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portuguesa (ver Silva Leme, Título Pires e em Historia de Atibaia, por Waldomiro Franco da Silveira que em sua primeira parte conta-nos a cerca da centenária disputa entre os Pires e os Camargos em São Paulo).

3627– Maria Antunes, SL 8/323

3628 – João Pedroso de Moraes, Foi 1ª vez c.c Maria de Lima, f. em 1627. Foi cognominado: O terror dos índios, por sua audácia na exploração e do sertão e pela conquista foraz de índios. SL. 7/147. Era filho de Pantaleão Pedroso nº 7256 SL 7/167 e de Ana de Moraes D’Antas nº 7257 que cosou-se 2º com Francisco Velho (meus avós em 11º grau). Ana de Mores D’Antas era filha de Brites Rodrigues Anes nº 14515 e de Baltazar de Moraes Antas nº 14514, português que imigrou-se para São Paulo (meus avós em 12º grau). Brites Rodrigues Anes era filha de Joane Anes Sobrinho saiu de Portugal com três filhas (meu avô em 13º grau). Baltazar de Moraes Antas tem um ascendência nobre e será desenvolvida do final desse costado.

3629 –Izabel Correa, SL 7/147 s.asc.

3632 –João Pires – O PAI DOS JESUÍTAS – Foi nobre cidadão em São Paulo, onde foi declarado o pai dos jesuítas, por ser juntamente com seu amigo Fernão Dias Paes, os grandes defensores dos padres jesuítas, expulsos de seu colégio São Paulo, que deu o nome a futura vila e cidade de São Paulo e da Capitania de São Vicente em 13.JUN.1640 até 14.MAIO.1653. Para esta nascente povoação, várias nobres famílias de São Vicente transferiram-se para São Paulo como os Pires que inicialmente de São Vicente para Santo André e de Santo André para São Paulo, sendo João Pires “gago” como era conhecido, foi o 1º Juiz Ordinário da Vila de Santo André e dela passou a São Paulo, a este seguiram outras famílias nobres na 2º parte do século XVI, tais como as dos Camargos, Lemes, Cunhas Gagos, Prados, Antas Moraes, Alvarengas e outras. Foi João Pires grande proprietário de fazendas, gados e dono de uma extraordinária colheita de trigo. Com o seu grande respeito e forças sustentou e teve de encontro o Partido também grande da família dos Camargos, tendo sido sem dúvida Um dos maiores líderes do Partido dos Pires contra os Camargos pelo poder em São Saulo, que teve como fato crucial a disputa entre Pedro Taques e Fernão de Camargo “o tigre” no largo da matriz (hoje praça da Sé) em São Paulo resultando na morte de Pedro Taques que era aliado e o chefe do Partido dos Pires em 1641 em pleno Largo da Matriz por Fernão de Camargo. João Pires era 1º filho de Salvador Pires nº 72264[1] e de Mécia Fernandes nº 7265[2] (meus avós em 11ºgrau). Mécia Fernandes era neta materna de Antônio Rodrigues, um dos portugueses que já se encontravam no Brasil antes da expedição de Martim Afonso de Sousa em 1531/32. Salvador Pires era filho Maria Rodrigues nº 14529 (avó em 12º grau), filha de Garcia Rodrigues e de Izabel Velho (avós em 13º grau), e de outro Salvador Pires nº 14528 (avô em 12º grau), este filho de João Pires nº 29.056 (avô em 13º grau), todos naturais do Porto. Esse João Pires chegou em São Paulo com seu filho Salvador e seu primo Jorge Pires em 1531 com Martim Afonso de Souza, eram cavaleiros fidalgos e deram origem a família Pires em São Paulo, primeiro estabelecendo-se em São Vicente, depois passaram para Santo André da Borda do Campo onde se fixaram, sendo João Pires o 1º Juiz Ordinário da Vila de Santo André em 1553. Já, João Pires nº 3532é bisneto do homônimo, faleceu em 1657 em São Paulo e foi sepultado juntamente com sua mulher na capela-mor do colégio dos jesuítas em São Paulo, que após sua demolição em 1890 ou 1891 foram seus restos mortais transferidos juntamente com o velho altar daquela capela para o santuário do Sagrado Coração de Jesus em São Paulo. Era o 9º filho de Salvador Pires e de sua 2º mulher Mécia Fernandes. SL. 2/132/6.

3632 – Messia Rodrigues, natural de São Vicente, falecida em 1665 SL 7/457.

3634 – Lourenço Castanho Taques, Casou-se em São Paulo em 1631. Foi sem dúvida um homem de grande valor, tendo ocupado diversos cargos em São Paulo. Foi proprietário da fazenda que se localizava na ribeira do Ipiranga, a qual pertenceu ao seu pai Pedro Taques, Tronco da família Taques Pompeu por SL. Recebeu um convite do príncipe regente D. Pedro em 1674 para o descobrimento de ouro e de prata, para somar-se com a diligência de Fernão Dias Paes. Faleceu em 1677 em avançada idade, depois de recolhido da consquista dos Cataguazes. Foi Governador das Minas do Caethé. Era, portanto, filho de Pedro Taques, falecido com testamento aos 26.OUT.1644 e de Ana de Proença, natural de de São Paulo, (meus avós em 11º grau). Foi

 


[1] Salvador Pires teve grandes lavouras mantidas por numerosos trabalhadores que eram índios catequizados sob sua adminsitração. Foi pessoa principal no governo da capitania e faleceu com testamento em 1592 em São Paulo na sua fazenda de culturas, situada acima da cachoeira do Patuais no Rio Tietê, com uma légua de terras em quadro. Foi testamenteiro e curador de seus filhos, Bartolomeu Bueno da Ribeira (Tronco do Tìtulo Buenos da Ribeira de SL, que era seu genro).

[2] Mécia Fernandes nome de batismo ou Meciaçu nome índígina, era filha de Antônio Fernandes e de Antonia Rodrigues (meus avós em 12º grau), Antonia Rodrigues era filha de Antônio Rodrigues e da índia batizada pelo padre José de Anchieta com o nome de Antonia Rodrigues (meus avós em 13º grau), essa índia era filha do cacique Piquerobi, Maioral de Urarai (meu avô em 14º grau). Antônio Rodrigues era um dos portugueses que já se encontravam no Brasil quando a 1ª expedição colonizadora de Martim Afonso de Souza aportou em São Vicente, acredita-se que Antônio Rodrigues já se encontrava no Brasil entre os anos de 1505 a 1510. Juntamente com João Ramalho e outros portugueses iniciaram o processo de miscigenação entre europeus (especialmente portugueses e índios), dando origem aos primeiros mamelucos e porque não dizer aos primeiros brasileiros, já que a mistura das raças não produzia mais europeus e nem índios, e sim uma nova raça de bravo sertanistas e bandeirantes que explorarm os mais longínquos lugares, ajudando a formar e definir nosso imenso território e nossa brava gente brasileira.

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