Livro Raizes de Atibaia

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NOTAS GENEALÓGICAS E HISTÓRICAS PESQUISADAS, COLIGIDAS E ESCRITAS PELO AUTOR

A história interpretada e compreendida através das composições familiares no curso do tempo e do espaço. A fascinante genealogia nos ajudando a entender nossas

origens e a origem de muitos lugares. Minha modesta contribuição para eternizar a ascendência e a descendência dos que, próximos ou não, estarão ligados conosco para sempre…

Adriano Bedore

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NOTAS GENEALÓGICAS E HISTÓRICAS PESQUISADAS, COLIGIDAS E ESCRITAS PELO AUTOR

ADRIANO BEDORE

ATIBAIA/SP

Versão online do livro disponibilizada no

site: www.atibaiamania.com.br/raizes para atualizações e correções

Título: Raízes –Notas genealógicas

Autor e compilador: Adriano Bedore

Organização e disposição da maioria dos títulos: Adriano Bedore

Genealogistas pesquisados: Luiz Gonzaga da Silva Leme in memoriam, Waldomiro Franco da Silveira in memoriam, Monsenhor Antônio Paes Cintra in memoriam, José Luiz Teixeira (principal consultor deste trabalho na abordagem das famílias atibaianas) e Adriano Bedore (Autor, compilador e organizador deste trabalho).

Disposição e divisão das informações genealógicas: Adriano Bedore

Atualizações e textos: Adriano Bedore

Diagramação, disposição gráfica e genealógica: Adriano Bedore.

Fonte: Maior parte dos textos em Garamond 10,5

Revisão genealógica: Adriano Bedore e José Luiz Teixeira

Capa: Lucas Arena.

Contatos com o autor:

E-mail: adrianobedore@yahoo.com.br

Internet: www.atibaiamania.com.br/raizes/

Facebook: Adriano Bedore

Twitter: @adrianobedore

Última atualização feita em 01 de janeiro de 2018

Saudades

“Os parentes mortos e vivos, já não distingo os que se foram dos que

restaram, percebo apenas a estranha ideia de família viajando através da carne”

Carlos Drummond de Andrade

No transcorrer da pesquisa genealógica que se iniciou aproximadamente em 1995 e 1996 e culminou com este trabalho, infelizmente faleceram os seguintes parentes próximos que convivi ou apenas conheci:

Paulo Bedore – primo do meu pai * 30.MAIO.1952 + 13.AGO.1996 – Marília/SP

IRIDE BACHEGA BEDORE – avó paterna * 05.SET.1923 + 11.JAN.1997 – Atibaia/SP

Benedito Peçanha – tio-bisavô mat. * 30.MAR.1918 + 21.MAIO.1997 – Atibaia/SP

Lygia Leite Peçanha – tia-bisavô mat. * 05.AGO.1919 + 27.AGO.1997 – Atibaia/SP

Lairton Delcin – primo do meu pai * 1957 + 07.OUT.1997 – São Paulo/SP

Maria Ermelinda Teixeira Leite – tia do meu avó materno * 16.JUN.1915 + 06.MAIO.1999 – Atibaia/SP

Oswaldo Bedore – primo do meu pai * 1944 + 16.FEV.2000 – Lins/SP

Rute Freitas Fangiuli – parente da minha avó materna * 1923 + 02.JAN.2002 – Atibaia/SP

Olga Bachega Caliani – tia-avó paterna * 24.OUT.1925 + 09.JAN.2002 – Getulina/SP

Benedita F. L. Bedore – tia-avó paterna * 28.MAIO.1915 + 03.MAR.2002 – São Paulo/SP

Antônio Bigulin – primo do meu pai * MAIO.1953 + 01.DEZ.2002 – Jales/SP

João Batista de Freitas – tio-avô materno * 13.ABR.1919 + 17.JAN.2003 – Rio de Janeiro/RJ

Mário Gardinal – marido da prima do meu pai * 1940 + 16.FEV.2003 – Lins/SP

Dias Bedore – tio-avô paterno * 28.FEV.1920 + 20.OUT.2003 – São Caetano/SP

Lourival Andrade Silva – tio-avô paterno * 1912 + 13.DEZ.2003 – Getulina/SP

Elsio Bachega – tio-avô paterno * 04.AGO.1933 + 29.FEV.2004 – Araçatuba/SP

Sebastião Lázaro da Silveira – primo 2° do avô materno* 01.AGO.1928 + 06.MAIO.2004 – Atibaia/SP

OSCAR BEDORE – avô paterno * 04.ABR.1924 + 09.MAIO.2004 – Atibaia/SP

Nelson Bassi Bachega – tio-avô paterno * 30.SET.1927 + 11.ABR.2005 –Araçatuba/SP

Antônio de Andrade – marido da prima do meu pai * 07.JUL.1947 + 20.JUN.2005 – São Paulo/SP

Waldemir Fangiuli – parente avó materna * 26.SET.1946 + 21.DEZ.2005 – Atibaia/SP

Teresa Spigolon – prima do avô paterno * 04.AGO.1919 + 21.ABR.2006 – Este/PD – Itália

Dirce Bachega Silva – tia-avó paterna * 24.JUL.1919 + 28.AGO.2006 – Getulina/SP

Helena Leite Bonisegna – prima do avô materno * 08.JUL.1947 + 01.JUN.2007 – Atibaia/SP

José Benedito De Carlo – tio avô materno *21.SET.1923 + 18.JUN.2007 – Atibaia/SP

Alda de Paula Freitas Pinheiro – tia-avó materna *04.NOV.1916 + 27.OUT.2007 – Atibaia/SP

Idalina Alves de Oliveira Bedore – tia paterna * 12.JAN.1953 + 10.MAR.2008 – Atibaia/SP

Iraci Noviski – tia-avó materna * 03.MAIO.1926 + 02.AGO.2008 – Atibaia/SP

Gino Bedore – tio-avô paterno * 13.AGO.1917 + 30.OUT.2008 – Lins/SP

Carlos Nucci – marido da prima do meu pai * 1940 + 12.NOV.2008 – São José dos Campos/SP

Marie Alminda Leite Fangiuli – prima do meu avô materno * 30.OUT.1953 + 26.JAN.2009 – Atibaia/SP

JULIETA FREITAS DE CARLO – avó materna * 21.MAIO.1925 + 04.OUT.2009 – Atibaia/SP

Leonilda Bachega Bigulin – tia-avó paterna * 15.SET.1921 + 08.OUT.2009 – Jales/SP

Claudete Bueno dos Santos – prima do meu avô materno * 15.JUL.1946 + 08.JAN.2010 – Atibaia/SP

João Batista Leite – primo do meu avô materno * 30.SET.1943 + 09.NOV.2010 – Atibaia/SP

Sérgio Bedore – primo do meu pai * 1952 + 24.NOV.2010 – Lins/SP

Benedito Peçanha – primo do meu avô materno * 09.OUT.1945 +22.MAR.2013 – Piracaia/SP

Ida Bedore Sellari – tia-avó paterna * 12.OUT.1932 + 26.MAIO.2014 – São Paulo/SP

Darci Bachega Delcin – tia-avó paterna * 07.ABR.1929 + 24.JAN.2017 – São Paulo/SP

Nelson Bachega Filho – primo do meu pai * 23.DEZ.1968 + 09.JUL.2017em Araçatuba/SP

Saudades também dos seguintes parentes próximos que conheci, mas que faleceram antes do início das minhas pesquisas: Achille Bedore + 12.JUL.1978 S.Paulo ( tio-avô paterno); Maria do Carmo Leite De Carlo + 20.DEZ.1980 Atibaia (bisavó materna); Antônio De Carlo + 18.JAN.1983 Atibaia (bisavô materno); Rau Bedore + 27.AGO.1985 S.Paulo (primo do meu pai); Ida Bassi Bachega + 04.FEV.1989 Getulina (bisavó paterna); Benedita Freitas Maximiliano + 29.JUN.1989 S.Paulo/Atibaia (tia-avó materna); Hugo Bedore + 18.SET.1991 Araçatuba/Lins (tio-avô paterno); Maria Bedore Sellari + 26.DEZ.1991 Getulina (tia-avó paterna); Luiz Caliani + 16.JUL.1993 Getulina (tio-avô paterno); Iduvirgem Bombarda Bachega + 16.MAIO.1994 Araçatuba (tia-avó paterna) e Roberto Aparecido De Carlo + 26.JUN.1994 Amparo/Atibaia (tio materno).

Dedicatória

Aos apaixonados por esta fascinante, envolvente e interminável pesquisa. Aos contemporâneos e aos que vierem depois deste trabalho e que dele se valerem para encontrar o liame perdido através do tempo, descobrindo aqui sua raiz familiar. E a todos citados nesse trabalho que de alguma forma são os personagens desta obra.

PREFÁCIO

É uma honra, um prazer e um privilégio tecer aqui algumas breves considerações sobre este livro, tão importante, que fala sobre nossas origens. É urgente lê-lo e partilhar o que de bom este livro encerra.

Sobre o autor, diremos, é um jovem impetuoso advogado, erudito e aplicado, que se revelou como um brilhante genealogista, astuto e perspicaz em suas pesquisas.

O livro Raízes primorosamente elaborado por seu autor, versa sobre as vertentes da genealogia das mais antigas famílias atibaianas, da qual faz parte sua família materna, e grande parte de seus ancestrais de origem italiana, da qual faz parte sua família paterna.

Foi cuidadosamente produzido fruto de diversos anos de trabalho e corresponde a uma compilação, ampliação e atualização das obras de genealogias, já existentes sobre as famílias atibaianas, além de importantes e inéditas abordagens genealógicas, tais como a que retratou a numerosa família Pereira Leite (ver título Pereira)que tinha permanecido as margens de todos trabalhos genealógicos versando sobre as mais antigas famílias de Atibaia até então publicados, bem como, o considerável avanço nas pesquisas sobre os Franco (Siqueira Franco) Alves (Alves do Amaral), Pires (Pires de Camargo), Oliveira Cesar, Silveira, Peçanha e tantas outras.

O presente livro mostra o entrelaçamento estreito das histórias destas famílias com a própria história de suas cidades, em especial, a Atibaia. Assim sendo, convém ressaltar que o autor não se limitou a simples atualização dos dados genealógicos, foi mais além, ampliou o trabalho dando maior dimensão ao conteúdo, enriquecendo as pesquisas, posto que cuidou de mostrar a biografia dos seus filhos mais ilustres, ressaltando fatos históricos daqueles que mais se destacaram em vida.

O presente livro produto de uma exaustiva e meticulosa pesquisa, será, sem sombra de dúvida, uma obra de cabeceira e consulta daqueles que se interessam por suas origens, em especial, dos atibaianos.

Atibaia, 23 de fevereiro de 2012.

José Luiz Teixeira[1]

Agradecimentos

Agradeço imensamente a todos que colaboraram de algum modo para a realização das pesquisas que resultaram nestas notas genealógicas, em particular agradeço aos parentes que pacientemente responderam meus pedidos de informação, especialmente minhas avós Iride “Ilda” e Julieta in memoriam por todas as informações prestadas.

Também agradeço ao caro parente e amigo José Luiz Teixeira, pelas relevantes pesquisas que realizou no campo da genealogia as quais foram sem dúvidas, parte da fonte de pesquisa e grande inspiração para que eu pudesse iniciar e concluir este trabalho e por ter sido o maior consultor desta obra. José Luiz Teixeira é sem dúvida o maior genealogista de Atibaia na atualidade.

Não poderia deixar de agradecer todos que puderam entender este meu “estranho” gosto pela genealogia e com isso tiveram paciência em me atender como o caro padre de Ospedaletto Euganeo Don Aniceto Renestro que a mim confiou várias vezes a chave da casa paroquial para que eu pudesse tranquilamente proceder minhas pesquisas no arquivo de sua paróquia; as gentis funcionárias do museu João Batista Conti que sempre me trataram com muita simpatia; da cúria arquidiocesana de Bragança Paulista, do cemitério São João Batista de Atibaia, especialmente Sandra Maria Moreira e Luís Carlos Antônio de Moura; do cartório de registro civil de Atibaia que sempre muito solícitos (as)e também agiram do mesmo modo, agradecimento este que estendo a todos funcionários e responsáveis pelos órgãos públicos ou arquivos religiosos que me atenderam, pessoalmente ou através de carta, ao longo de minhas pesquisas. Finalmente agradeço aos meus pais, Sônia e Odair que me permitiram com a vida que me deram, nascer numa família que muito me honra e que é a razão principal desse trabalho.

Por fim não poderia deixar de agradecer a prefeitura da Estância de Atibaia, através da secretaria de Educação do município que ao tomar conhecimento do nosso trabalho buscou editá-lo, tornando possível que que futuras gerações possam conhecer suas origens, especialmente os atibaianos que descendem das mais antigas famílias de nossa querida Atibaia.

Atibaia, 11 de julho de 2006[2].

Adriano Bedore[3]

Apresentação do autor

(Justificativa da obra)

Raízes nasceu do interesse do autor em descobrir seus antepassados, sua ascendência, seus familiares, dos mais próximos aos mais distantes.

O combustível para esta “estranha” curiosidade foi inteligentemente definido pelo jornalista José Roberto de Toledo em matéria recentemente publicada no jornal Folha de São Paulo de 16.DEZ.2004 quando diz: “Uma definição corrente entre aficionados diz que a genealogia é uma doença incurável. O texto que de tão copiado já perdeu a autoria, diz que, contraído o vírus da pesquisa, dificilmente a vítima consegue se livrar da mania de vasculhar arquivos empoeirados, de espremer os olhos para decifrar microfilmes, de entrevistar parentes distantes e desconhecidos em busca de datas, nomes e locais. O sintoma definitivo que leva ao diagnóstico da “genealogite”, é quando o paciente, após passar horas absorto em leituras de uma caligrafia ilegível, sai a gritar sozinho “Achei! Achei!”

No meu caso em particular fui contaminado por essa “doença” por causas bem definidas: encontrar a origem dos meus antepassados.

Alguém ainda poderia perguntar qual seria o maior objetivo deste trabalho, e para quem fora dirigido?

São perguntas difíceis de se entender, visto que, só os contaminados entendem o fascínio que a genealógica exerce sobre os apaixonados por essa estranha, envolvente e interminável pesquisa.

Esse despretensioso trabalho é o resultado de intensa pesquisa a fim de desvendar os vários dados (nomes, datas de nascimento, casamento e morte, naturalidade, profissão, sobrenomes, composição familiar, ínfimas biografias) de componentes das famílias das quais descendo.

Evidentemente não tem este trabalho nenhum cunho de uma obra literária de qualquer ordem, sendo somente o registro dos dados mais variados de todos os familiares citados aqui. A despeito de minha árvore genealógica creio estar longe de parar. Cada descoberta nos possibilita recomeçar, ademais felizmente, ou infelizmente, fui contaminado e solitariamente a cada nova informação continuarei gritando “Descobri! Achei, achei!!!”.

Adriano Bedore

METODOLOGIA GENEALÓGICA

É muito simples a sistemática deste método. Basta sabermos essencialmente que:

O homem retratado como um dos títulos desse trabalho juntamente com sua esposa são os troncos da família retratada, ou seja, a partir do casal retratado num dos títulos é que procuramos desenvolver sua descendência.

Ao retratarmos o título também fizemos menção aos seus ascendentes, pais e vôs e em alguns casos avançamos mais na ascendência em notas de rodapé. Por exemplo: Lucas de Siqueira Franco é neste trabalho o tronco da família ou título Siqueira Franco. Antônio Bedore é tronco da família ou título Bedore e assim sucessivamente.

As pessoas expostas na forma de capítulos, exemplo: Capítulo 1º Antônio De Carlo, são os filhos (as) dos troncos ou primeira geração a partir do tronco.

As pessoas expostas na forma de Nº 01, Nº 02, Nº 03, etc., são os netos (as) dos troncos, ou terceira geração a partir do tronco e consequentemente filhos das pessoas expostas através de capítulos, ou seja o Nº 01 inserido no Capítulo 1º é filho desse e neto do título.

As pessoas expostas após os números 1.1., 1.2., 1.3., 1.4. etc. são filhas das pessoas retratadas após os Nº 01, Nº 02, Nº 03, são netas dos capítulos e bisnetas do títulos, ou terceira geração a partir do tronco ou título.

As pessoas expostas após os números 2.1., 2.2., 2.3., 2.4., etc., são filhas das pessoas retratadas com os números 1.1., 1.2. imediatamente anterior, netas dos Nº 01, Nº 02, bisnetas dos capítulos e trinetas dos títulos ou quarta geração a partir do tronco ou título, assim sucessivamente.

Portanto, para sabermos quem são os pais, os avós, os bisavós, trisavós, etc. das pessoas retratadas, basta retrocedermos e encontrarmos os nomes que se seguem aos números inferiores e decorarmos que o Nº 01, 02, 03 etc. é filho do capítulo imediatamente anterior e que o capítulo é filho do título, de modo que a pessoa retratada após o nº 4.1. é filha da retratada após o nº 3.3, que é filha do nº 2.5, que é filha do nº 1.3, que é filha do Nº 05, que é filha do capítulo 4º que é filha do Título Pires de Camargo, por exemplo.

Para se saber o grau de parentesco com uma pessoa citada e o tronco do título que ela está inserida, por exemplo, basta-se somar o primeiro número que está na frente do nome da pessoa a 2 (dois), ou seja: 3.4 + 2 = 5 gerações do tronco. Outro exemplo: o n° 8.1 + 2 = 10 gerações do tronco; ainda: 5.5 + 2 = 7 gerações do tronco. Exemplo, eu, Adriano Bedore, no título Siqueira Franco apareço com o nº 9.1., portanto, sou filho do 8.4, que é filho do 7.5, etc. e estou a 11 gerações do tronco, o que equivaleria a ser decaneto ou neto em 10º grau do tronco, portanto Lucas de Siqueira Franco, tronco do título Siqueira Franco é meu avô em décimo grau ou decavô.

É importante salientar também que em genealogia faz-se uma diagramação própria no que tange a disposição dos nomes, uma vez que os afastamentos da margem que antecedem os números e nomes têm por objetivo dar ao leitor maior clareza quanto a mudança de gerações dentro da explanação de uma mesma família, ou seja, o número 2.1. está mais próximo a margem esquerda do que o 3.1. e assim sucessivamente, de modo a deixar bem límpido para o leitor que quanto mais próximo da margem esquerda mais próximo está do tronco, ou, toda vez que se afasta da margem esquerda visualizamos a mudança de uma geração.

A metodologia adotada e explicada acima não é aplicada no capítulo 2° da segunda parte deste trabalho, onde não há um tronco, nem capítulos e a disposição dos nomes diferencia um pouco da metodologia acima, mas também é de fácil compreensão.

AS ABREVIAÇÕES MAIS UTILIZADAS NESTA OBRA

S.L. = abreviação da obra de Luiz Gonçaga da Silva Leme

c = com; c.c. , c/c = casado com ou com união estável com

Vol. ou vol. = volume

n. ou N. = nascido

f. ou F. = falecido ou filho

s.asc ou s/asc = sem ascendentes ou melhor não descobrimos ascendentes.

c.invent. ou c/invent. = com inventário

n.m. e n.p. = neto materno ou neto paterno

Cap. ou cap. = capitão

q.d. = que descobrimos

c. desc. = com descendência

n.d. = Nada descobrimos

s.d ou s.desc. = sem descendência

Índice

Primeira Parte

Primeiras informações sobre a obra……………………………………………………………………………………………………………………..01

Saudades ……………………………………………………………………………………………………………………………………………………………..05

Dedicatória…………………………………………………………………………………………………………………………………………………………..06

Prefácio………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………..07

Agradecimentos……………………………………………………………………………………………………………………………………………………08

Apresentação do autor…………………………………………………………………………………………………………………………………………09

Metodologia Genealógica, convenções e abreviaturas …………………………………………………………………………………………10

Introdução……………………………………………………………………………………………………………………………………………………………13

Considerações gerais sobre os 22 títulos………………………………………………………………………………………………………………23

Família Camargo e o nascimento de Atibaia……………………………………………………………………………………………………….25

Família Araújo(Araújo Cintra) e sua contribuição na formação da Família Atibaiana………………………………………….31

Domínio político de Atibaia pelos descendentes do 1° Capitão-mor…………………………………………………………………..36

Linha cronológica dos principais líderes políticos de Atibaia……………………………………………………………………………….37

Título I – SIQUEIRA FRANCO (Descendentes do 1º Capitão-Mor de Atibaia – Lucas de Siqueira Franco – Atibaia e diversas cidades do Brasil)……………………………………………………………………………………………………………………39

Título II – PIRES DE CAMARGO (Desc. de João Pires Pimentel – Atibaia e diversas cidades do Brasil)…………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………165

Família Alvim de Atibaia (Desc. de José Alvim de Campos Bueno)…………………………………………………………………192

Título III – SOARES (Desc. de Francisco Soares de Lima – Atibaia e diversas cidades do Brasil)…………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………203

Título IV – ALVES DO AMARAL (Desc. de Antônio Alves do Amaral – Atibaia e diversas cidades do Brasil)…………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………211

Título V – BUENO (Desc. de José Joaquim Bueno – Atibaia e diversas cidades do Brasil)…………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………275

Título VI – PEREIRA Desc. de Francisco Pereira Pacheco – Atibaia e diversas cidades do Brasil)…………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………281

Título VII – LEITE (Desc. de Jacinto Manoel Leite – Atibaia e diversas cidades do Brasil…………………………….317

Título VIII – OLIVEIRA CESAR (Desc. de Francisco Xavier Cesar – Atibaia)……………………………………………..355

Título IX – PADILHA (Desc. de Manoel Pereira Padilha)…………………………………………………………………………………373

Título X – D’ELBOUX (Desc. do Sargento-mor Francisco Compton D’Elboux – São Paulo, Santana do Parnaíba, Mairiporã e Atibaia)…………………………………………………………………………………………………………………………………………..391

Família D’Elboux de Londres (Descendência de Lous D’Elboux)…………………………………………………………………..411

Família Almeida de Mairipora (Descendência de Francisco José da Silva)………………………………………………………413

Título XI – FREITAS (Desc. de Antônio José de – Mairiporã, Atibaia e diversas cidades do Brasil)……………..415

Título XII – TERRANOVA (Desc. do italiano Giuseppe Antônio Terranova – Diversas cidades da Itália, dos EUA e do Canada……………………………………………………………………………………………………………………………………………..441

Título XIII – DE CARLO (Desc. do imigrante italiano Gennaro De Carlo – Atibaia, Lins e diversas cidades americanas e canadenses)…………………………………………………………………………………………………………………………………..447

Título XIV – FACCIOLI (Desc. do italiano Luigi Faccioli – Diversas cidades do Estado de São Paulo)…………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………457

Título XV – BASSI (Desc. Do imigrante Italiano Narciso Bassi – Diversas cidades do Estado de S.Paulo e Paraná………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………..463

Título XVI – ASSIRATI (Desc. do imigrante italiano Angelo Assirati – Diversas cidades do Estado de São Paulo)…………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………481

Título XVII – BACCHIEGA (Desc. do italiano Federico Bacchiega – Diversas cidades do Estado de S.Paulo, Paraná e Mato Grasso do Sul)……………………………………………………………………………………………………………………………485

Título XVIII – VISENTIN (Desc. do italiano Ângelo Visentin – Diversas cidades da Província de Padova)….501

Título XIX – FEDRE (Desc. do italiano Antônio Fedre – Diversas cidades da Província de Padova– Italia)………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………….507

Título XX – BASSO (Desc. do italiano Matteo Basso – Diversas cidades da Província de Padova e do Estado de São Paulo – Brasil)……………………………………………………………………………………………………………………………………………..513

Título XXI – RIZZATO– (Desc. do italiano Ferdinando Rizzato – Diversas cidades da Itália)………………………..523

Título XXII – BEDORE (Desc. do italiano Giovanni Battista Bedore – Diversas cidades da Itália e do interior do Estado de S.Paulo, como Atibaia)……………………………………………………………………………………………………………………..527

Segunda Parte

Capítulo 1 – Bedores da imigração a atualidade no Brasil…………………………………………………………………………………..555

Capítulo 2 – Bedores de Ospedaletto Euganeo/PD…………………………………………………………………………………………..559

Anexo 1 – Tábua de grau de parentesco genealógico…………………………………………………………………………………………560

Breve consideração sobre a história de Ospedaletto Euganeo……………………………………………………………………………568

Capítulo 3 – Bedores no mundo………………………………………………………………………………………………………………………..571

Anexo 2 – Graus de parentescos numa árvore genealógica……………………………………………………………………………….572

Capítulo 4 – Bedores de Atibaia/SP…………………………………………………………………………………………………………………..577

Anexo 3 – Gráfico de grau de parentesco civil…………………………………………………………………………………………………..578

Atibaia, aspectos geográficos……………………………………………………………………………………………………………………………..580

Atibaia, aspectos históricos ……………………………………………………………………………………………………………………………….581

Cronologia Histórica de Atibaia…………………………………………………………………………………………………………………………584

Capítulo 5 – Heráldica da Família Bedore………………………………………………………………………………………………………….599

Anexo 4 – Gráfico de parentesco na língua portuguesa……………………………………………………………………………………..600

Capítulo 6 – Onomástica de vários sobrenomes………………………………………………………………………………………………..603

Anexo 5 – Gráfico de parentesco por afinidade…………………………………………………………………………………………………604

Terceira Parte

Costado do autor ………………………………………………………………………………………………………………………………………………619

Anexo 6 – Quadro da relação dos ascendentes do autor com os 21 títulos ………………………………………………………….620

Posfácio……………………………………………………………………………………………………………………………………………………………..655

Bibliografia…………………………………………………………………………………………………………………………………………………………656

Introdução

Há grandes lapsos de memória

Grandes paralelas perdidas,

E muita lenda e muita história

E muitas vidas, muitas vidas

Fernando Pessoa

Como já disse na apresentação, este trabalho não tem intenção outra senão a de perpetuar através de um livro e agora na rede mundial de computadores (internet) toda a genealogia de minha família aqui retratada através de 21 títulos. Minha única e exclusiva intenção é a de descortinar o passado genealógico de meus antepassados e seus descendentes, retratando desde os mais recentes aos mais remotos membros das famílias aqui desenvolvidas. Busquei acima de tudo resgatar datas, pessoas e grau de parentesco esquecidas pelo tempo e pela distância.

Trata-se de um trabalho que vendo sendo realizado há muito tempo (desde 1995/96) através de intensas pesquisas, coleta de dados e seu respectivo registro que sabemos nunca terá fim. Ousei inicialmente publicá-lo através de um livro em agosto de 2012 e agora disponibilizá-lo, na íntegra, na rede mundial dos computadores (internet) pela primeira vez em março de 2014, a fim de que todas informações que reuni possam ser compartilhadas possibilitando assim que este trabalho possa ser corrigido, aprimorado e continuado sempre, afinal a matéria abordada aqui não se esgota nunca. Ainda falta localizar muitas pessoas vivas ou mortas, ainda falta corrigir muitas informações desencontradas razão pela qual apelo carinhosa e humildemente à todos que tomem que conhecimento deste trabalho que nos ajude a completa-lo, a corrigi-lo, nos remetendo, através da internet todas informações possíveis para que possamos eternizar a história das centenas e centenas de famílias retratadas neste trabalho.

Claro que o livro disponibilizado na internet já não é mais o livro impresso e lançado em agosto de 2012 (o livro foi publicado com 582 páginas e disponibilizado na internet com 656). Fiz muitas correções de toda ordem, bem como, alterei o nome de um título XIX e seu respectivo tronco: o título Almeida passou a ser D’Elboux e seu tronco de Carlos Augusto D’Elboux passou a ser Francisco Compton D’Elboux, pai do primeiro. Tal título foi, sem dúvida, o mais alterado pois antes da edição o livro eu não tive oportunidade de pesquisar os censos de Atibaia e vários inventários das famílias Barbosa de Albuquerque, Freitas e especialmente da família D’Elboux, todos vistos no Arquivo do Estado de São Paulo, na capital, pesquisados entre meados de 2013 até o início de 2014 (fevereiro). A maior alteração se deu em julho de 2017 quando incluí o título Padilha, passando de 21 para 22 títulos.

Além dos títulos D’Elboux (Almeida no livro editado) e Freitas, os quais sofreram consideráveis alterações, todos os demais títulos sofreram alterações já que houve correções e principalmente atualizações e em todos os títulos, afinal encontrei muitas informações nos censos[4] de Atibaia, bem como, procedi correções e atualizações mais recentes, afinal a genealogia nunca estará esgotada por completo, tornando-se um trabalho sem fim, razão maior de disponibilizarmos na rede mundial de computadores, visando principalmente a correção e atualização permanente do meu trabalho.

Nosso trabalho de pesquisa e resgate da história, mesmo que pelo viés da genealogia, visou reconstruir laços familiares perdidos no tempo e no espaço. Visou reconstruir laços parentais, próximos e distantes e imortalizar pessoas e famílias. Não busquei com este trabalho qualquer recompensa senão o simples, e para muitos inexplicável, prazer de avançar na minha árvore genealógica, bem como perpetuar através dos tempos, nomes e datas de pessoas que fazem parte das minhas raízes e das raízes de tantos outros retratados neste trabalho.

Penso que conhecer o passado é essencial para entender nossa trajetória, nossos objetivos, nosso modo de vida. Toda vez que perdemos um familiar, especialmente os de mais idade perdemos uma importante fonte de conhecimento do passado de nossa família. Quem sabe dizer quando nasceram suas bisavós? O que fizeram? Onde moram? Quantos filhos tiveram? Enfim, quando resolvi fazer este trabalho fui, entre outras coisas, motivado pela preocupação de não perder a conexão entre o meu futuro e de meus familiares com o passado vivido pelos meus antepassados. Esta pesquisa já imortalizada no livro lançado em agosto de 2012 e agora disponibilizada na internet é a possibilidade real de manter viva, histórias, datas e pessoas que fazem parte da vida de todos citados aqui, e, portanto fazem parte de nossa família. Por falar sem família uma pergunta que costumeiramente fazemos é: Qual o tamanho de nossa família? Até que grau de parentesco consideramos para compor nossa família? Quando se deixa de ser parente para sermos apenas descendentes de um longínquo ascendente em comum? É evidente que embora se tenha ascendentes em comum, ou seja, embora tenha-se laços de sangue, a partir dos filhos de nossos primos ou de nossos tios-avôs, por exemplo, deixamos de ter uma afinidade parental como temos com nossos irmãos, tios e primos em primeiro grau. Os filhos de nossos primos, de nossos tios-avôs, com o passar do tempo vão se tornando parentes distantes até muitas vezes, desaparecerem naturalmente de nossas vidas passando a ser desconhecidos para nós, especialmente os que não têm o mesmo sobrenome que o nosso. Claro que existem raras exceções mas, via de regra, nossos primos em segundo, terceiro, quarto grau, vão se transformando em meros desconhecidos de nossas vidas e por vezes cruzam nossos caminhos, sem que jamais saibamos se tratar de parentes e parte de nossa família. A manutenção e a aproximação destes, menos comuns laços familiares, vai depender de nosso interesse em manter viva tal ligação familiar, mas antes de tudo dependerá de sabermos que existe uma ligação familiar, ou seja, de conhecermos a história de nossa família. Disso tudo nasceu este trabalho que procura, portanto e também, reaproximar os parentes, especialmente os distantes geograficamente, servindo pois de um guia de referência e consulta para quando deparamos com um sujeito que cruza nossa vida por acaso e diz ter este ou aquele sobrenome, ser descendente deste ou daquela pessoa, ou ser desta ou daquela cidade que sabemos que temos um parente distante, pedirmos um minuto para olhar o ‘site’ ou pegarmos o livro e conferimos se se trata de alguém, que embora distante, é parte de nossa família, possibilitando nascer a partir daí uma forte afinidades que pode unir ou reunir pessoas que têm DNA’s comuns.

Atualmente é crescente o interesse pela genealogia, fenômeno que leva tantos outros a práticas de “fuçar coisas passadas”, expressão às vezes utilizadas para definir genealogistas. O interesse pelo passado familiar às vezes resumido na genealogia familiar tem levado aos curiosos descobrirem suas raízes e aos olhares dos mais atentos a origem de um povo, sua época, sua vida social, etc.

Indiscutivelmente a genealogia ampliada tende a ser uma fonte preciosa de pesquisa para a história, uma vez que se estuda as famílias, suas composições, posições sociais, onde viviam, bem como em maior escada, estuda-se a formação, de um povo, sua formação étnica, sua cultura, etc. È evidente que o interesse da grande maioria das pessoas pela genealogia nos dias de hoje limita-se à possibilidade de adquirirem uma cidadania Europeia, ou apenas a satisfação pessoal do descobrimento de seus antepassados, mas indiscutivelmente a genealogia é uma ciência que caminha junto a história, sociologia e antropologia.

Genealogia, do latim, como genealogia, do grego, compreendem numa análise etimológica da palavra: Gen, geneo = que gera ou raça e Logos = discurso, ciência, ou seja, linhagem, descendência das famílias. Genealogista, por sua vez, do latim Genealogus, é a pessoa versada em genealogias, ou seja, é aquele que traça árvores genealógicas. “Ocupa-se a genealogia do estudo das sucessões das famílias”, definição ofertada segundo César Cantu.

Cardoso de Miranda, insigne genealogista, assim expendeu sobre conceitos de genealogia em sua belíssima obra, Ciclo das Gerações: “A genealogia como ciência não se restringe a investigação exclusiva de árvores nobiliárquicas, mas a reconstituição de todas as famílias, por mais modestas, no sentido de buscar a contribuição pessoal de engrandecimento da Pátria”, melhor definição não nos poderia ser dada senão pelo excelso Rui Barbosa “…não é um sistema, nem uma seia, nem um monopólio, nem uma forma de governo, é o céu, o solo, o povo, a tradição, a consciência, o lar, o berço dos filhos e o túmulo dos antepassados, a comunhão da Lei, da língua e da liberdade.”

Até bem pouco tempo a genealogia era considerada um tipo de pesquisa histórica inferior, pois apenas estava a serviço, principalmente no Brasil, de uma maioria de interesseiros, ainda mistificados pelo aspecto fútil da nobreza familiar, dispostos a remexer o passado em busca de títulos de nobreza, ou coisa que o valha.

Com o tempo o método genealógico passou a ser utilizado para remontar o passado, despindo-se da versão das classes dominantes. Hoje esta ciência está a serviço da História como fonte complementar e até mesmo fundamental em certos momentos históricos, ao privilegiar a investigação documental, ela retrata com mais nitidez os fatos de determinados períodos. No campo individual a pesquisa genealógica tem-se demonstrado útil aqueles que almejam saber sobre a sua origem familiar ou até mesmo àqueles oriundos de imigrantes europeus que buscam através de seu estudo a viabilidade de adquirirem outra cidadania.

Existe no Brasil, de quase 200 milhões de habitantes, uma cortina de fumaça que encobre o passado da maioria esmagadora da população brasileira que ao tentar restabelecer sua linha de ascendência, em grande parte, não consegue ir além dos nomes dos avós ou bisavós.

Na verdade, o interesse pela genealogia, vem trazer resposta ao latente interesse mundial em descobrir mais sobre o passado e a origem das famílias, sua história e contribuição para o engrandecimento da sociedade. Hoje há estandes que geralmente estão em Shoppings, aeroportos, e grandes festas contendo serviços informatizados para saciar a curiosidade de pessoas sobre seus antepassados, contendo a origem de cerca de 500.000 sobrenomes e 200.000 brasões de famílias, dados esses organizados pelo Centro de Pesquisa Heráldica de Durfield, na Flórida (EUA). A rede mundial de computadores “internet” possui milhares de páginas “sites” voltados a estudos de genealogia que é um dos temas mais acessados da rede.

Do ponto de vista meramente histórico, orgulho-me de saber e poder escrever sobre a minha ascendência, chegando por alguns ramos a mais de mil anos de história, tempo superior ao descobrimento e ao início da colonização do Brasil.

Raízes divide-se em três partes: A primeira tem início com a introdução ao título I, a qual aborda a formação familiar de Atibaia através de considerações sobre as famílias Camargo, Araújo e Araújo Cintra, as quais foram seguidas pela descendência dos oito primeiros troncos, num total de 22 troncos, aqui divididos em 22 títulos.

Os 13 primeiros títulos: SIQUEIRA FRANCO, PIRES DE CAMARGO, SOARES, ALVES DO AMARAL, BUENO, PEREIRA, LEITE, OLIVEIRA CESAR, PADILHA, D’ELBOUX, FREITAS, TERRANOVA e De CARLO, retratam famílias, cujos troncos e ou grande parte de seus descendentes viveram e vivem em ATIBAIA, sendo os nove primeiros de famílias, consideradas duzentonas ou trezentonas da cidade, originárias na grande maioria de Portugal e em menor escala da Espanha.

Nos nove primeiros títulos (Siqueira Franco até Padilha, o último incluído na obra) pode-se encontrar pequenas biografias de diversos líderes políticos que administraram Atibaia e outras cidades nos regimes colonial, monárquico e republicano; são hoje, na sua maioria, nomes de ruas, praças, escolas e exerceram diversos cargos públicos como os de vereador, a maioria dos prefeitos ou intendentes, delegados, juízes, deputados, etc.

A maioria das famílias atibaianas abordadas no livro-revista Famílias Ilustres e Tradicionais de Atibaia de 2000 (25[5] das 27), estão inseridas, total ou parcialmente, nesses sete primeiros títulos, bem como o trabalho do genealogista José Luiz Teixeira, em Família Atibaiana de 1997 e as Notas Genealógicas de Waldomiro Franco da Silveira de 1955 estão totalmente inseridos neste trabalho, todavia, expostos de modo diverso, ou seja, embora os dados genealógicos dos citados trabalhos estejam na íntegra neste trabalho com ou sem atualizações, a disposição dos dados, como os troncos dos títulos, por exemplo, estão tratados de uma nova forma.

Podemos afirmar que as famílias retratadas nos títulos Siqueira Franco, Pires de Camargo, Soares, Alves do Amaral, Bueno, Pereira, Leite, Oliveira Cesar e Padilha, mais as famílias Camargo (do fundador de Atibaia e seus irmãos, retratada aqui na introdução do título I) e a família Araújo e consequentemente Araújo Cintra, também retratada na citada introdução e no próprio título Siqueira Franco, constituem nas mais antigas, importantes e tradicionais famílias atibaianas, cujos troncos estabeleceram-se em Atibaia nos séculos XVII e XVIII; das quais descendem os atibaianos verdadeiramente de raiz, formando-se então a grande família atibaiana.

Das famílias retratadas nos nove primeiros títulos mais as abordadas na introdução do primeiro título, desdobram muitas outras famílias atibaianas, algumas menos antigas (se considerarmos o tronco) e outras também antigas, tais como: Freitas (que também está disposta num título inédito deste trabalho), Almeida Bueno, Alvim (Campos Bueno – descendentes de Jerônimo de Camargo que pela importância em Atibaia decidimos em janeiro em 2018 fazer uma anexo ao título II), Arantes, Barreto, Bueno de Aguiar, Cintra, Cintra Cunha, Cunha Cintra, Cintra Bueno, Fagundes, Ferraz, Florido, Franco da Silveira, Ivo da Silveira, Peçanha, Pereira Bueno, Pereira Leite, Pinto, Prado também conhecida como Profeta e Gregório, Rocha, Salles, Silva Bueno, Silva Pinto, Silveira Cintra, Silveira Franco, Silveira Pinto, Soares do Amaral, Teixeira e outras que estão inseridas no todo ou em parte nos citados títulos. Hoje porém, fruto da grande e positiva miscigenação brasileira, quase a grande totalidade dos Camargos, Siqueira Franco, Pires de Camargo, Soares, Alves do Amaral, Bueno, Pereira, Leite, Oliveira Cesar, Araújo e Araújo Cintra não carregam mais estes sobrenomes e não é raro encontrarmos, um Camargo ou Siqueira Franco de sobrenome italiano, um Alves do Amaral de olhos puxados, ou quem sabe um Pires de Camargo de pele mais morena, ou ainda um Soares com sobrenome Sírio, por exemplo. Hoje não temos mais aquele ranço negativo do passado, onde os mais antigos não viam com bons olhos os que chegavam depois em Atibaia, ainda mais se fossem imigrantes ou descendentes deles. Não há na atualidade uma única família considerada antiga e tradicional de Atibaia que não tenha, ao menos por um ramo, se entrelaçado a famílias mais novas em solo atibaiano e oriundas de famílias imigrantes. João Batista Conti, grande atibaiano, historiador e folclorista, se vivesse hoje se alegraria muito de ver tal miscigenação entre as famílias de origens diversas, convivendo sem mais nenhum preconceito em nossa cidade. Em nosso País não há como se ter uma postura preconceituosa, equivocada e racista, pois somos um povo que é fruto da mistura de raças, o que talvez seja nossa maior característica e qualidade.

Nos títulos Siqueira Franco (Franco na obra de Waldomiro Franco da Silveira), Pires de Camargo (Pires na citada obra), Alves do Amaral (Alves na citada obra) e Bueno (como o mesmo título na citada obra), houve, de modo geral, pouquíssima atualização, estando faltando, em média, duas ou três gerações nascidas a partir da década de 1950, década da edição da obra de Waldomiro Franco da Silveira. As poucas atualizações feitas nestes títulos são decorrentes da proximidade entre mim e os parentes descritos, portanto, os avanços nas gerações devem-se ao único fato de proximidade do autor com os citados aqui. Já nos títulos Soares, Pereira, Leite e Freitas a desatualização é menor, tendo em vista que estes títulos tiveram como fonte de pesquisas, trabalhos mais recentes, tais como: Família Atibaiana de José Luiz Teixeira de 1997 (aqui reproduzido na íntegra, mas com disposição diversa) e o livro-revista Famílias Ilustres e Tradicionais de Atibaia de 2000, portanto, acreditamos que estes títulos estão com uma defasagem de uma ou no máximo duas gerações, em média. Com relação a estas deficiências, esperamos corrigi-las, quem sabe em outra oportunidade (talvez numa segunda, terceira, etc., edições), ou quem sabe também, sejam corrigidas por outros que venham se interessar pela genealogia, talvez até influenciados e incentivados por este humilde trabalho que com relação aos citados títulos neste parágrafo apenas se quis compila-los, reeditando-os com algumas correções, acréscimos e atualizações, sem maior pretensão.

Portanto, os títulos Siqueira Franco, Pires de Camargo, Alves do Amaral e Bueno já foram retratados, embora de modo um pouco diverso (alguns por outros troncos) pelo genealogista Waldomiro Franco da Silveira em Notas Genealógicas publicadas em 1955.

Os títulos Leite e parte dos títulos Pereira e Freitas também já foram retratados pelo genealogista José Luiz Teixeira, em Família Atibaiana de 1997. Já o título Soares é resultado de pesquisa minha e de José Luiz Teixeira e por mim disposto pela primeira vez, nesta obra.

Os títulos oitavo e nono (Oliveira Cesar e Padilha), retratam famílias de origem portuguesa e antiga em solo atibaiano, uma vez que lá já se encontrava radicada em Atibaia em meados do século XVIII, e além de consideramos importante, do ponto de vista social e político, tem um outro aspecto interessantíssimo do ponto de vista genealógico, no que se refere a formação da gente atibaiana, pois traz, através dos diversos casamentos ocorridos entre alguns membros desta família com negros e negras, um elemento importante da miscigenação brasileira, que é a mistura de brancos e negros, dando origem ao mulato caboclo tão encontrado nas ruas brasileiras da atualidade e uma de suas principais bases étnicas.

Os casamentos e ou relacionamento havido entre casa grande e senzala entre alguns membros da família Oliveira Cesar com negras traz para este trabalho o indivíduo ainda não retratado, tão importante e verificado na formação de nossa gente: o mulato. Claro que essa gente, que era gerada quase sempre do encontro entre o homem branco, morador da casa grande com a mulher negra presa na senzala ou a serviço de seus senhores na casa grande ou ainda libertos, não tinha a mesma importância sócio-política dos mais brancos considerados membros de famílias ditas como tradicionais, mas do ponto de vista étnico sua contribuição na formação do povo atibaiano e, portanto, brasileiro é importantíssima e raramente uma família brasileira dita tradicional, mesmo exibindo a cor predominantemente clara de seus descendentes não tenha os genes africanos fruto dessa miscigenação muito praticada no Brasil e que deu origem a gente morena que somos. O Brasil foi sem dúvida o principal palco da interessante mistura do europeu (português, espanhol, italiano, francês, alemão, e outros) com o negro africano e nossa gente é fruto dessa miscigenação jamais vista antes.

O décimo título (D’Elboux) a partir do tronco: tenente-coronel e sargento-mor de São Paulo, Francisco Compton D’Elboux, retrata uma família originada da imigração de um inglês com origem francesa (ascendência paterna) e inglesa (ascendência materna) que se estabeleceu em São Paulo e Santana do Parnaíba e cujos descendentes espalharam-se por várias cidades paulistas. Um dos filhos do tronco, Carlos Augusto D’Elboux, meu pentavô se estabeleceu na antiga freguesia de Juqueri, hoje município de Mairiporã. Foi o único título que alteramos seu tronco após a publicação da obra em agosto de 2012. Só consegui confirmar a ascendência de Carlos Augusto em novembro de 2012, razão pela qual alteramos o tronco e o nome do título após a confirmação documental que Carlos Augusto era de fato filho do inglês Francisco Compton D’Elboux.

O Décimo primeiro título (Freitas) retrata uma família tipicamente brasileira e diríamos tradicional, que se fixaram inicialmente na então freguesia de Conceição de Guarulhos, hoje município de Guarulhos, depois fixaram-se na então freguesia de Juqueri hoje município de Mairiporã e depois em Atibaia há cerca de 140 anos quando os dois irmãos Freitas (Raimundo José e Antônio Joaquim) deixaram Juqueri fixando-se em Atibaia, entre as décadas de 1860/70).

Embora o décimo segundo título (Terranova) e o décimo terceiro título (De Carlo) terem como troncos um italiano (Terranova) e um imigrante italiano (De Carlo) também retratam famílias de Atibaia, uma vez que um descendente dos citados troncos: Antônio De Carlo, meu bisavô, unido por casamento com gente da “terra” (Maria do Carmo Leite, minha bisavó) representa então a união de raças e culturas que tanto se viu pelo Brasil desde do início de sua colonização e neste caso com a chegada em massa de imigrantes europeus; mistura essa, muitas vezes reprimida pelas famílias brasileiras que não viam com bons olhos a presença e tampouco a miscigenação de suas famílias com aquelas que chegaram para substituir a mão de obra escrava e que acabou sendo mais um, talvez o último, elemento na formação étnica do povo brasileiro. Os Terranova e os De Carlo estão em Atibaia há mais de 120 anos já que o tronco imigrou em 1895 da Itália direto para Atibaia e são títulos, na sua totalidade, inéditos.

Os títulos Oliveira Cesar, Padilha e D’Elboux são totalmente inéditos e foram os últimos incluídos neste trabalho, pouco antes da sua primeira grande conclusão parcial, fruto das últimas pesquisas que realizei na Cúria de Bragança nos meses de maio e junho de 2006, abril e maio de 2009(Oliveira Cesar), a partir de novembro de 2012 até março de 2014 (D’Elboux) e por último, em julho de 2017, o título Padilha.

Voltando a tratar dos primeiros títulos, os títulos I a VIII e o título XI, têm suas ascendências abordadas no excelente trabalho do grande genealogista Luiz Gonçaga da Silva Leme, in Genealogia Paulistana do início do século XX o qual é várias vezes citado nessa obra, simplesmente como SL. Hoje esta grande obra de genealogia disposta em nove volumes está disponível gratuitamente numa página da rede mundial de computadores, a internet, o que facilita as pesquisas.

Através do magnífico trabalho de Silva Leme pude descobrir, através de alguns ramos, avós em 47º grau o que corresponderia a mais de 1300 anos na minha ascendência, remontando até o ano de 689. Silva Leme em sua obra em nove volumes desenvolve descendência de 56 títulos (troncos) familiares com origem portuguesa, na sua grande maioria, ou Espanhola ou Francesa, que chegando em São Paulo a partir da expedição de Martim Afonso de Souza em 1532 deram início ao povoamento, colonização e origem das primeiras e principais famílias paulistas dos primeiros séculos de sua história (séculos XVI a XVIII). Destes 56 troncos tratados por Silva Leme eu estou inserido em pelo menos 38 (trinta e oito) troncos através da ascendência dos meus bisavós maternos Ermitão de Paula Freitas, Maria do Carmo Leite De Carlo e Maria Joana Pires de Oliveira.

Pela ascendência destes bisavós pude constatar com muito orgulho descender de ilustres construtores e formadores do Estado de São Paulo e especialmente da minha terra natal, Atibaia.

Minha linhagem é bem o retrato da formação étnica da esmagadora maioria do povo brasileiro que descende dos índios (1ª matriz de formação étnica) que aqui viviam antes da colonização portuguesa e eram cerca de dois milhões quando os portugueses chegaram; dos portugueses (2ª matriz), dos negros (3ª matriz), trazidos na condição de escravos do Continente Africano e eram cerca de cinco milhões, e mais recentemente dos imigrantes asiáticos e europeus, especialmente os Italianos que imigraram em grande escala a partir de 1870 a fim de substituírem a mão de obra escrava, que no Brasil tardiamente foi liberta em 1888; estimasse que cerca de um milhão e meio a dois milhões de italianos vieram para o Brasil, em especial para os Estados do sul e sudeste, especialmente para o Estado de São Paulo.

Eu ousaria dizer que minha ascendência retrata perfeitamente a formação étnica do povo brasileiro que é resultado de uma grande miscigenação étnica, decorrente do cruzamento de portugueses e índios (mamelucos), portugueses e negros (mulatos), negros e índios(cafuzos) e do cruzamento dessa gente toda entre si e mais tarde com os imigrantes europeus de várias origens, em especial, da Itália. Somos um povo essencialmente moreno, uma nação de mulatos, não mais mulata, pelo menos no sul e sudeste, por conta dos imigrantes europeus que chegaram ao Brasil a partir da abertura dos portos em 1808 e se intensificou a partir de 1870. A experiência brasileira de miscigenação de raças é única no mundo e sem dúvida reproduz uma nova raça, uma ova gente: os mais de 180 milhões de brasileiros, que já não são mais índios, portugueses, espanhóis, negros, italianos, japoneses, mas apenas: brasileiros.

Os menos atentos e mais preconceituosos esquecem que as mais antigas etnias europeias foram formadas da miscigenação de raças, como Portugal, por exemplo. Por razões de pura ignorância preconceito não veem como bons olhos o que se deu com a formação do povo brasileiro que é fruto da união consentida ou não do colonizador de maioria portuguesa, mas também em menor escala de origem espanhola com o índio colonizado, oriundo de centenas de tribos que viviam livres em território brasileiro; da união da mão que mandava chicotear ou que chicoteava o negro escravo no tronco com os corpos feridos pelos mais absurdos maus tratos aos negros trazidos como escravos para o Brasil; da união destas três matrizes principais (índios, portugueses e negros) com os europeus de várias origens, especialmente a italiana, e os asiáticos, especialmente os japoneses, esses cuja imigração completou um século em 2008. Em linhas gerais, nós brasileiros, ao menos na grande maioria, descendemos da casa grande e da senzala, dos bandeirantes e dos habitantes das ocas, das vilas e do campo, enfim, somos fruto da mais recente e interessante formação de um povo. Uma gente nova, os latinos dos trópicos.

Pela ascendência dos meus bisavós maternos Ermitão de Paula Freitas, Maria do Carmo Leite De Carlo e Maria Joana Pires de Oliveira concluo ser um legítimo representante da Paulistânia caipira que seria um dos tipos do homem rural brasileiro e geograficamente é situada nos Estados de São Paulo, grande parte de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, parte do Paraná, sendo os Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo como afins, portanto, sou um legítimo caipira com muito orgulho.

Através destes três bisavós e através da obra de Silva Leme deparei-me gratamente com o fato de descender entre outros menos ilustres de: I) membros da Casa dos Belmonte, da qual pertenceu Pedro Álvares Cabral, “descobridor do Brasil”; II) de Marcelino de Camargo, o Patriarca de Atibaia e irmão de Jerônimo de Camargo, considerado fundador da cidade e mais dois irmãos seus; III) João Pires, o Pai dos Jesuítas; IV) Amador Bueno da Ribeiro, aclamado rei de São Paulo em 1641; V) Bartolomeu Bueno da Silva – o Anhangüera; VI) uma irmã do Cap. Fernão Dias Paes, o descobridor e Governador das esmeraldas; VII) Martim Afonso Tibiriçá, o régulo de Piratininga; VIII) João Ramalho e mais remotamente de: IX) D. Afonso VI de Leão, X) D. Afonso Henriques, o 1º Rei de Portugal, XI e XII) D. Fruela I e II, reis de Leão; XIII) Guido, Duque de Espoleto, Conde de Toscana, Rei e Imperador da Itália; XIV) Pepino, Rei da Itália e finalmente XV) CARLOS MAGNO, rei dos Francos, Lombardi e Imperador do Ocidente no século IX, e tantos outros, retratados no meu costado, na terceira e última parte deste trabalho.

Continuando, os últimos títulos (XIV ao XXII): FACCIOLI, BASSI, ASSIRATI, BACCHIEGA, VISENTIN, FEDRE, BASSO, RIZZATO e BEDORE são inéditos. Os troncos dos títulos Bassi e Assirati, são imigrantes italianos que vieram “fazer a América” e cujos descendentes moraram e moram em diversas cidades essencialmente do Estado de São Paulo e em menor número no Estado do Paraná (família Bassi). Já os demais troncos(Bacchiega, Visentin, Fedre, Basso, Rizzato e Bedore) não vieram para o Brasil. Nestes títulos, através de laboriosa pesquisa desvendou-se a origem (naturalidade) dos italianos e registrou-se grande parte de seus descendentes, informações na grande maioria desconhecidas por quase todos os descendentes aqui retratados e obtidas em pesquisas realizadas na Itália.

Ao se considerar que a grande maioria dos “oriundi” sequer conhece a origem de seus bravos antepassados que imigraram para o Brasil, muitos até sequer sabem se sua origem vem do norte ou do sul da Itália, é um grande avanço ter se conseguido a origem de todos estes imigrantes italianos aqui retratados, uma vez que chegaram no Brasil saídos de uma Itália em guerra ou faminta, somado a inúmeros fatores e circunstâncias que no decorrer do tempo fizeram com que a grande maioria dos descendentes desconheça hoje a origem de seus antepassados.

Em todos os títulos há pequenas notas biográficas de alguns personagens e a disposição genealógica dos descendentes dos troncos, está em método disposto por mim, bem próximo aos utilizados pelos genealogistas da atualidade.

Nos sete primeiros títulos (Siqueira Franco, Pires de Camargo, Soares, Alves do Amaral, Bueno, Pereira e Leite) eu estou inserido através da minha bisavô materna Maria do Carmo Leite De Carlo, que descende das mais antigas e importantes famílias paulistas e em especial, atibaianas. O título Oliveira Cesar e Padilha me recebem através de minha bisavó materna Maria Joana Pires de Oliveira de origem portuguesa, espanhola e africana. Os títulos D’Elboux e Freitas me recebem através de meu bisavô materno Ermitão de Paula Freitas que também descende de uma numerosa família originária de Guarulhos e Mairiporã que chegou em Atibaia aproximadamente em 1860 a 1870, portanto, a quase um século e meio. Os títulos Terranova e De Carlo me acolhem através de meu bisavô Antônio De Carlo, marido de minha bisavó Maria do Carmo Leite De Carlo.

Nos títulos Faccioli e Bassi encontro-me através da minha bisavó Ida Bassi Bacchiega. Nos títulos Assirati e Bacchiega a ascendência e descendência estão relacionadas ao meu bisavô José Bacchiega. Os títulos Visentin, Fedre e Basso, os quais têm muitos descendentes que ainda vivem na velha bota e nunca estiveram no Brasil, retratam a família de minha bisavó Virginia Basso e finalmente os títulos Rizzato e Bedore retratam a família de meu bisavô Ernesto Bedore que imigrou para o Brasil e aqui constitui numerosa família, bem como seu tio paterno, Giuseppe Bedore, que também imigrou e também constituiu numerosa família no Brasil. O título Bedore é entre os títulos de origem italiana, o que eu mais desenvolvi, em razão de carregar o sobrenome, bem como em razão da raridade do mesmo, tanto no Brasil e em especial na Itália da atualidade.

Cada um dos meus oito bisavós estão inseridos de dois a sete títulos neste trabalho (Maria do Carmo Leite – 7 títulos, Virginia Basso – 3 títulos, Ermitão de Paula Freitas, Antônio De Carlo, Jose Bacchiega e Ernesto Bedore – 2 títulos cada e Maria Joana Pires de Oliveira – 2 títulos), tendo suas origens e famílias desenvolvidas genealogicamente. Aliás um dos principais objetivos deste trabalho foi abordar a ascendência de todos os meus bisavós. Claro que uns tiveram maior abordagem do que outros, em razão de sua origem e material de pesquisa, mas todos, sem exceção, estão citados, em pelo menos um título deste trabalho (ver quadro da relação entre os bisavós e trisavós do autor com os títulos).

A segunda parte deste trabalho, divide-se em seis capítulos, dos quais os cinco primeiros tratam da família Bedore com os seguintes títulos: 1) Bedores da imigração a atualidade no Brasil, que trata de todas as famílias com esse sobrenome que imigraram para o Brasil; 2) Bedores de OSPEDALETTO EUGANEO/PD, especialmente da localidade, Della Torre, entre Ospedaletto e ESTE/PD que tenta através da citação de todos os Bedores nascidos naquela cidade desde 1590 até os nossos dias reconstruir a genealogia desta família; também há uma pequena descrição sobre Ospedaletto e mapas da região; 3) Bedores de ATIBAIA/SP, retrata os Bedores de Atibaia e também há pequenas considerações histórias e gerais da cidade; 4) Bedores no mundo, visa sinteticamente relacionar a e localizar outros Bedores fora do Brasil e da Itália, descobertos por mim e 5) Heráldica da família Bedore, retrata pequenas considerações sobre heráldica da família Bedore e 6) Onomástica de vários sobrenomes, neste último capítulo busquei explicar o significado e a origem de vários sobrenomes da minha ascendência.

A terceira parte resume-se no costado do autor até os avós em décimo grau, embora tenha descoberto, como disse avós em 47 grau, limitei aos avós em 10 grau, para que não estendesse muito este trabalho, excetuando-se alguns que considerei importante citá-los no meu costado.

Pelo costado nos deparamos com a intrigante quantidade de ancestrais diretos, pois cada um de nós possui um pai e uma mãe, 4 avós, 8 bisavós, 16 trisavôs, 32 tetravôs ou tataravós, 64 pentavós, 128 hexavós, 256 heptavós, 512 octavós, 1024 eneavós, 2048 decavós, 4096 undecavós, isso num período de aproximadamente dois séculos e meio, se considerarmos que cada século temos 4 gerações.

Para se ter uma ideia, cada pessoa que viva na atualidade teria teoricamente um milhão (1.048.576) de antepassados na 19º geração, ou seja, um milhão de avós em 19º e mais de quatro milhões (4.194.304) de avós em 21º. Há 580 anos atrás, ou em algumas décadas antes do descobrimento do Brasil teríamos cerca de um trilhão de avós em 29º (1.073.741.824), já há1000 anos atrás, ou seja, na alta idade média, nós teríamos mais de dois bilhões de ancestrais diretos ou melhor, mais de dois bilhões de avós em 40º, numa progressão geométrica de razão dois. O mais intrigante e surpreendente disto é que tais números ultrapassam muitas vezes a população do mundo civilizado naquele tempo.

Contudo, estes impressionantes números são diminuídos quando deparamos com casamentos entre parentes, por exemplo, se dois de nossos avós fossem primos, teríamos então 7 bisavós, e não 8 e assim sucessivamente, reduzindo então, consideravelmente estes números, bem como temos que uma família normal vive apenas quatro ou cinco séculos, ou seja, se considerarmos que cada século, em média vivem 3 a 4 gerações, temos 12 a 16 gerações em 4 séculos ou 15 a 20 gerações em 5 séculos, embora algumas famílias cheguem a seis ou sete séculos de existência, ou até mais, segundo um estudo de René Martial, fundador da antropobiologia.

Na minha ascendência, descrita através do meu costado, na terceira e última parte deste trabalho, entre os 128 avós em 6º grau ou hexavós, dois eram irmãos, de modo que o número dos meus 7º avós ou heptavós reduz de 256 para 254.

Já as casas reais europeias em razão dos casamentos entre parentes reduziram consideravelmente o número de antepassados em cada geração; o rei Afonso XIII, da França, por exemplo, descendia oito mil vezes de São Luís e tinha 111 avós numa geração em que deveria ter 1.024 eneavós. São Luiz, por sua vez, tinha Carlos Magno por avô 500 vezes. Esse imperador, reivindicado como tronco de todas as famílias nobres da Europa, é por essa razão chamado ‘pai da Europa ou pai comum do Ocidente’.

As ligações de parentescos que encontramos com as casas reais europeias, tal como eu tenho, embora sejam verdadeiras não tem significado maior, dada a grande quantidade inumerável de descendentes de um determinado antepassado, portanto, o brasileiro de família não nobre que descende de casas reais europeias, dado a miscigenação e a distância dos graus de parentes não pode considerar-se nobre na concepção restrita da palavra.

Aproveitando essa introdução farei a seguir algumas considerações sobre minha ascendência, especialmente sobre meus bisavós, avós e pais.

Sobre os meus oito bisavós, dois (Ernesto Bedore e Virginia Basso) são imigrantes italianos originários da localidade Della Torre, entre as cidades de Este e Ospedaletto Euganeo, na baixa Padova ou Euganea, Província de Padova, região do Vê neto, norte da Itália. Dois outros bisavós (Ermitão de Paula Freitas e Maria do Carmo Leite De Carlo) são paulistas, naturais de Atibaia e filhos de famílias quatrocentonas do Estado, cuja formação étnica deu-se do cruzamento de portugueses e espanhóis, estes em menor número, com as índias, dando origem a uma massa de mamelucos que desbravaram os sertões, através das bandeiras. Outro bisavô, Antônio De Carlo, é também natural de Atibaia filho de imigrantes italianos originários das cidades de Vinchiaturo e Baranello (família Terranova) e Guardiaregia (família De Carlo), todas da Província de Campobasso, Região de Molise na Itália central. Outra bisavó, Maria Joana Pires de Oliveira, também natural de Atibaia, era filha de mãe atibaiana mulata (Bárbara de Oliveira Cesar, filha de pais mulatos) e pai também atibaiano e mulato (João Pires Padilha era filho de pai branco e mãe negra), descendente, portanto, da mistura entre brancos, quase sempre homens, e negros, quase sempre mulheres, cuja ascendência se encontra nas tristes senzalas da inconcebível escravidão no Brasil. Dois outros bisavós (José Bacchiega e Ida Bassi) eram paulistas, filhos de imigrantes italianos, o primeiro natural de São Carlos, filho de imigrantes italianos de Rovigo e Cremona no norte da Itália e a segunda era natural de Taquaritinga, filha de imigrantes italianos originários das Províncias de Verona e Mantova, também no norte da Itália.

Quanto aos meus avós paternos, Oscar Bedore, era irmão e filho de italianos que imigraram definitivamente para o Brasil em 1913, já minha avó Iride Bachega Bedore, era filha de paulistas, nascidos no Estado alguns anos após a imigração de seu pais que deixaram a Itália para construir a América, portanto, era neta de italianos, consequentemente meu pai e seus quatro irmãos estão inseridos entre os aproximadamente 10% da população brasileira que não têm nenhuma miscigenação na sua origem, tendo, portanto, ascendência única: a europeia, mais precisamente a italiana.

Já meus avós maternos, fazem parte dos aproximadamente 90% da população brasileira que tem na sua ascendência uma rica mistura de raças. Meu avô materno, Roberto De Carlo, é filho de paulistas, neto pelo lado paterno de imigrantes italianos que se radicaram em Atibaia desde o final do século XIX e neto pelo lado materno de atibaianos e consequentemente paulistas cuja ascendência remonta aos troncos de várias famílias trezentonas e quatrocentonas, cuja origem deu-se através do cruzamento de portugueses, espanhóis e índios; já minha avó, Julieta Freitas de Carlos, era filha de pai paulista, neto de paulistas, cuja ascendência remonta também aos troncos de várias famílias trezentonas e quatrocentonas, cuja origem deu-se através do cruzamento de portugueses, espanhóis e índios e no caso dela de ingleses e franceses (D’Elboux), com mãe atibaiana e mulata, filha da miscigenação entre brancos e negros, portanto, minha avó materna descende da mistura de brasileiros, descendentes de portugueses, espanhóis, franceses, ingleses com brasileiros, descendentes de negros africanos, trazidos como escravos para o Brasil. Consequentemente minha mãe, eu, e meus irmãos, evidentemente, estamos inseridos entre os aproximadamente 90% dos brasileiros cuja origem é decorrente da mistura mais variada de raças, ou seja, o verdadeiro retrato étnico do povo brasileiro. Recente estudo realizado pela Universidade Federal de Minas Gerais revelou que 87% dos brasileiros têm pelo menos 10% de genes de origem africana.

Considerando que somos fruto da genética de nossos ascendentes, temos que nossos pais são responsáveis, cada um, por 50% de nossos genes, ou que recebemos, em tese, 25% de genes de cada um dos avós, ou ainda, 12,5% de cada bisavós, ou ainda 6,25 de cada trisavó; 3,125 de cada tetravó; 1,5625 de cada pentavó ou 0.78125 de cada hexavó e assim sucessivamente. Concluí, a partir desta maluca divisão de nossa carga genética, que tenho exatamente 62,50% de origem italiana e 37,50% de origem brasileira. Da origem italiana, muito provavelmente exista genes judeus, gregos ou de outras etnias, já na brasileira tenho origens não identificáveis em porcentagem, de portugueses, espanhóis, franceses (0.390625), ingleses(0.390625), judeus e de índios. Já minha origem africana é de exatamente 6,0546875 %, e sobre ela posso concluir que minha mãe tem 12,109375 % de origem negra, minha avó Julieta tinha 24,21875 % e minha bisavó Maria Joana Pires de Oliveira exatamente 48,4375 % de ascendência negra, posto que tinha um avô mulato (João de Oliveira Cesar, filho de pai branco com mãe negra) casado com uma mulata (Escolástica Maria Cardoso, filha de mulatos) e outro casal de avós formado por um branco e uma negra (João Pires Padilha branco) que teve um filho com uma mulher negra (Joaquina Maria das Dores). Portanto, sob a divisão entre brancos e negros, sou 93,79 branco e 6,25 negro.

Concluindo, pelos meus bisavós facilmente vimos que minha ascendência é o mais fiel retrato da formação étnica do povo brasileiro, especialmente o paulista que na sua maioria, traz nas suas veias, a miscigenação de raças como as do índio, que inicialmente uniram-se a europeus (espanhol e português), mais adiante aos negros africanos e mais recentemente aos italianos e outros europeus, como os franceses.

Falando um pouco sobre a minha relação com a minha terra natal (Atibaia), se por um lado sou o primeiro Bedore nascido em solo Atibaiano, pela ascendência materna, faço parte de uma família com raízes nesta cidade que remontam a sua fundação, descendendo diretamente de três irmãos do fundador da cidade (Marcelino de Camargo, José Ortiz de Camargo e Mariana de Camargo), e, portanto, dos pais de Jerônimo de Camargo, bem como das famílias mais importantes e antigas de Atibaia: Siqueira Franco, Pires de Camargo, Alves do Amaral, Soares, Bueno, Pereira e Leite.

Através deste trabalho pude fazer uma viagem imaginária pela história de Atibaia, desde seus primeiros dias como um pequeno povoado nascido após os irmãos Jerônimo e Marcelino terem saído de São Paulo por brigas políticas e terem desbravado os sertões atibaianos estabelecendo-se no planalto entre a serra Itapetinga e o rio Atibaia e ali iniciando a construção de uma das cidades mais belas e encantadoras do interior paulista. Imaginei-me observando o nascimento do largo da matriz após a edificação da primeira capela em louvor a São João Batista, a construção das primeiras casas no dito largo e em seguida pela rua direita, hoje, rua José Lucas, até o Largo do Rosário. Imaginei-me observando as disputas políticas entre os Pires e Camargos, tendo em Atibaia Lucas de Siqueira Franco, meu décimo avô, partidário dos Camargos e Frutuoso Furquim de Campos, partidário dos Pires, como protagonistas. Seguindo meu passeio imaginário pela história da minha cidade, a vi ganhar um padre definitivo e tornar-se capela curada (1679), depois tornar-se paróquia com nova Igreja ou Freguesia (1701). Vi transformar-se Distrito (1747) e festiva ao tornar-se Vila (1770) ganhando Casa de Câmara e Cadeia e Pelourinho. Vi minha terra perder territórios com as emancipações de Jaguari (hoje Bragança); Nazaré, Piracaia e mais recentemente Jarinu, antiga Campo Largo. A vi festejar a independência do Brasil, a Lei Áurea, a Proclamação da república e tanto outros acontecimentos da história como a revolução liberal de 1841. Enfim, através deste trabalho pude viajar nas datas, nos locais e nos acontecimentos que acompanham a reconstituição genealógica de famílias que indiscutivelmente construíram minha cidade e da qual descendo com muito orgulho. Cheguei a ver a face dos meus antepassados nessa viagem, deparando-me com uma gente forte que sem saber, construía dia a dia o paraíso quase possível que tanto amo.

Outra viagem realizada em razão deste trabalho, desta vez real e não imaginária, foi a emocionante viagem à Itália. Retornar à terra dos meus antepassados italianos, especialmente à Este e a Ospedaletto Euganeo, foi, de certo modo, fazer uma viagem ao passado. Andar pelas ruas italianas especialmente de Este e de Ospedaletto fez-me imaginar estar olhando para paisagens, construções e caminhos olhados e caminhados por muitos dos meus antepassados. Fez-me imaginar Luigi Bedore, seus pais, irmãos, avós, filhos, primos, bem como, os Basso assistindo missas em latim nas mesmas igrejas que estava eu naquela viagem… imaginei-os cultivando os belos campos daquela região, pescando nos rios que dividiam o território de Este e de Ospedaletto, andando e vivendo em Della Torre, localidades visitadas por mim, como também fez imaginá-los decidindo deixar tudo para trás: parentes, terra, amigos, para se dirigirem a desconhecida América, motivados por prováveis promessas ditas por emissários do Imperador D. Pedro II, que na verdade não passavam de agenciadores de mão de obra para substituir a mão de obra escrava tardiamente liberta no Brasil, os quais prometiam aos que decidissem deixar a velha Itália muita terra e muita fartura, exatamente o contrário da realidade da grande maioria dos habitantes do pobre Vê neto e de tantas outras regiões italianas onde se passava fome. Não tiveram dúvidas, entre continuar a vida difícil que viviam e viver num país que lhes garantiria fartura e terra, deixaram tudo para trás e podemos considerar que com isso foram um dos os últimos elementos de formação de uma nova nação e uma nova raça, a dos bravos brasileiros.

Muitos desses imigrantes jamais voltou ao velho mundo, alguns voltaram para buscar a família, como foi o caso de Luigi Bedore, que depois de vir duas vezes para o Brasil terminou seus dias em Gênova, cidade que conheceu ao embarcar duas vezes para o Brasil; outros nunca mais voltaram, como Ernesto Bedore, que como a grande maioria dos italianos, terminaram seus dias sem qualquer contato com além mar. Cada família de imigrantes adotou uma postura com relação ao velho e ao novo País, uns enviaram fotos dos novos integrantes da família nascidos em solo brasileiro aos parentes italianos ou vice-versa, outros pediram ajuda aos imigrantes, como aconteceu com uma irmã de Virginia Basso, Maria Basso, que na década de 1940 escreveu para irmã pedindo ajuda financeira para irmã imigrante. Houve também quem voltou para Itália para visitar os parentes ou receber alguma herança, mas com certeza a grande maioria cortou qualquer laço com o velho continente, o que resultou na falta de informação de muitos oriundi quanto a origem de seus antepassados italianos.

Conhecer o que para mim é a minha segunda Pátria, e refazer a viagem dos meus antepassados, só que de avião, carro e trem e não a pé e de navio como fizeram, há mais de cem anos, e retomar o contato com meus parentes, foi uma das coisas mais prazerosas da minha vida.

Para se ter uma ideia do que foi a imigração de europeus para o Brasil nas últimas décadas do século XIX e primeiras do século XX, temos que 1.630.963 italianos de diversas regiões imigraram para o Brasil entre 1836 a 1979, sendo 1.260.369 somente entre 1884 a 1914, período de maior imigração. Não se sabe ao certo quantos italianos voltaram, mas estima-se que cerca de um milhão e meio a dois milhões ficaram no Brasil. Desses imigrantes, cerca de 950 mil italianos, estabeleceu-se no Estado de São Paulo, que entre o início de 1890 e a Primeira Guerra Mundial, representava um quarto da população do Estado, ou seja, 25%. Na capital do Estado essa relação no início do século XX era muito maior.

A primeira ‘grande’ leva de italianos, cerca de 180 sardos, chegou ao nosso País em 1836 fixando-se na Colônia Nova Itália, às margens do rio Tijucas Grande, em Santa Catarina a última grande leva em 1947, porém, entre os integrantes da expedição de Martim Afonso de Souza já se encontravam alguns italianos como os irmãos Adorno que, saídos da Itália por motivos políticos, dedicaram-se à produção de açúcar. Outros sobrenomes italianos chegaram antes da imigração em massa como os Dória, os Cavalcanti e os Accioli, e ainda hoje, muitos italianos, por inúmeras razões deixam a Itália para viver no Brasil, especialmente no nordeste brasileiro. Em Atibaia, na atualidade conheço dois amigos italianos que imigraram recentemente (Giancarlo Zanarotto e Franco Manes).

Hoje no Brasil cerca de 17% (dezessete) a 20% (vinte por cento) da população, ou 22 a 30 milhões de habitantes têm ascendência italiana. A cidade de São Paulo, por exemplo, é considerada, hoje, a terceira maior cidade italiana fora da Itália, perdendo apenas para Buenos Aires e Nova York. Estima-se hoje um contingente de cerca de 6 milhões de italianos e descendentes só na cidade de São Paulo. No Estado de São Paulo são cerca de 13 milhões. Eu ousaria afirmar que sem eles o Brasil seria um outro país, sem dúvida, inferior em diversos aspectos sociais, econômicos e até político. Não podemos estudar a formação ou a constituição étnica da população brasileira sem se aprofundar no estudo da sociedade italiana, cujos descendentes representam quase um quinto de nossa população, especialmente nas regiões sul e sudeste.

Retomando ao trabalho, aqui também busquei imortalizar a imagem dos meus antepassados procurando obter e consequentemente inserir aqui, fotos dos meus pais, irmãos, tios, alguns primos, avós, de todos os tios-avôs que chegaram a idade adulta, de todos os meus bisavós, dos quais conheci apenas três: Antônio De Carlo, Maria do Carmo Leite de Carlo e Ida Bassi Bachega, de alguns de seus irmãos (Lygia Leite Peçanha, Isidoro e Nicolina De Carlo, João Evangelista de Freitas, Maria e Teresa Basso, Ida, Diamante, Ettore e Ugo Bedore), conseguindo também fotos de nove dos meus trisavós (Antônio Joaquim de Freitas, José Benedito Leite, Ana Soares Leite, Luigi Bedore, Elisabetta Rizzato, Fedele Bacchiega, Terzilla Assirati, Alessandro Bassi e Ginevra Faccioli) e alguns de seus irmãos (Raimundo José Freitas, irmão de Antônio Joaquim Freitas, Umbelina Leite, Vigília Leite, Francisco Rodrigues Soares, Leopoldo Soares do Amaral, Maria Gertrudes e Guilhermina, todos irmãos de José Benedito Leite, Gaetano Bassi irmão de Alessandro Bassi e Maria Assunta Bedore e Giuseppe Bedore, irmãos de Luigi Bedore); de três tetravôs ou tataravós (Pedro Alexandrino Leite, Giuseppe Terranova e Maria Saveria Ricciardi) e alguns de seus irmãos (Juca Leite, irmão de Pedro Leite, Maria Salomé, Maria Franco do Amaral e Bento Paes, irmãos de Gertrudes Franco do Amaral), e outros parentes como primos de vários graus e alguns parentes mais distantes que torna este trabalho quase que um simples álbum de família legendado do que notas genealógicas propriamente dita.

Também busquei citar, sempre que descobri, as datas e locais precisos de fatos como nascimento, casamento, morte, imigração, períodos de mandatos eletivos e outros dados a fim de localizar no tempo e no espaço a existência de todos aqui retratados, sendo muitas datas inéditas e outras correções de outras obras. Procurei também esclarecer detalhadamente questões de toda ordem em cerca de 325 notas de rodapé, elucidando muitas dúvidas e ou detalhando com maior profundamente alguns aspectos do trabalho genealógico ou histórico.

Espero que com o passar dos tempos meus descendentes, se os tiver, ou os descendentes dos meus irmãos e parentes citados nesse trabalho, possam através dele saber, mesmo que de forma simples e incompleta um pouco da história de nossos antepassados, os quais legaram-nos, além dos nomes de família, nossa formação e uma história rica de exemplos de vida que são a verdadeira nobreza familiar, bem como, possam dar continuidade neste trabalho que não tem fim posto que retrata a vida que segue rompendo o tempo.

Desejo humildemente que este trabalho possa servir como dicionário familiar de nomes, datas e acontecimentos, onde os curiosos e buscadores de suas origens retratadas neste trabalho possam dele se valer para conhecerem pouco de sua história genealógica. Que seja uma espécie de guia de referência sobre as centenas e centenas de famílias retratadas aqui, possibilitando que as futuras gerações tenham conhecimento de suas origens mais remotas, afinal o que se passou há mais de 50 anos atrás ou o que se passou a mais de duas ou três gerações é sempre esquecido, as vezes para sempre. Que este guia ou dicionário familiar possibilite que nomes, datas, composições familiares e até mesmo alguns fatos se perpetuam para sempre.

Tentei uniformizar todas as palavras e expressões repetidas neste trabalho o que nem sempre foi possível diante da extensão do mesmo, mas espero que essas falhas, bem como possíveis erros de toda ordem, como de nomes, datas, etc., sejam relevadas pelos leitores em virtude da grande quantidade de dados nem sempre precisos. Minhas sinceras desculpas pelos erros e omissões cometidas. Espero não ser demasiadamente criticado pela omissão de nomes, especialmente os das novas gerações, pois primei muito mais pelo resgate e pela reconstrução das gerações mais antigas do que a citação de gerações contemporâneas.

Por fim, sinto-me orgulhoso em poder registrar de forma simples, porém mais didática e precisa possível, um pouco da trajetória, acontecimentos, pequenas biografias daqueles que me antecederam neste mundo e pelos quais, muitos de nós, citados aqui, devemos nossa existência e formação; reverenciando e procurando imortalizar a memória daqueles que muito ajudaram a construir minha Atibaia querida, o importante e Estado de São Paulo e o gigante Brasil.

Quero terminar esta introdução com mais um sincero pedido de desculpas. Desculpas pelos possíveis muitos erros de toda ordem: nomes, sobrenomes, datas, profissões, cidades, ascendências, filiações, etc…. Tentei errar o mínimo possível, mas pelo tamanho do trabalho e consequentemente quantidade de nomes, datas e graus de parentescos sei que devo ter errado muito.

Também quero desculpar-me pela omissão de nomes, especialmente os das gerações mais recentes. Sempre que tomei conhecimento de um nascimento, de um casamento, de uma morte, de uma formatura, busquei citar neste trabalho, mas evidentemente muita informação deixou de ser registrada até mesmo em razão do tempo que levei para concluir e editar este trabalho, pois pessoas se mudaram de estado civil, de profissão, outras nasceram, outras faleceram e não tive conhecimento.

Algumas informações atuais foram obtidas, por exemplo, através de redes sociais, todavia, reconheço que privilegiei as informações genealógicas mais longínquas na esperança que as mais atuais sejam retratadas numa edição mais atualizada desta obra ou por outro pesquisador. Contudo, muitas informações atuais deixaram de constar neste trabalho não por culpa deste autor, que solicitou muitas informações, mas que por muitas vezes não obtive respostas, e, portanto, muita atualização deixou de ser feita, neste caso, não por culpa deste compilador.

Sincera e honestamente espero poder ser perdoado pelos muitos erros e omissões, na esperança de que os mesmos sejam compensados pelos acertos resultantes de uma laboriosa pesquisa de anos, os quais talvez uma futura edição revisada, corrija, aperfeiçoe e atualize este singelo trabalho agora disponibilizado na internet.

Adriano Bedore

PRIMEIRA PARTE

Descendência de Troncos dispostos através de vinte e dois Títulos

(todos são ascendentes do autor destas notas genealógicas)

CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE OS 22 TÍTULOS

● Todos os troncos de todos os títulos deste trabalho genealógico são meus ascendentes, sem exceção, portanto, todos os descendentes citados nos títulos são meus parentes, próximos ou distantes, mas todos parentes.

● O primeiro e principal objetivo deste trabalho foi retratar minhas raízes e minha parentela. Contudo, os oito primeiros títulos mais as duas famílias retratadas na introdução do primeiro título, constituem nas que considero ser, as DEZ mais antigas e genealogicamente importantes famílias atibaianas, tornando este trabalho, não só as minhas raízes, mas as raízes de todos atibaianos com ligações remotas em Atibaia, bem como, raízes de muitos paulistas de diversas cidades de nosso Estado.

● As nove ‘grandes’ famílias retratadas nos oito primeiros troncos deste trabalho: Siqueira Franco (título I), Pires de Camargo (II), Soares (III) Alves do Amaral (IV), Bueno (V), Pereira (VI), Leite (VII), Oliveira Cesar (VIII) e Padilha (IX), mais as famílias Camargo e Araújo retratadas na introdução ao título I são para este autor: as 10 mais antigas e tradicionais famílias atibaianas, cujos troncos estabeleceram-se na cidade ainda nos séculos XVII e XVIII. Dessas famílias, os Camargos, Siqueira Franco (Alves de Siqueira), Soares, parte das famílias: Alves do Amaral e Pires de Camargo podem ser consideradas as mais antigas famílias de Jarinu, antiga Campo Largo de Atibaia.

● Evidente que existem muitas outras famílias consideradas tradicionais em Atibaia, mas entre as mais antigas estão, na nossa ótica, as 10 citadas acima, pois todos os troncos estabeleceram-se em solo atibaiano nos séculos XVII e XVIII, a saber: Família Camargo em 1660 (família do fundador e a primeira família Atibaiana); Família Siqueira Franco aproximadamente 1700, a qual considero a segunda família atibaiana; Família Bueno aproximadamente em 1700; Família Pereira aproximadamente entre 1700 a 1720; Família Pires de Camargo aproximadamente em 1740; Família Alves do Amaral aproximadamente em 1740; Família Soares aproximadamente em 1740; Família Oliveira Cesar aproximadamente em 1760; Família Leite aproximadamente em 1770 e Família Araújo e Araújo Cintra que estabeleceram-se em Atibaia aproximadamente em 1780.

● As famílias D’Elboux (X), Freitas (XI), Terranova (XII) e De Carlo (XIII) embora também radicadas em solo atibaiano, lá estabeleceram-se no século XIX. As famílias D’Elboux e Freitas, cujos troncos não fixaram-se em Atibaia, tiveram algum membro que estabeleceu-se em solo atibaiano na década de 1860 vindas de Mairiporã e as Terranova [Benevento] e De Carlo, de origem italiana, estabeleceram-se na última década daquele século em Atibaia (1894/5).

