3.1. Juliana
1.4. Marco Antônio Silveira Leite “Capela”, bancário aposentado, ex-gerente da caixa econômica federal, c.c Lígia Fangiulli.
2.1. Ana Silvia, casada.
2.2. Carlos Henrique, casado.
2.3. Maria Helena.
Capítulo 5º
João Procópio Leite
João Procópio Leite, nasceu em Atibaia em 1853, foi fazendeiro no município de Casa Branca/SP, onde faleceu em 16.JUL.1897, viúvo de Maria Ubaldina Nogueira Terra, filha de Joaquim Nogueira Terra e Balbina Ubaldina da Silveira, n.p. de Hipólita Nogueira de Sarros e João Nepomuceno Terra, n.m. de João Silvério de Carvalho. (SL 6/416 e 417). Deixou, que descobrimos através de sua certidão de óbito, 2 filhos menores:
Nº 01 João Procópio (não conseguimos nenhuma informação)
Nº 02 Maria Umbelina (não conseguimos nenhuma informação)
Capítulo 6º
Pedro Alexandre Leite
Pedro Alexandrino Leite nasceu aos 11.DEZ.1852 em Atibaia. Foi homem de letras, tendo sido
seminarista, deixando o seminário um ano antes de sua ordenação a padre. Teve atuação de destaque na vida político administrativa de Atibaia, tendo sido vereador à câmara municipal no mandado de 1883/86, juntamente com ilustres políticos da época como os vereadores Olímpio da Paixão, Lorenço Franco da Silveira, Antôn
io Gabriel do Amaral, José Inácio da Silveira, Francisco José da Silveira Pinto e Pedro Barbosa de Vasconcelos Cunha;pelo partido conservador, cujo maior líder, nas décadas de 1860 e 1870 fora seu pai. No final de seu único mandato não se candidatou a reeleição.
Em 01.AGO.1889 Pedro tomou posse como 4º juiz de paz cargo que permaneceu até 01.AGO.1890 quando através de ofício renunciava ao cargo por estar de mudança da cidade o que nos faz concluir que Pedro Alexandrino Leite se mudara em 1890 para Botucatu/SP para onde se dirigiu ‘provisoriamente’ para administrar uma grande fazenda de culturas de propriedade de um banco, todavia, veio a falecer naquela cidade subitamente aos 02.DEZ.1894 com apenas 42 anos de idade de congestão hepática, segundo seu atestado de óbito tendo sido enterrado no cemitério Portal das Cruzes. Como já era viúvo, após o seu falecimento seus três filhos menores (Umbelina com 11 anos, Virgilia com 9 anos e José Benedito com 8 anos) ficaram sob a guarda de Jacinto Leite a partir de 20.MAIO.1895, depois, a partir de 03.JAN.1900, sob a tutela de Bento Pais e por último de Francisco Rodrigues Soares a partir de 21.MAR.1903. Deixou a herança de 12.483$849 (doze contos, quatrocentos e oitenta e três mil e oitocentos e quarenta e nove reis).Foi um dos inventariantes de seu pai que em seu testamento parece ter transparecido uma afeição maior por Pedro, segundo concluímos e razão pela qual transcrevemos um trecho do citado inventário a seguir:
“Deixo meu escravo Pedro, filho de Limeira, também escrava para meus filhos Pedro Alexandrino Leite e Jacinto José Leite com a condição de não poder vender nem ser trocado por dívida…. caso um ou outro quiser vender sua metade do referido escravo, Pedro poderá dispor a qualquer um dos mesmos doados nunca fora da família. A infração destas condições da direito a todos os herdeiros de dividir entre si esse dito escravo…. Deixo a meu filho Pedro em reconpensa dos serviços que me tem prestado como filho obidiente a minha terça com a condição de servir de pai a todos os meus filhos e filhas, seus irmãos e irmãs que ficarem solteiros educando-as e tratando-as e as fazer casar se não fizer assim ficará as terras para todos meus filhos, sim aqueles quiserem casar se case contrário não os pode obrifá-los ficará a sujeição aos mais ficando o mesmo filho Pedro obrigado a zelar sobre eles a fim de não fazer casamentos mal ou mãos. A minha terça será tirada das terras de minha fazenda no Bairro do Itapetinga ou outro que existir por meu falecimento vendendo ou este, não entrando nesta… outras disposições que já fiz, dicando na terça cinco mil pés de café que estão plantados unidas com as terras de meu cunhad[1]o Feliciano Bueno de Aguiar, a meu filho Pedro Alexandrino Leite com o terreno correspondente e com o direito aos mais que plantar fora estes, caso queira para si fizer aumento do mesmo cafezal e bem assim a meu filho Jacinto José Leite, três mil pés de cajé já plantados com os
[1] Por esta declaração de próprio do próprio cap. Jacinto Manoel Leite concluímos que Feliciano Bueno de Aguiar falecido aos 28.NOV.1867 era imão de Eulália Bueno de Aguiar, terceira esposa de Jacinto e não seu pai, como achávamos que fosse.
328