco Alves de Siqueira (2.5., 1.3. a seguir)e sua 2ª esposa Maria Joaquina. Teve q.d:

4.1. Bertolo Alves de Siqueira, nascido em Amparo em 1874 c.c Maria Alves Barbosa, provavelmente da família Alves Barbosa (ver N° 03 a seguir). Foi proprietário de terras no bairro Campo dos Aleixos. Teve:

5.1. Francisco c.c Amélia Nunes. Teve:

6.1. José, residente em Atibaia

6.2. Benedito, residente em Santo André

6.3. Aparecida “Cida”, residente em Santo André.

5.2. Benedito, foi proprietário no bairro do Machadinho, foi c.c. Elisa da Silva Franco, filha de Gaudêncio Alves de Godoi, proprietário no bairro do Arrozal. Teve:

6.1. Isaltina

6.2. Alice

6.3. Carmelina

6.4. Carola

6.5. Amélia

6.6. Américo

6.7. José do Carmo “Zico Bertoldo” c.c Rosa dos Santos, filha de José dos Santos e Maria Sebastiana da Luz, residentes no bairro de Nova Trieste em Jarinu. Teve:

7.1. Jaime

7.2. Aniceto

7.3. Elizabel

7.4. Targino

7.5. Arquimedes

7.6. Sebastiana Maria

7.7. Valderez

7.8. Neusa

7.9. Vanda

7.10. Clovis

7.11. Donizete

7.12 Célio

7.13. Ismael

7.14. Aparecida “Cidinha”

5.3. Pedro casado em 1ª núpcias aos 26.JUN.1926 com Catarina Maria de Jesus ou Stafoque e em 2ª com Joana Lopes, tendo seis filhos da 1ª esposa e 3 da 2ª. Teve:

6.1. José

6.2. Antônio

6.3 Antenor

6.4. Sebastião

6.5. Dolores

6.6. Carmem

6.7. Jesus

6.8. João

6.9. Maria

5.4. Julia c.c Antônio André. Teve:

6.1. José

6.2. Sebastião

6.3. Carmem

6.4. Madalena

5.5. Lazara “Lazinha” c.c Francisco dos Santos. Teve:

6.1 Aparecido

6.2. José

5.6. Carola, solteira.

5.7. Máxima c.c Frederico Fernandes. Teve:

6.1. Teresa

6.2. Paulo

5.8. “Dorva” c.c José Alves. Teve:

6.1. Aparecida “Cida”

4.2. Benedita Alves de Siqueira n. em 1871, casada aos 20.OUT.1899 com Pedro Lopes de Camargo, f° de Ana Franco Penteado e de Eugenio Lopes de Camargo n. aos 14.JUL.1854, este f° de João Lopes de Camargo e de Gertrudes Maria Franco (veja 4.3., 3.1., 2.1., 1.3., atrás), moradores do bairro de Campos dos Aleixos em Jarinu. Teve q.d:

5.1. Benedito Lopes de Camargo

5.2. João Lopes de Camargo.

5.3. Juvenal Lopes de Camargo. Segundo familiares, foi o doador da área onde hoje se encontra o parque Duílio Mazieiro em 1900, onde se realiza a tradicional festa do morango. Teve q.d.:

6.1. “Tico”

6.2. Hélio Lopes de Camargo

5.4. Eugênio Lopes de Camargo. Teve q.d.:

6.1. José Lopes de Camargo

5.5. José Lopes de Camargo “Zezico”.

5.6. Maria

5.7. Cantilha

5.8. Carolina

5.9. Aparecida

3.5. José Alves de Siqueira casado em Campo Largo aos 17.FEV.1873 com Maria Leite do Carmo, filha de José Barbosa de Camargo e de Benedita Maria Leite.

3.6. Maria Franco casada em Campo Largo aos 02.DEZ.1865 com João Franco de Oliveira, viúvo de Maria da Conceição.

3.7. Benedita Maria de Jesus casada em Campo Largo aos 23.JAN.1884 com Felício Zeferino Barbosa, filho de Salvador Francisco e de Zeferina Maria.

3.8. João Alves de Siqueira casado aos 19.FEV.1889 com Benedita Franco, filha de Vicente Franco de Godoi e Maria Jacinta.

2.2. João José de Siqueira casou-se em Campo Largo, hoje Jarinu aos 18.JUL.1833 com Gertrudes Maria Franco, irmã entre outros de Maria da Conceição c.c José Severino de Almeida, ambas filha de José Ferraz de Araújo e de Maria Angélica Cardoso(ver 3.1., 2.3., a seguir). Teve q.d:

3.1. Maria Alves de Siqueira casou-se com seu parente Antônio Bueno de Siqueira (ver 1.2. N° 06, a seguir) aos 13.NOV.1855 em Campo Largo, foram dispensados no 4° misto e 2° de consanguinidade. Teve q d: 4.1. Francisco Alves de Siqueira casado aos 28.DEZ.1874 com sua prima Escolástica Barbosa de Siqueira, filha de Manoel Barboza de Camargo (1.3. N° 03 abaixo) e de Matilde Jesuína. Teve q.d: 5.1. Francisco Alves de Siqueira Jr. “Chico Boa” n. aos 11.AGO.1883, em 1915 passou a ser tabelião do único cartório em Jarinu. Foi vereador em Atibaia representando o então distrito de Campo Largo de 1908 a 1914. Foi c.c Maria Osório. Teve: 6.1. Lázaro “Lazinho Boa”, tabelião, casado 1ª vez com Elza Vasconcelos n. aos 02.JUL.1911 em São Paulo, foi prof.ª, fª de Nuno e Claudemir Vasconcellos, tiveram os 11 filhos seguintes e 2ª c.c Ursulina Paulinetti: 7.1. Maria Claudemira Mantarro. Teve: 8.1. Adriana c.c Joaquim Spinardi Gomes 8.2. Daniela c.c Edson Calipo. Teve: 9.1. Julia 7.2. José Maurício c.c Vera Therizinha Fabiano. Teve: 8.1. José Maurício Jr. c.c Luciana Gonçalves. Teve: 9.1. Marcelo 9.2. Luiz 8.2. Luís Augusto c.c Marica Rosa de Oliveira. Teve: 9.1. Israel 9.2. Rafael 8.3. Vera Cristina c.c João Eduardo Peres do Amaral. Mariana 8.4. Daniel Fabiano 7.3. Suzana 7.4. Silvia c.c José Ribeiro de Moura. Teve: 8.1. Renata c.c João Pedro 7.5. Elza c.c Nidio Moraes Coelho. Teve: 8.1. Claudio Izidio c.c Elisabete Rocha Pinto. 8.2. Fábio 8.3. Gustavo 7.6. Helena 7.7. Judite c.c Alexandre Farid A. Gattas. 7.8. Dalila c.c Bechara Jorge Kachan. Teve: 8.1. Viviane Marian 8.2. Alexandre Jorge 8.3. Pedro Marcos c.c Glauce H. Bueno Santos. Teve: 9.1. Pedro Augusto 9.2. Laura 7.9. Abigail Maria c.c Luís Ferrero. Teve: 8.1. Ana Heloísa c.c Dário de Barros Carvalho Jr. Teve: 9.1. Clara 8.2. Silvia Helena 8.3. Frederico 7.10. Luís Gonçaga 7.11. Berenice c.c Júlio Cesar da Silva Rabello. Teve: 8.1. Guilherme 9.1. Pedro Augusto 9.2. Laura 6.2. Maria do Carmo 6.3. Benedito “Dito Boa”c.c Elza Bressane, foi vereador, subprefeito de Jarinu, o primeiro contador da prefeitura e primeiro coletor estadual de Jarinu. Teve: 7.1. Marilena 7.2. Marly 7.3. José Roberto “Tucho” 7.4. Ruy Tadeu 7.5. Francisco Eugenio 7.6. Jurema 6.4. Maria de Lourdes falecida menor. 6.5. Sebastiana c.c Mário Lorencini, fiscal da prefeitura de Jarinu. Teve: 7.1. Suely 7.2. Amaury 7.3. Hettye 7.4. Elisabete 6.6. Rachel com José Arruda. 6.7. Haidê c.c Severino Graciosi. 6.8. Maria de Lourdes c.c Hermenegildo Rodini. 6.9. Maria Izabel, falecida menor. 6.10. Francisco, falecido menor. 6.11. Ibraim, falecido menor. 5.2. Ambrosina Alves de Siqueira n. aos 03.MAR.1876 c.c José Soares de Lima Sobrinho “Juca Soares”, fazendeiro em Atibaia, pertencente as famílias Alves do Amaral, Soares e Bueno deste trabalho (ver descendência 2.3., 1.3., N° 05, cap. 5° no título Alves do Amaral). 5.3. João Siqueira c.c Vicência Maria da Conceição. Teve q.d.: 6.1. José Siqueira Bastos c.c. Maria Bonito Bastos, natural de Indaiatuba/SP, foram residentes em Atibaia. Teve q.d: 7.1. Edgar Siqueira Bastos “Lula” c.c Sidi Soldeira Bastos. Teve: 8.1. Maria Cristina, falecida solteira. 8.2. Edgar Bastos Filho c.c Paula Duarte. Teve: 8.1. André 7.2. José S. Bastos Filho, já falecido, foi c.c Neide Pellizzo. Teve: 8.1. José Neto 8.2. Adriana 7.3. Sebastião c.c Beatriz. Teve: 8.1. Claudenis 8.2. Gislaine 8.3. Alan 7.4. Edite c.c Luiz Carvalho. Teve: 8.1. Dinah 8.2. Álvaro 7.5. Maria Aparecida, já falecida, foi c.c Antônio Carlos Garcia Lopes. Teve: 8.1. Carlos Alberto n. aos 27.SET.1955 c.c Eliana. Teve: 9.1. Carlos Henrique n. aos 26.DEZ.1977. 9.2. Erika 9.3. Helen Cristina 8.2. Denise, dentista, foi c.c Claudio Lindemberg de Freitas, filho de Armando Alvim de Freitas (ver 4.2., 3.3., 2.6., 1.8., N° 01, cap. 1° do título Pires de Camargo). Teve: 9.1. Karina 9.2. Luma 7.6. Sebastiana c.com José Brígida. Teve: 8.1. Sandra c.c Benedito Rogério, natural de Piracaia.. 7.7. Maria de Lourdes Bastos c.c Orlando Marinelli. Teve: 8.1. Edson 8.2. Ivete 7.8. Teresa c.c Nelson Rocha. Teve: 8.1. Richard 8.2. Fátima c.c José Arnaldo Bonifácio 5.4. Júlia Alves de Siqueira c.c Sebastião de Oliveira Aguirre. Teve: 6.1. Benedito 6.2. Lázaro 6.3. Osvaldo 6.4. Valdomiro 6.5. Aparecido 6.6. Francisco 6.7 Isabel 6.8. Eva 4.2. Carolina Alves de Siqueira casada aos 19.JUL.1879 com seu parente Miguel Franco Penteado (ver descendência em 4.1., 3.1., 2.1., 1.3. atrás). 3.2. Joaquim Franco de Siqueira casado com sua parente aos 06.JUL.1860 com Inácia de Almeida, (ver 3.2., 2.1, atrás) filha de Jacinto Alves de Siqueira com Maria de Almeida. 3.3. José Alves de Siqueira casado em Campo Largo aos 07.FEV.1875 com Ana Jacinta de Siqueira, filha de Marica Jacinta. Teve q.d: 4.1. João Alves de Siqueira casado aos 27.JUL.1907 com Angelina Staffoque, filha de Jacob Staffoque e de Maria Arteman, de origem alemã, foram residentes no bairro de Machadinho em Jarinu. Teve q.d: 5.1. Joaquim c.c Alberina Ermenegildo 5.2. Benedito “Nitão” c.c Iracema Silveira Franco 5.3. Zulmiro c.c Carolina Lopes de Camargo 5.4. José c.c Dorvalina 5.5. Maria c.c Joviano Silveira Franco 5.6. Isaura c.c João Spinassi 5.7. Emília c.c Artur Rosa 5.8. Madalena c.c Antônio Messias 3.4. Delfina Alves de Siqueira casada aos 31.JAN.1886 com Joaquim José Leite, filho de Francisco José Leite e de Cysina Leite.

2.3. Manoel Alves de Siqueira natural de Atibaia onde n. em 1813 ou 1814 em Atibaia, já se encontrava falecido em 1856 em Jarinu onde foi fazendeiro. Casou-se em Campo Largo, hoje Jarinu, aos 27.NOV.1836 com Gertrudes Maria Soares, Soares de Camargo ou Gertrudes Soares de Lima, por Waldomiro F. Silveira, n. em 1820/22 em Atibaia filha de Maria Joana (cap. 3° do título Soares) e de Inácio Pires de Camargo (cap. 8° do título Pires de Camargo). Tiveram q.d.:

3.1.Maria Soares n. entre 1843/48 em Campo Largo e aí casada aos 16.DEZ.1856 com Serafim Severino de Almeida, que ainda vivia em 1895, dispensados no 3° grau de conseguinidade, ou seja tinham um casal de bisavós em comum[38], filho de José Severino de Almeida[39] e de Maria da Conceição[40] que se casaram aos 29.JAN.1838, ele filho de Salvador de Avilla n. em 1763 e de Ana Francisco Cardoso n. em 1785 (SL 1/327) e ela filha de José Ferraz de Araújo (SL1/303) e de Maria Angélica Cardoso (SL 2/291). Serafim de Severino de Almeida casou-se segunda vez aos 29.MAR.1878 com Delfina Maria Barbosa. Teve q.d, uma filha com a primeira esposa e dois com a segunda:

4.1. Escolástica Maria Soares, nascida aos 21.ABR.1861 em Campo Largo e aí falecida aos 01.JUN.1899 com apenas 38 anos. Casou-se em 1877 com Antônio Pires de Camargo, nascido por volta de 1854 em Campo Largo e aí falecido aos 16.JUL.1889 com apenas 35 anos, filho de Manoel Francisco de Camargo e de Ana Francisca Cardoso, casados aos 06.AGO.1842 em Atibaia, ele filho de José Joaquim de Camargo e de Luzia Bueno de Moraes e ela filha de Jacinta Maria Franco e de Antônio Pires de Godoi, falecido em abril de 1837 em Atibaia e sepultado em Itatiba, filho do sargento-mor de Atibaia Ignácio Franco de Camargo[41] e de Gertrudes Pires de Godo ou Gertrudes de Godoi Moreira. Escolástica casou-se segunda vez aos 12.JAN.1890 com Florêncio Lopes de Camargo, falecido aos 22.OUT.1910, filho de João Lopes de Camargo e de Gerturdes Penteado, falecida aos 01.MAR.1921. Portanto, Escolástica teve cinco filhos com seu primeiro marido (Antônio Pires de Camargo) e quatro com seu segundo marido (Florêncio Lopes de Camargo). Teve:

5.1. Benedita nascida aos 24.SET.1878, em Campo Largo e ai casada aos 13.FEV.1893 com Benedito Ribeiro dos Santos, filho de José Ribeiro Valedo dos Santos e de Maria Rosa de Lima. Foram residentes em 1899 no bairro da Caioçara em Atibaia.

5.2. José Antônio de Camargo nascido aos 17.FEV.1881 em Campo Largo (teve como seu tutor Francisco Rodrigues Soares), foi casado aos 05.FEV.1910 com Umbelina Maria de Jesus, nascida em 1881 e provavelmente casado em 2ª núpcias com Lázara Maria da Conceição com quem teve alguns filhos, entre eles:

6.1 Emídio Antônio de Camargo n. em 1921 em Jarinu e f. aos 04.SET.1976 na fazenda São Sebastião em Atibaia. Emídio foi c.c. Benedita de Lima de Camargo f. aos 18.AGO.2012 com 79 anos. Tiveram 8 filhos:

7.1. Moacir Antônio de Camargo “Moa” n. aos 30.AGO.1954 em Jarinu e f. aos 17.AGO.2014. Foi c.c com Damares Honório de Camargo já falecida. Tiveram:

8.1 Gisele

8.2. Ricardo

7.2. Maria de Lourdes Camargo Mendes c.c Sebastião Mendes, motorista da câmara municipal de Atibaia. Tiveram:

7.3. Elena

7.4. Yolanda n. aos 07.SET.1963 c.c Antônio de Oliveira.

7.5. Ines

7.6. Emília de Camargo Souza n. aos 22.AGO.1967.

7.7. Irene

7.8. Isabel n. aos 14.AGO.1974.

5.3. Sebastião n.em Campo Largo aos 05.OUT.1883 e aí falecido aos 17.OUT.1899 com apenas 16 anos.

5.4. Maria Soares de Camargo n. aos 02.NOV.1885 em Campo Largo (teve como tutor Francisco Rodrigues Soares), casada aos 21.DEZ.1901 com Caetano Modanezi n. em 1868, italiano natural de Santo Alberto, província de Ravena.

5.5. Ana Soares Leite[42] n. aos 29.DEZ.1887 em Campo Largo. Foi a 1ª esposa de José Benedito Leite (ver N° 03, cap. 6° do título Leite) nascido aos 17.MAR.1887 em Atibaia e aí falecido aos 22.MAR.1964 casado em Atibaia aos 10.SET.1903. Ana Soares Leite faleceu em Atibaia aos 15.ABR.1935 com apenas 48 anos e junto com seu marido está sepultada no túmulo de sua filha Otília (6.5). Teve, todos naturais de Atibaia:

6.1. Maria do Carmo Leite “Tóta” n. aos 15.SET.1904 e aí f. aos 20.DEZ.1980. Foi casada aos 08.FEV.1923 com Antônio De Carlo (ver cap. 3° do título De Carlo). Teve:

7.1. José Benedito De Carlo ou “Zezinho” como foi mais conhecido n. aos 21.SET.1923. Foi comerciante, sendo durante muitos anos, até o ano de 1983, proprietário da padaria “São José” na rua Benedito de Almeida Bueno esquina com a rua José Pires, onde morou toda sua vida e onde faleceu vítima de um atropelamento por uma motocicleta aos 18.JUN.2007. Faleceu solteiro e sem descendentes.

7.2. Iraci Noviski “Nega” n. aos 03.MAIO.1926 em Atibaia e aí falecida aos 02.AGO.2008, foi casada com Napoleão Noviski, nascido aos 30.NOV.1924. Napoleão foi vereador à câmara municipal de Atibaia eleito em novembro de 1963 para o mandato de 64/67, mas não chegou a completá-lo vindo a falecer em 10.JAN.1965, profundamente desgostoso com os andamentos políticos na cidade decorrente das arbitrariedades advindas com o golpe militar que teve sérios reflexos em Atibaia culminando com as injustas perseguições e posterior cassação de vereadores e do então prefeito dr. Geraldo Cunha Barros; Napoleão Noviski foi sem dúvida, uma das vítimas deste infeliz episódio da vida política do Brasil e de Atibaia em particular. Teve uma única filha:

8.1. Ivete Noviski Teixeira n. aos 05.NOV.1950, professora, psicopedagoga, c.c Antônio Luiz Teixeira “Toli”, nascido aos 19.MAIO.1949 (ver título Alves do Amaral), também professor e comerciante em Atibaia, proprietário do tradicional “Lojão Teixeira”. Foi Antônio Luiz Teixeira presidente da diretoria executiva do conceituado São João Tênis Clube de 1997 a 2000 onde é conselheiro vitalício, e foi presidente da Associação Comercial de Atibaia de 2006 a2008. Teve um único filho:

9.1. Rafael Noviski Teixeira n. aos 27.JUN.1977, formado em administração de empresas em 2002 em de direito, solteiro é comerciante em Atibaia. Teve:

10.1. Gabriela n. aos 19.NOV.2013.

7.3. Francisco n. aos 02.SET.1927 e falecido aos 15.JAN.1928.

7.4 Iolanda n. aos 22.SET.1928 e falecida na menoridade.

7.5. Roberto De Carlo n. aos 14.DEZ.1929 na rua Santo Cruzeiro nº 39, hoje rua Benedito Almeida Bueno, casado aos 26.MAIO.1949 em Atibaia com Julieta Freitas De Carlo [ver 2.6., 1.4., N° 04, cap. 2° do título Freitas], (são os avós maternos no autor destas notas genealógicas). Teve 6 filhos todos naturais de Atibaia:

8.1. Roberto Aparecido De Carlo n. aos 02.ABR.1948. Faleceu solteiro e sem descendentes em Amparo onde se encontrava hospitalizado aos 29.JUN.1994, sendo sepultado no cemitério São João Batista de Atibaia.

8.2. Elisabete De Carlo “Bete” n. aos 29.OUT.1950. Solteira, aposentada.

8.3. Marco Antônio De Carlo n. aos 18.MAIO.1954 e f. na rodovia Presidente Dutra em acidente moto ciclístico aos 10.SET.1972, solteiro e sem descendentes.

8.4. Sônia Maria De Carlo Bedore n. aos 07.JAN.1953. Casada com Odair Bedore (ver 4.3., 3.8., 2.1., 1.4., N° 02, cap. 3° do título Bedore), são os pais do autor destas notas genealógicas. Teve seis filhos todos naturais de Atibaia:

9.1 ˙Adriano Bedore, solteiro, advogado formado pela USF em 1997. Foi presidente do Grêmio Estudantil “Major Alvim” em 1991/92, da Executiva do PMDB de Atibaia em 2000 a 2002, é conselheiro do Grêmio Esportivo Atibaiense eleito em 2002 e é o seu atual diretor administrativo, vice-presidente do Circolo Italiano di Atibaia e do Instituto Histórico, Geográfico e Genealógico de Atibaia e Região. Participou ativamente das edições “Família Atibaiana” de José Luiz Teixeira (1997) e do livro revista “Famílias Ilustres e Tradicionais de Atibaia (2000). Na condição de suplente assumiu em 07.JUN.2014 uma cadeira de vereador na câmara de Atibaia. Foi eleito para 1° vice-presidente do legislativo para o ano de 2015, contudo, deixou a câmara no final de janeiro com o retorno do vereador ao parlamento. É autor destas notas genealógicas.

9.2. Janaina Bedore, comerciante, casada aos 22.OUT.2010 com ˙José Leonardo Lacerda da Rocha, bacharel em direito e oficial registrador em Pirajuí/SP. Teve:

10.1. Leonardo n. 04.MAIO.2012.

9.3. Juliana Bedore, solteira é professora primária, pedagoga formada pela FAAT e funcionária concursada da rede municipal de ensino de Bragança Paulista.

9.4. Daniela Bedore, técnica de enfermagem, teve com Fernando Ortiz Castanho (ver 4.2., 3.1., 2.4., 1.7., N° 01, cap. 1° do título Pires de Camargo):

10.1 Lívia Maria Bedore Castanho, nascida aos 25.MAR.2002.

9.5. Eduardo Bedore n. aos 16.DEZ.1980. Solteiro, é presidente do Clube Atlético CETEBE desde 2001.

9.6. Felipe Bedore n. aos 11.JUL.1983 c.c Patrícia Moghetti Oliveira. Teve:

10.1. Maria Eduarda Moghetti Bedore, nascida aos 24.JUN.2003.

10.2. Maria Fernanda Moghetti Bedore, nascida aos 24.JUN.2003.

8.5. Sérgio Luiz De Carlo n. aos 09.FEV.1961, funcionário público municipal em Atibaia. Divorciado. Teve:

9.1. Gabriela Barbosa De Carlo n. aos 06.FEV.1988, técnica em enfermagem.

8.6. Patrícia De Carlo Cintra n. aos 13.MAIO.1964, técnica em química, casada em 1983 com o empresário Luiz Gonzaga Cintra. Teve três filhos, todos naturais de Atibaia:

9.1. Gustavo De Carlo Cintra n. aos 29.FEV.1984, formado em Educação Física pela FESB.

9.2. Michel De Carlo Cintra n. aos 27.AGO.1985, formado em Educação Física pela FESB e em administração pela FAAT.

9.3. Karina De Carlo Cintra n. aos 14.JAN.1988, engenheira química formada pela faculdade Oswaldo Cruz.

7.6. Filomena De Carlo Lazzarini “Mena” n. aos 02.NOV.1931, viúva de João Torquato Lazzarini, n. aos 13.AGO.1922 no bairro da Mooca em São Paulo, filho de imigrante italiano e f. também em São Paulo aos 29.ABR.1985, casados em 09.DEZ.1950 em Atibaia. Teve dois filhos:

8.1. Sandra Regina Lazzarini n. aos 25.OUT.1951, divorciada, residente em Atibaia. Teve um único filho:

9.1. Ricardo Lazzarini Garcia n. em São Paulo aos 05.AGO.1972, separado judicialmente, formado em administração de empresas, empresário em Guarulhos, proprietário de uma transportadora, residente em Atibaia. Teve:

10.1. Enrico n. aos 17.OUT.2000.

10.2. Rodrigo n. aos 17.JUL.2008.

8.2. Ricardo Lazzarini n. em São Paulo aos 10.JUL.1954, aviador, foi casado 1ª vez com Sônia Maria Dagli e em 2º vez com Patrícia, residente em Bragança Paulista. Teve três filhos com a 1ª esposa e um filho com a 2º:

9.1. Ludmila n. aos 25.MAR.1979, teve:

10.1. Gabriel n. aos 26.MAR.1997.

10.2. João Pedro n. aos 07.MAIO.2009.

9.2. Sabrina n. aos 16.NOV.1981. Teve:

10.1. Enzo n. aos 14.MAIO.2009.

9.3. Henrique n. aos 13.DEZ.1983. Teve:

10.1. Pietra n. aos 17.ABR.2009.

9.4. Ricardo n. aos 19.SET.1995

6.2. Leonor Esther Leite n. aos 09.AGO.1906 e f. aos 18.JUN.1963; foi c. c Jorge da Silveira Franco ou Jorge Franco da Silveira, f. aos 11.MAR.1949, filho de Sebastião Franco da Silveira e de Malvina Soares da Silveira. Teve:

7.1. Yara casada em 1953 com Gomide Mendes de Oliveira Júnior, residente em Bragança Paulista. Teve:

8.1. Ricardo Antônio

8.2. Ana Lúcia

7.2. Ubiracy n. aos 01.MAIO.1938 e f. aos 04..MAIO.2000, foi residente em Atibaia e está sepultada no túmulo de seus pais no cemitério São João Batista. Teve:

8.1. Maria Leonor, casada, residente em Atibaia.

8.2. Kátia, casada, residente em Atibaia.

7.3. Ubirajara, falecido menor.

6.3. Elvira Leite de Oliveira casada aos 09.OUT.1951 com José Domingos de Oliveira, foram residentes em Franco da Rocha/SP, onde estão sepultados, não deixaram descendência.

6.4. Julieta Leite n. aos 12.OUT.1911, foi religiosa da Congregação Nossa Senhora de Sion com o nome de irmã Arminda, faleceu aos 22.NOV.1949 em São Paulo com apenas 38 anos; foi sepultada na capela de Nossa Senhora do Sion no cemitério da Consolação em São Paulo, capital.

6.5. Otília Leite Ferreira n. em 1913 e f. aos 18.FEV.1933, 40 dias após o nascimento de sua primeira e única filha; foi c.c José Augusto Ferreira, também falecido, residiram em Atibaia. Tiveram:

7.1. Ricardina n. aos 08.JAN.1933 e f. aos 14.AGO.1988, foi c.c Armando Silva “Jaburu” n. aos 27.JUN.1926 e f. aos 10.OUT.1990. Teve:

8.1. Maria Otília, c.c José Xavier da Silva. Teve:

9.1. Maria Solange, divorciada.

10.1. Anderson

10.2. Bárbara

10.3. Maiara

9.2. Alexandre n. aos 21.DEZ.1968 e f. aos 26.FEV.2006.

9.3. Adriana c.c Edmilson. Teve:

10.1. Caio

10.2. Guilherme

10.3. Maria Fernanda

9.4. Ana Paula c.c Antônio “Toni”. Teve:

10.1. Pedro Paulo

9.5. Ana Cristina. Teve:

10.1. Bruno

10.2. Grabrieli

10.3. Francieli

10.4. Kuane

10.5. Gabriel

9.6. Armando José c.c Andressa. Teve:

10.1. Vinicius

10.2. Gustavo

10.3. Amanda

10.4. Isadora

9.7. Rodrigo n. aos 29.FEV.1980 e f. solteiro em 28.JUN.2002. Teve:

10.1. Giovana

8.2. José Ferreira da Silva, c.c Ruth Elizabeth dos Santos.

9.1. Thiago c.c Carla. Teve:

10.1. Ingrid

10.2. Luan

9.2. Juliana c.c Rogério. Teve:

10.1. Alisson

8.3. Isabel Cristina. Teve:

9.1. Jonathan

9.2. Jennefer

9.3. Raissa

8.4. Ana Lúcia Aparecida Silva c.c Lourenilho. Teve:

9.1. Luís Gustavo

9.2. Gabriel

8.5. Silvia a Maria. Teve:

9.1. Ana Carolina

9. Lucas

9.3. Erica

9.4. Miguel

8.6. Roberto Carlos. Teve:

9.1. Roberto Carlos Jr.

9.2. Letícia

6.6. Pedro Alexandrino Leite n. aos 04.MAR.1915 e f. aos15.JUN.1973. Foi casado aos 30.DEZ.1939 com Maria Ermelinda Teixeira Leite n. aos 16.JUN.1915 e f. aos 06.MAIO.1990; era filha de Benedito José Teixeira, “Nhonhô Tuta” (ver título Pereira) e de Francisca Alves do Amaral (ver título Alves do Amaral), neta paterna Maria Francisca da Conceição e de Emilio Justino Teixeira, este filho de Francisco José Teixeira e de Gertrudes Maria da Conceição, por esta bisneta de Adriano Luiz Fernandes e de Ana Francisca (pais de Umbelina, esposa do capitão Jacinto Manoel Leite, tronco do título Leite deste trabalho). Maria Ermelinda era neta materna de Leopoldo Alves do Amaral e Hermelinda Alvim (ver 1.3., N° 01, cap. 7° do título Alves do Amaral), esta filha do tenente-coronel José Alvim de Campos Bueno que era descendente direto (6° neto) de Jerônimo de Camargo, considerado o fundador de Atibaia. Pedro Alexandrino Leite e sua esposa moraram na rua Professor Domingos Matheus no mesmo bairro onde mora o autor destas notas genealógicas.

7.1. José Benedito, já falecido, c.c Maria José Zago. Teve:

8.1. César Eduardo n. aos 27.FEV.1963, casado 2ª vez com Emília, teve do 1° c.c Patrícia de Souza Mafra. Teve:

9.1. Thiago Mafra Leite n. aos 29.JUL.1984.

9.2. Gustavo Mafra Leite n. aos 06.FEV.1987.

8.2. Paulo Américo n. aos 07.MAR.1965 foi c.c Mariane da Costa Antunes n. aos 21.NOV.1968, advogada e ex-secretária de administração de Atibaia, filha de Mauro Antunes. Teve:

9.1. Lucas n. aos 02.FEV.1997.

8.3. Simone Aparecida n. aos 17.FEV.1971, c.c Joselito Patrocínio, n. aos 13.MAIO.1965. Teve:

9.1. Felipe n. aos 06.FEV.1998.

7.2. Dinah Benedita n. aos 09.ABR.1942 e f. aos 07.AGO.1993. Foi c.c Sebastião Eugênio Brígida. Teve:

8.1. Paulo Sérgio Brígida, c.c Cláudia Alves Pinto. Tiveram:

9.1. Daniela n. aos 29.NOV.1985.

9.2. Rodrigo n. aos 03.JAN.1989.

9.3. Caio Henrique n. aos 17.MAIO.1994.

8.2. Luiz Carlos Brígida c.c Cyntia Maria Tricoli Brígida, contadora. Teve:

9.1. Larissa Maria

9.2. Luana Maria

9.3. Luís Felipe

8.3. Patrícia Aparecida

7.3. João Batista n. aos 30.SET.1943 e f. aos 09.NOV.2010, foi c.c Angélica Barbosa, de Piracaia. Teve:

8.1. Luciana Cristina, casada.

8.2. Adalberto Alexandrino, casado.

7.4. Ana Francisca, c.c ˙Eurico Cândido da Silva, advogado. Teve:

8.1. Carlos Eduardo

8.2. Marcelo de Alencar, foi casado com 1 filho.

8.3. Ana Sílvia, escrevente policial, casada com 3 filhas.

8.4. Adriana Cristina, casada.

8.5. Eurico Cândido Jr.

8.6. Leonardo Guilherme n. aos 08.ABR.1984 e f. aos 30.AGO.2009.

7.5. Helena Aparecida n. 08.JUL.1947 e f. aos 01.JUN.2007, foi c.c o italiano Luciano Boninsegna, comerciante em Atibaia. Teve:

8.1. Paulo Henrique

8.2. Luciana Aparecida

8.3. Alexandre Antônio “Zarcão”, solteiro.

8.4. José Daniel, comerciante, casado.

7.6. Pedro Paulo, falecido solteiro.

7.7. Vera Cristina, c.c Otávio Ulisses Frederico, advogado já falecido. Teve:

8.1. Pedro Gustavo n. aos 24.JUL.1983.

8.2. Maria Emília Cristina

7.8. Marie Alminda, nascida aos 30.OUT.1953 e falecida aos 26.JAN.2009. Foi oficial de justiça do Fórum de Atibaia, c.c Waldemir Fangiulli, filho de João Batista Fanchiulli e de Rute Freitas (ver 2.7., 1.5., N°03 cap. 2° do título Freitas), nascido ao 26.SET.1946 e falecido aos 21.DEZ.2005.

8.1. Ana Paula, advogada, c.c Manoel C. Jardim. Teve:

9.1. Giovana n. 22.MAIO.2002.

9.2. Fernando n. 31.JAN.2004.

9.3. Gabriela n. 02.JUL.2006.

8.2. José Pedro[43] n. aos 30.SET.1974, policial rodoviário federal c.c Juliana Rossi. Teve:

9.1. Tainá Ruas Fangiulli n. 02.OUT.1998.

9.2. Isabela Ruas Fangiulli n. 25.DEZ.1999.

9.3. Nicoli Rossi Fangiulli n. aos 15.FEV.2005.

9.4. Gabriel Rossi Fangiuli n. aos 02.ABR.2011.

8.3. Ana Flora n. aos 25.SET.1976 e f. aos 28.SET.1976.

8.4. José Ricardo n. aos 18.OUT.1977, formado em desenho industrial pela UNESP – Bauru, casado com Danuza Yokoyama Correa. Teve:

9.1. Vitor n. 06.MAIO.2002.

7.9. Maria Angélica, c.c Paulo Figueiredo. Teve:

8.1. Paulo Roberto n. 22.JAN.1987,

8.2.Mariana

8.3 Rafael

7.10. Carlos Alberto, já falecido, deixou 1 filho:

8.1. Márcio Luiz.

7.11. Luiz Antônio Leite n. aos 16.JUN.1959, solteiro.

6.7. Gertrudes Leite do Prado “Tudinha” n. em 1918 e casou-se aos 15.JUL.1944 com Salvador Antônio do Prado (ver 3.1., 2.3., 1.6., N° 01, cap. 5° do título Pereira) n. aos 23.SET.1915 em Atibaia e f. aos 01.DEZ.1974 em São Paulo, era filho de Januário Antônio do Prado e de Joana Maria da Conceição, neto paterno de João de Paula de Souza e de Gertrudes Maria de Jesus, e neto materno de Benedito de Godoi Moreira e de Francisca Maria da Conceição. Gertrudes e Salvador foram residentes em Franco da Rocha, onde faleceram e foram sepultados. Foi Salvador Antônio do Prado proprietário de 6 alqueires na Estância Lynce, herdado de seu pai, que vendeu a Cezar Memolo, local onde hoje estão o colégio “Major Alvim” e o hotel Estância Lynce (hoje Gran Rocca). Gertrudes faleceu em 1976. Teve:

7.1. José Adilson, falecido com 34 anos.

7.2. Vera Lúcia

7.3. Ana Maria

7.4. Marco Antônio

6.8. Lygia Leite Peçanha n. aos 05.AGO.1919 e f. aos 27.AGO.1997. Casou-se aos 27.ABR.1944 com seu primo Benedito Peçanha (ver 3.2., 2.4., 1.7., N° 05, cap. 5° do título Alves do Amaral). Teve:

7.1. Benedito Aparecido Peçanha n. aos 09.OUT.1945 e f. solteiro na cidade de Piracaia onde residia aos 22.MAR.2013.

7.2. Maria Isabel, foi c.c Otelo Helena. Teve:

8.1. Flávia, solteira, professora.

8.2. Renata c.c Marco. Teve:

9.1. Júlia

8.3. Marcelo, solteiro.

7.3. Maria Aparecida, professora, divorciada do português Antônio da Costa Mendes. Teve:

8.1. Antônio Paulo, casado residente em Portugal.

8.2. Maria Helena, professora, solteira

8.3. João Ricardo, analista de sistemas.

7.4. Maria Antonia, diretora de escola municipal, c.c Glauco Edmo Tonon. Teve:

8.1. Erik, policial civil n. aos 29.JUL.1978 c.c Cristiane Melissa Machado Tonon. Teve:

9.1. Maria Eduarda Machado Tonon, n. aos 06.DEZ.2005.

9.2. Vitor Machado Tonon, n. aos 16.JUN.2009.

8.2. Lívia Maria n. 1980 c.c Dalton da Rocha Ferreira.

8.3. Bruno Vicicius n. aos 06.FEV.1985, solteiro.

7.5. José Benedito Peçanha, pecuarista em Atibaia, c.c Lucia Granda.

8.1. José Eduardo, engenheiro ambiental.

8.2. Juliana

8.3. Carlos Henrique n. aos 18.MAIO.1982.

7.6. Maria Cecília, engenheira, viúva de Francisco de Assis Aguiar, falecido, sem descendentes.

7.7. Maria Joana, solteira.

5.6. João (1° filho de Escolástica com seu 2° marido Florêncio), n. aos 22.MAR.1891 no bairro do Maracanã foi c.c Benedita Mª do Carmo em Jundiaí aos 22.JUL.1940, sem informação

5.7. Antônio, (segundo filho de Escolástica com seu segundo marido Florêncio Lopes de Camargo), nascido em 1893, mas sem informação.

5.8. Horácio (terceiro filho de Escolástica com seu segundo marido Florêncio Lopes de Camargo), nascido em 1895, mas sem informação.

5.9. Pedro (quarto e último filho de Escolástica com seu segundo marido Florêncio Lopes de Camargo), nascido aos 26.JUL.1897, mas sem informação.

4.2. Florêncio Severino de Almeida casado em Campo Largo aos 07.JAN.1911 com Maria Francisca da Silveira, filha de Jorge Bento da Silveira e de Ana Francisca da Silveira.

4.3. Pedro Zeferino de Almeida casado em Campo Largo aos 21.JAN.1912 com Julia Maria de Jesus, filha de Horácio Rodrigues e de Maria de Jesus.

3.2 Ana n. 1841.

3.3. Escolástica Soares de Siqueira n. em 1844, foi a 3ª mulher de José Soares de Lima Sobrinho com quem se casou aos 20.MAIO.1882 (ver N° 01 do cap. 4° do título Soares). Não tiveram filhos.

2.4. Maria Jacinta Cardoso casada em Campo Largo aos 27.JUL.1841 com João José de Almeida, filho de Rafael das Neves de Oliveira e de Gertrudes Maria. Sem informações.

2.5. Francisco Alves de Siqueira, filho de Joaquim Antônio de Siqueira e sua segunda esposa. Francisco foi casado com sua sobrinha Carolina Alves de Siqueira (ver 3.3., 2.2., atrás).

2.6. Maria Cardoso casada em Campo Largo de Atibaia aos 01.JUL.1873 com Dioniso Alves de Siqueira, filho de José Severino de Almeida e de Gertrudes Maria Cardoso.

2.7. Miquelina Alves de Siqueira[44] casada aos 28.FEV.1870 em Campo Largo com Antônio Joaquim da Paixão, filho de Joaquim Pires das Neves e de Francisca Maria.

Nº 02 Aleixo era solteiro em 1800.

Nº 03 Alferes[45]João Barbosa de Siqueira casou em 1808 em Atibaia com Inácia Maria filha de Manoel de Camargo Pimentel e de Maria Franco de Sousa. SL 1/807 SL. Teve q. d.:

1.1. Maria Jacinta que casou em 1832 em Atibaia com Francisco José de Camargo, filho de José Ferreira da Silva e de Antonia Francisca da Cunha. SL 1/352.

1.2. José Barbosa de Camargo casou em 1851 em Atibaia com Benedita Leite do Espírito Santo, filha de Francisco José Leite e de Antonia Cerina do Carmo. Teve q.d.:

2.1. Maria Leite do Carmo, casada aos 17.FEV.1873 com seu parente José Alves de Siqueira, f° de Jacinto A. de Siqueira (2.1., 1.3., N° 01, cap. 1° deste trabalho) e de Manoela F. Penteado (1.6., N° 10, cap. 5° deste título).

1.3. Manoel Barbosa de Camargo casado em Campo Largo aos 24.FEV.1835 com Matilde Jesuína, filha de Francisco de Godoi Moreira e de Isabel Francisca. Teve q.d.:

2.1. Escolástica Barboza de Siqueira casada aos 28.DEZ.1874 em Campo Largo com seu parente Francisco Alves de Siqueira (ver 2.1., 1.2. N° 06 abaixo).

2.2. Manoel Barbosa de Camargo casado em Campo Largo aos 06.ABR.1876 com sua parente Ana Franco do Carmo, filha de José Barbosa de Camargo e de Benedita Maria Leite (ver 1.2. acima).

Nº 04 Maria, batizada em 1779 em Atibaia.

Nº 05 Izabel Francisca casou em 1809 em Atibaia com Francisco de Godoi. Com geração.

Nº 06 Antonia de Siqueira Franco casou em 1813 em Atibaia com Antônio Bueno de Siqueira, filho de Antônio Bueno Franco e de Maria da Silveira, neto paterno de Domingos Bueno Franco e de Escolástica Ortiz.SL 1/444. Teve q.d. :

1.1. Inácio Bueno de Siqueira casou-se em 1841 em Atibaia com Maria Francisca ou Mª Gertrudes Bueno. Teve q.d:

2.1. Gertrudes Maria Leite casada aos 08.JUL.1871 com seu parente Antônio Alves de Siqueira (ver 3.1., 2.1., 1.2., N° 01 deste capítulo).

1.2. Antônio Bueno de Siqueira casado aos 13.NOV.1855 com sua parente Maria de Siqueira, filha de João José de Siqueira e de Gertrudes Maria Franco, (ver 2.2., 1.3., N° 01 atrás).

Nº 07 Gertrudes Franco casou em 1813 em Atibaia com Manoel João de Siqueira.

Nº 08 Capitão José Barbosa de Siqueira n. aos 13.SET.1796, casou 1ª vez em 1815 em Atibaia com Ana Francisca Soares (capítulo 2º do título Soares), sem desc. ; 2º vez casou em 1840 em Atibaia com Ana Gabriela de Campos (ver 1.1., N° 12, cap. 4° deste título) fª de Inácio Caetano da Silveira e de Delfina da Silveira Campos, sem inf. . Descobrimos uma certidão de casamento em Campo Largo de Rita Franco da Silveira fª de Lucas de Siqueira Franco com Maria Franco com um certo João Siqueira Barbosa, f° de Josefa Mª de Jesus e de Bento Siqueira Barbosa, o qual acreditamos ser filho de José Barbosa de Siqueira.

Capítulo 2º

João de Siqueira Pimentel

João de Siqueira Pimentel, batizado em 1742 em Atibaia, era solteiro em 1775, nada descobrimos.

Capítulo 3º

Antônio de Siqueira Franco

Antônio de Siqueira Franco n. em 1746 em e aí se casou aos 25.JUN.1782 com Maria Esmeria da Assunção, fª de Manoel de Mattos Bueno, natural de S.Paulo e de sua mulher Maria de Godoi Bueno, natural de Atibaia; n. p. de João da Rocha e de Ana Bueno, naturais de S.Paulo e n. m. de Antônio de Godoi e de Maria Bueno, naturais de Atibaia. Ver SL 1/421. Teve q.d.:

Nº 01 Justina Rosa da Silveira

Nº 02 Inácio faleceu em 1799 com 14 anos de idade.

Nº 03 Maria batizada em 1795 em Atibaia.

Nº 04 Ana batizada em 1798 em Atibaia.

Nº 01 Justina Rosa da Silveira que casou 1ª vez em 1810 em Bragança com João Pires de Godoi em 1818, filho de Pedro Vaz Pires e de Ana Joaquina de Godoi, 2ª vez casou-se com Justina Rosa com Bento Ortiz de Godoi, falecido em 1827 em Bragança. Sem geração do 2º marido.

Capítulo 4º

Francisco da Silveira Franco

2º Capitão-mor de Atibaia

Francisco da Silveira Franco foi o 2º capitão-mor da Vila de São João de Atibaia prestando juramento aos 11.JUL.1783 em São Paulo pelas mãos do governador, capitão geral da capitania, Francisco da Cunha Menezes. Casou-se na então vila de Santana de Parnaíba em 1766 com Maria Cardoso de Oliveira filha de Lourenço Franco da Rocha[46], natural de Atibaia e morador na vila de Parnaíba, e de Francisca Margarida Pedroso[47]; neta paterna do capitão Bartolomeu da Rocha Pimentel e de Úrsula Franco de Oliveira, (ver SL1/517); n. m. de Gaspar Vaz da Cunha e de Maria Pedroso. Tit. Cunhas Gagos. O capitão-mor Francisco da Silveira era parente de sua mulher Maria Cardoso no 4° grau de consanguinidade, pois que eram bisnetos de dois irmãos, a saber: o capitão-mor Francisco da Silveira era bisneto do capitão Lourenço Franco Viegas e Maria Cardoso bisneta de João Franco Viegas. De Lourenço Franco da Rocha e de Francisca Margarida Pedroso descendem também os Francos de Andrade, de Campinas, e os Francos Barbosas de Sorocaba, como se vê nos títulos Cubas e Pedrosos Barros de Silva Leme. Faleceu o capitão-mor Francisco da Silveira Franco em 1801 em Atibaia com 58 anos de idade e sua mulher Maria Cardoso em 1825 na mesma vila. Teve os doze filhos seguintes:

Nº 01. José faleceu com dois anos.

Nº 02Capitão Lourenço Franco da Rocha

Nº 03 Maria Francisca Cardoso

Nº 04 Lucas de Siqueira Franco -4º e último capitão-mor de Atibaia

Nº 05 Ana Francisca Cardoso

Nº 06 Alferes Antônio da Silveira Cardoso

Nº 07 Teodoro José da Silveira

Nº 08 Francisco da Silveira Franco

Nº 09 João Batista da Silveira

Nº 10 Jacinta Antonia da Silveira

Nº 11 Ajudante Felisberto José da Silveira, faleceu solteiro, com 30 anos em 1812 em Atibaia.

Nº12 Capitão Ignácio Caetano da Silveira

N° 13 Capitão José da Silveira Franco

Nº 02 Capitão Lourenço Franco da Rocha n. em 1769 em Atibaia onde f. aos 01.ABR.1818. Foi alferes e em 1786 nomeado capitão. O cap. Lourenço Franco foi prestante cidadão, tendo atuado durante longos anos na vida política de sua terra, ocupando cargos de eleição popular, entre os quais o de juiz ordinário em 1809 e 1818; com apenas 18 anos foi nomeado cap. das ordenanças do Bairro do Campo Largo (hoje Jarinu), transferindo-se para aquela localidade, onde fundou uma grande propriedade agrícola e é por muitos considerado o fundador de Campo Largo, hoje cidade de Jarinu.Casou-se em Atibaia em 1789 com Rita de Cássia de Morais n. em 1771, fª do abastado capitalista português Francisco Lourenço Cintra e de sua mulher Helena de Morais. Rita era irmã do alferes Jacinto de Atibaia, ambos filhos do cap. Francisco Lourenço Cintra natural de Estombar. do Algarve, reino de Portugal, e de Helena de Moraes, natural de Pitangui/MG. Rita de Cássia era n. m. de Leonor de Siqueira[48] de Morais e de Antônio Ferraz de Araújo[49].Católico fervoroso, logo que fundou sua fazenda construiu, também em 1807, uma igreja sob o patrocínio de Nossa Senhora do Carmo, doando para patrimônio da mesma, além das terras vizinhas, uma morada de casas em Atibaia cuja renda deveria custear as despesas do culto; essa igreja é a matriz que ainda existe até hoje no centro da hoje cidade de Jarinu. É otronco do título Franco do trabalho de Waldomiro F. da Silveira, in Notas Genealógicas de 1955.Do casal Lourenço Franco da Rocha e Rita de Cássia descendem 13 filhos:

1.1. Luiz Antônio da Rocha, batizado em Atibaia em 1790, aí se casou em 1817, com sua prima Maria Angélica Bueno, filha de Antônio Pereira de Morais, e 2a mulher Gertrudes Antonia Bueno; neta paterna de Sebastião Cubas Ferreira; neta materna de Bartolomeu Bueno e Narcisa Bueno. (SL7/122). Teve os três filhos seguintes:

2.1. Rita Bueno foi c.c seu primo João Bueno; mudaram-se para Araras, onde foram lavradores e de onde são naturais os filhos:

3.1. André Bueno, c.c Pursina; residiram em Brotas/SP e não deixaram descendência.

3.2. Ana, c.c João Montoli. Teve:

4.1. Eclér

4.2. Dalva

4.3. Ligia

3.3. Francisca

3.4. Amélia

2.2. Lourenço Franco da Silveira, também conhecido por Lourenção, exerceu atividades agrícolas em Limeira, e Pirassununga, onde faleceu; c.c Maria Cândida da Silva Leite; filhos:

3.1. Maria Leite, c.c Filadelfo Pires da Fonseca; teve:

4.1. Olegário Franco da Silveira, falecido em Palmeiras em 1934; foi casado 1ª vez com Rita Ortiz e 2.a vez, com Angela Gomes Camilo; deixou dois filhos do 1° casamento e nove do 2º casamento:

5.1. Leonor, casada em 1933 com Cristovam Ramos. Teve:

6.1. Cristovan

5.2. Amador Franco da Silveira, c.c Lourdes Cintra. Teve:

6.1. Maria Lucy

6.2. Alice

5.3. Gabriel Franco da Silveira, c.c Anunziata Rici.

5.4. Rafael Franco da Silveira n. 29.DEZ.1911.

5.5. Maria de Lourdes, casado em Altinópolis com Francisco Cereda. Teve:

6.1. Ana

6.2. João

6.3. Raquel

5.6. Oswaldo Franco da Silveira

5.7. Luiza

5.8. Iracema, c.c Meroveu Salch.

5.9. Lucila;

5.10 Alda

5.11. Izaura

4.2. Antônio Pires da Fonseca “Totó Lourenço”, c.c Teodora Külian. Teve:

5.1. José Pires da Fonseca, foi residente em Cordeiro.

5.2. Benedito Pires da Fonseca

5.3. Sebastião Pires da Fonseca

5.4. Moacir Pires da Fonseca

5.5. Francisco

5.6. Onofre e

5.7. Luiz

4.3. Amancio Pires

4.4. Silvano Pires da Fonseca, foi residente em Palmeiras.

4.5. Lourenço

4.6. Maria Cândida

4.7. Juliana

4.8. Cândida, irmã da congregação do Asilo Bom Pastor.

3.2. Joaquim

3.3. Jacinto

3.4. José

3.5. Adelaide

2.3. Ana de Cássia“Ana Gorda”, foi c.c seu primo Lourenço F. da Silveira (Lourencinho) ver desc. adiante.

1.2. Ana Tereza da Conceição, nascida em 1793 em Atibaia e ai falecida aos 05.SET.1860; Casou-se em 1806 com seu primo João José da Silveira (ver N° 06 do cap. 7°), nascido em 1783, filho de Francisco Alves Cardoso e de Ana Franco Cardoso; neto paterno de Inácio Alves Cardoso e de Maria de Godoi Moreira; neto materno do 1° capitão-mor Lucas de Siqueira Franco e de Izabel da Silveira Camargo. (SL 1/487); tiveram os três filhos:

2.1. Maria Generosa n. em 1812, casou-se em Atibaia em 1828 com seu primo alferes José de Siqueira Franco, nascido em 1801, filho do 3° capitão-mor José de Siqueira Franco (cap. 8° deste título) e 2a mulher Francisca Margarida Pedroso (SL 2/93); com os seguintes filhos:

3.1. João Caetano de Siqueira n. em 1834.

3.2. Ana Franco de Siqueira segundo Waldomiro Franco da Silveira ou Ana da Silveira Franco segundo descobrimos, n. em 1835 c.c (…). Teve q.d.:

4.1. Estandislau da Silveira Franco n. em 1854 e f. aos 03.JUN.1916 c.c Teodora Francisca da Conceição Silveira. Tiveram:

5.1 Belarmino c.c. Dolores.

5.2 Antônio c.c Belmira.

5.3 Ana c.c Amaro Pereira Leite “Puli” (ver desc. em 12., N° 17, cap. 8° do título Pereira).

5.4 Constância c.c (…) “Peroba”.

5.5 “Tica” foi casada.

5.6. Joviano casado duas vezes com duas Marias.

5.7. Francisco “Chico Franco” f. aos 07.FEV.1978, foi c.c Euclídia Maria, filha de Emília Francisca do Carmo e de José Pereira Bueno da família “Samuel”. Teve:

6.1. Maria S. Franco c.c Joaquim Silveira (ver 6.2., 5.2., 4.1., 3.5. adiante).

6.2. Ana já falecida, foi c.c Benedito do Prado. Tiveram:

7.1. Benedito Aparecido

7.2. Maria Aparecida

7.3. Carmem

7.4. Ivan

7.5. Evelina

6.3. Benedito c.c Vanda Petrucci. Teve:

7.1. Ana Maria foi c.c João Beltrami.

7.2. Wagner, solteiro.

7.3. Edson Aparecido

7.4. Helmer Estandislau

6.4. João, falecido solteiro.

6.5. Antônio Silveira Franco Sobrinho c.c Neide Pita, falecidos. Tiveram:

7.1. Lucineide

7.2. Leandro

7.3. Adriano

5.8. Tomé c.c Edide “Didi”.

5.9. Belmira f. aos 17.DEZ.1970, foi c.c João Alves. Teve q.d.:

6.1. Maria Joé Cardoso Gonçalves f. Aos 09.NOV.2004.

3.3. Leopoldina n. em 1836.

3.4. Maria n. em 1847; c.c Joaquim Lopes; teve:

4.1. João

4.2. Egidio

4.3. Constança

4.4. Ana

4.5. Maria e

4.6. Francisca

3.5. Eugenia, casada em Atibaia com Antônio (…) mais conhecido como “Antônio Arrieiro”, apelido decorrente da expressão arrieiro da tropa, que significava dizer aquele que ia a frente da tropa. Tiveram:

4.1. Joaquim Antônio da Silveira casado 1ª vez com Francisca da Silveira Leite e 2ªvez com (…). Teve dois filhos da primeira esposa e e uma com a segunda:

5.1. Cantidia foi c.c Sebastião Rodrigues de Camargo. Tiveram descendentes que residem em Jundiaí.

5.2. Francisco Joaquim da Silveira n. em 1890 e f. aos 10.ABR.1968 c.c Maria Glória, falecida aos 29.OUT.1948. Teve:

6.1. Benedita Silveira de Siqueira “Nhara” f. aos 06.JUL.1979, foi c.c Antônio Franco de Siqueira. Teve:

7.1. Maria José de Siqueira Pedroso f. aos 20.DEZ.1984, foi c.c Aristedes Pedroso. Teve:

8.1. Katia

8.2. Roberto

8.3. Alan

6.2. Joaquim Silveira “Nhô” c.c Maria Silveira Franco “Mariazinha” (ver 6.1., 5.7., 4.1., 3.2. atrás). Teve:

7.1. Iracema

7.2. Dirce c.c João

7.3. José

7.4. Benedito “Tinho”, residente em Piracaia.

6.3. Cantidia Silveira n. aos 06.SET.1918 e f. em agosto de 2001, foi c.c Gildo Petrucci n. aos 12.JUL.1915 e f. aos 14.JUL.2001. Teve:

7.1. Conceição Aparecida c.c Miguel Doratioto, f. aos 12.JUL.1994.

8.1. Rosangela c.c. Edson Leite.

8.2. Claudinei c.c Marta de Oliveira

7.2. Maurício Aparecido Petrucci n. aos 06.NOV.1945 e f. aos 11.OUT.2006. Foi contador, advogado, vereador em Atibaia de 1977 a 1982, 1983 a 1988 e de 1993 a 1996 e presidente da câmara em 1994. Foi c.c Olga Gabriel Petrucci. Teve:

8.1. Elaine Cristina n. aos 14.FEV.1975, advogada, foi c.c Alexandro Donizeti. Teve:

9.1. Murilo

8.2. Fernanda Petrucci n. aos 23.SET.1978, jornalista.

7.3. Sônia Petrucci c.c Irineu Silva. Teve:

8.1. Alex

8.2. Allan c.c Andreina

8.3. Alisson

6.4. Sebastiãoda Silveira n. aos 13.MAIO.1921 e f. aos 05.JUN.2010, foi c.c Isabel Spinassi. Teve:

7.1. Irineu Silveira, n. aos 07.FEV.1948, divorciado, advogado, foi vereador em Atibaia entre 1989 a 1992. Teve

8.1. Viviane (ver também 4.1., 3.4., 2.6., 1.3., N° 06, cap. 6° do título Alves do Amaral)

7.2. Nestor, solteiro.

6.5. Santo Silveira, falecido aos 10.DEZ.1998, foi c.c Maria Manha Granado Silveira, falecida aos 26.DEZ.1972, filha de Miguel Manha. Teve:

7.1. Helena Manha do Prado n. aos 22.MAIO.1946 c.c Abel Aparecido Bueno do Prado, n. aos 20.SET.1944, filho de Alziro Bueno do Prado e de Benedita Siqueira. Abel foi vereador à câmara de Atibaia entre 2001 a 2004. Teve:

8.1. Rogério c.c Patricia.

8.2. Ronaldo, solteiro.

7.2. Josué Silveira Manha “Tico” c.c Inês Vascone. Teve:

8.1. Lucimara Silveira Manha

8.2. Danilo Manha, jornalista foi .c Ana Gabriela Ferraz (ver desc. em 6.1., 5.1., 4.3., 3.5., 2.9., 1.9., N° 03, cap. 4° a seguir).

7.3. Daniel foi c.c Cleide Camargo. Teve:

8.1. Tania, serventuária da justiça, foi c.c Renê Nardini, filho de Rosa Luiza Betschart e de Adolfo Nardini, conhecido e querido viticultor em Atibaia, com quem teve:

9.1. Bianca

8.2. Sandro

7.4. Ofélia Silveira Manha foi c.c Valdir de Moraes, sem filhos.

7.5. Josias Silveira Manha, f. solteiro em 2011.

7.6. Alzira Silveira Manha c.c Sebastião Santos de Faria. Teve:

8.1 Fábio

8.2. Marcelo

8.3. Rodrigo

7.7. Nelson Silveira Manha, já falecido.

7.8 Mauro Belini Silveira Manha c.c Lucia Regina. Teve:

8.1. Francieli

6.6. Irineu n. aos 19.SET.1926 c.c Antonia Spinassi Silveira “Nica”. Teve:

7.1. Odécio Silveira c.c Jandira Gimenes. Teve:

8.1. Fábio

8.2. Mônica

8.3. Rafael

7.2. Nereu, divorciado. Teve:

8.1. Marcela

8.2. Stefani

8.3. Lorrana

7.2. Maria Helena “Leninha”, advogada, divorciada.

8.1. Fabiana

7.3. Jaime, c.c Glaucia Silva. Teve:

8.1. Mariane

8.2. Larissa

6.7. Luzia Silveira “Zita” c.c Aparecido Bueno “Cido”, alfaiate, filho de Bernardina e de João Pereira Bueno “João Samunel”. Teve:

7.1. Benedito c.c Celeste. Teve:

8.1. Maria Cristina

8.2. Maria Angélica

8.3. Maria Alice

8.4. João

7.2. José, solteiro.

7.3. Cássio, solteiro.

7.4. Amarildo c.c Jane. Teve:

8.1 Maura

8.2. Lucas

7.5. Elena Aparecida Bueno foi c.c Vilson Parras Moyano. Teve:

8.1 Márcio, casado 1ª vez com Michele com quem teve 1 filha e 2ª vez com Regina com teve 1 filho. Teve:

9.1. Isabela

9.2. Felipe

8.2. Wilson, solteiro. Teve:

9.1. Bruno

8.3. Rodrigo Parras, professor, vereador suplente em 2009 e vereador eleito pelo PSDB para o mandato de 2013/16 e presidente da câmara em 2014. Teve com Daiana Pereira de Carvalho Cruz:

9.1. Sabrina n. aos 25.OUT.2005.

5.3. Maria foi c.c Benedito Custódio. Teve geração.

4.2. João

4.3. Izabel e

4.4. Florêncio

3.6. Marcelino, faleceu solteiro.

3.7. Escolástica Generosa Leite

3.8. Francisca Generosa Leite, casada em 1860 com Delfim José do Amaral; teve:

4.1. Ventura,

4.2. Virgílio

4.3. Sabina e

4.4. Ana

3.9. Coronel[50]Tomé da Silveira Franco “Tomé Franco” n. aos 27.DEZ.1846 e f. aos 07.NOV1.1908, sepultado no cemitério do Santíssimo em Atibaia. Fazendeiro e capitalista, militou por muitos anos na política de Atibaia; pertenceu ao partido liberal, e depois de proclamada a República ocupou várias vezes a presidência da câmara. Foi casado com Maria das Dores Bueno, falecida aos 29.JAN.1899, filha de Ana Joaquina Conceição e do tenente Feliciano Bueno de Aguiar[51]que era filho de Maria Angélica da Cunha e do capitão Francisco Bueno de Aguiar que pode ser considerado o tronco da família Bueno de Aguiar de Atibaia ou seu filho Feliciano, teve a filha:

4.1. Ana da Silveira Franco n.aos 05.NOV.1870, e falecida aos 29.ABR.1934, casada 1ª vez em 1886 com seu primo Juvêncio Bueno da Rocha (SL 2/59 e adiante) nascido aos 30.DEZ.1862 e falecido aos 04.AGO.1906, sepultado no cemitério do santíssimo em Atibaia (ver 4.2., 3.3., 2.11., 1.3., N° 04, deste capítulo); 2a vez com Acácio Cunha (SL 7/477); teve sete filhos do primeiro casamento e uma do 2º:

5.1. Benedita da Silveira Rocha Peçanha n. aos 31.MAR.1888 e f. aos 07.ABR.1969, casada em 1906 com Amador Peçanha Franco (ver descendênica em 2.3., 1.7. cap. 5° do título Alves do Amaral)

5.2. Acilino Rocha, c.c Rosina Leite (ver desc. no N° 05, cap. 8° do título Leite).

5.3. José Rocha, c.c Alzira Rodrigues Pinto, (ver 1.1., N.04 do capítulo 2° do título Leite), filha do major Sebastião Teodoro Pinto, que foi operoso prefeito de Atibaia pelo partido constitucionalista (de oposição ao PRP, quase sempre no poder em Atibaia), ver biografia no títlulo Leite; Teve:

6.1. Maria de Lourdes Rocha Scapin n.aos 26.JUN1918, estimada por suas virtudes morais e religiosas pela comunidade Atibaiense, foi c.c Dácio Scapin, n. aos 23.MAR.1913 e f. aos 16.JUN.1975; com quem teve dois filhos. Dona Lourdes, como era conhecida faleceu e foi velada na matriz de Atibaia aos 19.OUT.2016:

7.1. Flaubert Rocha Scanpin, bancário c.c Wilma Resende. Teve:

8.1. Érika c.c Luiz.

8.2. Alexandre

8.3. Valéria, já falecida, foi c.c Francisco. Teve:

9.1. Gabriel

7.2. Teresinha Scapin, c.c Luiz Rodrigues dos Santos Neto, comerciante em Atibaia. Teve:

8.1. Luiz Roberto Scapin Santos, comerciante. Teve:

9.1. Amanda

8.2. José Maurício Scapin Santos, comerciante, c 1ª vez c Vera Perine e 2ª vez com Regina Braga, teve 1 filho de cada casamento. Teve:

9.1. Rodrigo

9.2 Talita

8.3. João Carlos Scapin dos Santos, casado e comerciante.

9.1. Letícia

9.2. Giovanni

8.4. Débora Cristina

6.2. Rubens Rocha, funcionário público c.c Alice da Silva Pinto (ver 3.2., 2.3., 1.4., N° 01, cap. 8° do título Oliveira Cesar). Teve:

7.1. Ana Alice c.c Modesto César G. Hidalgo, comerciante em Atibaia. Teve:

8.1. Silvana

8.2. Viviane

7.2. José Rubens Rocha c.c Fernanda Fonseca. Teve:

8.1. Rafael

7.3. Maria Regina Rocha

7.4. Vera Lúcia Rocha

7.5. Daniel Fernando Rocha

5.4. Maria Silveira Rocha

5.5. Carolina Rocha, c.c Oscar Soares, negociante em Quatá (ver descendência em 3.2., 2.2.,1.8., N° 08, cap, 5° do título Alves do Amaral e 1.2., N° 03 do capílulo 2° do título Leite).

5.6. Adélia Rocha, c.c Benedito Alves Vieira “Dito Vieira”; teve:

6.1. José Benedito

6.2. Maria de Lourdes

6.3. Jair Aparecida

6.4. Dalila

6.5. Adalgiza e

6.6. João Batista

5.7. Renato Rocha

5.8. Maria Aparecida Cunha c.c João Debeus.

2.2. Joaquim José da Silveira, nascido em 1814 e falecido em 1858, casou-se em 1833 com sua parente Maria Isabel, filha de José Pires Pimentel e de Maria Perpétua do Nascimento; neta paterna do cap. Inácio Franco de Camargo e 1a mulher Gertrudes de Godoi Moreira; neta materna de Francisco Cordeiro do Amaral e de Ana Joaquina das Neves (SL. 2/269) teve os dois filhos seguintes:

3.1. Bárbara Generosa da Conceição n. em 1842, casou-se em 1858com Antônio Pereira de Andrade (ver 1.6. N° 03, cap. 1° do tíulo Pereira), então negociante, e depois coletor estadual de Atibaia (1874); mais tarde mudaram-se para Piracicaba; tiveram, naturais de Atibaia:

4.1. Francisco de Paula Andrade, c.c Umbelina do Amaral Corrêa. s. desc.

4.2. João de Andrade, c.c Carolina Schuman; Teve:

5.1. Julieta, c.c Aquilino Galante.

5.2. Adélia, c.c Luiz Tamburim; teve:

6.1. Orlando

6.2. Luiz

6.3. Romilda e

6.4. Aurora.

5.3. Pedro de Andrade, residente em Rio Preto, onde c.c Teresinha de Andrade.

5.4. Irineu de Andrade, casado em Rio Preto com Alzira de Andrade.

4.3. Maria de Andrade, casado em Piracicaba comAntônio Teixeira, s. desc.

4.4. Ana de Andrade, casada primeiro em Americana com Aquilino Cardoso de Oliveira, e 2.a vez em Limeira com Custódio Rocco; teve só do primeiro casamento:

5.1. Plínio de Oliveira.

5.2. Guaraciaba, c.c Angelo Luporini, em Rio Preto.

5.3. Sibél, casada em Americana com Eduardo Medon;teve os filhos:

6.1. Cidelio

6.2. Adriana

6.3. Aparecida e

6.4. Jocelina

4.5. Zilda casada 1ª vez em Dois Córregos com Joaquim Ferreira de Camargo, 2.a vez em Americana com José do Nascimento, e 3.a vez com João Morais; teve só do primeiro casamento:

5.1. Antônio Ferreira de Camargo

5.2. Agostinho Ferreira de Camargo, casado 1ª vez com Otilia de Brito e 2.a vez com Benedita Neiva; teve só do segundo casamento:

6.1. Waldemar

6.2. João e

6.3. José

4.6. Izaura de Andrade, c.c João Alves de Siqueira, ambos falecidos em S.Paulo sem descendência.

4.7. Inês de Andrade

3.2. Caetana Silveira Franco n. em 1857, casou-se em 1869 com o cel. José Jacinto Leite (ver desc. no cap. 4° do título Leite), falecido aos 22.FEV.1920, filho do capitão Jacinto Manoel Leite, que durante as décadas de 1860 e 1870 foi prestigioso chefe do partido conservador de Atibaia e é tronco do título Leite deste trabalho.

2.3. Rita de Cássia Cintra n. em 1822 e f. em 1899 em Atibaia, aí se casou com seu primo tenente Joaquim Antônio de Siqueira Franco, f. e 1885, f° do 3º capitão-mor José de S. Franco e de sua 2ªmulher Francisca M. Pedroso. Teve:

3.1.Cristina, falecida em Amparo, antes da sua mãe, foi c.c Pedro Nolasco da Silveira Melo (SL 2/ 56, 9.4); teve:

4.1. Benedito da Silveira Melo, c.c Gertrudes de Paula Cezar, residentes em Serra Negra.

4.2. Helena Maria do Carmo, solteira, com 36 anos em 1900, residente em Atibaia.

4.3. Ana Luiza de Melo, c.c Antônio de Oliveira Leme, residentes em Itapira ou Serra Negra.

4.4. Francisca de Cássia Cintra, falecida antes de sua mãe, foi c.c Sérgio Alves Ferreira, em Atibaia; tiveram os filhos:

5.1. Maria Francisca da Conceição, com 20 anos em 1900, c.c Francisco Cardoso.

5.2. Felício, com 18 anos em 1900.

5.3. Leonidia de Cássia Cintra, com 17 anos em 1900, c.c João Antônio da Cruz.

1.3. Maria Lourença de Moraes ou da Rocha, batizada em Atibaia em 1796, aí se casou em 1814, (conforme contrato lavrado no tabelião aos 05.SET.1814) com seu primoalferes Joaquim Franco de Camargo, batizado na mesma vila aos 31.OUT.1784, (viúvo de Maria Rosa de Oliveira), f° do cap. Inácio Franco de Camargo e da 1ª mulher Gertrudes de Godoi Moreira; n.p. do cap. Crispim da Silva Franco e 1ª mulher, Izabel Cardoso da Silveira, e n.m. de João Pires Pimentel e de Ana de Godoi, todos naturais de Atibaia. (SL2/270).O casal residiu algum tempo em Itatiba (Belém) de onde se mudou para o sertão de Tatuibi, fundando aí grandes lavouras de café e cana. Como um dos primeiros moradores da região onde se assenta hoje a próspera cidade de Limeira, o alferes Franco é justamente considerado um dos seus fundadores, mais ou menos em 1824, data da sua mudança para este local. Em 1829 já exercia ele notável preponderância na vida da nascente povoação; na História de Rio Claro, de autoria do dr. J. Romeu Ferraz, há uma referência onde aparecem o senador Vergueiro, o alferes Franco e o capitão-mor Estevam Cardoso de Negreiros (um dos fundadores de Rio Claro), acertando as divisas entre Limeira e Rio Claro.Espírito empreendedor, em 1852 o alferes Franco, seguindo o exemplo do senador Vergueiro, fundou em sua fazenda uma colônia de estrangeiros, tentando assim substituir o braço escravo pelo braço livre. Foi acatado chefe do partido conservador; faleceu aos 29.DEZ.1861, na casa de sobrado do largo da matriz em Limeira, deixando vultosa fortuna, sendo proprietário de 18.000 alqueires de terra ferteis situadas nos municípios de Limeira e Rio Calro. Maria Lourenca faleceu em 1869. Deste casal descendem os 18 filhos, dos quais descobrimos os 15 seguintes:

2.1. Miguel da Silveira Franco, foi fazendeiro em Araras; casou-se-em Limeira com sua prima Juliana Franco de Abreu (ver adiante) deixando dois filhos:

3.1. Antonia da Silveira Franco, c.c Sabino Soares de Camargo (SL2/87); filhos:

4.1. Cel. José Franco de Camargo f. aos 29.SET.1955 com 84 anos, foi importante fazendeiro em São Carlos, onde militou napolítica; residiu em São Paulo; casou-se em 1904 com Izolina Afonso, f. em 1939; filhos:

5.1. Lúcia, casada em 1925 com Álvaro Guião, natural de Santa Rita, médico formado em 1938 na Bahia. Álvaro Guião ocupou com brilho a secretaria da educação na interventoria Adhemar de Barros, quando veio falecer em dezembro de 1939 em Ponte Nova, num acidente de avião; teve uma filha:

6.1. Maria Lúcia c.c José Luiz Leme Ferreira (v. Genealogia da família Ferreira Gonçalves pág. 52 obra póstuma de Diógenes Cintra Ferreira)

5.2. Lucila casada em 1928 com Alfredo Ferreira Veloso; teve:

6.1. Maria Lucia

6.2. Aparecida

5.3. José Franco de Camargo Filho, engenheiro formado em 1937.

5.4. Maria de Lourdes

4.2. Sabino Franco de Camargo, faleceu solteiro em 1903.

4.3. Clara, c.c Manoel dos Santos Cabral; teve:

5.1. José de Camargo Cabral, engenheiro, foi diretor do horto florestal do estado, c.c Cely da Nobrega; teve:

6.1. Norma

6.2. Violeta e

6.3. Terezinha

5.2. Sebastiana, c.c José Martiniano Rodrigues Alves, falecido aos 02.SET.1940. José Martiniano descende de antiga estirpe paulista; estudou na Inglaterra, e formou-se em engenharia em SãoPaulo; foi comissário de café em Santos e presidente da associação comercial daquela cidade; foi também agricultor e criador; exerceu o cargo de presidente do banco do estado e da caixa de liquidação de São Paulo. Filhos:

6.1. José Martiniano Rodrigues Alves Filho, formado em direito.

6.2. Virgílio Rodrigues Alves Neto

6.3. Maria de Lourdes, casada em 1939 com Milton de-Souza Meireles, advogado na capital e presidente da Cia. Sul Paulista de Eletricidade; teve:

7.1. Maria Aparecida

5.3. Antonia, c.c Carlos Ivanko; teve:

6.1. Antonia

4.4. João Franco de Camargo n. em 1877 e f. em 1946, foi importante industrial em São Paulo e c.c. Maria Penteado. Teve os filhos:

5.1. Maria José, c.c Plínio de Toledo; filhos:

6.1. José Roberto

6.2. José Eduardo e

6.3. Maria Tereza

5.2. Sara c.c o Manoel Archer de Castilho, engenheiro formado pela Escola Politécnica de São Paulo, em 1917; dirigiu a Cia. Cerâmica Jundiaíense; teve:

6.1. Maria Esteia e

6.2. Manoel Roberto.

5.3. João Penteado de Camargo, casado em 1937 com Maria Amélia de Freitas.

4.5. Benedita Franco de Camargo, c.c Joaquim Evangelista de Toledo; teve:

5.1. Fernando de Toledo, c.c Hortênsia Dias de Aguiar; teve os filhos:

6.1. Olavo Eugênio e

6.2. Fernão

5.2. Moisés de Camargo Toledo, foi c.c Laura Oliveira; teve:

6.1. Maria Cristina e

6.2. Cláudio Augusto

5.3. Clovis Camargo Toledo, engenheiro.

5.4. Cícero Camargo Toledo

5.5. Maria de Lourdes

4.6. Eugênio Franco de Camargo, c.c Ana Flora Botelho; teve:

5.1. Romeu Abreu Camargo

5.2. Sabino Abreu Camargo, prefeito eleito de S. Carlos de 20.AGO.1941 a 21.NOV.1945 e de 14.DEZ.1945 a 10.JAN.1947.

5.3. Enio Abreu Camargo.

4.7. Estevam Franco de Camargo, c.c sua prima Placidia Soares de Camargo (v. adiante); teve:

5.1. Francisco e

5.2. Maria da Gloria, c. 1945 c. Ari Lopes.

4.8. Julia Franco de Camargo, c.c seu primo João de Aguiar Witakcr (v. Adiante).

4.9. Julieta Franco de Camargo, c.c seu primo Rui Lacerda Vergueiro (v. adiante)

4.10. Pedro Franco de Camargo, c. c. Maria Lamego; teve:

5.1. Ricardo

5.2. Pedro e

5.3. Sabino

3.2. Maria da Silveira Franco, foi c.c seu primo Major Inácio Ubaldino de Abreu (v. desc. adiante).

2.2. Maria Jacinta Franco foi casada em Limeira com José Ferraz de Campos Júnior, filho do ituano cap. Manoel Ferraz de Campos, falecido em Piracicaba, e 1a mulher Ana Bueno de Camargo (SL1/414) neto paterno do sargento-mor Antônio Ferraz de Campos e de Maria da Cunha de Almeida; neto materno de cap. Maximiano de Oliveira Bueno e 2.a mulher Rita Leite de S. Paio; tiveram os seguintes filhos:

3.1. Joaquim, que faleceu solteiro.

3.2. José Ferraz de Camargo, c.c sua prima Ana Severina (v. adiante).

3.3. Adelaide Ferraz de Camargo; c.c seu primo Antônio Leite, sem desc.

3.4. Umbelina Ferraz, c.c seu primo Joaquim Claro de Abreu viúvo de Rita Franco (v. adiante) sem descendência.

3.5. Ana Eliza, c.c seu tio Lourenço Franco da Rocha (v. desc. adiante).

3.6. Ubaldina Ferraz, c.c seu primo Cândido da Rocha Ferraz; teve:

4.1. Benedito Ferraz de Camargo, formado em direito, faleceu solteiro.

3.7. Maria Jacinta Ferraz, casada em Limeira com Lourenço de Godoi, natural de Itatiba; teve:

4.1. José Ferraz Franco, foi residente no Rio de Janeiro.

4.2. Ana Ferraz Franco “Nicota”, residente no Rio de Janeiro.

2.3. Rita Franco, falecida em 1860, casou-se em Limeira com seu tio Lourenço Franco da Silveira (v. capítulo adiante) e segunda vez com seu primo Joaquim Claro de Abreu (v. desc adiante).

2.4. Francisca Franco ou Francisca de Assis Leite, casou-se em Limeira com seu primo Antônio Manoel de Abreu (v. desc. adiante).

2.5. Clara Miquelina de Jesus ou Clara Franco de Camargo, casou-se em Limeira com seu primo José de Lacerda Guimarães n. em 1822 em Atibaia e f. aos 12.OUT.1897 em Caxambu. Foiagraciado pelo Imperador D.Pedro II aos 07.JUN.1887 com o título de 2° barão[52] de Arari; foi importante fazendeiro em Arari na região de Limeira, tendo sido o fundador do núcleo urabano de Araras, juntamente com seu irmão, Bento de Lacerda Guimarães, barão de Araras,n. em 1820 em Itatiba, ambos filhos de Antônio Correia de Lacerda e de Maria Franco, neto paterno do cap. Francisco Correia de Lacerda e de Ana Maria da Conceição, naturais de Jundiaí; neto materno do cap. Inácio Franco de Camargo e 1a mulher Gertrudes de Godoi Moreira naturais de Atibaia (ver retro 4.1., 3.1., 2.3., 1.3., N° 01, cap. 1° deste tíluo e SL2/270) [meus heptavós]. Tiveram q.d 8 filhos, mas há informações que foram 12:

3.1. Antônio Franco de Lacerda; faleceu solteiro.

3.2. Cândido Franco de Lacerda, falecido em 29.MAR.1944 com foi comerciante e industrial em São Paulo, e fazendeiro Carlos e Barra Bonita; fundador da antiga Cia. Lacerda Franco, precursora da Cia. Mecânica e Importadora de SP; espírito devotado ao bem, protegia muitas instituições de caridade e com especial carinho o “Asilo Anália Franco”; casado em 1855 com Elisa Witaker de Oliveira (SL 7/303): tiveram:

4.1. Brazilia, casada em 1906 c. Carlos Amadeu de Arruda Botelho (SL 4/143); tiveram:

5.1. Cândido de Arruda Botelho, c.c Maria do Carmo Monteiro da Silva; teve:

6.1. Leonor e

6.2. Cândido Carlos

5.2. Antônio Carlos Botelho, c.c Maria Ayres Neto.

5.3. Ana Gabriela, c.c José Frederico de Souza Martins.

5.4. Eliza Cândida, c.c Alberto Byington, engenheirochefe da importante organização comercial Byington &Cia.; teve:

6.1. Maria Eliza

6.2. Alberto

6.3. Carlos Amadeu e

6.4. Brazilia

5.5. Zilá, c.c Eduardo Bracher; teve um filho:

6.1. Fernão Carlos.

5.6. Carlos Amadeu

5.7. Paulo

5.8. Evangelina

5.9. Caio de Arruda Botelho, casado em dezembro de 1944 com Lúcia Beatriz Schmidt Sarmento.

4.2. Evangelina, c.c Alfredo Paranaguá, falecido em 1941 com 52 anos, na então capital federal, onde era advogado e secretário da universidade do Rio; teve:

5.1. Caio Paranaguá

5.2. Maria Eliza c.c Luiz Frias.

5.3. João Alfredo

5.4. Maria Helena

4.3. Asdrubal Franco de Lacerda, c.c Beatriz de Toledo Piza (SL 5/533); Teve:

5.1. Maria Beatris

5.2. Maria Lúcia e

5.3. José

4.4. Aníbal Franco de Lacerda, c.c Mariana Proost de Camargo.

4.5. Maria José, c.c Teodoro Quartim Barbosa (ver Genealogia Mineira, Vol. 2.°, 96); teve:

5.1. Heloísa, casada em janeiro de 1945 com João de Moraes Guerra.

5.2. Paulo Quartim Barbosa

5.3. Maria Helena e

5.4. Carlos Edmundo

3.3. Maria da Gloria, c.c seu primo João Soares do Amaral (SL. 8/317), fazendeiro e político em Araras; fez parte da 1acâmara daquela cidade em 1873, e do conselho de intendência em 1890; teve:

4.1. Clara Soares, c.c seu primo Joaquim Ferreira de Camargo (v. adiante).

4.2. Rodrigo Lacerda Soares, c.c Altimira Ferraz (SL. 4/33); teve 7 filhos:

5.1. Mercedes, c.c José Sampaio Leite; teve

6.1. Rodrigo

6.2. Ida e

6.3. Altimira

5.2. Lavinia, c.c Joaquim Ribeiro do Vale; teve:

6.1. Lavinia

6.2. Genoveva

6.3. Lúcia e

6.4. Marcos

5.3. Camila, c.c Paulo de Siqueira Cardoso; teve: uma filha:

6.1. Maria Camila

5.4. Marcelo de Lacerda Soares, médico, c.c Noemia Dumont Vilares; teve :

6.1. Rodrigo

6.2. Carmen

5.5. Mirinha Lacerda Soares

5.6. José Lacerda Soares, engenheiro agrônomo.

5.7. João Lacerda Soares do Amaral Neto, eng°, c.c Raquel Machado; teve:

5.1. Silvia

4.3. João de Lacerda Soares, c.c Emilia Queiroz; Teve:

5.1. José Eduardo, c.c Cristiana Lacerda; teve um filho:

6.1. João Luiz

5.2. Maria Inês, c.c Carlos Rudge Müller; filhos:

6.1. Tereza

6.2. Vera e

6.3. Inez

5.3. João Lacerda Soares Filho, c.c Amélia Lacerda Teve:

6.1. Maria

6.2. Amélia Maria Lúcia

6.3. João e

6.4. Guilherme

5.4. Cecília

4.4. Mário de Lacerda Soares, c.c Laura Vilhena; Teve:

5.1. José Mário, c.c Cita.

5.2.Carlos, c. c. Marta Linardi.

5.3. Maria da Glória

5.4. Maria Laura

4.5. Olívia, c.c Alberto Ferreira de Camargo; (SL 1/272), sem desc.

4.6. Bráulia, c.c Joaquim de Lima Pires (ver título Pires de Camargo).

4.7. Izaura, c.c Manoel Monteiro de Araripe Sucupira; Teve:

5.1. Silvio Soares Sucupira, médico, c.c Elsie Runge; teve2 filhos:

5.2. Waldemar e

5.3. Noemia

4.8. José de Lacerda Soares, c.c sua prima Maria Flora Franco (v. adiante).

3.4. Ana Miquelina c.c seu primo Antônio Crispim de Abreu (ver desc. adiante).

3.5. Maria das Dores, c.c seu primo Joaquim Franco de Camargo (v. adiante); teve:

4.1. Romeu Lacerda Camargo, engenheiro civil, casado; Teve:

5.1. Eduardo

5.2. Heloísa e

5.3. Heladio

4.2. Olavo Lacerda Camargo, eng° civil, c.c sua parente Noemia Franco de Camargo; teve:

5.1. Joaquim

5.2. Maria Helena

5.3. Gilberto e

5.4. Olavo

4.3. Judith

4.4. Julieta

3.6. Rita de Lacerda c.c seu primo Francisco Soares de Camargo (SL 8/318); teve:

4.1. Flávio Soares de Camargo

4.2. Almira, c.c João Coutinho de Lima; teve:

5.1. Paulo Coutinho, advogado.

5.2. Marina, c.c seu parente Ari Franco de Camargo, filho de Aurélio Franco, e neto de Antônio Franco de Camargo – Antoninho Franco de Atibaia — SL 2/281); teve dois filhos:

6.1. Maria Helena e

6.2. Aurélio

5.3. Maria Clotilde, c.c o Nicolau Rosseti, médico, teve:

6.1. Carlos Alberto

6.2. Mafalda Maria e

6.3. Maria Clotilde

5.4. Maria Rita, c.c Honório Dias Soares; teve dois filhos:

6.1. João e

6.2. José Eduardo

4.3. Clovis Soares de Camargo, c.c Maria Augusta de Sousa; Teve:

5.1. Augusta, casada em junho de 1941 com o Pedro Vicente de Azevedo

5.2. Francisco, c. em dezembro de 1942, com Lavina Ribeiro do Vale.

5.3. Frederico

5.4. Antônio Carlos

4.4. Placidia, c.c seu primo Estevam Franco de Camargo (v. retro).

4.5. Licinio Soares de Camargo

4.6. Lucila Soares, c.c Joaquim Pires Fleury; Teve:

5.1. Heloisa

3.7. João Franco de Lacerda, c.c Poly Lacerda; Teve:

4.1. João Mauricio Franco de Lacerda

3.8. José Franco de Lacerda, foi vereador em Araras em 1881; faleceu solteiro.

2.6. José da Silveira Franco, casou-se primeiro em Limeira com sua prima Matilde Franco (ver adiante) e segunda vez com sua prima Escolástica Soares de Camargo, filha de Estevão Soares de Camargo e de Ana Francisca Penteado (ver 1.2., N° 08, cap. 5°deste título); teve do primeiro casamento:

3.1. Ana Eulália, c. em Limeira com seu primo José Joaquim de Araújo Viana Júnior (v. adiante).

3.2. Gertrudes; faleceu solteira.

3.3. Maria; faleceu solteira, do segundo casamento:

3.4. Joaquim Franco de Camargo, fazendeiro e influente político em Araras; foi também delegado de polícia em Limeira em 1850 c.c sua prima Maria das Dores (ver desc. retro)

3.5. Cândida Franco de Camargo

2.7. Manoela de Assis Cássia falecida aos 05.MAIO.1883 no Rio de Janeiro, foi c.c seu primo paterno Bento de Lacerda Guimarães, barão de Araras[53] nascido em Atibaia ou Itatiba em 1820, e falecido em junho de 1897. O barão de Araras foi o fundador-da cidade de mesmo nome em 1865, juntamente com seu irmão, em terreno por ele doado; cumulou-a de grandes benefícios, e com justiça é considerado o maior benemérito daquela cidade; militou, como não podia deixar de fazer, na política local, e foi um dos vereadores à 1acâmara. Deste casal descendem:

3.1. Maria Dalmácia, baroneza de Arari, c.c seu tio José de Lacerda Guimarães, 2° barão de Arari, de quem foi segunda mulher; teve:

4.1. Clotilde Lacerda, c.c Rodolfo Coimbra, fazendeiro em Araras, onde foi também diretor da escola de trabalhos rurais e vice-presidente da câmara em 1903; teve dois filhos:

5.1. Cesário Lacerda Coimbra, político influente e fazendeiro em Araras e um dos chefes do partido constitucionalista; na vigência da Interventoria Armando Sales dirigiu proficientemente o Instituto de Café do Estado; foi também deputado estadual; c.c América Sabino.

5.2. Laura de Lacerda Coimbra.

4.2. Albano Otávio de Lacerda; faleceu solteiro.

4.3. Leonidia de Lacerda, c.c o cel. Lucas Monteiro de Barros; Teve:

5.1. Leontina, c.c Frank Swales.

4.4. Maria Otilia, c.c Boris Davidoff, já falecido, sem desc.

4.5. Celina de Lacerda, c.c o comandante Pereira Pinto, foram residentes no Rio; filhos:

5.1. Cecília, casada em 1931 com Celso Eduardo Pereira Bueno (ver 2.4., 1.5., N° 02 do cap. 2° do titulo Bueno).

3.2. Senador Antônio de Lacerda Franco n. aos 13.JUN.1853 em Itatiba e f. aos 19.MAIO.1936em São Paulo. Muito provavelmente é o mais destacado membro da família Siqueira Franco, deste trabalho. Reproduzimos em parte o necrológio publicado por ocasião do seu passamento no Diário de São Paulo, de 20.MAIO.1936.

Foi um dos mais notáveis vultos da vida pública de São Paulo, no período que vai da propaganda republicana [até as três primeiras décadas do século]. […]Antônio de Lacerda Franco era filho de um prestigioso e ilustre chefe monarquista — o barão de Araras [….]. E, filho extremoso, colocou-se na vida pública, como um nobre adversário em campo oposto ao de seu pai. Enregou-se de corpo e alma à propaganda republicana. […]Em 1887, quando ainda era uma hipótese que poderia parecer de realização muito longínqua, o ato com que, ano e pouco depois, gravava o seu nome na história pátria, de forma indelével a Princesa Isabel, Antônio de Lacerda Franco, espontaneamente, dava carta de alforria aos seus escravos. Tendo passado a mocidade em Araras, onde residiam os seus pais, o ardoroso propagandista da República transferiu, depois, sua residência para Itatiba, cidade onde nascera[…]os negócios fizeram-no transferir a residência de Itatiba para Santos. Aí, em companhia do coronel António Carlos da Silva Teles, veio a fundar o Partido Republicano Paulista. NO REGIME REPUBLICANO – Vitoriosa, em 1889, a República, passou a residir na capital do Estado. […]Preferiu, por exemplo, durante quase toda a sua vida, manter-se em postos estaduais. Em 1892 foi eleito para o Senado Estadual, tendo sido reeleito várias vezes […] Na política, depois da cadeira de senador estadual, veio a ocupar, já no governo Washington Luís, a de senador federal, função em que se achava quando o Congresso foi dissolvido em consequência da revolução de 1930.[…]. Quando essa ala do velho partido se fracionou, vindo, uma parte, a colaborar na formação do Partido Constitucionalista, o coronel Lacerda Franco deixou a política[…]Agricultor em Araras, possuiu e dirigiu fazendas de café. Dedicou-se ao comércio desse produto basilar da economia paulista, tendo sido ativo exportador[…].O senador Lacerda Franco foi c.c Matilde Lacerda, deixando os seguintes filhos:

4.1.Manoel de Lacerda Franco, faleceu solteiro aos 21.AGO.1929.

4.2. Antonieta Lacerda Franco, c.c Domingos de Toledo Piza; Teve:

5.1. Antônio Carlos

5.2. José Carlos e

5.3. Helena

4.3. Alice Lacerda Franco, casada aos 21.MAIO.1924 com Aldo Mário de Azevedo, engenheiro formado em 1918, grande industrial e um dos diretores da Federação das Industrias de S. Paulo, dedicando-se também a estudos de economia e finanças; teve dois filhos:

5.1. Matildede Azevedo Setúbal “Tide Setúbal” n. aos 19.MAR.1925 e f. aos 02.OUT.1977, formou-se em filosofia. Casou-se em 1946 com Olavo Egydio Setubal n. aos 16.ABR.1926 em São Paulo e ai f. aos 27.AGO.2008, filho do escritor epoeta Paulo Setebal (* 01.JAN.1893 + 04.MAIO.1937), imortal da Academia Brasileira de Letras,que teve terras em Atibaia (fazenda Santa Tereza) e de Francisca Egídio de Souza Aranha Setúbal.Neto paterno de Antônio D’Oliveira Setúbal e de Maria Tereza Nobre Setúbal, neto materno de Vicentina de Queiroz Aranha e de Olavo Egídio de Souza Aranha, este neto do cel. Fracisco Egídio de Souza Aranha e de Maria Luzia de Souza Aranha, 2° barões de Campinas e 1° viscondes de Campinas. Olavo Setúbal era engenheiro formado pela politécnica em 1945 , foi prefeito nomeado de São Paulo de 1975 a 1979 e ministro das relações exteriores do governo José Sarney. Era o principal acionsita do maior banco privado do hemisfério sul, o banco Itaú. Tiverem sete filhos:

6.1. Paulo

6.2. Maria Alice

6.3. Olavo Jr

6.4. Roberto

6.5. José Luiz

6.6. Alfredo c.c Rose

6.7. Ricardo

5.2. Arnolfo Eduardo n. aos 14.DEZ.1929.

4.4. Zaolina

3.3. Clara de Lacerda c.c Gabriel de Toledo Piza s/desc.

3.4. Joaquim de Lacerda Franco; político em Araras, fez parte da Junta Governativa Provisória daquela cidade em 1889; faleceu solteiro.

3.5. Ana de Lacerda Franco, condessa de Alvares Penteado, n. aos 22.JUN.1862 e f. aos 22.JUN.1938, c.c Antônio Alvares Leite Penteado, conde de Alvares Penteado, f. em 1912 (SL 3/429). O necrológio feito por folha local, retrata bem sua personalidade:

O desaparecimento da sra. condessa de Alvares Penteado, descendente de uma das mais ilustres famílias de S. Paulo e progenitora de elementos de destaque nesta capital[…] Entre essas instituições, ocorre-nos citar a Santa Casa de Misericórdia de S. Paulo, onde existia um pavilhão com o seu nome, a Liga das Senhoras Católicas, o Leprosário Santo Angelo, a Liga Paulista Contra a Tuberculose, o Hospital S.Paulo, a Cidade dos Menores Abandonados, a Cruzada Pró Infância, o Orfanato Cristóvam Colombo e a Comissão de Socorros Públicos. Raras eram as iniciativas de beneficência que se fizessem nesta Capital, que com seu auxílio não fossem logo contempladas. E não somente as instituições de caridade contavam com o seu apoio sempre lembrado e nunca em vão; as obras religiosas também mereciam uma grande parcela de sua bondade e da sua compreensão. Entre as numerosas obras religiosas que a sra. condessa de Alvares Penteado auxiliava, está a Catedral de São Paulo, que lhe merecia constante solicitude[…] pelas suas qualidades de coração, que confirmavam a nobreza da sua linhagem no seio da família bandeirante, era bem um símbolo. Filhos:

4.1. Antonieta Penteado, c.c Caio da Silva Prado (SL 7/41); filhos:

5.1. Eduardo da Silva Prado, fazendeiro e elemento de destaque nas rodas esportivas de São Paulo; faleceu em Novembro de 1940, com 38 anos de idade. Foi c.c Elsa Gerin; teve:

6.1. Eduardo

6.2. Antônio Caio e

6.3. Maria de Lourdes

5.2. Caio Prado Júnior n. aos 11.FEV.1907, f. aos 23.NEV.1990, historiador, geográfo, advogado, escritor, político e editor com festejadas obras sobre a história do Brasil. Foi depuado Estadual em 1945 e Federal em 1949 e teve seu mandato cassado. Foi c.c Hermínia Cerquinho com quem teve:

6.1. Caio Graco, diretor da editora Brasiliense.

5.3. Yolanda

5.4. Carlos da Silva Prado

4.2. Eglantina Penteado, já falecida; foi c.c Antônio Prado Júnior, ex-prefeito do então Distrito Federal (SL 7/40); teve:

5.1. Maria Helena, c.c Eduardo Ramos Júnior.

5.2. Jorge Prado, c.c Marjorie Prado.

4.3. Esteia Penteado, c.c Martinho da Silva Prado; filhos:

5.1. Martinico e

5.2. Maria Esteia

4.4. Conde Silvio Penteado, c.c Honorina Penteado.

4.5. Armando Penteado, c.c Anye Penteado.

3.6. Eugênio de Lacerda Franco, fazendeiro e político em Araras onde foi vereador em 1883; c.c Etelvina Figueiredo; filhos:

4.1. Durval de Lacerda Franco, foi residente no Rio de Janeiro.

4.2. Eugenia, foi c.c Adolfo Rodrigues Dantas; teve:

5.1. Olavo e

5.2. Jarbas

4.3. Bento Lacerda; faleceu solteiro.

4.4. Procópio Lacerda Franco, foi c.c Maria Amélia Pacheco Neubern; teve 1 filho:

5.1. Procópio

4.5. Manoela, foi c.c Nelson Noronha Gustavo; teve:

5.1. Nelson

5.2. Milton Hermes e

5.3. Maria Helena

4.6. René

4.7. Maria Dalmacia.

4.8. José de Lacerda Franco, médico em Campinas, c.c Clarisse Melo Oliveira; teve:

5.1. Vera Lúcia

4.9. João Batista de Lacerda, alto funcionário do tesouro do estado.

4.10. Maria de Lourdes, c.c Roberto Gomes Caldas Filho; teve:

5.1. Domingos José

5.2. Maria Helena

5.3. Eugênio e

5.4. Mariazita

3.7. João de L. Franco, f. em 1908, c.c Maria Joana Soares de Camargo, f. em 1913 (SL 8/ 316); teve:

4.1. Marieta, casada em 1916 com Aristides Silveira Fonseca, corretor de fundos públicos da Bolsa de São Paulo; teve:

5.1. Maria Joana Lacerda Fonseca.

5.2. João Otávio Lacerda Fonseca.

5.3. Roberto Alexandre Lacerda Fonseca

4.2. Letícia, casada em 1920, com seu primo Plínio Lacerda de Oliveira (v. adiante); teve:

5.1. Maria de Lourdes

4.3. Paulo Lacerda Franco

4.4. Lúcia, casada em 1920 com Oscar Godoi Pereira; teve:

5.1. Maria Lúcia, casada em novembro de 1942, com Domingos Inecchi Neto.

5.2. Oscar Lacerda Franco Pereira

3.8. Manoela de Lacerda Franco n. em Araras aos 18.JUL.1867 e f.em S. Paulo aos 19.DEZ.1939; foi c.c o santista Afonso Vergueiro, filantropoe ardoroso paladino da campanha abolicionista (SL 2/197); filhos:

4.1. Eurico Vergueiro, c.c Abigail Garden Gordo; teve:

5.1. Plínio Gordo Vergueiro, formado em direito em 1933.

5.2. Nilo Gordo Vergueiro

4.2. Firmo Lacerda Vergueiro, formado em direito em 1909; foi c.c sua prima Dulce Lacerda de Oliveira (v. adiante) sem descendência.

4.3. Afonsina Vergueiro, falecida aos 28.JUN.1942; foi c.c Raimundo Cândido Mergulhão Lobo, de família nortista, foi juiz de direito; filhos:

5.1. Afonso Vergueiro Lobo, formado em direito em 1935; exerceu o cargo de oficial de gabinete de César Vergueiro em 1938; c.c Iza da Costa Machado; teve os filhos:

6.1. Heloísa nascida em 1941.

6.2 Afonso nascido em 1942.

6.3. César Augusto e

6.4. Augusto Cláudio, gêmeos nascidos em fevereiro de 1945.

5.2. Maria Cecília, c.c Francisco Nogueira de Lima Filho, procurador do estado.

5.3. Maria Silvia, casada em julho de 1942 com Celso Rebelo.

4.4. Rui Lacerda Vergueiro, eng°, foi c.c sua prima Julieta Franco de Camargo, ver retro. Teve:

5.1.Yolanda, c.c José Moretzson de Castro; Teve uma filha:

6.2. Beatriz

5.2. Carlos de Camargo Vergueiro

4.5. Silvia, c.c Afonso Celso de Andrada Peixoto, foi funcionário do dep. nacional do café, falecido em 1941; s/desc.

4.6. César Lacerda Vergueiro, formado em direito em 1907; foi durante muitos anos deputado federal; político de grande prestígio em todo o Estado; em 1938 ocupou o cargo de secretário da justiça, ocupou também uma cadeira no senado federal.

3.9. Cândida de Lacerda Franco, c.c cel. Justiniano Whitaker de Oliveira, que foi fazendeiro e político em Araras, tendo feito parte do conselho de intendência em 1889 (SL 7/303); filhos:

4.1. Justiniano Lacerda de Oliveira, casado em Rio Claro com Noemia Teixeira das Neves, fª do banqueiro Joaquim Teixeira das Neves (SL 2/270); faleceu no Rio em março de 1945; filhos:

5.1. Zilda e

5.2. Cândida, c.c Vítor Serpa Coelho; foram residentes no Rio de Janeiro.

4.2. Bento Lacerda de Oliveira, médico, c.c Nina Puglisi, filha do comendador José Puglisi.

4.3 Dulce, c.c seu primo Firmo Lacerda Vergueiro; (v. retro); sem desc.

4.4. Plínio Lacerda de Oliveira, c.c sua prima Letícia de Lacerda Franco (v. desc. retro).

4.5. Noemy, c.c seu primo José de Oliveira Barros, fazendeiro e secretário da viação do governo Washington Luiz em 1930. (SL3/ 407); Teve:

5.1. José Eduardo de Oliveira Barros, c.c Inês Werneck; sem desc. José Eduardo n.em São Paulo aos 31.MAIO.1913, tendo efeito seus estudos no Colégio Salesiano de Lorena; cursou depois com brilho a faculdade de direito, diplomando-se em 1936; foi soldado da campanha constitucionalista; exerceu o cargo de taquígrafo do congresso estadual. Em 1938 pertenceu à casa civil do interventor Adhemar de Barros, e depois secretário do dep. de propaganda do Estado; e em seguida sub-diretor do serviço de menores. Faleceu tragicamente em desastre de avião em Ponte Nova, em dezembro de 1939.

5.2. Fábio de Oliveira Barros, c.c Irene Garcia.

5.3. Silvio de Oliveira Barros, c.c Silvia Guerra.

5.4. Maria Noemy, c.c Renato Santoro.

5.5. José de Oliveira Barros Júnior

5.6. Gilberto de Oliveira Barros, clérigo salesiano.

5.7. Lavinia

4.6. Leonor, c.c Carlos Amaral.

4.7. Carmen, c.c Ferdinando Delamain, falecido com 55 anos em março de 1944, fazendeiro e ex-prefeito de Araras; foi um dos fundadores da cidade de Vera Cruz, onde possuia grande fazenda; Teve:

5.1. Marina, c.c Júlio Soares de Arruda Filho.

5.2. Roberto Delamain c. c. Leticia Camargo.

5.3. Beatriz, casada em outubro de 1944 com Gentil Pinto Celidonio.

5.4. Maria Helena

5.5. Ferdinando

4.8. Ernani Lacerda de Oliveira, c.c Alda Duarte Nunes.

3.10. Manoel Lacerda Franco; faleceu solteiro.

3.11. Coronel Bento Lacerda Filho nascido em Araras em 1865, faleceu em Torrinha em outubro de 1939; desde moço dedicou-se à lavoura naquele município; residiu, também em Piracicaba, onde era bem quisto e estimado; por vontade expressa, foi sepultado em Araras; casou-se com Catarina Blumer; deixou dois filhos:

4.1. Raul Lacerdaf. aos 08.JAN.1942 em sua fazenda em Torrinha, foi c.c Helena Solbiati. 5.1. Bento e

5.2. Pandiá

4.2. Silvia Lacerda, c.c Renato de Toledo César.

3.12. Escolástica de Lacerda Franco, c.c o cel. Pérsio Pacheco e Silva, (SL 4/470); filhos:

4.1. Domicio Pacheco e Silva n. em 1895, formou-se em engenharia civil em 1915; foi engenheiro da prefeitura da capital e diretor do dep. de estradas de rodagem do Estado; ex-presidente do aéreo clube de São Paulo, do qual foi um dos fundadores; publicou inúmeros trabalhos sobre aviação, estradas e sobre o petróleo em São Paulo; é um dos mais ilustres engenheiros do estado. Casou-se com Maria de Nazaré Pompeu de Camargo, de tradicional família campineira (SL 1/275); filhos:

5.1. Domicio

5.2. Helena e

5.3. Álvaro

4.2. Antônio Carlos Pacheco e Silva nascido em 1898; formou-se pela Faculdade de Medicina do Rio em 1920; foi catedrático de clínica psiquiátrica da faculdade de medicina de São Paulo, e um dos mais conceituados neurologistas do Brasil; dirigiu o sanatório Pinei; foi por muitos anos diretor do hospício de Juqueri; foi membro de diversas associações científicas do país e do estrangeiro, onde o seu nome é largamente conhecido; foi também autor de inúmeras publicações científicas especializadas; Em 1932 prestou inestimáveis serviços ao M.M.D.C. Foi deputado à Assembleia Constituinte de 1935/37 pelo PC; foi também membro do conselho penitenciário, e professor da faculdade de direito, da cadeira de psicopatologia forense. Casou-se com Lavinia de Souza Queiroz (SL. 3/304) teve:

5.1. Clara

5.2. Antônio Carlos

5.3. Pérsio e

5.4. Cecília

2.8. Cel. Bento da Silveira Franco, grande fazendeiro e político em Limeira, foi casado 1º com sua sobrinha Ana Alves Cardoso, e 2.a vez com Maria Angélica de Barros, filha do capitão Antônio Leite de Barros, e de Tereza Ferraz de Camargo, naturais de Itú. Sem descendência do primeiro, teve do segundo casamento:

3.1. Maria Flora Franco, falecida em 1943 com 75 anos, foi casada 1° com Fernão de Souza Queiroz, e 2.a vez com seu primo José de Lacerda Soares (v. retro). Teve do primeiro casamento:

4.1. Sebastiana, c.c Antônio Augusto Covelo, falecido em 1943. Do segundo casamento:

4.2. Josefina, c.c Alfredo Telles Rudge.

4.3. Florita, c.c Eduardo de Nioac.

3.2. Antônio de Barros Franco

3.3. Bento de Barros Franco

3.4. Flavio de Barros Franco

3.5. Joaquim de Barros Franco

3.6. Deoclécia de Barros Franco; faleceu solteira em novembro de 1943.

3.7. Lídia, c.c Eugênio de Lima, foideputado estadual e influente político na capital.

2.9. Escolástica Miquelina de Cássia, casou-se em Limeira com o capitalista português Joaquim José de Araújo Viana; teve:

3.1. Joaquim José de Araújo Viana Júnior, c.c sua prima Ana Eulalia, f. em Araras em 1897 (v. retro) sem desc.

3.2. Maria Leopoldina, c.c Jorge de Aguiar Whitaker, fazendeiro e político em Araras (SL 3/413):

4.1. Jorge, que faleceu solteiro

4.2. Maria Clarice

4.3. Angela; faleceu solteira.

4.4. Lídia, c.c Francisco da Cunha Lima; teve:

5.1. Jorge Whitaker de Lima, engenheiro, c.c Anita Neiva; teve:

6.1. Antônio Carlos e

6.2. Jorge.

5.2. Frederico Whitaker de Lima, engenheiro.

5.3. Djalma Whitaker de Lima, advogado, c.c Celina Cardoso.

5.4. Adail AVhitaker de Lima.

4.5. Joviano de Aguiar Whitaker, fazendeiro em São Carlos, c.c sua prima Narcisa Flora Whitaker, falecida aos 12.OUT.1942; teve:

5.1. Edmur de Aguiar Whitaker, médico em São Paulo, c.c Berta Ulchoa Cintra.

5.2. Beatriz, c.c João Ferreira Martins; teve:

6.1. Rosa

6.2. Helena e

6.3. Francisco.

5.3. Raquel, c.c Bruno Verri.

5.4. Jorge

5.5. Margarida, c.c Roberto Dias Penteado.

5.6. Joviano

5.7. Suzana

5.8. Dora e

5.9. Maria José

4.6. João B. de Aguiar Whitaker, c.c sua prima Julia Franco de Camargo (v. retro); teve:

5.1. Marina, c.c Flavio de Almeida Leite; tem 1 filha:

6.1. Marilena.

5.2. Jorge de Camargo Whitaker

4.7. Artur Piquerobi de Aguiar Whitaker, formado em direito em 1907; advogado e político na capital; ex-deputado pelo PRP de 1925/27 e 1928/30 e ex-presidente da assembléia legislativa de São Paulo de 1927 até outubro de 1930; em 1939, na vigência da Interventoria Adhemar de Barros, foi membro do conselho administrativo do estado. Foi secretário de Justiça de São Paulo em 1946 e foi c.c Adelina-Ferreira França; Teve:

5.1. Regina Maria de Aguiar “Whitaker, c. aos 12.NOV.1945 com Italo Marcelo Raimondi.

5.2. Artur de Aguiar Whitaker

4.8. Georgina de Aguiar Whitaker.

3.3. Lídia, c.c o capitão Olegário de Barros; sem desc.

3.4. Ana Cândida; faleceu solteira em 1936, com 90 anos.

3.5. José Joaquim de Araújo Viana; faleceu solteiro.

3.6. João Joaquim Viana, f. em fevereiro de 1903, foi c.c Amélia Carolina Alves, f. em fevereiro de 1923.

4.1. Joana, f. em outubro de 1937, foi c.em São Paulo com Pedro de Assis Oliveira; teve:

5.1. Maria de Lourdes. c.c seu primo Francisco Franco de Abreu, advogado no Rio de Janeiro ver descendência adiante.

5.2. Amélia, c.c Raiü Lefévre.

5.3. Valdemar Assis de Oliveira.

5.4. Olavo Assis de Oliveira, advogado.

5.5. Esteia

5.6. Nair, freira e

5.7. Ivone

4.2. Joaquim Alves de Araújo Viana, formado em direito em 1903 e falecido em Rio Preto, com 59 anos em 1939; aí advogou durante muitos anos; foi casado em São Paulo com Duville Boschini; teve:

5.1. Joaquim Alves Viana, casado em Rio Preto em 1929 com Amélia Scaff; residiu em Santos; teve dois filhos

6.1. Alfredo e

6.2. Carlos

5.2. Ulisses de Araújo Viana, casado 1939 com Iracema Moniz; teve:

6.1. Lígia e

6.2. Jorge

5.3. Rubens de Araújo Viana

5.4. Eglatina, casada em julho de 1939, com Danilo Moreira.

5.5. Maria Helena, c. em 12.FEV.1942 com Armando Lupateli; teve:

6.1. Ricardo

5.6. Norma

5.7. Marins

5.8. João

5.9. Eunice e

5.10. Eneida

4.3. Amélia Alves Viana, f. em 1937; foi c.c Manoel Borges Monteiro de Morais; teve:

5.1. Maria José, c.c Rubens Duarte Pinto Ferraz; teve 1 filho:

6.1. José Rubens.

5.2. Maria Carmelita, c.c Mário de Oliveira Molaco.

5.3. José Benedito Viana de Morais, formado em direito em 1938; foipromotor da auditoria militar da antiga forçapolicial; c em 1942 com Vanda Alvim Coelho.

4.4. Antonieta Alves Viana, f. em 1943; foi c.c Raul Aguiar; teve:

5.1. Benedito de Aguiar, médico;

5.2. Raul Saulo

5.3. Roberto e

5.4. Maria Aparecida

4.5. Maria Alves Viana, f.aos08.MAIO.1941, foi c.c Vicente Pugliese, sem desc.

4.6. Alice, foi c.c Antônio Teixeira em Santos; s. desc.

4.7. Lídia, foi c.c Olimpio de Castro Mendonça; teveuma filha:

5.1. Célia

3.7. Antônio Franco de Araújo Viana; faleceu solteiro

3.8 Manoel Franco de Araújo Viana; faleceu solteiro em 1910.

3.9. Messias Franco de Araújo Viana; faleceu solteiro.

2.10. Carolina Amélia de Camargo n. em Limeira em novembro de 1833, e f. em Araras em dezembro de 1911; casou-se em Limeira em junho de 1850 com seu sobrinho Albino Alves Cardoso, importante fazendeiro e político em Araras, a quem se deve em grande parte a construção da 1ªmatriz em 1875; Albino era filho de Joaquim Alves Cardoso e de Joaquina Maria de Oliveira; por esta, neto do alferes Joaquim Franco — ver retro e 1ª mulher SL 1/499; filhos:

3.1. Maria das Dores, casada 1° com seu tio Antônio Alves Galvão, falecido em 1874, e que fez parte da câmara de Araras em 1873; segunda vez, casada aos 28.JUN.1876 com seu primo germano Olegário Moreira Lima, importante fazendeiro em Itatiba e Araras; Olegário foi vereador em diversas legislaturas e em 1887, antes da libertação dos escravos, já havia dado liberdade aos seus. Do 1° casamento de Maria das Dores, descendem:

4.1. Benedita, c.c João Ferreira de Melo Nogueira, foi advogado em Araras, onde ocupou cargos públicos de eleição popular; sem desc.

4.2. Tranquilino Alves Galvão, c.c sua prima Antonia Moreira Lima; teve:

5.1. Lucila Moreira Galvão, c.c J. Oliveira, foram residentes no Rio de Janeiro.

5.2. Fábio Moreira Galvão

4.3. Orminda

4.4. Vicente; Do segundo casamento, descendem:

4.5. José Alves de Camargo, capitalista e proprietário no Rio de Janeiro, casado ern Paris aos 21.OUT.1905, com Luiza Afonso, filha dos barões de Pedro Afonso; teve:

5.1. Braz Sérgio Oliveira de Camargo, n. em Paris e registrado no Consulado Brasileiro em 1911; formou-se em direito pela faculdade de São Paulo em 1932; foi morador do Rio de Janeiro onde se casou em abril de 1938 com Alda de Albuquerque Cavalcanti, filha, do general Tomaz Cavalcanti; teve:

6.1. Ada n. 1940

6.2. José Tomaz n. 1942 e

6.3. Rosana n. 1944

5.2. Luiza Cecilia de Camargo n. em Paris e

5.3. Sônia Paula de Camargo n.em Paris.

4.6. Rita Maria Alves de Camargo, solteira, falecida.

4.7. Albino Alves de Camargo, capitalista e proprietário em São Paulo, c.c Ana de Albuquerque Lins, filha deManoel Joaquim Albuquerque Lins (*1852+1926) que foi presidente do Estado de São Paulo entre 1908 a 1912; teve:

5.1. Maria Helena, c.c Jorge Rudge Araújo Ramos, sem descendência.

5.2. Ana Maria Lins de Camargo

3.2. Vicente Alves Franco; faleceu solteiro.

3.3. Joaquina Alves Franco, f. em 1878;foi c.c Januário de Oliveira Camargo, f. em 1883 (SL 7/300).

4.1. Benedita Alves de Oliveira, c.c seu primo Vicente Ferraz Franco (ver desc. adiante).

4.2. Eudoxia Alves de Oliveira, c.c Teodureto do Nascimento, foi médico no Rio; teve:

5.1. Miguel

5.2. Geraldo

5.3. Teodureto

5.4. Josefina

5.5. Carlota. Maria Eudoxia e

5.6. Nair

4.3. Albino Alves Cardoso, foi c.c uma fª de Rangel de S. Rita do Passo Quatro; sem desc..

4.4. Agostinho Alves de Camargo; faleceu solteiro, na Suiça.

3.4. Joaquim Alves Franco, falecido em 1888; foi c.c sua prima Ana Miquelina Alves; sem desc.

3.5. Clara Alves Franco, falecida em 1928; foi casada em Araras em setembro de 1879 com José de Paula Leite Barros, médico, historiador e genealogista, falecido aos 07.OUT.1939, em Águas da Prata, onde fazia estação de cura e de repouso; filho de Antônio de Paula Leite de Barros e de Ana de Almeida Sampaio Leite de Barros, ramos de tradicionais famílias paulistas. O dr. Paula Leite nasceu aos 12.DEZ.1855, na fazenda Barreiro, em Itu. Em 1874, seguiu para os Estados Unidos, onde formou-se em medicina.Chegando a São Paulo, foi clinicar em Itu, passando também a ter larga atuação na vida política da cidade. Foi representante do partido republicano de Itu nas convenções anuais realizadas na capital da Província, desde 1881 até à proclamação da República. Durante vinte e cinco anos foi membro do diretório local do partido republicano paulista e presidente da câmara municipal no triênio 1893-1896. Foi coronel comandante da guarda nacional da antiga comarca de Itu, também foi provedor da santa casa de misericórdia de Itu, bem como primeiro membro da mesa administrativa da santa casa da capital. SL 3/469. Filhos:

4.1. Ana

4.2. Cinira

4.3. Luiza

4.4. Carolina, c. c. Antônio Pompeu de Souza Queiroz; teve:

5.1. José Gustavo de Souza Queiroz.

4.5. Josefina, c.c Eugênio Nogueira Ferraz, médico formado pela primeira turma da faculdade de medicina de São Paulo em 1918; teve:

5.1. Clara Nogueira Ferraz

5.2. Eugênio Nogueira Ferraz

5.3. Luiza Nogueira Ferraz

5.4. Carlos Nogueira Ferraz

5.5 Ana Maria Nogueira Ferraz

5.6. José Nogueira Ferraz

2.11. Capitão Lourenço Franco da Rocha, foi adiantado e abastado fazendeiro em Limeira, onde militou na política, tendo exercido diversos cargos de eleição popular, e o de sub-delegado em 1850. Agricultor de visão larga, seguindo o exemplo de seu pai, introduziu em sua fazenda “Lagoa Nova”, uma grande leva de colonos estrangeiros para substituir o braço escravo pelo trabalho livre. Foi c.c sua sobrinha Ana Elisa Franco (v. retro); teve os filhos:

3.1. Ana Franco, falecida aos 15.MAIO.1931; foi c.c Amando Soares de Abreu Caiubi, fazendeiro em Pinhal, falecido aos 23.SET.1911 com 58 anos de idade; filhos:

4.1. Adelardo Soares Caiubi, foi conhecido eng°, casado 1901 c. Ana Novais; teve:

5.1. Edith c. 1931 c. seu primo, Vicente Batista. Ver desc. adiante.

5.2. Odete, casada em fevereiro de 1929 com Ateneu Glasser.

5.3. Odila, casada em março de 1935 com seu primo Celso Novais; teve1 filha:

6.1. Marta

5.4. Renato Novais Caiubi, eng°, casado em 1931 com Alba de Paula Souza; teve:

6.1. Sérgio e

6.2. Sônia

5.5. Helena, c. em janeiro de 1939 com Rui Faria, médico; teve:

6.1. Ricardo e

6.2. Guilherme

4.2. Ester, casada em 1900 com Orlando Novais; teve:

5.1. Celso Caiubi Novais, c.c Neli Butler; teve 2 filhos:

6.1. Beatriz e

6.2. Sérgio

5.2. Maria Augusta, casada em 1936 com Floriano Ferreira de Camargo, engenheiro da cia. paulista em São Carlos.

5.3. Maria da Conceição, casada em 1940 com Luiz Francisco Feijó Bitencourt, engenheiro da Mogiana, em Campinas.

5.4. Suzana, casada em 1925 com Paulo Teixeira de Camargo. (SL 1/232).

5.5. Orlando Novais Caiubi

5.6. Dorací, c.c Alcides Siqueira; teve:

6.1. Roberto e

6.2. Maura n. 1934.

5.7. Ester, c. em fevereiro de 1941 com Paulo Ferreira Lopes.

5.8. Amando Caiubi Novais n. 1914.

5.9. Celso Caiubi Novais n. 1919.

5.10. Anéte, casada em outubro de 1940 com Waldemar Bueno.

4.3. Irene Caiuby

4.4. Otelo Franco Caiubi, engenheiro da cia. paulista, casado em abril de 1910, com Corina Corrêa; teve três filhos

5.1. Flávia, casada em 1927 com Otávio Vilaça; teve:

6.1. Raquel

5.2. Carlos Alberto Caiubi, c. em julho de 1938 com Jení Prado; teve:

6.1. Yara.

5.3. Lila, casada em 1940 com Luiz Bocchino; teve:

6.1. Leda Flávia

4.5. Ulisses Franco Caiubi, c. em 1908 c. Leontina Bueno,teve:

5.1. Elsa, c.c seu primo Oswaldo Moura Abreu (v. adiante); teve:

6.1. Ana Maria e

6.2. Esteia

5.2. Marina

5.3. José Ulisses Bueno Caiubi

5.4. Olga, casada em 1938 com Nelson Barros Camargo; teve:

6.1. Vera Helena

5.5. Hebe, casada aos 14.JUL.1943 com José Luiz Lemos da Silva, médico.

4.6. Amando Soares Caiubi, formado em direito em 1910, foi delegado de polícia da capital em 1919, e delegado de polícia especializada; foi também promotor público de São Carlos; foi autor de diversas publicações literárias; casou-se em 1915 com Maria Izabel Simões Magro, falecida em agosto de 1920; teve:

5.1. Maria e

5.2. Flora

4.7. Eurico Franco Caiubi, cirurgião-dentista; 1889-1949 foi um dos diretores do sindicato dos artistas plásticos; casou-se em 1927 com Judith Dias Martins; teve:

5.1. Ligia, casada em maio de 1941 com Guido Mário Alberto Coaraci.

5.2. Vera

5.3. Hélio

4.8. Izéte Caiubi, casada em 1916 com Edgar Ariani; Teve:

5.1. Elvira, casada em 1940 com Miguel Gonçalves da Silva, advogado; teve:

6.1. Maria Cristina

5.2. Edgar

5.3. Fernando

4.9. Olavo Franco Caiubi, eng°, casado em 1924 com Heloísa de Oliveira; teve um filho:

5.1. Gil

4.10. Ubaldo Franco Caiubi, advogado, formado em 1923; casou-se em maio de 1931 com Alice Schardong; teve:

5.1. Lia

4.11. Alarico Franco Caiubi, professor normalista da escola de Campinas, em 1911, e formado em direito em 1919. Foi vereador à câmara da capital em 1926 e 1929, e influente membro do partido constitucionalista; ocupou com proficiência a secretaria da justiça na vigência do interventor Cardoso de Melo em 1937; membro destacado do M.M.D.C. em 1932, foi nessa ocasião comandante da praça de Araras onde permaneceu até 1° de outubro, quando finalizou a revolução paulista. Como publicista, Alarico foi autor de diversos trabalhos jurídicos e literários. Casou-se em 1919 com Aida Brandão; teve:

5.1. Caio

5.2. Dora, casada aos 08.ABR.1943 com Luiz Adolfo Nardi.

5.3. Flávio

3.2. Maria Lourença Franco n. em 1860 e f. aos 18.AGO.1937, foi casada em Limeira em 1882 com seu primo Manoel Ferraz de Camargo, f. em janeiro de 1926, com 81 anos, então viúvo de Cândida de Cássia Abreu (v. adiante); teve:

4.1. José Ferraz de Camargo, nascido aos 07.ABR.1884.

4.2. Vicente Ferraz de Camargo, n. em 1889 e falecido em Abril de 1921.

4.3. Petronilia, falecida aos 08.ABR.1918.

4.4. Zacarias Ferraz de Camargo, f. aos 24.FEV.1924, foi casada em setembro de 1920 com Nelzia de Oliveira; teve:

5.1. Leila

4.5. Nilo Ferraz de Camargo, falecido com 16 anos em outubro de 1912.

4.6. Oscar F Camargo n. aos 11.ABR.1900 e casado aos10.JAN.1925 com Irene Muler. Teve:

5.1. Diva e

5.2. Odair

3.3. Cândida: faleceu solteira.

3.4. Alice, c.c Belmiro Batista da Silva. Tiveram:

4.1. Vicente Batista da Silva f. aos 13.SET.1943, com 48 anos; foi casado a 11.FEV.1931 com sua prima Edith Caiubi (v. retro), médico formado em 1920 pela faculdade de medicina do Rio; logo depois seguiu para a Alemanha, onde frequentou com brilho diversos cursos de especialização nas universidades de Hamburgo e Berlim; de regresso ao Brasil, dedicou-se com grande sucesso à clínica pediátrica. Publicou inúmeras obras científicas de grande valor. Em 1933 recebeu o prêmio oficial da Academia Nacional de Medicina e em 1938 foi distinguido pela Associação Paulista de Medicina com o prêmio “Margarido Pilho”. Militou no jornalismo, fazendo publicações em diversos jornais e revistas. Em 1942 foi eleito membro da Academia Nacional de Medicina. Deixou a filha:

5.1. Luli

4.2. Ana, c.c Mário Miranda, engenheiro residente em Ouro Preto/MG. Tiveram 11 filhos descritos na obra de Waldomiro Franco da Silveira.