● As famílias Faccioli (XIV), Bassi (XV), Assirati (XVI), Bacchiega (XVII), Visentin (XVIII), Fedre (XIX), Basso (XX), Rizzato (XXI) e Bedore (XXII) não tiveram seus troncos, escolhidos por nós, estabelecidos em Atibaia, mas algum descendente (Oscar Bedore ou Iride Bachega Bedore) lá se estabeleceu em meados na década de 1960.● Muitas outras famílias tradicionais de Atibaia e outras cidades através de seus troncos e parte de seus descendentes, estão inseridos nos oito primeiros títulos, tais como as famílias atibaianas: Almeida Bueno, Almeida Leite, Alvim, Arantes, Barreto, Bueno de Aguiar, Ferraz, Flórido, Franco da Silveira, Pereira Leite, Peçanha, Pinto, Profeta, Rocha, Salles, Silva Bueno, Silva Pinto, Silveira, Silveira Cintra, Silveira Franco, Silveira Pinto, Soares do Amaral, Teixeira, Toledo Santos e Urioste, todas com seus considerados troncos nascidos e ou estabelecidos em Atibaia a partir do século XIX e tantas outras estabelecidas em outras cidades como Jarinu e Itatiba, entre outras.

Introdução ao Título I

a) FAMÍLIA CAMARGO E O NASCIMENTO DE ATIBAIA

(A família do fundador[6]de Atibaia é a mesma família da esposa do tronco do título I)

Os atibaianos que por algum ramo, têm origem nos antigos troncos familiares de Atibaia, muito provavelmente descendem da família Camargo, razão pela qual, antes de apresentarmos a descendência de vinte e um troncos (sendo os oito primeiros, de famílias antigas e tradicionais de Atibaia), tentaremos, através deste texto introdutório, retratarmos, o que consideramos ser a primeira família Atibaiana.

Atibaia, segundo a maioria dos historiadores, foi fundada por Jerônimo de Camargo, que saindo de São Paulo dos Campos de Piratininga por brigas políticas que marcaram a então vila nos séculos XVII e XVIII, deu início a formação de uma fazenda, as margens do rio Atibaia, e ao povoado no alto de uma colina, onde hoje temos o largo da matriz de Atibaia. (ver texto Atibaia, aspectos históricos, no capítulo 3° da segunda parte deste trabalho).Não trataremos aqui sobre a fundação de Atibaia, mas sobre sua formação familiar inicial, até porque este é um trabalho genealógico.

Imaginamos que após começar formar uma fazenda de culturas, Jerônimo e muito provavelmente seu irmão Marcelino, considerado o patriarca de Atibaia, decidiram ou construir a sede desta fazenda num local estratégico, no alto de uma colina, ou mesmo decidiram dar início a um povoado, ou ainda, a intenção nem era de se criar um povoado, mas ele acabou acontecendo. De qualquer forma, decidiu-se que o início da fazenda ou de um povoado seria num local estratégico para segurança, estando no alto com uma visão total dos que chegavam por diversos ângulos, assim, nascia Atibaia a partir do largo da matriz. Começava a brotar no meio do sertão paulistano, entre serras, e estrategicamente no alto de uma bela colina, a formação familiar e natural de mais um povoado paulista.

Naturalmente que os povoados, freguesias e vilas dos séculos XVII até aproximadamente, meados do século XIX não tinham vida pujantes, visto que a população era essencialmente rural e, consequentemente, a vida social nas freguesias e vilas era reduzida as raras atividades religiosas, como os batizados, casamentos e enterros, atividades essas, inclusive os enterros ocorridas dentro das igrejas. O comércio era muito pequeno e limitava-se a uma ou outra casa de secos e molhados, um pequeno estabelecimento comercial que podia ser uma antiga mercearia, ou um bar. Não havia quase nenhuma prestação de serviços, tanto público quanto privado, o que praticamente resumia uma aldeia ou povoado, freguesia ou pequena e média vila, era sua igreja matriz; uma ou duas capelas ou igrejas menores, uma quase sempre destinadas aos escravos; uma casa de câmara e cadeia e seu pelourinho (nas vilas); uma ou outra casa comercial voltada a vendas de secos e molhados e alguns produtos de vestimenta ou coisas para casas; uma ou outra ‘casa’ voltada para prestação de serviços tais como: ferreiro, carpinteiro e outros serviços como barbeiros e tira-dentes; algumas casas pertencentes aos mais importantes e abastados fazendeiros das redondezas; algumas outras casas pertencentes aos poucos moradores do pequeno núcleo urbano, os quais exerciam algumas das poucas atividades citadas, mais a casa paroquial. Nesse clima bucólico e longe de nossa compreensão, que nasceram as cidades paulistas e brasileiras dos séculos XVI ao XIX. Acreditamos que após escolher um local para formar sua fazenda e iniciar um povoado, Jerônimo de Camargo ajudado por alguns homens que o seguiam pelo sertão, fugindo de São Paulo, derrubou árvores, ergueu as primeiras casas, de taipa naturalmente, capela, etc. e deveria ter ido pessoalmente ou através de emissários a São Paulo de Piratininga dar notícia de seu intento e buscar dentro de sua família e aliados políticos outros interessados na formação de uma fazenda e de uma nova povoação, o que não se deu em virtude da célebre disputa política entre as famílias Pires e Camargo.

Não sabemos se seus irmãos estiveram presentes nos primeiros momentos do nascimento de Atibaia, mas é fato que estiveram presentes na formação do novo povoado. Naquela época, o Brasil era formado basicamente de brancos (portugueses, espanhóis, brasileiros, filhos desses), e de índios, chamados de negros da terra, e negros africanos, bem como, da mistura daqueles com esses, originando-se os mamelucos, mulatos, os primeiros paulistas, base da formação étnica de São Paulo. As famílias de maior poder aquisitivo e prestígio social e político, como a importante família Camargo de São Paulo, procuravam não se misturar, casando-se com famílias de igual posição social (político-financeiro) ou na falta disso, casando-se entre parentes. Portanto, a primeira família tradicional de atibaiana não poderia ser outra senão a de seu fundador, Jerônimo de Camargo, seu patriarca, Marcelino de Camargo e seus irmãos, filhos (as), genros, sobrinhos, sobrinhos-netos.

Acreditamos que a geração de Jerônimo, ou seja, ele próprio e seus irmãos, após formarem o novo povoado de Atibaia retornaram a São Paulo de Piratininga, ou seguiram sertão adentro, formando outros povoados e fazendas, como é o caso de Jerônimo de Camargo que faleceu em Jundiaí. Já as segundas, terceiras, quartas e seguintes gerações, a partir de Jerônimo e seus irmãos, especialmente Marcelino de Camargo, o Patriarca de Atibaia, José Ortiz e Mariana de Camargo, por muitos ramos, radicaram-se em Atibaia, dando base, para as primeiras famílias ‘tradicionais’ da futura vila de São João Batista de Atibaia.

Salvo a família Pires de Camargo, (título II, deste trabalho), cujo sobrenome Camargo é originário do capitão Francisco de Camargo Pimentel que é filho do capitão Marcelino de Camargo, o sobrenome Camargo em Atibaia adquiriu, com o tempo, outros tantos sobrenomes como: Prado, Siqueira Franco, Franco, Campos Bueno, Bueno, Alves do Amaral, Alvim, entre tantos outros, de modo que muitos descendentes dos Camargos hoje carregam outros sobrenomes. O sobrenome Pires, da família Pires de Camargo, nada tem a ver com os Pires, rivais dos Camargo na câmara paulistana.

TRONCO DA FAMÍLIA CAMARGO EM SÃO PAULO/SP

A família Camargo tem como tronco no Brasil: Jusepe (José) de Camargo, nasceu por volta de 1566 em Castrojeriz no antigo reino de Castela, hoje província de Burgos na Espanha que imigrou para o Brasil em 1587 ou 1588, estabelecendo-se inicialmente em São Vicente e logo em seguida em São Paulo e aí faleceu entre os anos de 1619. Jusepe era filho de Francisco de Camargo e Gabriela Ortiz, também naturais de Castela na Espanha, neto paterno de Luiz Dias de Camargo e de Beatriz de La Pena. A família de Beatriz La Pena era originária de Sevilha, Espanha e descendia do célebre navegante Afonso de Camargo. Jusepe de Camargo casou-se no Brasil com Leonor Domingues, falecida com testamento em São Paulo em 1630, filha de Domingos Luiz, o carvoeiro, cavaleiro fidalgo e de Ana Camacho, por essa, descendente de João Ramalho que foi casado com Izabel Dias, filha do cacique Tibiriçá, portanto, a descendência de Jusepe de Camargo que formou as primeiras e mais importantes famílias de Atibaia, descendiam de João Ramalho, português que encontrava-se no Brasil antes da expedição de Martim Afonso de Souza em 1531 e do cacique Tibiriçá, grande chefe indígena e do qual descendem muitos paulistas de raiz.

Jusepe era concunhado de Amador Bueno da Ribeira[7], pois as respectivas esposas (Leonor Domingues e Bernarda Luiz) eram irmãs, filhas de Domingues Luiz e Ana Camacho. Amador Bueno da Ribeira foi capitão-mor da capitania de São Paulo, aclamado Rei de São Paulo em 1641 pelo poderoso partido formado de influentes e ricos castelhanos (espanhóis), título que recusou, e com a espada desembainhada, deu vivas, como leal vassalo a dom João IV rei de Portugal, em quem restaurou-se a monarquia portuguesa, depois de 60 anos de sujeição ao domínio dos reis de Castela que durou de 1580 a 1640. Pela fidelidade e lealdade a coroa portuguesa e por outros serviços que prestou à pátria, legou um nome imorredouro à seus descendentes e recebeu carta do Rei. Jusepe de Camargo foi pessoa de muito destaque, respeito e autoridade na Vila de São Paulo, onde foi almotacel, vereador, juiz ordinário e juiz de órfãos. Seus filhos e descendentes, mantiveram o prestígio de seu progenitor e mantiveram as rédeas do governo paulista durante todo século XVII, revezando-se no poder com a também importante família Pires, descendentes de portugueses, as quais protagonizaram a célebre disputa entre os Pires e os Camargos, pelo controle político de São Paulo.

A maioria dos descendentes dos Camargos, em Atibaia, são descendentes: do capitão[8] Marcelino de Camargo, considerado o patriarca de Atibaia (cap. 4°); de José Ortiz de Camargo (cap. 2°); Mariana de Camargo (cap. 7°) e poucos do fundador da cidade, Jerônimo de Camargo (cap. 5°).

O casal tronco da família Camargo no Brasil, Jusepe Camargo e Leonor Domingues, tiveram, segundo o inventário de Leonor 8 filhos:

DESCENDENTES DE JUSEPE DE CAMARGO

TRONCO DA FAMÍLIA CAMARGO NO BRASIL[9]

Capítulo 1º Cap. Fernão de Camargo [meu avô em 12°]

Capítulo 2º José Ortiz de Camargo [meu decavô]

Capítulo 3 Cap. Francisco de Camargo

Capítulo 4 Cap. Marcelino de Camargo – O Patriarca de Atibaia [meu avô em 11º]

Capítulo 5º Jerônimo de Camargo – Considerado o Fundador de Atibaia

Capítulo 6º Gabriela de Camargo

Capítulo 7º Mariana de Camargo [minha decavó]

Capítulo 8º Ana Maria de Camargo

Capítulo 1º

Capitão Fernão de Camargo

O capitão Fernão de Camargo, mais conhecido como, o Tigre, foi juiz ordinário[10]em São Paulo. Já se encontrava casado em 1630, com Mariana do Prado, filha de João de Santa Maria, natural de Castela, Espanha e de Filipa do Prado. O capitão Fernão de Camargo juntamente com seu irmão José Ortiz de Camargo foi chefe do partido dos Camargos que rivalizou com o partido dos Pires pelo poder político da vila de São Paulo durante aproximadamente 1640 a 1770. Protagonizou a cena mais dramática da célebre disputa política entre os partidos Camargos e Pires, sendo acusado da morte de Pedro Taques no largo da Sé em 1641. Fernão de Camargo teve segundo Silva Leme 14 filhos.

Capítulo 2º

José Ortiz de Camargo

José Ortiz de Camargo foi juntamente com seu irmão, chefe do partido dos Camargos na vila de São Paulo. Participou da bandeira liderada pelo capitão Diogo Coutinho de Mello em 1636. Foi casado com Maria Antunes, filha de Inocêncio Preto e de Maria Moreira. José Ortiz faleceu com testamento em São Paulo em 1663, deixando seis filhos, entre eles Ana Maria de Camargo c.c. Bento Siqueira de Mendonça, meus eneavós.

Capítulo 3º

Capitão Francisco de Camargo

O capitão Francisco de Camargo foi casado com Izabel de Ribeira, irmã do capitão-mor Amador Bueno da Ribeira, aclamado Rei de São Paulo em 1641, concunhado de seu pai, Jusepe de Camargo. Não deixaram filhos e seus bens foram divididos entre suas sobrinhas filhas do capitão Marcelino de Camargo, capitão Jerônimo de Camargo e outros.

Capítulo 4º

Capitão Marcelino de Camargo

Capitão Marcelino de Camargo, considerado patriarca de Atibaia e genealogicamente mais importante que seu irmão Jerônimo para o povoamento de Atibaia, foi como seus irmãos, cidadão de muito respeito e autoridade na vila de São Paulo, ocupando entre outros cargos, o de juiz ordinário em 1645, almotacel em 1665 e vereador em 1764. Teve muitas terras em Tremembé e sesmarias em Biritinua, Birtiratin e Itapetinga em Atibaia. Casou-se em 1639 em São Paulo com Méssia Ferreira Pimentel de Távora, filha de João Ferreira Pimentel de Távora e de Maria Ribeira, neta paterna de Vicente da Rocha Pimentel, de nobreza portuguesa e de Maria Ferreira de Távora, neta materna de Bartolomeu Bueno da Ribeira, natural de Sevilha e de Maria Pires, pais de Amador Bueno da Ribeira, já retratados aqui. O capitão Marcelino de Camargo foi considerado por historiadores como patriarca de Atibaia, em virtude de sua importante participação na fundação de Atibaia e no início de sua povoação, bem como porque grande parte de sua descendência fixou-se em Atibaia, sendo, juntamente com alguns descendentes de Jerônimo, a base da primeira família atibaiana. Faleceu com testamento em São Paulo em 1676 e sua mulher em 1712 também em São Paulo, tiveram 11 filhos.

Nº 01 João de Camargo Pimentel

Nº 02 Alcaide-mor[11] José de Camargo Pimentel [meu avô em 11° grau]

Nº 03 Capitão Francisco de Camargo Pimentel (ver parte da descendência a seguir) [meu decavô]

Nº 04 Mariana de Camargo Pimentel

Nº 05 Maria de Ribeira de Camargo

Nº 06 Izabel da Ribeira de Camargo

Nº 07 Messia Ferreira de Tavora

Nº 08 Gabriela Ortiz de Camargo

Nº 09 Maria de Camargo

Nº 10 Leonor Domingues de Camargo

Nº 11 Ana Maria de Camargo

Nº 01 João de Camargo Pimentel. Teve 12 filhos, entres eles: Mariana Bueno de Camargo casou-se com seu primo-segundo e o único filho do marechal Antônio do Prado Cunha e de Ana Pires de Camargo, filha de Jerônimo de Camargo.

Nº 02 José de Camargo Pimentel: Seus descendentes espalharam-se por diversas cidades de São Paulo, como Atibaia, Bragança e Campinas, entre eles: Pedro de Camargo Pimentel (meu decavô).

Nº 03 Capitão Francisco de Camargo Pimentel juntamente com o marechal Antônio do Prado Cunha (marido de sua prima, Maria Pires de Camargo, filha de seu tio Jerônimo) foram, sem dúvida, os maiores líderes políticos de Atibaia entre aproximadamente as décadas de 1685 a 1730, onde também tinham grandes fazendas. Todavia, o capitão Francisco de Camargo Pimentel, também teve lavras minerais no distrito do Rio das Mortes, de onde com seus dois filhos naturais (1.17 e 1.18 adiante), extraíram grande quantidade de ouro. Além de suas lavras, administrou os bens (plantações e lavras de ouro), que seu irmão o alcaide-mor José de Camargo Pimentel, tinha no Rio das Mortes e em Sabará. Também foi por muitos anos proprietário do ofício de juiz de órfãos de S. Paulo, em sucessão a seu sogro Salvador Cardoso de Almeida, o qual tinha recebido em dote o dito ofício do cavaleiro Antônio Raposo da Silveira. O capitão Francisco de Camargo Pimentel foi c.c Izabel da Silveira Cardoso, f. em 1738 em Atibaia, filha de Salvador Cardoso de Almeida e de Ana Maria da Silveira, n.p. de Izabel Furtado e de Matias Cardoso de Almeida (ver N° 08 a seguir)[meus avós em 12° grau]; n.m. do governador Antônio Raposo da Silveira, cavaleiro de São Tiago e de Maria Raposo de Siqueira. Faleceu o capitão Francisco de Camargo com testamento aos 24.JUN.1724 em Atibaia. Acredito que o casal Francisco de Camargo Pimentel e Izabel da Silveira Cardoso, foram o primeiro casal descendente da família do fundador a ser sepultado na matriz de Atibaia. Seus sepultamentos devem ter sidos os mais importantes daquela época em Atibaia. O capitão Francisco teve16 filhos com sua esposa e dois havidos em tempo de solteiro. Ver descendência adiante.

Nº 04 Mariana de Camargo Pimentel foi c.c Paschoal Delgado Lobo Sobrinho fº de Martim da Costa e de Izabel da Cunha. Tit. Oliveiras. Teve 10 filhos.

Nº 08 Gabriela Ortiz de Camargo n. em 1641 em São Paulo e f. em 1723 em Nazaré Paulista, foi c.c João Lopes de Lima n. em 1650 em São Paulo onde foi juiz ordinário e grade bandeirante, f° de Domingos Lopes de Lima natural de Pernambuco e f. em São Paulo aos 18.NOV.1667 e de Barbara Cardoso de Almeida[12], n.p de Sebastião Lopes e de Maria de Lima e n.m de Isabel Furtado f. em 1683 e de Matias Cardoso de Almeida, o velho, natural da Ilha Terceira nos Açoures, importante bandeirante f. no sertão em 1662. Barbara Cardoso ou Cardoso de Almeida era grande proprietária de terras onde hoje se encontra os municípios de Nazaré e Bom Jesus era irmã entre outros do importante bandeirante Matias Cardoso de Almeida, o moço. Barbara é considerada fundadora da cidade de Bom Jesus do Perdões e uma das primeiras moradoras de Nazaré fundada por seu filho Matias Lopes. João Lopes de Lima era irmão, entre outros, de Matias Lopes considerado fundador de Nazaré e do padre Manoel Lopes ou Manoel Cardoso de Lima n. em 1655 e f. aos 25.JUN.1730 ou 35, primeiro vigário de Nazaré e protetor da capela de Bom Jesus entre 22.MAIO.1705 a 25.JUN.1730 e um dos fundadores de Ribeirão do Carmo (Mariana/MG). Gabriela e João Lopes de Lima tiveram 2 filhos: 1) Marcelino Lopes de Camargo c.c sua parente Josefa das Neves Gil com geração deixada em Atibaia onde faleceu em 1763 e 2) Domingos Lopes de Camargo c.c Maria Bueno de Lima com geração deixada em Nazaré paulista onde faleceu em 1739.

DESCENDENTES DO CAPITÃO FRANCISCO DE

CAMARGO PIMENTEL (Nº 03 do Capítulo 4º)

Os descendentes do Capitão Francisco de Camargo Pimentel são:

1.1 Jerônimo de Camargo Pimentel (meu decavô)

1.2 Izabel da Silveira Camargo (minha decavó – esposa do título I – Siqueira Franco, ver desc. no título I, a seguir)

1.3 Joaquim de Camargo Pimentel

1.4 José de Góes Pimentel

1.5 Fernando de Camargo Pimentel (meu eneavô)

1.6 Pedro Ortiz de Camargo (meu eneavô)

1.7 Francisco de Camargo Pimentel

1.8 Ana Maria da Silveira Camargo

1.9 Messia Ferreira de Camargo

1.10 Maria Ribeiro de Camargo

1.11 Marcelino de Camargo da Silveira

1.12 Salvador Cardoso de Távora

1.13 Gabriel Ortiz de Camargo

1.14 Angelo de Camargo

1.15 João Pimentel da Tavora

1.16 Antônio de Camargo Ortiz

1.17 Antônio de Camargo Pimentel

1.18 Matheus de Camargo

1.1 Jerônimo de Camargo Pimentel, natural de São Paulo, faleceu em Atibaia aos 30.JUL.1787. foi c.c Maria Franco do Prado, filha do capitão Lourenço Franco do Prado, um dos fundadores de Pitangui/MG e de Ana Peres Pedroso. No censo de 1765 em Atibaia Jerônimo de Camargo Pimentel constava possuir propriedade no bairro do Rio Abaixo e detentor de bens no valor de 400$000. Foi juiz ordinário na câmara paulistana e na data do seu falecimento residia no bairro do Campo Largo de Atibaia, hoje, Jarinu/SP. Grande parte de seus descendentes constituíram família em Atibaia. Teve 10 filhos, entre eles destacamos:

2.1. Messia Ferreira de Camargo c.c Joaquim Bueno de Azevedo, meus eneavós e pais da mulher do tronco Pires de Camargo deste trabalho, Maria Antonia Franco e

` 2.2. Lourenço Franco de Camargo, f. em 1812 em Atibaia com 78 anos, foi casado 1ª vez em Parnaíba com Ana Franco da Cunha, f. em 1803 com quem teve filhos e 2ª vez com Gertrudes Franco, filha do 1° capitão-mor de Atibaia (ver no título a seguir). Lourenço teve entre outros Bernardina Franco da Silveira que foi casada com o capitão de milícias Antônio de Pádua Leite, ver texto seguinte.

1.2. Izabel da Silveira Camargo, c.co 1º capitão-mor de Atibaia, Lucas de Siqueira Franco, tronco do título I – Siqueira Franco deste trabalho, ver próximo texto e descendência desenvolvida no título I, meus decavós.

1.3. Joaquim de Camargo Pimentel c. c Maria Franco da Cunha, falecida com 40 anos em Atibaia em 1759. Tiveram 11 filhos e grande dos seus descendentes constituíram famílias em Atibaia.

1.4. José de Góes Pimentel casado em 1775 em Atibaia com Maria Ribeiro Garcia, filha de José Ribeiro de Lima e de Custódia Garcia. Tiveram 4 filhos e grande parte deles constituíram famílias em Atibaia.

1.5. Fernando de Camargo Pimentel foi nomeado cabo do caminho em Atibaia em 1750. Foi juiz ordinário na câmara de São Paulo em 1769 e no ano seguinte. Em 1771 foi juiz ordinário na 2º câmara Atibaiana, cuja eleição foi anulada em decorrência da briga política entre Lucas de Siqueira Franco, seu cunhado e partidário dos Camargos e Frutuoso Furquim de Campos, partidário dos Pires, sendo novamente eleito juiz ordinário da nova eleição. Fernando de Camargo juntamente com seus irmãos herdaram a grande liderança política exercida por seu pai, o capitão Francisco de Camargo Pimentel em Atibaia nas décadas de 1730 a 1780, aproximadamente. No censo de 1765, Fernando de Camargo Pimentel é citado como possuidor de terras no bairro Itapetinga onde certamente morava e era detentor de bens no valor de 838$000, uma das maiores riquezas da época em Atibaia. No censo de 1789 tinha 81 anos, 1 agregado e 9 escravos. Tiveram 6 filhos e grande parte dos seus descendentes constituíram famílias em Atibaia. (meus eneavós).

1.6. Pedro Ortiz de Camargo c.c Catarina Rodrigues Garcia, filha de Gaspar de Louvera e de Ana Rodrigues Velho. Tiveram 8 filhos e parte dos descendentes constituíram famílias em Atibaia (meus eneavós).

1.7. Francisco de Camargo Pimentel, falecido em Atibaia em 1781, foi c.c Maria Garcia, filha de Gaspar de Louvera e de Ana Rodrigues Velho, ver acima. Tiveram 8 filhos e parte de seus descendentes constituíram famílias em Atibaia.

1.8. Ana Maria da Silveira Camargo, falecida em 1763 em Atibaia, foi c.c. Francisco Cubas Bueno, filho do capitão Francisco Cubas de Mendonça e de Ana de Riveira da Luz.

1.9. Méssia Ferreira de Camargo, faleceu solteira em 1775 em Atibaia.

1.10. Maria Ribeira de Camargo, faleceu solteira em 1764 em Atibaia.

1.11. Marcelino de Camargo da Silveira, foi 1ª vez c.c Ana de Godoi Moreira e 2ª vez em Atibaia com Ana Maria Bueno. Não deixaram descendentes

1.12. Salvador Cardoso da Távora, falecido em 1756, foi c.c Catarina Bueno de Moraes. Tiveram 5 filhos, os quais não tiveram descendentes, segundo Silva Leme.

1.13. Gabriel Ortiz de Camargo, foi c.c Maria de Ribeiro Bueno, filha do capitão Francisco Cubas Mendonça, acima. Tiveram uma única filha e parte de seus descendentes constituíram família em Atibaia.

1.14. Ângelo Ortiz de Camargo, nada foi descoberto.

1.15. João Pimentel de Távora, c.c Bárbara de Mendonça, filha do capitão José Correa de Lemos e de Lucrécia de Mendonça.

1.16. Antônio de Camargo Ortiz, c.c Leonor da Cunha, filha de Pedro da Cunha Lobo e de Luzia Bueno. Faleceu em Atibaia em 1735. Tiveram 2 filhos.

1.17. Antônio de Camargo Pimentel. Nada se descobriu.

1.18. Matheus de Camargo. Nada se descobriu.

Capítulo 5º

Jerônimo de Camargo

Jerônimo de Camargo, considerado o fundador de Atibaia e por alguns historiados o principal povoador de Jundiaí, foi c.c Ana de Cerqueira, fª de Francisco Bueno e de Filipa Vaz, neta paterna de Bartolomeu Bueno da Ribeira, o sevilhano e de Maria Pires. Tiveram filhas, entre elas destacamos: Maria Pires de Camargo, cujos descendentes radicaram-se em Atibaia, já que os descendentes das outras filhas de Jerônimo não estabeleceram-se em solo atibaiano:

Nº 01 Maria Pires de Camargo casada aos 08.SET.1698 com o mestre de campo, marechal e bandeirante, Antônio do Prado Cunha[13], f. em 1741 em Rio de Contas/BA, f° de João do Prado Cunha e de Mecia Raposo de Siqueira. Antônio sucedeu seu sogro, juntamente com o cap. Francisco de Camargo Pimentel, na liderança política de Atibaia, entre, aproximadamente as décadas de 1680 a 1720. Os Alvins e outras famílias, descendem deste casal. Teve somente:

1.1. João do Prado de Camargo. Exerceu vários cargos de importância na câmara paulistana: almotacé em 1740, vereador em 1744 e juiz ordinário em 1750. Em Atibaia foi juiz ordinário em 1771 e 1772, além de inspetor de caminhos. Herdou de seu pai a condição de protetor da capela de São João Batista de Atibaia. Foi c.c sua prima segunda, Mariana Bueno de Camargo fª de João de Camargo Pimentel (ver N° 01, cap. 4° atrás). Teve entre os 7 filhos: Pe. Jerônimo de Camargo Bueno, f. em 1801 que foi pároco em Atibaia e Jaguari e o cap. Francisco Xavier de Oliveira Bueno.

Capítulo 6º

Gabriela Ortiz de Camargo

Gabriela Ortiz de Camargo foi casada com Estevão Gomes Cabral, falecido em Jundiaí em 1677, filho de Luiz Cabral de Távora e de Auta Gomes, naturais da cidade portuguesa do Beja. Teve 6 filhos.

Capítulo 7º

Mariana de Camargo

Mariana de Camargo casou-se 1ª vez em São Paulo em 1634 com Bartolomeu Bueno da Ribeira, o moço, filho de Maria Pires e do sevilhano de mesmo nome e tronco da família Bueno da Ribeira em São Paulo, irmão, entre outros, de Amador Bueno da Ribeira, capitão-mor da Capitania de São Paulo e aclamado Rei de São Paulo em 1641. Teve 3 filhos:

Nº 01 Maria Bueno de Camargo

Nº 02 Francisco Bueno de Camargo

Nº 03 Bartolomeu Bueno (meu eneavô, ver costado)

Capítulo 8º

Ana Maria de Camargo

Ana Maria de Camargo, foi a terceira mulher de Cláudio Furquim Frances, filho de Estevão Furquim, natural de Lorraine, França, e de Suzana Moreira.

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b) FAMÍLIA ARAÚJO E SUA CONTRIBUIÇÃO NA

FORMAÇÃO DA FAMÍLIA ATIBAIANA

(Do tronco da família Araújo descende as duas matriarcas da importante família ARAÚJO CINTRA)

Dado que entre as mais importantes, tradicionais e antigas famílias Atibaianas, a família Araújo e Araújo Cintra foram as únicas que não figuram neste trabalho através de um título, decidi retratá-las nesta introdução ao título I devido sua importante contribuição genealógica na formação da família atibaiana, especialmente na formação das famílias Siqueira Franco e Alves do Amaral, bem como, em razão que seus membros, ligados por inúmeros casamentos aos descendentes da família Camargo e Siqueira Franco, dominaram a política Atibainas por cerca de dois séculos (ver próximo texto).

Podemos considerar como tronco da família Araújo de Atibaia o casal Antônio Ferraz de Araújo e sua mulher Leonor de Siqueira Moraes (meus eneavós), filha de Manoel Preto Rodrigues. Antônio Ferraz de Araújo era filho de Verônica Dias Leite[14] Ferraz e do milionário da época, Miguel de Faria Sodré, os quais eram parentes e se casaram em Parnaíba/SP hoje Santana de Parnaíba em 1708 onde estabeleceram-se por muitos anos e depois mudaram-se para Pitangui/MG.

Antônio Ferraz de Araújo também se casou em Pitangui/MG para onde sua família deve ter ido em razão do ciclo econômico d’ouro. Não sabemos se o casal tronco da família Araújo de Atibaia chegou a migrar para o solo Atibaiano, contudo, a grande maioria de seus filhos estabeleceram-se em Atibaia e através de inúmeros casamentos com outras importantes famílias atibaianas geram grande descendência.

A família Araújo Cintra decorre do casamento de dois irmãos da família Cintra, os portugueses Francisco Lourenço Cintra e José Felix Cintra com duas irmãs, filhas do casal tronco da família Araújo de Atibaia, Helena de Moraes Araújo e Andressa de Araújo, respectivamente, portanto, o casamento de dois irmãos da família Cintra com duas irmãs da família Araújo deu origem a importante família Araújo Cintra, que muito contribuiu para formação genealógica da família atibaiana, bem como, no domínio político por muitos anos pelos seu membros, e, podem ser considerados os troncos da citada família em Atibaia.

Das famílias atibaianas retratadas neste trabalho através de um título (tronco):Família Camargo [1660[15]], Família Siqueira Franco [+/- 1700], Família Bueno[+/- 1700], Família Pereira [entre 1700 e 1710], Família Pires de Camargo [+/- 1740], Família Alves do Amaral [+/1740], Família Soares [+/- 1740], Família Oliveira Cesar [+/- 1760], Família Leite [+/- 1770], a família Araújo ou Araújo Cintra foi a última a estabelecer-se em Atibaia, já que sua chegada em solo atibaiano se deu em 1776 com a chegada dos dois irmãos portugueses Lourenço Francisco Cintra e José Felix Cintra, suas esposas e outros familiares da família Araújo, irmãos de suas esposas, todos filhos do tronco da família Araújo de Atibaia.

Do casal tronco da família Araújo de Atibaia, Antônio Ferraz de Araújo e Leonor de Siqueira Moraes [meus eneavós], descendem que descobrimos sete filhos, entre eles: duas que se casaram com os irmãos Cintra e deram origem a família Araújo Cintra de Atibaia e do Estado de São Paulo e uma que pode ser considerada a matriarca da família Leite de Atibaia:

Capítulo 1° Helena de Moraes Araújo (esposa de um dos troncos da família Araújo Cintra de Atibaia)

Capitulo 2° Maria Leite de Araújo (mãe dos dois troncos da família Leite de Atibaia)[minha octavó]

Capítulo 3° Andressa de Araújo (esposa de um dos troncos da família Araújo Cintra de Atibaia)

Capítulo 4° Lucrécia Leite de Araújo

Capítulo 5° Coronel Manoel Ferraz de Araújo

Capítulo 6° Antônio Ferraz de Araújo [meu eneavô]

Capítulo 7° Luiz José de Faria

Capítulo 1°

Helena de Moraes Araújo

Helena de Moraes Araújo nascida em 1732 em Pitangui/MG onde casou-se primeira vez com Francisco Lourenço Cintra, em Pitangui/MG, para onde sua família se mudou e estabeleceu-se. Residiu juntamente com seus pais e depois com seu marido em Pitangui/MG, depois mudou-se para São Paulo, depois para Guarulhos e mais tarde para Atibaia (década de 1770) cidade em que residia na ocasião de sua morte em São Paulo em 1781. Segunda vez, casou-se Helena com José de Siqueira Franco, 3° capitão-mor de Atibaia. Só teve filhos com o primeiro maride e um dos dois troncos da família Araújo Cintra de Atibaia. Helena de Moraes faleceu aos 09.MAIO.1799.

O Capitão Francisco Lourenço Cintra nasceu aos 10.MAIO.1720 em Portimão, Algarve, Portugal, era filho de Felix Manoel e de Catarina Jaques. Imigrou para o Brasil juntamente com seu irmão José Felix Cintra (ver capítulo 3° a seguir) aportando em Santos em 1750, estabelecendo-se primeiramente em São Paulo, depois Guarulhos, Pitangui/MG onde se casou, retornando depois para Guarulhos onde nasceram os primeiros filhos; estabelecendo-se em Atibaia na década de 1870. Em 1863 ou 73, juntamente com seu irmão arrematou o estanque (monopólio concedido ao arrematante no comércio específico por um espaço também específico) num lugarejo entre Nazaré Paulista e Guarulhos, ou na própria Nazaré.

Em 1766 e 1772 ocupou o cargo de almotacé em São Paulo e em 1776 nomeado capitão de cavalaria e ordenanças de Guarulhos e no mesmo ano, segundo genealogistas e historiados mudou-se para Atibaia, onde adquiriu uma fazenda e outros posteriores bens. Os descendentes do capitão Francisco Lourenço Cintra entrelaçados aos do capitão-mor de Atibaia, Lucas de Siqueira Franco, que também eram descendentes da família Camargo, do fundador de Atibaia, mais os descentes dos troncos das famílias Pires de Camargo, Bueno, Alves do Amaral, Soares, Leite, Pereira e Oliveira Cesar mais outras famílias ligadas as citadas aqui, são os principais elementos da formação da tradicional e antiga família atibaiana, bem como, na formação de muitos municípios paulistas; como também a união das famílias Camargo, Siqueira Franco e Araújo Cintra monopolizaram a política atibaiana por cerca de dois séculos:1745 a 1945, ver texto seguinte. O cap. Francisco Lourenço Cintra faleceu em São Paulo aos 07.MAIO.1781, deixando vultosa fortuna, uma das maiores da época na então província de São Paulo. Entre os filhos do casal Helena de Moraes Araújo e Francisco Lourenço Cintra, destacamos:

N° 01 Alferes Jacinto José de Araújo Cintra, batizado em 1770 em Guarulhos, falecido com 80 anos em 1850 em Mogi-mirim, onde em seus últimos tempos teve fazenda de cultura e grande extensão de terras que passou a seus herdeiros. Casou-se com 15 anos em 1785 em Atibaia, onde residiu por muitos anos, com Maria Francisca Cardoso (ver descendência em N° 03 do capítulo 4° do título Siqueira Franco).

N° 02 Rita de Cassia de Moraes, foi batizada em 1772 na Conceição dos Guarulhos e casou-se em 1789 em Atibaia com o alferes Lourenço Franco da Rocha (ver descendência em N° 02, capítulo 4° do título Siqueira Franco)

N° 03 Inácio de Loyola Cintra, casou-se em 1791 em Atibaia com Ana Francisca Cardoso, fª do 2° capitão-mor de Atibaia, Francisco da Silveira Franco e de Maria Cardoso de Oliveira (ver em N° 05, capítulo 4° do título Siqueira Franco).

N° 04 Antônio Ferraz, foi batizado em 1775 em Guarulhos, e faleceu solteiro com 21 anos em 1796.

Capítulo 2°

Maria Leite de Araújo

Maria Leite de Araújo[16]n. entre 1723 a 1732, provavelmente 1731 e faleceu aos 06.JUN.1827 com 98 anos, casou-se em Pitangui/MG com Amaro das Neves de Moraes [meus octavós e também eneavós], filho de Maria Soares das Neves f. em 1779 em São Paulo e de Domingos Teixeira de Moraes, natural de Portugal que foi negociante em São Paulo e que depois mudou-se para as Minas Gerais e de Maria Soares Neves f. em São Paulo em 1779. Amaro das Neves de Moraes era guarda-mor da minas de Aiuroca/MG, onde residiu e nasceu seu primeiro filho. De Aiuroca mudou-se provavelmente para São Paulo e Guarulhos. Não sabemos com certeza se chegou a fixar-se em Atibaia, já que foi inventariado em São Paulo em 1779, contudo, grande parte de seus filhos estabeleceu-se em Atibaia. Podemos considerar que dois dos filhos deste casal são os troncos dos Leite de Atibaia. No censo de 1820 Maria Leite de Araújo aparece com 88 e três escravos. Entre os nove filhos de Maria Leite de Araújo e Amaro das Neves de Moraes destacamos:

N° 01 – Amaro Leite de Moraes[17] n. em Aiuroca/MG em 1750/51 e f. aos 21.AGO.1833 em Atibaia onde foi agricultor e pecuarista, possuir de fazenda[18] e também ocupou o cargo de juiz ordinário e de órfãos por vários anos e vereador em 1781, casou-se 1° vez em 1778 em S. Paulo com Gertrudes Maria de Almeida n. 1770/71 e f. em 1791 com 40 anos em Atibaia (meus octavós); 2ª vez casou-se Amaro Leite de Moraes em 1796 em Guarulhos com Gertrudes Caetana do Nascimento com quem teve 4 filhos: José Henrique, Gertrudes, Brígida e Clara). Pode ser considerado um dos troncos da família Leite de Atibaia[19]. Teve entre outros filhos com a 1ª esposa:

1.1.Capitão de milícias Antônio de Pádua Leite (SL/1/520) n. em 1778/79 em Atibaia onde faleceu com 93 anos de idade em 1870 e aí casou-se em 1801 com Bernardina Franco da Silveira n. entre 1780/85, f. em 1858, fª de Lourenço Franco de Camargo e de Ana Franco da Cunha. Foi fazendeiro com considerável escravatura no censo de 1836, procurador da câmara em 1809, vereador 1829/32, 1833/36. Teve entre outros filhos:

2.1. Ana Teresa Leite casada com 12 anos de idade em 1814 em Atibaia com seu parente o alferes Felix Manoel Cintra f° do sargento-mor José Felix Cintra e de Andreza de Araújo (ver N° 01 do cap. 3° a seguir).

2.2. Dionizio Francisco Leite casou-se 1° vez em 1819 em Itu com Maria Balbina Pacheco, 2ª vez casou-se com Maria Leopoldina da Silva. Teve entre outros:

3.1. Antônio de Pádua Leite “Totó Dionizio” c.c Constança (ver 3.1., 2.7., 1.3., N° 04, cap. 4° do título Siqueira Franco), filha do cap. Theodoro Bueno de Aguiar.

3.2. Ana Rosa Pacheco 1º vez c.c Dionizio Urioste, tronco da família Urioste de Atibaia (ver parte da descendência em 4.1., 3.1., 2.2., 1.7., N° 07, cap. 4° do título Siqueira Franco e no título Alves do Amaral.

3.3. Alfredo Leite cuja descendência está descrita em 2.5., 1.4, N°04, capítulo 5° do título Alves do Amaral deste trabalho.

3.4. Iria Leite Pacheco c.c seu primo José Felix Cintra “Nhozinho” filho de Ana Teresa Leite (2.1. acima) e do alferes Felix Manoel Cintra (ver 1.1., N° 01, cap. 3° a seguir).

2.3. Delfina Teresa Leite n. em 1819 casou se em 1824 em Atibaia com José da Silveira Franco, f° do capitão Joaquim de Siqueira Franco e de Gertrudes Francisca Pedroso, parte da numerosa família Silveira de Atibaia descende deste casal (ver N° 11, capítulo 6° do título Siqueira Franco).

2.4. Maria Conceição de Pádua Leite c.c seu parente Francisco Lourenço Araújo Cintra (ver 1.11., N° 03, cap. 4° do título Siqueira Franco)

1.2. Ana Gertrudes de Campos, batizada em 1780 em Atibaia, aí casou-se em 1797 com seu parente Francisco da Silveira Franco, filho do capitão-mor do mesmo nome e de Maria Cardoso de Oliveira (ver N° 08 do capítulo 4° do título Siqueira Franco, a seguir).

1.3. Capitão de milícias Luiz Gonzaga de Moraes, batizado aos 24.JUN.1788 em Atibaia e faleceu em 1865 em Bragança onde ocupou vários cargos e deixou vasta descendência.

1.4. Brígida Marciana, segunda esposa de Jacinto Antônio da Silveira, batizado em 1783 em Atibaia (ver N° 01 do capítulo 7° do título Siqueira Franco).

1.5. Gertrudes Maria de Araújo c.c Inácio Alves de Godoi, fazendeiro em Atibaia, filho de Inácio Alves Cardoso e de Maria de Godoi Moreira. Teve entre outros filhos:

(meus heptavós)

N° 02 Capitão João Leite de Moraes, batizado em 1769 em Guarulhos, casou-se em 1791 em Atibaia com Filipa de Godoi, filha de Francisco de Oliveira Preto e de Leonor de Godoi (meus octavós). Foi vereador em Atibaia em 1791.Pode ser considerado um dos dois troncos da família Leite de Atibaia. Teve entre outros filhos:

1.1. Manoela Antonia que casou-se em 1808 em Atibaia com Francisco Pereira Pacheco, viúvo de Ana Rosa (tronco do título Pereira deste trabalho – meus heptavós) e outros filhos cuja descendência na sua maioria estabeleceu-se em Camanducaia/MG. Francisco Pereira Pacheco e Maria Antônia são os avós maternos do Capitão Jacinto Manoel Leite, tronco do Título Leite deste trabalho.

1.2. Joaquim José de Faria, falecido com 30 anos em 1784 em Atibaia, casou-se em 1780 nessa vila com Joana de Godoi Lima, viúva de Victor Soares de Oliveira, pais do tronco do título Soares deste trabalho.

1.1 Maria do Espírito Santo Amaral casada com seu primo, capitão Jacinto Alves do Amaral (ver cap. 5° do título Alves do Amaral deste trabalho – meus exavós)

N° 03 Inácio Leite de Faria n. em 1769 em Atibaia c.c Escolástica Joseja de Matos, os quais tiveram entre outros filhos:

1.1. Gertrudes Ludovica de Jesus, casadaem Atibaia aos 17.SET.1820 com Bento Pereira(ver capítulo 4° do título Pereira deste trabalho).

Capítulo 3°

Andressa de Araújo

Andressa de Araújo faleceu em Atibaia aos 12.FEV.1812, foi casada em Pitangui/MG com José Felix Cintra n. aos 29.MAR.1728 em Ferragudo, freguesia de São Tiago de Estombar, Algarve, Portugal e f. em Atibaia aos 17.NOV.1807. José Felix Cintra era irmão do Capitão Francisco Cintra, c.c Helena de Moraes Araújo, irmã de Andressa (ver capítulo 1° acima), os quais podem ser considerados troncos da família Araújo Cintra de Atibaia. Em Atibaia José Félix Cintra[20] foi juiz ordinário em 1783 e juiz de órfãos em 1787 e em 12.JUN.1786 foi nomeado sargento-mor. No censo de 1806 o sargento-mor José Felix Cintra aparece com 79 anos, sua esposa com 65, dois filhos e 18 escravos. José Felix Cintra teve sete filhos, sendo que a maioria casou-se em Atibaia e seus descendentes lá estabeleceram-se, bem como em Bragança e Mogi-Mirim. Entre os filhos de Andressa de Araújo e José Felix Cintra podemos destacar:

N° 01 – alferes Felix Manoel Cintra[21] n. em 1781/82 em Atibaia e f. em 1851. Casou-se em Atibaia em 1814 com sua parente, Ana Teresa Leite n. em 1802 e f. em Bragança em 1887, filha de Bernardina Franco da Silveira e do cap. Antônio de Pádua Leite (ver 1.1. N° 01, cap. 2° acima). Felix Manoel Cintra e Ana Teresa tiveram 10 filhos e podem ser considerados os troncos da família Silveira Cintra de Atibaia. Entre seus filhos destacamos:

1.1. José Felix Cintra “Nhozinho ”falecido aos 19.DEZ.1887 foi c.c sua parente Iria Leite Pacheco (ver 3.4., 2.2., 1.1., N° 01, cap. 2° acima) cuja desc., na sua maioria, estabeleceu-se em Atibaia e levou o sobrenome Silveira Cintra. Entre seus descendentes destacamos: Octávio Silveira Cintra (ver 2.7., 1.5., N° 06, cap. 6° do título Alves do Amaral), João Silveira Cintra (2.8., 1.6., N° 03, cap. 2° do título Freitas) e Eugenia Pacheco Cintra (1.1., N° 06, cap. 2° do título Pires de Camargo). Também encontramos o batismo de uma certa Maria nascida aos 30.NOV.1817.

1.2. Coronel Eleutério de Araújo Cintra, que é ascendente entre tantos, do ex-senador paulista pelo PT Eduardo Matarazzo Suplicy (1990-2014), atual vereador de São Paulo (2017/2020), seu trineto.

Capítulo 4°

Lucrécia Leite de Araújo

Lucrécia Leite de Araújo, faleceu em Nazaré Paulista em 1797com 70 anos, casou- se 1ª vez com Rafael Soares de Oliveira, f° de Gonçalo Ribeiro e de Ana Cordeiro, de Jundiaí; 2ª vez com Antônio de Moraes Neves, † em 1791, irmão de

Amaro das Neves, marido de Maria Leite de Araújo (capítulo 2° acima). Teve quatro filhos do 1° marido e quatro do 2°, os quais na sua maioria casaram na década de 1780/90 e estabeleceram-se em Nazaré Paulista e Atibaia.

Capítulo 5°

Coronel Manoel Ferraz de Araújo

Coronel[22] Manoel Ferraz de Araújo, f. em 1827 e foi casado 4 vezes: a 1ª em 1761 em Mogi das Cruzes com Izabel Pedroso Leite, f.ª de Antônio Leite de Barros e de Josefa Cardoso, 2ª com Maria Paes de Camargo, 3ª vez com Antonia Matilde do Amaral Gurgel e 4ª vez com Ana Bernardina de Araújo, sua parenta, fª de Pedro Bueno de Moraes e do Maria Leite Araújo. Teve 6 filhos da 1ª esposa e somente 1 da 2ª. Parte de sua descendência estabeleceu-se em Mogi das Cruzes.

Capítulo 6°

Antônio Ferraz de Araújo

Antônio Ferraz de Araújo, casou-se com Gertrudes Corrêa da Cunha, fª de Gaspar Vaz da Cunha e de Joana Gonçalves Murzilhos, de Nazaré. Foi morador em Camanducaia. Teve q. d.6 filhos que estabeleceram-se na maioria em Nazaré onde nasceram seus últimos filhos (década de 1760) ou no sul de Minas Gerais para onde alguns se dirigiram.

Capítulo 7°

Luiz José de Faria

Luiz José de Faria casou –se em Pitangui/MG, nada mais descobrimos.

DOMÍNIO POLÍTICO DE ATIBAIA PELOS DESCENDENTES

DO 1º CAPITÃO-MOR

A união, por matrimônio, ocorrida na década de 1730, do primeiro capitão-mor, Lucas de Siqueira Franco com a família Camargo, através de Izabel da Silveira de Camargo que era filha do capitão Francisco de Camargo Pimentel, neta de Marcelino de Camargo e sobrinha-neta de, Jerônimo de Camargo, considerado o fundador de Atibaia, resultou no controle político administrativo de Atibaia pelos descendentes do citado casal por cerca de dois séculos; de 1745 a 1945 aproximadamente, salvo, evidentemente, raros períodos de exceção.

Cerca de 50 anos após a união das famílias Camargo e Siqueira Franco, ou seja, na década de 1780, os descendentes do casal Lucas e Izabel uniram-se através de outros casamentos a outra família recém-chegada em Atibaia, os Araújo Cintra, mais precisamente aos descendentes do capitão Francisco Lourenço Cintra e seu irmão José Felix Cintra que chegaram em Atibaia em 1776, vindo de Guarulhos, depois de passarem pelas minas de Pitangui. Os Siqueira Franco e Camargos mais os novos aliados, os Araújo Cintra, asseguraram o domínio político dos mesmos por cerca de um século e meio, entre 1780 a 1945, aproximadamente (ver texto anterior sobre a família Araújo).

Portanto, o domínio político administrativo de Atibaia, inicialmente foi exercido pelo próprio fundador da cidade, Jerônimo de Camargo e por seu irmão Marcelino de Camargo, considerado o Patriarca de Atibaia; depois passou para os filhos e genros desses, especialmente para o capitão Francisco de Camargo Pimentel, filho de Marcelino que juntamente com Antônio Prado da Cunha, genro de Jerônimo, comandaram os destinos de Atibaia entre 1680 a 1730, aproximadamente.

A partir da década de 1730 até aproximadamente a década de 1950, ou seja, por mais de dois séculos, Atibaia foi comandada, primeiro pelo 1º capitão-mor (tronco do título I), depois por seus descendentes, que também eram descendentes de Marcelino de Camargo, o Patriarca de Atibaia e pelos descendentes do próprio Jerônimo de Camargo; e a partir da década de 1780, essa gente se uniu a família Araújo ou Araújo Cintra, cujos membros foram líderes do partido liberal de Atibaia, o qual, salvo em raros períodos de exceção, esteve no poder em Atibaia, durante todo o regime imperial.

A família Alvim (Campos Bueno) que dominou ou influenciou nos destinos políticos de Atibaia após a Proclamação da República até pouco mais da metade do século XX também era descendente da união dos descendentes do 1º capitão–mor de Atibaia com a família Camargo, depois com os Cintra (ver Nº 03 do capítulo 4º do título Siqueira Franco), bem como também descendia das importantes famílias Pires de Camargo e Alves do Amaral retratadas neste trabalho.

Podemos concluir então, que da fundação da cidade em 1665 (data oficial) até meados do século XX, salvo raros períodos de exceção, o domínio político de Atibaia ficou nas mãos dos1) membros da família Camargo, ou seja descendentes de Jerônimo de Camargo e seu irmão Marcelino de Camargo; 2) dos membros da família Siqueira Franco, descendentes de Lucas de Siqueira Franco, 1º capitão-mor e por 3) membros da família Araújo Cintra, que unindo-se entre si por diversos matrimônios detiveram o comando político de Atibaia por quase 3 séculos (1665 a 1960).

O último prefeito que cumpriu um mandato longo e que descendia por algum ramo, de uma destas famílias foi João Batista Conti, que governou de 1936 a 1945, contudo, os prefeitos que sucederam João Batista Conti até a eleição de Geraldo Cunha Barros em 1962 embora não tivessem ligação com as famílias tradicionais de Atibaia, eram, na sua grande maioria, liderados por Zezico Alvim, que pode ser considerado o último líder político do século passado em Atibaia e que pertencia as importantes e tradicionais famílias atibaianas, de modo que, na nossa ótica, a eleição do dr. Geraldo em 1962, em linhas gerais, põe fim ao domínio político das famílias tradicionais aqui citadas em Atibaia. Alguns poucos prefeitos ou líderes políticos que tiveram influência na vida política de Atibaia após João Conti, descendiam ou foram ligados através de casamentos com outras famílias tradicionais atibaianas aqui abordadas, contudo, a grande maioria dos prefeitos ou líderes políticos que governou após a segunda metade do século XX não tinha relação próxima com nenhuma família tradicional de Atibaia, salvo exceções. Para se ter uma ideia, após o governo de João Conti, somente 3 prefeitos que governaram por curtos períodos, descendiam de uma das importantes e tradicionais famílias atibaianas: 1) Pedro Alvim, que governou 1 mês em 1945 pertencente as famílias Siqueira Franco e Araújo Cintra; 2) Oswaldo Urioste que governou por 2 anos entre 1947 a49 pertencente as famílias Siqueira Franco e Araújo Cintra e 3) Marcos Vinício Silveira, que governou por cerca de dois meses em 1998 e que pertence as famílias Siqueira Franco, Aves de Amaral e Leite. Outros 4políticos que exerceram mandatos de prefeitos tiveram ligação com famílias tradicionais de Atibaia através de seus casamentos:4) Rosendo Aguirre, que governou uma semana, cuja esposa pertencia as famílias Siqueira Franco e Araújo Cintra; 5) Totó Júlio que governou entre 1966 a 70, cuja esposa era Alves do Amaral e Pereira; 6) Cido Franco que governou em 1975 a 1979 e 1989 a 1992, cuja esposa era Leite e Alves do Amaral e 7) Beto Tricoli que governou entre 2001 a 2008, cuja esposa é Siqueira Franco e Araújo Cintra) os demais não têm nenhuma ligação de sangue ou por matrimônio com as famílias antigas e tradicionais de Atibaia. Contudo, com exceção dos dois primeiros prefeitos aqui citados, os demais, embora tivessem ligação com as famílias tradicionais de Atibaia, não chegaram ao poder em razão desta ligação familiar, mas por questões meramente políticas e conjunturais.

LINHA CRONOLÓGICA DOS PRINCIPAIS LÍDERES POLÍTICOS[23] DE ATIBAIA

► 1655 A 1685 =● Jerônimo de Camargo (fundador da cidade) e ● Marcelino de Camargo (patriarca de Atibaia).

►1685 a 1730 =● Antônio Prado da Cunha (genro de Jerônimo) e ● Francisco de Camargo Pimentel (filho de Marcelino de Camargo).

►1730 a1783 =● Lucas de Siqueira Franco (* 1710 + 1783 – 1° sargento-mor e 1° capitão-mor, c.c uma filha de Francisco de Camargo Pimentel, neta de Marcelino de Camargo) e ● Frutuoso Furquim de Campos (* 1723 + 1800) que foi o maior líder oposicionista nas décadas de 1760 e 1770, representante do partido dos Pires em Atibaia e o grande responsável pela elevação de Atibaia a categoria de Vila em 1769.

► 1783 a 1801 =● Francisco Silveira Franco (2° capitão-mor).

►1801 a 1821 =●José de Siqueira Franco (3° capitão-mor) e ●Jacinto José de Araújo Cintra (1° chefe[24]do partido liberal, c.c uma filha do 2° capitão-mor).

►1821 a1860 =●Lucas de Siqueira Franco (4° e último capitão-mor + 1866)● Cel. Manoel Jorge Ferraz (2° chefe do partido liberal e filho de Jacinto José de Araújo Cintra + 1855)● Jacinto José Ferraz de Araújo (1° deputado provincial por Atibaia e filho de Jacinto José de Araújo Cintra).

► 1860 a 1872=● José Lucas da Silveira “José Lucas” (Presidente da câmara entre 1857 a 1870, quando faleceu; foi 3° chefe do partido liberal filho do 4° capitão-mor) ● Lucas de Siqueira Franco Neto ou Lucas Jorge (4° chefe do partido liberal em substituição ao primo de seu pai, José Lucas; Lucas Jorge foi presidente da câmara 1871 a 1876 quando deixou Atibaia) e ● Manoel Jacinto de Araújo Ferraz (deputado provincial por Atibaia de 1862 a 65, filho de Manoel Jorge Ferraz e irmão de Lucas Jorge).

► 1872 a 1892 = Em 1872 Atibaia teve um período muito conturbado politicamente já que as eleições municipais de juiz de paz e vereadores ganhas mais uma vez pelo partido liberal (de situação) foi acusada pelo partido conservador de fraudulentas o que acirrou ainda mais a disputa pelo poder entre os dois partidos em Atibaia. Destacamos alguns líderes políticos neste período: ● Jacinto Manoel Leite (chefe do partido conservador nas décadas de 1860 e 1870, partido de oposição ao partido liberal, quase sempre no poder em Atibaia) ● José Alvim de Campos Bueno “José Alvim” (último chefe do partido liberal em substituição a Lucas Jorge e 1° chefe político do partido republicano paulista)● Lourenço Franco da Silveira “Lourenço Paes”(último chefe político do partido conservador na década de 1880 em substituição a Jacinto Manoel Leite e Antônio Bento) ● ˙Olímpio da Paixão (advogado contratado pelo partido liberal no final de 1872 e que se tornou maior líder republicano na cidade; foi também vereador em diversas legislaturas e presidente do conselho de intendência de janeiro de 1890 a setembro de 1892, o qual era formado na sua maioria por antigos membros do partido conservador e comandou os destinos da cidade nos primeiros 3 anos de república) e ● ˙Antônio Bento de Souza e Castro (juiz municipal de 1870 a 1877período que juntamente com Jacinto Manoel Leite chefiou o partido conservador em Atibaia; um dos maiores abolicionistas do Estado de São Paulo, cuja vida quase perdeu em um atentado político em Atibaia em novembro de 1871, decorrente da acirrada disputa entre liberais e conservadores).

► 1892 a 1936 = ● Tenente-coronel José Francisco de Campos Bueno “José Bim” (1° intendente municipal; 2° chefe do partido republicano paulista, chefia herdada de seu pai, José Alvim. Maior líder político na primeira década do século XX até sua morte em 1913), ● Major Juvenal Alvim (5° intendente, presidente da câmara de 1902 a 1913, 3° chefe do partido republicano paulista, chefia herdada de seu irmão José Bim. Maior líder político de Atibaia entre os anos de 1913 até sua morte em 1936) e● Coronel Bento José do Amaral “Bento Paes” (líder político do partido democrático, partido oposicionista ao partido republicano paulista nas duas primeiras décadas do século XX e respeitado até pelos opositores políticos. Foi o maior opositor político ao major Alvim. + em 1928).

► 1936 a 1964 = ● José Pires Alvim “Zezico Alvim” (4° chefe político do partido republicano paulista, função herdada de seu pai, major Alvim, partido este que depois transformou-se no partido republicano e em Atibaia também tinha influência em pelo menos mais dois partidos: PSD e PSP; Zezico Alvim também foi presidente da câmara em 1936/37 e 1952 /54. + em 1979,) e ● Álvaro Correia Lima (Sucedeu Bento Paes na chefia do partido democrático, que depois passou a se chamar, após a revolução constitucionalista de 1932, partido constitucionalista, e depois UDN; foi vereador em diversas legislaturas, exerceu a presidência da câmara em 1961/ 63 e 66/67, foi eleito deputado estadual, mas perdeu a cadeira numa eleição suplementar em 1946. Foi o maior líder político em oposição a Zezico Alvim neste período; + em 1969)

► 1964 a2000 = Consideramos que neste período, Atibaia, como grande parte dos municípios brasileiros, não teve nenhuma liderança incontestável, contudo, citaremos a seguir, alguns políticos que tiveram considerável influência em algum momento deste período:● Geraldo Cunha Barros(vereador por 3 legislaturas, líder oposicionista eleito prefeito em 1962 e deposto em 1964. + em 1976)● Takao Ono (vereador por 8 legislaturas, presidente da Câmara 3 vezes 1972; 1977/78 e 2005, prefeito eleito em 1979/82, vice em 1989/92 + em 2008) ● ˙José Aparecido Ferreira Franco “Cido Franco” (prefeito nomeado de 1975/79, que elegeu seu sucessor; depois elegeu-se prefeito em 1989/92 e vice-prefeito em 1996. + em 1997)● Gilberto Sant’anna (prefeito de 83/88), ● Flavio Callegari (prefeito de 93/96) ● Pedro Maturana (vereador por 7 legislaturas, presidente da câmara em 1964,vice-prefeito de 93/96 e prefeito de 97/00) e ● Odair Bedore (vereador por 5 legislaturas consecutivas, presidente da câmara por 4 vezes 1991/92, 95, 97 e 2004 e o mais importante líder político na câmara na década de 1990), estes três últimos, também foram os principais líderes de oposição no primeiro mandato da administração do PV entre 2001 a 2004, liderada pelo prefeito Beto Tricoli.

► 2001 aos dias atuais = ● José Roberto Tricoli “Beto Tricoli” (vereador de 1993 a1996, prefeito de 2001 a 2004, 1° prefeito reeleito, em 2004 para o mandato de 2005/08 e que fez seu sucessor em 2008, elegendo, ˙José Bernardo Denim, que foi vereador por 3 legislaturas [1997 a 2004] e presidente da câmara em 2001. Beto Tricoli elegeu-se deputado estadual[25] em 2010, consolidando-se como maior líder político da primeira década deste século em Atibaia, contudo não se reelegeu deputado em 2014 o que pode indicar o fim de sua liderança na cidade). ● Saulo Pedroso de Souza (vereador de 2009 a 2012) prefeito eleito em 2012 e reeleito em 2016.

► A câmara municipal eleita em outubro de 2008 para o mandato de 01.JAN.2009 a 31.DEZ.2012, com o número de vereadores reduzidos através de uma resolução do TSE de 17 para 11 desde o mandato iniciado em 01.JAN.2005 não teve nenhum edil que seja integrante das famílias antigas de Atibaia, aqui citadas, nem por sangue nem por casamento, contudo, quatro primeiros suplentes aparecem citados neste trabalho: Edson Gonçalves “Beleza” do PV (Títulos Alves do Amaral e Pereira), Rodrigo Parras do PSB (Título Siqueira Franco), Reginaldo Binatti do PP (Título Alves do Amaral) e outro ligado por casamento, com várias famílias, aqui retratadas, Odair Bedore do PMDB (todos os títulos). Já atual câmara eleita em outubro de 2012 para o mandato de 2013/2016 com o regresso de 17 vereadores só tem o vereador Rodrigo Parras do PSDB retratado neste trabalho e o suplente da coligação PSB/PMDB, Adriano Bedore que assumiu o mandato entre junho de 2014 a janeiro de 2015, autor deste trabalho.

Título I

Família SIQUEIRA FRANCO

Descendentes do 1º capitão-mor de Atibaia

Lucas de Siqueira Franco

Disposição genealógica (Tronco, capítulos e demais descendentes) e pesquisas: Adriano Bedore [inédita]

Genealogistas Pesquisados: Luiz Gonzaga da Silva Leme in memorian, Waldomiro Franco da Silveira in memorian, Monsenhor Antônio Paes Cintra in memorian e Adriano Bedore

RELAÇÃO DO TRONCO COM ATIBAIA/SP

● O tronco deste título, Lucas de Siqueira Franco, nasceu em Atibaia em 1710, ou seja, apenas 45 anos após a fundação oficial do pequeno povoamento, portanto, há 300 anos. Eu classifico a família Siqueira Franco como a segunda mais antiga de Atibaia (a primeira seria a dos Camargos, fundadores de Atibaia), mas a de maior importância social, política e genealógica na nossa ótica; descendendo dela os atibaianos de raiz e paulistas de muitas cidades aqui citadas. Dos troncos deste trabalho, Lucas de Siqueira Franco é o mais importante personagem da história de Atibaia;

● Seu pai deve ter se estabelecido em Atibia no final do século XVII ou início do século XVIII;

● Sua mãe devia já se encontrar em Atibaia, antes de seu pai, e provavelmente possa também ter nascido em solo atibaiano ou para lá se dirigido nos primórdios da pequena Freguesia;

● Seu avô paterno, João de Siqueira Ferrão, era português e foi proprietário de terras em Guarulhos, e deve ter imigrado para o Brasil nos primeiros anos da segunda metade do século XVII.

● Sua esposa, Izabel da Silveira de Camargo, era nascida em Atibaia, filha do capitão Francisco de Camargo Pimentel nascido em Atibaia ou São Paulo e neta do capitão Marcelino de Camargo, o patriarca de Atibaia e irmão de Jerônimo de Camargo, considerado o fundador da cidade. Portanto, os primeiros moradores de Atibaia, ou seja, a primeira família atibaiana (ver introdução ao título I).

RELAÇÃO DO TRONCO COM O AUTOR

● O tronco é decavô (avô em 10° grau) do autor deste trabalho. É também hexavô (avô em 6° grau) de Ana Soares Leite, mãe de Maria do Carmo Leite De Carlo, bisavó do autor destas notas genealógicas. Dos 21 troncos retratados neste trabalho é o mais distante genealogicamente do autor.

CIDADES MAIS CITADAS NESTE TÍTULO

● Atibaia (antiga São João de Atibaia); Jarinu (antigo distrito de Atibaia com o nome de Campo Largo), São Paulo (antiga São Paulo de Piratininga), Campinas (antiga São Carlos), Guarulhos (antiga Conceição de Guarulhos),Limeira, Araras, Itatiba (antiga Belém), Bragança Paulista (antigo distrito de Atibaia com o nome de Nossa Senhora da Conceição de Jaguari), Rio Claro, Pirassununga, Mogi Mirim, Amparo, Itapira, todas no Estado de São Paulo e Camanducaia em Minas Gerais

LUCAS DE SIQUEIRA FRANCO

1º Sargento-Mor e 1° Capitão-Mor[26] de Atibaia

Lucas de Siqueira Franco (SL 2/48), nasceu e foi batizado em Atibaia em 1710 e foi o 1º capitão-mor da então vila. Foi sem dúvida o mais importante líder político de Atibaia do século XVIII.

Ainda muito jovem, com apenas 20 anos de idade iniciou sua vida pública ocupando o relevante cargo de almotacel[27] da câmara de São Paulo. Em 1742 ocupou o cargo de vereador em São Paulo e no ano seguinte voltou ao cargo de almotacé. Em 1749 foi eleito juiz ordinário de São Paulo e no ano seguinte voltou a ocupar o cargo de almotacel. Depois de 1750 voltou suas atenções a sua terra natal a então freguesia de São João de Atibaia. Em 1771 após um ano da elevação de Atibaia para categoria de vila, hoje município, foi eleito novamente vereador à câmara de São Paulo, cargo que não chegou a exercer, posto que já havia decidido participar ativamente da vida pública em sua terra natal. Em 1772 a câmara de Atibaia solicitou ao governador da capitania a nomeação de Lucas ao posto de capitão-mor da cidade, contudo fora nomeado ao posto de 1º sargento-mor[28] em 31.JAN.1772, sendo então a primeira autoridade civil e militar de Atibaia, prestando obediência direta ao capitão-mor de São Paulo. Foi sargento-mor por quatro anos, pois em 1775 fora nomeado ao posto de 1º capitão-mor da vila de Atibaia, posto que exerceu durante oitos anos, até a sua morte em 1783.

Embora descendesse da importante família Pires[29] de São Paulo, Lucas de Siqueira Franco, casou-se com uma descendente da também importante família Camargo[30], da qual foi representante e líder dessa família tanto na câmara paulistana nas décadas de 1740 a 1770 como na vila de Atibaia. Portanto, Lucas de Siqueira Franco foi casado com Izabel da Silveira Camargo[31], natural de Atibaia, filha do capitão Francisco de Camargo Pimentel (filho de Marcelino de Camargo, o Patriarca de Atibaia) e de Izabel da Silveira Cardoso, e sobrinha-neta de Jerônimo de Camargo, considerado o fundador de Atibaia.

Era filho do capitão Ignácio de Siqueira Ferrão[32], falecido aos 20.MAR.1747 e sepultado na matriz de Atibaia, que foi primeiro casado com Catarina Pereira, viúva de José Peres Calhamares, filha de João Pereira de Avellar e de Maria Leme do Prado em Tit. Prados Cap. 6° § 1º, 2-4, 3 com teve três filhos: João e Joana mudos e Maria e 2ª vez casou-se com Catarina Franco do Prado, falecida em 1750 em Atibaia, viúva do coronel Antônio da Rocha Pimentel, filho do capitão Lourenço Franco Viegas e de Izabel da Costa Santa Maria (SL Tit. Lemes cap. 1° § 9°), com quem teve um único filho e tronco deste título. Do casal Lucas de Siqueira Franco e Izabel da Silveira Camargo descendem 13 filhos (capítulos deste título Franco):

Capítulo 1º Inácio de Siqueira Pimentel (meu eneavô)

Capitulo 2º João de Siqueira Pimentel

Capítulo 3º Antônio de Siqueira Franco

Capítulo 4º Francisco da Silveira Franco – 2° capitão-mor de Atibaia

Capítulo 5º Lucas da Silveira Franco

Capítulo 6º Joaquim de Siqueira Franco

Capítulo 7º Ana Franco Cardoso

Capítulo 8º José de Siqueira Franco – 3° capitão-mor de Atibaia

Capítulo 9º Escolástica Franco

Capítulo 10º Maria Gertrudes Franco

Capitulo 11º Messia de Siqueira

Capítulo 12º Gertrudes Franco

Capítulo 13º Antonia Franco

Capítulo 1º

Inácio de Siqueira Pimentel

Capitão Inácio de Siqueira Pimentel[33] n. aproximadamente em 1740/42 em Atibaia onde faleceu aos 02.SET.1823 com 83 anos, sendo sepultado dentro da matriz. Era o primogênito do 1º capitão-mor de Atibaia. Em 1775 ocupava o cargo de ajudante no corpo militar de Atibaia. Em 1781 era procurador da câmara municipal e em 1783 foi promovido a capitão[34]. Casou-se com Maria Barbosa Pires ou somente Barbosa, natural de Atibaia, filha de João Barbosa Pires, natural de Atibaia e de Messia de Siqueira, natural de Juquerí. SL título Bonilhas. Teve q. d. pelo casamento em Atibaia os sete filhos seguintes:

Nº 01 Jeronima Maria de Siqueira (minha octavó)

Nº 02 Aleixo

Nº 03 Alferes João Barbosa de Siqueira

Nº 04 Maria

N° 05 Isabel Francisca

Nº 06 Antonia de Siqueira Franco

Nº 07 Gertrudes Franco

Nº 08 José Barbosa de Siqueira

Nº 01 Jeronima Maria de Siqueira (SL 2/48) n. em Atibaia onde se casou em 1º vez aos 12.JUN.1788 com Manoel Alves Cardoso ou Alvares de Godoi, os quais podem ser considerados tronco da antiga, numerosa e importante família Alves de Siqueira de Campo Largo de Atibaia, hoje cidade de Jarinu. Manoel Alves Cardoso era natural de Atibaia, filho de Inácio Álvares Cardoso[35] e de Maria de Godoi ou Godoi Moreira, ver SL 1/491. Segunda vez Jeronima Maria casou-se também em Atibaia em 1815 com Jorge Pires do Prado filho de Bento Pires do Prado e de Izabel de Siqueira, teve q.d apenas do 1º casamento:

1.1. Ignácio, batizado em Atibaia em 1789.

1.2. Antônio Alves Barbosa casado em 1811 em Atibaia com Maria Francisca filha de Antônio Bueno de Camargo (irmão de Antônio de Almeida de Oliveira, citado no 1.3. a seguir) e de Luciana Maria, neta paterna de Felix de Almeida de Oliveira e de Quitéria Bueno de Camargo, neta materna de João Neves Garcia e de Joana Cordeiro do Amaral.

1.3. Joaquim Antônio de Siqueira, foi vereador em Atibaia nos mandatos de 1849/52 quando também exerceu o cargo de juiz municipal e novamente vereador entre 1853/56 . Casou-se primeira vez em 1811 em Atibaia com Maria Jacinta Cardoso (SL 1/328), fª de Joana Ortiz Camargo e de Antônio de Almeida Oliveira, este bisneto do alcaide-mor José de Camargo Pimentel, f° de Marcelino de Camargo, irmão de Jerônimo de Camargo (ver texto sobre a família Camargo na introdução deste título). Joaquim Antônio de Siqueira casou-se segunda vez em Campo Largo de Atibaia aos 27.AGO.1850 com Joaquina Maria da Conceição, filha de Maria Angélica Cardoso e de José Ferraz de Araújo, este filho de Antônio Ortiz do Amaral (SL 1/303), que casou-se em 1789 em Camanducaia, sul de MG com Mariana Francisca Ferraz, esta filha de Gertrudes Correa da Cunha e de Antônio Ferraz de Araújo, vereador em Atibaia em 1773, da família Araújo (ver texto na introdução deste título e em SL 2/548). Teve, q.d.4 filhos do primeiro casamento e 3 do segundo (2.5 a 2.7. a seguir.):

2.1. Jacinto Alves de Siqueira casado 1ª vez em 1828 com sua tia materna, Maria Bueno de Moraes, filha de Antônio de Almeida de Oliveira (pai de Maria Jacinta Cardoso, acima) e sua 2ª esposa Ana Maria Bueno, os quais casaram-se em Atibaia em 1806. Jacinto Alves de Siqueira, casou-se 2ª vez aos 08.JAN.1850 em Campo Largo de Atibaia com Manoela Franco Penteado, filha de Antônio Luiz Leite Penteado, já falecido em 1850 e de Ana Franco (ver 1.6., N° 10, cap. 5° deste título), foram dispensados no 4° misto e 3° de consanguinidade no direito canônico. Teve q.d. os dois primeiros filhos com a primeira esposa e q.d. os demais 6 filhos com a 2ª esposa:

3.1. Benedito Alves de Siqueira casados aos 22.AGO.1854 em Campo Largo de Atibaia com Delfina Franco Penteado (ver N° 04, cap. 2° do título Pires de Camargo), viúva de Inácio Pires de Camargo (ver capítulo 8° do título Pires de Camargo). Teve q.d:

4.1. Miguel Franco Penteado casado aos 19.JUL.1879 com Carolina Alves de Siqueira, filha de Antônio Bueno de Siqueira e de Maria Alves de Siqueira, ver adiante. Teve q.d: 5.1. Faustino Alves de Siqueira casado aos 29.ABR.1911 com Adelaide Maria Bueno, filha de João Benedito Bueno e de Ana Claudina.

5.2. Antônio de Siqueira Bueno

5.3. Roque Alves de Siqueira

5.4. Benedita Alves de Siqueira

5.5. Salvador Alves de Siqueira

5.6. Sebastião Alves de Siqueira Bueno casado em Campo Largo aos 06.OUT.1906 com Antonia Maria de Jesus, filha de João Benedito Bueno e de Ana Cláudia Ferraz. Teve:

6.1. Lazara Maria c.c Pedro Antônio de Camargo “Pedro Prata”, residentes em Santo André. Teve:

7.1. Zenaide

7.2. Benildes

7.3. Norberto

7.4. Maria do Carmo

6.2. João Siqueira Bueno c.c Virginia Lorencini. Teve:

7.1. Edneia

7.2. Célia

7.3. Ismael

6.3. Izabel c.c Luiz Franco de Moura, residente no bairro do Breu. Teve:

7.1. José Luiz

7.2. Penha Aparecida

7.3. Miguel Santana

7.4. Rafael

7.5. Maria Lúcia

7.6. Maria Cecília

6.4. Júlia c.c Henrique Soares de Moura. Teve:

7.1. Antonia

7.2. Aparecida

7.3. Clovis Santana

7.4. Berenice

7.5. Paulo

7.6. Mauro

6.5. Amélia casada em 1945 com Edgar Máximo Zamboto n. aos 02.SET.1922 em Itatiba/SP, foi destacado político de Jarinu onde foi eleito vereador de 1956 a 1960, prefeito de 1961 a 1964 e novamente prefeito eleito em 1978, mas faleceu aos 26.OUT.1979. Tem seu nome na rodovia de acesso a Jarinu. Teve:

7.1. Guilherme

7.2. Maria Antonia

6.6. Carmelita “Leta” c.c. Hermínio Contesini. Teve:

7.1. Valdemirrletti

7.2. Vanderlei

7.3. Valdemir

6.7. Cipriano c.c Helena Contesini. Teve:

7.1. Alice

4.2. Rita Franco Penteado[36] casada aos 09.FEV.1875 em Campo Largo com Tobias Soares Penteado (ver descendência em 2.1., 1.1., N° 01, cap. 2° do título Pires de Camargo), filho de João Franco Penteado e de Delfina Maria Soares ou Pires de Camargo (N° 02, cap. 8° do título Pires de Camargo).

4.3. Ana Franco Penteado (?[37]) c.c Lucas de Siqueira Franco. Tiveram q.d.:

5.1. Gertrudes Franco Penteado ou Gertrudes Maria Franco f. aos 01.MAR.1921, que se c. c João José de Camargo Lopes ou João Lopes de Camargoaos 21.OUT.1862 em Campo Largo, sendo ele viúvo de Gertrudes Maria Franco e era com toda certeza f° de Gertrudes Maria e de Salvador Lopes de Camargo, o qual pode ser considerado o tronco da antiga e numerosa família Lopes de Camargo de Jarinu

3.2. Inácia de Almeida casada aos 06.JUL1860 com seu parente Joaquim Franco de Siqueria (ver 3.2., 2.2., a seguir).

3.2. Antônio Alves de Siqueira casado aos 08.JUL.1871em Campo Largo de Atibaia com sua parente Gertrudes Maria Leite, fª de Inácio Bueno de Siqueira e de Maria Gertrudes Bueno (ver 1.1., N° 06 deste título).

3.3. José Alves de Siqueira casado aos 17.FEV.1873 em Campo Largo de Atibaia com sua parente Maria Leite do Carmo, fª de José B.de Camargo e de Benedita Mª Leite (ver 2.1., 1.2., N° 03, deste capítulo). Teve q.d:

4.1. Sebastião Alves de Siqueira casado aos 21.MAR.1908 com Amélia Maria Leite, filha de Lucas José Leite e de Maria Franco de Camargo.

3.4. Carolina Alves de Siqueira casado aos 15.MAIO.1873 em Campo Largo de Atibaia com seu tio paterno Francisco Alves de Siqueira (2.5., 1.3. a seguir)e sua 2ª esposa Maria Joaquina. Teve q.d:

4.1. Bertolo Alves de Siqueira, nascido em Amparo em 1874 c.c Maria Alves Barbosa, provavelmente da família Alves Barbosa (ver N° 03 a seguir). Foi proprietário de terras no bairro Campo dos Aleixos. Teve:

5.1. Francisco c.c Amélia Nunes. Teve:

6.1. José, residente em Atibaia

6.2. Benedito, residente em Santo André

6.3. Aparecida “Cida”, residente em Santo André.

5.2. Benedito, foi proprietário no bairro do Machadinho, foi c.c. Elisa da Silva Franco, filha de Gaudêncio Alves de Godoi, proprietário no bairro do Arrozal. Teve:

6.1. Isaltina

6.2. Alice

6.3. Carmelina

6.4. Carola

6.5. Amélia

6.6. Américo

6.7. José do Carmo “Zico Bertoldo” c.c Rosa dos Santos, filha de José dos Santos e Maria Sebastiana da Luz, residentes no bairro de Nova Trieste em Jarinu. Teve:

7.1. Jaime

7.2. Aniceto

7.3. Elizabel

7.4. Targino

7.5. Arquimedes

7.6. Sebastiana Maria

7.7. Valderez

7.8. Neusa

7.9. Vanda

7.10. Clovis

7.11. Donizete

7.12 Célio

7.13. Ismael

7.14. Aparecida “Cidinha”

5.3. Pedro casado em 1ª núpcias aos 26.JUN.1926 com Catarina Maria de Jesus ou Stafoque e em 2ª com Joana Lopes, tendo seis filhos da 1ª esposa e 3 da 2ª. Teve:

6.1. José

6.2. Antônio

6.3 Antenor

6.4. Sebastião

6.5. Dolores

6.6. Carmem

6.7. Jesus

6.8. João

6.9. Maria

5.4. Julia c.c Antônio André. Teve:

6.1. José

6.2. Sebastião

6.3. Carmem

6.4. Madalena

5.5. Lazara “Lazinha” c.c Francisco dos Santos. Teve:

6.1 Aparecido

6.2. José

5.6. Carola, solteira.

5.7. Máxima c.c Frederico Fernandes. Teve:

6.1. Teresa

6.2. Paulo

5.8. “Dorva” c.c José Alves. Teve:

6.1. Aparecida “Cida”

4.2. Benedita Alves de Siqueira n. em 1871, casada aos 20.OUT.1899 com Pedro Lopes de Camargo, f° de Ana Franco Penteado e de Eugenio Lopes de Camargo n. aos 14.JUL.1854, este f° de João Lopes de Camargo e de Gertrudes Maria Franco (veja 4.3., 3.1., 2.1., 1.3., atrás), moradores do bairro de Campos dos Aleixos em Jarinu. Teve q.d:

5.1. Benedito Lopes de Camargo

5.2. João Lopes de Camargo.

5.3. Juvenal Lopes de Camargo. Segundo familiares, foi o doador da área onde hoje se encontra o parque Duílio Mazieiro em 1900, onde se realiza a tradicional festa do morango. Teve q.d.:

6.1. “Tico”

6.2. Hélio Lopes de Camargo

5.4. Eugênio Lopes de Camargo. Teve q.d.:

6.1. José Lopes de Camargo

5.5. José Lopes de Camargo “Zezico”.

5.6. Maria

5.7. Cantilha

5.8. Carolina

5.9. Aparecida

3.5. José Alves de Siqueira casado em Campo Largo aos 17.FEV.1873 com Maria Leite do Carmo, filha de José Barbosa de Camargo e de Benedita Maria Leite.

3.6. Maria Franco casada em Campo Largo aos 02.DEZ.1865 com João Franco de Oliveira, viúvo de Maria da Conceição.

3.7. Benedita Maria de Jesus casada em Campo Largo aos 23.JAN.1884 com Felício Zeferino Barbosa, filho de Salvador Francisco e de Zeferina Maria.

3.8. João Alves de Siqueira casado aos 19.FEV.1889 com Benedita Franco, filha de Vicente Franco de Godoi e Maria Jacinta.

