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patriarca desta Família Santa Maria de São Paulo e do Capitão Lourenço Franco Viegas nº 6832 e 6864, natural de Portel, Comarca de Évora, Portugal e falecido em 1700 em São Paulo. Veio para o Brasil, estabelecendo-se inicialmente na Bahia, onde serviu no terço do Estrater. Serviu também nas guerras contra os holandeses no norte do Brasil, além de ter ocupado  honrossos cargos em São Paulo, onde foi Juiz Ordinário e mereceu carta firmada pelo própio punho do rei em que lhe agradecia os serviços prestados nessa cidade. O cap. Lourenço Franco Viegas pode ser considerado o Tronco da famílias Franco e Franco do Prado de São Paulo e são meus avós em 11º grau. Era o capitão Lourenço,  filho de Lourenço Franco Viegas e de Úrsula Gondinho (avós em 12º).

3417 e 3433 – Ana Peres Pedroso, filha de Domingos Pedroso e de Maria Peres da Silva, por esta neta de Alonso Peres Calhamares e de sua mulher Maria da Silva. SL 1/13.

 3452 – Miguel de Faria Sodré, foi notável em suas virtudes, pela educação que deu aos filhos e pelo grande cabedal que obteve na mineração de ouro. No seu inventário elevou-se o monte de 56 contos de réis, riqueza colossal para época. SL 2/499. Era filho de Antônio de Faria Sodré SL 2/499 s.asc. e de Inês de Oliveira Coutrim SL 2/482 (avós em 11º grau), essa filha de Estevão Paposo Bocarro, natural de Ilha de São Sebastião SL 2/469 e de Maria de Abreu Pedroso Leme SL 2/469 (meus avós em 12º grau), essa de Bartolomeu Simões de Abreu, natural de Santos SL 2/465 e de Izabel Paes da Silva, falecida em São Sebastião SL 2/465 (avós em 13º grau), esta irmã do Capitão-Mor Fernão Dias Paes, n. em 1608 em São Paulo e f. em 1681 no sertão do Espírito Santo, provavelmente Quinta do Sumidouro, foi talvez o mais importante bandeirantepaulista. Ficou conhecido como “O Caçador de Esmeraldas”. O primeiro Santo brasileiro, Antônio de Santana Galvão, frei Galvão, é trineto de outro irmão de Fernão Dias e Izabel Paes da Silva, Pascoal Leite Paes.

 3453 –Verônica Dias Leite Ferraz, Casou-se em 1708 em Parnaíba, hoje Santana de Parnaíba com seu parente acima. Estabeleceram nas Minas de Pitanguí. SL 2/499. Era filha de Antônio Ferraz de Araújo nº 6906 que casou-se em 1678 em Parnaíba/SP SL 2/498 e de Maria Pires nº 6907 SL 1/508 (avós em 11º grau), essa filha de Bartolomeu Bueno da Silva nº 13814, O ANHANGÜERA, natural de Parnaíba/SP,foi notável sertanista que entrou pelo sertão brasileiro (hoje os Estados do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goais) e da lá extraiu grande quantidade de ouro e cativou grande quantidade de índios. SL 1/503/5. Foi casado com Izabel Cardoso nº 13815 SL 2/256 (avós em 12º grau). Antônio Ferraz de Araújo nº 6906 (acima) era filho de Manoel Ferraz de Araújo º 13812, natural do Porto de onde partiram em 1659, descendente da nobre família Ferraz de Araújo e de Verônica Dias Leire nº 13813,SL 2/498, (avós em 12º grau), essa filha de Pedro Dias Paes Leme nº 27626, foi Capitão de milícia da Vila de SãoPaulo, falecido em 1633 e sepultado na Capela-Mor da Igreja do Carmo SL 2/455 e de Maria Leite nº 27627, natural de São Paulo onde faleceu em 1670. SL 3/137 (avós em 13º grau), essa filha de Izabel do Prado nº 55253, natural de São Vicente e falecida em 1668 em São Paulo SL 3/91 e de Paschoal Leite Furtado nº 54230, natural da Ilha de Santa Maria dos Açores. Veio para o Brasil à serviço da Coroa Portuguesa em 1599.Faleceu com testamento em 1614 na sua fazenda “Sítio dos Pinheiros”. SL 3/91, (avós em 14º grau) esse filho de Maria da Silva SL 3/91 nº 110505 s.asc. e de Gonçalo Martins Leite nº 110504,SL 3/91 (avós em 15º grau), esse filho de Catarina Nunes Velho nº 210.010, SL 3/91 e de Jorge Furtado de Souza nº 210.009, fidalgo da Casa Real (avós em 16º grau), ver no final do costado ascendência de ambos.

3392 – Capitão Francisco de Camargo Pimentel, faleceucom testamento aos 24.JUN.1724 em Atibaia onde era abastado fazendeiro, sendo sepultado na capela-mor da Matriz de Atibaia, seu funeral provavelmente representou o 1º grande acontecimento dessa ordem em Atibaia.Teve lavras minerais no distrito do Rio das Mortes, de onde com seus dois filhos naturais, extraiu grande quantidade de ouro; quando esteve em Minas Gerais, além das lavras próprias, ocupou-se da administração dos bens que seu irmão o alcaide-mor José de Camargo Pimentel tinha no Rio das Mortes e em Sabará, onde, por conta da viúva, sua cunhada, plantou roças e extraiu ouro de suas lavras. Foi por muitos anos proprietário do ofício de juiz de órfãos de S. Paulo, em sucessão a seu sogro Salvador Cardoso de Almeida, o qual tinha recebido em dote o dito ofício do cavaleiro Antônio Raposo da Silveira. Tit. Raposos Góes de SL. O Capitão Francisco teve 6 filhos legítimos e 2 naturais havidos em tempo de solteiro. Era filho do Capitão Marcelino de Camargo nº 6912, o Patriarca de Atibaia, falecido em 1676em São Paulo.(Francisco de Camargo Pimentel era também sobrinho de Mariana de Camargo nº 3637e de José Ortiz de Camargo nº 3636, todos [Maceliino, Mariana e José Ortiz]irmãos de Jerônimo de Camargo e todos filhos do Tronco da família Camargos de SL). Marcelino de Camargo Foi era o quarto filho entre oito, de Jusepe de Camargo o Tronco Camargos de SL e pode ser considerado como Patriarca da numerosa família Paulista, Camargo Pimentel. O Capitão Marcelino, como seus irmãos, foi cidadão de respeito, ocupando vários cargos no seu tempo, entre os quais, o de Juiz Ordinário em 1646 em São Paulo. Foijuntamente com Antônio Prado da Cunha, genro de Jerônimo de Camargo, por longos anos mandatários do então povoado de Atibaia, aproximandamente nas duas primeiras décadas do século XVIII. O Capitão Marcelino casou-se em 1639 em SãoPaulo com Messia Ferreira Pimentel de Távora, falecida em São Paulo em 1712 (meus avós em 12º grau) , filha de João Ferreia Pimentel da Távora, da importante e antiga família Rocha Pimentel de São Paulo. Extraiu grande quantidade de ouro quando esteve em Minas de Sabará e Rio das Mortes, onde com o falecimento de seu irmão, o alcaide-mor José de Camargo Pimentel, assumiu a administração de seus bens, constituindo grandes roças e grande extração de ouro de suas lavras. Teve 16 filhos legítimos e 2 naturais, os quais na sua grande maioria estabeleceram-se em Atibaia e aí exerceram grande liderança. SL 1/335.

 

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