4.3. Maria da Conceição, c.c o capitão Neusen Gilberto de Morais Guerra, de família nortista, falecido em Pernambuco em 1931. Tiveram 8 filhos descritos na obra de Waldomiro Franco da Silveira.

4.4. Cecília, c.c Benedito Gouvêa. Tiveram 7 filhos descritos na obra de Waldomio F. da Silveira.

4.5. Capitão Carmelo Batista da Silva

3.5. Joaquim; faleceu solteiro.

3.6. Vicente Ferreira Franco; foi c.c sua prima Benedita Alves de Oliveira (v. retro); teve:

4.1. Silvio; faleceu solteiro.

2.12. Ana Joaquina Franco, faleceu solteira e muito idosa em Limeira.

2.13. Cândida Franco foi c.c Joaquim Ferreira de Camargo Andrade, barão de Ibitinga (SL 1/271); teve:

3.1. Maria, c. em Campinas com o cel. Antônio Alvares Leite Penteado; sem desc.

3.2. Francisca, casada, 1.° com seu primo Francisco de Campos e 2a vez com Carlos Olimpio Leite Penteado; teve do 2.°:

4.1. Fausto Penteado, foi importante industrial e fazendeiro em Campinas, falecido em 1938; foi c.c Zilda Egidio; filhos:

5.1. Antônio Carlos Penteado, c.c Ivete Vileta.

5.2. Maria Esteia, c.c Antônio Cunha de Almeida Prado Júnior, advogado em Campinas; teve:

6.1. Luiz Carlos de Almeida Prado

5.3. Nadir Egidio Penteado, casada em 1939 com Oswaldo de Castro Santos, advogado na Capital.

5.4. Moacir Egidio Penteado n. 1919; c. em 1942 c. Maria L. da Cunha.

3.3. Cândida Ferreira de Camargo, casada, 1° com Bernardo Alvares Penteado e 2a vez com Jambeiro Costa; sem descendêmcia.

3.4. Joaquim Ferreira de Camargo, c.c sua prima Clara Soares (v. retro); teve:

4.1. Maria Cândida, c.c seu parente Joviano Soares de Camargo, farmacêutico (SL 8/318), sem descendência.

4.2. Lavinio Soares Ferreira, c.c Adelini Toledo; teve:

5.1. Maria Odete e

5.2. Lavinio Carlos

2.14. Joaquim Franco de Camargo, padre, nascido em 1826 em Limeira, faleceu em São Paulo em março de 1909; foi vigário de Araras, militando também na política local, sendo vereador em 1873, 1877 e 1881; depois vigário de Limeira; transferindo-se para São Paulo, foi cônego da Sé. Pelo seu caráter e espírito caridoso, grangeou vasto círculo de admiradores; possuidor de considerável fortuna, deixou diversos legados às instituições pias da capital. Por ocasião dos seus funerais, São Paulo tributou-lhe excepcionais homenagens.

2.15. Joaquina Maria de Oliveira c.c Joaquim Alves Cardoso, n. em 1791 em Atibaia que foi primeira vez c.c Manoela Miquelina Dutra com quem teve 4 filhos. Joaquim foi tropeiro e integrou a primeira leva de atibaianos que povoaram a cidade de Itatiba e estabeleceu-se com fazenda situada na hoje cidade de Morumgaba. Do casal Joaquiana Maria de Oliveira e Joaquim Alves Cardoso descendem 10 filhos dos quais muitos formaram fazenda de café em vários municípios do interiro paulista, como Itatiba, Araras e outros.

1.4. Rita Maria da Silveira, filha do capitão Lourenço Franco da Rocha, nasceu em 1807, e casou-se em Atibaia em 1822 com Joaquim Pires de Camargo (cap. 3º do título Pires de Camargo), filho de João Pires Pimentel (tronco do título Pires de Camargo deste trabalho), e de Maria Antonia Franco; neto paterno de João Pires Pimentel e de Ana de Godoi; neto materno de Joaquim Bueno de Azevedo e de Messias Ferreira de Camargo, todos de Atibaia (SL 1/401) Joaquim Pires faleceu muito moço em sua propriedade agrícola no bairro do Campo Largo (hoje Jarinu); Rita Maria passou a residir mais tarde com alguns de seus filhos que se mudaram para a nova povoação de Pirassununga, onde se casou segunda vez com Manoel Teodoro de Andrade, natural de Campinas. Faleceu Rita Maria naquela cidade em 1882; teve, do 1° casamento:

2.1. José Pires da Silveira n. em Atibaia em 1824, casou-se Limeira com sua prima Maria Rita Ferraz, fª de João Francisco da Silveira e de Rita Ferraz de Campos; n.p do alferes Joaquim Franco de Camargo e 1a mulher Maria Rosa de Oliveira; neta materna dos ituanos Manoel Ferraz de Campos e de Ana Bueno de Camargo (SL 2/271); teve onze filhos:

3.1. Maria Cândida da Silveira, c.c Manoel de Oliveira; sem desc.

3.2. Francisco Franco de Camargo, c.c Carolina Vieira; teve:

4.1. Antônio Franco

4.2. Benedita

4.3. Sebastiana

4.4. Eva

4.5. Julia

3.3. Joaquim de Camargo Silveira, faleceu solteiro.

3.4. João Pires, residente em Guariba; c.c sua prima Maria Lopes; Teve:

4.1. José

4.2. Benedito

4.3. Maria

4.4. Ana

4.5. Benedita

4.6. Margarida e

4.7. Cândida

3.5. Antônio Ferraz da Silveira Franco, c.c Erigida Rosa, filha de Jacinto Erigida; teve:

4.1. Benedito Ferraz da Silveira, c.c Fortunata Gaspari.

4.2. Durvalino Ferraz da Silveira, foi industrial em Limeira, c.c Georgina Rodrigues; teve:

5.1. Francisco de Assis Silveira

5.2. Dercy e

5.3. Jadir

4.3. Sebastiana, c.c Sebastião Pereira; teve:

5.1. Lázara, c.c Otávio da Silva.

5.2. José Pereira

5.3. Idílio Pereira

3.6. Ana, faleceu solteira.

3.7. José da Silveira Franco, casado, 1° em Limeira com Benedita de Camargo e 2.a vez em Pirassununga com Benedita Rocha; teve do primeiro casamento:

4.1. Benedito da Silveira Franco, c.c Lídia Campioti; sem desc.

4.2. Maria Franco, c.c Juvenal Dias; foram residentes em Araçatuba; tiveram:

5.1. Nicastro

5.2. Licurgo

5.3. Acácia

5.4. Dalceu,

5.5. Lázara e

5.6. Izolete, do segundo casamento:

4.3. Jorge da Silveira Franco casado, foi industrial em Pirassununga.

3.8. Rita da Silveira Franco, c.c seu parente João da Silveira César e segunda vez com Cândido Alves Franco; teve do primeiro casamento:

4.1. José da Silveira

4.2. João da Silveira, c.c Rosa de Castro.

4.3. Benedito da Silveira

4.4. Vicente da Silveira

4.5. Sebastião da Silveira

4.6. Izabel, c.c João de Camargo.

4.7. Margarida, c.c Frederico Mantz.

4.8. Romana, c.c Antônio Francisco. Do segundo casamento:

4.9. Antônio Alves

3.9. Benedita da Silveira Franco, c.c seu parente Manoel da Silveira César, filho de José César da Silveira; teve:

4.1. Sebastião da Silveira Franco, casado em Limeira c. Sebastiana Neves; teve:

5.1. Maria José Silveira e

5.2. João Batista

4.2. Lázara da Silveira Franco, falecida em 1933, c.c Fiores Jardim; Teve:

5.1. Rinaldo Jardim

3.10. Bento da Silveira Franco, c.c Eva Alves; teve:

4.1. José da Silveira Franco, c.c Joaquina.

4.2. João

4.3. Maria, c.c Salustiano; foram residem em Monte-Mor.

4.4. Lázara, c.c Cândido Pelegrino.

4.5. Antonia, c.c Joaquim Maduro.

4.6. Rita, casada em Monte-Mor/SP.

3.11. Cândida da Silveira Franco, c. em Limeira com Francisco César; teve:

4.1. Antônio da Silveira Franco, c.c Orminda Cunha.

4.2. Sebastiana, c.c Miguel Portiniola.

4.3. Maria, c.c Sebastião Miranda.

4.4. Ana, c.c Sebastião Rodrigues.

2.2. João Franco de Camargo n. em 1826, casou-se em Campo Largo aos 21.NOV.1843 com sua prima Josefa Pires de Camargo, fª de Francisco Pires de Camargo e de Maria Jacinta da Silveira, (ver cap. 3° do título Pires de Carmargo) e n.m. de Joaquim Bueno de Azevedo e Messias Ferreira de Camargo; teve:

3.1. João Franco de Camargo, casado em Pirassununga com sua prima Rita de Araújo Cintra (v. adiante); teve:

4.1. Valdomiro Cintra de Camargo, casado em Pirassununga aos 19.MAIO.1917 com sua prima Maria das Dores Franco (v. adiante); teve uma filha:

5.1. Maria de Lourdes Franco de Camargo, casada.

3.2. Escolástica Franco da Conceição, casada em Itatiba com seu primo José da Silveira Franco Crispim; teve um filho:

4.1. Benedito da Silveira Franco Crispim, importante fazendeiro e capitalista em Itatiba, onde foi influente chefe político; c.c suaprima Francisca Pires de Camargo, f. em 1939 (vertítulo Pires de Camargo); filhos:

5.1. João Batista Crispim, já falecido; foi fazendeiro em Itatiba e ai se c.c Maria de Godoi; teve três filhos:

6.1. Benedito

6.2. José e

6.3. Sebastião

5.2. José Crispim, farmacêutico formado em 1915, casou-se em São Paulo com Maria Inês Macedo; teve:

6.1. Paulo

5.3. Sebastião Crispim, falecido com 45 anos, em dezembro de 1944.

5.4. Erasmo Crispim, destacado político em Itatiba, tendo sido prefeito na vigência da interventoria Armando Sale; c.c Alzira Pupo; teve os filhos:

6.1. José, Maria

6.2. Cecilia, Francisco e

6.3. Maria Carolina

5.5. Joaquim Crispim, casado em Bragança com Carolina Leme.

5.6. Benedita c.c Emidio Elias de Godoi, fazendeiro em Itatiba; teve:

6.1. Maria

6.2. Gení

6.3. Laís e

6.4. Rubens

3.3. Rita Maria de Camargo, f. na condição de viúva aos 15.MAIO.1926, com 77 anos de idade, foi casada em Atibaia com Pedro Bueno de Oliveira, que adquiriu terras no bairro do Itapetinga[54] de Emília Bueno de Aguiar e seu marido cap. Cândido Galvão de França, terras essas herdadas do tenente Feliciano Bueno de Aguiar, pai de Emília. Informações indicam que viveu em Itatiba onde veio a falecer. Tiveramuma única filha:

4.1. Julia Bueno de Aguiar n. em 1880 e f. aos 23.JUL.1932 com 52 anos, foi c.c o alferes Paulo de Sales Cardoso, falecido aos 06.FEV.1939 com 68 anos de idade. Paulo de Sales Cardoso “Paulo Matias”foi proprietário de terras no bairro Itapetinga em Atibaia e político do entãopartido constitucionalista,era filho de Joana Maria de Jesus e de José Salles Cardoso, f. aos 19.FEV.1921, foi fazendeiro, este filho de Tomazia Maria de Jesus e de Francisco de Sales Cardoso, que pode ser considerado o tronco da família Salles de Atibaia. Tiveram:

5.1. Benedito Bueno de Sales “Dito Matias” nascido aos 19.MAR.1896 e falecido aos 14.FEV.1971, foi c.c Benedita de Campos Sales (ver 2.2., 1.8., N° 01, cap. 4° do título Oliveira Cesar). Dito Matias foi prestante cidadão no bairro Itapetinga, onde empresta seu nome a uma importante via pública. Teve:

6.1. Maria da Conceição Sales, falecida solteira aos 09.JAN.2000.

6.2. Marcino Bueno Sales, casou 1ª vez com Luzia Godoi Sales e 2ª vez com Conceição Sales. Teve um filho do 1°casamento e duas filhas do segundo, residente em Pinhalzinho/SP:

7.1. José Roberto Sales

6.3. José Nascimento Sales “Zico Matias” n. aos 17.JAN.1925 foi c.c Angelina Rosa Scarelli de Sales. Teve:

7.1. João Batista Sales n. aos 25.JUN.1947 c.c Marcia, sem filhos.

7.2. .Jaime de Sales, nascido aos 20.OUT.1951 c.c Silvia Regina Paes de Almeida Sales. Teve:

8.1. Tatiana de Sales n. 14.JAN.1977, comerciante.

8.2. Thiciano de Sales n. 18.JAN.1981, comerciante, c. c Lucimara Silva Soares.

7.3. Janio de Sales n. aos 22.MAR.1955, f. solteiro aos 13.JUL.1981.

7.4. Janice de Sales n. aos 29.OUT.1959, c.c Gelson Falcão Rodrigues de Oliveira. Teve:

8.1. Ian

8.2 Iuri

8.3. Erica

8.4. Igor

7.5. Júlio de Sales n. aos 28.FEV.1967 foi c.c Cristina de Almeida Ferreira.Teve:

8.1 Arthur

8.2. Bruno

7.6. Juvenal de Sales n. aos 29.NOV.1969, casado sem filhos.

6.4. Diva Sales, c.c Deodoro Nunes, falecido. Teve:

7.1. Edsonn. aos 07.JUL.1950, funcionário do SAAE, viúvo de Sônia Aparecida Rodrigues, falecida aos 23.DEZ.2003. Teve:

8.1. Alexandre, c.c Cristina Pignatari. Teve:

9.1. Jaqueline

9.2. Gabriel

8.2. Diego c.c Alexandra Pereira

8.3. Luciana, c.c Leandro Massoquele. Teve:

9.1. Leonardo

8.4. Roselaine n. aos 08.JUL.1981 c.c Cleber Farias Sleiman.

9.1. Matheus

8.5. Cristiane c.c Douglas Aparecido do Prado.

8.6. Bruno, n. aos 07.JUL.1991. Teve:

9.1. Giovana

8.7. Tiago, n. aos 13.JAN.1993, c. Katia G. de Souza. Teve:

9.1. Júlio n. aos 27.NOV.2011.

7.2. Edeval c.c. Tereza. Teve:

81. Vanesa

8.2. Rita de Cássia.

6.5. Miguel Sales, c.c Lázara, sem filhos.

6.6. Paulo Mathias Sales, f. aos 23.NOV.1992, foi c.c Genoefa Dorathioto. Teve duas filhas:

7.1. Sônia

7.2. Sueli ou Zilda.

5.2. Antonieta, c.c Sebastião de Campos (ver desc. em 2.1., 1.8., N° 01, cap. 8° do título Oliveira César).

5.3. Alípia Maria de Sales, c.c. Nazareno Tricoli, f. em 1982, da família Tricoli de Atibaia, descendentes de imigrantes italianos em Atibaia desde 1896. Tiveram um filho:

6.1. Paulo Tricoli c.c Maria José Zanoni, filha de Guilherme Zanoni[55], ex-prefeito de Jarinu/SP (ver 3.3., 2.2., 1.3., N° 07cap. 5° do título Alves do Amaral). Teve:

7.1. Rosangela Tricoli

5.4. Geraldina, c.c Bento Soares, lutou e foi vítima da revolução de 1932 (ver 5.5., 4.4., 3.3., 2.7., 1.1., N° 08, cap. 10° deste título); teve:

6.1. Geraldina

5.5 Sebastião de Sales Cardoso, c.c sua prima Benedita de Sales.

5.6. Rosalina, c.c José Maria da Cruz, teve q.d:

6.1. Ivone Cruz, professora cc.c João Mendes de Almeida. Teve:

7.1. Luciana c.c Daniel Sallum. Teve:

8.1. Gabriel

7.2. Fernanda c.c Paulo Fernando Gioso. Teve:

8.1. Clara

6.2. Oswaldo Cruz “Vadão”, já falecido, foi c.c Vera Lúcia, sem filhos.

6.3. Rubens Cruz, advogado c.c Maria Aparecida Tafuri. Teve:

7.1. Elisangela c.c Valter Cavalcante Araújo.

7.2. Fábio Tafuri Cruz

5.7 Brasilina de Sales Cardoso c.c João Soares de Godoi.

3.4. Maria Franco de Camargo, casada em Itatiba com seu parente Lourenço de Camargo; teve:

4.1. Aldino, faleceu solteiro.

4.2. Maria, c.c seu parente Albano Pires de Camargo; (ver título Pires de Camargo); teve:

5.1. Benedito, falecido.

5.2. Sebastião e

5.3. Lourenço

4.3. Deolinda, c.c Ovidio Ramalho, já falecido; teve:

5.1. Lázara, c.c. seu parente Benedito Pires de Camargo.

5.2. Benedita

3.6. Maria Lina de Camargo, c.c João de Lima, residem em Minas; teve uma filha:

4.1. Narcisa

2.3. Coronel Lourenco Franco da Silveira “Lourenço Franco oucel Lourenço Paes” n. em Atibaia aos 22.ABR.1828 e f. aos 03.JUN.1917. Transcrevemos a notícia publicada por ocasião do seu passamento, no “O Atibaiense” de 10.JUN.1917:

Desapareceu dentre os vivos no dia 3 do andante, às 8 horas da manhã, o Cel. Lourenço Franco da Silveira, chefe de numerosa família e acatado cidadão do nosso meio social. O seu enterro realizou-se com os representantes de todas as classes sociais, e Irmandade do S. Sacramento, saindo o féretro de sua residência no Largo da Matriz para o Cemitério do Santíssimo. O venerando ancião Cel. Lourenço Pais como era geralmente conhecido, sucumbe aos 89 anos de idade. Era filho de Joaquim Pires de Camargo e de Rita Maria da Silveira, bisneto do 2° Capitão mor Francisco da Silveira Franco, e neto em 39 grau do 1º Capitão mor de Atibaia, Lucas de Siqueira Franco; seu avô João Pires Pimentel, é o tronco principal da numerosa e conceituada família Pires de Camargo, aqui estabelecida em parte. Casou-se em 04.SET.1855, com D. Maria Franco do Amaral, neta de Jacinto Alves do Amaral, tronco da importante família do mesmo nome que também entre nós conta inúmeros descendentes. No regime antigo, além de chefe do Partido Conservador, ocupou os cargos de Vereador, Delegado de Polícia, Suplente de Juiz Municipal e os de Presidente da Comissão de Agricultura, de Inspetor da Instrução Pública do novo Regime. Foi no tempo da sua vereança, ao lado dos saudosos Pedro Cunha, Belisário de Camargo, Pedro Leite e Dr. Olímpio da Paixão, que se iniciou em Atibaia uma série de melhoramentos que a encaminharam dia a dia ao seu estado florescente atual; nessa época procedeu-se pela primeira vê ao abaulamento das ruas, ao estabelecimento de sarjetas e à iluminação da cidade, que até então vivia às escuras, com lampiões de querozene. Nessa ocasião (1883) organizou-se o primeiro código de Posturas, cuja redação foi confiada ao Dr. Olímpio da Paixão. Proclamada a República, uniu-se aos partidários do novo regime, mas retirou-se logo da política devido às ingratidões dos seus chefes. Na vida particular todos sabem da honradez e probidade nunca desmentidas do cel. Lourenço, cuja longa existência é um exemplo vivo de trabalho, retidão e virtude. Católico de sentimentos elevados e convicções profundas, buscava sempre no seio da religião o conforto de que necessitava, tendo recebido antes de morrer, os últimos sacramentos. Caridoso, modesto e despido de vaidades humanas, recomendou muitas vezes de morrer, que entre outras cousas não queria coroas nem música no seu enterro; assim se fez. O cel. Lourenço deixa vivos a sua esposa D. Maria Franco do Amaral Silveira, viúva depois de 63 anos de casados, seis filhos, 32 netos e 9 bisnetos.Como era de esperar, o seu passamento foi geralmente sentido; o seu enterro teve numerosíssimo acompanhamento, e a sua família. viu-se rodeada de atenções por parte de todos.”

Coronel Lourenço Paes pode ser considerado o último chefe político do partido conservador em Atibaia, partido quase sempre oposicionista nas últimas décadas do Império em Atibaia e que na república passou a ser o partido democrático, depois constitucionalista e depois UDN. Foi proprietário da fazenda Caetetuba, por ele fundada no bairro de mesmo nome. Deve-se a ele a primeira máquina de beneficiamente de café em Atibaia.Casou-se aos 04.SET.1855 com Maria Franco do Amaral (ver 1.1., N° 05, cap. 5° do título Alves do Amaral), filha de José Joaquim Bueno (cap. 1° do título Bueno) e de Ana Paes (N° 05, cap. 5° do título Alves do Amaral). Deixou sete filhos:

3.1. Benedito Franco da Silveira, f.em S. Paulo aos 23.NOV.1927; foi negociante em Atibaia, mais tarde ingressou no funcionalismo federal, desempenhando por ocasião de sua morte o cargo de gerente da agência da caixa econômica do Braz; foi c.c sua prima Maria Soares (ver 2.2., 1.3., N° 05, cap. 5° do título Alves do Amaral); teve uma filha:

4.1. Horaida Silveira, professora, falecida em 1938; foi c.c Alcino Cabral; teve:

5.1. José Paulo da Silveira Cabral

5.2. Isidoro e

5.3. João

3.2. João Batista Franco “João Tetéia”, f. em S.Paulo em 1919 com 52 anos; fez política de oposição em Atibaia onde foi casado 1° com sua prima Ana Soares do Amaral (vertítulo Alves do Amaral), e 2ª vez em Pirassununga com sua prima Madalena de Araújo Cintra (v. adiante); teve 2 filhos primeiro casamento e 6 do segundo:

4.1. Lourenço Franco Neto, f. em S. Paulo em 1933; foi c.c Maria da Fé Cabral; sem desc.

4.2. Carlos Franco da Silveira, já falecido, advogado, foi residente no Rio de Janeiro, onde foi alto funcionário da prefeitura do Distrito Federal. Autor do hino de Atibaia. Do segundo casamento:

4.3. Otávio Franco da Silveira, falecido em São Paulo em 1927, c.c Maria Barbieri; teve:

5.1. Luiz Franco da Silveira, casado.

5.2. João Franco da Silveira, casado.

5.3. Angelina, casada.

4.4. Ana Rosa, faleceu solteira.

4.5. Olinto Franco da Silveira n. 24.DEZ.1901; advogado e jornalista. Em 1954 foi agraciado pelo Papa, com o titulo de Cavalheiro da Ordem de Santa Mercedes; o governo Francês agraciou-o com a Cruz de Cavalheiro da União Filantrópica — das Obras Francesas. Foi criador do Instituto Modelo de Menores, embrião da antiga Febem, hoje Fundação Casa. Casou-se aos 18.DEZ.1928 com Maria Giugni; teve dois filhos:

5.1. Paulo Franco da Silveira

5.2. Madalena n. aos 07.SET.1930, c.c seu primo Francisco Horácio Franco aos 22.JAN.1955. (ver adiante).

4.6. Maria de Lourdes n. aos 18.JUN.1904 e casada aos 14.JUL.1945 com Joaquim Moreira dos Santos.

4.7. Benedita Franco da Silveira

4.8. João Evangelista Franco; professor, estudou no Seminário Episcopal, não se ordenando; casou-se em São Paulo com Heloisa Carneiro Lima.

3.3. Major José Franco da Silveira “Juca Silveira”n. 1868. Exerceu a advocacia em Atibaia, onde foi fazendeiro, negociante e industrial; militou na política oposicionista pertencendo aopartido democrático) sob a chefia do seu tio,cel. Bento José do Amaral “Bento Paes”; mudou-se mais tarde para Rio Claro, onde advogou e foi tabelião do 2° ofício. Quando faleceu advogava no foro da capital. Casou-se em 1890 com parente Julia Tereza Pinto (ver 4.3, 3.5, 2.1, 1.2, N° 03 adiante), da família Cintra. Tiveram:

4.1. Waldomiro Franco da Silveira n. aos 15.SET.1891, cirurgião dentista formado em 1915; clinicou em Rio Claro onde foi também comerciante e industrial; fez parte da câmara tendo ocupado o cargo de vice-presidente e também o de vice-prefeito. Casou-se aos 05.JUN.1919 com Terezinha de Negreiros Rinaldi. Foi também genealogista e responsável por cerca de 80 a90% (oitenta a noventa por cento) das informações contidas neste título, no título Alves do Amaral, por ele somente Alves, no título Bueno e no título Pires, aqui como Pires de Camargo, que foram por mim expostos de outra forma e em pequena parte atualizados. Waldomiro Franco da Silveira empresta seu nome a biblioteca do museu João Batista Conti em Atibaia. É autor entre outros trabalhos genealógicos de “Notas Genealógicas, 1955 uma publicação do Instituto Genealógico Brasileiro” fonte principal de quatro dos títulos deste trabalho (título Siqueira Franco, título Alves do Amaral, título Pires de Camargo e título Bueno). Foi sócio e membro da diretoria do Instituto Heráldico Genealógico de São Paulo e Membro do Instituto Genealógico Brasileiro. Teve:

5.1. Miguel Rinaldi Franco da Silveira, engenheiro agrônomo formado em 1944; foi fazendeiro no Paraná; em junho de 1949 c. c. sua prima Maria Izabel de Almeida Prado, filha do cel. Eloi de Almeida Prado e de Maria de Lourdes de. Almeida Prado fazendeiros em Jaú (v. Descendentes do Ouvidor Lourenço de Almeida Prado de autoria do ilustre genealogista dr. Frederico Brotéro, pag. 89); teve os filhos:

6.1. Daniel Prado Franco da Silveira n. 23.FEV.1952.

6.2. Lucas Franco da Silveira n. 28.OUT.1953.

5.2. Maria Antonieta Rinaldi Silveira c. aos 16.JUN.1945 com Hélio Martins de Oliveira, formado pela Escola Politécnica em 1944; Hélio trabalhou no Instituto de Pesquisas Tecnológicas; foi assistente do dr. Cintra do Prado na Politécnica, fez parte da construtora Martins Engel. (O dr. Hélio é natural de Uberlândia, filho de Alberto Martins de Oliveira nat. de Mar de Espanha, e de Corina Paria Lobato; n. pat. de Luciano Martins de Oliveira e de Constança Augusta de Oliveira; n. mat. de Adolfo Faria Lobato nat. de Oliveiras, e de Ana Garcia Lobato, da conhecida família Faria Lobato do Sul de Minas). Teve duas filhas:

6.1. Maria Tereza Martins de Oliveira n. 12.ABR.1946.

6.2. Marina Lobato Martins de Oliveira n. 12.DEZ.1947.

4.2. Joviano Franco da Silveira n. em 1894 e f. aos 19.NOV.1917; cursou com brilho o Ginásio Arquidiocesano, ingressando em 1915 na Escola Politécnica; insidiosa moléstia o impediu de continuar os estudos nesse estabelecimento; transferiu-se para Atibaia, adquirindo então a folha local “O Atibaiense”, à qual deu nova orientação, exercendo o jornalismo com independência, honestidade e critério; polemista, literato e poeta, deixou inúmeros trabalhos literários, entre os quais a poesia escrita pouco antes de morrer, e que figura na lápide do seu túmulo. Casou-se em 1916 com sua prima Matilde Soares (ver 3.1., 2.5., 1.5., Nº 05, cap. 5º do título Alve do Amaral); não deixou descendência e empresta seu nome as três unidades da biblioteca municipal de Atibaia.

4.3. Maria Aparecida Franco da Silveira “ Nena” faleceu solteira aos 12.JUN.1936.

3.4. Rita, c.c seu primo major Francisco Rodrigues Soares, n. em 1869 e f.aos 06.DEZ.1930 (ver 2.1., 1.5., Nº 05, cap. 5º do título Alves do Amaral).

3.5. Francisca, f. em 1908; foi c.c seu primo Bento José Soares Neto (ver 2.1., 1.3., Nº 05, cap. 5º do títuloAlves do Amaral).

3.6. Joaquim Franco da Silveira, falecido em São Paulo em 1935 com 62 anos; foi casado em 1894 com Domingas Modanesi; sem desc.

3.7. Jacinto Franco da Silveira, proprietário e comerciante em São Paulo, casado em Atibaia com Maria Antonia Laureano; teve:

4.1. Maria Antonieta, c.c Sebastião Prado, teve dois filhos:

5.1. José e

5.2. Francisco

4.2. Sebastião Franco da Silveira, falecido em 1927; foi c.c Iara Teixeira; teve uma filha:

5.1. Maria de Lourdes

4.3. Benedito da Silveira Franco, ex-serventuário do cartório de paz de Pirassununga; aí se casou com Maria Silveira; tem dois filhos. Foi titular do 2° cartório da assistência judiciária de S. Paulo.

4.4. Maria José, c.c Umberto Tomasi, funcionário público estadual; teve 3 filhos.

4.5. Maria Otilia, c.c Luiz Maragliano Júnior, médico do S. Sanitário, brilhante jornalista e conhecido homem de letras, autor de diversas obras literárias; sem desc.

4.6. Maria de Lourdes, professora, casada.

4.7. Jacinto Laureano da Silveira, c. em 1939 com Maria da Conceição de Luca.

2.4. Ana Clara da Silveira, nascida em 1829 em Atibaia, foi casada em Pirassununga com seu tio Jacinto Franco da Silveira (v. adiante) e 2a vez c.c Manoel Vieira das Neves; teve do 1° casamento:

3.1. Maria Jacinta da Silveira, c.c seu tio Manoel Franco da Silveira (v. adiante); teve:

4.1. Ana Franco, c.c Salatiel Ferreira de Castilho;teve:

5.1. Joviano de Castilho, ex oficial do cartório de registro cívil e pessoas naturais de Atibaia c.c Suzana Tavares; teve:

6.1. Joviniano casado teve:

7.1. Emanoel Maurício Castilho, advogado.

7.2. Suzana

7.3. Gerusa

6.2. Cid

6.3. Paulo

6.4. Celso

6.5. Saulo

6.6. Rubens

6.7. Carlos

6.8. Silas e

6.9. Maria Suzana

6.10. Emanuel Maurício de Castilho c.c Maria Inês Brandão Leo.

5.2. Francisca, c.c seu primo José de Castilho; teve:

6.1. Ubá e

6.2. José Pedro

5.3. Ló Adelina, c.c Urbano Sales; teve:

6.1. Ébe e

6.2. Teresinha

5.4. Júlio Castilho, c.c Ébe Maria Lopes; teve:

6.1. Maria

6.2. Olga e

6.3. Edison

5.5. Olga, c.c o capitão do exército Luiz Ostorge de Siqueira Castilho; teve:

6.1. Maria Aparecida e

6.2. Osíris

5.6. Maria Aparecida Castilho

5.7. Nelson Castilho. Do segundo casamento de Ana Clara 2.4 (retro):

3.2. Francisca da Silveira, c.c seu tio Sebastião Vieira das Neves; teve duas filhas:

4.1. Sebastiana, c.c Laurindo Moreira de Godoi; teve:

5.1. Benedita, c.c José da Silva Souza.

4.2. Maria, c.c José Fernandes de Lima; residem em Vera-Cruz; teve:

5.1. Claudionor, c.c Mercedes Silva;

6.1. Diniz

6.2. José

6.3. Jandira e

6.4. Marta

3.3. Clara da Silveira, c.c seu primo Jacinto Franco da Silveira; sem desc.

3.4. Benedito Franco das Neves, c.c sua prima Carolina Leite de Almeida (v. adiante); teve:

4.1. João Franco das Neves, foi c.c Clarice Alvarenga Machado; teve:

5.1. Dolores

5.2. Matilde

5.3. Fernando e

5.4. Maria Sebastiana

4.2. Matilde, c.c Francisco de Assis Fernandes; teve:

5.1. Paulou

5.2. Rubens e

5.3. Francisco de Assis.

4.3. Ana, c.c Paulo Martins de Almeida; teve:

5.1. Ana Maria

4.4. Maria das Dores, c.c Geraldo Lisboa.

2.5. Coronel Antônio Franco da Silveira n. em Atibaia em 1831, falecido em 1913 em Pirassununga, onde foi fazendeiro e político; casou-se com Francisca Barbosa, falecida em 1938; teve os filhos:

3.1 Sátiro Franco da Silveira, funcionário da justiça federal em São Paulo, casado primeiro em 1912 com Hermínia do Vale, e segunda vez em São Paulo com Cândida Jerse; teve somente do primeiro casamento a filha única:

4.1. Mariana Franco da Silveira.

3.2. Rita, falecida em 1944, c.c o professor Erasmo Meireles; teve:

4.1. Elisa

4.2. Antônio e

4.3. Jacira

3.3. Carlos Franco da Silveira, fazendeiro em Pirassununga,onde se c.c Albertina Janer; teve:

4.1. Carlos Franco da Silveira Júnior

4.2. Almiro Franco da Silveira

4.3. Neide

4.4. Dalva

4.5. Darci e

4.6. Neusa, casada em maio de 1943 com Naim Diniz Nasser.

3.4. Laura, c.c Luiz Cruz; teve:

4.1. Wilma

4.2. Odila, c.c João Silveira; teve1 filha:

5.1. Ana Maria

2.6. Manoel Franco da Silveira, nascido em Atibaia em 1833, foi casado em Pirassununga com sua sobrinha Maria Jacinta; (v.desc. retro).

2.7. Coronel Francisco da Silveira Franco “Cel. Chico Franco” n. em Atibaia em 1834; mudou-se para Pirassununga onde se casou; foi fazendeiro e político de grande influência, tendo sido vereador à primeira câmara daquela cidade em 1865, filiado ao partido conservador; por ocasião da proclamação da República aceitou logo a nova forma de governo, continuando assim a prestar o seu valioso concurso à sua terra adotiva; mais tarde passou a direção política ao seu filho cel. Manoel Franco da Silveira, dedicando-se exclusivamente à vida agrícola em sua fazenda; entre as obras de vulto levadas, a efeito pelo cel. Chico Franco, destacam-se o abastecimento de água, a construção da Santa Casa, a instalação da iluminação elétrica, e muitos outros melhoramento que tornaram Pirassununga uma das boas cidades do Estado. Faleceu em junho de 1910, cercado de estima e respeito de todos os pirassununguenses; foi casado duas vezes: a 1ª em 1858 com Maria de Almeida Abreu; e a 2ª vez com Tereza Minato: teve 9 filhos do primeiro casamento e três do segundo:

3.1. Rita Franco da Silveira f. em 1927; foi c.c Manoel Jacinto Vieira de Morais (SL 6/343) n. em Santo Amaro aos 11.SET.1852, f. em SãoPauloaos 13.JUL.1935, contudo residia em Pirassununga onde chegou aos 14.DEZ.1876. Fez os estudos de humanidades no Seminário de São Paulo; bacharelou-se em direito em 1876, tendo sido imediatamente nomeado promotor público da comarca de Descalvado, cuja sede era Pirassununga. Deixando o ministério público, abriu banca de advogado na citada cidade, onde foi grande defensor da causa da abolição. Foi chefe do partido conservador; Proclamada a República, foi nomeado pelo governo provisório intendente municipal, e eleito presidente do respectivo conselho., depois primeiro prefeito desta cidade, e a seguir, deixando esse cargo, membro do conselho consultivo municipal e seu presidente; foi vereador e presidente da câmara. Eleito senador estadual, foi escolhido para ocupar o cargo de 2°secretário. No quatriênio do governo Prudente de Moraes, foi eleito deputado federal, tendo papel saliente na política federal e na câmara federal; retirou-se em 1902 da política, dedicando-se então à advocacia. Pirassununga deve ao dr. Moraes, entre outros benefícios, a iluminação elétrica, a rede de água e esgotos, sendo esta cidade uma das primeiras do Estado a ter esse melhoramento. Filhos:

4.1. Manoel Jacinto Vieira de Morais Filho, advogado, formado em 1905; casou-se em 1908 com Balbina Rocha; faleceu em 1918,deixando os filhos:

5.1. Carlos Vieira de Morais, médico formado em 1935, autor de vários trabalhos científicos especializados; casou-se com Frigia Frizi; faleceu aos 10.SET.1940. Filhos:

5.1. Carlos Augusto

5.2. Antônio Carlos.

5.3. Mariana, c.c Rafael de Barros Monteiro, juiz de direito da capital.

4.2. Rodrigo Vieira de Morais, farmacêutico, fazendeiro em Araraquara casado aos 29.SET.1909 com Tereza Miranda Rola; teve:

5.1. Rodrigo Vieira de Morais Filho, engenheiro civil formado pela universidade do Paraná; casado em 1943 com Maria Florentina Rodrigues de Paula, natural de Curitiba.

5.2. Ester Vieira de Morais, professora.

5.3. Lúcia, casada em 1936 com Alfredo Giglio; teve uma filha:

6.1. Maria Lúcia

5.4. José Manoel Vieira de Morais, formado em direito; foi promotor de Itaporanga, juiz de direito de Xiririca e São Pedro; casou-se em São Paulo com Mary Rebelo; teve um filho:

6.1. Egberto, nascido a 13.MAR.1943.

5.5. Terezinha, professora.

5.6. Manoel José Vieira de Morais, advogado.

5.7. Olga, professora.

4.3. Francisco Vieira de Morais, médico, foi c.c sua prima Helena de Morais Barros. 5.1. Francisco Vieira de Morais Barros, foi juiz em Tatuí.

5.2. Elisa de Morais Barros

4.4. Artur Vieira de Morais, farmaceutico, falecido aos 20.MAIO.1916; casado em 1912 com sua prima Leonor Franco de Andrade (v. adiante); teve:

5.1. Artur Vieira de Morais, foi advogado residente Pirassununga; casado em 1937 com Semiramis Leite do Amaral.

5.2. Leonor, professora, c.c Luiz Azevedo Fiusa; teve uma filha.

4.5. João Manoel Vieira de Morais, formado em direito em 1913, advogou em Pirassununga onde foi político, e presidente da câmara em diversas legislaturas; foi presidente do banco agrícola daquela cidade; casado em 1914 com sua prima Francisca Cintra Franco (v. adiante); teve os filhos:

5.1. Ivone

5.2. Ana Rita e

5.3. Afrânio

4.6. Izaura, professora, casada em 1911 com Inácio Ungaretti, negociante em Pirassununga e mais tarde estabelecido como atacadistaem São Paulo; ambos falecidos; filhos:

5.1. Gladis, c.c Rafael Mauro; teve:

6.1. Maria Alice e

6.2. Maria Lúcia

5.2. Inácio Ungaretti Júnior, farmaceutico, c. c.Edina de Andrade.

5.3. Mary, c. em 1940 com Adolfo Lindenberg Mendes da Rocha.

5.4. Carlos Alberto Ungaretti c. c. Drina Coelho.

5.5. Maria das Dores, c. c. Eladio Peres Gonzales.

5.6. Terezinha

4.7. Rita, profª, c. em 1916 com Sebastião Arantes, médico, teve:

5.1. Maria de Lourdes Arantes, c.cJ. Policiano Leite.

5.2. Carlos Carlos Raul Arantes, médico e

5.3. Terezinha Arantes, c. c. Rubens Ferraz.

4.8. Maria, professora, c.c José Lourenço, já falecido; teve:

5.1. Esteia, casada em 1940 com seu parente Caruzo Neto, poeta e jornalista, ex-lente da escola normal de Pirassununga, foi alto funcionário da secretaria da educação.

5.2. Noemia de Morais Lourenço

5.3. Antônio de Morais Lourenço.

4.9. Silvia, professora, c.c Raul Spinola Dias; teve:

5.1. Maria Silvia e

5.2. Maria Rita.

4.10. Benjamin Vieira de Morais, foi médico, casou-se em 1935 com Maria Lopes; teve:

5.1. José Roberto e

5.2. José Carlos.

3.2. Coronel Manoel Franco da Silveira n. aos 02.MAIO.1865 em Pirassununga onde faleceu em outubro de 1912; foi político de grande influência, tendo dirigido com inteligência e probidade os negócios públicos de sua terra natal. Transcrevemos abaixo o necrológio no “Jornal do Comércio” de 07.OUT.1912:

“[…] Exemplo de caráter, de civismo, de trabalho persistente, de iniciativa feliz, de esforço desinteressado, deixa ele um padrão de que bem se podem orgulhar não só os seus conterrâneos, como também todos os paulistas. Republicano histórico, seu espírito egualitario o tornou desde muito cedo, conhecido e respeitado em Pirassununga embora não se dedicasse à vida pública, pois que encaminhara a sua atividade para a agricultura […] em 1889 os seus amigos o foram buscar no retraimento em que vivia, e o impuseram ao sufrágio […] nas eleições de 7 de Janeiro de 1902 ele era posto […] presidente e intendente da Câmara Municipal. O que foi a sua administração, diz-se em duas palavras: foi reeleito. A cidade rejuvenecia sob a sua administração; as finanças desorganizadas, desfalcadas e desequilibradas normalizavam-se sob a sua acertada gestão, os melhoramentos na cidade apareciam dia a dia, e a sua tenacidade e vontade de ferro, levava até o fim todas as obras iniciadas. […] Aos seus esforços deve Pirassununga: a Santa Casa, o ajardinamento da cidade, a restauração da Matriz, e ainda a criação da Escola Normal. Abriu pois um sensível claro o desaparecimento do Cel. Manoel Franco da Silveira e é justo e explicável o sentimento a que nos associamos, que lavra na população de Pirassununga, que nele teve um dos mais desinteressados e valiosos benfeitores”. Foi c.c Rita Augusta de Melo, natural de Piracibaca, n. em 1866 e f. em 1944. Tiveram:

4.1. Pedro Franco da Silveira, coletor estadual de Pirassununga, c.c Maria Madalena da Conceição; teve:

5.1. Maria Esteia e

5.2. Marilda

4.2. Odilon Franco da Silveira, farmacêutico.

4.3. Maria José.

4.4. Alzira

4.5. Amador Franco da Silveira; farmaceutico, foi prefeito de Pirassununga e também gerente da caixa econômica local.

4.6. Ondina, c.c Adolfo Vasconcelos; teve:

5.1. Manoel Adolfo

3.3. Francisco da Silveira Franco, falecido em dezembro de 1896, com 28 anos, foi casado aos 23.MAIO.1892 com sua prima Ana Cintra (v. adiante); teve:

4.1. Francisca Cintra, casada em 1918 com seu primo João Vieira de Morais (ver desc.adiante).

4.2. Maria Sebastiana, c.c Irineu Almeida; teve:

5.1. Irineu

5.2. Sérgio

5.3. Flávio Henrique

5.4. Maria Angélica

4.3. Francisco Cintra de Lara Franco, formado em direito, foi escrivão de paz do distrito da Lapa; faleceu em junho de 1940; foi c.c Colimeria Pereira da Silva; sem desc.

3.4. Maria das Dores, c.c seu tio cel. Cristiano Franco de Andrade.

3.5. Maria, c.c Francisco Biliene em julho de 1911; teve:

4.1. Marta

4.2. Jurema, casado em junho de 1935 com Antônio Aguiar Souza; teve:

5.1. Antônio, nascido aos 23.MAR.1936 e

5.2. Carlos, nascido aos 05.FEV.1941.

4.3. Antônio

3.6. Ana, casada aos 07.OUT.1914 com Sérgio Bitencourt Silva, falecido em julho de 1944; teve:

4.1. Sérgio Bitencourt Franco, c. em 1939 com Marilia Figueiredo Simões.

4.2. Maria José Franco Bitencourt, professora, casada 1ª vez aos 15.JUN.1940 com Sebastião Cruvinel e 2ª vez em 1955 c.c. seu primo José (ver adiante).

3.7. Lucinda, religiosa sob o nome de Maria Virgínia, residiu em Jaú/SP.

3.8. Jaime da Silveira Franco; faleceu solteiro em 1905.

3.9. Clara da Silveira Franco, c.c Franklin de Oliveira; teve:

4.1. Franklin Franco de Oliveira, c.c Maria de Almeida.

4.2. Francisco Franco de Oliveira, c.c Elisa de Almeida.

3.10. Maria das Dores, casada. em 1917 com seu primo Waldomiro Cintra de Camargo (ver descendência retro).

3.11. Eliza Franco, professora, casada aos 01.FEV.1923 com Andrelino Vaz de Arruda; teve:

4.1. Maria Tereza e

4.2. Francisca Celina

3.12. Sebastião da Silveira Franco, casado em junho de 1925 com Nair de Paula; teve um filho:

4.1. Francisco Horacio Franco n. 1926 e c. 1955 c. s. Prima Madalena Silveira (v. retro).

2.8. Miguel da Silveira Franco n. em 1835, foi c.cPursina das Neves; não deixou descendência.

2.9. Capitão Fortunato de Araújo Cintra; foi casado em Atibaia com Ana Rosa do Amaral, fª de Zeferino Alves do Amaral e de Maria da Conceição (ver1.2., N° 01, cap. 5° do título Alves do Amaral); teve, naturais de Pirassununga:

3.1. Rita de Araújo Cintra, c.c seu primo João Franco de Camargo (v. retro).

3.2. Antonia da Conceição, c.c Albino Francisco da Silva, f. aos 19.MAR.1944 em São Paulo, com 79 anos; teve:

4.1. Sebastião

4.2. Ana

4.3. José c. c. sua prima Maria José Franco.

3.3. Madalena de Araújo Cintra, c.c seu primo João Batista Franco (v. retro) .

3.4. Josefa de Araújo Cintra, c.c João Domingues; teve:

4.1. Sebastião Domingues, jornalista e político em Pirassununga; foi deputado classista na câmara federal, no governo Getulio Vargas, como representante da lavoura de S.Paulo. Casado 1° vez aos 01.MAIO.1920 c Denoema de Souza Campos, f. em 1936; e 2ª vez em março de 1937 c Mirtes Lindolm de Oliveira; teve do 1° casamento:

5.1. Maria Aparecida e

5.2. Mauro. Do segundo casamento:

5.3. Antônio de Pádua

4.2. Alcides Domingues, c.c Ester de Muro.

2.10. Coronel Cristiano Franco de Andrade; último filho de Rita Maria da Silveira e segundo marido; foi fazendeiro e político oposicionista em Pirassununga; casou-se em julho de 1883 com sua sobrinha Maria das Dores, falecida em 18.SET.1933 com 67 anos de idade (v. retro); Faleceu em S. Paulo com 86 anos em novembro de 1941; teve:

3.1. Manoel Teodoro de Andrade.

3.2. Leonor, professora, c. em 26.AGO.1911 c seu primo Artur Vieira de Morais (v. retro).

3.3. Benedita, professora; faleceu solteira em Campinas.

3.4. Teodoro Franco de Andrade.

1.5. Helena Franco, batizada em Atibaia em 1796, aí se casou em 1809, com o professor de gramática latina, Inácio Ubaldino de Abreu, nascido em Parnaiba em 1782, e que se fixara em Atibaia; além de professor, Inácio Ubaldino foi também agente do correio, e em 1828 fez parte da câmara; logo depois de seu casamento residiu em Parnaiba, voltando para Atibaia em 1816; em 1830, mais ou menos, o casal mudou-se para Limeira, onde já estavam localizados grande número de atibaianos seus parentes; em 1842, Inácio Ubaldino era eleitor do colégio eleitoral de Limeira, conjuntamente com seus primos e concunhados alferes Joaquim Franco, Inácio de Loiola Cintra, João Franco de Camargo e outros; no recenseamento do ano de 1824, de Atibaia, figuram os seguintes filhos deste casal, naturais de Parnaíba: José com 15 anos, Antônio, com 14 anos; Emilia com 12 anos; e Verônica, com 11 anos; esta descendência não consta da Genealogia de Silva Leme, excetuando Antônio; talvez tenham falecido solteiros; pelo inventário deixou o casal os sete filhos:

2.1. Martinho Franco de Abreu, nascido em Atibaia e falecido em Araras em 10.SET.1896 (Inv. no 2.° Tab. de Araras). Foi casado em Limeira com sua prima Rita Maria, filha do (v. adiante ) no ano de 1870; tiveram a filha única:

3.1. Maria Helena, falecida em 1897; foi c.c Mateus Ferreira de Camargo, fazendeiro em Mogi-Mirim; teve:

4.1. José n. em 1890.

4.2. Mário n. em 1892.

4.3. Rita n. em 1894.

2.2. Juliana Franco de Abreu,nascida em Atibaia em 1824, casou-se em Limeira com seu primo Miguel da Silveira Franco; ver descendência retro.

2.3. Francisco Amancio de Abreu, falecido em Araras aos 12.JUN.1894; foi professor de primeiras letras; casou-se em 1867 com sua prima Rita Franco, filha de Lourenço Franco da Silveira “Lourencinho” (v. adiante) viveu em Itatiba e faleceu em avançada idade gozando de relativa lucidez. Deste casal descendem, todos naturais de Araras:

3.1. Edgard Franco de Abreu, casado, primeiro com Rafaela Marcicano, e 2ª vez com Maria Jacoveti; teve, do primeiro casamento:

4.1. Ema de Abreu, c.c seu primo Antônio Jacoveti; teve:

5.1. José

5.2. Ernesto

5.3. Miguel e

5.4. Adhemar. Do segundo casamento:

5.5. Regina Helena e

5.6. Jaime Abreu.

3.2. João Amancio de Abreu, falecido em Rio Claro; foi c. em Araras com Francisca Leite; teve:

4.1. Rita, c.c Atílio Stancati.

4.2. Sebastião Abreu, c.c Amélia de Luca; teve:

5.1. Sebastião e

5.2. Maria

4.3. Francisco de Abreu

3.3. Maria Helena; faleceu solteira, em Araras.

3.4. Ana de Abreu, falecida em Itatiba aos 14.MAIO.1942; foi casada, primeiro com Francisco Garcia Simões, e 2.a vez em 1912 com Manoel Rodrigues, teve, do primeiro casamento:

4.1. José Garcia Simões, c.c Maria Simões; teve um filho:

5.1. Sidney. Do segundo casamento:

4.2. Paulo Abreu, importante industrial com fábricas de tecidos em Itatiba e São Paulo e político. Fazendo um parêntese na sua vida dinâmica de industrial, filiou-se ao PTB. conquistando por significativa votação uma cadeira na câmara federal dos deputados, cujo mandato se findou em 1954. Também foi eleito senador federal suplente com grande votação. Casou-se em 1933 com Maria de Lourdes Sardinha; tem dois filhos:

5.1. Paulo Abreu Júnior e

5.2. Henri Abreu

3.5. Maria do Carmo, casada em junho de 1906 com Agenor de Godoi; residem em Itatiba; teve:

4.1. Lair de Godoi, c.c Pérsia de Camargo Pupo; teve dois filhos:

5.1. Tales e

5.2. Ana Rosa

4.2. Nair de Godoi, c.c Armando Nakayama.

4.3. Gê de Godoi, c.c Irma Rubo; teve um filho:

5.1. Carlos.

4.4. Francisco de Godoi Neto

4.5. Alvimar e

4.6. Maria José

2.4. Maria Franco de Abreu, com 4 anos em 1824, nasceu em Atibaia e faleceu solteira, em Araras.

2.5. Beatriz Franco de Abreu, nascida em Atibaia, foi casada em; Araras com Pedro Bueno de Godoi; teve:

3.1. Rita, c.c Antônio da Silva; teve:

4.1. João Leite da Silva, c.c sua prima Beatriz dos Santos Abreu (v. adiante).

3.2. Carlos, c.c Maria; residem em São Carlos; com desc.

3.3. João Leite de Abreu, casado, 1° com sua prima Matilde Cândida de Almeida (v. adiante), e segunda vez com Maria Claro Cunha; teve do primeiro casamento:

4.1. Carolina Leite, c.c seu primo Benedito Franco das Neves (v. retro).

4.2. Francisca Leite, c.c Narciso José de Abreu; teve um filho:

5.1. Pedro

4.3. Benedita Leite, c.c seu primo Cândido Leite (v adiante); teve:

5.1. Maria

5.2. Matilde

5.3. João Francisca e

5.4. Aparecida. Do segundo casamento:

4.4. Pedro Leite de Abreu, casado 1° com Maria Vitória Negrão e 2ª vez com Esteia de Paula; teve, só do 1.° casamento:

5.1. Jair

5.2. Zilda e

5.3. Ismael

4.5. Egidia, c.c Sebastião Arruda Nascimento; teve:

5.1. Catarina

5.2. João e

5.3. Antônio

3.4. Vitalina de Abreu, c.c José Antônio dos Santos; teve:

4.1. Beatriz, c.c seu primo João Leite da Silva (v. retro); teve:

5.1. Benedito

5.2. José e

5.3. Eufrosina

4.2. Hilária, casada 1° com Francisco Schneider e 2ª vez com Hermenegildo Alves; teve, do 1° casamento:

5.1. Lisa Idalina e

5.2. Antônio. Do segundo casamento

5.3. Moisés e

5.4. Davi

4.3. João dos Santos Abreu, c.c Maria Calores; teve:

5.1. Eugênio

5.2. Ondina

5.3. Maria

5.4. Artur e

5.5. José

4.4. Antônio dos Santos Abreu, c.c Maria Donato; teve:

5.1. José

5.2. Maria e

5.3. Olga

4.5. Clara, c.c Ricardo Lucato; teve:

5.1. lolanda

5.2. Vilma

5.3. Irene

5.4. Idalina

5.5. Enedina

5.6. Natalina

5.7. José

5.8. Otilia e

5.9. Nair

2.6. Antônio Manoel de Abreu,n. em Atibaia em 1810, casou em Limeira, 1ª vez com sua prima Francisca Franco (v. retro) e 2.a vez na mesma cidade com Maria Barbosa; do 1°, 9 filhos, e do segundo os 3 últimos filhos:

3.1. Joaquim Basilio de Abreu, com 22 anos em 1862, c.c Ana Cândida de Abreu; teve um filho:

4.1. Antônio

3.2. Antônio Crispim de Abreu, com 23 anos em 1862, foi fazendeiro, político e vereador em Araras em 1873; casou-se com sua prima Ana Miquelina, filha do barão de Arari (v. retro); teve:

4.1. Raul Lacerda Abreu, cirurgião dentista, c.c Diva Tavares, de família paranaense; teve:

5.1. Aríete, c.c Alfredo Marcondes Machado.

5.2. Raul de Lacerda Abreu Júnior

5.3. Ivete e

5.4. Arion

4.2. José de Lacerda Abreu, c.c Bela Rosa de Moura Albuquerque, de família nortista; teve:

5.1. Odete

5.2. Ornar

5.3. Antônio de Moura Abreu, c.em São Paulo c Diva Fligarí; teve:

6.1. Luiz Carlos

5.4. José de Lacerda Abreu Filho, c.c Rosa Vita; teve:

6.1. Calos

6.2. Celso

6.3. Getulio e

6.4. Paulo

5.5. Olavo de Moura Abreu, c.c Laura do Nascimento, teve:

6.1. Armando

5.6. Oswaldo Moura Abreu, engenheiro civil, c.c sua prima Elza Caiubí (v. retro).

5.7. Eugenia, c.c Paulo Donner.

5.8. Oscar Moura Abreu, médico; faleceu solteiro.

4.3. Juvenal de Lacerda Abreu, c.c Maria Brandão, residente no Rio de Janeiro; teve:

5.1. Juvenal Abreu

5.2. Elsa, c.c seu primo Ipólito de Abreu (v. adiante); residiram no Rio de Janeiro; teve três filhos:

6.1. Norma

6.2. Caio e

6.3. Carmen

5.3. Raul

5.4. Fernando Lacerda Abreu, casado em junho de 1943 com Jeanete Red Costa; residiram no Rio de Janeiro.

5.5. Silvio

5.6. Paulo Lacerda Abreu

4.4. João Clodomiro de Lacerda Abreu, c. c. Luiza Lopes:

5.1. João Clodomiro, engenheiro, c.c Noemia Browne; filhos:

6.1. João Clodomiro e

6.2. Roberto

5.2. Lúcia, c.c Luiz Gonzaga Mendes de Almeida, advogado; teve:

6.1. Maria Lúcia e

6.2. Luiz

5.3. João Lopes de Abreu, c.c Geni Porto; teve um filho:

5.4. Maria Izabel

5.5. Paulo Lopes de Abreu

5.6. Maria de Lourdes Abreu

4.5. Alzira e Lacerda, c.c Mário Tobias Figueira de Melo, promotor no RJ; sem desc.

4.6. Joaquim de Lacerda Abreu, c.c Laura Jaguaribe; com descendência.

3.3. José de Abreu Leite Franco, n. em 1843; foi casado, e teve um filho:

4.1. José, residente em Pirassununga.

4.2. Verônica

3.5. Lourenço Franco de Abreu, casado em Limeira com Messias Franco de Godoy; teve:

4.1. Joaquim Lourenço de Abreu, solteiro em 1939.

4.2. Francisca Carmelina de Abreu, solteira.

3.6. Major Inácio Ubaldino de Abreu, fazendeiro em Araras, onde desenvolveu grande atividade política; foi vereador em diversas legislaturas e um dos signatários do livro da redenção, criado pela câmara ararense em 1887, cujo fim era angariar fundos para a libertação de escravos; abolicionista convicto, um mês antes da libertação, em abril de 1888, pronunciou notável discurso na câmara declarando livre todos os escravos do município. Foi casado em Limeira, com sua prima Maria da Silveira Franco (v. retro); falecida em Limeira em 1938, com 89 anos; filhos:

4.1. Deoclésia, c.c Alfredo Paulo do Amaral, foram residentes no Paraná; tieveram:

5.1. Maria José

5.2. Zoraide e

5.3. Zenaide.

4.2. Vicente Franco de Abreu, foi fazendeiro em Araras; c.c Olívia Bueno; teve:

5.1. Maria José, c.c José Passos Maia, advogado; teve uma filha:

6.1. Maria Tereza

5.2. Vicentina, c.c Armando Rodrigues da Costa Setas; teveuma filha:

6.1. Maria de Lourdes

5.3. Francisco de Assis Franco de Abreu, foi funcionário da secretaria da agricultura, c.c Ercilia Moreira de Camargo; teve uma filha:

6.1. Dirce

5.4. Carme Olívia

5.5. Luiz Gonzaga Franco de Abreu

5.6. Maria de Lourdes

5.7. Carlos Ubaldino Franco de Abreu.

4.3. Maria, religiosa sob o nome de irmã Matilde.

4.4. Clara

4.5. Josina; faleceu solteira.

4.6. Juvenal Franco de Abreu, formado em direito; faleceu solteiro.

4.7. Francisco Franco de Abreu “Chicão”; formado em direito, foi suplente de vereador de São Paulo em 1932; c.c sua parente Maria de Lourdes Viana (v. retro). Teve:

5.1. José Carlos Franco de Abreu e

5.2. Maria Nazaré.

3.7. Ana Francisca Franco de Abreu, n. 1854, casou-se em Limeira com Luciano Esteves dos Santos; teve:

4.1. Antônio Esteves dos Santos Sobrinho; f. solteiro, em 1898, com 25 anos de idade.

4.2. Luciano Esteves dos Santos Júnior n. aos 08.JUL.1875 e f. aos 13.OUT.1922; foi um dos mais destacados filhos de Limeira. Iniciou seus estudos no colégio São Luiz, de Itu cursou depois a faculdade de direito de S. Paulo, bacharelando-se em 1896; depois de formado advogou em Limeira, militando com brilho no jornalismo local. Ocupou cargos de eleição popular, tendo sido operoso e inteligente vereador. Em 1910 foi nomeado promotor público de Sorocaba, sendo pouco depois removido para Ribeirão Preto; desta última cidade saiu nomeado juiz de direito de Avaré, em 1914. Em 1920 foi removido para Descalvado. Após o seu falecimento, que foi muito sentido, em sinal de veneração pelo seu grande filho, Limeira abriu uma subscrição popular à qual aderiram amigos e admiradores das comarcas onde judicara, para o fim de erigir-lhe uma herma em praça pública. A câmara municipal, acompanhando as justas homenagens do povo limeirense, deu a um logradouro público o nome de praça dr. Luciano Esteves dos Santos. Casou-se o dr. Luciano com Aurora de Barros, fª de Antônio Nunes dos Santos Monteiro e de Olímpia Leite de Barros (dos Paula Leite, de Itu). Teve:

5.1. Tarcilio de Barros Monteiro Santos

5.2. Marina, c.c Lázaro de Paula Campos.

5.3. Ralfo Elisio de Barros Monteiro Santos

5.4. Eglantina, c.c Everardo de Barros Ferreira; teve:

6.1. Guiomar, Aurora e

6.2. Antônio

5.5. Luciano de Barros Monteiro Santos, c.c Julieta Scaranari.

5.6. Helena, c.c Luiz Clemente dos Santos; teve:

6.1. Luiz e

6.2. Luciano

5.7. Plínio Augusto de Barros Monteiro Santos.

3.8. João Franco de Abreu, c. em Limeira com Balbina Gonçalves; teve dez filhos:

4.1.. Francisca, c.c Luiz de Carvalho Osório, sem desc.

4.2. Etelvina, foi c.c Antônio Bueno Monteiro. Teve:

5.1. Maria das Dores

5.2. João Otávio de Abreu, casado, sem desc.

5.3. Idati, c.c Pedro Pereira de Campos; teve:

6.1. João Gualberto

6.2. José Américo e

6.3. Antônio Carlos

4.3. Clara, c.c Antônio Emilio Cardoso, ex-tabelião de Araras; sem desc.

4.4. João Gonçalves de Abreu; faleceu solteiro.

4.5. Lídia, c.c Carlos Leister; teve:

5.1. João Batista,

5.2. Paulo Carlos,

5.3. Laura e

5.4. Cecília

4.6. Elisa; faleceu solteira

4.7. Antônio; faleceu solteiro.

4.8. Zozima, já falecida; foi c.c João Bueno Monteiro; s.desc.

4.9. Maria Rita. c.c João Alberto Carvalho; teve uma filha:

5.1. Auta

4.10. Manoel; faleceu solteiro.

3.9. Messias Franco de Abreu n. 1857, f. em 1905; foi fazendeiro em Sertãozinho, proprietário da fazenda Sta. Zulmira, c.c Elisa de Moura Bitencourt, falecida em Campinas em fevereiro de 1942; teve 9 filhos:

4.1. Zulmira

4.2. Zairo

4.3. Zoraide

4.4. Zozimo Bitencourt de Abreu, engenheiro, formado em 1918, casado em 1925 com Lilia Castro Prado; teve:

5.1. Maria Lilia

5.2. Maria Elisa e

53. Maria de Lourdes

4.5. Alcino Bitencourt de Abreu, médico formado em 1929, c.c Cinira de Almeida Prado, em 1933 (v. desc. do Ouvidor L. de Almeida Prado); teve:

5.1. Luiz Antônio e

5.2. Antônio Fábio

4.6. Arlinda, c.c Ipólito Pinto Ribeiro; teve:

5.1. Paulo

5.2. Fernando e

5.3. Maria Aparecida c.c Olinto De Luca, médico, ex-vereador por 5 legislaturas e ex-presidente da câmara de Limeira, escritor e poeta. Tiveram 3 filhos:

6.1. Márcio, ator e jornalista c.c Izilda Maria.

6.2. Renata, jornalista, atualmente repórter e apresentadora da TV Senac.

6.3. Roberto Ribeiro de Luca, historiador, advogado e delegado de polícia em Embu/SP. Teve:

7.1. Flávia

4.7. Albertina

4.8. Zalina

4.9. Alice

3.10. Bento Jorge de Abreu, c. em Araras com Ana Galdina; teve:

4.1. Francisca, c.c seu tio Antônio Franco de Abreu (v. adiante); teve:

5.1. Ipólito de Abreu, c.c sua prima Elsa, filha de Juvenal (v. retro).

5.2. Aureliano Franco de Abreu

4.2. Amélia; faleceu solteira

4.3. Eugenia, c.c Oscar Fernandes de Godoi; teve:

5.1. Maria,

5.2. José Guilherme

5.3. Hortência e

5.4. Zoraide

4.4. Antônio Franco de Abreu, casado, 1° com Lidia, e 2.a vez com Amélia; teve somente do primeiro casamento:

5.1. Patrocínio de Abreu e

5.2. Lazara

4.5. Benedito; faleceu solteiro.

4.6. Maria de Abreu, casada em Limeira com Policarpo Vendramini; teve:

5.1. Antônio Vendramini, c.c Gilberta Rogeti; teve:

6.1. Mirta

5.2. Francisca, c.c José Nicolau da Silva; teve:

6.1. Clélia

5.3. Regina, c.c Pedro Leite de Oliveira; teve:

6.1. Antônio

6.2. Lelia e

6.3. Orlando

5.4. Zoraide

5.5. Waldemar

5.6. Sebastião

5.7. Orlando

5.8. Petronilha

5.9. Vilma e

5.10. Orlando

5.11. Antônio Franco de Abreu, c.c sua sobrinha Francisca (v. retro).

5.12. Francisca de Abreu, c.c seu primo Paulino da Silveira Franco (v. adiante ).

2.7. Joaquim Claro de Abreu, nasceu em Atibaia em 1816; casou-se em Limeira com sua prima Rita de Cássia, viúva de seu tio Lourenço Franco da Silveira (v. retro); segunda vez casou-se Joaquim Claro com sua prima Umbelina Ferraz (v. retro), sem desc. desta última; teve,da primeira mulher os seguintes filhos:

3.1. Ana Severina de Abreu n. em 1849, c.c seu primo José Ferraz de Camargo (v. retro); teve:

4.1. Olegário de Abreu Ferraz, falecido em S. Paulo em dezembro de 1940; foi fazendeiro em Limeira; c.c Maria Augusta de Barros; teve:

5.1. Jení, c.c Herculano Alves de Lima; filhos

6.1. Iná

6.2. Carlos e

6.3. Antônio Ricardo

5.2. Manoel de Barros Ferraz, engenheiro agrônomo, c.c sua prima Leonor Ferraz Sampaio (v. adiante); teve:

6.1. Sônia

5.3. Fernando Barros Ferraz, engenheiro civil.

5.4. José de Barros Ferraz, engenheiro agrônomo.

5.5. Maria Aparecida

4.2. Elisa Ferraz, c.c Gastão de Souza Mesquita, falecido em julho de 1929. Gastão foi integro juiz de direito de Limeira; juiz criminal da capital; juiz da 3ª vara civil, e depois ministro do tribunal do estado até 1928. Quando em Limeira, chefiou o grupo de munícipes que conseguiu a libertação dos escravos antes da Lei Áurea; fez parte da junta governativa municipal por ocasião da Proclamação da República em 1889. Filhos deste casal:

5.1. Luiz Ferraz de Mesquita, engenheiro civil, formado em 1914. Em 1944 foi nomeado prefeito da cidade de Lucélia/SP. Casou-se em 1920 com Cecília Mendes; teve os filhos:

6.1. Luiz

6.2. Otávio

6.3. Manoel

6.4. Carlos

6.5. Eliza

6.6. Mário

6.7. Rubens

6.8. Ana Maria

6.9. Pedro

6.10. Marta e

6.11. Ruth, casada aos 26.ABR.1955 com Francisco Reinaldo de Arruda Camargo, engenheiro formado em 1952.

5.2. Nair, c.c Francisco Xavier Pais de Barros.

5.3. Gastão Ferraz de Mesquita, n. em Limeira em 1895, e formado pela escola Politécnica em 1919; casou-se em São Paulo em 1921, com Izaura de Morais Barros; teve quatro filhos:

6.1. Marina

6.2. Gastão

6.3. Cora e

6.4. Izaura

5.4. Raul Ferraz de Mesquita

5.5. Paulo Ferraz de Mesquita, engenheiro civil pela escola politécnica; foi catedrático da mesma escola; casou-se em 1934 com Zilá Barreto.

4.3. Cândida Ferraz, c.c Artur Sampaio; teve:

5.1. Otávio Ferraz Sampaio, eng°, c.c Eulália de Abreu Sampaio; teve:

6.1. Terezinha

5.2. Lauro Ferraz Sampaio, engenheiro, c.c sua prima Alzira Ferraz de Abreu (v. adiante); teve uma filha.

5.3. Mário Ferraz Sampaio, casado, residente em Campos/RJ.

5.4, Leonor, c.c seu primo, Manoel de Barros Ferraz (v. retro).

5.5. Oswaldo Ferraz Sampaio.

4.4. Silvino Ferraz, engenheiro formado em Paris, f. em 1903.

3.2. Cândida de Cássia Abreu n. em 1853, foi c.c Manoel Ferraz Camargo, falecido com 81 anos em janeiro de 1926, filho do cap. Manoel Ferraz de Camargo e de Leocádia da Rocha Ferraz; Manoel Ferraz foi adiantado fazendeiro em Limeira, onde exerceu cargos eletivos (SL 4/33); teve:

4.1. Alfredo Ferraz de Abreu, formado em direito em 1894; foi político de prestígio em Limeira em 1933, tendo sido vereador e prefeito de 1908 a 1910, c.c Horminda Mascarenhas; sem desc.

4.2. Alberto Ferraz de Abreu, formado em direito em 1895; barbaramente assassinado em Campinas, onde era conceituado tabelião; casou-se nessa cidade com Olímpia Pompeu; teve:

5.1. Nilo Ferraz de Abreu, tabelião em Campinas, c.c Araci Ferraz Sampaio; teve:

6.1. Edith

6.2. Zilda

6.3. Neli e

6.4. Inês

5.2. Alzira, c.c seu primo Lauro Ferraz Sampaio (v. retro).

4.3. Francisco Ferraz de Abreu, farmaceutico, c.em S. Paulo cErnestina Guimarães teve:

5.1. Hildebrando Ferraz de Abreu, c.c Eduardina.

5.2. Lilia Ferraz, falecida em 1940; foi c.c Manoel Ferreira.

5.3. Dalcina

5.4. Murilo Ferraz de Abreu; casado.

4.4. Delfino Ferraz de Camargo f. aos 08.NOV.1939; foi c.c Alzira Garraux; sem desc.

4.5. Joaquim Ferraz de Abreu; faleceu solteiro.

4.6. Manoel Ferraz de Camargo Júnior, formado em direito em 1908; pertenceu a magistratura do Estado; c.c Almehy Fleming; teve:

5.1. Iolanda

5.2. Newton Ferraz de Camargo

5.3. Marina, falecida aos 05.MAR.1940.

5.4. Ligia

5.5. Cícero Ferraz de Camargo

5.6. Manoel Ferraz de Camargo

3.3. Verônica, faleceu solteira.

3.4. Manoela, n. em 1855 foi c.c seu primo Antônio Joaquim Ferraz; teve:

4.1. Maria Avelina Ferraz de Abreu, solteira; foi residente em S. Paulo.

4.2. José Ferraz de Abreu; faleceu solteiro.

3.5. José Franco de Abreu

3.6. Cecília, falecida em 1883; foi c.c seu parente Estanislau Ferraz de Campos; sem desc.

1.6. José Lourenço da Silveira, batizado em Atibaia em 1799, c.c sua prima Matilde Franco de Camargo, filha do Alferes Joaquim Franco de Camargo (1.3.) e primeira mulher; foram moradores de Limeira, onde faleceram; tiveram:

2.1. Cândido Silveira Franco, que faleceu solteiro.

1.7. João da Silveira Franco, batizado em Atibaia em 1801, aí se casou em 1824 com Maria Tereza Cardoso, nascida em 1811, filha de José Bueno do Amaral e 2ª mulher Erigida Maria Cardoso; neta paterna de Rafael Cordeiro do Amaral e de Ana de Ribeira Cardoso; neta materna de Miguel Ribeiro Cardoso e de Maria Franco de Siqueira (SL 1/464); Maria Tereza Cardoso foi omitida por Silva Leme; não só ela como os outros filhos de José Bueno: João Batista do Amaral e Delfina Maria — talvez por serem os três últimos filhos; esta descendência de José Bueno, foi extraída do censo existente no Arquivo do Estado. Do casal João da Silveira Franco e Maria Tereza Cardoso, descendem os sete filhos:

2.1. Lourenço Franco da Silveira, também conhecido por Lourencinho; faleceu em Araras aos 13.FEV.1911; desenvolveu grande atividade política naquela cidade, tendo sido vereador em diversas legislaturas; foi c.c sua prima Ana de Cássia, falecida aos 09.OUT.1903 (v. retro), deste casal descendem os dois filhos:

3.1. Messias da Silveira Franco, industrial em Araras, c.c Ana Pires, natural de Pirassununga; Messias faleceu em 1903, com 48 anos; filhos:

4.1. Flora Silveira, casada 1° com João Garcia Simões, e 2ª vez com Tertuliano Leitão; teve do primeiro casamento:

5.1. Ana, c.c Francisco Braga; filhos:

6.1. Ariano

6.2. Marta

6.3. Nair

6.4. Eliza

6.5. Elza

6.6. Ararí

6.7. Áurea

6.8. João

6.9. Tereza,

6.10. Neide e

6.11. Aldevar

5.2. Virgilina, c.c João Schefer de Oliveira; teve três filhos:

6.1. Elza, c.c Edmur Faro.

6.2. lolanda e

6.3. Nelson

5.3. Otávio Garcia Simões, cirurgião dentista formado em 1924; c.c sua prima Clara Cunha (v.adiante); teve duas filhas:

6.1. Iara e

6.2. Vilma

5.4. João Garcia Simões, c.c Izaura Simões; teve:

6.1. Mirtes

6.2. Marta e

6.3. João Otávio

5.4. Zulmira, c.c seu primo José Garcia Simões; filhos:

6.1. Neide

6.2. Nilza e

6.3. Nadir

5.6. Aparecida, foi c.c Sérgio Negrão, farmacêutico. Teve:

6.1. Renato

6.2. Flora e

6.3. Eunice

5.7. Tereza, c.c Lauro Viana.

5.8. Silvio Garcia Simões, c. c. Noemia Simões; teve uma filha:

6.1. Shirley. Do segundo casamento:

5.9. Teutly Soares Leitão, c.c Maria; sem desc.

5.10. Rute, c.c Napoleão Coraça; teve:

6.1. Risomar e

6.2. Rudmar

5.11. Dorací

4.2. Olímpia Silveira, c. em Descalvado com seu primo Henrique Claro Cunha (v. adiante).

4.3. Maria Silveira, c. em Araras com Antônio Leitão; teve:

5.1. Antônio Leitão, residente em Rio Claro, c.c Leontina; teve uma filha.

5.2. Benedita Leitão

5.3. Flora

5.4. Ana

5.5. João Leitão

5.6. Agenor e

5.7. Paulo

3.2. Rita da Silveira Franco, c.c seu primo Francisco Amâncio de Abreu (v. retro).

2.2. Jacinto José de Araújo Cintra n. aos 13.ABR.1832 em Atibaiae e f. em São Carlos em junho de 1910. Ainda moço acompanhou seus pais, que mudaram-se de Atibaia para o próspero município de Limeira, onde desenvolveu invulgar atividade; casou-se nessa cidade mais ou menos em 1855 com sua parente Maria Angélica da Silveira Leite, fª de Antônio José de Almeida e de Ana da Silveira Leite. Em 1874, apesar de residir em Limeira, onde foi vereador, tinha já iniciado grandes culturas de café e cana no município de São Carlos, datando dessa época a fundação da sua importante Fazenda Monte Alegre, no atual distrito de Água Vermelha. Mudando-se definitivamente para São Carlos, tornou-se logo, pelo seu trato afável e proverbial honradez, um dos mais destacados elementos sociais daquela cidade; além da fazenda Monte Alegre, possuiu, ainda outra nos municípios limítrofes, e com o correr dos anos tornou-se importante capitalista. Ao tempo da monarquia, militou no partido conservador; depois da proclamação da República emprestou seu prestígio ao partido republicano daquela cidade.Tiveram:

3.1. José de Araújo Cintra, fazendeiro em São Carlos, onde ocupou cargos de eleição popular; casado com Ana de Almeida Matos; filhos:

4.1. Cândida, c.c Antônio de Almeida Leite “Totó Dionisio”, filho de Maria Balbina Pacheco e de Dionisio Francisco Leite, este filho do capitão Antônio de Padua Leite, este filho de Amaro Leite de Moraes, que juntamente com seu irmão, cap. João Leite de Moraes, podem ser considerados, os troncos de todas as antigas famílias com o sobrenome Leite de Atibaia (ver família Araújo na introdução destetítulo), SL2/520; teve:

5.1. Otávio Cintra Leite, c.c Madalena Noschese; teve dois filhos:

6.1. Rafael e

6.2. Lilia

5.2. Maria Amélia, c.c seu parente Deodato Ferreira Leite; filhos:

6.1. Renato

6.2. Rubens e

6.3. Luciano

5.3. Horácio Cintra Leite, c.c Maria Helen; teve 1 filho:

6.1. Davi

5.4. Mário Cintra Leite, capitalista, c.c Suzana de Campos; sem descendência.

5.5. Raul Cintra Leite, capitalista, c.c Maria Antonieta Mesquita Barros; filhos:

6.1. Maria Esteia e

6.2. Vera

5.6. Linda, c.c Sílvio de Campos Filho, advogado; filhos:

6.1. Cecília

6.2. Mirian e

6.3. Sílvio

5.7. Paulo Cintra Leite, falecido com 26 anos em 1940, num acidente de avião, do qual era 2° piloto; era formado pela escola Politécnica e 2° tenente da reserva naval aérea.

5.8. Odete c.c seu primo Reinaldo Cintra (v. adiante).

5.9. Odila, c.c Raul de Campos Sales; filhos:

6.1. Paulo e

6.2. Lígia

4.2. Leonidia, c.c Hermenegildo Vitor Batista; teve:

5.1. Maria, c.c João Pereira.

5.2. Marina

5.3. José Batista, casado.

5.4. Ondina

4.3. Joaquim Cintra Sobrinho, fazendeiro em Ourinhos, c.c Ernestina Gonçalves; teve:

5.1. Ana Flora e

5.2. José

4.4. Vicentina, c.c Bento Queiroz Porto; sem desc.

4.5. Izabel, c.c João Arruda Barros; filhos:

5.1. Orlando e

5.2. Fernando

4.6. Clarice, c.c Aarão Barcelos; filho:

5.1. Geraldo

4.7. José de Araújo Cintra Júnior, c.c Olga Botelho; teve:

5.1. Maria Aparecida

3.2. Coronel Joaquim de Araújo Cintra, capitalista e fazendeiro em São Carlos, e ex-comissário em Santos; faleceu em São Paulo com 82 anos aos 27.JUL.1944; foi c.c Etelvina de Almeida; filhos:

4.1. Alberto Cintra, fazendeiro no Paraná, capitalista e político na capital; foi deputado estadual, cujo mandato se findou em 1930; está c.c Lúcia Barbosa; filhos:

5.1. Alberto Cintra Filho, casado em 1941 com Antonieta Penteado Prado.

5.2. Maria Cecília, casada aos 21.JAN.1942 com José Antônio de Carvalho, advogado no foro da capital.

5.3. Dora c. aos 14.DEZ.1941 c. Plínio Cavalcanti de Albuquerque, deputado federal, secretário da segurança pública em 1954, e político de destaque em S. Paulo.

5.4. Marina c.c Osmar Cavalcanti de Albuquerque advogado e ex-presidente da Comissão Estadual de Abastecimento e Preços.

5.5. Lúcia casada em novembro de 1944 com João Lara de Souza Meireles.

4.2. Maria Augusta c.c Otávio Faria, teve os filhos:

5.1. Murilo

5.2. Lida

5.3. Diná

5.4. Helena

5.5. Neli e

5.6. Nair c.c Paulo Monteiro de Barros.

4.3. Joaquim de Araújo Cintra Júnior, formado em direito.

4.4. João de Araújo Cintra, formado em direito, c.c Santa Guimarães; sem desc.

4.5. Reinaldo Cintra, médico, c.c sua prima Odete (v. retro s. desc.).

3.3. Antônio de Araújo Cintra, casado, 1° com Cândida Leite (neta do alferes Joaquim Franco de Camargo (v. retro) e 1.a mulher), e 2ª vez com Eponina Leite; sem desc. (SL 2/271).

3.4. Maria Cintra da Silveira, c.c Francisco Antônio de Paula; teve:

4.1. Alice, c.c Francisco Pereira de Carvalho; sem desc.

4.2. Jacinto Cintra de Paula, c.c Maria de Lourdes Simões; teve:

5.1. Eurípedes

5.2. Maria de Lourdes, casada.

5.3. Diná, c.c Geraldo Pereira de Barros.

5.4. Jacinto

4.3. Elvira, c.c Marcilio Penteado; teve:

5.1. Evaldo

5.2. Célia e

5.3. Alice

4.4. Lucinda, c.c Alfredo Ferreira dos Santos Jr. teve:

5.1. Lígia

4.5. Francisco Cintra de Paula

4.6. Ernestina, c.c Luiz Lara Fonseca; teve:

5.1. Ernesto

5.2. Helena

5.3. Luiza e

5.4. Josefina

4.7. Carlos Cintra de Paula, c.c Clotilde Silva; teve:

5.1. Loto

5.2. Lirio e

5.3. Lilás

4.8. Joaquim Cintra de Paula, c.c Maria da Penha Galhardo; teve:

5.1. Maria

3.5. Ana Cintra, c.c seu primo Francisco da Silveira Franco (v. retro).

3.6. Francisca, c em São Carlos cCristiano Altenfelder Silva, juiz de direito; teve:

4.1. Carlos; faleceu solteiro.

4.2. Pedro Cintra Silva, fazendeiro em São Carlos; c.c Jandira Corrêa; teve:

5.1. Maria Alice e

5.2. Maria de Lourdes.

4.3. Francisca, c.c José da Costa Neto; teve:

5.1. Maria Aparecida

4.4. Paulo Cintra Silva, c.c Letícia Corrêa; teve:

5.1. Terezinha

4.5. Cristiano Altenfelder Silva, formado em direito; fez parte do governo Armando Sales, tendo ocupado a secretaria dajustiça e da educação; membro proeminente do extinto partido constitucionalista. Casou-se com Antonieta Sampaio Vidal; sem desc.

4.6. Maria Alice

4.7. Lucila

4.8. João Altenfelder Silva, c.c Tereza Lara Fonseca; teve:

5.1. Josefina

5.2. Luiz Cristiano e

5.3. Maria Aparecida

2.3. Pedro da Silveira Franco n. em Atibaia e f. em Brotas em 1912; foi abastado fazendeiro em Torrinha e Brotas, onde militou na política, c.c Maria da Silveira Leite, natural de Piracicaba, fª de Elias da Silveira Leite. Teve:

3.1. Balbina da Silveira, falecida em julho de 1943, c.c Antônio Garcia Simões, ex-fazendeiro em Brotas, falecido em São Paulo em agosto de 1941, com 82 anos de idade; filhos:

4.1. José da Silveira Simões, c. em abril de 1943, c. Maria Eudoxia; teve:

5.1. Moacir Silveira Simões, c. em 1928 com Eliria Pinto Carvalho.

5.2. José da Silveira Simões Filho

5.3. Nelson da Silveira Simões, foi comerciante, c em 1927, com Zelinda Duo.

5.4. Dirce, c.c Ildefonso Pinto; sem desc.

5.5. Silvia

5.6. Eudoxia, c.c Pedro Julian Júnior; teve:

6.1. Ilca e

6.2. Pedro José

4.2. Maria da Silveira Simões, f. em 1921, c. em Brotas com seu primo Artur Simões; teve:

5.1. Áurea

5.2. Tereza, c.c Carlos.

5.3. Odete, c.c Felicio Balestrero; teve:

6.1. Ailton e

6.2. Leila

5.4. Milton

5.5. Antônio

5.6. Edite

5.7. Mirtes

4.3. Hortência da Silveira Simões, c.c Aníbal Pais de Barros; teve:

5.1. Lucila, c.c seu primo, Afonso Pais de Barros; teve:

6.1. Lucila

5.2. Beatriz, c.c João Batista do Amaral; teve:

6.1. Beatriz

6.2. João

5.3. Rafael Pais de Barros, c.c Brasilia Ribeiro; c.desc.

5.4. Maria, c.c Eduardo Hadler, falecido em 1942.

5.5. Raul, faleceu solteiro.

4.4. Herminia Simões, casada 1° com seu primo Domingos da Silveira Simões, e 2a vez com seu primo Júlio da Silveira Simões, falecido em novembro de 1941 com 57 anos de idade; teve só do 2° matrimônio:

5.1. Sebastião; faleceu solteiro.

5.2. Maria Aparecida

4.5. Hermelinda Silveira Simões, c.c Atilano de Oliveira Matos; foram residentes em Lins. 5.1. Maria, c.c Oswaldo Carvalho.

5.2. Hortência

5.3. Nair, c.c Antônio de Oliveira Santos; residem em Ibitinga; teve:

6.1. Atilano e

6.2. Benedita Nicia

5.4. Altair, c.c Heloísa Magalhães.

5.5. Edite, e

5.6. Rute e

5.7. Waldemar

4.6. João da Silveira Simões f. em 1924; foi casado 1° com Idalina Xavier e 2a vez com Maria Menegrin; teve do primeiro casamento:

5.1. Laércio. Do segundo:

5.2. Hélio

4.7. Antonieta Silveira Simões, c.c Antônio de Campos Camargo, 1° tabelião de Descalvado.

5.1. Alina

5.2. Maria Antonieta, c.c José Gabriel Elias.

5.3. Mercedes

5.4. Dulce Tereza, c.c Paulo Lordello

5.5. José Manoel

5.6. Antônio Lafaiete

5.7. Dirceu

5.8. Regina e

5.9. Maria da Glória

4.8. Pedro da Silveira Simões, c.c Ana Prado Pacheco; foram residentes em lepê; tiveram:

5.1. Anita, c.c Alcides Duo; teve:

6.1. Teresinha e

6.2. Alcides

5.2. Salete

5.3. Terezinha

4.9. Raul da Silveira Simões, eng°, c.c Olga Ekman; teve:

5.1. Ilda

5.2. Antônio Carlos

5.3. Raul e

5.4. Roberto

3.2. Maria da Silveira Franco f. em São Paulo, aos 12.JUL.1943; foi casada, 1° com o cel. Sebastião de Camargo; 2a vez com Mateus da Silva Chaves; sem desc.

3.3. Antônio da Silveira Franco, abastado fazendeiro e capitalista em Brotas, onde ocupou diversos cargos de eleição popular, tendo sido prefeito durante muitos anos; casou-se em fevereiro de 1897 com Matilde Simões; residem em São Paulo; sem descendentes.

3.4. João da Silveira Franco, importante fazendeiro e capitalista, casado em Jaú em 1905 com Maria de Almeida Prado; faleceu c. 68 anos em 1954.

3.5. Alina da Silveira Franco, casada em Brotas com seu primo José da Silveira Campos; teve:

4.1. Maria, c.c José Luiz da Silva Chaves; filhos:

5.1. José Luiz e

5.2. Maria Antonieta

4.2. Marina, c.c Luiz Penteado Machado; teve uma filha.

4.3. Maura

2.4. Luiz da Silveira Franco, já falecido, casou-se em Araras com sua prima Sabina da Silveira Franco (v. adiante), falecida em 1936 em Araras; filhos:

3.1. Rosaria, falecida em 1931; foi casada em Araras com Sebastião Cordeiro do Amaral, filhos:

4.1. Messias Franco do Amaral, c.c Maria Ramalho; teve:

5.1. José Franco do Amaral e

5.2. Eurico Franco do Amaral

4.2. Sebastiana, casada em Araras.

4.3. Luiz Franco Amaral

3.2. Julia, foi c.c José Antônio dos Santos.

3.3. Ana, c.c Glicério Ricardo da Cruz; teve:

4.1. Durvalino

3.4. Sabino da Silveira Franco, foi residente em Limeira, c.c Deolinda de Araújo Cintra; filhos:

4.1. Felisberto da Silveira Franco, c.c Ana Ferraz; teve:

5.1. Nelson

5.2. Drausio

5.3. Darci

5.4. Teresinha e

5.5. Antônio Carlos

4.2. Isaura, c.c Vicente Cúria; residem em São Paulo; teve:

5.1. Luiza

5.2. Antônio e

5.3. Roberto

4.3. Luiz da Silveira Franco, foi residente em Marilia/SP.

2.5. Bárbara Franco, c. em Limeira com Manoel Bueno do Amaral; teve:

3.1. Jacinto Franco do Amaral

3.2. Ana

3.3. Virginia e

3.4. João

2.6. Rita Franco, c. em Pirassununga com o professor Cândido Aires de Almeida; filhos:

3.1. Escolástica de Almeida, c.c Sebastião Leite; teve:

4.1. Cândido Leite, c.c sua prima Benedita, v. desc. retro.

4.2. Hernandes Leite

4.3. Sebastião Leite

4.4. Rita Leite

3.2. Matilde, c.cseu primo João Leite de Abreu (v. retro).

3.3. Carolina, c.c João Henrique Cunha, de origem mineira, ambos falecidos; residiram em Descalvado de onde são naturais os seguintes filhos:

4.1. Justino Cunha, c.c Maria Mendes, sem descendência.

4.2. Henrique Claro Cunha, c.c sua prima Olímpia Silveira (v. retro); filhos:

5.1. Paulo Claro Cunha, dentista formado em 1924, c.c Araci Cruz; teve:

6.1. Lourdes e

6.2. Valter

5.2. Carlos Claro Cunha, formado em 1924, c.c Grací Simões; teve:

6.1. Vera

5.3. Henrique Claro Cunha, formado em 1926, c.c a profª Anita Galardi; teve:

6.1. Leda e

6.2. Lea

5.4. Oscar Claro Cunha, cirurgião dentista formado em 1931; foi tambémjuiz de paz; c.c Anísia Rossi.

5.5. Silvio Claro Cunha

5.6. Clara Cunha Silveira, c.c seu primo Otávio Garcia Simões, v. desc. retro.

5.7. Oscarlina, c.c Artur Pecioli; teve:

6.1. Dirce e

6.2. Delma

5.8. Maria de Lourdes, c.c Nelson Jordão; teve:

6.1. Nelson

5.9. Silvia, c.c Raimundo Celestino.

4.3. Cândido Aires Cunha, c. em Descalvado com Antonia Mercedes; teve:

5.1. João Cunha, c.c Olga de Almeida; s/desc.

5.2. Benedito Aires Cunha

5.3. Gilberto Aires Cunha

5.4. Carolina, c.c Mateus Bueno Corrêa; teve:

6.1. Terezinha

5.5. Áurea

5.6. Elza

5.7. Wanda

5.8. Dalva e

5.9. Maria Amélia, c.c Salvador Cristofaro; teve:

6.1. Jaime

2.7. Maria Franco, casada em Limeira com Francisco Xavier de Lima; teve:

3.1. José Louzada

3.2. João

3.3. Pedro e

3.4. Maria, c.c João Pires.

1.8. Gertrudes Francisca Cardoso n. 1803 em Atibaia e aí se casou em 1820 com seu primo João Franco de Camargo (emancipado com 22 anos em 1811 em Atibaia pelo seu pai cap. Inácio Franco de Camargo), irmão, portanto, do alferes Joaquim Franco de Camargo — ver retro; Em 1836 João Franco já era fazendeiro em Limeira. Teve uma única filha:

2.1. Matilde Franco, que se casou em Limeira com seu primo José da Silveira Franco (v. descend. retro).

1.9. Delfina Franco de Morais falecida em Limeira em 1847, foi batizada em Atibaia em 1804 e aí se casou em 1819 com seu primo Inácio Loiola Cintra, nascido em Atibaia em 1799, filho de outro de igual nome e de Ana Francisca Cardoso (SL 2/518) neto paterno do Capitão Francisco Lourenço Cintra e de Helena de Morais (ver família Araújo na introdução deste título); neto materno do 2° capitão-mor Francisco da Silveira Franco e de Maria Cardoso de Oliveira. Filhos:

2.1. Benedita Franco de Morais, com 17 anos de idade em 1847, faleceu em Limeira em 1917; foi casada com seu primo Candido da Silveira Franco, falecido em 1899 (v. adiante); deixaram os filhos, todos naturais de Limeira:

3.1. José Cândido da Silveira Cintra, c.c Ana Maria de Lima; filhos:

4.1. Joaquim da Silveira Cintra, c.c sua prima Vitalina Cintra (v. adiante); teve:

5.1. Eduardo da Silveira Cintra, c.c Encarnação.

5.2. Firmino da Silveira Cintra, c.c Miguela.

5.3. Clara Cintra, c.c seu primo Joaquim de Abreu (v. adiante).

5.4. Francisca, c.c seu primo José da Silveira Abreu (v. adiante).

5.5. Maria Cintra, c.c seu primo José da Silveira Franco (v. adiante).

5.6. Adelaide, c. c. seu primo Benedito (v. adiante).

5.7. Benedita Cintra

4.2. Francisco da S. Cintra, foi c.c sua prima Cândida da Silveira Cintra (v. adiante); teve:

5.1. Benedito da S. Cintra, c.c sua prima Elvira da Silveira Franco (v. adiante).

5.2. José Silveira Cintra, c.c sua prima Clara Silveira Abreu (v. adiante).

5.3. Joaquim Silveira Cintra, c.c sua prima Ana Silveira Cintra.

5.4. Sebastiana c. c. José Antônio.

5.5. Euzebio Silveira Cintra.

4.3. Clara Silveira Cintra, c.c Joaquim Soares, teve:

5.1. Ezequiel Soares, casado 1° com Carmela Bagnoli e 2a vez com Eunice Silva.

5.2. João Soares

5.3. Cesário Soares, c.c Sebastiana Pereira.

5.4. Júlio Soares, c.c Maria Schimidt.

5.5. Mário Soares

5.6. Luiza Soares, c.c seu primo Antônio da Silveira Abreu (v. adiante).

5.7. Francisca, c.c João Fernandes.

5.8. Alzira, c.c seu primo José da Silveira Abreu (v. adiante).

5.9. Sebastiana, c.c João Schimidt.

5.10. Augusta, c.c José dos Santos.

5.11. Matilde, c.c Justino Várzea.

4.4. Benedita Cintra, c.c seu tio Bernardo da Silveira Franco (v. adiante); teve:

5.1. José da Silveira Franco, c.c sua prima Maria da Silveira Cintra (v. retro).

5.2. Elvira, c.c seu primo Benedito Silveira Cintra (v. retro).

4.5. Francisca Silveira Cintra, foi c.c Paulino Várzea; filhos:

5.1. Justino

5.2. Ana

5.3. Lázara e

5.4. Iolanda

4.6. João Silveira Cintra, c.c sua prima Eugenia da Silveira Abreu (v. adiante); teve:

5.1. Santo da Silveira Cintra, c. c. sua prima Francisca Abreu (v. adiante).

5.2. Ana Silveira Cintra, c.c seu primo Joaquim Silveira (v. retro).

5.3. José Silveira Cintra

5.4. Ciro

5.5. Ercilia e

5.6. Gení

4.7. Matilde Silveira Cintra, c.c Rafael Fernandes Costa, negociante em Limeira; teve:

5.1. Ana, c.c Mário Vinhas; teve os filhos:

6.1. Vera

6.2. Vanda e

6.3. Luiz Gonzaga

5.2. José Fernandes Sobrinho, faleceu solteiro.

5.3. Dolores, c.c Augusto Franco Guimarães; teve:

6.1. Selma

6.2. Rafael e

6.3. Hermirenia

5.4. Custódio Fernandes, c.c Herminia Batista, teve:

6.1. Otávio

6.2. Ipólito

6.3. Joaquim

6.4. Ivan e

6.5. Jairo

3.2. Francisco Silveira Cintra, c.c Maria Franco; teve:

4.1. Vitalina, c.c seu primo Joaquim Cintra (v. desc. retro)

4.2. Cândida, c.c seu primo Francisco da Silveira Cintra (v. retro).

4.3. Olímpia, c.c Benedito Girino.

4.4. Elisa, c.c Pedro Machado.

4.5. Bento da Silveira Cintra, c.c Ana Pereira.

4.6. João da Silveira Cintra, c.c Francisca.

3.3. Paulino da Silveira Franco, falecido em Limeira em 1938; foi c.c sua prima Francisca Franco de Abreu (v. retro); teve:

4.1. Cândido Paulino da Silveira, nascido em 1887; c.c sua prima Cândida Cintra, filha de José Silveira Cintra; teve:

5.1. Benedito Silveira Cintra, c.c sua prima Adelaide Cintra (v. retro).

5.2. José de Abreu, c. c. sua prima Francisca Cintra (v. retro).

5.3. Paulino

5.4. Cecília

5.5. Dario

5.6. Pedro e

5.7. Maria

4.2. Antônio da Silveira Abreu, c.c sua prima Luiza Soares (v.retro); teve:

5.1. Francisca Abreu, c.c seu primo Santos Silveira Cintra (v. retro).

5.2. Clara Abreu, c.c seu primo José Silveira Cintra (v. retro).

5.3. Alfredo

5.4. Laura

4.3. Eugenia Silveira Abreu, c.c seu primo João Silveiras Cintra, (v. Retro).

4.4. Maria Silveira Abreu, c.c Benedito Jacinto Pais; teve:

5.1. Larentino

5.2. Laudelino

5.3. Laurindo e

5.4. Luiz

4.5. José da Silveira Abreu, c.c sua prima Alzira Soares (v. retro).

4.6. Joaquim da Silveira Abreu, c.c sua prima Clara Cintra (v. retro).

4.7. Matilde Silveira Abreu, foi c.c João Miranda Gonçalves, residente em Loreto; teve:

5.1. Nair e

5.2. José

3.4. Bernardo da Silveira Franco, c.c sua sobrinha Benedita Cintra (v. descendência retro).

3.5. Delfina, c.c Francisco Xavier da Cunha Prado, natural de Bragança e f.em Limeira. Teve:

4.1. Amélia Silveira Franco, c.c Primitivo Antônio de Oliveira; teve:

5.1. Candelária

5.2. Salvador

5.3. Dulcindo

5.4. Caetano

5.5. João Francisco

5.6. Laurindo

5.7. Sebastiana e

5.8. Ana

4.2. Maria Silveira Franco, c.c Flaminio Fonseca; teve:

5.1. Ermantino

5.2. Francisco

5.3. Flaminio

5.4. Laurentino

5.5. Valdomiro

5.6. Brasilio

5.7. Agenor

5.8. Luiz

5.9. Daniel

5.10. Cinira

5.11. Ana

5.12. Ermantina

5.13. Nair e

5.14. Alcides

4.3. Cândido da Silveira Prado, c.c Elisa; teve:

5.1. Ercilia

5.2. Ermínia

5.3. Valdomira

5.4. Ari

5.5. Oswaldo

5.6. Sebastião

5.7. Cândido e

5.8. Maria

4.4. Leopoldina, c.c Sebastião Pereira; teve:

5.1. José

5.2. Joaquim

5.3. Luiz

5.4. Sebastião

5.5. Maria

5.6. Francisca

5.7. Sebastiana

5.8. Benedita e

5.9. Rita

4.5. Laurinda, c.c Sebastião M. de Oliveira; teve:

5.1. Benedito

5.2. Francisco

5.3. Lázaro

5.4. Delfina e

5.5. Leontina

4.6. Astrogilda, c.c Egidio Manoel de Oliveira, falecido em 1921; Teve:

5.1. Franciscia, c.c José da Siqueira; teve uma filha:

6.1. Ercilia

5.2. Ana, c.c Macario Mesquita; teve:

6.1. Romeu

6.2. Vilma e

6.3. Renato

5.3. Elidia, c.c Joaquim Ferreira Neves.

5.4. Miguel Oliveira

4.7. Galiana, c.c Fernando Guedes; teve:

5.1. Virgínia,

5.2. Carmelita

5.3. Antonia

5.4. Ana

5.5. José

5.6. João

5.7. Izaura

5.8. Maria

5.9. Cinira e

5.10. Nair

4.8. Antonia, foi c.c Inocêncio Martiniano de Oliveira; Teve:

5.1. Maria

5.2. Paulina e

5.3. Julia

4.9. José Silveira Prado, f. em 1938; foi c.c Paulina Pompeu; Teve:

5.1. João Otávio

5.2. Ercílio

5.3. Palmira e

5.4. Ida

3.6. Inácio de Loiola Cintra, último filho de Benedita Franco de Morais; foi c.c sua prima Brasilia Silveira Cintra (v. retro); sem descendência.

1.10. Maria do Carmo Silveira n. em Atibaia em 1807, aí se casou em 1824 com seu primo Antônio da Silveira Franco, filho do capitão Crispim da Silva Franco e 3.a mulher Maria Gertrudes Franco (SL 2/285 e nota no início do título Alves do Amaral); foram moradores em Limeira, onde nasceram os seguintes filhos:

2.1. Cândido da Silveira Franco, casou-se em Limeira com sua prima Benedita Franco de Morais (ver descendência retro).

2.2. Floriano de Araújo Cintra, c.c sua prima Ana da Silveira Franco (ver descendência adiante).

1.11. Francisco Antônio da Silveira, nascido em 1809, casou-se em Atibaia com sua parente Maria das Dores Franco; foram moradores de Itatiba, em 1835 residiam em Limeira onde possuíam fazenda; filhos:

2.1. Ana da Silveira Franco, casou-se em Limeira com seu primo Floriano de Araújo Cintra; (v. retro); residiram algum tempo em Brotas, voltando depois para Limeira; tiveram os filhos:

3.1. Brasília da Silveira Cintra, c.c seu primo Inácio de Loiola Cintra (v. retro); sem desc.

3.2. Maria Idália, c. c. seu parente João Ambrosine da Silveira; sem desc.

3.3. Inácio de Loiola Cintra, lavrador em Iracemópolis, Limeira, e casado 1° com Ana Bueno, e 2.a vez com Joana Maria de Jesus; teve, só do 1.° casamento:

4.1. Benedita Cintra, c.c Etore Chinelato; teve:

5.1. Maria Aparecida

5.2. Rubens

5.3. Ruth

5.4. Leony e

5.5. Leonel

3.4. Floriano, faleceu solteiro em 1896.

3.5. Ana

3.6. Francisco Antônio da Silveira, c.c Maria de Matos; residiram em Bragança; tiveram:

4.1. Ana Franco, c.c Joaquim Cristovam da Silva.

4.2. Adelaide, c.c Emetério Grota; com desc.

4.3. Adélia c.c Francisco Bernardes; com descendência.

4.4. Adalgisa

4.5. Eugênio

4.6. Adair

4.7. Zeneida

4.8. João e

4.9. Jaime

3.7. Cândida da Silveira Franco, casada 1ª com João Batista de Oliveira César e 2ª vez com Antônio Dezidério Nascimento; teve, do primeiro casamento:

4.1. Maurício César, c.c Colomba Cavenaghi; teve:

5.1. Carolina César, c.c Primo Geraldini; teve1 filho:

6.1. Maurício

5.2. Jurandir César e

5.3. Adjair César

4.2. Firmino César, c.c Castorina Cândida Nogueira; teve:

5.1. João

5.2. Waldomiro e

5.3. Amélia

4.3. Etelvina César, casada 1° com Lázaro de Campos Camargo e 2ª vez com Benedito.

4.4. Benedito César; faleceu solteiro.

4.5. Sebastião César, c.c Clélia.

4.6. Benedita César, casado em Limeira com Lázaro de Campos Camargo, sobrinho do supra mencionado. Do segundo casamento:

4.7. Antonia, c. em Pirassununga com Arlindo Bonafé; teve:

5.1. Arli, nascido em setembro de 1934.

5.2. Arléa e

5.3. Maria Isa

2.2. Lourenço Antônio da Silveira, conhecido por Lourenção; casou-se em Pirassununga com sua prima Cândida da Silveira; filhos:

3.1. José da Silveira Franco

3.2. Galdino da Silveira Franco, c.c sua prima Maria Elisa da Silveira; teve:

4.1. Elerina, c.c João Pontes Martins; filhos:

5.1. Orlando

5.2. Aparecida

5.3. Olga, c.c Remo Mantovani.

5.4. Josefina, c.c Otávio Costa.

5.5. Tieres

5.6. Albino e

5.7. Dorival

4.2. Viterbino da Silveira Franco, c. c. Adelaide Queiroz; teve:

5.1. Viterbino da Silveira Franco, c. em 1942 com Lida Favaro.

5.2. Alaíde e

5.3. Álvaro

4.3. Sebastião da Silveira Franco, c.c Alice Sundfeld; s/desc.

3.3. Maria da Silveira Franco, c.c Lázaro de Lima; teve:

4.1. Julia

4.2. Júlio

4.3. Vitalina

4.4. Cândida e

4.5. Lourenço

3.4. Francisco Lourenço da Silveira; faleceu solteiro em Pirassununga.

3.5. Eva da Silveira Franco, c.c Joaquim Alves; teve:

4.1. Cândida, c.c Leví Antônio Ferreira; teve:

5.1. Ondina

5.2. Peixoto

5.3. Odete

5.4. Odilon e

5.5. Lelé

3.6. Adão da Silveira Franco

2.3. Sabina da Silveira Franco, c em Araras com seu primo Luiz da Silveira Franco (verdescendência retro).

2.4. João Gonçalo da Silveiraf.em São Paulo com 93 anos de idade, em setembro de 1939; foi casado em Itatiba em 1869 com sua prima Francisca Franco Cardoso da Silveira, falecida aos 15.SET.1937; filhos:

3.1. Clotilde, foi c.c Constantino Alonso e 2ªvez com Domingos Marcelo da Costa; teve do primeiro casamento:

4.1. Olívia, falecida em 1927; foi c.cHorácio Young; teve uma filha:

5.1. Yule. Do segundo casamento:

4.2. Oswaldo da Costa, c.c Noemia; teve:

5.1. Maria Aparecida

5.2. Ilda

5.3. Luiz José

5.4. Olívia e

5.5. Alberto

4.3. Amazilia, c.c Alberto Malheiros.

4.4. Hosana

3.2. Otaviano Franco da Silveira, casado aos 21.JUN.1921 com Lina Pape; sem desc; faleceu em setembro de 1954.

3.3. Bemvinda, casada em 1897 com José da Silva, falecido em 1941; (ela falecida em 1954) filhos:

4.1. Armando Silveira, casada em 1927 com Maria Augusta; teve:

5.1. Vanda

5.2. Ari e

5.3. Gilsene

4.2. Esmeralda

4.3. Iracema, casada em 1922 com Francisco Revolta; teve:

5.1. Dirce

5.2. Aparecida

5.3. Aimar e

5.4. Pedro

4.4. Abigail, c. 1954 c. João Turato.

4.5. Francisca, casado aos 06.JUL.1929 com Arlindo Gianini; teve:

5.1. Hélio e

5.2. Fábio

4.6. Aracv, c. em setembro de 1935 com Moacyr Neiva Ferraz, falecido em 1953; teve:

5.1. Citia

4.7. Ruth, casado em junho de 1934 com seu primo Genésio Rodrigues Neto; teve:

5.1. Flávio e

5.2. Yule

3.4. Euclidia, c. em 1904 com José Rodrigues Neto, falecido em 1906 e ele falecida em 1954; filhos:

4.1. Genésio Rodrigues Neto, c.c sua prima Ruth (v. acima).

3.5. Henriqueta, falecida em 1928; foi c. em 1914 c. Manoel Trigo; teve:

4.1. Jairo Trigo, casado aos 31.DEZ.1939 com Taísa Gomes Pinto; teve:

5.1. Edison

4.2. Nair, c.c Hugo Canarin; teve:

5.1. Nazir e

5.2. Jairo

4.3. Alba, casada aos 27.MAIO.1943 com Tirso Silveira.

4.4. Valter

4.5. Durval

4.6. Mário Franco da Silveira

2.5. Rita da Silveira Franco, casada em Araras com Manoel Nogueira, falecido em Limeira; filhos:

3.1. Maria, c.c Francisco de Rosa.

3.2. Antônio Nogueira

3.3. Ana

3.4. Gertrudes, c.c João Domingues.

3.5. Carolina, c.c José Brasilio Bueno.

3.6. Manoela, c.c Evaristo; teve dois filhos:

4.1. Otaviano e

4.2. Eudoxia

3.7. Joana; foi a 2a mulher de José Brasilio, viúvo de 3.5.

3.8. José Nogueira, c.c Rita Bueno.

3.9. Joaquim Nogueira, c.c Maria; teve:

4.1. Carolina, c.c Berto Antônio de Oliveira; teve os filhos:

5.1. Lázaro

5.2. Judite

5.3. Rosa

5.4. Ramiro

5.5. Joaquim

5.6. Antônio e

5.7. João

4.2. Escolástica, c.c José Pedro.

4.3. Ana, c.c João Machado; teve:

5.1. Bernardina

5.2. Elvira

5.3. Olívia

5.4. Bento e

5.5. Maria

4.4. Francisca de Morais Nogueira, c.c seu primo José Franco da Silveira (v. adiante).

4.5. Pedro de Morais Nogueira, c.c Julia Roque; teve:

5.1. Aparício

5.2. José

5.3. João

5.4. Margarida

5.5. Francisco

5.6. Maria

5.7. Aparecida, c.c Francisco Erigida.

5.8. Cacilda, c.c Francisco Simas.

3.10. Lourenço Franco da Silveira, último filho de Rita (2.5.); foi lavrador em Rio Claro, onde faleceu aos 11.FEV.1903; casou-se com Maria Angélica Bueno, filha de Inácio Bueno e sua mulher Ana Bueno, naturais de Jundiaí; deste casal descendem os seguintes filhos; todos residentes em Santa Gertrudes:

4.1. José Franco da Silveira, c.c sua prima paterna Francisca de Morais Nogueira; teve:

5.1. João Franco da Silveira, c.c Francisca Franco Garcia.

5.2. Antônio Franco da Silveira, c.c Lucilia Nicolau; teve:

6.1. Jamil

6.2. Nair e

6.3. Maria José

5.3. Manoel Franco da Silveira, casado 1° com Rosa, e 2a vez com Joana; teve só do primeiro casamento dois filhos:

6.1. Otávio e

6.2. Marias

5.4. Aparecida, c.c João Antônio de Oliveira; teve 3 filhos.

5.5. Arlindo Franco da Silveira, c.c Laurentina Maria; teve uma filha.

5.6. Lázaro Franco da Silveira

5.7. José Franco da Silveira Filho, c.c Sebastiana Gomes; teve uma filha.

5.8. Joaquim Franco da Silveira

4.2. Manoela, c.c João Pinto da Silva; com desc.

4.3. Júlio Franco da Silveira, c.c Maria Felício de Souza; teve:

5.1. Paulo

5.2. Cândida, c.c David Schlegue.

5.3. Lázaro

5.4. Ercília, c.c Júlio.

5.5. Eduardo

5.6. Emidio

4.4. Lázara, c.c Atílio Mourão; teve os filhos:

5.1. Palmira

5.2. Otaviano

5.3. Domingas

5.4. Pedro

5.5. Maria

5.6. Marcelina

5.7. Paulina

5.8. Teresa

5.9. Adelaide e

5.10. João

4.5. Francisca, c.c Virgilio Bioto; teve:

5.1. João

5.2. Antônio

5.3. Francelina

5.4. Paulo

5.5. Oswaldo e

5.6. José

4.6. Gabriela, c.c Vicente Gomes; teve:

5.1. Raul

5.2. Manoel

5.3. Artur

5.4. Alcides

5.5. Hildebrando

5.6. Francisco

5.7. Roberto

5.8. Izaura

5.9. Olívia e

5.10. Ercílio

4.7. Inês, c.c Joaquim de Melo; teve:

5.1. Manoel

5.2. Miguel

5.3. António

5.4. Lourenço e

5.5. Maria

4.8. Inocêncio Franco da Silveira, c.c Etelvina Gomes; teve:

5.1. José

5.2. Aparecida Zulmira e

5.3. Carolina

4.9. Rosa, c.c Serafim Constantino; teve:

5.1. Maria

5.2. Durvalina

5.3. Alberto

5.4. Lazara

5.5. Luiz e

5.6. Aristides

4.10. Egídia, c.c Pedro Felício de Souza; teve:

5.1. Elisa, c.c Atílio Pascon; teve:

6.1. Nelson

6.2. Terezinha

6.3. Pedro

6.4. Irene

6.5. Aparecida e

6.6. Odete

5.2. Lourenço Felício de Souza

5.3. Julieta, c.c João B. Seco; teve:

6.1. Plácido e

6.2. Terezinha

5.4. José Felício de Souza

5.5. Laura

5.6. Maria

5.7. Otávio e

5.8. Luiz

4.11. Maria, c.c João Godoi Lima; teve:

5.1. Amélia, c.c José Gomes.

5.2. Margarida, c.c Teodoro Quirino.

4.12. João Franco da Silveira, c.c Virgilia Quirino; teve os filhos:

5.1. Antônio

5.2. Francisco

5.3. Dulcinda

5.4. Izaltina

5.5. Adolfo

5.6. Lázaro

5.7. Joana e

5.8. Alice n. 1938 e c. 1955 c. Viriato Cardoso residente em Rio Claro.

2.6. Maria da Silveira Franco, c.c José Lopes.

1.12. Lourenço Franco da Silveira, nascido em Atibaia em 1812, casou-se em Limeira com sua sobrinha Rita de Cássia (v. retro); deixou os seguintes filhos:

2.1. Inácio Franco; faleceu solteiro.

2.2. Joaquim Franco

2.3. Juliana Franco

2.4. Rita Maria, c.c seu primo Martinho Franco de Abreu (ver descedência retro).

2.5. Francisco Franco da Rocha, “Chico Gordo”, com 26 anos em 1862, então solteiro e residente em Campinas; foi casado, passando depois a residir em Franca; teve três filhos:

3.1. Flaminio.

3.2. (…) e

3.3. Francisco Franco da Rocha Júnior, casado, foi residente em Franca.

1.13. Jacinto Franco da Silveira, último filho de Lourenço Franco da Rocha, nasceu em 1814, e casou-se em Pirassununga, com sua sobrinha Ana Clara (v. descendência retro).

Nº 03 Maria Francisca Cardoso (filha do capítulo 4°) natural de Santana do Parnaíba e falecida aos 10.AGO.1850 em Atibaia onde se casou-se em 1785 com o alferes Jacinto José de Araújo Cintra n. aos 01.OUT.1770 em Guarulhos, irmão de Rita de Cássia (casada com o Nº 02) e de Inácio de Loyola mencionado retro, filhos do cap. Francisco Lourenço Cintra[56], natural do Algarve, e de Helena de Moraes, de Pitangui, n. m. de Antônio Ferraz de Araújo e de Leonor de Siqueira de Moraes (ver família Araújo, na introdução deste título). Jacinto José de Araújo Cintra foi o fundador do partido liberal em Atibaia juntamente com seus filhos, partido que deteve o poder em Atibaia por quase todo império. Que descobrimos, três de seus filhos: Joaquim Floriano, Jacinto José e Florêncio [suplente] e pelo menos três seus netos: Manoel Jacinto, Evaristo e Antônio Francisco, foram deputados provinciais em São Paulo. A união, através de inúmeros casamentos de duas importantes famílias de Atibaia: família Siqueira Franco, descendente do 1º capitão-mor de Atibaia e dos Camargos (1ª família atibaiana) com a família Araújo Cintra, resultou no domínio político de Atibaia pelas mesmas durante quase todo os séculos XVIII (Siqueira Franco) e XIX (Siqueira Franco e Cintra).Foi Jacinto fazendeiro[57] no bairro Itapetinga, vereador em 1788, juiz ordinário (1800), procurador (1807) e juiz de paz (1828,1832,1833 e 1848), e nos últimos anos de sua vida dedicou-se as atividades de fazendeiro, vindo a falecer em 1850 em Mogi Mirim. Os descendentes do alferes Jacinto José de Araújo Cintra espalharam-se pelo interior e foram povoadores e fundadores de cidades no leste, oeste paulista e sul de Minas Gerais. Com grande geração em Silva Leme no Título Lemes Cap. 5.° § 5º. Tiveram 17 filhos dos quais 11 continuaram grandíssima descendência aqui desenvolvida apenas em parte, pois procuramos desenvolver apenas os que tiveram mais ligação com Atibaia, salvo algumas exceções:

1.1. Ignácia, falecida com 3 anos.

1.2. Antonia Bernardina de Araújo Cintra n. em 1788, casada em 1803 em Atibaia com o alferes José Desidério Pinto[58] n. em 1779 e f. em 02.JUN.1836. Foifazendeiro em Atibaia, filho de João Pinto de Oliveira, f. em Atibaia em 1897 e de sua 2ª esposa Ana Maria de Jesus, neto paterno de Manoel Preto Cardoso e de Rosa Pinto Barbosa, neto materno de Catarina Rodrigues Garcia e de Pedro Ortiz Camargo, por este bisneto de Francisco de Camargo Pimentel e de Isabel Silveira Cardoso (ver N° 03 do cap. 4° da família Camargo na introdução a esse título).A história do bairro do Portão de Atibaia, certamente passa por este casal e sua descendência. Tiveram, entre tantos filhos, os 4 citados aqui, sendo a 2.1. abaixo, a única filha que se fixou em Atibaia q.d. (bairro do Portão) e que por esta razão desenvolvemos sua descendência:

2.1. Maria da Conceição Cintra “Nhanhã do Portão” n. em 1807 em Atibaia e aí f. em 1897. Foi c.c Francisco José da Silveira (11º cap. do título Alves do Amaral), portanto, f° de Antônio Alves do Amaral, o velho (tronco do título Alves do Amaral) e de sua 1ª esposa Ana Franco da Silveira. Francisco José da Silveira,que é Alves do Amaral pode ser considerado o tronco da família Silveira Pinto de Atibaia. O casal foi proprietário de uma enorme fazenda no bairro do Portão em Atibaia (talvez a maior fazenda daquele bairro em todos os tempos e podem ser considerados os principais povoadores do bairro do Portão de Atibaia no século XIX). Tiveram:

3.1. José Theodoro Pinto, tropeiro e fazendeiro em Atibaia, casado 1ª vez com Sabina Alves do Amaral e 2ª vez com Ana Maria da Conceição Leite (2°cap. do título Leite), fª do cap. Jacinto Manel Leite, tronco do título Leite deste trabalho. Teve 1 fª do 1º casamento, retratada a seguir e 4 do 2ª casamento retratados no cap. 2° do título Leite:

4.1. Ana Jacinta da Silveira Pinto c.c seu parente João Antônio Silveira Cintra “cel. João Batista” (ver desc. em 1.1., N° 09, cap. 6° a seguir).