2.2. João José de Siqueira casou-se em Campo Largo, hoje Jarinu aos 18.JUL.1833 com Gertrudes Maria Franco, irmã entre outros de Maria da Conceição c.c José Severino de Almeida, ambas filha de José Ferraz de Araújo e de Maria Angélica Cardoso(ver 3.1., 2.3., a seguir). Teve q.d:

3.1. Maria Alves de Siqueira casou-se com seu parente Antônio Bueno de Siqueira (ver 1.2. N° 06, a seguir) aos 13.NOV.1855 em Campo Largo, foram dispensados no 4° misto e 2° de consanguinidade. Teve q d: 4.1. Francisco Alves de Siqueira casado aos 28.DEZ.1874 com sua prima Escolástica Barbosa de Siqueira, filha de Manoel Barboza de Camargo (1.3. N° 03 abaixo) e de Matilde Jesuína. Teve q.d: 5.1. Francisco Alves de Siqueira Jr. “Chico Boa” n. aos 11.AGO.1883, em 1915 passou a ser tabelião do único cartório em Jarinu. Foi vereador em Atibaia representando o então distrito de Campo Largo de 1908 a 1914. Foi c.c Maria Osório. Teve: 6.1. Lázaro “Lazinho Boa”, tabelião, casado 1ª vez com Elza Vasconcelos n. aos 02.JUL.1911 em São Paulo, foi prof.ª, fª de Nuno e Claudemir Vasconcellos, tiveram os 11 filhos seguintes e 2ª c.c Ursulina Paulinetti: 7.1. Maria Claudemira Mantarro. Teve: 8.1. Adriana c.c Joaquim Spinardi Gomes 8.2. Daniela c.c Edson Calipo. Teve: 9.1. Julia 7.2. José Maurício c.c Vera Therizinha Fabiano. Teve: 8.1. José Maurício Jr. c.c Luciana Gonçalves. Teve: 9.1. Marcelo 9.2. Luiz 8.2. Luís Augusto c.c Marica Rosa de Oliveira. Teve: 9.1. Israel 9.2. Rafael 8.3. Vera Cristina c.c João Eduardo Peres do Amaral. Mariana 8.4. Daniel Fabiano 7.3. Suzana 7.4. Silvia c.c José Ribeiro de Moura. Teve: 8.1. Renata c.c João Pedro 7.5. Elza c.c Nidio Moraes Coelho. Teve: 8.1. Claudio Izidio c.c Elisabete Rocha Pinto. 8.2. Fábio 8.3. Gustavo 7.6. Helena 7.7. Judite c.c Alexandre Farid A. Gattas. 7.8. Dalila c.c Bechara Jorge Kachan. Teve: 8.1. Viviane Marian 8.2. Alexandre Jorge 8.3. Pedro Marcos c.c Glauce H. Bueno Santos. Teve: 9.1. Pedro Augusto 9.2. Laura 7.9. Abigail Maria c.c Luís Ferrero. Teve: 8.1. Ana Heloísa c.c Dário de Barros Carvalho Jr. Teve: 9.1. Clara 8.2. Silvia Helena 8.3. Frederico 7.10. Luís Gonçaga 7.11. Berenice c.c Júlio Cesar da Silva Rabello. Teve: 8.1. Guilherme 9.1. Pedro Augusto 9.2. Laura 6.2. Maria do Carmo 6.3. Benedito “Dito Boa”c.c Elza Bressane, foi vereador, subprefeito de Jarinu, o primeiro contador da prefeitura e primeiro coletor estadual de Jarinu. Teve: 7.1. Marilena 7.2. Marly 7.3. José Roberto “Tucho” 7.4. Ruy Tadeu 7.5. Francisco Eugenio 7.6. Jurema 6.4. Maria de Lourdes falecida menor. 6.5. Sebastiana c.c Mário Lorencini, fiscal da prefeitura de Jarinu. Teve: 7.1. Suely 7.2. Amaury 7.3. Hettye 7.4. Elisabete 6.6. Rachel com José Arruda. 6.7. Haidê c.c Severino Graciosi. 6.8. Maria de Lourdes c.c Hermenegildo Rodini. 6.9. Maria Izabel, falecida menor. 6.10. Francisco, falecido menor. 6.11. Ibraim, falecido menor. 5.2. Ambrosina Alves de Siqueira n. aos 03.MAR.1876 c.c José Soares de Lima Sobrinho “Juca Soares”, fazendeiro em Atibaia, pertencente as famílias Alves do Amaral, Soares e Bueno deste trabalho (ver descendência 2.3., 1.3., N° 05, cap. 5° no título Alves do Amaral). 5.3. João Siqueira c.c Vicência Maria da Conceição. Teve q.d.: 6.1. José Siqueira Bastos c.c. Maria Bonito Bastos, natural de Indaiatuba/SP, foram residentes em Atibaia. Teve q.d: 7.1. Edgar Siqueira Bastos “Lula” c.c Sidi Soldeira Bastos. Teve: 8.1. Maria Cristina, falecida solteira. 8.2. Edgar Bastos Filho c.c Paula Duarte. Teve: 8.1. André 7.2. José S. Bastos Filho, já falecido, foi c.c Neide Pellizzo. Teve: 8.1. José Neto 8.2. Adriana 7.3. Sebastião c.c Beatriz. Teve: 8.1. Claudenis 8.2. Gislaine 8.3. Alan 7.4. Edite c.c Luiz Carvalho. Teve: 8.1. Dinah 8.2. Álvaro 7.5. Maria Aparecida, já falecida, foi c.c Antônio Carlos Garcia Lopes. Teve: 8.1. Carlos Alberto n. aos 27.SET.1955 c.c Eliana. Teve: 9.1. Carlos Henrique n. aos 26.DEZ.1977. 9.2. Erika 9.3. Helen Cristina 8.2. Denise, dentista, foi c.c Claudio Lindemberg de Freitas, filho de Armando Alvim de Freitas (ver 4.2., 3.3., 2.6., 1.8., N° 01, cap. 1° do título Pires de Camargo). Teve: 9.1. Karina 9.2. Luma 7.6. Sebastiana c.com José Brígida. Teve: 8.1. Sandra c.c Benedito Rogério, natural de Piracaia.. 7.7. Maria de Lourdes Bastos c.c Orlando Marinelli. Teve: 8.1. Edson 8.2. Ivete 7.8. Teresa c.c Nelson Rocha. Teve: 8.1. Richard 8.2. Fátima c.c José Arnaldo Bonifácio 5.4. Júlia Alves de Siqueira c.c Sebastião de Oliveira Aguirre. Teve: 6.1. Benedito 6.2. Lázaro 6.3. Osvaldo 6.4. Valdomiro 6.5. Aparecido 6.6. Francisco 6.7 Isabel 6.8. Eva 4.2. Carolina Alves de Siqueira casada aos 19.JUL.1879 com seu parente Miguel Franco Penteado (ver descendência em 4.1., 3.1., 2.1., 1.3. atrás). 3.2. Joaquim Franco de Siqueira casado com sua parente aos 06.JUL.1860 com Inácia de Almeida, (ver 3.2., 2.1, atrás) filha de Jacinto Alves de Siqueira com Maria de Almeida. 3.3. José Alves de Siqueira casado em Campo Largo aos 07.FEV.1875 com Ana Jacinta de Siqueira, filha de Marica Jacinta. Teve q.d: 4.1. João Alves de Siqueira casado aos 27.JUL.1907 com Angelina Staffoque, filha de Jacob Staffoque e de Maria Arteman, de origem alemã, foram residentes no bairro de Machadinho em Jarinu. Teve q.d: 5.1. Joaquim c.c Alberina Ermenegildo 5.2. Benedito “Nitão” c.c Iracema Silveira Franco 5.3. Zulmiro c.c Carolina Lopes de Camargo 5.4. José c.c Dorvalina 5.5. Maria c.c Joviano Silveira Franco 5.6. Isaura c.c João Spinassi 5.7. Emília c.c Artur Rosa 5.8. Madalena c.c Antônio Messias 3.4. Delfina Alves de Siqueira casada aos 31.JAN.1886 com Joaquim José Leite, filho de Francisco José Leite e de Cysina Leite.

2.3. Manoel Alves de Siqueira natural de Atibaia onde n. em 1813 ou 1814 em Atibaia, já se encontrava falecido em 1856 em Jarinu onde foi fazendeiro. Casou-se em Campo Largo, hoje Jarinu, aos 27.NOV.1836 com Gertrudes Maria Soares, Soares de Camargo ou Gertrudes Soares de Lima, por Waldomiro F. Silveira, n. em 1820/22 em Atibaia filha de Maria Joana (cap. 3° do título Soares) e de Inácio Pires de Camargo (cap. 8° do título Pires de Camargo). Tiveram q.d.:

3.1.Maria Soares n. entre 1843/48 em Campo Largo e aí casada aos 16.DEZ.1856 com Serafim Severino de Almeida, que ainda vivia em 1895, dispensados no 3° grau de conseguinidade, ou seja tinham um casal de bisavós em comum[38], filho de José Severino de Almeida[39] e de Maria da Conceição[40] que se casaram aos 29.JAN.1838, ele filho de Salvador de Avilla n. em 1763 e de Ana Francisco Cardoso n. em 1785 (SL 1/327) e ela filha de José Ferraz de Araújo (SL1/303) e de Maria Angélica Cardoso (SL 2/291). Serafim de Severino de Almeida casou-se segunda vez aos 29.MAR.1878 com Delfina Maria Barbosa. Teve q.d, uma filha com a primeira esposa e dois com a segunda:

4.1. Escolástica Maria Soares, nascida aos 21.ABR.1861 em Campo Largo e aí falecida aos 01.JUN.1899 com apenas 38 anos. Casou-se em 1877 com Antônio Pires de Camargo, nascido por volta de 1854 em Campo Largo e aí falecido aos 16.JUL.1889 com apenas 35 anos, filho de Manoel Francisco de Camargo e de Ana Francisca Cardoso, casados aos 06.AGO.1842 em Atibaia, ele filho de José Joaquim de Camargo e de Luzia Bueno de Moraes e ela filha de Jacinta Maria Franco e de Antônio Pires de Godoi, falecido em abril de 1837 em Atibaia e sepultado em Itatiba, filho do sargento-mor de Atibaia Ignácio Franco de Camargo[41] e de Gertrudes Pires de Godo ou Gertrudes de Godoi Moreira. Escolástica casou-se segunda vez aos 12.JAN.1890 com Florêncio Lopes de Camargo, falecido aos 22.OUT.1910, filho de João Lopes de Camargo e de Gerturdes Penteado, falecida aos 01.MAR.1921. Portanto, Escolástica teve cinco filhos com seu primeiro marido (Antônio Pires de Camargo) e quatro com seu segundo marido (Florêncio Lopes de Camargo). Teve:

5.1. Benedita nascida aos 24.SET.1878, em Campo Largo e ai casada aos 13.FEV.1893 com Benedito Ribeiro dos Santos, filho de José Ribeiro Valedo dos Santos e de Maria Rosa de Lima. Foram residentes em 1899 no bairro da Caioçara em Atibaia.

5.2. José Antônio de Camargo nascido aos 17.FEV.1881 em Campo Largo (teve como seu tutor Francisco Rodrigues Soares), foi casado aos 05.FEV.1910 com Umbelina Maria de Jesus, nascida em 1881 e provavelmente casado em 2ª núpcias com Lázara Maria da Conceição com quem teve alguns filhos, entre eles:

6.1 Emídio Antônio de Camargo n. em 1921 em Jarinu e f. aos 04.SET.1976 na fazenda São Sebastião em Atibaia. Emídio foi c.c. Benedita de Lima de Camargo f. aos 18.AGO.2012 com 79 anos. Tiveram 8 filhos:

7.1. Moacir Antônio de Camargo “Moa” n. aos 30.AGO.1954 em Jarinu e f. aos 17.AGO.2014. Foi c.c com Damares Honório de Camargo já falecida. Tiveram:

8.1 Gisele

8.2. Ricardo

7.2. Maria de Lourdes Camargo Mendes c.c Sebastião Mendes, motorista da câmara municipal de Atibaia. Tiveram:

7.3. Elena

7.4. Yolanda n. aos 07.SET.1963 c.c Antônio de Oliveira.

7.5. Ines

7.6. Emília de Camargo Souza n. aos 22.AGO.1967.

7.7. Irene

7.8. Isabel n. aos 14.AGO.1974.

5.3. Sebastião n.em Campo Largo aos 05.OUT.1883 e aí falecido aos 17.OUT.1899 com apenas 16 anos.

5.4. Maria Soares de Camargo n. aos 02.NOV.1885 em Campo Largo (teve como tutor Francisco Rodrigues Soares), casada aos 21.DEZ.1901 com Caetano Modanezi n. em 1868, italiano natural de Santo Alberto, província de Ravena.

5.5. Ana Soares Leite[42] n. aos 29.DEZ.1887 em Campo Largo. Foi a 1ª esposa de José Benedito Leite (ver N° 03, cap. 6° do título Leite) nascido aos 17.MAR.1887 em Atibaia e aí falecido aos 22.MAR.1964 casado em Atibaia aos 10.SET.1903. Ana Soares Leite faleceu em Atibaia aos 15.ABR.1935 com apenas 48 anos e junto com seu marido está sepultada no túmulo de sua filha Otília (6.5). Teve, todos naturais de Atibaia:

6.1. Maria do Carmo Leite “Tóta” n. aos 15.SET.1904 e aí f. aos 20.DEZ.1980. Foi casada aos 08.FEV.1923 com Antônio De Carlo (ver cap. 3° do título De Carlo). Teve:

7.1. José Benedito De Carlo ou “Zezinho” como foi mais conhecido n. aos 21.SET.1923. Foi comerciante, sendo durante muitos anos, até o ano de 1983, proprietário da padaria “São José” na rua Benedito de Almeida Bueno esquina com a rua José Pires, onde morou toda sua vida e onde faleceu vítima de um atropelamento por uma motocicleta aos 18.JUN.2007. Faleceu solteiro e sem descendentes.

7.2. Iraci Noviski “Nega” n. aos 03.MAIO.1926 em Atibaia e aí falecida aos 02.AGO.2008, foi casada com Napoleão Noviski, nascido aos 30.NOV.1924. Napoleão foi vereador à câmara municipal de Atibaia eleito em novembro de 1963 para o mandato de 64/67, mas não chegou a completá-lo vindo a falecer em 10.JAN.1965, profundamente desgostoso com os andamentos políticos na cidade decorrente das arbitrariedades advindas com o golpe militar que teve sérios reflexos em Atibaia culminando com as injustas perseguições e posterior cassação de vereadores e do então prefeito dr. Geraldo Cunha Barros; Napoleão Noviski foi sem dúvida, uma das vítimas deste infeliz episódio da vida política do Brasil e de Atibaia em particular. Teve uma única filha:

8.1. Ivete Noviski Teixeira n. aos 05.NOV.1950, professora, psicopedagoga, c.c Antônio Luiz Teixeira “Toli”, nascido aos 19.MAIO.1949 (ver título Alves do Amaral), também professor e comerciante em Atibaia, proprietário do tradicional “Lojão Teixeira”. Foi Antônio Luiz Teixeira presidente da diretoria executiva do conceituado São João Tênis Clube de 1997 a 2000 onde é conselheiro vitalício, e foi presidente da Associação Comercial de Atibaia de 2006 a2008. Teve um único filho:

9.1. Rafael Noviski Teixeira n. aos 27.JUN.1977, formado em administração de empresas em 2002 em de direito, solteiro é comerciante em Atibaia. Teve:

10.1. Gabriela n. aos 19.NOV.2013.

7.3. Francisco n. aos 02.SET.1927 e falecido aos 15.JAN.1928.

7.4 Iolanda n. aos 22.SET.1928 e falecida na menoridade.

7.5. Roberto De Carlo n. aos 14.DEZ.1929 na rua Santo Cruzeiro nº 39, hoje rua Benedito Almeida Bueno, casado aos 26.MAIO.1949 em Atibaia com Julieta Freitas De Carlo [ver 2.6., 1.4., N° 04, cap. 2° do título Freitas], (são os avós maternos no autor destas notas genealógicas). Teve 6 filhos todos naturais de Atibaia:

8.1. Roberto Aparecido De Carlo n. aos 02.ABR.1948. Faleceu solteiro e sem descendentes em Amparo onde se encontrava hospitalizado aos 29.JUN.1994, sendo sepultado no cemitério São João Batista de Atibaia.

8.2. Elisabete De Carlo “Bete” n. aos 29.OUT.1950. Solteira, aposentada.

8.3. Marco Antônio De Carlo n. aos 18.MAIO.1954 e f. na rodovia Presidente Dutra em acidente moto ciclístico aos 10.SET.1972, solteiro e sem descendentes.

8.4. Sônia Maria De Carlo Bedore n. aos 07.JAN.1953. Casada com Odair Bedore (ver 4.3., 3.8., 2.1., 1.4., N° 02, cap. 3° do título Bedore), são os pais do autor destas notas genealógicas. Teve seis filhos todos naturais de Atibaia:

9.1 ˙Adriano Bedore, solteiro, advogado formado pela USF em 1997. Foi presidente do Grêmio Estudantil “Major Alvim” em 1991/92, da Executiva do PMDB de Atibaia em 2000 a 2002, é conselheiro do Grêmio Esportivo Atibaiense eleito em 2002 e é o seu atual diretor administrativo, vice-presidente do Circolo Italiano di Atibaia e do Instituto Histórico, Geográfico e Genealógico de Atibaia e Região. Participou ativamente das edições “Família Atibaiana” de José Luiz Teixeira (1997) e do livro revista “Famílias Ilustres e Tradicionais de Atibaia (2000). Na condição de suplente assumiu em 07.JUN.2014 uma cadeira de vereador na câmara de Atibaia. Foi eleito para 1° vice-presidente do legislativo para o ano de 2015, contudo, deixou a câmara no final de janeiro com o retorno do vereador ao parlamento. É autor destas notas genealógicas.

9.2. Janaina Bedore, comerciante, casada aos 22.OUT.2010 com ˙José Leonardo Lacerda da Rocha, bacharel em direito e oficial registrador em Pirajuí/SP. Teve:

10.1. Leonardo n. 04.MAIO.2012.

9.3. Juliana Bedore, solteira é professora primária, pedagoga formada pela FAAT e funcionária concursada da rede municipal de ensino de Bragança Paulista.

9.4. Daniela Bedore, técnica de enfermagem, teve com Fernando Ortiz Castanho (ver 4.2., 3.1., 2.4., 1.7., N° 01, cap. 1° do título Pires de Camargo):

10.1 Lívia Maria Bedore Castanho, nascida aos 25.MAR.2002.

9.5. Eduardo Bedore n. aos 16.DEZ.1980. Solteiro, é presidente do Clube Atlético CETEBE desde 2001.

9.6. Felipe Bedore n. aos 11.JUL.1983 c.c Patrícia Moghetti Oliveira. Teve:

10.1. Maria Eduarda Moghetti Bedore, nascida aos 24.JUN.2003.

10.2. Maria Fernanda Moghetti Bedore, nascida aos 24.JUN.2003.

8.5. Sérgio Luiz De Carlo n. aos 09.FEV.1961, funcionário público municipal em Atibaia. Divorciado. Teve:

9.1. Gabriela Barbosa De Carlo n. aos 06.FEV.1988, técnica em enfermagem.

8.6. Patrícia De Carlo Cintra n. aos 13.MAIO.1964, técnica em química, casada em 1983 com o empresário Luiz Gonzaga Cintra. Teve três filhos, todos naturais de Atibaia:

9.1. Gustavo De Carlo Cintra n. aos 29.FEV.1984, formado em Educação Física pela FESB.

9.2. Michel De Carlo Cintra n. aos 27.AGO.1985, formado em Educação Física pela FESB e em administração pela FAAT.

9.3. Karina De Carlo Cintra n. aos 14.JAN.1988, engenheira química formada pela faculdade Oswaldo Cruz.

7.6. Filomena De Carlo Lazzarini “Mena” n. aos 02.NOV.1931, viúva de João Torquato Lazzarini, n. aos 13.AGO.1922 no bairro da Mooca em São Paulo, filho de imigrante italiano e f. também em São Paulo aos 29.ABR.1985, casados em 09.DEZ.1950 em Atibaia. Teve dois filhos:

8.1. Sandra Regina Lazzarini n. aos 25.OUT.1951, divorciada, residente em Atibaia. Teve um único filho:

9.1. Ricardo Lazzarini Garcia n. em São Paulo aos 05.AGO.1972, separado judicialmente, formado em administração de empresas, empresário em Guarulhos, proprietário de uma transportadora, residente em Atibaia. Teve:

10.1. Enrico n. aos 17.OUT.2000.

10.2. Rodrigo n. aos 17.JUL.2008.

8.2. Ricardo Lazzarini n. em São Paulo aos 10.JUL.1954, aviador, foi casado 1ª vez com Sônia Maria Dagli e em 2º vez com Patrícia, residente em Bragança Paulista. Teve três filhos com a 1ª esposa e um filho com a 2º:

9.1. Ludmila n. aos 25.MAR.1979, teve:

10.1. Gabriel n. aos 26.MAR.1997.

10.2. João Pedro n. aos 07.MAIO.2009.

9.2. Sabrina n. aos 16.NOV.1981. Teve:

10.1. Enzo n. aos 14.MAIO.2009.

9.3. Henrique n. aos 13.DEZ.1983. Teve:

10.1. Pietra n. aos 17.ABR.2009.

9.4. Ricardo n. aos 19.SET.1995

6.2. Leonor Esther Leite n. aos 09.AGO.1906 e f. aos 18.JUN.1963; foi c. c Jorge da Silveira Franco ou Jorge Franco da Silveira, f. aos 11.MAR.1949, filho de Sebastião Franco da Silveira e de Malvina Soares da Silveira. Teve:

7.1. Yara casada em 1953 com Gomide Mendes de Oliveira Júnior, residente em Bragança Paulista. Teve:

8.1. Ricardo Antônio

8.2. Ana Lúcia

7.2. Ubiracy n. aos 01.MAIO.1938 e f. aos 04..MAIO.2000, foi residente em Atibaia e está sepultada no túmulo de seus pais no cemitério São João Batista. Teve:

8.1. Maria Leonor, casada, residente em Atibaia.

8.2. Kátia, casada, residente em Atibaia.

7.3. Ubirajara, falecido menor.

6.3. Elvira Leite de Oliveira casada aos 09.OUT.1951 com José Domingos de Oliveira, foram residentes em Franco da Rocha/SP, onde estão sepultados, não deixaram descendência.

6.4. Julieta Leite n. aos 12.OUT.1911, foi religiosa da Congregação Nossa Senhora de Sion com o nome de irmã Arminda, faleceu aos 22.NOV.1949 em São Paulo com apenas 38 anos; foi sepultada na capela de Nossa Senhora do Sion no cemitério da Consolação em São Paulo, capital.

6.5. Otília Leite Ferreira n. em 1913 e f. aos 18.FEV.1933, 40 dias após o nascimento de sua primeira e única filha; foi c.c José Augusto Ferreira, também falecido, residiram em Atibaia. Tiveram:

7.1. Ricardina n. aos 08.JAN.1933 e f. aos 14.AGO.1988, foi c.c Armando Silva “Jaburu” n. aos 27.JUN.1926 e f. aos 10.OUT.1990. Teve:

8.1. Maria Otília, c.c José Xavier da Silva. Teve:

9.1. Maria Solange, divorciada.

10.1. Anderson

10.2. Bárbara

10.3. Maiara

9.2. Alexandre n. aos 21.DEZ.1968 e f. aos 26.FEV.2006.

9.3. Adriana c.c Edmilson. Teve:

10.1. Caio

10.2. Guilherme

10.3. Maria Fernanda

9.4. Ana Paula c.c Antônio “Toni”. Teve:

10.1. Pedro Paulo

9.5. Ana Cristina. Teve:

10.1. Bruno

10.2. Grabrieli

10.3. Francieli

10.4. Kuane

10.5. Gabriel

9.6. Armando José c.c Andressa. Teve:

10.1. Vinicius

10.2. Gustavo

10.3. Amanda

10.4. Isadora

9.7. Rodrigo n. aos 29.FEV.1980 e f. solteiro em 28.JUN.2002. Teve:

10.1. Giovana

8.2. José Ferreira da Silva, c.c Ruth Elizabeth dos Santos.

9.1. Thiago c.c Carla. Teve:

10.1. Ingrid

10.2. Luan

9.2. Juliana c.c Rogério. Teve:

10.1. Alisson

8.3. Isabel Cristina. Teve:

9.1. Jonathan

9.2. Jennefer

9.3. Raissa

8.4. Ana Lúcia Aparecida Silva c.c Lourenilho. Teve:

9.1. Luís Gustavo

9.2. Gabriel

8.5. Silvia a Maria. Teve:

9.1. Ana Carolina

9. Lucas

9.3. Erica

9.4. Miguel

8.6. Roberto Carlos. Teve:

9.1. Roberto Carlos Jr.

9.2. Letícia

6.6. Pedro Alexandrino Leite n. aos 04.MAR.1915 e f. aos15.JUN.1973. Foi casado aos 30.DEZ.1939 com Maria Ermelinda Teixeira Leite n. aos 16.JUN.1915 e f. aos 06.MAIO.1990; era filha de Benedito José Teixeira, “Nhonhô Tuta” (ver título Pereira) e de Francisca Alves do Amaral (ver título Alves do Amaral), neta paterna Maria Francisca da Conceição e de Emilio Justino Teixeira, este filho de Francisco José Teixeira e de Gertrudes Maria da Conceição, por esta bisneta de Adriano Luiz Fernandes e de Ana Francisca (pais de Umbelina, esposa do capitão Jacinto Manoel Leite, tronco do título Leite deste trabalho). Maria Ermelinda era neta materna de Leopoldo Alves do Amaral e Hermelinda Alvim (ver 1.3., N° 01, cap. 7° do título Alves do Amaral), esta filha do tenente-coronel José Alvim de Campos Bueno que era descendente direto (6° neto) de Jerônimo de Camargo, considerado o fundador de Atibaia. Pedro Alexandrino Leite e sua esposa moraram na rua Professor Domingos Matheus no mesmo bairro onde mora o autor destas notas genealógicas.

7.1. José Benedito, já falecido, c.c Maria José Zago. Teve:

8.1. César Eduardo n. aos 27.FEV.1963, casado 2ª vez com Emília, teve do 1° c.c Patrícia de Souza Mafra. Teve:

9.1. Thiago Mafra Leite n. aos 29.JUL.1984.

9.2. Gustavo Mafra Leite n. aos 06.FEV.1987.

8.2. Paulo Américo n. aos 07.MAR.1965 foi c.c Mariane da Costa Antunes n. aos 21.NOV.1968, advogada e ex-secretária de administração de Atibaia, filha de Mauro Antunes. Teve:

9.1. Lucas n. aos 02.FEV.1997.

8.3. Simone Aparecida n. aos 17.FEV.1971, c.c Joselito Patrocínio, n. aos 13.MAIO.1965. Teve:

9.1. Felipe n. aos 06.FEV.1998.

7.2. Dinah Benedita n. aos 09.ABR.1942 e f. aos 07.AGO.1993. Foi c.c Sebastião Eugênio Brígida. Teve:

8.1. Paulo Sérgio Brígida, c.c Cláudia Alves Pinto. Tiveram:

9.1. Daniela n. aos 29.NOV.1985.

9.2. Rodrigo n. aos 03.JAN.1989.

9.3. Caio Henrique n. aos 17.MAIO.1994.

8.2. Luiz Carlos Brígida c.c Cyntia Maria Tricoli Brígida, contadora. Teve:

9.1. Larissa Maria

9.2. Luana Maria

9.3. Luís Felipe

8.3. Patrícia Aparecida

7.3. João Batista n. aos 30.SET.1943 e f. aos 09.NOV.2010, foi c.c Angélica Barbosa, de Piracaia. Teve:

8.1. Luciana Cristina, casada.

8.2. Adalberto Alexandrino, casado.

7.4. Ana Francisca, c.c ˙Eurico Cândido da Silva, advogado. Teve:

8.1. Carlos Eduardo

8.2. Marcelo de Alencar, foi casado com 1 filho.

8.3. Ana Sílvia, escrevente policial, casada com 3 filhas.

8.4. Adriana Cristina, casada.

8.5. Eurico Cândido Jr.

8.6. Leonardo Guilherme n. aos 08.ABR.1984 e f. aos 30.AGO.2009.

7.5. Helena Aparecida n. 08.JUL.1947 e f. aos 01.JUN.2007, foi c.c o italiano Luciano Boninsegna, comerciante em Atibaia. Teve:

8.1. Paulo Henrique

8.2. Luciana Aparecida

8.3. Alexandre Antônio “Zarcão”, solteiro.

8.4. José Daniel, comerciante, casado.

7.6. Pedro Paulo, falecido solteiro.

7.7. Vera Cristina, c.c Otávio Ulisses Frederico, advogado já falecido. Teve:

8.1. Pedro Gustavo n. aos 24.JUL.1983.

8.2. Maria Emília Cristina

7.8. Marie Alminda, nascida aos 30.OUT.1953 e falecida aos 26.JAN.2009. Foi oficial de justiça do Fórum de Atibaia, c.c Waldemir Fangiulli, filho de João Batista Fanchiulli e de Rute Freitas (ver 2.7., 1.5., N°03 cap. 2° do título Freitas), nascido ao 26.SET.1946 e falecido aos 21.DEZ.2005.

8.1. Ana Paula, advogada, c.c Manoel C. Jardim. Teve:

9.1. Giovana n. 22.MAIO.2002.

9.2. Fernando n. 31.JAN.2004.

9.3. Gabriela n. 02.JUL.2006.

8.2. José Pedro[43] n. aos 30.SET.1974, policial rodoviário federal c.c Juliana Rossi. Teve:

9.1. Tainá Ruas Fangiulli n. 02.OUT.1998.

9.2. Isabela Ruas Fangiulli n. 25.DEZ.1999.

9.3. Nicoli Rossi Fangiulli n. aos 15.FEV.2005.

9.4. Gabriel Rossi Fangiuli n. aos 02.ABR.2011.

8.3. Ana Flora n. aos 25.SET.1976 e f. aos 28.SET.1976.

8.4. José Ricardo n. aos 18.OUT.1977, formado em desenho industrial pela UNESP – Bauru, casado com Danuza Yokoyama Correa. Teve:

9.1. Vitor n. 06.MAIO.2002.

7.9. Maria Angélica, c.c Paulo Figueiredo. Teve:

8.1. Paulo Roberto n. 22.JAN.1987,

8.2.Mariana

8.3 Rafael

7.10. Carlos Alberto, já falecido, deixou 1 filho:

8.1. Márcio Luiz.

7.11. Luiz Antônio Leite n. aos 16.JUN.1959, solteiro.

6.7. Gertrudes Leite do Prado “Tudinha” n. em 1918 e casou-se aos 15.JUL.1944 com Salvador Antônio do Prado (ver 3.1., 2.3., 1.6., N° 01, cap. 5° do título Pereira) n. aos 23.SET.1915 em Atibaia e f. aos 01.DEZ.1974 em São Paulo, era filho de Januário Antônio do Prado e de Joana Maria da Conceição, neto paterno de João de Paula de Souza e de Gertrudes Maria de Jesus, e neto materno de Benedito de Godoi Moreira e de Francisca Maria da Conceição. Gertrudes e Salvador foram residentes em Franco da Rocha, onde faleceram e foram sepultados. Foi Salvador Antônio do Prado proprietário de 6 alqueires na Estância Lynce, herdado de seu pai, que vendeu a Cezar Memolo, local onde hoje estão o colégio “Major Alvim” e o hotel Estância Lynce (hoje Gran Rocca). Gertrudes faleceu em 1976. Teve:

7.1. José Adilson, falecido com 34 anos.

7.2. Vera Lúcia

7.3. Ana Maria

7.4. Marco Antônio

6.8. Lygia Leite Peçanha n. aos 05.AGO.1919 e f. aos 27.AGO.1997. Casou-se aos 27.ABR.1944 com seu primo Benedito Peçanha (ver 3.2., 2.4., 1.7., N° 05, cap. 5° do título Alves do Amaral). Teve:

7.1. Benedito Aparecido Peçanha n. aos 09.OUT.1945 e f. solteiro na cidade de Piracaia onde residia aos 22.MAR.2013.

7.2. Maria Isabel, foi c.c Otelo Helena. Teve:

8.1. Flávia, solteira, professora.

8.2. Renata c.c Marco. Teve:

9.1. Júlia

8.3. Marcelo, solteiro.

7.3. Maria Aparecida, professora, divorciada do português Antônio da Costa Mendes. Teve:

8.1. Antônio Paulo, casado residente em Portugal.

8.2. Maria Helena, professora, solteira

8.3. João Ricardo, analista de sistemas.

7.4. Maria Antonia, diretora de escola municipal, c.c Glauco Edmo Tonon. Teve:

8.1. Erik, policial civil n. aos 29.JUL.1978 c.c Cristiane Melissa Machado Tonon. Teve:

9.1. Maria Eduarda Machado Tonon, n. aos 06.DEZ.2005.

9.2. Vitor Machado Tonon, n. aos 16.JUN.2009.

8.2. Lívia Maria n. 1980 c.c Dalton da Rocha Ferreira.

8.3. Bruno Vicicius n. aos 06.FEV.1985, solteiro.

7.5. José Benedito Peçanha, pecuarista em Atibaia, c.c Lucia Granda.

8.1. José Eduardo, engenheiro ambiental.

8.2. Juliana

8.3. Carlos Henrique n. aos 18.MAIO.1982.

7.6. Maria Cecília, engenheira, viúva de Francisco de Assis Aguiar, falecido, sem descendentes.

7.7. Maria Joana, solteira.

5.6. João (1° filho de Escolástica com seu 2° marido Florêncio), n. aos 22.MAR.1891 no bairro do Maracanã foi c.c Benedita Mª do Carmo em Jundiaí aos 22.JUL.1940, sem informação

5.7. Antônio, (segundo filho de Escolástica com seu segundo marido Florêncio Lopes de Camargo), nascido em 1893, mas sem informação.

5.8. Horácio (terceiro filho de Escolástica com seu segundo marido Florêncio Lopes de Camargo), nascido em 1895, mas sem informação.

5.9. Pedro (quarto e último filho de Escolástica com seu segundo marido Florêncio Lopes de Camargo), nascido aos 26.JUL.1897, mas sem informação.

4.2. Florêncio Severino de Almeida casado em Campo Largo aos 07.JAN.1911 com Maria Francisca da Silveira, filha de Jorge Bento da Silveira e de Ana Francisca da Silveira.

4.3. Pedro Zeferino de Almeida casado em Campo Largo aos 21.JAN.1912 com Julia Maria de Jesus, filha de Horácio Rodrigues e de Maria de Jesus.

3.2 Ana n. 1841.

3.3. Escolástica Soares de Siqueira n. em 1844, foi a 3ª mulher de José Soares de Lima Sobrinho com quem se casou aos 20.MAIO.1882 (ver N° 01 do cap. 4° do título Soares). Não tiveram filhos.

2.4. Maria Jacinta Cardoso casada em Campo Largo aos 27.JUL.1841 com João José de Almeida, filho de Rafael das Neves de Oliveira e de Gertrudes Maria. Sem informações.

2.5. Francisco Alves de Siqueira, filho de Joaquim Antônio de Siqueira e sua segunda esposa. Francisco foi casado com sua sobrinha Carolina Alves de Siqueira (ver 3.3., 2.2., atrás).

2.6. Maria Cardoso casada em Campo Largo de Atibaia aos 01.JUL.1873 com Dioniso Alves de Siqueira, filho de José Severino de Almeida e de Gertrudes Maria Cardoso.

2.7. Miquelina Alves de Siqueira[44] casada aos 28.FEV.1870 em Campo Largo com Antônio Joaquim da Paixão, filho de Joaquim Pires das Neves e de Francisca Maria.

Nº 02 Aleixo era solteiro em 1800.

Nº 03 Alferes[45]João Barbosa de Siqueira casou em 1808 em Atibaia com Inácia Maria filha de Manoel de Camargo Pimentel e de Maria Franco de Sousa. SL 1/807 SL. Teve q. d.:

1.1. Maria Jacinta que casou em 1832 em Atibaia com Francisco José de Camargo, filho de José Ferreira da Silva e de Antonia Francisca da Cunha. SL 1/352.

1.2. José Barbosa de Camargo casou em 1851 em Atibaia com Benedita Leite do Espírito Santo, filha de Francisco José Leite e de Antonia Cerina do Carmo. Teve q.d.:

2.1. Maria Leite do Carmo, casada aos 17.FEV.1873 com seu parente José Alves de Siqueira, f° de Jacinto A. de Siqueira (2.1., 1.3., N° 01, cap. 1° deste trabalho) e de Manoela F. Penteado (1.6., N° 10, cap. 5° deste título).

1.3. Manoel Barbosa de Camargo casado em Campo Largo aos 24.FEV.1835 com Matilde Jesuína, filha de Francisco de Godoi Moreira e de Isabel Francisca. Teve q.d.:

2.1. Escolástica Barboza de Siqueira casada aos 28.DEZ.1874 em Campo Largo com seu parente Francisco Alves de Siqueira (ver 2.1., 1.2. N° 06 abaixo).

2.2. Manoel Barbosa de Camargo casado em Campo Largo aos 06.ABR.1876 com sua parente Ana Franco do Carmo, filha de José Barbosa de Camargo e de Benedita Maria Leite (ver 1.2. acima).

Nº 04 Maria, batizada em 1779 em Atibaia.

Nº 05 Izabel Francisca casou em 1809 em Atibaia com Francisco de Godoi. Com geração.

Nº 06 Antonia de Siqueira Franco casou em 1813 em Atibaia com Antônio Bueno de Siqueira, filho de Antônio Bueno Franco e de Maria da Silveira, neto paterno de Domingos Bueno Franco e de Escolástica Ortiz.SL 1/444. Teve q.d. :

1.1. Inácio Bueno de Siqueira casou-se em 1841 em Atibaia com Maria Francisca ou Mª Gertrudes Bueno. Teve q.d:

2.1. Gertrudes Maria Leite casada aos 08.JUL.1871 com seu parente Antônio Alves de Siqueira (ver 3.1., 2.1., 1.2., N° 01 deste capítulo).

1.2. Antônio Bueno de Siqueira casado aos 13.NOV.1855 com sua parente Maria de Siqueira, filha de João José de Siqueira e de Gertrudes Maria Franco, (ver 2.2., 1.3., N° 01 atrás).

Nº 07 Gertrudes Franco casou em 1813 em Atibaia com Manoel João de Siqueira.

Nº 08 Capitão José Barbosa de Siqueira n. aos 13.SET.1796, casou 1ª vez em 1815 em Atibaia com Ana Francisca Soares (capítulo 2º do título Soares), sem desc. ; 2º vez casou em 1840 em Atibaia com Ana Gabriela de Campos (ver 1.1., N° 12, cap. 4° deste título) fª de Inácio Caetano da Silveira e de Delfina da Silveira Campos, sem inf. . Descobrimos uma certidão de casamento em Campo Largo de Rita Franco da Silveira fª de Lucas de Siqueira Franco com Maria Franco com um certo João Siqueira Barbosa, f° de Josefa Mª de Jesus e de Bento Siqueira Barbosa, o qual acreditamos ser filho de José Barbosa de Siqueira.

Capítulo 2º

João de Siqueira Pimentel

João de Siqueira Pimentel, batizado em 1742 em Atibaia, era solteiro em 1775, nada descobrimos.

Capítulo 3º

Antônio de Siqueira Franco

Antônio de Siqueira Franco n. em 1746 em e aí se casou aos 25.JUN.1782 com Maria Esmeria da Assunção, fª de Manoel de Mattos Bueno, natural de S.Paulo e de sua mulher Maria de Godoi Bueno, natural de Atibaia; n. p. de João da Rocha e de Ana Bueno, naturais de S.Paulo e n. m. de Antônio de Godoi e de Maria Bueno, naturais de Atibaia. Ver SL 1/421. Teve q.d.:

Nº 01 Justina Rosa da Silveira

Nº 02 Inácio faleceu em 1799 com 14 anos de idade.

Nº 03 Maria batizada em 1795 em Atibaia.

Nº 04 Ana batizada em 1798 em Atibaia.

Nº 01 Justina Rosa da Silveira que casou 1ª vez em 1810 em Bragança com João Pires de Godoi em 1818, filho de Pedro Vaz Pires e de Ana Joaquina de Godoi, 2ª vez casou-se com Justina Rosa com Bento Ortiz de Godoi, falecido em 1827 em Bragança. Sem geração do 2º marido.

Capítulo 4º

Francisco da Silveira Franco

2º Capitão-mor de Atibaia

Francisco da Silveira Franco foi o 2º capitão-mor da Vila de São João de Atibaia prestando juramento aos 11.JUL.1783 em São Paulo pelas mãos do governador, capitão geral da capitania, Francisco da Cunha Menezes. Casou-se na então vila de Santana de Parnaíba em 1766 com Maria Cardoso de Oliveira filha de Lourenço Franco da Rocha[46], natural de Atibaia e morador na vila de Parnaíba, e de Francisca Margarida Pedroso[47]; neta paterna do capitão Bartolomeu da Rocha Pimentel e de Úrsula Franco de Oliveira, (ver SL1/517); n. m. de Gaspar Vaz da Cunha e de Maria Pedroso. Tit. Cunhas Gagos. O capitão-mor Francisco da Silveira era parente de sua mulher Maria Cardoso no 4° grau de consanguinidade, pois que eram bisnetos de dois irmãos, a saber: o capitão-mor Francisco da Silveira era bisneto do capitão Lourenço Franco Viegas e Maria Cardoso bisneta de João Franco Viegas. De Lourenço Franco da Rocha e de Francisca Margarida Pedroso descendem também os Francos de Andrade, de Campinas, e os Francos Barbosas de Sorocaba, como se vê nos títulos Cubas e Pedrosos Barros de Silva Leme. Faleceu o capitão-mor Francisco da Silveira Franco em 1801 em Atibaia com 58 anos de idade e sua mulher Maria Cardoso em 1825 na mesma vila. Teve os doze filhos seguintes:

Nº 01. José faleceu com dois anos.

Nº 02Capitão Lourenço Franco da Rocha

Nº 03 Maria Francisca Cardoso

Nº 04 Lucas de Siqueira Franco -4º e último capitão-mor de Atibaia

Nº 05 Ana Francisca Cardoso

Nº 06 Alferes Antônio da Silveira Cardoso

Nº 07 Teodoro José da Silveira

Nº 08 Francisco da Silveira Franco

Nº 09 João Batista da Silveira

Nº 10 Jacinta Antonia da Silveira

Nº 11 Ajudante Felisberto José da Silveira, faleceu solteiro, com 30 anos em 1812 em Atibaia.

Nº12 Capitão Ignácio Caetano da Silveira

N° 13 Capitão José da Silveira Franco

Nº 02 Capitão Lourenço Franco da Rocha n. em 1769 em Atibaia onde f. aos 01.ABR.1818. Foi alferes e em 1786 nomeado capitão. O cap. Lourenço Franco foi prestante cidadão, tendo atuado durante longos anos na vida política de sua terra, ocupando cargos de eleição popular, entre os quais o de juiz ordinário em 1809 e 1818; com apenas 18 anos foi nomeado cap. das ordenanças do Bairro do Campo Largo (hoje Jarinu), transferindo-se para aquela localidade, onde fundou uma grande propriedade agrícola e é por muitos considerado o fundador de Campo Largo, hoje cidade de Jarinu.Casou-se em Atibaia em 1789 com Rita de Cássia de Morais n. em 1771, fª do abastado capitalista português Francisco Lourenço Cintra e de sua mulher Helena de Morais. Rita era irmã do alferes Jacinto de Atibaia, ambos filhos do cap. Francisco Lourenço Cintra natural de Estombar. do Algarve, reino de Portugal, e de Helena de Moraes, natural de Pitangui/MG. Rita de Cássia era n. m. de Leonor de Siqueira[48] de Morais e de Antônio Ferraz de Araújo[49].Católico fervoroso, logo que fundou sua fazenda construiu, também em 1807, uma igreja sob o patrocínio de Nossa Senhora do Carmo, doando para patrimônio da mesma, além das terras vizinhas, uma morada de casas em Atibaia cuja renda deveria custear as despesas do culto; essa igreja é a matriz que ainda existe até hoje no centro da hoje cidade de Jarinu. É otronco do título Franco do trabalho de Waldomiro F. da Silveira, in Notas Genealógicas de 1955.Do casal Lourenço Franco da Rocha e Rita de Cássia descendem 13 filhos:

1.1. Luiz Antônio da Rocha, batizado em Atibaia em 1790, aí se casou em 1817, com sua prima Maria Angélica Bueno, filha de Antônio Pereira de Morais, e 2a mulher Gertrudes Antonia Bueno; neta paterna de Sebastião Cubas Ferreira; neta materna de Bartolomeu Bueno e Narcisa Bueno. (SL7/122). Teve os três filhos seguintes:

2.1. Rita Bueno foi c.c seu primo João Bueno; mudaram-se para Araras, onde foram lavradores e de onde são naturais os filhos:

3.1. André Bueno, c.c Pursina; residiram em Brotas/SP e não deixaram descendência.

3.2. Ana, c.c João Montoli. Teve:

4.1. Eclér

4.2. Dalva

4.3. Ligia

3.3. Francisca

3.4. Amélia

2.2. Lourenço Franco da Silveira, também conhecido por Lourenção, exerceu atividades agrícolas em Limeira, e Pirassununga, onde faleceu; c.c Maria Cândida da Silva Leite; filhos:

3.1. Maria Leite, c.c Filadelfo Pires da Fonseca; teve:

4.1. Olegário Franco da Silveira, falecido em Palmeiras em 1934; foi casado 1ª vez com Rita Ortiz e 2.a vez, com Angela Gomes Camilo; deixou dois filhos do 1° casamento e nove do 2º casamento:

5.1. Leonor, casada em 1933 com Cristovam Ramos. Teve:

6.1. Cristovan

5.2. Amador Franco da Silveira, c.c Lourdes Cintra. Teve:

6.1. Maria Lucy

6.2. Alice

5.3. Gabriel Franco da Silveira, c.c Anunziata Rici.

5.4. Rafael Franco da Silveira n. 29.DEZ.1911.

5.5. Maria de Lourdes, casado em Altinópolis com Francisco Cereda. Teve:

6.1. Ana

6.2. João

6.3. Raquel

5.6. Oswaldo Franco da Silveira

5.7. Luiza

5.8. Iracema, c.c Meroveu Salch.

5.9. Lucila;

5.10 Alda

5.11. Izaura

4.2. Antônio Pires da Fonseca “Totó Lourenço”, c.c Teodora Külian. Teve:

5.1. José Pires da Fonseca, foi residente em Cordeiro.

5.2. Benedito Pires da Fonseca

5.3. Sebastião Pires da Fonseca

5.4. Moacir Pires da Fonseca

5.5. Francisco

5.6. Onofre e

5.7. Luiz

4.3. Amancio Pires

4.4. Silvano Pires da Fonseca, foi residente em Palmeiras.

4.5. Lourenço

4.6. Maria Cândida

4.7. Juliana

4.8. Cândida, irmã da congregação do Asilo Bom Pastor.

3.2. Joaquim

3.3. Jacinto

3.4. José

3.5. Adelaide

2.3. Ana de Cássia“Ana Gorda”, foi c.c seu primo Lourenço F. da Silveira (Lourencinho) ver desc. adiante.

1.2. Ana Tereza da Conceição, nascida em 1793 em Atibaia e ai falecida aos 05.SET.1860; Casou-se em 1806 com seu primo João José da Silveira (ver N° 06 do cap. 7°), nascido em 1783, filho de Francisco Alves Cardoso e de Ana Franco Cardoso; neto paterno de Inácio Alves Cardoso e de Maria de Godoi Moreira; neto materno do 1° capitão-mor Lucas de Siqueira Franco e de Izabel da Silveira Camargo. (SL 1/487); tiveram os três filhos:

2.1. Maria Generosa n. em 1812, casou-se em Atibaia em 1828 com seu primo alferes José de Siqueira Franco, nascido em 1801, filho do 3° capitão-mor José de Siqueira Franco (cap. 8° deste título) e 2a mulher Francisca Margarida Pedroso (SL 2/93); com os seguintes filhos:

3.1. João Caetano de Siqueira n. em 1834.

3.2. Ana Franco de Siqueira segundo Waldomiro Franco da Silveira ou Ana da Silveira Franco segundo descobrimos, n. em 1835 c.c (…). Teve q.d.:

4.1. Estandislau da Silveira Franco n. em 1854 e f. aos 03.JUN.1916 c.c Teodora Francisca da Conceição Silveira. Tiveram:

5.1 Belarmino c.c. Dolores.

5.2 Antônio c.c Belmira.

5.3 Ana c.c Amaro Pereira Leite “Puli” (ver desc. em 12., N° 17, cap. 8° do título Pereira).

5.4 Constância c.c (…) “Peroba”.

5.5 “Tica” foi casada.

5.6. Joviano casado duas vezes com duas Marias.

5.7. Francisco “Chico Franco” f. aos 07.FEV.1978, foi c.c Euclídia Maria, filha de Emília Francisca do Carmo e de José Pereira Bueno da família “Samuel”. Teve:

6.1. Maria S. Franco c.c Joaquim Silveira (ver 6.2., 5.2., 4.1., 3.5. adiante).

6.2. Ana já falecida, foi c.c Benedito do Prado. Tiveram:

7.1. Benedito Aparecido

7.2. Maria Aparecida

7.3. Carmem

7.4. Ivan

7.5. Evelina

6.3. Benedito c.c Vanda Petrucci. Teve:

7.1. Ana Maria foi c.c João Beltrami.

7.2. Wagner, solteiro.

7.3. Edson Aparecido

7.4. Helmer Estandislau

6.4. João, falecido solteiro.

6.5. Antônio Silveira Franco Sobrinho c.c Neide Pita, falecidos. Tiveram:

7.1. Lucineide

7.2. Leandro

7.3. Adriano

5.8. Tomé c.c Edide “Didi”.

5.9. Belmira f. aos 17.DEZ.1970, foi c.c João Alves. Teve q.d.:

6.1. Maria Joé Cardoso Gonçalves f. Aos 09.NOV.2004.

3.3. Leopoldina n. em 1836.

3.4. Maria n. em 1847; c.c Joaquim Lopes; teve:

4.1. João

4.2. Egidio

4.3. Constança

4.4. Ana

4.5. Maria e

4.6. Francisca

3.5. Eugenia, casada em Atibaia com Antônio (…) mais conhecido como “Antônio Arrieiro”, apelido decorrente da expressão arrieiro da tropa, que significava dizer aquele que ia a frente da tropa. Tiveram:

4.1. Joaquim Antônio da Silveira casado 1ª vez com Francisca da Silveira Leite e 2ªvez com (…). Teve dois filhos da primeira esposa e e uma com a segunda:

5.1. Cantidia foi c.c Sebastião Rodrigues de Camargo. Tiveram descendentes que residem em Jundiaí.

5.2. Francisco Joaquim da Silveira n. em 1890 e f. aos 10.ABR.1968 c.c Maria Glória, falecida aos 29.OUT.1948. Teve:

6.1. Benedita Silveira de Siqueira “Nhara” f. aos 06.JUL.1979, foi c.c Antônio Franco de Siqueira. Teve:

7.1. Maria José de Siqueira Pedroso f. aos 20.DEZ.1984, foi c.c Aristedes Pedroso. Teve:

8.1. Katia

8.2. Roberto

8.3. Alan

6.2. Joaquim Silveira “Nhô” c.c Maria Silveira Franco “Mariazinha” (ver 6.1., 5.7., 4.1., 3.2. atrás). Teve:

7.1. Iracema

7.2. Dirce c.c João

7.3. José

7.4. Benedito “Tinho”, residente em Piracaia.

6.3. Cantidia Silveira n. aos 06.SET.1918 e f. em agosto de 2001, foi c.c Gildo Petrucci n. aos 12.JUL.1915 e f. aos 14.JUL.2001. Teve:

7.1. Conceição Aparecida c.c Miguel Doratioto, f. aos 12.JUL.1994.

8.1. Rosangela c.c. Edson Leite.

8.2. Claudinei c.c Marta de Oliveira

7.2. Maurício Aparecido Petrucci n. aos 06.NOV.1945 e f. aos 11.OUT.2006. Foi contador, advogado, vereador em Atibaia de 1977 a 1982, 1983 a 1988 e de 1993 a 1996 e presidente da câmara em 1994. Foi c.c Olga Gabriel Petrucci. Teve:

8.1. Elaine Cristina n. aos 14.FEV.1975, advogada, foi c.c Alexandro Donizeti. Teve:

9.1. Murilo

8.2. Fernanda Petrucci n. aos 23.SET.1978, jornalista.

7.3. Sônia Petrucci c.c Irineu Silva. Teve:

8.1. Alex

8.2. Allan c.c Andreina

8.3. Alisson

6.4. Sebastiãoda Silveira n. aos 13.MAIO.1921 e f. aos 05.JUN.2010, foi c.c Isabel Spinassi. Teve:

7.1. Irineu Silveira, n. aos 07.FEV.1948, divorciado, advogado, foi vereador em Atibaia entre 1989 a 1992. Teve

8.1. Viviane (ver também 4.1., 3.4., 2.6., 1.3., N° 06, cap. 6° do título Alves do Amaral)

7.2. Nestor, solteiro.

6.5. Santo Silveira, falecido aos 10.DEZ.1998, foi c.c Maria Manha Granado Silveira, falecida aos 26.DEZ.1972, filha de Miguel Manha. Teve:

7.1. Helena Manha do Prado n. aos 22.MAIO.1946 c.c Abel Aparecido Bueno do Prado, n. aos 20.SET.1944, filho de Alziro Bueno do Prado e de Benedita Siqueira. Abel foi vereador à câmara de Atibaia entre 2001 a 2004. Teve:

8.1. Rogério c.c Patricia.

8.2. Ronaldo, solteiro.

7.2. Josué Silveira Manha “Tico” c.c Inês Vascone. Teve:

8.1. Lucimara Silveira Manha

8.2. Danilo Manha, jornalista foi .c Ana Gabriela Ferraz (ver desc. em 6.1., 5.1., 4.3., 3.5., 2.9., 1.9., N° 03, cap. 4° a seguir).

7.3. Daniel foi c.c Cleide Camargo. Teve:

8.1. Tania, serventuária da justiça, foi c.c Renê Nardini, filho de Rosa Luiza Betschart e de Adolfo Nardini, conhecido e querido viticultor em Atibaia, com quem teve:

9.1. Bianca

8.2. Sandro

7.4. Ofélia Silveira Manha foi c.c Valdir de Moraes, sem filhos.

7.5. Josias Silveira Manha, f. solteiro em 2011.

7.6. Alzira Silveira Manha c.c Sebastião Santos de Faria. Teve:

8.1 Fábio

8.2. Marcelo

8.3. Rodrigo

7.7. Nelson Silveira Manha, já falecido.

7.8 Mauro Belini Silveira Manha c.c Lucia Regina. Teve:

8.1. Francieli

6.6. Irineu n. aos 19.SET.1926 c.c Antonia Spinassi Silveira “Nica”. Teve:

7.1. Odécio Silveira c.c Jandira Gimenes. Teve:

8.1. Fábio

8.2. Mônica

8.3. Rafael

7.2. Nereu, divorciado. Teve:

8.1. Marcela

8.2. Stefani

8.3. Lorrana

7.2. Maria Helena “Leninha”, advogada, divorciada.

8.1. Fabiana

7.3. Jaime, c.c Glaucia Silva. Teve:

8.1. Mariane

8.2. Larissa

6.7. Luzia Silveira “Zita” c.c Aparecido Bueno “Cido”, alfaiate, filho de Bernardina e de João Pereira Bueno “João Samunel”. Teve:

7.1. Benedito c.c Celeste. Teve:

8.1. Maria Cristina

8.2. Maria Angélica

8.3. Maria Alice

8.4. João

7.2. José, solteiro.

7.3. Cássio, solteiro.

7.4. Amarildo c.c Jane. Teve:

8.1 Maura

8.2. Lucas

7.5. Elena Aparecida Bueno foi c.c Vilson Parras Moyano. Teve:

8.1 Márcio, casado 1ª vez com Michele com quem teve 1 filha e 2ª vez com Regina com teve 1 filho. Teve:

9.1. Isabela

9.2. Felipe

8.2. Wilson, solteiro. Teve:

9.1. Bruno

8.3. Rodrigo Parras, professor, vereador suplente em 2009 e vereador eleito pelo PSDB para o mandato de 2013/16 e presidente da câmara em 2014. Teve com Daiana Pereira de Carvalho Cruz:

9.1. Sabrina n. aos 25.OUT.2005.

5.3. Maria foi c.c Benedito Custódio. Teve geração.

4.2. João

4.3. Izabel e

4.4. Florêncio

3.6. Marcelino, faleceu solteiro.

3.7. Escolástica Generosa Leite

3.8. Francisca Generosa Leite, casada em 1860 com Delfim José do Amaral; teve:

4.1. Ventura,

4.2. Virgílio

4.3. Sabina e

4.4. Ana

3.9. Coronel[50]Tomé da Silveira Franco “Tomé Franco” n. aos 27.DEZ.1846 e f. aos 07.NOV1.1908, sepultado no cemitério do Santíssimo em Atibaia. Fazendeiro e capitalista, militou por muitos anos na política de Atibaia; pertenceu ao partido liberal, e depois de proclamada a República ocupou várias vezes a presidência da câmara. Foi casado com Maria das Dores Bueno, falecida aos 29.JAN.1899, filha de Ana Joaquina Conceição e do tenente Feliciano Bueno de Aguiar[51]que era filho de Maria Angélica da Cunha e do capitão Francisco Bueno de Aguiar que pode ser considerado o tronco da família Bueno de Aguiar de Atibaia ou seu filho Feliciano, teve a filha:

4.1. Ana da Silveira Franco n.aos 05.NOV.1870, e falecida aos 29.ABR.1934, casada 1ª vez em 1886 com seu primo Juvêncio Bueno da Rocha (SL 2/59 e adiante) nascido aos 30.DEZ.1862 e falecido aos 04.AGO.1906, sepultado no cemitério do santíssimo em Atibaia (ver 4.2., 3.3., 2.11., 1.3., N° 04, deste capítulo); 2a vez com Acácio Cunha (SL 7/477); teve sete filhos do primeiro casamento e uma do 2º:

5.1. Benedita da Silveira Rocha Peçanha n. aos 31.MAR.1888 e f. aos 07.ABR.1969, casada em 1906 com Amador Peçanha Franco (ver descendênica em 2.3., 1.7. cap. 5° do título Alves do Amaral)

5.2. Acilino Rocha, c.c Rosina Leite (ver desc. no N° 05, cap. 8° do título Leite).

5.3. José Rocha, c.c Alzira Rodrigues Pinto, (ver 1.1., N.04 do capítulo 2° do título Leite), filha do major Sebastião Teodoro Pinto, que foi operoso prefeito de Atibaia pelo partido constitucionalista (de oposição ao PRP, quase sempre no poder em Atibaia), ver biografia no títlulo Leite; Teve:

6.1. Maria de Lourdes Rocha Scapin n.aos 26.JUN1918, estimada por suas virtudes morais e religiosas pela comunidade Atibaiense, foi c.c Dácio Scapin, n. aos 23.MAR.1913 e f. aos 16.JUN.1975; com quem teve dois filhos. Dona Lourdes, como era conhecida faleceu e foi velada na matriz de Atibaia aos 19.OUT.2016:

7.1. Flaubert Rocha Scanpin, bancário c.c Wilma Resende. Teve:

8.1. Érika c.c Luiz.

8.2. Alexandre

8.3. Valéria, já falecida, foi c.c Francisco. Teve:

9.1. Gabriel

7.2. Teresinha Scapin, c.c Luiz Rodrigues dos Santos Neto, comerciante em Atibaia. Teve:

8.1. Luiz Roberto Scapin Santos, comerciante. Teve:

9.1. Amanda

8.2. José Maurício Scapin Santos, comerciante, c 1ª vez c Vera Perine e 2ª vez com Regina Braga, teve 1 filho de cada casamento. Teve:

9.1. Rodrigo

9.2 Talita

8.3. João Carlos Scapin dos Santos, casado e comerciante.

9.1. Letícia

9.2. Giovanni

8.4. Débora Cristina

6.2. Rubens Rocha, funcionário público c.c Alice da Silva Pinto (ver 3.2., 2.3., 1.4., N° 01, cap. 8° do título Oliveira Cesar). Teve:

7.1. Ana Alice c.c Modesto César G. Hidalgo, comerciante em Atibaia. Teve:

8.1. Silvana

8.2. Viviane

7.2. José Rubens Rocha c.c Fernanda Fonseca. Teve:

8.1. Rafael

7.3. Maria Regina Rocha

7.4. Vera Lúcia Rocha

7.5. Daniel Fernando Rocha

5.4. Maria Silveira Rocha

5.5. Carolina Rocha, c.c Oscar Soares, negociante em Quatá (ver descendência em 3.2., 2.2.,1.8., N° 08, cap, 5° do título Alves do Amaral e 1.2., N° 03 do capílulo 2° do título Leite).

5.6. Adélia Rocha, c.c Benedito Alves Vieira “Dito Vieira”; teve:

6.1. José Benedito

6.2. Maria de Lourdes

6.3. Jair Aparecida

6.4. Dalila

6.5. Adalgiza e

6.6. João Batista

5.7. Renato Rocha

5.8. Maria Aparecida Cunha c.c João Debeus.

2.2. Joaquim José da Silveira, nascido em 1814 e falecido em 1858, casou-se em 1833 com sua parente Maria Isabel, filha de José Pires Pimentel e de Maria Perpétua do Nascimento; neta paterna do cap. Inácio Franco de Camargo e 1a mulher Gertrudes de Godoi Moreira; neta materna de Francisco Cordeiro do Amaral e de Ana Joaquina das Neves (SL. 2/269) teve os dois filhos seguintes:

3.1. Bárbara Generosa da Conceição n. em 1842, casou-se em 1858com Antônio Pereira de Andrade (ver 1.6. N° 03, cap. 1° do tíulo Pereira), então negociante, e depois coletor estadual de Atibaia (1874); mais tarde mudaram-se para Piracicaba; tiveram, naturais de Atibaia:

4.1. Francisco de Paula Andrade, c.c Umbelina do Amaral Corrêa. s. desc.

4.2. João de Andrade, c.c Carolina Schuman; Teve:

5.1. Julieta, c.c Aquilino Galante.

5.2. Adélia, c.c Luiz Tamburim; teve:

6.1. Orlando

6.2. Luiz

6.3. Romilda e

6.4. Aurora.

5.3. Pedro de Andrade, residente em Rio Preto, onde c.c Teresinha de Andrade.

5.4. Irineu de Andrade, casado em Rio Preto com Alzira de Andrade.

4.3. Maria de Andrade, casado em Piracicaba comAntônio Teixeira, s. desc.

4.4. Ana de Andrade, casada primeiro em Americana com Aquilino Cardoso de Oliveira, e 2.a vez em Limeira com Custódio Rocco; teve só do primeiro casamento:

5.1. Plínio de Oliveira.

5.2. Guaraciaba, c.c Angelo Luporini, em Rio Preto.

5.3. Sibél, casada em Americana com Eduardo Medon;teve os filhos:

6.1. Cidelio

6.2. Adriana

6.3. Aparecida e

6.4. Jocelina

4.5. Zilda casada 1ª vez em Dois Córregos com Joaquim Ferreira de Camargo, 2.a vez em Americana com José do Nascimento, e 3.a vez com João Morais; teve só do primeiro casamento:

5.1. Antônio Ferreira de Camargo

5.2. Agostinho Ferreira de Camargo, casado 1ª vez com Otilia de Brito e 2.a vez com Benedita Neiva; teve só do segundo casamento:

6.1. Waldemar

6.2. João e

6.3. José

4.6. Izaura de Andrade, c.c João Alves de Siqueira, ambos falecidos em S.Paulo sem descendência.

4.7. Inês de Andrade

3.2. Caetana Silveira Franco n. em 1857, casou-se em 1869 com o cel. José Jacinto Leite (ver desc. no cap. 4° do título Leite), falecido aos 22.FEV.1920, filho do capitão Jacinto Manoel Leite, que durante as décadas de 1860 e 1870 foi prestigioso chefe do partido conservador de Atibaia e é tronco do título Leite deste trabalho.

2.3. Rita de Cássia Cintra n. em 1822 e f. em 1899 em Atibaia, aí se casou com seu primo tenente Joaquim Antônio de Siqueira Franco, f. e 1885, f° do 3º capitão-mor José de S. Franco e de sua 2ªmulher Francisca M. Pedroso. Teve:

3.1.Cristina, falecida em Amparo, antes da sua mãe, foi c.c Pedro Nolasco da Silveira Melo (SL 2/ 56, 9.4); teve:

4.1. Benedito da Silveira Melo, c.c Gertrudes de Paula Cezar, residentes em Serra Negra.

4.2. Helena Maria do Carmo, solteira, com 36 anos em 1900, residente em Atibaia.

4.3. Ana Luiza de Melo, c.c Antônio de Oliveira Leme, residentes em Itapira ou Serra Negra.

4.4. Francisca de Cássia Cintra, falecida antes de sua mãe, foi c.c Sérgio Alves Ferreira, em Atibaia; tiveram os filhos:

5.1. Maria Francisca da Conceição, com 20 anos em 1900, c.c Francisco Cardoso.

5.2. Felício, com 18 anos em 1900.

5.3. Leonidia de Cássia Cintra, com 17 anos em 1900, c.c João Antônio da Cruz.

1.3. Maria Lourença de Moraes ou da Rocha, batizada em Atibaia em 1796, aí se casou em 1814, (conforme contrato lavrado no tabelião aos 05.SET.1814) com seu primoalferes Joaquim Franco de Camargo, batizado na mesma vila aos 31.OUT.1784, (viúvo de Maria Rosa de Oliveira), f° do cap. Inácio Franco de Camargo e da 1ª mulher Gertrudes de Godoi Moreira; n.p. do cap. Crispim da Silva Franco e 1ª mulher, Izabel Cardoso da Silveira, e n.m. de João Pires Pimentel e de Ana de Godoi, todos naturais de Atibaia. (SL2/270).O casal residiu algum tempo em Itatiba (Belém) de onde se mudou para o sertão de Tatuibi, fundando aí grandes lavouras de café e cana. Como um dos primeiros moradores da região onde se assenta hoje a próspera cidade de Limeira, o alferes Franco é justamente considerado um dos seus fundadores, mais ou menos em 1824, data da sua mudança para este local. Em 1829 já exercia ele notável preponderância na vida da nascente povoação; na História de Rio Claro, de autoria do dr. J. Romeu Ferraz, há uma referência onde aparecem o senador Vergueiro, o alferes Franco e o capitão-mor Estevam Cardoso de Negreiros (um dos fundadores de Rio Claro), acertando as divisas entre Limeira e Rio Claro.Espírito empreendedor, em 1852 o alferes Franco, seguindo o exemplo do senador Vergueiro, fundou em sua fazenda uma colônia de estrangeiros, tentando assim substituir o braço escravo pelo braço livre. Foi acatado chefe do partido conservador; faleceu aos 29.DEZ.1861, na casa de sobrado do largo da matriz em Limeira, deixando vultosa fortuna, sendo proprietário de 18.000 alqueires de terra ferteis situadas nos municípios de Limeira e Rio Calro. Maria Lourenca faleceu em 1869. Deste casal descendem os 18 filhos, dos quais descobrimos os 15 seguintes:

2.1. Miguel da Silveira Franco, foi fazendeiro em Araras; casou-se-em Limeira com sua prima Juliana Franco de Abreu (ver adiante) deixando dois filhos:

3.1. Antonia da Silveira Franco, c.c Sabino Soares de Camargo (SL2/87); filhos:

4.1. Cel. José Franco de Camargo f. aos 29.SET.1955 com 84 anos, foi importante fazendeiro em São Carlos, onde militou napolítica; residiu em São Paulo; casou-se em 1904 com Izolina Afonso, f. em 1939; filhos:

5.1. Lúcia, casada em 1925 com Álvaro Guião, natural de Santa Rita, médico formado em 1938 na Bahia. Álvaro Guião ocupou com brilho a secretaria da educação na interventoria Adhemar de Barros, quando veio falecer em dezembro de 1939 em Ponte Nova, num acidente de avião; teve uma filha:

6.1. Maria Lúcia c.c José Luiz Leme Ferreira (v. Genealogia da família Ferreira Gonçalves pág. 52 obra póstuma de Diógenes Cintra Ferreira)

5.2. Lucila casada em 1928 com Alfredo Ferreira Veloso; teve:

6.1. Maria Lucia

6.2. Aparecida

5.3. José Franco de Camargo Filho, engenheiro formado em 1937.

5.4. Maria de Lourdes

4.2. Sabino Franco de Camargo, faleceu solteiro em 1903.

4.3. Clara, c.c Manoel dos Santos Cabral; teve:

5.1. José de Camargo Cabral, engenheiro, foi diretor do horto florestal do estado, c.c Cely da Nobrega; teve:

6.1. Norma

6.2. Violeta e

6.3. Terezinha

5.2. Sebastiana, c.c José Martiniano Rodrigues Alves, falecido aos 02.SET.1940. José Martiniano descende de antiga estirpe paulista; estudou na Inglaterra, e formou-se em engenharia em SãoPaulo; foi comissário de café em Santos e presidente da associação comercial daquela cidade; foi também agricultor e criador; exerceu o cargo de presidente do banco do estado e da caixa de liquidação de São Paulo. Filhos:

6.1. José Martiniano Rodrigues Alves Filho, formado em direito.

6.2. Virgílio Rodrigues Alves Neto

6.3. Maria de Lourdes, casada em 1939 com Milton de-Souza Meireles, advogado na capital e presidente da Cia. Sul Paulista de Eletricidade; teve:

7.1. Maria Aparecida

5.3. Antonia, c.c Carlos Ivanko; teve:

6.1. Antonia

4.4. João Franco de Camargo n. em 1877 e f. em 1946, foi importante industrial em São Paulo e c.c. Maria Penteado. Teve os filhos:

5.1. Maria José, c.c Plínio de Toledo; filhos:

6.1. José Roberto

6.2. José Eduardo e

6.3. Maria Tereza

5.2. Sara c.c o Manoel Archer de Castilho, engenheiro formado pela Escola Politécnica de São Paulo, em 1917; dirigiu a Cia. Cerâmica Jundiaíense; teve:

6.1. Maria Esteia e

6.2. Manoel Roberto.

5.3. João Penteado de Camargo, casado em 1937 com Maria Amélia de Freitas.

4.5. Benedita Franco de Camargo, c.c Joaquim Evangelista de Toledo; teve:

5.1. Fernando de Toledo, c.c Hortênsia Dias de Aguiar; teve os filhos:

6.1. Olavo Eugênio e

6.2. Fernão

5.2. Moisés de Camargo Toledo, foi c.c Laura Oliveira; teve:

6.1. Maria Cristina e

6.2. Cláudio Augusto

5.3. Clovis Camargo Toledo, engenheiro.

5.4. Cícero Camargo Toledo

5.5. Maria de Lourdes

4.6. Eugênio Franco de Camargo, c.c Ana Flora Botelho; teve:

5.1. Romeu Abreu Camargo

5.2. Sabino Abreu Camargo, prefeito eleito de S. Carlos de 20.AGO.1941 a 21.NOV.1945 e de 14.DEZ.1945 a 10.JAN.1947.

5.3. Enio Abreu Camargo.

4.7. Estevam Franco de Camargo, c.c sua prima Placidia Soares de Camargo (v. adiante); teve:

5.1. Francisco e

5.2. Maria da Gloria, c. 1945 c. Ari Lopes.

4.8. Julia Franco de Camargo, c.c seu primo João de Aguiar Witakcr (v. Adiante).

4.9. Julieta Franco de Camargo, c.c seu primo Rui Lacerda Vergueiro (v. adiante)

4.10. Pedro Franco de Camargo, c. c. Maria Lamego; teve:

5.1. Ricardo

5.2. Pedro e

5.3. Sabino

3.2. Maria da Silveira Franco, foi c.c seu primo Major Inácio Ubaldino de Abreu (v. desc. adiante).

2.2. Maria Jacinta Franco foi casada em Limeira com José Ferraz de Campos Júnior, filho do ituano cap. Manoel Ferraz de Campos, falecido em Piracicaba, e 1a mulher Ana Bueno de Camargo (SL1/414) neto paterno do sargento-mor Antônio Ferraz de Campos e de Maria da Cunha de Almeida; neto materno de cap. Maximiano de Oliveira Bueno e 2.a mulher Rita Leite de S. Paio; tiveram os seguintes filhos:

3.1. Joaquim, que faleceu solteiro.

3.2. José Ferraz de Camargo, c.c sua prima Ana Severina (v. adiante).

3.3. Adelaide Ferraz de Camargo; c.c seu primo Antônio Leite, sem desc.

3.4. Umbelina Ferraz, c.c seu primo Joaquim Claro de Abreu viúvo de Rita Franco (v. adiante) sem descendência.

3.5. Ana Eliza, c.c seu tio Lourenço Franco da Rocha (v. desc. adiante).

3.6. Ubaldina Ferraz, c.c seu primo Cândido da Rocha Ferraz; teve:

4.1. Benedito Ferraz de Camargo, formado em direito, faleceu solteiro.

3.7. Maria Jacinta Ferraz, casada em Limeira com Lourenço de Godoi, natural de Itatiba; teve:

4.1. José Ferraz Franco, foi residente no Rio de Janeiro.

4.2. Ana Ferraz Franco “Nicota”, residente no Rio de Janeiro.

2.3. Rita Franco, falecida em 1860, casou-se em Limeira com seu tio Lourenço Franco da Silveira (v. capítulo adiante) e segunda vez com seu primo Joaquim Claro de Abreu (v. desc adiante).

2.4. Francisca Franco ou Francisca de Assis Leite, casou-se em Limeira com seu primo Antônio Manoel de Abreu (v. desc. adiante).

2.5. Clara Miquelina de Jesus ou Clara Franco de Camargo, casou-se em Limeira com seu primo José de Lacerda Guimarães n. em 1822 em Atibaia e f. aos 12.OUT.1897 em Caxambu. Foiagraciado pelo Imperador D.Pedro II aos 07.JUN.1887 com o título de 2° barão[52] de Arari; foi importante fazendeiro em Arari na região de Limeira, tendo sido o fundador do núcleo urabano de Araras, juntamente com seu irmão, Bento de Lacerda Guimarães, barão de Araras,n. em 1820 em Itatiba, ambos filhos de Antônio Correia de Lacerda e de Maria Franco, neto paterno do cap. Francisco Correia de Lacerda e de Ana Maria da Conceição, naturais de Jundiaí; neto materno do cap. Inácio Franco de Camargo e 1a mulher Gertrudes de Godoi Moreira naturais de Atibaia (ver retro 4.1., 3.1., 2.3., 1.3., N° 01, cap. 1° deste tíluo e SL2/270) [meus heptavós]. Tiveram q.d 8 filhos, mas há informações que foram 12:

3.1. Antônio Franco de Lacerda; faleceu solteiro.

3.2. Cândido Franco de Lacerda, falecido em 29.MAR.1944 com foi comerciante e industrial em São Paulo, e fazendeiro Carlos e Barra Bonita; fundador da antiga Cia. Lacerda Franco, precursora da Cia. Mecânica e Importadora de SP; espírito devotado ao bem, protegia muitas instituições de caridade e com especial carinho o “Asilo Anália Franco”; casado em 1855 com Elisa Witaker de Oliveira (SL 7/303): tiveram:

4.1. Brazilia, casada em 1906 c. Carlos Amadeu de Arruda Botelho (SL 4/143); tiveram:

5.1. Cândido de Arruda Botelho, c.c Maria do Carmo Monteiro da Silva; teve:

6.1. Leonor e

6.2. Cândido Carlos

5.2. Antônio Carlos Botelho, c.c Maria Ayres Neto.

5.3. Ana Gabriela, c.c José Frederico de Souza Martins.

5.4. Eliza Cândida, c.c Alberto Byington, engenheirochefe da importante organização comercial Byington &Cia.; teve:

6.1. Maria Eliza

6.2. Alberto

6.3. Carlos Amadeu e

6.4. Brazilia

5.5. Zilá, c.c Eduardo Bracher; teve um filho:

6.1. Fernão Carlos.

5.6. Carlos Amadeu

5.7. Paulo

5.8. Evangelina

5.9. Caio de Arruda Botelho, casado em dezembro de 1944 com Lúcia Beatriz Schmidt Sarmento.

4.2. Evangelina, c.c Alfredo Paranaguá, falecido em 1941 com 52 anos, na então capital federal, onde era advogado e secretário da universidade do Rio; teve:

5.1. Caio Paranaguá

5.2. Maria Eliza c.c Luiz Frias.

5.3. João Alfredo

5.4. Maria Helena

4.3. Asdrubal Franco de Lacerda, c.c Beatriz de Toledo Piza (SL 5/533); Teve:

5.1. Maria Beatris

5.2. Maria Lúcia e

5.3. José

4.4. Aníbal Franco de Lacerda, c.c Mariana Proost de Camargo.

4.5. Maria José, c.c Teodoro Quartim Barbosa (ver Genealogia Mineira, Vol. 2.°, 96); teve:

5.1. Heloísa, casada em janeiro de 1945 com João de Moraes Guerra.

5.2. Paulo Quartim Barbosa

5.3. Maria Helena e

5.4. Carlos Edmundo

3.3. Maria da Gloria, c.c seu primo João Soares do Amaral (SL. 8/317), fazendeiro e político em Araras; fez parte da 1acâmara daquela cidade em 1873, e do conselho de intendência em 1890; teve:

4.1. Clara Soares, c.c seu primo Joaquim Ferreira de Camargo (v. adiante).

4.2. Rodrigo Lacerda Soares, c.c Altimira Ferraz (SL. 4/33); teve 7 filhos:

5.1. Mercedes, c.c José Sampaio Leite; teve

6.1. Rodrigo

6.2. Ida e

6.3. Altimira

5.2. Lavinia, c.c Joaquim Ribeiro do Vale; teve:

6.1. Lavinia

6.2. Genoveva

6.3. Lúcia e

6.4. Marcos

5.3. Camila, c.c Paulo de Siqueira Cardoso; teve: uma filha:

6.1. Maria Camila

5.4. Marcelo de Lacerda Soares, médico, c.c Noemia Dumont Vilares; teve :

6.1. Rodrigo

6.2. Carmen

5.5. Mirinha Lacerda Soares

5.6. José Lacerda Soares, engenheiro agrônomo.

5.7. João Lacerda Soares do Amaral Neto, eng°, c.c Raquel Machado; teve:

5.1. Silvia

4.3. João de Lacerda Soares, c.c Emilia Queiroz; Teve:

5.1. José Eduardo, c.c Cristiana Lacerda; teve um filho:

6.1. João Luiz

5.2. Maria Inês, c.c Carlos Rudge Müller; filhos:

6.1. Tereza

6.2. Vera e

6.3. Inez

5.3. João Lacerda Soares Filho, c.c Amélia Lacerda Teve:

6.1. Maria

6.2. Amélia Maria Lúcia

6.3. João e

6.4. Guilherme

5.4. Cecília

4.4. Mário de Lacerda Soares, c.c Laura Vilhena; Teve:

5.1. José Mário, c.c Cita.

5.2.Carlos, c. c. Marta Linardi.

5.3. Maria da Glória

5.4. Maria Laura

4.5. Olívia, c.c Alberto Ferreira de Camargo; (SL 1/272), sem desc.

4.6. Bráulia, c.c Joaquim de Lima Pires (ver título Pires de Camargo).

4.7. Izaura, c.c Manoel Monteiro de Araripe Sucupira; Teve:

5.1. Silvio Soares Sucupira, médico, c.c Elsie Runge; teve2 filhos:

5.2. Waldemar e

5.3. Noemia

4.8. José de Lacerda Soares, c.c sua prima Maria Flora Franco (v. adiante).

3.4. Ana Miquelina c.c seu primo Antônio Crispim de Abreu (ver desc. adiante).

3.5. Maria das Dores, c.c seu primo Joaquim Franco de Camargo (v. adiante); teve:

4.1. Romeu Lacerda Camargo, engenheiro civil, casado; Teve:

5.1. Eduardo

5.2. Heloísa e

5.3. Heladio

4.2. Olavo Lacerda Camargo, eng° civil, c.c sua parente Noemia Franco de Camargo; teve:

5.1. Joaquim

5.2. Maria Helena

5.3. Gilberto e

5.4. Olavo

4.3. Judith

4.4. Julieta

3.6. Rita de Lacerda c.c seu primo Francisco Soares de Camargo (SL 8/318); teve:

4.1. Flávio Soares de Camargo

4.2. Almira, c.c João Coutinho de Lima; teve:

5.1. Paulo Coutinho, advogado.

5.2. Marina, c.c seu parente Ari Franco de Camargo, filho de Aurélio Franco, e neto de Antônio Franco de Camargo – Antoninho Franco de Atibaia — SL 2/281); teve dois filhos:

6.1. Maria Helena e

6.2. Aurélio

5.3. Maria Clotilde, c.c o Nicolau Rosseti, médico, teve:

6.1. Carlos Alberto

6.2. Mafalda Maria e

6.3. Maria Clotilde

5.4. Maria Rita, c.c Honório Dias Soares; teve dois filhos:

6.1. João e

6.2. José Eduardo

4.3. Clovis Soares de Camargo, c.c Maria Augusta de Sousa; Teve:

5.1. Augusta, casada em junho de 1941 com o Pedro Vicente de Azevedo

5.2. Francisco, c. em dezembro de 1942, com Lavina Ribeiro do Vale.

5.3. Frederico

5.4. Antônio Carlos

4.4. Placidia, c.c seu primo Estevam Franco de Camargo (v. retro).

4.5. Licinio Soares de Camargo

4.6. Lucila Soares, c.c Joaquim Pires Fleury; Teve:

5.1. Heloisa

3.7. João Franco de Lacerda, c.c Poly Lacerda; Teve:

4.1. João Mauricio Franco de Lacerda

3.8. José Franco de Lacerda, foi vereador em Araras em 1881; faleceu solteiro.

2.6. José da Silveira Franco, casou-se primeiro em Limeira com sua prima Matilde Franco (ver adiante) e segunda vez com sua prima Escolástica Soares de Camargo, filha de Estevão Soares de Camargo e de Ana Francisca Penteado (ver 1.2., N° 08, cap. 5°deste título); teve do primeiro casamento:

3.1. Ana Eulália, c. em Limeira com seu primo José Joaquim de Araújo Viana Júnior (v. adiante).

3.2. Gertrudes; faleceu solteira.

3.3. Maria; faleceu solteira, do segundo casamento:

3.4. Joaquim Franco de Camargo, fazendeiro e influente político em Araras; foi também delegado de polícia em Limeira em 1850 c.c sua prima Maria das Dores (ver desc. retro)

3.5. Cândida Franco de Camargo

2.7. Manoela de Assis Cássia falecida aos 05.MAIO.1883 no Rio de Janeiro, foi c.c seu primo paterno Bento de Lacerda Guimarães, barão de Araras[53] nascido em Atibaia ou Itatiba em 1820, e falecido em junho de 1897. O barão de Araras foi o fundador-da cidade de mesmo nome em 1865, juntamente com seu irmão, em terreno por ele doado; cumulou-a de grandes benefícios, e com justiça é considerado o maior benemérito daquela cidade; militou, como não podia deixar de fazer, na política local, e foi um dos vereadores à 1acâmara. Deste casal descendem:

3.1. Maria Dalmácia, baroneza de Arari, c.c seu tio José de Lacerda Guimarães, 2° barão de Arari, de quem foi segunda mulher; teve:

4.1. Clotilde Lacerda, c.c Rodolfo Coimbra, fazendeiro em Araras, onde foi também diretor da escola de trabalhos rurais e vice-presidente da câmara em 1903; teve dois filhos:

5.1. Cesário Lacerda Coimbra, político influente e fazendeiro em Araras e um dos chefes do partido constitucionalista; na vigência da Interventoria Armando Sales dirigiu proficientemente o Instituto de Café do Estado; foi também deputado estadual; c.c América Sabino.

5.2. Laura de Lacerda Coimbra.

4.2. Albano Otávio de Lacerda; faleceu solteiro.

4.3. Leonidia de Lacerda, c.c o cel. Lucas Monteiro de Barros; Teve:

5.1. Leontina, c.c Frank Swales.

4.4. Maria Otilia, c.c Boris Davidoff, já falecido, sem desc.

4.5. Celina de Lacerda, c.c o comandante Pereira Pinto, foram residentes no Rio; filhos:

5.1. Cecília, casada em 1931 com Celso Eduardo Pereira Bueno (ver 2.4., 1.5., N° 02 do cap. 2° do titulo Bueno).

3.2. Senador Antônio de Lacerda Franco n. aos 13.JUN.1853 em Itatiba e f. aos 19.MAIO.1936em São Paulo. Muito provavelmente é o mais destacado membro da família Siqueira Franco, deste trabalho. Reproduzimos em parte o necrológio publicado por ocasião do seu passamento no Diário de São Paulo, de 20.MAIO.1936.

