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em 23ºgrau), este filho do Conde Henrique e de D. Teresa (avós em 23º grau) , esta filha de D. AFONSO VI DE LEÃO (avô em 25º grau) . Voltando a Froile Sanches esta foi casada com D. Pedro Fernandes, o Braganção (avô em 21º grau), foi alcaide-mor de Bragança no ano de 1193, ano que o Rei de Leão a teve cercada e que o Rei Sancho I, a foi socorrer. Este D. Pedro Fernandes era filho de Tereza Soares (avó em 22ºgrau), esta filha de Soeiro Mendes, o bom da Maia (avô em 23º grau). Teresa Soares era casada com D. Fernando Mendes (avô em 22º grau), rico homem, senhor de Bragança, e mais terras de seu pai. Foi chamado de Braganção e por outro nome: o bravo. Achou-se com o Rei D.Afonso Henriques em todas as batalhas de seu tempo e na batalha do campo de Ourique. Casou primeira vez com D. Tereza Afonso, filha legítima do Rei Afonso Henriques (pintura ao lado), que foi tirada do seu primeiro marido o Conde D. Sancho Nunes Barbosa, simplesmente para placar a ira daqueles que riram dele, quando num jantar com o Rei de Coimbra caíram-no natas pelas barbas. Não teve filhos com a 1ª esposa, somente com a 2ª. Este D. Fernando Mendes (avô em 22º grau) era filho de D.Sancha Viegas de Baião (avó em 23º grau), filha de de D. Egas Gozende, senhor de Baião e de sua esposa D. Gotina Nunes (avós em 24º grau). D. Sancha Viegas de Baião era casada com D. Meno Fernandes de Bragança (avô em 23º grau), este filho de uma filha (avó em 24º grau) do REI AFONSO VI DE LEÃO (avô em 25º grau, ver acima) e de Fernando Mendes de Bragança (avô em 24º grau), rico homem, chamado o velho, que sucedeu seu pai no Senhorio da Casa de Bragança e mais terras, que eram muitas na província de Traz-os-Montes, entre Bragança e Miranda, este filho de uma princesa da Armênia (avó em 25º grau) que com o Rei seu pai veio em romaria visitar o corpo do Apostolo S.Thiago em Compostela e de D. Mendo Alam (avô em 25ºgrau), ilustre cavaleiro, Senhor da Vila de Bragança que depois foi cidade. Vivia no tempo do Rei D. Afonso VI de Leão, avô de D.Afonso Henriques, primeiro REI DE PORTUGAL, já citado acima.

 

Ascendência de Catarina Nunes Velho nº 216.921
(minha avó em 16º grau)

            Catarina Nunes Velho era filha de Fernão Vaz Pacheco (avô em 17º grau), era fidalgo de Vila França, filho de Pedro Vaz Pacheco, que de Portugal passou casado à Vila de França (avô em 18º grau). Fernão Vaz Pacheco era casado com Izabel Nunes Velho (avô em 17º grau), essa filha África Anes (avó em 18º grau), filha de de Gonçalo Anes e de Simoa de Sá (avós em 19º grau).África era casada com Nuno Velho de Melo (avô em 18º grau), esse filho de Diogo Gonçalves Travassos (avô em 19º grau), filho Martim Gonçalves Travassos e de Catarina Dias Melo (avós em 20º grau). Diogo Gonçalves Travassos era casado com Violante Cabral (avó em 19º grau), irmã do frei Gonçalo Velho Cabral comendador do Castelo de Almoural, descobridor e donatário das Ilhas de Santa Maria e de São Miguel. Violante era filha de Fernão Velho e de Maria Álvares Cabral (avós em 20º grau), essa irmã de Luiz Álvares Cabral, casado com Constança Anes, que foram BISAVÓS PATERNOS DO ALMIRANTE PEDRO ALVARES CABRAL, O DESCOBRIDOR DO BRASIL. Maria Álvares Cabral era filha de Álvaro Gil de Cabral, Senhor e Alcaide-mor de BELMONTE (avós em 21º grau).

 

Ascendência de Jorge Furtado de Souza nº 216.920
(meu avô em 16º grau)

            Jorge Furtado de Souza era filho de Martins Furtado (avô em 17º grau), esse filho de Soalanda Lopes, descendentes de nobres flamengos (espanhóis) e de Martins Anes Furtado de Sousa, fidalgo da geração dos Furtados, Correas e Souzas da Ilha da Madeira (avô em 18º grau). Martins Furtado era casado com Maria Martins (avó em 17º grau), essa filha de Izabel da Costa e de João Gonçalves Botelho, descendestes dos Arrudas Costas (avós em 18º grau), esse filho de Gonçalo Vaz Botelho (avô em 19º grau) que com sua esposa e filhos foi em 1445 ou 1450 povoar a Ilha de São Miguel por ordem do Infante Dom Henrique, Ilha essa descobeta pelo frei Gonçalo Velho Cabral (citado acima na ascendênia de Cataharina Nunes Velho) o qual aos 15.AGO.1432 também descobriu a Ilha de Santa Maria. Gonçalo Vaz Botelho era filho de Pedro Botelho (avô em 20º grau), comendador da Ordem de Cristo, que foi juntamente com sua gente socorrer ao Rei Dom João I na batalha de Aljubarrota aos 14.AGO.1385, como se refere José Soares da Silva, acadêmico a real academia, nas Memórias de Dom João I, tomo 3, capítulo 252, página 1254. Pedro Botelho era casado com Izabel Anaes de Buaco (avó em 20º grau), essa última filha de Gonçalo Anes de Buanco (avô em 21º grau). Pedro Botelho era filho de Diogo Botelho (avô em 21º grau), alcaide-mor de Almeida, valido de Dom João I de Portugal, casado com Leonor Afonso Valente (avós em 21º grau), essa filha de Martim Afonso Valente, alcáide-mor de Lisboa, Senhor do Morgado da Povoa (avô em 22º grau). Diogo Botelho era filho de Violante e de Fernão Dias Botelho (avós em 22º grau), alcaide-mor de Almeida, filho de Maria Fernandes Carvalho (avó em 23º grau), que era filha de Fernão Gomes de Carvalho e de Mayor Rodrigues (avós em 24º grau) e de Diogo Afonso Botelho (avô em 23º grau), esse filho de Afonso Martins Botelho, Senhor da Honra de Botelho e de Mécia Vasques de Azevedo (avós em 24º grua), cuja ascendência desenvolveremos a seguir.Afonso Martins Botelho também teve uma nobre ascendência descrita na obra de Silva Leme, contudo partiremos para a ascendência de Mécia Vasques de Azevedo.

 

Ascendência de Mécia Vasques de Azevedo
(minha avó em 24º grau)

 

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