seu primo de 3° grau (tinham um casal de bisavós em comum) Benedicto Peçanha n. aos 30.MAR.1918 e f. aos 21.MAIO.1997, foi fazendeiro em Piracaia e em Atibaia e considerado no meio rural como grande cavaleiro de seu tempo, era f° de José Peçanha Franco (ver 2.4., 1.7. adiante) e de Delfina da Silveira Peçanha ( ver 2.2., 1.6., N° 06, cap. 6° adiante).
4.1. Benedito Aparecido Peçanha n. aos 09.OUT.1945 e f. solteiro em Piracaia onde resideia aos 22.MAR.2013.
4.2. Maria Isabel, foi c.c Otelo Helena, comerciante em Atibaia. Teve:
5.1. Flávia, professora e advogada, solteira.
5.2. Renata c.c Marco, advogados. Teve:
6.1. Júlia
5.3. Marcelo, solteiro.
4.3. Maria Aparecida, professora, divorciada do português Antônio Mendes. Teve:
5.1. Antônio Paulo, casado residente em Portugal., professora, solteira.
5.2. Maria Helena
5.3. João Ricardo, analista de sitemas.
4.4. Maria Antonia, diretora de escola municipal, c.c Glauco Edmo Tonon. Teve:
5.1. Eric, policial civil, n.aos 29.JUL.1978 c.c Cristiano Melissa Machado Tonon.
6.1. Maria Eduarda Machado Tonon n. aos 05.DEZ.2005.
6.2. Vitor Machado Tonon n. aos 16.JUN.2009.
5.2. Lívia Maria , n. 1980 c.c Dalton da Rocha Ferreira.
5.3. Bruno Vicicius n. 1985.
4.5. José Benedito Peçanha, pecuarista emAtibaia, c.c Lucia Granda. Teve:
5.1. José Eduardo, engenheiro ambiental.
5.2. Juliana
5.3. Carlos Henique
4.6. Maria Cecília, engenheira, viúva de Francisco de Assis Aguiar, sem descendentes.
4.7. Maria Joana, solteira.
1.6. Maria Justina do Amaral n. aos 09.DEZ.1853 e falecida solteira aos 12.FEV.1926., sepultada no cemitério São João Batista em Atibaia, juntamente com seu irmão Bento Paes.
1.7. Maria Salomé do Amaraln. em 1860 em Atibaia e aí f. aos 02.DEZ.1912, foi casada em
Atibaia aos 08.SET.1874 com José Pessanha Franco (casal da foto ao lado) n. aos 22.OUT.1848 e f. aos 22.OUT.1898, fazendeiro no bairro da Cachoeira em Atibaia, filho de Joaquim Pessanha Falcão e de Delfina Franco, neto paterno de Ana Maria Franco e de João Pessanha Falcão, este filho de outro nome, o qual pode ser considerado tronco da família Peçanha ou Pessanha de Atibaia ou região(ver título Siqueira Franco, cap. 10º, Nº 08, 1.1.) e de Ana Maria Franco, e neto materno do Alferes Manoel José Rodrigues e de Maria Policarpa Franco (SL. 2/93 e 108). Maria Salomé casou-se 2a vez com Claudino Alves Cardoso, natural de Nazaré. Teve5 filhos do 1° marido:
2.1. Capitão Benedito Peçanha Franco n. aos 09.SET.1878 em Atibaia e f. aos 07.SET.1935 em São Paulo, sendo sepultado em Piracaia. Foi c.c Maria Carmelita Leite (ver N° 02, cap. 4° do título Leite), falecida também em 1935, filha do Coronel José Jacinto Leite e de Caetana da Silveira Franco.Foi o Capitão Benedito, pessoa de destacada importância em Piracaia onde era fazendeiro e político da situação e pode ser considerado o tronco da família Peçanha daquela cidade. Transcrevemos aqui tópicos do necrológio estampado no “O Piracaiense” de 15.SET.1935, para melhor retratar a personalidade de Nhonhô Peçanha, como era conhecido.
“Traiçoeiro mal, desafiando impiedosa e cruelmente a competência médica, no curto prazo de sete dias, derrubou por terra para levantar no coração da Posteridade, o corpo desse varão de Plutarco que em vida se chamou Benedito Pessanha Franco! […] um dos sólidos elementos para o engrandecimento desta terra que tanto amou com aquele carinho próprio de seu feitio[…]melhor, muito mais eloquente foi a manifestação de pesar feita pela população desta e das cidades vizinhas! Todos sem distinção de classe, sentindo apenas a dor imensa, queriam, cada qual, com mais carinho, com mais afeto, com mais veneração, prestar a derradeira homenagem ao querido, ao estimado Nhonhô Pessanha. Em sua propriedade agrícola Santa Maria, onde Nhonhô desenvolvia sua atividade, foi ele acometido domingo dia 19 do corrente de súbito mal. Transportado para o seu palacete, nesta cidade, à Praça Santo António, a conselho de seus hábeis assistentes, foi o Sr. Benedito internado na Casa de Saúde Santa Rita na Capital e ali entregue aos cuidados dos doutores Zeferino Amaral e Celestino Bourroul. Tudo que a ciência médica, pêlos seus luminares podia e devia fazer, foi empregado; o mal porém desafiava e o anjo macabro da Morte vinha rondando o leito de Nhonhô Pessanha, até que às 9 horas da manhã do dia 7.
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