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2.4. José Gomes da Cunha, c.c Maria Josephina da Cunha. Com geração

1.7. Ana Maria de Oliveira, c.c seu tio Bento Domingues de Alvarenga, fº do capitão Fortunato e de Custodia. Teve:

2.1. José Domingues de Alvarenga, falecido com 17 anos

2.2. Fortunato Antônio de Alvarenga casado no Espirito Santo do Pinhal. Sem geração.

2.3. Tenente Francisco Domingues de Oliveira c.c Henriquetta Pereira da Silva fª de Luiz Manoel Pereira da Silva. Com único filho:

3.1. Avelino

2.4. Capitão Jacinto Domingues de Alvarenga c.c Florinda. Sem geração.

2.5. Maria do Nascimento foi viúva de Delfim José Soares, fº de João do Porto. Teve:

3.1. João Delfino c.c Adelina fª de Elias Rodrigues de Alvarenga.

3.2. Delfino José Soares c.c Elpidia fª de Firmino José Vieira. Com geração.

3.3.  (…)

3.4. Sebastiana c.c Flaminio Batista Simões. Com filhos.

2.6. Ana, c.c Custodio (…). Com geração.

1.8. Francisca, c.cAntônio Inocencio de Carvalho, natural de Minas. Com geração.

N° 05 José, nada descobrimos.

N° 06 Umbelina, nada descobrimos.

 

Capítulo  3°
Ana de Oliveira

            Ana de Oliveira casada em 1809 em Atibaia com Bernardino Pereira de Araújo, filho de Manoel Pereira de Araújo e de Rosa Maria, com descendentes, mas sem informações.

 

Capítulo  4°
Manoela de Oliveira

            Manoela de Oliveira n, 1796. Nada descobrimos.

 

Capítulo  5°
José Cesar

            José Cesar[1]ou Oliveira Cesar nasceu em Atibaia entre 1785 a 1798 (no censo de 1810 tinha 12 anos), casou-se entre 1800 a 1807 com Caetana (…). Teve q.d:

N° 01 João de Oliveira Cesar[2]nasceu em Atibaia entre 1808 a 1816 pois segundo seu falecimento ocorrido aos 17.OUT.1902 tinha 94 anos em sua chácara situada no bairro da Ressaca (certidão de óbito Livro C 7, fls. 86v, n° 214) e segundo o censo de 1846 ele tinha 30 anos, portanto, nascido em 1816, o mais provável. Deixou como bens imóveis: uma casa na rua José Lucas (501,800), terras no bairro da Ressaca (150,00), um sítio de 13 alqueires de nome Anhumas no bairro da Cachoeira (520,000) e terras de uma chácara no subúrbio da cidade com uma casa de moradia (1.250.000), onde acreditamos também ser na ressaca ou próximo, num total de 2.505.800 (dois contos, quinhentos e cinco mil reis). João de Oliveira Cesar foi casado entre 1838 até o início de 1840, pois sua filha mais velha nasceu em novembro de 18409 com Escolástica Maria Cardoso[3], nascida em

 


[1] José Cesar foi citado na obra de Silva Leme como filho de Francisco Xavier Cesar, mas lá não consta com quem foi casado e embora não tenhamos encontrado este casamento nos arquivos da cúria, não temos nenhuma dúvida que o ‘José’ citado no SL como filho de Francisco Xavier Cesar e sua primeira esposa, é o José Cesar, pai de João de Oliveira Cesar, cujo inventário foi por nós consultado e toda descendência foi citada aqui. A citada relação de parentesco exposta aqui é perfeitamente possível pelas datas de nascimento tanto de José (1785 a 1790) quanto de seu filho João nascido em 1808 e embora, não tenhamos encontrado a certidão de casamento de José, que seria a prova documental do que alegamos, face a nossa absoluta certeza da citada relação de parentesco é que decidimos expor neste trabalho desta forma, com certeza de estarmos certos.

[2] No censo de 1846 encontramos um certo João de Oliveira Cesar com 30 anos, portanto, nascido em 1816, c.c Escolásticaa com 24 anos, portanto nascida 1822 com os seguintes filhos: Maria com 6 anos, Damasio 3 e Justina com 1 ano, todos de cor parda. Dos filhos descritos no inventário de João de Oliveria Cesar, somente constou uma de nome Maria, contudo, muito provavelmente se trata do mesmo João de Oliveira Cesar e decidimos colacar no texto.

[3] Segundo certidão de óbito de Barbara de Oliveira Cesar, uma das filhas de João de Oliveira Cesar e Escolástica Maria Cardoso, encontrada nos registros do cemitério São João Batista, ela era branca, porém, as certidões de óbito de seus irmãos João e Ana Cesar, classificaram como pardos. Como muito provavelmente João de Oliveira Cesar era branco, concluímos que Escolástica Maria Cardoso, era negra ou muito provavelmente mulata, filha de mãe negra e pai branco. Muitos descendentes deste casal (João de Oliveira Cesar e Escolástica Maria Cardoso) também casaram-se com pessoas de matriz africana, como minha trisavó, Barbara de Oliveira Cesar. Portanto, a partir de deste casal temos o lado mulato da família Oliveira Cesar de Atibaia.

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