Capitão Lourenço Franco Viegas nº 6832, 6864 e14.226, natural de Portel, Comarca de Évora, Portugal e falecido em 1700 em São Paulo, serviu honrosos cargos em São Paulo, onde foi Juiz Ordinário e mereceu carta firmada pelo própio punho do rei em que lhe agradecia os serviços prestados nessa cidade (avós em 11º grau), esse filho de Lourenço Franco Viegas e de Úrsula Gondinho. Isabel da Costa Santa Maria era filha de João da Costa e de Joana do Prado (avós em 12º).
3408 e3424 –Domingos Cordeiro Paiva, falecido em 1686 em Jundiaí onde foi morador. SL 2/229
3409 e 3425 –Suzana de Alamada, falecida em 1699 SL 2/229.
3410 e 3451 – Luiz do Amaral, natural de Setúbal, Portugal e falecido em 1713 em Jundiaí/SP. SL 8/398
3452 – Maria Saavedra, SL 8/398
3412 e3426 – Manuel Álvares Rodrigues, natural da Freguesia de São Nicolau do Porto em Portugal e falecido em 1730 em São Paulo. SL 1/175
3413 e3427 – Francisca Cardoso, SL 1/175. Era filha de Francisco da Fonseca Aranha SL 1/128 s.asc. e de Mécia Cardoso SL 1/128 (avós em 11º grau), esta filha de Isabel Cardoso, falecida em 1661 SL 8/553 e do Antônio Lourenço, falecido em 1658 em São Paulo, 6º filho do Título Carvoeiros de SL 1/83 (avós em 12º grau), este filho de Domingos Luiz “o carvoeiro”, (avô em 13º grau) natural de Marinhota, freguesia de Santa Maria da Carvoeira, Portugal. Cavaleiro professo da Ordem de Cristo, falecido em 1615 com testamento em São Paulo, filho de Lourenço Luiz e de Leonor Domingues (avô em 14º grau), naturais de Portugal. Foi fundador dea Capela de Nossa Senhora da Luz, no sítio do Guarepe, que antes fora por eles ereta no sítio chamado Piranga e que em 1603 foi mudada novamente para a mencionada paragem, onde hoje existe a estação da Luz no centro da cidade de São Paulo, sob os cuidados de seu filho Antônio Lourenço acima. Domingos Luiz foi casado com Ana Camacho SL 1/48/9 (avó em 13º grau) que faleceu com testamento em 1613 em São Paulo, essa filha de Jerônimo Dias Cortes e de (…) Camacho (avós em 14º grau), essa (…) Camacho era neta de Bartolomeu Camacho e de Catarina Ramalho (avós em 16º grau), essa filha de João Ramalho[1] e de Izabel Dias , nome de batismo, ou Bartira seu nome indígena (avós em 17º grau), essa filha do Régulo de Tibiriçá, Cacique, grande chefe indigena (avô em 18º grau). [retrato de João Ramalho e um de seus filhos, neto do chefe Tibiriçá]
3414 e 3430 –Capitão Francisco Cubas Mendonça, falecido em 1718, esteve em Minas Gerais onde extraiu grande quantidade de ouro. SL 6/236
3415 e 3431 – Ana Ribeira da Luz, falecida em 1741 SL 1/459. Era filha de Sebastião Preto Moreira, natural
de São Paulo, onde ocupou cargos de governo, falecido em 1696 SL 8/323 e de Mariana Bueno, falecida em 1687 SL 1/437 (avós em 11º grau), essa filha de Barbara Luiz, 4ª filha do Tronco do Título Carvoeiros de SL 1/81 e de Amador Bueno da Ribeira (avós em 12º grau). Amador Bueno da Ribeira foi Capitão-mor
e Ouvidor da Capitania de São Paulo, cargo que ocupou em 1627. Foi aclamado Rei de São Paulo em 1641, pelo poderoso partido formado por influentes castelhanos deSão Paulo. Amador não só recusou a honra, mas com a espada desembainhada, deu vivas como leal vassalo a D.João VI Rei de Portugal, cuja coroa restaurou a monarquia portuguesa apóas 60 anos de sujeição ao domínio dos Reis de Castela. Por este ato e por outros serviços que prestou a São Paulo e ao Brasil legou um nome imortal a seus descendentes e recebeu carta do Rei agradecendo-lhe pelo ato de fidelidade. Amador Bueno da Ribeira era o primeiro filho do Tronco do Título Buenos da Ribeira de SL. 1/418/9.
3416 e 3432 – Capitão Lourenço Franco do Pradon. em 1681 e f. em 1772.Foi por algum tempo morador na Minas de Pitangui,logo depois de sua descoberta, sendo eleito Juiz na época de elevção daquela freguesia em Vila. Faleceu em Guarulhos em 1772 com 91 anos e foi casado duas vezes,a 1ª vez com a nº seguinte e a 2º vez com Catarina de Lemos. Filho de Isabel da Costa Santa
[1] João Ramalho (* 1493 + 1580 São paulo) já se encontrava em São Paulo quando aqui chegou Martim Afonso de Souza em 22.JAN.1532, segundo historiadores chegou em solo brasileiro entre os anos de 1512 a 1515 e tinha grande descendência através de centenas de relacionamentos com as índias. Mesmo tendo relacionamento com várias índias foi ‘casado’ com Bartira, filha do chefe índio Tibiriçá. Sua descendência mameluca ajudou a construir a raça pauista, resultande da mistura de portugueses e índios, sendo João Ramalho e sua descendência indiscutivelmente os primeiros troncos de inúmeras famílias paulistas. João Ramalho em outubro de 1532 ajudou Martim Afonso de Souza a “subir” a serra e dar início da Vila de Piratininga, fundada em 08.ABR.1533, mais tarde Santo André da Borda do Campo que em 1560 deixou de existir, tendo sido Guarda-mor e Alcaide-mor da citada Vila. Seus descendentes ajudaram os jesuítas a fundar em 24/JAN.1554 a vila de São Paulo. Em 1562 João Ramalho foi eleito Capitão de Guerra e dois anos depois vereador,cargo que não assumiu sob a alegação de haver ultrapassado 70 anos. Morreu em 1580 deixando como dissemos consolidada colonização através do grupo social luso-tupi.
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