“Foi um dos mais notáveis vultos da vida pública de São Paulo, no período que vai da propaganda republicana [até as três primeiras décadas do século]. […]Antônio de Lacerda Franco era filho de um prestigioso e ilustre chefe monarquista — o barão de Araras [….]. E, filho extremoso, colocou-se na vida pública, como um nobre adversário em campo oposto ao de seu pai. Enregou-se de corpo e alma à propaganda republicana. […]Em 1887, quando ainda era uma hipótese que poderia parecer de realização muito longínqua, o ato com que, ano e pouco depois, gravava o seu nome na história pátria, de forma indelével a Princesa Isabel, Antônio de Lacerda Franco, espontaneamente, dava carta de alforria aos seus escravos. Tendo passado a mocidade em Araras, onde residiam os seus pais, o ardoroso propagandista da República transferiu, depois, sua residência para Itatiba, cidade onde nascera[…]os negócios fizeram-no transferir a residência de Itatiba para Santos. Aí, em companhia do coronel António Carlos da Silva Teles, veio a fundar o Partido Republicano Paulista. NO REGIME REPUBLICANO – Vitoriosa, em 1889, a República, passou a residir na capital do Estado. […]Preferiu, por exemplo, durante quase toda a sua vida, manter-se em postos estaduais. Em 1892 foi eleito para o Senado Estadual, tendo sido reeleito várias vezes […] Na política, depois da cadeira de senador estadual, veio a ocupar, já no governo Washington Luís, a de senador federal, função em que se achava quando o Congresso foi dissolvido em consequência da revolução de 1930.[…]. Quando essa ala do velho partido se fracionou, vindo, uma parte, a colaborar na formação do Partido Constitucionalista, o coronel Lacerda Franco deixou a política[…]Agricultor em Araras, possuiu e dirigiu fazendas de café. Dedicou-se ao comércio desse produto basilar da economia paulista, tendo sido ativo exportador[…].O senador Lacerda Franco foi c.c Matilde Lacerda, deixando os seguintes filhos:

4.1.Manoel de Lacerda Franco, faleceu solteiro aos 21.AGO.1929.

4.2. Antonieta Lacerda Franco, c.c Domingos de Toledo Piza; Teve:

5.1. Antônio Carlos

5.2. José Carlos e

5.3. Helena

4.3. Alice Lacerda Franco, casada aos 21.MAIO.1924 com Aldo Mário de Azevedo, engenheiro formado em 1918, grande industrial e um dos diretores da Federação das Industrias de S. Paulo, dedicando-se também a estudos de economia e finanças; teve dois filhos:

5.1. Matildede Azevedo Setúbal “Tide Setúbal” n. aos 19.MAR.1925 e f. aos 02.OUT.1977, formou-se em filosofia. Casou-se em 1946 com Olavo Egydio Setubal n. aos 16.ABR.1926 em São Paulo e ai f. aos 27.AGO.2008, filho do escritor epoeta Paulo Setebal (* 01.JAN.1893 + 04.MAIO.1937), imortal da Academia Brasileira de Letras,que teve terras em Atibaia (fazenda Santa Tereza) e de Francisca Egídio de Souza Aranha Setúbal.Neto paterno de Antônio D’Oliveira Setúbal e de Maria Tereza Nobre Setúbal, neto materno de Vicentina de Queiroz Aranha e de Olavo Egídio de Souza Aranha, este neto do cel. Fracisco Egídio de Souza Aranha e de Maria Luzia de Souza Aranha, 2° barões de Campinas e 1° viscondes de Campinas. Olavo Setúbal era engenheiro formado pela politécnica em 1945 , foi prefeito nomeado de São Paulo de 1975 a 1979 e ministro das relações exteriores do governo José Sarney. Era o principal acionsita do maior banco privado do hemisfério sul, o banco Itaú. Tiverem sete filhos:

6.1. Paulo

6.2. Maria Alice

6.3. Olavo Jr

6.4. Roberto

6.5. José Luiz

6.6. Alfredo c.c Rose

6.7. Ricardo

5.2. Arnolfo Eduardo n. aos 14.DEZ.1929.

4.4. Zaolina

3.3. Clara de Lacerda c.c Gabriel de Toledo Piza s/desc.

3.4. Joaquim de Lacerda Franco; político em Araras, fez parte da Junta Governativa Provisória daquela cidade em 1889; faleceu solteiro.

3.5. Ana de Lacerda Franco, condessa de Alvares Penteado, n. aos 22.JUN.1862 e f. aos 22.JUN.1938, c.c Antônio Alvares Leite Penteado, conde de Alvares Penteado, f. em 1912 (SL 3/429). O necrológio feito por folha local, retrata bem sua personalidade:

“O desaparecimento da sra. condessa de Alvares Penteado, descendente de uma das mais ilustres famílias de S. Paulo e progenitora de elementos de destaque nesta capital[…] Entre essas instituições, ocorre-nos citar a Santa Casa de Misericórdia de S. Paulo, onde existia um pavilhão com o seu nome, a Liga das Senhoras Católicas, o Leprosário Santo Angelo, a Liga Paulista Contra a Tuberculose, o Hospital S.Paulo, a Cidade dos Menores Abandonados, a Cruzada Pró Infância, o Orfanato Cristóvam Colombo e a Comissão de Socorros Públicos. Raras eram as iniciativas de beneficência que se fizessem nesta Capital, que com seu auxílio não fossem logo contempladas. E não somente as instituições de caridade contavam com o seu apoio sempre lembrado e nunca em vão; as obras religiosas também mereciam uma grande parcela de sua bondade e da sua compreensão. Entre as numerosas obras religiosas que a sra. condessa de Alvares Penteado auxiliava, está a Catedral de São Paulo, que lhe merecia constante solicitude[…] pelas suas qualidades de coração, que confirmavam a nobreza da sua linhagem no seio da família bandeirante, era bem um símbolo. Filhos:

4.1. Antonieta Penteado, c.c Caio da Silva Prado (SL 7/41); filhos:

5.1. Eduardo da Silva Prado, fazendeiro e elemento de destaque nas rodas esportivas de São Paulo; faleceu em Novembro de 1940, com 38 anos de idade. Foi c.c Elsa Gerin; teve:

6.1. Eduardo

6.2. Antônio Caio e

6.3. Maria de Lourdes

5.2. Caio Prado Júnior n. aos 11.FEV.1907, f. aos 23.NEV.1990, historiador, geográfo, advogado, escritor, político e editor com festejadas obras sobre a história do Brasil. Foi depuado Estadual em 1945 e Federal em 1949 e teve seu mandato cassado. Foi c.c Hermínia Cerquinho com quem teve:

6.1. Caio Graco, diretor da editora Brasiliense.

5.3. Yolanda

5.4. Carlos da Silva Prado

4.2. Eglantina Penteado, já falecida; foi c.c Antônio Prado Júnior, ex-prefeito do então Distrito Federal (SL 7/40); teve:

5.1. Maria Helena, c.c Eduardo Ramos Júnior.

5.2. Jorge Prado, c.c Marjorie Prado.

4.3. Esteia Penteado, c.c Martinho da Silva Prado; filhos:

5.1. Martinico e

5.2. Maria Esteia

4.4. Conde Silvio Penteado, c.c Honorina Penteado.

4.5. Armando Penteado, c.c Anye Penteado.

3.6. Eugênio de Lacerda Franco, fazendeiro e político em Araras onde foi vereador em 1883; c.c Etelvina Figueiredo; filhos:

4.1. Durval de Lacerda Franco, foi residente no Rio de Janeiro.

4.2. Eugenia, foi c.c Adolfo Rodrigues Dantas; teve:

5.1. Olavo e

5.2. Jarbas

4.3. Bento Lacerda; faleceu solteiro.

4.4. Procópio Lacerda Franco, foi c.c Maria Amélia Pacheco Neubern; teve 1 filho:

5.1. Procópio

4.5. Manoela, foi c.c Nelson Noronha Gustavo; teve:

5.1. Nelson

5.2. Milton Hermes e

5.3. Maria Helena

4.6. René

4.7. Maria Dalmacia.

4.8. José de Lacerda Franco, médico em Campinas, c.c Clarisse Melo Oliveira; teve:

5.1. Vera Lúcia

4.9. João Batista de Lacerda, alto funcionário do tesouro do estado.

4.10. Maria de Lourdes, c.c Roberto Gomes Caldas Filho; teve:

5.1. Domingos José

5.2. Maria Helena

5.3. Eugênio e

5.4. Mariazita

3.7. João de L. Franco, f. em 1908, c.c Maria Joana Soares de Camargo, f. em 1913 (SL 8/ 316); teve:

4.1. Marieta, casada em 1916 com Aristides Silveira Fonseca, corretor de fundos públicos da Bolsa de São Paulo; teve:

5.1. Maria Joana Lacerda Fonseca.

5.2. João Otávio Lacerda Fonseca.

5.3. Roberto Alexandre Lacerda Fonseca

4.2. Letícia, casada em 1920, com seu primo Plínio Lacerda de Oliveira (v. adiante); teve:

5.1. Maria de Lourdes

4.3. Paulo Lacerda Franco

4.4. Lúcia, casada em 1920 com Oscar Godoi Pereira; teve:

5.1. Maria Lúcia, casada em novembro de 1942, com Domingos Inecchi Neto.

5.2. Oscar Lacerda Franco Pereira

3.8. Manoela de Lacerda Franco n. em Araras aos 18.JUL.1867 e f.em S. Paulo aos 19.DEZ.1939; foi c.c o santista Afonso Vergueiro, filantropoe ardoroso paladino da campanha abolicionista (SL 2/197); filhos:

4.1. Eurico Vergueiro, c.c Abigail Garden Gordo; teve:

5.1. Plínio Gordo Vergueiro, formado em direito em 1933.

5.2. Nilo Gordo Vergueiro

4.2. Firmo Lacerda Vergueiro, formado em direito em 1909; foi c.c sua prima Dulce Lacerda de Oliveira (v. adiante) sem descendência.

4.3. Afonsina Vergueiro, falecida aos 28.JUN.1942; foi c.c Raimundo Cândido Mergulhão Lobo, de família nortista, foi juiz de direito; filhos:

5.1. Afonso Vergueiro Lobo, formado em direito em 1935; exerceu o cargo de oficial de gabinete de César Vergueiro em 1938; c.c Iza da Costa Machado; teve os filhos:

6.1. Heloísa nascida em 1941.

6.2 Afonso nascido em 1942.

6.3. César Augusto e

6.4. Augusto Cláudio, gêmeos nascidos em fevereiro de 1945.

5.2. Maria Cecília, c.c Francisco Nogueira de Lima Filho, procurador do estado.

5.3. Maria Silvia, casada em julho de 1942 com Celso Rebelo.

4.4. Rui Lacerda Vergueiro, eng°, foi c.c sua prima Julieta Franco de Camargo, ver retro. Teve:

5.1.Yolanda, c.c José Moretzson de Castro; Teve uma filha:

6.2. Beatriz

5.2. Carlos de Camargo Vergueiro

4.5. Silvia, c.c Afonso Celso de Andrada Peixoto, foi funcionário do dep. nacional do café, falecido em 1941; s/desc.

4.6. César Lacerda Vergueiro, formado em direito em 1907; foi durante muitos anos deputado federal; político de grande prestígio em todo o Estado; em 1938 ocupou o cargo de secretário da justiça, ocupou também uma cadeira no senado federal.

3.9. Cândida de Lacerda Franco, c.c cel. Justiniano Whitaker de Oliveira, que foi fazendeiro e político em Araras, tendo feito parte do conselho de intendência em 1889 (SL 7/303); filhos:

4.1. Justiniano Lacerda de Oliveira, casado em Rio Claro com Noemia Teixeira das Neves, fª do banqueiro Joaquim Teixeira das Neves (SL 2/270); faleceu no Rio em março de 1945; filhos:

5.1. Zilda e

5.2. Cândida, c.c Vítor Serpa Coelho; foram residentes no Rio de Janeiro.

4.2. Bento Lacerda de Oliveira, médico, c.c Nina Puglisi, filha do comendador José Puglisi.

4.3 Dulce, c.c seu primo Firmo Lacerda Vergueiro; (v. retro); sem desc.

4.4. Plínio Lacerda de Oliveira, c.c sua prima Letícia de Lacerda Franco (v. desc. retro).

4.5. Noemy, c.c seu primo José de Oliveira Barros, fazendeiro e secretário da viação do governo Washington Luiz em 1930. (SL3/ 407); Teve:

5.1. José Eduardo de Oliveira Barros, c.c Inês Werneck; sem desc. José Eduardo n.em São Paulo aos 31.MAIO.1913, tendo efeito seus estudos no Colégio Salesiano de Lorena; cursou depois com brilho a faculdade de direito, diplomando-se em 1936; foi soldado da campanha constitucionalista; exerceu o cargo de taquígrafo do congresso estadual. Em 1938 pertenceu à casa civil do interventor Adhemar de Barros, e depois secretário do dep. de propaganda do Estado; e em seguida sub-diretor do serviço de menores. Faleceu tragicamente em desastre de avião em Ponte Nova, em dezembro de 1939.

5.2. Fábio de Oliveira Barros, c.c Irene Garcia.

5.3. Silvio de Oliveira Barros, c.c Silvia Guerra.

5.4. Maria Noemy, c.c Renato Santoro.

5.5. José de Oliveira Barros Júnior

5.6. Gilberto de Oliveira Barros, clérigo salesiano.

5.7. Lavinia

4.6. Leonor, c.c Carlos Amaral.

4.7. Carmen, c.c Ferdinando Delamain, falecido com 55 anos em março de 1944, fazendeiro e ex-prefeito de Araras; foi um dos fundadores da cidade de Vera Cruz, onde possuia grande fazenda; Teve:

5.1. Marina, c.c Júlio Soares de Arruda Filho.

5.2. Roberto Delamain c. c. Leticia Camargo.

5.3. Beatriz, casada em outubro de 1944 com Gentil Pinto Celidonio.

5.4. Maria Helena

5.5. Ferdinando

4.8. Ernani Lacerda de Oliveira, c.c Alda Duarte Nunes.

3.10. Manoel Lacerda Franco; faleceu solteiro.

3.11. Coronel Bento Lacerda Filho nascido em Araras em 1865, faleceu em Torrinha em outubro de 1939; desde moço dedicou-se à lavoura naquele município; residiu, também em Piracicaba, onde era bem quisto e estimado; por vontade expressa, foi sepultado em Araras; casou-se com Catarina Blumer; deixou dois filhos:

4.1. Raul Lacerdaf. aos 08.JAN.1942 em sua fazenda em Torrinha, foi c.c Helena Solbiati. 5.1. Bento e

5.2. Pandiá

4.2. Silvia Lacerda, c.c Renato de Toledo César.

3.12. Escolástica de Lacerda Franco, c.c o cel. Pérsio Pacheco e Silva, (SL 4/470); filhos:

4.1. Domicio Pacheco e Silva n. em 1895, formou-se em engenharia civil em 1915; foi engenheiro da prefeitura da capital e diretor do dep. de estradas de rodagem do Estado; ex-presidente do aéreo clube de São Paulo, do qual foi um dos fundadores; publicou inúmeros trabalhos sobre aviação, estradas e sobre o petróleo em São Paulo; é um dos mais ilustres engenheiros do estado. Casou-se com Maria de Nazaré Pompeu de Camargo, de tradicional família campineira (SL 1/275); filhos:

5.1. Domicio

5.2. Helena e

5.3. Álvaro

4.2. Antônio Carlos Pacheco e Silva nascido em 1898; formou-se pela Faculdade de Medicina do Rio em 1920; foi catedrático de clínica psiquiátrica da faculdade de medicina de São Paulo, e um dos mais conceituados neurologistas do Brasil; dirigiu o sanatório Pinei; foi por muitos anos diretor do hospício de Juqueri; foi membro de diversas associações científicas do país e do estrangeiro, onde o seu nome é largamente conhecido; foi também autor de inúmeras publicações científicas especializadas; Em 1932 prestou inestimáveis serviços ao M.M.D.C. Foi deputado à Assembleia Constituinte de 1935/37 pelo PC; foi também membro do conselho penitenciário, e professor da faculdade de direito, da cadeira de psicopatologia forense. Casou-se com Lavinia de Souza Queiroz (SL. 3/304) teve:

5.1. Clara

5.2. Antônio Carlos

5.3. Pérsio e

5.4. Cecília

2.8. Cel. Bento da Silveira Franco, grande fazendeiro e político em Limeira, foi casado 1º com sua sobrinha Ana Alves Cardoso, e 2.a vez com Maria Angélica de Barros, filha do capitão Antônio Leite de Barros, e de Tereza Ferraz de Camargo, naturais de Itú. Sem descendência do primeiro, teve do segundo casamento:

3.1. Maria Flora Franco, falecida em 1943 com 75 anos, foi casada 1° com Fernão de Souza Queiroz, e 2.a vez com seu primo José de Lacerda Soares (v. retro). Teve do primeiro casamento:

4.1. Sebastiana, c.c Antônio Augusto Covelo, falecido em 1943. Do segundo casamento:

4.2. Josefina, c.c Alfredo Telles Rudge.

4.3. Florita, c.c Eduardo de Nioac.

3.2. Antônio de Barros Franco

3.3. Bento de Barros Franco

3.4. Flavio de Barros Franco

3.5. Joaquim de Barros Franco

3.6. Deoclécia de Barros Franco; faleceu solteira em novembro de 1943.

3.7. Lídia, c.c Eugênio de Lima, foideputado estadual e influente político na capital.

2.9. Escolástica Miquelina de Cássia, casou-se em Limeira com o capitalista português Joaquim José de Araújo Viana; teve:

3.1. Joaquim José de Araújo Viana Júnior, c.c sua prima Ana Eulalia, f. em Araras em 1897 (v. retro) sem desc.

3.2. Maria Leopoldina, c.c Jorge de Aguiar Whitaker, fazendeiro e político em Araras (SL 3/413):

4.1. Jorge, que faleceu solteiro

4.2. Maria Clarice

4.3. Angela; faleceu solteira.

4.4. Lídia, c.c Francisco da Cunha Lima; teve:

5.1. Jorge Whitaker de Lima, engenheiro, c.c Anita Neiva; teve:

6.1. Antônio Carlos e

6.2. Jorge.

5.2. Frederico Whitaker de Lima, engenheiro.

5.3. Djalma Whitaker de Lima, advogado, c.c Celina Cardoso.

5.4. Adail AVhitaker de Lima.

4.5. Joviano de Aguiar Whitaker, fazendeiro em São Carlos, c.c sua prima Narcisa Flora Whitaker, falecida aos 12.OUT.1942; teve:

5.1. Edmur de Aguiar Whitaker, médico em São Paulo, c.c Berta Ulchoa Cintra.

5.2. Beatriz, c.c João Ferreira Martins; teve:

6.1. Rosa

6.2. Helena e

6.3. Francisco.

5.3. Raquel, c.c Bruno Verri.

5.4. Jorge

5.5. Margarida, c.c Roberto Dias Penteado.

5.6. Joviano

5.7. Suzana

5.8. Dora e

5.9. Maria José

4.6. João B. de Aguiar Whitaker, c.c sua prima Julia Franco de Camargo (v. retro); teve:

5.1. Marina, c.c Flavio de Almeida Leite; tem 1 filha:

6.1. Marilena.

5.2. Jorge de Camargo Whitaker

4.7. Artur Piquerobi de Aguiar Whitaker, formado em direito em 1907; advogado e político na capital; ex-deputado pelo PRP de 1925/27 e 1928/30 e ex-presidente da assembléia legislativa de São Paulo de 1927 até outubro de 1930; em 1939, na vigência da Interventoria Adhemar de Barros, foi membro do conselho administrativo do estado. Foi secretário de Justiça de São Paulo em 1946 e foi c.c Adelina-Ferreira França; Teve:

5.1. Regina Maria de Aguiar “Whitaker, c. aos 12.NOV.1945 com Italo Marcelo Raimondi.

5.2. Artur de Aguiar Whitaker

4.8. Georgina de Aguiar Whitaker.

3.3. Lídia, c.c o capitão Olegário de Barros; sem desc.

3.4. Ana Cândida; faleceu solteira em 1936, com 90 anos.

3.5. José Joaquim de Araújo Viana; faleceu solteiro.

3.6. João Joaquim Viana, f. em fevereiro de 1903, foi c.c Amélia Carolina Alves, f. em fevereiro de 1923.

4.1. Joana, f. em outubro de 1937, foi c.em São Paulo com Pedro de Assis Oliveira; teve:

5.1. Maria de Lourdes. c.c seu primo Francisco Franco de Abreu, advogado no Rio de Janeiro ver descendência adiante.

5.2. Amélia, c.c Raiü Lefévre.

5.3. Valdemar Assis de Oliveira.

5.4. Olavo Assis de Oliveira, advogado.

5.5. Esteia

5.6. Nair, freira e

5.7. Ivone

4.2. Joaquim Alves de Araújo Viana, formado em direito em 1903 e falecido em Rio Preto, com 59 anos em 1939; aí advogou durante muitos anos; foi casado em São Paulo com Duville Boschini; teve:

5.1. Joaquim Alves Viana, casado em Rio Preto em 1929 com Amélia Scaff; residiu em Santos; teve dois filhos

6.1. Alfredo e

6.2. Carlos

5.2. Ulisses de Araújo Viana, casado 1939 com Iracema Moniz; teve:

6.1. Lígia e

6.2. Jorge

5.3. Rubens de Araújo Viana

5.4. Eglatina, casada em julho de 1939, com Danilo Moreira.

5.5. Maria Helena, c. em 12.FEV.1942 com Armando Lupateli; teve:

6.1. Ricardo

5.6. Norma

5.7. Marins

5.8. João

5.9. Eunice e

5.10. Eneida

4.3. Amélia Alves Viana, f. em 1937; foi c.c Manoel Borges Monteiro de Morais; teve:

5.1. Maria José, c.c Rubens Duarte Pinto Ferraz; teve 1 filho:

6.1. José Rubens.

5.2. Maria Carmelita, c.c Mário de Oliveira Molaco.

5.3. José Benedito Viana de Morais, formado em direito em 1938; foipromotor da auditoria militar da antiga forçapolicial; c em 1942 com Vanda Alvim Coelho.

4.4. Antonieta Alves Viana, f. em 1943; foi c.c Raul Aguiar; teve:

5.1. Benedito de Aguiar, médico;

5.2. Raul Saulo

5.3. Roberto e

5.4. Maria Aparecida

4.5. Maria Alves Viana, f.aos08.MAIO.1941, foi c.c Vicente Pugliese, sem desc.

4.6. Alice, foi c.c Antônio Teixeira em Santos; s. desc.

4.7. Lídia, foi c.c Olimpio de Castro Mendonça; teveuma filha:

5.1. Célia

3.7. Antônio Franco de Araújo Viana; faleceu solteiro

3.8 Manoel Franco de Araújo Viana; faleceu solteiro em 1910.

3.9. Messias Franco de Araújo Viana; faleceu solteiro.

2.10. Carolina Amélia de Camargo n. em Limeira em novembro de 1833, e f. em Araras em dezembro de 1911; casou-se em Limeira em junho de 1850 com seu sobrinho Albino Alves Cardoso, importante fazendeiro e político em Araras, a quem se deve em grande parte a construção da 1ªmatriz em 1875; Albino era filho de Joaquim Alves Cardoso e de Joaquina Maria de Oliveira; por esta, neto do alferes Joaquim Franco — ver retro e 1ª mulher SL 1/499; filhos:

3.1. Maria das Dores, casada 1° com seu tio Antônio Alves Galvão, falecido em 1874, e que fez parte da câmara de Araras em 1873; segunda vez, casada aos 28.JUN.1876 com seu primo germano Olegário Moreira Lima, importante fazendeiro em Itatiba e Araras; Olegário foi vereador em diversas legislaturas e em 1887, antes da libertação dos escravos, já havia dado liberdade aos seus. Do 1° casamento de Maria das Dores, descendem:

4.1. Benedita, c.c João Ferreira de Melo Nogueira, foi advogado em Araras, onde ocupou cargos públicos de eleição popular; sem desc.

4.2. Tranquilino Alves Galvão, c.c sua prima Antonia Moreira Lima; teve:

5.1. Lucila Moreira Galvão, c.c J. Oliveira, foram residentes no Rio de Janeiro.

5.2. Fábio Moreira Galvão

4.3. Orminda

4.4. Vicente; Do segundo casamento, descendem:

4.5. José Alves de Camargo, capitalista e proprietário no Rio de Janeiro, casado ern Paris aos 21.OUT.1905, com Luiza Afonso, filha dos barões de Pedro Afonso; teve:

5.1. Braz Sérgio Oliveira de Camargo, n. em Paris e registrado no Consulado Brasileiro em 1911; formou-se em direito pela faculdade de São Paulo em 1932; foi morador do Rio de Janeiro onde se casou em abril de 1938 com Alda de Albuquerque Cavalcanti, filha, do general Tomaz Cavalcanti; teve:

6.1. Ada n. 1940

6.2. José Tomaz n. 1942 e

6.3. Rosana n. 1944

5.2. Luiza Cecilia de Camargo n. em Paris e

5.3. Sônia Paula de Camargo n.em Paris.

4.6. Rita Maria Alves de Camargo, solteira, falecida.

4.7. Albino Alves de Camargo, capitalista e proprietário em São Paulo, c.c Ana de Albuquerque Lins, filha deManoel Joaquim Albuquerque Lins (*1852+1926) que foi presidente do Estado de São Paulo entre 1908 a 1912; teve:

5.1. Maria Helena, c.c Jorge Rudge Araújo Ramos, sem descendência.

5.2. Ana Maria Lins de Camargo

3.2. Vicente Alves Franco; faleceu solteiro.

3.3. Joaquina Alves Franco, f. em 1878;foi c.c Januário de Oliveira Camargo, f. em 1883 (SL 7/300).

4.1. Benedita Alves de Oliveira, c.c seu primo Vicente Ferraz Franco (ver desc. adiante).

4.2. Eudoxia Alves de Oliveira, c.c Teodureto do Nascimento, foi médico no Rio; teve:

5.1. Miguel

5.2. Geraldo

5.3. Teodureto

5.4. Josefina

5.5. Carlota. Maria Eudoxia e

5.6. Nair

4.3. Albino Alves Cardoso, foi c.c uma fª de Rangel de S. Rita do Passo Quatro; sem desc..

4.4. Agostinho Alves de Camargo; faleceu solteiro, na Suiça.

3.4. Joaquim Alves Franco, falecido em 1888; foi c.c sua prima Ana Miquelina Alves; sem desc.

3.5. Clara Alves Franco, falecida em 1928; foi casada em Araras em setembro de 1879 com José de Paula Leite Barros, médico, historiador e genealogista, falecido aos 07.OUT.1939, em Águas da Prata, onde fazia estação de cura e de repouso; filho de Antônio de Paula Leite de Barros e de Ana de Almeida Sampaio Leite de Barros, ramos de tradicionais famílias paulistas. O dr. Paula Leite nasceu aos 12.DEZ.1855, na fazenda Barreiro, em Itu. Em 1874, seguiu para os Estados Unidos, onde formou-se em medicina.Chegando a São Paulo, foi clinicar em Itu, passando também a ter larga atuação na vida política da cidade. Foi representante do partido republicano de Itu nas convenções anuais realizadas na capital da Província, desde 1881 até à proclamação da República. Durante vinte e cinco anos foi membro do diretório local do partido republicano paulista e presidente da câmara municipal no triênio 1893-1896. Foi coronel comandante da guarda nacional da antiga comarca de Itu, também foi provedor da santa casa de misericórdia de Itu, bem como primeiro membro da mesa administrativa da santa casa da capital. SL 3/469. Filhos:

4.1. Ana

4.2. Cinira

4.3. Luiza

4.4. Carolina, c. c. Antônio Pompeu de Souza Queiroz; teve:

5.1. José Gustavo de Souza Queiroz.

4.5. Josefina, c.c Eugênio Nogueira Ferraz, médico formado pela primeira turma da faculdade de medicina de São Paulo em 1918; teve:

5.1. Clara Nogueira Ferraz

5.2. Eugênio Nogueira Ferraz

5.3. Luiza Nogueira Ferraz

5.4. Carlos Nogueira Ferraz

5.5 Ana Maria Nogueira Ferraz

5.6. José Nogueira Ferraz

2.11. Capitão Lourenço Franco da Rocha, foi adiantado e abastado fazendeiro em Limeira, onde militou na política, tendo exercido diversos cargos de eleição popular, e o de sub-delegado em 1850. Agricultor de visão larga, seguindo o exemplo de seu pai, introduziu em sua fazenda “Lagoa Nova”, uma grande leva de colonos estrangeiros para substituir o braço escravo pelo trabalho livre. Foi c.c sua sobrinha Ana Elisa Franco (v. retro); teve os filhos:

3.1. Ana Franco, falecida aos 15.MAIO.1931; foi c.c Amando Soares de Abreu Caiubi, fazendeiro em Pinhal, falecido aos 23.SET.1911 com 58 anos de idade; filhos:

4.1. Adelardo Soares Caiubi, foi conhecido eng°, casado 1901 c. Ana Novais; teve:

5.1. Edith c. 1931 c. seu primo, Vicente Batista. Ver desc. adiante.

5.2. Odete, casada em fevereiro de 1929 com Ateneu Glasser.

5.3. Odila, casada em março de 1935 com seu primo Celso Novais; teve1 filha:

6.1. Marta

5.4. Renato Novais Caiubi, eng°, casado em 1931 com Alba de Paula Souza; teve:

6.1. Sérgio e

6.2. Sônia

5.5. Helena, c. em janeiro de 1939 com Rui Faria, médico; teve:

6.1. Ricardo e

6.2. Guilherme

4.2. Ester, casada em 1900 com Orlando Novais; teve:

5.1. Celso Caiubi Novais, c.c Neli Butler; teve 2 filhos:

6.1. Beatriz e

6.2. Sérgio

5.2. Maria Augusta, casada em 1936 com Floriano Ferreira de Camargo, engenheiro da cia. paulista em São Carlos.

5.3. Maria da Conceição, casada em 1940 com Luiz Francisco Feijó Bitencourt, engenheiro da Mogiana, em Campinas.

5.4. Suzana, casada em 1925 com Paulo Teixeira de Camargo. (SL 1/232).

5.5. Orlando Novais Caiubi

5.6. Dorací, c.c Alcides Siqueira; teve:

6.1. Roberto e

6.2. Maura n. 1934.

5.7. Ester, c. em fevereiro de 1941 com Paulo Ferreira Lopes.

5.8. Amando Caiubi Novais n. 1914.

5.9. Celso Caiubi Novais n. 1919.

5.10. Anéte, casada em outubro de 1940 com Waldemar Bueno.

4.3. Irene Caiuby

4.4. Otelo Franco Caiubi, engenheiro da cia. paulista, casado em abril de 1910, com Corina Corrêa; teve três filhos

5.1. Flávia, casada em 1927 com Otávio Vilaça; teve:

6.1. Raquel

5.2. Carlos Alberto Caiubi, c. em julho de 1938 com Jení Prado; teve:

6.1. Yara.

5.3. Lila, casada em 1940 com Luiz Bocchino; teve:

6.1. Leda Flávia

4.5. Ulisses Franco Caiubi, c. em 1908 c. Leontina Bueno,teve:

5.1. Elsa, c.c seu primo Oswaldo Moura Abreu (v. adiante); teve:

6.1. Ana Maria e

6.2. Esteia

5.2. Marina

5.3. José Ulisses Bueno Caiubi

5.4. Olga, casada em 1938 com Nelson Barros Camargo; teve:

6.1. Vera Helena

5.5. Hebe, casada aos 14.JUL.1943 com José Luiz Lemos da Silva, médico.

4.6. Amando Soares Caiubi, formado em direito em 1910, foi delegado de polícia da capital em 1919, e delegado de polícia especializada; foi também promotor público de São Carlos; foi autor de diversas publicações literárias; casou-se em 1915 com Maria Izabel Simões Magro, falecida em agosto de 1920; teve:

5.1. Maria e

5.2. Flora

4.7. Eurico Franco Caiubi, cirurgião-dentista; 1889-1949 foi um dos diretores do sindicato dos artistas plásticos; casou-se em 1927 com Judith Dias Martins; teve:

5.1. Ligia, casada em maio de 1941 com Guido Mário Alberto Coaraci.

5.2. Vera

5.3. Hélio

4.8. Izéte Caiubi, casada em 1916 com Edgar Ariani; Teve:

5.1. Elvira, casada em 1940 com Miguel Gonçalves da Silva, advogado; teve:

6.1. Maria Cristina

5.2. Edgar

5.3. Fernando

4.9. Olavo Franco Caiubi, eng°, casado em 1924 com Heloísa de Oliveira; teve um filho:

5.1. Gil

4.10. Ubaldo Franco Caiubi, advogado, formado em 1923; casou-se em maio de 1931 com Alice Schardong; teve:

5.1. Lia

4.11. Alarico Franco Caiubi, professor normalista da escola de Campinas, em 1911, e formado em direito em 1919. Foi vereador à câmara da capital em 1926 e 1929, e influente membro do partido constitucionalista; ocupou com proficiência a secretaria da justiça na vigência do interventor Cardoso de Melo em 1937; membro destacado do M.M.D.C. em 1932, foi nessa ocasião comandante da praça de Araras onde permaneceu até 1° de outubro, quando finalizou a revolução paulista. Como publicista, Alarico foi autor de diversos trabalhos jurídicos e literários. Casou-se em 1919 com Aida Brandão; teve:

5.1. Caio

5.2. Dora, casada aos 08.ABR.1943 com Luiz Adolfo Nardi.

5.3. Flávio

3.2. Maria Lourença Franco n. em 1860 e f. aos 18.AGO.1937, foi casada em Limeira em 1882 com seu primo Manoel Ferraz de Camargo, f. em janeiro de 1926, com 81 anos, então viúvo de Cândida de Cássia Abreu (v. adiante); teve:

4.1. José Ferraz de Camargo, nascido aos 07.ABR.1884.

4.2. Vicente Ferraz de Camargo, n. em 1889 e falecido em Abril de 1921.

4.3. Petronilia, falecida aos 08.ABR.1918.

4.4. Zacarias Ferraz de Camargo, f. aos 24.FEV.1924, foi casada em setembro de 1920 com Nelzia de Oliveira; teve:

5.1. Leila

4.5. Nilo Ferraz de Camargo, falecido com 16 anos em outubro de 1912.

4.6. Oscar F Camargo n. aos 11.ABR.1900 e casado aos10.JAN.1925 com Irene Muler. Teve:

5.1. Diva e

5.2. Odair

3.3. Cândida: faleceu solteira.

3.4. Alice, c.c Belmiro Batista da Silva. Tiveram:

4.1. Vicente Batista da Silva f. aos 13.SET.1943, com 48 anos; foi casado a 11.FEV.1931 com sua prima Edith Caiubi (v. retro), médico formado em 1920 pela faculdade de medicina do Rio; logo depois seguiu para a Alemanha, onde frequentou com brilho diversos cursos de especialização nas universidades de Hamburgo e Berlim; de regresso ao Brasil, dedicou-se com grande sucesso à clínica pediátrica. Publicou inúmeras obras científicas de grande valor. Em 1933 recebeu o prêmio oficial da Academia Nacional de Medicina e em 1938 foi distinguido pela Associação Paulista de Medicina com o prêmio “Margarido Pilho”. Militou no jornalismo, fazendo publicações em diversos jornais e revistas. Em 1942 foi eleito membro da Academia Nacional de Medicina. Deixou a filha:

5.1. Luli

4.2. Ana, c.c Mário Miranda, engenheiro residente em Ouro Preto/MG. Tiveram 11 filhos descritos na obra de Waldomiro Franco da Silveira.

4.3. Maria da Conceição, c.c o capitão Neusen Gilberto de Morais Guerra, de família nortista, falecido em Pernambuco em 1931. Tiveram 8 filhos descritos na obra de Waldomiro Franco da Silveira.

4.4. Cecília, c.c Benedito Gouvêa. Tiveram 7 filhos descritos na obra de Waldomio F. da Silveira.

4.5. Capitão Carmelo Batista da Silva

3.5. Joaquim; faleceu solteiro.

3.6. Vicente Ferreira Franco; foi c.c sua prima Benedita Alves de Oliveira (v. retro); teve:

4.1. Silvio; faleceu solteiro.

2.12. Ana Joaquina Franco, faleceu solteira e muito idosa em Limeira.

2.13. Cândida Franco foi c.c Joaquim Ferreira de Camargo Andrade, barão de Ibitinga (SL 1/271); teve:

3.1. Maria, c. em Campinas com o cel. Antônio Alvares Leite Penteado; sem desc.

3.2. Francisca, casada, 1.° com seu primo Francisco de Campos e 2a vez com Carlos Olimpio Leite Penteado; teve do 2.°:

4.1. Fausto Penteado, foi importante industrial e fazendeiro em Campinas, falecido em 1938; foi c.c Zilda Egidio; filhos:

5.1. Antônio Carlos Penteado, c.c Ivete Vileta.

5.2. Maria Esteia, c.c Antônio Cunha de Almeida Prado Júnior, advogado em Campinas; teve:

6.1. Luiz Carlos de Almeida Prado

5.3. Nadir Egidio Penteado, casada em 1939 com Oswaldo de Castro Santos, advogado na Capital.

5.4. Moacir Egidio Penteado n. 1919; c. em 1942 c. Maria L. da Cunha.

3.3. Cândida Ferreira de Camargo, casada, 1° com Bernardo Alvares Penteado e 2a vez com Jambeiro Costa; sem descendêmcia.

3.4. Joaquim Ferreira de Camargo, c.c sua prima Clara Soares (v. retro); teve:

4.1. Maria Cândida, c.c seu parente Joviano Soares de Camargo, farmacêutico (SL 8/318), sem descendência.

4.2. Lavinio Soares Ferreira, c.c Adelini Toledo; teve:

5.1. Maria Odete e

5.2. Lavinio Carlos

2.14. Joaquim Franco de Camargo, padre, nascido em 1826 em Limeira, faleceu em São Paulo em março de 1909; foi vigário de Araras, militando também na política local, sendo vereador em 1873, 1877 e 1881; depois vigário de Limeira; transferindo-se para São Paulo, foi cônego da Sé. Pelo seu caráter e espírito caridoso, grangeou vasto círculo de admiradores; possuidor de considerável fortuna, deixou diversos legados às instituições pias da capital. Por ocasião dos seus funerais, São Paulo tributou-lhe excepcionais homenagens.

2.15. Joaquina Maria de Oliveira c.c Joaquim Alves Cardoso, n. em 1791 em Atibaia que foi primeira vez c.c Manoela Miquelina Dutra com quem teve 4 filhos. Joaquim foi tropeiro e integrou a primeira leva de atibaianos que povoaram a cidade de Itatiba e estabeleceu-se com fazenda situada na hoje cidade de Morumgaba. Do casal Joaquiana Maria de Oliveira e Joaquim Alves Cardoso descendem 10 filhos dos quais muitos formaram fazenda de café em vários municípios do interiro paulista, como Itatiba, Araras e outros.

1.4. Rita Maria da Silveira, filha do capitão Lourenço Franco da Rocha, nasceu em 1807, e casou-se em Atibaia em 1822 com Joaquim Pires de Camargo (cap. 3º do título Pires de Camargo), filho de João Pires Pimentel (tronco do título Pires de Camargo deste trabalho), e de Maria Antonia Franco; neto paterno de João Pires Pimentel e de Ana de Godoi; neto materno de Joaquim Bueno de Azevedo e de Messias Ferreira de Camargo, todos de Atibaia (SL 1/401) Joaquim Pires faleceu muito moço em sua propriedade agrícola no bairro do Campo Largo (hoje Jarinu); Rita Maria passou a residir mais tarde com alguns de seus filhos que se mudaram para a nova povoação de Pirassununga, onde se casou segunda vez com Manoel Teodoro de Andrade, natural de Campinas. Faleceu Rita Maria naquela cidade em 1882; teve, do 1° casamento:

2.1. José Pires da Silveira n. em Atibaia em 1824, casou-se Limeira com sua prima Maria Rita Ferraz, fª de João Francisco da Silveira e de Rita Ferraz de Campos; n.p do alferes Joaquim Franco de Camargo e 1a mulher Maria Rosa de Oliveira; neta materna dos ituanos Manoel Ferraz de Campos e de Ana Bueno de Camargo (SL 2/271); teve onze filhos:

3.1. Maria Cândida da Silveira, c.c Manoel de Oliveira; sem desc.

3.2. Francisco Franco de Camargo, c.c Carolina Vieira; teve:

4.1. Antônio Franco

4.2. Benedita

4.3. Sebastiana

4.4. Eva

4.5. Julia

3.3. Joaquim de Camargo Silveira, faleceu solteiro.

3.4. João Pires, residente em Guariba; c.c sua prima Maria Lopes; Teve:

4.1. José

4.2. Benedito

4.3. Maria

4.4. Ana

4.5. Benedita

4.6. Margarida e

4.7. Cândida

3.5. Antônio Ferraz da Silveira Franco, c.c Erigida Rosa, filha de Jacinto Erigida; teve:

4.1. Benedito Ferraz da Silveira, c.c Fortunata Gaspari.

4.2. Durvalino Ferraz da Silveira, foi industrial em Limeira, c.c Georgina Rodrigues; teve:

5.1. Francisco de Assis Silveira

5.2. Dercy e

5.3. Jadir

4.3. Sebastiana, c.c Sebastião Pereira; teve:

5.1. Lázara, c.c Otávio da Silva.

5.2. José Pereira

5.3. Idílio Pereira

3.6. Ana, faleceu solteira.

3.7. José da Silveira Franco, casado, 1° em Limeira com Benedita de Camargo e 2.a vez em Pirassununga com Benedita Rocha; teve do primeiro casamento:

4.1. Benedito da Silveira Franco, c.c Lídia Campioti; sem desc.

4.2. Maria Franco, c.c Juvenal Dias; foram residentes em Araçatuba; tiveram:

5.1. Nicastro

5.2. Licurgo

5.3. Acácia

5.4. Dalceu,

5.5. Lázara e

5.6. Izolete, do segundo casamento:

4.3. Jorge da Silveira Franco casado, foi industrial em Pirassununga.

3.8. Rita da Silveira Franco, c.c seu parente João da Silveira César e segunda vez com Cândido Alves Franco; teve do primeiro casamento:

4.1. José da Silveira

4.2. João da Silveira, c.c Rosa de Castro.

4.3. Benedito da Silveira

4.4. Vicente da Silveira

4.5. Sebastião da Silveira

4.6. Izabel, c.c João de Camargo.

4.7. Margarida, c.c Frederico Mantz.

4.8. Romana, c.c Antônio Francisco. Do segundo casamento:

4.9. Antônio Alves

3.9. Benedita da Silveira Franco, c.c seu parente Manoel da Silveira César, filho de José César da Silveira; teve:

4.1. Sebastião da Silveira Franco, casado em Limeira c. Sebastiana Neves; teve:

5.1. Maria José Silveira e

5.2. João Batista

4.2. Lázara da Silveira Franco, falecida em 1933, c.c Fiores Jardim; Teve:

5.1. Rinaldo Jardim

3.10. Bento da Silveira Franco, c.c Eva Alves; teve:

4.1. José da Silveira Franco, c.c Joaquina.

4.2. João

4.3. Maria, c.c Salustiano; foram residem em Monte-Mor.

4.4. Lázara, c.c Cândido Pelegrino.

4.5. Antonia, c.c Joaquim Maduro.

4.6. Rita, casada em Monte-Mor/SP.

3.11. Cândida da Silveira Franco, c. em Limeira com Francisco César; teve:

4.1. Antônio da Silveira Franco, c.c Orminda Cunha.

4.2. Sebastiana, c.c Miguel Portiniola.

4.3. Maria, c.c Sebastião Miranda.

4.4. Ana, c.c Sebastião Rodrigues.

2.2. João Franco de Camargo n. em 1826, casou-se em Campo Largo aos 21.NOV.1843 com sua prima Josefa Pires de Camargo, fª de Francisco Pires de Camargo e de Maria Jacinta da Silveira, (ver cap. 3° do título Pires de Carmargo) e n.m. de Joaquim Bueno de Azevedo e Messias Ferreira de Camargo; teve:

3.1. João Franco de Camargo, casado em Pirassununga com sua prima Rita de Araújo Cintra (v. adiante); teve:

4.1. Valdomiro Cintra de Camargo, casado em Pirassununga aos 19.MAIO.1917 com sua prima Maria das Dores Franco (v. adiante); teve uma filha:

5.1. Maria de Lourdes Franco de Camargo, casada.

3.2. Escolástica Franco da Conceição, casada em Itatiba com seu primo José da Silveira Franco Crispim; teve um filho:

4.1. Benedito da Silveira Franco Crispim, importante fazendeiro e capitalista em Itatiba, onde foi influente chefe político; c.c suaprima Francisca Pires de Camargo, f. em 1939 (vertítulo Pires de Camargo); filhos:

5.1. João Batista Crispim, já falecido; foi fazendeiro em Itatiba e ai se c.c Maria de Godoi; teve três filhos:

6.1. Benedito

6.2. José e

6.3. Sebastião

5.2. José Crispim, farmacêutico formado em 1915, casou-se em São Paulo com Maria Inês Macedo; teve:

6.1. Paulo

5.3. Sebastião Crispim, falecido com 45 anos, em dezembro de 1944.

5.4. Erasmo Crispim, destacado político em Itatiba, tendo sido prefeito na vigência da interventoria Armando Sale; c.c Alzira Pupo; teve os filhos:

6.1. José, Maria

6.2. Cecilia, Francisco e

6.3. Maria Carolina

5.5. Joaquim Crispim, casado em Bragança com Carolina Leme.

5.6. Benedita c.c Emidio Elias de Godoi, fazendeiro em Itatiba; teve:

6.1. Maria

6.2. Gení

6.3. Laís e

6.4. Rubens

3.3. Rita Maria de Camargo, f. na condição de viúva aos 15.MAIO.1926, com 77 anos de idade, foi casada em Atibaia com Pedro Bueno de Oliveira, que adquiriu terras no bairro do Itapetinga[54] de Emília Bueno de Aguiar e seu marido cap. Cândido Galvão de França, terras essas herdadas do tenente Feliciano Bueno de Aguiar, pai de Emília. Informações indicam que viveu em Itatiba onde veio a falecer. Tiveramuma única filha:

4.1. Julia Bueno de Aguiar n. em 1880 e f. aos 23.JUL.1932 com 52 anos, foi c.c o alferes Paulo de Sales Cardoso, falecido aos 06.FEV.1939 com 68 anos de idade. Paulo de Sales Cardoso “Paulo Matias”foi proprietário de terras no bairro Itapetinga em Atibaia e político do entãopartido constitucionalista,era filho de Joana Maria de Jesus e de José Salles Cardoso, f. aos 19.FEV.1921, foi fazendeiro, este filho de Tomazia Maria de Jesus e de Francisco de Sales Cardoso, que pode ser considerado o tronco da família Salles de Atibaia. Tiveram:

5.1. Benedito Bueno de Sales “Dito Matias” nascido aos 19.MAR.1896 e falecido aos 14.FEV.1971, foi c.c Benedita de Campos Sales (ver 2.2., 1.8., N° 01, cap. 4° do título Oliveira Cesar). Dito Matias foi prestante cidadão no bairro Itapetinga, onde empresta seu nome a uma importante via pública. Teve:

6.1. Maria da Conceição Sales, falecida solteira aos 09.JAN.2000.

6.2. Marcino Bueno Sales, casou 1ª vez com Luzia Godoi Sales e 2ª vez com Conceição Sales. Teve um filho do 1°casamento e duas filhas do segundo, residente em Pinhalzinho/SP:

7.1. José Roberto Sales

6.3. José Nascimento Sales “Zico Matias” n. aos 17.JAN.1925 foi c.c Angelina Rosa Scarelli de Sales. Teve:

7.1. João Batista Sales n. aos 25.JUN.1947 c.c Marcia, sem filhos.

7.2. .Jaime de Sales, nascido aos 20.OUT.1951 c.c Silvia Regina Paes de Almeida Sales. Teve:

8.1. Tatiana de Sales n. 14.JAN.1977, comerciante.

8.2. Thiciano de Sales n. 18.JAN.1981, comerciante, c. c Lucimara Silva Soares.

7.3. Janio de Sales n. aos 22.MAR.1955, f. solteiro aos 13.JUL.1981.

7.4. Janice de Sales n. aos 29.OUT.1959, c.c Gelson Falcão Rodrigues de Oliveira. Teve:

8.1. Ian

8.2 Iuri

8.3. Erica

8.4. Igor

7.5. Júlio de Sales n. aos 28.FEV.1967 foi c.c Cristina de Almeida Ferreira.Teve:

8.1 Arthur

8.2. Bruno

7.6. Juvenal de Sales n. aos 29.NOV.1969, casado sem filhos.

6.4. Diva Sales, c.c Deodoro Nunes, falecido. Teve:

7.1. Edsonn. aos 07.JUL.1950, funcionário do SAAE, viúvo de Sônia Aparecida Rodrigues, falecida aos 23.DEZ.2003. Teve:

8.1. Alexandre, c.c Cristina Pignatari. Teve:

9.1. Jaqueline

9.2. Gabriel

8.2. Diego c.c Alexandra Pereira

8.3. Luciana, c.c Leandro Massoquele. Teve:

9.1. Leonardo

8.4. Roselaine n. aos 08.JUL.1981 c.c Cleber Farias Sleiman.

9.1. Matheus

8.5. Cristiane c.c Douglas Aparecido do Prado.

8.6. Bruno, n. aos 07.JUL.1991. Teve:

9.1. Giovana

8.7. Tiago, n. aos 13.JAN.1993, c. Katia G. de Souza. Teve:

9.1. Júlio n. aos 27.NOV.2011.

7.2. Edeval c.c. Tereza. Teve:

81. Vanesa

8.2. Rita de Cássia.

6.5. Miguel Sales, c.c Lázara, sem filhos.

6.6. Paulo Mathias Sales, f. aos 23.NOV.1992, foi c.c Genoefa Dorathioto. Teve duas filhas:

7.1. Sônia

7.2. Sueli ou Zilda.

5.2. Antonieta, c.c Sebastião de Campos (ver desc. em 2.1., 1.8., N° 01, cap. 8° do título Oliveira César).

5.3. Alípia Maria de Sales, c.c. Nazareno Tricoli, f. em 1982, da família Tricoli de Atibaia, descendentes de imigrantes italianos em Atibaia desde 1896. Tiveram um filho:

6.1. Paulo Tricoli c.c Maria José Zanoni, filha de Guilherme Zanoni[55], ex-prefeito de Jarinu/SP (ver 3.3., 2.2., 1.3., N° 07cap. 5° do título Alves do Amaral). Teve:

7.1. Rosangela Tricoli

5.4. Geraldina, c.c Bento Soares, lutou e foi vítima da revolução de 1932 (ver 5.5., 4.4., 3.3., 2.7., 1.1., N° 08, cap. 10° deste título); teve:

6.1. Geraldina

5.5 Sebastião de Sales Cardoso, c.c sua prima Benedita de Sales.

5.6. Rosalina, c.c José Maria da Cruz, teve q.d:

6.1. Ivone Cruz, professora cc.c João Mendes de Almeida. Teve:

7.1. Luciana c.c Daniel Sallum. Teve:

8.1. Gabriel

7.2. Fernanda c.c Paulo Fernando Gioso. Teve:

8.1. Clara

6.2. Oswaldo Cruz “Vadão”, já falecido, foi c.c Vera Lúcia, sem filhos.

6.3. Rubens Cruz, advogado c.c Maria Aparecida Tafuri. Teve:

7.1. Elisangela c.c Valter Cavalcante Araújo.

7.2. Fábio Tafuri Cruz

5.7 Brasilina de Sales Cardoso c.c João Soares de Godoi.

3.4. Maria Franco de Camargo, casada em Itatiba com seu parente Lourenço de Camargo; teve:

4.1. Aldino, faleceu solteiro.

4.2. Maria, c.c seu parente Albano Pires de Camargo; (ver título Pires de Camargo); teve:

5.1. Benedito, falecido.

5.2. Sebastião e

5.3. Lourenço

4.3. Deolinda, c.c Ovidio Ramalho, já falecido; teve:

5.1. Lázara, c.c. seu parente Benedito Pires de Camargo.

5.2. Benedita

3.6. Maria Lina de Camargo, c.c João de Lima, residem em Minas; teve uma filha:

4.1. Narcisa

2.3. Coronel Lourenco Franco da Silveira “Lourenço Franco oucel Lourenço Paes” n. em Atibaia aos 22.ABR.1828 e f. aos 03.JUN.1917. Transcrevemos a notícia publicada por ocasião do seu passamento, no “O Atibaiense” de 10.JUN.1917:

“Desapareceu dentre os vivos no dia 3 do andante, às 8 horas da manhã, o Cel. Lourenço Franco da Silveira, chefe de numerosa família e acatado cidadão do nosso meio social. O seu enterro realizou-se com os representantes de todas as classes sociais, e Irmandade do S. Sacramento, saindo o féretro de sua residência no Largo da Matriz para o Cemitério do Santíssimo. O venerando ancião Cel. Lourenço Pais como era geralmente conhecido, sucumbe aos 89 anos de idade. Era filho de Joaquim Pires de Camargo e de Rita Maria da Silveira, bisneto do 2° Capitão mor Francisco da Silveira Franco, e neto em 39 grau do 1º Capitão mor de Atibaia, Lucas de Siqueira Franco; seu avô João Pires Pimentel, é o tronco principal da numerosa e conceituada família Pires de Camargo, aqui estabelecida em parte. Casou-se em 04.SET.1855, com D. Maria Franco do Amaral, neta de Jacinto Alves do Amaral, tronco da importante família do mesmo nome que também entre nós conta inúmeros descendentes. No regime antigo, além de chefe do Partido Conservador, ocupou os cargos de Vereador, Delegado de Polícia, Suplente de Juiz Municipal e os de Presidente da Comissão de Agricultura, de Inspetor da Instrução Pública do novo Regime. Foi no tempo da sua vereança, ao lado dos saudosos Pedro Cunha, Belisário de Camargo, Pedro Leite e Dr. Olímpio da Paixão, que se iniciou em Atibaia uma série de melhoramentos que a encaminharam dia a dia ao seu estado florescente atual; nessa época procedeu-se pela primeira vê ao abaulamento das ruas, ao estabelecimento de sarjetas e à iluminação da cidade, que até então vivia às escuras, com lampiões de querozene. Nessa ocasião (1883) organizou-se o primeiro código de Posturas, cuja redação foi confiada ao Dr. Olímpio da Paixão. Proclamada a República, uniu-se aos partidários do novo regime, mas retirou-se logo da política devido às ingratidões dos seus chefes. Na vida particular todos sabem da honradez e probidade nunca desmentidas do cel. Lourenço, cuja longa existência é um exemplo vivo de trabalho, retidão e virtude. Católico de sentimentos elevados e convicções profundas, buscava sempre no seio da religião o conforto de que necessitava, tendo recebido antes de morrer, os últimos sacramentos. Caridoso, modesto e despido de vaidades humanas, recomendou muitas vezes de morrer, que entre outras cousas não queria coroas nem música no seu enterro; assim se fez. O cel. Lourenço deixa vivos a sua esposa D. Maria Franco do Amaral Silveira, viúva depois de 63 anos de casados, seis filhos, 32 netos e 9 bisnetos.Como era de esperar, o seu passamento foi geralmente sentido; o seu enterro teve numerosíssimo acompanhamento, e a sua família. viu-se rodeada de atenções por parte de todos.”

Coronel Lourenço Paes pode ser considerado o último chefe político do partido conservador em Atibaia, partido quase sempre oposicionista nas últimas décadas do Império em Atibaia e que na república passou a ser o partido democrático, depois constitucionalista e depois UDN. Foi proprietário da fazenda Caetetuba, por ele fundada no bairro de mesmo nome. Deve-se a ele a primeira máquina de beneficiamente de café em Atibaia.Casou-se aos 04.SET.1855 com Maria Franco do Amaral (ver 1.1., N° 05, cap. 5° do título Alves do Amaral), filha de José Joaquim Bueno (cap. 1° do título Bueno) e de Ana Paes (N° 05, cap. 5° do título Alves do Amaral). Deixou sete filhos:

3.1. Benedito Franco da Silveira, f.em S. Paulo aos 23.NOV.1927; foi negociante em Atibaia, mais tarde ingressou no funcionalismo federal, desempenhando por ocasião de sua morte o cargo de gerente da agência da caixa econômica do Braz; foi c.c sua prima Maria Soares (ver 2.2., 1.3., N° 05, cap. 5° do título Alves do Amaral); teve uma filha:

4.1. Horaida Silveira, professora, falecida em 1938; foi c.c Alcino Cabral; teve:

5.1. José Paulo da Silveira Cabral

5.2. Isidoro e

5.3. João

3.2. João Batista Franco “João Tetéia”, f. em S.Paulo em 1919 com 52 anos; fez política de oposição em Atibaia onde foi casado 1° com sua prima Ana Soares do Amaral (vertítulo Alves do Amaral), e 2ª vez em Pirassununga com sua prima Madalena de Araújo Cintra (v. adiante); teve 2 filhos primeiro casamento e 6 do segundo:

4.1. Lourenço Franco Neto, f. em S. Paulo em 1933; foi c.c Maria da Fé Cabral; sem desc.

4.2. Carlos Franco da Silveira, já falecido, advogado, foi residente no Rio de Janeiro, onde foi alto funcionário da prefeitura do Distrito Federal. Autor do hino de Atibaia. Do segundo casamento:

4.3. Otávio Franco da Silveira, falecido em São Paulo em 1927, c.c Maria Barbieri; teve:

5.1. Luiz Franco da Silveira, casado.

5.2. João Franco da Silveira, casado.

5.3. Angelina, casada.

4.4. Ana Rosa, faleceu solteira.

4.5. Olinto Franco da Silveira n. 24.DEZ.1901; advogado e jornalista. Em 1954 foi agraciado pelo Papa, com o titulo de Cavalheiro da Ordem de Santa Mercedes; o governo Francês agraciou-o com a Cruz de Cavalheiro da União Filantrópica — das Obras Francesas. Foi criador do Instituto Modelo de Menores, embrião da antiga Febem, hoje Fundação Casa. Casou-se aos 18.DEZ.1928 com Maria Giugni; teve dois filhos:

5.1. Paulo Franco da Silveira

5.2. Madalena n. aos 07.SET.1930, c.c seu primo Francisco Horácio Franco aos 22.JAN.1955. (ver adiante).

4.6. Maria de Lourdes n. aos 18.JUN.1904 e casada aos 14.JUL.1945 com Joaquim Moreira dos Santos.

4.7. Benedita Franco da Silveira

4.8. João Evangelista Franco; professor, estudou no Seminário Episcopal, não se ordenando; casou-se em São Paulo com Heloisa Carneiro Lima.

3.3. Major José Franco da Silveira “Juca Silveira”n. 1868. Exerceu a advocacia em Atibaia, onde foi fazendeiro, negociante e industrial; militou na política oposicionista pertencendo aopartido democrático) sob a chefia do seu tio,cel. Bento José do Amaral “Bento Paes”; mudou-se mais tarde para Rio Claro, onde advogou e foi tabelião do 2° ofício. Quando faleceu advogava no foro da capital. Casou-se em 1890 com parente Julia Tereza Pinto (ver 4.3, 3.5, 2.1, 1.2, N° 03 adiante), da família Cintra. Tiveram:

4.1. Waldomiro Franco da Silveira n. aos 15.SET.1891, cirurgião dentista formado em 1915; clinicou em Rio Claro onde foi também comerciante e industrial; fez parte da câmara tendo ocupado o cargo de vice-presidente e também o de vice-prefeito. Casou-se aos 05.JUN.1919 com Terezinha de Negreiros Rinaldi. Foi também genealogista e responsável por cerca de 80 a90% (oitenta a noventa por cento) das informações contidas neste título, no título Alves do Amaral, por ele somente Alves, no título Bueno e no título Pires, aqui como Pires de Camargo, que foram por mim expostos de outra forma e em pequena parte atualizados. Waldomiro Franco da Silveira empresta seu nome a biblioteca do museu João Batista Conti em Atibaia. É autor entre outros trabalhos genealógicos de “Notas Genealógicas, 1955 uma publicação do Instituto Genealógico Brasileiro” fonte principal de quatro dos títulos deste trabalho (título Siqueira Franco, título Alves do Amaral, título Pires de Camargo e título Bueno). Foi sócio e membro da diretoria do Instituto Heráldico Genealógico de São Paulo e Membro do Instituto Genealógico Brasileiro. Teve:

5.1. Miguel Rinaldi Franco da Silveira, engenheiro agrônomo formado em 1944; foi fazendeiro no Paraná; em junho de 1949 c. c. sua prima Maria Izabel de Almeida Prado, filha do cel. Eloi de Almeida Prado e de Maria de Lourdes de. Almeida Prado fazendeiros em Jaú (v. Descendentes do Ouvidor Lourenço de Almeida Prado de autoria do ilustre genealogista dr. Frederico Brotéro, pag. 89); teve os filhos:

6.1. Daniel Prado Franco da Silveira n. 23.FEV.1952.

6.2. Lucas Franco da Silveira n. 28.OUT.1953.

5.2. Maria Antonieta Rinaldi Silveira c. aos 16.JUN.1945 com Hélio Martins de Oliveira, formado pela Escola Politécnica em 1944; Hélio trabalhou no Instituto de Pesquisas Tecnológicas; foi assistente do dr. Cintra do Prado na Politécnica, fez parte da construtora Martins Engel. (O dr. Hélio é natural de Uberlândia, filho de Alberto Martins de Oliveira nat. de Mar de Espanha, e de Corina Paria Lobato; n. pat. de Luciano Martins de Oliveira e de Constança Augusta de Oliveira; n. mat. de Adolfo Faria Lobato nat. de Oliveiras, e de Ana Garcia Lobato, da conhecida família Faria Lobato do Sul de Minas). Teve duas filhas:

6.1. Maria Tereza Martins de Oliveira n. 12.ABR.1946.

6.2. Marina Lobato Martins de Oliveira n. 12.DEZ.1947.

4.2. Joviano Franco da Silveira n. em 1894 e f. aos 19.NOV.1917; cursou com brilho o Ginásio Arquidiocesano, ingressando em 1915 na Escola Politécnica; insidiosa moléstia o impediu de continuar os estudos nesse estabelecimento; transferiu-se para Atibaia, adquirindo então a folha local “O Atibaiense”, à qual deu nova orientação, exercendo o jornalismo com independência, honestidade e critério; polemista, literato e poeta, deixou inúmeros trabalhos literários, entre os quais a poesia escrita pouco antes de morrer, e que figura na lápide do seu túmulo. Casou-se em 1916 com sua prima Matilde Soares (ver 3.1., 2.5., 1.5., Nº 05, cap. 5º do título Alve do Amaral); não deixou descendência e empresta seu nome as três unidades da biblioteca municipal de Atibaia.

4.3. Maria Aparecida Franco da Silveira “ Nena” faleceu solteira aos 12.JUN.1936.

3.4. Rita, c.c seu primo major Francisco Rodrigues Soares, n. em 1869 e f.aos 06.DEZ.1930 (ver 2.1., 1.5., Nº 05, cap. 5º do título Alves do Amaral).

3.5. Francisca, f. em 1908; foi c.c seu primo Bento José Soares Neto (ver 2.1., 1.3., Nº 05, cap. 5º do títuloAlves do Amaral).

3.6. Joaquim Franco da Silveira, falecido em São Paulo em 1935 com 62 anos; foi casado em 1894 com Domingas Modanesi; sem desc.

3.7. Jacinto Franco da Silveira, proprietário e comerciante em São Paulo, casado em Atibaia com Maria Antonia Laureano; teve:

4.1. Maria Antonieta, c.c Sebastião Prado, teve dois filhos:

5.1. José e

5.2. Francisco

4.2. Sebastião Franco da Silveira, falecido em 1927; foi c.c Iara Teixeira; teve uma filha:

5.1. Maria de Lourdes

4.3. Benedito da Silveira Franco, ex-serventuário do cartório de paz de Pirassununga; aí se casou com Maria Silveira; tem dois filhos. Foi titular do 2° cartório da assistência judiciária de S. Paulo.

4.4. Maria José, c.c Umberto Tomasi, funcionário público estadual; teve 3 filhos.

4.5. Maria Otilia, c.c Luiz Maragliano Júnior, médico do S. Sanitário, brilhante jornalista e conhecido homem de letras, autor de diversas obras literárias; sem desc.

4.6. Maria de Lourdes, professora, casada.

4.7. Jacinto Laureano da Silveira, c. em 1939 com Maria da Conceição de Luca.

2.4. Ana Clara da Silveira, nascida em 1829 em Atibaia, foi casada em Pirassununga com seu tio Jacinto Franco da Silveira (v. adiante) e 2a vez c.c Manoel Vieira das Neves; teve do 1° casamento:

3.1. Maria Jacinta da Silveira, c.c seu tio Manoel Franco da Silveira (v. adiante); teve:

4.1. Ana Franco, c.c Salatiel Ferreira de Castilho;teve:

5.1. Joviano de Castilho, ex oficial do cartório de registro cívil e pessoas naturais de Atibaia c.c Suzana Tavares; teve:

6.1. Joviniano casado teve:

7.1. Emanoel Maurício Castilho, advogado.

7.2. Suzana

7.3. Gerusa

6.2. Cid

6.3. Paulo

6.4. Celso

6.5. Saulo

6.6. Rubens

6.7. Carlos

6.8. Silas e

6.9. Maria Suzana

6.10. Emanuel Maurício de Castilho c.c Maria Inês Brandão Leo.

5.2. Francisca, c.c seu primo José de Castilho; teve:

6.1. Ubá e

6.2. José Pedro

5.3. Ló Adelina, c.c Urbano Sales; teve:

6.1. Ébe e

6.2. Teresinha

5.4. Júlio Castilho, c.c Ébe Maria Lopes; teve:

6.1. Maria

6.2. Olga e

6.3. Edison

5.5. Olga, c.c o capitão do exército Luiz Ostorge de Siqueira Castilho; teve:

6.1. Maria Aparecida e

6.2. Osíris

5.6. Maria Aparecida Castilho

5.7. Nelson Castilho. Do segundo casamento de Ana Clara 2.4 (retro):

3.2. Francisca da Silveira, c.c seu tio Sebastião Vieira das Neves; teve duas filhas:

4.1. Sebastiana, c.c Laurindo Moreira de Godoi; teve:

5.1. Benedita, c.c José da Silva Souza.

4.2. Maria, c.c José Fernandes de Lima; residem em Vera-Cruz; teve:

5.1. Claudionor, c.c Mercedes Silva;

6.1. Diniz

6.2. José

6.3. Jandira e

6.4. Marta

3.3. Clara da Silveira, c.c seu primo Jacinto Franco da Silveira; sem desc.

3.4. Benedito Franco das Neves, c.c sua prima Carolina Leite de Almeida (v. adiante); teve:

4.1. João Franco das Neves, foi c.c Clarice Alvarenga Machado; teve:

5.1. Dolores

5.2. Matilde

5.3. Fernando e

5.4. Maria Sebastiana

4.2. Matilde, c.c Francisco de Assis Fernandes; teve:

5.1. Paulou

5.2. Rubens e

5.3. Francisco de Assis.

4.3. Ana, c.c Paulo Martins de Almeida; teve:

5.1. Ana Maria

4.4. Maria das Dores, c.c Geraldo Lisboa.

2.5. Coronel Antônio Franco da Silveira n. em Atibaia em 1831, falecido em 1913 em Pirassununga, onde foi fazendeiro e político; casou-se com Francisca Barbosa, falecida em 1938; teve os filhos:

3.1 Sátiro Franco da Silveira, funcionário da justiça federal em São Paulo, casado primeiro em 1912 com Hermínia do Vale, e segunda vez em São Paulo com Cândida Jerse; teve somente do primeiro casamento a filha única:

4.1. Mariana Franco da Silveira.

3.2. Rita, falecida em 1944, c.c o professor Erasmo Meireles; teve:

4.1. Elisa

4.2. Antônio e

4.3. Jacira

3.3. Carlos Franco da Silveira, fazendeiro em Pirassununga,onde se c.c Albertina Janer; teve:

4.1. Carlos Franco da Silveira Júnior

4.2. Almiro Franco da Silveira

4.3. Neide

4.4. Dalva

4.5. Darci e

4.6. Neusa, casada em maio de 1943 com Naim Diniz Nasser.

3.4. Laura, c.c Luiz Cruz; teve:

4.1. Wilma

4.2. Odila, c.c João Silveira; teve1 filha:

5.1. Ana Maria

2.6. Manoel Franco da Silveira, nascido em Atibaia em 1833, foi casado em Pirassununga com sua sobrinha Maria Jacinta; (v.desc. retro).

2.7. Coronel Francisco da Silveira Franco “Cel. Chico Franco” n. em Atibaia em 1834; mudou-se para Pirassununga onde se casou; foi fazendeiro e político de grande influência, tendo sido vereador à primeira câmara daquela cidade em 1865, filiado ao partido conservador; por ocasião da proclamação da República aceitou logo a nova forma de governo, continuando assim a prestar o seu valioso concurso à sua terra adotiva; mais tarde passou a direção política ao seu filho cel. Manoel Franco da Silveira, dedicando-se exclusivamente à vida agrícola em sua fazenda; entre as obras de vulto levadas, a efeito pelo cel. Chico Franco, destacam-se o abastecimento de água, a construção da Santa Casa, a instalação da iluminação elétrica, e muitos outros melhoramento que tornaram Pirassununga uma das boas cidades do Estado. Faleceu em junho de 1910, cercado de estima e respeito de todos os pirassununguenses; foi casado duas vezes: a 1ª em 1858 com Maria de Almeida Abreu; e a 2ª vez com Tereza Minato: teve 9 filhos do primeiro casamento e três do segundo:

3.1. Rita Franco da Silveira f. em 1927; foi c.c Manoel Jacinto Vieira de Morais (SL 6/343) n. em Santo Amaro aos 11.SET.1852, f. em SãoPauloaos 13.JUL.1935, contudo residia em Pirassununga onde chegou aos 14.DEZ.1876. Fez os estudos de humanidades no Seminário de São Paulo; bacharelou-se em direito em 1876, tendo sido imediatamente nomeado promotor público da comarca de Descalvado, cuja sede era Pirassununga. Deixando o ministério público, abriu banca de advogado na citada cidade, onde foi grande defensor da causa da abolição. Foi chefe do partido conservador; Proclamada a República, foi nomeado pelo governo provisório intendente municipal, e eleito presidente do respectivo conselho., depois primeiro prefeito desta cidade, e a seguir, deixando esse cargo, membro do conselho consultivo municipal e seu presidente; foi vereador e presidente da câmara. Eleito senador estadual, foi escolhido para ocupar o cargo de 2°secretário. No quatriênio do governo Prudente de Moraes, foi eleito deputado federal, tendo papel saliente na política federal e na câmara federal; retirou-se em 1902 da política, dedicando-se então à advocacia. Pirassununga deve ao dr. Moraes, entre outros benefícios, a iluminação elétrica, a rede de água e esgotos, sendo esta cidade uma das primeiras do Estado a ter esse melhoramento. Filhos:

4.1. Manoel Jacinto Vieira de Morais Filho, advogado, formado em 1905; casou-se em 1908 com Balbina Rocha; faleceu em 1918,deixando os filhos:

5.1. Carlos Vieira de Morais, médico formado em 1935, autor de vários trabalhos científicos especializados; casou-se com Frigia Frizi; faleceu aos 10.SET.1940. Filhos:

5.1. Carlos Augusto

5.2. Antônio Carlos.

5.3. Mariana, c.c Rafael de Barros Monteiro, juiz de direito da capital.

4.2. Rodrigo Vieira de Morais, farmacêutico, fazendeiro em Araraquara casado aos 29.SET.1909 com Tereza Miranda Rola; teve:

5.1. Rodrigo Vieira de Morais Filho, engenheiro civil formado pela universidade do Paraná; casado em 1943 com Maria Florentina Rodrigues de Paula, natural de Curitiba.

5.2. Ester Vieira de Morais, professora.

5.3. Lúcia, casada em 1936 com Alfredo Giglio; teve uma filha:

6.1. Maria Lúcia

5.4. José Manoel Vieira de Morais, formado em direito; foi promotor de Itaporanga, juiz de direito de Xiririca e São Pedro; casou-se em São Paulo com Mary Rebelo; teve um filho:

6.1. Egberto, nascido a 13.MAR.1943.

5.5. Terezinha, professora.

5.6. Manoel José Vieira de Morais, advogado.

5.7. Olga, professora.

4.3. Francisco Vieira de Morais, médico, foi c.c sua prima Helena de Morais Barros. 5.1. Francisco Vieira de Morais Barros, foi juiz em Tatuí.

5.2. Elisa de Morais Barros

4.4. Artur Vieira de Morais, farmaceutico, falecido aos 20.MAIO.1916; casado em 1912 com sua prima Leonor Franco de Andrade (v. adiante); teve:

5.1. Artur Vieira de Morais, foi advogado residente Pirassununga; casado em 1937 com Semiramis Leite do Amaral.

5.2. Leonor, professora, c.c Luiz Azevedo Fiusa; teve uma filha.

4.5. João Manoel Vieira de Morais, formado em direito em 1913, advogou em Pirassununga onde foi político, e presidente da câmara em diversas legislaturas; foi presidente do banco agrícola daquela cidade; casado em 1914 com sua prima Francisca Cintra Franco (v. adiante); teve os filhos:

5.1. Ivone

5.2. Ana Rita e

5.3. Afrânio

4.6. Izaura, professora, casada em 1911 com Inácio Ungaretti, negociante em Pirassununga e mais tarde estabelecido como atacadistaem São Paulo; ambos falecidos; filhos:

5.1. Gladis, c.c Rafael Mauro; teve:

6.1. Maria Alice e

6.2. Maria Lúcia

5.2. Inácio Ungaretti Júnior, farmaceutico, c. c.Edina de Andrade.

5.3. Mary, c. em 1940 com Adolfo Lindenberg Mendes da Rocha.

5.4. Carlos Alberto Ungaretti c. c. Drina Coelho.

5.5. Maria das Dores, c. c. Eladio Peres Gonzales.

5.6. Terezinha

4.7. Rita, profª, c. em 1916 com Sebastião Arantes, médico, teve:

5.1. Maria de Lourdes Arantes, c.cJ. Policiano Leite.

5.2. Carlos Carlos Raul Arantes, médico e

5.3. Terezinha Arantes, c. c. Rubens Ferraz.

4.8. Maria, professora, c.c José Lourenço, já falecido; teve:

5.1. Esteia, casada em 1940 com seu parente Caruzo Neto, poeta e jornalista, ex-lente da escola normal de Pirassununga, foi alto funcionário da secretaria da educação.

5.2. Noemia de Morais Lourenço

5.3. Antônio de Morais Lourenço.

4.9. Silvia, professora, c.c Raul Spinola Dias; teve:

5.1. Maria Silvia e

5.2. Maria Rita.

4.10. Benjamin Vieira de Morais, foi médico, casou-se em 1935 com Maria Lopes; teve:

5.1. José Roberto e

5.2. José Carlos.

3.2. Coronel Manoel Franco da Silveira n. aos 02.MAIO.1865 em Pirassununga onde faleceu em outubro de 1912; foi político de grande influência, tendo dirigido com inteligência e probidade os negócios públicos de sua terra natal. Transcrevemos abaixo o necrológio no “Jornal do Comércio” de 07.OUT.1912:

“[…] Exemplo de caráter, de civismo, de trabalho persistente, de iniciativa feliz, de esforço desinteressado, deixa ele um padrão de que bem se podem orgulhar não só os seus conterrâneos, como também todos os paulistas. Republicano histórico, seu espírito egualitario o tornou desde muito cedo, conhecido e respeitado em Pirassununga embora não se dedicasse à vida pública, pois que encaminhara a sua atividade para a agricultura […] em 1889 os seus amigos o foram buscar no retraimento em que vivia, e o impuseram ao sufrágio […] nas eleições de 7 de Janeiro de 1902 ele era posto […] presidente e intendente da Câmara Municipal. O que foi a sua administração, diz-se em duas palavras: foi reeleito. A cidade rejuvenecia sob a sua administração; as finanças desorganizadas, desfalcadas e desequilibradas normalizavam-se sob a sua acertada gestão, os melhoramentos na cidade apareciam dia a dia, e a sua tenacidade e vontade de ferro, levava até o fim todas as obras iniciadas. […] Aos seus esforços deve Pirassununga: a Santa Casa, o ajardinamento da cidade, a restauração da Matriz, e ainda a criação da Escola Normal. Abriu pois um sensível claro o desaparecimento do Cel. Manoel Franco da Silveira e é justo e explicável o sentimento a que nos associamos, que lavra na população de Pirassununga, que nele teve um dos mais desinteressados e valiosos benfeitores”. Foi c.c Rita Augusta de Melo, natural de Piracibaca, n. em 1866 e f. em 1944. Tiveram:

4.1. Pedro Franco da Silveira, coletor estadual de Pirassununga, c.c Maria Madalena da Conceição; teve:

5.1. Maria Esteia e

5.2. Marilda

4.2. Odilon Franco da Silveira, farmacêutico.

4.3. Maria José.

4.4. Alzira

4.5. Amador Franco da Silveira; farmaceutico, foi prefeito de Pirassununga e também gerente da caixa econômica local.

4.6. Ondina, c.c Adolfo Vasconcelos; teve:

5.1. Manoel Adolfo

3.3. Francisco da Silveira Franco, falecido em dezembro de 1896, com 28 anos, foi casado aos 23.MAIO.1892 com sua prima Ana Cintra (v. adiante); teve:

4.1. Francisca Cintra, casada em 1918 com seu primo João Vieira de Morais (ver desc.adiante).

4.2. Maria Sebastiana, c.c Irineu Almeida; teve:

5.1. Irineu

5.2. Sérgio

5.3. Flávio Henrique

5.4. Maria Angélica

4.3. Francisco Cintra de Lara Franco, formado em direito, foi escrivão de paz do distrito da Lapa; faleceu em junho de 1940; foi c.c Colimeria Pereira da Silva; sem desc.

3.4. Maria das Dores, c.c seu tio cel. Cristiano Franco de Andrade.

3.5. Maria, c.c Francisco Biliene em julho de 1911; teve:

4.1. Marta

4.2. Jurema, casado em junho de 1935 com Antônio Aguiar Souza; teve:

5.1. Antônio, nascido aos 23.MAR.1936 e

5.2. Carlos, nascido aos 05.FEV.1941.

4.3. Antônio

3.6. Ana, casada aos 07.OUT.1914 com Sérgio Bitencourt Silva, falecido em julho de 1944; teve:

4.1. Sérgio Bitencourt Franco, c. em 1939 com Marilia Figueiredo Simões.

4.2. Maria José Franco Bitencourt, professora, casada 1ª vez aos 15.JUN.1940 com Sebastião Cruvinel e 2ª vez em 1955 c.c. seu primo José (ver adiante).

3.7. Lucinda, religiosa sob o nome de Maria Virgínia, residiu em Jaú/SP.

3.8. Jaime da Silveira Franco; faleceu solteiro em 1905.

3.9. Clara da Silveira Franco, c.c Franklin de Oliveira; teve:

4.1. Franklin Franco de Oliveira, c.c Maria de Almeida.

4.2. Francisco Franco de Oliveira, c.c Elisa de Almeida.

3.10. Maria das Dores, casada. em 1917 com seu primo Waldomiro Cintra de Camargo (ver descendência retro).

3.11. Eliza Franco, professora, casada aos 01.FEV.1923 com Andrelino Vaz de Arruda; teve:

4.1. Maria Tereza e

4.2. Francisca Celina

3.12. Sebastião da Silveira Franco, casado em junho de 1925 com Nair de Paula; teve um filho:

4.1. Francisco Horacio Franco n. 1926 e c. 1955 c. s. Prima Madalena Silveira (v. retro).

2.8. Miguel da Silveira Franco n. em 1835, foi c.cPursina das Neves; não deixou descendência.

2.9. Capitão Fortunato de Araújo Cintra; foi casado em Atibaia com Ana Rosa do Amaral, fª de Zeferino Alves do Amaral e de Maria da Conceição (ver1.2., N° 01, cap. 5° do título Alves do Amaral); teve, naturais de Pirassununga:

3.1. Rita de Araújo Cintra, c.c seu primo João Franco de Camargo (v. retro).

3.2. Antonia da Conceição, c.c Albino Francisco da Silva, f. aos 19.MAR.1944 em São Paulo, com 79 anos; teve:

4.1. Sebastião

4.2. Ana

4.3. José c. c. sua prima Maria José Franco.

3.3. Madalena de Araújo Cintra, c.c seu primo João Batista Franco (v. retro) .

3.4. Josefa de Araújo Cintra, c.c João Domingues; teve:

4.1. Sebastião Domingues, jornalista e político em Pirassununga; foi deputado classista na câmara federal, no governo Getulio Vargas, como representante da lavoura de S.Paulo. Casado 1° vez aos 01.MAIO.1920 c Denoema de Souza Campos, f. em 1936; e 2ª vez em março de 1937 c Mirtes Lindolm de Oliveira; teve do 1° casamento:

5.1. Maria Aparecida e

5.2. Mauro. Do segundo casamento:

5.3. Antônio de Pádua

4.2. Alcides Domingues, c.c Ester de Muro.

2.10. Coronel Cristiano Franco de Andrade; último filho de Rita Maria da Silveira e segundo marido; foi fazendeiro e político oposicionista em Pirassununga; casou-se em julho de 1883 com sua sobrinha Maria das Dores, falecida em 18.SET.1933 com 67 anos de idade (v. retro); Faleceu em S. Paulo com 86 anos em novembro de 1941; teve:

3.1. Manoel Teodoro de Andrade.

3.2. Leonor, professora, c. em 26.AGO.1911 c seu primo Artur Vieira de Morais (v. retro).

3.3. Benedita, professora; faleceu solteira em Campinas.

3.4. Teodoro Franco de Andrade.

1.5. Helena Franco, batizada em Atibaia em 1796, aí se casou em 1809, com o professor de gramática latina, Inácio Ubaldino de Abreu, nascido em Parnaiba em 1782, e que se fixara em Atibaia; além de professor, Inácio Ubaldino foi também agente do correio, e em 1828 fez parte da câmara; logo depois de seu casamento residiu em Parnaiba, voltando para Atibaia em 1816; em 1830, mais ou menos, o casal mudou-se para Limeira, onde já estavam localizados grande número de atibaianos seus parentes; em 1842, Inácio Ubaldino era eleitor do colégio eleitoral de Limeira, conjuntamente com seus primos e concunhados alferes Joaquim Franco, Inácio de Loiola Cintra, João Franco de Camargo e outros; no recenseamento do ano de 1824, de Atibaia, figuram os seguintes filhos deste casal, naturais de Parnaíba: José com 15 anos, Antônio, com 14 anos; Emilia com 12 anos; e Verônica, com 11 anos; esta descendência não consta da Genealogia de Silva Leme, excetuando Antônio; talvez tenham falecido solteiros; pelo inventário deixou o casal os sete filhos:

2.1. Martinho Franco de Abreu, nascido em Atibaia e falecido em Araras em 10.SET.1896 (Inv. no 2.° Tab. de Araras). Foi casado em Limeira com sua prima Rita Maria, filha do (v. adiante ) no ano de 1870; tiveram a filha única:

3.1. Maria Helena, falecida em 1897; foi c.c Mateus Ferreira de Camargo, fazendeiro em Mogi-Mirim; teve:

4.1. José n. em 1890.

4.2. Mário n. em 1892.

4.3. Rita n. em 1894.

2.2. Juliana Franco de Abreu,nascida em Atibaia em 1824, casou-se em Limeira com seu primo Miguel da Silveira Franco; ver descendência retro.

