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Alferes ANTÔNIO ÁLVARES (ALVES) DO AMARAL

            Antônio Alves do Amaral, o velho, também conhecido como Antônio Álvares do Amaral (SL 1/467), era natural de Atibaia onde nasceu entre 1759 a 1768, 1762/63, anos mais prováveis. Faleceu aos 03.NOV.1838 em Atibaia e foi sepultado dentro da matriz. Antônio era filho de Rafael Cordeiro do Amaral e de sua segunda esposa Ana Ribeiro Cardoso. Neto materno de Ana de Ribeira Bueno e do capitão Antônio Álvares Cardoso, ambos naturais de São Paulo; neto paterno de Rafael Cardoso de Almada e de Catarina do Amaral, também naturais de São Paulo. Antônio Alves do Amaral era abastado fazendeiro em Atibaia. No censo de 1790 tinha 2 escravos, no de 1808 tinha 11 escravos, no de 1810 e 1829 tinha 18 escravos e no de 1820 tinha 17 escravos.

Rafael Cordeiro do Amaral[1] era natural de Itu; casou primeira vez com Escolástica Ortiz Camargo e segunda vez em 1749 também em Atibaia com Ana Ribeiro Cardoso[2]falecida em Atibaia aos 03.AGO.1805 (descendente direta de Amador Bueno da Ribeira, aclamado rei de São Paulo), natural de São Paulo. Rafael Cordeiro do Amaral, pai do tronco, enconstava no censo de 1765 de Atibaia como morador do bairro do Rio Abaixo e com patrimônio de 200 mil réis e veio a falecer em Atibaia aos aos 25.NOV.1818, sendosepultado dentro da matriz.Os seis filhos de Rafael Cordeiro do Amaral e sua 1ª esposa estão descritos em SL 1/300 a 304 e os oito filhos de seu segundo cassamento estão descritos em SL 1/463, já sua ascendência é encontrada em SL 7/292.

Antônio Alves do Amaral, tronco deste título, foi sargento da 2ª companhia em 1825; foi também procurador da câmara em 1811 e vereador em 1814.Foi casado primeira vez em Atibaia em 1780, aproximadamente, com Ana Franco da Silveira n. em 1775/76, filha do capitão Crispin da Silva Franco[3] e de sua 1ª esposa, Izabel Cardoso da Silveira[4], neta materna de João Franco

 


[1] Rafael Cordeiro do Amaral era também fazendeiro em Atibaia. No censo de 1795 tinha 7 escravos, era filho de Ralael Cardoso de Almada e de Catarina do Amaral, neto materno de Luiz do Amaral (o velho) e de sua 1ª esposa Maria de Saavedra; neto paterno de Domingos Cordeiro Paiva, falecido em 1686 em Jundiaí onde foi morador e de Suzana de Almada, falecida em 1699. Rafael Cordeiro do Amaral teve seis filhos com sua 1ª esposa:, Escolástica Ortiz de Camargo e oito filhos com sua segunda esposa Ana Ribeiro Cardoso n. em 1720: 1) Joana Cordeiro do Amaral; 2) Maria de Oliveira do Amaral; 3) Escolástica Ortiz de Camargo; 4) Bento, faleceu sem descendentes; 5) João Ortiz de Camargo e 6) Gertrudes Cordeiro; 7) José Bueno do Amaral; 8) Inácio Alvares do Amaral; 9) Francisco Cordeiro do Amaral, vereador em Atibaia em 1798 e 1804. que casou-se na mesma vila em 1774 pela 2ª vez com Ana Joaquina das Neves, filha de Amaro das Neves de Moraes e de Maria Leite de Araújo, estes avós paternos da segunda mulher (Manoela Antonia) do tronco do título Pereira, deste trabalho; 10) Antônio Alvares do Amaral, trono deste título; 11) Inácia Buneo Cardoso; 12) Gertrudes Cardoso Bueno ou Cordeiro Bueno, falecida em 1838, foi c.c Bartomeu Franco Azevedo, filho de Maria de Soua e João Franco Viegas; 13) Maria Cardoso de Oliveira que casou-se em Atibaia em 1792 com Francisco Soares de Lima, tronco do título Soares, deste trabalho e 14) Ana Cordeiro. Acreditamos que os descendentes de Rafael Cordeiro do Amaral são importantes elementos na formação da família atibaiana e com certeza Rafael Cordeiro do Amaral pode ser considerado um importante tronco familiar em Atibaia e só não foi disposto como tronco do título Amaral deste trabalho, em virtude da escacez de informações sobre os descendentes de seus outros filhos.