3.2. Francisco José da Silveira Pinto “Chico da Nhanhã”, fazendeiro em Atibaia onde foi vereador entre 1883/86. Foi c.c sua sobrinha Bárbara Augusta da Silveira (ver 4.1., 3.3. a seguir). Teve:

4.1. Francisca da Silveira Pinto c.c João Batista Arantes (ver descendência em N° 02, cap. 9° do título Leite).

4.2. Benedita da Silveira Pinto, falecida solteira.

4.3. Sebastiana S. Pinto, c.c. José Basílio de Moraes. Tiveram:

5.1. Benedita Erculana de Moraes foi c.c Marcílio Cunha Lobo. Teve:

6.1. Noé Cunha Lobo

6.2. Jonas Cunha Lobo

6.3. Daniel

6.4. Rute, falecida menor.

5.2. Jerônimo de Moraes f. aos 18.JAN.2008 foi c.c Angela da Cunha Leite Poloni, f. aos 06.DEZ.2000, filha de Tereza Poloni Leite n. aos 28.OUT.1895 em Bergamo, Itália e f. aos 03.ABR.1973 e de Olímpio da Cunha Leite, f. aos 07.JAN.1948, este f° de Vicencia Maria de Jesus de de Candido da Cunha Leite n. em 1840 e f. aos 19.JUN.1902, que era f° de Francisco da Cunha Lobo e de Isabel de tal (provavelmente Leite), o qual pode ser considerado o tronco da família Cunha Leite do bairro do Portão. Teve:

6.1. Sérgio de Moraes f. aos 12.FEV.2012, foi pastor evangélico, c.c Maria Ferreira. Teve:

7.1. Luciana Cristina c.c Marco Antônio Murro. Teve:

8.1. Mariana

8.2. Matheus

7.2. André Paulo, falecido solteiro e sem descendentes.

6.2. Joel Basílio de Moraes f. aos 29.DEZ.2017 foi c.c Janete Pereira. Teve:

7.1. Wellington “Tom”

7.2. Wilson

7.3. Priscila, professora.

7.4. Cleidemar, professora, c.c Giovanni Murro Jr.

7.5. Adriana, enfermeira.

6.3. Hilda de Moraes Pedroso c.c Pedro Pedroso. Teve:

7.1. Eliel, formado em administraçao de empresas, c.c Elina do Prado Camargo.

7.2. Eliana, enfermeira, c.c Antônio Roberto Angelieri Filho.. Teve:

8.1. Juliana Roberta

6.4. Jairo de Moares c.c Eli Garcia de Moraes. Teve:

7.1. Angela

7.2. Jairo Filho

7.3. Henrique

5.3. José foi c.c Francisca, sem descendentes.

5.4. Agostinho, falecido em 2009, foi c.c Maria Momesso. Teve:

6.1. Déia c.c José R. de Oliveira, escrevente do 2° cart. cível de Atibaia.

6.2. Mariluci c.c Celso Salgado, maestro.

5.5. Jonas foi c.c Joana Leite. Teve:

6.1. Deise c.c Benedito.

6.2. Natanael c.c Fátima.

6.3. Clarisse c.c Paulo.

5.6. Noemia foi c.c Ermenegildo Camargo. Teve:

6.1. Rosana c.c Cláudio. Teve:

7.1. Cláudio

7.2. Cristiano

6.2. Renato, divorciado. Teve:

7.1. Tais

7.2. (…)

5.7. Maria Rute Duarte “Mariazinha” n. aos 13.OUT.1936, viúva de Noé Henrique Duarte. Teve:

6.1. Marta Duarte, falecida solteira. Teve:

7.1. Jonas Henrique Duarte. Teve:

8.1. Samuel

6.2. Noé Henrique Duarte Filho “Téio” c.c Margarete Fernandes Romera:

7.1. Tiago

7.2. Rafael

6.3. Raquel c.c Hermes Pesci. Teve:

7.1. Hermes Pesci Filho, residente na Austrália.

7.2. Amanda Valéria Duarte Pesci, bióloga.

7.3. Barbára Samanta, c.c Paulo. Teve:

Laura

4.4. Maria da Silveira Pinto, c.c Benedito L. Silveira. Teve:

5.1. Francisco Silveira Pinto

5.2. João Silveira Pinto

5.3. Barbara

4.5. Benedita da Silveira Pinto c.c Eliseu da Cunha Leite, f. aos 27.MAR.1966, filho de Joaquim da Cunha Leite e de Emília Maria da Conceição. Teve:

5.1. Antonia

5.2. José

5.3. Teresa

3.3. Maria Antonia da Silveira Pinto, c.c. seu parente Joaquim Franco do Amaral,filho doe José Bueno do Amaral e sua 2ª esposa Brígida Maria Cardoso. Teve:

4.1. Bárbara Augusta da Silveira, c.c seu tio, Francisco José da Silveira Pinto, 3.2. acima.

3.4. Candido da Silveira Pinto, fazendeiro em Atibaia;foi o segundo marido de Eulália Bueno de Aguiar, a qual foi a 3ª mulher do capitão Jacinto Manoel Leite, tronco do título Leite. Teve único filho:

4.1. João Antônio Pinto, c.c sua prima Umbelina Teixeira de Aguiar (ver 3.3., 2.2., 1.2., N° 02, cap. 1° do título Pereira). Teve:

5.1. Sebastião Pinto, casou-se 1ª vez com Benta Martins do Prado e 2ª vez com Conceição Oliveira. Teve:

6.1. Aparecida Pinto c.c Amâncio Gonçalves Bezerra.

6.2. Antônio Pinto

6.3. João Pinto

6.4. Maria Pinto

3.5. Capitão João Batista da Silveira Pinto “João da Nhanhã” n. em 1836 e f. aos 21.MAIO.1928. Foi fazendeiro proprietário de uma bela e próspera fazenda no bairro do rosário com cerca de 140 alqueires paulistas. Foi vereador pelo partido liberal em Atibaia entre 1877 a 1890. Casou-se com sua parente Maria Franco do Amaral. Teve:

4.1. Benedito da Silveira Pinto, faleceu solteiro em 1902

4.2. Júlia Tereza Pinto n. em 1876 e f. em São Paulo aos 28.MAIO.1926, tendo sido sepultada em Atibaia, foi c.c seu parente major José Franco da Silveira (ver 3.3., 2.3., 1.4, N° 02 atrás e 2.3.,1.1., N° 05, cap. 5° do título Alves do Amaral).

4.3. João Virgilio Pinto, “Nhô[59] Zico” n. aos 26.JUN.1886. Foi casado em 1909 com Maria de Toledo f. aos 23.MAIO.1926. João Virgilio f. aos 18.NOV.1953 sem descendentes

4.4. Joaquim da Silveira Pinto “Nhô Quim Divertido” n. 07.MAIO.1879 e f. 06.MAR.1976. Foic casado em 1910 com Maria Ordonhes “Dona Liloca”. Tiveram:

5.1. José da Silveira Pinto n. aos 15.SET.1914, casou-se em 1939 com Leonor de Moraes n. aos 24.ABR.1917, de Itatiba. Ambos faleceram num acidente automobilistico aos 09.JUL.1961. Tiveram:

6.1. Antônio Ethevaldo Moares Pinto “Magrela” n. aos 18.JAN.1941 c.c Célia Neto, profª, fª de Joaquim Netto, de origem portuguesa e de Maria Madronhal Granda, de origem espanhola. Teve:

7.1. Cristiane Maria Netto Pinto c.c Marcelo Seixas. Teve:

8.1. Vivian Maria Pinto Seixas n. aos 11.OUT.2001

7.2. Eduardo Netto Pinto c.c Alessandra Seixas. Teve:

8.1 Rodrigo Seixas Pinto n. aos 06.OUT.1996.

8.2. Lucas Netto Pinto n. aos 04.NOV.1997.

8.3. Murilo Seixas Pinto n. 14.JUN.2000.

6.2. Maria Helena Moraes Pinto n. aos 24.MAIO.1943 f. aos 11.SET.2013, foi professora, c.c. Roberto Rolli n. aos 29.AGO.1944, economista, ex-secretário das finanças da prefeitura de Atibaia, cargo que também ocupou várias administrações.Teve:

7.1. Patrícia Andrea Rolli n. aos 13.JUL.1967, médica, foi c.c José Gustavo R.Conti:

8.1. Camila n. aos 18.ABR.1995.

8.2. Gabriela 23.MAIO.1997.

7.2. Ana Paula Rolli Ribeiro n. aos 30.DEZ.1968, arquiteta, c.c José Ricardo Teixeria Ribeiro, atual secretário de esportes de Atibaia. Teve:

8.1. João Victor n. aos 14.DEZ.1995.

8.2. Ivan n. aos 11.MAR.2000.

7.3. Roberto Rolli Jr. n. aos 25.ABR.1970, paisagista, c.c Giovana Gazolla Tartari Rolli, bancária. Teve:

8.2. Pedro n. aos 09.SET.1998.

8.3. Luísa n. aos 25.NOV.2002.

6.3. José Carlos Moraes Pinto “Bore” n. aos 25.MAR.1945, empresário, c.c Odenis Corradini n. aos 07.SET.1946, fª de Maria Doratiotto e de Antônio Corradini, este f° de Angelina Contesini e Eliseo Corradini, natural de Roncoferraro/MN, o qual pode ser considerado tronco da família Corradini de Atibaia. Teve:

7.1. Carlos Eduardo Corradini Pinto n. aos 09.MAR.1973, adv°.

7.2. Raquel Corradini Pinto n. aos 25.MAR.1976, publicitária.

6.4. Hélio Moraes Pinto n. aos 18.JAN.1947, prof° de educação física, ex-técnico da seleção brasileira feminina de Volei e ex-diretor do Sesi, c.c Maria Inês Peçanha Margarido (ver em 7.2., 6.1., 5.2., 4.7., 3.1., 2.4., 1.1., N° 08 do cap. 10° deste título). Teve:

7.1. Alexandre Peçanha Mores Pinto n. aos 22.ABR.1976.

7.2. Tania Peçanha Moraes Pinto n. aos 31.MAIO.1980.

6.5. Júlio César Moraes Pinto n. aos 11.AGO.1950, comerciante, casado 1ª vez com Sandra Ferrara e 2ª vez com Dana Mandic Pinto. Teve:

7.1. Júlio Cesar M. Pinto Jr. “Gordo” n. aos 20.AGO.1974 c.c Francelina Cunha de Oliveira.

7.2. Juliana Moraes Pinto n. aos 06.MAR.1973.

7.3. Sandra Lia Moraes Pinto n. aos 01.MAR.1980. Teve:

8.1.

7.4. Uriel Mandic Pinto n. aos 03.ABR.1990.

5.2. João Batista da Silveira Pinto n. aos 31.OUT.1914 e f. aos 22.MAR.2014. Casou-se aos 11.JUL.1921 com Ana Rosanti n. aos 07.ABR.1921. Tiveram:

6.1. Hilton da Silveira Pinto n. aos 15.OUT.1942,engenheiro agrônomo, professor doutorda Unicamp, c.c Matilde Benedito, professora.

7.1. Débora Silveira Pinto n. aos 18.MAIO.1971.

7.2. Eric Silveira Pinto n. aos 15.NOV.1973.

6.2. Ana Maria da Silveira Pinto n. aos 11.AGO.1946 casada aos 20.JUL.1968 com Duílio Marco Antônio Baiano, bancário. Teve:

7.1. Flávio Silveira Baiano n. aos 01.OUT.1973.

7.2. Gustavo n. aos 08.OUT.1977 c.c Juliana M. Neto. Teve:

8.1. Matheus Machado S. Baiano n. aos 30.JUN.2000.

8.2. Raissa Machado S. Baiano n. aos 01.DEZ.2001.

6.3. Ivani da Silveira Pinto n. aos 11.FEV.1950, bióloga, casada aos 14.FEV.1976 com José Alberto Lima Nassif, n. aos 23.SET.1949, conceituado médico em São Paulo. Teve:

7.1. Guilherme Silveira Pinto Nassif n. aos 16.ABR.1977.

7.2. Daniel Silveira Pinto Nassif n. aos 10.MAIO.1979.

7.3. Silvia Silveira Pinto Nassif n. aos 25.JUN.1980.

6.4. Ivan da Silveira Pinto n. aos 15.JUL.1956, mecãnico e comerciante, casado 1ª vez com Maria Olívia Roncoletta e 2ª vez com Marlene Maria Savoia Lopes. Teve:

7.1. Daniela Roncoletta da S. Pinto n. aos 15.JUN.1980.

7.2. Tâmara R. da S. Pinto n. aos 13.NOV.1985

7.3. Igor Lopes da S. Pinto n. aos 21.SET.1988.

5.3. Maria Venina Silveira Pinto n. aos 17.DEZ.1916. Casou-se em 1934 com Waldemiro Aguiar, f. em 1964. Tiveram:

6.1. Arquidionides Lázaro Aguiar n. aos 11.JAN.1936, viúvo. Teve:

7.1 Ana Lúcia Feres Aguiar n. aos 01.SET.1962.

7.2. Silvia Regina Feres de Aguiar n. aos 27.MAR.1966.

6.2. Waldomiro Aguiar Júnior n. aos 28.SET.1937, c.c Maria Heloísa Lotufo Aguiar. Teve:

7.1. Mônica Aparecida Aguiar n. aos 28.AGO.1963 c.c Luiz Alcir Mezzomo dos Santos. Teve:

8.1. Milena n. aos 24.AGO.1998.

8.2. Samuel n. aos 07.JAN.2003

7.2. Fabíola Cristina Aguiar n. aos 06.NOV.1965 c.c Paulo César Rodruigues de Albuquerque. Teve:

8.1. César Augusto n. aos 15.JUN.1989.

8.2. Flávio n. aos 17.MAIO.1994.

7.3. Luiz Cláudio Lotufo Aguiar n. aos 17.JUN.1970.

5.4. Zulma da Silveira Pinto n. aos 31.JUL.1920; casou-se aos 14.AGO.1945 com Gentil Conçalves (ver em 4.1., 3.5., 2.6., 1.2., N° 02, cap 1° do título Pereira). Teve:

6.1. Brian José Gonçalves n. aos 08.MAR.1946, desenhista-projetista, casado aos 07.ABR.1973 com Maria Cristina Silveira (ver desc. em 5.7., 4.3., 3.2., 2.1., 1.1., N° 11, cap. 6° do título Siqueira Franco), ex-diretora do museu “João Batista Conti” em Atibaia.

6.2. Sandra Silveira Pinto Gonçalves n. aos 01.ABR.1948 c.c Oswaldo José Thomaz,n. aos 07.SET.1940, industrial, residentes em São Paulo. Teve:

7.1. Carolina Silveira Thomaz n. aos 25.MAIO.1979.

7.2. Cláudia Silveira Thomaz n. aos 31.AGO.1981.

6.3. Priscila S. Pinto Gonçalves n. aos 28.SET.1957 c.c José Roberto Forão de Oliveira, auditor. Teve:

7.1. Cristina Gonçalves de Oliveira n. aos 11.FEV.1979.

7.2. Bárbara Gonçalves de Olvieria n. aos 12.MAR.1991.

5.5. Joaquim Ordonhes Pinto n. aos 08.ABR.1922; casou-se aos 21.ABR.1951 com Neide Giovanetti Pinto. Tiveram:

6.1. José Luiz Giovanetti Pinto n. aos 08.FEV.1952, eng°, c.c. Gilka Memolo Marra, profª, filha de Ozanam F. Marra e de Raiza Memolo, filha de Carmela Sachitiello e de Cesar Memolo. Teve:

7.1. Adriano Marra G. Pinto n. aos 16.JUL.1982.

7.2. Kim Marra G. Pinto n. aos 20.SET.1985.

6.2. Joaquim Roberto Giovanetti Pinto “Nenê” n. aos 20.NOV.1954 e f. aos 05.MAIO.1990, foi c.c Vera Lúcia Callegari, filha de Flávio Callegari,ex-presidente do São João Tenis Clube e da Associação Comercial de Atibaia, foi eleito prefeito da cidade para o mandato de 01.JAN.1993 a 31.DEZ.1996. Seu nome está muito ligado as eleições em Atibaia nas últimas três décadas, posto que candidatou-se, sem êxito, a prefeito nas eleições de 1982, 1988, 2000 e 2004, não conseguiu eleger seu sucessor em 1996, adeputado estadual em 1998 e 2006 e a vereador em 2008. Teve:

7.1. Renata Callegari G. Pinto n. aos 06.DEZ.1978, advogada, teve com Alexandre Garcia Araújo:

8.1. Luca Callegari Giovanetti Pinto n. aos 06.OUT.1998.

7.2. Fábio Callegari G. Pinto n. aos 29.JAN.1980.

6.3. Mirian Giovanetti Pinto n. aos 13.OUT.1959 casada 1ª vez com Carlos Eduardo Casimiro e 2ª vez Carlos Alberto D. Zonzi. Teve 2 filhos do 1° casamento:

7.1. Carlos Eduardo Jr. n. aos 13.JAN.1983.

7.2. Rodolfo Cassimiro Costa n. aos 15.DEZ.1984.

5.6. Wanda da Silveira Pinto n. aos 23.JAN.1926, casou-se aos 04.FEV.1945 com Pérsio Ruas Martins n. em 1915 em Joanópolis e f. aos 02.AGO.1962. Tiveram:

6.1. Maria Cristina Ruas Martins n. aos 10.MAIO.1946, casada aos 05.JUL.1973 com João Alberto de Lima Nassif. Teve:

7.1. Fernando M. Nassif n. aos 28.JUN.19978.

7.2. Mariana M. Nassif n. aos 21.FEV.1981.

6.2. ˙Pérsio Ruas Martins Filho n. aos 15.MAR.1955, foi tabelião interino do cartório de registro de imóveis de Atibaia de 2008 a 2009, c.c Eleni Gonçalves. Teve:

7.1. Thais Helena n. aos 17.AGO.1979, c.c Robson Abranches.

7.2. Rafael Henrique n. aos 13.OUT.1981 c.c Marcela Jungers Nogueira. Teve:

8.1. Henrique n. aos 30.NOV.1998.

6.3. Maria Inês Ruas Martins n. aos 21.JAN.1957, profª e artista plástica, c.c Hercules Brasil Vernalha, eng° e prof° com mestrado e sócio diretor da FAAT. Teve:

7.1. Saulo Brasil Ruas Vernalha n. aos 18.NOV.1980, formado em direito.

7.2. Estevão Brasil Ruas Vernalha n. aos 07.DEZ.1982, formado em publicidade e propaganda.

7.3. Maria Carolina R. Vernalha n. aos 11.DEZ.1986.

6.4. Wanda Maria Ruas Martins n. aos 22.MAIO.1950, bancária, casada aos 05.JUN.1976 com José Luiz de Camargo. Teve:

7.1. Cristina M. Camargo n. aos 22.AGO.1977.

7.2. Luiz Carlos M. Camargo n. aos 06.AGO.1990.

4.4. Joana Ethelvina da Silveira Pinto n. aos 01.FEV.1883 e f. aos 01.DEZ.1978. Foi casada em 1912 com Constantino Chamadoria Martins n. em Potevedra, Espanha aos 23.ABR.1888 e f. em Atibaia aos 10.JUN.1948, filho de Don Benito Chamadoira e de Dolores Rodrigues Martins. Tiveram:

5.1. José Pinto Chamadoira n. aos 19.JUN.1912, casado em novembro de 1941 com Jandira Mathias, ambos falecidos. Tiveram:

6.1. Maria Rita Chamadoira n. aos 10.MAIO.1942, profª, casada aos 09.DEZ.1967 com Benedito Geraldo Teixeira. Teve:

7.1. Carlos Henrique n. aos 13.SET.1968, servidor público municipal, c.c Rejane Aparecida Silva Correia. Teve:

8.1. Ana Paula n. aos 03.JUL.1997.

8.2. Giovana n. aos 25.NOV.1998.

8.3. Paulo Henrique n. aos 22.MAIO.2002.

7.2. Luiz Fernando n. aos 02.NOV.1971 c.c Sandra Regina Silva, enfermeira. Teve:

8.1. Leonardo n. aos 22.AGO.1998.

8.2. Guilherme n. aos 06.SET.2000.

7.3. Eduardo n. aos 03.JAN.1974 c.c Rosana Mª P. Bueno. Teve:

8.1. Júlia n. aos 27.OUT.2000.

6.2. José Antônio Chamadoira “Nenê” n. aos 30.ABR.1945 e f. aos 21.OUT.1999. Foi c.c Eva Aparecida Souza. Teve:

7.1. Silvia Jandira n. aos 07.NOV.1975 c.c Ulisses Camargo. Teve:

8.1. Caroline n. aos 06.JAN.1993.

7.2. Alexandra Priscila n. aos 27.MAIO.1981 c.c Antônio Neto Silva Souza. Teve:

8.1. Bianca n. aos 25.JUN.1998.

8.2. Milene n. aos 31.JAN.2001.

6.3. Jair Chamadoira “Lile” n. aos 01.MAR.1953 e f. aos 23.MAR.1975. Foi c.c Doralice Aparecida Ramos. Teve:

7.1. Luciane n. aos 11.ABR.1970.

7.2. Luciana n. aos 21.ABR.1971. Teve:

8.1. Yagne n. 04.JUN.1992.

8.2. Quecia n. 21.ABR.1996.

8.3. Quevin n. 26.DEZ.2000.

5.2. João Evangelista Chamadoira “Quitá” n. aos 06.MAR.1915 e f. aos 18.AGO.1988, foi c.c Maria Aparecida Neto, fª de Lamartine Neto e de Belmira Soares do Amaral, neta de Antônio Soares do Amaral e Eliza Pires, bisneta de João Soares do Amaral e de Maria Salomé do Amaral. (ver 4.1., 3.2., 2.1., 1.8., N° 08 do cap. 8º do título Alves do Amaral). Tiveram:

6.1. João Batista Chamadoira Neto n. aos 09.SET.1941 e f. aos 24.JAN.2013 foi prof° dr. de português da Unesp de Bauru. Casado aos 23.DEZ.1971 com Ângela Helena Magno Araújo f. aos 10.JUL.1999. Tiveram:

7.1. Danilo Araújo Chamadoira n. aos 18.JAN.1973, jornalista, advogado, c.c Márcia Mendonça. Teve:

8.1. Maria Luíza n. aos 07.MAIO.2003.

7.2. Cássio Araújo Chamadoira n. aos 28.JAN.1975, publicitário.

6.2. Luiz Carlos Chamadoira n. aos 18.AGO.1943, prof° universitário de português e francês, c.c Lucília Edith de Queiros Mattoso. Teve:

7.1. Letícia de Queiros M Chamadoira n. aos 01.DEZ.1989.

6.3. Cláudio Chamadoira n. aos 31.OUT.1945, solteiro, contador.

6.4. Sílvio Netto Chamadoira n. aos 19.SET.1948 e f. aos 18.DEZ.1954.

6.5. Silvia Maria Netto Chamadoira n. aos 08.NOV.1955, solteria, servidora pública do Ministério Público do Estado de São Paulo.

6.6. Sônia Maria Netto Chamadoira n. aos 15.JUN.1958, professora da rede municipal de ensino., foi c.c. Luiz Carlos Callegari “Caio” irmão de Vera Lúcia Callegari (ver 6.2., 5.5. atrás). Teve:

7.1. Murilo Chamadoira Callegari n. aos 27.JAN.1979.

7.2. Leandro Chamadoira Callegari n. aos 13.AGO.1981. Teve:

8.1. Gustavo Sodine Callegari.

6.7. Marcos Ant° N. Chamadoira n. aos 19.MAIO.1960, solteiro, geólogo.

5.3. Jaime Carlos Chamadoira Martins n. em 1919 e f. aos 31.JUL.1977, foi c.c Maria Camargo de Oliveira. Tiveram:

6.1. ˙Carlos Jaime Chamadoira Martins n. aos 20.JAN.1953, dentista, casada 1ª vez com Maria Inês Correia Barbosa e em 2ª vez com Maissa Aparecida Gavazzi. Teve 3 filhos do 1º casamento e 1 com a 2ª esposa:

7.1. Rodrigo n. aos 20.JUN.1980.

7.2. Ana Carolina n. aos 15.JAN.1982.

7.3. Rafael n. aos 21.OUT.1984.

7.4. Pedro Henrique

6.2. Constantino Fernando Chamadoria Martins n. aos 07.OUT.1956, bancário, c.c Eliete Aparecida Rodrigues Chamadoira Martins, porfessorora. Teve:

7.1. Brian n. aos 04.NOV.1998.

7.2. Igor n. aos 24.DEZ.1990.

5.4. Maria Aparecida Chamadoira n. aos 24.MAR.1923 e f. aos 18.JUL.2002, foi casada em maio de 1940 com Agenor Loriano n. aos 15.MAR.1915 e f. aos 02.JUL.1985. Tiveram:

6.1. ˙José de Anchieta Loriano “Cuié” n. aos 05.ABR.1942 e f. aos 10.JUN.2005, advogado e escritor, autor de livros sobre a história de Atibaia; foi c.c Madleni de Lurdes Loriano. Teve:

7.1. Nilton José Paes Loriano n. 20.ABR.1974.

6.2. Agenor Loriano Filho n. aos 01.NOV.1943 e f. aos 22.AGO.1989, aviador, foi c.c Jurema Massoni de Lima. Tiveram:

7.1. Ana Maria Lima Loriano n. aos 06.JAN.1980, professora.

6.3. Paulo Loriano n. aos 17.JUN.1945, comerciante, c.c Angelina Mistrelo. Teve:

7.1. Patrícia Velasca Mistrelo n. aos 31.JUL.1977.

7.2. Ana Paula Mistrelo Finco n. aos 05.NOV.1979 c.c Luciano Finco aos 17.OUT.1997. Teve:

8.1. Júlia n. aos 14.MAR.2001.

6.4. Maria Aparecida Loriano n. aos 14.JAN.1947 c.c Juan Carlos Boutureira Gomez. Teve:

7.1. João Luciano Loriano Boutureira n. aos 02.ABR.1987.

6.5. ˙Fernando Miguel Loriano n. aos 08.MAIO.1948 casado aos 18.OUT.1981 com Ligia Paula Logsdon. Teve:

7.1. Ligia Fernanda n. 09.MAIO.1982. Teve:

8.1. Miguel

7.2. Fernando Henriquen. 06.DEZ.1984. Teve:

8.1. Maria Eduarda

6.6. Therezinha de Jesus Loriano n. aos 03.MAR.1953 e falecida solteira e sem descendentes aos 08.NOV.1999.

6.7. João Batista Loriano n. aos 11.JAN.1958, comerciante, c.c Eunice Duarte Martins.

3.6. Antônio da Silveira Pinto, fazendeiro em Amparo c.c sua parente Cândida Augusta de Lustosa.

3.7. Ana Luiza Cintra ou Silveira Pinto, 2ª esposa de seu tio paterno, Joaquim Alves do Amaral (Cap. 7° do título Alves do Amaral), f° de Antônio Alves do Amaral, “o velho” – tronco do título Alves do Amaral e sua 1ª mulher Ana Franco da Silveira. Teve:

4.1. Maria Joaquina da Conceição, c.c cel. João Pires de Camargo, fazendeiro em Atibaia, (ver desc. em capítulo 1º do título Pires de Camargo). Os Alvim descendentes do major Alvim, descendem deste casal.

3.8. Gertrudes da Silveira Pinto, falecida menor.

2.2. Joaquim Pinto de Araújo Cintra, 3° barão de Campinas n. aos 05.AGO.1824 em Atibaia. Mudou-se para a cidade de Amparo onde foi fazendeiro de café, gande capitalista e destacou-se como chefe do partido liberal, no regime monarquico.Prestou vários serviços a comunidade de Amparo, entre eles a construçao da Santa Casa que leva o nome de sua esposa, Ana Cintra. Recebeu do Imperador D.Pedro II o título de barão de Campinas aos 13.AGO.1888, faleceu em São Paulo aos 13.JAN.1894.

2.3. Sabina da Silveira Pinto n. em 1810 foi c.c Antônio Alves do Amaral (cap. 12° do título Alves do Amaral).

2.4. João Batista Pinto c.c Ana Jacinta, filha do cel. Jacinto José Ferraz de Araújo (1.9. abaixo)

1.3. Bento, batizado em Atibaia em 1790 e aí falecido em 1792.

1.4. Ana Jacinta de Araújo Cintra n. em Atibaia entre 1790/92 onde se casou em 1813 com seu parente Manoel Vicente Silva. Descendência até o ínicio do século XX descrita em SL 2/110. Já era viúva no censo de 1846.

1.5. Gertrudes Thereza da Silveira, batizada em 1794 em Atibaia onde em 1809casou-se com seu parente,capitão Luiz Gonzaga de Moraes, filho de Amaro Leite de Moraes e de sua 1ª esposa Gertrudes Maria de Almeida. Gertrudes faleceu em Bragança Paulista onde viveu em 1842. Gertrudes e o capitão Luiz são os avós maternos do ilustre genealogista, Luiz Gonçaga da Silva Leme, tantas vezes citado nesse trabalho, por sua obra, Genealogia Paulistana, simplemente como SL. Descenentes até o início do século XX descritos em SL 2/523 a 529.

1.6. Maria, batizada em 1795 em Atibaia onde veio a falecer em 1798.

1.7. Helena de Moraes, batizada em 1798 em Atibaia onde casou-se em 1815 com seu primo irmão Joaquim Cintra da Silveira, filho de Ignácio de Loyola Cintra, irmão do alferes Jacinto, e de Ana Francisco Cardoso. Descendentes até o início do século XX descritos em SL 2/517.

1.8. Francisca Romana de Araújo Cintra n. em 1800 em Atibaia e aí c.c seu parente Joaquim Antônio da Silveira (ver parte da desc. em N° 09, cap. 6° deste título), f° de Gertrudes Francisca Pedroso e de Joaquim de Siqueira Franco(cap. 6°).

1.9. Tenente-coronel ou coronel Jacinto José Ferraz de Araújo (Cintra) n. em Atibaia em 1802. Casou-se em 1824 com sua prima Rosa Maria de Campos (ver 1.8. do N° 04 a seguir), filha do 4º e útlimo capitão-mor de Atibaia, Lucas de Siqueira Franco, irmão de seu mãe. Coronel Jacinto José foi vereador em diversas Legislaturas em Atibaia (1829 a 1832, de 1833 a 1836 quando foi presidente da câmara). Foi eleito primeiro deputado provincial (estadual) de Atibaia para legislatura de 1835 a 1837 (1ª Legislatura Estadual), eleito suplente nas legislaturas de 1838 a 1839 de 1840 a 1841 e novamente foi eleito deputado provincial para a legislatura de 1842 a 1843. Descendentes até o início do século XX descritos em SL 2/57.

1.10.Coronel Manoel Jorge Ferraz n. em1803 em Atibaia onde se casou com sua prima Gerturdes da Silveira Campos n. em 1807 (1.6. do Nº 04 adiante), fª do 4º e último Capitão-mor de Atibaia, Lucas de Siqueira Franco, seu tio materno. Manoel Jorge Ferraz substituiu seu pai na chefia do partido liberal em Atibaia, quando o mesmo mudou-se para Mogi Mirim, onde era proprietário de terras. Foi vereador em diversas legislaturas e presidente da câmara de 1837/40, 1845 a 1855. Acreditamos que Maonel Jorge Ferraz foi o maior líder político em Atibaia da segunda metade da década de 1830 até sua morte, em substituição ao seu tio Lucas de Siqueira Franco, último capitão-mor e ao seu pai, primeiro líder do partido liberal em Atibaia, bem como, talvez tenha sido o primeiro atibaiano a mais alto posto da guarda nacional na cidade entre 1838 a 1842, o de coronel. Esteve juntamente com seu pai, irmãos e outros parentes e partidários, ao lado do Brigadeiro Rafael Tobias de Aguiar na Revolução Liberal de 1842, tendo sido por essa razão, preso juntamente com o padre Antônio Mello e Silva. Foi agraciado com a Ordem da Rosa, recebendo a comenda das mãos do Imperador na capital do Império. Faleceu aos 06.OUT.1855 em Atibaia e pode ser considerado o tronco da família Ferraz de Atibaia. O casarão que fica no largo da matriz de Atibaia é conhecido como solar Manoel Jorge Ferraz em referência a seu dono Manoel Jorge Ferraz que comprou a parte de seu imão em 1834 na casa que foi construída entre 1776 a 1781 por seu avô paterno Francisco Lourenço Cintra, tendo Manoel Jorge edificado o segundo piso do sobrado em 1845. Manoel Jorge deixou vasta geração[60], que desenvolveremos em parte, priorizando sempre os que permaneceram em Atibaia:

2.1. Jacinto Jorge Ferraz n. 1823

2.2. Ana Jorge Ferraz n. em 1826

2.3. José Jorge Ferraz, c.c Maria Lourença da Silva, filha de Florêncio (1.13. adiante).

2.4. Joaquim Manoel de Araújo Campos, c.c Leopoldina Bueno de Aguiar.

2.5. Maria Jorge Ferraz n. em 1829

2.6. João Jorge Ferraz

2.7. Lucas de Siqueira Franco ou Lucas de Siqueira Franco Netoou “Lucas Jorge” como era mais conhecido, nasceu em Atibaia aos 18.OUT.1832, foi c.c Idalina Maria de Oliveira Simas n. aos 09.JUL.1847 em Atibaia e f. na fazenda Engenho das Palmeiras. Foi advogado e fazendeiro em Mogi-Mirim, Amparo e Itapira. Chefiou na década de 1870 o partido liberal em Atibaia em substituição ao primo de seu pai e seu tio materno, José Lucas. Lucas Jorge foi vereador em Atibaia em várias legislaturas tendo sido presidente da câmara em vários perídos em substituição a José Lucas na década de 1860 e definitivamente em 1871/72 e 1873 a 1876. Lucas Jorge mudou-se de Atibaia para Itapira/SP, após ter tido grande frustração política em 1877,onde foi tomar posse da fazenda Engenho das Palmeiras “Engenho Velho” e depois conhecida como fazenda Lucas Jorge, fundada por seu avô paterno alferes Jacinto José Araújo Cintra que passou ao seu pai e a qual herdeu de sua mãe e lá faleceu aos 20.AGO.1910. Deixou vasta descendência:

3.1. Isabelde Siqueira Franco n. aos 30.OUT.1865 em Atibaia f. aos03.MAIO.1923 em São Paulo c.c José A.Cunha. Teve:

3.2. Maria Franco n. aos 01.MAIO.1867 em Atibaia e f. aos 16.NOV.1901 em Lambari/MG, foi casada em 1892 com Benjamim Contant Rodrigues Pereira.

3.3. Ana Franco n. aos 08.DEZ. 1868 em Atibaia e f. aos 12.NOV.1947 em Itapetiniga. Foi c.c Joaquim Fabiano Alves.

3.4. Escolásticade Siqueira Franco n. aos 18.AGO.1870 em Atibaia f. aos 02.SETo.1892 em Carandai/MG. Foi c.c Luiz Rodrigues Pereira.

3.5. João Jorge de Siqueira Franco n. 09.JUL.1972 em Atibaia, f. aos 12.JAN.1944 em São Paulo. Foi advogado e fazendeiro em Brumado. Foi presidente da câmara de Amparo em 1934/35. Foi casado 1ª vez com Maria Herminia Boa Vista e 2ª vez com Leonina Silveira.

3.6. Francisca Franco de Mello n. aos 01.JUN.1874 em Atibaia. Foicasada em 1895 com Hernesto Mello, f° de Joaquim Manoel de Mello e de Blacidina de Melo. Foram residenes em Lambari/MG Teve q.d:

4.1. Ernesto Melo Júnior, engenheiro, foi residente no Rio de Janeiro. Teve:

5.1. Gilda

5.2. Arnaldo

4.2. Paulo de Melo, fazendeiro em Lambari/MG c.c Maria Guilhermina da Rocha Mello, filha do cap. Alberto Carlos Souza Rocha e de Blandina meireles da Rocha de São Gonçalo do Sapucai. Teve:

5.1. Francisco da Rocha Mello, nascido em 1922, residente em Bernadirno de Campo/SP, viúvo de Alice. Teve q.d:

6.1. Margarida

6.2. Cecília

5.2. Oswaldo da Rocha Mello “Vavá Junqueira” f. aos 15.AGO.2009, foi casado 1° vez vez com Maria Clara Junqueira com quem teve 3 filhos e 2° vez com Maria Auxiliadora Cristiano, natural de Minas Gerais, falecida em 2014, com que teve apenas um filho e o único descendente de Lucas Jorge que reside em Atibaia:

6.1. Ricardo Estaquio Junqueira de Melo

6.2. Glycia Maria Junqueira de Melo

6.3. Maria Junqueira de Melo

6.4. Lucas Jorge de Siqueira Franco de Mello, n. aos 30.MAR.1972 em São Paulo, c.c Fátima Aparecida Torres Rosa. Talvez seja o único descendente de Lucas Jorge (2.7.) que reside em Atibaia. Teve:

7.1. Leticia Rosa de Melo

7.2. Lucas de Melo

7.3. Lya Giovana Rosa de Melo

5.3. Antônio da Rocha Mello, residente em Lambari/MG.

5.4. Paulo da Rocha Mello

5.5. Martha da Rocha Mello c.c Moacir Junqueira, residentes em Lambari/MG.

5.6. Consuelo da Rocha Mello

5.7. Maisa da Rocha Mello

5.8. Jurema da Rocha Mello

5.9. Zelia da Rocha Mello

4.3. Rubens Mello c.c Helena Presgrave. Teve q.d.:

5.1. Nicia c.c Cyro Leme Ferreira

5.2. Carlos Roberto

5.3. Beatriz

3.7. Lucas Jorge de Siqueira Franco n. aos 15.JAN.1876 em Atibaia. Foi advogado e faleceu solteiro em 1900 em Nápolis, Itália.

3.8. Amador Jorge de Siqueira Franco n. aos 13.SET.1877 em São Paulo f. aos 21.NOV.1948 na em Mogi-Mirim. Foi advogado em Mogi Mirim onde foi presidente da câmara entre 1926 a 1930, foi c.c Adelfa Ribeiro.

3.9. Rosa Franco n. aos 27.AGO.1879 em São Paulo e f. aos 31.DEZ.1941 no Rio de Janeiro onde residia, foi c.c Rodolfo Paladini.

3.10. Carolina Franco, n. aos 30.SET.1891f. em 1926 em Campinas. Foi c.c Glicério Bueno da Costa Barrios, é o tronco da família Barrios em Itapira. Foi professor em Itu e Itapira, onde foi o 1° diretor do “Grupo Escolar dr. Júlio Mesquita”. Nasceu aos 25.MAR.1866 em Elói Mendes/MG e f. em Campinas aos 06.JUN.1926. Teve:

4.1. Maria Lígia

4.2. Jorge

4.3. Corina

4.4. Elsa c.c Dirceu Gomes Bueno. Teve:

5.1. Paulo Roberto

5.2. José Carlos

4.5. José c.c Holanda Hipólito, f. aos 02.OUT.1948.

4.6. Antônio c.c sua prima Iolanda Rodrigues

4.7. Olavo

3.11. Manoel Jorge de Siqueira Franco n. 22.Out.1883 em São Paulo. Foi advogado e fazendeiro em Itapira/SP.

3.12. Jorge Manoel de Siqueira Franco n. aos 22.OUT.1883 (gemeos do anterior) e f. aos 04.MAIO.1942, foi advogado e faleceu solteiro

3.13. José Jorge de Siqueira Franco n. aos 01.SET.1886 em São Paulo e f. em 1951. Advogado e fazendeiro em Itapira, c.c Jandira de Queiroz Telles. Teve:

4.1. Hely Telles de Siqueira c.c Hortência Melo Gonçalves de Castro.

4.2. Dirce Telles de Siqueira Brandão c.c Hélio Cintra Brandão Teve:

5.1. Luis Franco Brandão

5.2. Rui Franco Brandão

5.3. Stella Franco Brandão

5.4. Rubens Franco Brandão n. aos 25.FEV.1944 em Mirandópolis, médico, casado 1ª vez com Clara Terko Takaki Brandão c.q teve 2 filhos e 2ª vez com Dalva Lucia Senna c.q teve 2 filhbos. Teve:

6.1. Mauricio

6.2. Elia

6.3. Ana Maria

6.4. Thais

4.3. Josira

4.4. Aluisio Teles de Siqueira c.c Maria Célia Reis de Andrade. Teve:

5.1. Aluísio

5.2. Rilde

5.3. Taís

5.4. Tania

5.5. Sérgio

5.6. Célio

5.7. Daniel

5.8. Glacia

2.8. Maria Gertrudes Jorge Ferraz, falecida solteira.

2.9. Manoel Jacinto de Araújo Ferraz n.em Atibaia em 1834/35 e aí f.aos 15.MAR.1901. Foi proprietário de uma grande fazenda no bairro do Maracanã com 586 alqueires denominada Campo Alegre e de uma chácara denominda Taboão. A evolução histórica e econômica do bairro de Caetetuba de Atibaia no século XIX tem a contriguição de Manoel Jacinto. Formou-se em direito no Largo São Francisco em 1858, foi vereador em diversas legislaturas e presidente da câmara municipal em 1881/82. Foi eleito deputado provincial por Atibaia em 1861 para o mandato de 1862/65. Deixou a política com a proclamação da República. Também foi juiz de paz e juiz de direito de Atibaia em 1890/91 e juiz de direito em Piracaia em 1892. Teve com Benedita Mariada Conceição Pedroso com quem viveu, sete filhos:

3.1.Dorotéia Ferraz n. em 1863 e falecida solteira.

3.2. Stefânia n. 1866, c.c. Leopoldo Bueno da Rocha (ver 4.4., 3.2., 2.11.,1.3., N° 04 adiante). Teve:

4.1. Romeu da Rocha Ferraz c.c. Rosa Gonçalves. Teve:

5.1. Nair

5.2. Arlindo

5.3. Sebastião

5.4. Manoel

5.5. Romeu

4.2. Rufiro da Rocha Ferraz n. aos 11.MAIO.1904, f. aos 17.AGO.1982, foi c.c. Arminda dos Santos, natural de Molelos, Portugal. Teve:

5.1. Rosa Maria dos S. Ferraz, n. aos 27.NOV.1941 c.c Atio Castro Cordeiro, eng°.

4.3. Raul da Rocha Ferraz

4.4. Ramira da Rocha Ferraz

3.3. Cristiana Ferrazn. em 1870 e falecida solteira aos 13.JAN.1963.

3.4. Alferes Ângelo Pedro Ferraz n em 1872, casado em Atibaia aos 03.NOV.1904 com Helena Franco Ferraz, filha de Antônio Franco de Camargo Silva, natural de Atibaia e de Barbara de Oliveria Saldanha de Rio Bonito, hoje cidade de Bofete/SP. Angelo Pedro comprou em 1903 de seu tio Lucas de Siqueira Franco Neto, ou Lucas Jorge, a metade do casarão existente no largo da matriz, também conhecido como solar Manoel Jorge Ferraz ou casarão Júlia Ferraz. Teve 6 filhos de seu casamento e um (4.7.) de outro relacionamento:

4.1. Maria Izabel Feraz c.c. José Tavares Rodrigues (irmão de Arthur Tavares Rodrigues citado em 2.4., 1.3., N° 03, cap. 2° do título Freitas e de Aniceto Tavares Rodrigues, citado abaixo). Teve:

5.1. Cecília Tavares f. aos 22.DEZ.1993, foi c.c Moacir Zanoni, n. aos 07.NOV.1920 em Jarinu e f. aos 18.DEZ.1992, f° de Amélia de Oliveira de Joanópolis e de Edmundo Zanoni[61]n. em Itatiba/SP aos 07.OUT.1895, foi vereador de 1956 a 1960 e como suplente de 1969 a 1973, presidente da câmara em 1969. prefeito sanitário de 10.AGO.1956 a 05.MAIO.1958 e eleito vice-prefeito em 1962 e nesta condição assumiu a prefeitura aos 05.MAIO.1964até 03.OUT.1965 quando faleceu, foi também presidente do São JoãoTenis Clube. Teve:

6.1. Moacir Zanoni “Nambu”, topógrafo.

6.2. Marcelo Zanoni

6.2. Mauricio Zanoni“Pelote” c.c Mônica Massoni, filha de João Massoni e de Benedita Simões Massoni.

6.3. Milton Zanoni c.c Cleusa de Oliveira Silva.

6.4. MonicaRegina Zanoni

5.2. Mário Tavares c.c Judite Gonçalves Tavares filha de João Gonçalvez de Souza e de Maria Izabel de Oliveira (ver 3.1., 2.2., 1.5., N° 01 do cap. 11° do título Pereira). Teve:

6.1. Mauro Tavares f. aos 01.JAN.2011. Teve:

7.1. Mário Tavares Neto

6.2. Arthur Tavares Rodrigues Sobrinhon. aos 31.MAIO.1962, funcionário do judiciário de Atibaia, solteiro.

6.3. Cristiane Tavares, casada aos 06.SET.1979 com˙Francisco José de Carvalho Rubião e Silva “Fran Rubião”. Teve:

7.1.Flávia Cristina, c.c. Daniel Anderson Prado. Teve:

8.1. Thais

7.2. Francesca c.c Elton Ferreira Prado[62], contador.

7.3.Francisco José, separado. Teve:

8.1. Gabriel

8.2. Guilherme

7.4.Felipe

7.5.Fabrizia

6.4. Alex Tavares n. aos 24.JAN.1976 c.c Fernanda Puga Tavares.

5.3. GeraldoRodrigues f. aos 02.AGO.1988, foi c.c Lúcia AparecidaVellani, f. aos 12.MAIO.1999. Teve três filhos, sendo o último com sua esposa:

6.1. Carlos Henrique Rodrigues

6.1. Fábio Eduardo Rodrigues

6.2. Geraldo Rodrigues Jr. n. aos 03.ABR.1983 c.c Érica Pinzan. Teve:

7.1. Gabriela

4.2. Julieta Ferraz n. aos 21.NOV.1906 e f. aos 22.MAIO.1958, foi c.c. Gentil Pereira dos Santos. Teve:

5.1. Neusa n. aos 23.DEZ.1939 divorciada de Breno Bravo.

4.3. Maria Conceição Ferraz, f. aos 16.JUL.1955, foi casada aos 21.OUT.1933 com Francisco Silva Pinto, n. de Piracaia, f aos 23.AGO.1979, filho de Candido Pinto da Silva e de Antonia Silva Pinto. Teve:

5.1. Antonia Silva Pinto faleceu solteira aos 19.NOV.1996.

5.2. WilsonSilva Pintof. aos 27.ABR.1980 divorciado de Maria Torralbo Dal Sasso Pinto. Teve:

6.1. Isabel Cristina Silva Pinto n. aos 30.AGO.1961.

6.2. Valmor Silva Pinto n. 20.OUT.1970 e c.c Ana Paula Tavares da Silva.

5.3. Flávio Silva Pinto n. aos 30.AGO.1939 e f. solteiro aos 13.DEZ.2006.

5.4. Edson da Silva Pinto n. aos 13.DEZ.1947 c.c Maria Alaide Silveira.

4.4. Pedrina Ferraz f. aos 16.NOV.1986 foi c.c. Aniceto Tavares Rodrigues, f. aos 17.MAR.1981, f° de Salvador Tavares e de Josefa Mª de Jesus, irmão do José Tavares Rodrigues, citado em 4.2. acima. Teve:

5.1. Helena Rodrigues Ferraz c.c Alcides Vizzioli.

5.2. Antônio T. Rodrigues foi c.c Neusa Mancuso, já falecido. Teve:

6.1. Elisabete Tavares Rodrigues n. aos 25.JUN.1959

6.2. Antônio Sérgio Tavares Rodrigues, n. aos 25.OUT.1967.

5.3. Silvio T. Rodrigues f. aos 06.AGO.2008 foi divorciado de Maria José Moreno.

6.1. Vanessa

6.2. Rodolfo

5.4. Hélio Tavares Rodrigues f. aos 11.MAIO.1998, era separado judicialmente de Elita de Azevedo. Teve:

6.1. Fabiano n aos 28.FEV.1975.

6.2. Rodrigo n. aos 01.JUN.1977.

6.3. Felipe n. aos 09.AGO.1982, arquiteto formado pela USF.

4.5. Pedro Ferraz, irmão gêmeo de Pedrina, f. aos 14.NOV.1989, foi c.c. Margarida Augusta de Oliveira, falecida aos 13.JUL.2000. Tiveram:

5.1. Odete Ferraz dos Reis n. aos 25.OUT.1933, c.c Antônio da Silva Reis

5.2. Maria de Lourdes Ferraz n. aos 13.NOV.1934 foi c.c Nelson Marques Valencio.

5.3. Dirce Ferraz de Camargo f. aos 14.DEZ.1996 foic.c João Batista de Camargo, f. aos 04.JUN.1999. Teve:

6.1. Valter Aparecido de Camargo c.c Fátima Aparecida da Silva.

6.2. Vanderlei Roberto de Camargo c.c Marica Aparecida Gonçalves.

6.3. Vladimir José de Camargo, n. aos 24.SET.1963.

6.4. João Batista

5.4. Ivone Ferraz Zambelli c.c Benedito Aparecido Zambelli.

5.5. Pedro Ferraz Filho n. aos 15.JUN.1940, c.c Ilda Fátima Teixeira, fª aos 09.ABR.1984 (ver 2.4., 1.7., N° 01, cap. 7° do Título Leite). Teve:

6.1. Tamy n. em 1980

5.6. Terezinha Ferraz separada judicialmente com Sudário José Ribeiro.

5.7. Osvaldo Ferraz n. aos 13.AGO.1944

5.8. José Carlos Ferraz delegado de polícia aposentado, c.c Paula Lucia dos Santos Ferraz, advogada em Atibaia. Teve:

6.1. Carla Ferraz, c.c Washinton Moraes. Teve:

7.1. Vitória

6.2. Kelli

6.3. Vanessa, casada.

6.4. Maicon, casado com 2 filhas.

5.9. Edson Antônio Ferraz, mecânico e um dos proprietários da tradicional oficina Motovale em Atibaia, c.c Elizabeth Rezende. Teve:

6.1. Joice, casada.

5.10. Margarida de Fátima Ferraz Gimenes, diretora de escolamunicipal aposentada e proprietária da escola Educat, antiga Tia Fátima, c.c José Gimenes do Amaral, comerciante, filho de José Gimendes Santiago, já falecido e de Alice Franco do Amaral Santiago, n. aos 06.MAIO.1929, filha de Sebastiana Menina e de João Batista Franco do Amaral, este filho de Maria Franco do Amaral e de Joaquim do Amaral e Silva. Teve:

6.1. Tatiana, professora c.c. Juliano. Teve:

7.1. Giovanni

6.2. Eliane, solteira, n. aos 14.SET.1982, professora.

6.3. José Gimenes Júnior, n. aos 09.JAN.1983.

4.6. Ângelo Ferraz f. solteiro e sem descendentes aos 06.NOV.1982.

4.7. Arlindo Ferraz f. aos 07.MAR.1963 foi c.c. Maria Helena Faria, f aos 14.ABR.1993.

5.1. Maria Inês Faria Ferraz n. aos 04.NOV.1941 c.c Alim Ferreira de Almeida.

5.2. Arlindo Ferraz Jr. n. aos 07.JUN.1943, capitão da marinha.

5.3. Maria Lúcia n. aos 18.NOV.1944.

3.5. Sebastião de Araújo Ferraz n. em 1879 foi c.c. Paulina Chesi. Teve:

4.1. Benedita Araújo Ferraz n. aos 18.NOV.1912 e f. aos 10.JUN.2002,. foi c.c. Geraldo Tavares Arnellas, f aos 20.MAR.1984. Teve:

5.1. Geraldo José Arnellas n. aos 01.AGO.1945 c.c Marcia Silva dos Santos.

5.2. Maria Dorotéia n. aos 16.AGO.1947 c.c Roberto Chelio.

5.3. Maria Heloísa n. aos 26.NOV.1950 c.c Gil Ernesto Gomes Coelho, advogado.

5.4. Paulo Roberto, n. aos 12.JAN.1954 c.c Sonia Regina Menghini.

5.5. Maria Teresa n. aos 12.FEV.1958 c.c Mauro Bertelle Júnior.

5.6. Marco Antônio n. aos 23.JAN.1960, eng°, c.c Heloisa Maria Castro Chiavegato.

4.2. Manoel Ferraz,professor e pedagogo, n. aos 25.JUN.1926 ef. aos 16.FEV.2005 c.c. Josefina Bastos. Teve:

5.1. Lyliana Bastos Ferraz n. aos 23.JAN.1957.

5.2. Manoel Oscar Bastos Ferraz n. aos 28.ABR.1958 divorciado de Maria Francisca Massoni, filha de João Massoni e de Benedita Simões Massoni.

5.3. Rosana B. Ferraz n. aos 23.FEV.1961 c.c Luiz Ricardo Gambagorte de Farias.

5.4. Sebastião Carlos Bastos Ferraz n. aos 12.SET.1962 casado 1ª vez com Poliana Gomes com quem teve um casal de filhos gemeos e 2ª vez com Claudia Cecília do Amaral Meinberg, filha de Guido Henrique Meinberg f. aos 26.JUN.2010 e de Cecília Galvão do Amaral Meinberg, esta irmã de José Galvão do Amaral, ex-presidente do Conselho Municipal do Idoso de Atibaia. Teve 2 filhos da 1ª esposa e um com a atual:

6.1. Manoel Ferraz Neto n. aos 01.JUN.1992

6.2. Carla Ferraz n. aos 01.JUN.1992

6.3. Bruno Meinberg Ferraz n. aos 09.OUT.1997

5.5. Sylvana Bastos Ferraz n. aos 31.AGO.1965 c.c Aryoswaldo Bonini Jr. (ver 5.2., 4.1., 3.4., 2.1., 1.3., N° 01, cap. 7° do título Alves do Amaral), filho de Aryoswaldo Bonini e Denise Silva Bonini.

4.3. Maria de Lourdes Ferraz, n. aos 02.DEZ.1923 e f. aos 21.JUN.1992. Teve:

5.1. Luiz Roberto Cabral Ferraz, n. aos 07.OUT.1953 c.c Roseni Maria Rodrigues.

6.1. Ana Gabriela Ferraz foi c.c Danilo Manhã, repórter (ver 8.1., 7.2., 6.4., 5.2., 4.1., 3.5., 2.1., 1.2., N° 02, cap. 4°, atrás). Teve:

7.1. Melissa n. aos 13.SET.2005.

7.2. Yasmin n. aos 26.JUN.2007.

6.2. Luiz Felipe Rodrigues Ferraz.

4.4. Sylvia de Araújo Ferraz, f. Solteira aos 27.SET.2013 com 85 anos.

4.5. Dorothea de Araújo Ferraz, solteira, residente na rua José Lucas

4.6. Teresa Maria, freira da ordem das filhas de Jesus.

4.7. Dulce Ferraz n. aos 21.MAR.1930 e f. aos 14.NOV.1992 foi c.c. Josef Holzhauser, f. aos 04.JAN.1989. Teve:

5.1. José Francisco n. aos 20.FEV.1957 c.c Flavia Amaral Rezende.

5.2. Paulo Jorge n. aos 22.ABR.1959 c.c Marley Pereira Dias.

5.3. Silvia Cristina n. aos 12.JAN.1962.

3.6. Mônica Ferraz n. aos 17.DEZ.1880 e f. aos 10.FEV.1969 c.c. José Herculano Bueno “Zico Paes[63]” n. aos 27.AGO.1877 e f. aos 29.NOV.1962 (ver 3.1., 2.1., 1.5., N° 09 do cap. 6° deste título e 2.1., 1.8., N° 05, cap. 1° do título Alves do Amaral) não tiveram filhos.

3.7. Júlia Ferraz, n. aos 15.DEZ.1883 em Atibaia e ai faleceu solteira aos 16.MAIO.1981. O casarão que se encontra no largo da matriz é conhecido como solar Manoel Jorge Ferraz e também como casarão Júlia Ferraz, que morou muitos anos naquele imóvel.

2.9. Escolástica, com 9 anos em 1846, portanto, n. em 1837.

1.11. Tenente-Coronel[64] Francisco Lourenço Araújo Cintra n. entre 1804 a 1806 em Atibaia onde se casou com sua parente Maria Conceição Pádua Leite (ver 2.4., 1.1., N° 01, cap. 2° da família Araújo na introdução deste título) , tiveram entre outros filhos todos naturais de Atibaia:

2.1. Landislau Antônio de Araújo Cintra n. em Atibaia em 1833 e f. em 1910 em Jaú. Casou-se em Itú com Escolástica de Almeida Prado. Foi fazendeiro em Itapira, cuja cidade ajudou a fundar, mudando-se depois para Mogi Mirim, onde militou na política pelo partido liberal, pelo qual foi seu representante na importante convenção Republicana de Itú em 1873.

2.2. Antônio Francisco de Araújo Cintra nascido em Atibaia em 1835. Casou-se 1ª vez com Maria de Oliveira Camargo e pela 2ª vez com sua parente Leocádia Cintra. Advogado em Mogi Mirim, onde foi também fazendeiro proprietário da grande fazenda Reunidas que compreendia as fazendas Santa Cruz, Itapirinha, São Jerônimo, Nova América e Sertãozinho, bem como líder político do partido republicano. No regime imperial foi vereador em Mogi, foi representante de MogiMirim na célebre Convenção de Itu em 1873. Foi deputado provincial de 1868/69 e senador estadual em 1894/96. Faleceu em 1911 em S. Paulo.

2.3. Evaristo Araújo Cintra n. em 1830 em Atibaia, foi advogado, suplente de deputado provincial pelo partido liberal no biênio 1858/59 e eleito deputado provincial pelo partido liberal de 1862/63[65] por Mogi-Mirim onde residia. Foi também por muitos anos juiz de direito na comarca de Alegrete/RS em 1877/78, chefe de polícia da cidade de Goiás, desembargador do Estado de Goias.E descobrimos um Evaristo Ara;ujo Cintra que foi presidente da câmara de Limeira/SP em 1880/81, que pode ser o mesmo aqui tratado. Faleceu solteiro.

1.12. Comendador João Batista de Araújo Cintra, batizado em 1805 em Atibaia onde casou-se em 1828 comsua sobrinha. Maria Jacinta de Araújo Cintra. Era comendador da imperial Ordem da Rosa recebida pel imperador D.Pedro II em Itapira aos 27.OUT.1886. Foi juiz municipal em Atibaia entre 1833/36 e influente político, líder do partido liberal da cidade de Itapira, onde se estabeleceu em 1840 e foi possuidor de grande fazenda.

1.13. Florêncio de Araújo Cintra, batizado em 1807 em Atibaia onde casou 1ª vez com sua sobrinha, Cristina de Araújo, filha de Ana Jacinta, 1.4, retro e 2ª vez com Valeriana Inez de Araújo, foi deputado provincial em 1846/47 na condição de suplente. Teve 2 ffilhos com a 1² esposa e 3 com a 2². Descendentes até o início do século XX descritos em SL 2/512.

1.14. Capitão Bento José de Araújo Cintra, casou-se em 1830 em Bragança com sua sobrinha, Ana Jacinta de Mores, filha de Gertrudes Tereza da Silveira, 1.5, retro. Descendentes até o início do século XX descritos em SL 2/513.

1.15. Major José Jacinto de Araújo Cintra n. 1812, casou-se em 1843 em Atibaia com sua sobrinha Maria da Conceição . em 1822 e f. aos 12.OUT.1892 em Amparo, filha de Ana Jacinta, 1.4. retro. Major José Jacinto foi presidente da câmara municipal de Atibaia (1841/44). Faleceu em Amparo para onde se mudou aos 09.JAN.1889. Foi presidente da câmara de Atibaia no mandato de 1841/44, e juiz de paz entre 1845/48. Foi um dos mais importantes líderes da revolução liberal em Atibaia, juntamente com os irmãos Bueno de Aguiar e a maioria dos membros do partido libral de Atiaia. No censo de 1846 era morador do bairro Itapetinga. A maioria de seus descendentes estabeleceu-se em Amparo e estão descritos até o início do século XX em SL 2/515.

1.16. Joaquim Floriano de AraújoCintra, natrual de Atibaia onde foi batizado em 1813. Foi advogado por muitos anos no Rio Grande do Sul, voltando depois a residir em Itapira/SP por onde elegeu-se deputado provincialnos biênios de 1846/47 e 1848/49. Foi casado com Maria Rosa Cintra.Teve três filhos.

1.17. Escolástica de Araújo Cintra, batizada em 1810 em Atibaia e falecida em Amparo onde viveu depois de seu casamento que se deu em Atibaia em 1824 com o alferes Francisco da Silveira Campos, filho do 4º e úlitmo capitão-mor de Atibaia, Lucas de Siqueira Franco, 1.4. do Nº 04 a seguir.

Capitão Mor 04 Lucas de Siqueira Franco (pintura ao lado), 4º e último capitão-mor e 1º presidente da câmara municipal de Atibaia onde foi batizado em 1773, e aí se casou em 1794 com Ana Gabriela de Campos e Vasconcellos n. em 1769 (SL 6/280) e falecida aos 10.NOV.1829, filha do guarda-mor Frutuoso Furquim de Campos[66] e de sua 1ª mulher Apolônia Maria do Pilar e Vasconcellos (SL 7/488), neta materna de Maria Machado Vasconcellos e do cap. Bento de Siqueira Pedroso e neta paterna de Estanislau Furquim Pedroso (natural de Parnaíba) e de Ana de Campos. Lucas de Siqueira Franco foi o maior e mais importante fazendeiro no bairro de Caioçara de sua época. No censo de 1810 tinha 53 escravos e no de 1820 tinha 42 escravos e 6 agregados. Iniciou sua vida pública em 1794 como capitão das ordenanças, depois foi sargento-mor e, com o falecimento do seu tio paterno, o terceiro capitão-mor, exerceu o mais importante cargo civil e militar do ordenamento administrativo da época, o cargo de capitão-mor de 1821 a 1828, quando foi modificado o sistema administrativo do Império. Acreditamos que Lucas de Siqueira Franco, que tinha o mesmo nome de seu avô paterno e 1° capitão-mor de Atibaia, foi o mais importante líder político em Atibaia nas primeiras três décadas do século XIX, especialmente do início da década de 1820 a meados da década de 1830 e foi substituído nesta condição por seu sobrinho cel. Manoel Jorge Ferraz. Foi abastado fazendeiro do bairro do Caioçara e também exerceu o cargo de juiz ordinário em 1795 e 1802, foi o primeiro presidente da câmara de 1829 a aproximadamente 1832. Foi juiz municipal em 1856, interferindo sempre na vida política da cidade, até sua morte em 1866 em Atibaia com 93 anos, deixando ainda na ocasião de sua morte cerca de 400 descendentes. Teve 11 filhos dos quais três faleceram na infância os 8 que sobreviveram foram:

1.1. Tenente[67]Frutuoso José de Campos, batizado em 1795 em Atibaia, e aí se casou em 1824 com Ana Luiza Caetana de Mello filha do alferes Manoel Caetano de Mello e de Ana Francisca Cardoso, nº1.5. adiante. Teve:

2.1. Cândida de Mello casada em 1843 em Atibaia com José Corrêa da Silva, filho de João Corrêa da Silva e de Gertrudes Luiza de Moraes, que foram moradores em Araraquara.

2.2. Maria de Campos casada em 1843 com Manoel Caetano da Cunha. Filho do tenente Francisco da Cunha Ramos e de Maria Metildes de Mello. Tit. Cunhas Gagos de SL.

2.3. Major Lucas Furquim de Campos viveu em Campo Largo de Atibaia. Foi c.c Maria Gertrudes da Silveira, sua prima, filha do capitão Inácio Caetano da Silveira (ver adiante) e de sua mulher e sobrinha Delfina da Silveira ambos. Teve:

3.1. Sophia

3.2. Thereza

3.3. Sebastiana

2.4. Pedro Nolasco da Silveira Mello casou-se 1ª vez com Cristina, fª do alferes Joaquim de Siqueira Franco (ou Joaquim Antônio da Silveira) e de Rita de Cássia (ver adiante), n. p. do Capitão José de Siqueira Franco e de Francisca Margarida Pedroso (ver adiante), 2ª vez casou-se com (…) filha de Pio Pupo. Com geração dos dois casamentos.

2.5. Gertrudes, foi c.c Lúcio Flóro da Cunha, f° de Francisco da Cunha Ramos e de Mª Metildes de Mello.

2.6. José Frutuoso de Campos, sem geração.

1.2. Ana Cardoso de Campos, foi batizada em Atibaia em 1798 e aí se casou em 1813 com seu parente Antônio Luiz da Rocha, filho do capitão Joaquim de Siqueira Franco e de Gertrudes Francisca Pedroso (ver desc. adiante)

1.3. Maria Cardoso de Campos (SL 2/56) n. 1800 em Atibaia e aí se casou em 1812 com o cap. Francisco Rodrigues Bueno de Aguiar (SL 1/534), f° do capitão Francisco Bueno de Aguiar e Castro[68]n. em 1750 e de Maria Rosa Rodrigues de Assunção, natural de Nazaré/SP, f. em 1796, os quais casaram-se em Nazaré em 1789. Neto paterno de Diogo Bueno de Camargo, natural de Atibaia (família Bueno da Ribeira) e de Maria de Moraes de Aguiar, natural de Guarulhos; n. m. de José de Moraes Franco, natural de Lisboa e de Helena Rodrigues Bueno, natural de Guarulhos. SL 1/57 e 534. Teve os 13 filhos seguintes:

2.1. Maria Rosa de Campos casou-se a 1ª vez em 1827 em Atibaia com o sargento-mor Antônio João Carlos Barbosa, filho sargento-mor Nicolau Soares de Pugas Duque, natural de Portugal, e de Maria Arcliangela Barbosa, por esta, neto do capitão Antônio Barbosa de Lima e de Apolônia Maria do Pilar e Vasconcellos; 2ª vez casou-se em 1832 na mesma vila com o major e sargento-mor Albino Barbosa de Vasconcellos de Lima, n. em Atibaia em 1806, fazendeiro em Atibaia com considerável escravatura no censo de 1836, filho do capitão Manoel Barbosa de Lima e de Maria Gertrudes do Carmo. Com geração do 1° marido em SL Tit. Siqueiras Mendonças Cap. 1.° § 2.°, 2-1, 3-3, 4-2, 5-l SL. Teve do 2° q.d. no censo de 1836:

3.1. Ana n. em 1829

3.2. Leopoldina n. em 1830

3.3. Eulália n. 1834

3.4. Leopoldina n. 1835

2.2. Ana Francisca de Campos c em 1830 em Atibaia com Miguel Arcanjo Barbosa, filho do sargento-mor Francisco Barbosa de Vasconcellos e de Gertrudes Maria Aranha. Com geração em SL tít. Siqueiras Mendonças.

2.3. Delfina Bueno de Aguiar casou em 1834 em Atibaia com o alferes José da Silveira Campos o “José Lucas” seu tio (ver descendência em 1.7. adiante).

2.4. Paulino Bueno de Aguiar falecido solteiro (SL 2/57).

2.5. João Francisco Bueno de Aguiar c.c sua sobrinha Elisa Bueno de Campos, filha do alferes José da Silveira Campos “José Lucas” (ver adiante). Teve um único filho:

3.1. Simplicio Bueno de Aguiar.

2.6. Alferes José Bueno de Aguiar . em 1824, casou em 1840 em Atibaia com sua parente Constança Josefina de Araújo n. em 1829, filha de Rosa Maria de Campos (1.8. adiante) e do tenente-coronel Jacinto José Ferraz de Araújo e de Rosa Maria de Campos (ver 1.9., N° 03 deste capítulo); Tomou parte ao lado do último capitão-mor de Atibaia na revolução liberal e depois mudou-se pra Itapira onde foi fazendeiro de café e onde faleceu deixando os seguintes filhos:

3.1. Cristina n. em 1842

3.2. Francisco Bueno n. em1843 , foi c.c sua parenta Escolástica, filha de Ana Jacinta e do Capitão Bento José de Araújo Cintra (1.14., do N° 03, atrás) sem geração.

3.3. Jacinto Bueno n. em 1844, foi residente em Itapira onde se c.c sua parenta Leopoldina, filha de Francisco de Assis Araújo Cintra e de Leopoldina de Campos. Sem geração.

3.4. José Bueno c.c (…) viúva de José Xavier de Oliveira.

3.5. Joaquim Bueno

3.6. Cesarino Bueno c.c Rosa Fernandes. Sem geração.

3.7. Umbelina Bueno c.c Joaquim Rodrigues de Siqueira Bastos.

3.8. Arthur Bueno casado com (…).

3.9. Felício Bueno

3.10. Pedro Bueno

3.11. Eulália Bueno de Aguiar casada com Manoel (…).

2.7. Capitão Theodoro Bueno de Aguiar e Castro n. 1816, casou-se em 1841 em Atibaia com sua sobrinha Ana Barbosa n. em 1829, filha de Maria Rosa de Campos e seu 1º marido (v. retro). Tomou parte juntamente com dois irmãos na revolução liberal de Atibaia ao lado do último capitão-mor de Atibaia e teve seus bens sequestrados aos 20.JUL.1842. Teve q.d.:

3.1. Antônio n. em 1843

3.2. Gustavo n. em 1845

3.3. Constança c.c Antônio de Pádua Leite “Totó Dionizio”, filho de Dionizio Francisco Leite e de Maria Balbino Pacheco, neto paterno do capitão de milícias Antônio de Pádua Leite (ver SL 2/520 e texto sobre a família Araújo na introdução deste título).

2.8. Francisco Bueno de Aguiar e Castro, faleceu solteiro no Sul.

2.9.Gertrudes Bueno de Campos, falecida solteira.

2.10. Carolina Bueno de Campos foi c.c ˙Joaquim Antônio Gonçalves. Teve uma única filha:

3.1. Amélia c.c seu parente Lucas Barbosa de Assis Gonçalves filho do major Francisco de Assis Gonçalves e de Leopoldina Barbosa de Campos. Tit. Siqueiras Mendonças Cap. 1º § 2º SL.

2.11. Jacinta Bueno de Campos casou em 1833 em Atibaia com João Batista da Rocha Franco, que pode ser considerado o tronco da família Bueno da Rocha ou Rocha de Atibaia (SL 1/517), filho de Maria Madalena Rodrigues e do cap. Lourenço Franco da Rocha Bueno casados em Atibaia em 1814.Este cap. Lourenço foi fazendeiro em Atibaia e era filho de Jerônimo de Godoi Moreira que casou-se em Parnaíba em 1775 com Maira Joaquina Pedroso, filha de Francisca Margarida Pedroso e do alferes Lourenço Franco da Rocha, f. em 1771 com 58 anos (família Bueno da Ribeira). Teve::

3.1. Escolástica, falecida solteira.

3.2. Capitão Porfirio Franco Bueno de Aguiar, vereador em Atibaia entre 1877/79, foi 1º c.c Francisca Pessanha, filha de Joaquim Pessanha Falcão e de Delfina Franco (ver 2.3., 1.1., N° 08, cap. 10° a seguir); 2ª vez c.c Carolina Tavares, filha de Manoel Batista Tavares. Teve com a sua 1ª mulher um filho de três com a 2ª:

4.1. Valeriano

4.2. Marieta Bueno da Rocha c.c Pedro de Aguiar Pessanha, filho de João Pessanha Franco Corrêa (ver descendência em 4.7., 3.1., 2.4., 1.1., N° 08, cap. 10° deste título).

4.3. Maria Emília c.c Francisco José Leite (ver descendência no cap. 12° do título Leite), filho de Jacinto Manoel Leite, tronco do título Leite deste trabalho.

4.4. João Bueno da Rocha.

3.3. Iria Bueno da Rocha f. aos 04.MAR.1915 foi c.c seu tio Joaquim Franco da Rocha, irmão de João Batista da Rocha, citado no 2.11 acima. Joaquim Franco da Rocha, foi vereador em Atibaia em 1873/76. Teve:

4.1. Maria Bueno da Rocha, foi c.c Isaias Antônio da Silveira, filho de Antônio Ivo Bueno de Moraes e de Gertrudes Teresa Leite. SL 1/476 e (N° 06, cap. 6° do título Alves do Amaral).

4.2. Capitão Juvêncio Bueno da Rocha n. aos 30.DEZ.1862 e f. aos 04.AGO.1906 foi c.c sua parente, Ana da Silveira Franco, filha de Tomé de Silveira Franco (ver 4.1., 3.9., 2.1., 1.2., N° 02, deste capítulo).

4.3. Leonidia Bueno da Rocha f. aos 05.NOV.1950 foi c.c José de Aguiar Pessanha “Juca Peçanha” (ver 4.5., 3.1., 2.4., 1.1., N° 08, capítulo 10° deste título), f° de João Pessanha Franco Corrêa e de Jesuína Bueno de Aguiar, esta filha do major Joaquim Bueno de Aguiar e de Gertrudes Soares do Amaral (ver 1.2., N° 08 , cap. 5° do título Alves do Amaral), segundo Waldomiro Silveira Franco in Revista Genealógica Latina Volume XII de 1960, o qual reputamos estar certo, contudo, há citações genealógicas que apontam ser o pai de Jesuína, Feliciano Bueno de Aguiar, pai de Joaquim Bueno de Aguiar. Sem geração.

4.4. Leopoldo Bueno da Rocha c.c sua parente Estefânia, filha do Manoel Jacinto de Araújo Ferraz, vereador, presidente da câmara de Atibaia e deputado estadual por Atibaia. (ver 3.6., 2.9., 1.10., N° 03 atrás).

4.5. Antonia Bueno da Rocha.

4.6. Leopoldina Bueno da Rocha c.c João Pessanha “João Bonito”, filho de Jacinto Pereira Pessanha, ver descendência em 4.1., 3.2., 2.3., 1.1., N° 08, cap. 10° deste trabalho.

4.7. João Bueno da Rocha, n. em 1842 c.c Isabel Olívia Bueno da Rocha, filha de José Teotônio Campos Bueno e de Escolástica Poli ou Maria de Jesus. Teve:

5.1. Benedita Rocha c.c Francisco Amaral “Nhô França”, escrivão do cartório de casamentos de São Carlos/SP. Teve:

6.1. Aristeu

6.2. Veridiana

6.3. Eraclides

5.2. Maria Rocha c.c Antônio Lacerda. Teve:

6.1. Benedita

6.2. Amede

6.3. Antonieta

5.3. Lucila Rocha c.c Honório Martins Ribeiro. Teve:

6.1. Cid

6.2. Leo

6.3. (….)

6.4. Elza

5.4. Joaquim

5.5. Sebastião Rocha n. 04.MAIO.1901, f. 04.OUT.1997 c.c sua parente Maria Peçanha Rocha “Mariquinha Rocha”, n. aos 07.OUT.1908, f. aos 10.NOV.1996, filha de Filomena de Toledo Santos e de Eduardo Peçanha “Nhô Dico” (ver 4.7., 3.4., 2.3., 1.1., N° 08, cap. 10° deste título). Teve:

6.1. João Batista Rocha n. 20.MAIO.1928 em Atibaia, 1° tenente PM de São Paulo, c.c Antonia Correa da Rocha. Teve:

7.1. Ângela Maria Rocha n. aos 12.JUN.1957, casada.

7.2. Jaqueline Kennedy da Rocha n. aos 30.NOV.1963, solteira.

6.2. Décio Rocha n. aos 26.MAIO.1930 em Atibaia, advogado, c.c Maria Hermínia de Araújo Rocha, n. aos 13.FEV.1935, professora. Teve:

7.1. Décio Henrique Rocha n. aos 30.JAN.1974 em Taubaté, médico, c.c Viviane De Paula Rosa, advogada. Teve:

8.1. Bruno de Paula Rosa Rocha

8.2. Renata de Paula Rosa Rocha

7.2. Paulo Roberto Rocha n. aos 30.JAN.1974, médico, f. solteiro.

7.3. Andréia Rocha Gonçalves n. aos 15.NOV.1968 em Taubaté, dentista, c.c Leandro Gonçalves Ferreira, juiz de direito federal. Teve:

8.1. Paulo Eduardo Gonçalves Rocha

6.3. Célia Rocha n. aos 22.JUN.1932 c.c Benedito Nelson Nery, funcionário público estadual aposentado, filho de Nelo Nery e de Maria da Conceição de Oliveira Nery. Teve:

7.1. Newton Rocha Nery n. aos 30.JUL.1954, contador, separado judicialmente. Teve:

8.1. Denis Targa Nery n. aos 01.ABR.1985, empresário.

7.2. ˙Nilson Rocha Nery n. aos 27.OUT.1955, despachante e documentalista, c.c Wlaquiria Guimarães Nery n. aos 03.MAR.1953 e f. aos 10.OUT.2013, foi professora. Teve:

8.1. Daniel G. Nery n. aos 17.MAR.1981, maestro.

7.3. Nely Rocha Nery n. aos 23.MAR.1959 e f. aos 21.DEZ.2013, foi escriturária. Teve:

8.1. Lister Nery Marques, n. aos 11.JUN.1995.

6.4. José Carlos da Rocha “Zeca” n. aos 13.MAR.1936, advogado, divorciado de Irene Ronconi, n. aos 28.JAN.1941 em Pindamonhangaba/SP. Teve:

7.1. Darwim Alexandre Ronconi da Rocha n. aos 06.DEZ.1973, formado em música pela USP, solteiro.

7.2. Heverton Flávio Ronconi da Rocha n. aos 21.MAR.1978, advogado e defensor público em MG, solteiro.

6.5. Josias Rocha n. aos 30.MAR.1941e f. aos 06.OUT.19_2, solteiro.

3.4. Elisa da Rocha Franco, foi c.c Theodoro Bueno da Silveira Campos, filho do tenente José da Silveira Campos “José Lucas”(ver 1.7. adiante geração).

3.5. Valeriano Bueno da Rocha, faleceu solteiro.

2.12. Maria Paula Bueno de Aguiar, 1º casada em 1840 em Atibaia com Justiniano José de Oliveira, filho de Manoel José de Mattos e de Josefa Joaquina de Santa Rosa e 2ª vez em 1844 na mesma vila com Pedro Antônio de Oliveira, natural de Portugal, que exercia a profissão de cirurgião. Sem geração.

2.13. Tobias Bueno de Aguiar casou em Taubaté com Francelina, filha de Manoel Cardoso.

1.4. Alferes Francisco da Silveira Campos n. em 1801, filho do 4º e último capitão-mor de Atibaia Lucas de Siqueira Franco (retro), foi batizado em 1801 em Atibaia e aí se casou em 1824 com Escolástica de Araújo Cintra, filha do alferes Jacinto e de Maria Francisca Cardoso. Teve os 6 filhos:

2.1. Maria Francisca de Campos que casou em 1841 em Atibaia com Antônio Desiderio Pinto, seu primo irmão (que mais tarde se chamou Antônio Pinto de Araújo Cintra) filho do alferes José Desiderio Pinto e de Autonia Bernardina. Com geração em SL 1/117.

2.2. Ana Gabriela casou em 1847 em Atibaia com seu parente ˙Tristão da Silveira Campos, falecido em 1900 no Amparo, filho do capitão Inácio Caetano da Silveira e de Delfina da Silveira Campos. Com geração adiante.

2.3. Lucas da Silveira Campos Cintra foi residente em Amparo, onde teve uma grande fazenda de café, c.c Jacinta da Silveira Campos, sua parenta, filha do capitão Inácio Caetano da Silveira e de Delfina de Campos. Teve:

3.1. Leopoldina, foi c.c Afonso Carlos da Silva Telles, f° de João Carlos da Silva Telles. Com desc.

3.2. Virgílio, foi c.c Helena, filha de Antônio Desiderio Pinto (ou Antônio Pinto de Araújo Cintra, como se chamou depois) e de Maria Francisca de Campos. SL 1/118, sem geração.

3.3. João Lucas Cintra c.c sua prima Rafaela de Campos, filha do tenente-coronel Francisco Basílio de Campos Cintra (ver adiante). Com geração.

3.4. José falecido solteiro.

3.5. Octaviano faleceu solteiro.

2.4. Estandislau Furquim de Campos Cintra, foi c.c Gertrudes Teresa de Campos filha do Capitão José Gonçalves Pereira e de Maria Salomé de Campos, naturais de Bragança. Tit. Godois Cap. 4º § 1º 2-3, 3-3 SL. Foram residentes em sua fazenda de café no município do Amparo ou Serra Negra. Teve:

3.1. Felício Furquim de Campos, fazendeiro em Amparo, foi c.c Hermínia Cantinho, filha do coronel Gabriel Marques Cantinho. Tit. Quadros SL.

3.2. Maria falecida solteira.

2.5. Helena da Silveira, c.c o coronel Pedro Nolasco da Silveira, seu primo, filho do capitão Inácio Caetano da Silveira e de Delfina de Campos. Com geração adiante.

2.6. Tenente-coronel Francisco Basílio de Campos Cintra, foi c.c sua prima Maria da Conceição, filha do Capitão Inácio Caetano da Silveira do nº precedente. Foi a princípio morador no município de Atibaia e depois mudou-se para o município de Amparo. Teve 5 filhos:

3.1. Rafaela de Campos c.c seu primo João Lucas Cintra (ver retro).

3.2. Francisca de Campos c.c Antônio Pinto Freire, filho de Eduardo da Cunha Freire e de Francisca Cintra. Tit. Siqueiras Mendonças Cap. 1º § 1º, 2-2, 3-3. 4-2, 5 l, 6-7 SL..

3.3. Escolástica de Campos c.c Arthur de Campos Freire, filho de Leopoldo Augusto da Cunha Freire e de Cristina da Silveira Campos, Tit. Siqueiras Mendonças Cap. 1º, § 1º.

3.4. Francisco Basílio de Campos Cintra filho falecido solteiro.

3.5. Delfina de Campos c.c Alfredo Barbosa de Barros.

1.5. Delfina Silveira Campos, foi batizada em 1805 em Atibaia e aí se casou em 1819 com seu tio paterno o ajudante (mais tarde capitão) Ignácio Caetano da Silveira (ver desc. adiante);

1.6. Gertrudes da Silveira Campos, foi batizada em 1807 em Atibaia e aí se casou em 1824 com seu primo Manoel Jorge Ferraz, f° do alferes Jacinto José de Araújo Cintra e de Maria Francisca Cardoso(ver atrás). Foi Manoel Jorge Ferraz presidente da câmara municipal de Atibaia de 1837/40, 45/52 e 53/55 e importante líder político do partido Liberal em Atibaia até sua morte. Foram residentes em Atibaia onde faleceram e deixaram a geração descrita em parte neste título.

1.7. Tenente José da Silveira Campos “José Lucas” n. em 1808 em Atibaia, em cujo município teve sua fazenda no bairro do Caioçara, e aí se casou em 1834 com sua sobrinha Delfina Bueno de Aguiar (ver 2.3., 1.1., atrás), fª do cap. Francisco Rodrigues Bueno de Aguiar e de Maria Cardoso de Campos. Foi José Lucas, presidente da câmara de Atibaia de 1857 a 1870 e grande líder político do partido liberal e, na nossa ótica, o mais importante político atibaiano entre 1855 a1870. Foi grande incentivador e promotor de festas religiosas e folclóricas, sendo responsável pela grande reforma da igreja matriz de Atibaia no idos do ano 1860. Foi também grande tropeiro e veio a falecer numa de suas viagens com tropas na cidade mineira de Baependi aos 11.SET.1870. A primeira rua atibaiana leva seu nome (rua das igrejas, antiga rua da Conceição e depois rua direita). Teve os seguintes filhos todos naturais de Atibaia:

2.1. Elisa Bueno de Aguiar n. em 1837 c.c seu tio materno João Francisco Bueno de Aguiar (ver retro).

2.2. Constância Bueno de Campos n. em 1839 c.c o cel. José Inácio da Silveira “José Inácio” seu primo, ver adiante, falecido em 1903 filho do capitão Inácio Caetano da Silveira (ver descendência adiante).

2.3. Theodoro Bueno da Silveira Campos n. 1836 (primeiro filho), foi c.c Elisa da Rocha Franco, sua parenta, filha de João Batista da Rocha Franco e de Jacinta Bueno (ver retro). Teve a filha:

3.1. Maria Teresa da Silveira c.c o tenente-coronel José Francisco de Campos Bueno “José Bim” n. 20.NOV.1856 e f. aos 27.JUL.1913, filho do tenente-coronel José Alvim de Campos Bueno “José Alvim ou Nhô Bim. José Bim herdou do seu pai a chefia do partido republicano na cidade, função que exerceu até sua morte em 1913, sendo substituído por seu irmão major Juvenal Alvim. José Bim foi vereador em diversas legislaturas, presidente da câmara de 29.NOV.1892 a 10.JAN.1895 e 1° intendente municipal de 29.NOV.1892 a 10.JAN.1895. SL 1/378. Foi o mais importante líder político em Atibaia na primeira década do século XX. Teve:

4.1. Pedro Alvim n. 29.JUL.1889 c.c Marieta Barreto (ver desc. em 2.7., 1.2., N° 01, cap. 1° do título Pires de Camargo). Foi tesoureiro da prefeitura de Atibaia, quando foi nomeado prefeito de 05.ABR.1945 a 16.MAIO.1945, faleceu aos 29.SET.1972.

4.2. Benedito Alvim de Campos Bueno “Zico Bim”, foi escrivão do 1° cartório de notas de Atibaia. Foi c.c Maria Conceição Pires (ver 1.6., N° 03, cap. 1° do título Pires de Camargo). Teve:

5.1. João Batista Alvim, c.c Odila de Oliveira.

5.2. Benedito Alvim Jr., c.c Miriam Pinto Monteiro.

4.3. José

4.4. Isaura

4.5. Carmelita Alvim, falecida com 13 anos aos 06.JUL.1906 em Atibaia.

4.6. Irineu Alvim falecido com 38 anos aos 23.MAR.1936.

2.4. Manoel Furquim de Campos n. 1838, bacharel em direito, deputado estadual entre 1868 a 1869, foi c.c Olympia Fernandes, natural de Santos. Filha de José Domingues Fernandes, natural de Portugal, que foi comissário de café na praça de Santos. Já era falecido em1901 e pouco descobrimos sobre sua descendência. Teve 2 filhos:

3.1. Benedito Furquim de Campos, foi casado.

3.2. Benjamim Furquim de Campos era solteiro em 1901.

2.5. Eduardo Furquim de Campos n. 1844 e falecido solteiro.

2.6. Ana Bueno de Campos c.c o tenente-coronel Pedro Barboza de Vasconcellos Cunha[69] (eram parentes no 3° grau de consanguinidade) e foram residentes em Atibaia. Pedro Barbosa era filho de Maria Eufrosina de Vasconcellos e do cap. Antônio José da Cunha, que foi juiz de órfãos em Atibaia, neto paterno do cap. Antônio Gonçalves da Cunha (* 1728 + 1809) e de Rita Joaquina de Almeida, neto materno de Maria Gertrudes do Carmo e do cap. Manoel Barboza de Lima, por este bisneto do cap. Antônio Barbosa de Lima e de Apolônia Maria Pillar Vasconcellos que foi casa 1² vez com Frutuoso Furquim de Campos (ver N° 04, atrás). Tiveram 9 filhos descritos em SL 7/477/78.

1.8. Rosa Maria de Campos n. em 1820, última filha do 4º e último capitão-mor Lucas de Siqueira Franco e bisneta paterna do 1º capitão-mor Lucas de Siqueira Franco. Casou em 1824 em Atibaia com seu primo coronel Jacinto José Ferraz de Araújo, (2º presidente da câmara de Atibaia de1831 a 1834 e primeiro deputado provincial por Atibaia) filho do alferes Jacinto José de Araújo Cintra e de Maria Francisca Cardoso, ver N° 03 deste título.

Nº 05Ana Francisca Cardoso, filha do 2º capitão-mor de Atibaia Francisco da Silveira Franco e de Maria Cardoso de Oliveira e neta do 1º capitão-mor Lucas de Siqueira Franco, tronco deste título. Ana Francisca foi batizada em Atibaia em 1774 e aí se casou em 1791 pela 1ª vez com Inácio de Loyola Cintra, irmão do alferes Jacinto, filho do capitão Francisco Lourenço Cintra (de Estombar, Algarve) e de Helena de Moraes Araújo (de Pitangui). Faleceu Inácio de Loyola com 26 anos de idade em 1799 em Atibaia deixando 4 filhos, e a viúva passou a 2ª núpcias na mesma vila com Manoel Caetano de Mello, natural de Ouro Preto, f° do capitão Batista Caetano de Mello e de Maria Escolástica do Sacramento, (ele do Porto e ela de Ouro Preto). Teve do 1º marido Inácio de Loyola 4 filhos todos descritos no cap. 5º § 5º do título Lemes de SL. Teve q.d. 5 filhos do 2º marido:

1.1. Francisca

1.2. Joaquim Cintra da Silveira

1.3. Daniel Cintra da Silveira

1.4. Inácio de Loyola

1.5. Maria Metildes de Mello que casou-se em 1813 em Atibaia, com o tenente Francisco da Cunha Piamos (mais tarde sargento-mor) filho de Bento da Cunha Gago e de Ana de Jesus Moraes (de Mogi das Cruzes) n. p. de Salvador da Cunha Gago e de Maria de Siqueira (de Mogi das Cruzes) n. m. de Ângelo Fernandes Nogueira e de Josefa de Moraes Pinto. Ver SL descendência em Tít. Cunhas Gagos Cap. 4.° § 7º.

1.6. Batista Caetano de Mello, crê SL ter o mesmo falecido no município de Amparo.

1.7. Ana Luiza Caetana de Mello foi batizada em 1805 em Atibaia e aí se casou em 1824 com o tenente Frutuoso José de Campos, seu primo irmão, filho do último capitão-mor Lucas e de Ana Gabriela. Com geração já descrita retro.

1.8. Antônio Caetano de Mello casou-se em 1831 com sua sobrinha Cândida Eugenia da Cunha, filha do sargento-mor Francisco da Cunha Ramos e de Maria Metildes de Mello nº 2.5. supra, com geração.

1.9. João Bernardo de Mello que casou-se em 1820 em Bragança com Maria Joaquina de Oliveira filha do alferes Francisco José de Oliveira e de Ana Rosa de Assumpção, com geração.

Nº 06 Alferes Antônio da Silveira Cardoso, filho do 2º capitão-mor Francisco da Silveira Franco e de Maria Cardoso de Oliveira, foi batizado em 1776 em Atibaia e aí c.c Dionísia Vieira de Oliveira, faleceu em 1826, filho do alferes Vicente Vieira de Oliveira e de Maria Domingues. Tit. Garcia Velhos Cap. 2º § 2º SL. Teve:

1.1. Joaquim Antônio da Silveira, batizado em Atibaia em 17_8 e aí c.c Escolástica da Silveira Franco, com sua prima, filha de Francisco da Silveira Franco e de sua 1ª mulher Ana Gertrudes de Campos, n. p. do capitão-mor Francisco da Silveira Franco e de Maria Cardoso de Oliveira, n. m. de Amaro Leite de Moraes e da 1ª mulher Gertrudes Maria de Almeida. Com geração adiante.

1.2. Francisco da Silveira Cesar, batizado em 1800 em Atibaia, aí se casou em 1828 com Ana Francisca filha de Inácio de Oliveira Cardoso e de Maria Gertrudes de Moraes.

1.3. Ana da Silveira, batizada em 1802 em Atibaia, c.c o alferes José Corrêa Pupo. Teve:

2.1. Florêncio Corrêa Pupo casado com sua parente Escolástica Leopoldina filha do capitão Inácio Caetano da Silveira e de Delfina de Campos (ver 1.8., N° 12 adiante). Teve os seguintes filhos moradores de Amparo:

3.1. José Inácio da Silveira Pupo

3.2. Inácio da Silveira Pupo, fazendeiro em S. Manoel, c.c Maria Marcolina de Campos, filha de José Manoel Cintra e de Constança de Campos. SL 1/116 . Teve:

4.1. Maria da Silveira, c.c Gustavo da Silveira Vasconcelos, filho de Leopoldino da Silveira Vasconcellos. SL Tit. Alvarengas Cap. 5º § 8º.

4.2. José Manoel Pupo

4.3. Elisa

3.3. Ana da Silveira Pupo c.c seu tio paterno José da Silveira Pupo f° do alferes José Corrêa Pupo.

3.4. Maria Pupo da Silveira, c.c Emygdio da Silva Leite, filho de João Batista da Silva Leite e de Maria Justina Leite, esta filha de Dionizio Francisco Leite. Tit. Lemes Cap. 5º § 5º Vol. 2 SL. Com geração.

3.5. Olympia da Silveira, foi c.c Eliseu de Campos Pinto f. de Antônio Pinto da Araújo Cintra e de Maria .Franco de Campos. Com geração.

3.6. Brazilia, casada com (…)

3.7. Joaquim Pedro de Alcântara Pupo c.c Olímpia da Silveira natural de Itatiba. Teve:

4.1. Celso c.c Sebastiana. Teve:

5.1. Aparecida

5.2. Helena

5.3. Eliseu

4.2. Francisca “Chiquita” c.c João Batista Lema da Silva, promotor de justiça em Piracaia, e juiz de direito em Bragança Paulista e desembargador do Tribunal de Justiça. Tiveram:

5.1. Maria Olímpia, natural de Itatiba; faleceu solteira e sem descendentes.

5.2. Vera Leme de Godoi c.c José Nascimento Godoy. Teve:

6.1. João c.c Ana Maria Ruffin de Godoy. Teve:

7.1. João Ruffin Leme de Godoy, residente em Bragança.

7.2. Gustavo c.c Patrícia K. Godoy. Teve:

8.1. Yuri

6.2. Priscila c.c Marco Antônio Alves de Lima, que foi juiz de direito em Atibaia entre 1989 a 1992 (4² vara) onde residiram. Teve:

7.1. Martim Godoy Alves de Lima, residente em São Paulo.

6.3. Martim, falecido menor.

5.3. Célio Leme da Silva n. em Piracaia c.c Adalgiza Leme da Silva. Sem desc.

5.4. Alceu Pupo L. da Silva n. em Bragança Paulista c.c Nair L. da Silva. Teve:

6.1. Antônio Carlos Leme da Silva.

3.8. Francisco da Silveira Pupo c.c irmã de Olímpia do nº precedente.

3.9. Estanislau da Silveira Pupo c.c.(…), filha de Bernardino Franco de Godoi e de Salomé de Godoy. SL Tit. Godois Cap. 1.° § 8°, 2-3. 3-2, 4-1, 5.6, 6.1

3.10. Crescencio da Silveira Pupo, casado.

3.11. Evaristo da Silveira Pupo, casado.

1.4. Gertrudes Maria de Odoladar, batizada em 1807 em Atibaia, c.c José Rodrigues. Penteado, seu parente, f° de Bernardino José Leite Penteado e de Úrsula Cândida de Moraes, n.p. de Lucas da Silveira Franco e de Maria Rodrigues Penteado. Com geração adiante.

1.5. Delfina da Silveira César casou-se em 1824 em Atibaia com Joaquim Franco do Amaral, filho de Bartolomeu Franco de Azevedo e de Gertrudes Cordeiro, n.p. de João Franco Viegas e de Maria de Sousa. n.m. de Rafael Cordeiro do Amaral e de Ana Ribeiro Cardoso. Com geração no SL 1/484.

Nº 07 Teodoro José da Silveira, filho do capitão-mor Francisco da Silveira Franco e de Maria Cardoso de Oliveira, foi batizado em 1784 em Atibaia e casou se em 1806 em Camanducaia/MG com Ana Francisca filha de Francisco Martins da Silva e de Ana Bernardina de Mello, esta filha do capitão Batista Caetano de Mello, natural do Porto, e de Escolástica do Sacramento, de Ouro Preto. Esta Ana Bernardina é a mesma que. Enviuvando passou a 2ª núpcias em Camanducaia em 1793 com o alferes (mais tarde capitão-mor) Manoel Furquim de Almeida e foram pais de Batista Caetano, do dr. Caetano Furquim, de Aureliano Furquim e outros que mudaram-se para Minas Gerais, onde tiveram geração, em Tit. Furquins. Theodoro José da Silveira foi morador em Camanducaia. onde deixou pelo inventário de sua mãe Maria Cardoso de Oliveira (pois já era falecido em 1825, época do inventario de sua mãe) os 9 seguintes filhos:

1.1. Fortunato José da Silveira, n em 1803, faleceu solteiro, porém, deixou uma filha natural reconhecida:

2.1. Francisca Fortunata da Silveira que 1.° foi c.c Augusto Machado Bueno, e 2ª vez em 1853 com Manoel Caetano de Mello, f° de João Bernardo de Mello.

1.2. Theodoro José da Silveira Franco, filho de 1.7. tinha 15 anos em 1825, e faleceu solteiro; porém, deixou 3 filhos naturais reconhecidos que são:

2.1. Afaria c.c Ladislau Váz de Camargo.

2.2. Fortunato, solteiro.

2.3. Manoel, solteiro.

1.3. Manoel Theodoro da Silveira Franco casou-se em Pindamonhangaba/SP com Gertrudes Marcondes de Godoy fº de Claro Monteiro do Amaral e de Francisca de Paula Oliveira Godoi. SL. Tit. Costas Cabraes. Cap. 2.° § 1.°, 2-8, 3-7, 4.1,5.9. Teve 6 filhos moradores em Camanducaia/MG que são:

2.1. Claro da Silveira Franco, solteiro.

2.2. Lucas da Silveira Franco c.c Maria Valentina Pereira; sem geração.

2.3. Theodoro José da Silveira que c.c Mariana da Silveira; com geração.

2.4. Ana Francisca casou se em 1861 em Camanducaia com Batista Caetano de Moraes fº de Manoel de Moraes Barbosa e de Caetana Maria de Almeida. Teve 2 filhos:

3.1. Eugênio Franco c.c Ana da Silveira de Coronha, filha de Antônio Theodoro de Miranda Noronha e de Francisca de Paula da Silveira Noronha, ver adiante.

3.2. Andradina da Silveira c.c Manoel Antônio de Moraes, com 3 filhos:

2.5. Francisca, filha de Manoel Theodoro ver atrás. solteira.

2.6. Amélia c.c Lourenço de tal, natural da Itália e teve 9 filhos.

1.4. Constança casou-se em 1833 em Camanducaia com Felix José de Miranda, natural de Barbacena, f° de Felix José de Noronha e de Francisca de Paula de Miranda. Com geração.

1.5. Ana Cândida n. em 1822, casou-se em 1844 em Camanducaia c. Policarpo Rodrigues da Silveira. Teve 8 filhos.

1.6. Francisca Carolina da Silveira casou-se 1ª vez em 1828 em Camanducaia com seu primo-irmão Francisco da Silveira Franco filho de outro de igual nome e de Ana Gertrudes de Campos, moradores no Amparo, e 2ª vez casou-se com Marcelino de Moraes. Com geração.

1.7. Maria Salomé da Silveira casou-se em 1833 em Camanducaia com Antônio de Miranda Noronha, neto do barão de Congonhas, filho do capitão Felix José de Noronha e de Francisca de Paula de Miranda Teve 9 filhos:

2.1. Antônio Theodoro de Miranda Noronha casou-se em 1860 em Camanducaia com Francisca de Paula da Silveira Noronha filha de João Evangelista de Noronha e de Iria Carolina da Silveira (a diante). Teve 10 filhos:

3.1. Antônio viúvo de Zulmira.

3.2. João c.c Braulina.

3.3. José c.c Quitéria de Almeida.

3.4. Júlio, solteiro.

3.5. Francisco, solteiro.

3.6. Anna da Silveira Noronha c.c Eugênio Franco (ver retro).

3.7. Mariana c.c Antônio Roberto do Nascimento; com 6 filhos.

3.8. Benvinda

3.9. Amélia

3.10. Virgínia

2.2. Lucas de Miranda Noronha

2.3. João

2.4. Manoel

2.5. Theodoro

2.6. Maria

2.7. Francisca de Paula da Silveira casou-se em 1859 em Camanducaia com Luiz Marcondes César, natural de Pindamonhangaba, filho de Benedito de Oliveira Cesar e de Benedita César de Oliveira. (Moradores no Oeste de S. Paulo com descendentes). Ver título Costas Cabraes de SL.

2.8. Ana Francisca da Silveira casou-se em 1859 em Camanducaia com Manoel Marcondes César, irmão de Luiz Marcondes do n° precedente. (Moradores no Oeste).

2.9. Maria Madalena c.c Manoel Monteiro; com 6 filhos.

1.8. Claudiana Jesuina da Silveira casou-se em 1833 em Camanducaia com o major Joaquim de Araújo Ramos, fº do alferes Francisco Ramos da Silva e de Francisca Romeiro de Araújo. (SL Tit. Bicudos cap. 1° § 1º, 2-1, 3-4. 4-10, 5-2. 6-1). Teve 11 filhos que são:

2.1. Antônio

2.2. Joaquim

2.3. Theodoro Cândido da Silveira Ramos casou-se em 1834 em Camandocaia com Iria Zeferina Ferreira, filho de Antônio de Pádua Ferreira, este irmão do tenente-coronel Manoel Ferreira de Carvalho. Teve 5 filhos.

2.4. Benjamin c.c Ana Gabriela, com 8 filhos.

2.5. José c.c Ana Clemente, com 7 filhos.

2.6. Ana Francisca foi c.c João Guilherme filho de Guilherme Christiano e de Carlota, naturais de Alemanha, e que faleceram em Bragança onde eram moradores. João Guilherme que faleceu em Camandocaia onde foi morador, era irmão de José Guilherme Cristiano, literato e professor, que manteve, com grande fama de educador da mocidade, um colégio em Bragança, vindo a falecer em 1897. De Ana Francisca:

3.1. Carlota G. da Silveira, foi profª c.c Augusto Ferreira de Moraes, prof°normalista; com geração.

3.2. Raquel da Silveira, professora,c.c Guilherme de Portugal.

3.3. Astolpho Guilherme.

3.4. Claudiana, falecida solteira.

2.7.Maria Cândida da Silveira Ramos c. em 1860 em Camanducaia/MG c o major Antônio Ferreira Goios.

2.8. Mariana c.c José Ferreira Goios, filho de Antônio Ferreira Goios, com 13 filhos:

2.9. Francisca Romeiro da Silveira casou-se em 1862 em Camanducaia com João de Arantes Bueno, filho de Vicente da Costa e de Umbelina de Arantes Bueno. Teve 3 filhos.

2.10. Rosa c.c Luiz de Campos. Teve 6 filhos.

2.11. Claudiana Jesuína da Silveira casou-se em 1862 em Camanducaia com Francisco de Assis Ferreira Pinto, filho do tenente-coronel Manoel Ferreira de Carvalho, falecido em Bragança e de sua 1ª mulher Ana Francisca de Paula Ferreira. Teve 3 filhos que são:

3.1. Júlio F. Ramos c.c Maria Salomé Tavares, f° do cap. Porfírio Franco e de Carolina Tavares.

3.2. Francisca c.c Antônio Ferreira.

3.3. Urbana c.c Emídio de Paiva Bueno.

1.9. Iria Carolina da Silveira, última filha de Theodoro José da Silveira (retro), casou-se em 1833 em Camanducaia com João Evangelista de Noronha, f° do capitão Felix José de Noronha e de Francisca de Paula de Miranda. Teve 6 filhos:

2.1. Coronel João Theodoro da Silveira Noronha, foi 1º c.c Mariana Ferreira, filha do tenente-coronel Manoel Ferreira de Carvalho e de Ana Francisca de Paula Ferreira, sua 1ª mulher, segunda vez c.c Ana Bernardina de Almeida, filha de Antônio Ferreira Gois. Teve filhos da 1ª e 2ª mulher.

2.2. Felix Evangelista de Noronha c.c Maria Angélica Marcondes, filha de Domingos Marcondes Machado de Pindamonhangaba e da 1ª mulher Ana Monteiro de Godoi. Teve:

3.1. Ana Claudina c.c Luziano Carlos de Toledo Ribas. Ver SL. Tít. Toledos Pizas.

3.2. João Marcondes de Noronha casado com (…).

3.3. Virginia c.c Manoel Gomes de Escobar.

3.4. Domingos Marcondes Machado de Noronha.

2.3. Maria

2.4. Ana Silveira Noronha foi 1ª mulher de Francisco Assis Ferreira Pinto, filho do tenente-coronel Manoel Ferreira, o mesmo mencionado acima. Teve um filho:

3.1. José Augusto Ferreira

2.5. Francisca c.c Antônio Theodoro.

2.6. Constança c.c Simplício Ferreira.

Nº 08 Francisco das Silveira Franco, filho do capitão-mor do mesmo nome e de Maria Cardoso de Oliveira, casou-se 1º em 1797 em Atibaia com Ana Gertrudes de Campos, filha de Amaro Leite de Moraes[70], natural da Aiuroca/MG e de sua 1ª mulher Gertrudes Maria de Almeida, neto paterno de Amaro das Neves de Moraes, que foi guarda-mor das Minas de Aiuroca/MG e de Maria Leite de Araújo, natural de Pitangui, neto materno de Caetano Furquim de Campos, natural de São Paulo e de Izabel Sobrinha de Almeida, segunda vez casou-se com Ana Franco, filha de Modesto de Godoi Moreira e de Gertrudes Moreira Franco. Foi Francisco da Silveira Franco um dos primeiros povoadores de Amparo onde fixou residência e teve, pelo inventário de sua mulher em 1844 em Mogi-Mirim, os 14 filhos:

1.1. José de Siqueira, capitão das forças do sul, aí c.c Maria Jacob, natural de Montevidéu, Uruguai. Teve:

2.1. João da Silveira Franco, faleceu solteiro.

2.2. José da Silveira Castro, foi casado 2 vezes com geração.

2.3. Amélia

2.4. Balduina

1.2. Escolástica da Silveira Franco, natural de Atibaia e aí foi 1ª casada em 1819 com Joaquim Antônio da Silveira, seu primo-irmão, filho de Antônio da Silveira Cardoso e de Dionísia Vieira de Oliveira (ver retro), segunda vez casou-se em 1837 em Itatiba com Antônio da Silva Franco, filho de Joaquim da Silva Franco, e de Maria Gonçalves dos Santos, ver SL Tit. Lemes Cap. 1º § 9º, aí residiu até 1880, ano de seu falecimento. Teve três filhos do 1º casamento e cinco do 2º:

2.1. Maria c.c o capitão Joaquim de Oliveira residentes em Piracicaba, onde deixaram descendentes.

2.2. Gertrudes casada 1º com Antônio Franco Pompeu e 2º vez com o comendador Joaquim da Silva Franco, filho de Joaquim Silva Franco e de Maria Gonçalves dos Santos. Teve 3 filhos do 1° casamento e 5 do 2°:

3.1. Maria c.c seu primo-irmão Antônio Chateaubriand Joly f° de Eugênio Joly e de Maria (ver adiante).

3.2. Ana c.c seu primo irmão Eugênio Joly Júnior, irmão do precedente.

3.3. Ana Jacintha da Silveira casada em 1837 em Itatiba com Joaquim de Oliveira Bueno f° do cap. João de Oliveira Cardoso e de Gertrudes de Siqueira.

3.4. Antônio da Silva Franco c.c Teresa Ferreira, de quem foi 1° marido, filha de José Vicente Ferreira e de Theresa de Paula. Deixou 4 filhos em SL Tit. Moraes.

3.5. José da Silveira Franco casado e falecido em Itatiba, deixou dois filhos.

3.6. Francisco da Silveira Franco faleceu solteiro.

3.7. Joaquim da Silveira Franco c.c sua prima irmã Maria Rosa da Silveira filha do capitão José Lourenço Gomes. Faleceu em 1897 deixando os seguintes filhos:.

4.1. Escolastica c.c o major Francisco Alves Cardoso Pimentel, tabelião em Amparo em 1899. filho de Antônio Alves Cardoso e 2a mulher Gertrudes Pimentel, e viúvo de Francisca Carolina Penteado Alves filho de Pedro Soares Penteado e de Maria da Gloria SL 1/494. Com geração.

4.2. Herminia da Silveira casou-se em 1898 com Américo Bibeiro de Brito. Teve:

5.1. Américo n. em 1901.

4.3. Marietta da Silveira Pimentel c.c Lima Alves Pimentel filho do major Francisco Alves Cardoso Pimentel e da 1ª mulher SL1/494.

4.4. Joanna da Silveira c.c Ângelo Martins. Com geração.

4.5. Benedicto da Silveira Franco.

3.8. Maria Carolina Joly c.c o major Eugênio Joly, filho de Maria Miquelina Dultra e de Carlos Júlio Joly, natural da França, da importante família Joly radicada em Itatiba e com geração no SL. 1/492.

1.3. Maria falecida com 14 anos em 1838.

1.4. Antônio da Silveira Franco casado em 1825 em Bragança com Izabel da Silveira Franco filha do capitão Lourenço Antônio Leme e de Ana Jacintha de Oliveira. Teve entre outros:

2.1. Lourenço Antônio da Silveira, casado com Emerenciana, sem geração.

2.2. Antonia da Silveira Franco casada em 1857 em Amparo com José Cordeiro Alves.

2.3. Ana Franco da Silveira casada em 1851 em Amparo com José Joaquim do Amaral filho de José Mariano do Amaral e de Maria Joaquina Leite.

2.4. João da Silveira Franco[71], capitão da guarda nacional, natural de Atibaia. casou-se em 1831 no Amparo com Rosa Maria de Sousa, de Mogi-Mirim, filha do capitão Pedro José Ferrara.

1.6. Cândido da Silveira Franco foi casado duas vezes: a 1ª vez com Francisca Maria de Oliveira, e a 2ª vez com Delphina da Silveira, irmã de José Jacinto do Amaral Pinto, filho de Antônio José do Amaral e de Sabina da Silveira. Com geração da 2ª mulher em SL 1/480. Da 1ª teve q.d.:

2.1. Ludovino da Silveira Franco c.c Maria Sabina da Silveira. Com geração em SL1/483.

1.7. Joaquim da Silveira Franco casado duas vezes.

1.8. José da Silveira Franco Júnior casou se em 1841 no Amparo com sua sobrinha filha de João Xavier de Oliveira e de Maria Jacintha da Silveira.

1.9. Maria Rosa da Silveira casada em 1832 no Amparo com José Joaquim Franco da Rocha filho do ajudante Daniel da Rocha Franco, de Atibaia. Com geração em SL. Tit. Godois Cap.1º § 8º, 2-3, 3-1.

1.10. Francisco da Silveira Franco c.c sua prima irmã Francisca da Silveira, natural de Camandocaia, filha de Theodoro José da Silveira. Cremos que deste casal é filha:

2.1. Gertrudes Franco c.c Francisco Constantino, que teve:

3.1. Maria c.c Antônio Soares Moniz, filho de outro de igual nome e de Christina de Brito Leme.

1.11. Gertrudes da Silveira Franco foi c.c o alferes Manoel Martins Ferraz de Oliveira. Teve:

2.1. Maria da Gloria que casou em 1847 em Amparo com seu tio (ver adiante).

2.2. Balbina, viúva de Francisco Tomé Passos. Teve único filho:

3.1. Benedicto, casado.

2.3. Francisco Martins, escrivão de Itatiba.

2.4. Manoel Martins, influente político em Santa Rita do Passa Quatro.

2.5. Antônio.

1.12. Ana da Silveira Franco casada em 1833 em Amparo com o capitão José Lourenço Gomes, natural de Portugal, viúvo de Joana Leme. Teve pelos livros de casamentos e por informações colhidas de seus descendentes os seguintes filhos:

2.1. Francisca Lourença da Silveira casada em 1856 em Amparo com José de Camargo Moreira, filho de José Antônio de Camargo Moreira e de Inácia Maria de Jesus. Teve:

3.1. Ana Brazilina da Silveira, viúva de Theodoro Ferreira Polycarpo. Teve (por informações):

4.1. Noelina

4.2. Alzira

4.3. Noemia

4.4. Ataliba

4.5. Atila

4.6. Joaquina

4.7. Virginio

3.2. Theoplilo de Camargo Moreira c.c Antônia Alves da Silveira. Teve:

4.1. Benta

4.2. João

4.3. Ana

4.4. Antônio

4.5. Lupercio

4.6. Joaquim

4.7. Sebastiana

4.8. José

4.9. Patrício

4.1.0. Pedro

4.11. Conceição

3.3. Amélia da Silveira c.c Antônio Alves Garrido. Teve:

4.1. Antônio

4.2. Oscar

4.3. Maria

4.4. Zulmira

4.5. Aristides

4.6. Adalberto

4.7. Guiomar

4.8. Rita

4.9. Palmira

3.4. Lidia da Silveira c.c José Alves Garrido. Teve:

4.1. Luso

4.2. Lucillo

4.3. Lucia

4.4. Ibero

4.5. Maria

3.5. Francisco de Campos Netto c.c Amalia Domingues de Oliveira. Teve:

4.1. Leonina

4.12. Alzira

3.6. João Camargo Moreira c.c Olympia Pereira. Teve:

4.1. Gradada

4.2. Otilia

4.3. Virgilia

3.7. Porfirio de Camargo Moreira c.c Ermelinda Rodrigues. Teve :

4.1. Sebastião

3.8. Januária da Silveira casada 1ª vez com Manoel Luiz Calvin e 2ª vez com Manoel dos Santos Fonseca. Teve dois filhos do 1º casamento e um do 2º:

4.1. Sebastiana

4.2. Manoel

4.3. Conceição

3.9. Maria Augusta da Silveira c.c Alberto dos Santos Corrêa. Teve:

4.1. Egas Moniz

4.2. Affonso Henrique

4.3. Pedro Alvares Cabral

3.10. Clotilde Augusta da Silveira c.c Antônio Bueno Filho. Teve:

4.1. Raul

4.2. Tarcila

4.3. Alcibíades

4.4. José

3.11. Izaura Augusta da Silveira c.c Napoleão Poeta Cerqueira. Sem geração.

3.12. Benedicto

2.2. Marcos Lourenço Gomes, casou-se em 1856 em Amparo com Luiza Franco da Cunha, filha de João Pedro de Godoi Moreira e de Ana Franco da Cunha (tinha 66 anos em 1901 em Amparo). Teve:

3.1. Fileto da Silveira Gomes c.c Ursulina Bueno da Silveira, filha de Antônio Bueno de Camargo Silveira e de Ana de Salles Bueno. Teve:

4.1. José

4.2. Maria

4.3. Antônio

4.4. Marcos

3.2. Áurea da Silveira Martins c.c Marcolino Antônio Martins, filho de Joaquim Antônio Martins e de Escholastica Pires de Godoi. Teve:

4.1. Rau

4.2. Maria

3.3. Venâncio da Silveira Gomes c.c Balbina do Amaral Gomes filha de João Mendes do Amaral, e de Maria do Amaral. Teve:

4.1. Benedicto

4.2. Josué

3.4. Benedicto da Silveira Gomes n. em 1881.

2.3. Elias Lourenço Gomes, foi casado em 1808 em Amparo com Amália Eugenia Pinto Ferraz, filha do major José Alves Cordeiro e de Francisca Eugenia Pinto Ferraz. Teve:

3.1. Antão Lourenço Gomes c.c Antonia Pereira Gomes, filha de Joaquim Pereira Cardoso e de Constança Maria Cardoso. Teve:

4.1. Otaviano

4.2. Sebastião

4.3. Acácio

4.4. Jorge

4.5. Carlos

3.2. Ana da Silveira Gomes c.c João Gualberto de Souza Camargo, filho de Francisco de Paula Souza Camargo e de Maria Fausta de Camargo. SL1/239.

3.3. Francisca da Silveira Gomes c.c José Álvaro de Godoi

3.4. Balbina Gomes Ribas, foi c.c Manoel Ribas Filho.

3.5. Laura da Silveira Gomes

3.6. José Elias Gomes

3.7. Julietta solteira (recolhida no convento).

2.4. Ermelinda da Silveira viúva de Luiz Victorino de Souza e Silva, filho do alferes Manoel Joaquim Leme da Silva, natural de Bragança e de sua 2ª mulher Gertrudes Maria da Assumção, n.p. do sargento-mor Antônio Leme da Silva (um dos povoadores da cidade de Bragança que em 1765 foi elevada a freguezia com o nome de Nossa Senhora da Conceição de Jaguari, e o 1º juiz ordinário e de órfãos em 1798, quando foi elevada a vila com o nome de Nova Bragança) e de sua 1ª mulher Ana Esmeria da Assumção, n.m. de Alexandre de Souza Brito (este irmão da 2ª mulher do dito sargento-mor Antônio Leme da Silva), e de Gertrudes Maria da Anunciação. SL. Tit. Dias. Cap. 5º. Teve:

3.1. Leonina da Silveira casada em 1887 em Amparo com o major Jacinto José de Araújo Cintra, f. em 1902, f° do major José Jacinto de Araújo Cintra e de Maria da Conceição. Com geração em SL. Cap. 5º do Tít. Leme.

3.2. Maria Victorina de Souza Rebello c.c João Pereira Rebello natural de Portugal. Teve:

4.1. Celeste

4.2. João

4.3. Aurélio

4.4. Antônio

3.3. Antonina da Silveira Cintra c.c Herculano de Araújo Cintra, viúvo de Helena, filho do major José Jacinto de Araújo Cintra e de Maria da Conceição do nº anterior.

3.4. Ana Eliza c.c José Maurício de Oliveira. Teve:

4.1. Maria

4.2. Genesia

4.3. Ermelinda

4.4. Clarice

4.5. Sebastião

4.6. João

3.5. Altemira da Silveira Duarte c.c João Francisco Duarte.

3.6. Esther da Silveira de Godoi c.c Frederico de Godoi.

3.7. Gracilio de Sousa eSilva.

2.5. José Lourenço da Silveira c.c Ana de Moraes, filha de Marcelino Lúcio de Moraes e de Francisca Marcelina da Silveira. Teve um casal de filhos:

3.1. José Lourenço da Silveira n. em 1843.

3.2. Ana Francisca de Moraes.

2.6. Alexandrina Olimpia da Silveira Godoi c.c Bento Pedro de Godoi Moreira, filho de João Pedro de GodoiMoreira e de Ana Franco da Cunha. Com geração em SL1/302.

2.7. Ana Francisca da Silveira éviúva de Francisco Modesto da Cunha Franco, f. em 1901, filho de João Modesto da Cunha Franco e de sua 1ª mulher Maria Angélica. SL. Tit. Godois, Cap. 1º § 8º n° 2-3, 3-1, 4.2. Com geração.

2.8. Maria Rosa da Silveira é viúva de Joaquim da Silveira Franco, filho de Antônio da Silva Franco e de Escolastica da Silveira Franco, de quem foi 2º marido, (ver retro).

2.9. Luiz Lourenço, falecido, foi c.c Francisca de Moraes. Sem geração.

2.10. Olimpia da Silveira Franco foi casada 1ª vez com João Modesto da Cunha Franco, viúvo de Maria Angélica, filho de Modesto Antônio e de Gertrudes Maria Franco, descendencia em SL. Tit. Godois Cap. 1° § 8.° n° 2.4, 3.1; segunda vez c.c Antônio Ozório da Silva, natural de Portugal. Deste 2° marido teve 2 filhas:

3.1. Julieta

3.2. Ana

1.13. Jacinta da Silveira, fª de Francisco da S. Franco, (ver retro) e 1a mulher, casou-se em 1837 em Amparo com Joaquim Caetano Leme, natural de Campinas, f° do cap. Inácio Caetano Leme e de Maria Francisca de Campos, com geração adiante.

