se com Maria Barbosa Pires filha de João Barbosa Pires e de Messia de Siqueira. SL título Bonilhas. Teve q. d. pelo casamento em Atibaia os sete filhos seguintes:
Nº 01 Jeronima Maria de Siqueira (minha octavó)
Nº 02 Aleixo
Nº 03 Alferes João Barbosa de Siqueira
Nº 04 Maria
N° 05 Isabel Francisca
Nº 06 Antonia de Siqueira Franco
Nº 07 Gertrudes Franco
Nº 08 José Barbosa de Siqueira
Nº 01 Jeronima Mariade Siqueira (SL 2/48) casou em Atibaia 1º vez em 1788 com Manoel Alves Cardoso, os quais podem ser considerados tronco da antiga,numerosa e importante família Alves de Siqueirade Campo Largo de Atibaia, hoje cidade de Jarinu. Manoel Alves Cardoso era filho de Inácio Álvares Cardoso[1] e de Maria de Godoi, ver SL 1/491. Segunda vez Jeronima Maria casou-se também em Atibaia em 1815 com Jorge Pires do Prado filho de Bento Pires do Prado e de Izabel de Siqueira, teve q.d apenas do 1º casamento:
1.1. Ignácio, batizado em Atibaia em 1789.
1.2. Antônio Alves Barbosa casado em 1811 em Atibaia com Maria Francisca filha de Antônio Bueno de Camargo (irmão de Antônio de Almeida de Oliveira, citado no 1.3. a seguir) e de Luciana Maria, neta paterna de Felix de Almeida de Oliveira e de Quitéria Bueno de Camargo, neta materna de João Neves Garcia e de Joana Cordeiro do Amaral.
1.3. Joaquim Antônio de Siqueira, foi vereador em Atibaia nos mandatos de 1849/52 quando também exerceu o cargo de juiz municipal e novamente vereador entre 1853/56 . Casou-se primeira vez em 1811 em Atibaia com Maria Jacinta Cardoso (SL 1/328), fª de Joana Ortiz Camargo e de Antônio de Almeida Oliveira, este bisneto do alcaide-mor José de Camargo Pimentel, f°
alferes, porta-bandeiras, furriéis ou sargentos, tendo a maioria, pelo menos, treze anos de serviços nos regimentos da capitania. As atividades particulares dos capitães, em sua maioria, era a do comércio de “fazenda seca (mercadorias, gêneros), tropa de animais” ou “subsistiam de suas lavouras e de seus engennhos de assucar” ou ainda de aluguéis. Poucos viviam de seus honorários de funções públicas como as de “escriturário ou contador da junta real da fazenda. O Estado maior era composto por: mestre de campo (coronel), o sargento-mor e o ajudante e cada companhia por um capitão, um alfres, um sargento e 4 cabos de esquadra.. Os postos de capitão, tenente e alferes eram considerados oficiais de patentes das companhias dos terços e regimentos de infantaria ou de cavalaria auxiliar. Os postos de sargento, furriel, porta-bandeira e cabo, compunham o quadro de oficialato inferior das mesmas companhias de infantaria e cavalarias auxiliares (Dicionário das famílias brasileiras de Cunha Bueno e Barata Ribeiro e Raízes do Militarismo Paulista de Oliveira Melo). 2) Capitães da Guarda Nacional. Antes de tratar sobre a figura do capitão da guarda nacional é importante discorrer um pouco sobre a Guarda Nacional: Foi criada pelo regente Feijó aos 18.AGO.1831 para, entre outras coisas, extinguir os antigos corpos de milícias e ordenanças e acomodar as elites locais (classe proprietária = fazendeiros) nas altas patentes e seus empregados nas tropas que em tese auxiliariam o exercíto brasileiro na segurança nacional. Somente podiam ser oficiais os que fossem eleitores, lembrando que o voto era sensitário, portanto, somente podeim ser oficiais, os que, nas cidades menores, tinham renda de, no mínimo, 100 mil réis anuais e com idade entre 18 a 60 anos e nas cidades maiores os que tinham rende superior a 200 mil reis anuais. A Guarda Nacional foi extinta oficialmenete em setembro de 1918. Em linhas gerais e simplistas podemos dizer que as cidades tinham um ou mais regimentos e algumas companhias, dependendo de seu tamanho, e o alto comando da guarda era composto por: Coronel, Tenente-coronel e Major, já cada companhia tinha como comandantes: um capitão, um alferes e um tenente. O capitão comandante da companhia escolhia os seus auxiliares, indicando para aprovação os homens mais habilitados e desvinculados de todo e qualquer tipo de “ocupações indignas dos respectivos postos, como por exemplo a de taberneiro público. Por sua vez o capitão era indicado pelo comandante do terço ou regimento, por proposta encaminhada ao governador. Os oficias das companhias auxiliares viviam de seus negócios, eram na proporção de seus postos fazendeiros, sitiantes, comerciantes, mercadores, tropeiros, enfim viviam de seus ganhos nas suas atividades particulares. e dedicavam-se, quando necessário à manutenção da ordem pública, à captura de escravos foragidos, de criminosos, bem como quem desobedecesse as ordens superiores e a lei. Os capitães da guarda nacional como: Jacinto Alves do Amaral (cap. 5º do título Alves do Amaral), Jacinto Manoel Leite (tronco do título Leite), Antônio José de Freitas (tronco do título Freitas) e tantos outros citados neste trabalho eram via de regra, abastados fazendeiros, que viviam de suas propriedades rurais repleta de escravos, ou tropeiros e também serviam as milicias na qualidade de capitães, a maior autoridade militar das companhias, auxiliado por tenentes, alferes, sargentos, etc.
[1]Inácio Alvares Cardoso, filho do capitão Antônio Alvares Cardoso e de Ana de Ribeira Bueno, falecida em 1738, neto paterno de Manoel Álvares Rodrigues, natural de São Nicolau, Porto -Portugal e de Francisca Cardoso, neto materno de capitão Francisco Cubas de Mendonça e de Ana Ribeira da Luz (inseridos no capítulo intitulado Buenos da Ribeira de Silva Leme), casou em 1750 em Atibaia com Maria de Godoi Moreira filha de Balthazar de Godoi Moreira e de Rosa da Rocha. Ver SL. Godois Cap. 1º § 8º n.° 2.3.,3.9. Teve, além de Manoel Alves Cardoso os seguintes filhos: 1) José de Godoy Preto, 2) Francisco Alves Cardoso, 3) Gertrudes Alves Cardoso, 4) Ana Alves de Godoi, 6) Joaquim Alves Cardoso, 7) Inácio Alves Cardoso
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