(Começando dos mais antigos aos mais recentes)
Na paróquia de S.Giovanni Battista em Ospedaletto Eugano há livros de batismos a partir de 14.JAN.1586[1] (1º registro de batismo), casamentos a partir de 1590 e mortes também a partir do final de 1500, mas, em razão do pouco tempo disponível durante as três viagens realizadas por este autor apenas se pesquisou cerca de 80% (oitenta por cento) a 90% (noventa por cento) do livros ali existentes. Todos os Bedores que encontramos eram moradores incialmente entre 1500 a aproximadamente 1900 na localidade conhecida como della torre ou na via (rua) Riva di Fiume (município de Este, embora esteja mais próximo de Ospedaletto, próxima a Torre) e posteriormente na via Altura (município de Ospedaletto, embora esteja na verdade entre os dois municípios).
Foram encontradas e transcritos cerca de 200 certidões de batismos, 50 de matrimônios e cerca de 20 de mortes somente da família Bedore.
Entre os mais antigos membros da família Bedore encontrados nos livros pesquisados na paróquia de Ospedaletto e que não encontramos relação com a família de Vicenzo (o mais antigo Bedore da minha família), embora com certeza absoluta seja a mesma família, destacamos:
Também encontramos nas décadas de 1630 a 60 outros nascimentos de crianças filhas de um tal ● Francesco Bedore que em algumas certidões consta como originário ‘della Torre’ e outras da ‘via altura’ que casou-se com Lucia Magione e Marietta e são elas (crianças): Girolano ou Giacomo, nascido aos 26.NOV.1634 que casou-se em 1659 com Maria filha de Francesco Menoacia, teve que descobrimos: Lucia, nascida aos 20.OUT.1660, Maria (irmã de Girolamo ou Giacomo) nascida aos 15.08.1641 e Franceschina aos 13.SET.1643, casada em 1663 com Francisco Menoman e uma certidão de casamento de um certo Mattio, filho de Francesco com Maria filha de Bartolomeo Panan em 1658. Encontramos também alguns filhos de um tal ● Gaspar Bedore, são eles: Vicenzo aos 24.MAIO.1654, Cattarina aos 12.ABR.1660 e Domenica aos 06.AGO.1665. Finalmente encontramos uma certidão de casamento de um certo ● Giovanni Maria, filho de Zuane com Anzola Gastone, filha de Melchiore, em 1647, bem como encontramos uma certidão de batismo de um filho de um de Gio Maria Bedore, acima, a saber: Gio Batta aos 24.ABR.1649 e uma certidão de casamento de um certo Francesco Bedore filho de ● Biasio Bedore e de Zoane Panana aos 08.AGO.1672 outra de casamento de uma Cattarian Bedore, filha de Biasio com Sebastiano aos 21.MAIO.1674 e outra de casamento de um certo Zuane, filho de Biasio Bedore com Domenica, filha de Zuane Mazzo aos 09.JUL.1679.
Possivelmente Vicenzo, e Gaspar eram irmãos ou primos de Marco que era filho de Zuane; bem como Francesco, Gaspar, Gio Maria e Biasio, sejam filhos de Vicenzo, Marco Antônio ou de Gaspar, portanto, eram irmãos e ou primos.
Vejamos a seguir a ascendência e descendência da família Bedore de (1) Ernesto (tronco da 2º família que estabeleceu no Brasil), filho de (2) Luigi, este irmão de Giuseppe (tronco da 3ª família Bedore que estabeleceu no Brasil), ambos filhos de ● (3) Giovanni Battista Bedore (*13.09.1827 + 20.02.1907), que era filho de ● (4) Giovanni Maria Bedore
[1] Os registros de batismos e casamentos passaram a ser obrigatórios nas igrejas católicas a partir do Concílio de Trento que se deu entre 1545 a 1563, portanto, somente a partir de 1564 é que as igrejas católicas começaram a ser notificadas da resolução do Concílio que tornava obrigado o registro dos atos de batismo e casamento e para isso toda criança batizada na igreja deveria possuir um nome cristão e um sobrenome de família, desta forma, as famílias que ainda não possuíam nomes de família, foram obrigadas a assumir o termo que os identifica-se, o uso sobrenomes familiares foi então implantado definitivamente. Já os registros de óbitos passaram a ser obrigatórios a partir de 1614.
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