1.14. Manoel da Silveira Franco, falecido em 1897 em Jaú, onde possuiu uma importante fazenda com grande escravatura, casou-se 1ª em 1847 em Amparo com sua sobrinha Maria da Gloria da Silveira, filha do alferes Manoel Martins Ferraz de Oliveira e de Gertrudes da Silveira Franco, (ver retro); segunda vez casou se com Gertrudes do Amaral Franco, filha de Antônio Franco do Amaral e de Francisca de Camargo Penteado. SL1/ 539. Com geração dos dois casamentos.

1.15. Maria Jacinta da Silveira foi c.c João Xavier de Oliveira, filho de Cristovão Xavier do Prado, natural de Parnaíba, e de Ana Franco de Oliveira. SL1/533.

1.16. Lucas da Silveira Franco c.c Ana Rosa, filha de Antônio Machado de Souza Campos.

1.17. Francisca da Silveira c.c José de Miranda, que deixou 2 filhos

2.1. (…) falecido solteiro.

2.2. Benedito casado na família Reinfrank

1.18. Deolinda c.c Bento de Oliveira Leme, filho de Pedro Lourenço Leme e da 1ª mulher Emerenciana de Oliveira, SL. Tit.. Dias Cap. 5° § 2°, 2-4, 3-1, 4-8- Com geração em Amparo.

Nº 09 João Batista da Silveira, batizado em 1776 em Atibaia, c.c Constança de Almeida, natural de Camandocaia, filha do capitão Manoel Furquim de Almeida e de Ana Bernardina de Mello, SL. Tit. Furquins. Sem geração.

Nº 10 Jacinta Antonia da Silveira, casou em 1806 em Atibaia com Francisco de Assis e Mello, filho de Batista Caetano de Mello e de Escolastica do Sacramento, moradores em Camandocaia. Teve duas filhas:

1.1. Ana

1.2. Maria

Nº 12 Ajudante (mais tarde capitão) Inácio Caetano da Silveira, foi batizado em 1790 em Atibaia e aí casou-se em 1819 com sua sobrinha Delfina da Silveira Campos, fª de seu irmão, Lucas de Siqueira Franco, Nº 04, natural de Atibaia. Teve 16 filhos, todos naturais de Atibaia:

1.1. Ana Gabriela de Campos c.c José Barbosa de Siqueira (N° 08 do cap. 1° deste título), filho do capitão Ignácio de Siqueira Pimentel (cap 1° deste título). Com geração retro.

1.2. Maria Ignacia da Silveira, foi c.c José Vicente Ferreira, filho do capitão-mor de Jundiaí José Vicente Ferreira e de Maria Joaquina. Com geração em SL. Título Moraes.

1.3. Rosa de Viterbo da Silveira, foi c.c Francisco Elias Pinto, filho do alferes José Desiderio Pinto e de Antonia Bernardina (ver atrás e em SL1/119.

1.4. ˙Tristão da Silveira Campos, falecido em 1900 em Amparo, casou em Atibaia, em 1847 com sua prima Anna Gabriela de Campos, filha do alferes Francisco da Silveira Campos, ver retro. Teve:

2.1. Inácio Tristão da Silveira, fazendeiro no município de Serra Negra, c.c Maria Clara, filha do capitão Francisco José Gonçalves e de Ursula Iria de Campos. SL1/338. Teve entre outros :

3.1. Lavinio da Silveira Campos, casou-se em 1900 em Bragança com sua prima-irmã Amalia Ermelinda Gonçalves, filha do major Francisco de Assis Gonçalves e de Antonia Fortunata. SL1/338.

3.2. Olimpio da Silveira Campos, farmacêutico diplomado, casado em 1903 em Bragança com Amalia Ermelinda, viúva de Lavinio nº 3.1. precedente.

2.2. Francisco Tristão da Silveira, foi c.c Ana Clara, irmã de Maria Clara do n° precedente.

2.3. Ana da Silveira é viúva de Manoel Maximiano de Toledo, filho de José Bonifácio de Toledo e de Catarina Galeana Salinas. Com geração em SL. Tit. Diascap. 4.° § 6°, 2-5, 3-3.

2.4. Jacinto, faleceu solteiro.

2.5. Eulalia c.c Joaquim Augusto Araújo Campos, capitalista em Amparo, irmão de Maria Clara do n° 2.1. supra. Com geração.

2.6. Maria da Conceição c.c Manoel de Azevedo Mattos. Com geração.

2.7. Aureliano da Silveira casado com (…). Com geração.

1.5. Constança M. da Silveira, foi c.c José Manoel Cintra, f° do alferes José Desidério Pinto. Com geração em SL 1/116.

1.6. Tenente-coronelPedro Nolasco da Silveira, vereador em Atibaia (1857/60, 1861/64), c.c Helena da Silveira filha de Francisco da Silveira Campos, (ver retro). Teve:

2.1. Eduardo, falecido solteiro.

2.2. Delphina foi c.c seu primo José Simão Pinto, f° de Antônio P. de Araújo Cintra. Com desc. em SL1/118.

2.3. Ana, foi c.c o Francisco Moretz Sohu, médico. Com geração.

2.4. Maria Joana, foi c.c José Vicente Ferreira, filho de outro igual nome e de Theresa de Paula. SL. Tit. Moraes, Cap. 2° § 1º, 2-1, 3-2, 4-7.

2.5. Izabel Ferreira residiu em S. Paulo, c.c coronel Sebastião Ferreira, irmão de José Vicente do nº precedente. Com dois filhos em SL. Tit. Moraes.

2.6. Francisco Pedro de Campos, foi c.c Minervina, filha de Antônio Bueno. Com geração.

2.7. Lucas Nolasco da Silveira, solteiro.

1.7. Coronel ˙José Inácio da Silveira “José Inácio” faleceu em São Paulo em outubro de 1903. Foi coronelcomandante da guarda nacional de Atibaia, foi abastado fazendeiro no então distrito de Campo Largo, hoje Jarinu onde nasceu, considerado como possuidor de uma das maiores fortunas havidas em Atibaia nos fins do século XIX. No campo político foi vereador pelo partido liberal, depois pelo PRP (1883/86, 1892/96, 1899/1902 e de 1902 até o seu falecimento). Foi presidente da câmara em 1883/86 e 1896/99. Foi c.c sua parente, Constança Bueno de Campos, filha do tenente José da Silveira Campos“José Lucas” (ver em 1.7., N° 04, atrás). Teve:

2.1. Delfina da Silveira Campos, foi c.c seu primo Pedro Ferreira da Silveira, filho do 1.2., supra. Sem geração.

2.2. José da Silveira Campos c.c Olga Schmidt , filha do engenheiro militar Andréas Schmidt, natural de Alemanha, e de Cornélia, natural de Minas Gerais. Sem descendentes

2.3. Maria da Silveira Campos c.c seu parente Deodato Cintra, filho de Manoel Vicente de Araújo Cintra e de sua 1a mulher. Teve:

3.1. Iolanda Cintra c.c seu parente Ciro Pereira de Campos Verguerio, foram residentes em Itapira.

4.1. Cid

4.2. Fábio

4.3. Rubens, residentes em Itapira

3.2. Manoel Citra, c.c Ligia Bittencourt, residentes em Itapira. Tiveram:

4.1. Ely Aparecida

4.2. Sérgio

1.8. Escholastica Leopoldina, foi casada com seu parente Florêncio Corrêa Pupo, filho do alteres José Corrêa Pupo e de Ana da Silveira (ver 2.1., 1.3., N° 06, atrás). Com geração

1.9. Francisco Ignácio da Silveira, falecido solteiro com 47 anos.

1.10. Maria Grertrudes da Silveira c.c Lucas Furquim de Campos, fª de Frutuoso José de Campos. Ver desc. retro.

1.11. Jacintha da Silveira Campos c.c seu primo Lucas da Silveira Campos Cintra, filho do alferes Francisco da Silveira Campos e de Escholastica de Araújo Cintra. Com geração retro.

1.12.Maria da Conceição Silveira c.c o tenente-coronel Bazilio de Campos Cintra, filho do alferes Francisco da Silveira Campos do nº precedente.

1.13. Joaquim Inácio da Silveira c.c Ana Bernardina de Campos, fª de José M. Cintra e de Constança Miquelina (ver nº 1.5. supra).

1.14. João da Silveira Franco, faleceu solteiro com 26anos.

1.15. Barbara da Silveira Campos, solteira em 1901.

1.16. Cristina da Silveira Campos, última filha do Nº 12, foi c.c Leopoldo Augusto da Cunha Freire filho de Joaquim Pedro da Cunha Freire e de Umbellina Inês de Vasconcellos. Com geração em SL. Tit. Siqueiras Mendonças.

N° 13 José da Silveira Franco, último f° de Francisco da Silveira Franco (cap. 4°). Foi capitão do bairro Itapetinga licenciando-se da função para seguir com tropas para as Minas e Bahia onde foi assassinado em Caetité/BA. Faleceu solteiro e sem descendentes.

Capítulo 5º

Lucas da Silveira Franco

Lucas da Silveira Franco, casou-se na vila de Parnaíba em 1767 com Maria Rodrigues Penteado filha de Antônio Rodrigues Penteado e de Rosa Maria da Luz. n.p. de João Corrêa Penteado e de Izabel Paes de Barros, n.m. do capitão-mor Antônio Corrêa de Lemos e de Maria da Luz do Prado. Vide a ascendência em SL. Tit. Prados e Penteados. Como se vê em Tit. Prados, Maria Rodrigues Penteado casou-se 2ª vez em 1797 com Joaquim Bueno de Azevedo, viúvo de Messia Ferreira. Do casamento de Lucas da Silveira Franco descendem dez filhos:

Nº 01 Ana, batizada em 1770 em Atibaia, faleceu na infância.

Nº 02 Manoela, batizada em 1771 em Atibaia, faleceu na infância.

Nº 03 Antônio, batizado em 1773 em Atibaia, faleceu na infância.

Nº 04 Lucas, batizado em 1775 em Atibaia, faleceu na infância.

Nº 05 João, batizado em 1777 em Atibaia, faleceu na infância.

Nº 06 Antônio Rodrigues, batizado em 1778 em Atibaia faleceu solteiro com 23 anos em 1801

Nº 07 Lucas batizado em 1780 em Atibaia, faleceu com 11 anos em 1791.

Nº 08 Bernardino

Nº 09 José, faleceu com 2 anos em 1785.

Nº 10 Antônio Luiz Leite Pentado

Nº 08 Bernardino José Leite Penteado c.c Ursula Cândida de Moraes em 1802 na freguezia de Nossa Senhora do Ó em São Paulo, filha de Francisco Xavier Bueno e de Gertrudes Branco de Moraes, SL1/524. Teve q.d.:

1.1. José Rodrigues Penteado, falecido em Limeira, o qual casou-se em 1823 em Atibaia com sua prima Gertrudes Maria de Odoladar, filha do alferes Antônio da Silveira Cardoso e de Dionizia Vieira, n.p. do capitão-mor Francisco da Silveira Franco e de Maria Cardoso de Oliveira (ele de Atibaia e ela de Parnaíba) n.m. do alferes Vicente Vieira de Oliveira e de Maria Domingues, ver retro. Teve seis filhos, dentre os quais descobrimos:

2.1. Antônio da Silveira Penteado n. em Jundiaí em 1828 e f. em Limeira em 1875 onde casou-se em 1848 com Ana Carolina, natural de Camandocaia, filha de Antônio Leonardo do Couto, de Portugal, e de Carolina Felix da Trindade, de Santos, n.m. de Joaquim Dias Pinheiro e de Latira Felix da Trindade, de Minas Gerais. Teve 10 filhos:

3.1. Vicente da Silveira Penteado casou-se em 1875 na Limeira com Escolastica Eliza de Barros, filha de Sebastião de Barros Silva e de Gertrudes Alves Branco. Com filha única:

4.1. Vicência da Silveira Penteado nascida em 1879 e casada em 1894 em Limeira com Octaviano José Rodrigues, filho de Domingos José Rodrigues Júnior, de Portugal e de Ana Barbosa Guimarães, de Limeira.

3.2. Maria Augusta Penteado, falecia em 1889 em Limeira, ali casou-se em 1868 com Manoel de Toledo Barros, filho de Francisco Antônio de Barros e de Gertrudes Eulalia de Toledo. Teve 12 filhos:

4.1. Cândida Evangelina de Barros casou-se em 1887 em Limeira com Antônio de Campos Serra, viúvo do nº 3.5. adiante, filho de Cândido José da Silva Serra e de Maria Eleutéria de Campos. SL1/269.

4.2. Francisco Antônio de Barros Penteado casou-se em 1897 com sua prima Ana Carolina Penteado (ver 4.2. de 3.3. adiante).

4.3. Joaquim Augusto de Barros

4.4. Antônio Augusto de Barros

4.5. Flaminio de Barros Penteado

4.6. Manoel de Toledo Silva

4.7. Maria de Barros Penteado

4.8. Sebastião de Toledo Barros

4.9. José Penteado de Barros

4.10. Álvaro de Toledo Barros

4.11. Olegário de Barros Penteado

4.12. Anna Carolina de Barros

3.3. José Rodrigues Penteado casou-se em Limeira em 1876 c. Rita Antonia da Silva Serra, de Campinas, fª de José de Campos Penteado e de Paula Joaquina de Andrade, n.p. do alferes José de Campos Penteado e de Rita Antonia da Silva Serra. n.m. de Cândido José da Silva Serra e de Maria Eleutéria de Campos. SL1/259. Teve:

4.1. José de Campos Penteado

4.2. Ana Carolina Penteado c.c seu primo Francisco Antônio de Barros Penteado.

4.3. Antônio da Silveira Penteado Sobrinho, falecido em 1896.

4.4. Francisco Serra Penteado

4.5. Cândido Serra, falecido em 1884.

4.6. Maria Cândida Penteado

4.7. Sebastiana Penteado

4.8. Vicente Rodrigues Penteado

4.9. Rita de Cássia Penteado

4.10. Octaviano de Campos Penteado, falecido em 1897.

3.4. Etelvina Francisca Penteado casou-se em Limeira em 1874 com Bernardino Alvares de Oliveira Penteado, da Freguesia do Ó, filho de João Batista Alves de Siqueira e de Escolastica Franco Penteado. Teve:

4.1. Cândida Alves Penteado

4.2. Ana Cândida de Moraes

4.3. José Alves da Silveira

4.4. Rita Leite Penteado

4.5. Sebastião Alves Penteado

4.6. Luiz Alves Penteado

3.5. Cândida Penteado Serra, falecio em 1886 no Descalvado, casou-se em Limeira em 1875 com Antônio de Campos Serra, filho de Cândido José da Silva Serra e de Maria Eleutéria de Campos. Teve:

4.1. Antônio Penteado Serra

4.2. Maria Eleutéria Penteado

4.3. Cândido Penteado Serra.

3.6. Eliza Augusta Penteado casou-se em 1878 no Descalvado com Antônio de Camargo Campos Bittencourt, filho de Antônio José de Assumpção e de Gertrudes Maria do Carmo. Teve:

4.1. Antônio de Campos Bittencourt.

4.2. Guiomar Torresão Bittencourt

4.3. Arlindo Penteado Bittencourt

4.4. Gertrudes Maria do Carmo

4.5. Georgina Bittencourt

4.6. Armando Bittencourt

4.7. Admar Bittencourt

4.8. Arnaldo Bittencourt

3.7. Antônio da Silveira Penteado, f. em 1889 em Limeira, onde casou-se em 1885 com Escolastica de Campos Pacheco filha de Manoel Ferraz Pacheco, de Piracicaba, e de Ana Cândida Pacheco, de Itú. Deixou única filha:

4.1. Ana Cândida Ferraz Penteado.

3.8. Bernardino José Leite Penteado casou-se em 1890 na Limeira com Vicentina de Almeida, natural do Rio de Janeiro, filho de Antônio de Araújo Almeida, de Portugal, e de Idalia Vieira de Almeida, carioca.

3.9. Flaminio da Silveira Penteado casou-se em 1891 em Descalvado com Josephina Tolomelli, da Itália, que faleceu em 1896 em Limeira. Teve:

4.1. Ana Carolina da Silveira

4.2. José Tolomelli Penteado

3.10. Antônio Rodrigues Penteado casou-se na Limeira em 1896 com Sebastiana de Barros, filha de Sebastião de Barros Silva e de Gertrudes Alves Branco. Teve:

4.1. Zuleica de Barros Penteado.

1.2. Ana Francisca, foi 1° c.c Estevão Soares de Camargo[72], segunda vez casou-se em 1843 em Itatiba com José Pires de Godoi, viúvo de Manoela Soares[73], filho de Antônio Pires Pimentel e de Joaquina Isabela. Teve (por informações) oito filhos do 1º casamento e quatro do segundo:

2.1. Joaquim Antônio de Camargo c.c Maria Franco (residente no Campo Largo de Atibaia). Teve:

3.1. Maria

3.2. Ana

3.3. Escholastica

3.4. Olegário

3.5. Horácio

3.6. (…)

3.7. José

2.2. Maria Francisca das Dores c.c João Rodrigues de Siqueira, residente em Pirassununga, teve:

3.1. Olegário

3.2. Francisco

3.3. Estevão Soares de Camargo, c.c sua prima Maria nº 3.1., 2.6. a seguir.

3.4. Paulo

3.5. João

3.6. Ana

3.7. Maria

3.8. Escholastica

3.9. Francisca

2.3. Francisca Maria de Jesus casada em Campo Largo aos 31.MAIO.1843 comse parente Zacharias C. de Camargo, f° de Vicente Luiz de Camargo e de Maria Francisca Penteado. Foram dispensados no 4° grau misto e 3° de consanguinidade. Tiveram:

3.1. Vicente Carlos de Camargo casado com (…), foi residente em S. Paulo.

3.2. Anselmo Carlos de Camargo, solteiro, residente em Itatiba.

3.3. Generino c.c Ana residente em Itatiba.

3.4. João, solteiro, residente em Campo Largo, hoje Jarinu.

2.4. José Soares Penteado c.c Maria (…) “Nhala” de Limeira. Teve:

3.1. Maria c.c Antônio Sampaio.

2.5. João Franco de Camargo casados em Campo Largo aos 16.JUL.1859 comsua parente Constança Franco de Camargo, filha de JacintoJosé Soares e de Maria Gertrudes. Foram dispensados do 2° grau. O pai de João Franco de Camargo, Estevão Soares de Camargo (1.3. acima) era meio irmão do pai de Jacinto José Soares, que era Jacinto Soares de Camargo e sua segunda esposa (ver nota a abaixo).

2.6. Sabino Soares de Camargo casou-se 1ª vez com Leopoldina, filha de João Pires de Camargo de Pirassununga e 2ª vez com Antonia da Silveira Franco. Teve um filho com a 1ª mulher e onze da 2ª:

3.1. Maria c.c seu primo Estevão Soares de Camargo nº 3.3. de 2.2. supra.

3.2. José

3.3. Sabino

3.4. Clara c.c Manoel Cabral dos Santos.

3.5. João

3.6. Benedicto

3.7. (…) casada com José Evangelista de Toledo.

3.8. Eugênio

3.9. Estevão

3.10. Julia

3.11. Julieta

3.12. Pedro

2.7. Gertrudes Maria Soares c.c Francisco Franco de Camargo, filho de Francisco Pires, de Itatiba Teve:

3.1. Francisco c.c Francisca Pires, filha de Francisco Pires.

3.2. Estevão

3.3. Pedro

3.4. João

3.5. Joaquim c.c Francisca, filha de Joaquim Antônio de Camargo, de Itatiba.

3.6. Maria casada com (…) em Campinas.

2.8. Escolastica da Silveira Franco foi c.c José da Silveira Franco, filho do alferes Joaquim Franco de Camargo e da 2a mulher Maria Lourença de Moraes (com geração adiante).

2.9. Antônio Pires Penteado c.c Amélia, filha de Severino Antunes, de Pirassununga. Teve:

3.1. João Augusto Penteado

3.2. Horacio Penteado

3.3. Juvenal Penteado

3.4. Octavio Penteado

3.5. Oscar e mais 6 mulheres.

2.10. Constança

2.11. Maria Cesarina da Anunciação em São Carlos c Jacino Pires da Rocha, f° de Josão Pires, de Itatiba. Teve:

3.1. José Luiz da Rocha casado com (…) filha de João Affonso, de Araraquara.

3.2. Elidia c.c Henrique de Godoi Moreira, residente Jaboticabal/SP.

3.3. Maria c.c João Affonso.

3.4. Bertholino

3.5. Joaquim

3.6. Malvina

3.7. Cândida

3.8. Leonidia

3.9. Belmira

2.12. Bernardina c.c Belarmino Bueno de Moraes, em Araras, com geração.

Nº 10 Antônio Luiz Leite Penteado, último filho de Lucas da Silveira Franco, batizado em 1785 em Atibaia, onde já se encontrava falecido em 1842 e onde se casouem 1805 com Ana Francisca Franco (cap. 2° do título Pires de Camargo), filha de João Pires Pimentel e de Maria Antonia, SL1/40 e troncos do título Pires de Camargo deste trabalho. Ver descendência deste casal mais desenvolvida no capítulo 2° do título Pires de Camargo. Teve q. d:

1.1. Maria Rosa Penteado casada em 1821 em Atibaia com Inácio Franco Penteado, filho de Justiniano Ortiz Leite e de Inácia Maria, n.p. de Estevão Ortiz da Rocha e de Maria Leite, de Parnaíba, n.m. de Domingos Teixeira de Moraes e de Anna Franco, de Pitangui, SL. 1/525.

1.2. Jacintha Franco de Jesus casada em 1823 em Atibaia com João Francisco do Amaral, filho de Antônio Ortiz do Amaral e de Mariana Ferraz de Araújo, n.p. de João Ortiz de Camargo e de Ursula Bueno, n.m. de Antônio Ferraz de Araújo e de Gertrudes Corrêa. SL1/303.

1.3. Francisca de Paula casada em 1830 em Atibaia com Antônio Franco Penteado, filho de Custodio de Azevedo Neves e de Maria Rosa Penteado, esta filha de Antônio Franco de Camargo e de Rosa Maria Leite. SL1/344, onde foi omitida a filha Maria Rosa Penteado.

1.4. Delfina Franco Penteado ou Maria Franco, casada em Atibaia 1° vez com seu tio Inácio Pires Camargo (ver cap. 8.° adiante), viúvo de Maria Joana Soares (ver título Soares) e 2a vez com Benedito Alves de Siqueira (ver 3.1., 2.1., 1.3., N° 01, cap. 1° do título Siqueira Franco), filho de Jacinto Alves de Siqueira e de Maria Bueno. Ver descendência de seu primeiro marido no título Pires de Camargo e do segundo marido no título Siqueira Franco.

1.5. Joaquim Leite Penteado casado aos 11.MAIO.1841 em Campo Largo com Carolina Maria da Silva.

1.6. Gertrudes Franco casou-se em 1848 em Atibaia com Firmiano Pires de Oliveira, filho de Salvador Pires de Oliveira e de Maria Eufrazia Franco.SL1/343.

1.7. Inácio Franco Penteado casado aos 27.OUT.1842 com Ana Franco, filha de Antônio Alves Cardoso e de Bernardina Maria Franco.

1.8. Manoela Franco Penteado, foi 2ª esposa de Jacinto Alves de Siqueira com quem se casou em Campo Largo aos 08.JAN.1850 (ver 2.1., 1.3., N° 01 cap. 1° deste título).

1.9. João Luiz Penteado que foi c.c Delfina Maria do Carmo.

1.10. Antônio Luiz Penteado

1.11. Lucas da Silveira Franco casado aos 13.AGO.1833 com Ana Franco de Moraes, filha de João José de Moraes e de Gertrudes Alves do Amaral.

1.12. Ana Franco Penteado[74] ou Franco do Amaralcasou-se com Lucas de Siqueira Franco que acreditamos ser o citado em SL 6/19, filho de Estevão Soares da Rocha e de Gertrudes Maria das Neves. Lucas de Siqueira Franco e Ana Franco Penteado tiveram, entre outros filhos: Gertrudes Franco Penteado ou Gertrudes Maria Franco, falecida aos 01.MAR.1921, que se casou com João José de Camargo Lopes ou João Lopes de Camargo[75] aos 21.OUT.1862 em Campo Largo, sendo ele viúvo de Gertrudes Maria Franco e era com toda certeza filho de Gertrudes Maria e de Salvador Lopes de Camargo, o qual pode ser considerado o tronco da família Lopes de Camargo de Jarinu.

Capítulo 6º

Joaquim de Siqueira Franco

Joaquim de Siqueira Franco, casou em 1775 em Parnaíba com Gertrudes Francisca Pedroso, filha de Lourenço Franco da Rocha e de Francisca Margarida, SL. 1/517. Teve q. d:

Nº 01 Francisca de Paula Pedroso

Nº 02 Joaquina Pedroso da Silveira

Nº 03 Lucas, batizado em 1780 em Atibaia, nada descobrimos.

Nº 04 Helena Francisca Cardoso

Nº 05 Maria, batizada em 1785 em Atibaia, nada descobrimos.

Nº 06 Escolástica, batizada em 1787 em Atibaia, nada descobrimos.

Nº 07 Bento José da Silveira

Nº 08 Antônio Luiz da Rocha

Nº 09 Joaquim Antônio da Silveira

Nº 10 Antônio Manoel da Silveira

Nº 11 José da Silveira Franco

Nº 12 Ana Francisca Pedroso

Nº 13 João Batista da Silveira

Nº 01 Francisca de Paula Pedroso, batizada em 1776 em Atibaia, aí casou-se em 1801 com Felisberto Franco de Camargo, filho de Lourenço Franco de Camargo e de Ana Franco da Cunha. Com geração em SL1/336.

Nº 02 Joaquina Pedroso da Silveira c.c Salvador do Nascimento Franco, filho do capitão Crispim da Silva Franco e 2a mulher Gertrudes Alvares. Com geração, em SL2º Vol. Tit. Lemes Cap. 1° § 9º. Entre seus descendentes destacamos Maria Jacinta da Silveira que foi c.c Francisco Pires Pimentel ou Camargo (ver desc. em cap. 1º dotítulo Pires de Camargo).

Nº 04 Helena Francisca Cardoso casou em 1801 em Atibaia com Estevão Soares da Rocha, viúvo de Gertrudes Maria das Neves, filho do tenente José de Godoi Moreira e 2ª mulher Ana Soares de Siqueira. Com geração, em SL. Tit. Godoys Cap. 1.° § 8º, 2-3, 3-1, 4-8.

Nº 07 Bento José da Silveira casou em 1833 em Itatiba com Gertrudes Franco Isabela, filha do alferes Manoel Joaquim Leite e de Ana Pires Pimentel. SL1/301. Teve:

1.1. Apollonia, c.c seu primo Joaquim Damásio, f° de Damasio F. da Silveira e de Antonia Franco. Com geração.

1.2. Gertrudes c.c Manoel Damasio, irmão de Joaquim Damasio do n° precedente.

1.3. Maria c.c João Damasio, irmão dos precedentes.

1.4. Ana c.c Manoel Bueno do Amaral.

1.5. Escolastica c.c João Alves.

1.6. (…) casou com Joaquim (ou João) Soares do Amaral.

1.7. Clara c.c Rodrigo (…) de Godoi.

1.8. João de Siqueira Franco c.c Maria de Lima, fª de João de Godoi Lima e de Antonia Franco Isbella. Teve:

2.1. Francisco

2.2. Ademar

2.3. (…)

2.4. Joaquina c.c Francisco da Silveira Leme, fazendeiro no município do Amparo, filho do capitão Francisco Antônio da Silveira e de Gertrudes Teresa da Silveira. SL. Título Pires Nº 6.10, 7.2 adiante.

Nº 08 Antônio Luiz da Rocha, n. em 1791 em Atibaia, aí casou em 1813 c Ana Cardoso de Campos, filha do último capitão-mor de Atibaia Lucas de Siqueira Franco e de Ana Gabriela de Campos e Vasconcellos, ver retro. Teve q.d:

1.1. Ana de Siqueira Campos casada em 1841 em Atibaia com o coronel Camilo José Pires, filho de Tomé Pires de Ávila e de Maria Franco Cardoso. SL. Tit, Pires de Ávila. Teve:

2.1. Tomé Pires de Ávila Neto, bacharel em direito, já falecido, foi c.c sua prima irmã, filha de Bento Pires e de sua 1ª mulher. Sem geração.

2.2. Escolástica Pires de Ávila c.c José Soares de Camargo, capitalista em Itatiba. SL. Tít. Pretos.

2.3. Maria da Silveira Campos c.c Floriano Antônio de Moraes. Teve:

3.1. Jacintha de Moraes Ferreira que foi c.c Antônio de Moraes Ferreira. SL. Tit. Moraes, s. desc..

3.2. Camilo Antônio de Moraes c.c Judith Guimarães. Com geração.

3.3. João Batista de Moraes c.c Ana Carolina de Godoi. Com geração.

3.4. Benedicta de Moraes, foi c.c Antônio Alexandre Pupo Nogueira, filha de João Batista Pupo de Moraes e de Luiza Gabriella. Com geração em SL 1/234.

3.5. Anna Luiza de Moraes c.c José Pires da Silveira. Com geração.

3.6. Floriano Antônio de Moraes Júnior, bacharel em direito, fazendeiro, deputado federal em 1900, foi c.c Leonidia Alves, fª de Cândida e de Francisco Alves Cardoso, barões de Itapema. Com uma filha menor em 1902:

4.1. Herninia

3.7. Vitalina de Moraes Ferreira c.c Manoel de Queiroz Ferreira, filho do comendador Francisco Benedicto Ferreira. SL. Tit. Moraes. Com geração.

3.8. Colleta de Moraes Godoi c.c Lupercio de Godoi. Com geração.

2.4. (…) casada com José Pires.

2.5. Ana foi c.c seu tio paterno Bento Pires.

2.6. Herlinda c.c o ten.coronel Júlio Joli Netto, f° do major Eugênio Joli e de Maria Carolina. SL1/492.

1.2. Lucas de Siqueira Campos, filho de Antônio Luiz Nº 08, casou-se com Lydia, natural de Atibaia, filha do capitão Salvador Ribeiro de Toledo e de Umbellina Florisbina Franco. Teve uma única filha:

2.1. Benedicta, foi a 1ª mulher do drAfonso José de Carvalho, natural de São Bento do Sapucai, foi fundador do 1º jornal de Atibaia “O Itapetinga” no início da década de 1890, foi promotor público da comarca de Atibaia em 1903, juiz de direito em S. Bento de Sapucaí, Franca, Piracaia, capital, desembargador a partir de 1926, presidente do Tribunal de Justiça de São Pauloem 1935 e primeiro presidente do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo em 1932/33. Com geração.

Nº 09 Joaquim Antônio da Silveira n. em 1798 em Atibaia e aí casou-se em 1820 com Francisca Romanade Araújo Cintra (ver 1.8., N° 03, cap. 4° deste título), fª do alferes Jacinto José de Araújo Cintra e de Maria Francisca Cardoso.Podem ser considerados um dos dois[76]trontos da família Cintra que na atualidadee na sua maioria, permaneceramem Atibaia.Teve:

1.1. CoronelJoão Batista ou João Antônio da Silveira Cintra, fazendeiro no bairro das Palmeiras em Atibaia, c.c sua parente Ana Jacinta da Silveira Pinto (ver 4.1., 3.1., 2.1., 1.2., N° 03 do cap. 4° deste título), fª de José Theodoro Pinto e de Sabina A. do Amaral (ver 1.4., N° 02, Cap. 5° do Título Leite), n.p de Francisco José da Silveira (cap. 11° do título Alves do Amaral) e de Maria da C. Cintra “Nhanhã do Portão”, n.m. de Antônio Alves do Amaral e Ana Franco (troncos do título Alves Amaral). Teve:

2.1. Benedito Cintra “Tico Cintra ou Nhô Tico” n. aos 27.FEV.1875 e f. aos 17.JUL.1962, foi fazendeiro em Atibaia, vereador de 1927 a 1929, foi c.c Benedita Maria Pedroso (irmã de Maria do Carmo Pedroso, 2.3. a seguir). Teve:

3.1. João Cintra, c.c Júlia Pedroso. Teve:

4.1. José Cintra Sobrinho n. aos 16.MAR.1926 e f. aos 27.JUN.2012 foi c.c. Maria do PradoCintra n. aos 08.JAN.1931 e f. aos 20.ABR.2012, filha de Cezario do Prado e de Alece Pedroso. Teve:

5.1. Maria José do Prado Cintra, falecida.

5.2. Maria das Graças do Prado Cintra

5.3. Maria de Fátima do Prado Cintra, falecida.

5.4. José Benedito do Prado Cintra c.c Maria Antonia Bueno.

5.5. Maria Salete do Prado Cintra

5.6. Júlia Alice do Prado Cintra, falecida

5.7. Flávia Helena do Prado Cintra c.c Reginaldo da Silva de Oliveira. Teve:

6.1. Flávio Eugênio Cintra Oliveira

4.2. Jacira Aparecida Cintra, c.c. Alfredo Candido Lopes da Silva.

3.2. Joaquim Cintra Sobrinho n. aos 07.MAR.1904 e f. aos 24.NOV.1992, foi vereador de 1948 a 1952, c.c Ismênia Benedita da Cunha Cintra n. aos 10.SET.1904 e f. aos 06.DEZ.1995, foi professora. Teve:

4.1. Delsy Cintra, professora, n. aos 11.JUL.1927foi c.c Benedito Olessio Brasil. Tiveram:

5.1. Rosangela Cintra Brasil n. aos 01.FEV.1954, c.c Adilson Estélio Bacci. Teve:

6.1. Vanessa Brasil Bacci n. aos 01.NOV.1979.

6.2. Vitor Augusto Bacci. n. aos 15.MAIO.1982.

5.2. Olésio Benedito Cintra Brasil n. aos 28.AGO.1957.

4.2. Enid Cintra n. aos 09.OUT.1928 em São Paulo, professora,c.c Francisco Santo Ferro, “Chico Ferro”n. aos 30.SET.1928, comerciante, foi vereador de 1956 a 1960, filho de Maria do Amaral Bueno e de Napoleão Ferro, ex-vereador de Atibaia (1956/60), da família Ferro de Santa Margarita D’Adige/PD. Teve:

5.1. Ismenia Maria Ferro Fagundes n. aos 13.JUN.1952, c.c ˙Edgar Ferreira Fagundes, cel. reformado da Polícia Militar do Estado de São Paulo e empresário em Atibaia e ex-presidente da Associação Comercial de Atibaia, da importante família Fagundes de Mairiporã. Teve:

6.1. Renata Fagundes Croth n aos 10.JUL.1975 c.c Flávio Croth. Teve:

7.1. Arthur Fagundes Croth n. aos 26.JUN.2006.

6.2. Raquel de Cássia Ferro Fagundes n. aos 19.FEV.1983.

5.2. Regina Aparecida Cintra Ferro n. aos 01.JUL.1954 e f. aos 25.FEV.1956.

5.3. Lilian Maria Ferro Agulhão n aos 18.SET.1957, c.c Geraldo Agulhão. Teve:

6.1. Marcela n. aos 24.NOV.1988.

6.2. Eduarda n. aos 17.ABR.1991.

4.3. Joaquim Antônio Cintra “Quinote” n. aos 04.OUT.1930 e f. aos 04.JUN.2012, foi comerciário do ramo de farmácia, casou-se 1ª vez com Dinah de Almeida Bueno n. aos 05.JUN.1928 e f. aos 03.JUL.1970(ver 1.2., N° 04, cap. 8° do título Leite) e 2ª vez com Ana Maria Marra. Teve 3 filhos do primeiro casamento e dois do segundo:

5.1. Rosânian. aos 18.OUT.1952, professora da rede municipal.

5.2. Roberval n. aos 28.JUN.1956,funcionário público. Teve:

6.1. Tiago Storoli Cintra n. aos 09.JUN.1989.

5.3. Rodnei “Nei” n.aos 10.SET.1965, funcionário público.

5.4. Cesar n. aos 07.NOV.1973.

5.5. Mariana n. aos 10.DEZ.1975.

4.4. João Batista Cintra n. aos 16.JAN.1933 e f. aos 19.NOV.1933.

4.5. Benedito Avelino Cintra “Cintrinha” n. aos 09.JUN.1936 e f. aos 30.SET.1961, foi c.c Cacilda Aparecida Leite[77]n. aos 08.FEV.1939 (ver em 1.2., N° 07, cap. 8° do título Leite). Teve:

5.1. Silvia Helena Cintra n. aos 30.JUN.1956 e f. aos 08.AGO.2007, foi c.c Gerson Pileggi (ver descendência em 4.2., 3.9., 2.7., 1.3., N° 08, cap. 5° do título Alves do Amaral).

5.2. Lucia Helena Leite Cintra n. aos 23.OUT.1959.

4.6. Elza Maria Cintra n. aos 30.JUL.1946 e f. aos 30.MAR.1983, foi casada 1ª vez com Luiz Fernando Montezuma e 2º vez com Luiz Bruno Bianco. Teve dois filhos do primeiro casamento e três do segundo:

5.1. Fernando Aurélio de Montezuma n. aos 13.AGO.1964, advogado. Teve:

6.1. Rafael n. aos 02.OUT.1990.

6.2. Leonardo n. aos 28.JUL.1994.

5.2. Maria Fernanda Montezuma Tricoli n. aos 03.NOV.1965,dentista c.c José Roberto Tricoli “Beto Trícoli” n.aos 22.DEZ.1961 em Atibaia, filho de Alda Bueno de Toledo e do ex-vereador (1965/69), Domingos Tricoli, f. aos 08.ABR.2011. Neto materno de João Bueno de Toledo e de Odila Patrocínio, por eles bisneto de João Anselmo Bueno e de Margarida Toledo Ordonhes e José do Patrocínio e de Maria Leopoldina Gonçalves. Neto paterno de José Tricoli e de Fortunata Sargiani, por eles bisneto de Letícia Binatti e de Valério Sargiani e Paquina Cingolani e de Costantino Triccoli, tronco da família Triccoli de Atibaia. Beto Tricolié arquiteto e no campo políticofoi fundador do partido verde em Atibaia em 1988, pelo qual candidatou-se sem êxito nas eleições de 1988 para vereador, prefeito em 1996 e a deputado estadual em 1998. Elegeu-se vereador em 1992, prefeito em 2000 com 55,87 % dos votos válidos, reelegendou-se em 2004 com 53,23 % dos votos válidos e elegeu seu sucessor em 2008 com 45,55 % dos votos válidos. Foi de 2009 até março de 2010 secretário de arquitetura e meio ambiente de Atibaia e nas eleições de outubro de 2010 elegeu-se deputado estadual com 42.713 mil votos, sendo cerca de 23 mil em Atibaia ou 38% dos votos válidos na cidade. Em 2012 não conseguiu eleger seu candidato a prefeito; em 2014 não conseguiu se reeleger deputado e em 2016 perdeu as eleições para prefeito. Pode ser considerado o maior líder político da primeira década deste século em Atibaia e maior liderança do PV na região. Teve com Maria Fernanda:

6.1. Tito n. aos 15.NOV.1990, acadêmico de arquitetura.

6.3. Luca n. aos 26.JUN.1993.

5.3. Maria Teresa Bianco n. aos 02.DEZ.1974.

5.4. José Luiz Bianco n. aos 17.JUL.1976.

5.5. Daniela Bianco,n. aos 23.NOV.1978.

3.3. Guiomar Cintra, foi c.c Alberto Ferreira Campos, seu parente. Teve:

4.1. Maria Luiza Cintra

4.2. Maria Helena Cintra, professora c.c Paschoal Valente Jr.

4.3. Demerval Ferreira de Campos, c.c Marineusa de Arruda.

4.4. Floriano Ferreira de Campos c.c Adélia Darcy Pepe.

4.5. Maria Stella Cintra de Campos, advogada.

3.4. Luiz Cintra, comerciante, c.c Ursolina Paolinetti, filha de Izide Rosseto e de Valeriano Paolinetti, da família Paolinetti de Atibaia, descendentes de imigrantes italianos. Teve:

4.1. Luiz Valério Cintra, c.cIsauraGuerrato.

3.5. Ana Cintra, falecida solteira.

3.6. José Cintra, comerciante, foi c.c Maria de Lourdes Peçanha (ver 3.5., 2.3., 1.7, N° 05, cap. 5° do título Alves deo Amaral). Teve:

4.1. José Vinicius Peçanha Cintra n. aos 08.MAR.1944 f. aos 08.DEZ.1988, foi c.c Beverly Plenis Micheloni.

4.2. Marilisa Peçanha Cintra, foi c.c Farid Fayad, professor.

4.3. Rubens Peçanha Cintra, n. 03.MAIO.1949 e f. aos 05.MAR.1984.

4.4. Eliana Peçanha Cintra n. aos 16.MAR.1956 c.c Marcel Antônio Chagas Pereira, médico, falecido em 200. Teve:

5.1. João Pedro Cintra Peçanha n. aos 11.AGO.1987, formado em administração..

5.1. Luiz Felipe Cintra Peçanha, estudante de medicina em Ouro Preto.

4.5. Regina Aparecida Peçanha Cintra n. aos 16.MAR.1956, gêmea da anterior, c.c. Luiz Henrique Delbuque (D’Elboux) Baccaro. Teve q.d.:

5.1. Camila Boccaro Mansutti casada aos 05.DEZ.2009 com Leonardo Mansutti.

2.2. Joaquim Antônio Cintra “Nhô Quim” f. aos 04.NOV.1951. Foi vereador e intendente municipal de 02.JAN.1903 a 07.JAN.1905 de Atibaia. Foi tenente-coronel do 53º regimento da cavalaria da guarda nacional. Foi c.c Lina de Almeida Bueno (ver 3.1., 2.2., 1.2., N° 08, cap. 5° do título Alves do Amaral), fª do cap. Benedito de Almeida Bueno e de Maria Paula Bueno de Aguiar; n.m. de Joaquim Bueno de Aguiar e de Gertrudes Soares do Amaral. Não deixou descendentes.

2.3. Cândido Gabriel Cintra “Nhô Candinho” n.aos 24.JAN.1869 em Atibaia e aí f.aos 20.AGO.1953. Foi casado aos 03.AGO.1908 com Maria do Carmo Pedroso n.aos 15.DEZ.1886 no bairro do Portão e f. em 1970, fª do capitão Joaquim Antônio Pedroso Júnior[78] e de Ana Maria Pedroso. Foi proprietários juntamente com seus irmãos da fazenda Palmeiras no bairro de mesmo nome, ainda com a família. Tiveram 11 filhos, sendo dois falecidos menores:

3.1. Ermelinda Cintra n. aos 19.FEV.1911 e f. aos 29.MAR.2003, c.c. Augusto Peixoto. Teve:

4.1. José Maria Cintra Peixoto n. aos 10.FEV.1936, c.c. Jeanete Sposito, com geração.

4.2. Maria Inês Cintra Peixoto n. aos 21.MAIO.1950.

3.2. Diva Cintra n. aos 03.MAIO.1915 e f. aos 11.MAR.2002 foi c.c. seu parente Augusto Ferreira Campos, engenheiro. Teve:

4.1. Augusto Carlos n. aos 08.JUN.1942 e f. aos 16.ABR.1999 foi 2 vezes, com geração.

4.2. Luiz Roberto n. aos 07.ABR.1944, c.c. Jurema Pereira da Cruz, com geração.

4.2. Maria Cristina n. aos 13.OUT.1946, c.c. Luiz Gonçaga Priviero, com geração.

4.4 Maria Eugênia n. aos 10.JUN.1954, c.c Ricardo Luterman, com geração.

3.3. Jandira Cintra n. aos 08.JUL.1917 e f. solteira aos 05.AGO.2004.

3.4. Oscar Cintra n. aos 03.SET.1919, contador, c.c. Ilka Cavalheiro de Almeida. Teve:

4.1. Maria Alice n. aos 24.JUN.1946, c.c Odair Dias Pereira, com geração.

4.2. Heloísa Helena n. aos 27.MAIO.1949, c.c. Plínio Moraes Garcia, com geração.

4.3. Maria Angélica n. aos 17.JUN.1951.

4.4. Regina Isabel n. aos 25.MAIO.1954, c.c. José Scaquetti, com geração.

4.5. Ilka Maria n. aos 25.DEZ.1955, c.c Luiz Mário Stein Moreira.

4.6. Maria Josén. aos 08.FEV.1959.

4.7. Maria do Carmo n. aos 31.JL.1963, c.c Marcelo Mainieri, com geração.

3.5. Yolanda Cintra n. aos 04.JUN.1922 e f. aos 24.DEZ.2010, foi c.c. Antônio Paschoal Settani. Teve:

4.1. Maria do Carmo Cintra Settanni n. aos 14.AGO.1951.

4.2. Francisco Candido n. aos 21.JAN.1954, c.c Ana Rosa Sales, com geração.

3.6. Mozart Cintra n. aos 15.JUN.1924 e f. aos 07.SET.2005, foi c.c. Margarida Vieira. Teve:

4.1. Gerson Cintra n. aos 09.JUN.1961, divorciado de Luciana Cintra

4.2. Nanci Cintra n. aos 06.MAIO.1962 c.c. Mauro Eduardo de Souza, com geração.

3.7. Anna Cintra n. aos 26.AGO.1926 foi c.c. Carlos Pacheco, advogado f. aos 25.ABR.2008. Teve:

4.1. Ana Maria n. aos 06.DEZ.1950, c.c Reynaldo Bonavigo, com geração.

4.2. Carlos Eduardo n. aos 20.DEZ.1951, c.c. Selma Salles da Silva, com geração.

4.3. Ana Elisabeth n. aos 01.OUT.1953, divorciada de Carlos C. Rocha Pocetti, com geração.

4.4. Ana Lúcia n. aos 17.JAN.1961, c.c Gerson Cesar Balestero n. aos 20.SET.1961.

4.5. Carlos Henrique n. aos 14.JUL.1962, c.c Rosane Silva Pauletti, com geração.

3.8. Ozilde Cintra n. aos 25.OUT.1928, c.c. Maria Cecília Guimarães. Teve:

4.1. Renata n. aos 21.ABR.1970, c.c Ferando Nbogata Kanni, com geração.

4.2. Eduardo n. aos 20.AGO.1972.

4.3. Daniela n. aos 23.NOV.1974

3.9. Maria Elizabeth Cintra n. aos 30.NOV.1932, solteira.

1.2. Capitão José Ferraz de Siqueira Cintra “Nhonho Ferraz”, c.c Constança Maria de Moura.

1.3. Candido de Araújo Cintra, falecido solteiro.

1.4. Manoel Jacinto da Silveira Cintra, c.c. Maria Eufrosina da Cunha, filha de Thomaz Gonçalves Barbosa da Cunha e Maria Madalena da Rocha. Teve:

2.1. Ana Gabriela da Cunha Cintra c.c seu Tio Thomaz Gonçalves da Rocha Cunha, fazendeiro e chefe político em Piracaia. Teve:

3.1. Antonia Cintra da Cunha, c.c. Cyro Freire. Teve:

4.1. Antônio Cunha Freire, c.c. Matilde Souza Queiroz.

4.2. Sebastião Luiz da Cunha Freire, c.c. Marieta Clara D’Avila.

4.3. Maria Aparecida Cunha Freire, c.c. Carlos Barros de Faria.

4.4. Cecília Cunha Freire, c.c. Celso Aratanguy.

4.5. Maria da Conceição Freire, c.c. Celso Leal.

4.6. Maria Angélica Freire,c.c. Mário Gonçalves Dante Filho.

4.7. Maria Izabel Cunha Freire, c.c. Mário Tobler.

4.8. Maria de Lourdes Cunha Freire, c.c. Hélio Fernando de Albuquerque.

4.9. Maria Irene Cunha Freire

3.2. Sebastião Cintra Cunha, foi prefeito de Piracaia de 1934 a 38, c.c Irene de Camargo Dauntre.

3.3. José Cintra Cunha, c.c Eunice Gabus. Teve:

4.1. Tomaz

4.2. João

4.3. Cecília

4.4. Carmem Silvia

2.2. Candido Cunha Cintra n. aos 17.MAR.1882 em Atibaia e f. aos 07.DEZ.1970 em S.Paulo. Casou-se com sua prima Antonieta Cunha. Foi intendente municipal em Atibaia de 07.JAN.1905 a 02.JAN.1906, foi delegado de polícia em Atibaia, Piracaia, São Carlos e Piracicaba de 1907 a 1913. Foi juiz de direito em Apiaí em 1915 e depois em Caconde, Penápolis, Amparo e Bauru. Foi desembargador do Tribunal de Justiça em 1937. Teve:

3.1. Maria Antonieta Cunha Cintra c.c. Ludovico Rolin. Teve:

4.1. Liz Aparecida

4.2. Lia Aparecida

4.3. Murilo

3.2. Sebastião da Cunha Cintra

bispo

3.3. Dom Manoel Pedro da Cunha Cintra n. aos 11.NOV.1906 em Piracaia e f. aos 30.MAIO.1999 em Petropolis/RJ, foi o primeiro bispo de Petrópolis/RJ de 03.JAN.1948 a 29.FEV.1984.

3.4. Paulo da Cunha Cintra, médico, c.c Nair Medina Neves. Teve:

4.1. Paulo

4.2. Plínio

3.5. Ana Cândida da Cunha Cintra

3.6. Maria José da Cunha Cintra, c.c. Gerson de Oliveira

3.7. Candido Expedito da Cunha Cintra

1.5. Messia Isabel da S. Cintra, c.c João Marinho Fagundes, f° de Vicente F. da Silva e Cipriana Matilde Peruche.

2.1. Maria da Glória Cintra, c.c Cel. João Batista do Amaral Bueno (ver 1.8. N° 05, cap. 5°, do título Alves do Amaral), fazendeiro em Atibaia, filho de José Joaquim do Amaral Bueno (ver cap. 1° do título Bueno) e de Ana Jacinta Alves do Amaral “Ana Paes”, (ver título Alves do Amaral – meus pentavós). Teve:

3.1. Major José Herculano Bueno “Zico Paes”n. aos 27.AGO.1877 e f. aos 29.NOV.1962, fazendeiro em Atibaia, c.c sua parente Mônica Ferraz (ver em 3.4., 2.9., 1.10., N° 03 do cap. 4° deste título), não tiveram descendentes e foram os padrinhos de batismo do avô materno do autor deste trabalho.

3.2. Alcides Cintra Bueno, serventuário da justiça, c.c sua parente Amélia Biasi. Teve:

4.1. Maria da Glória Cintra Bueno

4.2. Alcebíades Cintra Bueno, c.c. Amália de Campos Azevedo.

4.3. João Batista do Amaral Bueno, c.c. Wanda Rega.

4.4. Milcíades Cintra Bueno, professor c.c. Dalva Braga.

4.5. Edite Cintra Bueno

4.6. Alcides Cintra Bueno, delegado de polícia.

4.7. Laodicéia Cintra Bueno

2.2. Joaquim Marinho Fagundes, casou-se 1ª vez com Éster Alvim, filha de Gertrudes Maria de Campos e do tenente-coronel José Alvim de Campos Bueno “José Alvim ou Nhô Bim”. Segunda vez Joaquim c.c Geni Neto. Teve:

3.1. Maria da Glória Fagundes, c.c. Luiz Guarino. Teve:

4.1. Wilson

4.2. Walter

3.2. João Marinho Fagundes, c.c. Dolores Pinho. Teve:

4.1. Maria Paula

4.2. Francisco Antônio

3.3. Conceição Fagundes c.c. Jorge Moreno Kecherat. Teve:

4.1. Geny

2.3. Cap. Felício Marinho Fagundes, c.c. sua prima irmã Júlia Pires Carolina Cintra. Teve:

3.1. Tenente João Marinho Fagundes “Zico Marinho”n aos 28.JAN.1883 em Atibaia e ai f. aos 17.SET.1936; foi músico, presidente do clube recreativo, procurador dacâmara e tesoureiro da prefeitura. Foi c.c Júlia Pires de Moraes. Teve:

4.1. Lamartine Fagundes n. aos 19.JUL.1901 e f. aos 15.MAIO.1973; foi vereador em Atibaia (1948/51)onde também foi chefe de gabinete da prefeitura e nesta condição assumiu a prefeitura entre 21.JUN.1952 a 21.JUL.1958. Foi c.c. Jandira Leite (ver N° 03, do cap. 11° do título Leite). Teve:

5.1. Paulo Fagundes, funcionário público, solteiro.

5.2. Ariosto Fagundes, bancário, solteiro.

5.3. Violeta Fagundes, professora, solteira.

5.4. Marco Antônio Fagundes, cirurgia dentista c.c Suely Kehdy. Teve:

6.1. Sérgio

6.2. Luciene

5.5. José Otávio ”Tavico” f. aos 01.FEV.2012 com 79 anos, médico psiquiatrae professor da Unicamp. Foi c.c Maria do Carmo Ferrari Fagundes. Teve:

6.1. André c.c Priscila

6.2. Karina c.c Sebastian

4.2. José Marinho Fagundes

4.3. Maria Dorothéia Fagundes

4.4. Yolanda Fagundes

4.5. Jandira Fagundes, c.c. Plácido Cerqueria César.

3.2. Jorge Marinho Fagundes, casado. Teve:

4.1. Jupira Marinho Fagundes

4.2. Benedito Geraldo Marinho Fagundes

4.3. Maria Marinho Fagundes, c.c. Benedito Debreis.

4.4. Ubirajara Marinho Fagundes

4.5. José Marinho Fagundes

4.6. Francisco de Asis Marinho Fagundes

3.3. Isabel Marinho Fagundes

3.4. Nhara Marinho Fagundes

3.5. Jovina Marinho Fagundes

3.6. Áurea Marinho Fagundes

3.7. Benedito Marinho Fagundes

1.6. Joaquim Antônio de Araújo Cintra, fazendeiro em Limeira, c.c Gertrudes Vale.

1.7. Bárbara Cintra c.c João Batista da Silveira ou Amaral Leite, filho de Joaquim da Silveira Franco e de Gertrudes Francisca Pedroso. Teve:

2.1. Basílio da Silveira

2.2. João Batista da Silveira

2.3. Joaquina da Silveira, c.c. Alfredo Ferreira de Campos. Teve:

3.1. Mário Ferreira de Campos c.c. Ana Pinto.

3.2. Alberto Ferreira de Campos, c.c. sua prima Guiomar Cintra.

3.3. Maria Ferreira de Campos, c.c. Joaquim Lopes da Sila.

3.4. Augusto Ferreira de Campos, c.c. sua prima Diva Cintra.

2.4. Júlia Carolina Cintra, c.c. seu primo irmão Felício Marinho Fagundes.

1.8. Ana Cintra c.c Joaquim Franco da Silveira Leite, irmão do marido de sua irmã Bárbara Cintra.

1.9. Joaquim Cintra, religioso do Convento da Luz em São Paulo.

1.10. Maria Cintra, falecida menor.

1.11. Florêncio Cintra, falecido menor.

1.12. Jacinto Cintra, falecido menor.

Nº 10 Antônio Manoel Silveira, casou em 1815 em Atibaia com Maria Francisca, filha de Francisco Soares de Lima e de Maria Cardoso de Oliveira (ver capítulo 1º do título Soares). Teve q.d.:

1.1. João de Siqueira Franco c em 1841 em Atibaia c Maria Rosa, fª de Manoel Ant° Soares e de Ana F. Pedroso.

Nº 11 José da Silveira Franco n. em 1798 em Atibaia, aí casou-se em 1824 com Delphina Teresa Leite, fª do cap. Antônio de Padua Leite (ver Família Araújo, na introdução deste título) e de Bernardina Franco da Silveira.Teve:

1.1. Antônio Eufrosino da Silveira “Totico das Pedras” c.c Constança Leopoldina da Rocha “Nhá Constância das Pedras”, foram proprietários da chácara das Pedras, atuais bairros de Siriema, Beiral das Pedras e Vila Santista (119 alqueires, segundo seus desc.). Nhá Constância era fª de Lourenço Franco da Rocha Bueno de e Maria Magdalena Rodrigues. Tit. Godoys Cap. 1° § 8.° n° 3.1, 4.1. Não tiveram filhos, mas Totico das Pedras teve com uma de suas escravas, uma única filha e herdeira:

2.1. Perfeita Alexandria do Prado “Nhá Perfeita” f. aos 20.MAR.1936. A atual avenida Juca Peçanha era conhecida como reta da Nhá Perfeita. Teve 4 filhas:

3.1. Ana[79] Alexandrina do Prado c.c (…) “ Nito Diola”, foram residentes em Jundiaí. Teve q.d.:

4.1. Zenaide, foi casada com um italiano e f. em Suzano/SP com geração.

4.2. Manoel c. c Benedita, foram residentes em São José dos Campos. Teve q.d.:

5.1. Manoel

5.2. Laura

5.3. Célio, médico

4.3. Valdemar

4.4. Vair

3.2. Maria Benedita Alexandrina do Prado teve três filhos com Isaias Silveira f. aos 08.SET.1930 (ver nota de rodapé do 1.1., N° 06, cap. 6° do título Alves do Amaral):

4.1. João Maria do Carmo Silveira, falecido solteiro no Rio Grande do Sul.

4.2. (…) falecido menor.

4.3. José do Carmo Silveira n. em 1911 e f. aos 26.FEV.1971 c.c Benedita Batista Leite Silveira (ver 3.2., 2.1., 1.8., N° 10, cap. 8° do título Pereira). Teve:

5.1. Perfeita Aparecida c.c Edgar Carvalho Chaves f. em Novembro de 2013. Teve:

6.1. Elenice Chaves

6.2. Patrícia Silveira Chaves de Almeida

6.3. Valéria Silveira Chaves

5.2. Francisco de Assis Silveira, falecido menor.

5.3. Benedita Zuleica Silveira de Paula viúva de Claudio Henrique de Paula. Teve:

6.1. Claudia Maria c.c Roger Moneratto.

6.2. Cinthia Maria c.c Ivan (…) Costa.

5.4. Rita Marlene, falecida menor.

5.5. Maria Célia, solteira, professora aposentada.

5.6. Claudia Maria Cordeiro foi c.c Jorge Augusto Cordeiro. Teve:

6.1. Carlos Henrique

6.2. Maria Luíza, teve:

7.1. Melissa Cordeiro Sorrentino

5.7. Maria Cristina, ex-diretora do museu João Batista Conti de Atibaia; c.c Brian Gonçalves (ver em 5.1., 4.1, 3.5., 2.6., 1.2., N° 02, cap. 1° do título Pereira). Teve:

6.1. Felipe Silveira Gonçalves n. aos 30.SET.1973.

6.2. Caio Silveira Gonçalves n. aos 05.JUN.1975 c.c Rosangela. Teve:

7.1. Maria Eduarda

7.2. Matheus

6.3. Gabriel Silveira Gonçalves n. aos 26.JUN.1989.

5.8. Regina Ângela c.c Asprinio Joaquim de Souza, já falecido. Teve:

6.1. Luciano Silveira Souza

5.9. Terezinha do Carmo c.c Clóvis Martins Guimarães. Teve:

6.1. Lucas c.c Larissa.

6.2. Carla

5.10. Suzana Helena Silveira viúva de Sebastião Xavier dos Santos. Teve:

6.1. Fernanda

6.2. Eduardo

5.11. Lucia Fernanda Silveira, solteira.

5.12. José do Carmo Silveira Jr “Tchurma” c.c Rosimeire dos Santos. Teve:

6.1. João Claudio dos Santos Silveira

6.2. Paulo Henrique dos Santos Silveira

3.3. Antonia Alexandrina do Prado c. Giuseppe Pasquale Capello n. em 1868 em San Sebastiano da Pó, província de Torino e f. em 1932, foi proprietário da pensão do Paschoal em Atibaia. Teve:

4.1. Luiz Paschoal Capello, já falecido, foi c.c Gabriela Paschoal do Prado. Teve:

5.1. Ofélia

5.2. Irene

4.2. José Paschoal Capello n. aos 27.JAN.1904 e f. aos 30.AGO.1983, foi c.c Antonieta Peranovich Capello n. aos 25.JUN.1911 e f. aos 13.AGO.1987. Tiveram:

5.1. Joe Aparecido, advogado.

5.2. Job

5.3. Geni

5.4. Geanette Peranovich Capello Lago n. aos 28.SET.1944 e f. aos 28.DEZ.1990.

5.5. José Luiz

4.3. Benedita Capello c.c João Rodrigues Oliveira. Teve:

5.1. José

5.2. Benedito

5.3. Judite

5.4. Vilma

5.5. Odete

5.6. Mariazinha

4.4. Maria Capello c.c Vicente Inácio Cruz. Teve:

5.1. Achille

5.2. Homero

5.3. Péricles Capello Cruz “Peca” n. aos 11.SET.1942 c.c Gersey Pinheiro Cruz, professora aposentada e artista plástica. Teve:

6.1. Silene P. Cruz Minitti, juíza federal, c.c Kleber Hebling Minitti. Teve:

7.1. Maria Alice

6.2. Diana P. Cruz, médica cirurgiã plástica

5.4. Diógenes

5.5. Eliana c.c Carlos Roberto Bueno “ Bolinheiro”.

4.5. Isabel Capello, foi freira na congregação das filhas de Maria Auxiliadora, Ordem das Irmãs Salezianas, já falecida.

3.4.Julieta Antonieta do Prado f. em 1917 foi c.c Benedito Medeiros de Campos “Nito Medeiros”.

4.1. José Carros Medeiros c.c Claudina, foram residentes em São Paulo. Teve:

5.1. José Caqrros Medeiros Filho, casado e residente em São Paulo.

4.2. (…) “Zito Medeiros” c.c (…), foram residentes em S.Paulo e tiveram um casal de filhos.

4.3. Olavo Medeiros de Campos n. em 1917 c.c Sebastiana Bueno de Medeiros, filha de Ana Isaura Leite “Dona” e de João Pereira Leite (da família Pereira Leite “Puli” retratada no título Pereira). Tiveram:

5.1. João Batista Medeiros “João da Dona” n. aos 08.AGO.1935, servidor público aposentado, c.c Maria José Bueno Medeiros. Teve:

6.1. João Batista Medeiros Filho “Joãozinho da Dona” c.c Benedita Pereira Medeiros. Teve:

7.1. Robson

7.2. Tiago

7.3. Keila

6.2. Vanderlei Aparecido c.c Rosa Lúcia M. Bueno. Teve:

7.1. Leila

7.2. Ana Paula

6.3. Luiz Carlos c.c Lídia. Teve:

7.1. Willian

7.2. Alex

7.3. Elidiane

7.4. Alexandra

6.4. Rosendo de Assis Medeiros. Teve:

7.1 Danilo

7.2. Daniela

6.5. Valter Aparecido foi c.c Raquel da Penha Matos. Teve:

7.1. Jéssica Daiane

7.2. Jese

7.3. Jenifer

7.4. Jean

7.5. Jonatan

7.6. Juli

6.6. Wilson Medeiros

6.7. Meire c.c Sérgio Garcia. Teve:

7.1. Leandro

6.8. Elza Maria c.c Washington Paiva. Teve:

7.1. Rafael

5.2. Virginia Medeiros foi c.c Antônio de Oliveira. Teve:

6.1. José

6.2 Débora

6.3. Alessandra

6.4. Letícia

5.3. Aparecido Medeiros de Campos “Cidinho da Dona” c.c Darci. Teve:

6.1. Cristiane

6.2. Elaine.

5.4. Edson de Campos

1.2. Joaquim Franco da Silveira Leite casado com Ana fª de Joaquim Antônio da Silveira e de Francisca Romana.

1.3. João Batista da Silveira Leite casado com Barbara, irmã da precedente.

1..4. Ana

1.5. Maria Gertrudes

1.6. Gertrudes Thereza Leite casada em 1850 em Atibaia com Antônio Ivo Bueno de Moraes (ver desc. em N° 06, cap. 6° do título Alves do Amaral) f.° de Ivo José de Moraes e de Gertrudes Alves do Amaral, sua 1ª esposa (cap. 6° do título Alves do Amaral). Podem ser considerados os troncos da numerosa família Ivo da Silveira de Atibaia e Jarinu.

Nº 12 Ana Francisca Pedroso casou em 1820 em Atibaia com Manoel Antônio Soares. Teve q.d.:

1.1. Maria Rosa casada em 1841 com João de Siqueira Franco, nº 1.1. de Nº 10 supra.

Nº 13 João Batista da Silveira casou em 1826 em Atibaia com Gertrudes Maria de Godoi, filha do sargento Marcelino de Godoi Bueno e de Maria Gabriela da Silva.

Capítulo 7º

Ana Franco Cardoso

Ana Franco Cardoso, casou em 1774 em Atibaia com o alferes Francisco Alvares Cardoso filho de Inácio Alvares Cardoso (de São Paulo) e de Maria de Godoi Moreira (de Atibaia). Teve:

Nº 01 Jacinto Antônio da Silveira

Nº 02 Ana, foi batizada em 1778 em Atibaia, nada descobrimos..

Nº 03 José Antônio da Silveira

Nº 04 Maria Franco Cardoso

Nº 05 Francisco, batizado em 1786 em Atibaia, nada descobrimos.

Nº 06 João José da Silveira

Nº 01 Jacinto Antônio da Silveira, n. em 1783 em Atibaia e aí casou-se 1ª vez com Maria Franco de Camargo, sua parenta, filha de Bartolomeu Franco de Azevedo e de Gertrudes Cordeiro Bueno, 2ª vez casou-se em 1826 em Atibaia com Brígida Marciana, filha de Amaro Leite de Moraes e de sua 2ª mulher Gertrudes Caetana do Nascimento. Ver família Araújo na introdução deste título e em SL Tít. Lemes, cap. 5º, §5º. Teve quatro filhos da 1ª mulher e onze c. a 2ª:

1.1. José Jacinto da Silveira, c em 1832 em Atibaia c Maria Delfina do Espírito Santo, fª de José Ant° da Silveira, adiante.

1.2. Ana F. Cardoso c em 1833 em Atibaia cAntônio Alves Cardoso, f° de Rafael Cardoso do Amaral e de Maria Franco.

1.3. Maria Francisca casada em 1835 em Atibaia com Francisco Justino de Araújo, filho de Inácio Alves de Godoy, adiante e de Gertrudes Maria de Araújo.

1.4. Joaquim, com 13 anos em 1838.

1.5. Antônio de Pádua da Silveira, foi escrivão em Araraquara, c.c Ambrosina, filha de Luiz de S.Paio. Sem geração.

1.6. João Evangelista da Silveira c.c Manoela G. da Silveira, fª de João Alves Cardoso e de Ana F. do Carmo. Teve:

2.1. Júlia Guilhermina n. em 1850 em Itatiba e aí f. em 1937. Foi c.c 1ª vez com Francisco Bueno de Aguiar (III), filho de Ana Miquelina e de Francisco Bueno de Aguiar[80](II) que pode ser considerado o tronco da família Bueno de Aguiar de Itatiba/SP, irmão entre outros de Feliciano Bueno de Aguiar e Eulália Bueno de Aguiar, 3ª mulher do cap. Jacinto Manoel Leite, filhos de Maria Angélica da Cunha e do capitão Francisco Bueno de Aguiar (I) [SL 1/307], abastado fazendeiro em Atibaia, que pode ser considerado tronco da família Bueno de Aguiar de Atibaia. Júlia casou-se 2ª vez com Eleutério Alves Cardoso, filho de Antônio Alves Cardoso e de sua 2ª mulher Gertrudes Maria Pimentel. Teve dois filhos do 1º marido e três do segundo:

3.1. Coronel João Bueno de Aguiar casado com (…). Vereador e prefeito de Itatiba em 1899.

3.2. Francisca Bueno de Aguiar c.c Herculano Pupo Nogueira, filho de João Batista Pupo de Moraes e de Luiza Gabriela Nogueira. Com geração.

3.3. Maria, foi c.c Lupércio de Camargo. Com geração.

3.4. Francisco

3.5. Benedito

2.2. Ana, c.c Evaristo Soares Moniz, filho de Florêncio Soares Moniz e de Maria Antonia. Com geração em SL. Tít. Godois, Cap. 1º, § 8º.

2.3. Maria c.c o tenente-coronel José Manoel Leite, viúvo de Leopoldina Alves, filho de João Franco e de Gertrudes Franco.

2.4. Francisco Candido da Silveira, viúvo de Angelina Pires, filha de João Pires, sem geração.

2.5. Antônio da Silveira, foi c.c Maria Francisca, filha de Francisco Antônio de Toledo e de Gertrudes Caliope Leme. SL. Tít. Dias.

1.7. Jacinto Antônio da Silveira, casou-se 1º com Maria Luz Cintra, uma dos 10 filhos de Ana Teresa Leite e do alferes Felix Manoel Cintra (1782 – 1851). Neta materna do capitão Antônio de Padua Leite (ver família Araújo na introdução deste título) e neta Paterna de José Félix Cintra[81], portanto, os pais de Maria Luz Cintra, eram parentes, conforme vemos no texto sobre a família Araújo na introdução a este título. Ver SL. Tít. Lemes Cap. 5º § 5º, aí a filha única que teve. A 2ª vez c.c Maria Jesuína do Rosário da Silveira moradora de Limeira em 1898.

1.8. José Jacinto da Silveira c.c Ana da Costa Carvalho, filha de Antônio da Costa Carvalho e sobrinha do marques de Monte Alegre. Teve:

2.1. Maria da Costa Carvalho c.c seu parente Alberto da Costa Carvalho, filho de José Costa Carvalho e de Gertrudes Caetana da Silva. SL. Tit. Godois, Cap. 2º § 10º, 2.1., 3.3.,4.1.

1.9. Vicente da Silveira , faleceu solteiro.

1.10. Candido Ezequiel da Silveira, morador em Araraquara.

1.11. Luiz Gonzaga da Silveira c.c sua prima Escolástica Amália da Silveira, falecida em 1883, filha de Vicente Ferreira da Silva e de Maria Dionizia, em SL. Tít. Lemes Cap. 5º § 5º, 2.8., mora em Jaboticabal e tem quatro filhos:

2.1. Maria do Carmo c.c Adolfo Pantaleão, f° de Ant° Joaquim da Cunha Pantaleão e de Izabel da Silveira.

2.2. Timotio da Silveira c.c sua prima Cândida, filha de José da Costa Carvalho e de Gertrudes Caetana da Silva. Tít. Godoys, Cap. 2º, § 10º, 2.1.

2.3. Thomaz C da Silveira c.c sua prima Maria Gonçalves da Silveira, filha de José Bento Gonçalves e de Adelaide Antunes Gonçalves.

2.4. Theresa Escolástica da Silveira c.c seu primo Antônio de Pádua e Silva, filho de Antônio de Pádua Ferreira e Silva e de Maria Salomé. SL. Tít. Lemes, Cap. 5º § 5º.

1.12. Izabel Maria da Silveira, foi c.c Antônio Joaquim da Cunha Pantaleão, de Amparo, filho de Pantaleão Pedroso da Cunha. Com geração em SLVol 1/339.

1.13. Maria da Glória da Silveira era solteira em Limeira em 1898.

1.14. Ana Theresa da Silveira c.c Francisco Luiz de S.Paio, moradores em Araraquara.

1.1.5. Francisco de Assis Silveira, foi c.c Carolina de Camargo, filha de José da Rocha de Camargo e de Ana Joaquina. Teve 9 filhos, sendo uma falecida na menoridade.

2.1. Francisco de Camargo Silveira

2.2. José de Camargo Silveira

2.3. Antônio de Camargo Silveira

2.4. Domingos de Camargo Silveira

2.5. Eloy de Camargo Silveira

2.6. Jacinto de Camargo Silveira

2.7. João de Camargo Silveira

2.8. Francisca

Nº 03 José Antônio da Silveira, casou em 1814 em Atibaia com Ana Franco da Silveira (ver desc. no capítulo 9° do título Alves do Amaral), filha de Antônio Alves do Amaral e de Ana Franco da Silveira, troncos do títulos Alves do Amaral.

Nº 04 Maria Franco Cardoso, casou em 1814 em Atibaia com Rafael Cardoso do Amaral, viúvo de Maria Gertrudes Franco, filho do capitão Antônio Álvares Cardoso e 2ª mulher Escolástica Ortiz de Camargo. Com geração em SL 1/463.

Nº 06 João José da Silveira, n. em 1783 ou 86 em Atibaia, foi c.c sua prima Ana Tereza da Conceição (ver descendência em 1.2., N° 02 do cap. 4° retro). Podem ser considerados um dos troncos da numerosa família Silveira de Atibaia.

Capítulo 8º

José de Siqueira Franco

3º Capitão-mor de Atibaia

José de Siqueira Franco n. em 1759 em Juqueri, foi o 3° capitão-mor de Atibaia e irmão do 2º capitão-mor a quem substituiu em 1801. Exerceu o mandato até 24.AGO.1821 data de seu falecimento. Entre os bons serviços prestados a comunidade de Atibaia como seu chefe maior destaca-se a mudança da antiga estrada para a capital, pela antiga estrada velha de rodagem, a primitiva seguia pelo bairro do Caioçara[82] e daí rumo a Juqueri. Superando mil dificuldades, arriscando sua própria vida, o capitão-mor levou a efeito a mudança conseguindo assim encurtar a distância e melhorar o trajeto, passando pelo Portão, Terra Preta e Juqueri. Foi fazendeiro e no censo de 1820 tinha 9 escravos e 3 agregados. Foi casado pela 1ª vez em Atibaia aos 17.NOV.1782 com Elena de Moraes, viúva do capitão Francisco Lourenço Cintra e pela 2ª vez aos 27.AGO.1799 com Francisca Margarido Cardoso n. em 1782 em Santana do Parnaíba, filha do capitão Jerônimo de Godoi Moreira e de Maria Joaquina Cardoso[83], naturais de Santana do Parnaíba onde se casaram em 1775, neta materna de Francisca Margarida Pedroso e de Lourenço Franco da Rocha, neta paterna de Izabel Cardoso Franco e do tenente José de Godoi Moreira, casados em Atibaia em 1753. Sem geração da 1ª esposa, porém da 2ª teve:

Nº 01 Alferes José de Siqueira Franco

Nº 02 Alferes Joaquim Antônio da Silveira

Nº 03 Ana, nada descobrimos.

Nº 04 Maria Polycarpa Franco

Nº 05 Theodoro, nada descobrimos

Nº 06 Maria Caetana

Nº 07 Gertrudes, nada descobrimos.

Nº 01 Alferes José de Siqueira Franco n. em 1800, casado em 1828 em Atibaia com Maria Generosa Leite, filha de João José da Silveira e de Ana Theresa da Conceição, ver N° 06 do cap. 7°, atrás e SL1/491.

Nº 02 Alferes Joaquim Antônio da Silveira n. em 1808 casou em 1840 em Atibaia com Rita de Cássia, filha de João José da Silveira (ver N° 06 do cap. 7°) e SL 1/491.

Nº 04 Maria Polycarpa Franco n. em 1813 casada em 1820 em Atibaia com Manoel José Rodrigues, filho de Angelo Franco Corrêa e de Josepha Rodrigues da Cunha, SL. Tít. Pires, pag. 36.

Nº 06 Maria Caetana casou em 1834 em Atibaia com Francisco Bueno da Cunha, 1° filho de Aleixo José Bueno f. aos 10.JUN.1836 e de sua 1² esposa, Escholastica Ortiz de Camargo, moradores de Juqueri e lá casados em 1807, neto materno do alferes Francisco da Cunha e de Barbara Angélica Paes de Queiros, neto paterno de Jerônimo Correia Bueno e de Francisca Pereira Franco. Aleixo José Bueno foi o 2° marido de Escolástica Rodrigues de Freitas (ver cap. 3° do título Freitas). Tiveram:

1.1. Umbelina c.c Vicente Pereira Leite ver descendentes em N° 01 do cap. 8° do Título Pereira.

1.2. Candida c.c José Pereira Leite ver descendentes em cap. 8° do título Pereira.

1.3. Paulino n. em 1822, nada descobrimos.

1.4. Deolinda n. em 1824, nada descobrimos.

Capítulo 9º

Escolástica da Silveira Franco

Escolástica da Silveira Franco, nona filha do 1º capitão-mor de Atibaia, faleceu com testamento em Mogi das Cruzes e casou em 1788 com Antônio Bueno da Silva. SL 1/505. Sem geração.

Capítulo 10º

Maria Gertrudes Franco

Maria Gertrudes Franco, f. com 67 anos em 1801, e foi c.c o guarda-mor Lourenço Leme de Brito, natural de Taubaté, f. com 80 anos em 1796 em Atibaia onde foi juiz em 1772, f° do sargento-mor Lourenço de Brito Leme e de Cristina Maria de Siqueira, de Taubaté. SL. Tit. Siqueiras Mendonças. Teve 11 filhos:

Nº 01 Maria Gertrudes Franco

Nº 02 Capitão Lourenço Antônio Leme

Nº 03 José Mariano Leme

Nº 04 Capitão Ignácio Caetano Leme

Nº 05 Maria Theresa do Rosário

Nº 06 Ajudante Lucas José Leme

Nº 07 Joana Máxima Franco

Nº 08 Cristina Maria Franco

Nº 09 Ana Marinha Franco

Nº 10 Mecia Franco da Cunha

Nº 11 Gertrudes Maria Franco

Nº 01 Maria Gertrudes Franco que casou em 1781 em Atibaia com o alferes Francisco Teixeira de Toledo, natural da vila da Campanha, filho do capitão Manoel Teixeira Ribeiro e de Maria Rosa de Toledo (de S. João de DelRei/MG). SL. Tit Toledos Pizas. O alferes Francisco Teixeira teve pelo inventario em Campinas os seguintes filhos:

1.1. Maria Rosa de Toledo que casou em 1801 em Atibaia com João Ferreira dos Santos Guimarães , filho de João da Costa Ferreira e de Antonia Leme de Santa Rosa.

1.2. Teodoro José de Toledo, solteiro, morador no termo da vila da Constituição (hoje Piracicaba).

1.3. Cândido Xavier de Toledo casado e morador na villa de Caxias.

1.4. Maria Perpetua Teixeira casada 1° vez em 1814 na vila de S. Carlos (hoje Campinas) com Antônio Duarte do Rego, filho de José Duarte do Rego e de Ursula Maria Bernardes, SL. Tit. Prados Cap. 6° § 3.°, 2-2, 3 10; segunda vez casou-se em 1830 em S. Carlos com Romão Vidal, espanhol. Teve do 1º:

2.1. Ana Teresa Duarte casada em 1839 em em S. Carlos com José Joaquim de Moraes Sarmento. Teve:

3.1. Antônio Duarte de Moraes Sarmento

3.2. José Sarmento, capitão reformado.

3.3. Joaquim Ulysses Sarmento.

3.4. Luiz Gambetta Sarmento.

3.5. Alberto Sarmento.

3.6. Josephina Sarmento c.c Heitor Peixoto. Teve:

4.1. Heitor

3.7. Maria Sarmento c.c João Rodrigues.

3.8. Cincinato Sarmento, farmacêutico

3.9. João Sarmento, falecido solteiro.

3.10. Elisa Sarmento Pimentel, foi c.c João Pimentel. Com geração.

2.2. Antônio Duarte do Rego.

2.3. Joaquim Carlos Duarte.

1.5. Maria Angélica de Toledo foi moradora em Campinas, solteira.

Nº 02 Capitão Lourenço Antônio de Brito Leme, casou-se em 1796 em Atibaia com Ana Jacintha de Oliveira, fª do alferes Vicente Vieira de Oliveira, de S. Paulo e de Maria Domingues, de Atibaia, n.p. de Jorge Moreira e de Margarida Vieira, n.m. de Caetano Domingues Paes, que foi juiz ordinário e de órfãos em Atibaia e de Joana de Lima. SL. Tit. Garcias Velhos. O capitão Lourenço Antônio Leme mudou-se de Atibaia para o município de Bragança onde teve sua fazenda no bairro do Couto, vindo a falecer em 1820, depois de ter ocupado o cargo de juiz de órfãos. Segundo historiadores o capitão Lourenço em 1804 embrenhou-se no sertão de Camanducaia perseguindo fugitivos da cadeia de Atibaia ou membros de famílias que cometerem homicídios e dando-se conta da fertilidade da terra que chegara, iniciou o povoamento da hoje cidade de Itatiba, sendo por alguns historiadores, considerado o fundador de Itatiba/SP. Deixou os seguintes filhos:

1.1. Gertrudes Maria de Camargo Leme, batizada em 1802 em Bragança, aí casou-se a 1ª vez em 1817 com Francisco Antônio da Silva, filho de José Pedroso de Moraes e de Anna Leme da Silva, em SL. Tit. Moraes; segunda vez foi c.c Aleixo José de Godoi ou Aleixo Pires de Godoi, filho de Pedro Vaz Pires e de Ana Joaquina, n.p de João Pires Pimentel e de Ana de Godoi. SL. Tit. Macieis. Gertrudes Maria sobreviveu a seus dois maridos e faleceu em avançada idade no bairro do Couto. Teve do 1.° marido filha única e os demais filhos do segundo marido:

2.1. Ana Francisca do Carmo que casou-se em Itatiba em 1832 com João Alves Cardoso, filho de Joaquim Alves Cardoso e de sua 1ª mulher Manoela Miquelina. Com geração em SL1/496.

2.2. Antônio Aleixo, viúvo de Rosa, filha de José Mathias. Teve 8 filhos:

3.1. Francisco

3.2. José

3.3. João

3.4. Leopoldo

3.5. Octavia

3.6. Joaquina

3.7. Francisca

3.8. Leopoldina.

2.3. José, faleceu solteiro.

2.4. Gertrudes Guilhermina Egydia de Camargo, baronesa de Juqueri, foi 1º c.c Ignácio Nogueira, e 2ª vez com o coronel Francisco de Assis Valle Júnior, barão de Juqueri, foram residentes em Bragança. Sem geração.

2.5. Francisco Antônio da Silveira, falecido em 1881, foi c.c Gertrudes Theresa da Silveira, natural de Bragança, filha do coronel Luiz Manoel da Silva Leme e de sua 2a mulher Carolina Eufrasia de Moraes, n.p. do sargento-mor Antônio Leme da Silva e de sua 2a mulher Rosa Maria de S. José; n.m. do capitão de milícias Luiz Gonzaga de Moraes, e de Gertrudes Theresa da Silveira, naturais de Atibaia. Teve:

3.1. Francisco da Silveira Leme c.c Joaquina, filha de João de Siqueira Franco e de Maria de Lima, ver retro. Sem geração. Residiu em sua fazenda em Amparo.

3.2. Maria c.c Antônio Dias Novaes, f°de João Novaes, f. em S.Paulo, e de Maria Novaes. Com geração.

3.3. Carolina da Silveira c.c João Pupo Júnior, filho de João Batista Pupo de Moraes e de Luiza Gabriela Nogueira. SL1/235. Com geração.

3.4. Carmelina c.c o capitão João de Salles Pupo, de Campinas, filho de Luiz Henrique Pupo de Moraes e de Francisca de Salles. SL. Tit. Macieis. Com geração.

3.5. Amélia da Silveira Leme c.c Bernardo José da Sampaio, residente em Amparo, filho de Nicolau Augusto do Amaral e de Gertrudes Maria de Sousa. SL. Tit. Taques Cap. 5º § 1°. Com geração.

3.6. Luiz da Silveira Leme.

3.7. Amalia, faleceu em menoridade.

2.6. Manoel José Ferreira da Silva, foi c.c Justina de Andrade, f. em 1902 em Bragança. Teve 12 filhos:

3.1. Lydia, solteira.

3.2. Julieta. solteira.

3.3. Manoel José Ferreira da Silva.

3.4. João Ferreira c.c Ana, filha de Delfim Franco de Godoi e de Maria Francisca do Carmo.

3.5. Maria c.c seu primo irmão José Gonzaga Cintra, filho do alferes Luiz Gonzaga de Moraes e de Francisca Emilia da Silveira, ver a seguir. Com geração.

3.6. Justina c.c Alziro Carneiro. Com geração.

3.7. Alzira c.c Ernesto de Assis Gonçalves, filho do major da guarda nacional Francisco de Assis Gonçalves, de Bragança, e de Antonia Fortunata da Anumciação Gonçalves. Sem geração.

3.8. Leonidia c.c Antônio Manoel Gonçalves, filho de outro de igual nome e da 1a mulher.

3.9. Antônio

3.10. Joaquim

3.11. Francisco

3.12. José

2.7. Lourenço Antônio da Silveira c.c Joaquina, filha de João de Godoi Lima e de Antonia Franco Isabela. SL. Tit. Prados Cap. 4º. § 1°. Teve 6 f.ilhos:

3.1. Antonia c.c Antônio Soares Moniz Netto, filho de Florêncio Soares Moniz.

3.2. Sebastião

3.3. Amélia c.c Florêncio Soares Moniz, filho de outro supra.

3.4. João

3.5. Aristides

3.6. Ernestino

2.8. João Alves de Godoi c.c Maria, filha de Manoel Alves Cardoso e de Maria Alves; n.p. de Joaquim Alves Cardoso e de Joaquina de Oliveira, n.m. de Lourenço Antônio e de Ana Miquelina. SL1/498. Teve:

3.1. Manoel Aleixo Alves.

3.2. Arthur Alves de Godoi c.c Maria Gomes Pinto de Godoi.

3.3. Elvira Alves de Aguiar c.c Afonso Bueno de Aguiar (nos parece ser o mesmo citado em 3.2., 2.4., 1.3., N° 04, cap. 4°, atrás). SL1/490.

3.4. Alice Alves de Godoi, solteira em 1899.

3.5. Leonidia Alves de Godoi

3.6. Raul Alves de Godoi

3.7. Trajano Alves de Godoi

3.8. Maria Luiza de Godoi

2.9. Maria, faleceu solteira.

2.10. Francisca Emilia da Silveira, foi c.c o alferes Luiz Gonzaga de Moraes, filho do capitão Luiz Gonzaga de Moraes e de Gertrudes Theresa da Silveira. SL. Tit, Lemes Cap. 5.° § 5°. Teve:

3.1. Flora c.c José Antônio Fagundes. Com geração.

3.2. Frederico Gonçaga Cintra, f. em 1904, foi c.c (…), fª de Elias, de Uberaba/MG. Com geração.

3.3. Evaristo Gonçaga Cintra, foi c.c sua parenta Cristina, filhade José Ferraz de Siqueira Cintra “Nhonho Ferraz” e de Constança de Moura.

3.4. Francisca, foi c.c Daniel da Silveira Vasconcellos, filho do escrivão de Bragança, Cândido José da Silveira e de Guilhermina de Vasconcellos. Com geração em SL Tit. Alvarengas.

3.5. José Gonzaga Cintra, f. em 1903 em Bragança, foi c.c sua prima Maria ver retro. Com geração.

3.6. Luiz Gonzaga de Moraes Cintra foi c.c Maria Teresa do Valle, filho do capitão Francisco de Assis Valle, e da 2a mulher Libania de Assis Valle. SL. Tit. Alvarengas. Com geração.

3.7. Maria foi c.c José Egydio Gonçalves, capitalista em Bragança, filho do capitão Antônio Manoel Gonçalves, e de Brandina. Com geração.

3.8. Felicio Gonzaga Cintra foi c.c sua prima Julia Iracema Gonçalves, filha do major Francisco de Assis Gonçalves e de Antonia Fortunata da Anunciação. Com geração, SL1/337.

2.11. Jacintha de Brito Leme, foi 1ª vez c.c Antônio Moreira Lima, viúvo de Constança Alves, filho do capitão Francisco Jorge Antunes Lima, em SL. Tit. Moraes; e 2ª vez com João Batista de Paiva Baracho, natural de S. José dos Campos. Sem geração do 2°; porém teve do 1º marido um casal de filhos:

3.1. Antonia Moreira Lima c.c Tranquillino Alves Galvão. SL1/499.

3.2. Jorge Moreira Lima

1.2. Cristina de Brito Leme, casou em 1820 em Bragança c Joaquim de Cerqueira César, f° do sarg.-mor Joaquim Moreira César e de Maria Rosa Padilha. SL.Tit. Garcias Velhos; 2ª vez casou em 1823 com Antônio Soares da Rocha, f° de Estevão Soares da Rocha e de Gertrudes Mª das Neves. Com geração do 2° marido em SL. Tit. Godois Cap.1º § 8°.

1.3. Jacintha Leme de Brito casou em 1828 em Bragança com Antônio Moniz Penteado, filho de José Franco Penteado e de Maria Luiza Pimentel. Teve:

2.1. Cândida de Cerqueira Cesar casada em 1841 em Belém (Itatiba) com José de Cerqueira Cesar filho do capitão Manoel de Cerqueira Cesar e de Manoela de Oliveira. SL. Tit. Garcias Velhos.

1.4. Lourenço Antônio de Brito Leme, filho do capitão do mesmo nome, batizado em 1803 em Bragança, foi c.c Ana Miquelina Dultra, filha de Joaquim Alves Cardoso e de sua 1ª mulher Manoela Miquelina. SL1/405. Faleceu Lourenço Antônio em Itatiba/SP e teve 2 filhas.

1.5. Izabel da Silveira Franco, filha do Nº 08, casou em 1825 em Bragança com Antônio da Silveira Franco, filho de Francisco da Silveira Franco e de Ana Gertrudes e Campos, ver retro.

1.6. Ana de Brito Leme casou com Lucas de Siqueira Franco, filho de Estevão Soares da Rocha e de Helena Francisca Cardoso. Com geração em Tit. Godois.

1.7. Maria Izabel da Silveira casou em 1829 em Bragança com Elias de Godoi Moreira, filho de Manoel Joaquim de Godoy Moreira e de Ana Joaquina das Neves. Elias de Godoi Moreira é considerado tronco da numerosa e importante família Godoi Moreira de Itatiba/SP. Com geração.

1.8. Maria Joana casou em 1885 em Itatiba com Francisco de Assis Valle, que foi morador em Bragança, f° do alferes Antônio José do Valle, português e de Gertrudes Teresa, nat. de S. Paulo. Com geração em SL. Tit. Alvarengas.

1.9. Ana Jacinta de Oliveira, filha de Nº 02, casou em 1828 com Antônio de Cerqueira César, filho de Joaquim Moreira Cesar e de Maria Rosa. Com geração em SL. Tit. Garcias Velhos.

1.10. Maria Gertrudes, falecido na menoridade.

Nº 03 José Mariano Leme, foi batizado em 1762 e casou em 1798 em Atibaia com Francisca Xavier, filha de Ventura Simões Salgado, natural de Coimbra, e de Rosa Maria de Jesus.

Nº 04 Capitão Ignácio Caetano Leme, foi um dos fundadores da vila de São Carlos, hoje cidade de Campinas, e teve sua lavoura em Rebouças (antigo Quilombo). Era natural de Atibaia e casou em 1790 na vila de S. Carlos com Maria Francisca de Campos , filha de Pedro Gonçalves Meira, de Itú, e de Ana de Campos Penteado. SL. Tit. Cubas Cap. 1° § 1°. Faleceu o capitão Ignácio Caetano em avançada idade em meados do século XIX e teve 8 filhos:

1.1. Joaquim Caetano Leme que casou 1° em Amparo em 1837 com sua prima Jacintha da Silveira, filha de Francisco da Silveira Franco, ver retro; 2ª vez c.c Maria, filha de Felisberto Claro de Escobar e de Theresa Gabriela de Barros n° 1.8. ver adiante. Teve: Da 1a mulher três filhos e uma da 2ª:

2.1. Caetano, casado.

2.2. Maria Jacinta

2.3. Ana

2.4. Theresa, c.c Cândido Eliseu de S. Paio, farmacêutico em Santa Rita do Passa Quatro/MG.

1.2. José Caetano de Camargo Leme c.c Maria Joaquina de Camargo, filha de José Custodio Soares de Barros e de Maria Joaquina de Camargo. Foi morador em Capivari. Sem geração. SL 1/220.

1.3. Diogo Antônio de Camargo Leme c.c Ana Cândida de Oliveira, fª de Lourenço Antônio Leme e de Escolastica de Oliveira; por esta, neta do capitão Rafael Cardoso de Oliveira, de Atibaia, e de Maria do Rosário (ver adiante). Teve:

2.1. Inácio Caetano Leme, morador em Santa Barbara, foi 1º c.c Josefina de Camargo, filha de Bento Barroso de Campos e de Matilde; 2ª vez com Teresa de Arruda Campos, filha de Elias de Campos Bicudo, de Indaiatuba. Sem geração da 2ª esposa, porém teve da 1ª mulher, q.d. 7 filhos.

2.2. Amador Bueno de Camargo c.c Joana de Campos, filha de João de Campos e de Gertrudes (…). Teve:

3.1. Napoleão

3.2. Nabor

3.3. Diogo e mais dois que não descobrimos o nome

2.3. Bemvinda c.c Pedro de Sousa Campos, filho de Francisco de Sousa Campos e de Gertrudes (…). Teve:

3.1. Francisca c.c Antônio Ferreira de Almeida.

3.2. Anna

3.3. Antônio c.c Minervina (…)

2.4. Antonia c.c Antônio Carlos de Campos Machado, filho de João Machado de Toledo e de Francisca de Paula Leite. Com filho único:

3.1. João Rogério de Campos Machado c.c Ana Candida de Campos, filha de Francisco Machado de Campos e de Maria da Conceição. Teve:

4.1. Maria

4.2. Benedicta

4.3. Risoleta

4.4. Francisco

4.5. Aníbal

1.4. Antonia Carolina de Camargo, filha do Nº 04, casou em 1835 na vila de São Carlos(hoje Campinas) com o capitão Joaquim da Silva Leme, filho do capitão José da Silva Leme e de Maria do Rosário (de quem foi o 1° marido) Teve:

2.1. Cândido, solteiro

2.2. Lima

2.3. (…) casada com Bento Manoel Teixeira, filho do alferes Manoel Joaquim Teixeira Nogueira e de Ana Joaquina de Camargo. SL 1/231.

2.4. Maria que c.c Domingos Franklin Teixeira, seu primo, filho de Domingos Teixeira e de Maria Gertrudes (ver adiante). Com 3 filhos:

3.1. Maria

3.2. Olympia

3.3. Franklin Teixeira.

1.5. Ana Candida de Campos foi 1º c.c o major Domingos da Gosta Machado, filho do tenente do mesmo nome e de Maria Barbosa do Rego, em SL. Tit. Raposos Góes Cap. 7° § 3.° e 2a vez c.c Francisco de Assis Pupo de Moraes. Teve: seis filhos do 1º casamento e três do 2º:

2.1. Ignácio Caetano da Gosta Leme c.c Clara, filha de Felisberto de Escobar (ver adiante).

2.2. Theresa c.c Aquilino Carlos de Oliveira. Com 4 filhos

2.3. Elisa c.c Antônio Benedicto Teixeira. Com 6 filhos.

2.4. Luiza c.c José de Sousa Siqueira. Com 6 filhos.

2.5. Maria c.c Mias Teixeira de Escobar. Com 3 filhos.

2.6. Ana

2.7. Querubina, viúva de Carlos Vieira Martins. Com 2 filhos.

2.8. Alfredo de Moraes Leme casado com (…). Com 5 ffilhos.

2.9. Juvenal Pupo de Moraes casado com (…). Com 2 filhos:

1.6. Maria Gertrudes Leme, foi c.c Domingos Teixeira Nogueira, filho do sargento-mor Joaquim José Teixeira Nogueira e de Angela Izabel de Sousa Camargo. Com geração em SL1/232.

1.7. Querubina Cândida, casou em 1835 na vila de S. Carlos (Campinas) com João Carlos de Oliveira, filho do capitão Rafael Cardoso de Oliveira e de Maria do Rosário (ver descendência adiante).

1.8. Theresa Gabriela de Barros casou em 1840 na vila supra com Felisberto Claro de Escobar, filho do alferes José Manoel Bueno e de Clara Pereira de Escobar. Teve:

2.1. Elias Pereira de Escobar.

2.2. Antônio Pereira de Escobar c.c Escolastica.

2.3. Ignácio Pereira de Escobar c.c Maria.

2.4. Ermelinda

2.5. Maria c.c seu tio materno Joaquim Caetano Leme n.° 1.1. supra.

2.6. Ana

2.7. Clara c.c seu primo Ignácio Caetano da Costa Leme,filho de1.6. retro.

1.9. Lourenço, último do Nº 04 era solteiro em 1816.

Nº 05Maria Theresa do Rosário, filha do Capítulo 10º, mudou-se para as Campinas em companhia de seu irmão o capitão Inácio Caetano, e aí casou 1º com o capitão José da Silva Leme, falecido em 1795, filho de Diogo da Silva Rego e de Joana Cardoso, em SL. Tit. Raposos Góes; 2a vez casou-se em 1797 na freguesia das Campinas (mais tarde vila de S. Carlos e hoje cidade de Campinas) com o capitão Rafael Cardoso de Oliveira, natural de Atibaia, filho de João Cardoso de Oliveira e de Anna de Sousa de Moraes. SL. Tit. Freitas. Teve: Do 1.° marido.

1.1. Capitão Joaquim da Silva Leme “Fumaça” que foi 1.° casado com Joana de Moraes Pedroso filha do Alferes José Francisco de Moraes e de Maria Angélica de Siqueira, em Tit. Moraes; 2º vez casou em 1835 na villa de S. Carlos com Antonia Carolina de Camargo, sua prima irmã, filha do capitão Inácio Caetano Leme, n.o 7-4 retro. Faleceu em 1847; com geração em Tit. Raposos GóesCap. 7.° § 3º.

1.2 Modesta casou 1ª em 1807 na vila de S. Carlos com Francisco de Paula Brito filho de Domingos Bicudo de Brito, n. p. de Manoel de Brito Leme; 2.a vez em 1816 na mesma vila com João Soares de Godoi filho de José de Godoi Lima. Teve:

2.1. Modesto Soares da Silva c.c Maria Soares, fª de João Machado de Toledo e de Francisca de Paula Leite. 1.3. Raquel c. em 1807 na vila de S. Carlos com João Bueno da Silva, natural de Itú, filho de Alexandre Bueno da Silva e de Maria Ferraz de Campos. SL. Tit. Taques Cap. 8° § 8.°, 2-5, 8-3, 4-1, 6-1. Teve:

2.1. João Bernardo da Silva casado em 1840 em Itú com Generosa Delia do Rosário Salles,filha do capitão Manoel Joaquim do Sacramento Mattos, natural de Santo Amaro. SL. Tit. Macieis.

2.2. Cândida foi c.c Daniel da Silveira Cintra, natural de Atibaia, filho de Ignácio de Loyola Cintra e de Ana Francisca Cardoso. SL. Tit. Lemes Cap. 5º § 5°

2.3. Maria Theresa Bueno.

2.4. Joaquim

2.5. Francisca

2.6. Manoel

2.7. José

1.4. Theodoro da Silva Leme casou em 1815 em Campinas com Matilde de Moraes, filha do capitão José Francisco de Moraes e de Maria Angélica. SL. Tit. Moraes.

1.5. Antônio Luiz de Oliveira

1.6. Escolastica Maria c. em 1819 em Campinas com Lourenço Antônio Leme, natural de Atibaia. Teve:

2.1. Antônio Luiz, solteiro.

2.2. Anna Candida de Oliveira c.c seu primo Diogo Antônio de Camargo Leme, filho do capitão Ignácio Caetano Nº 04 e 2 a mulher. Com geração em SL2/101.

2.3. Ana Luiza c.c José Teixeira.

2.4. Oarolina

2.5. Francisca

1.7. João Carlos de Oliveira casou em 1835 (?) em Campinas com sua prima Querubina Cândida, filha do capitão Ignácio Caetano Nº 04. Entre os túmulos mais antigos do cemitério São João Batista de Atibaia encontramos o túmulo de João Carlos de Oliveira, n. aos 04.NOV.1829 e f. aos 27.AGO.1891, que provavelmente é o túmulo do 1.7.Teve:

2.1. Rafaelina

2.2. Rafael Carlos de Oliveira

2.3. Ignácio Carlos de Oliveira casado. Com geração.

2.4. João Carlos de Oliveira, solteiro.

2.5. Aquilino Carlos de Oliveira c.c Teresa, sua prima, filha de 1.5. de Nº 04.

1.6. Ermelinda

1.8. Maria Gertrudes Franco c.c Antônio Leme Pinto. Teve 8 filhos:

2.1. Francisco

2.2. João

2.3. Theodoro

2.4. José

2.5. Cândido

2.6. Maria

2.7. Ana

2.8. Antônio F. Leme c.c Lúcia, fª de João Machado de Toledo e de Francisca de Paula Leite.

Nº 06 Ajudante Lucas José Leme, filho do capítulo 10º, casou 1° vez em 1811 em Atibaia com Maria Rosa da Assumção, filha do capitão Francisco Bueno de Aguiar e Castro e de Maria Rosa da Assumçao; 2a vez c.c Maria Gertrudes Franco, sua sobrinha, filha de José Joaquim da Cunha e de Joana Máxima Franco, Nº 07 seguinte. Não descobrimos geração da 1ª mulher; porém, teve da 2ª a filha única:

1.1. Maria Blandina Franco que casou em 1844 em Atibaia com Antônio José de Oliveira, viúvo de Gertrudes Maria de Oliveira. Foram moradores no Espírito Santo do Pinhal/SP.

Nº 07 Joana Máxima Franco, filha do Capítulo 10º, batizada em 1776 em Atibaia, aí casou em 1794 com José Joaquim da Cunha, filho do alferes Antônio Corrêa da Cunha e de Maria de Lima de Jesus. SL Tit. Moraes. Teve:

1.1. Capitão Marciano Máximo Franco, foi natural de Atibaia e por algum tempo morador em Bragança, onde casou em 1833 com Gertrudes Eufrosina; 2ª vez com Lourença, filha de João Nepomuceno. Passou a residir em Lorena onde faleceu em avançada idade em 1901. Sem geração da 1ª mulher; porém, teve da 2ª:

2.1. Francisco de Paula Franco, bacharel em direito, advogado em Lorena, foi 1ª c.c Carolina; 2a vezcom Mariana Franco; 3a vez está c.c Maria de Alencar, professora normalista. Teve 4 filhos da 1ª esposa, 1 da 2ª e 6 da 3ª:

3.1. Cymodocia c.c Joaquim Xavier, farmacêutico em Lorena.

3.2. Maria casada com (…) Vianna.

3.3. Ottilia casada com José (…)

3.4. Marciano Franco casado.

3.5. João Franco

3.6. José

3.7. Lidinéa

3.8. Eurídes

3.9. Pedro

3.10. Maria de Lourdes

3.11. Uma recém-nascida em 1904.

2.2. Joana Franco c.c Paulíno Bastos. Sem geração.

1.2. Maria Gertrudes Franco f. aos 26.SET.1878[84], foi 1° c.c seu tio o ajudante Lucas José Leme, Nº 06 supra; 2º vez em 1828 em Atibaia com José Joaquim de Oliveira, viúvo de Gertrudes Franco Nº 11 adiante. SL. Tít. Pretos. Falecida aos 26.SET.1878 e está sepultada no túmulo mais antigo do cemitério São João Batista de Atibaia, túmulo este que fora transferido do antigo cemitério ao lado da Igreja do Rosário para o local onde hoje se encontra.Teve do 1° marido a filha já descrita, do 2° teve:

2.1. Marinha Franco, que foi c.c seu parente o capitão Beraldo de Oliveira, falecido em Bragança onde teve sua fazenda de café, filho de Francisco de Oliveira Preto e de Ana Bosa da Assumção. Com geração, em SL. Tit. Pretos.

2.2. Umbelina Florisbina Franco que casou em 1847 em Atibaia com o cap. Salvador Ribeiro de Toledo Santos, n. em 1807 em Mogi Mirim e f. em Atibaia aos 12.JUL.1882, f° de Vicente Ferreira de Toledo Santos e de Ana Teresa do Prado e Silva, de Mogi-Mirim. O cap. Salvador Ribeiro de Toledo Santos foi vereador em Atibaia pelo partido liberal de 1861/64 e 1877/80 e presidente da câmara em 1877/1880. Era amigo pessoal e grande aliado político de José Lucas; a partir de 1873 tornou-se republicano convicto ao lado de Olímpio da Paixão e outros. Tiveram 16 filhos:

3.1. Maria Thomazía, foi a 1² esposa do tenente Manoel Barbosa da Cunha (SL 7/478), irmão, entre outos de Pedro Barboza de Vasconcellos Cunha (ver 2.6., 1.7., N° 04, cap. 4° retro). Tiveram duas filhas:

4.1. Maria Umbelina Barboza da Cunha f. aos 14.ABR.1918, foi a 2² esposa de Michelle Vairo“Miguel Vairo” n. aos 04.SET.1848 em Piaggine/Salerno, Itália e f. aos 04.AGO.1935 em Atibaia onde foi muito estimado. Miguel Vairo veio para o Brasil visitar um irmão ou tio, Giovanni Antônio Vairo f. aos 20.MAR.1907 em Juqueri, hoje Mairiporã, onde era padre e ao conhecer Atibaia decidiu ficar na ciddade; era f° de Rafaele Vairo e de Benedetta De Honestis e era médico formado pela faculdade de Nápoles. Miguel Vairo foi casado 1² vez com Valeriana Alves do Amaral (ver 1.8., N° 02, cap. 5° do título Alves do Amaral. Em Atibaia foi vereador e prefeito de 15.JAN.1908 a 15.JAN.1914 e idealizador e fundador da Santa Casa, em cuja praça há um busto em sua homenagem. Tiveram:

5.1. Pompeu Vairo n. aos 01.JAN.1892 e f. aos 15.DEZ.1974, farmacêutico, foi c.c. Ana Mathias Vairo“Dona Ninica” n. em Joanóplis aos 22.NOV.1905 e f. aos 09.NOV.1995, filha de Antônio Mathias Franco e de Gertrudes de Souza Franco, de tradicional família de Piracaia. Tiveram:

6.1. Yvone Vairo c.c Geraldo Monteiro. Tiveram:

7.1. Ana Lúcia, já falecida.

7.2. José Eduardo Monteiro

6.2. Lourdes Vairo c.c Daivinir de Castro Peres, engenheiro agrônomo f. aos 04.SET.2004. Teve:

7.1. Silvia Maria c.c Antônio Siqueira de Fernandes.

7.2. Ana Maria c.c Mariano Boratino.

7.3. José Antônio c.c Joseli Oliveira Peres.

7.1. Maria Amélia casada 1ª vez com José Carlos Americano, f. em 2011 com quem teve o 1° filho e 2ª vez com ˙Rogério Ribeiro da Silva[85] n. aos 03.FEV.1947 em Teófilo Otoni/MG, f° de Luiz Gonzaga Ribeiro da Silva, já falecido e de Maria Luiza Metzker R.da Silva, engenheiro civil, vereador em Atibaia de 1983/88, 93/96, 97/2000 e 2001/04, foi presidente da câmara municipal em 1987/88 e em 1999, com quem teve os dois últimos filhos:

8.1. Marcelo, aviador

8.2. Luiza, psicóloga.

8.3. Rogério, publicitário.

6.3. Maria Bernardette Vairo c.c Antônio Álvaro Monteiro. Tiveram:

7.1. José Álvaro, já falecido.

7.2. Ana Cristina Vairo Monteiro, advogada.

5.2. Maria Benedito Vairo, falecida solteira.

5.3. Maria Henriqueta Vairo, falecida solteira aos 11.JAN.1963.

5.4. Orlando Vairo, médico, c.c Cecília Ribeiro Vale.

5.5. Leonardo Vairo c.c Sebastiana Vairo.

5.6. Carmelita Vairo c.c Cláudio Machado.

5.7. Abtonieta Vairo c.c Luiz Sampaio de Souza.

5.8. Maria José Vairo n. em 1904 e f. em 1990, foi c.c João Titarelli n. em 1904 e f. em 1977, foi funcionário público. Tiveram:

6.1. Therezinha Maria c.c Anísio Amim, industrial. Teve:

7.1. Luiz Augusto

7.2. Marcelo

6.2. Augusto, professor universitário, c.c Tereza Fernades, professora. Teve:

7.1. Augusto, engenheiro naval c.c Sandra Savaia. Teve:

8.1. Júlia

8.2. Miguel

7.2. Álvaro, engenheiro mecânico.

7.3. Paula, administradora de empresas, c.c Renato Haupman. Teve:

8.1. Frederico Augusto

8.2. Ana Beatriz

5.9. Odete Vairo c.c Cezar Luiz Baiano.

5.10. Laura Vairo c.c Roberto Hirch.

5.11. Maria Amélia Vairo, falecida com 20 anos.

5.12. Olavo Vairo c.c Elizette Vairo.

4.2. Aurora c.c o português Manoel Gonçalvez.

3.2. Guilherme, falecido solteiro.

3.3. Lydia, c 1ª vez c Lucas de S. Campos, f° de Antônio Luiz da Rocha e de Ana Cardoso de Campos, SL2/92; 2ª vez foi c.c José Pires de Camargo (ver 1.1., N° 01, cap. 1° do título Pires de Camargo). Sem descendentes.

3.4. Philomena n. aos 07.AGO.1854 e f. aos 27.MIO.1887, foi c.c João Batista Ribeiro. Teve q.d:

4.1. Benedito

4.2. Manuel

3.5. Salvador c.cm (…).

3.6. Theresa, foi c.c (…). Com geração.

3.7. Eulalia, foi c.c (…). Com geração.

3.8. João Batista, foi c.c (…). Com geração.

3.9. Auta que foi a 3² esposa do tenente Manoel Barbosa da Cunha, viúvo de 3.1. acima.

3.10. Antônio de Toledo Santos, já falecido, foi 2º tabelião de notas e anexos em Atibaia, c.c Maria Ozoria de Oliveira Santos, filha de Manoel Martins de Oliveira e de Tomazia Canedos de Oliveira. Teve um filho:

4.1. Benedito Santos n. aos 09.MAIO.1888 e f. aos 20.MAIO.1955, foi 2º tabelião em Atibaia e presidente da várias entidades como clube recreativo atibaiano. Foi c.c Maria Luiza Santos de Toledo, filha de Manoel Jacinto de Toledo e Adelaide de Oliveira de Toledo. Teve três filhos:

5.1. Maria Helena de Toledo Santos Vandeli, foi c.c Dino Vandelli.

5.2. Benedito Alberto de Toledo Santos foi c.c Elisabethi Moldavani.

5.3. Antônio Carlos de Toledo Santos[86]“ Lilo” n. aos 17.AGO.1923 e f. aos 21.DEZ.2008 foi c.c Lia Torres de Toledo Santos, filha de João Torres e Maria José Alves dos Santos. Teve 1 filho:

6.1. Antônio Carlos Filho

3.11. Francisca. foi c.c João Batista Ribeiro, viúvo de 3.4. Com geração.

3.12. Benedicto

3.13. Aprígio de Toledo n. em 1868 em Atibaia e aí f. aos 16.AGO.1919. Foi advogado, republicano convicto desde antes da proclamação. Foi secretário interino do conselho de intendência, grande orador em seu tempo. A praça do mercado municipal no centro de Atibaia leva seu nome.

3.14. Benedicto de Toledo Santos f. aos 13.MAIO.1918.

3.15. Celecina.

3.16. Davina de Toledo c. em 1902 em Atibaia c. Joaquim Pires de Camargo (ver 1.5., N° 01, cap. 1° do título Pires de Camargo), portanto, duas irmãs (3.3. e 3.16) casaram-se com dois irmãos.

2.3. Capitão Francisco Augusto de Oliveira f. 24.MAIO.1915 foi c.c (…) professora normalista, com geração.

2.4. Cândido faleceu solteiro.

1.3. Padre Cândido Franco.

1.4. Aurélio Justino Franco, foi c.c (…), filha do ajudante Francisco (…), e teve filhas que se recolheram ao convento.

Nº 08 Cristina Maria Franco foi 1° casada em Atibaia com João Pessanha Falcão, provavelmente natural de Itu onde teria nascido entre 1720 a 1730. João Peçanha Falcão foi sargento-mor de Sorocaca e mudou-se para Minas Gerais a procura de ouro, quando em 1752 comandou uma expedição que partiu da Vila do Príncipe, hoje cidade do Serro e fundou a Vila de Santo Antônio do Peçanha, depois Suacuí e que a partir de 1911 passou a chamar-se Peçanha. João Peçanha Falcão pode ser considerado como tronco da família Pessanha[87] ou Peçanha de Atibaia, Piracaia e região. Segunda vez casou-se com o cap. José Antônio da Silva Coelho, natural de Portugal, viúvo de Maria da Conceição Vellozo, f° de Domingos Vicente e de Mauricia da Silva, SL. em Tit. Macieis. Faleceu Cristina Maria em 1791 e teve do 1.° marido um único filho (1.1. abaixo) e do 2º marido teve 5 filhos (1.2. a 1.6):

1.1. João Pessanha Falcão n. entre 1775 a 1781 falecido em Atibaia aos 12.ABR.1831. Foi tropeiro, levando açúcar para São Paulo e Santos, depois estabeleceu-se em Atibaia onde foi proprietário de uma fazenda no bairro da Cachoeira de Mato Dentro e Rio Acima[88]. Foi vereador em 1812 e aos 19.AGO.1809 c.c Ana Maria da Conceição ou Franco n. em 1781, fª do português, capitão e tabelião José Antônio da Silva Coelho, supra, e de sua 3a mulher Maria Gertrudes Franco, esta filha do capitão Antônio da Silva Ortiz e de Maria Franco de Godoi. SL1/306. Tiveram 7 filhos:

2.1. Maria Peçanha Falcão n. em 1811, falecida solteria e sem descendentes.

2.2. João Peçanha Falcão n. aos 13.MAR.1813 e f. em 1846 na Bahia onde se encontrava numa tropa, foi c.c Gertrudes Pinto e não deixou descendentes.

2.3. Joaquim Peçanha Falcão[89] n. em 1814, fazendeiro, casado em 1843 em Bragança com sua parente Delphina Franco n. em 1824 filha do alferes Manoel José Rodrigues e de Maria Policarpa Franco, esta filha capitão-mor José de Siqueira Franco (cap. 8° deste título) e de Francisca Margarida Pedroso. Teve:

3.1. Francisca Peçanha Falcão, foi c.c o capitão Porfírio Franco Bueno de Aguiar, filho de João Batista da Rocha Franco e de Jacinta Bueno de Campos, ver retro. Teve um único filho:

4.1. Valeriano, falecido solteiro.

3.2. Guilhermina Eufrasia Peçanha n. em 1844 e f. aos 18.MAIO.1910 foi c.c seu primo Jacinto Pereira Peçanha (ver 3.1., 2.7. adiante), vereador em Atibaia entre 1887 a 1890. Teve um filho:

4.1. CapitãoJoão Batista Peçanha “João Bonito” n. aos 26.JUL.1867 e f. aos 11.FEV.1947, foi fazendeiro e capitalista em Atibaia, c.c Leopoldina Bueno da Rocha (ver 4.6., 3.3., 2.11., 1.3., N° 04, cap. 4° deste título):

5.1. Herondina Pereira Peçanha, casada em 1940 em Atibaia com José Preto Silva, “Juca Preto”, f. aos 14.SET.1950; foi contador, distribuidor e partidor do Juízo da Comarca de Atibaia. Teve:

6.1. Benedito Washigton, falecido solteiro.

6.2. Enedina, falecida solteira.

6.3. José Benedito Washington Preto n. aos 03.OUT.1921 e casado aos 09.FEV.1953 com Zulmira Olivato, com descendentes.

3.3. Amélia Peçanha Franco, também conhecida como Amélia Peçanha Falcão f. aos 10.JAN.1892, foi c.c o cap. Joaquim Flórido “Nhoquim Florido” f. aos 09.JUN.1930, foi fazendeiro e capitalista em Atibaia onde foi proprietário da próspera fazenda Bom Retiro no bairro da Cachoeira em Atibaia, era filho de Flórido José Batista[90](o velho)que pode ser considerado como tronco das famílias Flórido e Batista de Atibaia. O casal Amélia Peçanha Franco e o cap. Joaquim Florido tiveram 5 filhos. Viúvo Joaquim Flórido casou-se pela 2ª vez com Auristela A. de Vasconcelos com quem teve 7 filhos[91]:

4.1. Estelito Peçanha de Oliveira, f. em 1953 foi c.c Umbelina Leite (ver N° 01, cap. 6° do título Leite). Não tiveram descendentes.

4.2. Flórido José Batista “Nhô Florinho” n. aos 09.ABR.1879 e f. aos 19.OUT.1956, c.c. aos 11.FEV.1904, foi abastado fazendeiro em Atibaia, empresta seu nome a unidade de saúde do bairro da cachoeira, foi c.c Marcilia Silveira Leite (ver descendência em N° 04 do Cap. 4° do título Leite).

4.3. Alípio Flórido, c.c Leopoldina Nogueira. Teve:

5.1. Irineu c.c Lídia Romanholi, com descendência.

5.2. Paulo c.c Zeferina Medeiros, com descendência.

5.3. Valdemar c.c Eulália Melchior, com descendência.

5.4. Cinira c.c Gabriel Verdum, com descendência.

5.5. Maria Luiza

5.6. Ivone c.c José Henrique de Queiroz, com descendência.

5.7. Clélia c.c Dirceu Torres, com descendência.

4.4. João Flórido, fazendeiro em Atibaia, f. em 1924, foi c.c Maria Gertrudes Soares “Cota” (ver descendência em 3.2, 2.5., 1.5., N° 05, cap.5° do título Alves do Amaral).

4.5. Carmelina Flórido f. aos 07.MAIO.1973 foi c.c seu primo-irmão Joquim Peçanha Franco“Nhô Quim Peçanha” (ver 2.2., 1.7., N° 05, cap. 5° do título Alves do Amaral)filho de José Peçanha Franco (3.6. a seguir). Teve:

5.1. Maria Amélia f. em 1936, foi c.c Benedito Leite (ver 3.7., 2.5.,1.4., N° 04, cap. 5° do título Alves do Amaral). Sem descendentes.

5.2. Agenorn. aos 01.MAR.1917 e f. solteiro aos 13.ABR.1941.

5.3. Benedito Peçanha Franco

5.4. Maria Aparecida Peçanha Franco c.c Sebastião Teixeira Pinto (ver desc. em 1.4., N° 02, cap. 2° do título Leite).

5.5. Maria Antonieta Peçanha Alves n. aos 11.SET.1921 e f. aos 06.MAR. 2012, foi casada aos 19.DEZ.1939 com seu primo José Alves de Oliveira (ver desc. em 3.2., 1.11., N° 01, cap. 8° do título Oliveira Cesar).

3.4. Eduardo Peçanha Franco “Nhô Dico” n. entre 1842 a 1844, casou-se 1ª vez com Filomena de Toledo Santos, com quem teve 7 filhos e 2ª vez c.c Osmina de Oliveira Leme, com quem teve uma filha (4.8.):

4.1. Benedito Peçanha, falecido solteiro.

4.2. Davina Peçanha, falecida solteira.

4.3. Antonia Peçanha “Ernestina” religiosa da O. Imaculada Conceição.

4.4. João Batista Peçanha c.c Ercília Moteran. Teve:

5.1. Rivadavia

5.2. Ercílio

5.3. Rubens

4.5. Joaquim Peçanha, c.c Ercília Boggio. Teve:

5.1. Eduardo

5.2. Osminda

4.6. Maria Peçanha Rocha “Mariquinha Rocha” casada aos 16.JUL.1927 comseu parente Sebastião Rocha (ver .5.5., 4.7., 3.2., 2.11., 1.3., N° 04, cap. 4° atrás).

4.7. Salvador Peçanha “Doca”, falecido solteiro.

4.8. Isabel Peçanha Leite n. aos 05.NOV.1912 e f. aos 22.ABR.2001 c.c Benedito Leite (ver descendência em 3.7., 2..5., 1.4., N° 04, cap. 5° do título Alves do Amaral).

3.5. Ambrosina Peçanha Franco c.c José Florido. Teve:

4.1. Maria Flórido c.c Domingos Nogueira. Teve:

5.1. Benedita Florido.

3.6. José Peçanha Franco n. aos 22.OUT.1848 e f. aos 22.OUT.1898, foi abastado fazendeiro no bairro da Cachoeira em Atibaia e foi c.c Maria Salomé do Amaral, n. 1860 e f. aos 02.DEZ.1912, filha de José Joaquim do Amaral Bueno (cap. 1° do título Bueno) e de Ana Jacinta do Amaral (ver descendência em 1.7., N° 05, cap. 5°do título Alves do Amaral, onde se encontrará numerosa família com o sobrenome Peçanha).

