destacamos: Octávio Silveira Cintra (ver 2.7., 1.5., N° 06, cap. 6° do título Alves do Amaral), João Silveira Cintra (2.8., 1.6., N° 03, cap. 2° do título Freitas) e Eugenia Pacheco Cintra (1.1., N° 06, cap. 2° do título Pires de Camargo).
1.2. Coronel Eleutério de Araújo Cintra, que é ascedente entre tantos,do senador paulista pelo PT Eduardo Matararzzo Suplicy no terceiro mandato (1990-2014), seu trineto.
Capítulo 4°
Lucrecia Leite de Araújo
Lucrecia Leite de Araújo, faleceu em Nazaré Paulista em 1797com 70 anos, casou- se 1ª vez com Rafael Soares de Oliveira, f° de Gonçalo Ribeiro e de Ana Cordeiro, de Jundiaí; 2ª vez com Antônio de Moraes Neves, † em 1791, irmão de Amaro das Neves, marido de Maria Leite de Araújo (capítulo 2° acima). Teve quatro filhos do 1° marido e quatro do 2°, os quais na sua maioria casaram na década de 1780/90 e estabeleceram-se em Nazaré Paulista e Atibaia.
Capítulo 5°
Coronel Monoel Ferraz de Araújo
Coronel[1] Manoel Ferraz de Araujo, f. em 1827 e foi casado 4 vezes: a 1ª em 1761 em Mogi das Cruzes com Izabel Pedroso Leite, f.ª de Antônio Leite de Barros e de Josefa Cardoso, 2ª com Maria Paes de Camargo, 3ª vez com Antonia Matilde do Amaral Gurgel e 4ª vez com Ana Bernardina de Araujo, sua parenta, fª de Pedro Bueno de Moraes e do Maria Leite Araujo. Teve 6 filhos da 1ª esposa e somente 1 da 2ª. Parte de sua descendência estabeleceu-se em Mogi das Cruzes.
Capítulo 6°
Antônio Ferraz de Araújo
Antônio Ferraz de Araujo, casou-se com Gertrudes Corrêa da Cunha, fª de Gaspar Vaz da Cunha e de Joana Gonçalves Murzilhos, de Nazaré. Foi morador em Camanducaia. Teve q. d.6 filhos que estabeleceram-se na maioria em Nazaré onde nasceram seus últimos filhos (década de 1760) ou no sul de Minas Gerais para onde alguns se dirigiram.
Capítulo 7°
Luiz José de Faria
Luiz José de Faria casou –se em Pintangui/MG, nada mais descobrimos.
[1] A patente de coronel era a mais alta patenta da Guarda Nacional criada em 1831 pelo regente Feijó. Até 1873 a Guarda Nacional prestava serviços auxilares ao exercitio brasileiro e a partir deste ano perdeu muita importância até sua extinção oficial em 1918, contudo até 1924 foram concedidas patentes da Guarda Nacional. Em todas as localidades onde exsitia uma corporação da Guarda Nacional sua principal divisão era a infantaria, mas dependendo do tamanho do território e do número de habitantes poderiam ser criados também a artilharia, cavalaria e infantaria de reversa. Em linahas gerais as patentes pela ordem de importância eram: Alferes, Tenente, Capitão, Major, Tenente-coronel e Coronel.
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