2.3. Francisco Amancio de Abreu, falecido em Araras aos 12.JUN.1894; foi professor de primeiras letras; casou-se em 1867 com sua prima Rita Franco, filha de Lourenço Franco da Silveira “Lourencinho” (v. adiante) viveu em Itatiba e faleceu em avançada idade gozando de relativa lucidez. Deste casal descendem, todos naturais de Araras:

3.1. Edgard Franco de Abreu, casado, primeiro com Rafaela Marcicano, e 2ª vez com Maria Jacoveti; teve, do primeiro casamento:

4.1. Ema de Abreu, c.c seu primo Antônio Jacoveti; teve:

5.1. José

5.2. Ernesto

5.3. Miguel e

5.4. Adhemar. Do segundo casamento:

5.5. Regina Helena e

5.6. Jaime Abreu.

3.2. João Amancio de Abreu, falecido em Rio Claro; foi c. em Araras com Francisca Leite; teve:

4.1. Rita, c.c Atílio Stancati.

4.2. Sebastião Abreu, c.c Amélia de Luca; teve:

5.1. Sebastião e

5.2. Maria

4.3. Francisco de Abreu

3.3. Maria Helena; faleceu solteira, em Araras.

3.4. Ana de Abreu, falecida em Itatiba aos 14.MAIO.1942; foi casada, primeiro com Francisco Garcia Simões, e 2.a vez em 1912 com Manoel Rodrigues, teve, do primeiro casamento:

4.1. José Garcia Simões, c.c Maria Simões; teve um filho:

5.1. Sidney. Do segundo casamento:

4.2. Paulo Abreu, importante industrial com fábricas de tecidos em Itatiba e São Paulo e político. Fazendo um parêntese na sua vida dinâmica de industrial, filiou-se ao PTB. conquistando por significativa votação uma cadeira na câmara federal dos deputados, cujo mandato se findou em 1954. Também foi eleito senador federal suplente com grande votação. Casou-se em 1933 com Maria de Lourdes Sardinha; tem dois filhos:

5.1. Paulo Abreu Júnior e

5.2. Henri Abreu

3.5. Maria do Carmo, casada em junho de 1906 com Agenor de Godoi; residem em Itatiba; teve:

4.1. Lair de Godoi, c.c Pérsia de Camargo Pupo; teve dois filhos:

5.1. Tales e

5.2. Ana Rosa

4.2. Nair de Godoi, c.c Armando Nakayama.

4.3. Gê de Godoi, c.c Irma Rubo; teve um filho:

5.1. Carlos.

4.4. Francisco de Godoi Neto

4.5. Alvimar e

4.6. Maria José

2.4. Maria Franco de Abreu, com 4 anos em 1824, nasceu em Atibaia e faleceu solteira, em Araras.

2.5. Beatriz Franco de Abreu, nascida em Atibaia, foi casada em; Araras com Pedro Bueno de Godoi; teve:

3.1. Rita, c.c Antônio da Silva; teve:

4.1. João Leite da Silva, c.c sua prima Beatriz dos Santos Abreu (v. adiante).

3.2. Carlos, c.c Maria; residem em São Carlos; com desc.

3.3. João Leite de Abreu, casado, 1° com sua prima Matilde Cândida de Almeida (v. adiante), e segunda vez com Maria Claro Cunha; teve do primeiro casamento:

4.1. Carolina Leite, c.c seu primo Benedito Franco das Neves (v. retro).

4.2. Francisca Leite, c.c Narciso José de Abreu; teve um filho:

5.1. Pedro

4.3. Benedita Leite, c.c seu primo Cândido Leite (v adiante); teve:

5.1. Maria

5.2. Matilde

5.3. João Francisca e

5.4. Aparecida. Do segundo casamento:

4.4. Pedro Leite de Abreu, casado 1° com Maria Vitória Negrão e 2ª vez com Esteia de Paula; teve, só do 1.° casamento:

5.1. Jair

5.2. Zilda e

5.3. Ismael

4.5. Egidia, c.c Sebastião Arruda Nascimento; teve:

5.1. Catarina

5.2. João e

5.3. Antônio

3.4. Vitalina de Abreu, c.c José Antônio dos Santos; teve:

4.1. Beatriz, c.c seu primo João Leite da Silva (v. retro); teve:

5.1. Benedito

5.2. José e

5.3. Eufrosina

4.2. Hilária, casada 1° com Francisco Schneider e 2ª vez com Hermenegildo Alves; teve, do 1° casamento:

5.1. Lisa Idalina e

5.2. Antônio. Do segundo casamento

5.3. Moisés e

5.4. Davi

4.3. João dos Santos Abreu, c.c Maria Calores; teve:

5.1. Eugênio

5.2. Ondina

5.3. Maria

5.4. Artur e

5.5. José

4.4. Antônio dos Santos Abreu, c.c Maria Donato; teve:

5.1. José

5.2. Maria e

5.3. Olga

4.5. Clara, c.c Ricardo Lucato; teve:

5.1. lolanda

5.2. Vilma

5.3. Irene

5.4. Idalina

5.5. Enedina

5.6. Natalina

5.7. José

5.8. Otilia e

5.9. Nair

2.6. Antônio Manoel de Abreu,n. em Atibaia em 1810, casou em Limeira, 1ª vez com sua prima Francisca Franco (v. retro) e 2.a vez na mesma cidade com Maria Barbosa; do 1°, 9 filhos, e do segundo os 3 últimos filhos:

3.1. Joaquim Basilio de Abreu, com 22 anos em 1862, c.c Ana Cândida de Abreu; teve um filho:

4.1. Antônio

3.2. Antônio Crispim de Abreu, com 23 anos em 1862, foi fazendeiro, político e vereador em Araras em 1873; casou-se com sua prima Ana Miquelina, filha do barão de Arari (v. retro); teve:

4.1. Raul Lacerda Abreu, cirurgião dentista, c.c Diva Tavares, de família paranaense; teve:

5.1. Aríete, c.c Alfredo Marcondes Machado.

5.2. Raul de Lacerda Abreu Júnior

5.3. Ivete e

5.4. Arion

4.2. José de Lacerda Abreu, c.c Bela Rosa de Moura Albuquerque, de família nortista; teve:

5.1. Odete

5.2. Ornar

5.3. Antônio de Moura Abreu, c.em São Paulo c Diva Fligarí; teve:

6.1. Luiz Carlos

5.4. José de Lacerda Abreu Filho, c.c Rosa Vita; teve:

6.1. Calos

6.2. Celso

6.3. Getulio e

6.4. Paulo

5.5. Olavo de Moura Abreu, c.c Laura do Nascimento, teve:

6.1. Armando

5.6. Oswaldo Moura Abreu, engenheiro civil, c.c sua prima Elza Caiubí (v. retro).

5.7. Eugenia, c.c Paulo Donner.

5.8. Oscar Moura Abreu, médico; faleceu solteiro.

4.3. Juvenal de Lacerda Abreu, c.c Maria Brandão, residente no Rio de Janeiro; teve:

5.1. Juvenal Abreu

5.2. Elsa, c.c seu primo Ipólito de Abreu (v. adiante); residiram no Rio de Janeiro; teve três filhos:

6.1. Norma

6.2. Caio e

6.3. Carmen

5.3. Raul

5.4. Fernando Lacerda Abreu, casado em junho de 1943 com Jeanete Red Costa; residiram no Rio de Janeiro.

5.5. Silvio

5.6. Paulo Lacerda Abreu

4.4. João Clodomiro de Lacerda Abreu, c. c. Luiza Lopes:

5.1. João Clodomiro, engenheiro, c.c Noemia Browne; filhos:

6.1. João Clodomiro e

6.2. Roberto

5.2. Lúcia, c.c Luiz Gonzaga Mendes de Almeida, advogado; teve:

6.1. Maria Lúcia e

6.2. Luiz

5.3. João Lopes de Abreu, c.c Geni Porto; teve um filho:

5.4. Maria Izabel

5.5. Paulo Lopes de Abreu

5.6. Maria de Lourdes Abreu

4.5. Alzira e Lacerda, c.c Mário Tobias Figueira de Melo, promotor no RJ; sem desc.

4.6. Joaquim de Lacerda Abreu, c.c Laura Jaguaribe; com descendência.

3.3. José de Abreu Leite Franco, n. em 1843; foi casado, e teve um filho:

4.1. José, residente em Pirassununga.

4.2. Verônica

3.5. Lourenço Franco de Abreu, casado em Limeira com Messias Franco de Godoy; teve:

4.1. Joaquim Lourenço de Abreu, solteiro em 1939.

4.2. Francisca Carmelina de Abreu, solteira.

3.6. Major Inácio Ubaldino de Abreu, fazendeiro em Araras, onde desenvolveu grande atividade política; foi vereador em diversas legislaturas e um dos signatários do livro da redenção, criado pela câmara ararense em 1887, cujo fim era angariar fundos para a libertação de escravos; abolicionista convicto, um mês antes da libertação, em abril de 1888, pronunciou notável discurso na câmara declarando livre todos os escravos do município. Foi casado em Limeira, com sua prima Maria da Silveira Franco (v. retro); falecida em Limeira em 1938, com 89 anos; filhos:

4.1. Deoclésia, c.c Alfredo Paulo do Amaral, foram residentes no Paraná; tieveram:

5.1. Maria José

5.2. Zoraide e

5.3. Zenaide.

4.2. Vicente Franco de Abreu, foi fazendeiro em Araras; c.c Olívia Bueno; teve:

5.1. Maria José, c.c José Passos Maia, advogado; teve uma filha:

6.1. Maria Tereza

5.2. Vicentina, c.c Armando Rodrigues da Costa Setas; teveuma filha:

6.1. Maria de Lourdes

5.3. Francisco de Assis Franco de Abreu, foi funcionário da secretaria da agricultura, c.c Ercilia Moreira de Camargo; teve uma filha:

6.1. Dirce

5.4. Carme Olívia

5.5. Luiz Gonzaga Franco de Abreu

5.6. Maria de Lourdes

5.7. Carlos Ubaldino Franco de Abreu.

4.3. Maria, religiosa sob o nome de irmã Matilde.

4.4. Clara

4.5. Josina; faleceu solteira.

4.6. Juvenal Franco de Abreu, formado em direito; faleceu solteiro.

4.7. Francisco Franco de Abreu “Chicão”; formado em direito, foi suplente de vereador de São Paulo em 1932; c.c sua parente Maria de Lourdes Viana (v. retro). Teve:

5.1. José Carlos Franco de Abreu e

5.2. Maria Nazaré.

3.7. Ana Francisca Franco de Abreu, n. 1854, casou-se em Limeira com Luciano Esteves dos Santos; teve:

4.1. Antônio Esteves dos Santos Sobrinho; f. solteiro, em 1898, com 25 anos de idade.

4.2. Luciano Esteves dos Santos Júnior n. aos 08.JUL.1875 e f. aos 13.OUT.1922; foi um dos mais destacados filhos de Limeira. Iniciou seus estudos no colégio São Luiz, de Itu cursou depois a faculdade de direito de S. Paulo, bacharelando-se em 1896; depois de formado advogou em Limeira, militando com brilho no jornalismo local. Ocupou cargos de eleição popular, tendo sido operoso e inteligente vereador. Em 1910 foi nomeado promotor público de Sorocaba, sendo pouco depois removido para Ribeirão Preto; desta última cidade saiu nomeado juiz de direito de Avaré, em 1914. Em 1920 foi removido para Descalvado. Após o seu falecimento, que foi muito sentido, em sinal de veneração pelo seu grande filho, Limeira abriu uma subscrição popular à qual aderiram amigos e admiradores das comarcas onde judicara, para o fim de erigir-lhe uma herma em praça pública. A câmara municipal, acompanhando as justas homenagens do povo limeirense, deu a um logradouro público o nome de praça dr. Luciano Esteves dos Santos. Casou-se o dr. Luciano com Aurora de Barros, fª de Antônio Nunes dos Santos Monteiro e de Olímpia Leite de Barros (dos Paula Leite, de Itu). Teve:

5.1. Tarcilio de Barros Monteiro Santos

5.2. Marina, c.c Lázaro de Paula Campos.

5.3. Ralfo Elisio de Barros Monteiro Santos

5.4. Eglantina, c.c Everardo de Barros Ferreira; teve:

6.1. Guiomar, Aurora e

6.2. Antônio

5.5. Luciano de Barros Monteiro Santos, c.c Julieta Scaranari.

5.6. Helena, c.c Luiz Clemente dos Santos; teve:

6.1. Luiz e

6.2. Luciano

5.7. Plínio Augusto de Barros Monteiro Santos.

3.8. João Franco de Abreu, c. em Limeira com Balbina Gonçalves; teve dez filhos:

4.1.. Francisca, c.c Luiz de Carvalho Osório, sem desc.

4.2. Etelvina, foi c.c Antônio Bueno Monteiro. Teve:

5.1. Maria das Dores

5.2. João Otávio de Abreu, casado, sem desc.

5.3. Idati, c.c Pedro Pereira de Campos; teve:

6.1. João Gualberto

6.2. José Américo e

6.3. Antônio Carlos

4.3. Clara, c.c Antônio Emilio Cardoso, ex-tabelião de Araras; sem desc.

4.4. João Gonçalves de Abreu; faleceu solteiro.

4.5. Lídia, c.c Carlos Leister; teve:

5.1. João Batista,

5.2. Paulo Carlos,

5.3. Laura e

5.4. Cecília

4.6. Elisa; faleceu solteira

4.7. Antônio; faleceu solteiro.

4.8. Zozima, já falecida; foi c.c João Bueno Monteiro; s.desc.

4.9. Maria Rita. c.c João Alberto Carvalho; teve uma filha:

5.1. Auta

4.10. Manoel; faleceu solteiro.

3.9. Messias Franco de Abreu n. 1857, f. em 1905; foi fazendeiro em Sertãozinho, proprietário da fazenda Sta. Zulmira, c.c Elisa de Moura Bitencourt, falecida em Campinas em fevereiro de 1942; teve 9 filhos:

4.1. Zulmira

4.2. Zairo

4.3. Zoraide

4.4. Zozimo Bitencourt de Abreu, engenheiro, formado em 1918, casado em 1925 com Lilia Castro Prado; teve:

5.1. Maria Lilia

5.2. Maria Elisa e

53. Maria de Lourdes

4.5. Alcino Bitencourt de Abreu, médico formado em 1929, c.c Cinira de Almeida Prado, em 1933 (v. desc. do Ouvidor L. de Almeida Prado); teve:

5.1. Luiz Antônio e

5.2. Antônio Fábio

4.6. Arlinda, c.c Ipólito Pinto Ribeiro; teve:

5.1. Paulo

5.2. Fernando e

5.3. Maria Aparecida c.c Olinto De Luca, médico, ex-vereador por 5 legislaturas e ex-presidente da câmara de Limeira, escritor e poeta. Tiveram 3 filhos:

6.1. Márcio, ator e jornalista c.c Izilda Maria.

6.2. Renata, jornalista, atualmente repórter e apresentadora da TV Senac.

6.3. Roberto Ribeiro de Luca, historiador, advogado e delegado de polícia em Embu/SP. Teve:

7.1. Flávia

4.7. Albertina

4.8. Zalina

4.9. Alice

3.10. Bento Jorge de Abreu, c. em Araras com Ana Galdina; teve:

4.1. Francisca, c.c seu tio Antônio Franco de Abreu (v. adiante); teve:

5.1. Ipólito de Abreu, c.c sua prima Elsa, filha de Juvenal (v. retro).

5.2. Aureliano Franco de Abreu

4.2. Amélia; faleceu solteira

4.3. Eugenia, c.c Oscar Fernandes de Godoi; teve:

5.1. Maria,

5.2. José Guilherme

5.3. Hortência e

5.4. Zoraide

4.4. Antônio Franco de Abreu, casado, 1° com Lidia, e 2.a vez com Amélia; teve somente do primeiro casamento:

5.1. Patrocínio de Abreu e

5.2. Lazara

4.5. Benedito; faleceu solteiro.

4.6. Maria de Abreu, casada em Limeira com Policarpo Vendramini; teve:

5.1. Antônio Vendramini, c.c Gilberta Rogeti; teve:

6.1. Mirta

5.2. Francisca, c.c José Nicolau da Silva; teve:

6.1. Clélia

5.3. Regina, c.c Pedro Leite de Oliveira; teve:

6.1. Antônio

6.2. Lelia e

6.3. Orlando

5.4. Zoraide

5.5. Waldemar

5.6. Sebastião

5.7. Orlando

5.8. Petronilha

5.9. Vilma e

5.10. Orlando

5.11. Antônio Franco de Abreu, c.c sua sobrinha Francisca (v. retro).

5.12. Francisca de Abreu, c.c seu primo Paulino da Silveira Franco (v. adiante ).

2.7. Joaquim Claro de Abreu, nasceu em Atibaia em 1816; casou-se em Limeira com sua prima Rita de Cássia, viúva de seu tio Lourenço Franco da Silveira (v. retro); segunda vez casou-se Joaquim Claro com sua prima Umbelina Ferraz (v. retro), sem desc. desta última; teve,da primeira mulher os seguintes filhos:

3.1. Ana Severina de Abreu n. em 1849, c.c seu primo José Ferraz de Camargo (v. retro); teve:

4.1. Olegário de Abreu Ferraz, falecido em S. Paulo em dezembro de 1940; foi fazendeiro em Limeira; c.c Maria Augusta de Barros; teve:

5.1. Jení, c.c Herculano Alves de Lima; filhos

6.1. Iná

6.2. Carlos e

6.3. Antônio Ricardo

5.2. Manoel de Barros Ferraz, engenheiro agrônomo, c.c sua prima Leonor Ferraz Sampaio (v. adiante); teve:

6.1. Sônia

5.3. Fernando Barros Ferraz, engenheiro civil.

5.4. José de Barros Ferraz, engenheiro agrônomo.

5.5. Maria Aparecida

4.2. Elisa Ferraz, c.c Gastão de Souza Mesquita, falecido em julho de 1929. Gastão foi integro juiz de direito de Limeira; juiz criminal da capital; juiz da 3ª vara civil, e depois ministro do tribunal do estado até 1928. Quando em Limeira, chefiou o grupo de munícipes que conseguiu a libertação dos escravos antes da Lei Áurea; fez parte da junta governativa municipal por ocasião da Proclamação da República em 1889. Filhos deste casal:

5.1. Luiz Ferraz de Mesquita, engenheiro civil, formado em 1914. Em 1944 foi nomeado prefeito da cidade de Lucélia/SP. Casou-se em 1920 com Cecília Mendes; teve os filhos:

6.1. Luiz

6.2. Otávio

6.3. Manoel

6.4. Carlos

6.5. Eliza

6.6. Mário

6.7. Rubens

6.8. Ana Maria

6.9. Pedro

6.10. Marta e

6.11. Ruth, casada aos 26.ABR.1955 com Francisco Reinaldo de Arruda Camargo, engenheiro formado em 1952.

5.2. Nair, c.c Francisco Xavier Pais de Barros.

5.3. Gastão Ferraz de Mesquita, n. em Limeira em 1895, e formado pela escola Politécnica em 1919; casou-se em São Paulo em 1921, com Izaura de Morais Barros; teve quatro filhos:

6.1. Marina

6.2. Gastão

6.3. Cora e

6.4. Izaura

5.4. Raul Ferraz de Mesquita

5.5. Paulo Ferraz de Mesquita, engenheiro civil pela escola politécnica; foi catedrático da mesma escola; casou-se em 1934 com Zilá Barreto.

4.3. Cândida Ferraz, c.c Artur Sampaio; teve:

5.1. Otávio Ferraz Sampaio, eng°, c.c Eulália de Abreu Sampaio; teve:

6.1. Terezinha

5.2. Lauro Ferraz Sampaio, engenheiro, c.c sua prima Alzira Ferraz de Abreu (v. adiante); teve uma filha.

5.3. Mário Ferraz Sampaio, casado, residente em Campos/RJ.

5.4, Leonor, c.c seu primo, Manoel de Barros Ferraz (v. retro).

5.5. Oswaldo Ferraz Sampaio.

4.4. Silvino Ferraz, engenheiro formado em Paris, f. em 1903.

3.2. Cândida de Cássia Abreu n. em 1853, foi c.c Manoel Ferraz Camargo, falecido com 81 anos em janeiro de 1926, filho do cap. Manoel Ferraz de Camargo e de Leocádia da Rocha Ferraz; Manoel Ferraz foi adiantado fazendeiro em Limeira, onde exerceu cargos eletivos (SL 4/33); teve:

4.1. Alfredo Ferraz de Abreu, formado em direito em 1894; foi político de prestígio em Limeira em 1933, tendo sido vereador e prefeito de 1908 a 1910, c.c Horminda Mascarenhas; sem desc.

4.2. Alberto Ferraz de Abreu, formado em direito em 1895; barbaramente assassinado em Campinas, onde era conceituado tabelião; casou-se nessa cidade com Olímpia Pompeu; teve:

5.1. Nilo Ferraz de Abreu, tabelião em Campinas, c.c Araci Ferraz Sampaio; teve:

6.1. Edith

6.2. Zilda

6.3. Neli e

6.4. Inês

5.2. Alzira, c.c seu primo Lauro Ferraz Sampaio (v. retro).

4.3. Francisco Ferraz de Abreu, farmaceutico, c.em S. Paulo cErnestina Guimarães teve:

5.1. Hildebrando Ferraz de Abreu, c.c Eduardina.

5.2. Lilia Ferraz, falecida em 1940; foi c.c Manoel Ferreira.

5.3. Dalcina

5.4. Murilo Ferraz de Abreu; casado.

4.4. Delfino Ferraz de Camargo f. aos 08.NOV.1939; foi c.c Alzira Garraux; sem desc.

4.5. Joaquim Ferraz de Abreu; faleceu solteiro.

4.6. Manoel Ferraz de Camargo Júnior, formado em direito em 1908; pertenceu a magistratura do Estado; c.c Almehy Fleming; teve:

5.1. Iolanda

5.2. Newton Ferraz de Camargo

5.3. Marina, falecida aos 05.MAR.1940.

5.4. Ligia

5.5. Cícero Ferraz de Camargo

5.6. Manoel Ferraz de Camargo

3.3. Verônica, faleceu solteira.

3.4. Manoela, n. em 1855 foi c.c seu primo Antônio Joaquim Ferraz; teve:

4.1. Maria Avelina Ferraz de Abreu, solteira; foi residente em S. Paulo.

4.2. José Ferraz de Abreu; faleceu solteiro.

3.5. José Franco de Abreu

3.6. Cecília, falecida em 1883; foi c.c seu parente Estanislau Ferraz de Campos; sem desc.

1.6. José Lourenço da Silveira, batizado em Atibaia em 1799, c.c sua prima Matilde Franco de Camargo, filha do Alferes Joaquim Franco de Camargo (1.3.) e primeira mulher; foram moradores de Limeira, onde faleceram; tiveram:

2.1. Cândido Silveira Franco, que faleceu solteiro.

1.7. João da Silveira Franco, batizado em Atibaia em 1801, aí se casou em 1824 com Maria Tereza Cardoso, nascida em 1811, filha de José Bueno do Amaral e 2ª mulher Erigida Maria Cardoso; neta paterna de Rafael Cordeiro do Amaral e de Ana de Ribeira Cardoso; neta materna de Miguel Ribeiro Cardoso e de Maria Franco de Siqueira (SL 1/464); Maria Tereza Cardoso foi omitida por Silva Leme; não só ela como os outros filhos de José Bueno: João Batista do Amaral e Delfina Maria — talvez por serem os três últimos filhos; esta descendência de José Bueno, foi extraída do censo existente no Arquivo do Estado. Do casal João da Silveira Franco e Maria Tereza Cardoso, descendem os sete filhos:

2.1. Lourenço Franco da Silveira, também conhecido por Lourencinho; faleceu em Araras aos 13.FEV.1911; desenvolveu grande atividade política naquela cidade, tendo sido vereador em diversas legislaturas; foi c.c sua prima Ana de Cássia, falecida aos 09.OUT.1903 (v. retro), deste casal descendem os dois filhos:

3.1. Messias da Silveira Franco, industrial em Araras, c.c Ana Pires, natural de Pirassununga; Messias faleceu em 1903, com 48 anos; filhos:

4.1. Flora Silveira, casada 1° com João Garcia Simões, e 2ª vez com Tertuliano Leitão; teve do primeiro casamento:

5.1. Ana, c.c Francisco Braga; filhos:

6.1. Ariano

6.2. Marta

6.3. Nair

6.4. Eliza

6.5. Elza

6.6. Ararí

6.7. Áurea

6.8. João

6.9. Tereza,

6.10. Neide e

6.11. Aldevar

5.2. Virgilina, c.c João Schefer de Oliveira; teve três filhos:

6.1. Elza, c.c Edmur Faro.

6.2. lolanda e

6.3. Nelson

5.3. Otávio Garcia Simões, cirurgião dentista formado em 1924; c.c sua prima Clara Cunha (v.adiante); teve duas filhas:

6.1. Iara e

6.2. Vilma

5.4. João Garcia Simões, c.c Izaura Simões; teve:

6.1. Mirtes

6.2. Marta e

6.3. João Otávio

5.4. Zulmira, c.c seu primo José Garcia Simões; filhos:

6.1. Neide

6.2. Nilza e

6.3. Nadir

5.6. Aparecida, foi c.c Sérgio Negrão, farmacêutico. Teve:

6.1. Renato

6.2. Flora e

6.3. Eunice

5.7. Tereza, c.c Lauro Viana.

5.8. Silvio Garcia Simões, c. c. Noemia Simões; teve uma filha:

6.1. Shirley. Do segundo casamento:

5.9. Teutly Soares Leitão, c.c Maria; sem desc.

5.10. Rute, c.c Napoleão Coraça; teve:

6.1. Risomar e

6.2. Rudmar

5.11. Dorací

4.2. Olímpia Silveira, c. em Descalvado com seu primo Henrique Claro Cunha (v. adiante).

4.3. Maria Silveira, c. em Araras com Antônio Leitão; teve:

5.1. Antônio Leitão, residente em Rio Claro, c.c Leontina; teve uma filha.

5.2. Benedita Leitão

5.3. Flora

5.4. Ana

5.5. João Leitão

5.6. Agenor e

5.7. Paulo

3.2. Rita da Silveira Franco, c.c seu primo Francisco Amâncio de Abreu (v. retro).

2.2. Jacinto José de Araújo Cintra n. aos 13.ABR.1832 em Atibaiae e f. em São Carlos em junho de 1910. Ainda moço acompanhou seus pais, que mudaram-se de Atibaia para o próspero município de Limeira, onde desenvolveu invulgar atividade; casou-se nessa cidade mais ou menos em 1855 com sua parente Maria Angélica da Silveira Leite, fª de Antônio José de Almeida e de Ana da Silveira Leite. Em 1874, apesar de residir em Limeira, onde foi vereador, tinha já iniciado grandes culturas de café e cana no município de São Carlos, datando dessa época a fundação da sua importante Fazenda Monte Alegre, no atual distrito de Água Vermelha. Mudando-se definitivamente para São Carlos, tornou-se logo, pelo seu trato afável e proverbial honradez, um dos mais destacados elementos sociais daquela cidade; além da fazenda Monte Alegre, possuiu, ainda outra nos municípios limítrofes, e com o correr dos anos tornou-se importante capitalista. Ao tempo da monarquia, militou no partido conservador; depois da proclamação da República emprestou seu prestígio ao partido republicano daquela cidade.Tiveram:

3.1. José de Araújo Cintra, fazendeiro em São Carlos, onde ocupou cargos de eleição popular; casado com Ana de Almeida Matos; filhos:

4.1. Cândida, c.c Antônio de Almeida Leite “Totó Dionisio”, filho de Maria Balbina Pacheco e de Dionisio Francisco Leite, este filho do capitão Antônio de Padua Leite, este filho de Amaro Leite de Moraes, que juntamente com seu irmão, cap. João Leite de Moraes, podem ser considerados, os troncos de todas as antigas famílias com o sobrenome Leite de Atibaia (ver família Araújo na introdução destetítulo), SL2/520; teve:

5.1. Otávio Cintra Leite, c.c Madalena Noschese; teve dois filhos:

6.1. Rafael e

6.2. Lilia

5.2. Maria Amélia, c.c seu parente Deodato Ferreira Leite; filhos:

6.1. Renato

6.2. Rubens e

6.3. Luciano

5.3. Horácio Cintra Leite, c.c Maria Helen; teve 1 filho:

6.1. Davi

5.4. Mário Cintra Leite, capitalista, c.c Suzana de Campos; sem descendência.

5.5. Raul Cintra Leite, capitalista, c.c Maria Antonieta Mesquita Barros; filhos:

6.1. Maria Esteia e

6.2. Vera

5.6. Linda, c.c Sílvio de Campos Filho, advogado; filhos:

6.1. Cecília

6.2. Mirian e

6.3. Sílvio

5.7. Paulo Cintra Leite, falecido com 26 anos em 1940, num acidente de avião, do qual era 2° piloto; era formado pela escola Politécnica e 2° tenente da reserva naval aérea.

5.8. Odete c.c seu primo Reinaldo Cintra (v. adiante).

5.9. Odila, c.c Raul de Campos Sales; filhos:

6.1. Paulo e

6.2. Lígia

4.2. Leonidia, c.c Hermenegildo Vitor Batista; teve:

5.1. Maria, c.c João Pereira.

5.2. Marina

5.3. José Batista, casado.

5.4. Ondina

4.3. Joaquim Cintra Sobrinho, fazendeiro em Ourinhos, c.c Ernestina Gonçalves; teve:

5.1. Ana Flora e

5.2. José

4.4. Vicentina, c.c Bento Queiroz Porto; sem desc.

4.5. Izabel, c.c João Arruda Barros; filhos:

5.1. Orlando e

5.2. Fernando

4.6. Clarice, c.c Aarão Barcelos; filho:

5.1. Geraldo

4.7. José de Araújo Cintra Júnior, c.c Olga Botelho; teve:

5.1. Maria Aparecida

3.2. Coronel Joaquim de Araújo Cintra, capitalista e fazendeiro em São Carlos, e ex-comissário em Santos; faleceu em São Paulo com 82 anos aos 27.JUL.1944; foi c.c Etelvina de Almeida; filhos:

4.1. Alberto Cintra, fazendeiro no Paraná, capitalista e político na capital; foi deputado estadual, cujo mandato se findou em 1930; está c.c Lúcia Barbosa; filhos:

5.1. Alberto Cintra Filho, casado em 1941 com Antonieta Penteado Prado.

5.2. Maria Cecília, casada aos 21.JAN.1942 com José Antônio de Carvalho, advogado no foro da capital.

5.3. Dora c. aos 14.DEZ.1941 c. Plínio Cavalcanti de Albuquerque, deputado federal, secretário da segurança pública em 1954, e político de destaque em S. Paulo.

5.4. Marina c.c Osmar Cavalcanti de Albuquerque advogado e ex-presidente da Comissão Estadual de Abastecimento e Preços.

5.5. Lúcia casada em novembro de 1944 com João Lara de Souza Meireles.

4.2. Maria Augusta c.c Otávio Faria, teve os filhos:

5.1. Murilo

5.2. Lida

5.3. Diná

5.4. Helena

5.5. Neli e

5.6. Nair c.c Paulo Monteiro de Barros.

4.3. Joaquim de Araújo Cintra Júnior, formado em direito.

4.4. João de Araújo Cintra, formado em direito, c.c Santa Guimarães; sem desc.

4.5. Reinaldo Cintra, médico, c.c sua prima Odete (v. retro s. desc.).

3.3. Antônio de Araújo Cintra, casado, 1° com Cândida Leite (neta do alferes Joaquim Franco de Camargo (v. retro) e 1.a mulher), e 2ª vez com Eponina Leite; sem desc. (SL 2/271).

3.4. Maria Cintra da Silveira, c.c Francisco Antônio de Paula; teve:

4.1. Alice, c.c Francisco Pereira de Carvalho; sem desc.

4.2. Jacinto Cintra de Paula, c.c Maria de Lourdes Simões; teve:

5.1. Eurípedes

5.2. Maria de Lourdes, casada.

5.3. Diná, c.c Geraldo Pereira de Barros.

5.4. Jacinto

4.3. Elvira, c.c Marcilio Penteado; teve:

5.1. Evaldo

5.2. Célia e

5.3. Alice

4.4. Lucinda, c.c Alfredo Ferreira dos Santos Jr. teve:

5.1. Lígia

4.5. Francisco Cintra de Paula

4.6. Ernestina, c.c Luiz Lara Fonseca; teve:

5.1. Ernesto

5.2. Helena

5.3. Luiza e

5.4. Josefina

4.7. Carlos Cintra de Paula, c.c Clotilde Silva; teve:

5.1. Loto

5.2. Lirio e

5.3. Lilás

4.8. Joaquim Cintra de Paula, c.c Maria da Penha Galhardo; teve:

5.1. Maria

3.5. Ana Cintra, c.c seu primo Francisco da Silveira Franco (v. retro).

3.6. Francisca, c em São Carlos cCristiano Altenfelder Silva, juiz de direito; teve:

4.1. Carlos; faleceu solteiro.

4.2. Pedro Cintra Silva, fazendeiro em São Carlos; c.c Jandira Corrêa; teve:

5.1. Maria Alice e

5.2. Maria de Lourdes.

4.3. Francisca, c.c José da Costa Neto; teve:

5.1. Maria Aparecida

4.4. Paulo Cintra Silva, c.c Letícia Corrêa; teve:

5.1. Terezinha

4.5. Cristiano Altenfelder Silva, formado em direito; fez parte do governo Armando Sales, tendo ocupado a secretaria dajustiça e da educação; membro proeminente do extinto partido constitucionalista. Casou-se com Antonieta Sampaio Vidal; sem desc.

4.6. Maria Alice

4.7. Lucila

4.8. João Altenfelder Silva, c.c Tereza Lara Fonseca; teve:

5.1. Josefina

5.2. Luiz Cristiano e

5.3. Maria Aparecida

2.3. Pedro da Silveira Franco n. em Atibaia e f. em Brotas em 1912; foi abastado fazendeiro em Torrinha e Brotas, onde militou na política, c.c Maria da Silveira Leite, natural de Piracicaba, fª de Elias da Silveira Leite. Teve:

3.1. Balbina da Silveira, falecida em julho de 1943, c.c Antônio Garcia Simões, ex-fazendeiro em Brotas, falecido em São Paulo em agosto de 1941, com 82 anos de idade; filhos:

4.1. José da Silveira Simões, c. em abril de 1943, c. Maria Eudoxia; teve:

5.1. Moacir Silveira Simões, c. em 1928 com Eliria Pinto Carvalho.

5.2. José da Silveira Simões Filho

5.3. Nelson da Silveira Simões, foi comerciante, c em 1927, com Zelinda Duo.

5.4. Dirce, c.c Ildefonso Pinto; sem desc.

5.5. Silvia

5.6. Eudoxia, c.c Pedro Julian Júnior; teve:

6.1. Ilca e

6.2. Pedro José

4.2. Maria da Silveira Simões, f. em 1921, c. em Brotas com seu primo Artur Simões; teve:

5.1. Áurea

5.2. Tereza, c.c Carlos.

5.3. Odete, c.c Felicio Balestrero; teve:

6.1. Ailton e

6.2. Leila

5.4. Milton

5.5. Antônio

5.6. Edite

5.7. Mirtes

4.3. Hortência da Silveira Simões, c.c Aníbal Pais de Barros; teve:

5.1. Lucila, c.c seu primo, Afonso Pais de Barros; teve:

6.1. Lucila

5.2. Beatriz, c.c João Batista do Amaral; teve:

6.1. Beatriz

6.2. João

5.3. Rafael Pais de Barros, c.c Brasilia Ribeiro; c.desc.

5.4. Maria, c.c Eduardo Hadler, falecido em 1942.

5.5. Raul, faleceu solteiro.

4.4. Herminia Simões, casada 1° com seu primo Domingos da Silveira Simões, e 2a vez com seu primo Júlio da Silveira Simões, falecido em novembro de 1941 com 57 anos de idade; teve só do 2° matrimônio:

5.1. Sebastião; faleceu solteiro.

5.2. Maria Aparecida

4.5. Hermelinda Silveira Simões, c.c Atilano de Oliveira Matos; foram residentes em Lins. 5.1. Maria, c.c Oswaldo Carvalho.

5.2. Hortência

5.3. Nair, c.c Antônio de Oliveira Santos; residem em Ibitinga; teve:

6.1. Atilano e

6.2. Benedita Nicia

5.4. Altair, c.c Heloísa Magalhães.

5.5. Edite, e

5.6. Rute e

5.7. Waldemar

4.6. João da Silveira Simões f. em 1924; foi casado 1° com Idalina Xavier e 2a vez com Maria Menegrin; teve do primeiro casamento:

5.1. Laércio. Do segundo:

5.2. Hélio

4.7. Antonieta Silveira Simões, c.c Antônio de Campos Camargo, 1° tabelião de Descalvado.

5.1. Alina

5.2. Maria Antonieta, c.c José Gabriel Elias.

5.3. Mercedes

5.4. Dulce Tereza, c.c Paulo Lordello

5.5. José Manoel

5.6. Antônio Lafaiete

5.7. Dirceu

5.8. Regina e

5.9. Maria da Glória

4.8. Pedro da Silveira Simões, c.c Ana Prado Pacheco; foram residentes em lepê; tiveram:

5.1. Anita, c.c Alcides Duo; teve:

6.1. Teresinha e

6.2. Alcides

5.2. Salete

5.3. Terezinha

4.9. Raul da Silveira Simões, eng°, c.c Olga Ekman; teve:

5.1. Ilda

5.2. Antônio Carlos

5.3. Raul e

5.4. Roberto

3.2. Maria da Silveira Franco f. em São Paulo, aos 12.JUL.1943; foi casada, 1° com o cel. Sebastião de Camargo; 2a vez com Mateus da Silva Chaves; sem desc.

3.3. Antônio da Silveira Franco, abastado fazendeiro e capitalista em Brotas, onde ocupou diversos cargos de eleição popular, tendo sido prefeito durante muitos anos; casou-se em fevereiro de 1897 com Matilde Simões; residem em São Paulo; sem descendentes.

3.4. João da Silveira Franco, importante fazendeiro e capitalista, casado em Jaú em 1905 com Maria de Almeida Prado; faleceu c. 68 anos em 1954.

3.5. Alina da Silveira Franco, casada em Brotas com seu primo José da Silveira Campos; teve:

4.1. Maria, c.c José Luiz da Silva Chaves; filhos:

5.1. José Luiz e

5.2. Maria Antonieta

4.2. Marina, c.c Luiz Penteado Machado; teve uma filha.

4.3. Maura

2.4. Luiz da Silveira Franco, já falecido, casou-se em Araras com sua prima Sabina da Silveira Franco (v. adiante), falecida em 1936 em Araras; filhos:

3.1. Rosaria, falecida em 1931; foi casada em Araras com Sebastião Cordeiro do Amaral, filhos:

4.1. Messias Franco do Amaral, c.c Maria Ramalho; teve:

5.1. José Franco do Amaral e

5.2. Eurico Franco do Amaral

4.2. Sebastiana, casada em Araras.

4.3. Luiz Franco Amaral

3.2. Julia, foi c.c José Antônio dos Santos.

3.3. Ana, c.c Glicério Ricardo da Cruz; teve:

4.1. Durvalino

3.4. Sabino da Silveira Franco, foi residente em Limeira, c.c Deolinda de Araújo Cintra; filhos:

4.1. Felisberto da Silveira Franco, c.c Ana Ferraz; teve:

5.1. Nelson

5.2. Drausio

5.3. Darci

5.4. Teresinha e

5.5. Antônio Carlos

4.2. Isaura, c.c Vicente Cúria; residem em São Paulo; teve:

5.1. Luiza

5.2. Antônio e

5.3. Roberto

4.3. Luiz da Silveira Franco, foi residente em Marilia/SP.

2.5. Bárbara Franco, c. em Limeira com Manoel Bueno do Amaral; teve:

3.1. Jacinto Franco do Amaral

3.2. Ana

3.3. Virginia e

3.4. João

2.6. Rita Franco, c. em Pirassununga com o professor Cândido Aires de Almeida; filhos:

3.1. Escolástica de Almeida, c.c Sebastião Leite; teve:

4.1. Cândido Leite, c.c sua prima Benedita, v. desc. retro.

4.2. Hernandes Leite

4.3. Sebastião Leite

4.4. Rita Leite

3.2. Matilde, c.cseu primo João Leite de Abreu (v. retro).

3.3. Carolina, c.c João Henrique Cunha, de origem mineira, ambos falecidos; residiram em Descalvado de onde são naturais os seguintes filhos:

4.1. Justino Cunha, c.c Maria Mendes, sem descendência.

4.2. Henrique Claro Cunha, c.c sua prima Olímpia Silveira (v. retro); filhos:

5.1. Paulo Claro Cunha, dentista formado em 1924, c.c Araci Cruz; teve:

6.1. Lourdes e

6.2. Valter

5.2. Carlos Claro Cunha, formado em 1924, c.c Grací Simões; teve:

6.1. Vera

5.3. Henrique Claro Cunha, formado em 1926, c.c a profª Anita Galardi; teve:

6.1. Leda e

6.2. Lea

5.4. Oscar Claro Cunha, cirurgião dentista formado em 1931; foi tambémjuiz de paz; c.c Anísia Rossi.

5.5. Silvio Claro Cunha

5.6. Clara Cunha Silveira, c.c seu primo Otávio Garcia Simões, v. desc. retro.

5.7. Oscarlina, c.c Artur Pecioli; teve:

6.1. Dirce e

6.2. Delma

5.8. Maria de Lourdes, c.c Nelson Jordão; teve:

6.1. Nelson

5.9. Silvia, c.c Raimundo Celestino.

4.3. Cândido Aires Cunha, c. em Descalvado com Antonia Mercedes; teve:

5.1. João Cunha, c.c Olga de Almeida; s/desc.

5.2. Benedito Aires Cunha

5.3. Gilberto Aires Cunha

5.4. Carolina, c.c Mateus Bueno Corrêa; teve:

6.1. Terezinha

5.5. Áurea

5.6. Elza

5.7. Wanda

5.8. Dalva e

5.9. Maria Amélia, c.c Salvador Cristofaro; teve:

6.1. Jaime

2.7. Maria Franco, casada em Limeira com Francisco Xavier de Lima; teve:

3.1. José Louzada

3.2. João

3.3. Pedro e

3.4. Maria, c.c João Pires.

1.8. Gertrudes Francisca Cardoso n. 1803 em Atibaia e aí se casou em 1820 com seu primo João Franco de Camargo (emancipado com 22 anos em 1811 em Atibaia pelo seu pai cap. Inácio Franco de Camargo), irmão, portanto, do alferes Joaquim Franco de Camargo — ver retro; Em 1836 João Franco já era fazendeiro em Limeira. Teve uma única filha:

2.1. Matilde Franco, que se casou em Limeira com seu primo José da Silveira Franco (v. descend. retro).

1.9. Delfina Franco de Morais falecida em Limeira em 1847, foi batizada em Atibaia em 1804 e aí se casou em 1819 com seu primo Inácio Loiola Cintra, nascido em Atibaia em 1799, filho de outro de igual nome e de Ana Francisca Cardoso (SL 2/518) neto paterno do Capitão Francisco Lourenço Cintra e de Helena de Morais (ver família Araújo na introdução deste título); neto materno do 2° capitão-mor Francisco da Silveira Franco e de Maria Cardoso de Oliveira. Filhos:

2.1. Benedita Franco de Morais, com 17 anos de idade em 1847, faleceu em Limeira em 1917; foi casada com seu primo Candido da Silveira Franco, falecido em 1899 (v. adiante); deixaram os filhos, todos naturais de Limeira:

3.1. José Cândido da Silveira Cintra, c.c Ana Maria de Lima; filhos:

4.1. Joaquim da Silveira Cintra, c.c sua prima Vitalina Cintra (v. adiante); teve:

5.1. Eduardo da Silveira Cintra, c.c Encarnação.

5.2. Firmino da Silveira Cintra, c.c Miguela.

5.3. Clara Cintra, c.c seu primo Joaquim de Abreu (v. adiante).

5.4. Francisca, c.c seu primo José da Silveira Abreu (v. adiante).

5.5. Maria Cintra, c.c seu primo José da Silveira Franco (v. adiante).

5.6. Adelaide, c. c. seu primo Benedito (v. adiante).

5.7. Benedita Cintra

4.2. Francisco da S. Cintra, foi c.c sua prima Cândida da Silveira Cintra (v. adiante); teve:

5.1. Benedito da S. Cintra, c.c sua prima Elvira da Silveira Franco (v. adiante).

5.2. José Silveira Cintra, c.c sua prima Clara Silveira Abreu (v. adiante).

5.3. Joaquim Silveira Cintra, c.c sua prima Ana Silveira Cintra.

5.4. Sebastiana c. c. José Antônio.

5.5. Euzebio Silveira Cintra.

4.3. Clara Silveira Cintra, c.c Joaquim Soares, teve:

5.1. Ezequiel Soares, casado 1° com Carmela Bagnoli e 2a vez com Eunice Silva.

5.2. João Soares

5.3. Cesário Soares, c.c Sebastiana Pereira.

5.4. Júlio Soares, c.c Maria Schimidt.

5.5. Mário Soares

5.6. Luiza Soares, c.c seu primo Antônio da Silveira Abreu (v. adiante).

5.7. Francisca, c.c João Fernandes.

5.8. Alzira, c.c seu primo José da Silveira Abreu (v. adiante).

5.9. Sebastiana, c.c João Schimidt.

5.10. Augusta, c.c José dos Santos.

5.11. Matilde, c.c Justino Várzea.

4.4. Benedita Cintra, c.c seu tio Bernardo da Silveira Franco (v. adiante); teve:

5.1. José da Silveira Franco, c.c sua prima Maria da Silveira Cintra (v. retro).

5.2. Elvira, c.c seu primo Benedito Silveira Cintra (v. retro).

4.5. Francisca Silveira Cintra, foi c.c Paulino Várzea; filhos:

5.1. Justino

5.2. Ana

5.3. Lázara e

5.4. Iolanda

4.6. João Silveira Cintra, c.c sua prima Eugenia da Silveira Abreu (v. adiante); teve:

5.1. Santo da Silveira Cintra, c. c. sua prima Francisca Abreu (v. adiante).

5.2. Ana Silveira Cintra, c.c seu primo Joaquim Silveira (v. retro).

5.3. José Silveira Cintra

5.4. Ciro

5.5. Ercilia e

5.6. Gení

4.7. Matilde Silveira Cintra, c.c Rafael Fernandes Costa, negociante em Limeira; teve:

5.1. Ana, c.c Mário Vinhas; teve os filhos:

6.1. Vera

6.2. Vanda e

6.3. Luiz Gonzaga

5.2. José Fernandes Sobrinho, faleceu solteiro.

5.3. Dolores, c.c Augusto Franco Guimarães; teve:

6.1. Selma

6.2. Rafael e

6.3. Hermirenia

5.4. Custódio Fernandes, c.c Herminia Batista, teve:

6.1. Otávio

6.2. Ipólito

6.3. Joaquim

6.4. Ivan e

6.5. Jairo

3.2. Francisco Silveira Cintra, c.c Maria Franco; teve:

4.1. Vitalina, c.c seu primo Joaquim Cintra (v. desc. retro)

4.2. Cândida, c.c seu primo Francisco da Silveira Cintra (v. retro).

4.3. Olímpia, c.c Benedito Girino.

4.4. Elisa, c.c Pedro Machado.

4.5. Bento da Silveira Cintra, c.c Ana Pereira.

4.6. João da Silveira Cintra, c.c Francisca.

3.3. Paulino da Silveira Franco, falecido em Limeira em 1938; foi c.c sua prima Francisca Franco de Abreu (v. retro); teve:

4.1. Cândido Paulino da Silveira, nascido em 1887; c.c sua prima Cândida Cintra, filha de José Silveira Cintra; teve:

5.1. Benedito Silveira Cintra, c.c sua prima Adelaide Cintra (v. retro).

5.2. José de Abreu, c. c. sua prima Francisca Cintra (v. retro).

5.3. Paulino

5.4. Cecília

5.5. Dario

5.6. Pedro e

5.7. Maria

4.2. Antônio da Silveira Abreu, c.c sua prima Luiza Soares (v.retro); teve:

5.1. Francisca Abreu, c.c seu primo Santos Silveira Cintra (v. retro).

5.2. Clara Abreu, c.c seu primo José Silveira Cintra (v. retro).

5.3. Alfredo

5.4. Laura

4.3. Eugenia Silveira Abreu, c.c seu primo João Silveiras Cintra, (v. Retro).

4.4. Maria Silveira Abreu, c.c Benedito Jacinto Pais; teve:

5.1. Larentino

5.2. Laudelino

5.3. Laurindo e

5.4. Luiz

4.5. José da Silveira Abreu, c.c sua prima Alzira Soares (v. retro).

4.6. Joaquim da Silveira Abreu, c.c sua prima Clara Cintra (v. retro).

4.7. Matilde Silveira Abreu, foi c.c João Miranda Gonçalves, residente em Loreto; teve:

5.1. Nair e

5.2. José

3.4. Bernardo da Silveira Franco, c.c sua sobrinha Benedita Cintra (v. descendência retro).

3.5. Delfina, c.c Francisco Xavier da Cunha Prado, natural de Bragança e f.em Limeira. Teve:

4.1. Amélia Silveira Franco, c.c Primitivo Antônio de Oliveira; teve:

5.1. Candelária

5.2. Salvador

5.3. Dulcindo

5.4. Caetano

5.5. João Francisco

5.6. Laurindo

5.7. Sebastiana e

5.8. Ana

4.2. Maria Silveira Franco, c.c Flaminio Fonseca; teve:

5.1. Ermantino

5.2. Francisco

5.3. Flaminio

5.4. Laurentino

5.5. Valdomiro

5.6. Brasilio

5.7. Agenor

5.8. Luiz

5.9. Daniel

5.10. Cinira

5.11. Ana

5.12. Ermantina

5.13. Nair e

5.14. Alcides

4.3. Cândido da Silveira Prado, c.c Elisa; teve:

5.1. Ercilia

5.2. Ermínia

5.3. Valdomira

5.4. Ari

5.5. Oswaldo

5.6. Sebastião

5.7. Cândido e

5.8. Maria

4.4. Leopoldina, c.c Sebastião Pereira; teve:

5.1. José

5.2. Joaquim

5.3. Luiz

5.4. Sebastião

5.5. Maria

5.6. Francisca

5.7. Sebastiana

5.8. Benedita e

5.9. Rita

4.5. Laurinda, c.c Sebastião M. de Oliveira; teve:

5.1. Benedito

5.2. Francisco

5.3. Lázaro

5.4. Delfina e

5.5. Leontina

4.6. Astrogilda, c.c Egidio Manoel de Oliveira, falecido em 1921; Teve:

5.1. Franciscia, c.c José da Siqueira; teve uma filha:

6.1. Ercilia

5.2. Ana, c.c Macario Mesquita; teve:

6.1. Romeu

6.2. Vilma e

6.3. Renato

5.3. Elidia, c.c Joaquim Ferreira Neves.

5.4. Miguel Oliveira

4.7. Galiana, c.c Fernando Guedes; teve:

5.1. Virgínia,

5.2. Carmelita

5.3. Antonia

5.4. Ana

5.5. José

5.6. João

5.7. Izaura

5.8. Maria

5.9. Cinira e

5.10. Nair

4.8. Antonia, foi c.c Inocêncio Martiniano de Oliveira; Teve:

5.1. Maria

5.2. Paulina e

5.3. Julia

4.9. José Silveira Prado, f. em 1938; foi c.c Paulina Pompeu; Teve:

5.1. João Otávio

5.2. Ercílio

5.3. Palmira e

5.4. Ida

3.6. Inácio de Loiola Cintra, último filho de Benedita Franco de Morais; foi c.c sua prima Brasilia Silveira Cintra (v. retro); sem descendência.

1.10. Maria do Carmo Silveira n. em Atibaia em 1807, aí se casou em 1824 com seu primo Antônio da Silveira Franco, filho do capitão Crispim da Silva Franco e 3.a mulher Maria Gertrudes Franco (SL 2/285 e nota no início do título Alves do Amaral); foram moradores em Limeira, onde nasceram os seguintes filhos:

2.1. Cândido da Silveira Franco, casou-se em Limeira com sua prima Benedita Franco de Morais (ver descendência retro).

2.2. Floriano de Araújo Cintra, c.c sua prima Ana da Silveira Franco (ver descendência adiante).

1.11. Francisco Antônio da Silveira, nascido em 1809, casou-se em Atibaia com sua parente Maria das Dores Franco; foram moradores de Itatiba, em 1835 residiam em Limeira onde possuíam fazenda; filhos:

2.1. Ana da Silveira Franco, casou-se em Limeira com seu primo Floriano de Araújo Cintra; (v. retro); residiram algum tempo em Brotas, voltando depois para Limeira; tiveram os filhos:

3.1. Brasília da Silveira Cintra, c.c seu primo Inácio de Loiola Cintra (v. retro); sem desc.

3.2. Maria Idália, c. c. seu parente João Ambrosine da Silveira; sem desc.

3.3. Inácio de Loiola Cintra, lavrador em Iracemópolis, Limeira, e casado 1° com Ana Bueno, e 2.a vez com Joana Maria de Jesus; teve, só do 1.° casamento:

4.1. Benedita Cintra, c.c Etore Chinelato; teve:

5.1. Maria Aparecida

5.2. Rubens

5.3. Ruth

5.4. Leony e

5.5. Leonel

3.4. Floriano, faleceu solteiro em 1896.

3.5. Ana

3.6. Francisco Antônio da Silveira, c.c Maria de Matos; residiram em Bragança; tiveram:

4.1. Ana Franco, c.c Joaquim Cristovam da Silva.

4.2. Adelaide, c.c Emetério Grota; com desc.

4.3. Adélia c.c Francisco Bernardes; com descendência.

4.4. Adalgisa

4.5. Eugênio

4.6. Adair

4.7. Zeneida

4.8. João e

4.9. Jaime

3.7. Cândida da Silveira Franco, casada 1ª com João Batista de Oliveira César e 2ª vez com Antônio Dezidério Nascimento; teve, do primeiro casamento:

4.1. Maurício César, c.c Colomba Cavenaghi; teve:

5.1. Carolina César, c.c Primo Geraldini; teve1 filho:

6.1. Maurício

5.2. Jurandir César e

5.3. Adjair César

4.2. Firmino César, c.c Castorina Cândida Nogueira; teve:

5.1. João

5.2. Waldomiro e

5.3. Amélia

4.3. Etelvina César, casada 1° com Lázaro de Campos Camargo e 2ª vez com Benedito.

4.4. Benedito César; faleceu solteiro.

4.5. Sebastião César, c.c Clélia.

4.6. Benedita César, casado em Limeira com Lázaro de Campos Camargo, sobrinho do supra mencionado. Do segundo casamento:

4.7. Antonia, c. em Pirassununga com Arlindo Bonafé; teve:

5.1. Arli, nascido em setembro de 1934.

5.2. Arléa e

5.3. Maria Isa

2.2. Lourenço Antônio da Silveira, conhecido por Lourenção; casou-se em Pirassununga com sua prima Cândida da Silveira; filhos:

3.1. José da Silveira Franco

3.2. Galdino da Silveira Franco, c.c sua prima Maria Elisa da Silveira; teve:

4.1. Elerina, c.c João Pontes Martins; filhos:

5.1. Orlando

5.2. Aparecida

5.3. Olga, c.c Remo Mantovani.

5.4. Josefina, c.c Otávio Costa.

5.5. Tieres

5.6. Albino e

5.7. Dorival

4.2. Viterbino da Silveira Franco, c. c. Adelaide Queiroz; teve:

5.1. Viterbino da Silveira Franco, c. em 1942 com Lida Favaro.

5.2. Alaíde e

5.3. Álvaro

4.3. Sebastião da Silveira Franco, c.c Alice Sundfeld; s/desc.

3.3. Maria da Silveira Franco, c.c Lázaro de Lima; teve:

4.1. Julia

4.2. Júlio

4.3. Vitalina

4.4. Cândida e

4.5. Lourenço

3.4. Francisco Lourenço da Silveira; faleceu solteiro em Pirassununga.

3.5. Eva da Silveira Franco, c.c Joaquim Alves; teve:

4.1. Cândida, c.c Leví Antônio Ferreira; teve:

5.1. Ondina

5.2. Peixoto

5.3. Odete

5.4. Odilon e

5.5. Lelé

3.6. Adão da Silveira Franco

2.3. Sabina da Silveira Franco, c em Araras com seu primo Luiz da Silveira Franco (verdescendência retro).

2.4. João Gonçalo da Silveiraf.em São Paulo com 93 anos de idade, em setembro de 1939; foi casado em Itatiba em 1869 com sua prima Francisca Franco Cardoso da Silveira, falecida aos 15.SET.1937; filhos:

3.1. Clotilde, foi c.c Constantino Alonso e 2ªvez com Domingos Marcelo da Costa; teve do primeiro casamento:

4.1. Olívia, falecida em 1927; foi c.cHorácio Young; teve uma filha:

5.1. Yule. Do segundo casamento:

4.2. Oswaldo da Costa, c.c Noemia; teve:

5.1. Maria Aparecida

5.2. Ilda

5.3. Luiz José

5.4. Olívia e

5.5. Alberto

4.3. Amazilia, c.c Alberto Malheiros.

4.4. Hosana

3.2. Otaviano Franco da Silveira, casado aos 21.JUN.1921 com Lina Pape; sem desc; faleceu em setembro de 1954.

3.3. Bemvinda, casada em 1897 com José da Silva, falecido em 1941; (ela falecida em 1954) filhos:

4.1. Armando Silveira, casada em 1927 com Maria Augusta; teve:

5.1. Vanda

5.2. Ari e

5.3. Gilsene

4.2. Esmeralda

4.3. Iracema, casada em 1922 com Francisco Revolta; teve:

5.1. Dirce

5.2. Aparecida

5.3. Aimar e

5.4. Pedro

4.4. Abigail, c. 1954 c. João Turato.

4.5. Francisca, casado aos 06.JUL.1929 com Arlindo Gianini; teve:

5.1. Hélio e

5.2. Fábio

4.6. Aracv, c. em setembro de 1935 com Moacyr Neiva Ferraz, falecido em 1953; teve:

5.1. Citia

4.7. Ruth, casado em junho de 1934 com seu primo Genésio Rodrigues Neto; teve:

5.1. Flávio e

5.2. Yule

3.4. Euclidia, c. em 1904 com José Rodrigues Neto, falecido em 1906 e ele falecida em 1954; filhos:

4.1. Genésio Rodrigues Neto, c.c sua prima Ruth (v. acima).

3.5. Henriqueta, falecida em 1928; foi c. em 1914 c. Manoel Trigo; teve:

4.1. Jairo Trigo, casado aos 31.DEZ.1939 com Taísa Gomes Pinto; teve:

5.1. Edison

4.2. Nair, c.c Hugo Canarin; teve:

5.1. Nazir e

5.2. Jairo

4.3. Alba, casada aos 27.MAIO.1943 com Tirso Silveira.

4.4. Valter

4.5. Durval

4.6. Mário Franco da Silveira

2.5. Rita da Silveira Franco, casada em Araras com Manoel Nogueira, falecido em Limeira; filhos:

3.1. Maria, c.c Francisco de Rosa.

3.2. Antônio Nogueira

3.3. Ana

3.4. Gertrudes, c.c João Domingues.

3.5. Carolina, c.c José Brasilio Bueno.

3.6. Manoela, c.c Evaristo; teve dois filhos:

4.1. Otaviano e

4.2. Eudoxia

3.7. Joana; foi a 2a mulher de José Brasilio, viúvo de 3.5.

3.8. José Nogueira, c.c Rita Bueno.

3.9. Joaquim Nogueira, c.c Maria; teve:

4.1. Carolina, c.c Berto Antônio de Oliveira; teve os filhos:

5.1. Lázaro

5.2. Judite

5.3. Rosa

5.4. Ramiro

5.5. Joaquim

5.6. Antônio e

5.7. João

4.2. Escolástica, c.c José Pedro.

4.3. Ana, c.c João Machado; teve:

5.1. Bernardina

5.2. Elvira

5.3. Olívia

5.4. Bento e

5.5. Maria

4.4. Francisca de Morais Nogueira, c.c seu primo José Franco da Silveira (v. adiante).

4.5. Pedro de Morais Nogueira, c.c Julia Roque; teve:

5.1. Aparício

5.2. José

5.3. João

5.4. Margarida

5.5. Francisco

5.6. Maria

5.7. Aparecida, c.c Francisco Erigida.

5.8. Cacilda, c.c Francisco Simas.

3.10. Lourenço Franco da Silveira, último filho de Rita (2.5.); foi lavrador em Rio Claro, onde faleceu aos 11.FEV.1903; casou-se com Maria Angélica Bueno, filha de Inácio Bueno e sua mulher Ana Bueno, naturais de Jundiaí; deste casal descendem os seguintes filhos; todos residentes em Santa Gertrudes:

4.1. José Franco da Silveira, c.c sua prima paterna Francisca de Morais Nogueira; teve:

5.1. João Franco da Silveira, c.c Francisca Franco Garcia.

5.2. Antônio Franco da Silveira, c.c Lucilia Nicolau; teve:

6.1. Jamil

6.2. Nair e

6.3. Maria José

5.3. Manoel Franco da Silveira, casado 1° com Rosa, e 2a vez com Joana; teve só do primeiro casamento dois filhos:

6.1. Otávio e

6.2. Marias

5.4. Aparecida, c.c João Antônio de Oliveira; teve 3 filhos.

5.5. Arlindo Franco da Silveira, c.c Laurentina Maria; teve uma filha.

5.6. Lázaro Franco da Silveira

5.7. José Franco da Silveira Filho, c.c Sebastiana Gomes; teve uma filha.

5.8. Joaquim Franco da Silveira

4.2. Manoela, c.c João Pinto da Silva; com desc.

4.3. Júlio Franco da Silveira, c.c Maria Felício de Souza; teve:

5.1. Paulo

5.2. Cândida, c.c David Schlegue.

5.3. Lázaro

5.4. Ercília, c.c Júlio.

5.5. Eduardo

5.6. Emidio

4.4. Lázara, c.c Atílio Mourão; teve os filhos:

5.1. Palmira

5.2. Otaviano

5.3. Domingas

5.4. Pedro

5.5. Maria

5.6. Marcelina

5.7. Paulina

5.8. Teresa

5.9. Adelaide e

5.10. João

4.5. Francisca, c.c Virgilio Bioto; teve:

5.1. João

5.2. Antônio

5.3. Francelina

5.4. Paulo

5.5. Oswaldo e

5.6. José

4.6. Gabriela, c.c Vicente Gomes; teve:

5.1. Raul

5.2. Manoel

5.3. Artur

5.4. Alcides

5.5. Hildebrando

5.6. Francisco

5.7. Roberto

5.8. Izaura

5.9. Olívia e

5.10. Ercílio

4.7. Inês, c.c Joaquim de Melo; teve:

5.1. Manoel

5.2. Miguel

5.3. António

5.4. Lourenço e

5.5. Maria

4.8. Inocêncio Franco da Silveira, c.c Etelvina Gomes; teve:

5.1. José

5.2. Aparecida Zulmira e

5.3. Carolina

4.9. Rosa, c.c Serafim Constantino; teve:

5.1. Maria

5.2. Durvalina

5.3. Alberto

5.4. Lazara

5.5. Luiz e

5.6. Aristides

4.10. Egídia, c.c Pedro Felício de Souza; teve:

5.1. Elisa, c.c Atílio Pascon; teve:

6.1. Nelson

6.2. Terezinha

6.3. Pedro

6.4. Irene

6.5. Aparecida e

6.6. Odete

5.2. Lourenço Felício de Souza

5.3. Julieta, c.c João B. Seco; teve:

6.1. Plácido e

6.2. Terezinha

5.4. José Felício de Souza

5.5. Laura

5.6. Maria

5.7. Otávio e

5.8. Luiz

4.11. Maria, c.c João Godoi Lima; teve:

5.1. Amélia, c.c José Gomes.

5.2. Margarida, c.c Teodoro Quirino.

4.12. João Franco da Silveira, c.c Virgilia Quirino; teve os filhos:

5.1. Antônio

5.2. Francisco

5.3. Dulcinda

5.4. Izaltina

5.5. Adolfo

5.6. Lázaro

5.7. Joana e

5.8. Alice n. 1938 e c. 1955 c. Viriato Cardoso residente em Rio Claro.

2.6. Maria da Silveira Franco, c.c José Lopes.

1.12. Lourenço Franco da Silveira, nascido em Atibaia em 1812, casou-se em Limeira com sua sobrinha Rita de Cássia (v. retro); deixou os seguintes filhos:

2.1. Inácio Franco; faleceu solteiro.

2.2. Joaquim Franco

2.3. Juliana Franco

2.4. Rita Maria, c.c seu primo Martinho Franco de Abreu (ver descedência retro).

2.5. Francisco Franco da Rocha, “Chico Gordo”, com 26 anos em 1862, então solteiro e residente em Campinas; foi casado, passando depois a residir em Franca; teve três filhos:

3.1. Flaminio.

3.2. (…) e

3.3. Francisco Franco da Rocha Júnior, casado, foi residente em Franca.

1.13. Jacinto Franco da Silveira, último filho de Lourenço Franco da Rocha, nasceu em 1814, e casou-se em Pirassununga, com sua sobrinha Ana Clara (v. descendência retro).

Nº 03 Maria Francisca Cardoso (filha do capítulo 4°) natural de Santana do Parnaíba e falecida aos 10.AGO.1850 em Atibaia onde se casou-se em 1785 com o alferes Jacinto José de Araújo Cintra n. aos 01.OUT.1770 em Guarulhos, irmão de Rita de Cássia (casada com o Nº 02) e de Inácio de Loyola mencionado retro, filhos do cap. Francisco Lourenço Cintra[56], natural do Algarve, e de Helena de Moraes, de Pitangui, n. m. de Antônio Ferraz de Araújo e de Leonor de Siqueira de Moraes (ver família Araújo, na introdução deste título). Jacinto José de Araújo Cintra foi o fundador do partido liberal em Atibaia juntamente com seus filhos, partido que deteve o poder em Atibaia por quase todo império. Que descobrimos, três de seus filhos: Joaquim Floriano, Jacinto José e Florêncio [suplente] e pelo menos três seus netos: Manoel Jacinto, Evaristo e Antônio Francisco, foram deputados provinciais em São Paulo. A união, através de inúmeros casamentos de duas importantes famílias de Atibaia: família Siqueira Franco, descendente do 1º capitão-mor de Atibaia e dos Camargos (1ª família atibaiana) com a família Araújo Cintra, resultou no domínio político de Atibaia pelas mesmas durante quase todo os séculos XVIII (Siqueira Franco) e XIX (Siqueira Franco e Cintra).Foi Jacinto fazendeiro[57] no bairro Itapetinga, vereador em 1788, juiz ordinário (1800), procurador (1807) e juiz de paz (1828,1832,1833 e 1848), e nos últimos anos de sua vida dedicou-se as atividades de fazendeiro, vindo a falecer em 1850 em Mogi Mirim. Os descendentes do alferes Jacinto José de Araújo Cintra espalharam-se pelo interior e foram povoadores e fundadores de cidades no leste, oeste paulista e sul de Minas Gerais. Com grande geração em Silva Leme no Título Lemes Cap. 5.° § 5º. Tiveram 17 filhos dos quais 11 continuaram grandíssima descendência aqui desenvolvida apenas em parte, pois procuramos desenvolver apenas os que tiveram mais ligação com Atibaia, salvo algumas exceções:

1.1. Ignácia, falecida com 3 anos.

1.2. Antonia Bernardina de Araújo Cintra n. em 1788, casada em 1803 em Atibaia com o alferes José Desidério Pinto[58] n. em 1779 e f. em 02.JUN.1836. Foifazendeiro em Atibaia, filho de João Pinto de Oliveira, f. em Atibaia em 1897 e de sua 2ª esposa Ana Maria de Jesus, neto paterno de Manoel Preto Cardoso e de Rosa Pinto Barbosa, neto materno de Catarina Rodrigues Garcia e de Pedro Ortiz Camargo, por este bisneto de Francisco de Camargo Pimentel e de Isabel Silveira Cardoso (ver N° 03 do cap. 4° da família Camargo na introdução a esse título).A história do bairro do Portão de Atibaia, certamente passa por este casal e sua descendência. Tiveram, entre tantos filhos, os 4 citados aqui, sendo a 2.1. abaixo, a única filha que se fixou em Atibaia q.d. (bairro do Portão) e que por esta razão desenvolvemos sua descendência:

2.1. Maria da Conceição Cintra “Nhanhã do Portão” n. em 1807 em Atibaia e aí f. em 1897. Foi c.c Francisco José da Silveira (11º cap. do título Alves do Amaral), portanto, f° de Antônio Alves do Amaral, o velho (tronco do título Alves do Amaral) e de sua 1ª esposa Ana Franco da Silveira. Francisco José da Silveira,que é Alves do Amaral pode ser considerado o tronco da família Silveira Pinto de Atibaia. O casal foi proprietário de uma enorme fazenda no bairro do Portão em Atibaia (talvez a maior fazenda daquele bairro em todos os tempos e podem ser considerados os principais povoadores do bairro do Portão de Atibaia no século XIX). Tiveram:

3.1. José Theodoro Pinto, tropeiro e fazendeiro em Atibaia, casado 1ª vez com Sabina Alves do Amaral e 2ª vez com Ana Maria da Conceição Leite (2°cap. do título Leite), fª do cap. Jacinto Manel Leite, tronco do título Leite deste trabalho. Teve 1 fª do 1º casamento, retratada a seguir e 4 do 2ª casamento retratados no cap. 2° do título Leite:

4.1. Ana Jacinta da Silveira Pinto c.c seu parente João Antônio Silveira Cintra “cel. João Batista” (ver desc. em 1.1., N° 09, cap. 6° a seguir).

3.2. Francisco José da Silveira Pinto “Chico da Nhanhã”, fazendeiro em Atibaia onde foi vereador entre 1883/86. Foi c.c sua sobrinha Bárbara Augusta da Silveira (ver 4.1., 3.3. a seguir). Teve:

4.1. Francisca da Silveira Pinto c.c João Batista Arantes (ver descendência em N° 02, cap. 9° do título Leite).

4.2. Benedita da Silveira Pinto, falecida solteira.

4.3. Sebastiana S. Pinto, c.c. José Basílio de Moraes. Tiveram:

5.1. Benedita Erculana de Moraes foi c.c Marcílio Cunha Lobo. Teve:

6.1. Noé Cunha Lobo

6.2. Jonas Cunha Lobo

6.3. Daniel

6.4. Rute, falecida menor.

5.2. Jerônimo de Moraes f. aos 18.JAN.2008 foi c.c Angela da Cunha Leite Poloni, f. aos 06.DEZ.2000, filha de Tereza Poloni Leite n. aos 28.OUT.1895 em Bergamo, Itália e f. aos 03.ABR.1973 e de Olímpio da Cunha Leite, f. aos 07.JAN.1948, este f° de Vicencia Maria de Jesus de de Candido da Cunha Leite n. em 1840 e f. aos 19.JUN.1902, que era f° de Francisco da Cunha Lobo e de Isabel de tal (provavelmente Leite), o qual pode ser considerado o tronco da família Cunha Leite do bairro do Portão. Teve:

6.1. Sérgio de Moraes f. aos 12.FEV.2012, foi pastor evangélico, c.c Maria Ferreira. Teve:

7.1. Luciana Cristina c.c Marco Antônio Murro. Teve:

8.1. Mariana

8.2. Matheus

7.2. André Paulo, falecido solteiro e sem descendentes.

6.2. Joel Basílio de Moraes f. aos 29.DEZ.2017 foi c.c Janete Pereira. Teve:

7.1. Wellington “Tom”

7.2. Wilson

7.3. Priscila, professora.

7.4. Cleidemar, professora, c.c Giovanni Murro Jr.

7.5. Adriana, enfermeira.

6.3. Hilda de Moraes Pedroso c.c Pedro Pedroso. Teve:

7.1. Eliel, formado em administraçao de empresas, c.c Elina do Prado Camargo.

7.2. Eliana, enfermeira, c.c Antônio Roberto Angelieri Filho.. Teve:

8.1. Juliana Roberta

6.4. Jairo de Moares c.c Eli Garcia de Moraes. Teve:

7.1. Angela

7.2. Jairo Filho

7.3. Henrique

5.3. José foi c.c Francisca, sem descendentes.

5.4. Agostinho, falecido em 2009, foi c.c Maria Momesso. Teve:

6.1. Déia c.c José R. de Oliveira, escrevente do 2° cart. cível de Atibaia.

6.2. Mariluci c.c Celso Salgado, maestro.

5.5. Jonas foi c.c Joana Leite. Teve:

6.1. Deise c.c Benedito.

6.2. Natanael c.c Fátima.

6.3. Clarisse c.c Paulo.

5.6. Noemia foi c.c Ermenegildo Camargo. Teve:

6.1. Rosana c.c Cláudio. Teve:

7.1. Cláudio

7.2. Cristiano

6.2. Renato, divorciado. Teve:

7.1. Tais

7.2. (…)

5.7. Maria Rute Duarte “Mariazinha” n. aos 13.OUT.1936, viúva de Noé Henrique Duarte. Teve:

6.1. Marta Duarte, falecida solteira. Teve:

7.1. Jonas Henrique Duarte. Teve:

8.1. Samuel

6.2. Noé Henrique Duarte Filho “Téio” c.c Margarete Fernandes Romera:

7.1. Tiago

7.2. Rafael

6.3. Raquel c.c Hermes Pesci. Teve:

7.1. Hermes Pesci Filho, residente na Austrália.

7.2. Amanda Valéria Duarte Pesci, bióloga.

7.3. Barbára Samanta, c.c Paulo. Teve:

Laura

4.4. Maria da Silveira Pinto, c.c Benedito L. Silveira. Teve:

5.1. Francisco Silveira Pinto

5.2. João Silveira Pinto

5.3. Barbara

4.5. Benedita da Silveira Pinto c.c Eliseu da Cunha Leite, f. aos 27.MAR.1966, filho de Joaquim da Cunha Leite e de Emília Maria da Conceição. Teve:

5.1. Antonia

5.2. José

5.3. Teresa

3.3. Maria Antonia da Silveira Pinto, c.c. seu parente Joaquim Franco do Amaral,filho doe José Bueno do Amaral e sua 2ª esposa Brígida Maria Cardoso. Teve:

4.1. Bárbara Augusta da Silveira, c.c seu tio, Francisco José da Silveira Pinto, 3.2. acima.

3.4. Candido da Silveira Pinto, fazendeiro em Atibaia;foi o segundo marido de Eulália Bueno de Aguiar, a qual foi a 3ª mulher do capitão Jacinto Manoel Leite, tronco do título Leite. Teve único filho:

4.1. João Antônio Pinto, c.c sua prima Umbelina Teixeira de Aguiar (ver 3.3., 2.2., 1.2., N° 02, cap. 1° do título Pereira). Teve:

5.1. Sebastião Pinto, casou-se 1ª vez com Benta Martins do Prado e 2ª vez com Conceição Oliveira. Teve:

6.1. Aparecida Pinto c.c Amâncio Gonçalves Bezerra.

6.2. Antônio Pinto

6.3. João Pinto

6.4. Maria Pinto

3.5. Capitão João Batista da Silveira Pinto “João da Nhanhã” n. em 1836 e f. aos 21.MAIO.1928. Foi fazendeiro proprietário de uma bela e próspera fazenda no bairro do rosário com cerca de 140 alqueires paulistas. Foi vereador pelo partido liberal em Atibaia entre 1877 a 1890. Casou-se com sua parente Maria Franco do Amaral. Teve:

4.1. Benedito da Silveira Pinto, faleceu solteiro em 1902

4.2. Júlia Tereza Pinto n. em 1876 e f. em São Paulo aos 28.MAIO.1926, tendo sido sepultada em Atibaia, foi c.c seu parente major José Franco da Silveira (ver 3.3., 2.3., 1.4, N° 02 atrás e 2.3.,1.1., N° 05, cap. 5° do título Alves do Amaral).

4.3. João Virgilio Pinto, “Nhô[59] Zico” n. aos 26.JUN.1886. Foi casado em 1909 com Maria de Toledo f. aos 23.MAIO.1926. João Virgilio f. aos 18.NOV.1953 sem descendentes

4.4. Joaquim da Silveira Pinto “Nhô Quim Divertido” n. 07.MAIO.1879 e f. 06.MAR.1976. Foic casado em 1910 com Maria Ordonhes “Dona Liloca”. Tiveram:

5.1. José da Silveira Pinto n. aos 15.SET.1914, casou-se em 1939 com Leonor de Moraes n. aos 24.ABR.1917, de Itatiba. Ambos faleceram num acidente automobilistico aos 09.JUL.1961. Tiveram:

6.1. Antônio Ethevaldo Moares Pinto “Magrela” n. aos 18.JAN.1941 c.c Célia Neto, profª, fª de Joaquim Netto, de origem portuguesa e de Maria Madronhal Granda, de origem espanhola. Teve:

7.1. Cristiane Maria Netto Pinto c.c Marcelo Seixas. Teve:

8.1. Vivian Maria Pinto Seixas n. aos 11.OUT.2001

7.2. Eduardo Netto Pinto c.c Alessandra Seixas. Teve:

8.1 Rodrigo Seixas Pinto n. aos 06.OUT.1996.

8.2. Lucas Netto Pinto n. aos 04.NOV.1997.

8.3. Murilo Seixas Pinto n. 14.JUN.2000.

6.2. Maria Helena Moraes Pinto n. aos 24.MAIO.1943 f. aos 11.SET.2013, foi professora, c.c. Roberto Rolli n. aos 29.AGO.1944, economista, ex-secretário das finanças da prefeitura de Atibaia, cargo que também ocupou várias administrações.Teve:

7.1. Patrícia Andrea Rolli n. aos 13.JUL.1967, médica, foi c.c José Gustavo R.Conti:

8.1. Camila n. aos 18.ABR.1995.

8.2. Gabriela 23.MAIO.1997.

7.2. Ana Paula Rolli Ribeiro n. aos 30.DEZ.1968, arquiteta, c.c José Ricardo Teixeria Ribeiro, atual secretário de esportes de Atibaia. Teve:

8.1. João Victor n. aos 14.DEZ.1995.

8.2. Ivan n. aos 11.MAR.2000.

7.3. Roberto Rolli Jr. n. aos 25.ABR.1970, paisagista, c.c Giovana Gazolla Tartari Rolli, bancária. Teve:

8.2. Pedro n. aos 09.SET.1998.

8.3. Luísa n. aos 25.NOV.2002.

6.3. José Carlos Moraes Pinto “Bore” n. aos 25.MAR.1945, empresário, c.c Odenis Corradini n. aos 07.SET.1946, fª de Maria Doratiotto e de Antônio Corradini, este f° de Angelina Contesini e Eliseo Corradini, natural de Roncoferraro/MN, o qual pode ser considerado tronco da família Corradini de Atibaia. Teve:

7.1. Carlos Eduardo Corradini Pinto n. aos 09.MAR.1973, adv°.

7.2. Raquel Corradini Pinto n. aos 25.MAR.1976, publicitária.

6.4. Hélio Moraes Pinto n. aos 18.JAN.1947, prof° de educação física, ex-técnico da seleção brasileira feminina de Volei e ex-diretor do Sesi, c.c Maria Inês Peçanha Margarido (ver em 7.2., 6.1., 5.2., 4.7., 3.1., 2.4., 1.1., N° 08 do cap. 10° deste título). Teve:

7.1. Alexandre Peçanha Mores Pinto n. aos 22.ABR.1976.

7.2. Tania Peçanha Moraes Pinto n. aos 31.MAIO.1980.

6.5. Júlio César Moraes Pinto n. aos 11.AGO.1950, comerciante, casado 1ª vez com Sandra Ferrara e 2ª vez com Dana Mandic Pinto. Teve:

7.1. Júlio Cesar M. Pinto Jr. “Gordo” n. aos 20.AGO.1974 c.c Francelina Cunha de Oliveira.

7.2. Juliana Moraes Pinto n. aos 06.MAR.1973.

7.3. Sandra Lia Moraes Pinto n. aos 01.MAR.1980. Teve:

8.1.

7.4. Uriel Mandic Pinto n. aos 03.ABR.1990.

5.2. João Batista da Silveira Pinto n. aos 31.OUT.1914 e f. aos 22.MAR.2014. Casou-se aos 11.JUL.1921 com Ana Rosanti n. aos 07.ABR.1921. Tiveram:

6.1. Hilton da Silveira Pinto n. aos 15.OUT.1942,engenheiro agrônomo, professor doutorda Unicamp, c.c Matilde Benedito, professora.

7.1. Débora Silveira Pinto n. aos 18.MAIO.1971.

7.2. Eric Silveira Pinto n. aos 15.NOV.1973.

6.2. Ana Maria da Silveira Pinto n. aos 11.AGO.1946 casada aos 20.JUL.1968 com Duílio Marco Antônio Baiano, bancário. Teve:

7.1. Flávio Silveira Baiano n. aos 01.OUT.1973.

7.2. Gustavo n. aos 08.OUT.1977 c.c Juliana M. Neto. Teve:

8.1. Matheus Machado S. Baiano n. aos 30.JUN.2000.

8.2. Raissa Machado S. Baiano n. aos 01.DEZ.2001.

6.3. Ivani da Silveira Pinto n. aos 11.FEV.1950, bióloga, casada aos 14.FEV.1976 com José Alberto Lima Nassif, n. aos 23.SET.1949, conceituado médico em São Paulo. Teve:

7.1. Guilherme Silveira Pinto Nassif n. aos 16.ABR.1977.

7.2. Daniel Silveira Pinto Nassif n. aos 10.MAIO.1979.

7.3. Silvia Silveira Pinto Nassif n. aos 25.JUN.1980.

6.4. Ivan da Silveira Pinto n. aos 15.JUL.1956, mecãnico e comerciante, casado 1ª vez com Maria Olívia Roncoletta e 2ª vez com Marlene Maria Savoia Lopes. Teve:

7.1. Daniela Roncoletta da S. Pinto n. aos 15.JUN.1980.

7.2. Tâmara R. da S. Pinto n. aos 13.NOV.1985

7.3. Igor Lopes da S. Pinto n. aos 21.SET.1988.

5.3. Maria Venina Silveira Pinto n. aos 17.DEZ.1916. Casou-se em 1934 com Waldemiro Aguiar, f. em 1964. Tiveram:

6.1. Arquidionides Lázaro Aguiar n. aos 11.JAN.1936, viúvo. Teve:

7.1 Ana Lúcia Feres Aguiar n. aos 01.SET.1962.

7.2. Silvia Regina Feres de Aguiar n. aos 27.MAR.1966.

6.2. Waldomiro Aguiar Júnior n. aos 28.SET.1937, c.c Maria Heloísa Lotufo Aguiar. Teve:

7.1. Mônica Aparecida Aguiar n. aos 28.AGO.1963 c.c Luiz Alcir Mezzomo dos Santos. Teve:

8.1. Milena n. aos 24.AGO.1998.

8.2. Samuel n. aos 07.JAN.2003

7.2. Fabíola Cristina Aguiar n. aos 06.NOV.1965 c.c Paulo César Rodruigues de Albuquerque. Teve:

8.1. César Augusto n. aos 15.JUN.1989.

8.2. Flávio n. aos 17.MAIO.1994.

7.3. Luiz Cláudio Lotufo Aguiar n. aos 17.JUN.1970.

5.4. Zulma da Silveira Pinto n. aos 31.JUL.1920; casou-se aos 14.AGO.1945 com Gentil Conçalves (ver em 4.1., 3.5., 2.6., 1.2., N° 02, cap 1° do título Pereira). Teve:

6.1. Brian José Gonçalves n. aos 08.MAR.1946, desenhista-projetista, casado aos 07.ABR.1973 com Maria Cristina Silveira (ver desc. em 5.7., 4.3., 3.2., 2.1., 1.1., N° 11, cap. 6° do título Siqueira Franco), ex-diretora do museu “João Batista Conti” em Atibaia.

