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5.5. Maria das Dores, c. c. Eladio Peres Gonzales.

5.6. Terezinha

4.7. Rita, profª, c. em 1916 com Sebastião Arantes, médico, teve:

5.1. Maria de Lourdes Arantes, c.cJ. Policiano Leite.

5.2. Carlos Carlos Raul Arantes, médico e

5.3. Terezinha Arantes, c. c. Rubens Ferraz.

4.8. Maria, professora, c.c José Lourenço, já falecido; teve:

5.1. Esteia, casada em 1940 com seu parente Caruzo Neto, poeta e jornalista, ex-lente da escola normal de Pirassununga, foi alto funcionário da secretaria da educação.

5.2. Noemia de Morais Lourenço

5.3. Antônio de Morais Lourenço.

4.9. Silvia, professora, c.c Raul Spinola Dias; teve:

5.1. Maria Silvia e

5.2. Maria Rita.

4.10. Benjamin Vieira de Morais, foi médico, casou-se em 1935 com Maria Lopes; teve:

5.1. José Roberto e

5.2. José Carlos.

3.2. Coronel Manoel Franco da Silveira n. aos 02.MAIO.1865 em Pirassununga onde faleceu em outubro de 1912; foi político de grande influência, tendo dirigido com inteligência e probidade os negócios públicos de sua terra natal. Transcrevemos abaixo o necrológio no “Jornal do Comércio” de 07.OUT.1912:

“[…] Exemplo de caráter, de civismo, de trabalho persistente, de iniciativa feliz, de esforço desinteressado, deixa ele um padrão de que bem se podem orgulhar não só os seus conterrâneos, como também todos os paulistas. Republicano histórico, seu espírito egualitario o tornou desde muito cedo, conhecido e respeitado em Pirassununga embora não se dedicasse à vida pública, pois que encaminhara a sua atividade para a agricultura […] em 1889 os seus amigos o foram buscar no retraimento em que vivia, e o impuseram ao sufrágio […] nas eleições de 7 de Janeiro de 1902 ele era posto […] presidente e intendente da Câmara Municipal. O que foi a sua administração, diz-se em duas palavras: foi reeleito. A cidade rejuvenecia sob a sua administração; as finanças desorganizadas, desfalcadas e desequilibradas normalizavam-se sob a sua acertada gestão, os melhoramentos na cidade apareciam dia a dia, e a sua tenacidade e vontade de ferro, levava até o fim todas as obras iniciadas. […] Aos seus esforços deve Pirassununga: a Santa Casa, o ajardinamento da cidade, a restauração da Matriz, e ainda a criação da Escola Normal. Abriu pois um sensível claro o desaparecimento do Cel. Manoel Franco da Silveira e é justo e explicável o sentimento a que nos associamos, que lavra na população de Pirassununga, que nele teve um dos mais desinteressados e valiosos benfeitores”. Foi c.c Rita Augusta de Melo, natural de Piracibaca, n. em 1866 e f. em 1944. Tiveram:

4.1. Pedro Franco da Silveira, coletor estadual de Pirassununga, c.c Maria Madalena da Conceição; teve:

5.1. Maria Esteia e

5.2. Marilda

4.2. Odilon Franco da Silveira, farmacêutico.

4.3. Maria José.

4.4. Alzira

4.5. Amador Franco da Silveira; farmaceutico, foi prefeito de Pirassununga e também gerente da caixa econômica local.

4.6. Ondina, c.c Adolfo Vasconcelos; teve:

5.1. Manoel Adolfo

3.3. Francisco da Silveira Franco, falecido em dezembro de 1896, com 28 anos, foi casado aos 23.MAIO.1892 com sua prima Ana Cintra (v. adiante); teve:

4.1. Francisca Cintra, casada em 1918 com seu primo João Vieira de Morais (ver desc.adiante).

4.2. Maria Sebastiana, c.c Irineu Almeida; teve:

5.1. Irineu

5.2. Sérgio

5.3. Flávio Henrique

5.4. Maria Angélica

4.3. Francisco Cintra de Lara Franco, formado em direito, foi escrivão de paz do distrito da Lapa; faleceu em junho de 1940; foi c.c Colimeria Pereira da Silva; sem desc.

3.4. Maria das Dores, c.c seu tio cel. Cristiano Franco de Andrade.

3.5. Maria, c.c Francisco Biliene em julho de 1911; teve:

4.1. Marta

4.2. Jurema, casado em junho de 1935 com Antônio Aguiar Souza; teve:

5.1. Antônio, nascido aos 23.MAR.1936 e

5.2. Carlos, nascido aos 05.FEV.1941.

4.3. Antônio

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