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bairros Jardim Paulista e Jardim do Lago. Infelizmente não conseguimos descobrir o nome do seu pai[1]. No anuário ou ‘almanak’ da província de São Paulo do ano de 1873 consta-o como proprietário de rancho para tropas, mesma atividade do capitão Jacinto Manoel Leite, tronco do título Leite deste trabalho.

Antônio Raimundo de Freitas casou-se, sem impedimentos, aos 09.OUT.1869 também em Juqueri com Vicência Barbosa de Almeida n. aos 30.JUL.1853 em Mairioprã e f. aos 29.OUT.1916 em Atibaia sendo sepultada no cemitério São João Batista. Vicência era filha do tenente Joaquim Augusto de Almeida (ver N° 01 do 3° capítulo do título D’Elboux) e de Antonia Barbosa de Albuquerque, esta falecida aos 29.FEV.1888 em Atibaia, ambos naturais e moradores de Juqueri onde casaram-se aos 18.OUT.1838. Vicência Barbosa de Almeida era neta paterna de Carlos Augusto D’Elboux e de Gertrudes Joaquina de Almeida, naturais de Juqueri, neta materna do alferes Francisco de Paula Barbosa, natural de São Paulo e de Ana Maria de Albuquerque, natural de Cotia/SP, os quais residiam no bairro da cachoeira, na freguesia de Santa Ifigênia, distrito de paz do município de São Paulo e que casaram-se aos 11.FEV.1802 na catedral da Sé em São Paulo[2]. Do casal Antônio Raimundo de Freitas e de Vicência Barbosa de Almeida, descendem seis filhos:

 

1.1.Benedita de Freitas Cunha nascida aos 25.NOV.1873 em Atibaia e aí falecida em 1937, foi c.c João Lúcio da Cunha, f. aos 16.JUL.1935 com quem teve onze filhos:

2.1. Aurora da Cunha, nascida em 1903 e falecida em 1993 em Ribeirão Preto onde vivia. Era c.c Edmundo Russomano, teve que descobrimos:

3.1 Clara

3.2. Anésia

3.3. Nelson, todos residentes em Ribeirão Preto.

2.2. João Lúcio da Cunha Filho f. aos 29.AGO.1974, foi c.c Josefa Maria de Jesus, f. aos 24.SET.1991. Teve q.d.:

3.1 Juraci Lúcio Jr., n. aos 22.MAR.1941 e f. aos 20.ABR.2009.

3.2. Janete, c.c Darci Gouveia Gomes, aposentado do antigo banco banespa, tiveram dois filhos:

4.1. Fabiano

4.2. Graciele

3.3. Jaime Lúcio Júnior, casado com Guiomar Moreira. Teve:

4.1. Leandro

4.2. Leonardo

2.3. Lúcio da Cunha, c.c Nina Casasanta de Piracaia, ambos já falecidos teve q.d:

3.1. Almenor, já falecido e sem descendência.

2.4. Eleonor da Cunha, casado em 2º núpcias com Maria, ambos já falecidos. Teve q. d:

3.1. Roberto

2.5. Natália da Cunha, foi c.c Américo Almendra, foram residentes no Rio de Janeiro onde faleceram. Teve uma única filha:

3.1. Lia da Penha Almendra, c.c um médico de São José dos Campos, onde residem.

2.6. Julieta da Cunha, foi c.c Miguel Mora, espanhol, ambos falecidos. Teve um único filho:

3.1. Eraldo, casado e residente em Brasília/DF.

2.7. Rosa da Cunha, f. aos 19.FEV.1990, foi c.c Manoel de Camargo, f. aos 10.OUT1995. Teve 12 filhos:

 


[1] O nome do pai de Antônio Joaquim de Freitas foi omitido na sua certidão de nascimento e casamento, contudo, ousamos fazer algumas deduções sobre sua paternidade. Como sua mãe, Escolástica Rodrigues de Almeida ficou viúva em 1836 com apenas 29 anos e era moradora num sítio no bairro do Mato Dentro de Juqueri, região evidentemente com poucos moradores é fácil deduzir que suas relações pessoais eram extremamente reduzidas aos familiares. Portanto, ou Antônio Joaquim era filho de batina, ou seja, filho de um padre ou acreditamos ser muito provável que Escolástica tenha tido um relacionamento com um de seus enteados (filhos do 1° casamento de seu marido Aleixo José Bueno f. em 1836): 1) Francisco Bueno da Cunha casado em 1834 com Maria Caetana filha de Francisca Margarida Cardoso e do 3° capitão-mor de Atibaia José de Siqueira Franco ou 2) José Bueno da Cunha c.c Maria, irmã de Francisca Margarida, ambas filha do cap. Jerônimo de Godoi Moreira, ambos moradores de Atibaia. Como ambos eram seus enteados e já deviam se encontrar casados em 1844 (ano de nascimento de Antônio Joaquim) isto explicaria a omissão da paternidade de Antônio Joaquim. Outro fato que nos faz crer nesta hipótese seria a grande amizade entre os irmãos Raimundo José e Antônio Joaquim e a mudança de ambos para cidade de Atibaia, já que os meios irmãos de Raimundo José já se encontravam em Atibaia e um deles muito provavelmente seria o pai de Antônio Joaquim. Outro fato é que embora Raimundo José fosse filho do seu marido, tanto ele como Antônio Joaquim levaram o mesmo sobrenome: Freitas o que indicam que tinham a mesmo origem paterna.

[2] Descobrimos outros três filho do casal Francisco de Paula Barbosa e Ana Maria da Conceição Albuquerque: I – Salvador Barbosa de Albuquerque falecido em 1877 que foi c.c Benedita Francisca Villaça com quem teve uma filha Guilhermina falecida na menoridade; II – Inocêncio Barbosa de Albuquerque falecido aos 02.JUN.1867, foi casado 2 vezes, 1ª vez com Josefa Rodrigues de Freitas falecida aos 10.OUT.1867 (ver cap. 7 deste título) e 2 ª vez com Candida Maria filha de Flávia Maria do Espírito Santo e de José Custódio Correia, que também tinha terras no bairro do Mato Dentro de Juqueri; III – Joaquina Barbosa de Albuquerque falecida aos 10.OUT.1867 foi c.c. João Pinto Barbosa, provavelmente seu parente com quem teve: 1) Miquelina; 2) José; 3) Ana; 4) João; 5) Luiza; 6) Maurício; 7) Joaquim; 8) Maria e 9) Antônio.

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