[2]Ana de Ribeira Cardoso era filha do cap. Antônio Alvares Cardoso e de Ana de Ribeira Bueno. Antônio Álvares Cardoso esteve nas minas de Aiuroca, nas de Parapanema e finalmente nas de Goiais, pode ser considerado o tronco da família Álvares Cardoso de Itatiba e Alves de Atibaia.

[3]Capitão de milícias Crispim da Silva Franco (SL 2/268) n. entre m 1740/42 em Atibaia onde foi pessoa de muito respeito, importante fazendeiro e tronco familiare pode ser considerado um importante tronco familiar na formação da família atibaiana. Faleceu aos 02.DEZ.1829. Era filho de João Franco Viegas (ver sobre ele abaixo) e de Maria de Souza, casados em Atibaia; neto paterno do capitão Lourenço Franco do Prado e de Ana Peres Pedroso; neto materno de José de Souza (português) e de Ana Maciel da Gama (SL 2/121). Crispim da Silva Franco casou-se 4 vezes: 1ª com Isabel Cardoso da Silveira (também chamada Isabel Ortiz), f. em 1778 em Atibaia com 31 anos, fª de Pedro Ortiz de Camargo e de Catarina Rodrigues Garcia SL 1/363; 2ª vez casou em 1779 na mesma vila com Gertrudes Alves Cardoso, fª de Inácio Alves Cardoso e de Maria de Godoy Moreira SL 1/491; 3ª vez casou aos 07.OUT.1799 na mesma vila com Gertrudes Maria Franco, f. em 1815 nessa vila com 40 anos, fª de Joaquim Bueno de Azevedo e de Messia Ferreira de Camargo, SL 1/400; 4ª vez casou o capitão Crispim em 1816 na mesma vila de Atibaia com Maria Joaquina Franco, fª de Joaquim Franco de Camargo e de Inácia Bueno Cardoso SL 1/340. Teve 8 filhos com a 1ª esposa, 2 com a 2ª, 4 com a 3ª e nenhum com a 4ª: 1) Maria Gertrudes Franco c.c 1ª vez c Vicente Pires Pimentel em 1780 e 2ª vez aos 25.AGO.1801 c Rafael Cordeiro do Amaral, filho de Gertrudes Ortiz e de Antônio Alvarez Cardoso, irmão da segunda esposa de Rafael Cordeiro do Amaral acima; 2) capitão Inácio Franco de Camargo; 3) Ana Franco da Silveira, 1ª esposa do tronco deste título; 4) Francisco da Silva Franco; 5) João Batista Franco; 6) José Maria Franco; 7) Joaquim da Silva Franco; 8) Mecia da Silveira Franco; 9) alferes Salvador do Nascimento Franco; 10) Inácio José da Silva; 11) Maria da Silveira Franco; 12) Ana Gertrudes Franco; 13) Antônio da Silveira Franco e 14) Maria Rita. No censo de 1790 Crispim tinha 7 escravos, no de 1810 Crispim tinha 13 escravos, no censo de 1820 tinha 11 escravos.

[4]Izabel Cardoso da Silva, falecida com 31 anos em 1778 em Atibaia, era filha de Pedro Ortiz de Camargo e de Catarina Rodrigues Garcia; neta paterna de Francisco de Camargo Pimentel e de Izabel da Silveira Cardoso; neta materna de Gaspar de Louvêra e de Ana Rodrigues Velho. (SL 1/ 335).

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