
1ª Foto Isidoro De Carlo (cap. 2°). 2ª Foto: Antônio De Carlo (cap. 3°)e sua esposa Maria do Carmo Leite
Capítulo 3º
Antônio De Carlo
Antônio De Carlo, mais conhecido como “Antônio Pito ou Pita”, apelido este, segundo relatos familiares, por ser possuidor de uma propriedade na Estância Lynce onde se encontrava grande quantidade de uma vegetação de nome Pita, nasceu aos 10.ABR.1900 no Largo Municipal nº 08 em Atibaia. Foirespeitado comerciante do ramo de açougue em frente ao mercado municipal (rua Benedito de Almeida Bueno) e proprietário de terras em Atibaia, tendo feito também viagens com tropas.[1]
Entre suas propriedades rurais, destacamos: 1)a chácara “Registro” com três alqueires e meio na Estância Lynce, onde hoje compreenderia aproximadamente entre o Macdonalds até aproximadamente a antiga pizzaria Estância, incluindo o loteamento Aclimação, feito por Antônio De Carlo, com a seguinte descrição em 1936, ano de sua aquisição: “…começam na ponte do Ribeirão do Moinho[2], segue margeando a estrada de rodagem de São Paulo até encontrar terras de Horácio Netto, confrontando com a estrada pública; ai faz canto, toma a direita e segue por um valo até o córrego Piqueri; ai faz canto, toma a direita e segue pelo corrego abaixo até o Ribeirão do Moinho, confrontando até aqui com Horácio Neto; deste ponto sobe o Ribeirão do Moinho acima até o ponto onde se começou, confrontando com Januário Antônio do Prado…”, 2) o sítio de 47 alqueires, no bairro do Itapetinga[3] adquirida em 1941 e 3) o sítio de 32 alqueires em Caetetuba, que era parte da antiga fazenda Campezina dos Ferraz, herdada por Monica Ferraz Bueno e seu marido José Herculano Bueno. Antônio De Carlo vendeu a mesma propriedade à família Yano que lá construiu um marco pela paz mundial, erigido pela colônia japonesa.
[1] Entre os companheiros de tropa (tropeiros) de Antônio Pita destacamos: Antônio Francisco do Prado “Antônio Vicente” n. aos 18.ABR.1912 em Minas Gerais e f. aos 04.JAN.2005 em Atibaia para onde se mudou em 1951 0u 57 com sua família.Antônio Vicente era c.c. Alfonsina n. aos 16.JAN.1924 e f. aos 27.JUL.2006 e tiveram 8 filhos: 1) José Vicente “Zezé” casado com 2 filhos: Mauro e Marcelo, com filhos; 2) Maria do Carmo “Carminha” casada com 3 filhos: Solange, Raquel e Rafael e ; 3) Nadir, falecida solteira; 4) Antônio Bueno do Prado “Guinho” n. aos 13.JUN.1948 e f. aos 21.MAR.2012 c.c Regina Ferreira do Prado, com quem teve: Rean e ˙Elton, com filhos; 5) Regilena; 6) Regina “Gigi”, gemeias e solteiras;7) Paulo “Paulinho” n. aos 23.JUL.1949 e f. solteiro aos 23.MAR.1996; naturais de Pouso Alegre e 8) Vanda, natural de Atibaia, c.c Flávio (ver 5.3., 4.2., 3.1., 2.5., 1.4., N° 04, cap. 5° do título Alves do Amaral).
[2]Segundo apuramos o ribeirão do Moinho começaria no encontro dos córregos do Itapetinga com o Piqueri, aproximadamente na rotatória da rua Itália até o rio Atibaia, contudo muitos também o tratam como Piqueri.
[3] Este sítio atualmente pertente a fazenda São Pedro, de propriedade de Cristiano Brito, cuja sede não existe mais, mas ainda podemos ver o platô da antiga sede, feito de pedras da época da escravidão. A pequena propriedade do autor deste trabalho no caminho do Parque Estadual da Grota Funda, muito provavelmente pertenceu ao citado sítio de Antônio De Carlo, o qual, muito provavelmente também deve ter pertencido as terras do capitão Jacinto Manoel Leite e ou de seus filhos, no século XIX.
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