2.4. Ana Peçanha n. aos 05.ABR.1815, foi 1º c.c José Correa Franco com quem teve um único filho e casou-se 2ª vez com Matheus de Campos Bueno com quem teve dois filhos:

3.1. João Peçanha Correa Franco f. aos 08.MAR.1899 ou 1889, foi c.c Jesuína Bueno de Aguiar, filha de Joaquim Bueno de Aguiar e de Gertrurdes Soares do Amaral (ver 2.8, 1.2., N° 08, cap. 5° do título Alves do Amaral). João Peçanha Correa Franco foi secretário da câmara municipal de 1851 a 1858, vereador de 1861 a 1865, colaborou com a construção da cadeia pública e a reforma da igreja da matriz, voltando a exercer o cargo de secretário da câmara. Com a morte de José Lucas abandonou o partido liberal, tornando-se adepto a causa republicana, tendo participado da célebre reunião republicana na casa de Euletério Cintra aos 23.JUN.1873. Católico praticante, prestou relevantes serviçoes à igreja local. Tiveram nove filhos:

4.1. Benedito de Aguiar Peçanha “Benedito da Ponte” n. aos 16.MAIO.1856 e f. aos 07.SET.1918, foi c.c Catarina Batista. Teve:

5.1. João Peçanha Sobrinho, c.c Maria Caludia Ferreira. Teve:

6.1. Mirla

6.2. Kleudes

6.3. João Luiz

6.4. Telma c.c Paulo Emílio Toci.

5.2. Ernestina Peçanha c.c Martinho Prado de Oliveira. Teve:

6.1. Clélia ou Cecília c.c Bendedito Lacerda Peranovich.

6.2. Maria de Lurdes c.c Júlio Ferreira.

6.3. Sara c.c Carlos Xavier Vasconcelos.

6.4. Percival Prado de Oliveira c.c Maria de Oliveira.

6.5. Sebastiana Ondina c.c João Garcia.

6.6. Francisco de Assis

6.7. Washington Paulo Prado

4.2. Cristina Aguiar Peçanha, falecida solteira aos 10.DEZ.1939.

4.3. João de Aguiar Peçanha, vereador à câmara de Atibaia, falecido solteiro.

4.4. Umbelina Aguiar Peçanha, falecida solteira aos 13.JAN.1923.

4.5. José Aguiar Peçanha “Juca Peçanha” fazendeiro de café em Atibaia onde foi vereador à câmara municipal de 1899 a 1905,intendente municipal de 07.JAN.1902 a 02.JAN.1903 e prefeito 14.ABR.1931 aos 02.JUL.1932. Foi também um dos fundadores do lar São Vicente Paula e capitão ajudante de ordens da 75º brigada de infantaria da guarda nacional. Faleceu aos 11.NOV.1947 em Atibaia. Foi c.c Leonidia Bueno da Rocha f. aos 05.NOV.1950 (ver 4.3, 3.2., 2.11., 1.3, N° 04 do cap. 4° deste título), sem descendentes.

4.6. Antônio de Aguiar Peçanha, fazendeiro em Jarinu, vereador em Atibaia representante do então distrito de Jarinu entre 1905 a 1908, c.c Cristina de Moura, filha de Jacinto José Soares e de Francisca Maria Soares (ver cap. 13° do título Alves do Amaral) da importante família Moura de Jarinu. Teve único filho:

5.1. Antônio de Aguiar Peçanha Filho, faleceu solteiro.

4.7. Pedro Peçanha, fazendeiro em Jarinu, c.c sua prima Marieta Bueno de Aguiar (ver 4.2., 3.2., 2.11., 1.3., N° 04 do cap. 4° deste trabalho). Teve:

5.1. Ana Peçanha

5.2. Gesuina Peçanha “Zina”, c.c José Margarido. Teve:

6.1. José Peçanha Margarido “Zezé Peçanha”, comerciante foi c.c Pascolina Soldeira. Tiveram:

7.1. Maria Regina c.c Celso Sanches. Teve:

8.1. Marcelo n. aos 06.SET.1976 c.c Fernanda. Teve:

9.1. Letícia

8.2. Eduardo n. aos 18.AGO.1977. Teve:

9.1. Eduardo P. Sanches.

7.2. Maria Inês Peçanha c.c Hélio Silveira Pinto (ver desc. em 6.4., 5.1., 4.3., 3.5., 2.1., 1.2., N° 03, cap. 4° deste título).

5.3. Benedito Peçanha Bueno c.c Rosa de Oliveira Cesar n. aos 16.MAIO.1990 e f. aos 21.F.EV.1995 (ver 2.4., 1.2., N° 01, cap. 8° do título Oliveria Cesar). Teve:

6.1. Cícero Peçanha Bueno n. aos 01.FEV.1922 e f. aos 22.AGO.1999 foi c.c Cecília dos Santos.

6.2. Cecy n. aos 14.FEV.1924 e f. aos 29.NOV.2001, c.c Nelson Falcoche.

6.3. Maria Teresa c.c Eduvaldo Gesuato.

6.4. Francisco de Assis

5.4. José Peçanha

5.5. Maria Peçanha, falecida solteira.

5.6. Sebastião Peçanha,c.c Leontina Ferraz. Teve:

6.1. Elisabeth

6.2. José Pedro

6.3. Luis Carlos

6.4. Maria Lúcia

6.5. José Roberto

5.7. João Peçanha c.c Nanci Azevedo. Teve:

6.1. Fernando Luis Azevedo Peçanha.

5.8. Joana Peçanha Alves n. aos 12.AGO.1910 e f. aos 24.JUL.2005, foi c.c Sebastião Rocha Alves n. aos 20.MAIO.1903 e f. aos 30.JUN.1987 (ver 2.5., 1.3., N° 01, cap. 7° do título Alves do Amaral), f° de Leopoldo Alves do Amaral e de seua segunda esposa, Antonia Rocha do Amaral f. aos 27.ABR.1918. Teve:

6.1. Milton f. solteiro e sem descendentes aos 13.SET.1971.

6.2. Maria, solteira.

6.3. Maurício Rocha Alves, comerciante, c.c Sueli Cardoso. Teve:

7.1. Márcia c.c Antônio. Teve:

8.1. Paula

8.2. Pedro

7.2. Silvia n.aos 04.JUL.1969, viúva de Sérgio Ottoni, falecido em dezembro de 2008, filho do juiz e advogado Homero Ottoni, falecido em 2009. Teve:

8.1. André

8.2. Gabriela n. aos 01.MAR.1992.

8.3. João Vitor

7.3. Fernanda c.c George MassahiroBregeiro Shimizu n. aos 28.MAR.1976. Teve:

8.1. Matheus

7.4. Luciana n. aos 15.NOV.1975.

6.4. Celso Rocha Alves casado 1ª vez com Ilda, já falecida com quem teve 4 filhos e 2ª vez com Catarina com quem teve 1 filha:

7.1. Celso

7.2. Flávia

7.3. Henrique

7.4. Gustavo

7.5. Lais

6.5. Ivete Rocha Alves solteira.

6.6. Leda n.aos 26.JAN.1952 e f. aos 21.DEZ.1988, foi c c.c Rosemar Isidoro. Teve:

7.1. Rosana casada. Teve:

8.1 Leonardo

7.2. Mauro, separado. Teve:

8.2. Beatriz

5.9. Ana de Aguiar Peçanha “Nica” falecida solteira aos 21.NOV.1937.

4.8. Francisco de Aguiar Peçanha “Chicão” n. aos 05.NOV.1874, foi comerciante e proprietário em Atibaia onde também foi vereador à câmara pelo antigo PRP e depois pelo PR. Foi um dos fundadores do Clube Recreativo Atibaiano; provedor e tesoureiro da Santa Casa de Atibaia, dando valiosa colaboração na fundação do “Lar Dona Mariquinha do Amaral”, do asilo “São Vicente de Paula” e deu valiosa contribuição na instalação da primeira fabrica de tecidos de Atibaia – Cia Textil Brasileira- CTB. Faleceu solteiro aos 27.NOV.1958.

3.2. Florêncio de Campos Bueno,falecido solteiro.

3.3. Maria Valeriana de Campos “Maria da Ponte”, foi durante muitos anos zeladora da capelinha de São Benedito,por ela construída e que existia na rua José Lucas esquina da rua José Bim, onde hoje se situa a casa paroquial, que também foi doação da mesma, faleceu solteira e com avançada idade.

2.5. Manoel Peçanha n. em 1816, falecido solteiro e sem descendentes.

2.6. Cristina Peçanha n. aos 25.MAR.1818, falecida solteira e sem descendentes.

2.7. Francisca Maria de Anunciação n. em 1813 em Atibaia onde se casou em 1826 com Antônio Pereira de Oliveira n. em 1807,f° de José Pereira de Oliveira e de Gertrudes Maria de Lima que casaram-se em Atibaia em 1787, n.p. de Ana Maria de Oliveira f. em 1810 e do alferes Manoel Pereira Padilha que foi juiz de órfãos de Atibaia SL 6/304-6 (ver tronco e nota de rodapé do título Oliveira Cesar); n.m. de Antônio Pedroso de Alvarenga e de Ana de Lima do Prado. Tiveram:

3.1. Jacinto Pereira Peçanha c.c sua prima Guilhermina, ver descendência em 3.2., 2.3. retro.

3.2. Umbelina Peçanha n. em 1843, c.c Domingos Carneiro de Andrade “Domingos Buava”. Teve 4 filhos:

4.1. Silvano Carneiro de Andrade, falecido solteiro.

4.2. Ana Maria da Conceição Carneiro de Andrade, falecida solteira.

4.3. Julieta Maria da Conceição de Andrade, falecida aos 27.SET.1958.

4.4. Eugênia Carneiro de Andrade c.c Antônio Pereira de Alfredo “Antônio Generosa”.

5.1. Sebastião Carneiro de Andrade, c.c Apolônia.

5.2. João Carneiro de Andrade, c.c Carmem Luques. Teve:

6.1. João

6.2. Benedita

6.3. Teresa

6.4. Antônio

5.3. Idalina Carndeiro de Andrade, falecida solteira.

5.4. Bertolo Carneiro de Andrade, foi residente em São Paulo.

5.5. Malvina Carneiro de Andrade.

5.6. Raul Carneiro de Andrade, falecido solteiro.

3.3. Maria Antonia da Conceição, casada 1ª vez com Henrique José de Oliveira com quem teve três filhos e 2ª vez com Francisco Emídio de Cerqueira César (muito provavelmente seja da família Oliveira Cesar retratada aqui no título Olveira Cesar) com quem teve um filho (4.4 adiante):

4.1. Benedita Maria da Conceição c.c Joaquim Estevam de Moraes n. em 1845 e f. aos 09.ABR.1909, filho de José da Silva Vaz e de Maria da Conceição. Teve dez filhos:

5.1. Clementina Estevam, falecida solteira.

5.2. Escolástica Estevam de Moraes f. solteira aos 03.FEV.1954 ou 1959.

5.3. Daniel Peçanha de Moraes n. aos 21.SET.1881 e f. aos 07.NOV.1952 em Atibaia onde foi coletor Estadual. Foi c. 1ª vez com a profª Maria Augusta de Sales e 2ª vez com Durvalina Bueno n. em 1904 e f. em 1995. Teve:

6.1. Maria Isabel Peçanha de Moraes c.c Armando Salessi, que foi médico em São Paulo. Teve:

7.1. Armando

7.2. Maria Isabel

7.3. Maria Regina

7.4. Maria Lígia

7.5. Maria Luiza

7.6. José Eduardo

6.2. Flora Peçanha de Moraes n. aos 22.MAIO.1931 e f. solteira aos 23.MAR.2013.

6.3. Daniel Peçanha de Moraes Jr. n aos 11.NOV.1932, formado em direito pela faculdade de direito da PUC, juiz de direito e desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo, atual presidente da Comissão Estadual Judiciária de Adoção Internacional (CEJAI).

6.4. Vera Peçanha de Moraes, foi funcionária pública federal em Atibaia e casada aos 12.SET.1559 com Luiz Antônio Martins Nicolati.

5.4. Simplício Peçanha de Moraes n. em 1882 e falecido solteiro aos 16.JUL.1932.

5.5. Maria Benedita de Moraes, falecida solteira.

5.6. Emiliana Peçanha de Moraes

5.7. Joaquim Peçanha de Moraes, falecido solteiro.

5.8. Benedito Peçanha de Moraes n. aos 30.OUT.1886, foi comerciante e tesoureiro da Santa Casa de Atibaia.

5.9. Benedito Estevam Peçanha n. aos 18.FEV.1889 e f. Aos 26.DEZ.1963, foi importante músico, compositor e maestro em Atibaia.

5.10. Maria Benvinda de Mores casado aos 31.OUT.1898 c o italiano de Castelnuovo di Garfagnana, Toscana, Enrico Conti, n. aos 20.JUN.1858 e f. aos 07.SET.1927 que imigrou para o Brasil aos 24.JUL.1887, residiu inicialmente em Amparo, Jaú e finalmente Atibaia onde estabeleceu-se com uma alfaiataria. Teve seis filhos:

6.1. Antônio Conti n. aos 13.JUN.1899, foi casado 1º como Alzira Prado e 2ª vez com a professora, Araci Bueno Conti n. aos 06.NOV.1900 f. aos 16.JAN.1982, filha de Camilo Silveira Bueno e de Luiza Barbosa Silveira. Teve um filho do 1º casamento e dois do segundo:

7.1.José Benedito, falecido.

7.2. Antônio Bueno Conti“Tony” n. aos 10.MAR.1937, médico.

7.3. José Bueno Conti “Zezo” n. aos 10.MAR.1937, professor aposentado de geografia da USP, gêmeo do anterior.

6.2. Benedita Conti

6.3. Georgina Conti, foi c.c Gabriel Martin Pino. Teve:

7.1. Lourenço Martin Conti n. aos 10.AGO.1925, casou-se aos 26.DEZ.1951 com Clarisse Rodrigues. Teve:

8.1. Maria Cristinan. aos 20.AGO.1953.

8.2. Gustavo

7.2. Gabriel Martin Conti n. aos 27.AGO.1926, formado em direito pela faculdade do Rio de Janeiro, casado aos 24.ABR.1956 com Maria José da Silva. Teve:

8.1. Maria Valéria n. aos 31.JUL.1957.

6.4. João Batista Conti n. aos 01.SET.1903 em Atibaia e aí casado aos 29.MAIO.1929 com Maria Mercedes Salafia, sem descendentes. João Conti foi um dos mais importantes intelectuais de Atibaia do século XX. Foi ex-contador da prefeitura para qual entrou em 1922. Em 1936 foi eleito prefeito cargo que ocupou de 16.JUL.1936 a 05.ABR.1945 tendo também sido o 1º prefeito sanitário de 18.MAIO.1945 a 12.DEZ.1945, portanto, ocupou o mais importante cargo político da cidade por quase 10 anos. Advogado, historiador e prestigiado folclorista, foi autor de diversas obras que retrataram a história de Atibaia, seu povo, sua cultura. Foi idealizador e fundador do museu municipal que hoje leva seu nome.Pelos seus trabalhos sobre folclore foi condecorado com a medalha “Silvio Romero”, pela prefeitura do antigo Distrito Federal, quando participou do I Congresso Brasileiro de Folclore realizado em 1951. Foi membro da sociedade paulista de escritores e colaborador ativo de diversos jornais. Durante o seu governo promoveu o calçamento da cidade e construiu o clube da campo, hoje parque Edmundo Zanoni. Faleceu em Atibaia aos 27.JAN.1967.

6.5. Martinho Conti, faleceu solteiro.

6.6. Duarte Conti, faleceu solteiro.

4.2.Benvinda, faleceu solteira.

4.3. Escolástica, faleceu solteira.

4.4. Lucas César c.c Joana Soares (provavelmente da família Soares retratada no tíulo de memo nome ou no título Alves do Amaral). Teve:

5.1. Benedita Soares, c.c João Bueno, s.desc.

5.2. Margarida Soares, c.c Benedito Guedes. Teve:

6.1. José Benedito Guedes

6.2. João Batista Guedes

6.3. Paulo Guedes, c.c Maria Aparecida Avelar. Teve:

7.1. Maria Nilza

7.2. Solange c.c João Morales Sespedes, da família Morales de Atibaia, descendentes de espanhóis. Teve:

8.1. Cristiane

8.2. Marcelo

6.4. Benedita Guedes, falecida antes de 1960.

6.5. Aparecida Guedes c.c Leonidio.

6.6.José Maria Guedes

6.7. Antônio Guedes falecido antes de 1960.

5.3. Marcilia, faleceu solteira.

5.4. Saturnino Soares, casado foi residente no Rio de Janeiro.

5.5. Bento Soaresn. aos 12.MAR.1903, foi soldado da 4ª Cia do 1°BCP da antiga Força Pública e nesta ocupação participou da revolução constitucionalista de 1932. Durante defesa de Amapo morreu[92] em combate na região de Itapira, tendo sido enterrado na fazenda Bulgareli aos 22.SET.1932. Foi c.c Geraldina de Sales Cardoso (ver 5.4., 4.1., 3.3., 2.2., 1.1., N° 02, cap. 4° deste título) e deixou a filha única:

6.1. Joana Soares c.c Francisco Mariano. Teve:

7.1. Antônio Edson Mariano

5.6. Natalia Soares, faleceu solteira.

3.4. Antônio Pereira Lima, c. em Bragança com Gertrudes. Teve:

4.1. Militão Pereira de Vasconcelos, que foi tesoureiro da prefeitura de Bragança Paulista.

4.2. Estelita, fazendeiro em Bragança.

4.3.Bertoldo, fazendeiro em Bragança.

3.5. Joaquim P. Lima, c.c uma irmã de sua cunhada Gertrudes “Nhá Mocinha” em Bragança. Teve:

4.1. Jacinto

4.2. Joaquim

4.3. Laura

3.6. José Pereira Lima, faleceu no dia da proclamação da república 15.NOV.1889.

1.2. Candida Maria da Silva, batizada em 1783 em Juqueriecasada em 1806 em Bragança com Bento de Lima Bueno filho de Francisco de Lima Bueno e de Maria de Oliveira Guedes. SL. Tít. Prados.

1.3. Manoela da Silva Coelho casada em 1808 em Atibaia com Salvador de Lima Bueno, filho de Francisco de Lima Bueno e de Maria de Oliveira, com geração em SL. Tit. Prados.

1.4. Manoel Vicente da Silva, foi batizado em 1786 em Juqueri, e casou se em Atibaia em 1813 com Ana Jacintha de Araújo, filha do alferes Jacinto José de Araújo Cintra e de Maria Francisca Cardoso. SL.Tít. Lemes Cap. 5º § 5º. Teve:

2.1. José Vicente de Araújo e Silva foi c.c Gertrudes Leite, filha do capitão Antônio de Padua Leite e de Bernardina Franco da Silveira. Sem geração.

2.2. Christina c.c Florêncio de Araújo Cintra,filha do alferes Jacinto, supra, com geração em SL Tit. Lemes.

2.3. Valeriana, 2a mulher de Florêncio de Araújo Cintra do n° precedente, com geração.

2.4. Maria Jacinta de Araújo foi c.c o comendador João Batista de Araújo Cintra, filho do alferes Jacinto já mencionado, com geração em SL. Tit. Lemes Cap. 5º, § 5º citado.

2.5. Maria da Conceição c.c o major José Jacinto de Araújo Cintra, f° do alferes Jacinto. Com geração em SL. Tit. Lemes já citado.

2.6. Barbara da Silveira c.c (…) Caldeira, com geração.

1.5. Emerenciana da Silva Franco casou-se a 1a vez em 1805 em Bragança com José de Lima Bueno, filho de Francisco de Lima Bueno e de Maria de Oliveira Guedes, em SL. Tít. Prados ; 2ª vez c.c o sargento-mor Joaquim Moreira Cesar, filho de Jorge Moreira César e de Margarida Vieira de Oliveira. Teve: Do 1° 2 filhos e 4 do 2º:

2.1. José Antônio casado com (…)

2.2. Lauriano José da Silva casado com (…)

2.3. Joaquim

2.4. Francisco

2.5. Manoel

2.6. Maria

1.6. Cristina Maria Franco, n. em 1791, filha do capitão José Antônio da Silva Coelho e de sua 2ª mulher Cristina Maria Franco Nº 08, e casou-se em 1806 em Atibaia com José Joaquim do Amaral (ver cap. 4° do título Alves do Amaral).

Nº 09 Ana Marinha Franco, filha do guardador Lourenço Leme de Brito e de Maria Gertrudes Franco, foi batizada em 1769 e casou-se em 1792 em Atibaia com o capitão Felisberto Corrêa da Cunha, filho do alferes Antônio Corrêa da Cunha e de Maria de Lima de Jesus, mencionados no Nº 07 supra. Com geração em SL. Tít. Moraes.

Nº 10 Mecia Franco da Cunha casou-se em 1792 em Atibaia com o capitão Joaquim Antônio da Cunha, irmão do capitão Felisberto do n° precedente. Teve q. d.:

1.1. Ana Franco do Espírito Santo casada em 1830 em Atibaia com Joaquim Domingues Paes, filho de Antônio Domingues Paes e de Ana Josefa de Moraes. SL. Tit. Cunhas Gagos Cap. 4° § 1º.

Nº 11 Gertrudes Maria Franco, última fª de Lourenço Leme de Brito, casou-se em 1795 1ª vez em Atibaia co cap. Pedro de Almeida Machado, de Mogi das Cruzes, viúvo de Teresa Metildes, f° de Antônio Machado Cardoso, de S.Paulo e de Catarina Corrêa de Almeida, de Mogi das Cruzes, em SL. Tit. Alvarengas Cap. 4º § único, 2-8, 3-3, 4-6; 2ª vez foi c Gertrudes Maria Franco c José Joaquim de Oliveira em 1811 em Nazare, f° de Manoel de Oliveira Preto e de Joana de Lima. Este José J. de Oliveira, enviuvando de Gertrudes, veio a casar-se com Maria Gertrudes (ver acima). Sem geração.

Capítulo 11º

Messia de Siqueira

Messia de Siqueira, faleceu solteira em 1769 em Atibaia.

Capítulo 12º

Gertrudes Franco

Gertrudes Franco casou-se em 1804 em Atibaia com Lourenço Franco de Camargo, viúvo de Ana Franco da Cunha. Lourenço era f° de Mª Franco do Prado e de Jerônimo de Camargo Pimentel, este f° do cap. Francisco de Camargo Pimentel, f° do cap. Marcelino de Camargo(ver texto sobre a família Camargo, na introdução deste título). Sem geração.

Capítulo 13º

Antonia Franco

Antonia Franco última filha do 1° capitão-mor Lucas de Siqueira Franco, faleceu solteira.

FIM DO TÍTULO SIQUEIRA FRANCO

Título II

Família PIRES DE CAMARGO

Descendentes de João Pires Pimentel

Disposição genealógica (Tronco, capítulos e demais descendentes): Waldomiro Franco da Silveira [Título Pires in Notas Genealógicas do Instituto Genealógico Brasileiro]

Pesquisas e atualizações: Adriano Bedore

Genealogistas pesquisados: Waldomiro Franco da Silveira in memorian e Adriano Bedore

RELAÇÃO DO TRONCO COM ATIBAIA/SP

● O Tronco deste título, João Pires Pimentel, o moço, nasceu entre os anos de 1750 a 1760 na Freguesia de Jaguari de Atibaia, hoje Município de Bragança Paulista, na época território Atibaiano.

●Seu pai era natural de Santo Amaro, São Paulo, já sua mãe, Ana de Godoi e sua avó materna, Rosa da Rocha eram naturais de Atibaia, o que nos faz concluir que a família de sua avó materna provavelmente estabeleceu-se em Atibaia nas primeiras décadas do século XVIII em Atibaia, portanto, há cerca de 300 anos.

● Sua esposa, Maria Antonia Franco era descendente dos Camargos, do fundador de Atibaia, portanto, descendente da que poderemos classificar como primeira família Atibaiana.

RELAÇÃO DO TRONCO COM O AUTOR

● O Tronco é octavô (avô em 8° grau) do autor deste trabalho. É também pentavô (avô em 5° grau) de Ana Soares Leite, mãe de Maria do Carmo Leite De Carlo, bisavó materna do autor destas notas genealógicas.

CIDADES MAIS CITADAS NESTE TÍTULO

● Atibaia (antiga São João de Atibaia); Jarinu (antigo distrito de Atibaia com o nome de Campo Largo de Atibaia), Avaré (antiga Rio Novo), Jundiaí, Itatiba (antiga Belém), Bragança Paulista (antigo distrito de Atibaia com o nome de Nossa Senhora da Conceição de Jaguari), Jaboticabal, Amparo, todas no Estado de São Paulo.

JOÃO PIRES PIMENTEL

João Pires Pimentel, o moço, nasceu entre 1760 a 1765 em Conceição de Jaguari, na época território da freguesia de Atibaia e atualmente município de Bragança Paulista; segundo sua certtidão de casamento e em Atibaia, segundo Waldomiro Franco da Silveira. No inventário de seu pai aberto em 1771, João, o moço, tinha 8 anos, portanto, nascido em 1763.

Era filho de outro de igual nome, João Pires Pimentel[93]e de Ana deGodoi Moreira, neto paterno de Manoel Vaz Barbosa[94] e de Izabel da Costa Pimentel[95], neto materno de Baltazar de Godoi Moreira e de Rosa Rocha[96]. Examinamos o inventário de João Pires Pimentel, o velho, inventariado por sua viúva Ana de Godoi Moreira, falecido entre março a maio de 1791 ou 1792 nas Minas de Goiais para onde foi com tropa de animais, deixando terras em Jaguari[97]

João Pires Pimentel casou-se em Atibaia aos 01.JUL.1783 com Maria Antonia Franco[98], natural de Atibaia e aí falecida em 1855, filha de Joaquim Bueno de Azevedo, natural de Juqueri [Mairiporã] e de Mecia Ferreira de Camargo, natural de Atibaia (SL 1/401); neta paterna de Manoel Bueno de Azevedo[99] e de Francisca Pires de Siqueira[100], naturais de Guarulhos e neta materna de Jerônimo de Camargo Pimentel, natural de São Paulo, falecido aos 30.JUL.1787 em Atibaia, sendo sepultado dentro da matriz de Atibaia (ver introdução ao título I) e de Maria Franco do Prado, natural de Atibaia e moradores de Campo Largo [Jarinu] (SL 1/400) [meus decavós]. No censo de 1789 João Pires Pimentel tinha 25, sua esposa 20 anos, Ana filha, com 2 anos e 4 escravos.

João Pires Pimentel foi fazendeiro à margem direita do rio Atibaia, precisamente onde foi a sesmaria de Jerônimo de Camargo, o fundador da cidade. A primitiva sesmaria[101] de Jerônimo de Camargo que depois pertenceu a João Pires Pimentel deveria começar na desembocadura do córrego do Lageado, que desaguá no Atibaia, nas cercanisa da antiga estação de Caetetuba; até o bairro dos Pires, gleba essa demarcada por Jerônimo em 1667, aproximadamente.

João Pires Pimentel também era tropeiro e fazia viagem com tropa para as Minas Gerais. Faleceu aos 15.JUL.1799 em Campo Largo de Atibaia, com 36 anos, aproximadamente e foi sepultadono túmulo da Irmandade do Santíssimo Sacramento, dentro da Matriz de Atibaia. Maria Antonia Franco, enviuvando de João Pires, casou-se em 1801 com Francisco Barbosa Pires, filho de João Barbosa Pires e de Mecia de Siqueira.Do casal João Pires Pimentel e Maria Antonia descendem os oito filhos que se seguem[102]:

Capítulo 1° Francisco Pires de Camargo

Capítulo 2° Ana Francisca Franco

Capítulo 3° Joaquim Pires de Camargo

Capítulo 4° Gertrudes Maria de Camargo

Capítulo 5° José Pires de Camargo

Capítulo 6° João Pires de Camargo

Capítulo 7° Maria Francisca

Capítulo 8° Inácio Pires de Camargo (meu heptavô)

De Maria Antonia Franco e seu 2° marido Francisco Barbosa Pires (SL 1/400) descendem:

Capítulo 9° Bernardina Maria Franco

Capítulo 10° Jaquina Franco

Capítulo 11° José Franco

Capítulo 12° Francisco Franco

Capítulo 1º

Francisco Pires de Camargo

Francisco Pires de Camargo (SL cita-o como Francisco Pires Pimentel), nascido em 1793, casou-se em 1814 com Maria Jacinta da Silveira, nascida em 1801, filha de Salvador do Nascimento Franco e de Joaquina Pedroso da Silveira (N° 02 do cap. 6°do título Siqueira Franco); neta paterna do cap. Crispim da Silva Franco e de sua 1a mulher Izabel da Silveira Camargo, e neta materna do cap. Joaquim de Siqueira Franco (cap. 6° do título Siqueira Franco) e de Gertrudes Francisca Pedroso; desse casal descendem os seguintes:

N° 01 Cel. João Pires de Camargo

N° 02 Josefa Pires de Camargo

N° 03 Cel. Jacinto Pires da Silveira

N° 04 Joaquina Pires de Camargo

N° 05 Antônio Pires de Camargo

N° 06 Delfim Pires de Camargo

N° 07 Manoela Pires de Camargo

Adriano campanha (fundo amarelo) 041

Cel. João Pires de Camargo e família

N° 01Coronel João Pires de Camargo n. em 1828 e f.aos 31.MAIO.1909. Foi importante fazendeiro e capitalista em Atibaia, sendo proprietário da segunda máquina de beneficiar café em Atibaia e pode ser considerado um dos mais destacados patriarcas da família Pires de Camargo de Atibaia. Casou-se com Maria Joaquina da Conceição n. aos 12.JAN.1841 e f. aos 10.JUN.1901, filha de Joaquim Alves do Amaral (cap. 7° do título Alves do Amaral) e de Ana Luiza Cintra (ver 3.7., 2.1., 1.2., N° 03 do cap. 4° do título Siqueira Franco e SL 1/476). Tiveram:

1.1. Coronel José Pires de Camargo, falecido em 1920, político influente, tendo sido vereador em Atibaia (1880/82); casado com Lídia de Toledo Santos (ver 3.3., 2.2., 1.2., N° 06, cap. 10° do títuloSiqueira Franco), sem descendentes.

1.2. Maria Joana n. 14.AGO1872, casou-se em novembro de 1889 com o coronel Olegario Barreto “Nhonhô Barreto” n. em Itapetininga aos 26.JUN.1864.Olegário Barreto era fazendeiro, foi vereador (1896/99), fundador do Clube Recreativo Atibaiense e da Santa Casa de Misericórdia, intendente muncipal (01.JAN.1896 a 07.ABR.1899) e pode ser considerado o tronco da família Barreto de Atibaia. Era tenete-coronel comandante da 53º regimento da cavalaria da Guarda Nacional, faleceu em Atibaia aos 22.JUN.1914. Maria Joana faleceu aos 25.JAN.1954; deixaram os filhos:

2.1. Otávio Barreto corretor de café e proprietário em Santos, n. aos 23.NOV.1890 e casado em julho de 1945 com Ester Franco de Siqueira n. aos 19.JAN.1903, sem descendentes.

2.2. Messina “Bidunga” n. aos 14.OUT.1892 casada em 1915 com Domingos Matheus,n. aos 07.DEZ.1888 em São Paulo e ai f. aos 15.MAR.1969, professor, foi um dos introdutores doescotismo em Atibaia. Filhos:

3.1. Fábio Barreto Mateus, médico otorrrinolaringogista formado em 1941 pela faculdadefluminense de medicina; casado aos 28.DEZ.1950 com Laurinda Martins; teve:

4.1. Cibele Maria.

3.2. Hélio Barreto Mateusn. aos 13.JUN.1918 em Atibaa e ai f. aos 09.DEZ.1995, foi advogado formado em 1940; participou da força expedicionária Brasileira na 2ª guerra mundial, foi presidente da caixa econômica Fedral em São Paulo. Casado aos 03.JUN.1949 com Daise Nigro; teve:

4.1. Hélio Rubens

4.2. Maria Lúcia

4.3. Sérgio Luiz

2.3. Márcia n. em 1894, falecida em outubro de 1932, foi casada aos 15.DEZ.1912 com Fausto Passos, da família Passos de Bom Jesus dos Perdões. Foioficial do registro civil de Atibaia; teve:

3.1. Maria de Lourdes c.c Emiliano Chiochetti.

2.4. Oscar Barreto n. aos 12.JUN.1896; formado em odontologia pela escola de farmácia e odontologia de S. Paulo, casou-se aos 28.SET.1921 com Alzira de Salles Oliveira, irmã do dr. Armando de Salles Oliveira que foi Interventor Federal no Estado de São Paulo; filhos:

3.1. Oscar Barreto Filho, n.aos 07.JUL.1922; jurista e professor cadetrático da faculdade de direito de S. Paulo. Casou-se aos 21.JUL.1948 com Maria Eunice Prado Leme n. em S. Paulo aos 08.MAIO.1924, e formada em letras neo-latinas em 1945 pela faculdade de filosofia,ciências e letras da Universidade de S. Paulo. Filhos:

4.1. Antônio Luiz n. aos 29.ABR.1949.

4.2. Maria Cecilia n. aos 23.SET.1950.

3.2. Carlos Eduardo Barreto n. aos 01.OUT.1924, formado pela faculdade de direito de S. Paulo em 1946, foi assessor jurídico da assembléia legislativa de São Paulo; casou-se aos 21.DEZ.1950 com Maria Lúcia Cintra do Prado n. aos 25.OUT.1927; formada em letras neo-latinas pela faculdade de filosofia,ciências e letras da Universidade de S. Paulo, em 1950. (v. Genealogia da Família Cintra de autoria do insigne genealogista monsenhor Paes Cintra.) filhos:

4.1. José Eduardo n. aos 11.DEZ.1951.

4.2. Antônio Carlos n. aos 13.JUN.1953

4.3. Lúcia Helena n. aos 28.NOV.1954.

2.5. Malvina, falecida em São Paulo em maio de 1940; foi c aos 27.MAIO.1922 com João Passos, funcionário do Palácio da Justiça; teve:

3.1. Maria da Glória Passos Abruzini, professora, foi c.c Antônio Abruzini.

2.6. Oswaldo Barreto n. aos 18.AGO.1900 e f aos 18.JAN.1963, foi nomeado em 1925 escrivão do registro de hipotecas de Atibaia função que exerceu até o seu falecimento em 1963. Movido pelo extraordinário amor a terra natalprestou colaboração efetiva em todos os movimentos culturais e beneficentes da cidade, com elevado espírito público. Participou das diretorias da Vila São Viciente de Paula, do antigo maternal Mariquinha do Amaral, do São João Futebol Clube, foi presidente do Clube Recreativo Atibaiano, fundador e presidente da Casa da Cultura de Atbaia, foi diretor e provedor da Santa Casa e outras inúmeras muitas entidades e campanhas, incluindo o movimento constitucionalista de 1932. Casou-se em julho de 1929 com Adi Lopes, natural de Santos; teve:

3.1. Oswaldo Barreto Filho n. aos 07.JUN.1930 e f. solteiro aos 23.FEV.1990. Formou-se em direito e exerceu a advogacia, contudo destacou-se por suas atividades artísticas e culturais, residindo por algum período na Europa, fixando-se primeiro em Paris, transferiu-se após para Londres onde trabalhou para BBC como redator e locutor. Retornando para o Brasil passou a atuar no teatro, cinema e televisão, como ator e escritor de peças, roteiros.

3.2. Gilberto Barreto foi c.c Dalva Potenza. Teve:

4.1. Vera Maria c.c Odair Badialli. Teve:

5.1. Francisco “kiko” n. aos 03.OUT.1980, professor.

5.2. Cassiana c.c Pedro Gigliotti (ver 6.1., 5.3., 4.1., 3.1., 2.5., 1.4., N° 04, cap. 5° do título Alves do Amaral).

5.3. Murilo n. aos 05.JUN.1987.

4.2. Silvia Helena n. aos 29.AGO.1961 foi c.c (..) Ortiz. Teve:

5.1. Renan

3.3. José Roberto Lopes Barreto n. 25.MAR.1934, bacharel em direito, exerceu durante muitos anos o cargo de escrevente judicial e cartorário sendo depois promovidoao cargo de oficial do registro de imóveis e anexos da comarca de Atibaia, cargo que exerceu até seu falecimento ocorrido aos 29.SET.2007. Como seu pai, participou ativamente da vida cultural de Atibaia ocupando cargos diretivos de diversas associações. Foi casado com a professora Helena Abbud Barreto n. 05.AGO.1935 e f. em 1997. Teve:

4.1. José Carlos, publicitário, c.c Cristina. Teve:

5.1. Erik

5.2. Helena

4.2. Paulo Roberto, técnico em química, solteiro. Teve:

5.1. Igor

5.2. Matheus

4.3. Luiz Eduardo, engenheiro mecânico, solteiro com filhas.

4.4. Oswaldo Barreto Neto, funcionário público municipal, separado judicialmente de Rosimeire L. Costa. Teve:

5.1.Heloisa n. 20.ABR.1989.

5.2. Augusto n. 20.ABR.1991 em Atibaia e aí f. aos 31.MAR.2007.

3.4. Lúcia Beatriz Barreto, falecida menor.

3.5. Ziláh Barreto Pacitti n. aos 22.ABR.1939 ef.aos 07.JUN.1976;foi professora em várias escolas da zona rural e na cidadade de Atibaia. Prestou importante colaboraçãoem eventos culturais, beneficentes e religiosos, foi asssitente de direção na escola “José Alvim”. Homenageada com nome de rua e escola no bairro do Portão, foi c.c Walter Pacitti, economista. Teve:

4.1. Maria Regina, enfermeira

4.2. Maria Beatriz, administradora de empresas

4.3. Renato, engenheiro

2.7. Marieta Barreto, casada em fevereiro de 1926 com Pedro Alvim (ver 4.1., 3.1, 2.3., 1.7., N° 04, Cap. 4° do título Siqueira Franco e descendência no anexo a este título), nascido aos 16.JUL.1899, filho do tenente-coronel José Francisco de Campos Bueno “José Bim”, este filho do tenente-coronel José Alvim de Campos Bueno (ver Família Alvim de Atibaia no final deste título).

1.3. Maria Jacinta da Silveira “Mariquinha do Amaral” falecida em março de 1939, com 77 anos; foi casada 1a vez com seu primo Antônio Gabriel do Amaral com quem teve 2 filhos (verdesc. em 1.2., N° 02, cap. 5°) e 2a vez como cel. Claudino Alves do Amaral (ver desc. em 1.1. N° 01, cap. 5° dotítulo Alves do Amaral) com quem teve 4 filhos.

1.4. Francisco Pires de Camargo “Nhô Chico Pires” n. 17.MAR.1867 e f. 17.MAR.1962, fazendeiro e capitalista, proprietário da “Fazendola”, foi c.c Albertina Mielle Pires n. 24.JUL.1895 e f. aos 12.DEZ.1957, segundo consta, foi proprietário do primeiro automóvel de Atibaia. Teve:

2.1. João Batista Pires de Camargo “Mocinho” n. aos 20.JUN.1913 em Atibaia, foi diretor do grupo Pignatari em São Paulo, casou-se aos 14.MAIO.1938 com Maria de Lourdes Rocha e Silva. Faleceu aos 30.JAN.2006. Teve:

3.1. Sônia Maria c.c Dário Sebastião Oliveira Ribeiro Neto,advogado. Teve:

4.1. Renata,c.c José Pires Alvim Neto (ver 4.3., 3.1., 2.5., 18. a seguir).

4.2. Paula, c.c Márcio Jesus Costa.

3.2. Roberto Sérgio, economista, c.c Camila Afonso dos Santos:

4.1. Rodolfo

4.2. Álvaro

4.3. Roberta

2.2. Flávio Pires de Camargo n. aos 29.JAN.1916, médico e professor emérito da faculdade medicina da USP, catedrático da cadeira de ortopedia e traumatologia. Foi c.c Neuza Siqueira Meirelles e faleceu aos 24.MAR.1999. O Balneário de Atibaia e uma importante avenida levam seu nome. Teve:

3.1. Rita Maria,c.c Márcio Passini Gonçalves de Souza, médico ortopedista,diretor adminsitrativo do instituto de ortopedia e traumatologia do hospital das clínicas da USP. Teve:

4.1. Flávio

4.2. Caio

4.3. Marcelo

3.2. Regina Maria, c.c João Batista Aloe, economista. Teve:

4.1. Roberta, c.c Vitor Rehder.

4.2. Patrícia, c.c Jorge de Macedo.

3.3. Olavo Pires de Camargo n. aos 24.NOV.1951, médico, professor titular da faculdade de medicina da USP, casado com Vera Kortas. Teve:

4.1. Veridiana, médica.

4.2. Francisco

4.3. Olavo, advogado.

2.3. Olavo Pires de Camargo n. aos 19.DEZ.1918 e f. aos 24.JUL.1947, advogado, político militante em Atibaia, presidente da antiga UDN; foi c.c sua prima Célia Amaral (ver 3.5., 2.1., 1.1., Nº 01, cap. 5º do título Alves do Amaral). Teve:

3.1. Antônio Luiz Pires de Camargo, engenheiro, já falecido, foi c.c Cristina. Teve:

4.1. Guilherme

4.2. Helena

2.4. Nalcia, casada em julho de 1943 com Francisco Monteleone, advogado e jornalista na capital. Teve:

3.1. Silvia, c.c José Torres Ribeiro de Lima. Teve:

4.1. Vanessa

4.2. Amanda

4.3. Adriana

3.2. Suzana, c.c Waldir Lachowski. Teve:

4.1. Felipe

4.2. Karina

2.5. Lina Pires c.c Corecy Vilaça. Teve:

3.1. Ana Cristina

1.5. Capitão Joaquim Pires de Camargo n. em 1875 e f. em junho de 1939, foi fazendeiro, capitalista e político em Atibaia; casou-se em setembro de 1898 com Davina de Toledo Santos (ver 3.16., 2.2. 1.2., N° 06, cap. 10°, título Siqueira Franco), f. com 66 anos em outubro de 1943; filhos:

2.1. João Pires de Camargo “Zito Pires”, formado em direito em 1926; foi juiz de direito de Araras e emAraraquara; casou-se em julho de 1931 com Eglantina Leal (ver 2.2., 1.1., N° 01, cap. 1° do título Leite), filha de José Leal, e neta de Cristiano Leal (v. SL, 8/ 61); teve uma filha:

3.1. Maria Lúcia Joel Iost, professora da faculdade de odontologia de Araraquara – UNESP. Teve:

4.1. Lígia

4.2. Guilherme

2.2. Maria Pires de Camargo n. aos 14.FEV.1901 em Atibaia e ai f. aos 28.OUT.1980. Foi casada em 1919 com Álvaro Correia Lima, natural de João Pessoa, capital da Paraíba n. aos 10.JAN.1893 chegou em Atibaia em 1917, conceituado advogado no forum de Atibaia que leva seu nome; vereador (1936/37, 48/51, 56/60, 60/63, 64/69), presidente da câmara (1961/63, 1966/67); em 1946 foi eleito deputado estadual, mas com a anulação das eleições e realização de outra suplementar passou para condição de suplente de deputado estadual. Fundou e chefiou o partido constitucionalista em Atibaia que era uma continuação, a certo ponto, do antigo partido democrácrito, liderado por Bento Paes, e posteriormente a UDN, foi o maior líder oposicionista em contraponto a lideraça exercida por Zezico Alvim, que foi o mais importante chefe político situacionista das décadas de 1930 a 60. Foi um dos fundadores da antiga coorporação musical 24 de outubrode Atibaia, também foi jornalista e poeta, faleceu aos 21.NOV.1969 em Atibaia. Teve cinco filhos:

3.1. Carmem Lima, falecida menor.

3.2. Maria do Carmo Lima,falecia menor.

3.3. Celso Correia Lima

3.4. José Correia Lima

3.5. João da Mata, advogado, procurador do Estado, foi vereador em Atibaia (1952/56), c.c Yara Penteado. Teve:

4.1. João Paulo Correia Lima n. aos 01.JAN.1959, psicólogo, c.c Neusa Aparecida. Teve:

5.1. Lídia

5.2. Álvaro n. aos 28.DEZ.1987.

4.2. Ana Cecília, c.c Adalberto Tripicchio, médico.

2.3. Maria José

2.4. Maria Violeta, casada em 1936 com Waldemar Martins.

1.6. Ana Pires de Camargo “Ana Pires Soares” n. aos 26.JUL.1859 e f. aos 06.JUN.1937, muito caridosa é lembrada pela grande contribuição financeira na construção e manutenção da santa casa de Atibaia entidade que foi beneficiada em seu testamento, na qual há umbusto em sua homenagem inaugurado aos 23.MAR.1940. Foi c.c seu parente Francisco Soares do Amaral (ver 1.6., N° 08, cap. 5° do título Alves do Amaral), não deixaram descendência.

1.7. Cel. Florêncio Pires de Camargo “Nhô Flô” n. em 1869 em Atibaia e aí falecido aos 11.JUN.1951. Foi fazendeiro e capitalista em Atibaia onde também foi vereador (1914/17) e presidente da câmara municipal (1914/15), casado com Joana Batista de Campos (ver 2.1., 1.5., N° 04, cap. 4° do título Alves do Amaral). Teve:

2.1. Maria de Lourdes, c.c Oswaldo Urioste n. aos 02.AGO.1898, filho do cel. Teofilo Urioste, fazendeiro natural de Itatiba/SP (1865-1958) e de Francisca Martins Teixeira, era neto Dionisio de Paula Urioste (1840-1868), natural de Bragança Paulista e de Ana Rosa Pacheco, esta filha de Balbina Pacheco e de Dionisio Francisco Leite, este filho do cap. Antônio de Padua Leite (ver texto sobre a família Araújo na introdução ao título I deste trabalho).Oswaldo Urioste era médico formado no Rio de Janeiro, especializou-se em oftalmologia na França e na Alemanha. Foi prefeito sanitário de Atibaia (12.ABR.1947 a 04.AGO.1949), faleceu em São Paulo aos 03.ABR.1961; teve:

3.1. Edelweis Urioste DiDio, foi c.c Renato Alberto Teodoro DiDio, advogado sociólogo, professor universitário e escritor. Teve:

4.1. Maria de Lourdes Di Dio Lopo, c.c Antônio Lopo.

4.2. Oswaldo Augusto Urioste, químico, administrador de empresas e empresário, c.c. Maruza Goulart Urioste. Teve:

5.1. Eduardo Augusto Urioste c.c. Claudia Alves Urioste

5.2. Sandra Goulart Urioste

5.3. Solange Urioste Pizzo c.c. Alexandre Pizzo

5.4. Silvia Goulart

4.3. Yara Urioste Von Pfuhl, c.c. Licínio Rocha Von Pfuhl, juiz de direito. Teve:

5.1. Osvaldo Urioste Von Pfuhl

5.2. Oscar Urioste Von Pfuhl, c.c. Simone Von Pfuhl.

3.2. Oswaldo Augusto

3.3. Iara

2.2. Maria Leonor, f. aos 24.AGO.1988, foi c.c Abelardo Albuquerque Laranjeira, n. aos 03.JUL.1902 e f. aos 05.SET.1960, foi da Polícia de São Paulo. Tiveram uma filha:

3.1. Maria Alice

2.3. Paulo Pires de Camargo n. aos 16.SET.1912, formado em 1936 em medicina; foi médico da emigração echefe do posto de saúde e empresta seu nome a maternidade da Santa Casa de Atibaia. Casou-se em 1939 com Luiza Falcão e faleceu em Atibaia com 30 anos aos 21.JAN.1943. Teve dois filhos:

3.1. Paulo Sérgio, c.c Maria Tereza Xavier. Teve:

4.1. Paulo

4.2. Sérgio

4.3. Luciana n. aos 11.NOV.1978 c.c Reginaldo Borghi n. aos 26.DEZ.1964, filho de Joel Borghi, da numerosa família Borghi de Atibaia. Teve:

5.1. Igor

4.4. Mariana n. aos 20.AGO.1982 c.c Alesandro Bueno n. aos 17.OUT.1974. Teve:

5.1. Teodoro

3.2. Regina Maria foi c.c Marcelo Di Franco. Teve:

4.1. Cristiano

2.4. Antonieta n. aos 13.JUN.1916 em Atibaia e aí f. aos 03.JAN.1998; foi casada em 1942 com Valter Arruda Castanho,n. aos 22.JUL.1914 e f. aos 03.DEZ.1965. Teve:

3.1. Marcos Pires de Camargo Castanho n. aos 19.FEV.1943 e f. aos 24.ABR.2002, foi c.c Célia Ortiz.

4.1. Fabíola n. aos 11.ABR.1974. Teve:

5.1. Isabela n. 30.NOV. 2001.

4.2. Fernando n. aos 02.JUL1976. Teve com Daniela Bedore, sua prima no distante 12° grau genealógico (ver título Bedore e outros):

5.1. Lívia Maria Bedore Castanho n. 25.MAR.2002.

4.3. Fábio José n. aos 23.FEB1980, cantor, c.c Daniele Cintra Constantino. Teve:

5.1. Matheus n. aos 31.MAR.2011.

3.2. Florêncio Pires de Camargo Castanho “Chinho” n. aos 21.MARfoi c.c Mônica Aiko. Teve:

4.1. Vinícius

2.5. José Pires de Camargo n. aos 23.FEV.1917 e f. aos 05.ABR.1978, casou-se em Santos com Norma Santos em maio de 1943. Foi fazendeiro em Atibaia onde também foi vereador em 1948/51, foi presidente do Clube Recreativo Atibaiano (1976/78), foi o primeiro presidente do Lar Mariquinha do Amaral em 1938, voltando a ocupar o cargo em 1948/49 e 1971/73. Teve:

3.1. Carlos Roberto Pires de Camargo “Carol” n. aos 22.DEZ.1945, administrador de empresas, c.c Vera Lúcia (ver 3.2., 2.2., 1.5., N° 01, cap. 11° do título Pereira), n. aos 26.JAN.1950. Teve:

4.1. Daniela

4.2. Isabela

3.2. Paulo Eduardo Pires de Camargo n. 20.FEV.1948 f. aos 17.SET.1948.

3.3. Thais Helena n. 19.AGO.1950, c.c. Tomio Nishimura. Teve:

4.1. Vânia, c.c Lizandro Carlos Bayona. Teve:

5.1. Kyara

4.2. Katya, c.c Bryan KennethSpuhler.

3.4. José Carlos Pires de Camargo n. 11.FEV.1953, foi c.c Cibele Petroni. Teve 1 filho:

4.1. José Carlos

3.5. ˙Carlos Eduardo Pires de Camargo “Dado” n. 19.JUL.1954, comerciante, c.c Ivelise Maria de Oliveira, pedagoga. Teve 3 filhos:

4.1. Thiago, formado em história.

4.2. Fernanda, formada em turismo.

4.3. Henrique, formado em turismo.

3.6. Belkiss Helena Pires de Camargo n. 16.DEZ.1959, prof.ª, c.c Manoel Bezerra. Teve 2 filhos:

4.1. Manoel

4.2. Beatriz

3.7. Ivan Carlos Pires de Camargo n. aos 01.MAIO.1961, administrador de empresas, c.c Érica de Freitas, advogada. Teve 1 filho:

4.1. Fabricio

2.6. Celina, casada em 1945 com o dentista, Rosendo Corrêa de Aguirre nascido em Atibaia aos 18.AGO.1920 e aí falecido aos 08.SET.2000, filho de Juvenal Aguirre e de Teresa Egerte Aguirre. Foi vereador à câmara municipal (1948/51, 1952/54,como suplente, 1956/60 e 1960/63), presidente da câmara (1948/51, 1956/60) e prefeito sanitário (04.AGO.1949 a 18.AGO.1949). Teve:

3.1. Roseli n. aos 22.AGO, foi c.c Pedro Jan Smid, engenheiro, já falecido. Teve:

4.1. Cyntia, dentista, foi assaninada de forma brutal em seu consultório.

4.2. Michel n. aos 07.MAR.1979, engenheiro

4.3. Felipe

2.7. Ophélia n. aos 23.MAR.1925 e f. aos 22.NOV.1999 foi c.c Francisco Nascimento, já falecido. Tiveram:

3.1. Rita Maria n. aos 24.ABR.1957, c.c Ronaldo Zucatelli, perquisador científico. Teve:

4.1. Gustavo n. aos 07.NOV.1985.

4.2. Guilherme n. aos 24.NOV.1987.

1.8. Gertrudes Pires de Camargo ou “Nhá Tudica e Gertrudes Pires Alvim”n. em 1878 e f. em 1939, foi casada aos 19.ABR.1900 com o major Juvenal Alvim filho de Gertrudes Maria de Campos falecida aos 04.FEV.1879 e de José Alvim de Campos Bueno “José Alvim ou Nhô Bim”.

Pela incontestável importância política, econômica e social de José Alvim de seus descendentes, resovemos em janeiro de 2018, criar um anexo no final deste título para retratar os seus descendentes. Ver descendência no final final deste título, em Família Alvim de Atibaia[103]:

1.8. Francisca Pires de Camargo, casada aos 05.FEV.1898 com Pedro Elias de Godoi Moreira, capitalista e fazendeiro em Atibaia e Itatiba; foi também político nas duas cidades, tendo sido prefeito desta última; filhos:

2.1. Francisco Elias de Godoi Moreira, conhecido cirurgião na capital, fundador e diretor do instituto de ortopedia, foi também professor da faculdade de medicina; em 1943 foi nomeado diretor clínico do hospital de clínicas. Deve-se ao dr. Francisco Elias a iniciativa da fundação em São Paulo, do hospital para o tratamento da paralisia infantil. Foi c.c Maria Lunardeli; teve os filhos:

3.1. Paulo

3.2. Vanda

3.3. Vera

2.2. Conceição, c.c Ricardo Kawall Gomes; filhos:

3.1. Maria Célia

3.2. Nair

2.3. Mauro Elias de Godoi n. em 1909 e f. em 1940; foi c.c sua prima Maria José Cintra (v. adiante N° 4); teve três filhos:

3.1. Sílvia

3.2. Sérgio

3.3. Fábio

Nº 02 Josefa Pires de Camargo, casada em 1843 em Atibaia com seu primo João Franco de Camargo, filho de Joaquim Pires de Camargo e de Rita Maria da Silveira (ver descendência em título Siqueira Franco, cap. 4°). A família Salles de Atibaia, descende deste casal.

Nº 03 Coronel Jacinto Pires da Silveira, abastado fazendeiro em Itatiba, onde faleceu em 1928 com 100 anos de idade; casou-se 1.° com sua parente Maria das Dores, fª de Joaquim Pires e de Ana Soares (SL 8/316) e 2a vez com Ursulina de Godoy,. fª de João Gabriel de Godoi e de Joaquina de Morais, natural de Campinas; teve, do 1.° casamento 3 filhos e 7 do segundo casamento:

1.1. José Pires da Silveira, ex-escrivão de paz em São Manoel, c.em Campinas com Ana de Morais (SL 2/91); teve:

2.1. Ermantina, casada em Itatiba com Getulio Pupo; teve:

3.1. Odilon Pupo; casado.

3.2. Oralina, c.c Manoel Redondo, em São Manoel.

3.3. Odete, casada 1° com Joaquim Junqueira e 2a vez com Donato de Aguiar.

3.4. Orlando Pupo

3.5. Orse

3.6. Oneida

2.2. Elvira, c.c Izaltino Cruz, ambos falecidos sem desc.

2.3. Erasmo Pires de Morais, c.c Noemia Ferraz; teve:

3.1. José

3.2. Jurací

2.4. Etelviria, c.c Paulo Teixeira, em São Manoel.

2.5. Evilásio Pires de Morais, c.c Adelina Panzarin; teve:

3.1. Elvira

3.2. Elizabeth

3.3. José

2.6. Eglantina

2.7. Edgar Pires de Morais; casado.

1.2. Maria das Dores Pires c.c Israel Pinto Novais, fazendeiro em Avaré teve:

2.1. Benedito faleceu solteiro.

2.2. José Araújo Novais, oficial do registro de hipotecas de Avaré, f. em 1952, foi c. c Judite Dias Batista:

3.1. Israel Dias Novais n. aos 30.ABR.1920 em Avaré/SP e f. aos 06.JUN.2009 em São Paulo, formado em direito em 1943; quando estudante foi presidente da ass. acadêmica “Alvares de Azevedo”; detentor do prémio “Fagundes Varela” alusivo ao centenário deste poeta; membro diretor da academia de letras da faculdade de direito; fundador e diretor do jornal “O Libertador” do partido universitário do mesmo nome; diretor do “Depoimento” da Sociedade Amigos de Bui Barbosa”. Teve destacada atuação no patriótico movimento acadêmico contra a ditadura Vargas, sendo por isso detido e processado. No mesmo ano de sua formatura ingressou na redação do “Correio Paulistano”; pela sua brilhante atuação nesse conceituado jornal foi escolhido para representar o velho e tradicional órgão da imprensa paulista, viajando pela America do Sul (1944) e Europa e África (1947 e 1949) publicando interessantes reportagens e entrevistas com expoentes da cultura e da política de diferentes paizes; em 1946 ascendeu a Secretário Geral do “Correio Paulistano” cargo em que se manteve até novembro de 1954, quando assumiu inteiramente e com muita proficiência o honroso cargo de Kedator-chefe. Trabalhou no “Jornal de S. Paulo e no “Diário da Noite”, como Redator político; foi antigo redator da “Revista Brasileira de Poesia; foi membro do Clube de Poesia de S. Paulo; exerceu também o cargo de redator do serviço público, servindo no gabinete do secretário do governo; Foi membro da Academia Paulista de Letras e presidente do Instituto Genealógico e Histórico de São Paulo e membro da Academia Paulista de Letras. Candidatou-se a deputado estadual no pleito de 1954, pelo PR, sendo suplente da bancada. Foi secretário de governo e chefe de gabinete no governo Jânio Quadros em 1956. Elegegeu-se deputado estadual em 1958/62 e 1962/66, deputado federal de 1966/68, 1976/1980 e 1980 a 1986. Casou-se aos 22.JAN.1949 com Marina Galvão Villares da Silva, filha de Antônio A. Villares da Silva e de Jandira Galvão. Teve quatro filhos:

4.1. Antônio n. aos26.FEV.1950.

4.2. Ana Tereza n. aos 23.SET.1951

4.3. Maria Amélia n. aos 06.JUL.1953

4.4. Marina n. aos 12.NOV.1954.

3.2. Aparecida

3.3. Cândida, c.c. José Gonzaga Lima

3.4. Dalila, c.c. Carlos Ramires.

3.5. Maria Ines c. c. Pedro Faraco Filho.

3.6. Paulo Dias Novais, ex-prefeito de Avaré e ex-deputado estadual.

3.7. Judite

2.3. Maria do Carmo, casada em Avaré com Eugênio Rubens Maia de Andrade, alto funcionário federal junto à delegacia fiscal em S. Paulo; teve:

3.1. Plínio Novais Andrade, juiz de direito de Palmital.

3.2. Maria Nazaré

3.3. Antônio Novais Andrade, advogado.

2.4. Joaquim Pires Novais, adiantado fazendeiro em Avaré, c.c Alzira de Almeida; teve:

3.1. Marie Helena

3.2. Maria Lúcia Ernani

3.3. Maria Ligia

2.5. Petronilha, foi freira em Botucatú.

2.6. Ana, c.c José Rebouças de Carvalho, comerciante em Avaré; teve:

3.1. Joaquim

3.2. Maria Tereza

3.3. Marieta

3.4. Ana Maria

2.7. Jacinto

2.8. Ester

2.9. Paulo Pinto Novais, médico em Avaré onde foi prefeito; c.c Alice, Cruz; teve um filho:

3.1. Flávio Guilherme

2.10. Rita

2.11. Benedita, c.c o Washington Monteiro de Barros, já falecido, foi juiz de direito, desembargador e renomado jurista, autor de festejadas obras de direito civil. Teve uma filha:

3.1. Maria Cecilia

1.3. Damasio Pires da Silveira, fazendeiro em Itatiba, falecido em fevereiro de 1944 com 76 anos de idade; foi c.c Benedita de Passos; teve:

2.1. Maria Eufrosina

2.2. Joaquim Antônio de Camargo Pires, c.c Marina de Araújo.

2.3. Paulo Pires de Camargo, casado em junho de 1944 com MariaTeresa de Brito.

2.4. Boaveritura

2.5. Ana

2.6. Afranio

2.7. Adriano

2.8. Nizia.

1.4. Benedito Pires da Silveira, foi funcionário do instituto biológico, c.c Olímpia Simões; teve:

2.1. Maria das Dores

2.2. Ana Circe

2.3. Maria Cecilia

2.4. Maria José

2.5. Cândido Pires da Silveira, funcionário bancário na capital, casado aos 07.NOV.1942, com Maria Aparecida Franco de Campos; teve:

3.1. José Cândido, nascido em agosto de 1943.

2.6. Antônio de Padua Pires

2.7. Benedito Álvaro Pires

2.8. Paulo Pires Simões

1.5. Sebastião Pires da Silveira, c.c Sebastiana da Silveira Penteado, sua parente (v. adiante, cap 2°, N° 01); teve:

2.1. Ana de Jesus, c. em Ribeirão Preto com Fausto Penteado Junqueira.

2.2. Maria do Carmo, casada em S. Paulo com Oscar de Barros.

2.3. Sebastião Otávio Pires

2.4. Julia Pires da Silveira

1.6. Maria da Conceição Pires, c.c Benedito Alvim“Zico Bim”, foi escrivão do 1° cartório de notas de Atibaia (ver em 4.2., 3.1., 2.3., 1.7., N° 04 cap. 4° do título Siqueira Franco), foi tabelião do 1° ofício em Atibaia; teve:

2.1. João Batista Alvim, casado em 1945 com Odila de Oliveira.

2.2. Benedito Alvim Júnior, c.c. Mirian Pinto Monteiro aos 04.DEZ.1941.

1.7. Joaquina Pires, casada em Itatiba com Pedro Ferrari; teve:

2.1. Pedro

1.8. Amador Pires da Silveira, c.c Arnina Contruci; teve:

2.1 Maria de Lourdes e Maria Tereza.

1.9. Leopoldina Pires, c.c Antônio Muniz, já falecido; foi residente no Rio de Janeiro; teve:

2.1. José Pires Muniz, casado em Itatiba com Maria de Lourdes Macedo.

2.2. Maria de Lourdes

2.3. Sebastiana, casada no Rio de Janeiro com Cid Xavier Muler.

2.4. João Pires Muniz.

2.5. Terezinha

1.10. Maria Aparecida Pires, falecida em 1939; foi c.c Vitoriano Rangel, falecidos sem descendência.

N° 04 Joaquina Pires de Camargo, casada em Atibaia com Florêncio Soares do Amaral, filho de Bento José Soares (ver título Soares) e de Ana Tomázia do Nascimento (SL 8/315 e título Soares deste trabalho. Teve:

1.1. Francisco Soares, f. solteiro em 1936. Foi durante muitos anos proprietário da casa Carvalho Filho, em S.Paulo.

1.2. Estanislau Soares, foi fazendeiro e capitalista em Itatiba; casou-se 1° com Maria Izabel de Godoi, e 2a vez com Cândida Jolí; teve dois filhos do primeiro e também dois do segundocasamento:

2.1. Cira Soares, c.c o professor Francisco Alves Mourão, foi delegado regional do ensino; filhos:

3.1. José Alves Mourão, foi negociante na capital.

3.2. Luiz Gonzaga, falecido em 1938 aos 20 anos, quando estudava.

3.3. Maria Aparecida

3.4. Ciro Alves Mourão

3.5. Maria Izabel

3.6. João Batista Alves Mourão

3.7. Cecília

3.8. Francisco de Assis

3.9. Antônio.

2.2. Clóvis Soares n. em 1895 e f. aos 30.AGO.1965, fazendeiro em Atibaia e industrial em São Paulo, grande empreendedor imobiliário, que deu continuidade ao loteamento do populoso bairro do Alvinópolis em Atibaia, loteamento iniciado por seu sogro, major Juvenal Alvim e pelo farmaceutico Armínio de Catro Ferraz. Foi c.c sua prima Maria Alvim Soares (ver descendência em N° 04 do anexo deste título – Família Alvim de Atibaia).

2.3. Rute, c.c Joaquim Tavares; teve q. d.:

3.1. Olavo

3.2. Aparecida

2.4. Joaquina Soares.

1.3. Francisca Soares, falecida em Serra Negra em 1925 c.c o tenente-coronel José Inácio de Campos Cintra, falecido em Serra Negra em 1897, onde foi fazendeiro. Teve q.d os filhos:

2.1. Constança, casada em 1896 com Bertolo Pires de Azevedo Pimentel, que foi tabelião em Amparo, filho de Antônio Pires Pimentel e sua 1ª mulher Porfiria, teve 13 filhos:

3.1. Décio, c.c Maria Aparecida de Oliveira, fª de Joaquim de Oliveira e Hortência de Oliveira, teve q.d.:

4.1. José Carlos

4.2. Henrique Oswaldo

4.3. Maria Lucia

4.4. Maria Tereza

4.5. Francisco Xavier

4.6. Luiz Gonzaga

4.7. Bertoldo Joaquim

3.2. Dulce, c.c seu parente Cássio Cintra, teve q.d. :

4.1. Aparecida

4.2. José Cássio

3.3. Maria Cintra Pimentel, n. em Amparo, religiosa dominicana com o nome de irmã Maria Rosa, residiu em Araxá, durante muitos anos e f. no Rio de Janeiro em 16.JUN.1947, com 47 anos.

3.4. José Inácio, c.c Paulete Straunard, teve q.d.:

4.1. Luiz

3.5. Mirtes, c.c seu parente Amador Cintra do Prado, eng° civil; filhos:

4.1. Maria Cecília

4.2. Alfredo

3.6. Renato Pimentel

3.7. Raquel, freira dominicana.

3.8. Ana Francisca

3.9. Antônio Pimentel, c.c Falide Gebauer, teve q.d.:

4.1. Fany

4.2. Elisabeth

4.3. Gilberto

3.10. Bertolina, freira dominicana.

3.11. Edmundo Pimentel

3.12 Contança, c.c Virgílio Itapema Alves, médico, filho de João Alves de Moraes Cardoso, nascido em Bragança em 1869 e Alzira de Carvalho Pinto, falecida em 1928, neto paterno do barão de Itapema, teve q.d.:

4.1. José Luís

3.13. Maria Aparecida c.c José Candido Tolosa, médico, filho do comendador Luiz Tolosa de Oliveira Costa e Constança Angelina dos Santos Mota, esta descendente do visconde de Caeté, teve q.d. :

4.1. Maria Raquel

4.2. Maria Cândida

4.3. José Tarcísio, nascido em São Paulo em 1947.

2.2. Hermínia Cintra, c.c Saturnino Alves Franco, dentista, teve q. d. 8 filhos:

3.1. Clara

3.2. Francisca, c.c Jaime Heitzman, médico, teve q.d.:

45.1. Myrian

3.3. José Cintra Franco, médico formado no Rio de Janeiro em 1938, casado aos 23.DEZ.1947 com Gretchen, filha de Aristides de Arruda Camargo e Hida Schwintek

4.1. Roberto n. 22.OUT.1948.

4.2. Ana Maria n. aos 26.JUL.1950.

4.3. Ricardo n. aos 22.SET.1952.

4.4. Paulo n. aos 22.OUT.1954.

3.4. Jairo, dentista, c.c sua parente Alda Passos Cintra, teve q.d.:

4.1. Francisco

3.5. Saturnino, médico

3.6. Bento

3.7. Tarcísio

3.8. Inês

2.3. Alzira, c.c seu parente Lucas Nolasco da Silveira, falecido em 1932; teve:

3.1. Maria

3.2. Elza, c.c Jacques Tupinanbá, médico, nascido em Jaú/SP em 1900, teve q.d.:

4.1. Alexandre

3.3. Lavínia

3.4. Enéas c.c Lavínia Doria de Barros, fª de José Emídio de Barros e Albertina Doria, teve q.d.:

4.1. Hebe Magali

4.2. José Eduardo

3.5. Lúcio Cintra da Silveira, advogado formado em 1938.

3.6. José Pedro Cintra da Silveira

3.7. Lucas, advogado.

3.8. Carlos

2.4. Aníbal Soares Cintra, casou 1ª vez com Laura Brito Costa, 2º vez em 1925 com Carmosina Gomes de Araújo. Teve 1 filho da 1º mulher e duas da 2ª:

3.1. Fabio

3.2. Maria Teresa

3.3. Maria Estefânia

2.5. Dario Soares Cintra, nascido em Serra Negra c.c Maria de Almeida, nascido em Portugal em 1899, falecido em S.Paulo em 1944, teve q.d. 7 filhos:

3.1. Maria Conceição

3.2. Lucia

3.3. Maria Alice

3.4. Antônio

3.5. Cecília

3.6. Luiza

3.7. Raimundo de Almeida Cintra, frei O.P., n. em Amparo aos 10.FEV.1915, depois de seus estudos preparatórios na escola dos padres dominicanos em Uberaba, foi para Beatriz, França, onde aos 06.MAR.1931 recebeu o hábito da ordem dominicana, fez seus estudos superiores em Saint-Maximim, onde se ordenou sacerdote aos 19.MAR.1939, foi vigário da paróquia de S. Domingos em S.Paulo, em 1946 foi superior do convento dominicano de Uberaba/MG.

2.6. Maria de Lourdes, casada em Amparo em 1937 com Aníbal Coelho, médico. Teve q.d.:

3.1. Heloisa Maria

2.7. Joaquim Soares Cintra; foi residente em São Paulo.

1.4. Maria Joana Soares, casada em Amparo com Ernestino de Assis Cintra, falecido em 1940.Teve uma filha:

2.1. Maria José Cintra, c.c Mauro Elias de Godoi Moreira

Nº 05 Antônio Pires de Camargo, nascido, em Atibaia em 1835, casou-se em Itatiba com sua prima Maria Franco Crispim; teve:

1.1. José Antônio de Camargo Pires, que faleceu solteiro.

Nº 06 Delfim Pires de Camargo n. em Atibaia em 1826 casada em Campo Largo aos 18.SET.1849 com Gertrudes Franco de Godoi, filha de Inácio Franco de Godoi e de Francisca Maria Penteado, (não conseguimos a desc. deste casal).

Nº 07 Manoela Joaquina Pires, foi c.c Floriano Franco Ramalho; o casal depois de residir algum tempo em Amparo, passou a residir nos sertões do Rio Novo do então município de Botucatú em 1865, hoje município de Avaré onde adquiriu vasto latifúndio, iniciando o plantio de café; interferiu na vida política da nascente cidade onde foi muito considerado. Teve:

1.1. Francisco da Silveira Franco, casado em Atibaia com Maria do Amaral, filha de José Antônio do Amaral; residiram em Avaré, onde deixaram os filhos:

2.1. Ana Pires do Amaral, c.c seu primo Lázaro Augusto do Amaral Leite (v. 2.2. abaixo); teve:

3.1. Ubaldino do Amaral

3.2. Izaura

3.3. João

3.4. Francisco

3.5. Paulo

3.6. Amélia

2.2. José Pires da Silveira, c.c sua prima Saturnina da Silveira Franco, filha de 1.3. adiante; teve:

3.1. Sebastião

3.2. Roque

1.2. Bento da Silveira Franco, c.c Amélia de Oliveira Simas de Atibaia); não deixaram descendência.

1.3. Felisberto da Silveira Franco, c.c Cândida da Costa; teve:

2.1. José da Silveira Franco, c.c sua prima Maria do Amaral. (v. adiante 1.7., 2.6.).

2.2. Manoel da Silveira Franco, foi casado; sem desc.

2.3. Francisco da Silveira Franco; casado.

1.4. Beraldo da Silveira Franco, faleceu, solteiro, em Avaré.

1.5. Julia, foi c.c o cel. José Vicente do Amaral Leite, político em Avaré onde foi prefeito em 1897. Tiveram:

2.1. Faustina, casada com Miguel Vieira; sem desc.

2.2. Lázaro Augusto do Amaral Leite, c.c sua prima Ana Pires (v. descendência retro 2.1. de 1.1.), também conhecido por “ Lazinho do Amaral”, foi pessoa de grande conceito em Avaré, sua terra natal; foi durante muitos anos influente político da faccão dominante; exerceu com inteligência os cargos de juiz de paz, vereador, vice-presidente, presidente da câmara, vice-prefeito, prefeito em 1920.

2.3. Bárbara Generosa, c.c Vicente Pires Corrêa; teve:

3.1. João Batista do Amaral Pires

2.4. Maria Osório, c.c Lucas Simoneti; teve:

3.1. Inácio Amaral Simoneti, falecido.

3.2. Bonina, c.c José Pires Corrêa.

3.3. Cassimiro Amaral Simoneti, casado.

3.4. Justina, c.c Lucas Trench; Teve:

4.1. Ligia

4.2. Gilda, gêmeos

4.3. Celso

4.4. Luciano

4.5. Milton

3.5. João B. do Amaral Simoneti.

3.6. Lucas Simoneti Filho, casado.

3.7. Maria Julia, c.c Ventura Dei Rio.

2.5. José Franco do Amaral Leite, solteiro, escrivão da 6adelegacia em São Paulo.

1.6. Paulino da Silveira Franco; faleceu solteiro.

1.7. Leopoldina, c.c Manoel Joaquim do Amaral; teve:

2.1. Faustina, c.c José Manoel de Assis; filhos:

3.1. Braz de Assis, c.c sua prima.

3.2. Amando de Assis; casado.

3.3. Elisa, casada com Adelino Cardoso.

2.2. Lázaro do Amaral, c.c Paulina do Prado; teve:

3.1. José do Amaral, casado.

3.2. Manoel

2.3. Tobias do Amaral, c.c uma sua prima; com desc.

2.4. Sebastião do Amaral, c.c sua prima.

2.5. Manoel do Amaral, c.cAmélia César da Silveira; teve:

3.1. Odilon

3.2. Oravia, casada.

2.6. Maria, c.c seu primo José da Silveira Franco (v. retro 1.3, 2.1.); teve:

3.1. Roque

3.2. Sebastião

2.7. Leopoldina, c.c Benedito Antônio Lopes.

2.8. Júlio do Amaral, c.c Maria de Paula; teve:

3.1. Odilon

3.2. João Batista do Amaral

1.8. Joséfa da Silveira Franco, c.c Miguel Alves Cardoso, teve:

2.1. Benedito Alves Cardoso, casado, residente em Ipaussí.

1.9. Escolástica da Silveira Franco, c.c Pedro Bento Alves; teve:

2.1. Maria Alves, c.c seu primo Artur Alves Esteves.

2.2. Petronilha, c.c Manoel Vieira.

2.3. Benedito Bento Alves, c.c sua prima.

2.4. Joséfa Alves, c.c Antônio de Paula; sem desc.

2.5. Manoela Alves, c.c Manoel de Paula.

Capítulo 2º

Ana Francisca Franco

Ana Francisca Franco, nascida em Atibaia, aí se casou em 1805 com seu primo Antônio Luiz Leite Penteado, batizado em 1785, em Atibaia; filho de Lucas da Silveira Franco e de Maria Rodrigues Penteado, natural de Parnaíba(ver N° 10, cap. 5° do título Siqueira Franco). Teve q.d os filhos:

Nº 01 Maria Rosa Penteado

Nº 02 Jacinta Franco de Jesus

Nº 03 Francisca de Paula

Nº 04 Delfina Maria Franco

Nº 05 Gertrudes Franco

Nº 06 João Luiz Penteado

N° 07 Inácio Franco Penteado

N° 08 Manoela Franco Penteado

N° 09 Antônio Luiz Leite Penteado

N° 10 Joaquim Leite Penteado

N° 11 Lucas da Silveria Franco

N° 12 Ana Franco Penteado ou Franco do Amaral (?)

Nº 01 Maria Rosa Penteado, casou-se em Atibaia aos 14.NOV.1821 com Inácio Franco Penteado, seu parente, f. em 1842, f° de Justiniano Ortis Leite e de Inácia Maria, n.p. de Estevão Ortiz da Rocha, natural da freguesia do Ó e de Maria Leite, de Parnaíba; n.m.de Domingos Teixeira de Moraes e de Ana Franco, naturais de Pitangui/MG (SL2/89 e 1/ 525); teve:

1.1. João Franco Penteado, casado em Campo Largo aos 06.DEZ.1842 com sua prima Delfina Franco, Soares ou Pires de Camargo(ver adiante N° 02, cap 8°), filha de Inácio Pires de Camargo e de Maria Joana Soares, dispensados no 3° grau misto e 2° de conseguinidade; teve q.d:

2.1. Tobias Soares Penteado, casado em Campo Largocom Rita Penteado (ver 4.2., 3.1., 2.1., 1.3. N° 01, cap. 1° do título Siqueira Franco).

2.2. José Rosa Penteado, c.c Ana de Silveira Campos; teve:

3.1. Sebastiana, c.c seu parente Sebastião Pires da Silveira (v. retro, Cap. 1°, N° 03).

3.2. Alzira Penteado, casada em Bragança com Manoel Nardy.

3.3. Francisco Penteado, já falecido.

2.3. Benedito Soares de Moura falecido em Atibaia aos 29.JAN.1936.

2.4. Maria Franco Penteado, c.c José Soares Ferreira, com descendência, mas sem informação..

2.5. Benedita c.c. Jacinto Lopes c. desc.

1.2. Rita, n. 1825.

1.3. Ana Rosa, n. 1826.

1.4. José n. 1827.

1.5. Ana Carolina que foi casada aos 30.JUN.1867 em Campo Largo com José Francisco de Moraes viúvo de Miquelina Leite, sendo ela filha de João Franco Penteado e de Delfina Soares, os quais temos certeza tratar-se do casal 1.1.

Nº 02 Jacinta Franco de Jesus, casada em 1823 com João Francisco do Amaral, filho de Antônio Ortis do Amaral (1/303) e de Mariana Francisca Ferraz de Araújo (SL2/548), neto paterno de João Ortiz de Camargo e de Ursula Bueno; neta materna de Antônio Ferraz de Araújo e de Gertrudes Corrêa; deixou um filho.

Nº 03 Francisca de Paula, casada em Atibaia em 1830 com Antônio Franco Penteado, filho de Custódio Azevedo Neves e Maria Rosa Penteado, esta filha de Antônio Franco de Camargo e de Rosa Maria Leite SL 1/344, onde foi omitida a filha Maria Rosa Penteado; teve:

1.1. Nhazinha, c.c Joaquim Fróes; teve:

2.1. Maria

2.2. Ana

1.2. João Pires Penteado, c.c Generosa; teve:

2.1. José do Carmo Penteado, c.c Maria Antonia do Amaral (v. título Alves do Amaral, capítulo 5°).

1.3. Joaquim Franco Penteado, c.c Carolina Maria de Jesus; teve:

2.1. Escolástica Franco de Jesus, c.c seu primo Delfim Pires de Camargo, em 1857.

2.2. Ana

2.3. José

Nº 04 Delfina FrancoPenteado, casada em Atibaia 1° vez com seu tio Inácio Pires Camargo (ver cap. 8.° adiante), viúvo de Maria Joana Soares e 2a vez com Benedito Alves de Siqueira (ver 3.1., 2.1., 1.3., N° 01, cap. 1° do título Siqueira Franco), filho de Jacinto Alves de Siqueira e de Maria Bueno. Ver descendência de seu primeiro marido no capítulo 8° do título Pires de Camargo e do segundo marido no capítulo 1° do título Siqueira Franco.

Nº 05 Gertrudes Franco, foi casada em Atibaia em 1848 com Firmino Pires de Oliveira, filho de Salvador Pires de Oliveira e de Maria Elfrasia Penteado (SL 1/342).

Nº 06 João Luiz Penteado[104], c.c Delfina Maria do Carmo; teve q.d:

1.1. Tenente Roque Soares de Moura; 1° vez c.c Eugenia Pacheco Cintra “Nhá Zefá”,filha de Iria Leite Pacheco e de José Felix Cintra (ver 1.1., N° 01, cap. 3° da família Araújo do título I) e 2a vez com Joséfa Mayer. Teve da 1ª esposa q.d.:

2.1. Francisco de Moura “Chico Roque ou Chico Cruz” foi ma figura folclórica em Atibaia.

2.2. Sebastiana de Moura Oliveira

2.3. João de Moura “Nhô João do Grupo Escolar” n. aos 24.JUN.1894 e f. aos 12.MAR.1972.

2.4. Nestor de Moura

1.2. Antônio Soares de Moura, c.c Gertrudes Bueno; com desc.

1.3. Benedito de Moura, c.c Leopoldina Benedita.

1.4. Maria do Carmo, c.c Francisco G. Ferreira.

N° 07. Inácio Franco Penteado casado aos 27.OUT.1842 com Ana Franco, filha de Antônio Alves Cardoso e de Bernardina Maria Franco.

N° 08 Manoela Franco Penteado, foi 2ª esposa de Jacinto Alves de Siqueira com quem se casou em Campo Largo aos 08.JAN.1850 (ver 2.1., 1.3., N° 01 cap. 1° deste título).

Nº 09 Antônio Luiz Leite Penteado; faleceu solteiro.

N° 10 Joaquim Leite Penteado casado aos 11.MAIO.1841 em Campo Largo com Carolina Maria da Silva.

N° 11 Lucas da Silveira Franco casado aos 13.AGO.1833 em Campo Largo com Ana Franco de Moraes, filha de João José de Moraes e de Gertrudes Alves do Amaral.

N° 12 Ana Franco Penteado ou Franco do Amaral. Acreditamos, embora não tenhamos encontrado provas, que Ana Franco Penteado possa ser filha de Antônio Luiz Leite Penteado, ou uma de suas netas, a qual se casou-se com Lucas de Siqueira Franco que acreditamos ser o citado em SL 6/19, filho de Estevão Soares da Rocha e de Gertrudes Maria das Neves. Lucas de Siqueira Franco e Ana Franco Penteado tiveram, entre outros, Gertrudes Franco Penteado ou Gertrudes Maria Franco, f. aos 01.MAR.1921, que se c.c João José de Camargo Lopes ou João Lopes de Camargo[105] aos 21.OUT.1862 em Campo Largo, sendo ele viúvo de Gertrudes Maria Franco e era com toda certeza filho de Gertrudes Maria e de Salvador Lopes de Camargo, o qual pode ser considerado o tronco da numerosa família Lopes de Camargo de Jarinu.

Capítulo 3º

Joaquim Pires de Camargo

Joaquim Pires de Camargo, casado em Atibaia em 1822 com Rita Maria da Silveira (ver descendência em 1.4., N° 02, cap. 4° do títuloSiqueira Franco).

Capítulo 4º

Gertrudes Maria de Camargo

Gertrudes Maria de Camargo c. 1807 c. José Joaquim Franco (SL 1/ 339), teve o filho único:

Nº 01 Calixto Franco de Camargo c. 1840 em Itatiba c. Ana da Silveira. Franco, filha de Joaquim Franco do Amaral e de Delfina da Silveira Cezar (SL 1/484, 6.9.) tiveram os filhos:

1.1. Joaquim n. em 1841.

1.2. Maria n. em 1843.

Capítulo 5°

José Pires de Camargo

José Pires de Camargo nada descobrimos

Capítulo 6°

João Pires de Camargo

João Pires de Camargo n. em 1790 em Atibaia; exerceu a profissão de tropeiro e mais tarde de lavrador; casou-se com 20 anos em 1808 na Freguezia do Ó com Antonia Joaquina filha de Francisco Xavier Bueno e de Gertrudes Machado (SL 1/524) agricultores naquela Freguezia; em 1815 residiu no bairro Santana: o censo daquele ano informa: “vive de sua tropa que tem arreada”; em 1816 aparece no mapa de população com dois filhos nascidos na Freguezia, e em 1820 encontramo-lo residindo definitivamente em Atibaia, bairro do Rio Abaixo como lavrador até 1835 quando adquiriu de Maria Joana Branco da Silva conforme escritura lavrada no Tabelião Arruda de Itú onde residia a vendedora, a Fazenda no bairro do Rio das Pedras, passando então a residir definitivamente em Jundiaí. Em 1856 registrou no Livro Paroquial essa compra declarando que seu filho Elias era condomino por herança na referida Fazenda, sabendo-se então que sua mulher já era falecida. Pelo livro de batismo da Freguezia do Ó o casal teve 3 filhos: Joaquim, outro Joaquim e Elias; pelo censo de 1836 de Atibaia teve mais a filha Maria; em dezembro de 1856 no inventário procedido por morte de João Pires, (Cartório do 1.° Ofício de Jundiaí a partilha foi amigavelmente por não haver menores; na petição assinaram os dois filhos Joaquim e Elias conjuntamente com os dois cunhados José Alves de Siqueira e Francisco José Soares, sem menção dos nomes das respectivas mulheres, por onde se conclue que João Pires de Camargo teve 4 filhos; não conseguimos descobrir descendência dos genros vamos descrever somente a dos dois filhos. Do Livro de Batismos da Freguezia do O’ consta os seguintes assentos:

Nº 01 Joaquim

Nº 02 Joaquim

Nº 03 Elias

Nº 04 Maria

Nº 01 Joaquim batisado aos 22.NOV.1811 com 15 dias, sendo padrinhos: Francisco Barbosa Pires e sua mulher Maria Antonia Franco natural de Atibaia (padrasto e mãe de João Pires), provavelmente faleceu na menoridade.

Nº 02 Joaquim batisado aos 13.JUN.1814 como vemos: “Joaquim: aos 13.06.1814 nesta Matris de N. S. do Ó’ batisei, e pus os Santos Óleos a Joaquim, filho legitimo de João Pires de Camargo e de Antonia Maria sua mulher; padrinhos: Damasio António da Silva e s/ mulher Rita Maria do Esp. Santo. O coadjutor Jacinto Ferraz Coelho” é o registro de batismo tal como está no livro da Matriz da Freguezia do Ó.Casou-se em Campo Largo de Atibaia aos 03.AGO.1841, com Ana Soares (ver N° 05, cap. 4° do título Soares) nascida no bairro de Campo Largo (SL 8/316). No Censo de Atibaia de 1846, eram moradores no bairro do Rio Abaixo, onde tinham fazenda; nessa ocasião Joaquim declarou ter 32 anos e Ana 18, figurando os filhos. Silva Leme na descrição que faz dos descendentes deste casal, não menciona todos os filhos, como também não diz de quem descende Joaquim Pires; as pesquisas de Waldomiro F. da Silveira em sua obra é que completou as falhas da Genealogia Paulistana. Tiveram:

1.1. Maria das Dores Soares de Camargo, n. em 1845, c.c seu primo Jacinto Pires da Silveira, abastado fazendeiro em Itatiba (v. Descendência neste Título, Capítulo 1°, n° 03).

1.2. José Soares de Camargo Pires, fazendeiro em Amparo, falecido em 1924 com 78 anos, casou-se em Itatiba em 1868 com Francisca Franco de Godoi filha de João de Godoi Lima (SL 1/301); deixou os filhos naturais de Amparo:

2.1. Joaquim de Lima Pires n. aos 02.MAIO.1870 e falecido em Amparo aos 13.JUN.1952; casou-se em Araras com sua parente Braulia Soares de Lacerda (ver N° 05, cap. 3° do títuloSiqueira Franco). Joaquim foi abastado fazendeiro em Araras Jaboticabal e Amparo, e proprietário e capitalista em S. Paulo; filhos:

3.1. Zuleika c. em junho de 1924 com Antônio de Carvalho Fontes, s.d.

3.2. Fausto de Lima Pires c. em maio de 1927 com Helena Marschall s.d.

3.3. Olavo de Lima Pires c. 1939 com Maria Leonor de Oliveira; filhos:

4.1. Vera

4.2. Sérgio

2.2. Horacio de Lima Pires falecido em 1913, foi casado 2 vezes: 1° vez com Laura do Prado (descendente de Jeronimo de Camargo, o fundador de Atibaia) e 2a vez com Ester Silveira; teve só do 1° matrimônio:

3.1. Moacir Pires

3.2. Francisca do Prado Pires

2.3. Ana Benedita Pires.

2.4. Raul Pires falecido aos 13.FEV.1939 com 56 anos, casou-se em Jundiaí em 1913 com sua prima Judite Soares (v. adiante neste título.) tiveram os filhos:

3.1. Luiz de Camargo Pires, médico formado em 1940 pela Universidade de S. Paulo; casou-se aos 24.FEV.1947 com a professora Mercedes Mátachana; teve:

4.1. Raul

4.2. José Luiz.

3.2. Maria Ines de Camargo Pires c.c. Reinaldo Alves; teve:

4.1. Judite

4.2. Maria

4.3. Evelina Maria

3.3. Osvaldo Camargo Pires, diretor do grupo escolar de Amparo.

3.4. Maria Tereza de Camargo Pires

3.5. Maria Helena

2.5. Oscarlina c.c Felix Pestana já falecido; s.d.

2.6. Artur de Lima Pires c.c. Alice Bastos Machado s.d.

2.7. Dario de Lima Pires f. em 1942, foi c.c Leonor Scrosoppi. s.d.

1.3. Boaventura Soares de Camargo f. aos 06.ABR.1920 com 73 anos em Amparo onde foi abastado fazendeiro, casou-se em Jundiaí com Barbara da Silveira Franco, falecida com 63 anos aos 21.JAN.1930. (Barbara é irmã de Cesaria da Silveira Franco c.c Joaquim Pires de Oliveira (v. adiante) ambas filhas de Manoel Damasio da Silveira Franco (Maneco Damasio) (v. SL2/285,9-4 onde não menciona a desc.). Do casal Boaventura e Barbara, descendem:

2.1. Agenor Soares de Camargo, farmacêutico. Casou-se 1° com sua parente Benedita Pimentel falecida em 1917, e 2a vez com Buridice Moraes falecida aos 05.SET.1951. Residiu muitos anos em S. Cruz do Rio Pardo; faleceu em Jundiaí a 25.NOV.1948. Deixou um filho do 1° casamento e seis do 2º casamento :

3.1. Paulo Pimentel de Camargo, cirurgião dentista casado aos 31.JUL.1940 com a profª Laura Teresinha Silva. Teve:

4.1. Laura Maria

4.2. José Roberto

4.3. Otávio.

3.2 Neli Moraes Camargo, professora, c.c Ilson Nogueira fazendeiro em Jundiaí; filhos:

4.1. Nel

4.2. Mareia

4.3. Ilson

3.3. Lucí Moraes Camargo, funcionaria pública.

3.4. Fani Moraes Camargo, professora.

3.5. Nanei Moraes Camargo, professora.

3.6. Agenor

3.7. Sofia

2.2. Joaquim Soares de Camargo

2.3. Alcides Soares de Camargo

2.4. Nivaldo Soares de Camargo c. aos 23.DEZ.1933 com a profª Branca de Melo; Teve:

3.1. Nivaldo

3.2. Sérgio

3.3. Gilberto

2.5. Ana S.de Camargo “Nicota” casada aos 12.FEV.1915 com seu primo Rodrigo S. de Oliveira (v. adiante) s.d.

2.6. Judite da Silveira Camargo casada aos 31.DEZ.1913 com seu primo Raul Pires falecido aos 13.DEZ.1939 com 56 anos. (ver descendência retro neste título).

2.7. Odila Soares de Camargo

2.8. Gumercindo Soares Camargo, medico formado em 1924; foi diretor clínico do hospital de S. Vicente de Jundiaí; casou-se aos 16.OUT.1927 com a profª Elisa Bandeira; teve:

3.1. José Carlos Bandeira de Camargo, médico e empresário.

3.2. Maria da Gloria Bandeira de Camargo c. em 1954 c. o eng.° Adolfo Traldi.

3.3. Tereza Maria Bandeira de Camargo

3.4. Paulo José

3.5. José Roberto, médico, empresário, proprietário do hospital Santa Elisa de Jundiaí..

1.4. Ana Soares de Camargo “Aninha” falecida em Jundiaí aos 04.JAN.1917 com 79 anos, c.c o major Antônio José de Oliveira, fazendeiro e proprietário em Jundiaí, falecido com 91 anos aos 19.JAN.1914: filhos:

2.1. Escolástica Soares com 85 anos em 1952, no estado de viúva de Inácio Ferraz de Camargo seu primo, com quem se casou aos 19.OUT.1879 (v. adiante N° 03) filhos:

3.1. Antônio de Oliveira Camargo, ex-tabelião, casado aos 22.DEZ.1909 com Noemia Gandra; faleceu aos 01.JUN.1945 com 65 anos; filhos:

4.1. Silvio Gandra Camargo, funcionário publico.

4.2. Plínio Gandra Camargo falecido aos 03.MAIO.1938 com 26 anos.

4.3. Celina, casada aos 21.JAN.1949 com Luiz Ferrari teve um filho.

4.4. Marino Gandra Camargo, contador, casado aos 08.DEZ.1945 com Vanda Vicentina; faleceu aos 02.ABR.1950 com 32 anos; deixou a filha:

5.1. Vanda Marina Camargo.

4.5. Helena casada em 1955.

4.6. Renato Gandra Camargo, contador e funcionário público.

4.7. Clóvis Gandra Camargo c. aos 01.DEZ.1951 com a profª Lurdes Toledo.

4.8. Venina Gandra Camargo, professora.

4.9. Jovino Gandra Camargo, falecido.

3.2. Virgílio Ferraz de Camargo, auxiliar da justiça em Jundiaí, casou-se aos 24.DEZ.1919 com a professora Antonieta Pestana (ver N° 03, cap. 10° do título Leite); filhos:

4.1. Mário Pestana Camargo, bancário.

4.2. Ceci casado aos 19.DEZ.1949 com Jovino Biteneourt Filho.

4.3. Lúcia Pestana Camargo

4.4. Rubens Pestana Camargo.

3.3. Ana Augusta de Camargo “ Nina” casada aos 05.FEV.1914 com Carlos Teixeira. Teve:

4.1. Inácio de Loiola Teixeira c.c Georgina Rodrigues, tem 3 filhos:

5.1. Antônio Carlos

5.2. José Carlos

5.3. Paulo

4.2. Antônio Teixeira casado aos 15.NOV.1947 com Lilia Pascoal, teve:

5.1. Carlos

5.2 Antônio, geneos.

4.3. José Camargo Teixeira, adv° em Atibaia, c.c. Idalina Gomes aos 19.JAN.1952. Teve:

5.1. Francisco

5.2. Fernando

3.4. Etelvina Soares de Camargo.

3.5. Laura faleceu solteira aos 27.MAIO.1921 com 22 anos.

3.6. José Elias de Camargo falecido aos 24.JUL.1925 com 31 anos, casou-se aos 20.NOV.1919 com Amélia Giuntini, deixou os filhos:

4.1. Nair Giuntini de Camargo casada aos 14.DEZ.1946 com Armando Guerrazi, médico.

4.2. Maria Amélia Giuntini de Camargo, professor.

3.7. Paulo faleceu solteiro aos 15.JUL.1939 com 3 anos.

2.2. Maria Soares de Camargo n. aos 19.MAR.1865 casou-se em Jundiaí com o cel. Júlio César Ferreira Gandra n. aos 27.OUT.1857. O cel. Júlio faleceu em 1935. Deixaram os filhos:

3.1. Antônio Ferreira Gandra n. aos 23.MAR.1887; formado em farmácia em 1905 e em medicina pela faculdade do Rio de Janeiro em 1911; casou-se em Jardinopolis aos 23.MAR.1917 com Ofélia Guimarães; teve 2 filhos:

4.1. Sidney Guimarães Gandra, contador, casado aos 12.JUN.1948 com Dirce Costa; teve:

5.1. Mário Ricardo

5.2. Plinio Caio

5.3. Flavio César

4.2. Eloisa Guimarães Gandra

3.2. Ana Soares Gandra n. aos 01.OUT.1889, casou-se aos 22.JUN.1909 com o prof° Álvaro Penteado de Castro. O prof° Castro foi adjunto e depois diretor do rupo escolar de Jundiaí, tendo lecionado também na escola normal da mesma cidade. Na capital lecionou nos grupos da Moóca e do Braz. Foi professor da escola da força pública e de diversos ginásios particulares. Ana faleceu em S. Paulo aos 30.AGO.1946; filhos deste casal:

4.1. Ney Penteado de Castro n. aos 16.NOV.1910, e formado em medicina pela Universidade de S. Paulo em 1935; foi médico da Beneficência Portuguesa, cargo que deixou para assumir a direcão dos Hospitais de Belterra e Fordlandia da Cia. Ford do Pará; residiu em Santa Rita do Passa Quatro onde teve grande clínica, tendo sido também diretor da Santa Casa local. Casou-se em S. Paulo aos 16.OUT.1941 com Carlota Pinheiro. Teve:

5.1. Sônia Maria e

5.2. Flavio

4.2. Álvaro Gandra Penteado de Castro n. aos 18.JAN.1913 formou-se em direito em 1935, especializando-se em legislação trabalhista. Faleceu prematuramente aos 30.DEZ.1949. Foi casado aos 11.ABR.1940 com Maria Xavier Guimarães; filhos;

5.1. Nelson n. aos 09.JAN.1941

5.2. Waldir n. aos 04.JUN.1944.

3.3. Antenor Soares Gandra n. aos 10.FEV.1891; médico, casou-se aos 03.JUN.1916 com Maria Celeste Eibeiro; foi diretor da Santa Casa de Jundiaí; militou na política local tendo sido ótimo prefeito de 1933 a 1936; foi deputado estadual pelo partido constitucionalista; faleceu aos 18.MAIO.1945, deixando os filhos:

4.1. Maria Joana casada aos 25.MAIO.1935 com o ilustre médico Zeferino Vaz que foi diretor da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto. Foi fundador da UNICAMP e da USP de Ribeirão Preto.

4.2. Yaro Soares Gandra, médico, c. aos 05.JUL.1947 com Egla Raia; Teve:

5.1. Vera n. aos 10.MAR.1949.

5.2. Renato n. aos 21.JAN.1952.

4.3. Yaci Ribeiro Gandra c aos 29.SET.1940 com José Carlos de Macedo Soares, Teve:

5.1. Rosali n. aos 07.OUT.1944.

5.2. José Carlos n. aos 16.OUT.1941.

5.3. José n. aos 18.JUL.1952.

4.4. Igar Ribeiro Gandra c aos 23.OUT.1947 c Marina Monteiro de Barros Ferreira; Teve:

5.1. Antenor n. aos 08.FEV.1951.

3.4. Nivaldo Ferreira Gandra n. aos 01.NOV.1895; frequentou a escola politécnica sem completar o curso; foidiretor da fábrica de cimento Itapeva; casou-se aos 26.JUL.1927 com Mafalda Petiná; teve uma filha:

4.1. Lúcia c. aos 04.SET.1950 com Plínio Cândido de Souza Dias; filhos:

5.1. Júlio César n. aos 02.MAR.1952.

5.2. Otávio Eduardo n. aos 03.MAIO.1953.

3.5. Herminia casada aos 30.NOV.1920 com Cícero Ferreira de Abreu, teve uma filha:

4.1. Dayse n. aos 22.MAR.1922 e casada aos 05.NOV.1945 com o eng° industrial Milton de Freitas Aires. Teve:

5.1. Ana Maria n. aos 05.AGO.1950.

5.2. Paulo n. aos 10.FEV.1953.

5.3. Luiz Roberto n. aos 14.AGO.1954.

3.6. Mário Saruhy Gandra n. aos 01.FEV.1905, formou-se em engenharia pela universidade Mackensie em 1929; casou-se aos 03.DEZ.1935 com Maria Ladeira, pertencente à conhecida e destacada família Ladeira de Campinas; foi alto funcionário do dep. de águas e esgotos da secretaria da viação, onde se fez estimar pelos seus apreciáveis dotes de inteligência e capacidade administrativa; falecido em fevereiro de 1955; filho:

4.1. Gilberto Ladeira Gandra n. aos 20.AGO.1943.

2.3. Capitão Joaquim Pires de Oliveira, foi oficial do registro civil de Jundiaí n. em agosto de 1869; casou-se aos 12.AGO.1893 com Cesaria da Silveira Franco, falecida a 27.JUL.1927 com 51 anos, filha de Manoel Damasio da Silveira Franco (v. retro 1.3.) filhos:

3.1. Antonieta da Silveira Pires, f. 24.JUN.1934.

3.2. Alice da Silveira Pires, freira do convento da Luz, sob o nome de Soror Maria Beatriz de Jesus Hóstia, falecida aos 07.DEZ.1940.

3.3. Maria da Silveira Pires, falecida aos 02.JAN.1931.

3.4. Olga da Silveira Pires

3.5. Robertina da Silveira Pires

3.6. Maria de Lurdes Pires casada aos 25.SET.1924 com Brasilio da Silveira Martins, e falecida aos 12.OUT.1931 com 34 anos. Filhos:

4.1. José Pires Martins, contador, oficial maior do cartório de registro civil de Jundiaí, casado aos 18.MAIO.1950 com Lúcia Piva, teve:

5.1. José Eduardo

4.2. Levi Pires Martins, bel. e industrial, casado aos 27.DEZ.1951 com Eunice Doval; teve:

5.1. Levilier Doval Pires Martins n. 1953.

4.3. Tales Pires Martins,bacharel e comerciário.

3.7. Dagmar Pires casada aos 26.JUL.1923 com Mário Borim, tabelião do 1° ofício de Jundiaí falecido aos 06.OUT.1952; filhos:

4.1. Maria Aparecida Borim casada aos 08.OUT.1950 com Luiz de Silos Cintra. Teve:

5.1. Cecília Maria Borim Cintra n. em 1953.

4.2. José Luiz Borim, oficial maior do 1° Tabelionato.

4.3. Mário Luiz Borim.

3.8. Fausto da Silveira Pires, oficial sucessor do registro civil de Jundiaí.

3.9. Inês da Silveira Pires c.c Francisco Paulo Novack, médico e fazendeiro no Paraná.

3.10. Ondina Pires de Oliveira.

3.11. Neide da Silveira Pires c. aos 09.DEZ.1937 com Lúcio Agnel Riveli, contador, industrial e vogal da junta de conciliação e julgamento de Jundiaí. Teve:

4.1. Maria Lúcia n. aos 07.ABR.1942.

4.2. Aluisio n. aos 20.DEZ.1945.

4.3. Iara n. aos 23.NOV.1947.

2.4. José Pedro de Oliveira “Jucá Raimundo” capitalista e fazendeiro, c. aos 30.OUT.1898 c. Francisca Miranda, falecida aos 20.DEZ.1931; Teve:

3.1. Antônio Raimundo de Oliveira, foi secretario da câmara de Jundiaí casado aos 20.NOV.1921 com Alcina Pontes; teve:

4.1. Adi Pontes de Oliveira

4.2. Ari Pontes de Oliveira c. em 1954 c. a prof° Maria Stela Ludk.

4.3. Manoel Pontes de Oliveira.

4.4. Ana Vitoria.

4.5. Alcino Pontes de Oliveira c. aos 04.DEZ.1947 c.Marivone Madeira, Teve:

5.1. Antônio Manoel n. em 1948.

5.2. Maria do Carmo n. em 1950.

5.3. Alcino n. 1953.

3.2. Ana n. em 1901 e f. em 1921, foi casada aos 26.JUL.1920 com Rubens de Carvalho, s/desc.

3.3. Francisca c. aos 13.MAIO.1926 com Américo Lordelo Figueiredo coletor estadual, teve:

4.1. Maria Elisa c. em 1947 com Alberto Bocchino.

4.2. Ana Maria

4.3. Maria Lúcia

4.4. Maria José

4.5. Luiz Antônio Maria

3.4. Adriano Soares de Oliveira, func.público, c. aos 27.JAN.1950 com Maria Zilda de Oliveira.

4.1. José Adriano

4.2. Marisa

4.3. Mareio n. aos 18.MAR.1955.

3.5. Rodrigo Soares de Oliveira Sobrinho, foi redator do“Estado de São Paulo”.

3.6. Maria Iracema de Oliveira.

3.7. Lidia de Oliveira.

3.8. Maria José de Oliveira

2.5. Horácio Soares de Oliveira fazendeiro em Jundiaí, falecido com 76 anos em agosto de 1954; casou-se aos 10.DEZ.1908 com Maria Augusta Ferreira Gandra; Horacio foi prestante cidadão tendo exercido vários cargos eletivos entre os quais o de prefeitode FEV.1936 a 04.JUN.1936. Foi filiado ao partido constitucionalista e a UDN. Deixou os filhos:

3.1. Maria de Lurdes Oliveira, casada aos 23.JUL.1938 com Ugieri Milani.

3.2. Ana de Oliveira c. aos 26.ABR.1947 com João Carlos Cananéa de Almeida.

3.3. Luci de Oliveira, inspetora do SESI casada aos 08.SET.1937 com Nelson Ferraz de Castro, funcionário ferroviário.

3.4. Dulce de Oliveira, casada aos 30.MAIO.1936 com Paulo Gomes Cardim, advogado e Lente Catedrático do Conservatório; teve:

4.1. Maria Esteia

4.2. Regina Aparecida

3.5. Zoe de Oliveira c aos 29.JAN.1947 com Hélio Pereira de Queiroz. Tiveram:

4.1. Maria Hebe

4.2. Hélio

3.6. José Bento Soares de Oliveira, fazendeiro.

3.7. Benedito Soares de Oliveira, fazendeiro.

3.8. Escolástica de Oliveira.

3.9. Zelia de Oliveira

2.6. Rodrigo Soares de Oliveira capitalista e proprietário em Jundiaí, casou-se com sua prima Ana Soares de Camargo (v. retro 1.3., 2.5. s.desc.). Faleceu Rodrigo Soares com 76 anos em julho de 1953.

Nº 03 Elias Tomaz de Camargon. aos 29.MAR.1817 na Freguezia do Ó, quando seu pai ali residiu temporariamente. Em 1861 era tenente do 11° batalhão de Jundiaí; neste ano já era casado e lavrador. Casou-se em Jundiaí com Francisca Monte. Teve:

1.1. Inácio Ferraz de Camargo, capitalista e proprietário casado aos 19.OUT.1879 com sua prima Escolástica Soares (v. retro neste Tit. 1.4., 2.1).

Nº 04 Maria nascida em Atibaia, nada descobrimos.

Capítulo 7º

Maria Francisca

Maria Francisca nascida aproximadamente em 1795 casou-se em Atibaia em 1811 com Salvador Cardoso de Camargo. Em 1816/817 residiram em Jundiaí onde eram agricultores em terras próprias. (SL1/340) tiveram três filhos pelo censo de 1817:

Nº 01 Ana n. 1813.

Nº 02 Gertrudes n. 1815.

Nº 03 João com 5 mezes em 1817.

Capítulo 8º

Inácio Pires de Camargo

Inácio Pires de Camargo n. aos 24.AGO.1799, sendo que seu pai, João Pires Pimentel, faleceu aos 15.JUL.1799, portanto, Inácio era filho póstumo e consequentemente último filho de João Pires Pimentel e sua esposa Maria Antonia Franco. Foi fazendeiro e tropeiro em Campo Largo de Atibaia, hoje Jarinu. Inácio Pires de Camargo casou-se primeira vez em Atibaia aos 03.JUL.1821 com Maria Joana Soares ou apenas Joana Soares (capítulo 3° do título Soares), falecida aos 09.DEZ.1836, filha de Francisco Soares de Lima e de Gertrudes Maria, (troncos do título Soares). Casou-se segunda vez em 1838 com sua sobrinha Delfina Franco Penteado n. em 1825 (ver N° 04 do cap. 2°, retro). Inácio e seus descendentes eram residentes em Campo Largo (Jarinu) e aí faleceu aos 02.SET.1850 sendo sepultado na capela de Nossa Senhora do Carmo de Campo Largo. Deixou seis filhos do primeiro casamento e três do segundo, todos descobertos por nós, nos respectivos inventários de seus pais.

Nº 01 Gertrudes Maria Soares Lima (n. 1822 a 1824) [ minha hexavó]

Nº 02 João Pires de Camargo (n. 1823 a 1825)

Nº 03 Delfina Pires de Camargo ou Soares (n. 1822 a 1825)

Nº 04 Maria Soares de Lima (n. 1827 a 1829)

Nº 05 Francisco José Soares (n. 1829 a1833)

Nº 06 Delfim Pires de Camargo (n. 1833 a 1837)

Nº 07 Pedro (n. 1842)

Nº 08 Constança Franco Penteado (n. 1844, 45 ou 46)

Nº 09 Maria Franco Penteado (n. 1849)[106]

Nº 01 Gertrudes Maria Soares ou Gerturdes Soares de Lima, por Waldomiro F. Silveira n. entre 1819 a 1822 em Atibaia, foi casada aos 27.DEZ.1836 em Campo Largo (Jarinu) com Manoel Alves de Siqueira (ver 2.3., 1.3., N° 01, capítulo 1° do título Siqueira Franco), natural de Atibaia, filho de Maria Jacinta (SL1/328) e de Joaquim Antônio de Siqueira e trineto do 1º capitão-mor de Atibaia e SL 2/49. Tiveram, entre 1839 a 43,q.d.:

1.1. Maria Soares n. em 1843 em Campo Largo e aí casada aos 16.DEZ.1856 com Serafim Severino de Almeida, ainda vivia em 1895, filho de José Severino de Almeida e de Maria da Conceição que se casaram aos 29.JAN.1838, ele filho de Salvador de Avilla e de Ana Francisco Cardoso (SL 1/327) e ela filha de José Ferraz de Araújo (SL1/303) e de Maria Angélica Cardoso (SL2/291). Tiveram q.d.:

2.1. Escolástica Maria Soares n. aos 21.ABR.1861 em Campo Largo e aí falecida aos 01.JUN.1899 com apenas 38 anos. Casou-se em 1877 com Antônio Pires de Camargo, nascido por volta de 1854 em Campo Largo e aí falecido aos 16.JUL.1889 com apenas 35 anos, filho de Manoel Francisco de Camargo e de Ana Francisca Cardoso, casados aos 06.AGO.1842 em Atibaia, ele filho de José Joaquim de Camargo e de Luzia Bueno de Moraes e ela filha de Jacinta Maria Franco e de Antônio Pires de Godoi, falecido em abril de 1837 em Atibaia e sepultado em Itatiba, filho do sargento-mor de Atibaia Ignácio Franco de Camargo e de Gertrudes Pires de Godoi. Escolástica casou-se segunda vez aos 12.JAN.1890 com Florêncio Lopes de Camargo, falecido aos 22.OUT.1910, filho de João Lopes de Camargo e de Gertrudes Franco Penteado. Escolástica deixou testamento e herança no valor de 3.399.330 mil réis[107], sendo 1.699.665 para seu segundo marido e a mesma quantia para cada um dos nove filhos (cinco do 1º casamento e quatro do 2º casamento), no inventário de Escolástica Maria constava que a mesma tinha recebido parte de uma fazendaem Campo Largo que pertenceu a Francisco Soares de Lima que vem a ser seu trisavô e tronco do título Soares, provavelmente em razão de sua mãe, avó e bisavó terem falecidos cedo como ela própria.Portanto, Escolática teve cinco filhos com seu primeiro marido (Antônio Pires de Camargo) e quatro com seu segundo marido (Florêncio Lopes de Camargo) os quais perderam seus pais muito cedo. Tiveram:

3.1. Benedita n. aos 24.SET.1878, em Campo Largo, casada aos 13.FEV.1893 em Jarinu com Benedito Ribeiro dos Santos, residentes em 1899 no bairro da Caioçara em Atibaia.

3.2. José Antônio de Camargo n. aos 17.FEV.1881 em Campo Largo (teve como seu tutor Francisco Rodrigues Soares), casado aos 05.FEV.1910 com Umbelina Maria de Jesus, nascida em 1881. (ver desdendência no título Siqueira Franco)

3.3. Sebastião n.em Campo Largo aos 05.OUT.1883 e aí f. aos 17.OUT.1899 com apenas 16 anos.

3.4. Maria Soares de Camargo n. aos 02.NOV.1885 em Campo Largo (teve como tutor Francisco Rodrigues Soares) casada aos 21.DEZ.1901 com Caetano Modanezi, n. em 1868, italiano natural de Sant’Alberto/ Ravenna.

Ana Soares Leite foto aproximada

Ana Soares Leite

3.5. Ana Soares Leitenasceu aos 29.DEZ.1887 em Campo Largo de Atibaia, hoje Jarinu. Foi a primeira esposa de José Benedito Leite (ver N° 03, cap. 6° do título Leite) nascido aos 17.MAR.1887 em Atibaia e aí falecido aos 22.MAR.1964 casados em Atibaia aos 10.SET.1903; ambos sepultados no cemitério São João Batista em Atibaia. Ana Soares Leite faleceu aos 15.ABR.1935.Ver descendênciadesenvolvida nos títulos Siqueira Franco, Alves do Amaral e Leite deste trabalho (meus trisavós).

3.6. João (primeiro filho de Escolástica com seu segundo marido Florêncio Lopes de Camargo), nascido aos 22.MAR.1891 e casado aos 22.JUL.1940 em Jundiaí/SP com Benedita Maria do Carmo.

3.7. Antônio, (segundo filho de Escolástica com seu segundo marido Florêncio Lopes de Camargo), nascido em 1893, mas sem informação.

3.8. Horácio (terceiro filho de Escolástica com seu segundo marido Florêncio Lopes de Camargo), nascido em 1895, mas sem informação.

3.9. Pedro (quarto e último filho de Escolástica com seu segundo marido Florêncio Lopes de Camargo), nascido aos 26.JUL.1897, mas sem informação.

1.2. Ana n. em 1842, nada descobrimos.

1.3. Escolástica Soares de Siqueira n. em 1845casada aos 20.MAIO.1882 José Soares de Lima Sobrinho (ver N° 01 do cap. 4° do título Soares). Não tiveram filhos.

Nº 02 Delfina Pires de Camargo ou Soares n. em 1825 e casada aos 06.SET.1842 em Campo Largocom seu primo João Franco Penteado, filho de Inácio Franco Penteado e de Maria Rosa Penteado (verN° 01, cap. 2° retro).

Nº 03 João Pires de Camargo, nascido em 1827, c. c. Ana Franco das Dores teve:

1.1. Maria

1.2. Jacinto Franco de Camargo, falecido em 1857 em Jundiaí; deixou segundo seu inventário os herdeiros:

2.1. José Pires Franco

2.2. (?) casada com Francisco Franco de Lima (Cart. do 1.° Oficio.).

Nº 04 Maria Soares, nascida em 1830, casada em Campo Largo aos 17.FEV.1846 com Jorge Mendes do Amaral, filho de Leandro Mendes do Amaral e de Candida Leite Penteado, residentes na ocasião do falecimento de seu pai (1850) em Campo Largo de Atibaia, hoje Jarinu.

Nº 05 Francisco José Soares também conhecido como Francisco Soares de Camargo, nascido em 1833, casado em Campo Largo de Atibaia com sua prima Jacinta Maria Soares (ver N° 06 do cap. 7° do título Soares), pois a mãe de Francisco era irmã do pai de Jacinta.

Nº 06 Delfim Pires de Camargo, c.c sua prima Escolástica Franco de Jesus (v. retro). Teve:

1.1. João Pires de Camargo c.c sua prima Maria da Silveira Franco, filha de Miguel Serafim e de Escolástica da Silveira Franco. Filhos:

2.1. Benedito Franco de Camargo, c.c sua prima Francisca Franco de Camargo (v. adiante 1.4., 2.2.); teve:

3.1. Maria Luiza

3.2. Alice

3.3. Ana

3.4. Terezinha

3.5. Araci

2.2. Lázara Pires de Camargo, c.c João Antônio de Oliveira; teve:

3.1. Clarisse, c.c José Pires.

3.2 Ana, c.c Sebastião Franco de Lima.

3.3. Maria, c.c Fulano Marqueti.

3.4. Francisca, c.c João Aranha.

3.5. João de Oliveira Filho, c.c Alice Polese.

2.3. Paula Pires de Camargo, c.c seu parente Emilio Franco Penteado; teve:

3.1. Benedito Franco Penteado, c.c Angelina Polacani.

3.2. Francisea, c.c Sebastião Alves.

3.3. Palmira, c.c Antônio Queirós.

3.4. Antônio Franco Penteado

3.5. Bento P. Penteado

2.4. Francisca Pires de Camargo, c.c seu parente Egidio Franco da Silveira (de Atibaia); teve:

3.1. João Franco da Silveira, c.c Tereza Alegre.

3.2. Joaquim Franco da Silveira

3.3. Crescentino Franco da Silveira, c.c Izabel Fazoli.

3.4. José; faleceu solteiro.

3.5. Clarisse, c.c Raul.

3.6. Lázara, c.c Anacleto.

3.7. Terezinha

2.5. Venceslá, c.c seu parente José Franco Penteado; teve:

3.1. Francisca, c.c Sebastião Ramalho; teve:

4.1. Rubens

3.2. Izabel, c.c Paulino Zamboni.

3.3. Aparecida, c.c Antônio Zamboni.

3.4. Benedita, c.cm Felicio Davela.

3.5. Clara

3.6. João Franco Penteado.

1.2. Albano Pires de Camargo, c.c sua prima Maria Franco (v. títuloSiqueira Franco, 2.2., 1.4., N° 02, cap. 4.°); teve:

2.1. Benedito; foi casado e faleceu sem desc.

2.2. Sebastião Franco de Camargo; casado.

2.3. Loreneo Franco de Camargo; casado.

2.4. Lázaro; já falecido.

1.3. Belarmino Franco Penteado, falecido em 1930, foi casado 1° com sua tia materna Ana da Silveira Franco, e 2a vez com Clarisse de Almeida Oliveira, natural de Rezende/RJ; teve, da 1a mulher dois filhos e três com a 2ª:

2.1. Lázaro Franco Penteado, c.c Leopoldina Rodrigues da Silva.

2.2. Francisca, c.c seu primo, Benedito Franco de Camargo(v. retro, 1.2., 2.1.).

2.3. João Franco Penteado, c.c Maria Rosa de Siqueira.

2.4. Joaquim Franco, c.c Iracema Moura Leite.

2.5. Benedita, c.c Eugênio Rasmussen.

1.4. Antônio Pires de Camargo, c. em Itatiba com sua prima Benedita Franco da Silveira; teve:

2.1. Francisca, c.c Benedito de Toledo.

2.2. Lázara, c.c Silvano Pinto; teve:

3.1. José

3.2. Milton.

2.3. Maria.

2.4. Cristina, c.c José Alves.

2.5. Escolástica

2.6. Antonia

2.7. Tereziriha

2.8. Sebastião Pires de Camargo

2.9. José Pires de Camargo

2.10. João Pires de Camargo

2.11. Antônio Pires de Camargo

2.12. Benedito Pires de Camargo

1.5. Lázaro Pires de Camargo, c.c sua parente Prancisca da Silveira Franco; teve:

2.1. Benedito Pires de Camargo, casado 1° com sua prima Sebastiana Franco da Silveira, e 2a vez com sua cunhada Angela Franco da Silveira.

2.2 José Pires de Camargo, c.c Clarisse.

2.3. Joaquim Pires de Camargo; casado.

2.4. Antônio Pires de Camargo.

2.5. Eleutério Pires de Camargo

2.6. Sebastiana, c.c seu primo Lázaro Pires de Camargo.

2.7. Maria, c.c Benedito Vidal.

2.8. Escolástica, c.cm Joaquim, já falecido; teve um filho:

3.1. Joaquim

1.6. Sabino Pires de Camargo, c.c sua parente Marcolina Franco Penteado; Teve:

2.1. José Franco Penteado, c.c Francisca Padilha.

2.2. Lázaro Franco Penteado, c.c Luiza de Paula.

2.3. Bento Franco de Camargo; casado.

2.4. Antônio

2.5. Vicente

2.6. Luiz

2.7. Benedita, c.c Raimundo de Brito.

2.8. Sebastiana, c.c José Vidal

2.9. Escolástica, c.c João Gabriel Rasmussen dos Santos.

2.10. Maria, c.c seu primo João Carolino Franco.

1.7. Elisa Pires de Camargo, c.c seu primo Joaquim Pires de Camargo; Teve:

2.1. Lázaro de Camargo Pires, c.c sua parente Julieta Piresde Camargo.

2.2. Benedito de Camargo Pires

2.3. Sebastião Pires de Camargo, c.c Josefina Cassandré.

2.4. Francisca, c.c Júlio Jolí.

2.5. Maria, c.c Vitorio Rela.

2.6. Jacinta, casada 1° vez com Joaquim Luiz Bueno e 2a vez com João de Oliveira.

2.7. Antonia, c.c Alcides.

2.8. Escolástica, c.c Sebastião Franco.

1.8. Ana Pires de Camargo, c.c seu parente Jacinto da Silveira Franco; Teve:

2.1. Sebastião Silveira Franco

2.2. Antônio Silveira Franco, c.c Ana Tavares.

2.3. Benedita, c.c Alfredo Passos.

2.4. Olímpia, c.c seu parente Benedito Franco Penteado.

2.5. Lázara, c.c Alexandre Heflemer.

2.6. Francisca, c.c Benedito Pupo.

1.9. Francisca Pires de Camargo, falecida em 1939, foi c.c Benedito da Silveira Franco Crispim (vertítulo Siqueira Franco, cap. 4°, N° 02, 1.2, 2.1).