6.2. Sandra Silveira Pinto Gonçalves n. aos 01.ABR.1948 c.c Oswaldo José Thomaz,n. aos 07.SET.1940, industrial, residentes em São Paulo. Teve:

7.1. Carolina Silveira Thomaz n. aos 25.MAIO.1979.

7.2. Cláudia Silveira Thomaz n. aos 31.AGO.1981.

6.3. Priscila S. Pinto Gonçalves n. aos 28.SET.1957 c.c José Roberto Forão de Oliveira, auditor. Teve:

7.1. Cristina Gonçalves de Oliveira n. aos 11.FEV.1979.

7.2. Bárbara Gonçalves de Olvieria n. aos 12.MAR.1991.

5.5. Joaquim Ordonhes Pinto n. aos 08.ABR.1922; casou-se aos 21.ABR.1951 com Neide Giovanetti Pinto. Tiveram:

6.1. José Luiz Giovanetti Pinto n. aos 08.FEV.1952, eng°, c.c. Gilka Memolo Marra, profª, filha de Ozanam F. Marra e de Raiza Memolo, filha de Carmela Sachitiello e de Cesar Memolo. Teve:

7.1. Adriano Marra G. Pinto n. aos 16.JUL.1982.

7.2. Kim Marra G. Pinto n. aos 20.SET.1985.

6.2. Joaquim Roberto Giovanetti Pinto “Nenê” n. aos 20.NOV.1954 e f. aos 05.MAIO.1990, foi c.c Vera Lúcia Callegari, filha de Flávio Callegari,ex-presidente do São João Tenis Clube e da Associação Comercial de Atibaia, foi eleito prefeito da cidade para o mandato de 01.JAN.1993 a 31.DEZ.1996. Seu nome está muito ligado as eleições em Atibaia nas últimas três décadas, posto que candidatou-se, sem êxito, a prefeito nas eleições de 1982, 1988, 2000 e 2004, não conseguiu eleger seu sucessor em 1996, adeputado estadual em 1998 e 2006 e a vereador em 2008. Teve:

7.1. Renata Callegari G. Pinto n. aos 06.DEZ.1978, advogada, teve com Alexandre Garcia Araújo:

8.1. Luca Callegari Giovanetti Pinto n. aos 06.OUT.1998.

7.2. Fábio Callegari G. Pinto n. aos 29.JAN.1980.

6.3. Mirian Giovanetti Pinto n. aos 13.OUT.1959 casada 1ª vez com Carlos Eduardo Casimiro e 2ª vez Carlos Alberto D. Zonzi. Teve 2 filhos do 1° casamento:

7.1. Carlos Eduardo Jr. n. aos 13.JAN.1983.

7.2. Rodolfo Cassimiro Costa n. aos 15.DEZ.1984.

5.6. Wanda da Silveira Pinto n. aos 23.JAN.1926, casou-se aos 04.FEV.1945 com Pérsio Ruas Martins n. em 1915 em Joanópolis e f. aos 02.AGO.1962. Tiveram:

6.1. Maria Cristina Ruas Martins n. aos 10.MAIO.1946, casada aos 05.JUL.1973 com João Alberto de Lima Nassif. Teve:

7.1. Fernando M. Nassif n. aos 28.JUN.19978.

7.2. Mariana M. Nassif n. aos 21.FEV.1981.

6.2. ˙Pérsio Ruas Martins Filho n. aos 15.MAR.1955, foi tabelião interino do cartório de registro de imóveis de Atibaia de 2008 a 2009, c.c Eleni Gonçalves. Teve:

7.1. Thais Helena n. aos 17.AGO.1979, c.c Robson Abranches.

7.2. Rafael Henrique n. aos 13.OUT.1981 c.c Marcela Jungers Nogueira. Teve:

8.1. Henrique n. aos 30.NOV.1998.

6.3. Maria Inês Ruas Martins n. aos 21.JAN.1957, profª e artista plástica, c.c Hercules Brasil Vernalha, eng° e prof° com mestrado e sócio diretor da FAAT. Teve:

7.1. Saulo Brasil Ruas Vernalha n. aos 18.NOV.1980, formado em direito.

7.2. Estevão Brasil Ruas Vernalha n. aos 07.DEZ.1982, formado em publicidade e propaganda.

7.3. Maria Carolina R. Vernalha n. aos 11.DEZ.1986.

6.4. Wanda Maria Ruas Martins n. aos 22.MAIO.1950, bancária, casada aos 05.JUN.1976 com José Luiz de Camargo. Teve:

7.1. Cristina M. Camargo n. aos 22.AGO.1977.

7.2. Luiz Carlos M. Camargo n. aos 06.AGO.1990.

4.4. Joana Ethelvina da Silveira Pinto n. aos 01.FEV.1883 e f. aos 01.DEZ.1978. Foi casada em 1912 com Constantino Chamadoria Martins n. em Potevedra, Espanha aos 23.ABR.1888 e f. em Atibaia aos 10.JUN.1948, filho de Don Benito Chamadoira e de Dolores Rodrigues Martins. Tiveram:

5.1. José Pinto Chamadoira n. aos 19.JUN.1912, casado em novembro de 1941 com Jandira Mathias, ambos falecidos. Tiveram:

6.1. Maria Rita Chamadoira n. aos 10.MAIO.1942, profª, casada aos 09.DEZ.1967 com Benedito Geraldo Teixeira. Teve:

7.1. Carlos Henrique n. aos 13.SET.1968, servidor público municipal, c.c Rejane Aparecida Silva Correia. Teve:

8.1. Ana Paula n. aos 03.JUL.1997.

8.2. Giovana n. aos 25.NOV.1998.

8.3. Paulo Henrique n. aos 22.MAIO.2002.

7.2. Luiz Fernando n. aos 02.NOV.1971 c.c Sandra Regina Silva, enfermeira. Teve:

8.1. Leonardo n. aos 22.AGO.1998.

8.2. Guilherme n. aos 06.SET.2000.

7.3. Eduardo n. aos 03.JAN.1974 c.c Rosana Mª P. Bueno. Teve:

8.1. Júlia n. aos 27.OUT.2000.

6.2. José Antônio Chamadoira “Nenê” n. aos 30.ABR.1945 e f. aos 21.OUT.1999. Foi c.c Eva Aparecida Souza. Teve:

7.1. Silvia Jandira n. aos 07.NOV.1975 c.c Ulisses Camargo. Teve:

8.1. Caroline n. aos 06.JAN.1993.

7.2. Alexandra Priscila n. aos 27.MAIO.1981 c.c Antônio Neto Silva Souza. Teve:

8.1. Bianca n. aos 25.JUN.1998.

8.2. Milene n. aos 31.JAN.2001.

6.3. Jair Chamadoira “Lile” n. aos 01.MAR.1953 e f. aos 23.MAR.1975. Foi c.c Doralice Aparecida Ramos. Teve:

7.1. Luciane n. aos 11.ABR.1970.

7.2. Luciana n. aos 21.ABR.1971. Teve:

8.1. Yagne n. 04.JUN.1992.

8.2. Quecia n. 21.ABR.1996.

8.3. Quevin n. 26.DEZ.2000.

5.2. João Evangelista Chamadoira “Quitá” n. aos 06.MAR.1915 e f. aos 18.AGO.1988, foi c.c Maria Aparecida Neto, fª de Lamartine Neto e de Belmira Soares do Amaral, neta de Antônio Soares do Amaral e Eliza Pires, bisneta de João Soares do Amaral e de Maria Salomé do Amaral. (ver 4.1., 3.2., 2.1., 1.8., N° 08 do cap. 8º do título Alves do Amaral). Tiveram:

6.1. João Batista Chamadoira Neto n. aos 09.SET.1941 e f. aos 24.JAN.2013 foi prof° dr. de português da Unesp de Bauru. Casado aos 23.DEZ.1971 com Ângela Helena Magno Araújo f. aos 10.JUL.1999. Tiveram:

7.1. Danilo Araújo Chamadoira n. aos 18.JAN.1973, jornalista, advogado, c.c Márcia Mendonça. Teve:

8.1. Maria Luíza n. aos 07.MAIO.2003.

7.2. Cássio Araújo Chamadoira n. aos 28.JAN.1975, publicitário.

6.2. Luiz Carlos Chamadoira n. aos 18.AGO.1943, prof° universitário de português e francês, c.c Lucília Edith de Queiros Mattoso. Teve:

7.1. Letícia de Queiros M Chamadoira n. aos 01.DEZ.1989.

6.3. Cláudio Chamadoira n. aos 31.OUT.1945, solteiro, contador.

6.4. Sílvio Netto Chamadoira n. aos 19.SET.1948 e f. aos 18.DEZ.1954.

6.5. Silvia Maria Netto Chamadoira n. aos 08.NOV.1955, solteria, servidora pública do Ministério Público do Estado de São Paulo.

6.6. Sônia Maria Netto Chamadoira n. aos 15.JUN.1958, professora da rede municipal de ensino., foi c.c. Luiz Carlos Callegari “Caio” irmão de Vera Lúcia Callegari (ver 6.2., 5.5. atrás). Teve:

7.1. Murilo Chamadoira Callegari n. aos 27.JAN.1979.

7.2. Leandro Chamadoira Callegari n. aos 13.AGO.1981. Teve:

8.1. Gustavo Sodine Callegari.

6.7. Marcos Ant° N. Chamadoira n. aos 19.MAIO.1960, solteiro, geólogo.

5.3. Jaime Carlos Chamadoira Martins n. em 1919 e f. aos 31.JUL.1977, foi c.c Maria Camargo de Oliveira. Tiveram:

6.1. ˙Carlos Jaime Chamadoira Martins n. aos 20.JAN.1953, dentista, casada 1ª vez com Maria Inês Correia Barbosa e em 2ª vez com Maissa Aparecida Gavazzi. Teve 3 filhos do 1º casamento e 1 com a 2ª esposa:

7.1. Rodrigo n. aos 20.JUN.1980.

7.2. Ana Carolina n. aos 15.JAN.1982.

7.3. Rafael n. aos 21.OUT.1984.

7.4. Pedro Henrique

6.2. Constantino Fernando Chamadoria Martins n. aos 07.OUT.1956, bancário, c.c Eliete Aparecida Rodrigues Chamadoira Martins, porfessorora. Teve:

7.1. Brian n. aos 04.NOV.1998.

7.2. Igor n. aos 24.DEZ.1990.

5.4. Maria Aparecida Chamadoira n. aos 24.MAR.1923 e f. aos 18.JUL.2002, foi casada em maio de 1940 com Agenor Loriano n. aos 15.MAR.1915 e f. aos 02.JUL.1985. Tiveram:

6.1. ˙José de Anchieta Loriano “Cuié” n. aos 05.ABR.1942 e f. aos 10.JUN.2005, advogado e escritor, autor de livros sobre a história de Atibaia; foi c.c Madleni de Lurdes Loriano. Teve:

7.1. Nilton José Paes Loriano n. 20.ABR.1974.

6.2. Agenor Loriano Filho n. aos 01.NOV.1943 e f. aos 22.AGO.1989, aviador, foi c.c Jurema Massoni de Lima. Tiveram:

7.1. Ana Maria Lima Loriano n. aos 06.JAN.1980, professora.

6.3. Paulo Loriano n. aos 17.JUN.1945, comerciante, c.c Angelina Mistrelo. Teve:

7.1. Patrícia Velasca Mistrelo n. aos 31.JUL.1977.

7.2. Ana Paula Mistrelo Finco n. aos 05.NOV.1979 c.c Luciano Finco aos 17.OUT.1997. Teve:

8.1. Júlia n. aos 14.MAR.2001.

6.4. Maria Aparecida Loriano n. aos 14.JAN.1947 c.c Juan Carlos Boutureira Gomez. Teve:

7.1. João Luciano Loriano Boutureira n. aos 02.ABR.1987.

6.5. ˙Fernando Miguel Loriano n. aos 08.MAIO.1948 casado aos 18.OUT.1981 com Ligia Paula Logsdon. Teve:

7.1. Ligia Fernanda n. 09.MAIO.1982. Teve:

8.1. Miguel

7.2. Fernando Henriquen. 06.DEZ.1984. Teve:

8.1. Maria Eduarda

6.6. Therezinha de Jesus Loriano n. aos 03.MAR.1953 e falecida solteira e sem descendentes aos 08.NOV.1999.

6.7. João Batista Loriano n. aos 11.JAN.1958, comerciante, c.c Eunice Duarte Martins.

3.6. Antônio da Silveira Pinto, fazendeiro em Amparo c.c sua parente Cândida Augusta de Lustosa.

3.7. Ana Luiza Cintra ou Silveira Pinto, 2ª esposa de seu tio paterno, Joaquim Alves do Amaral (Cap. 7° do título Alves do Amaral), f° de Antônio Alves do Amaral, “o velho” – tronco do título Alves do Amaral e sua 1ª mulher Ana Franco da Silveira. Teve:

4.1. Maria Joaquina da Conceição, c.c cel. João Pires de Camargo, fazendeiro em Atibaia, (ver desc. em capítulo 1º do título Pires de Camargo). Os Alvim descendentes do major Alvim, descendem deste casal.

3.8. Gertrudes da Silveira Pinto, falecida menor.

2.2. Joaquim Pinto de Araújo Cintra, 3° barão de Campinas n. aos 05.AGO.1824 em Atibaia. Mudou-se para a cidade de Amparo onde foi fazendeiro de café, gande capitalista e destacou-se como chefe do partido liberal, no regime monarquico.Prestou vários serviços a comunidade de Amparo, entre eles a construçao da Santa Casa que leva o nome de sua esposa, Ana Cintra. Recebeu do Imperador D.Pedro II o título de barão de Campinas aos 13.AGO.1888, faleceu em São Paulo aos 13.JAN.1894.

2.3. Sabina da Silveira Pinto n. em 1810 foi c.c Antônio Alves do Amaral (cap. 12° do título Alves do Amaral).

2.4. João Batista Pinto c.c Ana Jacinta, filha do cel. Jacinto José Ferraz de Araújo (1.9. abaixo)

1.3. Bento, batizado em Atibaia em 1790 e aí falecido em 1792.

1.4. Ana Jacinta de Araújo Cintra n. em Atibaia entre 1790/92 onde se casou em 1813 com seu parente Manoel Vicente Silva. Descendência até o ínicio do século XX descrita em SL 2/110. Já era viúva no censo de 1846.

1.5. Gertrudes Thereza da Silveira, batizada em 1794 em Atibaia onde em 1809casou-se com seu parente,capitão Luiz Gonzaga de Moraes, filho de Amaro Leite de Moraes e de sua 1ª esposa Gertrudes Maria de Almeida. Gertrudes faleceu em Bragança Paulista onde viveu em 1842. Gertrudes e o capitão Luiz são os avós maternos do ilustre genealogista, Luiz Gonçaga da Silva Leme, tantas vezes citado nesse trabalho, por sua obra, Genealogia Paulistana, simplemente como SL. Descenentes até o início do século XX descritos em SL 2/523 a 529.

1.6. Maria, batizada em 1795 em Atibaia onde veio a falecer em 1798.

1.7. Helena de Moraes, batizada em 1798 em Atibaia onde casou-se em 1815 com seu primo irmão Joaquim Cintra da Silveira, filho de Ignácio de Loyola Cintra, irmão do alferes Jacinto, e de Ana Francisco Cardoso. Descendentes até o início do século XX descritos em SL 2/517.

1.8. Francisca Romana de Araújo Cintra n. em 1800 em Atibaia e aí c.c seu parente Joaquim Antônio da Silveira (ver parte da desc. em N° 09, cap. 6° deste título), f° de Gertrudes Francisca Pedroso e de Joaquim de Siqueira Franco(cap. 6°).

1.9. Tenente-coronel ou coronel Jacinto José Ferraz de Araújo (Cintra) n. em Atibaia em 1802. Casou-se em 1824 com sua prima Rosa Maria de Campos (ver 1.8. do N° 04 a seguir), filha do 4º e útlimo capitão-mor de Atibaia, Lucas de Siqueira Franco, irmão de seu mãe. Coronel Jacinto José foi vereador em diversas Legislaturas em Atibaia (1829 a 1832, de 1833 a 1836 quando foi presidente da câmara). Foi eleito primeiro deputado provincial (estadual) de Atibaia para legislatura de 1835 a 1837 (1ª Legislatura Estadual), eleito suplente nas legislaturas de 1838 a 1839 de 1840 a 1841 e novamente foi eleito deputado provincial para a legislatura de 1842 a 1843. Descendentes até o início do século XX descritos em SL 2/57.

1.10.Coronel Manoel Jorge Ferraz n. em1803 em Atibaia onde se casou com sua prima Gerturdes da Silveira Campos n. em 1807 (1.6. do Nº 04 adiante), fª do 4º e último Capitão-mor de Atibaia, Lucas de Siqueira Franco, seu tio materno. Manoel Jorge Ferraz substituiu seu pai na chefia do partido liberal em Atibaia, quando o mesmo mudou-se para Mogi Mirim, onde era proprietário de terras. Foi vereador em diversas legislaturas e presidente da câmara de 1837/40, 1845 a 1855. Acreditamos que Maonel Jorge Ferraz foi o maior líder político em Atibaia da segunda metade da década de 1830 até sua morte, em substituição ao seu tio Lucas de Siqueira Franco, último capitão-mor e ao seu pai, primeiro líder do partido liberal em Atibaia, bem como, talvez tenha sido o primeiro atibaiano a mais alto posto da guarda nacional na cidade entre 1838 a 1842, o de coronel. Esteve juntamente com seu pai, irmãos e outros parentes e partidários, ao lado do Brigadeiro Rafael Tobias de Aguiar na Revolução Liberal de 1842, tendo sido por essa razão, preso juntamente com o padre Antônio Mello e Silva. Foi agraciado com a Ordem da Rosa, recebendo a comenda das mãos do Imperador na capital do Império. Faleceu aos 06.OUT.1855 em Atibaia e pode ser considerado o tronco da família Ferraz de Atibaia. O casarão que fica no largo da matriz de Atibaia é conhecido como solar Manoel Jorge Ferraz em referência a seu dono Manoel Jorge Ferraz que comprou a parte de seu imão em 1834 na casa que foi construída entre 1776 a 1781 por seu avô paterno Francisco Lourenço Cintra, tendo Manoel Jorge edificado o segundo piso do sobrado em 1845. Manoel Jorge deixou vasta geração[60], que desenvolveremos em parte, priorizando sempre os que permaneceram em Atibaia:

2.1. Jacinto Jorge Ferraz n. 1823

2.2. Ana Jorge Ferraz n. em 1826

2.3. José Jorge Ferraz, c.c Maria Lourença da Silva, filha de Florêncio (1.13. adiante).

2.4. Joaquim Manoel de Araújo Campos, c.c Leopoldina Bueno de Aguiar.

2.5. Maria Jorge Ferraz n. em 1829

2.6. João Jorge Ferraz

2.7. Lucas de Siqueira Franco ou Lucas de Siqueira Franco Netoou “Lucas Jorge” como era mais conhecido, nasceu em Atibaia aos 18.OUT.1832, foi c.c Idalina Maria de Oliveira Simas n. aos 09.JUL.1847 em Atibaia e f. na fazenda Engenho das Palmeiras. Foi advogado e fazendeiro em Mogi-Mirim, Amparo e Itapira. Chefiou na década de 1870 o partido liberal em Atibaia em substituição ao primo de seu pai e seu tio materno, José Lucas. Lucas Jorge foi vereador em Atibaia em várias legislaturas tendo sido presidente da câmara em vários perídos em substituição a José Lucas na década de 1860 e definitivamente em 1871/72 e 1873 a 1876. Lucas Jorge mudou-se de Atibaia para Itapira/SP, após ter tido grande frustração política em 1877,onde foi tomar posse da fazenda Engenho das Palmeiras “Engenho Velho” e depois conhecida como fazenda Lucas Jorge, fundada por seu avô paterno alferes Jacinto José Araújo Cintra que passou ao seu pai e a qual herdeu de sua mãe e lá faleceu aos 20.AGO.1910. Deixou vasta descendência:

3.1. Isabelde Siqueira Franco n. aos 30.OUT.1865 em Atibaia f. aos03.MAIO.1923 em São Paulo c.c José A.Cunha. Teve:

3.2. Maria Franco n. aos 01.MAIO.1867 em Atibaia e f. aos 16.NOV.1901 em Lambari/MG, foi casada em 1892 com Benjamim Contant Rodrigues Pereira.

3.3. Ana Franco n. aos 08.DEZ. 1868 em Atibaia e f. aos 12.NOV.1947 em Itapetiniga. Foi c.c Joaquim Fabiano Alves.

3.4. Escolásticade Siqueira Franco n. aos 18.AGO.1870 em Atibaia f. aos 02.SETo.1892 em Carandai/MG. Foi c.c Luiz Rodrigues Pereira.

3.5. João Jorge de Siqueira Franco n. 09.JUL.1972 em Atibaia, f. aos 12.JAN.1944 em São Paulo. Foi advogado e fazendeiro em Brumado. Foi presidente da câmara de Amparo em 1934/35. Foi casado 1ª vez com Maria Herminia Boa Vista e 2ª vez com Leonina Silveira.

3.6. Francisca Franco de Mello n. aos 01.JUN.1874 em Atibaia. Foicasada em 1895 com Hernesto Mello, f° de Joaquim Manoel de Mello e de Blacidina de Melo. Foram residenes em Lambari/MG Teve q.d:

4.1. Ernesto Melo Júnior, engenheiro, foi residente no Rio de Janeiro. Teve:

5.1. Gilda

5.2. Arnaldo

4.2. Paulo de Melo, fazendeiro em Lambari/MG c.c Maria Guilhermina da Rocha Mello, filha do cap. Alberto Carlos Souza Rocha e de Blandina meireles da Rocha de São Gonçalo do Sapucai. Teve:

5.1. Francisco da Rocha Mello, nascido em 1922, residente em Bernadirno de Campo/SP, viúvo de Alice. Teve q.d:

6.1. Margarida

6.2. Cecília

5.2. Oswaldo da Rocha Mello “Vavá Junqueira” f. aos 15.AGO.2009, foi casado 1° vez vez com Maria Clara Junqueira com quem teve 3 filhos e 2° vez com Maria Auxiliadora Cristiano, natural de Minas Gerais, falecida em 2014, com que teve apenas um filho e o único descendente de Lucas Jorge que reside em Atibaia:

6.1. Ricardo Estaquio Junqueira de Melo

6.2. Glycia Maria Junqueira de Melo

6.3. Maria Junqueira de Melo

6.4. Lucas Jorge de Siqueira Franco de Mello, n. aos 30.MAR.1972 em São Paulo, c.c Fátima Aparecida Torres Rosa. Talvez seja o único descendente de Lucas Jorge (2.7.) que reside em Atibaia. Teve:

7.1. Leticia Rosa de Melo

7.2. Lucas de Melo

7.3. Lya Giovana Rosa de Melo

5.3. Antônio da Rocha Mello, residente em Lambari/MG.

5.4. Paulo da Rocha Mello

5.5. Martha da Rocha Mello c.c Moacir Junqueira, residentes em Lambari/MG.

5.6. Consuelo da Rocha Mello

5.7. Maisa da Rocha Mello

5.8. Jurema da Rocha Mello

5.9. Zelia da Rocha Mello

4.3. Rubens Mello c.c Helena Presgrave. Teve q.d.:

5.1. Nicia c.c Cyro Leme Ferreira

5.2. Carlos Roberto

5.3. Beatriz

3.7. Lucas Jorge de Siqueira Franco n. aos 15.JAN.1876 em Atibaia. Foi advogado e faleceu solteiro em 1900 em Nápolis, Itália.

3.8. Amador Jorge de Siqueira Franco n. aos 13.SET.1877 em São Paulo f. aos 21.NOV.1948 na em Mogi-Mirim. Foi advogado em Mogi Mirim onde foi presidente da câmara entre 1926 a 1930, foi c.c Adelfa Ribeiro.

3.9. Rosa Franco n. aos 27.AGO.1879 em São Paulo e f. aos 31.DEZ.1941 no Rio de Janeiro onde residia, foi c.c Rodolfo Paladini.

3.10. Carolina Franco, n. aos 30.SET.1891f. em 1926 em Campinas. Foi c.c Glicério Bueno da Costa Barrios, é o tronco da família Barrios em Itapira. Foi professor em Itu e Itapira, onde foi o 1° diretor do “Grupo Escolar dr. Júlio Mesquita”. Nasceu aos 25.MAR.1866 em Elói Mendes/MG e f. em Campinas aos 06.JUN.1926. Teve:

4.1. Maria Lígia

4.2. Jorge

4.3. Corina

4.4. Elsa c.c Dirceu Gomes Bueno. Teve:

5.1. Paulo Roberto

5.2. José Carlos

4.5. José c.c Holanda Hipólito, f. aos 02.OUT.1948.

4.6. Antônio c.c sua prima Iolanda Rodrigues

4.7. Olavo

3.11. Manoel Jorge de Siqueira Franco n. 22.Out.1883 em São Paulo. Foi advogado e fazendeiro em Itapira/SP.

3.12. Jorge Manoel de Siqueira Franco n. aos 22.OUT.1883 (gemeos do anterior) e f. aos 04.MAIO.1942, foi advogado e faleceu solteiro

3.13. José Jorge de Siqueira Franco n. aos 01.SET.1886 em São Paulo e f. em 1951. Advogado e fazendeiro em Itapira, c.c Jandira de Queiroz Telles. Teve:

4.1. Hely Telles de Siqueira c.c Hortência Melo Gonçalves de Castro.

4.2. Dirce Telles de Siqueira Brandão c.c Hélio Cintra Brandão Teve:

5.1. Luis Franco Brandão

5.2. Rui Franco Brandão

5.3. Stella Franco Brandão

5.4. Rubens Franco Brandão n. aos 25.FEV.1944 em Mirandópolis, médico, casado 1ª vez com Clara Terko Takaki Brandão c.q teve 2 filhos e 2ª vez com Dalva Lucia Senna c.q teve 2 filhbos. Teve:

6.1. Mauricio

6.2. Elia

6.3. Ana Maria

6.4. Thais

4.3. Josira

4.4. Aluisio Teles de Siqueira c.c Maria Célia Reis de Andrade. Teve:

5.1. Aluísio

5.2. Rilde

5.3. Taís

5.4. Tania

5.5. Sérgio

5.6. Célio

5.7. Daniel

5.8. Glacia

2.8. Maria Gertrudes Jorge Ferraz, falecida solteira.

2.9. Manoel Jacinto de Araújo Ferraz n.em Atibaia em 1834/35 e aí f.aos 15.MAR.1901. Foi proprietário de uma grande fazenda no bairro do Maracanã com 586 alqueires denominada Campo Alegre e de uma chácara denominda Taboão. A evolução histórica e econômica do bairro de Caetetuba de Atibaia no século XIX tem a contriguição de Manoel Jacinto. Formou-se em direito no Largo São Francisco em 1858, foi vereador em diversas legislaturas e presidente da câmara municipal em 1881/82. Foi eleito deputado provincial por Atibaia em 1861 para o mandato de 1862/65. Deixou a política com a proclamação da República. Também foi juiz de paz e juiz de direito de Atibaia em 1890/91 e juiz de direito em Piracaia em 1892. Teve com Benedita Mariada Conceição Pedroso com quem viveu, sete filhos:

3.1.Dorotéia Ferraz n. em 1863 e falecida solteira.

3.2. Stefânia n. 1866, c.c. Leopoldo Bueno da Rocha (ver 4.4., 3.2., 2.11.,1.3., N° 04 adiante). Teve:

4.1. Romeu da Rocha Ferraz c.c. Rosa Gonçalves. Teve:

5.1. Nair

5.2. Arlindo

5.3. Sebastião

5.4. Manoel

5.5. Romeu

4.2. Rufiro da Rocha Ferraz n. aos 11.MAIO.1904, f. aos 17.AGO.1982, foi c.c. Arminda dos Santos, natural de Molelos, Portugal. Teve:

5.1. Rosa Maria dos S. Ferraz, n. aos 27.NOV.1941 c.c Atio Castro Cordeiro, eng°.

4.3. Raul da Rocha Ferraz

4.4. Ramira da Rocha Ferraz

3.3. Cristiana Ferrazn. em 1870 e falecida solteira aos 13.JAN.1963.

3.4. Alferes Ângelo Pedro Ferraz n em 1872, casado em Atibaia aos 03.NOV.1904 com Helena Franco Ferraz, filha de Antônio Franco de Camargo Silva, natural de Atibaia e de Barbara de Oliveria Saldanha de Rio Bonito, hoje cidade de Bofete/SP. Angelo Pedro comprou em 1903 de seu tio Lucas de Siqueira Franco Neto, ou Lucas Jorge, a metade do casarão existente no largo da matriz, também conhecido como solar Manoel Jorge Ferraz ou casarão Júlia Ferraz. Teve 6 filhos de seu casamento e um (4.7.) de outro relacionamento:

4.1. Maria Izabel Feraz c.c. José Tavares Rodrigues (irmão de Arthur Tavares Rodrigues citado em 2.4., 1.3., N° 03, cap. 2° do título Freitas e de Aniceto Tavares Rodrigues, citado abaixo). Teve:

5.1. Cecília Tavares f. aos 22.DEZ.1993, foi c.c Moacir Zanoni, n. aos 07.NOV.1920 em Jarinu e f. aos 18.DEZ.1992, f° de Amélia de Oliveira de Joanópolis e de Edmundo Zanoni[61]n. em Itatiba/SP aos 07.OUT.1895, foi vereador de 1956 a 1960 e como suplente de 1969 a 1973, presidente da câmara em 1969. prefeito sanitário de 10.AGO.1956 a 05.MAIO.1958 e eleito vice-prefeito em 1962 e nesta condição assumiu a prefeitura aos 05.MAIO.1964até 03.OUT.1965 quando faleceu, foi também presidente do São JoãoTenis Clube. Teve:

6.1. Moacir Zanoni “Nambu”, topógrafo.

6.2. Marcelo Zanoni

6.2. Mauricio Zanoni“Pelote” c.c Mônica Massoni, filha de João Massoni e de Benedita Simões Massoni.

6.3. Milton Zanoni c.c Cleusa de Oliveira Silva.

6.4. MonicaRegina Zanoni

5.2. Mário Tavares c.c Judite Gonçalves Tavares filha de João Gonçalvez de Souza e de Maria Izabel de Oliveira (ver 3.1., 2.2., 1.5., N° 01 do cap. 11° do título Pereira). Teve:

6.1. Mauro Tavares f. aos 01.JAN.2011. Teve:

7.1. Mário Tavares Neto

6.2. Arthur Tavares Rodrigues Sobrinhon. aos 31.MAIO.1962, funcionário do judiciário de Atibaia, solteiro.

6.3. Cristiane Tavares, casada aos 06.SET.1979 com˙Francisco José de Carvalho Rubião e Silva “Fran Rubião”. Teve:

7.1.Flávia Cristina, c.c. Daniel Anderson Prado. Teve:

8.1. Thais

7.2. Francesca c.c Elton Ferreira Prado[62], contador.

7.3.Francisco José, separado. Teve:

8.1. Gabriel

8.2. Guilherme

7.4.Felipe

7.5.Fabrizia

6.4. Alex Tavares n. aos 24.JAN.1976 c.c Fernanda Puga Tavares.

5.3. GeraldoRodrigues f. aos 02.AGO.1988, foi c.c Lúcia AparecidaVellani, f. aos 12.MAIO.1999. Teve três filhos, sendo o último com sua esposa:

6.1. Carlos Henrique Rodrigues

6.1. Fábio Eduardo Rodrigues

6.2. Geraldo Rodrigues Jr. n. aos 03.ABR.1983 c.c Érica Pinzan. Teve:

7.1. Gabriela

4.2. Julieta Ferraz n. aos 21.NOV.1906 e f. aos 22.MAIO.1958, foi c.c. Gentil Pereira dos Santos. Teve:

5.1. Neusa n. aos 23.DEZ.1939 divorciada de Breno Bravo.

4.3. Maria Conceição Ferraz, f. aos 16.JUL.1955, foi casada aos 21.OUT.1933 com Francisco Silva Pinto, n. de Piracaia, f aos 23.AGO.1979, filho de Candido Pinto da Silva e de Antonia Silva Pinto. Teve:

5.1. Antonia Silva Pinto faleceu solteira aos 19.NOV.1996.

5.2. WilsonSilva Pintof. aos 27.ABR.1980 divorciado de Maria Torralbo Dal Sasso Pinto. Teve:

6.1. Isabel Cristina Silva Pinto n. aos 30.AGO.1961.

6.2. Valmor Silva Pinto n. 20.OUT.1970 e c.c Ana Paula Tavares da Silva.

5.3. Flávio Silva Pinto n. aos 30.AGO.1939 e f. solteiro aos 13.DEZ.2006.

5.4. Edson da Silva Pinto n. aos 13.DEZ.1947 c.c Maria Alaide Silveira.

4.4. Pedrina Ferraz f. aos 16.NOV.1986 foi c.c. Aniceto Tavares Rodrigues, f. aos 17.MAR.1981, f° de Salvador Tavares e de Josefa Mª de Jesus, irmão do José Tavares Rodrigues, citado em 4.2. acima. Teve:

5.1. Helena Rodrigues Ferraz c.c Alcides Vizzioli.

5.2. Antônio T. Rodrigues foi c.c Neusa Mancuso, já falecido. Teve:

6.1. Elisabete Tavares Rodrigues n. aos 25.JUN.1959

6.2. Antônio Sérgio Tavares Rodrigues, n. aos 25.OUT.1967.

5.3. Silvio T. Rodrigues f. aos 06.AGO.2008 foi divorciado de Maria José Moreno.

6.1. Vanessa

6.2. Rodolfo

5.4. Hélio Tavares Rodrigues f. aos 11.MAIO.1998, era separado judicialmente de Elita de Azevedo. Teve:

6.1. Fabiano n aos 28.FEV.1975.

6.2. Rodrigo n. aos 01.JUN.1977.

6.3. Felipe n. aos 09.AGO.1982, arquiteto formado pela USF.

4.5. Pedro Ferraz, irmão gêmeo de Pedrina, f. aos 14.NOV.1989, foi c.c. Margarida Augusta de Oliveira, falecida aos 13.JUL.2000. Tiveram:

5.1. Odete Ferraz dos Reis n. aos 25.OUT.1933, c.c Antônio da Silva Reis

5.2. Maria de Lourdes Ferraz n. aos 13.NOV.1934 foi c.c Nelson Marques Valencio.

5.3. Dirce Ferraz de Camargo f. aos 14.DEZ.1996 foic.c João Batista de Camargo, f. aos 04.JUN.1999. Teve:

6.1. Valter Aparecido de Camargo c.c Fátima Aparecida da Silva.

6.2. Vanderlei Roberto de Camargo c.c Marica Aparecida Gonçalves.

6.3. Vladimir José de Camargo, n. aos 24.SET.1963.

6.4. João Batista

5.4. Ivone Ferraz Zambelli c.c Benedito Aparecido Zambelli.

5.5. Pedro Ferraz Filho n. aos 15.JUN.1940, c.c Ilda Fátima Teixeira, fª aos 09.ABR.1984 (ver 2.4., 1.7., N° 01, cap. 7° do Título Leite). Teve:

6.1. Tamy n. em 1980

5.6. Terezinha Ferraz separada judicialmente com Sudário José Ribeiro.

5.7. Osvaldo Ferraz n. aos 13.AGO.1944

5.8. José Carlos Ferraz delegado de polícia aposentado, c.c Paula Lucia dos Santos Ferraz, advogada em Atibaia. Teve:

6.1. Carla Ferraz, c.c Washinton Moraes. Teve:

7.1. Vitória

6.2. Kelli

6.3. Vanessa, casada.

6.4. Maicon, casado com 2 filhas.

5.9. Edson Antônio Ferraz, mecânico e um dos proprietários da tradicional oficina Motovale em Atibaia, c.c Elizabeth Rezende. Teve:

6.1. Joice, casada.

5.10. Margarida de Fátima Ferraz Gimenes, diretora de escolamunicipal aposentada e proprietária da escola Educat, antiga Tia Fátima, c.c José Gimenes do Amaral, comerciante, filho de José Gimendes Santiago, já falecido e de Alice Franco do Amaral Santiago, n. aos 06.MAIO.1929, filha de Sebastiana Menina e de João Batista Franco do Amaral, este filho de Maria Franco do Amaral e de Joaquim do Amaral e Silva. Teve:

6.1. Tatiana, professora c.c. Juliano. Teve:

7.1. Giovanni

6.2. Eliane, solteira, n. aos 14.SET.1982, professora.

6.3. José Gimenes Júnior, n. aos 09.JAN.1983.

4.6. Ângelo Ferraz f. solteiro e sem descendentes aos 06.NOV.1982.

4.7. Arlindo Ferraz f. aos 07.MAR.1963 foi c.c. Maria Helena Faria, f aos 14.ABR.1993.

5.1. Maria Inês Faria Ferraz n. aos 04.NOV.1941 c.c Alim Ferreira de Almeida.

5.2. Arlindo Ferraz Jr. n. aos 07.JUN.1943, capitão da marinha.

5.3. Maria Lúcia n. aos 18.NOV.1944.

3.5. Sebastião de Araújo Ferraz n. em 1879 foi c.c. Paulina Chesi. Teve:

4.1. Benedita Araújo Ferraz n. aos 18.NOV.1912 e f. aos 10.JUN.2002,. foi c.c. Geraldo Tavares Arnellas, f aos 20.MAR.1984. Teve:

5.1. Geraldo José Arnellas n. aos 01.AGO.1945 c.c Marcia Silva dos Santos.

5.2. Maria Dorotéia n. aos 16.AGO.1947 c.c Roberto Chelio.

5.3. Maria Heloísa n. aos 26.NOV.1950 c.c Gil Ernesto Gomes Coelho, advogado.

5.4. Paulo Roberto, n. aos 12.JAN.1954 c.c Sonia Regina Menghini.

5.5. Maria Teresa n. aos 12.FEV.1958 c.c Mauro Bertelle Júnior.

5.6. Marco Antônio n. aos 23.JAN.1960, eng°, c.c Heloisa Maria Castro Chiavegato.

4.2. Manoel Ferraz,professor e pedagogo, n. aos 25.JUN.1926 ef. aos 16.FEV.2005 c.c. Josefina Bastos. Teve:

5.1. Lyliana Bastos Ferraz n. aos 23.JAN.1957.

5.2. Manoel Oscar Bastos Ferraz n. aos 28.ABR.1958 divorciado de Maria Francisca Massoni, filha de João Massoni e de Benedita Simões Massoni.

5.3. Rosana B. Ferraz n. aos 23.FEV.1961 c.c Luiz Ricardo Gambagorte de Farias.

5.4. Sebastião Carlos Bastos Ferraz n. aos 12.SET.1962 casado 1ª vez com Poliana Gomes com quem teve um casal de filhos gemeos e 2ª vez com Claudia Cecília do Amaral Meinberg, filha de Guido Henrique Meinberg f. aos 26.JUN.2010 e de Cecília Galvão do Amaral Meinberg, esta irmã de José Galvão do Amaral, ex-presidente do Conselho Municipal do Idoso de Atibaia. Teve 2 filhos da 1ª esposa e um com a atual:

6.1. Manoel Ferraz Neto n. aos 01.JUN.1992

6.2. Carla Ferraz n. aos 01.JUN.1992

6.3. Bruno Meinberg Ferraz n. aos 09.OUT.1997

5.5. Sylvana Bastos Ferraz n. aos 31.AGO.1965 c.c Aryoswaldo Bonini Jr. (ver 5.2., 4.1., 3.4., 2.1., 1.3., N° 01, cap. 7° do título Alves do Amaral), filho de Aryoswaldo Bonini e Denise Silva Bonini.

4.3. Maria de Lourdes Ferraz, n. aos 02.DEZ.1923 e f. aos 21.JUN.1992. Teve:

5.1. Luiz Roberto Cabral Ferraz, n. aos 07.OUT.1953 c.c Roseni Maria Rodrigues.

6.1. Ana Gabriela Ferraz foi c.c Danilo Manhã, repórter (ver 8.1., 7.2., 6.4., 5.2., 4.1., 3.5., 2.1., 1.2., N° 02, cap. 4°, atrás). Teve:

7.1. Melissa n. aos 13.SET.2005.

7.2. Yasmin n. aos 26.JUN.2007.

6.2. Luiz Felipe Rodrigues Ferraz.

4.4. Sylvia de Araújo Ferraz, f. Solteira aos 27.SET.2013 com 85 anos.

4.5. Dorothea de Araújo Ferraz, solteira, residente na rua José Lucas

4.6. Teresa Maria, freira da ordem das filhas de Jesus.

4.7. Dulce Ferraz n. aos 21.MAR.1930 e f. aos 14.NOV.1992 foi c.c. Josef Holzhauser, f. aos 04.JAN.1989. Teve:

5.1. José Francisco n. aos 20.FEV.1957 c.c Flavia Amaral Rezende.

5.2. Paulo Jorge n. aos 22.ABR.1959 c.c Marley Pereira Dias.

5.3. Silvia Cristina n. aos 12.JAN.1962.

3.6. Mônica Ferraz n. aos 17.DEZ.1880 e f. aos 10.FEV.1969 c.c. José Herculano Bueno “Zico Paes[63]” n. aos 27.AGO.1877 e f. aos 29.NOV.1962 (ver 3.1., 2.1., 1.5., N° 09 do cap. 6° deste título e 2.1., 1.8., N° 05, cap. 1° do título Alves do Amaral) não tiveram filhos.

3.7. Júlia Ferraz, n. aos 15.DEZ.1883 em Atibaia e ai faleceu solteira aos 16.MAIO.1981. O casarão que se encontra no largo da matriz é conhecido como solar Manoel Jorge Ferraz e também como casarão Júlia Ferraz, que morou muitos anos naquele imóvel.

2.9. Escolástica, com 9 anos em 1846, portanto, n. em 1837.

1.11. Tenente-Coronel[64] Francisco Lourenço Araújo Cintra n. entre 1804 a 1806 em Atibaia onde se casou com sua parente Maria Conceição Pádua Leite (ver 2.4., 1.1., N° 01, cap. 2° da família Araújo na introdução deste título) , tiveram entre outros filhos todos naturais de Atibaia:

2.1. Landislau Antônio de Araújo Cintra n. em Atibaia em 1833 e f. em 1910 em Jaú. Casou-se em Itú com Escolástica de Almeida Prado. Foi fazendeiro em Itapira, cuja cidade ajudou a fundar, mudando-se depois para Mogi Mirim, onde militou na política pelo partido liberal, pelo qual foi seu representante na importante convenção Republicana de Itú em 1873.

2.2. Antônio Francisco de Araújo Cintra nascido em Atibaia em 1835. Casou-se 1ª vez com Maria de Oliveira Camargo e pela 2ª vez com sua parente Leocádia Cintra. Advogado em Mogi Mirim, onde foi também fazendeiro proprietário da grande fazenda Reunidas que compreendia as fazendas Santa Cruz, Itapirinha, São Jerônimo, Nova América e Sertãozinho, bem como líder político do partido republicano. No regime imperial foi vereador em Mogi, foi representante de MogiMirim na célebre Convenção de Itu em 1873. Foi deputado provincial de 1868/69 e senador estadual em 1894/96. Faleceu em 1911 em S. Paulo.

2.3. Evaristo Araújo Cintra n. em 1830 em Atibaia, foi advogado, suplente de deputado provincial pelo partido liberal no biênio 1858/59 e eleito deputado provincial pelo partido liberal de 1862/63[65] por Mogi-Mirim onde residia. Foi também por muitos anos juiz de direito na comarca de Alegrete/RS em 1877/78, chefe de polícia da cidade de Goiás, desembargador do Estado de Goias.E descobrimos um Evaristo Ara;ujo Cintra que foi presidente da câmara de Limeira/SP em 1880/81, que pode ser o mesmo aqui tratado. Faleceu solteiro.

1.12. Comendador João Batista de Araújo Cintra, batizado em 1805 em Atibaia onde casou-se em 1828 comsua sobrinha. Maria Jacinta de Araújo Cintra. Era comendador da imperial Ordem da Rosa recebida pel imperador D.Pedro II em Itapira aos 27.OUT.1886. Foi juiz municipal em Atibaia entre 1833/36 e influente político, líder do partido liberal da cidade de Itapira, onde se estabeleceu em 1840 e foi possuidor de grande fazenda.

1.13. Florêncio de Araújo Cintra, batizado em 1807 em Atibaia onde casou 1ª vez com sua sobrinha, Cristina de Araújo, filha de Ana Jacinta, 1.4, retro e 2ª vez com Valeriana Inez de Araújo, foi deputado provincial em 1846/47 na condição de suplente. Teve 2 ffilhos com a 1² esposa e 3 com a 2². Descendentes até o início do século XX descritos em SL 2/512.

1.14. Capitão Bento José de Araújo Cintra, casou-se em 1830 em Bragança com sua sobrinha, Ana Jacinta de Mores, filha de Gertrudes Tereza da Silveira, 1.5, retro. Descendentes até o início do século XX descritos em SL 2/513.

1.15. Major José Jacinto de Araújo Cintra n. 1812, casou-se em 1843 em Atibaia com sua sobrinha Maria da Conceição . em 1822 e f. aos 12.OUT.1892 em Amparo, filha de Ana Jacinta, 1.4. retro. Major José Jacinto foi presidente da câmara municipal de Atibaia (1841/44). Faleceu em Amparo para onde se mudou aos 09.JAN.1889. Foi presidente da câmara de Atibaia no mandato de 1841/44, e juiz de paz entre 1845/48. Foi um dos mais importantes líderes da revolução liberal em Atibaia, juntamente com os irmãos Bueno de Aguiar e a maioria dos membros do partido libral de Atiaia. No censo de 1846 era morador do bairro Itapetinga. A maioria de seus descendentes estabeleceu-se em Amparo e estão descritos até o início do século XX em SL 2/515.

1.16. Joaquim Floriano de AraújoCintra, natrual de Atibaia onde foi batizado em 1813. Foi advogado por muitos anos no Rio Grande do Sul, voltando depois a residir em Itapira/SP por onde elegeu-se deputado provincialnos biênios de 1846/47 e 1848/49. Foi casado com Maria Rosa Cintra.Teve três filhos.

1.17. Escolástica de Araújo Cintra, batizada em 1810 em Atibaia e falecida em Amparo onde viveu depois de seu casamento que se deu em Atibaia em 1824 com o alferes Francisco da Silveira Campos, filho do 4º e úlitmo capitão-mor de Atibaia, Lucas de Siqueira Franco, 1.4. do Nº 04 a seguir.

Capitão Mor Nº 04 Lucas de Siqueira Franco (pintura ao lado), 4º e último capitão-mor e 1º presidente da câmara municipal de Atibaia onde foi batizado em 1773, e aí se casou em 1794 com Ana Gabriela de Campos e Vasconcellos n. em 1769 (SL 6/280) e falecida aos 10.NOV.1829, filha do guarda-mor Frutuoso Furquim de Campos[66] e de sua 1ª mulher Apolônia Maria do Pilar e Vasconcellos (SL 7/488), neta materna de Maria Machado Vasconcellos e do cap. Bento de Siqueira Pedroso e neta paterna de Estanislau Furquim Pedroso (natural de Parnaíba) e de Ana de Campos. Lucas de Siqueira Franco foi o maior e mais importante fazendeiro no bairro de Caioçara de sua época. No censo de 1810 tinha 53 escravos e no de 1820 tinha 42 escravos e 6 agregados. Iniciou sua vida pública em 1794 como capitão das ordenanças, depois foi sargento-mor e, com o falecimento do seu tio paterno, o terceiro capitão-mor, exerceu o mais importante cargo civil e militar do ordenamento administrativo da época, o cargo de capitão-mor de 1821 a 1828, quando foi modificado o sistema administrativo do Império. Acreditamos que Lucas de Siqueira Franco, que tinha o mesmo nome de seu avô paterno e 1° capitão-mor de Atibaia, foi o mais importante líder político em Atibaia nas primeiras três décadas do século XIX, especialmente do início da década de 1820 a meados da década de 1830 e foi substituído nesta condição por seu sobrinho cel. Manoel Jorge Ferraz. Foi abastado fazendeiro do bairro do Caioçara e também exerceu o cargo de juiz ordinário em 1795 e 1802, foi o primeiro presidente da câmara de 1829 a aproximadamente 1832. Foi juiz municipal em 1856, interferindo sempre na vida política da cidade, até sua morte em 1866 em Atibaia com 93 anos, deixando ainda na ocasião de sua morte cerca de 400 descendentes. Teve 11 filhos dos quais três faleceram na infância os 8 que sobreviveram foram:

1.1. Tenente[67]Frutuoso José de Campos, batizado em 1795 em Atibaia, e aí se casou em 1824 com Ana Luiza Caetana de Mello filha do alferes Manoel Caetano de Mello e de Ana Francisca Cardoso, nº1.5. adiante. Teve:

2.1. Cândida de Mello casada em 1843 em Atibaia com José Corrêa da Silva, filho de João Corrêa da Silva e de Gertrudes Luiza de Moraes, que foram moradores em Araraquara.

2.2. Maria de Campos casada em 1843 com Manoel Caetano da Cunha. Filho do tenente Francisco da Cunha Ramos e de Maria Metildes de Mello. Tit. Cunhas Gagos de SL.

2.3. Major Lucas Furquim de Campos viveu em Campo Largo de Atibaia. Foi c.c Maria Gertrudes da Silveira, sua prima, filha do capitão Inácio Caetano da Silveira (ver adiante) e de sua mulher e sobrinha Delfina da Silveira ambos. Teve:

3.1. Sophia

3.2. Thereza

3.3. Sebastiana

2.4. Pedro Nolasco da Silveira Mello casou-se 1ª vez com Cristina, fª do alferes Joaquim de Siqueira Franco (ou Joaquim Antônio da Silveira) e de Rita de Cássia (ver adiante), n. p. do Capitão José de Siqueira Franco e de Francisca Margarida Pedroso (ver adiante), 2ª vez casou-se com (…) filha de Pio Pupo. Com geração dos dois casamentos.

2.5. Gertrudes, foi c.c Lúcio Flóro da Cunha, f° de Francisco da Cunha Ramos e de Mª Metildes de Mello.

2.6. José Frutuoso de Campos, sem geração.

1.2. Ana Cardoso de Campos, foi batizada em Atibaia em 1798 e aí se casou em 1813 com seu parente Antônio Luiz da Rocha, filho do capitão Joaquim de Siqueira Franco e de Gertrudes Francisca Pedroso (ver desc. adiante)

1.3. Maria Cardoso de Campos (SL 2/56) n. 1800 em Atibaia e aí se casou em 1812 com o cap. Francisco Rodrigues Bueno de Aguiar (SL 1/534), f° do capitão Francisco Bueno de Aguiar e Castro[68]n. em 1750 e de Maria Rosa Rodrigues de Assunção, natural de Nazaré/SP, f. em 1796, os quais casaram-se em Nazaré em 1789. Neto paterno de Diogo Bueno de Camargo, natural de Atibaia (família Bueno da Ribeira) e de Maria de Moraes de Aguiar, natural de Guarulhos; n. m. de José de Moraes Franco, natural de Lisboa e de Helena Rodrigues Bueno, natural de Guarulhos. SL 1/57 e 534. Teve os 13 filhos seguintes:

2.1. Maria Rosa de Campos casou-se a 1ª vez em 1827 em Atibaia com o sargento-mor Antônio João Carlos Barbosa, filho sargento-mor Nicolau Soares de Pugas Duque, natural de Portugal, e de Maria Arcliangela Barbosa, por esta, neto do capitão Antônio Barbosa de Lima e de Apolônia Maria do Pilar e Vasconcellos; 2ª vez casou-se em 1832 na mesma vila com o major e sargento-mor Albino Barbosa de Vasconcellos de Lima, n. em Atibaia em 1806, fazendeiro em Atibaia com considerável escravatura no censo de 1836, filho do capitão Manoel Barbosa de Lima e de Maria Gertrudes do Carmo. Com geração do 1° marido em SL Tit. Siqueiras Mendonças Cap. 1.° § 2.°, 2-1, 3-3, 4-2, 5-l SL. Teve do 2° q.d. no censo de 1836:

3.1. Ana n. em 1829

3.2. Leopoldina n. em 1830

3.3. Eulália n. 1834

3.4. Leopoldina n. 1835

2.2. Ana Francisca de Campos c em 1830 em Atibaia com Miguel Arcanjo Barbosa, filho do sargento-mor Francisco Barbosa de Vasconcellos e de Gertrudes Maria Aranha. Com geração em SL tít. Siqueiras Mendonças.

2.3. Delfina Bueno de Aguiar casou em 1834 em Atibaia com o alferes José da Silveira Campos o “José Lucas” seu tio (ver descendência em 1.7. adiante).

2.4. Paulino Bueno de Aguiar falecido solteiro (SL 2/57).

2.5. João Francisco Bueno de Aguiar c.c sua sobrinha Elisa Bueno de Campos, filha do alferes José da Silveira Campos “José Lucas” (ver adiante). Teve um único filho:

3.1. Simplicio Bueno de Aguiar.

2.6. Alferes José Bueno de Aguiar . em 1824, casou em 1840 em Atibaia com sua parente Constança Josefina de Araújo n. em 1829, filha de Rosa Maria de Campos (1.8. adiante) e do tenente-coronel Jacinto José Ferraz de Araújo e de Rosa Maria de Campos (ver 1.9., N° 03 deste capítulo); Tomou parte ao lado do último capitão-mor de Atibaia na revolução liberal e depois mudou-se pra Itapira onde foi fazendeiro de café e onde faleceu deixando os seguintes filhos:

3.1. Cristina n. em 1842

3.2. Francisco Bueno n. em1843 , foi c.c sua parenta Escolástica, filha de Ana Jacinta e do Capitão Bento José de Araújo Cintra (1.14., do N° 03, atrás) sem geração.

3.3. Jacinto Bueno n. em 1844, foi residente em Itapira onde se c.c sua parenta Leopoldina, filha de Francisco de Assis Araújo Cintra e de Leopoldina de Campos. Sem geração.

3.4. José Bueno c.c (…) viúva de José Xavier de Oliveira.

3.5. Joaquim Bueno

3.6. Cesarino Bueno c.c Rosa Fernandes. Sem geração.

3.7. Umbelina Bueno c.c Joaquim Rodrigues de Siqueira Bastos.

3.8. Arthur Bueno casado com (…).

3.9. Felício Bueno

3.10. Pedro Bueno

3.11. Eulália Bueno de Aguiar casada com Manoel (…).

2.7. Capitão Theodoro Bueno de Aguiar e Castro n. 1816, casou-se em 1841 em Atibaia com sua sobrinha Ana Barbosa n. em 1829, filha de Maria Rosa de Campos e seu 1º marido (v. retro). Tomou parte juntamente com dois irmãos na revolução liberal de Atibaia ao lado do último capitão-mor de Atibaia e teve seus bens sequestrados aos 20.JUL.1842. Teve q.d.:

3.1. Antônio n. em 1843

3.2. Gustavo n. em 1845

3.3. Constança c.c Antônio de Pádua Leite “Totó Dionizio”, filho de Dionizio Francisco Leite e de Maria Balbino Pacheco, neto paterno do capitão de milícias Antônio de Pádua Leite (ver SL 2/520 e texto sobre a família Araújo na introdução deste título).

2.8. Francisco Bueno de Aguiar e Castro, faleceu solteiro no Sul.

2.9.Gertrudes Bueno de Campos, falecida solteira.

2.10. Carolina Bueno de Campos foi c.c ˙Joaquim Antônio Gonçalves. Teve uma única filha:

3.1. Amélia c.c seu parente Lucas Barbosa de Assis Gonçalves filho do major Francisco de Assis Gonçalves e de Leopoldina Barbosa de Campos. Tit. Siqueiras Mendonças Cap. 1º § 2º SL.

2.11. Jacinta Bueno de Campos casou em 1833 em Atibaia com João Batista da Rocha Franco, que pode ser considerado o tronco da família Bueno da Rocha ou Rocha de Atibaia (SL 1/517), filho de Maria Madalena Rodrigues e do cap. Lourenço Franco da Rocha Bueno casados em Atibaia em 1814.Este cap. Lourenço foi fazendeiro em Atibaia e era filho de Jerônimo de Godoi Moreira que casou-se em Parnaíba em 1775 com Maira Joaquina Pedroso, filha de Francisca Margarida Pedroso e do alferes Lourenço Franco da Rocha, f. em 1771 com 58 anos (família Bueno da Ribeira). Teve::

3.1. Escolástica, falecida solteira.

3.2. Capitão Porfirio Franco Bueno de Aguiar, vereador em Atibaia entre 1877/79, foi 1º c.c Francisca Pessanha, filha de Joaquim Pessanha Falcão e de Delfina Franco (ver 2.3., 1.1., N° 08, cap. 10° a seguir); 2ª vez c.c Carolina Tavares, filha de Manoel Batista Tavares. Teve com a sua 1ª mulher um filho de três com a 2ª:

4.1. Valeriano

4.2. Marieta Bueno da Rocha c.c Pedro de Aguiar Pessanha, filho de João Pessanha Franco Corrêa (ver descendência em 4.7., 3.1., 2.4., 1.1., N° 08, cap. 10° deste título).

4.3. Maria Emília c.c Francisco José Leite (ver descendência no cap. 12° do título Leite), filho de Jacinto Manoel Leite, tronco do título Leite deste trabalho.

4.4. João Bueno da Rocha.

3.3. Iria Bueno da Rocha f. aos 04.MAR.1915 foi c.c seu tio Joaquim Franco da Rocha, irmão de João Batista da Rocha, citado no 2.11 acima. Joaquim Franco da Rocha, foi vereador em Atibaia em 1873/76. Teve:

4.1. Maria Bueno da Rocha, foi c.c Isaias Antônio da Silveira, filho de Antônio Ivo Bueno de Moraes e de Gertrudes Teresa Leite. SL 1/476 e (N° 06, cap. 6° do título Alves do Amaral).

4.2. Capitão Juvêncio Bueno da Rocha n. aos 30.DEZ.1862 e f. aos 04.AGO.1906 foi c.c sua parente, Ana da Silveira Franco, filha de Tomé de Silveira Franco (ver 4.1., 3.9., 2.1., 1.2., N° 02, deste capítulo).

4.3. Leonidia Bueno da Rocha f. aos 05.NOV.1950 foi c.c José de Aguiar Pessanha “Juca Peçanha” (ver 4.5., 3.1., 2.4., 1.1., N° 08, capítulo 10° deste título), f° de João Pessanha Franco Corrêa e de Jesuína Bueno de Aguiar, esta filha do major Joaquim Bueno de Aguiar e de Gertrudes Soares do Amaral (ver 1.2., N° 08 , cap. 5° do título Alves do Amaral), segundo Waldomiro Silveira Franco in Revista Genealógica Latina Volume XII de 1960, o qual reputamos estar certo, contudo, há citações genealógicas que apontam ser o pai de Jesuína, Feliciano Bueno de Aguiar, pai de Joaquim Bueno de Aguiar. Sem geração.

4.4. Leopoldo Bueno da Rocha c.c sua parente Estefânia, filha do Manoel Jacinto de Araújo Ferraz, vereador, presidente da câmara de Atibaia e deputado estadual por Atibaia. (ver 3.6., 2.9., 1.10., N° 03 atrás).

4.5. Antonia Bueno da Rocha.

4.6. Leopoldina Bueno da Rocha c.c João Pessanha “João Bonito”, filho de Jacinto Pereira Pessanha, ver descendência em 4.1., 3.2., 2.3., 1.1., N° 08, cap. 10° deste trabalho.

4.7. João Bueno da Rocha, n. em 1842 c.c Isabel Olívia Bueno da Rocha, filha de José Teotônio Campos Bueno e de Escolástica Poli ou Maria de Jesus. Teve:

5.1. Benedita Rocha c.c Francisco Amaral “Nhô França”, escrivão do cartório de casamentos de São Carlos/SP. Teve:

6.1. Aristeu

6.2. Veridiana

6.3. Eraclides

5.2. Maria Rocha c.c Antônio Lacerda. Teve:

6.1. Benedita

6.2. Amede

6.3. Antonieta

5.3. Lucila Rocha c.c Honório Martins Ribeiro. Teve:

6.1. Cid

6.2. Leo

6.3. (….)

6.4. Elza

5.4. Joaquim

5.5. Sebastião Rocha n. 04.MAIO.1901, f. 04.OUT.1997 c.c sua parente Maria Peçanha Rocha “Mariquinha Rocha”, n. aos 07.OUT.1908, f. aos 10.NOV.1996, filha de Filomena de Toledo Santos e de Eduardo Peçanha “Nhô Dico” (ver 4.7., 3.4., 2.3., 1.1., N° 08, cap. 10° deste título). Teve:

6.1. João Batista Rocha n. 20.MAIO.1928 em Atibaia, 1° tenente PM de São Paulo, c.c Antonia Correa da Rocha. Teve:

7.1. Ângela Maria Rocha n. aos 12.JUN.1957, casada.

7.2. Jaqueline Kennedy da Rocha n. aos 30.NOV.1963, solteira.

6.2. Décio Rocha n. aos 26.MAIO.1930 em Atibaia, advogado, c.c Maria Hermínia de Araújo Rocha, n. aos 13.FEV.1935, professora. Teve:

7.1. Décio Henrique Rocha n. aos 30.JAN.1974 em Taubaté, médico, c.c Viviane De Paula Rosa, advogada. Teve:

8.1. Bruno de Paula Rosa Rocha

8.2. Renata de Paula Rosa Rocha

7.2. Paulo Roberto Rocha n. aos 30.JAN.1974, médico, f. solteiro.

7.3. Andréia Rocha Gonçalves n. aos 15.NOV.1968 em Taubaté, dentista, c.c Leandro Gonçalves Ferreira, juiz de direito federal. Teve:

8.1. Paulo Eduardo Gonçalves Rocha

6.3. Célia Rocha n. aos 22.JUN.1932 c.c Benedito Nelson Nery, funcionário público estadual aposentado, filho de Nelo Nery e de Maria da Conceição de Oliveira Nery. Teve:

7.1. Newton Rocha Nery n. aos 30.JUL.1954, contador, separado judicialmente. Teve:

8.1. Denis Targa Nery n. aos 01.ABR.1985, empresário.

7.2. ˙Nilson Rocha Nery n. aos 27.OUT.1955, despachante e documentalista, c.c Wlaquiria Guimarães Nery n. aos 03.MAR.1953 e f. aos 10.OUT.2013, foi professora. Teve:

8.1. Daniel G. Nery n. aos 17.MAR.1981, maestro.

7.3. Nely Rocha Nery n. aos 23.MAR.1959 e f. aos 21.DEZ.2013, foi escriturária. Teve:

8.1. Lister Nery Marques, n. aos 11.JUN.1995.

6.4. José Carlos da Rocha “Zeca” n. aos 13.MAR.1936, advogado, divorciado de Irene Ronconi, n. aos 28.JAN.1941 em Pindamonhangaba/SP. Teve:

7.1. Darwim Alexandre Ronconi da Rocha n. aos 06.DEZ.1973, formado em música pela USP, solteiro.

7.2. Heverton Flávio Ronconi da Rocha n. aos 21.MAR.1978, advogado e defensor público em MG, solteiro.

6.5. Josias Rocha n. aos 30.MAR.1941e f. aos 06.OUT.19_2, solteiro.

3.4. Elisa da Rocha Franco, foi c.c Theodoro Bueno da Silveira Campos, filho do tenente José da Silveira Campos “José Lucas”(ver 1.7. adiante geração).

3.5. Valeriano Bueno da Rocha, faleceu solteiro.

2.12. Maria Paula Bueno de Aguiar, 1º casada em 1840 em Atibaia com Justiniano José de Oliveira, filho de Manoel José de Mattos e de Josefa Joaquina de Santa Rosa e 2ª vez em 1844 na mesma vila com Pedro Antônio de Oliveira, natural de Portugal, que exercia a profissão de cirurgião. Sem geração.

2.13. Tobias Bueno de Aguiar casou em Taubaté com Francelina, filha de Manoel Cardoso.

1.4. Alferes Francisco da Silveira Campos n. em 1801, filho do 4º e último capitão-mor de Atibaia Lucas de Siqueira Franco (retro), foi batizado em 1801 em Atibaia e aí se casou em 1824 com Escolástica de Araújo Cintra, filha do alferes Jacinto e de Maria Francisca Cardoso. Teve os 6 filhos:

2.1. Maria Francisca de Campos que casou em 1841 em Atibaia com Antônio Desiderio Pinto, seu primo irmão (que mais tarde se chamou Antônio Pinto de Araújo Cintra) filho do alferes José Desiderio Pinto e de Autonia Bernardina. Com geração em SL 1/117.

2.2. Ana Gabriela casou em 1847 em Atibaia com seu parente ˙Tristão da Silveira Campos, falecido em 1900 no Amparo, filho do capitão Inácio Caetano da Silveira e de Delfina da Silveira Campos. Com geração adiante.

2.3. Lucas da Silveira Campos Cintra foi residente em Amparo, onde teve uma grande fazenda de café, c.c Jacinta da Silveira Campos, sua parenta, filha do capitão Inácio Caetano da Silveira e de Delfina de Campos. Teve:

3.1. Leopoldina, foi c.c Afonso Carlos da Silva Telles, f° de João Carlos da Silva Telles. Com desc.

3.2. Virgílio, foi c.c Helena, filha de Antônio Desiderio Pinto (ou Antônio Pinto de Araújo Cintra, como se chamou depois) e de Maria Francisca de Campos. SL 1/118, sem geração.

3.3. João Lucas Cintra c.c sua prima Rafaela de Campos, filha do tenente-coronel Francisco Basílio de Campos Cintra (ver adiante). Com geração.

3.4. José falecido solteiro.

3.5. Octaviano faleceu solteiro.

2.4. Estandislau Furquim de Campos Cintra, foi c.c Gertrudes Teresa de Campos filha do Capitão José Gonçalves Pereira e de Maria Salomé de Campos, naturais de Bragança. Tit. Godois Cap. 4º § 1º 2-3, 3-3 SL. Foram residentes em sua fazenda de café no município do Amparo ou Serra Negra. Teve:

3.1. Felício Furquim de Campos, fazendeiro em Amparo, foi c.c Hermínia Cantinho, filha do coronel Gabriel Marques Cantinho. Tit. Quadros SL.

3.2. Maria falecida solteira.

2.5. Helena da Silveira, c.c o coronel Pedro Nolasco da Silveira, seu primo, filho do capitão Inácio Caetano da Silveira e de Delfina de Campos. Com geração adiante.

2.6. Tenente-coronel Francisco Basílio de Campos Cintra, foi c.c sua prima Maria da Conceição, filha do Capitão Inácio Caetano da Silveira do nº precedente. Foi a princípio morador no município de Atibaia e depois mudou-se para o município de Amparo. Teve 5 filhos:

3.1. Rafaela de Campos c.c seu primo João Lucas Cintra (ver retro).

3.2. Francisca de Campos c.c Antônio Pinto Freire, filho de Eduardo da Cunha Freire e de Francisca Cintra. Tit. Siqueiras Mendonças Cap. 1º § 1º, 2-2, 3-3. 4-2, 5 l, 6-7 SL..

3.3. Escolástica de Campos c.c Arthur de Campos Freire, filho de Leopoldo Augusto da Cunha Freire e de Cristina da Silveira Campos, Tit. Siqueiras Mendonças Cap. 1º, § 1º.

3.4. Francisco Basílio de Campos Cintra filho falecido solteiro.

3.5. Delfina de Campos c.c Alfredo Barbosa de Barros.

1.5. Delfina Silveira Campos, foi batizada em 1805 em Atibaia e aí se casou em 1819 com seu tio paterno o ajudante (mais tarde capitão) Ignácio Caetano da Silveira (ver desc. adiante);

1.6. Gertrudes da Silveira Campos, foi batizada em 1807 em Atibaia e aí se casou em 1824 com seu primo Manoel Jorge Ferraz, f° do alferes Jacinto José de Araújo Cintra e de Maria Francisca Cardoso(ver atrás). Foi Manoel Jorge Ferraz presidente da câmara municipal de Atibaia de 1837/40, 45/52 e 53/55 e importante líder político do partido Liberal em Atibaia até sua morte. Foram residentes em Atibaia onde faleceram e deixaram a geração descrita em parte neste título.

1.7. Tenente José da Silveira Campos “José Lucas” n. em 1808 em Atibaia, em cujo município teve sua fazenda no bairro do Caioçara, e aí se casou em 1834 com sua sobrinha Delfina Bueno de Aguiar (ver 2.3., 1.1., atrás), fª do cap. Francisco Rodrigues Bueno de Aguiar e de Maria Cardoso de Campos. Foi José Lucas, presidente da câmara de Atibaia de 1857 a 1870 e grande líder político do partido liberal e, na nossa ótica, o mais importante político atibaiano entre 1855 a1870. Foi grande incentivador e promotor de festas religiosas e folclóricas, sendo responsável pela grande reforma da igreja matriz de Atibaia no idos do ano 1860. Foi também grande tropeiro e veio a falecer numa de suas viagens com tropas na cidade mineira de Baependi aos 11.SET.1870. A primeira rua atibaiana leva seu nome (rua das igrejas, antiga rua da Conceição e depois rua direita). Teve os seguintes filhos todos naturais de Atibaia:

2.1. Elisa Bueno de Aguiar n. em 1837 c.c seu tio materno João Francisco Bueno de Aguiar (ver retro).

2.2. Constância Bueno de Campos n. em 1839 c.c o cel. José Inácio da Silveira “José Inácio” seu primo, ver adiante, falecido em 1903 filho do capitão Inácio Caetano da Silveira (ver descendência adiante).

2.3. Theodoro Bueno da Silveira Campos n. 1836 (primeiro filho), foi c.c Elisa da Rocha Franco, sua parenta, filha de João Batista da Rocha Franco e de Jacinta Bueno (ver retro). Teve a filha:

3.1. Maria Teresa da Silveira c.c o tenente-coronel José Francisco de Campos Bueno “José Bim” n. 20.NOV.1856 e f. aos 27.JUL.1913, filho do tenente-coronel José Alvim de Campos Bueno “José Alvim ou Nhô Bim. José Bim herdou do seu pai a chefia do partido republicano na cidade, função que exerceu até sua morte em 1913, sendo substituído por seu irmão major Juvenal Alvim. José Bim foi vereador em diversas legislaturas, presidente da câmara de 29.NOV.1892 a 10.JAN.1895 e 1° intendente municipal de 29.NOV.1892 a 10.JAN.1895. SL 1/378. Foi o mais importante líder político em Atibaia na primeira década do século XX. Teve:

4.1. Pedro Alvim n. 29.JUL.1889 c.c Marieta Barreto (ver desc. em 2.7., 1.2., N° 01, cap. 1° do título Pires de Camargo). Foi tesoureiro da prefeitura de Atibaia, quando foi nomeado prefeito de 05.ABR.1945 a 16.MAIO.1945, faleceu aos 29.SET.1972.

4.2. Benedito Alvim de Campos Bueno “Zico Bim”, foi escrivão do 1° cartório de notas de Atibaia. Foi c.c Maria Conceição Pires (ver 1.6., N° 03, cap. 1° do título Pires de Camargo). Teve:

5.1. João Batista Alvim, c.c Odila de Oliveira.

5.2. Benedito Alvim Jr., c.c Miriam Pinto Monteiro.

4.3. José

4.4. Isaura

4.5. Carmelita Alvim, falecida com 13 anos aos 06.JUL.1906 em Atibaia.

4.6. Irineu Alvim falecido com 38 anos aos 23.MAR.1936.

2.4. Manoel Furquim de Campos n. 1838, bacharel em direito, deputado estadual entre 1868 a 1869, foi c.c Olympia Fernandes, natural de Santos. Filha de José Domingues Fernandes, natural de Portugal, que foi comissário de café na praça de Santos. Já era falecido em1901 e pouco descobrimos sobre sua descendência. Teve 2 filhos:

3.1. Benedito Furquim de Campos, foi casado.

3.2. Benjamim Furquim de Campos era solteiro em 1901.

2.5. Eduardo Furquim de Campos n. 1844 e falecido solteiro.

2.6. Ana Bueno de Campos c.c o tenente-coronel Pedro Barboza de Vasconcellos Cunha[69] (eram parentes no 3° grau de consanguinidade) e foram residentes em Atibaia. Pedro Barbosa era filho de Maria Eufrosina de Vasconcellos e do cap. Antônio José da Cunha, que foi juiz de órfãos em Atibaia, neto paterno do cap. Antônio Gonçalves da Cunha (* 1728 + 1809) e de Rita Joaquina de Almeida, neto materno de Maria Gertrudes do Carmo e do cap. Manoel Barboza de Lima, por este bisneto do cap. Antônio Barbosa de Lima e de Apolônia Maria Pillar Vasconcellos que foi casa 1² vez com Frutuoso Furquim de Campos (ver N° 04, atrás). Tiveram 9 filhos descritos em SL 7/477/78.

1.8. Rosa Maria de Campos n. em 1820, última filha do 4º e último capitão-mor Lucas de Siqueira Franco e bisneta paterna do 1º capitão-mor Lucas de Siqueira Franco. Casou em 1824 em Atibaia com seu primo coronel Jacinto José Ferraz de Araújo, (2º presidente da câmara de Atibaia de1831 a 1834 e primeiro deputado provincial por Atibaia) filho do alferes Jacinto José de Araújo Cintra e de Maria Francisca Cardoso, ver N° 03 deste título.

Nº 05Ana Francisca Cardoso, filha do 2º capitão-mor de Atibaia Francisco da Silveira Franco e de Maria Cardoso de Oliveira e neta do 1º capitão-mor Lucas de Siqueira Franco, tronco deste título. Ana Francisca foi batizada em Atibaia em 1774 e aí se casou em 1791 pela 1ª vez com Inácio de Loyola Cintra, irmão do alferes Jacinto, filho do capitão Francisco Lourenço Cintra (de Estombar, Algarve) e de Helena de Moraes Araújo (de Pitangui). Faleceu Inácio de Loyola com 26 anos de idade em 1799 em Atibaia deixando 4 filhos, e a viúva passou a 2ª núpcias na mesma vila com Manoel Caetano de Mello, natural de Ouro Preto, f° do capitão Batista Caetano de Mello e de Maria Escolástica do Sacramento, (ele do Porto e ela de Ouro Preto). Teve do 1º marido Inácio de Loyola 4 filhos todos descritos no cap. 5º § 5º do título Lemes de SL. Teve q.d. 5 filhos do 2º marido:

1.1. Francisca

1.2. Joaquim Cintra da Silveira

1.3. Daniel Cintra da Silveira

1.4. Inácio de Loyola

1.5. Maria Metildes de Mello que casou-se em 1813 em Atibaia, com o tenente Francisco da Cunha Piamos (mais tarde sargento-mor) filho de Bento da Cunha Gago e de Ana de Jesus Moraes (de Mogi das Cruzes) n. p. de Salvador da Cunha Gago e de Maria de Siqueira (de Mogi das Cruzes) n. m. de Ângelo Fernandes Nogueira e de Josefa de Moraes Pinto. Ver SL descendência em Tít. Cunhas Gagos Cap. 4.° § 7º.

1.6. Batista Caetano de Mello, crê SL ter o mesmo falecido no município de Amparo.

1.7. Ana Luiza Caetana de Mello foi batizada em 1805 em Atibaia e aí se casou em 1824 com o tenente Frutuoso José de Campos, seu primo irmão, filho do último capitão-mor Lucas e de Ana Gabriela. Com geração já descrita retro.

1.8. Antônio Caetano de Mello casou-se em 1831 com sua sobrinha Cândida Eugenia da Cunha, filha do sargento-mor Francisco da Cunha Ramos e de Maria Metildes de Mello nº 2.5. supra, com geração.

1.9. João Bernardo de Mello que casou-se em 1820 em Bragança com Maria Joaquina de Oliveira filha do alferes Francisco José de Oliveira e de Ana Rosa de Assumpção, com geração.

Nº 06 Alferes Antônio da Silveira Cardoso, filho do 2º capitão-mor Francisco da Silveira Franco e de Maria Cardoso de Oliveira, foi batizado em 1776 em Atibaia e aí c.c Dionísia Vieira de Oliveira, faleceu em 1826, filho do alferes Vicente Vieira de Oliveira e de Maria Domingues. Tit. Garcia Velhos Cap. 2º § 2º SL. Teve:

1.1. Joaquim Antônio da Silveira, batizado em Atibaia em 17_8 e aí c.c Escolástica da Silveira Franco, com sua prima, filha de Francisco da Silveira Franco e de sua 1ª mulher Ana Gertrudes de Campos, n. p. do capitão-mor Francisco da Silveira Franco e de Maria Cardoso de Oliveira, n. m. de Amaro Leite de Moraes e da 1ª mulher Gertrudes Maria de Almeida. Com geração adiante.

1.2. Francisco da Silveira Cesar, batizado em 1800 em Atibaia, aí se casou em 1828 com Ana Francisca filha de Inácio de Oliveira Cardoso e de Maria Gertrudes de Moraes.

1.3. Ana da Silveira, batizada em 1802 em Atibaia, c.c o alferes José Corrêa Pupo. Teve:

2.1. Florêncio Corrêa Pupo casado com sua parente Escolástica Leopoldina filha do capitão Inácio Caetano da Silveira e de Delfina de Campos (ver 1.8., N° 12 adiante). Teve os seguintes filhos moradores de Amparo:

3.1. José Inácio da Silveira Pupo

3.2. Inácio da Silveira Pupo, fazendeiro em S. Manoel, c.c Maria Marcolina de Campos, filha de José Manoel Cintra e de Constança de Campos. SL 1/116 . Teve:

4.1. Maria da Silveira, c.c Gustavo da Silveira Vasconcelos, filho de Leopoldino da Silveira Vasconcellos. SL Tit. Alvarengas Cap. 5º § 8º.

4.2. José Manoel Pupo

4.3. Elisa

3.3. Ana da Silveira Pupo c.c seu tio paterno José da Silveira Pupo f° do alferes José Corrêa Pupo.

3.4. Maria Pupo da Silveira, c.c Emygdio da Silva Leite, filho de João Batista da Silva Leite e de Maria Justina Leite, esta filha de Dionizio Francisco Leite. Tit. Lemes Cap. 5º § 5º Vol. 2 SL. Com geração.

3.5. Olympia da Silveira, foi c.c Eliseu de Campos Pinto f. de Antônio Pinto da Araújo Cintra e de Maria .Franco de Campos. Com geração.

3.6. Brazilia, casada com (…)

3.7. Joaquim Pedro de Alcântara Pupo c.c Olímpia da Silveira natural de Itatiba. Teve:

4.1. Celso c.c Sebastiana. Teve:

5.1. Aparecida

5.2. Helena

5.3. Eliseu

4.2. Francisca “Chiquita” c.c João Batista Lema da Silva, promotor de justiça em Piracaia, e juiz de direito em Bragança Paulista e desembargador do Tribunal de Justiça. Tiveram:

5.1. Maria Olímpia, natural de Itatiba; faleceu solteira e sem descendentes.

5.2. Vera Leme de Godoi c.c José Nascimento Godoy. Teve:

6.1. João c.c Ana Maria Ruffin de Godoy. Teve:

7.1. João Ruffin Leme de Godoy, residente em Bragança.

7.2. Gustavo c.c Patrícia K. Godoy. Teve:

8.1. Yuri

6.2. Priscila c.c Marco Antônio Alves de Lima, que foi juiz de direito em Atibaia entre 1989 a 1992 (4² vara) onde residiram. Teve:

7.1. Martim Godoy Alves de Lima, residente em São Paulo.

6.3. Martim, falecido menor.

5.3. Célio Leme da Silva n. em Piracaia c.c Adalgiza Leme da Silva. Sem desc.

5.4. Alceu Pupo L. da Silva n. em Bragança Paulista c.c Nair L. da Silva. Teve:

6.1. Antônio Carlos Leme da Silva.

3.8. Francisco da Silveira Pupo c.c irmã de Olímpia do nº precedente.

3.9. Estanislau da Silveira Pupo c.c.(…), filha de Bernardino Franco de Godoi e de Salomé de Godoy. SL Tit. Godois Cap. 1.° § 8°, 2-3. 3-2, 4-1, 5.6, 6.1

3.10. Crescencio da Silveira Pupo, casado.

3.11. Evaristo da Silveira Pupo, casado.

1.4. Gertrudes Maria de Odoladar, batizada em 1807 em Atibaia, c.c José Rodrigues. Penteado, seu parente, f° de Bernardino José Leite Penteado e de Úrsula Cândida de Moraes, n.p. de Lucas da Silveira Franco e de Maria Rodrigues Penteado. Com geração adiante.

1.5. Delfina da Silveira César casou-se em 1824 em Atibaia com Joaquim Franco do Amaral, filho de Bartolomeu Franco de Azevedo e de Gertrudes Cordeiro, n.p. de João Franco Viegas e de Maria de Sousa. n.m. de Rafael Cordeiro do Amaral e de Ana Ribeiro Cardoso. Com geração no SL 1/484.

Nº 07 Teodoro José da Silveira, filho do capitão-mor Francisco da Silveira Franco e de Maria Cardoso de Oliveira, foi batizado em 1784 em Atibaia e casou se em 1806 em Camanducaia/MG com Ana Francisca filha de Francisco Martins da Silva e de Ana Bernardina de Mello, esta filha do capitão Batista Caetano de Mello, natural do Porto, e de Escolástica do Sacramento, de Ouro Preto. Esta Ana Bernardina é a mesma que. Enviuvando passou a 2ª núpcias em Camanducaia em 1793 com o alferes (mais tarde capitão-mor) Manoel Furquim de Almeida e foram pais de Batista Caetano, do dr. Caetano Furquim, de Aureliano Furquim e outros que mudaram-se para Minas Gerais, onde tiveram geração, em Tit. Furquins. Theodoro José da Silveira foi morador em Camanducaia. onde deixou pelo inventário de sua mãe Maria Cardoso de Oliveira (pois já era falecido em 1825, época do inventario de sua mãe) os 9 seguintes filhos:

1.1. Fortunato José da Silveira, n em 1803, faleceu solteiro, porém, deixou uma filha natural reconhecida:

2.1. Francisca Fortunata da Silveira que 1.° foi c.c Augusto Machado Bueno, e 2ª vez em 1853 com Manoel Caetano de Mello, f° de João Bernardo de Mello.

