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Rocha, Salles, Silva Bueno, Silva Pinto, Silveira, Silveira Cintra, Silveira Franco, Silveira Pinto, Soares do Amaral, Teixeira, Toledo Santos e Urioeste, todas com seus considerados troncos nascidos e ou estabelecidos em Atibaia a partir do século XIX e tantas outras estabelecidas em outras cidades como Jarinu e Itatiba, entre outras.

 

 

 

Introdução ao Título I

FAMÍLIA CAMARGO E O NASCIMENTO DE ATIBAIA

 

(A família do fundador de Atibaia é a
mesma família da esposa do tronco do título I)

Os atibainos que por algum ramo, têm origem nos antigos troncos familiares de Atibaia, muito provavelmente descendem da família Camargo, razão pela qual, antes de apresentarmos a descendência de vinte e um troncos (sendo os oito primeiros, de famílias antigas e tradicionais de Atibaia), tentaremos, através deste texto introdutório, retratarmos, o que consideramos ser a primeira família Atibaiana.

            Atibaia, segundo a maioria dos historiadores, foi fundada por Jerônimo de Camargo, que saindo de São Paulo dos Campos de Piratininga por brigas políticas que marcaram a então vila nos séculos XVII e XVIII, deu início a formação de uma fazenda, as margens do rio Atibaia, e ao povoado no alto de uma colina, onde hoje temos o largo da matriz de Atibaia. (ver texto Atibaia, aspectos históricos, no capítulo 3° da segunda parte deste trabalho).Não trataremos aqui sobre a fundação de Atibaia, mas sobre sua formação familiar inicial, até porque este é um trabalho genealógico.

            Imaginamos que após começar formar uma fazenda de culturas, Jerônimo e muito provavelmente seu irmão Marcelino, considerado o patriarca de Atibaia, decidiram ou construir a sede desta fazenda num local estratégico, no alto de uma colina, ou mesmo decidiram dar início a um povoado, ou ainda, a intenção nem era de se criar um povoado, mas ele acabou acontecendo. De qualquer forma, decidiu-se que o início da fazenda ou de um povoado seria num local estratégico para segurança, estando no alto com uma visão total dos que chegavam por diversos ângulos, assim, nascia Atibaia a partir do largo da matriz. Começava a brotar no meio do sertão paulistano, entre serras, e estrategicamente no alto de uma bela colina, a formação familiar e natural de mais um povoado paulista.

            Naturalmente que os povoados, freguesias e vilas dos séculos XVII até aproximadamente, meados do século XIX não tinham vida pujantes, visto que a população era essencialmente rural e, consequentemente, a vida social nas freguesias e vilas era reduzida as raras atividades religiosas, como os batizados, casamentos e enterros, atividades essas, inclusive os enterros ocorridas dentro das igrejas. O comércio era muito pequeno e limitava-se a uma ou outra casa de secos e molhados, um pequeno estabelecimento comercial que podia ser uma antiga mercearia, ou um bar. Não havia quase nenhuma prestação de serviços, tanto público quanto privado, o que praticamente resumia uma aldeia ou povoado, freguesia ou pequena e média vila, era sua igreja matriz; uma ou duas capelas ou igrejas menores, uma quase sempre destinadas aos escravos; uma casa de câmara e cadeia e seu pelourinho (nas vilas); uma ou outra casa comercial voltada a vendas de secos e molhados e alguns produtos de vestimenta ou coisas para casas; uma ou outra ‘casa’ voltada para prestação de serviços tais como: ferreiro, carpinteiro e outros serviços como barbeiros e tira-dentes; algumas casas pertencentes aos mais importantes e abastados fazendeiros das redondezas; algumas outras casas pertencentes aos poucos moradores do pequeno núcleo urbano, os quais exerciam algumas das poucas atividades citadas, mais a casa paroquial. Nesse clima bucólico e longe de nossa compreensão, que nasceram as cidades paulistas e brasileiras dos séculos XVI ao XIX.Acreditamos que após escolher um local para formar sua fazenda e iniciar um povoado, Jerônimo de Camargo ajudado

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