Nº 07 Pedro, nascido em 1842, nada descobrimos.

Nº 08 Constança Franco Penteado,nascida em 1844 casada aos 27.MAR.1864 com Candido Barbosa de Siqueira, filho de Manoel Barbosa de Camargo e de Matilde Jesuina (ver 1.3., N° 03 cap. 1° do título Siqueira Franco).

Nº 09 Maria Franco Penteado, nascida em 1849 casou-se em Campo Largo de Atibaia aos 08.AGO.1865 com Lucas Benedito da Costa, filho de Francisco José de Oliveira e de Manoela Maria Bueno.

Capítulo 9º

Bernardina Maria Franco

Bernardina Maria Franco casada em 1820 com Antônio Alves Cardoso, filho de Joaquim Alves Cardoso e de Ana Francisca Bueno (v. SL 1/401 e 491 5-6 e 6-4).

Capítulo 10º

Joaquina Franco

Joaquina Franco casou-se em 1823 com o Alferes Salvador do Nascimento Franco, que foi juiz de ófãos de Atibaia, filho do capitão de milícias Crispim da Silva Franco. Sem descendentes.

Capítulo 11º

José Franco

José Franco nasceu em 1801. Sem informações.

Capítulo 12º

Francisco Franco

Francisco Franco nasceu em 1805. Sem informações.

FIM DO TÍTULO PIRES DE CAMARGO

FAMÍLIA ALVIM de Atibaia

Descendentes de José Alvim de Campos Bueno

Como anexo a este título vamos desenvolver a descendência do Tenente-coronel José Alvim de Campos Bueno “José Alvim” ou “Nhô Bim” (SL 1,378), devidosua importância política, econômida social e de seus descendentes.

José Alvim era natural de Atibaia, filho de Francisca Emília de Campos Bueno e de Pedro Joaquim Bueno, por este “Nhô Bim” era hexaneto, ou neto em 6° grau de Jerônimo de Camargo, considerado o fundador de Atibaia. José Alvim foi casado primeira vez em Campo Largo aos 11.JUL.1854 com Gertrudes Maria Campos e segunda vez com Bernardina, filha de Lourenço Justiano de Padua e de Ana Pacheco, de Itú.

José Alvim foi chefe político em Atibaia sendo o último líder do partido liberal, foi também fiscal da câmara 1853/56; de 1861 a 1864 foi vereador na qualidade de suplente, sendo depois reeleito em diversas legislaturas; com advento da República tornou-se chefe do PRP, partido republicano paulista, também foi juiz de paz em 1883, partidor e contador do juízo municipal e de órfãos. José Alvim faleceu aos 04.ABR.1902, sendo seu túmulo um dos primeiros do cemitério do santíssimo e pode ser considerado o tronco da família Alvim de Atibaia. Teve 8 filhos com a primeira esposa e nenhum com a segunda:

Capítulo 1° Pedro Joaquim Alvim

Capítulo 2° José Francisco “José Bim

Capítulo 3° Eduvirgem Alvim

Capítulo 4° Adolfo Alvim

Capítulo 5° Francisca Alvim

Capítulo 6° Juvenal Alvim

Capítulo 7° Hermelinda Alvim

Capítulo 8° Ester Alvim

Capítulo 1º

Pedro Joaquim

Pedro Joaquim Alvim foi casado com Jacinta de Campos Bueno. Sem informações.

Capítulo 2º

José Francisco “José Bim”

Tenente-coronel José Francico “José Bim” n. aos 20.NOV.1856 em Atibaia e aí falecido aos 27.JUL.1913. José Bim herdou do seu pai a chefia do partido republicano na cidade, função que exerceu até sua morte em 1913, sendo substituído por seu irmão major Juvenal Alvim. José Bim foi vereador em diversas legislaturas, presidente da câmara de 29.NOV.1892 a 10.JAN.1895 e 1° intendente municipal de 29.NOV.1892 a 10.JAN.1895. SL 1/378 e certamente foi o mais importante líder político em Atibaia na primeira década do século XX. Foi casado com Maria Teresa da Silveira, filha de Teodoro Bueno da Silveira Campos e de Elisa da Rocha Franco (ver 3.1., 2.3., 1.7., N° 04, cap. 4° do título Siqueira Franco). Teve:

N° 01 Pedro Alvim

N° 02 Benedito Alvim

N° 03 José Alvim

N° 04 Isaura Alvim

N° 05 Carmelita Alvim

N° 06 Irineu Alvim

N° 01 Pedro Alvim n. 29.JUL.1889 c.c Marieta Barreto (ver desc. em 2.7., 1.2., N° 01, cap. 1° do título Pires de Camargo). Pedro Alvim foi nomeado prefeito pelo interventor federal na qualidade de tesoureiro da municipalidade (05.ABR.1945 a 16.MAIO.1945), faleceu aos 29.SET.1972. Teve:

1.1. José Pedro Barreto Alvim, farmacêutico, prestou sua colaboração em várias associações beneficentes e esportivas da cidade, foi c.c Yeda Orenstein Barreto Alvim. Teve:

2.1. José Pedro, comerciante, c.c Maria José Alvim “Zezé”, esteticista. Tiveram:

3.1. Gabriel

3.2. Juliana

2.2. Eduardo, engenheiro civil, c.c Jaqueline Hartwing. Teve:

3.1. Alessandra

3.2. Murilo

2.3. Marcelo n. aos 23.JUN.1960, comerciante, c.c Marta Cristina Garcia Alvim. Teve:

3.1. Pedro

3.2. Mariana

3.3. Débora

3.4. Marcela

N° 02 Benedito Alvim de Campos Bueno “Zico Bim”, foi escrivão do 1° cartório de notas de Atibaia. Foi c.c Maria Conceição Pires (ver 1.6., N° 03, cap. 1° do título Pires de Camargo). Teve:

1.1. João Batista Alvim, c.c Odila de Oliveira.

1.2. Benedito Alvim Jr., c.c Miriam Pinto Monteiro.

N° 03 José Alvim, nada descobrimos.

N° 04 Isaura Avim, nada descobrimos.

N° 05 Carmelita Alvim, falecida com 13 anos aos 06.JUL.1906 em Atibaia.

N° 06 Irineu Alvim falecido com 38 anos aos 23.MAR.1936.

Capítulo 3º

Eduvirgem Alvm

Eduvirgem Alvim foi casada com José Mariano de Camargo Fagundes, filho de José Antônio Mariano Fagundes e de Eliziaria Cercília de Camargo. Sem informações.

Capítulo 4º

Adolfo Alvim

Adolfo Alvim foi casado, segundo Silva Leme, mas sem maiores informações.

Capítulo 5º

Francisca Alvim

Francisca Alvim faleceu solteria, segundo Silva Lema, mas sem maiores informações.

Capítulo 6º

Juvenal Alvim

O major[108] Juvenal n. em 1866 em Atibaia e aí f.aos 09.FEV.1936, foi inicialmente tabelião, banqueiro, industrial, fazendeiro, e chefe político de Atibaia; homem dinâmico que dotou sua terra natal de grandes benefícios; é de sua iniciativa: a fundação da fábrica de tecidos “São João”; a iluminação elétrica; a rede de esgotos; o então grupo escolar José Alvim; a estrada de rodagem para a capital; e inúmeros melhoramentos que a tornaram uma das boas cidades do interior. O povo atibaiense, em sinal de gratidão pelos múltiplos benefícios recebidos do Major Juvenal, erigiu-lhe a única estátua de um personagem atibaiano que encontra-se atualmente na praça Bento Paes. O Major Alvim era descendente direto de Jerônimo de Camargo, sendo seu 7° neto. Major Alvim foi vereador (1896/99, 99/02 e de 02/13), presidente da câmara (1902 até 1913), intendente municipal (02.JAN.1900 a 02.JAN.1901) e pode ser considerado o maior líder político de Atibaia das três primeiras décadas do século XX; na primeira década juntamente com seu irmão “Zé Bim” que herdou do pai “Nhô Bim”a chefia do partido republicano paulista em Atibaia em 1902, passando após a morte de “Zé Bim” em 1913 ao comando absoluto do partido republicano paulista, que deteve o poder durante muitos anos. Teve:

N° 01 Benedita Alvim

N° 02 Ernestina Alvim

N° 03 Joviano Alvim

N° 04 Maria Alvim Soares

N° 05 José Pires Alvim

N° 06 Ana Alvim

N° 07 Veridiana Alvim

N° 08 Lázara Alvim

N° 09 Lúcila Alvim

N° 01 Benedita Alvim n. em 1892 e f. foi casada em dezembro de 1910 com Otávio Passos, natural de Atibaia filho de Maria Angélica Passos e de Joaquim Passos de família perdoense. Foi avaliador judicial do antigo Palácio da Justiçaem São Paulo e prefeito de Atibaia entre 15.JAN.1924 a 15.JAN.1926; faleceu em São Paulo em 1949. Teve:

1.1. Benedita; faleceu solteira em 1937.

1.2. Maria Aparecida, casada em 1942 com Amilcar de Carvalho Linardi, advogado em Jaboticabal.

1.3. Nícia, professora, casada em 1943 com Mauro Fonseca; teve:

2.1. Maria Esteia

2.2. Elisabeth.

1.4. José Alvim Passos, advogado.

1..5. Celeste, farmacêutica, casada em 1937 com José Maria de Freitas; teve:

2.1. Gilberto Passos de Freitas, desembargador aposentado do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, foi promotor público e professor universitário.

2.2. Maria Silvia

2.3. Vladimir Passos de Freitas, desembargador federal aposentado do Paraná, professor universitário, consultor ambiental, diretor da escola da migistratura Federal do Paraná e presidente do Instiuto Brasileiro de Administração do Sistema Judiciário.

N° 02 Ernestina Alvim, c.c Horácio Neto n. aos 26.JAN.1881 em Amparo e f. aos 26.MAIO.1953 em Atibaia onde foi fazendeiro, industrial, verador (1914/17 e 26/29) eprefeito (01.JUN.1926 a 30.OUT.1930). Teve:

1.1. Eunice, c.c Ernesto Lázaro Neiva de Lima, delegado de polícia de Torrinha/SP. Teve:

2.1. Maria Lúcia de Lima n. em 1942, bióloga, solteira.

2.2. Luiz Augusto Neiva de Lima n. em 1944, economista, divorciado.

2.3. Horáclico Nelson Neiva de Lima n. em 1948, advogado, divorciado.

2.4. José Eduardo Neiva de Lima n. em 1948, gemeo do anterior, já falecido foi casado com Darci Pinheiro. Teve:

2..1. Renata

1.2. José Roberto, funcionário bancário.

1.3. Eli c.c Enio de Abreu Camargo. Teve:

2.1. Eugênio, n em 1947, engenheiro, casado.

2.2. Sérgio n em 1956.

2.3. Flávia, n. em 1956, gemea do anterior, veterinária.

1..4. Rubens Alvim Neto, dentista c.c Leonilde Abolis. Teve:

2.1. Regina, n. em 1960, dentista, solteira.

2.2. Maria Claudia, professora de educação física, casada.

2.3. ˙José Rubens, engenheiro, casado.

2.4. Thais, casada.

N° 03 Joviano Alvim n. aos 10.JAN.1896 em Atibaia e f aos 15.MAR.1971 em São Paulo. Foifarmacêutico formado em 1915; capitalista, proprietário e industrial em São Paulo; sócio da importante empresa Alvim & Freitas, estabelecida com grandes laboratórios de produtos farmacêuticos. Depois da morte do seu pai, juntamente com seu irmão Zezico, chefiouo PRP, fazendo sentir sua benéfica influência ern toda a zona Bragantina. Com a importante ajuda de seu pai tornou-se suplente de deputado estadual nas eleições de 1933 e em 1946 elegeu-se deputado estadual pelo PSD com ajuda de seu irmão “Zezico Alvim” para o mandato de 1947 a 1951, obtendo 4.411 votos. Até a eleição de Beto Tricoli em 2010 era o último deputado estuadual com raízes atibainas eleito para Assembleia Legislativa Paulista. Foi também tesoureiro do “Correio Paulistano”, e presidente de várias associações esportivas da capital. Casou-se em São João da Boa Vista com Diná Azevedo; tem três filhos:

1.1. Joviano

1.2. Douglas, falecido solteiro.

1.3. Newton Alvim, já falecido, foi c.c Talita Guelpa (ver em 4.1., 3.1., 2.3., 1.1., N° 01, cap. 8° do título Oliveira Cesar). Teve:

2.1. Antônio Celso Alvim Guelpa, solteiro.

N° 04 Maria Alvim Soares n. aos 30.AGO.1897 em Atibaia e f. aos 16.MAIO.1965 em São Paulo, foi c.c seu parente Clóvis Soares (ver 2.2., 1.2., deste título Pires de Camargo). Tiveram:

1.1. Milton Alvim Soares, médico, professor da escola paulista de medicina – UFESP, c.c Maria Lúcia Figueiredo. Teve:

2.1. Marcos Alvim Soares

1.2. Silvio Alvim Soares, engenheiro, c.c Terezinha Imam Soares. Teve:

21. Maria Silvia

2.2. Marília c.c Francisco de Assis Laureano, dentista, f. aos 17.SET.2009. Teve.:

3.1. Silvio, jogador de handbol medalhista de ouro nos jogos Panamericanos de 2008.

3.2. Manuela

3.3. Alexandre n. aos 04.FEV.1987 formado em assistência social pela USP.

2.3. Tais

2.4. Clóvis

1.3. Marisa Alvim Soares, c.c José Paulo Kirsh Martins. Teve:

2.1. Fernando

2.2. Maria Izabel c.c Renato Scafi.

2.3. Maria Luiza

N° 05 José Pires Alvim “Zezico Alvim” n. aos 30.MAR.1902 e f. aos 24.DEZ.1979. Foi importante fazendeiro, capitalista e industrial em Atibaia, onde chefiou a política local em substituição a seu pai, entre meados da década de 1930 até meados da década de 1960, aproximadamente. Foi vereador de 1936/37, 48/51, 52/56, 56/60 e de 60/63, presidente da câmara (36/37, 52/54). Zezico participou ativimante da revolução constitucionalista de 1932. Casou-se com Rita de Lourdes Cardoso de Almeida n. aos 02.JUN.1902 em Mogi Mirim e f. aos 15.OUT.1994 em Atibaia, onde foi professora. Na praça Guilherme Gonçalves há um busto em sua homenagem. Tiveram4 filhos:

1.1. Marina Alvim n. em 1924, c.c Jaime de Assis Gonçalves n em 1922 em Bragança. Teve:

2.1. Lilian Assis Costa n. em 1953, c.c Vicente Costa teve três Filhos:

3.1. Fernando Assis Costa n. em 1979, proprietário hípica Morumbi em Atibaia, destacado cavaleiro e professor de hipismo.

3.2. Vivian Assis Costa n. em 1982, solteira.

3.3. Isadora Costa Aranda n. em 1985, c.c Alan Aranda.

2.2. José Alvim de Assis Gonçalves n. em 1958,c.c Estela Silveira (ver 2.6, 1.2., N° 04, cap. 4° do título Leite).

2.3. Marcelo Alvim de Assis Gonçalves n. em 1960, c.c Eliane Pereira Gonçalves. Teve:

3.1. Marcelle Pereira Gonçalves

3.2. Evelyn Pereira Gonçalves

2.4. ˙Paulo Flávio Alvim de Assis Gonçalves n. aos 26.AGO.1949 c.c Gaby Lídia Rendon Perrogon Gonçalves nascida em Sta. Cruz de La Sierra, Bolívia, descendente de imigrantes franceses naquele País:

3.1. Paula Rendon de Assis Gonçalves n. em 1982, professora. de educação física.

3.2. Pedro Rendon de Assis Gonçalves n. aos 26.MAIO.1986, advogado.

1.2. Wilma Alvim n.aos 29.JUL.1928 e f. aos 25.JUL.2007, foi c.c Luiz Ferando Veiga.

1.3. Juvenal Alvim Neto n. aos 05.DEZ.1930, psicólogo, foi c.c Terezinha Mota. Teve:

2.1. Maria Patrícia n. em 1957. Teve:

3.1. Lydia Maria

2.2. Débora Maria n. aos 1960 c.c Roberto Barrieu. Teve:

3.1. Maria Carolina

3.2. João Luiz

2.3. José Pires Alvim Neto “Zé Alvim” n. aos 03.OUT.1962 c.c Renata de Oliveira Ribeiro Pires Alvim (ver 4.1., 3.1., 2.1., 1.4, atrás). Teve:

3.1. Rodrigo

3.2. Pedro

2.4. Marcos n. em 1984.

1.4. Wanda Alvim Fazio n. aos 05.NOV.1935 e f. aos 24.ABR.2003 foi c.c Hélio Fazio n. em 1923 e f. em 1997, foi advogado e proprietário em Atibaia. Teve:

2.1. ˙Hélio Alvim Fazio, c.c Karina Silva Pinto (ver 4.1., 3.2., 2.4., 1.4., N° 01, cap. 8° do título Oliveira Cesar). Teve:

3.1 Enzo Alvim Fazio n. 01.NOV.2006.

3.2. Pietro Alvim Fazio n. 04.FEV.2014.

2.2. Rita Lourdes Alvim Fazio Leitão de Almeida c.c ˙Fernando Leitão, foi advogado e procurador municipal em Atibaia onde faleceu aos 13.JAN.2012 com 50 anos. Teve:

3.1. Francisco

3.2. Rafael

N° 06 Ana Alvim “Anita”, c.c Paulo de Freitas, advogado no foro da capital, jornalista econhecido tradutor de obras literárias; teve:

1.1. Paulo Alvim Filho

1.2. Haidé

1.3. Armando Alvim de Freitas, advogado, já falecido, foi c.c Lilian Lindemberg, filha de Adolfo Lindemberg. Teve q.d:

2.1. Marilu

2.2. Claudio Lindemberg foi c.c Denise (ver 8.2., 7.5., 6.1., 5.3., 4.1., 2.2., 1.3. N° 01, cap. 1° do título Siqueira Franco).

2.3. Celso

1.4. Maria Helena

N° 07 Veridiana Alvim, c.c Ataliba Leite de Freitas, médico, natural de São José dos Campos; teve:

1.1. Vânia Alvim de Freitas n. aos 30.MAR.1938, professora, solteira, residente emSão Paulo.

1.2. ˙Ivam Alvim de Freitas n aos 30.OUT.1939 em São Paulo, comunicador social, c.c Maria Nadir Guião. Residente no Guaruja. Faleceu aos 24.MAR.2014. Teve:

2.1. Cristiano Guião de Freitas, n. aos 13.ABR.1978, jornalista, casado. Teve:

3.1. Júlia Mozena Guião de Freitas

3.2. Leonardo Guião de Freitas

2.2. Veridiana Guião de Freitasn. aos 17.OUT.1980, publicitária, residente na Austrália.

1.3. Diana Alvim de Freitas, professora, residente em São Paulo. Teve c Célio Bacci, dentista, residente em Caraguatatuba/SP:

2.1. Renéen. aos 22.FEV.1982 casada aos 14.ABR.2012 com Luiz Fernando Rodrigues Pinto.

N° 08 Lázara Alvim, casada em 1942 com Hermógenes de Souza, comerciante na Capital.

N° 09 Lucila Alvim faleceu solteira.

Capítulo 7º

Hermelinda Alvim

Hermelinda Alvim foi a primeira esposa de com Leopoldo Alves do Amaral, filho de Jacinto Alves do Amaral Júnior (ver 1.3., N° 02, capítulo 7° do título Alves do Amaral). Teve duas filhas:

N° 01 Maria Alves do Amaral

N° 02 Franciscam Alves do Amaral

N° 01 Maria Alves do Amaral c.c Eduardo Silva, aviador, f° de Maria Toledo Ordonhes e de Joaquim da Silva Bueno, natural de Atibaia que pode ser considerado o tronco da família Silva Bueno de Atibaia, foi fazendeiro no bairro da cachoeira. Teve:

1.1. José Maria Alves da Silva, c.c Guida Alves da Silva. Teve:

2.1. Maria Virginia

2.2. Terezinha

1.2. Maria José Alves da Silva Salgado “Cotinha”, era chefe de gabinete da prefeitura de Atibaia e nesta condição assumiu a prefeitura de Atibaia entre 24.MAR.1947 a 25.ABR.1947, tornando-se a primeira e até o momento a única mulher a ocupar o cargo de prefeita da cidade. Foi c.c Oswaldo A. Salgado.

1.3. Sebastião Silva c.c Matilde Silva. Teve:

2.1. Marne

2.2. Marlene

2.3. Márcio

1.4. João Alves da Silva “Tingo”, c.c Prudência Perez. Teve:

2.1. Denize Alves da Silva, c.c Ariosvaldo Bonini. Teve:

3.1. Antônio Neto

3.2. Ariosvaldo Jr. c.c Sylvana (ver 5.5., 4.2., 3.5., 2.9., 1.10., N° 03, cpa. 4° do título Siqueira Franco).

3.3. Ângela Maria

2.2. Dulce Alves da Silva, c.c Orlando Ferro, da família Ferro originária de Santa Margarida D’Adige, Província de Padova, filho de Napoleão Ferro e de Maria do Amaral Bueno, filha de Benedito Amaral Bueno e de Amalia Marini, casados em 1923. Orlando faleceu aos 11.JUN.2006, em Atibaia onde morava e onde foi vereador de 1977 a 1982,sendopresidente da câmara em 1981/82. Teve:

3.1. Orlando Antônio c.c Maria Luiza Andrade Ferro. Teve:

4.1. Orlando Ferro Neto

4.2. Caique

4.3. Yasmim

3.2. Paulo Sérgio c.c Adriana Sirera Bressani, filha de José Bressani e de Teresa Sirera Montes Bressani. Teve:

4.1. Felipe

3.3. Júlio César Silva Ferro, solteiro.

3.4. Patrícia c.c Waldyr Veloso Braga.

1.5. Benedito Silva “Tinhô”, c.c. Circe Teixeira Musa (ver 2.1., 1.4., N° 01, cap. 7° Leite). Teve:

2.1. Fernando Musa e Silva, c.c Denise Salles. Teve:

3.1. Daniel

3.2. Érica

3.3. Marcos

1.6. Olavo Silva c.c Ivone Titarelli Teixeira. Tiveram:

2.1. Olavo Silva Júnior c.c Nancy Aparecida Manoel e Silva. Teve:

3.1. Marcelo Eduardo

3.2. Carlos Eduardo

3.3. Laís Cristina

2.2. Ana Lúcia Teixeira Silva Abrão, c.c Humberto Marques Abraão. Teve:

3.1. Thiago

3.2. Paula

5.3. Lucas

2.3. Ana Cláudia Teixeira Silva.

1.7. Francisco Silva c.c Helena Silva. Teve:

2.1. Solange

2.2. Suely

1.8. Jacinto Silva[109], farmacêutico, c.c Inayá Bittencourt. Teve:

2.1. Inayá

2.2. Eduardo Neto

2.3. Iná

2.4. Ricardo

N° 02. Francisca Alves do Amaral c.c Benedito José Teixeira “Nhô Tuta” filho de Maria Francisca da Conceição e de Emílio Justino Teixeira (ver 3.1., 2.6., 1.2., N° 02, cap. 1°do títuloPereira). Teve:

1.1. Maria Hermelinda Teixeira “Nenê”, c.c. Pedro Alexandrino Leite n. aos 04.MAR.1915 e f. aos15.JUN.1973. Foi casado aos 30.DEZ.1939 com Maria Ermelinda Teixeira Leite n. aos 16.JUN.1915 e f. aos 06.MAIO.1990. Pedro Alexandrino Leite e sua esposa moraram na rua Professor Domingos Matheus no mesmo bairro onde mora o autor destas notas genealógicas.

2.1. José Benedito, já falecido, c.c Maria José Zago.

3.1. César Eduardo n. aos 27.FEV.1963, casado 2ª vez com Emília. Teve do 1° c.c Patrícia de Souza Mafra:

4.1. Thiago Mafra Leite n. aos 29.JUL.1984.

4.2. Gustavo Mafra Leite n. aos 06.FEV.1987.

3.2. Paulo Américo n. aos 07.MAR.1965 foi c.c Mariane da Costa Antunes n. aos 21.NOV.1968, advogada, foi chefe de gabinete do deputado estadual Beto Tricoli. Teve:

4.1. Lucas n. aos 02.FEV.1997.

3.3. Simone Aparecida n. aos 17.FEV.1971, c.c Joselito Patrocínio n. aos 13.MAIO.1965. Teve:

4.1. Felipe n aos 06.FEV.1998.

2.2. Dinah Benedita n. aos 09.ABR.1942 e f. aos 07.AGO.1993. Foi c.c Sebastião Eugênio Brígida. Teve:

3.1. Paulo Sérgio, c.c Cláudia Alves Pinto. Tiveram:

4.1. Daniela n. aos 29.NOV.1985.

4.2. Rodrigo n. aos 03.JAN.1989.

4.3. Caio Herique n. aos 17.MAIO.1994.

3.2. Luiz Carlos c.c Cynthia Maria Tricoli Brígida, contadora. Teve:

4.1. Larissa Maria

4.2. Luana Maria

4.3. Luís Felipe

3.3. Patrícia Aparecida

2.3. João Batista, n. aos 30.SET.1943 e f. aos 09.NOV.2010, foi c.c Angélica Barbosa. Teve:

3.1. Luciana Cristina, casada.

3.2. Adalberto Alexandrino, casado.

2.4. Ana Francisca, c.c Eurico Cândido da Silva, advogado. Teve:

3.1. Carlos Eduardo

3.2. Marcelo de Alencar, foi casado com 1 filho

3.3. Ana Sílvia, escrevente policial, casada com 3 filhas.

3.4. Adriana Cristina, casada.

3.5. Eurico Cândido JR.

3.6. Leonardo Guilherme, n. em 1984 e f. aos 30.AGO.2009.

2.5. Helena Aparecida n. aos 08.JUL.1947 e f. aos 01.JUN.2007, foi c.c o italiano Luciano Boninsegna, oriundo da Provincia de Verona, comerciante. Teve:

3.1. Paulo Henrique

3.2. Luciana Aparecida

3.3. Alexandre Antônio

3.4. José Daniel

2.6. Pedro Paulo, falecido solteiro.

2.7. Vera Cristina, c.c Otávio Ulisses Frederico, advogado já falecido.

3.1. Pedro Gustavo

3.2. MariaEmília Cristina

2.8. Marie Alminda Leite Fangiulli n.30.OUT.1953 em Atibaia e aí falecida aos 26.JAN.2009; foi oficial de justiça no fórum de Atibaia, c.c Waldemir Fangiulli “Wami” (ver 3.2., 2.7., 1.5., N° 03, cap. 2° do título Freitas), filho de João Batista Fanchiulli e de Rute Freitas, n. aos 26.SET.1946 em Atibaia e aí f. aos 21.DEZ.2005. Teve:

3.1. Ana Paula n. 08.AGO.1973, advogada, c.c Manoel C. Jardim. Teve:

4.1. Giovana n. 22.JAN.2002.

4.2. Fernando n. 31.MAIO.2004.

4.3. Gabriela n. 02.JUL.2006.

3.2. José Pedro n. 30.SET.1974, policial rodoviário federal, c.c Juliana Rossi. Teve:

4.1. TainahRuas Fangiulli n. aos 02.OUT.1998.

4.2. Isabela Ruas Fangiulli n. aos 24.DEZ.1999.

4.3. Nicoli Rossi Fangiulli n. aos 15.FEV.2005.

4.4. Gabriel Rossi Fangiulli n. aos 02.ABR.2011.

3.3. Ana Flora Fangiulli n. aos 25.JUL.1976 e f. aos 28.JUL.1976.

3.4. José Ricardo n. 18.OUT.1977, formado em desenho industrial pela UNESP – Bauru, casado com Danuza Yokoyama Correa. Teve:

4.1. Vitor n. aos 06.MAIO.2002.

2.9. Maria Angélica, c.c Paulo Figueredo. Teve:

3.1. Paulo

3.2. Mariana

3.3. Rafael

2.10. Carlos Alberto, com 1 filho:

3.1. Márcio Luiz

2.11. Luiz Antônio n. aos 16.JUN.1959, solteiro e residente em Atibaia.

1.2. José Alves Teixeira, já falecido c.c. Nair Bacci, foam residentes em Atibaia e tiveram 3 filhos:

2.1. Benedito Fábio Teixeira, comerciário, c.c Marly Aparecida de Fátima Oliveira. Teve:

3.1. Gabriela Aparecida

3.2. Felipe

3.3. Gustavo

2.2. Armando Teixieira, comerciário, c.c Neide Liz Nishimura. Teve:

3.1. Armando Júnior

2.3. Flávio Teixeira, comerciante, c.c Maria Inês de Oliveira Leme. Teve:

3.1. Natália

1.3. Julieta Teixeira, c.c Alberto Albanez, já falecido, residentes em Atibaia, tiveram 2 filhas:

2.1. Janete, casada. Teve:

3.1. Érika

2.2. Vera, casada. Teve:

3.1. Richard

1.4. Sebastião Aparecido Teixeira, bancário, c.c Oneida Finco, residentes em São Paulo. Teve:

2.1. Oneida foi c.c Marcos Vilela Junqueira. Teve;

3.1. Vivien

3.2. Marco Antônio

2.2. Silvana

1.5. Zenaide Teixeira, f. em 1990, foi c.c João Alfonsi n. em 1922. Tiveram 1 filha:

2.1. Maria Francisca, profesora, c.c Benedito L. Balestreire, advogado, tiveram 2 filhos:

3.1. José Luiz Balastreire Neto, eng° c.c Valéria Rodrigues dos Santos, veterinária.

3.2. Débora Maria, arquiteta.

1.6. Pedrina Teixeira, falecida solteira.

1.7. Irene Teixeira, c.c Décio Bacci, já falecido, residentes em Atibaia. Tiveram:

2.1. Marisa, professora, c.c Antônio Pedro Zago, professor. Teve:

3.1. MarceloE. Bacci Zago n. aos 03.JUN.1975.

3.2. DanielaBacci Zago

2.2. Mauri Luis Bacci, falecido em janeiro de 2010, foi c.c Vera Prado, teve;

3.1. Maura

2.3. Mari de Fátima Bacci, escrevente do fórum de Atibaia.

1.8. Benedito Pedro Teixeira

Capítulo 8º

Ester Alvim

Ester Alvim, já era falecida no início do século XX. Foi casada com Joaquim Marinha Fagundes, filho de João Marinho. Segundo Silva Leme, não deixou descendentes.

FIM DA FAMÍLIA ALVIM de Atibaia

Título III

Família SOARES

Descendentes de Francisco Soares de Lima

Disposição genealógica (Tronco, capítulos e demais descendentes): Adriano Bedore [Inédita]

Genealogistas pesquisados: Luiz Gonzaga da Silva Leme in memorian, Waldomiro Franco da Silveira in memorian, Monsenhor Antônio Paes Cintra in memorian e Adriano Bedore

RELAÇÃO DO TRONCO COM ATIBAIA/SP

●O Tronco deste Título, Francisco Soares de Lima, nasceu em Atibaia provavelmente entre os anos de 1767 a 1770, como não sabemos a naturalidade de seus pais e avós, imaginamos que sua família radicou-se em Atibaia nas primeiras décadas do século XVIII.

RELAÇÃO DO TRONCO COM O AUTOR

● O Tronco é octavô (avô em 8° grau) do autor deste trabalho. É também tetravô (avô em 4° grau) de Ana Soares Leite, mãe de Maria do Carmo Leite De Carlo, bisavó materna do autor destas notas genealógicas.

CIDADES MAIS CITADAS NESTE TÍTULO

● Atibaia (antiga São João de Atibaia); Jarinu (antigo distrito de Atibaia com o nome de Campo Largo de Atibaia), São Paulo (antiga São Paulo de Piratininga), todas no Estado de São Paulo.

FRANCISCO SOARES DE LIMA

Francisco Soares de Lima[110] era natural de Atibaia onde nasceu entre os anos de 1767 a 1770[111] e onde foi fazendeiro em Campo Largo, hoje Jarinu. Faleceu em Atibaia aos 23.MAR.1842, segundo a certidão de óbito e aos 12.MAIO.1842 segundo seu inventário, e foi sepultado dentro da matriz. É o progenitor das famílias Soares do Amaral de Itatiba, Atibaia e outras cidades, era filho de Vitor Soares de Oliveira, falecido em Atibaia em 1776 e de Joana Godoi Lima casados em Atibaia em 1767, neto paterno de Gabriel Soares de Souza (ou Moniz) e de Joana de Siqueira e neto materno de Pedro de Lima Camargo e de Francisca de Godoi Moreira (SL. 3/159).

Casou-se em Atibaia três vezes, 1ª vez em 1792 com Maria Cardoso de Oliveira, filha de Rafael Cordeiro do Amaral e de Ana de Ribeira Cardoso (pais do tronco do título Alves do Amaral), com quem teve apenas a primeira filha. Segunda vez casou-se com Gertrudes Maria, filha de Antônio Cardoso de Moraes ou da Silva e de Ângela Maria de Camargo e terceira vez com Ana Franco. Teve apenas uma filha com a primeira mulher (Maria Francisca), seis filhos com a segunda e nenhum com a terceira:

Capítulo 1º Maria Francisca Soares

Capítulo 2º Ana Francisca Soares

Capítulo 3º Maria Joana Soares (12 anos em 1820, portanto, n. em 1808) [minha heptavó]

Capítulo 4º Bento José Soares (16 anos em 1820, portanto, n. 1804)

Capítulo 5º Antônio José Soares (12 anos em 1820, portanto, n. em 1808)

Capítulo 6º José Soares de Lima

Capítulo 7º João Soares de Lima (14 anos em 1820, portanto, n. 1806)

Capítulo 1º

Maria Francisca Soares

Maria Francisca Soares casou-se em Atibaia em 1815 com Antônio Manoel da Silveira (ver N° 10, cap. 6° do título Siqueira Franco), filho do capitão Joaquim de Siqueira Franco (cap. 6° do referido título) que era filho do 1º capitão-mor de Atibaia Lucas de Siqueira Franco (ver título Siqueira Franco). Teve q.d.:

Nº 01 João de Siqueira Franco, casou-se em 1841 em Atibaia com Maria Rosa, filha de Manoel Antônio Soares e de Ana Francisco Pedroso. Não descobrimos descendentes.

Capítulo 2º

Ana Francisca Soares

Ana Francisca Soares casou-se em Atibaia em 1815 com José Barbosa Siqueira (ver N° 08 do capítulo 1° do título Siqueira Franco), filho de Inácio de Siqueira Pimentel, primeiro filho do primeiro capitão-mor de Atibaia e tronco do título Siqueira Franco, deste trabalho. Ana Francisca Soares faleceu em 1842 (ano de morte de seu pai) sem deixar descendentes, segundo o inventário de seu pai, consultado por nós.

Capítulo 3º

Maria Joana Soares

Maria Joana Soares, nascida em Atibaia e aí falecida muito jovem aos 09.DEZ.1836 sendo sepultada na capela de Nossa Senhora do Carmo de Campo Largo, hoje matriz de Jarinu). Foi casada aos 02.JUL.1821 em Atibaia com Inácio Pires de Camargo (ver cap. 8º do título Pires de Camargo – são meus heptávós ou avós em 7º grau), falecido em 1850. Moraram em Campo Largo de Atibaia, hoje município de Jarinu e tiveram seis filhos descritos no capítulo 8º do título Pires de Camargo.

Capítulo 4º

Bento José Soares

Bento José Soares n. em 1803/04 em Atibaia onde foi verador no mandato de 1841 a 1844. Bento foi fazendeiro possuidor da fazenda Velha no bairro de Caetetuba, em Atibaia e pode ser considerado tronco da família Soares do Amaral de Atibaia. No censo de 1820 era classificado como lavrador (fazendeiro) e negociante de animais e possuia 8 escravos, no censo de 1836 tinha 12 escravos. Casou-se em 1825 em Atibaia, com Ana Tomazia do Nascimento, filha de Francisco Cordeiro do Amaral e Ana Joaquina das Neves, neta paterna de Rafael Cordeiro do Amaral e Ana da Ribeira Cardoso falecida em 1805 (pais do tronco do título Alves do Amaral); neta materna de Amaro das Neves de Moraes e Maria Leite de Araújo (ver família Araújo na introdução ao título I), bisneta pelo lado paterno de Ana de Ribeira Alvares Cardoso, e de Rafael Cardoso de Almada e Catarina do Amaral, bisneta pelo lado materno de Antônio Ferraz de Araújo e Leonor de Siqueira Moraes, e de Domingos Teixeira de Moraes e Maria Soares das Neves.. Teve 5 filhos, todos naturais de Atibaia:

Nº 01 José Soares de Lima Sobrinho

Nº 02 Rodrigo Soares do Amaral

Nº 03 Florêncio Alves do Amaral

Nº 04 Francisco Alves do Amaral

Nº 05 Ana Soares do Amaral

Nº 01 José Soares de Lima Sobrinho, casou-se três vezes, a 1a vez com Ana Franco do Amaral, 2ª vez com Maria Idalina do Amaral, ambas filhas de José Joaquim do Amaral Bueno (ver 1º capítulo do título Bueno) e Ana Jacinta Alves do Amaral “Ana Paes” (ver Nº 05 do capítulo 5º do título Alves do Amaral), e 3ª vez casou-se em Campo Largo de Atibaia aos 20.MAIO.1882 com Escolástica Soares de Siqueira (ver 3.2., 2.3., 1.3., N° 01, cap. 1° do título Siqueira Franco), filha de Manoel Alves de Siqueira e Gertrudes Soares. Teve 3 filhos só do primeiro casamento (ver descendência em N° 05, cap. 5° do título Alves do Amaral)

Nº 02 Rodrigo Soares do Amaral f. aos 30.AGO.1878, casou-se com Gertrudes Franco do Amaral, falecida aos 10.JUN.1889, filha de José Joaquim do Amaral Bueno(ver título Bueno) e de Ana Jacinta Alves do Amaral (título Alves do Amaral), ou seja, Gertrudes era irmã das duas esposas do N° 01 acima, portanto, dois irmãos (José Soares de Lima Sobrinho e Rodrigo Soares do Amaral casaram-se com três irmãs (Ana Franco do Amaral, Maria Idalina do Amaral e Gertrudes Franco do Amaral). Rodrigo Soares do Amaral foi fazendeiro no bairro do Caetetuba. Gertrudes Franco do Amaral após enviuvar-se casou-se com Pedro Alexandrino Leite (ver capítulo 6° do título Leite). Tiveram 5 filhos descritos no título Alves do Amaral.

Nº 03 Florêncio Alves do Amaral, c.c Joaquina Pires de Camargo filha de Francisco Pires de Camargo, ou “Pimentel” (ver descendência no N° 04 do cap. 1º do título Pires de Camargo) e Maria Jacinta da Silveira.

Nº 04 Francisco Soares do Amaral casado em Itatiba.

Nº 05 Ana Soares do Amaral deve ter sido a primeira filha do capítulo[112], casada aos 03.AGO.1841 em Campo Largo com Joaquim Pires de Camargo (ver N° 02, cap. 6° do título Pires de Camargo), filho de João Pires de Camargo e de Antonia Joaquina Bueno. com geração em Itatiba, Amparo e Avaré. Teve q.d.:

1.1. José Pires de Camargo

1.2. Boaventura Soares de Camargo

Capítulo 5º

Antônio José Soares

Antônio José Soares casou em 1829 em Atibaia com Gertrudes Maria do Nascimento, filha de José Pires Pimentel e de Maria Perpetua do Nascimento, residentes em Itatiba, antiga Belém. Teve 4 filhos:

Nº 01 José Soares de Camargo

Nº 02 João Sares do Amaral

Nº 03 Antônio José Soares

Nº 04 Francisco Soares de Camargo

Nº 01Major José Soares de Camargo, falecido em 1905, foi importante fazendeiro e abastado capitalista residente em Itatiba onde foi vereador e presidente da câmara em 1873. Foi 1º c.c Ana Franco de Godoi, filha de João de Godoi Lima e de Antonia Franco Isabella e 2º casou-se com Escolástica Pires Soares, filha do major Camilo José Pires e de Ana de Siqueira Campos. Teve 5 filhos com a 1ª mulher e mais 7 com a 2º:

1.1. Antônio Pantaleão Soares c.c Maria Eugenia, filha de Joaquim da Silveira Franco Damásio e de Apolônia da Silveira. Teve q.d.:

1.2. João Soares de Camargo c.c Maria José da Fonseca, filha de José Custodio da Fonseca e de Elisa (…).

1.3. Maria Joana Soares c.c o tenente coronel João de Lacerda Franco n. em Araras em 1867 e falecido em 1913 no parque balneário de Santos, era filho do barão de Araras. Teve 4 filhos q.d.:

2.1. Marieta, casada em 1916 com Aristides Silveira Fonseca, filho de José Custódio da Fonseca e de Elisa da Silveira, esta falecida em São Paulo aos 02.AGO.1948 com 87 anos de idade. Teve q.d.:

3.1. Maria Joana Lacerda Fonseca

3.2. João Otavio

3.3. Roberto Alexandre

2.2. Letícia L. Franco, n. em 1897, casou-se em 1920 com seu primo Plínio Lacerda de Oliveira, teve q.d.:

3.1. Maria de Lourdes

2.3. Paulo de Lacerda Franco

2.4. Lucia, casada em 1920 com Oscar Godoi Pereira, teve q.d.:

3.1. Maria Lucia, casada em 1942 com Domingos Inecchi Neto.

3.2. Oscar Lacerda Franco Pereira

1.4. Antonia Soares

1.5. Ana Soares c.c Guilherme Witaker de Oliveira, filho do comendador e coronel Justiniano de Mello Oliveira.

1.6. Pedro Soares de Camargo, engenheiro civil pela Politécnica de São Paulo.

1.7. Camillo Soares de Camargo

1.8. Joaviano Soares de Camargo

1.9. Otília Soares c.c Jorge Moreira Lima, filho de Antônio Moreira Lima e sua 2ª mulher Jacinta de Brito Leme.

1.10. Nicolina Soares

1.11. Sylvio Soares de Camargo

1.12. Umberto Soares de Camargo

Nº 02João Soares do Amaral, nascido em 1842 em Itatiba. Foi importante fazendeiro com cultura de café em Itatiba/SP. Casou-se com sua prima Maria da Gloria, falecida em S.P. em 1913 com 62 anos, filha de José de Lacerda Guimarães, nascido em Atibaia em 1822 e falecido em Caxambu em 1897 – barão de Arari que foi c.c sua prima irmã Clara Miquelina de Jesus, ou Clara Franco de Camargo, nascida em Rio Claro em 1851 e da baronesa de Arari (ver 2.5., 1.3., N° 02, cap. 4° do título Siqueira Franco). Teve 8 filhos:

1.1. José de Lacerda Soares, foi o 2º marido de sua prima Maria Flora Franco, viúva de Fernão de Souza Queiroz. Teve:

2.2. Rodrigo de Lacerda Soares, n. em Araras em 1873 c.c Altimira Ferraz de Camargo, natural de Capivari/SP, filha de Francisco Ferraz de Camargo e de Ana Sampaio, teve 7 filhos:

3.1. Mercedes, c.c José Sampaio Leite, teve q.d.:

4.1. Rodrigo

4.2. Ida

4.3. Altimira

3.2. Lavínia de Lacerda Soares, nascida em Araraquara em 1900, casada em São Paulo em 1919 com Manoel Joaquim Ribeiro do Vale, natural de Guaxupé/MG, em 1894, falecido em São Simão aos 02.DEZ.1947, filho dos Condes Ribeiro do Vale, Joaquim Augusto Ribeiro do Vale e Genoveva Junqueira, neto paterno dos barões das Dores de Guaxupé/MG. Teve q.d.:

4.1. Lavínia Ribeiro Vale, nascida em 1921 em S.Paulo onde em 1942 c.c. Francisco Soares de Camargo Neto. Teve q.d. :

5.1. Clovis, nascido em 1943.

4.2. Genoveva

4.3. Lucia, c.c Paulo Nogueira Neto

4.4. Marcos Ribeiro do Vale, casado em 1944 com Maria do Carmo de Macedo Soares, filha de José Cassio de Macedo Soares e Maria do Carmo de Souza Queiroz Platt.

4.5. Mariana c.c João Haenel

3.2. Camila Lacerda Soares, nascida em Pinhal em 1900, casou-se em S.P. com Paulo de Siqueira Cardoso, nascido em Jacareí em 1897, filho de Fernando de Siqueira Cardoso e de Maria da Gloria Martins. Teve q. d.:

4.1. Maria Camila Soares Cardoso

3.3. Marcelo de Lacerda Soares, médico, c.c Noêmia Dumont Vilares, teve q.d.:

4.1. Rodrigo

4.2. Carmen

3.4. Mirinha Lacerda Soares

3.5. José Lacerda Soares, engenheiro agrônomo, falecido em S.P. aos 14.AGO.1947

3.6. João Soares do Amaral Neto, engenheiro civil, c.c Raquel Machado de Campos.

2.3. João Lacerda Soares, casado em São Paulo em 1906 com Maria Emília Queiroz Aranha de Lacerda, falecida em Campinas em 1923. Teve q.d.:

3.1. José Eduardo de Lacerda Soares, nascido em S.P. em 1908, onde faleceu em 1943, foi casado em Paris em 1930 com Cristine Perin, nascida em Paris em 1910. Teve q.d.:

4.1. João Luís

3.2. Maria Inês de Lacerda Soares, nascida em 1909 em S.P. onde em 1928 casou-se dom Carlos Rudge Miller, nascido em S.P. em 1907, filho de Charles W. Miller e Antonieta Rudge. Teve q.d.:

4.1. Terezinha Soares Miller

4.2. Vera Maria

4.3. Maria Inês

3.3. João de Lacerda Soares Filho, c.c Amélia Giorgi, filha de Guilherme Giorgi e Maria Milanesi, natural da Itália. Teve q.d.:

4.1. João Lacerda Soares

4.2. Maria Amélia

3.4. Cecília, faleceu solteira em S.P. em 1945.

2.4. Mario Lacerda Soares, n. em Araras/SP em 1884, falecido em S.P. aos 06.MAR.1947. Foi c. em S.P. em 1918 com Laura Gomes de Vilhena, n. em S.P. em 1895. Teve q.d.:

3.1. José Mario de Vilhena Soares, advogado, c.c Jaciara Bastos Clappi. Teve q.d.:

4.1. Norma Vilhena Soares

3.2. Carlos Vilhena de Lacerda Soares, nascido em Araras em 1920 casado em S.P. em 1941 com Marta de Carvalho Linardo, nascida em Jaboticabal em 1920. Teve q.d.:

4.1. Maria Ângela Linardi de Lacerda Soares

3.3. Maria da Gloria, c.c Mario Lourenlo de Paula.

3.4. Laura de Vilhena Soares

2.5. Clara de Lacerda Soares, c.c seu primo Joaquim Ferreira de Camargo. Teve q.d.:

3.1. Maria Cândida Ferreira de Camargo, c.c seu primo Joviano Soares de Camargo, farmacêutico, filho de José Soares de Camargo e sua 2ª mulher Escolástica Pires de Ávila.

3.2. Olavo, falecido menor.

3.3. Lavinio Soares Ferreira de Camargo, c.c Adelina de Toledo, filha de Joaquim Floriano de Toledo Jr. e de Maria Soares de Toledo. Teve q.d.:

4.1. Maria Odete

4.2. Lavinio Carlos

2.6. Olívia de Lacerda Soares, c.c Alberto Ferreira de Camargo, filho do barão de Ibitinga e sua 2ª mulher Maria Higina de Almeida Lima, sem geração.

2.7. Braulia Soares, c.c Joaquim de Lima Pires, filho de José Pires. Teve q.d.:

3.1. Zuleika, c.c Antônio Carvalho Fontes.

3.2. Fausto de Lima Pires c.c Helena Marshal.

3.3. Olavo, c.c Maria Leonor de Oliveira. Teve q.d.:

4.1. Vera

4.2. Sergio

2.8. Isaura, c.c Manoel Monteiro de Araripe Sucupira, médico. Teve q.d.:

3.1. Silvio Soares Sucupira, médica, c.c Elsie Runge. Teve q.d.:

4.1. Waldemar

4.2. Mariana

4.3. Noêmia

Nº 03 Antônio José Soares c.c Jesuína, filha de José Francisco Lemem e de Maria Rodrigues da Silva. Com geração, mas sem informação.

Nº 04 Francisco Soares de Camargo c.c sua prima Rita de Lacerda, irmã de Maria da Glória, esposa de seu irmão João Soares do Amaral, Nº 02 retro. Rita faleceu em São Paulo em 1937 com 75 anos. Teve q.d.:

1.1. Almira Soares c.c João Coutinho de Lima, advogado, filho de Bento Franco de Godoi Moreira e de Clotilde Coutinho. Teve:

2.1. Paulo Coutinho, advogado.

2.2. Marina, c.c. seu parente Ari Franco de Camargo, filho de Aurélio Franco e neto de Antônio Franco de Camargo. Teve:

3.1. Maria Helena

3.2. Aurélio

2.3. Maria Clotilde c.c. Nicolau Rosseti, médico. Teve:

3.1. Carlos Alberto

3.2. Mafalda Maria

3.3. Maria Clotilde

2.4. Maria Rita, c.c Honório Dias Soares. Teve:

3.1. João

3.2. José Eduardo

1.2. Flávio Soares de Camargo

1.3. Clovis Soares de Camargo, engenheiro agrônomo, casado em 1913 em São Paulo com Maria Augusta de Souza Queiroz, n. em 1888, filha de Frederico Souza Queiroz e Augusta Fleury, neta paterna dos barões de Souza Queiroz, neta materna do desembargador João Augusto de Pádua Fleury. Teve:

2.1. Francisco Soares de Camargo Neto, n. em 1914 em São Paulo onde em 1942 c.c. Lavínia Ribeiro do Vale, com geração, mas sem informação.

2.2. Augusta Soares de Camargo, casada em 1941 com Pedro Vicente Bueno de Azevedo, filho de José Bueno de Oliveira Azevedo e 1ª mulher Maria Amália Vicente de Azevedo, neto paterno do conde José Vicente de Azevedo. Teve:

3.1. Pedro Vicente, falecido menor.

3.2. Rita de Cássia, falecida menor.

3.3. Maria do Carmo, nascida em 1943.

2.3. Frederico Soares de Camargo, médico n. em São Paulo em 1916.

2.4. Maria Cecília

2.5. Antônio Carlos Soares de Camargo, nascido em SP em 1924.

2.6. Maria Nazaré, casada em 1948 com o tenente Sérgio Florentino Paes de Barros, filho do coronel Sérgio Meira de Castro e de Marian Paes de Barros.

1.4. Plácida c.c seu primo Estevam Franco de Camargo, com geração, mas sem informação.

1.5. Lucinio Soares de Camargo

1.6. Lucila Soares c.c Joaquim Pires Fleury. Teve:

2.1. Heloisa

Capítulo 6º

José Soares de Lima

José Soares de Lima n. em 1799, foi o segundo marido de Maria Paula do Amaral (ver N° 08, cap. 5° do título Alves do Amaral) com quem se casou em 1836, foram residentes em Atibaia. Teve sete filhos descritos no título Alves do Amaral.

Capítulo 7º

João Soares de Lima

João Soares de Lima n. em 1806, não foi citado por Silva Leme sendo descoberto por nós através do inventário de Francisco Soares de Lima que consultamos. Segundo o mesmo documento João Soares de Lima já era falecido em 1842 (ano de morte de seu pai) e fora casado com Maria Gertrudes, tendo na época do falecimento de seu pai (1842) cinco filhos menores cujas descendências nada descobrimos.

Nº 01 Antônio (18 anos em 1842)

Nº 02 José Soares de Lima (9 anos em 1842)

Nº 03 Ana (7 anos em 1842)

Nº 04 Francisco (6 anos em 1842)

Nº 05 Jacinto (4 anos em 1842)

N° 06 Jacinta Soares

N° 02 José Soares de Lima casado primeira vez aos 12.AGO.1869 com Escolástica Soares de Moura, filha de Jacinto José Soares e de Maria Gertrudes. Segunda vez José Soares de Lima casou-se também em Campo Largo aos 12.FEV.1874 com Ana Miquelina Franco, filha de Joaquim Antônio de Camargo e de Maria Franco de Camargo.

N° 06 Jacinta Soares casada em Campo Largo com seu primo Francisco José Soares também conhecido como Francisco Soares de Camargo, (ver N° 05 do capítulo 5° do título Pires de Camargo) aos 19.JAN.1854.

FIM DO TÍTULO SOARES

FOTO COM ALGUMAS PESSOAS CITADAS NOS TÍTULOS

Digitalizar0001[1]

MEMBROS DO DIRETÓRIO DO PARTIDO DEMOCRÁRICO EM FOTO TIRADA ENTRE1899 a 1901

(O partido democrático substituiu o partido conversador e seus membros eram chamados de cascudos)

Da primeira fileira de cima para baixo e da esquerda para direita estão: Bento José do Amaral “Bento Paes” (1.9, N° 05, cap. 5°, título Alves do Amaral), Major José Franco da Silveira “Juca Silveira” (3.3., 2.3., 1.4., N° 02, cap. 4° do título Siqueira Franco), João Batista Franco “João Teteia” (3.2., 2.3., 1.4., N° 02, cap. 4°, do título Siqueira Franco), Francisco Teodoro Pinto (N° 01, cap. 2° do título Leite) e Sebastião Teodoro Pinto (N° 04, cap. 2° do título Leite). Na fileira do meio da esquerda para direita estão: Florêncio Alves do Amaral (1.6., N° 02, cap. 5° do título Alves do Amaral), Cel. Francisco Bueno da Rocha (N° 01, cap. 3° do título Bueno), Isaias Profeta (2.2., 1.1., N° 01, cap. 5° do título Pereira), Antônio Soares do Amaral (2.1., 1.8., N° 08, cap. 5° do título Alves de Amaral) e José Gonçalves Barbosa da Cunha. Na primeira fileira da esquerda para direita estão: Pedro José Teixeira (2.7., 1.2., N° 02, cap. 1° do título Pereira), Francisco Soares do Amaral (1.6., N° 08, cap. 5° do título Alves do Amaral), Emílio Justino Teixeira (2.6., 1.2. N° 02, cap. 1° do título Pereira), Guilherme Gonçalves Barbosa da Cunha e Antônio Ferreira. As crianças são da esquerda para direita: Francisco José Teixeira (1.2., N° 02, cap. 2° do título Leite) Adão Sebastião Pinto (1.1., N° 01, cap. 2° do título Leite) e Benedito Teixeira Pinto (1.1., N° 02, cap. 2° do título Leite).

Título IV

Família ALVES DO AMARAL

Descendentes do Alferes Antônio Alves do Amaral

Disposição genealógica (Tronco, capítulos e demais descendentes): Adriano Bedore [Inédita]

Genealogistas pesquisados: Waldomiro Franco da Silveira in memorian e Adriano Bedore

RELAÇÃO DO TRONCO COM ATIBAIA/SP

●O tronco deste título, Alferes Antônio Alves do Amaral nasceu em Atibaia entre 1750 a 1760 e sua família, tanto materna como paterna, deve ter estabelecido em Atibaia, provavelmente entre nas décadas de 1730 a 1750, portanto, há mais de 270 anos. Consideramos que genealogicamente a família Alves do Amaral, em razão do grande número de seus descendentes, é de grande importância na formação da família atibaiana. Sua importância em número de descendentes, a partir do tronco, só é superada pela família Siqueira Franco abordada no título I deste trabalho, portanto, para nós, é raro um atibaiano de raiz que não seja descendente, primeiro do título e capítulos da família Siqueira Franco, segundo do tronco e capítulos da importantíssima família Alves do Amaral de Atibaia.

RELAÇÃO DO TRONCO COM O AUTOR

● O Tronco é heptavô (avô em 7° grau) do autor deste trabalho. É também tetravô (avô em 4° grau) de José Benedito Leite, pai de Maria do Carmo Leite De Carlo, bisavó materna do autor destas notas genealógicas.

CIDADES MAIS CITADAS NESTE TÍTULO

● Atibaia (antiga São João de Atibaia); Jarinu (antigo distrito de Atibaia com o nome de Campo Largo de Atibaia), São Paulo (antiga São Paulo de Piratininga), Piracaia (antiga Santo Antônio da Cachoeira), Bragança Paulista (antigo distrito de Atibaia com o nome de Nossa Senhora da Conceição de Jaguari), Nazaré Paulista, Campinas (antiga São Carlos), Capivari, todas no Estado de São Paulo.

Alferes ANTÔNIO ÁLVARES (ALVES) DO AMARAL

Antônio Alves do Amaral, o velho, também conhecido como Antônio Álvares do Amaral (SL 1/467), era natural de Atibaia onde nasceu entre 1759 a 1768 (1761 a 1763, anos mais prováveis) e faleceu aos 03.NOV.1838 sendo sepultado dentro da matriz. Antônio era filho de Rafael Cordeiro do Amaral falecido aos 28.OUT.1778 em Atibaia e de sua segunda esposa Ana Ribeiro Cardoso. Neto materno de Ana de Ribeira Bueno e do capitão Antônio Álvares Cardoso, ambos naturais de São Paulo; neto paterno de Rafael Cardoso de Almada[113] e de Catarina do Amaral[114], também naturais de São Paulo. Antônio Alves do Amaral era abastado fazendeiro[115] em Atibaia no bairro do Rio Abaixo.

Rafael Cordeiro do Amaral[116] n. aproximadamente em 1701 em de Itu. Casou primeira vez com Escolástica Ortiz Camargo em Atibaia e segunda vez em 1749, também em Atibaia com Ana Ribeiro Cardoso[117] n. aproximadamente em 1767 e faleceu em Atibaia aos 03.AGO.1805 (descendente direta de Amador Bueno da Ribeira, aclamado rei de São Paulo), natural de São Paulo. Rafael Cordeiro do Amaral, pai do tronco, encontrava no censo de 1765 de Atibaia como morador do bairro do Rio Abaixo e com patrimônio de 200 mil réis. Os seis filhos de Rafael Cordeiro do Amaral e sua 1ª esposa estão descritos em SL 1/300 a 304 e os oito filhos de seu segundo casamento estão descritos em SL 1/463, já sua ascendência é encontrada em SL 7/292.

Antônio Alves do Amaral, tronco deste título, foi sargento da 2ª companhia em 1825; foi também procurador da câmara em 1811 e vereador em 1814. Foi casado primeira vez em Atibaia em 1780, aproximadamente, com Ana Franco da Silveira n. em 1775/76, filha do capitão Crispim da Silva Franco[118] e de sua 1ª esposa, Izabel Cardoso da Silveira[119], neta materna de João Franco Viegas[120] n. em 1713, que foi vereador na 1ª câmara de Atibaia em 1770 e de Maria de Souza. Segunda vez casou-se aos 22.MAIO.1814 com Maria Angélica de Oliveira, filha de João Preto de Oliveira e Ana Maria, tendo treze filhos com a primeira mulher e uma filha (capítulo 15°) com a segunda.

Capítulo 1º Maria Franco Cardoso ou Amaral[121] (minha hexavó)

Capítulo 2º José Alves do Amaral

Capítulo 3º Isabel da Silveira Cardoso

Capítulo 4º José Joaquim do Amaral

Capítulo 5º Cap. Jacinto Alves do Amaral (meu hexavó)

Capítulo 6º Gertrudes Alves do Amaral

Capítulo 7º Joaquim Alves do Amaral

Capítulo 8º João Alves do Amaral

Capítulo 9º Ana Franco da Silveira

Capítulo 10º Francisca da Silveira Franco

Capítulo 11º Francisco José da Silveira

Capítulo 12º Antônio José do Amaral

Capítulo 13º Albina Maria Franco

Capítulo 14° Joaquim com 11 anos em 1829, nada descobrimos.

Capítulo 15º Ana Franco

Capítulo 1º

Maria Franco Cardoso ou do Amaral

Maria Franco Cardoso n. em 1781/83 (no censo de 1782, tinha um ano), também conhecida como Maria Franco do Amaral foi casada com José Joaquim Bueno Paes, tronco do título Bueno, ver parte da descendência do casal no referido título.

Capítulo 2º

José Alves do Amaral

José Alves do Amaral n. em 1785, casado em 1802 com Francisca Gonçalves dos Santos, filha de Antônio Gonçalves, natural de Minas Gerais e de Ana Maria da Conceição, por esta. Neta de Manoel da Costa Guimarães e de Maria José de Jesus. Teve:

N° 01 Felicidade Alves c.c José Joaquim Franco. Com geração, mas sem informação.

N° 02 Maria batizada em 1805 em Atibaia, sem informações.

N° 03 Francisco, sem informações.

N° 04 Joaquina

N° 05 Inocêncio Alves casado em Pirassununga, sem informações.

N° 06 João Batista do Amaral Lacerda

N° 07 Ana Joaquina

N° 06 João Batista do Amaral Lacerda casou 1º em 1834 com sua parenta Manoela da Anunciação, filha de Joaquim Alves do Amaral e de Maria Fortunata (capítulo 6°), 2ª. vez com Maria, filha de (…) e vez com Rita Auta. Teve cinco filhos da primeira esposa e desconhecemos outros com as demais:

1.1 Estanisláu

1.2. Felisbino

1.3. Maria

1.4. Francisca

1.5. (…)

N° 07 Ana Joaquina casou em 1838 no Belém de Jundiaí (Itatiba) com Inácio Nobrega, viúvo de Quitéria Maria. Teve:

1.1 Vicente Nobrega que foi morador e casado em Bragança. Sem geração.

1.2. José, sem informações.

Capítulo 3º

Isabel da Silveira Cardoso

Isabel da Silveira Cardoso n. em 1783, casada em 1802 com Francisco Rodrigues Leme, filho de Mariana de Siqueira e do sargento-mor Jerônimo da Rocha Bueno, pai do tronco do título Bueno deste trabalho. Teve descoberto por Silva Leme:

N° 01 Jacinto, nada descobrimos.

N° 02 Bernardino, nada descobrimos.

N° 03 Maria Isabel Cardoso casada em 1824 em Atibaia com Manoel da Silva Bueno filho de Lourenço da Silva Bueno e de Maria Antonia. Nada descobrimos.

Capítulo 4º

José Joaquim do Amaral

José Joaquim do Amaral n. em 1789 casado em 1806 com Cristina Maria Franco, filha do capitão José Antônio da Silva Coelho e sua 2ª mulher Christina Maria Franco. No censo de 1836 tinha 18 escravos. Teve 3 filhos, mas somente um deixou descendentes:

N° 01 Joaquim Antônio do Amaral e Silva que casou em 1842 em Bragança com Joana Nepomuceno do Valle e Silva, f. com 79 anos em 1896 em S. Paulo, onde residiu na rua de S. Bento desde 1869, fª do alferes Antônio José do Valle, natural de Portugal, e de Gertrudes Thereza de Jesus. Joaquim Antônio faleceu assassinado numa emboscada em 1846 em Atibaia. Teve a f.ª única:

1.1. Maria Antonia da Silva Macedo que casou em 1865 em Bragança com o capitão do exército Francisco de Assis de Araújo Macedo, nascido em 1825 em S. Paulo, fº do brigadeiro Francisco de Paula Macedo, natural de Portugal, (que veio ao Brasil em junto com a corte portuguesa em 1808) e de Francisca Amália de Araújo Azambuja. Da fé de ofício do capitão Francisco de Assis tiramos os seguintes pormenores de sua vida militar: Foi ajudante de ordens de vários presidentes do Estado de São Paulo e recebeu várias condecorações. Faleceu o capitão Macedo em 31.DEZ.1868 em São Paulo e jaz sepultado no cemitério da ordem terceira do Carmo, juntamente com sua esposa Maria Antonia, que faleceu na mesma cidade aos 22.FEV.1901. Teve 3 filhos:

2.1. Maria Fausta de Macedo Leme nascida e batizada no Rio de Janeiro aos 26.FEV.1866, casada aos 08.SET.1883 em São Paulo com Luiz Gonzaga da Silva Leme nascido aos 03.AGO.1852 em Bragança Paulista e falecido em São Paulo aos 13.JAN.1919, bacharel em direito e engenheiro civil, grande genealogista, autor da importante obra, Genealogia Paulistana, grande base de pesquisas deste trabalho; filho do coronel Luiz Manoel da Silva Leme e de Carolina Eufrásia de Moraes Leme, neto materno de Gertrudes Thereza da Silveira que casou-se em Atibaia em 1809 com seu parente, capitão de milícias Luiz Gonzaga de Moraes, batizado aos 24.JUN.1788 em Atibaia e falecido em Bragança em 1865, tendo ocupado altos cargos em Bragança, onde foi juiz ordinário e de órfãos na primeira parte do século XIX, vereador no quinquênio de 1829 a 1833, nos quatriênios de 1841 a 1844 e de 1845 a 1848;foi promotor público interino, ocupando nessa qualidade a tribuna do júri. Militou nas fileiras do partido liberal e tomou parte ativa na revolução de 1842, como amigo e partidário do brigadeiro Rafael Tobias, porém não sofreu violência alguma, devido à estima e simpatia do partido governista; neto paterno do sargento-mor Antônio Leme da Silva, natural de Mogi-Guaçu, e falecido em 1827 em Bragança, e de Rosa Maria de S. José, natural de Mogi das Cruzes.

Foi Luiz Gonzaga da Silva Leme engenheiro chefe, incumbido de acabar a construção da estrada de ferro bragantina, serviço que inaugurou aos 06.AGO.1884, sendo nomeado inspetor geral desta estrada, posto que permaneceu até meados de 1898, quando iniciou a belíssima obra de genealogia tão citada neste trabalho. Teve:

3.1. Maria Esther Leme, nascida aos 02.AGO.1884 em S. Paulo, aí casou-se aos 02.FEV.1901 com Teófilo Maciel, médico, residente em Itapira, filho do barão e baronesa de Maciel, naturais de Baependi. Teve, segundo SL em sua, por vezes, aqui citada:

4.1. José Luiz Leme Maciel, nascido em S. Paulo aos 02 .NOV.1901.

3.2. Maria Adelaide Leme, nascida aos 30.MAR.1886 em S. Paulo, casou-se aos 24.JAN.1903 em São Paulo Raul Ortiz Monteiro, formado em direito. Teve:

4.1. Maria José, nascida aos 06.FEV.1904.

3.3. Maria de Lourdes Leme n. aos 16.OUT.1891 em São Paulo.

3.4. José Hildebrando Leme n. aos 18.ABR.1900.

3.5. José Sizenando Leme n. aos 10.JUL.1901 em S. Paulo, além de outros falecidos na infância.

2.2. Adalberto, falecido na infância.

2.3. Honorina, falecida na infância

Capítulo 5º

Capitão Jacinto Alves do Amaral

Jacinto Alves do Amaral nasceu em Atibaia entre 1788 a 1792 e aí se casou aos 24.JUN.1809 com sua parente Maria do Espirito Santo Amaral n. em 1792 a 1801 e falecida aos 07.JAN.1857 com 64 anos, filha de Inácio Alves de Godoi e de Gertrudes Maria de Araújo[122], neta paterna de Inácio Alves Cardoso[123] e de Maria de Godoi Moreira[124]; neta materna de Amaro das Neves de Moraes e de Maria Leite de Araújo que é uma das filhas do tronco da família Araújo de Atibaia e uma das duas irmãs que podem ser consideradas troncos da importante família Araújo Cintra de Atibaia (ver capítulo 2° do texto sobre a Família Araújo em introdução ao título I deste trabalho e também em SL1/501).

O capitão Jacinto Alves do Amaral[125] foi importante fazendeiro[126] no município de Atibaia, bairro do Rio Abaixo, com grande escravatura. Dedicou-se tanto a agricultura como a pecuária. Dos inventários de Atibaia por mim consultados, Jacinto foi quem deixou maior fortuna, estimada em 87.952$860 (oitenta e sete contos, novecentos e cinquenta e dois mil e oitocentos e sessenta reis). Apenas para ilustrar, na data do seu falecimento o capitão Jacinto tinha 44 escravos (30 escravos no censo de 1836), além de muitos bens móveis e imóveis, e muita terra. Foi capitão Jacinto vereador à câmara municipal em 1827 e no mandato de 1837/40. Em 1834 participou juntamente com: Jacinto José Araújo Cintra (o 1º deputado provincial por Atibaia) e Antônio José da Cunha de uma comissão encarregada de localizar um outro local para a construção de nova casa de câmara e cadeia, pois a antiga estava sem condições alguma de funcionamento (o primeiro paço municipal foi o sobrado atrás da igreja matriz, no prédio onde funcionou o hotel São João e hoje encontra-se o edifício Magister), esta comissão comprou em 1835 um terreno onde hoje se localiza o museu municipal na atual praça Bento Paes. Em 1833 também participou de outra comissão formada pelos mesmos distintos senhores encarregada de escolher um local para construção de um cemitério, tendo sido escolhido o quarteirão onde hoje se encontra várias casas, a escola “José Alvim” e talvez aprópria praça Guilherme Gonçalves, neste local funcionou o cemitério do santíssimo sacramento até o início do século XX (1901) quando o antigo cemitério foi desativado e deu-se início ao cemitério atual na avenida da saudade “São João Batista”, antes, porém, os seputamentos ocorriam nos pátios das igrejas e ou no seu interior, dependendo da “importância” sócio-econômica do morto. Jacinto Alves do Amaral faleceu aos 23.JUN.1867. Do casal Jacinto Alves do Amaral e Maria do Espirito Santo descendem os oito filhos que seguem:

Nº 01 Zeferino Alves do Amaral

Nº 02 Antônio Alves do Amaral

Nº 03 João Batista do Amaral

Nº 04 Francisco Alves do Amaral

Nº 05 Ana Jacinta do Amaral “Ana Paes” (minha pentavó ou avó em 5° grau)

Nº 06 Delfina Maria do Carmo

Nº 07 Gertrudes Franco

Nº 08 Maria Paula do Amaral

N°09 Delfim II n. 1829, nada descobrimos.

Nº 01[127] Zeferino Alves do Amaral n. 1833 em Atibaia onde foi fazendeiro e faleceu aos 29.OUT.1882. Casou-se em 1851 com sua sobrinha Maria da Conceição (v. cap. 2.° adiante, Nº 1). No ‘Almanak’ da prov. de São Paulo de 1873 constava como 3° suplente de delegado. Teve os 2 filhos:

1.1. Coronel Claudino Alves do Amaral n. em 1857 em Atibaia ou Nazaré Paulista e f.aos 29.MAIO.1922 em Atibaia onde foi abastado fazendeiroe considerado um dos maiores cafeicultores de sua época. Fez política de oposição, primeiro no partido conservador e depois da república pelo partido democrárico, sendo um dos principais elementos de destaque nas lutas partidárias desde a campanha Hermes. A praça da matriz de Atibaia leva seu nome. Casou-se em 1884 com Maria Jacinta da Silveira “Mariquinha do Amaral”, viúva de Antônio Gabriel do Amaral, primode Claudino (ver 1.2., N° 02 a seguir e cap. 1° do título Pires de Camargo). Tiveram 4 filhos:

2.1. Zeferino Alves do Amaral n. aos 30.NOV.1885 em Atibaia e aí f. aos 13.NOV.1962. Fez estudos de humanidades no Brasil e em Paris; formou-se pela faculdade de medicina do Rio em 1908. Clinicou em Atibaia e Bragança, mudando-se mais tarde para a capital, onde tornou-se com o decorrer dos anos um dos maiores cirurgiões da época. Foi membro de diversas associações científicas do país e do estrangeiro; foi chefe da clinica cirúrgica da santa casa; exerceu também o cargo de professor de clínica cirúrgica da faculdade de medicina de São Paulo; membro do colégio brasileiro de cirurgiões. Militando na política, ocupou pelo PRP uma cadeira de deputado estadualpelo 6° distrito que não era o distrito de Atibaia, portanto, embora fosse nascido em Atibaia, Zeferino não se elegera com votos de sua cidade natal, obtendo 8.082 votos,mandato iniciado em 1928 e extinguiu-se em 24.OUT.1930. Casou-se em 28.AGO.1911 com sua prima Evelina Vairo (ver cap. 2°, N° 8 adiante). Há na praça dos Três Poderes um busto em sua homenagem. Tiveram 5 filhos:

3.1. Claudino Alves do Amaral, médico pela faculdade de São Paulo, formado em 1934; quando estudante fez parte da caravana que foi ao Japão em viagem de estudos; depois de formado esteve na Europa em viagem de aperfeiçoamento; foi cirurgião da Santa Casa da capital; seguindo a escola do seu pai. Casou-se em 1941 em Santos com Maria da Glória Ribeiro de Almeida.

3.2. Valter Amaral, médico formado em 1939; especializado em otorinolaringologia.

3.3. Vera Amaral; foi casada aos 21.SET.1937 com Farid Cheid, cirurgião da Santa Casa, foram co-proprietários do hospital São Luiz em São Paulo; Tiveram:

4.1. Silvia Helena Amaral Cheid

4.2. Lilian Amaral Cheid

4.3. Fábio Amaral Cheid

3.4. Lia

3.5. Célia c.c seu primo Olavo Pires de Camargo(ver 2.3., 1.4., N° 01, cap. 1° do título P. de Camargo).

2.2. Etelvina: foi c.c Alfredo de Almeida; dentista e fazendeiro, sem desc.

2.3. Zulmira, c.c Pompeu Souza Brasil, fazendeiro em Pirajú; residentes em S. Paulo; tiveram:

3.1. Pompeu

3.2. Sônia

2.4. Benedito Alves do Amaral, engenheiro agrônomo; estudou muitos anos na Itália; foi fazendeiro em Atibaia e Marília/SP; casou-se em Bragança com Carolina Ferreira. Tiveram:

3.1. Celio Ferreira Amaral, foi aviador e c.c. Cora Gurjão Cotrim

3.2. Olavo Ferreira do Amaral c.c. Raquel Amorim: teve uma filha:

4.1. Carmem Lúcia

3.3. Caio Ferreira do Amaral casado em 1944 c. Cecilia Pulin; teve:

4.1. Roberto

4.2. Caio Eduardo

1.2. Ana Rosa do Amaral casou-se em Atibaia com o capitão Fortunato de Araújo Cintra; foram moradores em Pirassununga, onde deixaram descendência (ver 2.9., 1.4., N° 02, cap. 4° do título Siqueira Franco).

Nº 02 Antônio Alves do Amaral“o novo” n. no bairro Itapetinga aos 07.MAR.1813, fazendeiro em Atibaia onde foi vereador em 1841/44. Casado em 1833 com sua tia Ana Franco ou Ana Cardoso n. 1822, filha de Antônio Alves do Amaral, “o velho”, e sua 2.a mulher Maria Angélica; neta paterna de Rafael Cordeiro do Amaral e de Ana de Ribeira Cardoso e neta materna de João Preto de Oliveira e de Ana Maria (SL1/123). Tiveram:

1.1. Maria da Conceição n. em 1836, c.c seu tio Zeferino Alves do Amaral (ver descendência retro).

1.2. Antônio Gabriel do Amaral n. em 1845 e f. em 1883. Foi abastado fazendeiro em Atibaia e o 1° marido de sua prima Maria Jacinta da Silveira “Mariquinha do Amaral” (ver1.3., N° 01, cap. 1° do ítulo Pires de Camargo, cap. 1.°, N.° 1). Tiveram 2 filhos:

2.1. Capitão João Alves do Amaral, coletor federal aposentado de Atibaia; casado com Luiza de Toledo, filha de José Camillo de Toledo e de Barbara Maria do Rosário, a qual teve mais três irmãs: Lídia de Toledo que faleceu solteira, Barbára Maria de Jesus e Maria José de Toledo, n. em 1891 c.c João Batista aos 05.JAN.1917 e f. aos 18.MAIO.1978, os quais tiveram um único filho: Ari Benedito Batista de Toledo n. aos 24.JAN.1918 e f. aos 09.SET.2008 que foi amigo do autor deste trabalho. O casal João Alves e Luiza de Toledo não tiveram filhos.

2.2. Capitão Antônio Gabriel do Amaral Totó Alves” n. aos 12.AGO.1883 em Atibaia e aí f. aos 28.JUL.1965. Foi fazendeiro, presidente do partido republicano, do clube recreativo, prefeito (18.ABR.1933 a 26.JUL.1934) vereador (1926/29) e presidente da câmara (1926/28). Casou-se em 1903 com Izabel Urioste, filha de Francisca Martins Teixeira e do cel. Teófilo Urioste (*1865 +1958). Tiveram 5 filhos:

3.1. José Alves do Amaral n. em 1903, casado em fevereiro de 1944 com Andreza Paes de Barros, de tradicional família paulista. Foi fazendeiro e exportador de café. Teve:

4.1. Maria Helena Amaral Korloff, física, matemática e consultora de informática, c.c Laimus Korloff.

4.2. Antônio Carlos Alves do Amaral, administrador de empresas e empresário, solteiro.

4.3. Isabel Cristina Amaral, falecida solteira.

3.2. Galileu Amaral, c.c Elizabeth Alves (ver neste capítulo). Teve:

4.1. Maria Lúcia

3.3. Wladimir Amaral, médico, cirurgião plástico formado em 1930; residiu em Limeira, foi casado com Daisi Vargas do Amaral; teve:

4.1. Maria Lúcia Vargas do Amaral foi c.c José Ináciao Botelho de Mesquita, advogado e professor universitário.

4.2. Luiz Roberto Vargas do Amaral, administrador c.c Marlene Chakur do Amaral.

4.3. Wladimir do Amaral Filho, consultor de informática, c.c Maria Alice Salles Cunha do Amaral.

4.4. Lydia Maria Vargas do Amaral, solteira, assistente social.

4.5. Maria Beatriz Vargas do Amaral c.c José Lopes Souza Bueno.

4.6. Luiz Antônio Vargas do Amaral, economista, c.c Fátima Regina Austregésilo do Amaral.

3.4. Diná do Amaral Barreto foi c.c Fernando Bebiano Barreto Henriques, engenheiro químico, foram moradores do Rio de Janeiro, ambos falecidos. Tiveram 4 filhos:

4.1 Maria Izabel Amaral Barreto, professora universitária, c.c Aristophanes Negrão Fleury, professor universitário.

4.2. Fernando Antônio do Amaral Barreto, foi engenheiro, já falecido, foi c.c Cristina do Amaral Barreto, advogada.

4.3. Vera Maria do Amaral Fleury, advogada, c.c Gilberto Negrão Fleury.

4.4. Diná Maria do Amaral Barreto, economista, funcionária do Procon, foi c.c Cláudio Newton Mattos Lemos, economista.

3.4. Eros Amaral, foi securitário e professor de bridge, c.c Yvone Escobar do Amaral, fª do famacêutico Bento Marcondes Escobar (* 19.FEV.1888 + 14.FEV.1980), ex-vereador de Atibaia, todos já falecidos. Tiveram:

4.1. Maria Cristina Escobar do Amaral, c.c Francisco Renzi, comerciante.

4.2. Marcelo Roberto Escobar do Amaral, economista, foi c.c Noemia Caiuby Salles Amaral.

4.3. Luiz Fernando Escobar do Amaral, administrador de empresas, c.c Marina Rabioglio do Amaral.

1.3. Jacinto Alves do Amaral Neto, fazendeiro em Atibaia, c.c Ana Rosa Pacheco Leite f. aos 23.DEZ.1902 com55 anos, viúva de Dionisio Urioste e filha de Maria Balbina Pacheco e do cap. Antônio Paudua Leite (v. SL2/520 e família Araújo na introdução ao título I deste trabalho); teve:

2.1. Capitão Adolfo Alves do Amaral, prestante cidadão, muito popular e muito estimado em Atibaia; ocupou vários cargos de eleição; c.c Eulália Silva; Teve:

3.1. Maria de Lourdes

3.2. Waldomiro Alves, c. em São Paulo com Leontina Profeta (ver 3.7., 2.2., 1.1., N° 01, cap. 5° do título Pereira); Teve:

4.1. Dorival

4.2. Vanda

3.3. Ana Rosa, c.c Tomaz Cury; teve:

4.1. Telma, profª universitária.

4.2. Vilma

4.3. Renato, já falecido.

3.4. Eulália Alves

2.2. Acácio Alvesc.c sua prima Mecias Leite, já falecida (SL2/520); teve:

3.1. Oscar Leite Alves, formado em 1929 pela faculdade de medicina do Rio; foi residenteem São Carlos onde foi médico do serviço de profilaxia da lepra; casado em Piracicaba com Maria Leite Negreiros (v. Desc. do Ouvidor Lourenço de Almeida Prado, pag. 347); Teve:

4.1. Maria Aparecida

4.2 Antônio de Paula

4.3. Ana Angélica (gêmeos)

4.4. Mecias

4.5. José Inácio

3.2. João Batista Leite Alves “João Grilo”, economista e prof° universitário, c.c Maria de Lourdes Macuco Montessanti, residentes no Rio.

2.3. Jacinto Alves do Amaral Jr. “Nenê Alves”, c.c Antonia Martins, de família espanhola. Teve:

3.1. Jacinto Alves do Amaral, já falecido foi c.c sua parente Maria Salomé Peçanha do Amaral (ver 3.4., 2.3., 1.7, N° 05, cap. 5° deste título).

3.2. Marcilio Alves

3.3. Valentina Martins Alves Rosa[128] n. 12.FEV.1909 e f. aos 08.AGO.2016. Foi c.c Tranquilo Rosa n. aos 23.OUT.1904 e f. em 1979 com quem se casou aos 25.MAR.1929, f° de Santo Rosa e Maria Broggin[129], naturais de Ospedaletto Eugano/PD.Teve:

4.1. Fábio, advogado, c.c. Isabel de Moraes Guelpa. Teve:

5.1. Ana Maria, c.c Roberto de Oliveira Simões. Teve:

6.1. Priscila

6.2. Gabriela

5.2. Sônia Maria, falecida solteira.

5.3. Maria Izabel c.c Nahor Araújo de Aquino. Teve:

6.1. Valentina

4.2. Haroldo, falecido ao nascer.

4.3. Renato, dentista e empresário do ramo hoteleiro, c.c. Ezilda de Andrade, teve:

5.1. Maria Silvia c.c José Carlos Longo Filho:

6.1. Fernanda

6.2. Guilherme

5.2. Ricardo c.c Ana Célia de Mello Brito. Teve:

6.1. Renata

6.2. Raquel

6.3. Ricardo

5.3. Vera Lúcia c.c. Luís César Rodrigues Costa. Teve:

6.1. Mariane

4.4. Neide, professor aposentada, viúva de Arthur John Vinicombe de família inglesa. Teve:

5.1. Lígia c.c. Darnei Otero, oficiais de justiça. Teve:

6.1. Pedro Arthur

6.2. Beatriz

5.2. Suzana c.c Antônio Carlos Gutieres, residentes em São Paulo.

4.5. Norma, c.c José Calazans da Silva (ver 4.1., 3.6., 2.5., 1.5., N° 05 neste capítulo). Teve:

5.1. Maria Cecília Rosa Silva, fisioterapeuta, c.c Reinaldo Brezaola, economista. Teve:

6.1. Luis Felipe

6.2. Luis Paulo

5.2. Eliana Rosa Silva, c.c Paulo Sérgio Martinez Moreira, representante comercial, residentes em Campinas. Teve:

6.1. André

6.2. Isabela

5.3. Marisa Rosa Silva, c.c Fernando H. Andrade. Teve:

6.1. Caio

6.2. Leonardo

5.4. Valéria c.c Luís Eduardo Spósito.

3.4. Lúcia c.c Joaquim Almeida, já falecidos. Tiveram:

4.1. Edson, já falecido.

4.2. Eduardo, residente em São Paulo.

3.5. Maria, c.c Rafael Mitsubayashi. Teve:

4.1. Rui, residente em São Paulo com 2 filhos.

4.2. Rau, residente em São Paulo com 5 filhos.

3.6. Aurora c.c Jorge Adashi. Teve:

4.1. Marina casada 2 filhos.

3.7. Natálio c.c Nair Viola. Teve:

4.1. Claudio

4.2. Sérgio

3.8. Julieta falecida solteira.

2.4. Antônio Alves do Amaral n. aos 27.MAIO.1884 e f. aos 28.JAN.1884 foi c.c sua prima Julieta Soares do Amaral n. aos 0.OUT.1887 e f. aos 19.NOV.1949 (v. neste título, Nº 08, 1.3.); teve:

3.1. Maria, c.c Lourenço Martins, com desc.

3.2. Antônio Alves do Amaral Júnior n. aos 07.MAR..1922 e f. aos 15.DEZ.1974 foi casado em 1940 com Idalina Giacomini.

3.3. Geraldo Alves

3.4. Elvira n. aos 27.OUT.1910 e f. aos 11.NOV.1976 foi c.c Luiz dos Santos; com desc.

3.5. Ana

2.5. Amália, c.c seu parente José do Amaral Silveira “José Crisóstomo”, já falecido (ver desc. em 3.2., 2.3., 1.5., N° 05 adiantes).

2.6. Valeriana Alves, c.c seu parente Horácio Alves de Oliveira; teve:

3.1. Veridiana, c.c Antônio Terson Wal, com desc.

4.1. Benedito

4.2. Waldomiro

2.7. Ana Alves, c.c seu primo João Pereira Alves (ver descendência neste título,cap. 4°, N.° 04).

2.8. Pedro Alves do Amaral casado aos 02.JUL.1910 com Davina Alves, filha de Frederico Alves e de Alexandrina Maria; teve:

3.1. Luiz Gonzaga Alves, c.c Angélica.

3.2. Maria Aparecida.

3.3. Geraldo Alves do Amaral

3.4. Elizabeth, c. em 1943 com seu parente Galileu Amaral (v. retro)

1.4. Sabina Alves n. 1838, c.c seu primo José Teodoro Pinto, filho de Francisco José da Silveira e de Maria da Conceição Cintra (ver2.1., 1.1., N° 09, cap. 6° do título Siqueira Franco); teve:

2.1. Ana Jacinta, c.c o cel. João Antônio da Silveira Cintra, seu parente (ver descendência em 1.1., N° 09, cap. 6° do título Siqueira Franco); ambos falecidos.

1.5. Maria Antonia do Amaral, c.c José do Carmo Penteado (v. título Pires de Camargo, cap. 3°); teve:

2.1. Virgínia do Carmo, c.c Antônio Aielo; com desc.

1.6. Coronel Florêncio Alves do Amaral n. em 1839, fazendeiro em Atibaia, foi casado 1° vez com sua prima Gertrudes Leite, filha de João Alves do Amaral (SL. 1/478) e 2a vez com Henriqueta de Oliveira, falecida com 64 anos em maio de 1944. Teve cinco filhos do primeiro e do segundo casamentos:

2.1. Rita Maria do Amaral, c.c seu primo Bernardo Soares do Amaral (ver descendência em Nº 08 adiante).

2.2. Bento Alves do Amaral; faleceu solteiro.

2.3. Lidia Alves, c.c Luiz Alves da Cunha. Teve:

3.1. Maria Joana, c.c João Leite; filhos:

4.1. Florêncio Alves da Cunha, c.c sua prima Benedita Soares do Amaral (ver 3.1., 2.1., 1.3., N° 08, adiante), sem filhos.

4.2. Ana, c.c Vespasiano Pereira Leite (ver 1.2., N° 02, cap. 8° do título Pereira).

4.3. Francisca, c.c Juvenal de Oliveira Franco.

4.4. Pedro Alves da Cunha, c.c Madalena Dai. Teve q.d:

5.1. Luiza Alves da Cunha c.c João Gonçalves (ver desc. em 4.4., 3.5., 2.6., 1.1., N° 02 do cap. 1° do título Pereira).

5.2. José Alves da Cunha c.c Wilce Wohlers. Teve:

6.1. Pedro Alves da Cunha Neto c.c. Sonia M. P. Fonseca da Cunha. Teve:

7.1. Eduardo Augusto

7.2. Pedro Henrique

6.2. José Alves da Cunha Jr. c.c Luzia do Carmo Oliveira. Teve:

7.1. Kalebe

7.2. Tamara

7.3. Sara

6.3. Wilce Maria da Cunha “Tuti”, divorciada. Teve:

7.1. Bruna Marchetti

7.2. Luís Filipe Tessaro Tortora

6.4. Luiz Carlos da Cunha c.c Angela Ferreira.

5.3. Maria c.c Antônio Monteoliva, moradores em Campo Limpo Paulista. Teve:

6.1. Ariane de Fátima Monteoliva

6.2. Roseane

6.3. Antônio Marcos

4.5. Salvador Alves da Cunha

4.6. Benedita, c.c Evaristo Pinto, filho de Fernando Bueno; teve um filho

5.1. Benedito

2.4. Joana Alves do Amaral, casada com seu parente José Ivo da Silveira (ver desc. em 1.6. N° 06,cap. 6° adiante), n. aos 14.ABR.1866 e f. aos 16.NOV.1957, era fazendeiro, filho de Antônio Ivo da Silveira e de Gertrudes Silveira Leite, ver N° 06, cap. 6°adiante.

2.5. Francisco Alves Amaral, c.c Maria Izabel de Oliveira; teve:

3.1. João

3.2. Sebastião

3.3. Maria Gertrudes, c.c seu parente Laércio Soares (v. adiante desc).

3.4. Lazarina; faleceu solteira.

3.5. Ana, c.c Benedito Bueno de Godoi.

3.6. Benedito

3.7. Francisco

3.8. José

3.9. Lourdes

3.10. Antonieta

3.11. Laura casada.

2.6. Maria Carmelita Alves do Amaral, faleceu solteira aos 17.JUL.1932.

2.7. Francisco Oliveira Alves “Chico Sacristão”, funcionário estuadual em Atibaia, grande beifeitor do Asilo São Vicente de Paula, casado em 1944 com sua parente Julia de Almeida (v. adiante).

2.8. Lázaro de Oliveira Alves ou Alves do Amaral c.c Jacira Pinheiro. Tiveram um filho.

2.9. José Alves do Amaral n. aos 15.SET.1919 em Atibaia e aí falecido aos 02.ABR.2005, foi c.c Malvina Trofino Alves (ver 3.5., 2.1., 1.1., N° 03, cap. 2° do título Freitas), n. aos 10.NOV.1920 e f. aos 07.ABR.1997. Foi juiz de paz e exerceu a vereança na condição de suplente no período de 1956 a 1960. Teve uma filha:

3.1. Ana Maria Alves do Amaral, c.c Ricardo André Alfonsi, filho de Tarfino Alfonsi e Teresa Zago Alfonsi, nascido em 1943, professor de educação física aposentado, agricultor e comerciante. Tiveram 5 filhos:

4.1. José Ricardo

4.2. Daniela

4.3. André

4.4. Mayara

4.5. Fabiana, n. aos 01.MAR.1977, c.c Renato Cifarelli, comerciante. Teve:

5.1. 6.1. Ana Luiza, n. 23.NOV.1996.

2.10. Ana de Oliveira Alves do Amaral; faleceu solteira.

1.7. Bárbara Alves, c.c Egidio Bueno de Aguiar; sem desc.

1.8. Valeriana Alves do Amaral, casada 1° com Egidio Bueno de Aguiar (ver 2.7., 1.2., Nº 08 a seguir) e 2a vez com Michelle Vairo ouMiguel Vairo[130] n. aos 04.SET.1848 em Piaggine, Província de Salermo, Itália, médico formado pela faculdade de Nápoles, muito estimado em Atibaia onde foi eleito vereador, tornando-seprefeitode 15.JAN.1908 a 15.JAN.1914. Foi idealizador e fundador da Santa Casa de Misericórdia. Falecido aos 04.AGO.1935. Valeriana f. aos 31.MAIO.1889.Teve deste último:

2.1. Evelina Vairo, c.c seu primo Zeferino Alves do Amaral (verdescendência em 2.1., 1.1., Nº 01 retro).

Nº 03 João Batista do Amaral nascido no bairro Itapetinga aos 20.MAR.1810, c.c Policena de Moura, não deixou descendência.

Nº 04 Francisco Alves do Amaral, nascido em Atibaia e casado em Limeira/SP com Maria de Moura. Faleceu em Atibaia aos 06.ABR.1885. Teve:

1.1. José Alves de Campos, faleceu solteiro sem descendência.

1.2. Escolástica Alves, c.c Antônio Pereira de Oliveira, sem descendência.

1.3. Constança Maria de Campos, c.c José Gomes de Oliveira, teve:

2.1. João Gomes; faleceu solteiro.

2.2. Maria, c.c Daniel Betoldo; com desc.

2.3. Antônio Pereira Alves, c.c Izabel Basco; com descendencia.

2.4. José Pereira de Campos, foi fazendeiro em Atibaia; c.c sua prima Maria Baisi (v. N.° 06 adiante). Tiveram:

3.1. Benedito de Campos, funcionário Estadual, residente em S. Paulo; c.c Evangelina Bueno (ver3.7., 2.2., 1.2., N° 08 adiante); sem descendência.

1.4. Maria Alves de Campos, c.c Bento Pereira de Oliveira “Bento Gomes[131]”; teve:

2.1. João Pereira Alves n. 1874 e f. em 1940; foi c.c sua prima Ana Alves (v. cap. 2.° retro, N.° 03) e segunda vez com Joana de Oliveira Cesarcom quem teve sete filhos (ver descendência em 1.11. N° 01, cap. 8° do título Oliveira Cesar).

2.2. Joaquim Pereira de Campos, c.c Benedita de Oliveira Cesar(ver 2.2., 1.1., cap. 8° do título Oliveira Cesar).

2.3. Benedito Pereira Alves, c.c Maria de Campos; teve:

3.1. Deomar

3.2. Maria de Lourdes

2.4. Antônio Pereira Alves, falecido em novembro de 1944, com 54 anos; foi c.c Maria Ramos; Teve:

3.1. Mário Alves, c.c Izabel Teixeira.

3.2. Benedito Paulo de Oliveira c.c Nair. Teve:

4.1. Maria Regina c.c Rubens.

4.2. Antônio Carlos

2.5. Benedita Alves de Campos, c.c Alfredo Leite, filho de Dionizio Francisco Leite e sua segunda esposa, Maria Leopoldina da Silva. Dionizio era filho do capitão de milícias Antônio de Pádua Leite (ver família Araújo, na introdução ao título Siqueira Franco deste trabalho). Teve:

3.1. Benedita Leite “Sinhá Leite”, n. aos 25.DEZ.1893 e f. aos 22.OUT.1992, foi c.c Luiz Janussi, de origem italiana. Teve 10 filhos:

4.1. Rosa Janussi Carvalho n. aos 18.MAIO.1919 e f. aos 20.JUL.2003 foi c.c Benedito Carvalho (sobrenome aportuguesado do correto: Cavallo, de origem italiana), n. aos 14.JAN.1917 e f. aos 26.JUL.1979, foi vereador de 1969 a 1973 e suplente que assumiu o mandanto de 1973/77, sendo presidente da câmara em 1973/74. Teve:

5.1. Adilson Carvalho, já falecido, foi professor doutor da USP, foi prefeito da cidade universitária Arnaldo Sales de Oliveira. Foi c.c Rosalva A. Vinha. Teve:

6.1. Andreia

6.2. Isabela

6.3. Patrícia c.c Fernando Silveira (ver desc em 6.1., 5.1., 4.1., 3.1., 2.1., 1.5., N° 05 a seguir). Teve:

6.4. Cristina

5.2. Adair n. aos 13.NOV.1942 e f. aos 18.FEV.2005, foi casada com seu parente Roberto Otávio da Silva (ver em 4.4., 3.6., 2.5., 1.5. adiante), contabilista e economista, ex-secretário de finanças da prefeitura da Estância de Atibaia. Teve 3 filhos:

6.1. Telma, professora, foi c.c Ricardo Potenza. Teve:

7.1. Paola

6.2. Vitor Carvalho Silva, artista plástico, fotógrato, secretário adjunto de cultura de Atibaia, c.c Daniela Colavita. Teve:

7.1. Carolina

6.3. Elton Carvalho Silva “Castor”, despachante, c.c Ana C. Gonçalves. Teve:

7.1. Júlia

7.2. Danilo

5.3. Ana Lúcia Carvalho, c.c Paulo Gigliotti, assessor parlamentar da câmara de Atibaia, filho do professor Orlando Gigliotti, ex-secretário de educação de Atibaia. Teve:

6.1. Pedro n. aos 12.AGO.1983 c.c Cassiana Potenza (ver 5.1., 4.1., 3.2., 2.6., 1.2., N° 01 do cap. 1° do título Pires de Camargo).

6.2. Daniel n. aos 23.JUL.1986.

4.2. Jonas Janussi c.c. Alzira Pinheiro. Teve:

5.1. Luiz Ailton

5.2. Antônio Carlos

5.3. Flávio c.c Vanda Bueno do Prado, natural de Atibaia, filha de Antônio F. do Prado “Antônio Vicente” e de Alfonsina, ambos já falecios e de origem mineira. Teve:

6.1. Jonas n. aos 12.AGO.1982.

4.3. Ercília Janussi c.c José Soldera, empresário, filho de Pedro Soldera e de Carolina Passador. Tiveram:

5.1. Jair, foi casado 1ª vez com Socorro com quem teve duas filhas e 2. vez com Marisa Dorathioto (ver 4.2., 3.1., 2.4., 1.4., N° 01, cap. 8° do título Oliveria Cesar) com quem teve um filho:

6.1. Carolina

6.2. Carla

6.3. José Victor

5.2. José Luiz, c.c Manola Landroni. Teve:

6.1. Adriana

6.2. Rafael

5.3. Janete c.c Paschoal Cepolini. Teve:

6.1. Tito

6.2. Giordana

6.3. Pedro

5.4. Joseli, solteira.

4.4. Oswaldo Janussi, já falecido foi c.c Manira. Teve:

5.1. Cláudio, casado.

5.2. Claudia, casada.

5.3. Danilo, casado.

5.4. Sônia, casada.

5.5. Oswaldo Jr., fotógrafo.

4.5. Adalgisa Janussi Leite Matos, c.c Geraldo Mattos, falecido 20.JUL.2007. Teve:

5.1. Claudinei de Matos foi c.c Neusa de Campos Matos. Teve:

6.1. Gisele de Matos c.c Clodoaldo Tadeu. Teve:

7.1. Gabriela

5.2. Claudete de Matos c.c Newton Bastos n. aos 07.NOV.1949. Teve:

6.1. Maricler Tavares Bastos n. aos 07.AGO.1987. Teve:

7.1. Rafaela Vitórian. aos 26.AGO.2005.

5.3. Claudemir de Matos c.c Eliana.

5.5. Claudionor de Matos c.c Sandra Cristina. Teve:

6.1. Barbara

6.2. Claodionor Jr, casado.

6.3. Sabrina, casada.

6.4. Vitor

5.4. Cláudio de Matos c.c Maria Gomes. Teve:

6.1. Angelita c.c Ewerton Wesley.

6.2. Poliana

6.3. Claudia

4.6. Adaici Janussi foi c.c João Brunialtti. Teve:

5.1. Luiz Alberto c.c Vera Vaz.

5.2. Antônio Carlos, falecido sem descendentes.

4.7. Deuzilde Janussi c.c César Stringheta, fazendeiro em Araçatuba. Teve:

5.1. Ana Maria

5.2. Sueli, c.c Hélio Soares Pinheiro, proprietário tradicional da casa Hélio, comércio de calçados em Atibaia. Teve:

6.1. Cristiano, solteiro, n. aos 11.OUT.1976.

6.2. Michele, casada, n. aos 19.DEZ.1981.

5.3. João Luiz, casado.

5.4. Roberto Carlos

5.5. César Júnior, falecido, com descendentes.

5.6. Paulo César, casado.

4.8. Irene Janussi Franco n. aos 24.MAR.1930 e f aos 02.JUN.2006 em Campinas/SP onde residia nos últimos anos,sendo sepultada em Atibaia. Foi casada com˙José Aparecido Ferreira Franco “Cido Franco” n. aos 27.OUT.1923 em Piracaia/SP. Cido Frando mudou-se para Atibaia em 1947 e inicialmente transportava carvão, depois adquiriu o Grande Hotel de Atibaia, passando também atuar na área de transportes públicos, sendo sócio da empresa Viação Atibaia São Paulo, tanto na linha intermunicipal, quanto nas linhas urbanas. Estrou na política em 1960, pela antiga arena, elegendo-se suplente de vereador, assumindo uma vaga em 1962. Formou-se em direito e foi um dos líderes locais do movimento de 31.MAR.1964 (golpe militar). Foi prefeito nomeado de 09.JUL.1975 a 19.MAIO.1979 e elegeu seu sucessor, o então vereador Takao Ono, falecido aos 02.AGO.2008. Disputou,sem êxito, as eleições para prefeito em 1982, contudo, elegeu-se para o mesmo cargo em 1988 para o mandato de 01.JAN.1989 a 31.DEZ.1992 e em 1996 foi eleito vice-prefeito de Pedro Maturana, mas faleceu no início do mandato aos 05.MAR.1997. Teve uma única filha:

5.1. Marisa Franco c.c Sérgio de Campos Mantovanini n. aos 14.JUL.1949 em Pedro de Toledo/SP, formado em direito, filho de Yolanda de Campos já falecida e de˙Durval Mantovaninni n. aos 22.ABR.1919 e f. aos 03.OUT.2009 que foi vereador de 1964 a 1982 e ex-presidente da câmara em 1979/80. Sérgio de Campos Mantovaninni é administrador, entre outros negócios e propriedades, da Viação Atibaia São Paulo, herdada por sua esposa. No campo político, Sérgio Mantovaninni, candidatou-se a prefeito de Atibaia em 2008 pelo PMDB, principal partido oposicionista na primeira década deste século, e em razão de sua considerável votação (41,76%),tornou-se o mais importante nome oposicionista de Atibaia na atualidade. Teve:

6.1. Luciano, administrador de empresas

6.2. Adriana casada em 2009 com Jonas Guerreiro Villas Boas. Teve:

7.1. Maria Eduarda n. aos 08.AGO.2011 em Campinas/SP.

6.3. Cristiano, cantor sertanejo.

4.9. Luiz Janussi Filho, foi c.c Yolanda de Godoi. Teve:

5.1. ˙Júlio César, sindicalista e advogado,foi c.c Adriana Carvalho, jornalista. Teve:

6.1. Luiz Felipe Targa Leite n. aos 27.JUN.1983.

6.2. Pedro Gabriel Carvalho Leite n. aos 03.OUT.1998.

5.2. Francisco c.c Cleide Scarelli. Teve:

6.1. Caio, com 1 filho.

6.2. Carolina, casada.

5.3. Jaqueline Amelia Leite

4.10. Nilza Janussi c.c Aparecido Magri. Teve:

5.1. Aparecido Jr.

5.2. Cleide Magri, professora.

3.2. Oscar Leite, funcionário do 6° cartório criminal, em São Paulo; c.c Antonieta Flórido. Teve:

4.1. Conceição

4.2. Neide

3.3. Maria Amélia Leite

3.4. José Dionísio Leite

3.5. Deomar Leite “Guiomar”

3.6. Aracy Leite

3.7. Benedito Leite n. aos 02.ABR.1905 e f. aos26.JUN.1982, foi artista plástico, pintor e projetista.Casou-se 1ª vez com Maria Amélia Peçanha (ver 5.1., 4.5., 3.3., 2.3., 1.1., N° 08, cap. 10° do título Siqueira Franco) com quem não teve filhos e 2ª vez em 1938 c Isabel Peçanha, prima de sua 1ª esposa (ver 4.8., 4.4., 2.3., 1.1., N° 08, cap. 10° do título Siqueira Franco) com quem teve duas filhas:

4.1. Aládia Leite Conishi, professora aposentada, c.c Aquio Conshi. Teve:

5.1. Regina Maria c.c Jucélio Cardoso. Teve:

6.1. Gabriel

6.2. Beatriz

6.3. Laura

5.1. Márcia Maria, foi c.c Antenor Anbak. Teve:

6.1. Lucas

6.2. Juliana

5.2. Lídia Maria c.c Fábio Protásiode de Oliveira

4.2. Idaiti Leite, professora da rede municipal de ensino aposentada, solteira.

2.6. Maria Pereira Alves, c.c Egidio Bueno de Aguiar (ver neste título).

2.7. Sebastiana Alves, c.c Benedito Alexandre, já falecidos sem descendentes.

1.5. Francisco Alves de Campos, falecido em Atibaia, foi fazendeiro em Piracaia; c.c Teodolinda Cunha “Nhá Linda”, filha de Thomas Gonçalves Barbosa da Cunha e de Maria Madalena da Rocha, filha do cap. Lourenço Franco da Rocha Bueno[132](SL 7/477 e SL 6/15). Teve:

Nho Florencio Pires de Camargo

Joana Batista de Campos e Florêncio Pires de Camargo

2.1. Joana Batista de Campos n. aos 15.SET.1898 (data de sua lápide, mas acreditamos ser antes, posto que segundo Waldomiro F. da Silveria, casou-se em maio de 1906) e f . aos 03.SET.1980. Foi c.c cel. Florêncio Pires de Camargo, fazendeiro, capitalista e político em Atibaia (ver desc. em 1.7., N° 01 do cap. 1° do título Pires de Camargo).

2.2. Benedito da Cunha Campos, f.em São Paulo em julho de 1927, foi c.c Cibele Marzagão. Teve:

3.1. Luiz Gonzaga

3.2. Mercedes

3.3. Augusto Fabiano

2.3. José da Cunha Campos, casado aos 08.SET.1924 em Piracaia com Marieta Herdade; teve uma filha:

3.1. Terezinha

2.4. Maria Madalena, casada aos 24.JUN.1928 com Humberto Lopes Agostinho.

2.5. Ana Maria, professora; falecida em 1943.

2.6. Maria Antonia, casada duas vezes; 1ª vez em 1923 com Augusto Carvalho Brandão, e 2ª vez aos 09.MAR.1941 com Antônio Salvia; teve só do 1° matrimônio:

3.1. José Carlos

2.7. Maria da Conceição, casado aos 10.SET.1924 com Eduardo Júlio Ferreira;Teve:

3.1. Maria Tereza c.c Armando Simone, sem filhos.

3.2. Maria Francisca

3.3. Ligia Maria

3.4. Francisco José

3.5. Fernando Antônio

1.6. Ana Alves, c.c Francisco Baisi; teve:

2.1. Maria Baisi, c.c seu primo José Pereira de Campos (v. descendência retro).

2.2. Amélia Baisi, c.c seu parente Alcides Cintra Bueno (ver desc.em título Bueno, cap. 1°, N° 08).

Nº 05 Ana[133] Jacinta do Amaral “Ana Paes”n. aos 03.MAIO.1821 no bairro do Rio Abaixo em Atibaia e aí f. aos 30.AGO.1884. Casou-se aos 08.OUT.1834 com José Joaquim do Amaral Bueno (cap. 1° do título Bueno), seu primo já que o pai de Ana, Jacinto Alves do Amaral, era irmão da mãe de José Joaquim, Maria Franco Cardoso (ver cap. 1° deste título).[são meus pentavós ou avós em 5ºgrau]. Tiveram 10 filhos:

6

Maria Franco do Amaral Bueno e o cel. Lourenço Franco

1.1.Maria Franco do Amaral Bueno n. aos 28.FEV.1839 e f. aos 01.MAIO.1919; casou-se em 04.SET.1855, com o cel. Lourenço Franco da Silveira “Cel. Lourenço Franco ou cel Lourenço Paes” n. aos 22.ABR.1828 e f. aos 03.JUN.1917, ambos estão sepultados no cemitério do santíssimo em Atibaia (ver 2.3., 1.4., N° 02 do cap. 4° do título Siqueira Franco). Tiveram sete filhos:

2.1. Benedito Franco da Silveira, falecido em S. Paulo aos 23.NOV.1927; foi negociante em Atibaia, mais tarde ingressou no funcionalismo federal, desempenhando por ocasião de sua morte o cargo de gerente da agência da caixa econômica do Braz; foi c.c sua prima Maria de Paula Soares (ver 2.2., 1.3. adiante); teve uma filha:

3.1. Horaida Silveira, professora, falecida em 1938; foi c.c Alcino Cabral; teve:

4.1. José Paulo da Silveira Cabral

4.2. Isidoro e

4.3. João, casado e com descendentes em Piracaia.

2.2. João Batista Franco “João Tetéia”, falecido em São Paulo em 1919 com 52 anos de idade; fez política de oposição em Atibaia e foi membro do Conselho da Intendência com o advento da República. Foi casado, 1° em Atibaia com sua prima Ana Soares do Amaral (ver adiante), e segunda vez em Pirassununga com sua prima Madalena de Araújo Cintra (v. adiante); teve do primeiro casamento:

3.1. Lourenço Franco Neto, falecido em São Paulo em 1933; foi c.c Maria da Fé Cabral; sem desc.

3.2. Carlos Franco da Silveira, advogado, foi residente no Rio de Janeiro, onde foi alto funcionário da prefeitura do Distrito Federal. Do segundo casamento:

3.3. Otávio Franco da Silveira, falecido em São Paulo em 1927, c.c Maria Barbieri; teve:

4.1. Luiz Franco da Silveira, casado.

4.2. João Franco da Silveira, casado.

4.3. Angelina, casada.

3.4. Ana Rosa, faleceu solteira.

3.5. Olinto Franco da Silveira n. 24.DEZ.1901; advogado e jornalista, um dos fundadores do Instituto modelo de menores, embrião da antiga FEBEM e atual Fundação Casa. Em 1954 foi agraciado pelo Papa, com o titulo de Cavalheiro da Ordem de Santa Mercedes; o governo Francês agraciou-o com a Cruz de Cavalheiro da União Filantrópica — das Obras Francesas; é também membro da comissão técnica da ONU em S. Paulo. Casou-se aos 18.DEZ.1928 com Maria Giugni; teve dois filhos:

4.1. Paulo Franco da Silveira

4.2. Madalena n. a 07.SET.1930, c.c seu primo Francisco Horácio Franco aos 22.JAN.1955. (ver adiante).

3.6. Maria de Lourdes n. aos 18.JUN.1904 e casada aos 14.JUL.1945 com Joaquim Moreira dos Santos.

3.7. Benedita Franco da Silveira

3.8. João Evangelista Franco; professor, estudou no Seminário Episcopal, não se ordenando; casou-se em São Paulo com Heloisa Carneiro Lima.

2.3. Major José Franco da Silveira “Juca Silveira”n. em 1868. Exerceu a advocacia em Atibaia, onde foi fazendeiro, negociante e industrial; militou na política oposicionista pertencendo ao partido democrático sob a chefia do seu tio cel. Bento José do Amaral “Bento Paes”; mudou-se mais tarde para Rio Claro, onde advogou e foi tabelião do 2° ofício. Quando faleceu advogava no foro da capital. Casou-se 1ª vez em 1890 com Julia Tereza Pinto ( ver 4.2., 3.5., 2.1., 1.2., N° 03, cap. 4° dotítulo Siqueira Franco) e 2ª vez com Adelina Franco da Silveria, natural de Itatiba. Teve:

3.1. Waldomiro Franco da Silveira n. aos 15.SET.1891, cirurgião dentista formado em 1915; clinicou em Rio Claro onde foi também comerciante e industrial; fez parte da câmara tendo ocupado o cargo de vice-presidente e também o de vice-prefeito. Casou-se a 05.JUN.1919 com Terezinha de Negreiros Rinaldi (v. Descendentes do Ouvidor Lourenço de Almeida Prado, pág. 339). Foi também genealogista e responsável por cerca de 80 a 90% (oitenta a noventa por cento) das informações contidas neste título, no título Alves do Amaral, por ele somente Alves, no título Bueno e no título Pires, aqui como Pires de Camargo, que foram por mim expostos de outra forma e em pequena parte atualizados. Waldomiro Franco da Silveira empresta seu nome a biblioteca do museu João Batista Conti em Atibaia. É autor entre outros trabalhos genealógicos de “Notas Genealógicas, 1955 uma publicação do Instituto Genealógico Brasileiro” fonte principal de quatro dos títulos deste trabalho (título Siqueira Franco, título Alves do Amaral, título Pires de Camargo e título Bueno). Foi sócio e membro da diretoria do Instituto Heráldico Genealógico de São Paulo e Membro do Instituto Genealógico Brasileiro. Teve:

4.1. Miguel Rinaldi Franco da Silveira, engenheiro agrônomo formado em 1944; é fazendeiro no Paraná; em junho de 1949 c. c. sua prima Maria Izabel de Almeida Prado, filha do cel. Eloi de Almeida Prado e de Maria de Lourdes de. Almeida Prado fazendeiros em Jaú (v. Descendentes do Ouvidor Lourenço de Almeida Prado de autoria do ilustre genealogista dr. Frederico Brotéro, pag. 89); teve os filhos:

5.1. Daniel Prado Franco da Silveira n. 23.FEV.1952.

5.2. Lucas Franco da Silveira n. 28.OUT.1953.

4.2. Maria Antonieta Rinaldi Silveira casada aos 16.JUN.1945 com Hélio Martins de Oliveira, formado pela Escola Politécnica em 1944; Hélio trabalhou no Instituto de Pesquisas Tecnológicas; foi assistente do dr. Cintra do Prado na Politécnica, fez parte da construtora Martins Engel. (O dr. Hélio é natural de Uberlândia, filho de Alberto Martins de Oliveira nat. de Mar de Espanha, e de Corina Paria Lobato; n. pat. de Luciano Martins de Oliveira e de Constança Augusta de Oliveira; n. mat. de Adolfo Faria Lobato nat. de Oliveiras, e de Ana Garcia Lobato, da conhecida família Faria Lobato do Sul de Minas). Teve duas filhas:

5.1. Maria Tereza Martins de Oliveira n. 12.ABR.1946.

5.2. Marina Lobato Martins de Oliveira n. 12.DEZ.1947.

3.2. Joviano Franco da Silveira f. aos 19.NOV.1917; cursou com brilho o Ginásio Arquidiocesano, ingressando em 1915 na Escola Politécnica; insidiosa moléstia o impediu de continuar os estudos nesse estabelecimento; transferiu-se para Atibaia, adquirindo então a folha local “O Atibaiense”, à qual deu nova orientação, exercendo o jornalismo com independência, honestidade e critério; polemista, literato e poeta, deixou inúmeros trabalhos literários, entre os quais a poesia escrita pouco antes de morrer, e que figura na lápide do seu túmulo; casou-se em 1916 com sua prima Matilde Soares (ver 3.1., 2.5., 1.5., adiante). Joviano não deixou descendência e empresta seu nome as três unidades da biblioteca municipal de Atibaia.

3.3. Maria Aparecida, faleceu solteira a 12.JUN.1936.

2.4. Rita, c.c seu primo major Francisco Rodrigues Soares, n. em 1869 e f. aos 06.DEZ.1930 (ver título 2.1., 1.5., N° 05, cap. 5° do título Alves do Amaral).

2.5. Francisca, f. em 1908; foi c.c seu primo Bento José Soares Neto (ver 2.1., 1.3., adiante).

2.6. Joaquim Franco da Silveira, falecido em São Paulo em 1935 com 62 anos; foi casado em 1894 com Domingas Modanesi; sem descendentes.

2.7. Jacinto Franco da Silveira, proprietário e comerciante em São Paulo, casado em Atibaia com Maria Antonia Laureano; teve:

3.1. Maria Antonieta, c.c Sebastião Prado, teve dois filhos:

4.1. José e

4.2. Francisco

3.2. Sebastião Franco da Silveira, falecido em 1927; foi c.c Iara Teixeira; teve uma filha:

4.1. Maria de Lourdes

3.3. Benedito da Silveira Franco, ex serventuário do cartório de paz de Pirassununga; aí se casou com Maria Silveira; tem dois filhos. Foi titular do 2° cartório da assistência judiciária de S. Paulo.

3.4. Maria José, c.c Umberto Tomasi, funcionário público estadual; teve 3 filhos.

3.5. Maria Otilia, c.c Luiz Maragliano Júnior, médico do S. Sanitário, brilhante jornalista e conhecido homem de letras, autor de diversas obras literárias; sem desc.

3.6. Maria de Lourdes, professora, casada.

3.7. Jacinto Laureano da Silveira, c. em 1939 com Maria da Conceição de Luca.

1.2. Delfina do Amaral, foi c.c seu tio paterno Antônio Joaquim Bueno (ver cap. 4° do título Bueno). Teve:

2.1. Ana do Amaral, c.c Pedro Alvim; falecidos sem descendentes.

1.3. Ana Joaquina Franco do Amaral casada aos 29.MAR.1864 em Campo Largo de Atibaia com José Soares de Lima ou José Soaes do Amaral Lima, de quem foi 1ª esposa (ver SL 8/315 e Nº 01 do capítulo 4º do título Soares); José Soares de Lima Sobrinho teve três filhos com sua esposa e um filho natural com uma escrava (2.4.):

2.1. Capitão Bento José Soares Neto “Nhô Bentinho” casou-se 02 vezes, a 1avez com sua prima Francisca, filha do cel. Lourenço Franco da Silveira “Lourenço Franco ou Lourenço Paes” (ver 2.5., 1.1. atrás) e Maria Franco do Amaral (N° 01, acima), e 2a vez com Maria Andrade Soares, de Nazaré Paulista. Teve 9 filhos do primeiro casamento e 3 do segundo:

3.1. Benedito da Silveira Soares, f. em 1929, casou-se em Bragança com Alexandrina Ortega; teve:

4.1. Luiz da Silveira Soares; casado.

4.2. Miguel da Silveira Soares

4.3. Benedito da Silveira Soares

4.4. João da Silveira Soares.

4.5. Vicente da Silveira Soares

3.2. Vitoriano da Silveira Soares, foi funcionário aposentado da antiga companhia telefônica, falecido em 1939, foi c.c Verônica Ferreira; teve:

4.1. Judith

4.2. Fábio

4.3. Ruth

4.4. Edison

3.3. José da Silveira Soares, funcionário ferroviário, c.c Vicentina Soares; falecido em Rio Claro, com 52 anos, aos 09.MAR.1945, teve:

4.1. Jacinto

4.2. Oswaldo

4.3. Jorge

3.4. Rodrigo da Silveira Soares, foi destacado funcionário da secretaria da viação, casado em São Paulo com Maria de Lourdes Pinheiro de Souza; teve:

4.1. Maria Aparecida

4.2. Raul Carlos.

3.5. Evelina da Silveira Soares n.aos 21.MAIO.1899 e f. aos 01.MAR.1999, casou-se com Alfredo André Júnior n. 12.SET.1897 e f. aos 02.NOV.1966, funcionário do departamento estadual de estradas de rodagem, falecido em 1966, filho de Alfredo André e de Vigília de Matos, neto pateno do dr. ˙Olímpio da Paixão, advogado, ex-vereador à câmara municipal de Atibaia (1883/86), ilustre republicano e presidente do conselho de intendência 1890/92. Tiveram 7 filhos:

4.1. João Soares André, nascido em 1921 em Atibaia e aí falecido em 1994, c.c Tereza Versone Braga André. Teve:

5.1. Carlos

52. Roberto

5.3. Sônia

4.2. Terezinha Soares André, solteira.

4.3. Vera Soares Andre, c.c Alcides Franco da Silva, falecido aos 15.JUN.2009. Teve:

5.1. Vera Helena André Silva Rodrigues Costa, ex-diretora geral da câmara municipal de Atibaia, c.c Gerson Rodrigues Costa, sem desdendentes.

4.4. Evelina Soares Carneiro. Casou-se 1º vez com o poeta, escritor, cineastra e artista plástico, André Carneiro n. aos 09.MAIO.1922 em Atibai, com quem teve:

5.1. Henrique Soares Carneiro, professor de história da USP, c.c Silvia.

5.2. Maurício Soares Carneiro, músico da orquestra sinfônica do Paraná, c.c Ana Hladczuk, antropólaga da Casa da Memória de Curitiba/PR.

4.5. Alfredo André Neto c.c Henriqueta Martins André. Teve:

5.1. Nei Martins André, analista de sistema.

4.6. Plautius Soares Andrén n. aos 11.NOV.1937 e f. aos 30.SET.2012, c.c Aurora Soares André. Teve 4 filhos:

5.1. Maria de Fátima, nascida em 1958, falecida menor.

5.2. Walquiria Soares Raseira, economista, funcionária pública da prefeitura municipal de Bragança Paulista; ex-diretora geral da câmara municipal de Atibaia. Foi c.c o advogado Luiz Raseira Jr. Teve:

6.1. Letícia, estudante.

5.3. Plautius Soares André Filho, soilteiro, economista, pós graduado em planejamento de sistemas energéticos pela UNICAMP.

5.4. Eduardo Soares André “Duda”, solteiro.

4.7. Ari Soares André, gráfico aposentado. Casou-se 1ª vez com Salma Malheiros e 2ª vez com Diva Spada, professora aposentada, viúva.