1.2. Theodoro José da Silveira Franco, filho de 1.7. tinha 15 anos em 1825, e faleceu solteiro; porém, deixou 3 filhos naturais reconhecidos que são:

2.1. Afaria c.c Ladislau Váz de Camargo.

2.2. Fortunato, solteiro.

2.3. Manoel, solteiro.

1.3. Manoel Theodoro da Silveira Franco casou-se em Pindamonhangaba/SP com Gertrudes Marcondes de Godoy fº de Claro Monteiro do Amaral e de Francisca de Paula Oliveira Godoi. SL. Tit. Costas Cabraes. Cap. 2.° § 1.°, 2-8, 3-7, 4.1,5.9. Teve 6 filhos moradores em Camanducaia/MG que são:

2.1. Claro da Silveira Franco, solteiro.

2.2. Lucas da Silveira Franco c.c Maria Valentina Pereira; sem geração.

2.3. Theodoro José da Silveira que c.c Mariana da Silveira; com geração.

2.4. Ana Francisca casou se em 1861 em Camanducaia com Batista Caetano de Moraes fº de Manoel de Moraes Barbosa e de Caetana Maria de Almeida. Teve 2 filhos:

3.1. Eugênio Franco c.c Ana da Silveira de Coronha, filha de Antônio Theodoro de Miranda Noronha e de Francisca de Paula da Silveira Noronha, ver adiante.

3.2. Andradina da Silveira c.c Manoel Antônio de Moraes, com 3 filhos:

2.5. Francisca, filha de Manoel Theodoro ver atrás. solteira.

2.6. Amélia c.c Lourenço de tal, natural da Itália e teve 9 filhos.

1.4. Constança casou-se em 1833 em Camanducaia com Felix José de Miranda, natural de Barbacena, f° de Felix José de Noronha e de Francisca de Paula de Miranda. Com geração.

1.5. Ana Cândida n. em 1822, casou-se em 1844 em Camanducaia c. Policarpo Rodrigues da Silveira. Teve 8 filhos.

1.6. Francisca Carolina da Silveira casou-se 1ª vez em 1828 em Camanducaia com seu primo-irmão Francisco da Silveira Franco filho de outro de igual nome e de Ana Gertrudes de Campos, moradores no Amparo, e 2ª vez casou-se com Marcelino de Moraes. Com geração.

1.7. Maria Salomé da Silveira casou-se em 1833 em Camanducaia com Antônio de Miranda Noronha, neto do barão de Congonhas, filho do capitão Felix José de Noronha e de Francisca de Paula de Miranda Teve 9 filhos:

2.1. Antônio Theodoro de Miranda Noronha casou-se em 1860 em Camanducaia com Francisca de Paula da Silveira Noronha filha de João Evangelista de Noronha e de Iria Carolina da Silveira (a diante). Teve 10 filhos:

3.1. Antônio viúvo de Zulmira.

3.2. João c.c Braulina.

3.3. José c.c Quitéria de Almeida.

3.4. Júlio, solteiro.

3.5. Francisco, solteiro.

3.6. Anna da Silveira Noronha c.c Eugênio Franco (ver retro).

3.7. Mariana c.c Antônio Roberto do Nascimento; com 6 filhos.

3.8. Benvinda

3.9. Amélia

3.10. Virgínia

2.2. Lucas de Miranda Noronha

2.3. João

2.4. Manoel

2.5. Theodoro

2.6. Maria

2.7. Francisca de Paula da Silveira casou-se em 1859 em Camanducaia com Luiz Marcondes César, natural de Pindamonhangaba, filho de Benedito de Oliveira Cesar e de Benedita César de Oliveira. (Moradores no Oeste de S. Paulo com descendentes). Ver título Costas Cabraes de SL.

2.8. Ana Francisca da Silveira casou-se em 1859 em Camanducaia com Manoel Marcondes César, irmão de Luiz Marcondes do n° precedente. (Moradores no Oeste).

2.9. Maria Madalena c.c Manoel Monteiro; com 6 filhos.

1.8. Claudiana Jesuina da Silveira casou-se em 1833 em Camanducaia com o major Joaquim de Araújo Ramos, fº do alferes Francisco Ramos da Silva e de Francisca Romeiro de Araújo. (SL Tit. Bicudos cap. 1° § 1º, 2-1, 3-4. 4-10, 5-2. 6-1). Teve 11 filhos que são:

2.1. Antônio

2.2. Joaquim

2.3. Theodoro Cândido da Silveira Ramos casou-se em 1834 em Camandocaia com Iria Zeferina Ferreira, filho de Antônio de Pádua Ferreira, este irmão do tenente-coronel Manoel Ferreira de Carvalho. Teve 5 filhos.

2.4. Benjamin c.c Ana Gabriela, com 8 filhos.

2.5. José c.c Ana Clemente, com 7 filhos.

2.6. Ana Francisca foi c.c João Guilherme filho de Guilherme Christiano e de Carlota, naturais de Alemanha, e que faleceram em Bragança onde eram moradores. João Guilherme que faleceu em Camandocaia onde foi morador, era irmão de José Guilherme Cristiano, literato e professor, que manteve, com grande fama de educador da mocidade, um colégio em Bragança, vindo a falecer em 1897. De Ana Francisca:

3.1. Carlota G. da Silveira, foi profª c.c Augusto Ferreira de Moraes, prof°normalista; com geração.

3.2. Raquel da Silveira, professora,c.c Guilherme de Portugal.

3.3. Astolpho Guilherme.

3.4. Claudiana, falecida solteira.

2.7.Maria Cândida da Silveira Ramos c. em 1860 em Camanducaia/MG c o major Antônio Ferreira Goios.

2.8. Mariana c.c José Ferreira Goios, filho de Antônio Ferreira Goios, com 13 filhos:

2.9. Francisca Romeiro da Silveira casou-se em 1862 em Camanducaia com João de Arantes Bueno, filho de Vicente da Costa e de Umbelina de Arantes Bueno. Teve 3 filhos.

2.10. Rosa c.c Luiz de Campos. Teve 6 filhos.

2.11. Claudiana Jesuína da Silveira casou-se em 1862 em Camanducaia com Francisco de Assis Ferreira Pinto, filho do tenente-coronel Manoel Ferreira de Carvalho, falecido em Bragança e de sua 1ª mulher Ana Francisca de Paula Ferreira. Teve 3 filhos que são:

3.1. Júlio F. Ramos c.c Maria Salomé Tavares, f° do cap. Porfírio Franco e de Carolina Tavares.

3.2. Francisca c.c Antônio Ferreira.

3.3. Urbana c.c Emídio de Paiva Bueno.

1.9. Iria Carolina da Silveira, última filha de Theodoro José da Silveira (retro), casou-se em 1833 em Camanducaia com João Evangelista de Noronha, f° do capitão Felix José de Noronha e de Francisca de Paula de Miranda. Teve 6 filhos:

2.1. Coronel João Theodoro da Silveira Noronha, foi 1º c.c Mariana Ferreira, filha do tenente-coronel Manoel Ferreira de Carvalho e de Ana Francisca de Paula Ferreira, sua 1ª mulher, segunda vez c.c Ana Bernardina de Almeida, filha de Antônio Ferreira Gois. Teve filhos da 1ª e 2ª mulher.

2.2. Felix Evangelista de Noronha c.c Maria Angélica Marcondes, filha de Domingos Marcondes Machado de Pindamonhangaba e da 1ª mulher Ana Monteiro de Godoi. Teve:

3.1. Ana Claudina c.c Luziano Carlos de Toledo Ribas. Ver SL. Tít. Toledos Pizas.

3.2. João Marcondes de Noronha casado com (…).

3.3. Virginia c.c Manoel Gomes de Escobar.

3.4. Domingos Marcondes Machado de Noronha.

2.3. Maria

2.4. Ana Silveira Noronha foi 1ª mulher de Francisco Assis Ferreira Pinto, filho do tenente-coronel Manoel Ferreira, o mesmo mencionado acima. Teve um filho:

3.1. José Augusto Ferreira

2.5. Francisca c.c Antônio Theodoro.

2.6. Constança c.c Simplício Ferreira.

Nº 08 Francisco das Silveira Franco, filho do capitão-mor do mesmo nome e de Maria Cardoso de Oliveira, casou-se 1º em 1797 em Atibaia com Ana Gertrudes de Campos, filha de Amaro Leite de Moraes[70], natural da Aiuroca/MG e de sua 1ª mulher Gertrudes Maria de Almeida, neto paterno de Amaro das Neves de Moraes, que foi guarda-mor das Minas de Aiuroca/MG e de Maria Leite de Araújo, natural de Pitangui, neto materno de Caetano Furquim de Campos, natural de São Paulo e de Izabel Sobrinha de Almeida, segunda vez casou-se com Ana Franco, filha de Modesto de Godoi Moreira e de Gertrudes Moreira Franco. Foi Francisco da Silveira Franco um dos primeiros povoadores de Amparo onde fixou residência e teve, pelo inventário de sua mulher em 1844 em Mogi-Mirim, os 14 filhos:

1.1. José de Siqueira, capitão das forças do sul, aí c.c Maria Jacob, natural de Montevidéu, Uruguai. Teve:

2.1. João da Silveira Franco, faleceu solteiro.

2.2. José da Silveira Castro, foi casado 2 vezes com geração.

2.3. Amélia

2.4. Balduina

1.2. Escolástica da Silveira Franco, natural de Atibaia e aí foi 1ª casada em 1819 com Joaquim Antônio da Silveira, seu primo-irmão, filho de Antônio da Silveira Cardoso e de Dionísia Vieira de Oliveira (ver retro), segunda vez casou-se em 1837 em Itatiba com Antônio da Silva Franco, filho de Joaquim da Silva Franco, e de Maria Gonçalves dos Santos, ver SL Tit. Lemes Cap. 1º § 9º, aí residiu até 1880, ano de seu falecimento. Teve três filhos do 1º casamento e cinco do 2º:

2.1. Maria c.c o capitão Joaquim de Oliveira residentes em Piracicaba, onde deixaram descendentes.

2.2. Gertrudes casada 1º com Antônio Franco Pompeu e 2º vez com o comendador Joaquim da Silva Franco, filho de Joaquim Silva Franco e de Maria Gonçalves dos Santos. Teve 3 filhos do 1° casamento e 5 do 2°:

3.1. Maria c.c seu primo-irmão Antônio Chateaubriand Joly f° de Eugênio Joly e de Maria (ver adiante).

3.2. Ana c.c seu primo irmão Eugênio Joly Júnior, irmão do precedente.

3.3. Ana Jacintha da Silveira casada em 1837 em Itatiba com Joaquim de Oliveira Bueno f° do cap. João de Oliveira Cardoso e de Gertrudes de Siqueira.

3.4. Antônio da Silva Franco c.c Teresa Ferreira, de quem foi 1° marido, filha de José Vicente Ferreira e de Theresa de Paula. Deixou 4 filhos em SL Tit. Moraes.

3.5. José da Silveira Franco casado e falecido em Itatiba, deixou dois filhos.

3.6. Francisco da Silveira Franco faleceu solteiro.

3.7. Joaquim da Silveira Franco c.c sua prima irmã Maria Rosa da Silveira filha do capitão José Lourenço Gomes. Faleceu em 1897 deixando os seguintes filhos:.

4.1. Escolastica c.c o major Francisco Alves Cardoso Pimentel, tabelião em Amparo em 1899. filho de Antônio Alves Cardoso e 2a mulher Gertrudes Pimentel, e viúvo de Francisca Carolina Penteado Alves filho de Pedro Soares Penteado e de Maria da Gloria SL 1/494. Com geração.

4.2. Herminia da Silveira casou-se em 1898 com Américo Bibeiro de Brito. Teve:

5.1. Américo n. em 1901.

4.3. Marietta da Silveira Pimentel c.c Lima Alves Pimentel filho do major Francisco Alves Cardoso Pimentel e da 1ª mulher SL1/494.

4.4. Joanna da Silveira c.c Ângelo Martins. Com geração.

4.5. Benedicto da Silveira Franco.

3.8. Maria Carolina Joly c.c o major Eugênio Joly, filho de Maria Miquelina Dultra e de Carlos Júlio Joly, natural da França, da importante família Joly radicada em Itatiba e com geração no SL. 1/492.

1.3. Maria falecida com 14 anos em 1838.

1.4. Antônio da Silveira Franco casado em 1825 em Bragança com Izabel da Silveira Franco filha do capitão Lourenço Antônio Leme e de Ana Jacintha de Oliveira. Teve entre outros:

2.1. Lourenço Antônio da Silveira, casado com Emerenciana, sem geração.

2.2. Antonia da Silveira Franco casada em 1857 em Amparo com José Cordeiro Alves.

2.3. Ana Franco da Silveira casada em 1851 em Amparo com José Joaquim do Amaral filho de José Mariano do Amaral e de Maria Joaquina Leite.

2.4. João da Silveira Franco[71], capitão da guarda nacional, natural de Atibaia. casou-se em 1831 no Amparo com Rosa Maria de Sousa, de Mogi-Mirim, filha do capitão Pedro José Ferrara.

1.6. Cândido da Silveira Franco foi casado duas vezes: a 1ª vez com Francisca Maria de Oliveira, e a 2ª vez com Delphina da Silveira, irmã de José Jacinto do Amaral Pinto, filho de Antônio José do Amaral e de Sabina da Silveira. Com geração da 2ª mulher em SL 1/480. Da 1ª teve q.d.:

2.1. Ludovino da Silveira Franco c.c Maria Sabina da Silveira. Com geração em SL1/483.

1.7. Joaquim da Silveira Franco casado duas vezes.

1.8. José da Silveira Franco Júnior casou se em 1841 no Amparo com sua sobrinha filha de João Xavier de Oliveira e de Maria Jacintha da Silveira.

1.9. Maria Rosa da Silveira casada em 1832 no Amparo com José Joaquim Franco da Rocha filho do ajudante Daniel da Rocha Franco, de Atibaia. Com geração em SL. Tit. Godois Cap.1º § 8º, 2-3, 3-1.

1.10. Francisco da Silveira Franco c.c sua prima irmã Francisca da Silveira, natural de Camandocaia, filha de Theodoro José da Silveira. Cremos que deste casal é filha:

2.1. Gertrudes Franco c.c Francisco Constantino, que teve:

3.1. Maria c.c Antônio Soares Moniz, filho de outro de igual nome e de Christina de Brito Leme.

1.11. Gertrudes da Silveira Franco foi c.c o alferes Manoel Martins Ferraz de Oliveira. Teve:

2.1. Maria da Gloria que casou em 1847 em Amparo com seu tio (ver adiante).

2.2. Balbina, viúva de Francisco Tomé Passos. Teve único filho:

3.1. Benedicto, casado.

2.3. Francisco Martins, escrivão de Itatiba.

2.4. Manoel Martins, influente político em Santa Rita do Passa Quatro.

2.5. Antônio.

1.12. Ana da Silveira Franco casada em 1833 em Amparo com o capitão José Lourenço Gomes, natural de Portugal, viúvo de Joana Leme. Teve pelos livros de casamentos e por informações colhidas de seus descendentes os seguintes filhos:

2.1. Francisca Lourença da Silveira casada em 1856 em Amparo com José de Camargo Moreira, filho de José Antônio de Camargo Moreira e de Inácia Maria de Jesus. Teve:

3.1. Ana Brazilina da Silveira, viúva de Theodoro Ferreira Polycarpo. Teve (por informações):

4.1. Noelina

4.2. Alzira

4.3. Noemia

4.4. Ataliba

4.5. Atila

4.6. Joaquina

4.7. Virginio

3.2. Theoplilo de Camargo Moreira c.c Antônia Alves da Silveira. Teve:

4.1. Benta

4.2. João

4.3. Ana

4.4. Antônio

4.5. Lupercio

4.6. Joaquim

4.7. Sebastiana

4.8. José

4.9. Patrício

4.1.0. Pedro

4.11. Conceição

3.3. Amélia da Silveira c.c Antônio Alves Garrido. Teve:

4.1. Antônio

4.2. Oscar

4.3. Maria

4.4. Zulmira

4.5. Aristides

4.6. Adalberto

4.7. Guiomar

4.8. Rita

4.9. Palmira

3.4. Lidia da Silveira c.c José Alves Garrido. Teve:

4.1. Luso

4.2. Lucillo

4.3. Lucia

4.4. Ibero

4.5. Maria

3.5. Francisco de Campos Netto c.c Amalia Domingues de Oliveira. Teve:

4.1. Leonina

4.12. Alzira

3.6. João Camargo Moreira c.c Olympia Pereira. Teve:

4.1. Gradada

4.2. Otilia

4.3. Virgilia

3.7. Porfirio de Camargo Moreira c.c Ermelinda Rodrigues. Teve :

4.1. Sebastião

3.8. Januária da Silveira casada 1ª vez com Manoel Luiz Calvin e 2ª vez com Manoel dos Santos Fonseca. Teve dois filhos do 1º casamento e um do 2º:

4.1. Sebastiana

4.2. Manoel

4.3. Conceição

3.9. Maria Augusta da Silveira c.c Alberto dos Santos Corrêa. Teve:

4.1. Egas Moniz

4.2. Affonso Henrique

4.3. Pedro Alvares Cabral

3.10. Clotilde Augusta da Silveira c.c Antônio Bueno Filho. Teve:

4.1. Raul

4.2. Tarcila

4.3. Alcibíades

4.4. José

3.11. Izaura Augusta da Silveira c.c Napoleão Poeta Cerqueira. Sem geração.

3.12. Benedicto

2.2. Marcos Lourenço Gomes, casou-se em 1856 em Amparo com Luiza Franco da Cunha, filha de João Pedro de Godoi Moreira e de Ana Franco da Cunha (tinha 66 anos em 1901 em Amparo). Teve:

3.1. Fileto da Silveira Gomes c.c Ursulina Bueno da Silveira, filha de Antônio Bueno de Camargo Silveira e de Ana de Salles Bueno. Teve:

4.1. José

4.2. Maria

4.3. Antônio

4.4. Marcos

3.2. Áurea da Silveira Martins c.c Marcolino Antônio Martins, filho de Joaquim Antônio Martins e de Escholastica Pires de Godoi. Teve:

4.1. Rau

4.2. Maria

3.3. Venâncio da Silveira Gomes c.c Balbina do Amaral Gomes filha de João Mendes do Amaral, e de Maria do Amaral. Teve:

4.1. Benedicto

4.2. Josué

3.4. Benedicto da Silveira Gomes n. em 1881.

2.3. Elias Lourenço Gomes, foi casado em 1808 em Amparo com Amália Eugenia Pinto Ferraz, filha do major José Alves Cordeiro e de Francisca Eugenia Pinto Ferraz. Teve:

3.1. Antão Lourenço Gomes c.c Antonia Pereira Gomes, filha de Joaquim Pereira Cardoso e de Constança Maria Cardoso. Teve:

4.1. Otaviano

4.2. Sebastião

4.3. Acácio

4.4. Jorge

4.5. Carlos

3.2. Ana da Silveira Gomes c.c João Gualberto de Souza Camargo, filho de Francisco de Paula Souza Camargo e de Maria Fausta de Camargo. SL1/239.

3.3. Francisca da Silveira Gomes c.c José Álvaro de Godoi

3.4. Balbina Gomes Ribas, foi c.c Manoel Ribas Filho.

3.5. Laura da Silveira Gomes

3.6. José Elias Gomes

3.7. Julietta solteira (recolhida no convento).

2.4. Ermelinda da Silveira viúva de Luiz Victorino de Souza e Silva, filho do alferes Manoel Joaquim Leme da Silva, natural de Bragança e de sua 2ª mulher Gertrudes Maria da Assumção, n.p. do sargento-mor Antônio Leme da Silva (um dos povoadores da cidade de Bragança que em 1765 foi elevada a freguezia com o nome de Nossa Senhora da Conceição de Jaguari, e o 1º juiz ordinário e de órfãos em 1798, quando foi elevada a vila com o nome de Nova Bragança) e de sua 1ª mulher Ana Esmeria da Assumção, n.m. de Alexandre de Souza Brito (este irmão da 2ª mulher do dito sargento-mor Antônio Leme da Silva), e de Gertrudes Maria da Anunciação. SL. Tit. Dias. Cap. 5º. Teve:

3.1. Leonina da Silveira casada em 1887 em Amparo com o major Jacinto José de Araújo Cintra, f. em 1902, f° do major José Jacinto de Araújo Cintra e de Maria da Conceição. Com geração em SL. Cap. 5º do Tít. Leme.

3.2. Maria Victorina de Souza Rebello c.c João Pereira Rebello natural de Portugal. Teve:

4.1. Celeste

4.2. João

4.3. Aurélio

4.4. Antônio

3.3. Antonina da Silveira Cintra c.c Herculano de Araújo Cintra, viúvo de Helena, filho do major José Jacinto de Araújo Cintra e de Maria da Conceição do nº anterior.

3.4. Ana Eliza c.c José Maurício de Oliveira. Teve:

4.1. Maria

4.2. Genesia

4.3. Ermelinda

4.4. Clarice

4.5. Sebastião

4.6. João

3.5. Altemira da Silveira Duarte c.c João Francisco Duarte.

3.6. Esther da Silveira de Godoi c.c Frederico de Godoi.

3.7. Gracilio de Sousa eSilva.

2.5. José Lourenço da Silveira c.c Ana de Moraes, filha de Marcelino Lúcio de Moraes e de Francisca Marcelina da Silveira. Teve um casal de filhos:

3.1. José Lourenço da Silveira n. em 1843.

3.2. Ana Francisca de Moraes.

2.6. Alexandrina Olimpia da Silveira Godoi c.c Bento Pedro de Godoi Moreira, filho de João Pedro de GodoiMoreira e de Ana Franco da Cunha. Com geração em SL1/302.

2.7. Ana Francisca da Silveira éviúva de Francisco Modesto da Cunha Franco, f. em 1901, filho de João Modesto da Cunha Franco e de sua 1ª mulher Maria Angélica. SL. Tit. Godois, Cap. 1º § 8º n° 2-3, 3-1, 4.2. Com geração.

2.8. Maria Rosa da Silveira é viúva de Joaquim da Silveira Franco, filho de Antônio da Silva Franco e de Escolastica da Silveira Franco, de quem foi 2º marido, (ver retro).

2.9. Luiz Lourenço, falecido, foi c.c Francisca de Moraes. Sem geração.

2.10. Olimpia da Silveira Franco foi casada 1ª vez com João Modesto da Cunha Franco, viúvo de Maria Angélica, filho de Modesto Antônio e de Gertrudes Maria Franco, descendencia em SL. Tit. Godois Cap. 1° § 8.° n° 2.4, 3.1; segunda vez c.c Antônio Ozório da Silva, natural de Portugal. Deste 2° marido teve 2 filhas:

3.1. Julieta

3.2. Ana

1.13. Jacinta da Silveira, fª de Francisco da S. Franco, (ver retro) e 1a mulher, casou-se em 1837 em Amparo com Joaquim Caetano Leme, natural de Campinas, f° do cap. Inácio Caetano Leme e de Maria Francisca de Campos, com geração adiante.

1.14. Manoel da Silveira Franco, falecido em 1897 em Jaú, onde possuiu uma importante fazenda com grande escravatura, casou-se 1ª em 1847 em Amparo com sua sobrinha Maria da Gloria da Silveira, filha do alferes Manoel Martins Ferraz de Oliveira e de Gertrudes da Silveira Franco, (ver retro); segunda vez casou se com Gertrudes do Amaral Franco, filha de Antônio Franco do Amaral e de Francisca de Camargo Penteado. SL1/ 539. Com geração dos dois casamentos.

1.15. Maria Jacinta da Silveira foi c.c João Xavier de Oliveira, filho de Cristovão Xavier do Prado, natural de Parnaíba, e de Ana Franco de Oliveira. SL1/533.

1.16. Lucas da Silveira Franco c.c Ana Rosa, filha de Antônio Machado de Souza Campos.

1.17. Francisca da Silveira c.c José de Miranda, que deixou 2 filhos

2.1. (…) falecido solteiro.

2.2. Benedito casado na família Reinfrank

1.18. Deolinda c.c Bento de Oliveira Leme, filho de Pedro Lourenço Leme e da 1ª mulher Emerenciana de Oliveira, SL. Tit.. Dias Cap. 5° § 2°, 2-4, 3-1, 4-8- Com geração em Amparo.

Nº 09 João Batista da Silveira, batizado em 1776 em Atibaia, c.c Constança de Almeida, natural de Camandocaia, filha do capitão Manoel Furquim de Almeida e de Ana Bernardina de Mello, SL. Tit. Furquins. Sem geração.

Nº 10 Jacinta Antonia da Silveira, casou em 1806 em Atibaia com Francisco de Assis e Mello, filho de Batista Caetano de Mello e de Escolastica do Sacramento, moradores em Camandocaia. Teve duas filhas:

1.1. Ana

1.2. Maria

Nº 12 Ajudante (mais tarde capitão) Inácio Caetano da Silveira, foi batizado em 1790 em Atibaia e aí casou-se em 1819 com sua sobrinha Delfina da Silveira Campos, fª de seu irmão, Lucas de Siqueira Franco, Nº 04, natural de Atibaia. Teve 16 filhos, todos naturais de Atibaia:

1.1. Ana Gabriela de Campos c.c José Barbosa de Siqueira (N° 08 do cap. 1° deste título), filho do capitão Ignácio de Siqueira Pimentel (cap 1° deste título). Com geração retro.

1.2. Maria Ignacia da Silveira, foi c.c José Vicente Ferreira, filho do capitão-mor de Jundiaí José Vicente Ferreira e de Maria Joaquina. Com geração em SL. Título Moraes.

1.3. Rosa de Viterbo da Silveira, foi c.c Francisco Elias Pinto, filho do alferes José Desiderio Pinto e de Antonia Bernardina (ver atrás e em SL1/119.

1.4. ˙Tristão da Silveira Campos, falecido em 1900 em Amparo, casou em Atibaia, em 1847 com sua prima Anna Gabriela de Campos, filha do alferes Francisco da Silveira Campos, ver retro. Teve:

2.1. Inácio Tristão da Silveira, fazendeiro no município de Serra Negra, c.c Maria Clara, filha do capitão Francisco José Gonçalves e de Ursula Iria de Campos. SL1/338. Teve entre outros :

3.1. Lavinio da Silveira Campos, casou-se em 1900 em Bragança com sua prima-irmã Amalia Ermelinda Gonçalves, filha do major Francisco de Assis Gonçalves e de Antonia Fortunata. SL1/338.

3.2. Olimpio da Silveira Campos, farmacêutico diplomado, casado em 1903 em Bragança com Amalia Ermelinda, viúva de Lavinio nº 3.1. precedente.

2.2. Francisco Tristão da Silveira, foi c.c Ana Clara, irmã de Maria Clara do n° precedente.

2.3. Ana da Silveira é viúva de Manoel Maximiano de Toledo, filho de José Bonifácio de Toledo e de Catarina Galeana Salinas. Com geração em SL. Tit. Diascap. 4.° § 6°, 2-5, 3-3.

2.4. Jacinto, faleceu solteiro.

2.5. Eulalia c.c Joaquim Augusto Araújo Campos, capitalista em Amparo, irmão de Maria Clara do n° 2.1. supra. Com geração.

2.6. Maria da Conceição c.c Manoel de Azevedo Mattos. Com geração.

2.7. Aureliano da Silveira casado com (…). Com geração.

1.5. Constança M. da Silveira, foi c.c José Manoel Cintra, f° do alferes José Desidério Pinto. Com geração em SL 1/116.

1.6. Tenente-coronelPedro Nolasco da Silveira, vereador em Atibaia (1857/60, 1861/64), c.c Helena da Silveira filha de Francisco da Silveira Campos, (ver retro). Teve:

2.1. Eduardo, falecido solteiro.

2.2. Delphina foi c.c seu primo José Simão Pinto, f° de Antônio P. de Araújo Cintra. Com desc. em SL1/118.

2.3. Ana, foi c.c o Francisco Moretz Sohu, médico. Com geração.

2.4. Maria Joana, foi c.c José Vicente Ferreira, filho de outro igual nome e de Theresa de Paula. SL. Tit. Moraes, Cap. 2° § 1º, 2-1, 3-2, 4-7.

2.5. Izabel Ferreira residiu em S. Paulo, c.c coronel Sebastião Ferreira, irmão de José Vicente do nº precedente. Com dois filhos em SL. Tit. Moraes.

2.6. Francisco Pedro de Campos, foi c.c Minervina, filha de Antônio Bueno. Com geração.

2.7. Lucas Nolasco da Silveira, solteiro.

1.7. Coronel ˙José Inácio da Silveira “José Inácio” faleceu em São Paulo em outubro de 1903. Foi coronelcomandante da guarda nacional de Atibaia, foi abastado fazendeiro no então distrito de Campo Largo, hoje Jarinu onde nasceu, considerado como possuidor de uma das maiores fortunas havidas em Atibaia nos fins do século XIX. No campo político foi vereador pelo partido liberal, depois pelo PRP (1883/86, 1892/96, 1899/1902 e de 1902 até o seu falecimento). Foi presidente da câmara em 1883/86 e 1896/99. Foi c.c sua parente, Constança Bueno de Campos, filha do tenente José da Silveira Campos“José Lucas” (ver em 1.7., N° 04, atrás). Teve:

2.1. Delfina da Silveira Campos, foi c.c seu primo Pedro Ferreira da Silveira, filho do 1.2., supra. Sem geração.

2.2. José da Silveira Campos c.c Olga Schmidt , filha do engenheiro militar Andréas Schmidt, natural de Alemanha, e de Cornélia, natural de Minas Gerais. Sem descendentes

2.3. Maria da Silveira Campos c.c seu parente Deodato Cintra, filho de Manoel Vicente de Araújo Cintra e de sua 1a mulher. Teve:

3.1. Iolanda Cintra c.c seu parente Ciro Pereira de Campos Verguerio, foram residentes em Itapira.

4.1. Cid

4.2. Fábio

4.3. Rubens, residentes em Itapira

3.2. Manoel Citra, c.c Ligia Bittencourt, residentes em Itapira. Tiveram:

4.1. Ely Aparecida

4.2. Sérgio

1.8. Escholastica Leopoldina, foi casada com seu parente Florêncio Corrêa Pupo, filho do alteres José Corrêa Pupo e de Ana da Silveira (ver 2.1., 1.3., N° 06, atrás). Com geração

1.9. Francisco Ignácio da Silveira, falecido solteiro com 47 anos.

1.10. Maria Grertrudes da Silveira c.c Lucas Furquim de Campos, fª de Frutuoso José de Campos. Ver desc. retro.

1.11. Jacintha da Silveira Campos c.c seu primo Lucas da Silveira Campos Cintra, filho do alferes Francisco da Silveira Campos e de Escholastica de Araújo Cintra. Com geração retro.

1.12.Maria da Conceição Silveira c.c o tenente-coronel Bazilio de Campos Cintra, filho do alferes Francisco da Silveira Campos do nº precedente.

1.13. Joaquim Inácio da Silveira c.c Ana Bernardina de Campos, fª de José M. Cintra e de Constança Miquelina (ver nº 1.5. supra).

1.14. João da Silveira Franco, faleceu solteiro com 26anos.

1.15. Barbara da Silveira Campos, solteira em 1901.

1.16. Cristina da Silveira Campos, última filha do Nº 12, foi c.c Leopoldo Augusto da Cunha Freire filho de Joaquim Pedro da Cunha Freire e de Umbellina Inês de Vasconcellos. Com geração em SL. Tit. Siqueiras Mendonças.

N° 13 José da Silveira Franco, último f° de Francisco da Silveira Franco (cap. 4°). Foi capitão do bairro Itapetinga licenciando-se da função para seguir com tropas para as Minas e Bahia onde foi assassinado em Caetité/BA. Faleceu solteiro e sem descendentes.

Capítulo 5º

Lucas da Silveira Franco

Lucas da Silveira Franco, casou-se na vila de Parnaíba em 1767 com Maria Rodrigues Penteado filha de Antônio Rodrigues Penteado e de Rosa Maria da Luz. n.p. de João Corrêa Penteado e de Izabel Paes de Barros, n.m. do capitão-mor Antônio Corrêa de Lemos e de Maria da Luz do Prado. Vide a ascendência em SL. Tit. Prados e Penteados. Como se vê em Tit. Prados, Maria Rodrigues Penteado casou-se 2ª vez em 1797 com Joaquim Bueno de Azevedo, viúvo de Messia Ferreira. Do casamento de Lucas da Silveira Franco descendem dez filhos:

Nº 01 Ana, batizada em 1770 em Atibaia, faleceu na infância.

Nº 02 Manoela, batizada em 1771 em Atibaia, faleceu na infância.

Nº 03 Antônio, batizado em 1773 em Atibaia, faleceu na infância.

Nº 04 Lucas, batizado em 1775 em Atibaia, faleceu na infância.

Nº 05 João, batizado em 1777 em Atibaia, faleceu na infância.

Nº 06 Antônio Rodrigues, batizado em 1778 em Atibaia faleceu solteiro com 23 anos em 1801

Nº 07 Lucas batizado em 1780 em Atibaia, faleceu com 11 anos em 1791.

Nº 08 Bernardino

Nº 09 José, faleceu com 2 anos em 1785.

Nº 10 Antônio Luiz Leite Pentado

Nº 08 Bernardino José Leite Penteado c.c Ursula Cândida de Moraes em 1802 na freguezia de Nossa Senhora do Ó em São Paulo, filha de Francisco Xavier Bueno e de Gertrudes Branco de Moraes, SL1/524. Teve q.d.:

1.1. José Rodrigues Penteado, falecido em Limeira, o qual casou-se em 1823 em Atibaia com sua prima Gertrudes Maria de Odoladar, filha do alferes Antônio da Silveira Cardoso e de Dionizia Vieira, n.p. do capitão-mor Francisco da Silveira Franco e de Maria Cardoso de Oliveira (ele de Atibaia e ela de Parnaíba) n.m. do alferes Vicente Vieira de Oliveira e de Maria Domingues, ver retro. Teve seis filhos, dentre os quais descobrimos:

2.1. Antônio da Silveira Penteado n. em Jundiaí em 1828 e f. em Limeira em 1875 onde casou-se em 1848 com Ana Carolina, natural de Camandocaia, filha de Antônio Leonardo do Couto, de Portugal, e de Carolina Felix da Trindade, de Santos, n.m. de Joaquim Dias Pinheiro e de Latira Felix da Trindade, de Minas Gerais. Teve 10 filhos:

3.1. Vicente da Silveira Penteado casou-se em 1875 na Limeira com Escolastica Eliza de Barros, filha de Sebastião de Barros Silva e de Gertrudes Alves Branco. Com filha única:

4.1. Vicência da Silveira Penteado nascida em 1879 e casada em 1894 em Limeira com Octaviano José Rodrigues, filho de Domingos José Rodrigues Júnior, de Portugal e de Ana Barbosa Guimarães, de Limeira.

3.2. Maria Augusta Penteado, falecia em 1889 em Limeira, ali casou-se em 1868 com Manoel de Toledo Barros, filho de Francisco Antônio de Barros e de Gertrudes Eulalia de Toledo. Teve 12 filhos:

4.1. Cândida Evangelina de Barros casou-se em 1887 em Limeira com Antônio de Campos Serra, viúvo do nº 3.5. adiante, filho de Cândido José da Silva Serra e de Maria Eleutéria de Campos. SL1/269.

4.2. Francisco Antônio de Barros Penteado casou-se em 1897 com sua prima Ana Carolina Penteado (ver 4.2. de 3.3. adiante).

4.3. Joaquim Augusto de Barros

4.4. Antônio Augusto de Barros

4.5. Flaminio de Barros Penteado

4.6. Manoel de Toledo Silva

4.7. Maria de Barros Penteado

4.8. Sebastião de Toledo Barros

4.9. José Penteado de Barros

4.10. Álvaro de Toledo Barros

4.11. Olegário de Barros Penteado

4.12. Anna Carolina de Barros

3.3. José Rodrigues Penteado casou-se em Limeira em 1876 c. Rita Antonia da Silva Serra, de Campinas, fª de José de Campos Penteado e de Paula Joaquina de Andrade, n.p. do alferes José de Campos Penteado e de Rita Antonia da Silva Serra. n.m. de Cândido José da Silva Serra e de Maria Eleutéria de Campos. SL1/259. Teve:

4.1. José de Campos Penteado

4.2. Ana Carolina Penteado c.c seu primo Francisco Antônio de Barros Penteado.

4.3. Antônio da Silveira Penteado Sobrinho, falecido em 1896.

4.4. Francisco Serra Penteado

4.5. Cândido Serra, falecido em 1884.

4.6. Maria Cândida Penteado

4.7. Sebastiana Penteado

4.8. Vicente Rodrigues Penteado

4.9. Rita de Cássia Penteado

4.10. Octaviano de Campos Penteado, falecido em 1897.

3.4. Etelvina Francisca Penteado casou-se em Limeira em 1874 com Bernardino Alvares de Oliveira Penteado, da Freguesia do Ó, filho de João Batista Alves de Siqueira e de Escolastica Franco Penteado. Teve:

4.1. Cândida Alves Penteado

4.2. Ana Cândida de Moraes

4.3. José Alves da Silveira

4.4. Rita Leite Penteado

4.5. Sebastião Alves Penteado

4.6. Luiz Alves Penteado

3.5. Cândida Penteado Serra, falecio em 1886 no Descalvado, casou-se em Limeira em 1875 com Antônio de Campos Serra, filho de Cândido José da Silva Serra e de Maria Eleutéria de Campos. Teve:

4.1. Antônio Penteado Serra

4.2. Maria Eleutéria Penteado

4.3. Cândido Penteado Serra.

3.6. Eliza Augusta Penteado casou-se em 1878 no Descalvado com Antônio de Camargo Campos Bittencourt, filho de Antônio José de Assumpção e de Gertrudes Maria do Carmo. Teve:

4.1. Antônio de Campos Bittencourt.

4.2. Guiomar Torresão Bittencourt

4.3. Arlindo Penteado Bittencourt

4.4. Gertrudes Maria do Carmo

4.5. Georgina Bittencourt

4.6. Armando Bittencourt

4.7. Admar Bittencourt

4.8. Arnaldo Bittencourt

3.7. Antônio da Silveira Penteado, f. em 1889 em Limeira, onde casou-se em 1885 com Escolastica de Campos Pacheco filha de Manoel Ferraz Pacheco, de Piracicaba, e de Ana Cândida Pacheco, de Itú. Deixou única filha:

4.1. Ana Cândida Ferraz Penteado.

3.8. Bernardino José Leite Penteado casou-se em 1890 na Limeira com Vicentina de Almeida, natural do Rio de Janeiro, filho de Antônio de Araújo Almeida, de Portugal, e de Idalia Vieira de Almeida, carioca.

3.9. Flaminio da Silveira Penteado casou-se em 1891 em Descalvado com Josephina Tolomelli, da Itália, que faleceu em 1896 em Limeira. Teve:

4.1. Ana Carolina da Silveira

4.2. José Tolomelli Penteado

3.10. Antônio Rodrigues Penteado casou-se na Limeira em 1896 com Sebastiana de Barros, filha de Sebastião de Barros Silva e de Gertrudes Alves Branco. Teve:

4.1. Zuleica de Barros Penteado.

1.2. Ana Francisca, foi 1° c.c Estevão Soares de Camargo[72], segunda vez casou-se em 1843 em Itatiba com José Pires de Godoi, viúvo de Manoela Soares[73], filho de Antônio Pires Pimentel e de Joaquina Isabela. Teve (por informações) oito filhos do 1º casamento e quatro do segundo:

2.1. Joaquim Antônio de Camargo c.c Maria Franco (residente no Campo Largo de Atibaia). Teve:

3.1. Maria

3.2. Ana

3.3. Escholastica

3.4. Olegário

3.5. Horácio

3.6. (…)

3.7. José

2.2. Maria Francisca das Dores c.c João Rodrigues de Siqueira, residente em Pirassununga, teve:

3.1. Olegário

3.2. Francisco

3.3. Estevão Soares de Camargo, c.c sua prima Maria nº 3.1., 2.6. a seguir.

3.4. Paulo

3.5. João

3.6. Ana

3.7. Maria

3.8. Escholastica

3.9. Francisca

2.3. Francisca Maria de Jesus casada em Campo Largo aos 31.MAIO.1843 comse parente Zacharias C. de Camargo, f° de Vicente Luiz de Camargo e de Maria Francisca Penteado. Foram dispensados no 4° grau misto e 3° de consanguinidade. Tiveram:

3.1. Vicente Carlos de Camargo casado com (…), foi residente em S. Paulo.

3.2. Anselmo Carlos de Camargo, solteiro, residente em Itatiba.

3.3. Generino c.c Ana residente em Itatiba.

3.4. João, solteiro, residente em Campo Largo, hoje Jarinu.

2.4. José Soares Penteado c.c Maria (…) “Nhala” de Limeira. Teve:

3.1. Maria c.c Antônio Sampaio.

2.5. João Franco de Camargo casados em Campo Largo aos 16.JUL.1859 comsua parente Constança Franco de Camargo, filha de JacintoJosé Soares e de Maria Gertrudes. Foram dispensados do 2° grau. O pai de João Franco de Camargo, Estevão Soares de Camargo (1.3. acima) era meio irmão do pai de Jacinto José Soares, que era Jacinto Soares de Camargo e sua segunda esposa (ver nota a abaixo).

2.6. Sabino Soares de Camargo casou-se 1ª vez com Leopoldina, filha de João Pires de Camargo de Pirassununga e 2ª vez com Antonia da Silveira Franco. Teve um filho com a 1ª mulher e onze da 2ª:

3.1. Maria c.c seu primo Estevão Soares de Camargo nº 3.3. de 2.2. supra.

3.2. José

3.3. Sabino

3.4. Clara c.c Manoel Cabral dos Santos.

3.5. João

3.6. Benedicto

3.7. (…) casada com José Evangelista de Toledo.

3.8. Eugênio

3.9. Estevão

3.10. Julia

3.11. Julieta

3.12. Pedro

2.7. Gertrudes Maria Soares c.c Francisco Franco de Camargo, filho de Francisco Pires, de Itatiba Teve:

3.1. Francisco c.c Francisca Pires, filha de Francisco Pires.

3.2. Estevão

3.3. Pedro

3.4. João

3.5. Joaquim c.c Francisca, filha de Joaquim Antônio de Camargo, de Itatiba.

3.6. Maria casada com (…) em Campinas.

2.8. Escolastica da Silveira Franco foi c.c José da Silveira Franco, filho do alferes Joaquim Franco de Camargo e da 2a mulher Maria Lourença de Moraes (com geração adiante).

2.9. Antônio Pires Penteado c.c Amélia, filha de Severino Antunes, de Pirassununga. Teve:

3.1. João Augusto Penteado

3.2. Horacio Penteado

3.3. Juvenal Penteado

3.4. Octavio Penteado

3.5. Oscar e mais 6 mulheres.

2.10. Constança

2.11. Maria Cesarina da Anunciação em São Carlos c Jacino Pires da Rocha, f° de Josão Pires, de Itatiba. Teve:

3.1. José Luiz da Rocha casado com (…) filha de João Affonso, de Araraquara.

3.2. Elidia c.c Henrique de Godoi Moreira, residente Jaboticabal/SP.

3.3. Maria c.c João Affonso.

3.4. Bertholino

3.5. Joaquim

3.6. Malvina

3.7. Cândida

3.8. Leonidia

3.9. Belmira

2.12. Bernardina c.c Belarmino Bueno de Moraes, em Araras, com geração.

Nº 10 Antônio Luiz Leite Penteado, último filho de Lucas da Silveira Franco, batizado em 1785 em Atibaia, onde já se encontrava falecido em 1842 e onde se casouem 1805 com Ana Francisca Franco (cap. 2° do título Pires de Camargo), filha de João Pires Pimentel e de Maria Antonia, SL1/40 e troncos do título Pires de Camargo deste trabalho. Ver descendência deste casal mais desenvolvida no capítulo 2° do título Pires de Camargo. Teve q. d:

1.1. Maria Rosa Penteado casada em 1821 em Atibaia com Inácio Franco Penteado, filho de Justiniano Ortiz Leite e de Inácia Maria, n.p. de Estevão Ortiz da Rocha e de Maria Leite, de Parnaíba, n.m. de Domingos Teixeira de Moraes e de Anna Franco, de Pitangui, SL. 1/525.

1.2. Jacintha Franco de Jesus casada em 1823 em Atibaia com João Francisco do Amaral, filho de Antônio Ortiz do Amaral e de Mariana Ferraz de Araújo, n.p. de João Ortiz de Camargo e de Ursula Bueno, n.m. de Antônio Ferraz de Araújo e de Gertrudes Corrêa. SL1/303.

1.3. Francisca de Paula casada em 1830 em Atibaia com Antônio Franco Penteado, filho de Custodio de Azevedo Neves e de Maria Rosa Penteado, esta filha de Antônio Franco de Camargo e de Rosa Maria Leite. SL1/344, onde foi omitida a filha Maria Rosa Penteado.

1.4. Delfina Franco Penteado ou Maria Franco, casada em Atibaia 1° vez com seu tio Inácio Pires Camargo (ver cap. 8.° adiante), viúvo de Maria Joana Soares (ver título Soares) e 2a vez com Benedito Alves de Siqueira (ver 3.1., 2.1., 1.3., N° 01, cap. 1° do título Siqueira Franco), filho de Jacinto Alves de Siqueira e de Maria Bueno. Ver descendência de seu primeiro marido no título Pires de Camargo e do segundo marido no título Siqueira Franco.

1.5. Joaquim Leite Penteado casado aos 11.MAIO.1841 em Campo Largo com Carolina Maria da Silva.

1.6. Gertrudes Franco casou-se em 1848 em Atibaia com Firmiano Pires de Oliveira, filho de Salvador Pires de Oliveira e de Maria Eufrazia Franco.SL1/343.

1.7. Inácio Franco Penteado casado aos 27.OUT.1842 com Ana Franco, filha de Antônio Alves Cardoso e de Bernardina Maria Franco.

1.8. Manoela Franco Penteado, foi 2ª esposa de Jacinto Alves de Siqueira com quem se casou em Campo Largo aos 08.JAN.1850 (ver 2.1., 1.3., N° 01 cap. 1° deste título).

1.9. João Luiz Penteado que foi c.c Delfina Maria do Carmo.

1.10. Antônio Luiz Penteado

1.11. Lucas da Silveira Franco casado aos 13.AGO.1833 com Ana Franco de Moraes, filha de João José de Moraes e de Gertrudes Alves do Amaral.

1.12. Ana Franco Penteado[74] ou Franco do Amaralcasou-se com Lucas de Siqueira Franco que acreditamos ser o citado em SL 6/19, filho de Estevão Soares da Rocha e de Gertrudes Maria das Neves. Lucas de Siqueira Franco e Ana Franco Penteado tiveram, entre outros filhos: Gertrudes Franco Penteado ou Gertrudes Maria Franco, falecida aos 01.MAR.1921, que se casou com João José de Camargo Lopes ou João Lopes de Camargo[75] aos 21.OUT.1862 em Campo Largo, sendo ele viúvo de Gertrudes Maria Franco e era com toda certeza filho de Gertrudes Maria e de Salvador Lopes de Camargo, o qual pode ser considerado o tronco da família Lopes de Camargo de Jarinu.

Capítulo 6º

Joaquim de Siqueira Franco

Joaquim de Siqueira Franco, casou em 1775 em Parnaíba com Gertrudes Francisca Pedroso, filha de Lourenço Franco da Rocha e de Francisca Margarida, SL. 1/517. Teve q. d:

Nº 01 Francisca de Paula Pedroso

Nº 02 Joaquina Pedroso da Silveira

Nº 03 Lucas, batizado em 1780 em Atibaia, nada descobrimos.

Nº 04 Helena Francisca Cardoso

Nº 05 Maria, batizada em 1785 em Atibaia, nada descobrimos.

Nº 06 Escolástica, batizada em 1787 em Atibaia, nada descobrimos.

Nº 07 Bento José da Silveira

Nº 08 Antônio Luiz da Rocha

Nº 09 Joaquim Antônio da Silveira

Nº 10 Antônio Manoel da Silveira

Nº 11 José da Silveira Franco

Nº 12 Ana Francisca Pedroso

Nº 13 João Batista da Silveira

Nº 01 Francisca de Paula Pedroso, batizada em 1776 em Atibaia, aí casou-se em 1801 com Felisberto Franco de Camargo, filho de Lourenço Franco de Camargo e de Ana Franco da Cunha. Com geração em SL1/336.

Nº 02 Joaquina Pedroso da Silveira c.c Salvador do Nascimento Franco, filho do capitão Crispim da Silva Franco e 2a mulher Gertrudes Alvares. Com geração, em SL2º Vol. Tit. Lemes Cap. 1° § 9º. Entre seus descendentes destacamos Maria Jacinta da Silveira que foi c.c Francisco Pires Pimentel ou Camargo (ver desc. em cap. 1º dotítulo Pires de Camargo).

Nº 04 Helena Francisca Cardoso casou em 1801 em Atibaia com Estevão Soares da Rocha, viúvo de Gertrudes Maria das Neves, filho do tenente José de Godoi Moreira e 2ª mulher Ana Soares de Siqueira. Com geração, em SL. Tit. Godoys Cap. 1.° § 8º, 2-3, 3-1, 4-8.

Nº 07 Bento José da Silveira casou em 1833 em Itatiba com Gertrudes Franco Isabela, filha do alferes Manoel Joaquim Leite e de Ana Pires Pimentel. SL1/301. Teve:

1.1. Apollonia, c.c seu primo Joaquim Damásio, f° de Damasio F. da Silveira e de Antonia Franco. Com geração.

1.2. Gertrudes c.c Manoel Damasio, irmão de Joaquim Damasio do n° precedente.

1.3. Maria c.c João Damasio, irmão dos precedentes.

1.4. Ana c.c Manoel Bueno do Amaral.

1.5. Escolastica c.c João Alves.

1.6. (…) casou com Joaquim (ou João) Soares do Amaral.

1.7. Clara c.c Rodrigo (…) de Godoi.

1.8. João de Siqueira Franco c.c Maria de Lima, fª de João de Godoi Lima e de Antonia Franco Isbella. Teve:

2.1. Francisco

2.2. Ademar

2.3. (…)

2.4. Joaquina c.c Francisco da Silveira Leme, fazendeiro no município do Amparo, filho do capitão Francisco Antônio da Silveira e de Gertrudes Teresa da Silveira. SL. Título Pires Nº 6.10, 7.2 adiante.

Nº 08 Antônio Luiz da Rocha, n. em 1791 em Atibaia, aí casou em 1813 c Ana Cardoso de Campos, filha do último capitão-mor de Atibaia Lucas de Siqueira Franco e de Ana Gabriela de Campos e Vasconcellos, ver retro. Teve q.d:

1.1. Ana de Siqueira Campos casada em 1841 em Atibaia com o coronel Camilo José Pires, filho de Tomé Pires de Ávila e de Maria Franco Cardoso. SL. Tit, Pires de Ávila. Teve:

2.1. Tomé Pires de Ávila Neto, bacharel em direito, já falecido, foi c.c sua prima irmã, filha de Bento Pires e de sua 1ª mulher. Sem geração.

2.2. Escolástica Pires de Ávila c.c José Soares de Camargo, capitalista em Itatiba. SL. Tít. Pretos.

2.3. Maria da Silveira Campos c.c Floriano Antônio de Moraes. Teve:

3.1. Jacintha de Moraes Ferreira que foi c.c Antônio de Moraes Ferreira. SL. Tit. Moraes, s. desc..

3.2. Camilo Antônio de Moraes c.c Judith Guimarães. Com geração.

3.3. João Batista de Moraes c.c Ana Carolina de Godoi. Com geração.

3.4. Benedicta de Moraes, foi c.c Antônio Alexandre Pupo Nogueira, filha de João Batista Pupo de Moraes e de Luiza Gabriella. Com geração em SL 1/234.

3.5. Anna Luiza de Moraes c.c José Pires da Silveira. Com geração.

3.6. Floriano Antônio de Moraes Júnior, bacharel em direito, fazendeiro, deputado federal em 1900, foi c.c Leonidia Alves, fª de Cândida e de Francisco Alves Cardoso, barões de Itapema. Com uma filha menor em 1902:

4.1. Herninia

3.7. Vitalina de Moraes Ferreira c.c Manoel de Queiroz Ferreira, filho do comendador Francisco Benedicto Ferreira. SL. Tit. Moraes. Com geração.

3.8. Colleta de Moraes Godoi c.c Lupercio de Godoi. Com geração.

2.4. (…) casada com José Pires.

2.5. Ana foi c.c seu tio paterno Bento Pires.

2.6. Herlinda c.c o ten.coronel Júlio Joli Netto, f° do major Eugênio Joli e de Maria Carolina. SL1/492.

1.2. Lucas de Siqueira Campos, filho de Antônio Luiz Nº 08, casou-se com Lydia, natural de Atibaia, filha do capitão Salvador Ribeiro de Toledo e de Umbellina Florisbina Franco. Teve uma única filha:

2.1. Benedicta, foi a 1ª mulher do drAfonso José de Carvalho, natural de São Bento do Sapucai, foi fundador do 1º jornal de Atibaia “O Itapetinga” no início da década de 1890, foi promotor público da comarca de Atibaia em 1903, juiz de direito em S. Bento de Sapucaí, Franca, Piracaia, capital, desembargador a partir de 1926, presidente do Tribunal de Justiça de São Pauloem 1935 e primeiro presidente do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo em 1932/33. Com geração.

Nº 09 Joaquim Antônio da Silveira n. em 1798 em Atibaia e aí casou-se em 1820 com Francisca Romanade Araújo Cintra (ver 1.8., N° 03, cap. 4° deste título), fª do alferes Jacinto José de Araújo Cintra e de Maria Francisca Cardoso.Podem ser considerados um dos dois[76]trontos da família Cintra que na atualidadee na sua maioria, permaneceramem Atibaia.Teve:

1.1. CoronelJoão Batista ou João Antônio da Silveira Cintra, fazendeiro no bairro das Palmeiras em Atibaia, c.c sua parente Ana Jacinta da Silveira Pinto (ver 4.1., 3.1., 2.1., 1.2., N° 03 do cap. 4° deste título), fª de José Theodoro Pinto e de Sabina A. do Amaral (ver 1.4., N° 02, Cap. 5° do Título Leite), n.p de Francisco José da Silveira (cap. 11° do título Alves do Amaral) e de Maria da C. Cintra “Nhanhã do Portão”, n.m. de Antônio Alves do Amaral e Ana Franco (troncos do título Alves Amaral). Teve:

2.1. Benedito Cintra “Tico Cintra ou Nhô Tico” n. aos 27.FEV.1875 e f. aos 17.JUL.1962, foi fazendeiro em Atibaia, vereador de 1927 a 1929, foi c.c Benedita Maria Pedroso (irmã de Maria do Carmo Pedroso, 2.3. a seguir). Teve:

3.1. João Cintra, c.c Júlia Pedroso. Teve:

4.1. José Cintra Sobrinho n. aos 16.MAR.1926 e f. aos 27.JUN.2012 foi c.c. Maria do PradoCintra n. aos 08.JAN.1931 e f. aos 20.ABR.2012, filha de Cezario do Prado e de Alece Pedroso. Teve:

5.1. Maria José do Prado Cintra, falecida.

5.2. Maria das Graças do Prado Cintra

5.3. Maria de Fátima do Prado Cintra, falecida.

5.4. José Benedito do Prado Cintra c.c Maria Antonia Bueno.

5.5. Maria Salete do Prado Cintra

5.6. Júlia Alice do Prado Cintra, falecida

5.7. Flávia Helena do Prado Cintra c.c Reginaldo da Silva de Oliveira. Teve:

6.1. Flávio Eugênio Cintra Oliveira

4.2. Jacira Aparecida Cintra, c.c. Alfredo Candido Lopes da Silva.

3.2. Joaquim Cintra Sobrinho n. aos 07.MAR.1904 e f. aos 24.NOV.1992, foi vereador de 1948 a 1952, c.c Ismênia Benedita da Cunha Cintra n. aos 10.SET.1904 e f. aos 06.DEZ.1995, foi professora. Teve:

4.1. Delsy Cintra, professora, n. aos 11.JUL.1927foi c.c Benedito Olessio Brasil. Tiveram:

5.1. Rosangela Cintra Brasil n. aos 01.FEV.1954, c.c Adilson Estélio Bacci. Teve:

6.1. Vanessa Brasil Bacci n. aos 01.NOV.1979.

6.2. Vitor Augusto Bacci. n. aos 15.MAIO.1982.

5.2. Olésio Benedito Cintra Brasil n. aos 28.AGO.1957.

4.2. Enid Cintra n. aos 09.OUT.1928 em São Paulo, professora,c.c Francisco Santo Ferro, “Chico Ferro”n. aos 30.SET.1928, comerciante, foi vereador de 1956 a 1960, filho de Maria do Amaral Bueno e de Napoleão Ferro, ex-vereador de Atibaia (1956/60), da família Ferro de Santa Margarita D’Adige/PD. Teve:

5.1. Ismenia Maria Ferro Fagundes n. aos 13.JUN.1952, c.c ˙Edgar Ferreira Fagundes, cel. reformado da Polícia Militar do Estado de São Paulo e empresário em Atibaia e ex-presidente da Associação Comercial de Atibaia, da importante família Fagundes de Mairiporã. Teve:

6.1. Renata Fagundes Croth n aos 10.JUL.1975 c.c Flávio Croth. Teve:

7.1. Arthur Fagundes Croth n. aos 26.JUN.2006.

6.2. Raquel de Cássia Ferro Fagundes n. aos 19.FEV.1983.

5.2. Regina Aparecida Cintra Ferro n. aos 01.JUL.1954 e f. aos 25.FEV.1956.

5.3. Lilian Maria Ferro Agulhão n aos 18.SET.1957, c.c Geraldo Agulhão. Teve:

6.1. Marcela n. aos 24.NOV.1988.

6.2. Eduarda n. aos 17.ABR.1991.

4.3. Joaquim Antônio Cintra “Quinote” n. aos 04.OUT.1930 e f. aos 04.JUN.2012, foi comerciário do ramo de farmácia, casou-se 1ª vez com Dinah de Almeida Bueno n. aos 05.JUN.1928 e f. aos 03.JUL.1970(ver 1.2., N° 04, cap. 8° do título Leite) e 2ª vez com Ana Maria Marra. Teve 3 filhos do primeiro casamento e dois do segundo:

5.1. Rosânian. aos 18.OUT.1952, professora da rede municipal.

5.2. Roberval n. aos 28.JUN.1956,funcionário público. Teve:

6.1. Tiago Storoli Cintra n. aos 09.JUN.1989.

5.3. Rodnei “Nei” n.aos 10.SET.1965, funcionário público.

5.4. Cesar n. aos 07.NOV.1973.

5.5. Mariana n. aos 10.DEZ.1975.

4.4. João Batista Cintra n. aos 16.JAN.1933 e f. aos 19.NOV.1933.

4.5. Benedito Avelino Cintra “Cintrinha” n. aos 09.JUN.1936 e f. aos 30.SET.1961, foi c.c Cacilda Aparecida Leite[77]n. aos 08.FEV.1939 (ver em 1.2., N° 07, cap. 8° do título Leite). Teve:

5.1. Silvia Helena Cintra n. aos 30.JUN.1956 e f. aos 08.AGO.2007, foi c.c Gerson Pileggi (ver descendência em 4.2., 3.9., 2.7., 1.3., N° 08, cap. 5° do título Alves do Amaral).

5.2. Lucia Helena Leite Cintra n. aos 23.OUT.1959.

4.6. Elza Maria Cintra n. aos 30.JUL.1946 e f. aos 30.MAR.1983, foi casada 1ª vez com Luiz Fernando Montezuma e 2º vez com Luiz Bruno Bianco. Teve dois filhos do primeiro casamento e três do segundo:

5.1. Fernando Aurélio de Montezuma n. aos 13.AGO.1964, advogado. Teve:

6.1. Rafael n. aos 02.OUT.1990.

6.2. Leonardo n. aos 28.JUL.1994.

5.2. Maria Fernanda Montezuma Tricoli n. aos 03.NOV.1965,dentista c.c José Roberto Tricoli “Beto Trícoli” n.aos 22.DEZ.1961 em Atibaia, filho de Alda Bueno de Toledo e do ex-vereador (1965/69), Domingos Tricoli, f. aos 08.ABR.2011. Neto materno de João Bueno de Toledo e de Odila Patrocínio, por eles bisneto de João Anselmo Bueno e de Margarida Toledo Ordonhes e José do Patrocínio e de Maria Leopoldina Gonçalves. Neto paterno de José Tricoli e de Fortunata Sargiani, por eles bisneto de Letícia Binatti e de Valério Sargiani e Paquina Cingolani e de Costantino Triccoli, tronco da família Triccoli de Atibaia. Beto Tricolié arquiteto e no campo políticofoi fundador do partido verde em Atibaia em 1988, pelo qual candidatou-se sem êxito nas eleições de 1988 para vereador, prefeito em 1996 e a deputado estadual em 1998. Elegeu-se vereador em 1992, prefeito em 2000 com 55,87 % dos votos válidos, reelegendou-se em 2004 com 53,23 % dos votos válidos e elegeu seu sucessor em 2008 com 45,55 % dos votos válidos. Foi de 2009 até março de 2010 secretário de arquitetura e meio ambiente de Atibaia e nas eleições de outubro de 2010 elegeu-se deputado estadual com 42.713 mil votos, sendo cerca de 23 mil em Atibaia ou 38% dos votos válidos na cidade. Em 2012 não conseguiu eleger seu candidato a prefeito; em 2014 não conseguiu se reeleger deputado e em 2016 perdeu as eleições para prefeito. Pode ser considerado o maior líder político da primeira década deste século em Atibaia e maior liderança do PV na região. Teve com Maria Fernanda:

6.1. Tito n. aos 15.NOV.1990, acadêmico de arquitetura.

6.3. Luca n. aos 26.JUN.1993.

5.3. Maria Teresa Bianco n. aos 02.DEZ.1974.

5.4. José Luiz Bianco n. aos 17.JUL.1976.

5.5. Daniela Bianco,n. aos 23.NOV.1978.

3.3. Guiomar Cintra, foi c.c Alberto Ferreira Campos, seu parente. Teve:

4.1. Maria Luiza Cintra

4.2. Maria Helena Cintra, professora c.c Paschoal Valente Jr.

4.3. Demerval Ferreira de Campos, c.c Marineusa de Arruda.

4.4. Floriano Ferreira de Campos c.c Adélia Darcy Pepe.

4.5. Maria Stella Cintra de Campos, advogada.

3.4. Luiz Cintra, comerciante, c.c Ursolina Paolinetti, filha de Izide Rosseto e de Valeriano Paolinetti, da família Paolinetti de Atibaia, descendentes de imigrantes italianos. Teve:

4.1. Luiz Valério Cintra, c.cIsauraGuerrato.

3.5. Ana Cintra, falecida solteira.

3.6. José Cintra, comerciante, foi c.c Maria de Lourdes Peçanha (ver 3.5., 2.3., 1.7, N° 05, cap. 5° do título Alves deo Amaral). Teve:

4.1. José Vinicius Peçanha Cintra n. aos 08.MAR.1944 f. aos 08.DEZ.1988, foi c.c Beverly Plenis Micheloni.

4.2. Marilisa Peçanha Cintra, foi c.c Farid Fayad, professor.

4.3. Rubens Peçanha Cintra, n. 03.MAIO.1949 e f. aos 05.MAR.1984.

4.4. Eliana Peçanha Cintra n. aos 16.MAR.1956 c.c Marcel Antônio Chagas Pereira, médico, falecido em 200. Teve:

5.1. João Pedro Cintra Peçanha n. aos 11.AGO.1987, formado em administração..

5.1. Luiz Felipe Cintra Peçanha, estudante de medicina em Ouro Preto.

4.5. Regina Aparecida Peçanha Cintra n. aos 16.MAR.1956, gêmea da anterior, c.c. Luiz Henrique Delbuque (D’Elboux) Baccaro. Teve q.d.:

5.1. Camila Boccaro Mansutti casada aos 05.DEZ.2009 com Leonardo Mansutti.

2.2. Joaquim Antônio Cintra “Nhô Quim” f. aos 04.NOV.1951. Foi vereador e intendente municipal de 02.JAN.1903 a 07.JAN.1905 de Atibaia. Foi tenente-coronel do 53º regimento da cavalaria da guarda nacional. Foi c.c Lina de Almeida Bueno (ver 3.1., 2.2., 1.2., N° 08, cap. 5° do título Alves do Amaral), fª do cap. Benedito de Almeida Bueno e de Maria Paula Bueno de Aguiar; n.m. de Joaquim Bueno de Aguiar e de Gertrudes Soares do Amaral. Não deixou descendentes.

2.3. Cândido Gabriel Cintra “Nhô Candinho” n.aos 24.JAN.1869 em Atibaia e aí f.aos 20.AGO.1953. Foi casado aos 03.AGO.1908 com Maria do Carmo Pedroso n.aos 15.DEZ.1886 no bairro do Portão e f. em 1970, fª do capitão Joaquim Antônio Pedroso Júnior[78] e de Ana Maria Pedroso. Foi proprietários juntamente com seus irmãos da fazenda Palmeiras no bairro de mesmo nome, ainda com a família. Tiveram 11 filhos, sendo dois falecidos menores:

3.1. Ermelinda Cintra n. aos 19.FEV.1911 e f. aos 29.MAR.2003, c.c. Augusto Peixoto. Teve:

4.1. José Maria Cintra Peixoto n. aos 10.FEV.1936, c.c. Jeanete Sposito, com geração.

4.2. Maria Inês Cintra Peixoto n. aos 21.MAIO.1950.

3.2. Diva Cintra n. aos 03.MAIO.1915 e f. aos 11.MAR.2002 foi c.c. seu parente Augusto Ferreira Campos, engenheiro. Teve:

4.1. Augusto Carlos n. aos 08.JUN.1942 e f. aos 16.ABR.1999 foi 2 vezes, com geração.

4.2. Luiz Roberto n. aos 07.ABR.1944, c.c. Jurema Pereira da Cruz, com geração.

4.2. Maria Cristina n. aos 13.OUT.1946, c.c. Luiz Gonçaga Priviero, com geração.

4.4 Maria Eugênia n. aos 10.JUN.1954, c.c Ricardo Luterman, com geração.

3.3. Jandira Cintra n. aos 08.JUL.1917 e f. solteira aos 05.AGO.2004.

3.4. Oscar Cintra n. aos 03.SET.1919, contador, c.c. Ilka Cavalheiro de Almeida. Teve:

4.1. Maria Alice n. aos 24.JUN.1946, c.c Odair Dias Pereira, com geração.

4.2. Heloísa Helena n. aos 27.MAIO.1949, c.c. Plínio Moraes Garcia, com geração.

4.3. Maria Angélica n. aos 17.JUN.1951.

4.4. Regina Isabel n. aos 25.MAIO.1954, c.c. José Scaquetti, com geração.

4.5. Ilka Maria n. aos 25.DEZ.1955, c.c Luiz Mário Stein Moreira.

4.6. Maria Josén. aos 08.FEV.1959.

4.7. Maria do Carmo n. aos 31.JL.1963, c.c Marcelo Mainieri, com geração.

3.5. Yolanda Cintra n. aos 04.JUN.1922 e f. aos 24.DEZ.2010, foi c.c. Antônio Paschoal Settani. Teve:

4.1. Maria do Carmo Cintra Settanni n. aos 14.AGO.1951.

4.2. Francisco Candido n. aos 21.JAN.1954, c.c Ana Rosa Sales, com geração.

3.6. Mozart Cintra n. aos 15.JUN.1924 e f. aos 07.SET.2005, foi c.c. Margarida Vieira. Teve:

4.1. Gerson Cintra n. aos 09.JUN.1961, divorciado de Luciana Cintra

4.2. Nanci Cintra n. aos 06.MAIO.1962 c.c. Mauro Eduardo de Souza, com geração.

3.7. Anna Cintra n. aos 26.AGO.1926 foi c.c. Carlos Pacheco, advogado f. aos 25.ABR.2008. Teve:

4.1. Ana Maria n. aos 06.DEZ.1950, c.c Reynaldo Bonavigo, com geração.

4.2. Carlos Eduardo n. aos 20.DEZ.1951, c.c. Selma Salles da Silva, com geração.

4.3. Ana Elisabeth n. aos 01.OUT.1953, divorciada de Carlos C. Rocha Pocetti, com geração.

4.4. Ana Lúcia n. aos 17.JAN.1961, c.c Gerson Cesar Balestero n. aos 20.SET.1961.

4.5. Carlos Henrique n. aos 14.JUL.1962, c.c Rosane Silva Pauletti, com geração.

3.8. Ozilde Cintra n. aos 25.OUT.1928, c.c. Maria Cecília Guimarães. Teve:

4.1. Renata n. aos 21.ABR.1970, c.c Ferando Nbogata Kanni, com geração.

4.2. Eduardo n. aos 20.AGO.1972.

4.3. Daniela n. aos 23.NOV.1974

3.9. Maria Elizabeth Cintra n. aos 30.NOV.1932, solteira.

1.2. Capitão José Ferraz de Siqueira Cintra “Nhonho Ferraz”, c.c Constança Maria de Moura.

1.3. Candido de Araújo Cintra, falecido solteiro.

1.4. Manoel Jacinto da Silveira Cintra, c.c. Maria Eufrosina da Cunha, filha de Thomaz Gonçalves Barbosa da Cunha e Maria Madalena da Rocha. Teve:

2.1. Ana Gabriela da Cunha Cintra c.c seu Tio Thomaz Gonçalves da Rocha Cunha, fazendeiro e chefe político em Piracaia. Teve:

3.1. Antonia Cintra da Cunha, c.c. Cyro Freire. Teve:

4.1. Antônio Cunha Freire, c.c. Matilde Souza Queiroz.

4.2. Sebastião Luiz da Cunha Freire, c.c. Marieta Clara D’Avila.

4.3. Maria Aparecida Cunha Freire, c.c. Carlos Barros de Faria.

4.4. Cecília Cunha Freire, c.c. Celso Aratanguy.

4.5. Maria da Conceição Freire, c.c. Celso Leal.

4.6. Maria Angélica Freire,c.c. Mário Gonçalves Dante Filho.

4.7. Maria Izabel Cunha Freire, c.c. Mário Tobler.

4.8. Maria de Lourdes Cunha Freire, c.c. Hélio Fernando de Albuquerque.

4.9. Maria Irene Cunha Freire

3.2. Sebastião Cintra Cunha, foi prefeito de Piracaia de 1934 a 38, c.c Irene de Camargo Dauntre.

3.3. José Cintra Cunha, c.c Eunice Gabus. Teve:

4.1. Tomaz

4.2. João

4.3. Cecília

4.4. Carmem Silvia

2.2. Candido Cunha Cintra n. aos 17.MAR.1882 em Atibaia e f. aos 07.DEZ.1970 em S.Paulo. Casou-se com sua prima Antonieta Cunha. Foi intendente municipal em Atibaia de 07.JAN.1905 a 02.JAN.1906, foi delegado de polícia em Atibaia, Piracaia, São Carlos e Piracicaba de 1907 a 1913. Foi juiz de direito em Apiaí em 1915 e depois em Caconde, Penápolis, Amparo e Bauru. Foi desembargador do Tribunal de Justiça em 1937. Teve:

3.1. Maria Antonieta Cunha Cintra c.c. Ludovico Rolin. Teve:

4.1. Liz Aparecida

4.2. Lia Aparecida

4.3. Murilo

3.2. Sebastião da Cunha Cintra

bispo

3.3. Dom Manoel Pedro da Cunha Cintra n. aos 11.NOV.1906 em Piracaia e f. aos 30.MAIO.1999 em Petropolis/RJ, foi o primeiro bispo de Petrópolis/RJ de 03.JAN.1948 a 29.FEV.1984.

3.4. Paulo da Cunha Cintra, médico, c.c Nair Medina Neves. Teve:

4.1. Paulo

4.2. Plínio

3.5. Ana Cândida da Cunha Cintra

3.6. Maria José da Cunha Cintra, c.c. Gerson de Oliveira

3.7. Candido Expedito da Cunha Cintra

1.5. Messia Isabel da S. Cintra, c.c João Marinho Fagundes, f° de Vicente F. da Silva e Cipriana Matilde Peruche.

2.1. Maria da Glória Cintra, c.c Cel. João Batista do Amaral Bueno (ver 1.8. N° 05, cap. 5°, do título Alves do Amaral), fazendeiro em Atibaia, filho de José Joaquim do Amaral Bueno (ver cap. 1° do título Bueno) e de Ana Jacinta Alves do Amaral “Ana Paes”, (ver título Alves do Amaral – meus pentavós). Teve:

3.1. Major José Herculano Bueno “Zico Paes”n. aos 27.AGO.1877 e f. aos 29.NOV.1962, fazendeiro em Atibaia, c.c sua parente Mônica Ferraz (ver em 3.4., 2.9., 1.10., N° 03 do cap. 4° deste título), não tiveram descendentes e foram os padrinhos de batismo do avô materno do autor deste trabalho.

3.2. Alcides Cintra Bueno, serventuário da justiça, c.c sua parente Amélia Biasi. Teve:

4.1. Maria da Glória Cintra Bueno

4.2. Alcebíades Cintra Bueno, c.c. Amália de Campos Azevedo.

4.3. João Batista do Amaral Bueno, c.c. Wanda Rega.

4.4. Milcíades Cintra Bueno, professor c.c. Dalva Braga.

4.5. Edite Cintra Bueno

4.6. Alcides Cintra Bueno, delegado de polícia.

4.7. Laodicéia Cintra Bueno

2.2. Joaquim Marinho Fagundes, casou-se 1ª vez com Éster Alvim, filha de Gertrudes Maria de Campos e do tenente-coronel José Alvim de Campos Bueno “José Alvim ou Nhô Bim”. Segunda vez Joaquim c.c Geni Neto. Teve:

3.1. Maria da Glória Fagundes, c.c. Luiz Guarino. Teve:

4.1. Wilson

4.2. Walter

3.2. João Marinho Fagundes, c.c. Dolores Pinho. Teve:

4.1. Maria Paula

4.2. Francisco Antônio

3.3. Conceição Fagundes c.c. Jorge Moreno Kecherat. Teve:

4.1. Geny

2.3. Cap. Felício Marinho Fagundes, c.c. sua prima irmã Júlia Pires Carolina Cintra. Teve:

3.1. Tenente João Marinho Fagundes “Zico Marinho”n aos 28.JAN.1883 em Atibaia e ai f. aos 17.SET.1936; foi músico, presidente do clube recreativo, procurador dacâmara e tesoureiro da prefeitura. Foi c.c Júlia Pires de Moraes. Teve:

4.1. Lamartine Fagundes n. aos 19.JUL.1901 e f. aos 15.MAIO.1973; foi vereador em Atibaia (1948/51)onde também foi chefe de gabinete da prefeitura e nesta condição assumiu a prefeitura entre 21.JUN.1952 a 21.JUL.1958. Foi c.c. Jandira Leite (ver N° 03, do cap. 11° do título Leite). Teve:

5.1. Paulo Fagundes, funcionário público, solteiro.

5.2. Ariosto Fagundes, bancário, solteiro.

5.3. Violeta Fagundes, professora, solteira.

5.4. Marco Antônio Fagundes, cirurgia dentista c.c Suely Kehdy. Teve:

6.1. Sérgio

6.2. Luciene

5.5. José Otávio ”Tavico” f. aos 01.FEV.2012 com 79 anos, médico psiquiatrae professor da Unicamp. Foi c.c Maria do Carmo Ferrari Fagundes. Teve:

6.1. André c.c Priscila

6.2. Karina c.c Sebastian

4.2. José Marinho Fagundes

4.3. Maria Dorothéia Fagundes

4.4. Yolanda Fagundes

4.5. Jandira Fagundes, c.c. Plácido Cerqueria César.

3.2. Jorge Marinho Fagundes, casado. Teve:

4.1. Jupira Marinho Fagundes

4.2. Benedito Geraldo Marinho Fagundes

4.3. Maria Marinho Fagundes, c.c. Benedito Debreis.

4.4. Ubirajara Marinho Fagundes

4.5. José Marinho Fagundes

4.6. Francisco de Asis Marinho Fagundes

3.3. Isabel Marinho Fagundes

3.4. Nhara Marinho Fagundes

3.5. Jovina Marinho Fagundes

3.6. Áurea Marinho Fagundes

3.7. Benedito Marinho Fagundes

1.6. Joaquim Antônio de Araújo Cintra, fazendeiro em Limeira, c.c Gertrudes Vale.

1.7. Bárbara Cintra c.c João Batista da Silveira ou Amaral Leite, filho de Joaquim da Silveira Franco e de Gertrudes Francisca Pedroso. Teve:

2.1. Basílio da Silveira

2.2. João Batista da Silveira

2.3. Joaquina da Silveira, c.c. Alfredo Ferreira de Campos. Teve:

3.1. Mário Ferreira de Campos c.c. Ana Pinto.

3.2. Alberto Ferreira de Campos, c.c. sua prima Guiomar Cintra.

3.3. Maria Ferreira de Campos, c.c. Joaquim Lopes da Sila.

3.4. Augusto Ferreira de Campos, c.c. sua prima Diva Cintra.

2.4. Júlia Carolina Cintra, c.c. seu primo irmão Felício Marinho Fagundes.

1.8. Ana Cintra c.c Joaquim Franco da Silveira Leite, irmão do marido de sua irmã Bárbara Cintra.

1.9. Joaquim Cintra, religioso do Convento da Luz em São Paulo.

1.10. Maria Cintra, falecida menor.

1.11. Florêncio Cintra, falecido menor.

1.12. Jacinto Cintra, falecido menor.

Nº 10 Antônio Manoel Silveira, casou em 1815 em Atibaia com Maria Francisca, filha de Francisco Soares de Lima e de Maria Cardoso de Oliveira (ver capítulo 1º do título Soares). Teve q.d.:

1.1. João de Siqueira Franco c em 1841 em Atibaia c Maria Rosa, fª de Manoel Ant° Soares e de Ana F. Pedroso.

Nº 11 José da Silveira Franco n. em 1798 em Atibaia, aí casou-se em 1824 com Delphina Teresa Leite, fª do cap. Antônio de Padua Leite (ver Família Araújo, na introdução deste título) e de Bernardina Franco da Silveira.Teve:

1.1. Antônio Eufrosino da Silveira “Totico das Pedras” c.c Constança Leopoldina da Rocha “Nhá Constância das Pedras”, foram proprietários da chácara das Pedras, atuais bairros de Siriema, Beiral das Pedras e Vila Santista (119 alqueires, segundo seus desc.). Nhá Constância era fª de Lourenço Franco da Rocha Bueno de e Maria Magdalena Rodrigues. Tit. Godoys Cap. 1° § 8.° n° 3.1, 4.1. Não tiveram filhos, mas Totico das Pedras teve com uma de suas escravas, uma única filha e herdeira:

2.1. Perfeita Alexandria do Prado “Nhá Perfeita” f. aos 20.MAR.1936. A atual avenida Juca Peçanha era conhecida como reta da Nhá Perfeita. Teve 4 filhas:

3.1. Ana[79] Alexandrina do Prado c.c (…) “ Nito Diola”, foram residentes em Jundiaí. Teve q.d.:

4.1. Zenaide, foi casada com um italiano e f. em Suzano/SP com geração.

4.2. Manoel c. c Benedita, foram residentes em São José dos Campos. Teve q.d.:

5.1. Manoel

5.2. Laura

5.3. Célio, médico

4.3. Valdemar

4.4. Vair

3.2. Maria Benedita Alexandrina do Prado teve três filhos com Isaias Silveira f. aos 08.SET.1930 (ver nota de rodapé do 1.1., N° 06, cap. 6° do título Alves do Amaral):

4.1. João Maria do Carmo Silveira, falecido solteiro no Rio Grande do Sul.

4.2. (…) falecido menor.

4.3. José do Carmo Silveira n. em 1911 e f. aos 26.FEV.1971 c.c Benedita Batista Leite Silveira (ver 3.2., 2.1., 1.8., N° 10, cap. 8° do título Pereira). Teve:

5.1. Perfeita Aparecida c.c Edgar Carvalho Chaves f. em Novembro de 2013. Teve:

6.1. Elenice Chaves

6.2. Patrícia Silveira Chaves de Almeida

6.3. Valéria Silveira Chaves

5.2. Francisco de Assis Silveira, falecido menor.

5.3. Benedita Zuleica Silveira de Paula viúva de Claudio Henrique de Paula. Teve:

6.1. Claudia Maria c.c Roger Moneratto.

6.2. Cinthia Maria c.c Ivan (…) Costa.

5.4. Rita Marlene, falecida menor.

5.5. Maria Célia, solteira, professora aposentada.

5.6. Claudia Maria Cordeiro foi c.c Jorge Augusto Cordeiro. Teve:

6.1. Carlos Henrique

6.2. Maria Luíza, teve:

7.1. Melissa Cordeiro Sorrentino

5.7. Maria Cristina, ex-diretora do museu João Batista Conti de Atibaia; c.c Brian Gonçalves (ver em 5.1., 4.1, 3.5., 2.6., 1.2., N° 02, cap. 1° do título Pereira). Teve:

6.1. Felipe Silveira Gonçalves n. aos 30.SET.1973.

6.2. Caio Silveira Gonçalves n. aos 05.JUN.1975 c.c Rosangela. Teve:

7.1. Maria Eduarda

7.2. Matheus

6.3. Gabriel Silveira Gonçalves n. aos 26.JUN.1989.

5.8. Regina Ângela c.c Asprinio Joaquim de Souza, já falecido. Teve:

6.1. Luciano Silveira Souza

5.9. Terezinha do Carmo c.c Clóvis Martins Guimarães. Teve:

6.1. Lucas c.c Larissa.

6.2. Carla

5.10. Suzana Helena Silveira viúva de Sebastião Xavier dos Santos. Teve:

6.1. Fernanda

6.2. Eduardo

5.11. Lucia Fernanda Silveira, solteira.

5.12. José do Carmo Silveira Jr “Tchurma” c.c Rosimeire dos Santos. Teve:

6.1. João Claudio dos Santos Silveira

6.2. Paulo Henrique dos Santos Silveira

3.3. Antonia Alexandrina do Prado c. Giuseppe Pasquale Capello n. em 1868 em San Sebastiano da Pó, província de Torino e f. em 1932, foi proprietário da pensão do Paschoal em Atibaia. Teve:

4.1. Luiz Paschoal Capello, já falecido, foi c.c Gabriela Paschoal do Prado. Teve:

5.1. Ofélia

5.2. Irene

4.2. José Paschoal Capello n. aos 27.JAN.1904 e f. aos 30.AGO.1983, foi c.c Antonieta Peranovich Capello n. aos 25.JUN.1911 e f. aos 13.AGO.1987. Tiveram:

5.1. Joe Aparecido, advogado.

5.2. Job

5.3. Geni

5.4. Geanette Peranovich Capello Lago n. aos 28.SET.1944 e f. aos 28.DEZ.1990.

5.5. José Luiz

4.3. Benedita Capello c.c João Rodrigues Oliveira. Teve:

5.1. José

5.2. Benedito

5.3. Judite

5.4. Vilma

5.5. Odete

5.6. Mariazinha

4.4. Maria Capello c.c Vicente Inácio Cruz. Teve:

5.1. Achille

5.2. Homero

5.3. Péricles Capello Cruz “Peca” n. aos 11.SET.1942 c.c Gersey Pinheiro Cruz, professora aposentada e artista plástica. Teve:

6.1. Silene P. Cruz Minitti, juíza federal, c.c Kleber Hebling Minitti. Teve:

7.1. Maria Alice

6.2. Diana P. Cruz, médica cirurgiã plástica

5.4. Diógenes

5.5. Eliana c.c Carlos Roberto Bueno “ Bolinheiro”.

4.5. Isabel Capello, foi freira na congregação das filhas de Maria Auxiliadora, Ordem das Irmãs Salezianas, já falecida.

3.4.Julieta Antonieta do Prado f. em 1917 foi c.c Benedito Medeiros de Campos “Nito Medeiros”.