3.6. Antônio da Silveira Soares, c.c Sinforosa Pereira; teve:

4.1. Neide, professora formada em 1944.

4.2. Consuelo.

3.7. Maria Rosa Soares, c.c Benedito Vaz de Lima, com 1 filho:

4.1. Elomar c.c Nilza de Campos Nicolau, com geração.

3.8. Lucila Soares, c.c Armando Caiolli; teve:

4.1. Sara

4.2. Moacir

4.3. José Carlos

4.4. Francisca

3.9. Pedro da Silveira Soares c.c Gaudência Lunardi.

3.10. Jandira Soares c.c Francisco Martins Pintor, com 2 filhos:

4.1. Célio

4.2. Newton

3.11. Olímpio Soares c.c Alzira Reicher, com 2 filhos:

4.1. Marcos c.c Denise Cintra com geração.

4.2. Marcelo Reicher Soares, professor dr da UNESP, com geração.

3.12. Benedito Soares “Dito Gostosura”, foi vendedor de bilhetes e figura folclórica em Atibaia.

2.2. Maria Paula Soares c.c seu primo Benedito Franco da Silveira (ver 2.1., 1.1., atrás).

Ambrosina e Juca Soares.tif Velha Guarda 2 - 1942

Foto da página anterior: Da esquerda Ambrosina Alves de Siqueira e Juca Soaes e da direita 5 gerações de mães: da esquerda para direita Escolástica (mãe de 2.3), Ambrosina (2.3.) Maria Soares (3.3.), Ana Lázara (4.1.) e Dayr (5.1.)

2.3. José Soares de Lima “Juca Soares” f. aos 15.JUL.1939 em Atibaia onde foi fazendeiro; foi c.c Ambrosina Alves de Siqueira n. aos 03.MAR.1876 e f. aos 05.OUT.1960, filha de Francisco Alves de Siqueira e de Escolástica Jesuina da Conceição, residentes em Campo Largo [Jarinu] (ver 3.2., 2.1., 1.2., N° 06, cap. 1° do título Siqueira Franco). Tiveram 6 filhos:

3.1. Horácio Soares foi radicado em Ourinhos/SP onde foi prefeito de 1938 a 1941; c.c Emilia Santos, com 6 filhos:

4.1. José

4.2. Newton

4.3. Maria José

4.4. Mário José

4.5. Alberto José

4.6. Antônio Expedito Santos Soares

3.2. João Batista Soares “Zico Soares”, c.c Francisca Pedroso, fª de Joaquim Ant° Pedroso Júnior. Teve:

4.1. Getulio

4.2. Nair

4.3. Acrisio

4.4. Joaquim

4.5. Wilson

3.3. Maria José Soares n. aos 25.JAN.1898 e f. aos 11.JUL.1972, foi c.c Waldomiro Antônio Pedroson. aos 27.AGO.1884 e f. aos 21.JUN.1942, filho de Ana Maria Pedroso e de Joaquim Antônio Pedroso Júnior[134], que foi grande proprietário de terras onde hoje é o distrito de Terra Preta em Mairiporã e pode ser considerado fundadordo referido distrito. Tiveram 7 filhos:

4.1. Ana Lázara Pedroso n. aos 22.FEV.1915 em Atibaia e aí f. aos 16.DEZ.2000, casou-se aos 09.FEV.1939 com Humberto Milanello n. aos 08.DEZ.1908 em Atibaia e aí f. aos 20.MAR.2006, f° de Cecília Ferro de Santa Marguerita D’Adige/PD em Atibaia desde 1888 e de Domenico Milanello de Ponso/PD em Atibaia desde 1897. Tiveram:

5.1. Dayr c.c Ilson Mariatti, com geração.

5.2. Neusa c.c Léo Massoni, com geração.

5.3. Dorival c.c Cleide Santos, Teve:

6.1. Fernanda dos Santos Milanello, casou-se com Jailson. Teve:

7.1. Sofia

6.2. Marcelo dos Santos Milanello, c.c Tânia Calvo. Teve:

7.1.Laura

001[1]

Da esquerda para direita Rodrigo Jorge Mitsuhashi[135], Marcelo Corradini, Rean Ferreira Prado, Alisson, Osvair e Odair Bedore,

Alexandre e Valdir Milanello em Roma em setembro de 2007

5.4. Valdir Milanello n. aos 08.AGO.1947 em Bom Jesus dos Perdões, funcionário da justiça aposentado. Casou-se aos 26.ABR.1973 em Atibaia com Cleide Gonçalves n. aos 17.JUL.1951 em Atibaia, filha de Celso Gonçalves falecido em 2007 e de Nair Neto Gonçalves. Teve:

6.1. ˙Alexandre Milanello[136] n. aos 07.FEV.1975 em Atibaia, bacharel em direito pela USF, turma de 1997, é diretor do cartório do 3º ofício cível do fórum de Atibaia. Teve com Simoni Martinelli:

7.1. Gustavo n. 06.FEV.2001 em Atibaia.

6.2. ˙Danilo Milanello n. aos 30.AGO.1978, bacharel em direito e diretor do cartório do 2° ofício cívil do fórum de Atibaia, c.c Rosana Almeida. Teve:

7.1. Nicole n. aos 23.JUL.2007.

6.3. Rodrigo Milanello n. aos 14.JUN1980, engenheiro, c.c Nice Rezende Milanello. Teve:

7.1. Maria Eduarda n. aos 08.JUL.2008.

4.2. Benedito Pedroso n. os 26.JAN.1917 e f. aos 03.MAIO.1995.

4.3. Cecilia Pedroso c.c com Nelson Federighi, com geração.

4.4. Maria do Carmo Pedroso n. aos 31.AGO.1918 e f. aos 07.MAIO.199, foi c.c Oswaldo Ruggiero, com 1 filho:

5.1. João Ruggiero, policial aposentado, c.c Massako Ruggiero, advogada. Teve:

6.1 Marjorie Ruggiero, advogada.

4.5. Messina n. aos 20.FEV.1927 e f. aos 05.JUN.2011, foi c.c Joaquim Lopes da Silva com geração.

4.6. Jurandir Pedroso n. aos 09.JUN.1929 e f. aos 17.JUN.2007.

4.7. José Pedroso n. aos 29.MAR.1932 e f. aos 05.JUN.2011, foi c.c Oneide Pedroso com geração.

3.4. Mário Soares c.c Julieta de Jesus Lopes. Teve:

4.1. Ambrosina

4.2. José

4.3. Luiz

3.5. Francisco Soares

3.6. José Soares de Lima f. aos 20.FEV.1924 solteiro e sem descendentes.

2.4. Ambrósio José Soares n. aos 02.FEV.1862 e f. aos 03.NOV.944 foi c.c Benedita Soares de Lima n. aos 02.JUN.1866 e f. aos 01.MAIO.1915. Tiveram7 filhos:

3.1. Sebastião Ambrósio Soares, nada descobrimos.

3.2. José Ambrósio Soares c.c Ida. Teve:

4.1. José Soares

4.2. Francisco Soares

4.3. Benedito Soares

3.3. João José Soares c.c Viridiane Barbosa Soares. Tiveram 10 filhos:

4.1. Laura, falecida menor.

4.2. Terezinha, falecida menor.

4.3. Benedito, falecido solteiro.

4.4. Mário, falecido solteiro.

4.5. Benedito Aparecido Soares “Cacique”, falecido solteiro.

4.6. Valdemar Soares, solteiro, sem informações.

4.7. Antônio Soares, já falecido, foi c.c Ondina. Teve dois filhos:

4.8. José Soares c.c Alminda Berto, já falecida. Teve:

5.1. Sueli Aparecida Soares, solteira.

5.2. Luiz Alberto Soares c.c Rosana Cidi. Teve:

6.1. Daniel

6.2. Marcelo

4.9. João Soares Filho c.c Neusa Ferrarini. Teve:

5.1. Carlos Alberto, engenheiro, casado com geração.

5.2. Cristina, médica veterinária, casada com geração.

4.10. Eduardo Soares, solteiro.

3.4. Salvador Soares, nada descobrimos.

3.5. Alice Soares, nada descobrimos.

3.6. Jovina Soares de Lima c.c Belarmino Siqueira. Tiveram 5 filhos:

4.1. Benedita, já falecida, foi c.c Odilom Aguirre. Teve o filho único:

5.1. ˙José Airton Aguirre “Pelego” foi c.c Marcia Helena Ruttul Aguirre. Teve:

6.1. Isadora Cristina

6.2. Isabela

4.2. Benedito Zacarias Siqueira f. em 2009 c.c Mafalda Bragheu Siqueira. Residentes em Araraquara/SP. Teve:

5.1. Carlos Donizete c. Márcia M. Ortega Siqueira, residente em Araraquara/SP. Teve:

6.1. Natalia Siqueira, residente na Espanha.

4.3. Ana Siqueira “Nica” c.c Pedro Gonçalves. Teve 5 filhos:

5.1. Maria Lucia c.c Wilson Gimenez Ortiz, residentes em Nazaré.

5.2. Rosana c.c Carlos Alberto de Moraes, residentes em Bom Jesus dos Perdões/SP.

5.3. Renato c.c Cleonice Bueno Gonçalves, residentes em B.J.dos Perdões/SP.

5.4. Rita de Cassia Gonçalves e Martins c.c Jainer Martins. Teve:

6.1. Lais Eugenia Gonçalves Martins

5.5. Pedro Gonálves Filho, solteiro.

4.4. Maria Aparecida Siqueira Rodrigues c.c Saulodo Nascimento Rodrigues, já falecido, residente em Araraquara/SP. Teve:

5.1. Luiz Alberto Rodrigues c.c Edth Moraes. Teve:

6.1. Daniela

6.2. Ulisses

6.3 Vinicius

5.2. Wladimir Antônio Rodrigues c.c sua primaMarlene Grimello Rodrigues (ver 5.4., 4.5., adiante). Teve:

6.1. Fábio

6.2. Victoria

5.3. Nair Siqueira Rodrigues Guermandi c.c Reinaldo Guermandi. Teve:

6.1. André

6.2. Felipe

6.3. Isabela

5.4. Neide Maria Siqueira Rodrigues, solteira.

5.5. Cintia Maria Rodrigues de Oliveira c.c Carlos Henrique de Oliveira. Teve:

6.1. Cristine

6.2. Adriane

6.3. Ariane

4.5. Antonia Siqueria Grimello, já falecida, foi c.c Carlos Grimello. Tiveram:

5.1. Carlos Roberto Grimello c.c Benedita de Freitasa Grimlello, já falecida. Tiveram:

6.1. Juliana de Freitas Grimello

6.2. Gabrieel de Freitas Grimello

5..2. Ivone Grimelllo, solteira.

5.3. José Pedro Grimelllo, falecido em 2009, foi c.c Neuraci Grimello. Teve:

6.1. Pedro Lucas Grimello

5.4. Marlene Grimello Rodrigues c.c seu primo Wladimir Antônio Rodrigues (ver desc. em 5.2., 4.4. acima).

5.5. Nivaldo Grimelllo, solteiro.

3.7. Francisco Soares, nada descobrimos.

3.8. Alfredo S. de Lima n. em 1886 e f. aos 23.NOV.1921, foi c.c Virginia Vulcano. Nada descobrimos

1.4. Maria Idalina do Amaral, foi a segunda mulher de José Soares de Lima Sobrinho; que casou primeira vez com a irmã de Maria Idalina, Ana Joaquina ( ver 1.3. atrás). Não tiveram descendência.

1.5. Gertrudes Franco do Amaral n. em Atibaia em 1846/46 e aí f. aos 10.JUN.1889. Casou-se 1ª vez com Rodrigo Soares do Amaral (ver N° 02, cap. 4° do título Soares), fazendeiro no bairro do Caetetuba f. aos 30.AGO.1878 e 2² vez com Pedro Alexandrino Leite (ver cap. 6° do título Leite). Na data de seu falecimento residia no bairro de caetetuba e deixou bens no valor de onze contos de reis, sendo um sítio em caetetuba. Teve 5 filhos[137] do 1º casamento (2.1. a 2.5) e 3 do 2º casamento (2.6 a2.8):

Chico Gordo

Francisco Rodrigues Soares

2.1. Major Francisco Rodrigues Soares “Chico Gordo” nascido em 1869 e falecido aos 06.DEZ.1930. Foi tutor de Ana Soares Leite e de José Benedito Leite, seu meio irmão, casou-se com sua prima Rita da Silveira, filha do cel Lourenço Franco da Silveira (ver título Siqueira Franco e 1.1. atrás) com 6 filhos:

3.1. Oscarlina Soares foi a 1a mulher de Sebastião Neto, com 1 filha:

4.1. Maria de Lourdes Neto, parteira pela Universidade de São Paulo, c.c Mário Ivo da Silveira (ver 2.1., 1.5., N° 06, cap. 6° adiante) ambos, já falecidos, com 1 filho:

5.1. Fernando Silveira já falecido, foi c.c Léia Pérgola. Tiveram:

6.1. Léia Pergola Silveira, falecida solteira.

6.2. ˙Fernando Netto Silveira “Bisqui” n. aos 18.FEV.1962, engenheiro, c.c Patrícia Carvalho Silveira (ver 6.3., 5.1., 4.1., 3.1., 2.5., 1.4., N° 04 atrás). Teve:

7.1. Vitoria

3.2. Orlando da Silveira Soares c.c Antonia Granado, com 11 filhos:

4.1. Maria Aparecida c.c Mário de Oliveira, com 3 filhos:

5.1. José Maurício de Oliveira, advogado, f. aos 02.AGO.2011, foi c.c Elenice Aparecida Arantes, diretora de escola aposentada (ver 2.3., 1.1., Nº 02, cap. 9º do título Leite). Teve:

61. Adriana Aparecida Arantes, escrevente judicial, foi c.c o professor José Carlos Ferreira. Com geração.

6.2. Carlos Eduardo, despachante policial, foi jogador de futebol profissional, c.c. Fernanda Viana Mantovaninni.

6.3. Ricardo, advogado, casado. Teve:

7.1. Gulherme n. aos 04.JUN.1999.

5.2. Regina c.c José Carlos Soldado com geração.

5.3. Mário c.c Margareth Secoh, com geração.

4.2. Maria Imaculada “Lada” n. aos 25.SET.1914 e f. solteira aos 09.JUN.2012.

4.3. Maria Conceição “Tita”, solteira.

4.4. Maria Oscarlina casou-se José Silva Leite, falecidos, com 2 filhas:

5.1. Rejane c.c Flávio Verdi com geração.

5.2. Maria Isabel c.c José Tadeu de Araújo, ambos dentistas em Atibaia. Teve q.d.:

6.1. João, dentista.

6.2. Mariana

4.5. Maria Bernardete c.c João de Oliveira Souza com 3 filhos:

5.1. Maria Inês c.c Oswaldo Quiterio da Silva com geração.

5.2. Rui casou-se com Gessy O. Souza com geração.

5.3. Cláudio Oliveira Souza casou-se com Graça O. Souza com geração.

4.6. Francisco Orlando Soares, “Quiqui”, tenente do exército, c.c Valentina Silveira. Teve:

5.1. Rogéria

5.2. Ronice c.c Nijas Tatarevisch com geração.

5.3. (…)

4.7. Benedito Granado Soares c.c Isabel Gomes com 4 filhos:

5.1. Antônio Orlando Granado Soares n. 14.JAN.1950, solteiro.

5.2. Benedito Margarido n. 30.SET.1951, c.c Cícera Granado Soares. Teve:

6.1 Danilo Orlando

6.2. Camila

5.3. ˙Cid Augusto Granado Soares n. 26.MAR.1953, responsável pelo DAEE sediado em Atibiaa, c.c Rosângela Maria Rodrigues. Teve:

6.1. Cid Augusto Granado Soares Jr. n.28.NOV.1980, formado em hotelaria pela USF, residente na Australia.

6.2. Janaina Rodrigues Granado Soares n. aos 11.NOV.1984, formada em biologia pela USF.

5.4. Dimas José “Topo”, casado em 1ª vez com Rita de Cássia Ferrari com quem teve dois filhos, 2ª vez c.c. Dejanira. Teve:

6.1. Hortencia

6.2. Lucas Ferrarir Granado Soares.

4.8. Maria Terezinha c.c João Batista Barbosa Júnior, com 1 filho:

5.1. Norberto Marcos, advogado, c.c Neusa Barbosa com geração.

4.9. Maria de Lourdes n. aos 30.AGO.1927 foi c.c Waldemar Bonifácio n. aos 11.AGO.1924, ambos falecidos. Tiveram:

5.1. José Arnaldo n. aos 11.MAR.1946, aposentado e professor universitário em Santos, c.c Maria de Fátima Fernandes. Teve:

6.1. Amanda n.. aos 04.FEV.1982. Teve:

7.1. Pietro n. aos 06.OUT.2004.

6.2. Ricardo n. aos 24.OUT.1984.

5.2. Jairo n. aos 08.JUL.1947, aposentado e empresário, casou-se 1ª vez com Sônia Maria Kalil, com quem teve duas filhas e 2ª vez com Tokie Massunaga.

6.1. André n. aos 10.JUL.1974 casado 1ª vez com Adriana Yoshida com quem teve 3 filhos e 2ª vez com Adrian Weechsler. Teve:

7.1. Luzia n. aos 23.SET.2001

7.2. João Pedro n. aos 10.OUT.2003.

6.2. Clarissa n. aos 01.MAR.1979, dentista e professora universitária, c.c Luis Fernando Fortes Felix.

5.3. Gilberto n. aos 18.AGO.1950, aposentado e empresário, casou-se 1a vez com Joanelita Carvalho Sousa, com quem teve um filho e 2a vez com Eloá Pereira Vaz, com quem teve dois filhos:

6.1. Ivan n. aos 10.ABR.1977, professor de educação física. Teve:

7.1. Lorena n. aos 03.MAR.2006.

6.2. Jorge n. aos 08.FEV.1974

6.3. Fábio n. aos 31.JAN.1977, economista.

5.4. Maria de Fátima n. aos 27.JUL.1954, empresária, casada 1ª vez com Francisco Heleno Gaiato, empresário, com quem teve 3 filhos e 2º vez com Sérgio Luiz Caciatori:

6.1. Mayara n. aos 02.JUL.1983, psicóloga, casad 1ª vez com Marco Aurélio Mneghelli e 2ª vez com Leandro Thadeu Reveles.

6.2. Milena n. aos 17.OUT.1984, musicoterapeuta, c.c João Carlos Orsi de Araújo. Teve:

7.1. Cecília Gaiato Araújo n. aos 23.ABR.2012.

6.3. Felipe Francisco n. aos 17.ABR.1987, professor de educação física.

5.5. ˙Paulo Roberto n. aos 26.FEV.1962, engenheiro civil, casado 1ª vez com Jussara Gomes Monteiro com quem teve 2 filhos e 2ª vez com Monica Sayoko Yano.

6.1. Fernando n. aos 31.AGO.1979, funcionário público, c.c Suzana Pinheiro Araújo Monteiro, funcionária pública.

6.2. Paulo Eduardo n. aos 14.JAN.1991, formado em logística portuária.

4.10. Orlando Soares, bancário aposentado, c.c Darcy Dias. Teve 3 filhos:

5.1. Simone, solteira.

5.2. Marcos Dias Soares, n. aos 07.AGO.1970, casado.

5.3. Márcia, casada.

4.11. Maria Antonia Soares “Toniquinha”, professora aposentada, solteira.

3.3. Angelina Soares, modista.

3.4.Hortência Soares, foi chefe da catequese da paroquia de Atibaia, falecida solteira aos 11.AGO.1972.

3.5. João Soares, “João Gordo” c.c Izaura Volpe, com 01 filho:

4. 1. João Francisco, engenheiro civil c.c Sônia Azevedo, médica, c/ geração.

3.6. Gentil Silveira Soares c.c Ilca Almeida Pinto, neta do barão de Guaraciaba, foram residentes no Rio de Janeiro/RJ.

10 4

Guilhermina Soares do Amaral e sua irmã Maria Gertrudes do Amaral

2.2. Guilhermina Soares do Amaral n. em 1871 e f. aos 12.ABR.1913, foi c.c José Antônio da Silveira Maia n. em 1853 em Bragança e f. aos 26.FEV.1916 em Atibaia, foi o fundador do Jornal “O Atibaiense” em1901, não tiveram filhos.

2.3. Maria Gertrudes do Amaral f. aos 01.OUT.1930 foi c.c João Crisostemo da Silveira f. aos 14.FEV.1922 com 75 anos filho de Raimundo José Barbosa e Rita da Silveira Barboa, sepultados no santíssimo em Atibaia. Tiveram 8 filhos:

3.1. João Batista da Silveira, fazendeiro em Piracaia, c.c Ana Bueno, com 6 filhos:

4.1. Benedito c.c Eunice. Tiveram:

5.1. Maria Luiza

5.2. Vera

5.3. André

5.4. Valéria

4.2. Hercílio casado. Teve:

5.1. Enio

5.2. Rui

4.3. Francisco Bueno Silveira, falecido solteiro.

4.4. Esmar c.c Lina Ferreira. Teve:

5.1. João Carlos n. aos 20.JAN.1947, falecido, foi c.c Ivete. Teve:

6.1. Renata

6.2. Juliana, com um filho.

6.3. João André n. aos 23.JUL.1979.

5.2. Eurico Jaime n. aos 15.MAIO.1948 c.c Elisabeth Gonçalves. Teve:

6.1. Aline n. aos 15.OUT.1979.

6.2. Thiago

6.3. Ana Luiza

5.3. Tadeu n. aos 23.NOV.1951 c.c Maysa Fátima Ramos n. aos 08.MAR.1958. Teve:

6.1. Adriano José n. aos 15.FEV.1978 c.c mariana Bueno Ramalho n. aos 17.MAR.1982. Teve:

7.1. Leonardo n. aos 13.OUT.2011.

6.2. Tadeo n. aos 23.FEV.1979.

6.3. Davi n. aos 06.AGO.1980.

6.4. Daniel n. aos 18.JAN.1986.

5.4. Expedito n. aos 12.AGO.1954, já falecido c.c Hilda. Teve:

6.1. Tabata

6.2. Lucas

5.5. Cid Bueno da Silveira, falecido solteiro.

5.6. Valdir n. em 1962, solteiro.

4.5. Maria Luiza falecida solteira.

4.6. José c.c Eunice. Teve:

5.1. Ricardo

5.2. Fernando

3.2. José do Amaral Silveira, c.c Amália Alves (ver 2.5., 1.3., N° 02, cap. 5°), com 6 filhos:

4.1. José Benedito

4.2. Paulo

4.3. Waldemar

4.4. Maria

4.5. Celina Maria

4.6. Walter

3.3. Maria Gertrudes c.c Júlio Cugnasca com 3 filhos:

4.1. Eudéia

4.2. Euler

4.3. Eunice

3.4. Alfredo Amaral Silveiraf. aos 10.JUL.1978, foi prefeito de Capivari, onde foi fazendeiro e influente político, c.c Emilia Bernardinelli, com 6 filhos:

4.1. Maria de Lourdes

4.2. Lincoln

4.3. Walter f. aos 08.AGO.1943 com 22 anos.

4.4. Homero

4.5. Vera

4.6. Diná

3.5. Joaquim Augusto da Silveira c.c Eutimia Cugnasca, com 3 filhos:

4.1.João

4.2. José

4.3. Newton

3.6. Maria da Glória da Silveira c.c João Batista Leite (ver N° 05, cap. 4° do título Leite). Teve:

4.1.Wlademir Silveira Leite “Bizo”, já falecido, c.c Ivone Volpe, profª, com 2 filhos:

5.1. Maria Cristina c.c Antônio Prata de Souza.

5.2. Luiz Antônio “Bizinho” c.c Maria Lúcia Erigido. Teve:

6.1. Marcela

6.2. Juliana

4.2. Ivone Silveira Leite ex-diretora do museu municipal João Batista Conti de Atibaia nascida aos 11.ABR.1927 em Atibaia e aí falecida aos 17.ABR.2007, c.c Geraldo Valente. Sem descendentes.

4.3. José Paulo Silveira Leite, c.c Lina Perencin, com 2 filhos:

5.1. Vera c.c Ricardo Brasil. Teve:

6.1. Ricardo

5.2. Nilson José c.c Gilda Leite. Teve:

6.1. Juliana

4.4. Marco Antônio Silveira Leite “Capela”, bancário aposentado, c.c Ligia Fanchiulli. Teve:

5.1. Ana Silvia, casada.

5.2. Carlos Henrique, casado.

5.3. Maria Helena

3.7. Pedro do Amaral, professor, c.c Guilhermina de Melo, c/ geração.

3.8. Melania Amaral, advogada.

2.4. Ana Soares do Amaral c.c seu primo João Batista Franco “João Tetéia”, filho do cel. Lourenço Franco da Silveira “Lourenço Franco ou cel. Lourenço Paes”e Maria Franco do Amaral (ver 3.2., 2.3., 1.4., N° 02 cap. 4° do título Siqueira Franco e N° 01 atrás), foi sua 1a mulher, com 2 filhos:

3.1. Lourenço Franco da Silveira Neto “Lourenço da Maia”, c.c Maria da Fé Cabral s/ geração.

3.2. Carlos Franco da Silveira, advogado, autor da letra do Hino de Atibaia, foi residente no Rio de Janeiro onde era funcionário da prefeitura do antigo Distrito Federal e lá faleceu solteiro e sem geração.

5 2.5. Capitão Leopoldo Soares do Amaral n aos 05.ABR.1873 em Atibaia e aí f. aos 11.ABR.1947. Foi vereador, juiz de paz, 1º escriturário da caixa econômica estadual de Atibia e foi o último intendente municipal de Atibaia no período de 02.JAN.1906 a 15.JAN.1908, cargo que depois passou a chamar-se de prefeito pela Lei nº 1038/96, entre suas realizações como prefeito destaca-se o decreto que tornava obrigatório o ensino primário em Atibaia. Leopoldo foi c.c Umbelina Georgina da Silveira Leite (foto do casal na página anterior), filha de Caetana Silveira Franco (ver 3.2., 2.2., 1.2., N° 02, cap. 4° do título Siqueira Franco) e do cel. José Jacinto Leite (ver cap. 4° do título Leite). Teve 6 filhos:

3.1. Matilde Soares do Amaral, casada 1° vez com seu primo Joviano Franco da Silveira (ver 4.2, 3.3, 2.3., 1.4, N° 02, do cap. 4° do título Siqueira Franco), poeta, escritor, literato, que tem sua memória reverenciada com o nome das bibliotecas públicas de Atibaia. 2° vez Matilde casou-se com José Rodrigues Lorza, comerciante em Jundiaí, sem geração do 1° marido, teve do 2° casamento 4 filhos:

4.1. Walquiria Lorza, solteira, residente em Jundiaí.

4.2. Célia Lorza, c.c Deusdeth Maravalhas Gomes, médico, já falecido, res. em São Paulo.

5.1. Lia Marisa, c.c Luís Carlos Sacchi, engenheiro, com 3 filhos:

6.1. Alexandre

6.2. Leonardo

6.3. Tatiana

5.2. Paulo, c.c Tânia Salvechi.

6.1. Rachel

5.3. Ivan, c.c Vera Lucila M. Gomes.

6.1. Ivanize

6.2. Kelly Cristina

6.3. Ivan

5.4. Pedro Roberto, c.c Regina Chaves.

6.1. Júlia

6.2. Eduardo

5.5. Marly Maravalhas Gomes, jornalista, solteira.

4.3. José Geraldo Lorza, funcionário do INSS, já falecido, c.c Mitze Farinazzo Lorza, diretora da escola de 1° grau do SESI, residente em Jundiaí.

5.1. Leopoldo José, bacharel em direito, oficial de justiça no fórum de Jundiaí, c.c Rosane G. Lorza, residentes em Jundiaí

6.1. Augusto

6.2. Felipe

6.3. Francisco

5.2. Mana Júlia, c.c Celso Masgatta.

6.1. Marisa

6.2. Francisca

5.3. Valéria, promotora pública, c.c Sílvio Rezende Duarte.

6.1. Vera

5.4. Luís Henrique, solteiro

5.5. Mauro, solteiro, professor de educação física.

5.6. Renato Farinazzo Lorza, engenheiro florestal, c.c Míriam Lorza.

6.1. Helena

5.7. Flávio Farinazzo Lorza, solteiro, promotor público

5.8. Suzana Farinazzo Lorza, engenheira química, casada residente nos EUA.

5.9. Ana Cláudia, solteira, formada em letras, atualmente residindo nos EUA.

5.10. Ana Maria, economista, solteira.

4.4. Fernando Lorza, funcionário público do ministério do trabalho, já falecido, foi c.c Marilene Franceschini, residente em Santos.

5.1. Gustavo, falecido na menoridade

5.2. Fernanda

3.2. Maria Gertrudes Soares do Amaral “Cota” c.c João Flórido (ver 4.4., 3.3., 2.3., 1.1., N° 08, cap. 10° dotítulo Siqueira Franco), fazendeiro em Atibaia, ambos já falecidos. Tiveram 1 filha:

4.1. Edith já falecida, foi c.c Milton Facio n. aos 26.OUT.1917 e f. aos 15.MAR.2013, foi empresário e proprietário em Atibaia. Teve:

5.1. Milton W. Fazio, comerciante, c.c Célia Barbosa, residentes em Piracaia.

6.1. Flávio

5.2. Ligia, foi c.c Carlos Alberto Ferro, já falecido, filho de Maria do Amaral Bueno e de Napoleão Ferro, este filho de Margarida Chiodini e Santo Ferro imigrantes italianos naturais de Santa Margueritta D’Adige/PD. Tiveram:

6.1. Flávia Aparecida Faccio Ferro de Moraes, funcionária pública municipal, c.c Nelson Bueno de Moraes. Teve:

7.1. Gabriel

6.2. Adriana F. Ferro Bourgamos c.c Alex Fernando Penteado Bourgamos. Teve:

7.1. Fernando

7.2. Eduardo

6.3. Carlos Alberto Faccio Ferro

6.4. Alexandre Augusto Faccio Ferro

3.3. Rodrigo Soares do Amaral, c.c Alzira de Oliveira Amaral, ambos já falecidos, sem geração.

3.4. Maria Mercedes Soares do Amaral n. aos 05.JAN.1908 e f. aos 29.MAR.1988, foi c.c seu primo Francisco José Teixeira “Nene” n. aos 31.MAR.1896 e f. aos 25.MAR.1984 (ver 1.4. N° 01, cap. 4° e 1.2. N° 02 , do cap. 2° do título Leite), f° de Pedro José Teixeira e Catarina Silveira Pinto. Tiveram 3 filhos:

4.1. Francisco de Assis Teixeira, n. 02.MAR.1943, solteiro, é pecuarista em Atibaia.

zoo sitio patricia diversos 073[1]

José Luiz Teixeira e Adriano Bedore em setembro de 2009

4.2. José Luiz Teixeira[138]“Igi” n. 20.NOV.1944, foi comerciante e atualmente é pecuarista em Atibaia. Geógrafo formado pela USP, foi vereador àcâmara de Atibaia entre 1983 a 1988 pelo PMDB. Casado com Elvira Akemi Sasaoka Teixeira filha de Masashigie Sasaoka e de Toyoko Otani Sasaoka. José Luiz Teixeira é uma das grandes fontes deste trabalho e sem dúvida o maior genealogista de Atibaia na atualidade, detentor de uma brilhante memória genealógida. Teve:

5.1. Francisco José Teixeira Neto n. 16.JAN.1970, c.c Márcia Ribeiro Leoni, médico veterinário, professor livre docente da FMVZ – UNESP – Campus de Botucatu com PHD pela Ontário Veterinary College da University of Guelph no Canadá. Teve:

6.1. Murilo Leoni Teixeira n aos 10.MAIO.2005 em Botucatu/SP.

6.2. Thomas Leoni Teixeira n. aos 22.SET.2011 em Botucatu/SP.

5.2. Luís Fernando Teixeira, 16.NOV.1972, solteiro, formado em direito Universidade Mackenzie – São Paulo, residente em Campinas/SP.

5.3. Adriana Sasaoka Teixeira n. 17.DEZ.1973, c.c Fábio Masaoka, ambos dentistas formados pela UNESP, campus de Araçatuba, residente em Santo André/SP. Teve:

6.1. Filipe n. aos 02.MAIO.2012 em São Paulo.

4.3. Antônio Carlos Teixeira n. 11.MAIO.1946, comerciante, pecuarista em Atibaia, c.c Maria Tereza Fazio. Teve:

5.1. Rodrigo Lucas Teixeira, solteiro, advogado em Atibaia.

5.2. Felipe José Teixeira, solteiro, bacharelem direito, bancário.

3.5. Maria Luiza Soares do Amaral, natural de Atibaia, c.c Eurípedes de Lima, natural de Ibiuna, oficial maior do registro de imóveis de Piracaia, ambos já falecidos. Teve 3 filhos:

4.1. Beatriz Soares de Lima, foi c.c Euler Ferreira. Teve 3 filhos:

5.1. Beatriz Aparecida Ferreira, c.c Jaime Luís Andolfo de Souza, médico em Piracaia.

6.1. Pedro Luís

6.2. Jaime

5.2. José Euler de Lima Ferreira, engenheiro, casado.

5.3. Ana Luiza Ferreira, c.c Evan Silveira Bueno.

6.1. Ana Carolina

4.2. Maria Helena Soares de Lima, foi c.c Álvaro Apolônio, func. público, já falecido. Teve:

5.1. Paulo de Tarso

5.2. Álvaro Tadeu

4.3. Péricles Soares de Lima, bancário, foi c.c Sônia Grunwald. Teve 2 filhas:

5.1. Ana Paula

5.2. Cilene Helena

3.6. Maria Cecília Soares da Silva n. aos 13.AGO.1914 e f. aos23.JUL.2002, c.c seu parente José Maria da Silva “Zezico Silva”n.em 1911 e f. aos 08.JUN.1966, filho de João da Silva e Sebastiana Soares do Amaral (ver 3.2., 2.7., 1.3., N° 08 deste capítulo), proprietário em Atibaia, já falecido. Teve 7 filhos:

4.1. José Calazans da Silva, conceituado contabilista em Atibaia, c.c Norma Alves Rosa, professora (ver descendência em 4.5., 3.3., 2.3., 1.3., N°02 atrás).

4.2. João Alberto Silva “Boró”, f. em 2017, foi despachante em Atibaia, c.c sua parente Delza Maria Verdi n. aos 20.AGO.1942 e f.aos 25.ABR.2010 (ver 4.2., 3.10., 2.1., 1.7. adiante). Teve:

5.1. Paulo Eduardo V. Silvan. aos 22.AGO.1961 e f. aos 20.OUT.2004. Teve:

6.1. Wendy

5.2. Cristina, casada. Teve:

6.1. Rafael

5.3. Marcelo, solteiro.

4.3. Luiz Carlos Soares do Amaral Silva “Tau”, advogado, ex-oficial do cartório de registros pessoas naturais, distribuidor e partidor da comarca de Atibaia. Casado com Neisme Duarte. Teve:

5.1. Ricardo, solteiro, médico veterinário e professor universitário.

5.2. Gilberto, solteiro.

4.4. Roberto Otávio da Silva, contabilista, ex-secretário de finanças da prefeitura da Estância de Atibaia, foi c.c sua parente Adair Carvalho (ver descendência atrás neste capítulo em 5.2., 4.1., 3.1. 2.5., 1.4. N°. 04), professora, f. aos 18.FEV.2005.

4.5. Estela Maria Silva, c.c José Ailton R. dos Santos, residentes em Umuarana/PR. Teve:

5.1. Luciana, casada, residente em Arapongas/PR Teve:

6.1. Juliana

6.2. Guilherme

6.3 Vinicius

5.2. Ana Cristina, casada. Teve:

6.1. André

6.2. Felipe

6.3. Lucas

5.3. Fabiano, advogado c.cHeloísa, advogada, residentes em Atibaia. Teve:

6.1. Sofia

4.6. Isa Maria Silva, c.c Claudinei Santos Mattos “Nei”, foi despachante em Atibaia, f. aos 30.JAN.2012. Teve:

5.1. Fernando, c.c Renata Camargos Rossi. Teve:

6.1. José Pedro

5.2. Henrique, casado. Teve:

6.1. Barbara

6.2. Gabriela

5.3. Renata, c.c Sandro Dominicali. Teve:

6.1. Mateus

4.7. Duarte Leopoldo Silva “Tico Coxa”, contabilista foi c.c Magali Theodoro Silva. Teve:

5.1. Sandro, casado, adm. empresas, funcionário do SAAE de Atibaia. Teve:

6.1. Angelina

5.2. Érika.

2.6. Umbelina Leite Peçanha “Bilica” n. aos 24.JUN.1883 em Atibaia e aí se casou aos 14.JUL.1897 com Estelito de Oliveira Peçanha (ver 4.1., 3.3., 2.3., 1.1., N° 08, cap. 10° do título Siqueira Franco), fazendeiro em Atibaia e aí falecido em 1953. Quando falecera seu pai, Umbelina morava em Bragança Paulista na casa de sua irmã por parte de mãe, Guilhermina, casada com José Antônio da Silveira Maia, o fundador do “O Atibaiesne”. Umbelina foi mulher de muito respeito e admiração em sua época e faleceu aos 16.JUL.1974 em Atibaia com 91 anos de idade, não deixando descendentes.

2.7. Virgilia Leite “Gila” n. aos 20.JAN.1885 em Atibaia e aí faleceu aos 11.SET.1985 com pouco mais de 100 anos; senhora de grandes virtudes, venerada pela comunidade atibaiana por seus dotes de caridade e virtudes religiosas. Quando seu pai veio a falecer Virgilia encontrava-se estudando em São Paulo num seminário de educadoras, onde por um acidente veio a ficar cega, por volta de 1900/01.

2.8. José Benedicto Leite n. aos 17.MAR.1887 em Atibaia e aí falecido aos 22.MAR.1964 na sua residência na rua Manoel de Toledo n° 193. Quando menino morou em Bragança Paulista na casa de sua irmã por parte de mãe Maria Gertrudes, casada com João Crisóstomo da Silveira. Já casado morou por alguns anos em Capivari onde foi proprietário de terras. De volta a sua terra natal foi José Benedito comerciante e proprietário de terras, tendo sido muito respeitado em seu tempo. Foi casado pela 1ª vez aos 10.SET.1903 com Ana Soares n. aos 29.DEZ.1887 na então freguesia de Campo Largo de Atibaia, hoje cidade de Jarinu/SP e f. em Atibaia aos 15.ABR.1935 (ver títulos Siqueira Franco e Pires de Camargo). Segunda vez José Benedito casou-se aos 23.ABR.1943 com Idalina Ferreira, teve filhos só do 1° casamento.

3.1. Maria do Carmo Leite De Carlo “Tóta”n. aos 15.SET.1904 e f. aos 20.DEZ.1980. Foi casada aos 08.FEV.1923 com Antônio De Carlo, comerciante em Atibaia (ver cap. 3° do título De Carlo). Teve:

4.1. José Benedito De Carlo ou “Zezinho” como era mais conhecido nasceu aos 21.SET.1923. Foi comerciante, sendo durante muitos anos, até o ano de 1983, proprietário da padaria “São José” na rua Benedito de Almeida Bueno esquina com a rua José Pires, onde morou toda sua vida e onde faleceu vítima de um atropelamento por uma motocicleteta, na esquina de sua casa aos 18.JUN.2007. Faleceu solteiro e sem descendentes.

4.2. Iraci Noviski “Nega” n. aos 03.MAIO.1926 e f. aos 02.AGO.2008, foi c.c Napoleão Noviski, n. aos 30.NOV.1924. Napoleão foi vereador à Câmara Municipal de Atibaia eleito em novembro de 1963 para o mandato de 64/67, mas não chegou a completá-lo vindo falecer aos 10.JAN.1965, profundamente desgostoso com os andamentos políticos na cidade decorrente das arbitrariedades advindas com o golpe militar que teve sérios reflexos em Atibaia culminando com as injustas perseguições e posterior cassação de vereadores e do então prefeitodr. Geraldo Cunha Barros, Napoleão Noviski foi sem dúvida, uma das vítimas desse infeliz episódio da vida política do Brasil e de Atibaia em particular. Teve uma única filha:

5.1. Ivete Noviski Teixeira n. em 05.NOV.1950, professora, c.c Antônio Luiz Teixeira “Toli” n. em 1949 (ver em 4.1., 3.6., 2.7., 1.3., N°08 a seguir), também professor e comerciante em Atibaia, proprietário do tradicional “Lojão Teixeira”. Foi Antônio Luiz Teixeira presidente da diretoria executiva do conceituado São João Tênis Clube de 1997 a 2000 onde é conselheiro vitalício, foi presidente da associação comercial de Atibia de 2006 a 2008. Teve um único filho:

6.1. Rafael Noviski Teixeira n. aos 27.JUN.1977, formado em administração de empresas 2002 pela USF e em direito pela FAAT, solteiro é comerciante em Atibaia. Teve:

7.1. Gabriela n. aos 19.NOV.2013.

4.3. Francisco n. aos 02.SET.1927 e falecido aos 15.JAN.1928.

4.4. Iolanda n. aos 22.SET.1928 e falecida na menoridade.

4.5. Roberto De Carlo n. aos 14.DEZ.1929 na rua Santo Cruzeiro nº 39, hoje rua Benedito Almeida Bueno, casado aos 26.MAIO.1949 em Atibaia com Julieta Freitas De Carlo (ver 2.6., 1.4., N° 04, cap. 2°), são os avós maternos no autor destas notas genealógicas. Teve seis filhos todos naturais de Atibaia:

5.1. Roberto Aparecido De Carlo n. aos 02.ABR.1948. Faleceu solteiro e sem descendentes em Amparo onde se encontrava hospitalizado aos 29.JUN.1994.

5.2. Elisabete De Carlo “Bete” n. aos 29.OUT.1950. Solteira, aposentada.

5.3. Marco Antônio De Carlon. aos 18.MAIO.1954, faleceu na rodovia Presidente Dutra em acidente motociclistimo aos 10.SET.1972, solteiro e sem descendentes.

5.4. Sônia Maria De Carlo Bedore n. aos 07.JAN.1953, c.c Odair Bedore (ver título Bedore), são os pais do autor destas notas genealógicas. Teve seis filhos, todos naturais de Atibaia:

6.1 Adriano Bedore, solteiro, advogado formado pela USF em 1997. Foi presidente do Grêmio Estudantil “Major Alvim” em 1991/92, da executiva do PMDB de Atibaia em 2000 a 2002, é conselheiro do Grêmio Esportivo Atibaiense eleito em 2002 e é o seu atual diretor administrativo. Participou ativamente das edições “Família Atibaiana” de José Luiz Teixeira (1997) e do livro revista “Famílias Ilustres e Tradicionais de Atibaia (2000). Na condição de suplente assumiu em 07.JUN.2014 uma cadeira de vereador na câmara de Atibaia. Foi eleito para 1° vice-presidente do legislativo para o ano de 2015, contudo, deixou a câmara no final de janeiro com o retorno do vereador ao parlamento. É autor destas notas genealógicas.

6.2. Janaina Bedore, comerciante, casada aos 22.OUT.2010 com José Leonardo Lacerda da Rocha n. aos 06.ABR.1976 em Araçatuba/SP, bacharel em direito e registrador em Pirajui/SP. Teve:

7.1. Leonardo n. aos 04.MAIO.2012.

6.3. Juliana Bedore, solteira é professora primária, pedagogo formada pela FAAT e funcionária concursada da rede municipal de ensino de Bragança Paulista.

6.4. Daniela Bedore, técnica de enfermagem, solteira. Teve com Fernando Ortiz Castanho (ver atrás em 2.1.,1.5., N° 04, cap. 4°e 4.2., 3.1., 2.4., 1.7., N°01, cap. 1°do título Pires de Camargo):

7.1 Lívia Maria Bedore Castanho, nascida aos 25.MAR.2002.

6.5. Eduardo Bedore n. aos 16.DEZ.1980. Solteiro, é presidente do Clube Atlético CETEBE desde 2001.

6.6. Felipe Bedoren. aos 11.JUL.1983 c.c Patrícia Moghetti Oliveira. Teve:

7.1. Maria Eduarda Moghetti Bedore, nascida aos 24.JUN.2003.

7.2. Maria Fernanda Moghetti Bedore, nascida aos 24.JUN.2003.

5.5. Sérgio Luiz De Carlo n. aos 09.FEV.1961, funcionário público municipal em Atibaia. Divorciado. Teve:

6.1. Gabriela Barbosa De Carlo n. aos 06.FEV.1988 técnica em enfermagem.

5.6. Patrícia De Carlo Cintra n. aos 13.MAIO.1964, técnica em química, casada em 1983 com o empresário Luiz Gonçaga Cintra. Teve três filhos todos naturais de Atibaia:

6.1. Gustavo De Carlo Cintra n. aos 29.FEV.1984, formado em Educação Física na FESB.

6.2. Michel De Carlo Cintra n. aos 27.AGO.1985, formado em Educação Física na FESB e em administração na FAAT.

6.3. Karina De Carlo Cintra n. aos 14.JAN.1988, engenheira química formada pela faculdade Oswaldo Cruz.

4.6. Philomena De Carlos Lazzarini “Mena” n. aos 02.NOV.1931, viúva de João Torquato Lazzarini n. aos 13.AGO.1922 no bairro da Mooca em São Paulo, filho de imigrante italiano e falecido também em São Paulo aos 29.ABR.1985, casados em 09.DEZ.1950 em Atibaia. Teve dois filhos:

5.1. Sandra Regina Lazzarini n.aos 25.OUT.1951, divorciada, residente em Atibaia. Teve um único filho:

6.1. Ricardo Lazzarini Garcia n.em São Paulo aos 05.AGO.1972, casado, administrador de empresas e empresário em Guarulhos, proprietário de uma transportadora, residente em Atibaia. Teve:

7.1. Enrico n. aos 17.OUT.2000.

7.2. Rodrigo n. aos 17.JUL.2008.

5.2. Ricardo Lazzarini n.em São Paulo aos 10.JUL.1954, aviador, foi casado em 1º núpcias com Sônia Maria Dagli e em 2º núpcias com Patrícia, residente em Bragança Paulista. Teve três filhos com a 1ª esposa e um filho com a 2º:

6.1. Ludimila n. aos 25.MAR.1979, teve:

7.1. Gabriel n. aos 26.MAR.1997.

7.2. João Pedro n. aos 07.MAIO.2009.

6.2. Sabrina n. aos 16.NOV.1981, teve:

7.1. Enzo n. aos 14.MAIO.2009

6.3. Henrique n. aos 13.DEZ.1983, teve com Paula:

7.1. Pietra n. aos 17.ABR.2009.

6.4. Ricardo n. aos 19.SET.1995

3.2. Leonor Esther Leite n.aos 09.AGO.1906 em Atibaia e aí f. aos 18.JUN.1963 foi c.c Jorge da Silveira Franco ou Franco da Silveira f. aos 11.MAR.1949,f° de Sebastião Franco da Silveira e de Malvina Soares da Silveira. Ver descendentes em 6.2., 5.5., 4.1., 3.1., 2.3., 1.3., N° 01, cap. 1° do título Siqueira Franco e no título Leite deste trabalho.

3.3. Elvira Leite de Oliveira casada aos 09.OUT.1951 com José Domingos de Oliveira, foram residentes em Franco da Rocha/SP, onde estão sepultados, não deixaram descendência.

3.4. Julieta Leite nascida aos 12.OUT.1911, foi religiosa da Congregação Nossa Senhora de Sion com o nome de irmã Arminda, faleceu aos 22.NOV.1949 em São Paulo com apenas 38 anos; foi sepultada na capela de Nossa Senhora do Sion no cemitério da Consolação em São Paulo, capital.

3.5. Otília Leite Ferreira n. em 1913 e f΅. aos 18.FEV.1933 com apenas 20 anos, 40 dias após o nascimento de sua primeira e única filha. Foi c.c José Augusto Ferreira, também falecido, residiram em Atibaia. Teve:

4.1. Ricardina n. aos 08.JAN.1933 e f. aos 14.AGO.1988, foi c.c Armando Silva “Jaburu”n. aos 27.JUN.1926 e f. aos 10.OUT.1990. Teve:

5.1. Maria Otília, c.c José Xavier da Silva. Teve:

6.1. Maria Solange, divorciada.

7.1. Anderson

7.2. Bárbara

7.3. Maiara

6.2. Alexandre n. aos 21.DEZ.1968 e f. aos 26.FEV.2006.

6.3. Adriana c.c Edmilson. Teve:

7.1. Caio

7.2. Guilherme

7.3. Maria Fernanda

6.4. Ana Paula c.c Antônio “Toni”. Teve:

7.1. Pedro Paulo

6.5. Ana Cristina. Teve:

7.1. Bruno

7.2. Grabrieli

7.3. Francieli

7.4. Kuane

7.5. Gabriel

6.6. Armando José c.c Andressa. Teve:

7.1. Vinicius

7.2. Gustavo

7.3. Amanda

7.4. Isadora

6.7. Rodrigo n. aos 29.FEV.1980 e f. solteiro em 28.JUN.2002. Teve:

7.1. Giovana

5.2. José Ferreira da Silva, c.c Ruth Elizabeth dos Santos.

6.1. Thiago c.c Carla. Teve:

7.1. Ingrid

7.2. Luan

6.2. Juliana c.c Rogério. Teve:

7.1. Alisson

5.3. Isabel Cristina. Teve:

6.1. Jonathan

6.2. Jennefer

6.3. Raissa

5.4. Ana Lúcia Aparecida Silva c.c Lourenilho. Teve:

6.1. Luis Gustavo

6.2. Gabriel

5.5. Sílvi a Maria. Teve:

6.1. Ana Carolina

6.2. Lucas

6.3. Erica

6.4. Miguel

5.6. Roberto Carlos. Teve:

6.1. Roberto Carlos Jr.

6.2. Letícia

3.6. Pedro Alexandrino Leite n. aos 04.MAR.1915 e f. aos15.JUN.1973. Foi casado aos 30.DEZ.1939 com Maria Ermelinda Teixeira Leiten. aos 16.JUN.1915 e f. aos 06.MAIO.1990, era filha de Benedito José Teixeira “Nhonô Tuta” e de Francisca Alves do Amaral, neta paterna Maria Fancisca da Conceição e de Emilio Justino Teixeira, este filho de Franscisco José Teixeira e de Gertrudes Maria da Conceição, por essa bisneta de Adriano Luiz Fernandes e de Ana Francisca (pais de Umbelina, esposa do capitão Jacinto Manoel Leite, tronco deste título Leite); neta materna de Leopoldo Alves do Amaral (ver 1.3., N° 01, cap. 7° deste título) e de Hermelinda Alvim, esta filha de “José Alvim” que era descendente direto (6° neto) de Jerônimo de Camargo, considerado o fundador da cidade. Pedro Alexandrino Leite e sua esposa moraram na rua Professor Domingos Matheus no mesmo bairro onde mora o autor destas notas genealógicas. Tiveram:

4.1. José Benedito, já falecido, c.c Maria José Zago. Teve:

5.1. César Eduardo n. aos 27.FEV.1963, casado 2ª vez com Emília, teve do 1° c.c Patrícia de Souza Mafra. Teve:

6.1. Thiago Mafra Leite n. aos 29.JUL.1984.

6.2. Gustavo Mafra Leite n. aos 06.FEV.1987.

5.2. Paulo Américo n. aos 07.MAR.1965 foi c.c Mariane da Costa Antunes, n. aos 21.NOV.1968, advogada e ex-secretária municipal de administração de Atibaia. Teve:

6.1. Lucas n. aos 02.FEV.1997.

5.3. Simone Aparecida n. aos 17.FEV.1971, c.c Joselito Patrocínio n. aos 13.MAIO.1965. Teve:

6.1. Felipe n aos 06.FEV.1998.

4.2. Dinah Benedita n. aos 09.ABR.1942 e f. aos 07.AGO.1993. Foi c.c Sebstião Eugênio Brígida. Teve:

5.1. Paulo Sérgio, c.c Cláudia Alves Pinto.

5.2. Luiz Carlos c.c. Cynthia Maria Tricoli Brigida, contadora. Teve:

6.1. Larissa Maria

6.2. Luana Maria

6.3. Luiz Felipe

5.3. Patrícia Aparecida

4.3. João Batista n. aos 30.SET.1943 e f. aos 09.NOV.2010 foi c.c Angélica Barbosa. Teve:

5.1. Luciana Cristina, casada.

5.2. Adalberto Alexandrino, casado.

4.4. Ana Francisca, c.c Eurico Cândido da Silva, advogado. Teve:

5.1. Carlos Eduardo

5.2. Marcelo de Alencar, foi casado com 1 filho.

5.3. Ana Sílvia, escrevente policial, casada com 3 filhas.

5.4. Adriana Cristina, casada.

5.5. Eurico Cândido Jr.

5.6. Leonardo Guilhermen. aos 08.ABR.1984 e f΅. aos 30.AGO.2009.

4.5. Helena Aparecida n. 08.JUL.1947 e f΅. aos 01.JUN.2007, foi c.c o comerciante italiano Luciano Boninsegna. Teve:

5.1. Paulo Henrique

5.2. LucianaAparecida

5.3. Alexandre Antônio

5.4. José Daniel

4.6. Pedro Paulo, falecido solteiro.

4.7. Vera Cristina, c.c Otávio Ulisses Frederico, advogado já falecido.

5.1. Pedro Gustavo n. aos 24.JUL.1983.

5.2. Maria Emília Cristina

4.8. Marie Alminda n. aos 30.OUT.1953 em Atibaia e ai f΅. aos 26.JAN.2009, foi oficial de justiça do fórum de Atibaia, c.c Waldemir Fangiulli, filho de João Batista Fanchiuli e de Rute Freitas, nascido aos 26.SET.1946 e falecido aos 21.DEZ.2005 (ver 3.2., 2.7., 1.5., N° 03, cap. 2° do título Freitas).

5.1. Ana Paula, advogada, c.c Manoel C. Jardim. Teve:

6.1. Giovana n. aos 22.JAN.2002.

6.2. Fernado n. aos 31.MAIO.2002.

6.3. Gabriela n. aos 02.JUL.2006.

5.2. José Pedro n. aos 30.SET.1974, policial rodoviário federal c.c Juliana Rossi com que teve os dois últimos filhos. Teve:

6.1. Tainá Ruas Fangiulli n. aos 02.OUT.1998.

6.2. Isabela Ruas Fangiulli n. aos 24.DEZ.1999.

6.3. Nicoli Rossi Fangiulli n. aos 15.FEV.2005.

6.4. Gabriel Rossi Fangiulli n. aos 02.ABR.2011.

5.3. Ana Flora Fangiulli n. aos 25.SET.1976 e 28.SET.1976.

5.4. José Ricardo, formado em desenho industrial pela UNESP – Bauru, casado com Danuza Yokoyama Correa. Teve:

6.1. Vitor n. aos 06.MAIO.2002.

4.9. Maria Angélica, c.c Paulo Figueredo. Teve:

5.1. Paulo

5.2. Mariana

5.3. Rafael

4.10. Carlos Alberto, falecido, teve um filho:

5.1. Márcio Luiz

4.11. Luiz Antônio n. aos 16.JUN.1959, solteiro.

3.7. Gertrudes Leite do Prado “Tudinha” n. em 1918, casou-se aos 15.JUL.1944 com Salvador Antônio do Prado (ver 3.1., 2.3., 1.6., N° 01, cap. 5° do título Pereira) n. aos 23.SET.1915 e f. aos 01.DEZ.1974 em São Paulo, era filho de Januário Antônio do Prado e de Joana Maria da Conceição. Ver descendência nos títulos Siqueira Franco e Leite.

3.8. Lygia Leite Peçanha n. aos 05.AGO.1919 e f. aos 27.AGO.1997. Casou-se aos 27.ABR.1944 com seu primo de 3° grau (tinham um casal de bisavós em comum) Benedicto Peçanha n. aos 30.MAR.1918 e f. aos 21.MAIO.1997, foi fazendeiro em Piracaia e em Atibaia e considerado no meio rural como grande cavaleiro de seu tempo, era f° de José Peçanha Franco (ver 2.4., 1.7. adiante) e de Delfina da Silveira Peçanha ( ver 2.2., 1.6., N° 06, cap. 6° adiante).

4.1. Benedito Aparecido Peçanha n. aos 09.OUT.1945 e f. solteiro em Piracaia onde resideia aos 22.MAR.2013.

4.2. Maria Isabel, foi c.c Otelo Helena, comerciante em Atibaia. Teve:

5.1. Flávia, professora e advogada, solteira.

5.2. Renata c.c Marco, advogados. Teve:

6.1. Júlia

5.3. Marcelo, solteiro.

4.3. Maria Aparecida, professora, divorciada do português Antônio Mendes. Teve:

5.1. Antônio Paulo, casado residente em Portugal., professora, solteira.

5.2. Maria Helena

5.3. João Ricardo, analista de sitemas.

4.4. Maria Antonia, diretora de escola municipal, c.c Glauco Edmo Tonon. Teve:

5.1. Eric, policial civil, n.aos 29.JUL.1978 c.c Cristiano Melissa Machado Tonon.

6.1. Maria Eduarda Machado Tonon n. aos 05.DEZ.2005.

6.2. Vitor Machado Tonon n. aos 16.JUN.2009.

5.2. Lívia Maria , n. 1980 c.c Dalton da Rocha Ferreira.

5.3. Bruno Vicicius n. 1985.

4.5. José Benedito Peçanha, pecuarista emAtibaia, c.c Lucia Granda. Teve:

5.1. José Eduardo, engenheiro ambiental.

5.2. Juliana

5.3. Carlos Henique

4.6. Maria Cecília, engenheira, viúva de Francisco de Assis Aguiar, sem descendentes.

4.7. Maria Joana, solteira.

1.6. Maria Justina do Amaral n. aos 09.DEZ.1853 e falecida solteira aos 12.FEV.1926., sepultada no cemitério São João Batista em Atibaia, juntamente com seu irmão Bento Paes.

Maria Salome e Peçanha 1.7. Maria Salomé do Amaral n. em 1860 em Atibaia e aí f. aos 02.DEZ.1912, foi casada em Atibaia aos 08.SET.1874 com José Pessanha Franco (casal da foto ao lado) n. aos 22.OUT.1848 e f. aos 22.OUT.1898, fazendeiro no bairro da Cachoeira em Atibaia, filho de Joaquim Pessanha Falcão e de Delfina Franco, neto paterno de Ana Maria Franco e de João Pessanha Falcão, este filho de outro nome, o qual pode ser considerado tronco da família Peçanha ou Pessanha de Atibaia ou região(ver título Siqueira Franco, cap. 10º, Nº 08, 1.1.) e de Ana Maria Franco, e neto materno do Alferes Manoel José Rodrigues e de Maria Policarpa Franco (SL. 2/93 e 108). Maria Salomé casou-se 2a vez com Claudino Alves Cardoso, natural de Nazaré. Teve5 filhos do 1° marido:

2.1. Capitão Benedito Peçanha Franco n. aos 09.SET.1878 em Atibaia e f. aos 07.SET.1935 em São Paulo, sendo sepultado em Piracaia. Foi c.c Maria Carmelita Leite (ver N° 02, cap. 4° do título Leite), falecida também em 1935, filha do Coronel José Jacinto Leite e de Caetana da Silveira Franco.Foi o Capitão Benedito, pessoa de destacada importância em Piracaia onde era fazendeiro e político da situação e pode ser considerado o tronco da família Peçanha daquela cidade. Transcrevemos aqui tópicos do necrológio estampado no “O Piracaiense” de 15.SET.1935, para melhor retratar a personalidade de Nhonhô Peçanha, como era conhecido.

“Traiçoeiro mal, desafiando impiedosa e cruelmente a competência médica, no curto prazo de sete dias, derrubou por terra para levantar no coração da Posteridade, o corpo desse varão de Plutarco que em vida se chamou Benedito Pessanha Franco! […] um dos sólidos elementos para o engrandecimento desta terra que tanto amou com aquele carinho próprio de seu feitio[…]melhor, muito mais eloquente foi a manifestação de pesar feita pela população desta e das cidades vizinhas! Todos sem distinção de classe, sentindo apenas a dor imensa, queriam, cada qual, com mais carinho, com mais afeto, com mais veneração, prestar a derradeira homenagem ao querido, ao estimado Nhonhô Pessanha. Em sua propriedade agrícola Santa Maria, onde Nhonhô desenvolvia sua atividade, foi ele acometido domingo dia 19 do corrente de súbito mal. Transportado para o seu palacete, nesta cidade, à Praça Santo António, a conselho de seus hábeis assistentes, foi o Sr. Benedito internado na Casa de Saúde Santa Rita na Capital e ali entregue aos cuidados dos doutores Zeferino Amaral e Celestino Bourroul. Tudo que a ciência médica, pêlos seus luminares podia e devia fazer, foi empregado; o mal porém desafiava e o anjo macabro da Morte vinha rondando o leito de Nhonhô Pessanha, até que às 9 horas da manhã do dia 7. deixava ele de existir. As 17,30 horas da tarde desse mesmo dia, dava entrada nesta cidade o corpo do querido morto Segunda-feira às 9 horas da manhã foi pelo vigário local, padre José do Patrocínio Gonçalves, celebrada missa de corpo presentez grandemente concorrida. O saimento fúnebre Marcado para às 12 e 15 minutos, teve lugar o saimento fúnebre. Seu enterro foi uma apoteose determinada para essa hora, porque as populações de Joanópolis, Atibaia e Bragança, queriam também se associar ao pezar imenso de Piracaia.”. Do casal Benedito Peçanha Franco e sua esposa Maria Carmelita Leite descendem:

3.1. José Leite Peçanha, escrivão do cartório de registro de imóveis de Piracaia, foi c.c Augusta do Amaral, professora, ambos já falecidos.

4.1. Milton do Amaral Peçanha, solteiro.

4.2. Maria Eloiza Peçanha, já falecida, c.c Luiz Antônio Tamassia de Moraes.

5.1. Luis Fernando

5.2. Suzana

5.3 .Luis Gonzaga, advogado, c.c Jaqueline Finco, falecida, com 1 filho.

5.4. Roberta Maria

5.5. Luis Gustavo

4.3. Wilma Peçanha, já falecida, c.c Jamil Atihé, residente em Jales/SP.

5.1. Jamil Peçanha Atihé

4.4. Julia Maria Peçanha, c.c Júlio de Toledo Funck, advogado, residentes em Bragança.

5.1. Anita Funck, c.c Fábio Vilches.

6.1. Fábio

5.2. Yara

5.3. Júlio

5.4. João, zootecnista, solteiro.

3.2. Lamartine Peçanha, fazendeiro em Piracaia, c.c sua parente Carmelita Soares do Amaral, filha de João Soares do Amaral e Catarina Silveira do Amaral, ambos já falecidos (ver 3.2., 2.1., 1.3., N° 08 a seguir). Teve:

4.1. Neusa Peçanha, c.c Domingos Tamassia, ambos já falecidos.

5.1. Neila Tamassia c.c Moacir de Moura Corrêa.

6.1. Cristiane Maria

6.2. Gustavo José

5.2. Nilza Maria Peçanha Tamassia, advogada, procuradora do Estado, c.c Ormino Rodrigues Vidigal.

6.1. Carolina, formada em direito pela FMU.

6.2. Daniela, formada em odontologia Barretos/SP.

5.3. Nicéia Tamassia, c.c José Roberto de Araújo.

6.1. Felipe

5.4. Nádia Tamassia

4.2. Névio Soares Peçanha, f. aos 10.FEV.2010, foi c.c Adália Rubio, também falecida.

5.1. Sérgio Rubio Peçanha, ex-vereador em Piracaia, foi c.c Ivete Fazzio, advogada e procuradora municipal de Atibaia. Teve:

6.1. Luciano Fazzio Peçanha c.c Marlene de Oliveira Fazzio. Teve:

7.1. Gabriella

5.2. Fátima Peçanha. c.c Silvino Júlio Guimarães.

6.1. Bruno

6.2. Hugo

4.3. Normando Soares Peçanha, c.c Benedita Ferreira Franco, já falecida.

5.1. Carmen Lúcia, c.c Otávio de Oliveira, topógrafo.

6.1. Mariana

6.2. Camila

5.2. Lamartine Peçanha Neto, engenheiro, solteiro.

5.3. Eliane Peçanha

5.4. Normando Soares Peçanha Júnior

4.4. Neide Peçanha, já falecida, foi c.c Mauro de Moraes Gonçalves, cirurgião dentista.

5.1. Manoel Ernesto Peçanha Gonçalves, médico, c.c Carmen Rocha de Barros.

6.1. Renata

6.2. Fernanda

5.2. Márcia Peçanha Gonçalves, c.c Marcos França.

6.1. Francisco

5.3. Flávia Peçanha Gonçalves, c.c Carlos Eduardo Kubo.

6.1. Gabriela

3.3. Benedicto Brasil Peçanha, “Tico Peçanha”, fazendeiro em Piracaia. c.c Maria de Lourdes Gonçalves, ambos já falecidos.

4.1. Dalva Gonçalves Peçanha, c.c Antônio Martins Pintor, comerciante em Piracaia.

5.1. Eli Gonçalves Peçanha Martins, advogado, c.c Gloriete Rubio.

6.1. Manoela

6.2. Camila

6.3. Samira

5.2. Antônio Celso Peçanha Martins, c.c Vanice Ramos.

6.1. Leonardo

6.2. Ana Livia

4.2. José Benedito Peçanha, já falecido, foi c.c Onofra Bueno.

5.1. José Eduardo Bueno Peçanha, c.c Magali Batista.

6.1. Patrícia

5.2. Lenice Bueno Peçanha, c.c Gilberto José Nogueira, advogado.

5.3. Maria Lúcia Bueno Peçanha, solteira.

5.4. Jorge Luis Bueno Peçanha, solteiro, já falecido.

4.3. Regina Maura Peçanha c.c seu primo José Augusto Peçanha Brandão , já falecido(ver 4.2., 3.5. a seguir) farmacêutico e ex-vereador em Piracaia.

5.1. Clodomir Augusto Peçanha Brandão “ Cassi”, advogado, c.c Francisca Maruca, residentes em Piracaia. Teve:

6.1. Bruno

5.2. Silvia Regina Peçanha Brandão, c.c Alfredo de Moraes Michili, em Piracaia.

6.1. Daniel

6.2. Marcos

6.3. André

5.3. José Carlos Peçanha Brandão, c.c Angela Giacomini, com 1 filho.

4.4. Oriwaldo Peçanha, pecuarista, c.c Zilah Ferreira.

5.1. Célia Regina

4.5. Cecilia Maria Peçanha foi casada 1ª vez com Lázaro Bueno com quem teve 4 filhos e 2ª vez com Paschoal Fontana f. aos 21.NOV.2009.

5.1. Júlio César Peçanha Bueno, c.c Regina La Salvia com quem teve uma filha e mais três de outros relacionamentos:

6.1. Juliana casada. Teve:

7.1. Jafar

7.2. Maira

6.2. Amne Cristina Faria foi c.c Ricardo Pergola[139], n. aos 06.FEV.1975, filho do professor e taxidermista, Antônio Pergola, já falecido e de Marly Finco Pergola, com quem teve:

7.1. Antônio Pergola Neto n. aos 03.JUL.2003.

6.3. Rafaela Sara

6.4. Maira

5.2. José Bueno Neto

5.3. Luis Henrique Peçanha Bueno, adv° e vereador em Piracaia 2009/2012. Teve:

6.1. Letícia

6.2. Luiz Felipe

5.4. Paulo de Tarso Peçanha Bueno, solteiro.

4.6. Lucy Peçanha, c.c José Machado de Almeida, ambos já falecidos.

5.1. Marco Aurélio

5.2. Luciano, casado.

3.4. Julieta Peçanha, c.c cel. José Theófilo Ramos, ex-comandante da antiga força publica do estado de São Paulo, atual polícia militar, natural de Nazaré Paulista/SP, ambos já falecidos.

4.1. Lígia Maria Ramos, c.c Jorge Uchôa Cavalcante.

5.1. Ligia Maria Uchôa Cavalcante, c.c Vilar Ribeiro de Figueiredo.

6.1. Lara

6.2. Maria

5.2. Álvaro Uchôa Cavalcante, c.c Lucila Maria Furlan.

6.1. Pedro

6.2. Carolina

5.3. Miguel Uchôa Cavalcante, c.c Patrícia Spinosa.

6.1. Gabriel

5.4. Ana Maria Uchôa Cavalcante, solteira.

4.2. José Theófilo Ramos Júnior, advogado, c.c Marília de Arruda Sampaio, já falecida.

5.1. Femão

5.2. Marcelo

5.3. Eduardo

3.5. Maria José Peçanha, c.c Caetano de Carvalho Brandão, ambos já falecidos.

4.1. Maria Eugenia Peçanha Brandão, c.c Nicolau Leo Neto, já falecido.

5.1. Maria Inês Brandão Leo, c.c Emanoel Maurício de Castilho, foi advogado.

6.1. Thiago

6.2. Maria Eugenia

5.2. Carlos Eduardo Brandão Leo, c.c Benedita Cristina Cuoco.

6.1. Carla Cristina

6.2. Eduardo

5.3. José Maurício Brandão Leo “Tuche”, ex-vereador da câmara de Piracaia de 1997/2000 e ex-presidente da câmara em 1999/00, assessor do dep. federal Roberto Santiago, c.c Vânia Ferreira da Costa.

5.4. Jorge Luis Brandão Leo, c.c Isabel Cristina Rosseti.

6.1. Gabriela

4.2. José Augusto Peçanha Brandão foi c.c sua prima Regina Maura Peçanha (ver retro 2.3. de 1.3), já falecido.

4.3. Otaviano Peçanha Brandão, c.c Cinira Zapallá, ambos já falecidos, sem geração.

4.4. Ailton Peçanha Brandão, c.c Leide de Mara já falecida.

5.1. Margareth Brandão, c.c Henry Watanabe.

5.2. Marisa Brandão, c.c Ademir Boava.

6.1. Flávio

6.2. Felipe

4.5. Lourdes Peçanha Brandão, c.c Belmiro Grunwald, residentes em Botucatu/SP.

5.1. Carmen Silvia Grunwald, c.c José Carrasco.

6.1. Vivian

5.2. Silvia Maria Grunwald, solteira.

5.3. Luis Ricardo Brandão Grunwald, solteiro.

4.6. Francisco Wagner Peçanha Brandão, foi c.c Marina Lemes da Silveira.

5.1. Soraia

5.2. Flávia

3.6. João Evangelista Peçanha “Junga”, fazendeiro em Piracaia, c.c Maria Ferreira Franco, ambos já falecidos.

4.1. Dirceu Peçanha, comerciante, c.c Guaracema Barreto.

5.1. João

5.2. Márcia

5.3. Maria Elisa

4.2. Dayse Peçanha, c.c Duarte Batista Pinheiro, comerciante em Piracaia, já falecido.

5.1. Dinarte, advogado.

5.2. Dagoberto

4.3. Djair Peçanha, foi c.c Wanda Ferreira.

5.1. Nely

5.2. Douglas

5.3. Claudia

4.4. Danilo Peçanha, ex-vice-prefeito de Piracaia (1993/97), c.c Terezinha das Graças Silveira Peçanhan. aos 11.MAIO.1951 em Brazópolis/MG, prefeita de Piracaia eleita para o mandato de 2013/16 cargo que ocupou primeira vez entre 2005/08, formada em direito pela FAAT. Teve:

5.1. Dário, engenheiro civil.

5.2. Donato, engenheiro da computação, c.c. Sandra Aikawa Lemes.

5.3. Daniela, advogada, separada judicialmente. Teve:

6.1. João Vitor Pessanha Staningher n. 23.FEV.1995.

5.4. Diogo, estudante de arquitetura.

4.5. Denise Peçanha, escrevente no 14° CRI de São Paulo, c.c Milton de Souza.

5.1. Mário

5.2. Marcos

5.3. Mariza

4.6. Dilza Irinéia Peçanha, c.c Bento Lemes da Silva.

5.1. Juliano

5.2. Renata

5.3. Julieta

4.7. Dalila Peçanha, c.c José Roberto Varella.

5.1. Hélio

4.8. Dilermando Peçanha n. aos 01.OUT.1953, c.c Marilda Fioreline.

5.1. Priscila

5.2. Fernando

4.9. Danute Peçanha, casada.

3.7. Romeu Peçanha, fazendeiro em Piracaia, já falecidofoi c.c Ivone Kock dos Santos, filha do desembargador Getúlio Evaristo dos Santos, f. aos 15.AGO.2011.

4.1. Marco Antônio dos Santos Peçanha, advogado, c.c Sônia Francarola.

5.1. Adriana Maria

5.2. Flávio

5.3. Ricardo

4.2. Maria Alice dos Santos Peçanha, c.c Waldir Abud Ganan, industrial.

5.1. Márcio

5.2. Júlio César

4.3. Paulo dos Santos Peçanha, engenheiro, c.c Liliana Berrile.

5.1. Fábio

5.2. Renata

3.8. ZenaidePeçanha, já falecida, c.c José Ayres, ferroviário, residente em Piracaia.

4.1. Ivani Ayres, jáfalecida, c.c Walsomiro Pereira, industrial. Teve:

5.1. Patrícia, professora, casada.

4.2. Sérgio Ayres, c.c Maria Luiza Fonseca.

5.1. Paula

6.2. Cláudia

4.3. Waldyr Peçanha Ayres, contador, c.c Isis Cinelli de Barros.

5.1. Alfredo

5.2. Zeliana

3.9. Elza Peçanha, c.c Narciso Franco de Godoi, fazendeiro em Piracaia, ambos já falecidos.

4.1. Doracy Augusto Peçanha de Godoi f. aos 12.DEZ.2012, fazendeiro e comerciante em Piracaia, c.c Inês Guimarães Gonçalves.

5.1. Adriana Gonçalves de Godoi, c.c Reginaldo Galdino Zeni.

6.1. Reginaldo

5.2. Fernanda Gonçalves de Godoi, c.c João Luis Rosseti.

6.1. João Augusto

5.3. Renata Gonçalves de Godoi, casada.

3.10. Cacilda Peçanha, c.c Izidoro Verdi Neto, comerciante em Piracaia. Teve:

4.1. Cesarina Verdi, c.c Altino Oliveira.

5.1. Ana Carla

5.2. Fernanda

5.3. Daniela

4.2. Delza Maria Verdi f. aos 25.ABR.2010 c.c seu primo João Alberto Silva (ver 3.2. de 2.6. retro).

4.3. Jane Verdi, c.c Getúlio Vilhena Granado, comerciante em Piracaia.

5.1. Jaqueline

5.2. Amadeu

2.2. Joaquim Peçanha Franco “Nhô Quim Peçanha” n. aos 23.ABR.1883 e f. aos 04.JUN.1961, foiimportante fazendeiro em Atibaia c.c sua prima-irmã, Carmelina Flórido f. aos 07.MAIO.1973(ver desc. em 4.5., 3.3., 2.3., 1.1., N° 08, cap. 10° do título Siqueira Franco).

2.3. Amador Peçanha Franco n. aos 25.DEZ.1887 e f. aos 04.ABR.1973, foi fazendeiro em Atibaia, casou-se aos 10.NOV.1906 com Benedita S. Rocha (ver 5.1., 4.1., 3.9., 2.1., 1.2., N° 02, cap. 4° do título Siqueira. Franco). Teve:

3.1. Benedito Rocha Peçanha n. aos 09.SET.1907 e f. 18.OUT.1975, foi c.c Adalgisa do Vale n. aos 24.JAN.1910 e f. aos 30.MAR.1995. Tiveram:

4.1. Mirian

4.2. Graciete

4.3. Jeanetet

4.4. Lisete c.c Rubens Barbosa Tavares, médico. Teve:

5.1. José Rubens

3.2. Nicanor Rocha Peçanha n. aos 09.JUL.1909 e f. aos 20.AGO.199, foi comerciário na capital, casado aos 18.JAN.1949 com a professora Nair Amaral Peçanha n. aos 26.SET.1911 e f. aos 31.AGO.1997.

3.3. Evangelista Rocha Peçanha, falecida solteira.

3.4. Maria Salomé Peçanha do Amaral n. 23.OUT.1912 e f. aos 23.JAN.2010, foi c.c seu parente Jacinto Alves do Amaral n. aos 25.SET.1905 e f. aos 14.NOV.1981 (ver 3.1., 2.3., 1.3., N° 02 deste capítulo). Teve:

4.1. José Peçanha do Amaral n. aos 19.MAR.1932 e f. aos 21.FEV.1979. Teve:

5.1. Regina, com geração.

4.2. Ana Maria n. aos 07.NOV.1945 e f. solteira aos 06.MAIO.1997. Sem descendentes.

3.5. Maria de Lurdes n. em 1919, c.c seu parente José Cintra (ver 1.4., N° 02, cap. 5° deste título e descendência em 3.6., 2.1., 1.1, N° 09, cap. 6° do título Siqueira Franco).

3.6. Jonas Rocha Peçanha n.aos 17.MAIO.1917 e falecido solteiro aos 26.JAN.1981.

3.7. Luciano Rocha Peçanha n. aos 16.ABR.1924 e f. aos 07.OUT.1999, foi c.c Josefina Dain. aos 08.NOV.1917 e f. aos 27.JAN.2012. Teve:

4.1. Luci

4.2. Laerte foi c.c Simone Duarte, com 2 filhos.

3.8. Luiz Gonzaga Peçanha n. aos 29.OUT.1932, administrador de empresa, foi vereador em Atibaia (1973/77), casadocom Rejane Maria Novaes Peçanha. Falecido aos 08.JAN.2017. Teve:

4.1. Roberta, solteira.

4.2. Caio. Teve:

5.1. Frederico

5.2. Polianna

3.9. Francisco de Assis Peçanha, gemeo do nº anterior, foi presidente do Clube Recreativo Atibaiano, c.c. (…) Imperatore. Teve:

4.1. Patrícia n. aos 03.JAN.1964, funcionária câmara de Atibaia, c.c ˙Claudio Ferreira. Teve:

5.1. Eduardo n. aos 02.AGO.1985

5.2. Rodrigo

4.2. Andreia Peçanha Travassos n. 29.NOV.1969, casada, teve:

5.1. Guilherme n. aos 24.OUT.1994.

4.3. Erica

2.4. José Peçanha Franco “Zezico Peçanha” n. aos 19.JUL.1892 e f. aos 15.JAN.1968, foi produtor de café no bairro Itapetinga e Marmeleiro desde 1925. Foi c.c sua parente Delfina da Silveira n. em 1892 e f. em 1968 (ver 3.2., 2.4., 1.6., N° 02, cap. 5° do título Alves do Amaral). Teve:

3.1. Maria de Lurdes Peçanha

3.2. Benedito Peçanha n. aos 30.MAR.1918 e f. aos 21.MAIO.1997, casou-se aos 27.ABR.1944 com sua parente Ligia Leite Peçanha (ver desc. retro, 3.1., 2.8., 1.5. retro e 1.8., N° 03, cap. 6° do título Leite).

3.3. Alcino Peçanha

3.4. Maria Conceição Peçanha “Nega” n. aos 31.JAN.1920, já falecida.

3.5. Célio Peçanha n. aos 09.SET.1923 e f. solteiro aos 01.JUL.1984.

3.6. Francisco de Assis Peçanha n. aos 12.OUT.1925 e falecido aos 06.NOV.1982.

3.7. José Roberto Peçanha n. aos 31.JAN.1928 e falecido solteiro aos 15.DEZ.1979.

3.8. João Batista Peçanha n. aos 13.MAIO.1932 e f. solteiro aos 21.JAN.2012.

3.9. Lino Peçanha n. aos 06.NOV.1934 e f. aos 30.DEZ.2004, casou-se primeira vez com Júlia Maria Silva Peçanha, n. aos 06.OUT.1933 e f. aos 06.MAIO.1956, e em 2º núpcias em 1958 c.c Yolanda Aparecida Pinheiro “Lana” natural de Nazaré Paulista. Teve só da segunda esposa:

4.1. Vera Helena n. aos 05.JAN.1958 c.c Francisco Vitor Mendonça. Teve:

5.1. Michel Vitor, advogado, solteiro.

5.2. Felipe Augusto, professor de educação física, solteiro.

5.3. Aline Roberta, professora de educação física, solteira.

4.2. Marco Antônio n. aos 23.DEZ.1958 e f. aos 19.DEZ.1992, foi c.c Maria Rosalina. 5.1. Welinton Rodrigo Peçanha n. 14.JUL.1983.

5.2. Karen Danieli Peçanha n. 13.MAIO.1986. Teve:

6.1. Manuele n. aos 09.SET.2011.

5.3. Carla Daiani Peçanha n. 20.ABR.1989.

4.3. Paulo Afonso n. em 1961, foi c.c Elaine Bueno Cardoso com quem teve:

5.1. Rafaela n. 01.JAN.2000

5.2. Camila n. 14.MAIO.2004

4.4. Carlos Alberto, solteiro

4.5. Lino Aparecido Peçanha, foi c.c Renata Maria Caraski, residentes em Jaboticabal. 5.1. Gustavo n. aos 11.JAN.1987.

5.2. Gabriela

3.10. Fábio Peçanha n. aos 31.JAN.1937 e f. solteiro aos 04.MAIO.1988.

3.11 Antônio de Padua Peçanha f. em setembro de 2012, c.c Marina de Aguiar Peçanha (ver 2.1., 1.1., N° 05, cap. 8 do título Leite). Teve 3 filhos com sua esposa e a primeira filha antes do seu casamento:

4.1. Diana

4.2. Luiza Helena c.c. Gabriel Teixeira de Freitas. Teve:

5.1. Edson Leonardo Peçanha de Freitas

5.2. Carlos Henrique Peçanha de Freitas

5.3. Ana Carolina Peçanha de Freitas

4.3. Luiz Cláudio c.c Suely de Souza Correia Peçanha. Teve:

5.1. Thamires Tatiane Correia Peçanha

5.2. Vitor Luiz Correia Peçanha

4.4. Lílian Aparecida Peçanha, c.c Marcelo Frank da Silva Rosa, servidor público municipal.

2.5. Argemiro Peçanha casado 1ª vez com Rosalina Bueno e 2ª vez com Joana do Amaral, sua parente (ver 2.1., 1.6., N° 06, cap. 6°neste título). Teve do 1º casamento:

3.1. José Benedito Peçanha.

1.8. Coronel João Batista do Amaral Bueno n aos 01.JAN.1860 e falecido aos 12.DEZ.1906; foi fazendeiro em Atibaia; casou-se com Maria da Glória Cintra Fagundes (ver 2.1., 1.5., N° 09, cap. 6° do título Siqueira Franco), filha de João Marinho Fagundes e de Messias Cintra (SL 2/507); ambos sepultados no cemitério do santíssimo em Atibaia. Teve:

2.1. Major José Herculano Bueno “Zico Paes” n. aos 27.AGO.1877 e f. aos 29.NOV.1962, foi fazendeiro em Atibaia, c.c Monica Ferraz (ver 3.4., 2.9., 1.10., N° 03, cap. 4° do título Siqueira Franco), filha do ex-juiz de direito, vereador, e deputado estadual, Manoel Jacinto de Araújo Ferraz; sem descendentes. São os padrinhos do avô materno do autor deste trabalho. Zico Paes foi um dos fundadores da banda 24 de outubro (de oposição política) em 1931 e foi o doador da área onde se construiu a sede da referida banda na década de 1960. Em 1973 em virtude das dificulades financeiras por que passava a banda 1° do março (de situação política) fundada em 1925, foi a mesma dissolvida e seus membros uniram-se ao da coorporação musical 24 de outubro, a qual ainda mantém sua sede e atividades na atualidade.

2.2. Alcides Cintra Bueno, falecido em 1939, foi Escrivão do 6° ofício criminal de São Paulo; casou-se em Atibaia em 1905 com sua parente Amélia Baisi (ver título Alves do Amaral); teve:

3.1. Maria da Glória, professora normalista.

3.2. Alcebiades Cintra Bueno, c.c Amália Campos de Azevedo, farmacêutica.

3.3. João Batista do Amaral Bueno, casado aos 25.JUN.1945 com Wanda Rega.

3.4. Milciades Cintra Bueno, professor, casado em dezembro de 1941 em Pinhal com Dalva Braga, filha do dr. Antônio Jorge e de Benvinda Braga Jorge.

3.5. Edith Cintra Bueno, professora.

3.6. Alcides Cintra Bueno Filho, foi delegado de polícia, diretor do antigo DEOPS em São Paulo, casado com descendentes.

3.7. Laodicéia Cintra Bueno.

Digitalizar0001[1] 1.9. Coronel Bento José do Amaral mais conhecido como “Bento Paes” (foto ao lado), nasceu em Atibaia aos 19.FEV.1862 e ai faleceu aos 06.JUN.1928. A praça do museu municipal de Atibaia leva seu nome. Foi Bento Paes abastado fazendeiro em Atibaia, respeitado pelos correligionários políticos e pelos adversários. Foi durante duas décadas (1900 a 1925, aproximadamente) o principal líder do partido democrático que fazia oposição ao partido republicano paulista, que quase sempre esteve no poder em Atibaia, sendo substituído na liderança do partido que passou a se chamar partido constitucionalista e depois UDN pelo advogado Álvaro Correia Lima. Foi o último comandante da guarda nacional em Atibaia (coronel). Foi c.c Ana Rodrigues dos Santos, natural de Nazaré; n. aos 01.ABR.1863 e f. aos 19.MAR.1926em Atibaia, filha de Antônio Rodrigues dos Santos, importante político em Nazaré Paulista, filho do também importante líder político em Nazaré, Joaquim Rodrigues dos Santos. Ana Rodrigues dos Santos era irmã, entre outros, da esposa do Major Sebastião Theodoro Pinto e do professor e pároco de Atibaia de 1914 a 1927, Francisco Rodrigues dos Santos, mais conhecido como Padre Chico n. em Nazaré aos 03.FEV.1886 e f. em Avaré aos 11.SET.1960. Bento Paes e sua esposa não deixaram descendência.

1.10. Escolástica do Amaral, casada 1.° vez com seu primo Jacinto Alves do Amaral Jr (ver N° 01, cap. 7° deste título) e segunda vez com seu primo cel. Francisco Bueno da Rocha (ver N° 01, capítulo 3° do título Bueno); sem descendência.

Nº 06 Delfina Maria do Carmo n. 1836, casou-se em Atibaia em 1851 com Francisco Franco de Almeida Passos, filho de Manoel de Almeida Passos e de Dorotéia de Morais Franco; neto paterno do capitão Domingos José Duarte Passos e de Maria Lourença de Monte Carmelo; neto materno do cap. Manoel de Oliveira Franco e de Maria Gertrudes de Jesus (SL 5/335). Foram moradores de Itatiba, onde deixaram os seguintes filhos:

1.1. Manoel de Almeida Passos, casado em Itatiba com Escolástica de Oliveira; Teve:

2.1. Francisco de Almeida Passos; casado.

2.2. Izaltina; casada.

2.3. Maria, c.c Benedito de Oliveira; teve:

3.1. Maria, c.c Felipe Rinaldi; sem desc.

3.2. Antônio de Oliveira

3.3. José de Oliveira.

2.4. Escolástica, c.c Joaquim de Oliveira; teve:

3.1. João de AImeida Passos; casado.

4.1. Maria

4.2. Albertina

1.2. Sabina de Passos, casada em Itatiba com seu parente Lourenço Alves do Amaral[140], filho de Jacinto Alves do Amaral Júnior (ver 1.2., N° 01, cap. 7° adiante e SL 1/476); teve:

2.1. Elisa, casada 1° com Virgílio Avelino Leite (cap. 15º do título Leite) e 2a vez com Camilo Guzzi. Teve 2 filhos do primeiro casamento e 4 do segundo:

3.1. Risoleta, c.c seu primo Francisco Andrade (v. neste cap. N° 03 adiante).

3.2. Izaura, casada em Atibaia com João Guilherme; sem desc.

3.3. Arthur Leite Guzzi n. aos 23.JUN.1898 foi c.c. Julieta Leite Guzzi n. aos 25.JAN.1901 e f. aos 18.AGO.1987 (ver desc. em Nº 01, cap. 12º do título Leite).

3.4. Julieta Guzzi Bresssani c.c Ernesto Bressani. Tiveram:

4.1. (…)

4.2. Francisco

4.3. Nelson

4.4. João, todos residentes em Jundiaí.

3.5. Gumercindo Guzzi, falecido solteiro.

3.6. Durval Guzzi c.c sua parente Inês Soares (ver desc. em 3.5., 2.1., 1.3., Nº 08 a seguir).

1.3. Maria de Passos, c.c João de Andrade, filho de Antônio Januário Lopes, falecido em Bragança; teve:

2.1. Eugênio de Andrade

2.2. Francisco de Andrade, c.c sua prima Risoleta (v. retro); Teve:

3.1. Éster

3.2. Odete

3.3. Francisco

2.3. Alfredo de Andrade, c.c Benedita Pires.

2.4. José; faleceu solteiro.

2.5. Antonia

2.6. Benedita, c.c João Izabel.

1.4. João de Almeida Passos, casado em Itatiba com Libania Maria de Jesus.Teve:

2.1. Hortência, c.c Antônio Canedo; teve

3.1. Ercilia; casada.

3.2. Otilia, casada.

2.2. Virgolina, c.cEleutério Rela; teve:

3.1. Benedita Rela.

3.2. Zilda, c.c Alfredo Tofoli.

3.3. Nilse,

3.4. Alice

3.5. Jacira

3.6. Neide

3.7. Abigail

3.8. Eleutério Rela, ex-prefeito de Itatiba/SP

3.9. Edison

3.10. Helena

2.3. Benedito Passos, casado 1° vez com Zulmira Pinto e 2a vez com Alexandrina Poli, teve um filho do primeiro e do segundo casamento:

3.1. João

3.2. José

2.4. Rogério de Almeida Passos, c.c Maria Domingues; teve:

3.1. Enzo de Almeida Passos, foi importante radialista da rádio Bandeirantes e compositor.

3.2. Norma

3.3. Osmar

1.5. Antônio, falecido solteiro.

1.6. Salustiano de Almeida Passos, jáfalecido; foi c.c Eugenia Carolina de Moraes; teve:

2.1. José de Passos, c.c Maria Pucinelli; com desc.

2.2. Benedita de Passos, c.c Damásio Pires da Silveira, falecido em 1944 (verdescendência no título Pires de Camargo, capítulo 1°, N° 03).

2.3. Tercilia

2.4. Francisco Passos, c.c Maria Corradini.

1.8. Dorotéa de Passos, casadoem Ribeirão Preto com Antônio Rocha; teve:

2.1. Marcos

2.2. João

2.3. Artur

2.4. Francisco

Nº 07 Gertrudes Franco, casou-se em 1841 em Atibaia com seu paraente João Franco, filho do alferes Manoel Joaquim Leite[141] e de Ana Pires Pimentel; neto paterno de João Leite de Barros e de Ana Alves de Godoi; neto materno do capitão Inácio Franco de Camargo e 1a mulher Gertrudes Pires de Godoi (SL 1/301); teve o único filho:

1.1. Coronel José Manoel Leite, importante fazendeiro em Itatiba, onde foi muito conceituado; casado 1a vez com Leopoldina Alves da Conceição (SL 1/494) e 2a vez com Maria Amélia da Silveira; teve quatro filhos do primeiro casamento e sete do segundo casamento:

2.1. Sebastiana, c.c seu primo Alfredo Alves Joly; filhos:

3.1. Leopoldina, c.c Luiz Gouveia Sobrinho; teve:

4.1. Lourdes

4.2. Antônio

4.3. Francisco

4.4. Terezinha

3.2. José Alves Joly, c.c Glória Paiva; teve:

4.1. Fábio

3.3. Benedito Alves Joly; casado.

3.4. Antônio Alves Joly

3.5. Luiz Alves Joly.

2.2. Alice, c.c João Alves Bueno; teve:

3.1. Ester Alves Bueno

3.2. Geraldina

3.3. Luiz

2.3. Zenaide, c.c Florêncio da Silveira Pupo; teve:

3.1. Irineu Pupo, c.c Dolmea de Campos.

3.2. José Alves Pupo

2.4. Antenor Alves Leite, c. em Piracicaba com Lidia da Silveira Melo; teve:

3.1. Oswaldo da Silveira Leite.

2.5. Antonia

2.6. Francisca, c.c Eliseu de Campos Leme; teve:

3.1. Nicéia

3.2. Dagmar

2.7. Benedita, c.c Arsenio Martins Ferreira; teve:

3.1. Hélio

3.2. Hebe

2.8. Leontina, c.c Dario Antônio Matias; teve:

3.1. Maria Aparecida

2.9. Odila

2.10. Dario Silveira Leite

2.11. Odilon Silveira Leite

Nº 08 Maria Paula do Amaral n. aos 26.JAN.1819 foi casada 1ª vez em 1835 com Inácio Pires de Camargo, filho de Antônio Pires Pimentele de Joaquina Maria da Conceição; neto paterno de Vicente Pires Pimentel (8/255) e de Maria Gertrudes Franco, esta filha do cap. Crispim da Silva Franco e tetraneto de Mariana de Camargo, irmã de Jerônimo de Camargo,o fundador de Atibaia. Maria Paula casou-se pela segunda vez em 1836 com José Soares de Lima (cap. 6° do titulo Soares), filho de Francisco Soares Lima (tronco do título Soares, ver a seguir) e de Gertrudes Maria, neto paterno de Vítor Soares de Oliveira e de Joana de Godoi Lima, e neto materno de Antônio Cardoso de Morais ou da Silva e de Angela Maria de Camargo (SL8/315). Teve uma filha do primeiro casamento e sete do segundo casamento:

1.1. Maria Constança n. em 1836, casou-se em 1859, com seu parente Francisco Antônio do Amaral, filho de João Alves do Amaral e Gertrudes Leite (SL 1/471); teve a filha única:

2.1. Maria do Amaral, c.cAgostinho Schull.

1.2. Gertrudes Soares do Amaral n. 1840, c.c o major Joaquim Bueno de Aguiar, falecido aos 11.MAIO.1906, filho de Ana Joaquina da Conceição e do tenente Feliciano da Cunha Bueno de Aguiar, filho de Maria Angelica da Cunha que casou com o capitão Francisco Bueno de Aguiar que pode ser considerado o tronco da família Bueno de Aguiar de Atibaiaapelidada em muitos ramos de Tenente (SL 1/307); Teve:

2.1. Luiz Gonzaga de Aguiar, f. aos 21.JUN.1916 foi c.c sua prima Benedita Bueno do Prado f. aos 13.AGO.1968,filha de Inácio Bueno do Prado e de Maria Isabel Soares do Amaral (ver 1.8. a seguir). Teve:

3.1. Alcides Bueno de Aguiar “Alcides Tenente” f. aos 02.MAR.1949,c.c Elisa Mª da Conceição. Teve:

4.1. Maria Aparecida Bueno de Aguiar c.c Joaquim Domingues. Teve:

5.1. Edi de Aguiar Domingues

5.2. Irene Domingues

5.3. Ivone Aguiar Domingues

5.4. Vera Aguiar Domingues

5.5. João Domingues

5.6. Alcides Domingues

4.2. Luiz Gonzaga Bueno de Aguiar.

4.3. Maria Luiza c.c Francisco Fernandes Saturnino. Teve:

5.1. Benedito Fernandes

5.2. Antônio Fernandes

5.3. Gonçala Fernandes

4.4. Luciana Bueno de Aguiar c.c Pedro Bueno. Teve:

5.1. Nilce Oliveira de Aguiar

5.2. Olisses Oliveria de Aguiar

5.3. Ozildo Oliveira de Aguiar

5.4. Elizeu Oliveira de Aguiar

5.5. Isaias Oliveira de Aguiar

4.5. José Bueno de Aguiar.

4.6. João Batista Bueno de Aguiar “João Tenente”, já falecido, foi vereador à câmara de Atibaia entre 1968 a 1972, c.c Rosaria Binatti de Aguiar. Teve.:

5.1. Eliana Binatti de Aguiar

5.2. Elenice Binatti de Aguiar

5.3. Renato Binatti de Aguiar

5.4. Elisa Binatti de Aguiar

5.5. Reginaldo Binatti de Aguiar, vereador à câmara de Atibaia entre 2005 a 2008.

5.6. Estela Binatti de Aguiar

4.7. Iracema Bueno de Aguiar c.c Benedito do Prado. Teve:

5.1. Sandra de Jesus do Prado

4.8. Maria Benedita c.c Osvaldo Barca. Teve:

5.1. Douglas Aguiar Barca

5.2. Davinir Aguiar Barca

4.9. Veridiana n. em 1939, foi c.c Dalziro de Almeida, comerciante do ramo de madeiras em Atibaia, já falecido (ver desc em 4.7., 3.2., 2.1., 1.5. a seguir)

3.2. Joaquim Bueno de Aguiar c.c Catarina Alves Cardoso. Teve:

4.1. Ulisses, dentista, c.c Guiomar, residentes em Santos/SP.

3.3. Benedita de Aguiar Almendra f. aos 28.FEV.1970, foi c.c Vespasiano Tito Almendra, português, n. aos 13.DEZ.1913 e f. aos 24.MAIO.1958. Tiveram:

4.1. José Ronaldo Almendra c.c Maria Gonçalvez Almendra. Teve:

5.1. Djalma Allan

5.2. Sandra Mara

4.2. Vilma Terezinha Almendra c.c Milton Pelusi. Teve:

5.1. Sônia Maria

5.2. Milton Pelusi Filho

5.3. Selma

5.4. Márcia

4.3. Claudio foi casado 1ª vez com Eneida Ibraim e 2ª vez com Idacira de Oliveira. Teve:

5.1. Andreia Ibraim Almendra

5.2. Daniela Ibraim Almendra

5.3. Edneia Molina Almendra c.c Fábio Fernandes

5.4. Murilo Aguiar Almendra

2.2. Maria Paula Bueno de Aguiar, falecida em 1933; foi c.c o capitão Benedito de Almeida Bueno “Nito Carro”natural de Juqueri, hoje Mairiporã, filho de Francisco Carlos de Almeida e de Leopoldina de Almeida Bueno. Foi o capitão Benedito de Almeida Bueno fazendeiro, industrial sendo um dos fundadores da companhia fiação e tecido São João, delegado de polícia, juiz de paz, vereador à câmara municipal de 1901 a 1914, 1917 a 1926, presidente da câmara (1920/22), prefeito muncipal (02.MAR.1914 a 15.JAN.1920), era também capitão assistente da 27º brigada de cavalaria da guarda nacional. Faleceu aos 16JUN.1926 em Santos. Teve:

3.1. Lina de Almeida Bueno, c.c Joaquim Cintra (ver 2.2., 1.1., N° 09, cap. 6° do título de Siqueira Franco); sem desc.

3.2. Oscarlina de Almeida, c.c Leão Profeta (ver descêndencia em 2.4., 1.1., N° 01, cap. 5° do título Pereira), negociante em Atibaia.

3.3. Feliciano Bueno de Aguiar c.c Doralba Derosa, filha de Ana Antonia f. aos 20.OUT.1930 e do cel. Francisco Antônio Derosa, italiano natural de Verbicário na Calábria onde nasceu aos 21.ABR.1863, foi o mais importante líder político de Nazaré Paulista do fiinal do século XIX e nas três primeiras décadas do século XX, tendo sido prefeito de 1890 a 1930 e faleceu aos 21.AGO.1938. Teve:

4.1. Tarciano

4.2. Lina c.c João Batista Pinto, farmacêutico e cantor de música raiz.

3.4. Avelinode Almeida Bueno, farmacêutico, foi c.c Maria das Dores Leite, já falecidos (ver desc em N° 04 do cap. 8° do título Leite)

3.5. Adelina

3..6. Saturnina

3.7. Evangelina c.c seu parente Benedito Pereira de Campos (ver 3.1., 2.4., 1.3. N° 04 retro).

2.3. Caetana Bueno, c.c Eduardo de Moura. Teve:

3.1. Benedita de Moura, c.c João Toledo. Teve:

4.1. Maria Aparecida c.c Arthur Giacomini Sobrinhon. aos 07.ABR.1923 e f. aos 15.NOV.2008, foi juiz de paz em Atibaia. Teve:

5.1. Esperança, funcionária pública da educação de Atibaia aposentada c.c Tokiyoshi Maeda, residentes no mesmo bairro do autor deste trabalho. Teve:

6.1. Fabiana

6.2. Fernanda

6.3. Felipe

5.2. João Luiz “Jacó”foi c.c Ospídia de Freitas. Teve:

6.1. João Luiz

6.2. Juliana. Teve:

7.1. Vitor

5.3. Elisabeth Maria, viúva do professor Luiz Antônio de Oliveira, n. aos 11.OUT.1953 e f. aos 29.ABR.1988, vítima de um grave acidente de automobilístico que vitimou também 4 alunos que estavam com ele. Teve:

6.1. Camila

5.4. Arthur Francisco c.c Meire. Teve:

6.1. Arthur Francisco Filho

6.2. Maria Carolina

5.5. Carlos Alberto foi c.c Rosana Jauman Gonçalves, professora. Teve:

6.1. Gabriela

5.6. Heloísa foi c.c Samir Salles, filho de Anuar Salles. Teve:

6.1. Rafael

6.2. Silvia

6.3. Mariana

5.7. Eliane Regina foi c.c João Girão. Teve:

6.1. Paulo Henrique

6.2. Ana Beatriz

6.3. Maria Clara

3.2. Luiz Gonzaga de Toledo, cantor, solteiro.

2.4. João Bueno de Aguiar, c.c Maria Fontes ou Maria Cessarina de Jesus, portuguesa; teve:

3.1. Joaquim Bueno de Aguiar “Joaquim Tentente”, c.c Benedita Leite Rocha (ver asc. em 6.1., 5.2., 4.1., 3.9., 2.1., 1.2., N° 02 do título Siqueira Franco e desc. em 1.1., N° 05 do cap. 8° do título Leite.

3.2. Davina Aguiar, já falecida; c.c Benedito Amaral Leite.

3.3. Benedita Aguiar c.c Jacinto M. Leite “Jacintinho” (ver desc. em N° 07, cap. 8° do título Leite).

2.5. Dionisia de Aguiar, c.c José Chamadoira Martins; teve:

3.1. Joaquim Martins, c.c Francisca Teixeira; teve:

4.1. João Batista Teixeira

3.2 Aurora Martins, c.c Sabino Pelegrino.

2.6. Leopoldina de Aguiar, c.c José Pires; Teve:

3.1. João Pires; faleceu solteiro.

3.2. Elisa Pires, c.c seu primo Antônio Soares do Amaral (v. descendência adiante).

2.7. Egídio Bueno de Aguiar, foi c.c Maria Pereira Alves ou Maria Alves da Conceição (v. retro).

2.8. Jesuina Bueno de Aguiar c.c João Peçanha Franco Correa (ver descendência em 3.1., 2.4., 1.1., N° 08, cap. 10° do título Siqueira Franco).

1.3. Ana Soares do Amaral ou Soares de Lima, c.c seu primo Olegário José do Amaral ou Olegário Alves do Amaral, era filho de João Batista do Amaral e de Ana Cordeiro e foi fazendeiro no bairro da Ponte Alta, na época pertencente a Campo Largo e como o nome de Caxambu.Tiveram:

2.1. João Soares do Amaral, fazendeiro e negociante em Atibaia, c.c sua parente Catarina Ivo Silveira, filha de Gertrudes Silveria Leite ou Gertrudes Teresa da Silveria e de Antônio Ivo da Silveira ou Antônio Ivo de Moraes, fazendeiro no bairro da Ponte Alta(ver 1.10. N° 06 do cap. 6° a seguir); teve:

3.1. Benedita Soares da Cunha, c.c seu primo Florêncio Alves da Cunha (ver 4.1., 3.1., 2.3., 1.6., N° 02 retro); sem descendência.

3.2. Carmelita, c.c seu parente Lamartine Pessanha (ver desc. em 3.2., 2.1., 1.7., N° 05, atrás).

3.3. José Soares do Amaral, c.c Maria Dorotéa Fagundes; Teve:

4.1. Benedito Aurival

3.4. Maria Gertrudes Soares

3.5. Inês Soares Guzzi n. aos 23.AGO.1913 e f. 29.JUL.1964; foi c.c com seu parente Durval Guzzi, n. aos 22.JUL.1905 e f aos 12.MAIO.1987 (ver 3.6., 2.1., 1.2., Nº 06 atrás). Teve:

4.1. José Euler Soares Guzzi n. aos 09.OUT.1935 e f. aos 17.JAN.2008. Foi advogado, ex-chefe de gabinete de alguns prefeitos de Atibaia, tendo nesta condição assumido o cargo de prefeito entre 22.MAR.1958 a 10.MAIO.1958. Foi c.c. Vilma Vasques Guzzi, pianista e maestrina, n. aos 26.SET.1943 e f. aos 21.JAN.2017. Teve:

5.1.Maria Inês, música, casada, teve:

6.1. Thomas

6.2. Nicholas

6.3. Ane

5.2.Ana Cecília n. aos 07.ABR.1975, música.

5.3. André n. aos 07.NOV.1973 c.c Gleide Consuleo Ferreira, com dois filhos.

6.1. Raquel Guzzi

6.2. Renan

4.2. Denise Soares Guzzi, solteira, residente em Atibaia.

2.2. Maria Madalena do Amaral, c.c seu parente AgostinhoIvo da Silveira, filhode Antônio Ivo da Silveira e de Gertrudes Silveira Leite (ver N° 06, cap. 6° a seguir); Teve:

3.1. Sebastião Ivo da Silveira; faleceu solteiro.

3.2. Benedito Ivo da Silveira

3.3. Maria Augusta da Silveira, c.c Guilherme Zanoni n. em 1896 em Itatiba, filho dos imigrantes italianos Giulio Zanoni (1864-1916), de Mantova e Delmira Malerba de Lucca e tradicional família de Jarinu. Guilherme Zanoni foi o primeiro (1949/53) e tercerio (1957/61) prefeito da cidade Jarinu, que até 1948 era distrito de Atibaia com o nome de Campo Largo, era irmão entre outros de Edmundo Zanoni, ex-prefeito de Atibaia. Teve q.d:

4.1. Júlio Zanoni, ex-prefeito de Jarinu de 1973/77 e de 1983/88 c.c Alice Braggion.

3.4. Sofia, c.c João Benedito. Teve q.d:

4.1. Dirce M. De Araújo Faria

4.2. Diva Antonia M. D. De Oliveira.

2.3. Julia Soares, c.c seu parente Moisés Ivo da Silveira, filho de Antônio Ivo da Silveira e de Gertrudes Silveira Leite; sem desc.

2.4. Olegário do Amaral, faleceu solteiro. Foi vereador à câmara municipal de Atibaia entre 1914 a 1920, eprefeito (15.JAN.1914 a 02.MAR.1914) na qualidade de vice-prefeito em impedimento do titular. Faleceu aos 01.ABR.1935. Foi também coletor estadual em Atibaia.

2.5. Julieta Soares, c.c seu parente Jacinto Alves do Amaral (ver descendência retro).

2.6. Francisca Soares, c.c Lourenço Martins Pino; teve:

3.1. José Martins Pino

3.2. Maria Martins

3.3. Eugenia

3.4. Jonas

3.5. Johanes

2.7. Sebastiana Soares do Amaral, c.c João Basileu da Silva, filho de Maria Toledo Ordonhes[142] e de Joaquim da Silva Bueno n. de Atibaia e pode ser considerado o tronco da família Silva Bueno de Atibaia.Tiveram 13 filhos:

3.1. Maria José da Silva “Mariquita”, c.c seu parente Carlos Silveira “Carlito”f. aos 28.MAR.1978, foi vereador em Atibaia na qualidade de suplente de 1960 a 1963, filho de JoaquimIvo da Silveira (ver 1.6., N° 06, cap 6°, a seguir) e de Ana Gonçalves da Silveira. Teve:

4.1. José Carlos Silveira, falecido, foi c.c Nair Perine. Teve:

5.1. Flávio. Teve:

6.1. Flávia. Teve:

7.1. Renan

6.2. Fabiana. Teve:

6.1. Rian

6.2. Fábio

6.3. Fernando

6.4. Ana Beatriz

6.5. Gabriela

5.2 Sônia. Teve:

6.1. Elisangela. Teve:

7.1. Ana Carolina. Teve:

8.1. João Vitor

5.3. Solange. Teve:

6.1. Rodrigo

6.2. Camila. Teve:

7.1. Vitor Henrique

6.3. Eduardo

6.4. Felipe

6.5. Caio

5.4. Luiz Fernando, c.c Ana Maria Fonseca Silveira. Teve:

6.1. Luana

6.2. Lucas

4.2. Odete Silveira Contesini n. aos 29.MAIO.1927 e f. aos 02.MAIO.1982 foi c.c Alcides Contesini n. aos 11.SET.1924 e f. aos 03.OUT.2002. Tiveram:

5.1.˙Marcos Tadeu Contesini, advogado, c.c. Silvia. Teve:

6.1. Natália

6.2. Marina

5.2. Roseli Contesini De Michells, c.c Alexandre De Michells. Teve:

6.1. Alexandre

6.2. Marco

5.3. Rosana Aparecida Contesini c.c Edson. Teve:

6.1. Filipe

6.2. Henrique

5.4. Lúcia foi c.c Evanilso Ary Santos, advogado. Teve:

6.1. Danilo. Teve:

7.1. Murilo

6.2. Rafael

4.3. Olinda da Silveira, c.c Benedito Aparecido Silveira “Dudu”. Teve:

5.1. Maria Cecília, médica. Teve:

6.1. Asha

6.2. Gustavo

5.2. Ana Lúcia, solteira.

5.3. Silvia Helena foi c.c Antônio Carlos Basseto “Nonho”, tatuador, já falecido. Teve:

6.1. Fernanda, já falecida.

6.2. Vinicius

4.4. Antônio Carlos Silveira, c.c Lourdes Mateus Silveira. Teve:

5.1. Marcelo

5.2. Márcia. Teve:

6.1. Camila

5.3. Marco Antônio. Teve:

6.1. Stefani

4.5. Luiz Carlos Silveira, falecido em 2007, foi c.c Irene Amaral. Teve:

5.1. Regina. Teve:

6.1. Lucas

5.2. Paulo. Teve:

6.1. Luiza

5.3. Marisa. Teve:

6.1. Giovani

4.6. Raul Silveira casado, funcionário público de Bragança Paulista. Teve:

5.1. Patrícia. Teve:

6.1. Pedro Lucas

5.2. Carlos. Teve:

6.1. Giulia

5.3. Osvaldo

5.4. Rau Jr. Teve:

6.1. Gabriela

4.7. Ofélia Silveira, falecida. Teve:

5.1. Benedito Carlos Silveira “Pão”, advogado. Teve:

6.1. Gustavo

3.2. José Maria da Silva “Zezico” c.c sua parente Maria Cecília Soares do Amaral (ver desc. em 3.6., 2.5., 1.5., N° 05 deste capútulo).

3.3. Ermelinda da Silva n. aos 25.ABR.1913 em Atibaia e ai f. aos 19.SET.1998, foi c.c Sebastião César, fazendeiro em Atibaia (ver descendência em 2.2., 1.2., N° 01, cap. 8° do título Oliveira Cesar).

3.4. Theodomira da Silva, c.c Creantes Aranha, falecidos, residente em Mogi. Teve:

4.1. Zeida, solteira e sem descendentes.

4.2. Zeni, com geração.

4.3. Zenon, já falecido, com geração.

3.5. Ana Amaral Silva Teixeira“Nina” n. aos 18.AGO.1918 e f. aos 13.JAN.2008, foi c.c Ciro de Assis Teixeira (ver 1.9., N° 01, cap. 7°do título Leite), foi vereador em Atibaia de 1956 a 1963. Tiveram dois filhos:

4.1. Darcy Teixeira f. aos 04.FEV.2008, foi c.c Norma de Oliveira (ver 7.4., 6.1., 5.8., 4.2., 3.2., 2.5., 1.6., cap. 7° do Título Padilha). Teve:

5.1. Fabiana, professora, c.c ˙Rogério, policial militar. Teve:

6.1. Rogério

4.2. Dayse Silva Teixeira n. aos 23.JAN.1947, professora, c.c Ardavaste Orugian “Aldo”. Teve:

5.1. Fábio n. aos 11.FEV.1973, c.c Deuzilara. Teve:

6.1. Pedro

5.2. Tatiana n. aos 27.JAN.1976 c.c Jackson. Teve:

6.1. Maria Fernanda

3.6. Haidê da Silva Teixeira n. 05.JUL.1923 ef. aos 14.JUL.2006, foi casada em 1944 com Oscar Pinto Teixeira n. aos 05.MAR.1921 e f. aos 04.DEZ.2012, f° de Antônio Pinto Teixeira (*1891+1934) e de Maria Tittareli[143] (*1897+1990). Tiveram:

4.1. Antônio Luiz Silva Teixeira n. em 1949, professor e comerciante, foi presidente da Associação Comercial de Atibaia de 2006 a 2008. Casado com sua parente[144]Ivete Noviski (ver 5.1., 4.2., 3.1., 2.8., 1.5., N° 05, atrás). Teve:

5.1. Rafael Noviski Teixeiran. aos 27.JUN.1977, formado em direito e administação. 4.2. Carlos Alberto S. Teixeira, engenheiro de alimentos, c.c Fátima F. Teixeira. Teve:

5.1. Patricia, nutricionista.

5.2. André

4.3. Oscar Luiz Silva Teixeira, farmaceutico, c.c Maria Inês Silva Teixeira . Teve:

5.1. Alexandre Luiz, biólogo.

5.2. João Marcos

4.4. José Roberto Silva Teixeira, engenheiro civil, c.c Maria Cecília Pinheiro Teixeira. Teve:

5.1. Roberta

3.7. Ercília da Silva, c.c Orlando José de Jesus, não deixaram filhos.

3.8. Isabel da Silva, c.c Jéferson Milton Rosa “Bastião”. Teve:

4.1. ˙Wiliam Balisieuda Silva Rosa, advogado em Atibaia, casado.

4.2. Sidnei, professor de educação física, casado, teve:

5.1. Carina

5.2. Carine

3.9. Therezinha da Silva, c.c Otávio Pillegi Contesini, tipógrafo n. em 1928 e f. aos 02.JUN.2008. Teve:

4.1. Sérgio Silva Pillegi Contesini, c.c Rozana Tricoli Pillegin. aos 30.ABR.1955, filha de Alda Bueno de Toledo e deDomingos Tricoli, ex-vereador de Atibaia na legislatura de 1964/69, f. aos 08.ABR.2011. Teve:

5.1. Bruna c.c Tiago Franco de Oliveira, engenheiro. Teve:

6.1. Vinicius

6.2. Beatriz

5.2. Júlia Ticoli Pilegi

5.3. Matheus Tricoli Pilegi

4.2. Gerson foi c.c Silvia Cintra Helena Cintra (ver 5.1., 4.5., 3.2., 2.1., 1.1., N° 09, cap. 6° do título Siqueira Franco), professora, já falecida. Teve:

51. Gustavo Cintra Pileggi n. aos 28.MAR.1978, c.c Camila Gonçalves. Teve:

6.1. Valentina n. aos 28.MAR.2012.

5.2. Thiago Cintra Pileggi n. aos 14.MAR.1980.

5.3. Ana Carolina Cintra Pileggi n aos 05.JAN.1983.

4.3. Nivaldocasado 1ª vez com Dathis com quem teve 1 filho e 2ª vez com Regina com quem teve 2 filhos:

5.1. Kaue

5.2. Otávio

5.3. Maria Gabriela

4.4. Marília teve com Fábio Razuk, filho de Heloísa Maria Pires de Paula “Loló”n. aos 01.NOV.1944 e de Miguel Razuk Filho:

5.1. Letícian. aos 26.MAR.1990.

3.10. Vera da Silva foi c.c Milton Pedroso, ambos falecidos, foram residentes em S. Caetano. Tiveram:

4.3. Nelson, casado com geração.

4.1. Reinaldo, casado com geração

4.2. Renato, casado com geração

3.11. Hélio Silva, c.c Catarina Becker, nascida em 1935 de origem alemã. Teve:

4.1. Hélio Silva Júnior f. em janeiro de 2013, foi c.c. Márcia Cherfen Zigaib, filha de Maysa Cherfen Zigaib f. em 2004 e de Omar Zigaib, advogado e atual presidente da subsecção da OAB em Atibaia de 2003 a 2012 e ex-prefeito nomeado de Atibaia de 07.MAIO.1971 a 04.JUL.1975. Omar é filho de Abrão Zigaib e de Mafalda Maria Rosa, da família Rosa de Ospedaletto Euganeo/PD, Itália.

4.2. Sueli Elisabethe Silva, c.c Salvador G. Cepeda. Teve:

5.1. Rodrigo. Teve:

6.1. Luna Gallina Gonçalves n. aos 13.FEV.2000

5.2. Paloma. Teve:

6.1. Pedro

5.3. Rodolfo

5.4. Ramon

4.3. Cyntia Becker Rossi, casada com Paulo Rossi. Teve:

5.1. Cauê n. aos 15.JAN.2004.

3.12. Isa Maria da Silva, falecida solteira.

3.13. João Basileu da Silva, falecido solteiro.

1.4. Bernardo Soares do Amaral, c.c sua prima Maria Rita do Amaral (v. retro); teve:

2.1. Alfredo Soares do Amaral c.c Sebastiana Alves do Amaral. Teve q.d.:

3.1. Benedito Alves do Amaral “Didi” n. em 1912 e falecido solteiro aos 29.JUN.1976.

2.2. Maria Soares do Amaral, c.c Manoel Almeida.

2.3. Benedito Soares do Amaral

1.5. Joaquim Soares do Amaral, c.c Maria de Siqueira,foi residente em Bragança Paulista. Teve:

2.1. Julia Soares, c.c Henrique da Silveira Barbosa; teve:

3.1. José Soares da Silveira, c.c Julia de Almeida; filhos:

4.1. Alonso

4.2. Orlando

3.2. Alzira Soares, c.c Dario de Almeida; teve:

4.1. Julia de Almeida, c.c Francisco de Oliveira Alves, func.estadual em Atibaia (v. retro).

4.2. Aldoná, casada em novembro de 1940 com Luiz Meireles.

4.3. Diamantina de Almeida

4.4. Esmeralda de Almeida

4.5. Dario de Almeida

4.6. Paulo de Almeida, casado em 1939 com Rosa Montiel.

4.7. Dalziro de Almeidan. aos 22.ABR.1933 e f aos 09.SET.2005, foi comerciante de madeiras em Atibaia, foi c.c sua parente Veridiana Aguiar n. em 1939 (ver 4.9., 3.1., 2.1., 1.2. atrás), filha de Elisa Maria e de Alcides Bueno de Aguiar.Deixou um filho:

5.1. Márcio de Almeida, casado. Teve:

6.1. Maria Augusta Mazzi de Almeida n. aos 05.JAN.1992 e f. aos 02.FEV.2010, vítima do trágico acidente com o ônibus da viação Atibaia-São Paulo em Mairiporã, onde faleceram9 pessoas.

4.8. José de Almeida

3.3. Leontina, c.c Aristides Silveira Leme, residente em Bragança.

3.4. Etelvina, c.c Aurélio Figueiredo.

2.2. Benedita Soares, c.c Adolfo de Camargo Bueno, em Bragança, teve:

3.1. Carmelita

3.2. Benedito

3.3. Lady

3.4. José

3.5. Ernestina

3.6. Maria Antonia

3.7. Julia

3.8. Lazara

3.9. Cezarina

3.10. Adolfo

1.6. Francisco Soares do Amaral n. em maio de 1847 e f. aos 07.DEZ.1909, membro do partido democrárico de Atibaia, partido opocisionista. Foi c.c Ana Pires de Camargo “Nhana Pires ou Ana Pires Soares” grande benfeitora da Santa Casa de Atibaia (ver 1.6., N° 01, cap. 1° do título Pires de Camargo); sem desc.

1.7. José Soares do Amaral ou Soares de Lima; falecido solteiro aos 20.FEV.1924.

1.8. João Soares do Amaral n.1838, foi c.c sua prima Maria Salomé do Amaral; Teve:

2.1. Antônio Soares do Amaral, c.c sua prima Elisa Pires (v. neste título); Teve:

3.1. João Batista Soares, foi tabelião em Bragança e depois tabelião em Piracaia, onde faleceu aos 03.NOV.1943; c.c Ercilia Guimarães; Teve:

4.1. Luci

4.2. Ladir

4.3. Vital

4.4. Vando

4.5. Jonas

4.6. Inês

4.7. Luiz

4.8. Francisca

4.9. Júlio Guimarães Soares c. em 1943 em Piracaia c. Cleonice Gonçalves Ferreira.

3.2. Belmira, casada com Lamartine Neto, em Atibaia; teve:

4.1. Maria Aparecida Neto, c. em dezembro de 1940, com João Evangelista Chamadoira“Quitá” (ver desc. em 5.1., 4.4., 3.5., 2.1., 1.2., N° 03, cap. 4° do título Siqueira Franco).

4.2. José Benedito Neto “Zeca Neto”, cadado em 1943 c Benedita Gonçalves Leite (ver desc. em 2.1., 1.4., N°01, cap. 11° do título Pereira).

3.3. Laércio Soares, c.c sua prima Maria Gertrudes Amaral (ver desc.no cap. 2° retro, N° 06).

2.2. José Soares do Amaral, casado 1ª vez com Izabel; e 2a vez com Cristina Pinto(ver desc. em N° 03, cap. 2° do Título Leite).

1.8. Maria Izabel Soares do Amaral c.c Inácio Bueno do Prado. Teve q.d.:

2.1. Benedita Bueno do Prado c.c seu primo (ver 2.1., 1.2. atrás) Luiz Gonzaga de Aguiar, f. aos 21.JUN.1916

Capítulo 6º

Gertrudes Alves do Amaral

Gertrudes Alves do Amaral n. em 1825, foi casada em 1804 com Ivo José de Moraes, filho de Francisco Bueno de Moraes e de Maria Gonçalves da Cunha (SL 7/145). Teve q.d:

N° 01 Ivo José da Cunha

N° 02 Maria Gonçalves da Cunha

N° 03 José Gonçalves da Cunha

N° 04 Albina Maria Gonçalves

N° 05 Gertrudes Franco

N° 06 Antônio Ivo Bueno de Moraes

N° 07 Jacinto Franco Cunha

N° 01 Ivo José da Cunha casado 1º em 1830 em Atibaia com Jacintha da Silveira fª do alferes José Desiderio Pinto e de Antonia Bernardina (ver SL 1/122 e 2.1., 1.1., N° 03, cap. 4° do título Siqueira Franco deste trabalho); 2ª. vez casou com sua prima Ana Sabina da Silveira fª de Antônio José do Amaral (capítulo 12º). Teve, segundo informações obtidas por Silva Leme 5 filhos com a 1ª mulher e os 3 últimos com a 2ª:

1.1 Maria da Conceição Cintra c.c José J. da Silva, fº de José Marcellino de Toledo e de Joaquina Rosa de Jesus. Teve:

2.1. José Jacinto da Silva Pinto c.c Theodora Porfiria Bezerra fª de Antônio Machado Bezerra e de Mariana da Conceição Porto. Teve:

3.1. Antônio José da Silva

3.2. Maria da Conceição Cintra

3.3. Elisa da Silveira Cintra

3.4. Vicente José da Silva

3.5. João Batista da Silveira

3.6. Ana Theodora da Silveira

2.2. Pedro Nolasco da Silva Cintra c.c Maria José Bezerra, irmã de Theodora 2.1. acima. Teve:

3.1. Mariana da Conceição Bezerra

3.2. José Joaquim da Silva

3.3. Pedro da Silveira Cintra

3.4. Antônio José da Silva

3.5. João Batista da Silva

3.6. Manoel Bezerra da Silva

3.7. Cherubina da Silveira Cintra

3.8. Ana da Silva Cintra

3.9. Afonso da Silveira Cintra

2.3. João Batista de Araujo Silva c.c Lina Maria Bezerra, irmã de Theodora do 2.1. acima.

2.4. Maria do Carmo Cintra c.c Angelo dos Santos fº de Miguel Angelo dos Santos e de Daniela Pietra dos Santos. Teve:

3.1. Ana da Conceição Machado

3.2. Leopoldina da Silveira Cintra

3.3. Daniela Rosa dos Santos

3.4. João Batista dos Santos

3.5. Maria Salomé dos Santos

3.6. Angelina dos Santos

2.5. Antônio José de Araujo Silva c.c Maria Severina Bezerra filha de Severino Bezerra de Aguiar Cintra e de Felisbina Maria Bezerra. Teve:

3.1. Felisbina da Conceição Machado

3.2. Maria Antonia da Silveira

3.3. Julio da Silveira Cintra

3.4. Angelina do Carmo Cintra

3.5. Augusta da Silveira Cintra

2.6. Jacintha de Araujo Cintra c.c Antônio José do Prado, filho de João Pinheiro do Prado e de Gervasia Maria do Prado. Teve:

3.1. Maria da Conceição Cintra

3.2. Ana da Silveira

3.3. Joana de Araujo Cintra

3.4. Gervasia Maria da Silveira

3.5. Sebastião José do Prado

2.7. Joaquim de Araujo Cintra c.c Maria da Conceição Amaral filha de Jacinto do Amaral Pinto e de Antonia Bernardina de Araujo. Teve:

3.1. Virginia do Carmo Cintra

3.2. Jacinto de Araujo Cintra

3.3. Olga da Silveira

2.8. Ana da Conceição Cintra c.c Francisco Lochete filho de Leopoldo Lochete e de Maria Paschoalle. Teve:

3.1. Adelina Lochete

3.2. Assuntina Lochete

3.3. Americo Lochete

2.9. Ivo José de Araujo Silva c.c Ana Rosa do Carmo filha de Manoel Alves do Amaral e de Ana Jacintha da Conceição. Teve:

3.1. Maria Rita da Conceição

3.2. Jacintha da Silveira Cintra

3.3. Ana da Silveira Cintra

2.10. Sebastião Cintra de Araujo Silva

1.2. José Jacinto da Silveira Pinto c.c Leopoldina Maria de Oliveira fª de Joaquim Rodrigues da Cunha Barreto e de Gertrudes Maria de Oliveira. Teve:

2.1. Ana Olympia da Silveira c.c João Ivo de Araujo Pinto, seu tio 1.4. a seguir.

2.2. Albertina Porfiria de Oliveira c.c João Ferreira de Andrade fº de João Evangelista Ferreira e de Generosa de Andrade. Teve:

3.1. Luiza de Oliveira Andrade

2.3. Maria Hygina da Silveira

2.4. José da Silveira Pinto

2.5. Jacintha da Silveira Cintra

2.6. Ivo da Silveira Pinto

2.7. Lucinda Maria de Oliveira

1.3. Antonia Bernardina de Araujo c.c seu parente Jacinto do Amaral Pinto filho do capítulo 12°.

1.4. João Ivo de Araujo Pinto c.c sua sobrinha Ana Olympia da Silveira, filha do 1.2, atrás. Teve:

2.1. João Ivo da Silveira

2.2. Jacinto de Araujo Pinto

1.5. Ana Jacintha da Conceição, c.c seu parente Manoel Alves do Amaral ver N° 09 do cap. 12° adiante.

1.6. Maria de Araujo Cintra c.c João Batista da Silveira fº de Candido da Silveira Franco e de Delphina da Silveira Cintra. Com geração SL 1/480.

1.7. Joaquim Ivo Cintra, c.c Maria Antonia de Castro fª de Luiz Antônio de Castro e de Jacintha Franco de Castro.

1.8. Francisco Ivo de Araujo Cintra, c.c Ambrosina da Silveira Cintra, SL 1/481. Com geração.

N° 02 Maria Gonçalves da Cunha, casou em 1827 em Atibaia com Manoel João de Godoi filho de José da Rocha Franco e de Custodia Maria ( ver SL tit. Lemes Cap. 1º § 9º).

N° 03 José Gonçalves da Cunha casado em 1838 com Ana Balduina filha de José Antônio da Silveira e de Ana Franco da Silveira ou do N° 01, cap. 9° a seguir, e, portanto, se filha deste casal eram primos.

N° 04 Albina Maria Gonçalves casada em 1838 em Atibaia com João Franco Cardoso filho de José Franco Cardoso e de Maria Franco.

N° 05 Gertrudes Franco casada em 1849 em Atibaia com Jacinto Franco de Lima, filho de Rafael Franco de Godoi e de Rita Bueno (ver SL tit. Lemes cap. 1º § 9º).

N° 06 Antônio Ivo Bueno de Moraes, mais conhecido como Antônio Ivo da Silveira casado em 1850 com Gertrudes Teresa da Silveira, também conhecida como Gertrudes Silveira Leite (SL 2/522), filha deJosé da Silveira Franco (ver N° 11, cap. 6° do título Siqueira Franco) e de Delfina Teresa Leite, esta filha do cap. Antônio de Padua Leite (ver texto sobre a família Araújo na introdução ao título I). Antônio Ivo foi residente em Campo Largo de Atibaia, hoje Jarinu e pode ser considerado o tronco da família Ivo da Silveira de Atibaia e Jarinu.Teve11 filhos:

1.1 Isaias[145] Antônio da Silveira c.c Maria Bueno da Rocha “Hhá Lolita” fª de Joaquim Franco da Rocha e de Iria Bueno da Rocha (ver 4.1., 3.3., 2.11., 1.3., N° 04 do cap. 4° do título Siqueira Franco). Teve q.d. um filho natural:

1.2. Ivo da Silveira Leite casado em Jarinu aos 08.MAIO.1887 com Delfina Leite do Amaral, filha de João Batista do Amaral e de Ana Leite de Moraes.

1.3. José Ivo da Silveira c.c sua parente Joana Alves do Amaral (ver 2.4., 1.6., N° 02, cap. 5° deste título), foi fazendeiro no bairro do Laranjal, fazenda São José. Teve:

2.1. Joana Silveira Peçanha, c.c Argemiro Peçanha (ver 2.5, 1.7., N° 05, cap. 5°, atrás).

2.2. Delfina Silveira Peçanha n. aos 29.JUL.1898 e f. aos 11.SET.1987, foi c.c seu parente José Peçanha Franco, ou “Zezico Peçanha”n.aos 19.JUL.1892 e f. aos 15.JAN.1968, irmão de Argemiro (ver desc. em 2.4., 1.7., N° 05, cap. 5° atrás).

2.3. Maria Silveira, c.c Paulo Ayres de Aguirre; desdendente do último capitão-mor de Itapetininga, com descendência. Teve q.d:

3.1. Zacarias

3.2. Bela, viúva com geração.

3.3. João Ayres c.c Terezinha Bueno de Aguiar (ver 2.5., 1.1., N° 05, cap. 8° do título Leite). Teve:

4.1. Wagner

3.4. Marina, solteira.

3.5. Juca, residente em Bom Jesus dos Perdões/SP.

3.5. Tico, falecido solteiro e sem descendentes.

2.4. Florêncio Ivo da Silveira, c.c. Maria Bonucci. Teve q.d:

3.1. Neusa

3.2. Normando

3.3. Celso

3.4. Flávio

2.5. Julieta Silveira, falecida solteira.

2.6. AntônioIvo da Silveira “Tonico Ivo”f. em 2001 c.c Maria Liberina Giacomini “Tuna” f. em 1997.

3.1. Maria Aparecida c.c Luiz Cunha. Teve:

4.1. Sandro

4.2. Rosangela c.c Roberto Scarelli. Teve:

5.1. Rafael

3.2. Elisabete c.c Miguel Franco[146] f. em março de 2013 Teve:

4.1. Eliana c.c Marcos. Teve:

5.1. Fernando

5.2. Leonardo Miguel

4.2. Emerson c.c Andreia. Teve:

5.1. Bruna

4.3. Cristiano c.c Sandra.

3.3. José Luiz c.c Eliane Almedra Silveira. Teve:

4.1. Cínthia Maria c.c Rogério Alves de Lima.

4.2. Márcio Fernando Silveira c.c Juliana Aparecida do Nascimento Silveira. Teve:

5.1. Júlia n. 14.SET.2004.

3.4. Ataide casada 1ª vez com Irineu Silveira (ver 7.1., 6.4., 5.2., 4.1., 3.5., 2.1., 1.2., N° 02, cap. 4° do título Siqueira Franco), com quem teve uma filha e 2ª vez com(…) Consule “Di”. Teve:

4.1. Viviane

2.7. Vicente da Silveira, já falecido, foi c.c Luiza Nogueira. Teve q.d.:

3.1. Valéria Silveira, funcionária da câmara municipal de Atibaia, c.c ˙Arlindo,com geração.

3.2. José Sebastião Silveira, solteiro.

3.3. Milton Silveira, solteiro

3.4. Fernando Silveira,solteiro, ex-jogador do São Paulo Futebol Clube[147].

3.5. Mareliza,já falecida, foi c.c Valentin Biasin. Teve:

4.1. HeloísaValentim

4.2. Valentim Biasin Jr

3.6. Neide Silveira, diretora de escola.

2.8. Gertrudes Silveira c.c Acácio Peranovich n. em 1896 e f. aos 13.AGO.1980, empreiteiro, filho de Bartolomeu Peranovich e Catarina Rumich, irmão de Benedito 2.8. abaixo. Teve:

3.1. Maria José Peranovich, modista, foi c.c. João Batista Leite (ver 3.3., 2.1., 1.8., N° 10, cap. 8° do título Pereira), ambos falecidos. Tiveram:

4.1. Antônio Wagner, casado 1ª vez com Eunice P. Leite com quem teve 1 filha e 2ª vez casou-se com Clarice com quem teve duas filhas:

5.1. Kátia

5.2. Helen

5.3. Ana

3.2. Maria Nair Censi Peranovich, professora aposentada, viúva de ˙Alberto Censi. Teve:

4.1. Sônia Maria Peranovich Censi divorciada de Antônio Zaca com quem teve:

5.1. Cintia Censi Zaca, professora. Teve:

6.1. Rafael n. aos 28.AGO.1992.

5.2. Katia Censi Zaca, artista plástica, c.c o italiano (…) Berruti. Teve:

6.1. Nino

4.2. Ricardo Peranovich Censi, pedagogo, c.c Elisabeth, pedagoga. Teve:

5.1. Luis Felipe

5.2. Thaís

3.3. Geraldo Peranovich, já falecido, foi contador e c.c Inês Bueno Peranovich. Teve:

4.1. Angela Maria Gertrudes Peranovich Nijenhuis, professora c.c Antonius Johannes Nijenhuis, contador. Teve:

5.1. Emerson, já falecido.

5.2. Eduardo

5.3. Edson

4.2. Luiz Alberto Peranovich, auditor.

4.3. Gerson Peranovich, delegado de polícia, c.c Vera Lúcia Corradi, pedagoga. Teve:

5.1. Luciano Carlos

5.2. Sabrina

4.4. Gilberto Peranovich, delegado de polícia, c.c Solange Barreto Peranovich, profª Teve:

5.1. Suelen

5.2. Amanda

3.4. João Batista de Assis Peranovich, foi perito judicial, c.c Joana Maria Angela Barca Cintra, professora aposenta, fª de Antonia Barca n. 1918 f. em 2008 e de Waldomiro Silveira Cintra n. 1915 e f. em 1946. Teve:

4.1. José Ivo Peranovich, empresário, c.c Celina Maria Sozzi Peranovich, proferrora, filha de Rienzo Sozzi, imigrante italiano f. em 2001. Teve:

5.1. Danilo

5.2. Alexandre

5.3. Marcelo

5.4. Luciana

5.5. Yole

5.6. Natália

5.7. Júlia

4.2. João Ivo Silveira Peranovich, empresário, c.c Antonia Cubas Peranovich, profª. Teve:

5.1. Ana Claudia

5.2. Pedro Ivo

3.5. Angelina Teresinha Peranovich, falecida na infância.

2.9. Francisca Silveira Peranovich, foi a segunda esposa de seu cunhado Acácio Peranovich, residente em São Bernardo do Campo. Teve:

3.1. Laudicea Peranovich c.c Sebastião Camargo. Teve:

4.1. Crsitina c.c. Paulo Jones. Teve:

5.1. Juliana

5.2. Beatriz

4.2. Diogenes

4.3. Henrique Acácio

3.2. Wlaquiria Peranovich Rocco, professora, c.c Nevino Antônio Rocco, advogado. Teve:

4.1. Patricia Aparecida

4.2. Letícia Marta

4.3. Nevino Jr.

4.4. Priscila Teresa

4.5. Fernando Guilherme

3.3. Francisco José Peranovich, adovogado.

3.4. Catarina Peranovich, solteira.

1.4. Pedro Ivo da Silveira ou Pedro Ivo da Silveira Leite, foi vereador de Atibia de 1880 a 1882 e f. aos 30.OUT.1922. Foi c.c Francisca Leite do Amaral f. aos 22.AGO.1937. Foi proprietário da chácara Registro, adquirida da família italiana Sargiani e vendida depois para Antônio De Carlo (ver título De Carlo). Tiveram q.d:

2.1. Mário da Silveira“Mário Ivo” c.c Maria de Lourdes Neto Silveira (ver desc. em 4.1., 3.1., 2.1., 1.5., N° 05, cap. 5° retro).

2.2. Eliseu Ivo da Silveira c.c Anésia Bueno Silveira. Teve:

3.1. Pedro Silveira c.c “Quita” Jarussi Teve q.d:

4.1. Milton Silveira, já falecido.

3.2. Francisco Silveira “Silveirinha” foi casado e com geração.

3.3. Helena c.c Oscar (…), com geração.

3.4. Izilda, diretora de escola, já falecida, foi c.c Lemiro Pacheco, protético. Teve:

4.1. Lemiro Silveira Pacheco “Lemirinho”.

4.2. Edilaine c.c Henrique. Teve:

5.1. Paloma

2.3. Luiz Ivo da Silveira c.c Marciana (…). Teve q.d:

3.1. Dirceu, pintor c.c Ondina,

3.2. Sérgio

3.3. Hélio

2.4. Virginia Ivo da Silveira c.c Etore Orlando Sagiani. Teve:

3.1. Benedito dos Santos Sagiani “Manjubão” c.c Arminda Binatti Sagiani. Teve:

4.1. Benedito Sérgio Sagiani c.c Rita de Cássia Vieira Sagiani. Teve:

5.1. Camila Vieira Sagiani

5.2. Pedro Augusto Vieira Sagiani

5.3. Giovana Vieira Sagiani

3.2. José Maria Sagiani “Zé Manjuba”.

3.3. Antônio Carlos “Manjubinha”, já falecido, foi c.c Elza Bianco Sagiani, filha de Manoel Bianco.

4.1. Elaine Sagiani. Teve:

5.1. Viviane Bianco Sagiani

4.2. Adriana Sagiani, advogada, ex-secretária de assuntos jurídicos de Atibaia.

2.5. Maria Ivo da Silveira, falecida solteira.

2.6. Elói Ivo da S. Leite c.c sua parente Alice A. do Amaral (ver 2.4., 1.3., N° 01, cap. 7° adiante), teve q.d:

3.1. Lázaro Romeu da Silveira c.c Albertina. Teve:

4.1. Roberto

3.2. Benedita, faleceu solteira.

3.3. Sebastião, falecido solteiro.

3.4. José c.c Nair. Teve:

4.1. Gladston

4.2. Sérgio

4.3. Aparecida

3.5. Benedito Silveira c.c Adélia Espirito Santo. Tiveram:

4.1. Deyse c.c. Reginaldo Benatto de Barrros.

4.2. Daniel, engenheiro c.c Inaide Alves.

3.6. Romeu, falecido solteiro.

3.7. Maria Izabel, falecida solteira.

3.8. Leonel, solteiro.

3.9. Ermelinda c.c Dionisio, com geração.

2.7. Raquel Ivo Silveira, n. em 1888 e f. aos 21.JUN.1970.

2.8. Pedro Ivo da Silveira falecido solteiro.

2.9. Ezequias Ivo da Silveira.

1.5. Joaquim Ivo da Silveira “ Nhô Quim Ivo” n. em 1872 em Campo Largo de Atibaia, hoje cidade de Jarinu. Foi c.c Ana Gonçalvez da Silveira, natural de Nazaré, fª do major Joaquim Firmino Gonçalves[148] f. em Bom Jesus dos Perdões aos 27.JUN.1933 e de Francisca Maria Gonçalves, filha José Lourenço de Sorocaba/SP. Teve q.d.:

2.1.Carlos Silveira “Carlito”f. aos 28.MAR.1978 foi c.c Maria José da Silva (ver desc. atrás em 3.1., 2.7., 1.3., N° 08, cap. 5°).

2.2. Daniel Silveira, n. aos 21.JUL.1909 ef. aos 30.SET.1991, fazendeiro no bairro da Boa Vista de Atibaia, foi c.c Maria Benedita Flórido Silveira (ver 1.2, N° 04, cap. 4° do título Leite). Teve:

3.1. José Augusto da Silveira n.10.SET.1934 e f. aos 27.MAR.2011 foi c.c Onailde Therezinha Rossi Silveira. Teve:

4.1. Vânia, médica, c.c José Heládio Ximenes de Souza. Teve:

5.1. Rafaela

4.2. Valéria, funcionária pública municipal de Atibaia. Teve:

5.1. Arthur Silveira Monteiro

4.3. Paula, solteira

3.2. Fernando Luiz Silveira, pecuarista, solteiro.

3.3. Vera Helena Silveira, professora, solteira.

3.4. Paulo Daniel Silveira n. aos 26.MAIO.1942, foi pecuarista e f. solteiro aos 11.ABR.2003.

002[1]

Testinha, Adriano, Felipe e Odair Bedore em março de 1998

3.5. Marcos Vinicio Silveira “Testinha” n. aos 19.JUL.1943, professor de educação física formado pela USP; foi presidente do PMDB de Atibaia, 1º suplente de vereador 83/88, vereador em 89/92, 93/96 e 97/00 e foi duas vezes presidente da câmara municipal 93 e 98, ano em que assumiu duas vezes a prefeitura de Atibaia, em virtude do afastamento do então prefeito Pedro Maturana. Marcos é casado com Anita Regatiere e amigo pessoal do autor deste trabalho e seu primo em 7° grau genealógico. Teve:

4.1. Tamara, casada com Roberto Siuffi. Teve:

5.1. Diego n aos 07.DEZ.2007.

4.2. Maurício, c.c Fernanda Quintanilha Peluzzo Silveira.

4.3. Fábio

3.6. Maria Estela Silveira, professora, c.c José Alvim de Assis Gonçalvez (ver 42., 3.1., 2.5., 1.8., N° 01, cap. 1° do título Pires de Camargo).

2.3. Benedita da Silveira Fambrini f. aos 09.OUT.2002 foi c.c Afonso Fambrini, ambos já falecidos. Tiveram:

3.1. Celia Fambrini Silveira Peçanha c.c Hercílio Peçanha.

3.2. Benedita Antonia da Silveira Lopes c.c Pedro Silva Lopes, falecido.

3.3. Celina Fambrini Scapin c.c Dalton (Daut) Scapin.

3.4. Cynira Escolástica Silveira Galassi, viúva de João Batista Galassi, com geração.

3.5. Celeste Fambrini Silveira, solteira

3.6. Cyrene Fambrini Veroneze f. aos 01.DEZ.1981, foi casada com João Veroneze falecido.

3.7. Afonso Sérgio Fambrini, professor do Mackienze c.c Eunice Silva Fambrini.

3.8. Celso Joaquim Fambrini, advogado, divorcido, residente em Marília/SP.

3.9. José Roberto Fambrini da Silveira, c.c Alda Trofino Fambrini.

3.10. Francisco de Assis Fambirni c.c Marina Bacci Moniz, residentes em Bragança Paulista.

3.11.Maria Bernardete Fambrinida Silveira, professora, solteira.

2.4. Jacinto Silveira n. aos 26.MAR.1912 e f. aos 27.JAN.2010, foi advogado e 1° presidente da OAB/SP subsecção Atibaia entre 1979 a 1985, vereador entre 1956 a 1960 e participou da revolução constitucionalista de 1932. Foi casado primeira vez com Carmem Sander com quem teve dois filhos, segunda vez com Maria Morales. Teve:

3.1. Antônio Ivo da Silveira, químico, c.c Maria. Teve:

4.1. Luiz Fernando, casado.

4.2. Paulo, solteiro.

4.3. Jacinto Silveira Neto casado.

3.2. Sônia Engles Silveira, dentista, solteira.

2.5. Benedito da Silveria, falecido solteiro.

2.6. Carmelina Silveira Cintra f. aos 20.MAR.1994 foi c.c Octávio Silveira Cintra n. em 1919 e f. aos 19.JAN.1988, f° de Maria Ferreira da Silvaf. aos 21.ABR.1971 e de Antônio Silveira Cintra[149] f. aos 26.JUL.1971. Otávio Cintra foi vereador em Atibaia de 1948 a 1966, importante líder político e proprietário de terras no bairro da Boa Vista de Atibaia.Teve:

3.1. Ana Maria Cintra Ferrarini, assistente social, c.c Darcy Ferrarini, advogado. Teve:

4.1. João Paulo, formado em direito c.c Adriane Viviani. Teve:

5.1. Mariane

5.2. Alice

4.2. Luís Felipe, formado em direito.

4.3. Francisco Otávio, professor de química formado pela UNESP.

3.2. Mônica Silveira Cintra, médica pediatra, solteira.

3.3. Agostinho Silveria Cintra, advogado, c.c sua prima, Sônia Maria Santos Cintra. Teve:

4.1. Marcelo Eduardo Cintra c.c Fabiana Cristina. Teve:

5.1. Larissa

5.2. Marcelle

5.3. Marcelo Eduardo Cintra Jr.

4.2. Patrícia Maria Cintra, advogada.

3.4. José Otávio Cintra c.c Maria Elisabeth Russumano Cintra com quem teve 3 filhos:

4.3. José Octávio Jr n. aos 24.NOV.1979 e f. aos 15.JUL.2012.

4.4. Victor Francisco

4.5. Anitta Maria

3.5. Carmem Lúcia Cintra, artesã, solteira.

2.7. Messias Silveira, falecida solteira aos 04.AGO.2006.

2.8. Virgilia da Silveira Peranovich f. aos 10.NOV.1997 foi c.c Benedito Peranovich n. aos 13.OUT.1902, filho de Bartolomeu Peranovich e de Catarina Peranovich, era tesoureiro municipal e por esta razão nomeado, prefeito de Atibaia de 11.FEV.1936 a 30.ABR.1936, ambos falecidos, sem filhos.

1.6. Moisés Ivo da Silveira c.c sua parente Julia Soares do Amaral (ver 2.3., 1.3.,N° 08, cap. 5° atrás), sem desc.

1.7. Agostinho Ivo da Silveira c.c sua parente Maria Madalena do Amaral (ver desc. 2.2.,1.3., N° 08, cap. 5° atrás).

1.8. Ana Rosa Ivo da Silveirafoi casada, sem informações.

1.9. Teresa Ivo da Silveira, faleceu solteira em 1946.

1.10. Catariana Ivo da Silveira c.c João Soares do Amaral, foram residentes em Atibaia (ver desc. em 2.;1, 1.3., N° 08, cap. 5° deste título).

1.11. Maria Ivo da Silveira c.c Antônio José da Cunha.

N° 07 Jacintha Franco da Cunha casou em 1851 em Atibaia com Luiz Antônio de Castro fº de Rafael Franco de Godoi e de Rita Bueno de Lima.

Capítulo 7º

Joaquim Alves do Amaral

Joaquim Alves do Amaral n. entre 1794 a 96 e f. aos 03.FEV.1874, foi fazendeiro em Atibaia onde se casou primeira vez em Atibaia em 1813 com Maria Fortunata n. em 1801 com quem teve três filhos e segunda vez casou-se também em Atibaia em 1840 com sua sobrinha Ana Luiza Cintra, filha de seu irmão Francisco José da Silveira (cap 11° adiante), e de Maria da Conceição Cintra, “Nhanhã do Portão” (ver 3.7.,2.1., 1.2., N° 03, cap. 4° do título Siqueira Franco) com quem teve uma única filha (Nº 04):

Nº 01 Manuela da Anunciação Alves do Amaral

Nº 02 Jacinto Alves do Amaral Jr.

Nº 03 Maria Joaquina da Silveira

Nº 04 Maria Joaquina da Conceição

Nº 01 Manuela da Anunciação Alves do Amaral n. em 1822, foi a 1ª esposa de seu primo João Batista do Amaral Lacerda, filho do capítulo 2°, retro.

Nº 02 Jacinto Alves do Amaral Jr. n. em 1824 e f. aos 09.JUL.1884, casou-se 1ª vez em Atibaia aos 04.FEV.1845 com sua prima Escolástica Maria Franco (ver N° 01, cap. 1° deste título) com quem teve os três filhos descritos a seguir e 2ª vez em Campo Largo aos 18.FEV.1868 com sua parente Escolástica Franco do Amaral, fª de José Joaquim do Amaral Bueno e de Ana Paes (ver N° 01, cap. 8° adiante):

1.1. Flora Alves do Amaral, c.c Joaquim Matheus Silva, fazendeiro em Bragança Paulista, filho de outro e de Barbara Cintra. Com geração em SL título Leme cap. 5°, § 5°.

1.2. Lourenço Alves do Amaral c.c sua parente Sabina de Almeida Passos, filha de Francisco Franco de Almeida Passos e de Delfina Maria do Carmo, ver N° 06 do capítulo 5°, retro.

1.3. Leopoldo Alves do Amaral casado 1ª vez com Hermelinda Alvim, irmã entre outros do major Juvenal Alvim (ver capítulo 8° da Família Alvim de Atibaia, anexo ao Título Pires de Camargo). Segunda vez Leopoldo Alves do Amaral c.c Antonia Rocha Alves f. aos 27.ABR.1918. Teve duas filhas com sua 1ª esposa esposa e outros 4 filhos, q.d. com a 2ª:

2.1. Maria Alves c.c Eduardo Silva, aviador, f° de Maria Toledo Ordonhes e de Joaquim da Silva Bueno, natural de Atibaia que pode ser considerado o tronco da família Silva Bueno de Atibaia, foi fazendeiro no bairro da cachoeira. Teve:

3.1. José Maria Alves da Silva, c.c Guida Alves da Silva. Teve:

4.1. Maria Virginia

4.2. Terezinha

3.2. Maria José Alves da Silva Salgado “Cotinha”, era chefe de gabinete da prefeitura de Atibaia e nesta condição assumiu a prefeitura de Atibaia entre 24.MAR.1947 a 25.ABR.1947, tornando-se a primeira e até o momento a única mulher a ocupar o cargo de prefeita da cidade. Foi c.c Oswaldo A. Salgado.

3.3. Sebastião Silva c.c Matilde Silva. Teve:

4.1. Marne

4.2. Marlene

4.3. Márcio

3.4. João Alves da Silva “Tingo”, c.c Prudência Perez. Teve:

4.1. Denize Alves da Silva, c.c Ariosvaldo Bonini. Teve:

5.1. Antônio Neto

5.2. Ariosvaldo Jr. c.c Sylvana (ver 5.5., 4.2., 3.5., 2.9., 1.10., N° 03, cpa. 4° do título Siqueira Franco).

5.3. Ângela Maria

4.2. Dulce Alves da Silva, c.c Orlando Ferro, da família Ferro originária de Santa Margarida D’Adige, Província de Padova,filho de Napoleão Ferro e de Maria do Amaral Bueno, filha de Benedito Amaral Bueno e de Amalia Marini, casados em 1923. Orlando faleceu aos 11.JUN.2006, em Atibaia onde morava e onde foi vereador de 1977 a 1982,sendopresidente da câmara em 1981/82. Teve:

5.1. Orlando Antônio c.c Maria Luiza Andrade Ferro. Teve:

6.1. Orlando Ferro Neto

6.2. Caique

6.3. Yasmim

5.2. Paulo Sérgio c.c Adriana Sirera Bressani, filha de José Bressani e de Teresa Sirera Montes Bressani. Teve:

6.1. Felipe

5.3. Júlio César Silva Ferro, solteiro.

5.4. Patrícia c.c Waldyr Veloso Braga.

3.5. Benedito Silva “Tinhô”, c.c. Circe Teixeira Musa (ver 2.1., 1.4., N° 01, cap. 7° Leite). Teve:

4.1. Fernando Musa e Silva, c.c Denise Salles. Teve:

5.1. Daniel

5.2. Érica

5.3. Marcos

3.6. Olavo Silva c.c Ivone Titarelli Teixeira. Tiveram:

4.1. Olavo Silva Júnior c.c Nancy Aparecida Manoel e Silva. Teve:

5.1. Marcelo Eduardo

5.2. Carlos Eduardo

5.3. Laís Cristina

4.2. Ana Lúcia Teixeira Silva Abrão, c.c Humberto Marques Abraão. Teve:

5.1. Thiago

5.2. Paula

5.3. Lucas

4.3. Ana Cláudia Teixeira Silva.

3.7. Francisco Silva c.c Helena Silva. Teve:

4.1. Solange

4.2. Suely

3.8. Jacinto Silva[150], farmacêutico, c.c Inayá Bittencourt. Teve:

4.1. Inayá

4.2. Eduardo Neto

4.3. Iná

4.4. Ricardo

2.2. Francisca Alves c.c Benedito José Teixeira (ver 3.1., 2.6., 1.2., N° 02, cap. 1°do títuloPereira). Teve:

3.1. Maria Hermelinda Teixeira “Nenê”, c.c. Pedro Alexandrino Leite (ver descendência em vários títulos deste trabalho, especialmente no título Leite), foram moradores por muitos anos na rua Professor Domingos Matheus, no bairro Jardim Brasil, rua esta que termina na casa do autor destas notas genealógicas.

3.2. José Alves Teixeira, já falecido c.c. Nair Bacci, foram residentes em Atibaia e tiveram 3 filhos:

4.1. Benedito Fábio Teixeira, comerciário, c.c Marly Aparecida de Fátima Oliveira. Teve:

5.1. Gabriela Aparecida

5.2. Felipe

5.3. Gustavo

4.2. Armando Teixieira, comerciário, c.c Neide Liz Nishimura. Teve:

5.1. Armando Júnior

4.3. Flávio Teixeira, comerciante, c.c Maria Inês de Oliveira Leme. Teve:

5.1. Natália

3..3 Julieta Teixeira, c.c Alberto Albanez, já falecido, residentes em Atibaia, tiveram 2 filhas:

4.1. Janete, casada. Teve:

5.1. Érika

4.2. Vera, casada. Teve:

5.1. Richard

3.4. Sebastião Aparecido Teixeira, bancário, c.c Oneida Finco, residentes em São Paulo. Teve:

4.1. Oneida foi c.c Marcos Vilela Junqueira. Teve;

5.1. Vivien

5.2. Marco Antônio

4.2. Silvana

3.5. Zenaide Teixeira, f. em 1990, foi c.c João Alfonsi n. em 1922. Tiveram 1 filha:

4.1. Maria Francisca, profesora, c.c Benedito L. Balestreire, advogado, tiveram 2 filhos:

5.1. José Luiz Balastreire Neto, eng° c.c Valéria Rodrigues dos Santos, veterinária.

5.2. Débora Maria, arquiteta.

3.6. Pedrina Teixeira, falecida solteira.

3.7. Irene Teixeira, c.c Décio Bacci, já falecido, residentes em Atibaia. Tiveram:

4.1. Marisa, professora, c.c Antônio Pedro Zago, professor. Teve:

5.1. MarceloE. Bacci Zago n. aos 03.JUN.1975.

5.2. DanielaBacci Zago

4.2. Mauri Luis Bacci, falecido em janeiro de 2010, foi c.c Vera Prado, teve;

5.1. Maura

4.3. Mari de Fátima Bacci, escrevente do fórum de Atibaia.

3.8. Benedito Pedro Teixeira

2.3. Escolástica Alvim do Amaral casada em Atibaia aos 29.OUT.1904 com João Evangelista D’Elboux, filho de Francisco Compton D’Elboux e de Benedita Maria Vasconcelos D’Elboux (ver título D’Elboux). Nada descobrimos.

2.4. Alice Alves do Amaral c.c seu parente Elói Ivo da Silveira (ver desc. em 2.6., 1.4., N° 06, cap. 6° atrás).

2.5. Sebastião Rocha Alves “Tico” n. aos 20.MAIO.1903 e f. aos 30.JUN.1987 foi c.c Joana Peçanha Alves (ver desc. em 5.8., 4.7., 3.1., 2.4., 1.1., N° 08, cap. 10° do tíulo Siqueira Franco).

2.6. Maria Carmelita Alves n. aos 13.OUT.1905 e f. aos 19.FEV.1986, foi c.c José Bueno f. aos 04.NOV.1972, filho de Josão da Silva Bueno e de Umbelina da Conceição Leite. Tiveram q.d.:

3.1. Sebastião Alves Bueno n. aos 03.OUT.1924 e f. aos 27.SET.2010, foi casado 1ª vez com Nair Santa Clara n. aos 23.OUT.1925 e f. aos 01.JNA.2001, fª de Gilberto Santa Clara de Leonidia Silveira Cintra e 2ª vez com Soraia. Teve:

4.1. Maria Antonia Alves Bueno, casada.

3.2. João Bueno f. aos 26.OUT1972 com 34 anos, solteiro.

Nº 03 Maria Joaquina da Silveira, casada em 1829 em Atibaia com Antônio Joaquim de Moraes, filho de Inácio Joaquim de Alvarenga e de Rosa Maria de Godoi (SL 1/367). Teve:

1.1. Ana Joaquina casada em 1849 com Albino Ferraz de Campos.

Nº 04 Maria Joaquina da Conceição[151] c.c cel. João Pires de Camargo n. em 1828 e f. em 1909(ver desc.em nº 01, cap. 1º do título Pires de Camargo). Os Alvins de Atibaia, descendentes do major Alvim, descendem deste casal, uma vez que o cel. João Pires de Camargo e sua mulher Maria Joaquina são os pais entre outros de “Nha Tudica” ou Gertrudes Pires Alvim, esposa do major Alvim.

Capítulo 8º

João Alves do Amaral

João Alves do Amaral, casado em 1815 em Atibaia com Gerturdes Leite, falecida aos 21.FEV.1867, sepultada na igreja do Rosário de Atibaia, filha de Inácio Alvares Cardoso e de Gertrudes Maria de Araújo (ver 1.5 N° 01, Cap. 2° da Família Araújo, na introdução deste trabalho. Teve:

N° 01 Escolástica Maria Franco

N° 02 Ana Franco dos Passos

N° 03 Maria Francisca Silveira

N° 04 Gertrudes Leite

N° 05 Francisco Antônio do Amaral

Nº 01 Escolástica Maria Franco, c.c seu parente Jacinto Alves do Amaral Jr., ver N° 02, cap. 7°retro.

Nº 02 Ana Franco dos Passos casada 1° vez em 1838 com Antônio Pires de Camargo, filho do sargento-mor Antônio Pires de Avila e d e Maria Franco Cardoso (SL 1/355) e 2ª vez com Policarpo (…). Teve uma filha do 1° casamento (1.1. Brandina) e 3 do 2°, mas que ignoramos os nomes.

Nº 03 Maria Francisca Silveira, casada em 1838 com Inácio Pires de Godoi, filho do sargento-mor Antônio Pires de Avila N° 02 acima.

Nº 04 Gertrudes Leite, c.c seu primo Florêncio Alves do Amaral, filho de Antônio Alves do Amaral, ver retro.

Nº 05 Francisco Ant° do Amaral, c.c Constança Alves do Amaral, fª de Inácio Alves e de Maria Paula Amaral, ver retro.

Capítulo 9º

Ana Franco da Silveira

Ana Franco da Silveira,casada em Atibaia em 1814 com José Antônio da Silveira (ver N° 03, capítulo 7° do título Siqueira Franco), filho de Francisco Alves Cardoso e de Ana Franco. Teve:

N° 01 Ana Balbuina

N° 02 José da Silveira Franco

N° 03 Maria Delfina do Espirito Santo

N° 01 Ana Balduina casada em 1838 em Atibaia com seu primo José Gonçalves da Cunha fº de Ivo José de Moraes e de Gertrudes Alves do Amaral (cap. 6° retro)

N° 02 José da Silveira Franco casado em 1845 em Atibaia com Gertrudes Maria Franco fª de Antônio de Godoi Franco e de Ana Franco. (ver SL título Godois Cap. 1.º § 8.º, 2.3, 3.2).

N° 03 Maria Delfina do Espirito Santo casada em 1832 em Atibaia com seu primo José Jacinto da Silveira fº de Jacinto Antônio da Silveira e 1ª mulher Maria Franco Cardoso.

Capítulo 10º

Francisca da Silveira Franco

Francisca da Silveira Franco, casada com José Joaquim de Godoi. Teve q.d:

N° 01 Maria da Silveira Franco

N° 02 Ana Francisca da Conceição

N° 01 Maria da Silveira Franco casada em 1843 em Atibaia com João Pereira Bueno fº de Gonçalo Pereira Bueno e de Maria da Soledade.

N° 02 Ana Francisca da Conceição casou em 1851 com seu primo Francisco Pereira Bueno.

Capítulo 11º

Francisco José da Silveira

Francisco José da Silveira casado em 1821com Maria da Conceição Cintra, filha do alferes José Desidério Pinto e de Antonia Bernardina de Araújo Cintra (ver desc. em 2.1., 1.2., N° 03, capítulo 4° do título Siqueira Franco e N° 04 do cap 7° deste título).Francisco José da Silveira, pode ser considerado o tronco da família Silveira Pinto de Atibaia. Foram grandes proprietários de terra no bairro do Portão e adjacentes.

Capítulo 12º

Antônio José do Amaral

Antônio José do Amaral casado em 1824 em Atibaia com Sabina da Silveira Pinto, irmã de Maria da Conceição Cintra, esposa do cap. 11° retro, portanto, dois irmãos casados com duas irmãs (ver 2.3., 1.2., N° 03, capítulo 4° do título Siqueira Franco). Teve segundo SL em 1/479:

N° 01 Maria do Rosário, falecida solteira.

N° 02 Ana Sabina Cintra

N° 03 Gertrudes Maria Cintra

N° 04 Francisco do Amaral Pinto

N° 05 Delfina da Silveira Cintra

N° 06 José Jacinto do Amaral Pinto

N° 07 Estandilau do Amaral Pinto

N° 08 Jacinto do Amaral Pinto

N° 09 Manoel Alves do Amaral

N° 10 Maria Sabina da Silveira Cintra

N° 02 Ana Sabina Cintra c.c seu primo irmão Ivo José da Cunha, viúvo de Jacintha da Silveira, ver descendência em N° 01 do capítulo 6° retro.

N° 03 Gertrudes Maria Cintra c.c Pedro de Castro Leite fº de Bento José de Castro e de Maria Pereira.

N° 04 Francisco do Amaral Pinto c.c Rita Maria de Castro fª de Luiz Antônio de Castro e de Jacintha Franco. Teve:

1.1 Marcilio do Amaral Pinto

1.2. Euclidio do Amaral Pinto

1.3. Lazaro do Amaral Pinto

1.4. Sabino do Amaral Pinto e

1.5. Izaac do Amaral Pinto

N° 05 Delfina da Silveira Cintra c.c Candido da Silveira Franco, viúvo de (…), fº de Francisco da Silveira Franco e de sua 1ª. mulher Ana Gertrudes de Campos(descendente do capitão-mor Lucas, título Siqueira Franco). Teve:

1.1 José Bazilio da Silveira c.c Leonidia Furquim Leme fª de Paulino Candido Furquim de Campos e da 1ª mulher Maria Miquelina Leme. Com geração, mas sem informação.

1.2. João Batista da Silveira c.c sua parente Maria de Araujo Cintra fª de Ivo José da Cunha e 2.ª. mulher. Teve:

2.1. Ana Cintra

2.2. Amelia da Silveira Cintra

2.3. José da Silveira Cintra

2.4. Julia da Silveira Cintra

2.5. Valeriana da Silveira Cintra

1.3. Candido da Silveira Cintra c.c Maria Paes de Oliveira fª de Antônio Paes de Oliveira e de Antonia de Oliveira.

1.4. Ana da Silveira Salles foi 1º c.c Francisco Furquim Leme, irmão de Leonidia do 1.1. acima, e 2ªvez com Antônio Salomão Salles Nogueira. Teve um filho do 1° marido outro do 2°:

2.1. Sebastião Leme da Silveira Cintra, graduado no colégio Pio Latino em Roma em 1903.

2.2. Antônio Salles da Silveira

1.5. Maria da Silveira Moura c.c Pedro Pinto Moura fº de Manoel Moura e de Maria Moreira. Teve:

2.1. Abelardo Benedicto de Moura

2.2. Palmira da Silveira Moura

2.3. Maria Augusta de Moura

1.6. Ambrozina da Silveira Cintra c.c Francisco Ivo de Araujo Cintra fº de Ivo José da Cunha e 2ª. Mulher. Teve:

2.1. Ricardina Benedicta Cintra

2.2. Cecilia da Silveira Cintra

2.3. José da Silveira Cintra

1.7. Luiz da Silveira Cintra, c.c Ana Cintra de Paiva fª de Antônio de Paiva e de Maria de Paiva.

N° 06 Tenente-coronel José Jacinto do Amaral Pinto, foi residente na sua fazenda em São João da Boa Vista/SP, c.c Maria Hyppolita de Oliveira Pinto fª de Adão Rodrigues Pereira e de Mariana de Oliveira Matosinhos. Teve:

1.1 José Americo do Amaral Pinto

1.2. Jacinto Elias do Amaral Pinto c.c Maria Amelia Zimbres Pinto fª de Joaquim Ferreira Zimbres de Queiroz e de Ana Luiza de Campos. Teve:

2.1. José Jacinto do Amaral Pinto Neto

2.2. Maria da Conceição Pinto

2.3. Ana Tercilia Pinto

2.4. Ottilia Olga de Campos Pinto

2.5. Lydia

1.3. João Hyppolito do Amaral Pinto c.c Adalgiza de Andrade Pinto, fª de José Luiz de Andrade e de Josepha Maria de Andrade. Teve q. d.:

2.1. João

2.2. Renato

2.3. José

2.4. Oswaldo Pinto do Amaral, desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo.

1.4. Maria Antonia de Oliveira Pinto c.c Joaquim Galvão Freire França fº de José Galvão Freire França e de Maria Carolina Freire França. Teve:

2.1. Maria

2.2. Joaquim

1.5. Francisca de Oliveira Pinto c.c Cornelio Pinto de Noronha fº de Francisco Antônio Pinto e de Ana Victoria de Noronha. Teve:

2.1. Maria da Conceição Noronha c.c Abel Nogueira de Sá.

2.2. Elisa Tercilia de Noronha c.c Gabriel Garcia da Costa Junior.

2.3. José Pinto de Noronha

2.4. Joaquim Pinto de Noronha

2.5. Julio Pinto de Noronha

2.6. Edwina de Noronha

2.7. Lamartine de Noronha

1.6. Elisa Pinto Maciel c.c Gustavo Maciel fº de Luiza Ribeiro Maciel e de Justo Domingues Maciel, falecido em 1900 em Caxambu, barão e baronesa de Maciel. Sem geração.

1.7. Procopio do Amaral Pinto c.c Mariana Alves de Figueiredo fª de João Batista de Figueiredo e de Mariana Alves de Figueiredo. Teve:

2.1. José Procopio do Amaral Pinto e mais 4 filhos que ignoramos.

1.8. Julio do Amaral Pinto faleceu solteiro.

1.9. Americo do Amaral Pinto c.c Elvira Raposo, fª do cel. Antônio Raposo de Almeida e de Etelvina de Noronha.

2.1. Júlio

2.2. Antônio

2.3. Cassio Raposo do Amaral, casado, prof° titular da fac. de medicina da Unicamp em cirurgia plástica.

2.4. Oswaldo Raposo do Amaral n. aos 26.MAR.1919 em Jaboticabal, SP, foi casado, advogado, ex-prefeito sanitário de Atibaia de 06.MAIO.1958 a 13.OUT.1958.

2.5. José

2.6. Maralice

1.10. Ana Augusta do Amaral Pinto c.c Saturnino de Carvalho.

N° 07 Estanisláu do Amaral Pinto, c.c Deolinda de Oliveira Pinto fª de Amador Marques Teixeira e de Emygdia Candida de Oliveira. Teve 9 filhos:

1.1 Maria Octavia Pinto c.c Diocleciano José de Castro fº de José Bonifacio e de Adelaide de Castro.

1.2. Sabina do Amaral Pinto

1.3. Lucila do Amaral Pinto

1.4. Emilia do Amaral Pinto

1.5. Floriza de Oliveira Pinto

1.6. Abilio do Amaral Pinto

1.7. Amelia do Oliveira Pinto

1.8. Adelina de Oliveira Pinto e

1.9. Palmira de Oliveira Pinto

N° 08 Jacinto do Amaral Pinto, c.c Antonia Bernardina de Araujo fª de Ivo José da Cunha e 1ª mulher. Teve:

1.1 Maria da Conceição Amaral c.c Joaquim de Araujo Cintra, f.º de José Joaquim da Silva e de Maria da Conceição.

1.2. Ana Moreira Cintra c.c José Candido Moreira fº de Candido Coelho Ribeiro e de Joaquina Lucia de Mendonça. Teve 3 filhsos:

2.1. Ana

2.2. João de Alencar Cintra e

2.3. Messia do Amaral

N° 09 Manoel Alves do Amaral, c.c Ana Jacintha da Conceição fª de Ivo José da Cunha e 1ª mulher. Teve:

1.1 Joaquim Sebastião

1.2. Ana Rosa do Carmo c.c Ivo José de Araujo Silva fº de José Joaquim da Silva e de Maria da Conceição Cintra.

1.3. João Batista de Deus

1.4. Maria Magdalena do Carmo

N° 10 Maria Sabina da Silveira Cintra, c.c Ludovino da Silveira Franco, fº de Candido da Silveira Franco e 1ª mulher Francisca Maria de Oliveira. Teve:

1.1 Joaquim da Silveira Cintra c.c Esterlina Augusta de Paiva filha de José de Paiva e Maria de Paiva. Teve:

2.1. Armelinda da Silveira

1.2. Maria da Silveira Cintra c.c João José da Silva filho de José João da Silva e de Maria Cintra. Teve:

2.1. Maria Joana da Silva

1.3. Sabina da Silveira Cintra c.c Sabino Ferreira Garcia fº de José Venancio Ferreira Garcia e de Maria do Carmo.

1.4. José Lino da Silveira Cintra

1.5. Arthur da Silveira Cintra

Capítulo 13º

Albina Maria Franco ou Albina Franco do Amaral

Albina Maria Franco foi casada em Jarinu aos 19.SET.1821 com Jacinto Soares de Camargo (SL 2/290). Jacinto eraúnico filho de Salvador da Rocha Franco, falecido em 1799 e de Esmeria Francisca das Neves casados em Atibaia em 1797; viúva Esmeria casou-se 2ª vez também em Atibaia com Miguel Leite de Godoi em 1802, neto materno de Francisco Soares das Neves casado em Atibaia em 1774 com Escolástica Ferreira Pimentel, falecida em Atibaia em 1814, naturais de Atibaia e neto paterno de Miguel Ribeiro Cardoso e de Maria Franco, naturais de Atibaia.

Jacinto Soares de Camargo casou-se segunda vez em Atibaia aos 04.MAIO.1830 com Maria Gertrudes, filha do alferes Francisco Soares de Moura (SL 8/313) e de Gertrudes Manoela Franco (SL 1/349, da família Camargo, do fundador de Atibaia) e terceira vez também em Atibaia aos 17.JUN.1840 com Ana Franco filha de Vicente Luiz de Camargo e de Maria Penteado.Não sabemos se Jacinto Soares de Camargo teve filhos com sua primeira esposa Albina Maria Franco, mas com certeza teve filhos com a segunda, pois encontramos um certo Joaquim Soares de Camargo, filho deste casal;bem como temos certeza que Jacinto José Soares c.c Francisca Maria Soares, os quais deixaram grande descendência em Jarinu com o sobrenome Moura, é sem dúvida filho de Jacinto Soares de Camargo e sua segunda esposa Maria Gertrudes. Jacinto José Soares teve q.d. os seguintes filhos: Miguel; Antônio; Bento; João;Pedro;Cristina c.c Antônio de Aguiar Peçanha (ver 4.6., 3.1., 2.4., 1.1., N° 08 do cap. 10° do título Siqueira Franco), Luiz Soares de Moura casado aos 12.FEV.1874 em Jarinu com Escolástica Justina Franco, filha de Joaquim Antônio de Camargo e de Maria Franco de Camargo e Escolástica Soares de Moura (ver N°02, capítulo 7° do título Soares).

Capítulo 14º

Joaquim Alves do Amaral

Joaquim Alves do Amaral n. em 1818, nada descobrimos.

Capítulo 15º

Ana Franco

Ana Franco, c.c seu sobrinho, Antônio Alves do Amaral, filho de seu irmão Jacinto Alves do Amaral (Cap. 5º, retro).

FIM DO TÍTULO ALVES DO AMARAL

Título V

Família BUENO

Descendentes de José Joaquim Bueno

Disposição genealógica (Tronco, capítulos e demais desdendentes): Waldomiro Franco da Silveira in memorian

Genealogista pesquisado: Waldomiro Franco da Silveira in memorian

Atualizações: Adriano Bedore

RELAÇÃO DO TRONCO COM ATIBAIA/SP

● O Tronco dete título, José Joaquim Bueno nasceu em Atibaia entre 1775 a 1780.

● Seus pais eram naturais de Atibaia, assim como avôs paterno e materno também eram, o que nos faz conclir que sua família estabeleceu em Atibaia nas primeiras décadas do século XVIII, ou seja, há cerca de trezentos anos, podendo ser considerada uma das mais antigas famílias de Atibaia.

RELAÇÃO DO TRONCO COM O AUTOR

● O Tronco é hexavô (avô em 6° grau) do autor deste trabalho. É também bisavô de José Benedito Leite, pai de Maria do Carmo Leite De Carlo, bisavó materna do autor destas notas genealógicas.

CIDADES MAIS CITADAS NESTE TÍTULO

● Atibaia (antiga São João de Atibaia); Jarinu (antigo distrito de Atibaia com o nome de Campo Largo de Atibaia), São Paulo (antiga São Paulo de Piratininga) e outras.

JOSÉ JOAQUIM BUENO

José Joaquim Bueno mais conhecido como José Joaquim Bueno Paes nasceu em Atibaia entre 1775 a 1780 e aí faleceu aos 27.DEZ.1854, era filho do sargento-mor de Atibaia Jerônimo da Rocha Bueno[152] (SL 2/143), falecido em 1818 em Bragança e de Mariana de Siqueira; naturais de Atibaia, neto paterno de João Paes das Neves ou somente João Paes [153], natural de Atibaia e aí casado aos 11.MAIO.1749 com Ana Leme do Prado[154], natural de Jundiaí e neto materno de Francisco Jorge, natural de Atibaia e de Francisca Leme de Brito (SL 2/143).

José Joaquim Bueno foi vereador a câmara municipal de Atibaia em 1818 e fazendeiro[155]em Atibaia e Campo Largo, onde residia na ocasião de seu falecimento e onde exerceu o cargo de fiscal da câmara na década de 1850. Deixou vultosa herença de 14.234$849 (catorze contos, dezentos e trinta e quatro mil e oitocentos e quarenta e nove reis) conforme verificamos em seu inventário, pelo qual nos deparamos com grande quantidade de terras, casas na vila, 15 escravos, muitos animais, etc.

Casou-se nesta cidade, primeira vez aos 20.FEV.1797 com Maria Franco Cardoso (Amaral) n. em 1779, filha de Antônio Alves do Amaral — o velho (tronco do título Alves do Amaral) e de Ana Franco da Silveira; segunda vez casou-se José Joaquim em 1827 com Ana Joaquina n. em 1806, filha de Inácio Joaquim de Alvarenga e de Rosa de Godoi Moreira (SL 1/367). Teve do primeiro casamento os dois primeiros filhos e do segundo casamento também dois filhos:

Capítulo 1° José Joaquim do Amaral Bueno (meu pentavô)

Capítulo 2° Ana Joaquina Franco

Capítulo 3° Francisco Rufino de Godoi Bueno

Capítulo 4° Antônio Joaquim Bueno

Capítulo 1º

José Joaquim do Amaral Bueno

José Joaquim do Amaral Bueno, nasceu aos 05.ABR.1817 em Atibaia e aí faleceu aos 05.ABR.1879, sendo sepultado no antigo cemitério de Atibaia, ao lado da Igreja do Rosário. Foi possuidor da fazenda Velha, no bairro de Caetetuba em Atibaia. Foi vereador de 1845 a 1848, logo após a anistia concedida a câmara municipal, cassada em razão do apoio que dera ao movimento revolucionário chefiado por Thobias Aguiar. Exerceu a vereança também em 1860 na qualidade de suplente de vereador.

Casou-se aos 08.OUT.1834 com sua prima Ana Jacinta do Amaral “Ana Paes”, nascida aos 03.MAIO.1821 em Atibaia e aí falecida aos 30.AGO.1884 (ver N° 05 do capítulo 5° do título Alves do Amaral); eram primos uma vez que que opai de Ana (Jacinto Alves do Amaral) era irmão da mãe de José Joaquim (Maria Franco Cardoso “Amaral”). No anuário ou almanak da província de São Paulo de 1873 José Joaquim constava como subdelegado da freguesia de Campo Largo de Atibaia, hoje cidade de Jarinu. Deixaram dez filhos descritos em N° 05 do capítulo 5° do título Alves do Amaral.

Capítulo 2º

Ana Joaquina Franco

Ana Joaquina Franco, falecida a 24.JUL.1858, foi c.c o Alferes José Pereira Lisboa, português, falecido em 07.ABR.1875; segundo o inventário de seu pai, José Joaquim Bueno, Ana Joaquina já se encontrava-se morando em São Paulo em 1855. Deixou os filhos:

Nº 01 José da Encarnação Pereira Bueno

Nº 02 Francisco de Paula Pereira Bueno

Nº 03 Cirilo Pereira Bueno

Nº 04 Maria do Carmo Pereira Bueno

Nº 05 Ana Cândida Pereira Bueno

Nº 06 Josefina Pereira Bueno

Nº 01 José da Encarnação Pereira Bueno, não conseguimos a descendência.

Nº 02 Francisco de Paula Pereira Bueno, nascido em São Paulo em 02.ABR.1828 e falecido em Jundiaí aos 06.NOV.1875. Consta do Arquivo da Cúria em São Paulo, em data de 23.SET.1853, o pedido que fez Bento Domingues de Matos, pedindo licença para casar sua filha Ana Joaquina com Francisco de Paula Pereira Bueno; e o vigário atesta então que “Bento Domingues de Matos, viúvo, quer casar sua filha Ana com Francisco de Paula; pois sendo ele viúvo, e tendo só uma filha quer ampará-la antes que fique órfa de pai, e porque não há outro no presente que ofereça melhor vantagem para casar-se com a filha do mesmo; neste lugar, Jundiaí, 18.SET.1853“. Casou-se Francisco de Paula aos 25.OUT.1853 em Jundiaí com Ana Joaquina, nascida em 1837, filha de Bento Domingues de Matos e de Ana Joaquina; filhos do casal:

1.1. Francisco Januário Pereira Bueno, nascido aos 19.SET.1854 e falecido em janeiro de 1889, foi casado em Campinas em 1885 com Cândida Leite de Barros de Almeida Sampaio; teve:

2.1. Ana Leopoldina; faleceu solteira.

2.2. Soter de Barros Bueno; faleceu solteiro em 1902 em Nova York,quando estudante.

1.2. José Maximiano Pereira Bueno, nascido em Jundiaí aos 29.MAIO.1856 e falecido em setembro de 1941. José Maximiano foi contador chefe e pagador reral da cia paulista em Campinas; espírito empreendedor, organizou e geriu a primeira companhia de bondes daquela cidade; fez parte da firma comissária Santos Irmão & Nogueira, tendo sido também presidente da Companhia Mac Hardy. No terreno político, foi republicano desde os tempos da Propaganda, e abolicionista fervoroso; nessa qualidade fundou as “BOLSAS DA LIBERDADE”, organização destinada a angariar fundos para libertar escravos; essa humanitária Instituição operou na extensa zona de Campinas durante largo tempo. No terreno social exerceu por muitos anos o cargo de mordomo da Santa Casa, prestando relevantes serviços à pobreza, por ocasião da irrupção da febre amarela em Campinas; foi nomeado intendente municipal, prestando valiosos serviços à comissão médica destacada naquela cidade; passado o flagelo a população campineira aclamou-o “BENEMÉRITO DA CIDADE”. Casou-se em Campinas em Janeiro de 1891, com Emilia de Freitas Guimarães, nascida na cidade de Caldas aos 21.MAIO.1871, de tradicional família daquela cidade, e falecida em janeiro de 1901 em Campinas; filhos deste casal:

2.1. Fulvia, casada com seu primo Vitor Pereira Bueno (ver adiante); falecido; teve:

3.1. Cássio, médico.

3.2. Fábio, engenheiro.

2.2. Noé Roberto Pereira Bueno, casou-se em Campinas aos 30.NOV.1918 com Vera de Siqueira Melo natural do Rio de Janeiro; teve:

3.1. Ely

3.2. Célia

3.3. Marcelo

3.4. Gilberto.

2.3. Laia Pereira Bueno, diretora do Instituto Profissional Feminino de S. Paulo.

2.4. Niza, casada em janeiro de 1929 com Raul Pereira Leitão, natural do Rio de Janeiro; teve:

3.1. Fernando

2.5. Josué Pereira Bueno, nascido em Campinas aos 13.SET.1898; casou-se no Rio de Janeiro em outubro de 1922 com Alina Moreira da Silva, natural do Rio Grande do Sul; dedica-se ao comércio; tem os filhos:

3.1. Beatris

3.2. Mauro

3.3. Izolda

2.6. Vasco Lobo Pereira Bueno, nascido em Campinas aos 02.FEV.1900. Diplomado pelo ginásio do estado em 1918, cursou o 1° ano da Escola Politécnica do Rio; interrompeu a carreira para dedicar-se ao comércio e a lavoura. Casou-se em São Paulo aos 31.DEZ.1923 com Edméa Cárdia Ferreira; filhos:

3.1. Silvia

3.2. Vasco

3.3. Luiz

1.3. Antônio Ciriaco Pereira Bueno, faleceu solteiro em 1880 com 22 anos.

1.4. Joaquim Sebastião Pereira Bueno, faleceu solteiro em 1889 com 30 anos, no Rio de Janeiro.

1.5. João Eduardo Pereira Bueno, nascido aos 13.OUT.1881 e falecido em julho de 1915; foi casado duas vezes 1a com Gira Proost de Souza, natural de Santos, e 2a vez com Mercedes Quirino dos Santos, natural de Campinas, nascida aos 29.JUL.1878 e falecida em S. Paulo em setembro de 1934.Teve dois filhos do 1° casamento e sete do 2º casamento:

2.1. Vítor Pereira Bueno, c.c sua prima Fulvia (ver retro).

2.2. Cinira, f. em outubro de 1943, c. c Jacinto de Souza Peruche, f. em Santos em setembro de 1943; teve:

3.1. Helia Pereira Bueno, c. em 1938 com seu primo CiroLázaro Pereira Bueno.

3.2. Silvio Bueno Peruche

2.3. Marina, casada com Bentley More, natural da Inglaterra.

2.4. Celso Eduardo Pereira Bueno, c.c Cecilia Lacerda Pereira Pinto; sem desc. (ver Título Siqueria Franco).

2.5. Lúcia, c.c Antônio de Almeida Braga, natural de Portugal; teve:

3.1. Maria Lúcia

3.2. João Carlos

3.3. Antônio Carlos

2.6. Lucila (gêmea de Lúcia 2.5.), c.c João de Ataliba de Arruda Botelho; teve:

3.1. João Otaliba

3.2. Ana Maria

3.3. Carlos Auguto

2.7. Pérsio Ediiardo Pereira Bueno, formado em direito.

2.8. Marcelo

2.9. Sara, c.c Cássio Milliet Kiehl; teve:

3.1. Luiz Fernando.

1.6. Eugênio Manoel Pereira Bueno, nascido aos 17.JUN.1863 em Jundiaí e falecido em 1902; foi c.c Leonor de Carvalho, viúva, falecida em 1914; Eugênio; teve os filhos:

2.1. Jupira, c.c Demétrio Antônio Basilio, foram residentes no Rio de Janeiro; tiveram:

3.1. Antônio Eugênio

3.2. Henrique

2.2. Gira, c.c José Caracas, no Rio de Janeiro

3.1. Nelson Bueno Caracas; casado.

2.3. Washington Pereira Bueno, foi formado em direito.

2.4. Consuelo, foi c. no Rio de Janeiro com José Fonseca Marques; Teve:

3.1. Paulo.

2.5. Carmen

2.5. Caio, casado com Maria da Glória.

1.7. Leopoldina Melania Pereira Bueno, nascida em Jundiaí aos 10.SET.1865; faleceu solteira aos 28.JUL.1881.

1.8. Maria do Carmo Pereira Bueno, nascida aos 28.MAIO.1867; faleceu solteira em 1938.

1.9. Bento Gregório Pereira Bueno nascido aos 09.MAIO.1869; formou-se em direito em 1893; militou no jornalismo, pertencendo à redação do “Correio Paulistano”; muito antes, nos tempos da propaganda abolicionista, fundou o jornal “Revolta”, onde com ardor e convicção defendeu a libertação dos escravos. Por ocasião da proclamação da República, achou-se sempre ao lado de Campos Sales, Glicério e Bento Quirino; em 1892 ocupou o cargo de 5° delegado de polícia da capital; em 1894 dirigiu o ginásio doestado; em 1895 foi chefe de polícia do estado. Em 1897 foi comissionado na Europa, com o fim de encaminhar imigrantes para o nosso estado. Em 1900 foi secretário do interior; em 1924 foi secretário da justiça. Casou-se em 1903 com Antonia de Arruda Botelho, filha dos condes do Pinhal. Filhos:

2.1. Ana Carolina (Carola) c.c Tito Pacheco.

2.2. Paulo Bueno.

2.3. Vera Maria, c.c Francisco Medaglia, natural do Rio Grande do Sul.

2.4. Bruno Bueno, formado em direito; c.c Laís Stedi.

1.10. Pedro Pereira Bueno; faleceu em Jundiaí em 1871.

1.11. Ana Augusta; solteira.

1.12. Capitão Pedro Ivo Pereira Bueno, nascido aos 28.OUT.1872; foi c.c Vitória Assalim; teve:

2.1. Ana

2.2. Ciro

2.3. Mercedes

2.4. Ciro Lázaro, c.c sua prima Helia.

3.1. Stela

2.5. Nega, casada em Campinas com o conhecido industrial Armando Purchio.

3.1. Maria Helena

2.6. Viva, casada em Campinas com Luiz Milani.

3.1. Luiza.

Nº 03 Curilo Pereira Bueno, nada descobrimos.

Nº 04 Maria do Carmo Pereira Bueno

Nº 05 Ana Cândida Pereira, é seu descendente, Sátiro Izotico Pereira Bueno, que foi residente em Bragança.

Nº 06 Josefina Pereira Bueno, foi c.c Miguel José Corrrêa, médico residente em Lapa/SP; Teve:

1.1. Miguel José Corrêa, c.c Maria da Conceição, foram residentes em Mogi das Cruzes; sem desc.

1.2. João Batista Corrêa, c.c Rosa Bley; teve:

2.1. Antonieta Corrêa, c.c Sebastião Matoso.

2.2. Sebastião Corrêa, c.c Adélia Apolonio, sua prima.

1.3. José Francisco Corrêa, c.c Francisca Silveira.

2.1. Adélia Apolonio, c.c seu primo Sebastião Corrêa.

2.2. Otilia c.c Pedro S. Magalhães.

2.3. Alice Corrêa

2.4. Maria Corrêa.

2.5. Antônio Corrêa

1.4. Antônio José Corrêa, c.c Adélia de Paula; residem em Paranaguá; teve:

2.1. Dagoberto Corrêa

2.2. Otilia, c.c Joaquim Magalhães.

3.1. Adélia

2.3. Josefa

2.4. Ercilia

2.5. Nelson

2.6. Elisa

2.7. Maria José

1.5. Julia de Jesus Corrêa, foi residente em Lapa/PR.

1.6. Maria da Glória Corrêa, c.c João de Almeida Barbosa; residem em Campo Largo/PR; teve:

2.1. João

2.2. Aristides

2.3. Alice

2.4. Atílio

2.5. Armando

1.7. Joaquim José Corrêa, residente em Lapa/PR.

Capítulo 3°

Francisco Rufino de Godoi Bueno

Francisco Rufino de Godoi Bueno ou Francisco Rufino da Rochan. entre 1830 a 834, casado em Atibaia com sua parente Maria Salomé do Amaral; teve:

Nº 01 Coronel Francisco Bueno da Rocha n. em 1858 em Atibaia e aí f. aos 05.MAR.1916 onde foi capitalista e proprietário e militou na política de oposição; foi c.c sua prima Escolástica do Amaral (ver 1.10. N° 05, cap 5° do título Alves do Amaral), s. desc.

Capítulo 4°

Antônio Joaquim Bueno

Antônio Joaquim Bueno, nascido em 1835q36, casou-se com sua sobrinha Delfina do Amaral (ver 1.2., N° 05, cap. 5°, do título Alves do Amaral).

FIM DO TÍTULO BUENO

Título VI

Família PEREIRA

Descendentes de Francisco Pereira Pacheco

Disposição genealógica (Tronco, capítulos e demais desdendentes): Adriano Bedore [Inédita]

Genealogistas Pesquisados: Luiz Gonzaga da Silva Leme in memorian, José Luiz Teixeira, e Adriano Bedore

RELAÇÃO DO TRONCO COM ATIBAIA/SP

● O tronco deste título, Francisco Pereira Pacheco, o moço, nasceu provavelmente em 1745 em Juqueri, hoje Mairiporã, mas seu pai, de mesmo nome nasceu em 1722 em Atibaia, o que nos faz concluir que seu nascimento em Juqueri muito provavelmente deu-se por seu pai possir terras naquela Vila.

● Acreditamos que seu avô paterno, o português, João Pereira Pacheco deve ter imigrado para o Brasil e estabelecido em Atibaia entre 1700 a 1720, portanto, a família está em Atibaia há 300 anos.

RELAÇÃO DO TRONCO COM O AUTOR

● O Tronco é heptavô (avô em 7° grau) do autor deste trabalho. É também tetravô (avô em 4° grau) de José Benedito Leite, pai de Maria do Carmo Leite De Carlo, bisavó materna do autor destas notas genealógicas.

CIDADES MAIS CITADAS NESTE TÍTULO

● Atibaia (antiga São João de Atibaia); Piracaia, Mairiporã (antigo município de Juqueri, que reunia os municípios de Mairiporã, Franco da Rocha e Francisco Moratos) São Paulo (antiga São Paulo de Piratininga), Santana de Parnaíba (antiga Parnaíba), Botucatu, Nazaré Paulista, Bom Jesus dos Perdões, todas no Estado de São São Paulo e Pintagui e Aiuroca, do Estado de Minas Gerais.

FRANCISCO PEREIRA PACHECO

Francisco Pereira[156] Pacheco “o moço” era natural de Juqueri, hoje Mairiporã, onde nasceu entre 1740[157] a 1752, ano mais provável de seu nascimento levando-se em conta os censos, exceto o de 1782 que descreve que ele teria nascido em 1742, contudo, encontramos seu óbito ocorrido aos 12.SET.1838 em Atibaia que constou ter mais de cem anos de idade, o que não acreditamos.

Foi vereador em Atibaia em 1798, 1802, 1803 e 1807, era filho do tenente Francisco Pereira Pacheco[158]“o velho”, natural de Atibaia onde nasceu entre 1718 a 1727 e aí faleceu aos 17.DEZ.1808 com 86 anos, sendo sepultado no interior da matriz e de Maria Francisca de Castro, natural de Conceição deItanhaemou da Beira Mar, hoje município de Itanhaem, litoral de São Paulo, SL 2/120.

Francisco Pereira Pacheco “ o velho” (SL 2/120) se mudou de Atibaia para Juqueri onde acreditamos que viviu entre as décadas de 1740 até o final da décadas de 1770 ou 1780 aproximadamente, quando retornou para Atibaia e viveu no bairro do Mato Dentro como consta de seu óbito. Já Francisco, o moço era fazendeiro[159]no bairro Itapetinga (a maioria de seus filhos e descendentes residiaram naquele bairro, embora no 1° censo onde o encotramos, residia no bairro do Rio Acima). Segundo o inventário de sua segunda esposa, falecida em 1821, o casal possuía terras avaliadas em 50$000 (cinqüenta mil reis) mas não cita onde seria essa terra, 3 escravos, uma casa na vila e muitos animais, totalizando 391$760 (trezentos e noventa e um mil e setecentos e sessenta reis).

Francisco Pereira Pacheco “o moço” era neto paterno de João Pereira Pacheco[160], português que pode ser considerado o tronco da família Pereira Pacheco ou somente Pereira de Atibaia (SL. 2/120 s/asc.) falecido em 1751 e de Maria da Gama[161], que casou-se 1º vez com João Pereira Pacheco e 2º vez com Manoel Francisco Pereira, ver SL 2/120.Maria da Gama era filha deMarcelino Rodrigues da Gama e de Méssia Siqueira (SL 1/396).

Francisco Pereira Pacheco “o moço” casou-se primeira vez com Ana Rosa[162] da Conceição n. entre 1741/60 em Juqueri onde provavelmentese casou por volta de 1775 a 1777. Ana Rosa da Conceição era filha de Manoel Bueno de Azevedo, natural de Juqueri e de Clara Francisca[163] de Santa Rosa, natural de Juqueri ou mais provavelmente de Guarulhos, os quais casaram-se em 1765 também em Guarulhos. Clara Francisca faleceu em 1797. Ana Rosa da Conceição era neta paterna de Mariana Bueno de Azevedo, falecida em 1766 e de Manoel da Fonseca Pinto, neta materna de Antônio Rodrigues da Cunha e de Rosa Francisca.

Ana Rosa da Conceição nasceu em 1741 e faleceu no bairro Itapetinga aos 12.DEZ.1806. Viúvo Francisco Pereira Pacheco casou-se segunda vez aos 03.FEV.1808 em Atibaia com Manoela Antonia n. em 1791 em Atibaia, filha de Filipa de Godoi, natural de Atibaia e do capitão João Leite de Moraes[164], batizado em 1769 na Conceição dos Guarulhos ou segundo algumas certidões examinadas, natural de Pitangui/MG, os quais casaram-se em 1791 em Atibaia. Manoela Antonia era neta paterna de Amaro Neves de Moraes[165], natural de Iuroca/MG e de Maria Leite de Araújo[166], natural de Pitanguí/MG, neta materna de Francisco de Oliveira e de Leonor Godoi, naturais de Atibaia, SL 2/120, 2/538. Manoela Antonia faleceu em abril de 1821 em Atibaia, onde foi sepultada no interior da igreja matriz.

Sem dúvida o casal tronco deste título tem uma grande descdendêcia e pode ser considerados um dos principais troncos na formação da gente atibaiana. Do 1ºcasamento de Francisco Pereira Pacheco com Ana Rosa da Conceição descendem os seis primeiros filhos (SL 1/396) e do segundo casamento com Manoela Antonia descende os sete filhos[167] seguintes, sendo seis citados por SL 2/538:

Capítulo 1º Angélica Maria (minha heptavó) – pelos censos consultados, descobrimos ser a 2² filha

Capítulo 2º Maria Antonia

Capítulo 3º Clara Maria – pelos censo consultados, descobrimos ser a 1² filha

Capítulo 4º Bento Pereira

Capítulo 5º Ana[168] Jacinta Pereira (minha hexavó)

Capitulo 6º João Pereira

Capítulo 7º Maria Jesuina

Capítulo 8º José Pereira Leite

Capítulo 9º Gertrudes Maria da Conceição

Capítulo 10º Ana Francisca

Capítulo 11º João Pereira Leite

Capítulo 12º Maria Felisberta

Capítulo 1º

Angélica Maria

Angélica Maria[169]n. entre 1780 a 1789, segundo o censo de 1790, nasceu em 1786 em Atibaia e aí falecida aos 30.ABR.1839. Já viúva nos censos que examinei, possuía um comércio de secos e molhados no centro da então vila de Atibaia. Casou-se também em Atibaia aos 03.SET.1799[170] com Caetano Gomes Ferreira ou Caetano Gomes Veiga[171] nascido aos 25.SET.1777 em São Pedro de Escudeiros, freguesia do distrito ou conselho de Braga da região[172] ou província do Minho, norte de Portugal, era sargento de milícias e tropeiro. Caetanto era filho dos portugueses João Gomes Ferreira e de Maria Ferreira, neto paterno de José Gomes e Custódia Ferreira, neto materno de Bento Ferreira e Maria João. Caetano faleceu em Atibaia, onde vivia no centro da vila, aos 10.MAIO.1818 e fora casado[173] 1ª vez em Atibaia com Escolástica de Oliveira[174]aos 22.JAN.1795, filha de José Pires de Oliveira[175] que se casou em Atibaia aos 11.FEV.1777[176] com Maria de Cerqueira Cesar com quem teve filhos, segundo SL (1/124). Caetano é o português mais próximo da minha ascendência, sendo meu heptavô, ou avô em 7º grau. Foi sepultado dentro da matriz de Atibaia, era filho de João Gomes Ferreira e de Maria Ferreira Pimenta, portugueses. Angélica Maria, já na condição de viúva, recebeu para criar, desde bebê, duas crianças: Maria, nascida aos 02.OUT.1820, sendo padrinhos Antônio José de Camargo, casado do bairro Rio Abaixo e a própria Angélica Maria e Jacinto Manoel Leite nascido aos 03.JAN.1821 (tronco do título Leite), que eram seus sobrinhos maternos, filhos de sua irmã, Ana Jacinta Pereira (capítulo 5°). Angélica teve, q.d., os seguintes cinco filhos:

Nº 01 Gertrudes Maria (segundo o censo de 1810 era 3² filha)

Nº 02 Maria Caetana de Jesus (segundo o censo de 1810 era 1² filha)

Nº 03 Ana Francisca Pedroso[177] (segundo o censo de 1810 era 2² filha)

N° 04 Benedito nascido aos 10.MAR.1811 e certamente falecido menor

N° 05 Benedito (com 3 anos no censo de 1820, 8 no de 1825 e 13 anos no censo de 1829, portanto, n. 1816/17)

N° 06 Benedita[178] (com 1 ano no censo de 1825 e 5 anos no censo de 1829, portanto, n. em 1824)

Nº 01 Gertrudes Maria, casada aos 09.NOV.1819 em Atibaia com José Franco da Silva, filho de Francisco Xavier e Gertrudes Maria. Não conseguimos descobrir descendência.

Nº 02 Maria Caetana de Jesus nascida em Atibaia aos 19.DEZ.1820 c.c José Faustino Teixeira, natural de Jundiaí ou Santana do Parnaíba, era ferreiro (tronco da numerosa família Teixeira de Atibaia[179]da qual descende o ilustre genealogista José Luiz Teixeira), filho de Ana Antonia de Jesus, natural de Parnaíba e de Izidoro Teixeira de Carvalho Brochado, natural da Vila da Princesa, hoje Campanha, sul de Minas Gerais, filho de Antônio José de Carvalho e de Inácia Cardoso de Jesus. Tiveram, q.d., três filhos:

1.1. João Batista Teixeira n. em Atibaia aos 04.NOV.1821, casando-se aos 22.AGO.1847 na mesma cidade com Maria Joaquina, filha de José Francisco da Silva e Gertrudes Maria. Não conseguimos descobrir descendência.

1.2. Francisco José Teixeira n. em aos 27.MAIO.1824 e f. aos 07.ABR.1873, foram seus padrinhos Antônio Alves do Amaral “o Velho” e sua mulher Maria Angélica de Oliveira. Casou-se em Atibaia aos 13.DEZ.1842, com sua prima em 1° grau Gertrudes Maria da Conceição, f. aos 18.SET.1905, fª de Ana Francisca (N° 03), sua tia materna e de Adriano Luiz Fernandes. Foi fazendeiro em Atibaia, onde foi pessoa de autoridade e respeito,chegando a ocupar o cargo de procurador da câmara no período de 1861 à 1863. Tiveram oito filhos:

2.1. Maria Justina Teixeira, c.c Raimundo José de Freitas (ver descendência no título Freitas).

2.2. João Francisco Teixeira[180] n. em Atibaiaos 25.AGO.1848, sendo seus padrinhos Jacinto Manoel Leite e sua mulher Umbelina Maria da Conceição, foi c.c Marcolina Bueno de Aguiar n. aos 25.ABR.1854, filha de Ana Joaquina da Conceição e do tenente Feliciano Bueno de Aguiar que juntamente com seu pai, ou apenas ele, pode ser considerado o tronco da família Bueno de Aguiar de Atibaia, irmão de Francisco Bueno de Aguiar que pode ser considerado o tronco da família Bueno de Aguiar de Itatiba (SL1/307). Teves:

3.1. Maria Teixeira de Aguiar, foi c.c Benedito de Oliveira Simas, filho de José de Oliveira Simas, com quem teve sete filhos:

4.1. Sebastião de Oliveira Simas, c.c Maria Miranda. Teve 1 filho:

5.1. Francisco de Oliveira Simas, falecido solteiro.

4.2. Gentil de Oliveira Simas, c.c Ziza Simas. Teve:

5.1. Paulo

5.2. Márcia

4.3. Aparecida de Oliveira Simas, c.c José Franco de Oliveira. Teve:

5.1. Waldir

5.2. Sandra

5.3. Agnaldo

5.4. Denir

5.5. Sueli

5.6. Cláudio

5.7. Elenir

5.8. Zilda

4.4. Tereza de Oliveira Simas c.c Rafael Garcia Sanches. Teve:

5.1. Rafale júnior

5.2. Telma

4.5. Nair de Oliveira Simas c.c Luiz Sanches Garcia. Teve:

5.1. Luiz

5.2. Nancy

5.3. Diogo

5.4. Alan

4.6. Antônio de Oliveira Simas c.c Tereza Bilheiro. Teve:

5.1. Sérgio

5.2. Fábio

5.3. Damaris

4.7. Gilberto Simas, comerciante em Franco da Rocha, c.c. Terezinha de Oliveira. Teve:

5.1. Gilberto Júnior

5.2. Daniel

3.2. Pedro de Oliveira Simas, c.c Isaura de Oliveira Simas, foram moradores de Perus em São Paulo. Tiveram 3 filhos:

4.1. Moacyar de Olviira Simas

4.2. Sebastiana de Oliveira Simas, casada com geração.

4.3. Maria de Oliveira Simas, c.c geração.

3.3. José Teixeira de Aguiar “Juca Faustino” n. em 1879 e f. aos 17.ABR.1955, foi c.c sua prima Thomásia Justina de Freitas, filha de Maria Justina Teixeira (2.1 acima) ver descendência em 1.6., N° 03, cap. 2° do título Freitas.

3.4. Umbelina Teixeira de Aguiar, casada aos 03.MAR.1908 em Atibaia com seu primo João Antônio Pinto, filho de Cândido da Silveira Pinto (3.4., 2.1., 1.2., N° 03, cap. 4° do título Siqueira Franco) e de Eulália Bueno de Aguiar (3.11., 2.6., 1.3., N° 04, cap. 4° do mesmo título), neto paterno de Francisco José da Silveira e Maria da Conceição Cintra e neto materno do tenente Feliciano da Cunha Bueno de Aguiar e de Ana Joaquina da Conceição. Tiveram 3 filhos:

4.1. Sebastião Pinto, casado 1ª vez com Benta Martins do Prado e 2ª vez com Conceição Oliveira. Teve somente do 1º casamento:

5.1. Antônio Pinto

5.2. Aparecida Pinto, foi c.c Amancio Gonçalves Bezerra. Tiveram 8 filhos:

6.1. Luzia Aparecida Gonçalves Bezerra, c.c Almides Souza Lima. Teve:

7.1. Rodrigo

7.2. Guilherme

6.2. Ana Lucia Gonçalves Bezerra

6.3. Maria Regina Gonçalves Bezerra c.c Luciano Aparecido. Teve:

7.1. Rafael

6.4. Luiz Gonçalves Bezerra

6.5. Cláudio Gonçalves Bezerra

6.6. Manoel Gonçalves Bezerra

6.7. Amancio Gonçalves Bezerra Filho

6.8. Amancia Gonçalves Bezerra

4.2. João Pinto, falecido solteiro.

4.3. Maira Pinto, falecida solteira.

2.3. Antônio José Teixeira “Totó Teixeira” n. aos 13.NOV.1850 em Atibaia sendo seus padrinhos Salvador Ribeiro de Toledo Santos e Umbelina Florisbina de Oliveia Franco. Foi casado em 1ª núpcias com Rosa de Oliveira Saldanha, irmã de João Maria de Oliveira Saldanha, herói atibaiano da guerra do Paraguai, fª de Jose Joaquim de Moraes Saldanha, pessoa de destaque na vida político-administrativa de Atibaia quer como escrivão de órfãos em 1868 ou como vereador entre 1837 a 1840 e de Maria Izabel Oliveira. Totó Teixeira mudou-se para a Freguesia do Rio Bonito, termo de Botucatu/SP, na década de 1860, estabelecendo-se na fazenda que seu sogro aí tinha adquirido, sendo, portanto, pioneiro no processo de ocupação e povoamento dessa área. Viúvo, Totó Teixeira casou-se 2ª vez com Teresa Vieira Rodrigues, faleceu em Botucatu aos 17.MAR.1920. Teve 6 filhos, sendo 4 do 1º casamaneto e 2 do 2º.

3.1. Antônio Saldanha Teixeira “ Tonico” faleceu solteiro em Botucatu/SP.

3.2. Rita Saldanha Teixeira c.c Antônio Ermelindo Soares, ambos falecidos em Botucatú/SP. Tiveram:

4.1. Deolinda Soares, c.c José Corulli, ambos falecidos em Botucatu, sem geração.

4.2. Lázaro Soares, faleceu solteiro em Botucatu.

4.3. Rosa Soares, foi c.c Heitor Soares, foram residentes em Tatui. Tiveram 8 filhos:

5.1 Antônio Carlos Soares, c.c. Ivone Pegoreli. Teve;

6.1. Rosa Juliana

5.2. Maria de Lourdes Soares, c.c Noel Martins dos Reis. Teve 2 filhos:

6.1. Rosa Maria

6.2. Noel Soares dos Reis, casado.

5.3. Terezinha de Jesus Soares, c.c. Edgar Leôncio de Sá, sem geração.

5.4. Heitor Soares Filho, c.c Aurea Martins. Teve:

6.1. Renata, casada, teve:

7.1. Amanda

7.2. Rebeca

6.2. Laura Adriana c.c Sérgio Monteiro. Teve:

7.1. Larissa

5.5. Eloisa Inês Soares, c.c. Oscar Augusto Hoffman. Teve 2 filhos:

6.1ª . Adriano

6.2. Fábio

5.6. Ana Maria Soares c.c. José Maria Lorena Miranda. Teve:

6.1. Daniela, casada.

5.7. Tarcisio José Soares, casado, teve:

6.1. Anderson

6.2. Raul

6.3. Eduardo

5.8. Celso Soares, foi casado a 1ª vez com Sandra Fragoso e a 2ª vez com Ana Maria. Teve 2 filhos do 1º casamento e 2 do 2º casamento.

6.1. Andrea

6.2. Marcelo

6.3. Rafael

6.4. Danielel

4.4. Antônio Soares c.c Tereza Rizzo, ambos falecidos em Botucatu. Tiveram 3 filhos:

5.1. Ermelinda José Soares, c.c João Abílio, comerciante em Botucatu. Teve:

6.1. Silvana José Abílio, c.c Angelo Borges. Teve:

7.1. Vanessa Cristitna

7.2. Gustavo

6.2. João Silvio Abílio, c.c Walquiria Borges. Teve:

7.1. Alexandre

7.2. Fernanda

6.3. Gerson

5.2. Antônio Justianiano Soares, c.c Aradi Sarah Azzen, foram residentes em Botucatu. Tiveram 6 filhos:

6.1. Fábio Azzen Soares, c.c. Adalzisa. Teve:

7.1. Ferannda

7.2. Raquel

7.3. Bruno

7.4. Rodrigo

6.2. Andréa Azzen Soares, c.c Samuel Alvarenga. Teve:

7.1. Thiago

7.2. Jéssica

6.3. Isabel Cristina Azzen Soares, c.c Maurício. Teve:

7.1. Bianca

7.2. Barbára

6.4. Margarida Azzen Soares, c.c Renato. Teve:

7.1. Renata

6.5. Felipe Azzen Soares

6.6. Gabriela Azzen Soares

5.3. Edson Antônio Soares, c.c Suely Lucia Pereira de Souza, residentes em Botucatú. Teve 5 filhos:

6.1. Rita de Cássia Souza Soares, c.c Fernando Antônio Leite Penteado, residentes em Bauru. Teve 2 filhos:

7.1. Rafalei Fernando

7.2. Amanda Vitória

6.2. Regina Célia Souza Soares, c.c Paulo César Mioni.

6.3. Priscila Souza Soares

6.4. Solange Souza Soares

6.5. Edson Antônio Soares Júnior

3.3. Francisco Saldanha Teixeira “Tico”, faleceu solteiro em Botucatu.

3.4. Pedro Saldanha Teixeira, casado 1ª vez com (…) e 2ª vez com Isabel Maria da Conceição Domingues, todos falecidos em Botucatu. Teve 3 filhos do 1º casamento e 4 filhos do 2º casamento.

4.1. João Saldanha Teixeira

4.2. Aparecida Saldanha Teixeira

4.3. Rita Saldanha Teixeira

4.4. Francisca Teixeira “Nega”, foi casada pela 1ª vez com Antônio de Oliveira e pela 2ª vez com Osmar Pereira, teve 3 filhos do 1º casamento e 2 filhos do 2º casamento, residente em São Paulo.

5.1. Luisa Saldanha Teixeira, c.c João Aramando Brandino, tiveram 5 filhos:

6.1. Ariowaldo Donizete Brandino

6.2. Maria Cleonice Brandino c.c. Jorge Lacerda.

7.1. Daniela

7.2. Camila

6.3. Reinaldo Donizete Brandino, falecido solteiro.

6.4. Aguinaldo Donizete Brandino, falecido solteiro.

6.5. Ana Claudete Brandino

5.2. Alcides Saldanha Oliveira, falecido solteiro.

5.3. Leonildo de Oliveira, falecido solteiro.

5.4. Aparecido Benedito Pereira, falecido solteiro.

5.5. Cleusa Aparecida Pereira, c.c Odenir Alves Bueno. Teve:

6.1. Andréa Alves Bueno, c.c Luiz Gustavo Xavier. Teve:

7.1. Leandro

7.2. Willian

4.5. Eva Teixeira, c.c Jaime Contes, foram residentes em Itú/SP, tiveram 3 filhos:

5.1. Jaime José Contes, médico, c.c Ana Maria Bianchini Barnabé.

5.2. Isabel Cristina Contes, c.c Rafael Machado Filho. Tiveram 3 filhos:

6.1. Rodrigo

6.2. Isabela

6.3. Gabriel

5.3. Ana Flávia Contes, c.c Oswaldo Ribeiro. Teve:

6.1. Fernando

6.2. Maiara

4.6. Abel Teixeira, c.c Benedita Franco, residente em São Paulo. Teve 3 filhos:

5.1. Pedro Franco Teixeira, foi c.c Norma Suely Teixeira. Teve:

6.1. Ricardo Franco Teixeira

5.2. Maria de Fátima Franco Teixeira, foi c.c Mário Franco Pinheiro. Teve:

6.1. Eduardo

6.2. Leonardo

5.3. Aparecida Bernadete Franco Teixeira, c.c José Rubens Pimentel, engº mecânico.

6.1. Jesus

6.2. Priscila

6.3. José Roberto

4.7. Noel Teixeira, c.c Zulmira Finati, residentes em Botucatu. Teve:

5.1. Sandra Aparecida Teixeira

5.2, José Antônio Teixeira.

3.5. Rosa Teixeira n. aos 18.AGO.1889 em Botucatu onde f. aos 22.DEZ.1918, foi c.c José Egydio Bueno de Moares, ambos falecidos em Botucatu. Teve:

4.1. Mauro Teixeira Bueno, cirurgião dentista, c.c Lais Machado, residentes em São Paulo.

5.1. José Eduardo Machado Bueno, engenheiro, c.c Suely Machado Bueno. Teve:

6.1. Mariana

6.2. Luciano

5.2. Roberto Luiz Machado Bueno, engenheiro.

4.2. Dirce Teixeira Bueno, foi c.c Edgard Cruz, médico, foram residentes em S.P. Teve:

5.1. Vânia Bueno Cruz. Teve:

6.1. Heloísa

3.6. Isolina Teixeira n. aos 26.MAIO.1900 em Botucatú onde f. aos 11.JUN.1992, foi professora e c.c Jaime Candelária, médico, também falecido. Tiveram:

4.1. Nelson Teixeira Candelária n. aos 18.DEZ.1923 e f. aos 24.JUL.2002, médico, ex-professor universitário da faculdade de medicina da USP, casado em 1ª núpcias com Maria Teresa Azeredo Passos, profª e em 2ª núpcias com Maria Alice dos Reis, advogada, residentes em São Paulo. Teve 7 filhos só do 1º casamento:

5.1. Ricardo Azeredo Passos Candelária, engenheiro.

5.2. Maria Cristina Azeredo Passos Candelária comissária de bordo, c.c Marco Aurélio Birck. Teve:

6.1. Tiago

5.3. Maria Flávia Azeredo Passos Candelária, c.c José Alberto Abrão Miziara, engenheiro, residentes em Barretos. Teve:

6.1. Maria Fernanda

6.2. Mariana

6.3. Mônica

6.4. Carolina

6.5. Ricardo

6.6. Maurício

5.4. Guilherme Azeredo Passos Candelária, médico, casado em 1ª núpicas com Juceli Toledo e em 2ª núpcias com Márcia. Teve um filho de cada casamento.

6.1. Gabriela

6.2. Guilherme

5.5. Luciano Azeredo Passos Candelária, falecido solteiro.

5.6. Paulo Azeredo Passos Candelária, médico, ex-chefe do pronto socorro cirurgíco da Santa Casa de São Paulo, c.c Fernanda Matos Domingues.

5.7. Fernando Azeredo Passos Candelária, advogado.

2.4. Eugênio José Teixeira n. aos 26.ABR.1853 em Atibaia onde veio a falecer, após ser acometido de uma insidiosa moléstia quando estava no último ano para sua ordenação sacerdotal no seminário episcopal de São Paulo.

2.5. Capitão Salvador Teixeira do Nascimento n.em Atibaia aos 25.DEZ.1857 ou aos 25.DEZ.1870 conforme a lápide de seu túmulo, onde casou-se 1ª vez aos 24.MAR.1885 com Ana Zelinda do Amaral, filha de João José do Amaral e de Maria Soares do Amaral com quem não teve filhos. Casou-se 2ª vez com sua prima Júlia Augusta de Siqueira Leite n. aos 05.MAIO.1871 e f. aos 03.JAN.1951(ver descendência Nº 01 do capítulo 7º do título Leite). Foi o capitão Salvador pessoa de estima e consideração em Atibaia, onde chegou a exercer cargos públicos, como o de coletor de impostos na década de 1890 e membro do Conselho de Intendência Municipal após a Proclamação da República. Foi fazendeiro de café no bairro do mato dentro, fazenda Bico Torto, faleceu aos 19.SET.1919.

2.6. Emílio Justino Teixeira nascido aos 09.JUN.1864 em Atibaia onde se casou aos 02.JUL.1888 com Maria Francisca da Conceição, filha de Maria Emília Oliveira. Emílio faleceu aos 06.MAR.1932, teve 5 filhos:

3.1. Benedito José Teixeira “Nhô Tuta”, foi fazendeiro no bairro de Itapetinga, casou-se em Atibaia com Francisca, filha de Leopoldo Alves do Amaral (ver título Alves do Amaral) e de Ermelinda Alvim, neta materna do tenente coronel José Alvim de Campos Bueno “Nhô Bim”, chefe político e importante cidadão de Atibaia, descendente direto do fundador da mesma cidade , Jerônimo de Camargo e Gertrudes Maria Campos, neta paterna de Jacinto Alves do Amaral Júnior (ver título Alves do Amaral) e de Escolástica Maria Franco. Tiveram 8 filhos:

4.1. Maria Ermelinda Teixeira “Nene”, foi casada com Pedro Alexandrino Leite com quem teve onze filhos (ver descendência em 1.6., Nº 03 do capítulo 6º do título Leite).

3.2. Carolino Teixeira, casado em Atibaia com Antonia Toledo “Nene”, ambos falecidos e s.desc.

3.3. Umbelina Teixeira, falecida solteria.

3.4. Oscarlina Teixeira, falecida solteira.

3.5. Waldomira Teixeira, c.c Sebastião Gonçalves da Cunha, filho de José Gonçalves Cunha e Benedita de Oliveira Saldanha, irmã da mulher de seu tio Antônio José Teixeira, ambos falecidos em Atibaia. Tiveram:

4.1. Gentil Gonçalves n. em 1918 e f. aos 18.JUN.2010 c.c sua parente Zulma Silveira Pinto, filha de Joaquim da Silveira Pinto e Maria Ordonhes (ver descendência em 5.4., 4.3., 3.5., 2.1., 1.2., N° 03, cap 4° do título Siqueira Franco), residentes em Atibaia.

4.2. Matilde Gonçalves, foi c.c Sebastião Teixeira, já falecido, foi residente em Atibaia., filho de Antônio Luiz Teixeira e de Maria Titarelli. Teve um único filho:

5.1. Edson Antônio Teixeira, advogado e professor, ex-vereador àcâmara municipal de Atibaia de 1977 a 1988 (dois mandatos) pelo PMDB, foi presidente da câmara em 1983/84.

4.3. Sebastião Gonçalves da Cunha, c.c Benedita Gonçalves. Tiveram 8 filhos:

5.1. Rodolfo

5.2. Suzana

5.3. Silvia Helena

5.4. Angela Maria

5.5. Paulo

5.6. Sara

5.7. Pérsio

5.8. Rosival

4.4. João Gonçalves, c.c Luiza Alves da Cunha (ver 5.1., 4.4., 3.1., 2.3., 1.6., N° 01, cap. 5° do título Alves do Amaral), residentes em Atibaia. Tiveram 5 filhos:

5.1. Elizabeth Aparaecida Gonçalves, c.c Eurico Bueno da Silveira. Teve:

6.1. Aline

6.2. Thiago

6.3. Ana Luiza

5.2. Elisete Aparecida Gonçalves

5.3. Edson Antônio Gonçalves “Edson Beleza”, professor e artista plático, ex-vereador àcamara municipal de Atibaia por dois mandatos, de 2001 a 2008 pelo PV, e ex-secretário de cultura de Atibaia 2009/12. Casado com Maria Adriana Targa. Teve:

6.1. Mariana

6.2. Camila

5.4. Eloisa Maria Gonçalves “Lila” c.c Benjamim Cordo, comerciante. Teve:

6.1. Fernanda

6.2. Rafaela

5.5. Ed Wilson Antônio Gonçalves, c.c Silvia Chillof.

4.5. Odete Gonçalves, já falecida, foi casada em Braganaça Paulista em Antônio P. Barandas, não deixou descendentes.

2.7. Pedro José Teixeira n. aos 12.ABR.1869 onde f. aos 06.OUT.1919. Casou-se com sua prima Catarina da Silveira Pinto (Nº 02 do capítulo 2º do título Leite) filha de José Theodoro Pinto e de Ana Maria da Conceição Leite. Ver descendênciaem N° 02, cap. 2° e 1.4., N° 01, cap. 4°do título Leite e 3..4., 2.5., 1.5., N° 05, cap. 5° do título Alves do Amaral.

2.8. Leopoldo José Teixeira, faleceu na menoridade.

1.3. Maria Gertrudes Teixeira, casou-se em 06.FEV.1852 com Antônio da Silva Franco, filho de José Franco da Silva e Gertrudes Maria Leite. Não conseguimos descobrir descendentes.

Nº 03 Ana Francisca n. entre 1800 1804 em Atibaia onde se casou aos 05.OUT.1819 com Adriano Luiz Fernandes[181] n. aos 19.SET.1784 em Nazaré Paulista, filho de Gaspar Vaz de Godoi[182]n. entre 1756 a 1760 e de Brígida Frenandes[183] n. entre 1755 a 1770, naturais de Nazaré Paulista. Adriano Luiz Fernandes casou-se primeira vez aos 24.DEZ.1811 com Plácida Maria de Jesus, moradora do então bairro de Curralinho de Bragança Paulista, hoje município de Joanópolis. Adriano faleceu em Atibaia aos 20.DEZ.1847 sendo sepultado dentro da matriz de Atibaia. Nos sensos que examinei era comcerciante e tropeiro. Ana Francisca faleceu em Atibaia aos 02.JAN.1866. Tiveram sete filhos:

1.1. Alferes João Nepomuceno de Andrade n. em 1820 em Atibaia onde se casou 1ª vez com Benedita Maria n. em 1828. 2ª vez casou-se com Gertrudes Maria de Araújo, viúva de Antônio Rodrigues Lobo e 3ª vez casou-se me Jundiaí para onde se mudou com Angelina Rosa de Souza. Foi prestante cidadão em Jundiaí onde foi vereador e onde faleceu. Teve, q.d., uma filha provavelmente do 1° casamento e um filho do 3º casamento:

2.1. Maria com 3 anos em 1846, portanto, nascida em 1843. Nada descobrimos.

2.2. Benedito Castilho de Andrade n. em Jundiaí aos 03.JUL.1869. Fez seminário Episcopal de São Paulo eformous-e na Faculdade de Direito do Largo São Francisco em 1889. Foi Promotor Público em Capivari e Casa Branca, onde deixou a promotoria e passou a advogar, bem como nas cidades de São Simão e em São Paulo. Além de advogado militou na política do Estado de São Paulo, sendo eleito deputado estadual aos 01.DEZ.1894,também foi banqueiro e industrial. Casou-se com Virgilina Corrêa, filha do 3° barão do Rio Pardo, cel. Antônio José Corrêa e de Amélia Umbelina, de Casa Branca. Faleceu aos 31.MAIO.1955 em Jundiaí e deixou 6 filhos:

3.1. Maria Amélia Castilho de Andrade, c.c Teotônio de Toledo Lara, ambos já falecidos. Tiveram:

4.1. Maria de Lourdes Castilho de Toledo, c.c Hélio da Costa Manso. Teve 4 filhos.

3.2. João Castilho de Andrade, nascido aos 21.DEZ.1898 em São Paulo e falecido aos 28.MAR.1987 em Jundiaí onde foi advogado. Casou-se com Irene Granda Portugal, teve 2 filhos:

4.1. João Carlos Castilho de Andrade, jornalista c.c Inês Maria Lopes Rodrigues.

4.2. Maria Cristina Castilho de Andrade, solteira, ex-coordenadora de cultura e turismo da prefeitura de Jundiaí.

3.3. Luiz Castilho de Andrade, c.c Olívia Torres, nascida em São Paulo, filha de Alberto Torres, ambos já falecidos, tiveram 1 filho:

4.1. José Carlos Castilho de Andrade, falecido solteiro.

3.4. Judith Castilho de Andrade, c.c Arthur Pinheiro de Ulhoa Rodrigues, neto do Barão de Jaguara, ambos já falecidos, tiveram 1 filho:

4.1. Arthur Castilho de Ulhoa Rodrigues, foi casado com 3 filhos.

3.5. Benedito Castilho de Andrade Júnior, c.c Célia do Amaral, ambos já falecidos, tiveram 2 filhos:

4.1. Antônio Carlos Castilho de Andrade, c.c Sônia Xavier da Silveira, com 1 filha.

4.2. Vera Maria Castilho de Andrade, c.c Antônio Carlos Alves de Lima.

3.6. Antônio Castilho de Andrade, falecido solteiro.

1.2. Maria Francisca da Conceição nasceu aos 28.MAIO.1822, sendo padrinhos: Manoel Joaquim Leite casado e morador em Bragança Paulista (pai natural do capitão Jacinto Manoel Leite casado com Umbelina, a seguir) e Gertrudes Maria do Espírito Santo, prima de Manoel Joaquim Leite. Maria Francisca da Conceição casou-se em 1835 com seu primo José Pereira Bueno, filho de Lourenco da Silva Bueno e Maria Antonia Pereira Pacheco (capítulo 2º deste trabalho), falecido em Atibaia em 1819 ou 1866 (SL 2/46). Não conseguimos descobrir geração, exceto um filho:

2.1. Benedito n. em 1836.

1.3. José Mariano de Andrade n. aos 29.ABR.1824, não conseguimos descobrir sua desdendência.

1.4. Umbelina Maria da Conceição n. entre 1825 a 1828 em Atibaia onde se casou aos 02.JUN.1840 com seu primo segundo, capitão Jacinto Manoel Leite, tronco do título Leite, a seguir (meus pentavós ou avós em 5º grau), filho de Jacinta Pereira (capítulo 6º), irmã de sua avó, Angélica Maria (capítulo 1º, retro), a qual o criou, ver descendência no título Leite adiante.

1.5. Gertrudes Maria da Conceição c.c seu primo Francisco José Teixeira (ver desc. Em 1.2., N° 02 retro).

1.6. Antônio Pereira de Andrade n. em 1833 em Atibaia ondes se casoue em 1858 com Bárbara Generosa da Conceição, filha de Joaquim José da Silveira e de sua parenta Isabel Pires Pimentel, neto materno de José Pires Pimentel e de Maria Pepétua do Nascimento, sendo, portanto, descendente direto dos 1º e 2º capitães-mores de Atibaia, respectivamente Lucas de Siqueira Franco e Francisco da Silveira Franco, ver título Siqueira Franco retro. Foi Antônio Pereira de Andrade prestante cidadão em Atibaia,exercendo cargos como de Coletor de Impostos e Curador Geral. Deixou sete filhos:

2.1. Francisco de Paula Andrade, c.c Umbelina do Amaral, ambos já falecidos, sem descendentes.

2.2. João de Andrade, c.c Carolina Schuman. Teve:

3.1. Julieta, c.c Aquilino Galante.

3.2. Adélia c.c Luiz Tamburin. Teve:

4.1. Orlando

4.2. Luiz

4.3. Romilda

4.4. Aurora

3.3. Pedro de Andrade, casado em Rio Preto/SP com Terezinha de Andrade.

3.4. Irineu de Andrade, casado em Rio Preto/SP com Alzira de Andrade.

2.3. Maria de Andrade, casada em Piracicaba com Antônio Teixeira, ambos já falecidos, s.desc.

2.4. Ana de Andrade, casada 1ª vez em Americana/SP com Aquilino Carlos de Oliveira e 2ª vez em Limeira/SP com Custódio Rocco. Teve só do 1º marido.

3.1. Plínio de Oliveira, casado.

3.2. Guaraciaba, casada em Rio Preto/SP com Angelo Luporini.

3.3. Sibel, casada em Americana/SP com Eduardo Medon. Teve:

4.1. Cidélio

4.2. Adriana

4.3. Aparecida

4.4. Jocelina

2.5. Zilda de Andrade, casada 1ª vez em Dois Corregos/SP com Joaquim Ferreira de Camargo, 2ª vez em Americana/SP com José do Nascimento e a 3ª vez com João de Moraes, teve filhos só do 1º marido:

3.1. Antônio Ferreira de Camargo

3.2 Agostinho Ferreira de Camargo, casado 1ª vez com Otília de Brito e 2ª vez com Benedita Neiva, teve filhos só da 2ª mulher:

4.1. Waldemar

4.2. João

4.3. José

2.6. Isaura de Andrade c.c João Alves de Siqueira, ambos falecidos e sem descendentes.

2.7. Inês de Andrade, residente em São Paulo onde faleceu solteira.

1.7. Angélica Maria da Anunciação n. em 1831 (12 anos em 1836). Casou-se em Atibaia aos 06.MAR.1848 em Atibaia com Camilo José de Lima, natural de Jundiaí, filho de Antôtonio Pereira do Prado e de Maria (…). Angélica e Camillo passaram a residir a partir da 2ªmetade do século XIX em Jundiaí. Nãoconseguimos descobrir sua descendência , exceto um bisneto de nome José Carlos de Lima, juiz de direito, atualmente governador do distrito 4590 do Rotary Incernacional Club c.c Walchiria Rocha de Lima, pais de Paulo Eduardo Rocha de Lima, estudante de jornalismo.

N° 05 Benedito n. aos 30.NOV.1816, nada descobrimos.

N° 06 Benedita n. em 1824, nada descobrimos.

Capítulo 2º

Maria Antonia Pereira

Maria Antonia foi casada aos 07.FEV.1805 em Atibaia com Lourenço[184] da Silva Bueno, filho de Rosa Maria Pires, natural de Atibaia e de Salvador da Silva Bueno, natural de Juqueri, falecido em 1819 em Atibaia onde se casou em 1773, Lourenço era neto paterno de Francisco da Fonseca de Araujo e de Maria Bueno, naturais de São Paulo, neto materno de Inácio de Araujo Chaves, natural de Atibaia e aí falecido em 1788 e de Teresa Ribeiro de Macedo, natural de Guarulhos e falecida em 1783 em Atibaia.Teve q. d.:

Nº 01 Escolástica Maria

Nº 02 Maria das Dores

Nº 03 José Pereira Bueno

Nº 04 Manoel da Silva Bueno

Nº 05 Bento da Silva

Nº 01 Escolastica Maria casada em 1829 em Atibaia com Joaquim de Godoi Bueno, filho de Vicente de Godoi e de Maria Gertrudes de Oliveira. Ver SL Tit. Pretos Cap. 5º § 3º, 2-1, 3-5, 4-1, 5-2, 6-8.

Nº 02 Maria das Dores casada em 1835 em Atibaia com seu parente José da Silva Bueno, filho de Manoela de Jesus e de Joaquim da Silva Bueno, irmão de Lourenço da Silva Bueno, c.c Maria Antonia Pereira.

Nº 03 José Pereira Bueno casado em 1835 em Atibaia com sua prima segunda Maria Francisca (1.3. acima), filha de Adriano Luiz Fernandes e de Ana Francisca Nº 03 do capílto 1º -Angélica Maria, irmã de Maria Antonia Pereira (capítulo 2º). Com geração, mas sem informação.

Nº 04 Manoel da Silva Bueno casado em 1824 em Atibaia com Maria Izabel Cardoso, filha de Francisco Rodrigues Leme e de Izabel da Silveira Cardoso (3° cap. do título Alves do Amaral), filha de Antônio Alves do Amaral, tronco do título Alves do Amaral. Sem informação.

Nº 05 Bento da Silva casado em 1834 em Atibaia com Joana de Oliveira, filha de José Joaquim de Oliveira e de Ana de Oliveira SL 8/306.

Capítulo 3º

Clara Maria Pereira

Clara Maria Pereira primeira filha do casal tronco, nascida provavelmente em 1784 em Atibaia e aí falecida aos 05.ABR.1830. Foi casada aos 07.AGO.1811 em Atibaia com Boaventura José de Faria, filho de José de Faria e Manoela de Lima, naturais de Atibaia, neto paterno de José Faria de Alvarenga e de Maria Pires Cardoso. Nada descobrimos.

Capítulo 4º

Bento Pereira

Bento Pereira nascido aos 30.AGO.1797, casado aos 17.SET.1820 em Atibaia com Gertrudes Ludovina de Jesus ou Gertrudes Leite de Mattos, filha de Escollástica Josefa de Mattos e de Inácio Leite de Faria, este filho de Amaro Neves de Moraes e Maria Leite de Araújo, portanto, Inácio era irmão, entre outros, de João Leite de Moraes e Amaro Leite de Moraes, dos quais descendem quase todas as famílias antigas com o tradicional sobrenome Leite em Atibaia. Ver texto sobre a família Araújo na introdução ao título Siqueira Franco. No censo de 1820 Bento tinh 22 anos, sua esposa, Gertrudes com 17 e eram recem casados. Não descobrimos sua descendência

Capítulo[185]

Ana Jacinta Pereira

Ana Jacinta Pereira, também conhecida como Jacinta Pereira nasceu em Atibaia aos 24.OUT.1803 e aí se casou aos 26.NOV.1821 com José Manoel de Oliveira, viúvo de Manoela Maria, (SL 1/397), contudo, antes de se casar, Ana Jacinta teve um relacionamento extraconjugal com o alferes Manoel Joaquim Leite (SL 1/301) com quem teve um ou dois filhos naturais (N° 01 e N° 02), mas que em razão da relação proibida que manteve com o alferes, não os criou e os expôs, nome dado à época para quem dava os filhos em adoação, a sua irmã Angélica Maria (capítulo 1°). Nos censos de 1846 e 1836 Ana Jacinta já era viúva e neste último tinha duas escravas. Teve os dois primeiros filhos, criados por sua irmã e os setes seguintes com seu marido:

N° 01 Maria[186] nascida aos 02.OUT.1820, nada descobrimos.

Nº 02 Capitão Jacinto Manoel Leite, tronco do tílulo Leite[187]deste trabalho (meu pentavó ou avô em 5º grau).

N° 03 Antônio n. em 1824, nada descobrimos

N° 04 Maria n. em 1826, nada descobrimos

N° 05 Ricarda n. entre 1827 a 1830

N° 06 Floriano n. entre 1828/30, nada descobrimos.

N° 07 Cecília nascida aos 20.OUT.1831, nada descobrimos.

N° 08 Gertrudes n. em 1841, nada descobrimos

N° 09 João n. em 1843, nada descobrimos.

Nº 05 Ricarda Maria de Jesus Pereira nasceu em Atibaia entre 1827 a 1830 (tinha 19 anos em 1846 e tinha 6 anos em 1836) onde faleceu aos 01.SET.1888 com 59 anos. Foi casada com Gregório Januário do Prado[188] n. em 1820 e falecido aos 03.FEV.1904, filho de Custódio de Souza Prado e de Ana Gertrudes de Oliveira, esta provavelmente irmã de José Manoel de Oliveira, c.c Ana Jacinta Pereira (capítulo 5º acima). Gregório residia no bairro de Itapetinga e pode ser considerado o tronco da família Prado de Atibaia mais conhecida como Gregório, radicada principalmente nos, hoje bairros da Água Espraiada, Clube da Montanha, Pintos, Itapetinga e adjacentes. Inviuvando-se, Gregório casou-se em segundas núpcias aos 04.OUT.1888 com Leopoldina Maria de Jesus ou Adelina Leite, natural de Atibaia, filha de Antônio Oliveira Silva e de (…) Maria da Conceição.Ricarda Maria teve, q.d., sete filhos:

1.1. Capitão José Manoel de Oliveira n. em 1846 (mesmo nome do avô materno) mais conhecido como “José Gregório”, foi coletor estadual e federal, foi c.c Maria Antonia Conceição “ Maria Gregório”. Tiveram 4 filhos, sendo que os quatro últimos adotaram o nome de família “Profeta” em razão dos nomes bíblicos que receberam, portanto, são os troncos da família Profeta de Atibaia:

2.1. Martinho Prado de Oliveira c.c Ernestina Peçanha Prado

2.2. Isaias Profeta, foi c.c Lydia Ferreira. Teve q.d:

3.1. Virgílio Ferreira Profeta

3.2. Dário Ferreira Profeta

3.3. Azarias Ferreira Profeta

3.4. Caio Ferreira Profeta

3.5. Jonas Ferreira Profeta

3.6. Josina Ferreira Profeta n. aos 19.MAR.1902 e f. aos 1984.

3.7. Leontina Profeta, c.c Waldomiro Alves (ver 3.2., 2.1., 1.3., N° 02, cap. 5° do título Alves do Amaral). Teve:

4.1. Dorival Alves, c.c Inês Vera. Teve:

5.1. Maria Angélica

5.2. Mônica

5.3. Maria Inês

5.4. Soraya

5.5. Dorival

4.2. Wanda Profeta Alves n. aos 25.ABR.1937 e f. aos 02.AGO.2007.

4.3. Fernando Alves, c.c Joana Harmer. Teve:

5.1. Waldomiro

5.2. Elaine

5.3. Liliane

4.4. Maurício Alves c.c Leonice. Teve:

5.1. Maurício

5.2. Patrícia

2.3. Elias Profeta, c.c Faustina Profeta.

2.4. Leão Profeta, foi comerciante e vereador de Atibaia entre 1936 a 1958, homenageado com um nome de rua no centro da cidade. Foi c.c Oscarlina de Almeida Bueno, filha do cap. Benedito Almeida Bueno e de Maria Paula Bueno de Aguiar (ver 3.2., 2.1., 1.2., N° 08, cap. 5° do título Alves do Amaral). Tiveram:

3.1. Luciano Profeta “Tico Profeta” n. aos 10.ABR.1921 e f. aos 22.NOV.1990. Foi corretor de imóveis, foic.c Bárbara Puzoni n. aos 30.JAN.1927 e f. aos 14.MAIO.1973. Tiveram:

4.1. Ricardo Leão Profeta, comerciante, c.c Neusa Manoel. Teve:

5.1. Pedro Henrique

5.2. Maria Carla

4.2. Angela Maira Leão Profeta, professora, c.c Luiz Augusto Neiva de Lima. Teve:

5.1. Luiz Augusto

5.2. Luciana

5.3. Mariana

3.2. Maria da Graça Profeta “Gracita” f. aos 24.ABR.2012, foi c.c Antônio Júlio de Toledo Garcia LopesTotó Júlio”, prefeito de Atibaia de 19.DEZ.1966 a 02.FEV.1970. Tiveram:

4.1. Ana Maria Garcia Lopes, professora, c.c Celso Carlos Chaves. Teve:

5.1. Ana Elisa

5.2. Priscila

5.3. Sara

5.4. Mirian

4.2. Rosa Maria Garcia Lopes, professora, c.c Miguel Alberto Magro, comerciante. Teve:

5.1. Marcos Paulo

5.2. Alessandra

4.3. Carlos Eduardo Garcia Lopes, diretor da tradicional imobiliária UAL, foi c.cClélia Dias Monteleoni, professora.

4.4. Sônia Maria Garcia Lopes, professora, c.c David Alvisi, corretor de imóveis. Teve:

5.1. David Antônio

5.2. Arthur Henrique

5.3. Lívia Cristina

4.5. José Eduardo Garcia Lopes, diretor da imobiliária UAL, foi c.c Charlote Maria Cid Vasques, empresária. Teve:

5.1. Carla

5.2. Débora

5.3. Mônica

4.6. Célia Maria, falecida menor.

1.2. Delfino Antônio do Pradon. em 1844 (1° filho e não o 2° como aqui disposto), foi Generosa Maria Carvalho. Teve que descobrimos:

2.1. João Pereira do Prado que casou-se aos 30.ABR.1910 com sua prima Benedita Maria Pereira, filha de João Antônio do Prado (1.4. a seguir).

1.3. Alferes Antônio Joaquim do Prado, nada descobrimos.

1.4. João Antônio do Prado “João Gregório do Prado” n. em 1855 e f. aos 21.JUL.1927 foi casado aos 03.AGO.1889 em Atibaia com sua sobrinha Ricarda Maria Pereira (2.1., 1.6 a seguir), natural de Atibaia, filha de Gertrudes Maria de Jesus e de João de Paulo de Souza (1.6), irmão de João Antônio do Prado que faleceu em Atibaia aos 20.JUL.1927. Teve que descobrimos:

2.1 Donária Maria Pereira foi c.c Paulo Pereira Batista “Poli”, f° de Ana Maria n. em 1842 e f. aos 04.JUL.1922 e de Apolinário Pereira Batista (que já falecido em 1922), f° de Joaquina Ana Maria e de João Firmino Batista[189]. Teve q. d.:

3.1. João Pereira Leite “João Poli” foi c.c Juventina Boava[190], com geração.

3.2. Benedito Pereira Leite “Tico Poli” foi c.c Luiza Barbosa, com geração.

3.3. Luiz Pereira Leite “Luiz Poli” foi casado com Maria (…), com geração.

3.4. Balbina Maria Pereira do Prado n. aos 02.ABR.1921 em Atibaia onde faleceu aos 26.ABR.1993, foi c.c seu parente João Batista Pereira Leite (ver 3.4., 2.1., 1.2., N° 06, cap. 8° a seguir). Teve q.d.:

4.1. Benedito Pereira Leite, nascido em 1938, solteiro.

4.2. Angelina Pereira Leite c.c Paulo Barboza. Teve:

5.1. Renato c.c Adriana. Teve

6.1. Renan

6.2. Ana Renata

6.3. Breno Luiz

5.2. Nicanor

5.3. Paulo c.c Maria do Socorro. Teve:

6.1. Paulo Henrique

6.2. Diego

5.4. Solange c.c José Carlos. Teve:

6.1. Aline

4.3. Lázaro Batista Leite, n. em 1946 e f. solteiro aos 07.JAN.2011.

4.4. Maria de Lourdes Leite Bueno n. aos 22.NOV.1950, c.c seu parente Luiz Pereira Bueno “Luiz Bino” (ver 4.8., 3.1., 2.2., 1.4., N° 06, cap. 8° deste título), f° de Benedito Pereira Bueno e de Maria Antonia da Conceição, neto materno de Benedito Menino Nascimento[191] e de Maria Antonia das Dores e neto