4.1. José Carros Medeiros c.c Claudina, foram residentes em São Paulo. Teve:

5.1. José Caqrros Medeiros Filho, casado e residente em São Paulo.

4.2. (…) “Zito Medeiros” c.c (…), foram residentes em S.Paulo e tiveram um casal de filhos.

4.3. Olavo Medeiros de Campos n. em 1917 c.c Sebastiana Bueno de Medeiros, filha de Ana Isaura Leite “Dona” e de João Pereira Leite (da família Pereira Leite “Puli” retratada no título Pereira). Tiveram:

5.1. João Batista Medeiros “João da Dona” n. aos 08.AGO.1935, servidor público aposentado, c.c Maria José Bueno Medeiros. Teve:

6.1. João Batista Medeiros Filho “Joãozinho da Dona” c.c Benedita Pereira Medeiros. Teve:

7.1. Robson

7.2. Tiago

7.3. Keila

6.2. Vanderlei Aparecido c.c Rosa Lúcia M. Bueno. Teve:

7.1. Leila

7.2. Ana Paula

6.3. Luiz Carlos c.c Lídia. Teve:

7.1. Willian

7.2. Alex

7.3. Elidiane

7.4. Alexandra

6.4. Rosendo de Assis Medeiros. Teve:

7.1 Danilo

7.2. Daniela

6.5. Valter Aparecido foi c.c Raquel da Penha Matos. Teve:

7.1. Jéssica Daiane

7.2. Jese

7.3. Jenifer

7.4. Jean

7.5. Jonatan

7.6. Juli

6.6. Wilson Medeiros

6.7. Meire c.c Sérgio Garcia. Teve:

7.1. Leandro

6.8. Elza Maria c.c Washington Paiva. Teve:

7.1. Rafael

5.2. Virginia Medeiros foi c.c Antônio de Oliveira. Teve:

6.1. José

6.2 Débora

6.3. Alessandra

6.4. Letícia

5.3. Aparecido Medeiros de Campos “Cidinho da Dona” c.c Darci. Teve:

6.1. Cristiane

6.2. Elaine.

5.4. Edson de Campos

1.2. Joaquim Franco da Silveira Leite casado com Ana fª de Joaquim Antônio da Silveira e de Francisca Romana.

1.3. João Batista da Silveira Leite casado com Barbara, irmã da precedente.

1..4. Ana

1.5. Maria Gertrudes

1.6. Gertrudes Thereza Leite casada em 1850 em Atibaia com Antônio Ivo Bueno de Moraes (ver desc. em N° 06, cap. 6° do título Alves do Amaral) f.° de Ivo José de Moraes e de Gertrudes Alves do Amaral, sua 1ª esposa (cap. 6° do título Alves do Amaral). Podem ser considerados os troncos da numerosa família Ivo da Silveira de Atibaia e Jarinu.

Nº 12 Ana Francisca Pedroso casou em 1820 em Atibaia com Manoel Antônio Soares. Teve q.d.:

1.1. Maria Rosa casada em 1841 com João de Siqueira Franco, nº 1.1. de Nº 10 supra.

Nº 13 João Batista da Silveira casou em 1826 em Atibaia com Gertrudes Maria de Godoi, filha do sargento Marcelino de Godoi Bueno e de Maria Gabriela da Silva.

Capítulo 7º

Ana Franco Cardoso

Ana Franco Cardoso, casou em 1774 em Atibaia com o alferes Francisco Alvares Cardoso filho de Inácio Alvares Cardoso (de São Paulo) e de Maria de Godoi Moreira (de Atibaia). Teve:

Nº 01 Jacinto Antônio da Silveira

Nº 02 Ana, foi batizada em 1778 em Atibaia, nada descobrimos..

Nº 03 José Antônio da Silveira

Nº 04 Maria Franco Cardoso

Nº 05 Francisco, batizado em 1786 em Atibaia, nada descobrimos.

Nº 06 João José da Silveira

Nº 01 Jacinto Antônio da Silveira, n. em 1783 em Atibaia e aí casou-se 1ª vez com Maria Franco de Camargo, sua parenta, filha de Bartolomeu Franco de Azevedo e de Gertrudes Cordeiro Bueno, 2ª vez casou-se em 1826 em Atibaia com Brígida Marciana, filha de Amaro Leite de Moraes e de sua 2ª mulher Gertrudes Caetana do Nascimento. Ver família Araújo na introdução deste título e em SL Tít. Lemes, cap. 5º, §5º. Teve quatro filhos da 1ª mulher e onze c. a 2ª:

1.1. José Jacinto da Silveira, c em 1832 em Atibaia c Maria Delfina do Espírito Santo, fª de José Ant° da Silveira, adiante.

1.2. Ana F. Cardoso c em 1833 em Atibaia cAntônio Alves Cardoso, f° de Rafael Cardoso do Amaral e de Maria Franco.

1.3. Maria Francisca casada em 1835 em Atibaia com Francisco Justino de Araújo, filho de Inácio Alves de Godoy, adiante e de Gertrudes Maria de Araújo.

1.4. Joaquim, com 13 anos em 1838.

1.5. Antônio de Pádua da Silveira, foi escrivão em Araraquara, c.c Ambrosina, filha de Luiz de S.Paio. Sem geração.

1.6. João Evangelista da Silveira c.c Manoela G. da Silveira, fª de João Alves Cardoso e de Ana F. do Carmo. Teve:

2.1. Júlia Guilhermina n. em 1850 em Itatiba e aí f. em 1937. Foi c.c 1ª vez com Francisco Bueno de Aguiar (III), filho de Ana Miquelina e de Francisco Bueno de Aguiar[80](II) que pode ser considerado o tronco da família Bueno de Aguiar de Itatiba/SP, irmão entre outros de Feliciano Bueno de Aguiar e Eulália Bueno de Aguiar, 3ª mulher do cap. Jacinto Manoel Leite, filhos de Maria Angélica da Cunha e do capitão Francisco Bueno de Aguiar (I) [SL 1/307], abastado fazendeiro em Atibaia, que pode ser considerado tronco da família Bueno de Aguiar de Atibaia. Júlia casou-se 2ª vez com Eleutério Alves Cardoso, filho de Antônio Alves Cardoso e de sua 2ª mulher Gertrudes Maria Pimentel. Teve dois filhos do 1º marido e três do segundo:

3.1. Coronel João Bueno de Aguiar casado com (…). Vereador e prefeito de Itatiba em 1899.

3.2. Francisca Bueno de Aguiar c.c Herculano Pupo Nogueira, filho de João Batista Pupo de Moraes e de Luiza Gabriela Nogueira. Com geração.

3.3. Maria, foi c.c Lupércio de Camargo. Com geração.

3.4. Francisco

3.5. Benedito

2.2. Ana, c.c Evaristo Soares Moniz, filho de Florêncio Soares Moniz e de Maria Antonia. Com geração em SL. Tít. Godois, Cap. 1º, § 8º.

2.3. Maria c.c o tenente-coronel José Manoel Leite, viúvo de Leopoldina Alves, filho de João Franco e de Gertrudes Franco.

2.4. Francisco Candido da Silveira, viúvo de Angelina Pires, filha de João Pires, sem geração.

2.5. Antônio da Silveira, foi c.c Maria Francisca, filha de Francisco Antônio de Toledo e de Gertrudes Caliope Leme. SL. Tít. Dias.

1.7. Jacinto Antônio da Silveira, casou-se 1º com Maria Luz Cintra, uma dos 10 filhos de Ana Teresa Leite e do alferes Felix Manoel Cintra (1782 – 1851). Neta materna do capitão Antônio de Padua Leite (ver família Araújo na introdução deste título) e neta Paterna de José Félix Cintra[81], portanto, os pais de Maria Luz Cintra, eram parentes, conforme vemos no texto sobre a família Araújo na introdução a este título. Ver SL. Tít. Lemes Cap. 5º § 5º, aí a filha única que teve. A 2ª vez c.c Maria Jesuína do Rosário da Silveira moradora de Limeira em 1898.

1.8. José Jacinto da Silveira c.c Ana da Costa Carvalho, filha de Antônio da Costa Carvalho e sobrinha do marques de Monte Alegre. Teve:

2.1. Maria da Costa Carvalho c.c seu parente Alberto da Costa Carvalho, filho de José Costa Carvalho e de Gertrudes Caetana da Silva. SL. Tit. Godois, Cap. 2º § 10º, 2.1., 3.3.,4.1.

1.9. Vicente da Silveira , faleceu solteiro.

1.10. Candido Ezequiel da Silveira, morador em Araraquara.

1.11. Luiz Gonzaga da Silveira c.c sua prima Escolástica Amália da Silveira, falecida em 1883, filha de Vicente Ferreira da Silva e de Maria Dionizia, em SL. Tít. Lemes Cap. 5º § 5º, 2.8., mora em Jaboticabal e tem quatro filhos:

2.1. Maria do Carmo c.c Adolfo Pantaleão, f° de Ant° Joaquim da Cunha Pantaleão e de Izabel da Silveira.

2.2. Timotio da Silveira c.c sua prima Cândida, filha de José da Costa Carvalho e de Gertrudes Caetana da Silva. Tít. Godoys, Cap. 2º, § 10º, 2.1.

2.3. Thomaz C da Silveira c.c sua prima Maria Gonçalves da Silveira, filha de José Bento Gonçalves e de Adelaide Antunes Gonçalves.

2.4. Theresa Escolástica da Silveira c.c seu primo Antônio de Pádua e Silva, filho de Antônio de Pádua Ferreira e Silva e de Maria Salomé. SL. Tít. Lemes, Cap. 5º § 5º.

1.12. Izabel Maria da Silveira, foi c.c Antônio Joaquim da Cunha Pantaleão, de Amparo, filho de Pantaleão Pedroso da Cunha. Com geração em SLVol 1/339.

1.13. Maria da Glória da Silveira era solteira em Limeira em 1898.

1.14. Ana Theresa da Silveira c.c Francisco Luiz de S.Paio, moradores em Araraquara.

1.1.5. Francisco de Assis Silveira, foi c.c Carolina de Camargo, filha de José da Rocha de Camargo e de Ana Joaquina. Teve 9 filhos, sendo uma falecida na menoridade.

2.1. Francisco de Camargo Silveira

2.2. José de Camargo Silveira

2.3. Antônio de Camargo Silveira

2.4. Domingos de Camargo Silveira

2.5. Eloy de Camargo Silveira

2.6. Jacinto de Camargo Silveira

2.7. João de Camargo Silveira

2.8. Francisca

Nº 03 José Antônio da Silveira, casou em 1814 em Atibaia com Ana Franco da Silveira (ver desc. no capítulo 9° do título Alves do Amaral), filha de Antônio Alves do Amaral e de Ana Franco da Silveira, troncos do títulos Alves do Amaral.

Nº 04 Maria Franco Cardoso, casou em 1814 em Atibaia com Rafael Cardoso do Amaral, viúvo de Maria Gertrudes Franco, filho do capitão Antônio Álvares Cardoso e 2ª mulher Escolástica Ortiz de Camargo. Com geração em SL 1/463.

Nº 06 João José da Silveira, n. em 1783 ou 86 em Atibaia, foi c.c sua prima Ana Tereza da Conceição (ver descendência em 1.2., N° 02 do cap. 4° retro). Podem ser considerados um dos troncos da numerosa família Silveira de Atibaia.

Capítulo 8º

José de Siqueira Franco

3º Capitão-mor de Atibaia

José de Siqueira Franco n. em 1759 em Juqueri, foi o 3° capitão-mor de Atibaia e irmão do 2º capitão-mor a quem substituiu em 1801. Exerceu o mandato até 24.AGO.1821 data de seu falecimento. Entre os bons serviços prestados a comunidade de Atibaia como seu chefe maior destaca-se a mudança da antiga estrada para a capital, pela antiga estrada velha de rodagem, a primitiva seguia pelo bairro do Caioçara[82] e daí rumo a Juqueri. Superando mil dificuldades, arriscando sua própria vida, o capitão-mor levou a efeito a mudança conseguindo assim encurtar a distância e melhorar o trajeto, passando pelo Portão, Terra Preta e Juqueri. Foi fazendeiro e no censo de 1820 tinha 9 escravos e 3 agregados. Foi casado pela 1ª vez em Atibaia aos 17.NOV.1782 com Elena de Moraes, viúva do capitão Francisco Lourenço Cintra e pela 2ª vez aos 27.AGO.1799 com Francisca Margarido Cardoso n. em 1782 em Santana do Parnaíba, filha do capitão Jerônimo de Godoi Moreira e de Maria Joaquina Cardoso[83], naturais de Santana do Parnaíba onde se casaram em 1775, neta materna de Francisca Margarida Pedroso e de Lourenço Franco da Rocha, neta paterna de Izabel Cardoso Franco e do tenente José de Godoi Moreira, casados em Atibaia em 1753. Sem geração da 1ª esposa, porém da 2ª teve:

Nº 01 Alferes José de Siqueira Franco

Nº 02 Alferes Joaquim Antônio da Silveira

Nº 03 Ana, nada descobrimos.

Nº 04 Maria Polycarpa Franco

Nº 05 Theodoro, nada descobrimos

Nº 06 Maria Caetana

Nº 07 Gertrudes, nada descobrimos.

Nº 01 Alferes José de Siqueira Franco n. em 1800, casado em 1828 em Atibaia com Maria Generosa Leite, filha de João José da Silveira e de Ana Theresa da Conceição, ver N° 06 do cap. 7°, atrás e SL1/491.

Nº 02 Alferes Joaquim Antônio da Silveira n. em 1808 casou em 1840 em Atibaia com Rita de Cássia, filha de João José da Silveira (ver N° 06 do cap. 7°) e SL 1/491.

Nº 04 Maria Polycarpa Franco n. em 1813 casada em 1820 em Atibaia com Manoel José Rodrigues, filho de Angelo Franco Corrêa e de Josepha Rodrigues da Cunha, SL. Tít. Pires, pag. 36.

Nº 06 Maria Caetana casou em 1834 em Atibaia com Francisco Bueno da Cunha, 1° filho de Aleixo José Bueno f. aos 10.JUN.1836 e de sua 1² esposa, Escholastica Ortiz de Camargo, moradores de Juqueri e lá casados em 1807, neto materno do alferes Francisco da Cunha e de Barbara Angélica Paes de Queiros, neto paterno de Jerônimo Correia Bueno e de Francisca Pereira Franco. Aleixo José Bueno foi o 2° marido de Escolástica Rodrigues de Freitas (ver cap. 3° do título Freitas). Tiveram:

1.1. Umbelina c.c Vicente Pereira Leite ver descendentes em N° 01 do cap. 8° do Título Pereira.

1.2. Candida c.c José Pereira Leite ver descendentes em cap. 8° do título Pereira.

1.3. Paulino n. em 1822, nada descobrimos.

1.4. Deolinda n. em 1824, nada descobrimos.

Capítulo 9º

Escolástica da Silveira Franco

Escolástica da Silveira Franco, nona filha do 1º capitão-mor de Atibaia, faleceu com testamento em Mogi das Cruzes e casou em 1788 com Antônio Bueno da Silva. SL 1/505. Sem geração.

Capítulo 10º

Maria Gertrudes Franco

Maria Gertrudes Franco, f. com 67 anos em 1801, e foi c.c o guarda-mor Lourenço Leme de Brito, natural de Taubaté, f. com 80 anos em 1796 em Atibaia onde foi juiz em 1772, f° do sargento-mor Lourenço de Brito Leme e de Cristina Maria de Siqueira, de Taubaté. SL. Tit. Siqueiras Mendonças. Teve 11 filhos:

Nº 01 Maria Gertrudes Franco

Nº 02 Capitão Lourenço Antônio Leme

Nº 03 José Mariano Leme

Nº 04 Capitão Ignácio Caetano Leme

Nº 05 Maria Theresa do Rosário

Nº 06 Ajudante Lucas José Leme

Nº 07 Joana Máxima Franco

Nº 08 Cristina Maria Franco

Nº 09 Ana Marinha Franco

Nº 10 Mecia Franco da Cunha

Nº 11 Gertrudes Maria Franco

Nº 01 Maria Gertrudes Franco que casou em 1781 em Atibaia com o alferes Francisco Teixeira de Toledo, natural da vila da Campanha, filho do capitão Manoel Teixeira Ribeiro e de Maria Rosa de Toledo (de S. João de DelRei/MG). SL. Tit Toledos Pizas. O alferes Francisco Teixeira teve pelo inventario em Campinas os seguintes filhos:

1.1. Maria Rosa de Toledo que casou em 1801 em Atibaia com João Ferreira dos Santos Guimarães , filho de João da Costa Ferreira e de Antonia Leme de Santa Rosa.

1.2. Teodoro José de Toledo, solteiro, morador no termo da vila da Constituição (hoje Piracicaba).

1.3. Cândido Xavier de Toledo casado e morador na villa de Caxias.

1.4. Maria Perpetua Teixeira casada 1° vez em 1814 na vila de S. Carlos (hoje Campinas) com Antônio Duarte do Rego, filho de José Duarte do Rego e de Ursula Maria Bernardes, SL. Tit. Prados Cap. 6° § 3.°, 2-2, 3 10; segunda vez casou-se em 1830 em S. Carlos com Romão Vidal, espanhol. Teve do 1º:

2.1. Ana Teresa Duarte casada em 1839 em em S. Carlos com José Joaquim de Moraes Sarmento. Teve:

3.1. Antônio Duarte de Moraes Sarmento

3.2. José Sarmento, capitão reformado.

3.3. Joaquim Ulysses Sarmento.

3.4. Luiz Gambetta Sarmento.

3.5. Alberto Sarmento.

3.6. Josephina Sarmento c.c Heitor Peixoto. Teve:

4.1. Heitor

3.7. Maria Sarmento c.c João Rodrigues.

3.8. Cincinato Sarmento, farmacêutico

3.9. João Sarmento, falecido solteiro.

3.10. Elisa Sarmento Pimentel, foi c.c João Pimentel. Com geração.

2.2. Antônio Duarte do Rego.

2.3. Joaquim Carlos Duarte.

1.5. Maria Angélica de Toledo foi moradora em Campinas, solteira.

Nº 02 Capitão Lourenço Antônio de Brito Leme, casou-se em 1796 em Atibaia com Ana Jacintha de Oliveira, fª do alferes Vicente Vieira de Oliveira, de S. Paulo e de Maria Domingues, de Atibaia, n.p. de Jorge Moreira e de Margarida Vieira, n.m. de Caetano Domingues Paes, que foi juiz ordinário e de órfãos em Atibaia e de Joana de Lima. SL. Tit. Garcias Velhos. O capitão Lourenço Antônio Leme mudou-se de Atibaia para o município de Bragança onde teve sua fazenda no bairro do Couto, vindo a falecer em 1820, depois de ter ocupado o cargo de juiz de órfãos. Segundo historiadores o capitão Lourenço em 1804 embrenhou-se no sertão de Camanducaia perseguindo fugitivos da cadeia de Atibaia ou membros de famílias que cometerem homicídios e dando-se conta da fertilidade da terra que chegara, iniciou o povoamento da hoje cidade de Itatiba, sendo por alguns historiadores, considerado o fundador de Itatiba/SP. Deixou os seguintes filhos:

1.1. Gertrudes Maria de Camargo Leme, batizada em 1802 em Bragança, aí casou-se a 1ª vez em 1817 com Francisco Antônio da Silva, filho de José Pedroso de Moraes e de Anna Leme da Silva, em SL. Tit. Moraes; segunda vez foi c.c Aleixo José de Godoi ou Aleixo Pires de Godoi, filho de Pedro Vaz Pires e de Ana Joaquina, n.p de João Pires Pimentel e de Ana de Godoi. SL. Tit. Macieis. Gertrudes Maria sobreviveu a seus dois maridos e faleceu em avançada idade no bairro do Couto. Teve do 1.° marido filha única e os demais filhos do segundo marido:

2.1. Ana Francisca do Carmo que casou-se em Itatiba em 1832 com João Alves Cardoso, filho de Joaquim Alves Cardoso e de sua 1ª mulher Manoela Miquelina. Com geração em SL1/496.

2.2. Antônio Aleixo, viúvo de Rosa, filha de José Mathias. Teve 8 filhos:

3.1. Francisco

3.2. José

3.3. João

3.4. Leopoldo

3.5. Octavia

3.6. Joaquina

3.7. Francisca

3.8. Leopoldina.

2.3. José, faleceu solteiro.

2.4. Gertrudes Guilhermina Egydia de Camargo, baronesa de Juqueri, foi 1º c.c Ignácio Nogueira, e 2ª vez com o coronel Francisco de Assis Valle Júnior, barão de Juqueri, foram residentes em Bragança. Sem geração.

2.5. Francisco Antônio da Silveira, falecido em 1881, foi c.c Gertrudes Theresa da Silveira, natural de Bragança, filha do coronel Luiz Manoel da Silva Leme e de sua 2a mulher Carolina Eufrasia de Moraes, n.p. do sargento-mor Antônio Leme da Silva e de sua 2a mulher Rosa Maria de S. José; n.m. do capitão de milícias Luiz Gonzaga de Moraes, e de Gertrudes Theresa da Silveira, naturais de Atibaia. Teve:

3.1. Francisco da Silveira Leme c.c Joaquina, filha de João de Siqueira Franco e de Maria de Lima, ver retro. Sem geração. Residiu em sua fazenda em Amparo.

3.2. Maria c.c Antônio Dias Novaes, f°de João Novaes, f. em S.Paulo, e de Maria Novaes. Com geração.

3.3. Carolina da Silveira c.c João Pupo Júnior, filho de João Batista Pupo de Moraes e de Luiza Gabriela Nogueira. SL1/235. Com geração.

3.4. Carmelina c.c o capitão João de Salles Pupo, de Campinas, filho de Luiz Henrique Pupo de Moraes e de Francisca de Salles. SL. Tit. Macieis. Com geração.

3.5. Amélia da Silveira Leme c.c Bernardo José da Sampaio, residente em Amparo, filho de Nicolau Augusto do Amaral e de Gertrudes Maria de Sousa. SL. Tit. Taques Cap. 5º § 1°. Com geração.

3.6. Luiz da Silveira Leme.

3.7. Amalia, faleceu em menoridade.

2.6. Manoel José Ferreira da Silva, foi c.c Justina de Andrade, f. em 1902 em Bragança. Teve 12 filhos:

3.1. Lydia, solteira.

3.2. Julieta. solteira.

3.3. Manoel José Ferreira da Silva.

3.4. João Ferreira c.c Ana, filha de Delfim Franco de Godoi e de Maria Francisca do Carmo.

3.5. Maria c.c seu primo irmão José Gonzaga Cintra, filho do alferes Luiz Gonzaga de Moraes e de Francisca Emilia da Silveira, ver a seguir. Com geração.

3.6. Justina c.c Alziro Carneiro. Com geração.

3.7. Alzira c.c Ernesto de Assis Gonçalves, filho do major da guarda nacional Francisco de Assis Gonçalves, de Bragança, e de Antonia Fortunata da Anumciação Gonçalves. Sem geração.

3.8. Leonidia c.c Antônio Manoel Gonçalves, filho de outro de igual nome e da 1a mulher.

3.9. Antônio

3.10. Joaquim

3.11. Francisco

3.12. José

2.7. Lourenço Antônio da Silveira c.c Joaquina, filha de João de Godoi Lima e de Antonia Franco Isabela. SL. Tit. Prados Cap. 4º. § 1°. Teve 6 f.ilhos:

3.1. Antonia c.c Antônio Soares Moniz Netto, filho de Florêncio Soares Moniz.

3.2. Sebastião

3.3. Amélia c.c Florêncio Soares Moniz, filho de outro supra.

3.4. João

3.5. Aristides

3.6. Ernestino

2.8. João Alves de Godoi c.c Maria, filha de Manoel Alves Cardoso e de Maria Alves; n.p. de Joaquim Alves Cardoso e de Joaquina de Oliveira, n.m. de Lourenço Antônio e de Ana Miquelina. SL1/498. Teve:

3.1. Manoel Aleixo Alves.

3.2. Arthur Alves de Godoi c.c Maria Gomes Pinto de Godoi.

3.3. Elvira Alves de Aguiar c.c Afonso Bueno de Aguiar (nos parece ser o mesmo citado em 3.2., 2.4., 1.3., N° 04, cap. 4°, atrás). SL1/490.

3.4. Alice Alves de Godoi, solteira em 1899.

3.5. Leonidia Alves de Godoi

3.6. Raul Alves de Godoi

3.7. Trajano Alves de Godoi

3.8. Maria Luiza de Godoi

2.9. Maria, faleceu solteira.

2.10. Francisca Emilia da Silveira, foi c.c o alferes Luiz Gonzaga de Moraes, filho do capitão Luiz Gonzaga de Moraes e de Gertrudes Theresa da Silveira. SL. Tit, Lemes Cap. 5.° § 5°. Teve:

3.1. Flora c.c José Antônio Fagundes. Com geração.

3.2. Frederico Gonçaga Cintra, f. em 1904, foi c.c (…), fª de Elias, de Uberaba/MG. Com geração.

3.3. Evaristo Gonçaga Cintra, foi c.c sua parenta Cristina, filhade José Ferraz de Siqueira Cintra “Nhonho Ferraz” e de Constança de Moura.

3.4. Francisca, foi c.c Daniel da Silveira Vasconcellos, filho do escrivão de Bragança, Cândido José da Silveira e de Guilhermina de Vasconcellos. Com geração em SL Tit. Alvarengas.

3.5. José Gonzaga Cintra, f. em 1903 em Bragança, foi c.c sua prima Maria ver retro. Com geração.

3.6. Luiz Gonzaga de Moraes Cintra foi c.c Maria Teresa do Valle, filho do capitão Francisco de Assis Valle, e da 2a mulher Libania de Assis Valle. SL. Tit. Alvarengas. Com geração.

3.7. Maria foi c.c José Egydio Gonçalves, capitalista em Bragança, filho do capitão Antônio Manoel Gonçalves, e de Brandina. Com geração.

3.8. Felicio Gonzaga Cintra foi c.c sua prima Julia Iracema Gonçalves, filha do major Francisco de Assis Gonçalves e de Antonia Fortunata da Anunciação. Com geração, SL1/337.

2.11. Jacintha de Brito Leme, foi 1ª vez c.c Antônio Moreira Lima, viúvo de Constança Alves, filho do capitão Francisco Jorge Antunes Lima, em SL. Tit. Moraes; e 2ª vez com João Batista de Paiva Baracho, natural de S. José dos Campos. Sem geração do 2°; porém teve do 1º marido um casal de filhos:

3.1. Antonia Moreira Lima c.c Tranquillino Alves Galvão. SL1/499.

3.2. Jorge Moreira Lima

1.2. Cristina de Brito Leme, casou em 1820 em Bragança c Joaquim de Cerqueira César, f° do sarg.-mor Joaquim Moreira César e de Maria Rosa Padilha. SL.Tit. Garcias Velhos; 2ª vez casou em 1823 com Antônio Soares da Rocha, f° de Estevão Soares da Rocha e de Gertrudes Mª das Neves. Com geração do 2° marido em SL. Tit. Godois Cap.1º § 8°.

1.3. Jacintha Leme de Brito casou em 1828 em Bragança com Antônio Moniz Penteado, filho de José Franco Penteado e de Maria Luiza Pimentel. Teve:

2.1. Cândida de Cerqueira Cesar casada em 1841 em Belém (Itatiba) com José de Cerqueira Cesar filho do capitão Manoel de Cerqueira Cesar e de Manoela de Oliveira. SL. Tit. Garcias Velhos.

1.4. Lourenço Antônio de Brito Leme, filho do capitão do mesmo nome, batizado em 1803 em Bragança, foi c.c Ana Miquelina Dultra, filha de Joaquim Alves Cardoso e de sua 1ª mulher Manoela Miquelina. SL1/405. Faleceu Lourenço Antônio em Itatiba/SP e teve 2 filhas.

1.5. Izabel da Silveira Franco, filha do Nº 08, casou em 1825 em Bragança com Antônio da Silveira Franco, filho de Francisco da Silveira Franco e de Ana Gertrudes e Campos, ver retro.

1.6. Ana de Brito Leme casou com Lucas de Siqueira Franco, filho de Estevão Soares da Rocha e de Helena Francisca Cardoso. Com geração em Tit. Godois.

1.7. Maria Izabel da Silveira casou em 1829 em Bragança com Elias de Godoi Moreira, filho de Manoel Joaquim de Godoy Moreira e de Ana Joaquina das Neves. Elias de Godoi Moreira é considerado tronco da numerosa e importante família Godoi Moreira de Itatiba/SP. Com geração.

1.8. Maria Joana casou em 1885 em Itatiba com Francisco de Assis Valle, que foi morador em Bragança, f° do alferes Antônio José do Valle, português e de Gertrudes Teresa, nat. de S. Paulo. Com geração em SL. Tit. Alvarengas.

1.9. Ana Jacinta de Oliveira, filha de Nº 02, casou em 1828 com Antônio de Cerqueira César, filho de Joaquim Moreira Cesar e de Maria Rosa. Com geração em SL. Tit. Garcias Velhos.

1.10. Maria Gertrudes, falecido na menoridade.

Nº 03 José Mariano Leme, foi batizado em 1762 e casou em 1798 em Atibaia com Francisca Xavier, filha de Ventura Simões Salgado, natural de Coimbra, e de Rosa Maria de Jesus.

Nº 04 Capitão Ignácio Caetano Leme, foi um dos fundadores da vila de São Carlos, hoje cidade de Campinas, e teve sua lavoura em Rebouças (antigo Quilombo). Era natural de Atibaia e casou em 1790 na vila de S. Carlos com Maria Francisca de Campos , filha de Pedro Gonçalves Meira, de Itú, e de Ana de Campos Penteado. SL. Tit. Cubas Cap. 1° § 1°. Faleceu o capitão Ignácio Caetano em avançada idade em meados do século XIX e teve 8 filhos:

1.1. Joaquim Caetano Leme que casou 1° em Amparo em 1837 com sua prima Jacintha da Silveira, filha de Francisco da Silveira Franco, ver retro; 2ª vez c.c Maria, filha de Felisberto Claro de Escobar e de Theresa Gabriela de Barros n° 1.8. ver adiante. Teve: Da 1a mulher três filhos e uma da 2ª:

2.1. Caetano, casado.

2.2. Maria Jacinta

2.3. Ana

2.4. Theresa, c.c Cândido Eliseu de S. Paio, farmacêutico em Santa Rita do Passa Quatro/MG.

1.2. José Caetano de Camargo Leme c.c Maria Joaquina de Camargo, filha de José Custodio Soares de Barros e de Maria Joaquina de Camargo. Foi morador em Capivari. Sem geração. SL 1/220.

1.3. Diogo Antônio de Camargo Leme c.c Ana Cândida de Oliveira, fª de Lourenço Antônio Leme e de Escolastica de Oliveira; por esta, neta do capitão Rafael Cardoso de Oliveira, de Atibaia, e de Maria do Rosário (ver adiante). Teve:

2.1. Inácio Caetano Leme, morador em Santa Barbara, foi 1º c.c Josefina de Camargo, filha de Bento Barroso de Campos e de Matilde; 2ª vez com Teresa de Arruda Campos, filha de Elias de Campos Bicudo, de Indaiatuba. Sem geração da 2ª esposa, porém teve da 1ª mulher, q.d. 7 filhos.

2.2. Amador Bueno de Camargo c.c Joana de Campos, filha de João de Campos e de Gertrudes (…). Teve:

3.1. Napoleão

3.2. Nabor

3.3. Diogo e mais dois que não descobrimos o nome

2.3. Bemvinda c.c Pedro de Sousa Campos, filho de Francisco de Sousa Campos e de Gertrudes (…). Teve:

3.1. Francisca c.c Antônio Ferreira de Almeida.

3.2. Anna

3.3. Antônio c.c Minervina (…)

2.4. Antonia c.c Antônio Carlos de Campos Machado, filho de João Machado de Toledo e de Francisca de Paula Leite. Com filho único:

3.1. João Rogério de Campos Machado c.c Ana Candida de Campos, filha de Francisco Machado de Campos e de Maria da Conceição. Teve:

4.1. Maria

4.2. Benedicta

4.3. Risoleta

4.4. Francisco

4.5. Aníbal

1.4. Antonia Carolina de Camargo, filha do Nº 04, casou em 1835 na vila de São Carlos(hoje Campinas) com o capitão Joaquim da Silva Leme, filho do capitão José da Silva Leme e de Maria do Rosário (de quem foi o 1° marido) Teve:

2.1. Cândido, solteiro

2.2. Lima

2.3. (…) casada com Bento Manoel Teixeira, filho do alferes Manoel Joaquim Teixeira Nogueira e de Ana Joaquina de Camargo. SL 1/231.

2.4. Maria que c.c Domingos Franklin Teixeira, seu primo, filho de Domingos Teixeira e de Maria Gertrudes (ver adiante). Com 3 filhos:

3.1. Maria

3.2. Olympia

3.3. Franklin Teixeira.

1.5. Ana Candida de Campos foi 1º c.c o major Domingos da Gosta Machado, filho do tenente do mesmo nome e de Maria Barbosa do Rego, em SL. Tit. Raposos Góes Cap. 7° § 3.° e 2a vez c.c Francisco de Assis Pupo de Moraes. Teve: seis filhos do 1º casamento e três do 2º:

2.1. Ignácio Caetano da Gosta Leme c.c Clara, filha de Felisberto de Escobar (ver adiante).

2.2. Theresa c.c Aquilino Carlos de Oliveira. Com 4 filhos

2.3. Elisa c.c Antônio Benedicto Teixeira. Com 6 filhos.

2.4. Luiza c.c José de Sousa Siqueira. Com 6 filhos.

2.5. Maria c.c Mias Teixeira de Escobar. Com 3 filhos.

2.6. Ana

2.7. Querubina, viúva de Carlos Vieira Martins. Com 2 filhos.

2.8. Alfredo de Moraes Leme casado com (…). Com 5 ffilhos.

2.9. Juvenal Pupo de Moraes casado com (…). Com 2 filhos:

1.6. Maria Gertrudes Leme, foi c.c Domingos Teixeira Nogueira, filho do sargento-mor Joaquim José Teixeira Nogueira e de Angela Izabel de Sousa Camargo. Com geração em SL1/232.

1.7. Querubina Cândida, casou em 1835 na vila de S. Carlos (Campinas) com João Carlos de Oliveira, filho do capitão Rafael Cardoso de Oliveira e de Maria do Rosário (ver descendência adiante).

1.8. Theresa Gabriela de Barros casou em 1840 na vila supra com Felisberto Claro de Escobar, filho do alferes José Manoel Bueno e de Clara Pereira de Escobar. Teve:

2.1. Elias Pereira de Escobar.

2.2. Antônio Pereira de Escobar c.c Escolastica.

2.3. Ignácio Pereira de Escobar c.c Maria.

2.4. Ermelinda

2.5. Maria c.c seu tio materno Joaquim Caetano Leme n.° 1.1. supra.

2.6. Ana

2.7. Clara c.c seu primo Ignácio Caetano da Costa Leme,filho de1.6. retro.

1.9. Lourenço, último do Nº 04 era solteiro em 1816.

Nº 05Maria Theresa do Rosário, filha do Capítulo 10º, mudou-se para as Campinas em companhia de seu irmão o capitão Inácio Caetano, e aí casou 1º com o capitão José da Silva Leme, falecido em 1795, filho de Diogo da Silva Rego e de Joana Cardoso, em SL. Tit. Raposos Góes; 2a vez casou-se em 1797 na freguesia das Campinas (mais tarde vila de S. Carlos e hoje cidade de Campinas) com o capitão Rafael Cardoso de Oliveira, natural de Atibaia, filho de João Cardoso de Oliveira e de Anna de Sousa de Moraes. SL. Tit. Freitas. Teve: Do 1.° marido.

1.1. Capitão Joaquim da Silva Leme “Fumaça” que foi 1.° casado com Joana de Moraes Pedroso filha do Alferes José Francisco de Moraes e de Maria Angélica de Siqueira, em Tit. Moraes; 2º vez casou em 1835 na villa de S. Carlos com Antonia Carolina de Camargo, sua prima irmã, filha do capitão Inácio Caetano Leme, n.o 7-4 retro. Faleceu em 1847; com geração em Tit. Raposos GóesCap. 7.° § 3º.

1.2 Modesta casou 1ª em 1807 na vila de S. Carlos com Francisco de Paula Brito filho de Domingos Bicudo de Brito, n. p. de Manoel de Brito Leme; 2.a vez em 1816 na mesma vila com João Soares de Godoi filho de José de Godoi Lima. Teve:

2.1. Modesto Soares da Silva c.c Maria Soares, fª de João Machado de Toledo e de Francisca de Paula Leite. 1.3. Raquel c. em 1807 na vila de S. Carlos com João Bueno da Silva, natural de Itú, filho de Alexandre Bueno da Silva e de Maria Ferraz de Campos. SL. Tit. Taques Cap. 8° § 8.°, 2-5, 8-3, 4-1, 6-1. Teve:

2.1. João Bernardo da Silva casado em 1840 em Itú com Generosa Delia do Rosário Salles,filha do capitão Manoel Joaquim do Sacramento Mattos, natural de Santo Amaro. SL. Tit. Macieis.

2.2. Cândida foi c.c Daniel da Silveira Cintra, natural de Atibaia, filho de Ignácio de Loyola Cintra e de Ana Francisca Cardoso. SL. Tit. Lemes Cap. 5º § 5°

2.3. Maria Theresa Bueno.

2.4. Joaquim

2.5. Francisca

2.6. Manoel

2.7. José

1.4. Theodoro da Silva Leme casou em 1815 em Campinas com Matilde de Moraes, filha do capitão José Francisco de Moraes e de Maria Angélica. SL. Tit. Moraes.

1.5. Antônio Luiz de Oliveira

1.6. Escolastica Maria c. em 1819 em Campinas com Lourenço Antônio Leme, natural de Atibaia. Teve:

2.1. Antônio Luiz, solteiro.

2.2. Anna Candida de Oliveira c.c seu primo Diogo Antônio de Camargo Leme, filho do capitão Ignácio Caetano Nº 04 e 2 a mulher. Com geração em SL2/101.

2.3. Ana Luiza c.c José Teixeira.

2.4. Oarolina

2.5. Francisca

1.7. João Carlos de Oliveira casou em 1835 (?) em Campinas com sua prima Querubina Cândida, filha do capitão Ignácio Caetano Nº 04. Entre os túmulos mais antigos do cemitério São João Batista de Atibaia encontramos o túmulo de João Carlos de Oliveira, n. aos 04.NOV.1829 e f. aos 27.AGO.1891, que provavelmente é o túmulo do 1.7.Teve:

2.1. Rafaelina

2.2. Rafael Carlos de Oliveira

2.3. Ignácio Carlos de Oliveira casado. Com geração.

2.4. João Carlos de Oliveira, solteiro.

2.5. Aquilino Carlos de Oliveira c.c Teresa, sua prima, filha de 1.5. de Nº 04.

1.6. Ermelinda

1.8. Maria Gertrudes Franco c.c Antônio Leme Pinto. Teve 8 filhos:

2.1. Francisco

2.2. João

2.3. Theodoro

2.4. José

2.5. Cândido

2.6. Maria

2.7. Ana

2.8. Antônio F. Leme c.c Lúcia, fª de João Machado de Toledo e de Francisca de Paula Leite.

Nº 06 Ajudante Lucas José Leme, filho do capítulo 10º, casou 1° vez em 1811 em Atibaia com Maria Rosa da Assumção, filha do capitão Francisco Bueno de Aguiar e Castro e de Maria Rosa da Assumçao; 2a vez c.c Maria Gertrudes Franco, sua sobrinha, filha de José Joaquim da Cunha e de Joana Máxima Franco, Nº 07 seguinte. Não descobrimos geração da 1ª mulher; porém, teve da 2ª a filha única:

1.1. Maria Blandina Franco que casou em 1844 em Atibaia com Antônio José de Oliveira, viúvo de Gertrudes Maria de Oliveira. Foram moradores no Espírito Santo do Pinhal/SP.

Nº 07 Joana Máxima Franco, filha do Capítulo 10º, batizada em 1776 em Atibaia, aí casou em 1794 com José Joaquim da Cunha, filho do alferes Antônio Corrêa da Cunha e de Maria de Lima de Jesus. SL Tit. Moraes. Teve:

1.1. Capitão Marciano Máximo Franco, foi natural de Atibaia e por algum tempo morador em Bragança, onde casou em 1833 com Gertrudes Eufrosina; 2ª vez com Lourença, filha de João Nepomuceno. Passou a residir em Lorena onde faleceu em avançada idade em 1901. Sem geração da 1ª mulher; porém, teve da 2ª:

2.1. Francisco de Paula Franco, bacharel em direito, advogado em Lorena, foi 1ª c.c Carolina; 2a vezcom Mariana Franco; 3a vez está c.c Maria de Alencar, professora normalista. Teve 4 filhos da 1ª esposa, 1 da 2ª e 6 da 3ª:

3.1. Cymodocia c.c Joaquim Xavier, farmacêutico em Lorena.

3.2. Maria casada com (…) Vianna.

3.3. Ottilia casada com José (…)

3.4. Marciano Franco casado.

3.5. João Franco

3.6. José

3.7. Lidinéa

3.8. Eurídes

3.9. Pedro

3.10. Maria de Lourdes

3.11. Uma recém-nascida em 1904.

2.2. Joana Franco c.c Paulíno Bastos. Sem geração.

1.2. Maria Gertrudes Franco f. aos 26.SET.1878[84], foi 1° c.c seu tio o ajudante Lucas José Leme, Nº 06 supra; 2º vez em 1828 em Atibaia com José Joaquim de Oliveira, viúvo de Gertrudes Franco Nº 11 adiante. SL. Tít. Pretos. Falecida aos 26.SET.1878 e está sepultada no túmulo mais antigo do cemitério São João Batista de Atibaia, túmulo este que fora transferido do antigo cemitério ao lado da Igreja do Rosário para o local onde hoje se encontra.Teve do 1° marido a filha já descrita, do 2° teve:

2.1. Marinha Franco, que foi c.c seu parente o capitão Beraldo de Oliveira, falecido em Bragança onde teve sua fazenda de café, filho de Francisco de Oliveira Preto e de Ana Bosa da Assumção. Com geração, em SL. Tit. Pretos.

2.2. Umbelina Florisbina Franco que casou em 1847 em Atibaia com o cap. Salvador Ribeiro de Toledo Santos, n. em 1807 em Mogi Mirim e f. em Atibaia aos 12.JUL.1882, f° de Vicente Ferreira de Toledo Santos e de Ana Teresa do Prado e Silva, de Mogi-Mirim. O cap. Salvador Ribeiro de Toledo Santos foi vereador em Atibaia pelo partido liberal de 1861/64 e 1877/80 e presidente da câmara em 1877/1880. Era amigo pessoal e grande aliado político de José Lucas; a partir de 1873 tornou-se republicano convicto ao lado de Olímpio da Paixão e outros. Tiveram 16 filhos:

3.1. Maria Thomazía, foi a 1² esposa do tenente Manoel Barbosa da Cunha (SL 7/478), irmão, entre outos de Pedro Barboza de Vasconcellos Cunha (ver 2.6., 1.7., N° 04, cap. 4° retro). Tiveram duas filhas:

4.1. Maria Umbelina Barboza da Cunha f. aos 14.ABR.1918, foi a 2² esposa de Michelle Vairo“Miguel Vairo” n. aos 04.SET.1848 em Piaggine/Salerno, Itália e f. aos 04.AGO.1935 em Atibaia onde foi muito estimado. Miguel Vairo veio para o Brasil visitar um irmão ou tio, Giovanni Antônio Vairo f. aos 20.MAR.1907 em Juqueri, hoje Mairiporã, onde era padre e ao conhecer Atibaia decidiu ficar na ciddade; era f° de Rafaele Vairo e de Benedetta De Honestis e era médico formado pela faculdade de Nápoles. Miguel Vairo foi casado 1² vez com Valeriana Alves do Amaral (ver 1.8., N° 02, cap. 5° do título Alves do Amaral. Em Atibaia foi vereador e prefeito de 15.JAN.1908 a 15.JAN.1914 e idealizador e fundador da Santa Casa, em cuja praça há um busto em sua homenagem. Tiveram:

5.1. Pompeu Vairo n. aos 01.JAN.1892 e f. aos 15.DEZ.1974, farmacêutico, foi c.c. Ana Mathias Vairo“Dona Ninica” n. em Joanóplis aos 22.NOV.1905 e f. aos 09.NOV.1995, filha de Antônio Mathias Franco e de Gertrudes de Souza Franco, de tradicional família de Piracaia. Tiveram:

6.1. Yvone Vairo c.c Geraldo Monteiro. Tiveram:

7.1. Ana Lúcia, já falecida.

7.2. José Eduardo Monteiro

6.2. Lourdes Vairo c.c Daivinir de Castro Peres, engenheiro agrônomo f. aos 04.SET.2004. Teve:

7.1. Silvia Maria c.c Antônio Siqueira de Fernandes.

7.2. Ana Maria c.c Mariano Boratino.

7.3. José Antônio c.c Joseli Oliveira Peres.

7.1. Maria Amélia casada 1ª vez com José Carlos Americano, f. em 2011 com quem teve o 1° filho e 2ª vez com ˙Rogério Ribeiro da Silva[85] n. aos 03.FEV.1947 em Teófilo Otoni/MG, f° de Luiz Gonzaga Ribeiro da Silva, já falecido e de Maria Luiza Metzker R.da Silva, engenheiro civil, vereador em Atibaia de 1983/88, 93/96, 97/2000 e 2001/04, foi presidente da câmara municipal em 1987/88 e em 1999, com quem teve os dois últimos filhos:

8.1. Marcelo, aviador

8.2. Luiza, psicóloga.

8.3. Rogério, publicitário.

6.3. Maria Bernardette Vairo c.c Antônio Álvaro Monteiro. Tiveram:

7.1. José Álvaro, já falecido.

7.2. Ana Cristina Vairo Monteiro, advogada.

5.2. Maria Benedito Vairo, falecida solteira.

5.3. Maria Henriqueta Vairo, falecida solteira aos 11.JAN.1963.

5.4. Orlando Vairo, médico, c.c Cecília Ribeiro Vale.

5.5. Leonardo Vairo c.c Sebastiana Vairo.

5.6. Carmelita Vairo c.c Cláudio Machado.

5.7. Abtonieta Vairo c.c Luiz Sampaio de Souza.

5.8. Maria José Vairo n. em 1904 e f. em 1990, foi c.c João Titarelli n. em 1904 e f. em 1977, foi funcionário público. Tiveram:

6.1. Therezinha Maria c.c Anísio Amim, industrial. Teve:

7.1. Luiz Augusto

7.2. Marcelo

6.2. Augusto, professor universitário, c.c Tereza Fernades, professora. Teve:

7.1. Augusto, engenheiro naval c.c Sandra Savaia. Teve:

8.1. Júlia

8.2. Miguel

7.2. Álvaro, engenheiro mecânico.

7.3. Paula, administradora de empresas, c.c Renato Haupman. Teve:

8.1. Frederico Augusto

8.2. Ana Beatriz

5.9. Odete Vairo c.c Cezar Luiz Baiano.

5.10. Laura Vairo c.c Roberto Hirch.

5.11. Maria Amélia Vairo, falecida com 20 anos.

5.12. Olavo Vairo c.c Elizette Vairo.

4.2. Aurora c.c o português Manoel Gonçalvez.

3.2. Guilherme, falecido solteiro.

3.3. Lydia, c 1ª vez c Lucas de S. Campos, f° de Antônio Luiz da Rocha e de Ana Cardoso de Campos, SL2/92; 2ª vez foi c.c José Pires de Camargo (ver 1.1., N° 01, cap. 1° do título Pires de Camargo). Sem descendentes.

3.4. Philomena n. aos 07.AGO.1854 e f. aos 27.MIO.1887, foi c.c João Batista Ribeiro. Teve q.d:

4.1. Benedito

4.2. Manuel

3.5. Salvador c.cm (…).

3.6. Theresa, foi c.c (…). Com geração.

3.7. Eulalia, foi c.c (…). Com geração.

3.8. João Batista, foi c.c (…). Com geração.

3.9. Auta que foi a 3² esposa do tenente Manoel Barbosa da Cunha, viúvo de 3.1. acima.

3.10. Antônio de Toledo Santos, já falecido, foi 2º tabelião de notas e anexos em Atibaia, c.c Maria Ozoria de Oliveira Santos, filha de Manoel Martins de Oliveira e de Tomazia Canedos de Oliveira. Teve um filho:

4.1. Benedito Santos n. aos 09.MAIO.1888 e f. aos 20.MAIO.1955, foi 2º tabelião em Atibaia e presidente da várias entidades como clube recreativo atibaiano. Foi c.c Maria Luiza Santos de Toledo, filha de Manoel Jacinto de Toledo e Adelaide de Oliveira de Toledo. Teve três filhos:

5.1. Maria Helena de Toledo Santos Vandeli, foi c.c Dino Vandelli.

5.2. Benedito Alberto de Toledo Santos foi c.c Elisabethi Moldavani.

5.3. Antônio Carlos de Toledo Santos[86]“ Lilo” n. aos 17.AGO.1923 e f. aos 21.DEZ.2008 foi c.c Lia Torres de Toledo Santos, filha de João Torres e Maria José Alves dos Santos. Teve 1 filho:

6.1. Antônio Carlos Filho

3.11. Francisca. foi c.c João Batista Ribeiro, viúvo de 3.4. Com geração.

3.12. Benedicto

3.13. Aprígio de Toledo n. em 1868 em Atibaia e aí f. aos 16.AGO.1919. Foi advogado, republicano convicto desde antes da proclamação. Foi secretário interino do conselho de intendência, grande orador em seu tempo. A praça do mercado municipal no centro de Atibaia leva seu nome.

3.14. Benedicto de Toledo Santos f. aos 13.MAIO.1918.

3.15. Celecina.

3.16. Davina de Toledo c. em 1902 em Atibaia c. Joaquim Pires de Camargo (ver 1.5., N° 01, cap. 1° do título Pires de Camargo), portanto, duas irmãs (3.3. e 3.16) casaram-se com dois irmãos.

2.3. Capitão Francisco Augusto de Oliveira f. 24.MAIO.1915 foi c.c (…) professora normalista, com geração.

2.4. Cândido faleceu solteiro.

1.3. Padre Cândido Franco.

1.4. Aurélio Justino Franco, foi c.c (…), filha do ajudante Francisco (…), e teve filhas que se recolheram ao convento.

Nº 08 Cristina Maria Franco foi 1° casada em Atibaia com João Pessanha Falcão, provavelmente natural de Itu onde teria nascido entre 1720 a 1730. João Peçanha Falcão foi sargento-mor de Sorocaca e mudou-se para Minas Gerais a procura de ouro, quando em 1752 comandou uma expedição que partiu da Vila do Príncipe, hoje cidade do Serro e fundou a Vila de Santo Antônio do Peçanha, depois Suacuí e que a partir de 1911 passou a chamar-se Peçanha. João Peçanha Falcão pode ser considerado como tronco da família Pessanha[87] ou Peçanha de Atibaia, Piracaia e região. Segunda vez casou-se com o cap. José Antônio da Silva Coelho, natural de Portugal, viúvo de Maria da Conceição Vellozo, f° de Domingos Vicente e de Mauricia da Silva, SL. em Tit. Macieis. Faleceu Cristina Maria em 1791 e teve do 1.° marido um único filho (1.1. abaixo) e do 2º marido teve 5 filhos (1.2. a 1.6):

1.1. João Pessanha Falcão n. entre 1775 a 1781 falecido em Atibaia aos 12.ABR.1831. Foi tropeiro, levando açúcar para São Paulo e Santos, depois estabeleceu-se em Atibaia onde foi proprietário de uma fazenda no bairro da Cachoeira de Mato Dentro e Rio Acima[88]. Foi vereador em 1812 e aos 19.AGO.1809 c.c Ana Maria da Conceição ou Franco n. em 1781, fª do português, capitão e tabelião José Antônio da Silva Coelho, supra, e de sua 3a mulher Maria Gertrudes Franco, esta filha do capitão Antônio da Silva Ortiz e de Maria Franco de Godoi. SL1/306. Tiveram 7 filhos:

2.1. Maria Peçanha Falcão n. em 1811, falecida solteria e sem descendentes.

2.2. João Peçanha Falcão n. aos 13.MAR.1813 e f. em 1846 na Bahia onde se encontrava numa tropa, foi c.c Gertrudes Pinto e não deixou descendentes.

2.3. Joaquim Peçanha Falcão[89] n. em 1814, fazendeiro, casado em 1843 em Bragança com sua parente Delphina Franco n. em 1824 filha do alferes Manoel José Rodrigues e de Maria Policarpa Franco, esta filha capitão-mor José de Siqueira Franco (cap. 8° deste título) e de Francisca Margarida Pedroso. Teve:

3.1. Francisca Peçanha Falcão, foi c.c o capitão Porfírio Franco Bueno de Aguiar, filho de João Batista da Rocha Franco e de Jacinta Bueno de Campos, ver retro. Teve um único filho:

4.1. Valeriano, falecido solteiro.

3.2. Guilhermina Eufrasia Peçanha n. em 1844 e f. aos 18.MAIO.1910 foi c.c seu primo Jacinto Pereira Peçanha (ver 3.1., 2.7. adiante), vereador em Atibaia entre 1887 a 1890. Teve um filho:

4.1. CapitãoJoão Batista Peçanha “João Bonito” n. aos 26.JUL.1867 e f. aos 11.FEV.1947, foi fazendeiro e capitalista em Atibaia, c.c Leopoldina Bueno da Rocha (ver 4.6., 3.3., 2.11., 1.3., N° 04, cap. 4° deste título):

5.1. Herondina Pereira Peçanha, casada em 1940 em Atibaia com José Preto Silva, “Juca Preto”, f. aos 14.SET.1950; foi contador, distribuidor e partidor do Juízo da Comarca de Atibaia. Teve:

6.1. Benedito Washigton, falecido solteiro.

6.2. Enedina, falecida solteira.

6.3. José Benedito Washington Preto n. aos 03.OUT.1921 e casado aos 09.FEV.1953 com Zulmira Olivato, com descendentes.

3.3. Amélia Peçanha Franco, também conhecida como Amélia Peçanha Falcão f. aos 10.JAN.1892, foi c.c o cap. Joaquim Flórido “Nhoquim Florido” f. aos 09.JUN.1930, foi fazendeiro e capitalista em Atibaia onde foi proprietário da próspera fazenda Bom Retiro no bairro da Cachoeira em Atibaia, era filho de Flórido José Batista[90](o velho)que pode ser considerado como tronco das famílias Flórido e Batista de Atibaia. O casal Amélia Peçanha Franco e o cap. Joaquim Florido tiveram 5 filhos. Viúvo Joaquim Flórido casou-se pela 2ª vez com Auristela A. de Vasconcelos com quem teve 7 filhos[91]:

4.1. Estelito Peçanha de Oliveira, f. em 1953 foi c.c Umbelina Leite (ver N° 01, cap. 6° do título Leite). Não tiveram descendentes.

4.2. Flórido José Batista “Nhô Florinho” n. aos 09.ABR.1879 e f. aos 19.OUT.1956, c.c. aos 11.FEV.1904, foi abastado fazendeiro em Atibaia, empresta seu nome a unidade de saúde do bairro da cachoeira, foi c.c Marcilia Silveira Leite (ver descendência em N° 04 do Cap. 4° do título Leite).

4.3. Alípio Flórido, c.c Leopoldina Nogueira. Teve:

5.1. Irineu c.c Lídia Romanholi, com descendência.

5.2. Paulo c.c Zeferina Medeiros, com descendência.

5.3. Valdemar c.c Eulália Melchior, com descendência.

5.4. Cinira c.c Gabriel Verdum, com descendência.

5.5. Maria Luiza

5.6. Ivone c.c José Henrique de Queiroz, com descendência.

5.7. Clélia c.c Dirceu Torres, com descendência.

4.4. João Flórido, fazendeiro em Atibaia, f. em 1924, foi c.c Maria Gertrudes Soares “Cota” (ver descendência em 3.2, 2.5., 1.5., N° 05, cap.5° do título Alves do Amaral).

4.5. Carmelina Flórido f. aos 07.MAIO.1973 foi c.c seu primo-irmão Joquim Peçanha Franco“Nhô Quim Peçanha” (ver 2.2., 1.7., N° 05, cap. 5° do título Alves do Amaral)filho de José Peçanha Franco (3.6. a seguir). Teve:

5.1. Maria Amélia f. em 1936, foi c.c Benedito Leite (ver 3.7., 2.5.,1.4., N° 04, cap. 5° do título Alves do Amaral). Sem descendentes.

5.2. Agenorn. aos 01.MAR.1917 e f. solteiro aos 13.ABR.1941.

5.3. Benedito Peçanha Franco

5.4. Maria Aparecida Peçanha Franco c.c Sebastião Teixeira Pinto (ver desc. em 1.4., N° 02, cap. 2° do título Leite).

5.5. Maria Antonieta Peçanha Alves n. aos 11.SET.1921 e f. aos 06.MAR. 2012, foi casada aos 19.DEZ.1939 com seu primo José Alves de Oliveira (ver desc. em 3.2., 1.11., N° 01, cap. 8° do título Oliveira Cesar).

3.4. Eduardo Peçanha Franco “Nhô Dico” n. entre 1842 a 1844, casou-se 1ª vez com Filomena de Toledo Santos, com quem teve 7 filhos e 2ª vez c.c Osmina de Oliveira Leme, com quem teve uma filha (4.8.):

4.1. Benedito Peçanha, falecido solteiro.

4.2. Davina Peçanha, falecida solteira.

4.3. Antonia Peçanha “Ernestina” religiosa da O. Imaculada Conceição.

4.4. João Batista Peçanha c.c Ercília Moteran. Teve:

5.1. Rivadavia

5.2. Ercílio

5.3. Rubens

4.5. Joaquim Peçanha, c.c Ercília Boggio. Teve:

5.1. Eduardo

5.2. Osminda

4.6. Maria Peçanha Rocha “Mariquinha Rocha” casada aos 16.JUL.1927 comseu parente Sebastião Rocha (ver .5.5., 4.7., 3.2., 2.11., 1.3., N° 04, cap. 4° atrás).

4.7. Salvador Peçanha “Doca”, falecido solteiro.

4.8. Isabel Peçanha Leite n. aos 05.NOV.1912 e f. aos 22.ABR.2001 c.c Benedito Leite (ver descendência em 3.7., 2..5., 1.4., N° 04, cap. 5° do título Alves do Amaral).

3.5. Ambrosina Peçanha Franco c.c José Florido. Teve:

4.1. Maria Flórido c.c Domingos Nogueira. Teve:

5.1. Benedita Florido.

3.6. José Peçanha Franco n. aos 22.OUT.1848 e f. aos 22.OUT.1898, foi abastado fazendeiro no bairro da Cachoeira em Atibaia e foi c.c Maria Salomé do Amaral, n. 1860 e f. aos 02.DEZ.1912, filha de José Joaquim do Amaral Bueno (cap. 1° do título Bueno) e de Ana Jacinta do Amaral (ver descendência em 1.7., N° 05, cap. 5°do título Alves do Amaral, onde se encontrará numerosa família com o sobrenome Peçanha).

2.4. Ana Peçanha n. aos 05.ABR.1815, foi 1º c.c José Correa Franco com quem teve um único filho e casou-se 2ª vez com Matheus de Campos Bueno com quem teve dois filhos:

3.1. João Peçanha Correa Franco f. aos 08.MAR.1899 ou 1889, foi c.c Jesuína Bueno de Aguiar, filha de Joaquim Bueno de Aguiar e de Gertrurdes Soares do Amaral (ver 2.8, 1.2., N° 08, cap. 5° do título Alves do Amaral). João Peçanha Correa Franco foi secretário da câmara municipal de 1851 a 1858, vereador de 1861 a 1865, colaborou com a construção da cadeia pública e a reforma da igreja da matriz, voltando a exercer o cargo de secretário da câmara. Com a morte de José Lucas abandonou o partido liberal, tornando-se adepto a causa republicana, tendo participado da célebre reunião republicana na casa de Euletério Cintra aos 23.JUN.1873. Católico praticante, prestou relevantes serviçoes à igreja local. Tiveram nove filhos:

4.1. Benedito de Aguiar Peçanha “Benedito da Ponte” n. aos 16.MAIO.1856 e f. aos 07.SET.1918, foi c.c Catarina Batista. Teve:

5.1. João Peçanha Sobrinho, c.c Maria Caludia Ferreira. Teve:

6.1. Mirla

6.2. Kleudes

6.3. João Luiz

6.4. Telma c.c Paulo Emílio Toci.

5.2. Ernestina Peçanha c.c Martinho Prado de Oliveira. Teve:

6.1. Clélia ou Cecília c.c Bendedito Lacerda Peranovich.

6.2. Maria de Lurdes c.c Júlio Ferreira.

6.3. Sara c.c Carlos Xavier Vasconcelos.

6.4. Percival Prado de Oliveira c.c Maria de Oliveira.

6.5. Sebastiana Ondina c.c João Garcia.

6.6. Francisco de Assis

6.7. Washington Paulo Prado

4.2. Cristina Aguiar Peçanha, falecida solteira aos 10.DEZ.1939.

4.3. João de Aguiar Peçanha, vereador à câmara de Atibaia, falecido solteiro.

4.4. Umbelina Aguiar Peçanha, falecida solteira aos 13.JAN.1923.

4.5. José Aguiar Peçanha “Juca Peçanha” fazendeiro de café em Atibaia onde foi vereador à câmara municipal de 1899 a 1905,intendente municipal de 07.JAN.1902 a 02.JAN.1903 e prefeito 14.ABR.1931 aos 02.JUL.1932. Foi também um dos fundadores do lar São Vicente Paula e capitão ajudante de ordens da 75º brigada de infantaria da guarda nacional. Faleceu aos 11.NOV.1947 em Atibaia. Foi c.c Leonidia Bueno da Rocha f. aos 05.NOV.1950 (ver 4.3, 3.2., 2.11., 1.3, N° 04 do cap. 4° deste título), sem descendentes.

4.6. Antônio de Aguiar Peçanha, fazendeiro em Jarinu, vereador em Atibaia representante do então distrito de Jarinu entre 1905 a 1908, c.c Cristina de Moura, filha de Jacinto José Soares e de Francisca Maria Soares (ver cap. 13° do título Alves do Amaral) da importante família Moura de Jarinu. Teve único filho:

5.1. Antônio de Aguiar Peçanha Filho, faleceu solteiro.

4.7. Pedro Peçanha, fazendeiro em Jarinu, c.c sua prima Marieta Bueno de Aguiar (ver 4.2., 3.2., 2.11., 1.3., N° 04 do cap. 4° deste trabalho). Teve:

5.1. Ana Peçanha

5.2. Gesuina Peçanha “Zina”, c.c José Margarido. Teve:

6.1. José Peçanha Margarido “Zezé Peçanha”, comerciante foi c.c Pascolina Soldeira. Tiveram:

7.1. Maria Regina c.c Celso Sanches. Teve:

8.1. Marcelo n. aos 06.SET.1976 c.c Fernanda. Teve:

9.1. Letícia

8.2. Eduardo n. aos 18.AGO.1977. Teve:

9.1. Eduardo P. Sanches.

7.2. Maria Inês Peçanha c.c Hélio Silveira Pinto (ver desc. em 6.4., 5.1., 4.3., 3.5., 2.1., 1.2., N° 03, cap. 4° deste título).

5.3. Benedito Peçanha Bueno c.c Rosa de Oliveira Cesar n. aos 16.MAIO.1990 e f. aos 21.F.EV.1995 (ver 2.4., 1.2., N° 01, cap. 8° do título Oliveria Cesar). Teve:

6.1. Cícero Peçanha Bueno n. aos 01.FEV.1922 e f. aos 22.AGO.1999 foi c.c Cecília dos Santos.

6.2. Cecy n. aos 14.FEV.1924 e f. aos 29.NOV.2001, c.c Nelson Falcoche.

6.3. Maria Teresa c.c Eduvaldo Gesuato.

6.4. Francisco de Assis

5.4. José Peçanha

5.5. Maria Peçanha, falecida solteira.

5.6. Sebastião Peçanha,c.c Leontina Ferraz. Teve:

6.1. Elisabeth

6.2. José Pedro

6.3. Luis Carlos

6.4. Maria Lúcia

6.5. José Roberto

5.7. João Peçanha c.c Nanci Azevedo. Teve:

6.1. Fernando Luis Azevedo Peçanha.

5.8. Joana Peçanha Alves n. aos 12.AGO.1910 e f. aos 24.JUL.2005, foi c.c Sebastião Rocha Alves n. aos 20.MAIO.1903 e f. aos 30.JUN.1987 (ver 2.5., 1.3., N° 01, cap. 7° do título Alves do Amaral), f° de Leopoldo Alves do Amaral e de seua segunda esposa, Antonia Rocha do Amaral f. aos 27.ABR.1918. Teve:

6.1. Milton f. solteiro e sem descendentes aos 13.SET.1971.

6.2. Maria, solteira.

6.3. Maurício Rocha Alves, comerciante, c.c Sueli Cardoso. Teve:

7.1. Márcia c.c Antônio. Teve:

8.1. Paula

8.2. Pedro

7.2. Silvia n.aos 04.JUL.1969, viúva de Sérgio Ottoni, falecido em dezembro de 2008, filho do juiz e advogado Homero Ottoni, falecido em 2009. Teve:

8.1. André

8.2. Gabriela n. aos 01.MAR.1992.

8.3. João Vitor

7.3. Fernanda c.c George MassahiroBregeiro Shimizu n. aos 28.MAR.1976. Teve:

8.1. Matheus

7.4. Luciana n. aos 15.NOV.1975.

6.4. Celso Rocha Alves casado 1ª vez com Ilda, já falecida com quem teve 4 filhos e 2ª vez com Catarina com quem teve 1 filha:

7.1. Celso

7.2. Flávia

7.3. Henrique

7.4. Gustavo

7.5. Lais

6.5. Ivete Rocha Alves solteira.

6.6. Leda n.aos 26.JAN.1952 e f. aos 21.DEZ.1988, foi c c.c Rosemar Isidoro. Teve:

7.1. Rosana casada. Teve:

8.1 Leonardo

7.2. Mauro, separado. Teve:

8.2. Beatriz

5.9. Ana de Aguiar Peçanha “Nica” falecida solteira aos 21.NOV.1937.

4.8. Francisco de Aguiar Peçanha “Chicão” n. aos 05.NOV.1874, foi comerciante e proprietário em Atibaia onde também foi vereador à câmara pelo antigo PRP e depois pelo PR. Foi um dos fundadores do Clube Recreativo Atibaiano; provedor e tesoureiro da Santa Casa de Atibaia, dando valiosa colaboração na fundação do “Lar Dona Mariquinha do Amaral”, do asilo “São Vicente de Paula” e deu valiosa contribuição na instalação da primeira fabrica de tecidos de Atibaia – Cia Textil Brasileira- CTB. Faleceu solteiro aos 27.NOV.1958.

3.2. Florêncio de Campos Bueno,falecido solteiro.

3.3. Maria Valeriana de Campos “Maria da Ponte”, foi durante muitos anos zeladora da capelinha de São Benedito,por ela construída e que existia na rua José Lucas esquina da rua José Bim, onde hoje se situa a casa paroquial, que também foi doação da mesma, faleceu solteira e com avançada idade.

2.5. Manoel Peçanha n. em 1816, falecido solteiro e sem descendentes.

2.6. Cristina Peçanha n. aos 25.MAR.1818, falecida solteira e sem descendentes.

2.7. Francisca Maria de Anunciação n. em 1813 em Atibaia onde se casou em 1826 com Antônio Pereira de Oliveira n. em 1807,f° de José Pereira de Oliveira e de Gertrudes Maria de Lima que casaram-se em Atibaia em 1787, n.p. de Ana Maria de Oliveira f. em 1810 e do alferes Manoel Pereira Padilha que foi juiz de órfãos de Atibaia SL 6/304-6 (ver tronco e nota de rodapé do título Oliveira Cesar); n.m. de Antônio Pedroso de Alvarenga e de Ana de Lima do Prado. Tiveram:

3.1. Jacinto Pereira Peçanha c.c sua prima Guilhermina, ver descendência em 3.2., 2.3. retro.

3.2. Umbelina Peçanha n. em 1843, c.c Domingos Carneiro de Andrade “Domingos Buava”. Teve 4 filhos:

4.1. Silvano Carneiro de Andrade, falecido solteiro.

4.2. Ana Maria da Conceição Carneiro de Andrade, falecida solteira.

4.3. Julieta Maria da Conceição de Andrade, falecida aos 27.SET.1958.

4.4. Eugênia Carneiro de Andrade c.c Antônio Pereira de Alfredo “Antônio Generosa”.

5.1. Sebastião Carneiro de Andrade, c.c Apolônia.

5.2. João Carneiro de Andrade, c.c Carmem Luques. Teve:

6.1. João

6.2. Benedita

6.3. Teresa

6.4. Antônio

5.3. Idalina Carndeiro de Andrade, falecida solteira.

5.4. Bertolo Carneiro de Andrade, foi residente em São Paulo.

5.5. Malvina Carneiro de Andrade.

5.6. Raul Carneiro de Andrade, falecido solteiro.

3.3. Maria Antonia da Conceição, casada 1ª vez com Henrique José de Oliveira com quem teve três filhos e 2ª vez com Francisco Emídio de Cerqueira César (muito provavelmente seja da família Oliveira Cesar retratada aqui no título Olveira Cesar) com quem teve um filho (4.4 adiante):

4.1. Benedita Maria da Conceição c.c Joaquim Estevam de Moraes n. em 1845 e f. aos 09.ABR.1909, filho de José da Silva Vaz e de Maria da Conceição. Teve dez filhos:

5.1. Clementina Estevam, falecida solteira.

5.2. Escolástica Estevam de Moraes f. solteira aos 03.FEV.1954 ou 1959.

5.3. Daniel Peçanha de Moraes n. aos 21.SET.1881 e f. aos 07.NOV.1952 em Atibaia onde foi coletor Estadual. Foi c. 1ª vez com a profª Maria Augusta de Sales e 2ª vez com Durvalina Bueno n. em 1904 e f. em 1995. Teve:

6.1. Maria Isabel Peçanha de Moraes c.c Armando Salessi, que foi médico em São Paulo. Teve:

7.1. Armando

7.2. Maria Isabel

7.3. Maria Regina

7.4. Maria Lígia

7.5. Maria Luiza

7.6. José Eduardo

6.2. Flora Peçanha de Moraes n. aos 22.MAIO.1931 e f. solteira aos 23.MAR.2013.

6.3. Daniel Peçanha de Moraes Jr. n aos 11.NOV.1932, formado em direito pela faculdade de direito da PUC, juiz de direito e desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo, atual presidente da Comissão Estadual Judiciária de Adoção Internacional (CEJAI).

6.4. Vera Peçanha de Moraes, foi funcionária pública federal em Atibaia e casada aos 12.SET.1559 com Luiz Antônio Martins Nicolati.

5.4. Simplício Peçanha de Moraes n. em 1882 e falecido solteiro aos 16.JUL.1932.

5.5. Maria Benedita de Moraes, falecida solteira.

5.6. Emiliana Peçanha de Moraes

5.7. Joaquim Peçanha de Moraes, falecido solteiro.

5.8. Benedito Peçanha de Moraes n. aos 30.OUT.1886, foi comerciante e tesoureiro da Santa Casa de Atibaia.

5.9. Benedito Estevam Peçanha n. aos 18.FEV.1889 e f. Aos 26.DEZ.1963, foi importante músico, compositor e maestro em Atibaia.

5.10. Maria Benvinda de Mores casado aos 31.OUT.1898 c o italiano de Castelnuovo di Garfagnana, Toscana, Enrico Conti, n. aos 20.JUN.1858 e f. aos 07.SET.1927 que imigrou para o Brasil aos 24.JUL.1887, residiu inicialmente em Amparo, Jaú e finalmente Atibaia onde estabeleceu-se com uma alfaiataria. Teve seis filhos:

6.1. Antônio Conti n. aos 13.JUN.1899, foi casado 1º como Alzira Prado e 2ª vez com a professora, Araci Bueno Conti n. aos 06.NOV.1900 f. aos 16.JAN.1982, filha de Camilo Silveira Bueno e de Luiza Barbosa Silveira. Teve um filho do 1º casamento e dois do segundo:

7.1.José Benedito, falecido.

7.2. Antônio Bueno Conti“Tony” n. aos 10.MAR.1937, médico.

7.3. José Bueno Conti “Zezo” n. aos 10.MAR.1937, professor aposentado de geografia da USP, gêmeo do anterior.

6.2. Benedita Conti

6.3. Georgina Conti, foi c.c Gabriel Martin Pino. Teve:

7.1. Lourenço Martin Conti n. aos 10.AGO.1925, casou-se aos 26.DEZ.1951 com Clarisse Rodrigues. Teve:

8.1. Maria Cristinan. aos 20.AGO.1953.

8.2. Gustavo

7.2. Gabriel Martin Conti n. aos 27.AGO.1926, formado em direito pela faculdade do Rio de Janeiro, casado aos 24.ABR.1956 com Maria José da Silva. Teve:

8.1. Maria Valéria n. aos 31.JUL.1957.

6.4. João Batista Conti n. aos 01.SET.1903 em Atibaia e aí casado aos 29.MAIO.1929 com Maria Mercedes Salafia, sem descendentes. João Conti foi um dos mais importantes intelectuais de Atibaia do século XX. Foi ex-contador da prefeitura para qual entrou em 1922. Em 1936 foi eleito prefeito cargo que ocupou de 16.JUL.1936 a 05.ABR.1945 tendo também sido o 1º prefeito sanitário de 18.MAIO.1945 a 12.DEZ.1945, portanto, ocupou o mais importante cargo político da cidade por quase 10 anos. Advogado, historiador e prestigiado folclorista, foi autor de diversas obras que retrataram a história de Atibaia, seu povo, sua cultura. Foi idealizador e fundador do museu municipal que hoje leva seu nome.Pelos seus trabalhos sobre folclore foi condecorado com a medalha “Silvio Romero”, pela prefeitura do antigo Distrito Federal, quando participou do I Congresso Brasileiro de Folclore realizado em 1951. Foi membro da sociedade paulista de escritores e colaborador ativo de diversos jornais. Durante o seu governo promoveu o calçamento da cidade e construiu o clube da campo, hoje parque Edmundo Zanoni. Faleceu em Atibaia aos 27.JAN.1967.

6.5. Martinho Conti, faleceu solteiro.

6.6. Duarte Conti, faleceu solteiro.

4.2.Benvinda, faleceu solteira.

4.3. Escolástica, faleceu solteira.

4.4. Lucas César c.c Joana Soares (provavelmente da família Soares retratada no tíulo de memo nome ou no título Alves do Amaral). Teve:

5.1. Benedita Soares, c.c João Bueno, s.desc.

5.2. Margarida Soares, c.c Benedito Guedes. Teve:

6.1. José Benedito Guedes

6.2. João Batista Guedes

6.3. Paulo Guedes, c.c Maria Aparecida Avelar. Teve:

7.1. Maria Nilza

7.2. Solange c.c João Morales Sespedes, da família Morales de Atibaia, descendentes de espanhóis. Teve:

8.1. Cristiane

8.2. Marcelo

6.4. Benedita Guedes, falecida antes de 1960.

6.5. Aparecida Guedes c.c Leonidio.

6.6.José Maria Guedes

6.7. Antônio Guedes falecido antes de 1960.

5.3. Marcilia, faleceu solteira.

5.4. Saturnino Soares, casado foi residente no Rio de Janeiro.

5.5. Bento Soaresn. aos 12.MAR.1903, foi soldado da 4ª Cia do 1°BCP da antiga Força Pública e nesta ocupação participou da revolução constitucionalista de 1932. Durante defesa de Amapo morreu[92] em combate na região de Itapira, tendo sido enterrado na fazenda Bulgareli aos 22.SET.1932. Foi c.c Geraldina de Sales Cardoso (ver 5.4., 4.1., 3.3., 2.2., 1.1., N° 02, cap. 4° deste título) e deixou a filha única:

6.1. Joana Soares c.c Francisco Mariano. Teve:

7.1. Antônio Edson Mariano

5.6. Natalia Soares, faleceu solteira.

3.4. Antônio Pereira Lima, c. em Bragança com Gertrudes. Teve:

4.1. Militão Pereira de Vasconcelos, que foi tesoureiro da prefeitura de Bragança Paulista.

4.2. Estelita, fazendeiro em Bragança.

4.3.Bertoldo, fazendeiro em Bragança.

3.5. Joaquim P. Lima, c.c uma irmã de sua cunhada Gertrudes “Nhá Mocinha” em Bragança. Teve:

4.1. Jacinto

4.2. Joaquim

4.3. Laura

3.6. José Pereira Lima, faleceu no dia da proclamação da república 15.NOV.1889.

1.2. Candida Maria da Silva, batizada em 1783 em Juqueriecasada em 1806 em Bragança com Bento de Lima Bueno filho de Francisco de Lima Bueno e de Maria de Oliveira Guedes. SL. Tít. Prados.

1.3. Manoela da Silva Coelho casada em 1808 em Atibaia com Salvador de Lima Bueno, filho de Francisco de Lima Bueno e de Maria de Oliveira, com geração em SL. Tit. Prados.

1.4. Manoel Vicente da Silva, foi batizado em 1786 em Juqueri, e casou se em Atibaia em 1813 com Ana Jacintha de Araújo, filha do alferes Jacinto José de Araújo Cintra e de Maria Francisca Cardoso. SL.Tít. Lemes Cap. 5º § 5º. Teve:

2.1. José Vicente de Araújo e Silva foi c.c Gertrudes Leite, filha do capitão Antônio de Padua Leite e de Bernardina Franco da Silveira. Sem geração.

2.2. Christina c.c Florêncio de Araújo Cintra,filha do alferes Jacinto, supra, com geração em SL Tit. Lemes.

2.3. Valeriana, 2a mulher de Florêncio de Araújo Cintra do n° precedente, com geração.

2.4. Maria Jacinta de Araújo foi c.c o comendador João Batista de Araújo Cintra, filho do alferes Jacinto já mencionado, com geração em SL. Tit. Lemes Cap. 5º, § 5º citado.

2.5. Maria da Conceição c.c o major José Jacinto de Araújo Cintra, f° do alferes Jacinto. Com geração em SL. Tit. Lemes já citado.

2.6. Barbara da Silveira c.c (…) Caldeira, com geração.

1.5. Emerenciana da Silva Franco casou-se a 1a vez em 1805 em Bragança com José de Lima Bueno, filho de Francisco de Lima Bueno e de Maria de Oliveira Guedes, em SL. Tít. Prados ; 2ª vez c.c o sargento-mor Joaquim Moreira Cesar, filho de Jorge Moreira César e de Margarida Vieira de Oliveira. Teve: Do 1° 2 filhos e 4 do 2º:

2.1. José Antônio casado com (…)

2.2. Lauriano José da Silva casado com (…)

2.3. Joaquim

2.4. Francisco

2.5. Manoel

2.6. Maria

1.6. Cristina Maria Franco, n. em 1791, filha do capitão José Antônio da Silva Coelho e de sua 2ª mulher Cristina Maria Franco Nº 08, e casou-se em 1806 em Atibaia com José Joaquim do Amaral (ver cap. 4° do título Alves do Amaral).

Nº 09 Ana Marinha Franco, filha do guardador Lourenço Leme de Brito e de Maria Gertrudes Franco, foi batizada em 1769 e casou-se em 1792 em Atibaia com o capitão Felisberto Corrêa da Cunha, filho do alferes Antônio Corrêa da Cunha e de Maria de Lima de Jesus, mencionados no Nº 07 supra. Com geração em SL. Tít. Moraes.

Nº 10 Mecia Franco da Cunha casou-se em 1792 em Atibaia com o capitão Joaquim Antônio da Cunha, irmão do capitão Felisberto do n° precedente. Teve q. d.:

1.1. Ana Franco do Espírito Santo casada em 1830 em Atibaia com Joaquim Domingues Paes, filho de Antônio Domingues Paes e de Ana Josefa de Moraes. SL. Tit. Cunhas Gagos Cap. 4° § 1º.

Nº 11 Gertrudes Maria Franco, última fª de Lourenço Leme de Brito, casou-se em 1795 1ª vez em Atibaia co cap. Pedro de Almeida Machado, de Mogi das Cruzes, viúvo de Teresa Metildes, f° de Antônio Machado Cardoso, de S.Paulo e de Catarina Corrêa de Almeida, de Mogi das Cruzes, em SL. Tit. Alvarengas Cap. 4º § único, 2-8, 3-3, 4-6; 2ª vez foi c Gertrudes Maria Franco c José Joaquim de Oliveira em 1811 em Nazare, f° de Manoel de Oliveira Preto e de Joana de Lima. Este José J. de Oliveira, enviuvando de Gertrudes, veio a casar-se com Maria Gertrudes (ver acima). Sem geração.

Capítulo 11º

Messia de Siqueira

Messia de Siqueira, faleceu solteira em 1769 em Atibaia.

Capítulo 12º

Gertrudes Franco

Gertrudes Franco casou-se em 1804 em Atibaia com Lourenço Franco de Camargo, viúvo de Ana Franco da Cunha. Lourenço era f° de Mª Franco do Prado e de Jerônimo de Camargo Pimentel, este f° do cap. Francisco de Camargo Pimentel, f° do cap. Marcelino de Camargo(ver texto sobre a família Camargo, na introdução deste título). Sem geração.

Capítulo 13º

Antonia Franco

Antonia Franco última filha do 1° capitão-mor Lucas de Siqueira Franco, faleceu solteira.

FIM DO TÍTULO SIQUEIRA FRANCO

Título II

Família PIRES DE CAMARGO

Descendentes de João Pires Pimentel

Disposição genealógica (Tronco, capítulos e demais descendentes): Waldomiro Franco da Silveira [Título Pires in Notas Genealógicas do Instituto Genealógico Brasileiro]

Pesquisas e atualizações: Adriano Bedore

Genealogistas pesquisados: Waldomiro Franco da Silveira in memorian e Adriano Bedore

RELAÇÃO DO TRONCO COM ATIBAIA/SP

● O Tronco deste título, João Pires Pimentel, o moço, nasceu entre os anos de 1750 a 1760 na Freguesia de Jaguari de Atibaia, hoje Município de Bragança Paulista, na época território Atibaiano.

●Seu pai era natural de Santo Amaro, São Paulo, já sua mãe, Ana de Godoi e sua avó materna, Rosa da Rocha eram naturais de Atibaia, o que nos faz concluir que a família de sua avó materna provavelmente estabeleceu-se em Atibaia nas primeiras décadas do século XVIII em Atibaia, portanto, há cerca de 300 anos.

● Sua esposa, Maria Antonia Franco era descendente dos Camargos, do fundador de Atibaia, portanto, descendente da que poderemos classificar como primeira família Atibaiana.

RELAÇÃO DO TRONCO COM O AUTOR

● O Tronco é octavô (avô em 8° grau) do autor deste trabalho. É também pentavô (avô em 5° grau) de Ana Soares Leite, mãe de Maria do Carmo Leite De Carlo, bisavó materna do autor destas notas genealógicas.

CIDADES MAIS CITADAS NESTE TÍTULO

● Atibaia (antiga São João de Atibaia); Jarinu (antigo distrito de Atibaia com o nome de Campo Largo de Atibaia), Avaré (antiga Rio Novo), Jundiaí, Itatiba (antiga Belém), Bragança Paulista (antigo distrito de Atibaia com o nome de Nossa Senhora da Conceição de Jaguari), Jaboticabal, Amparo, todas no Estado de São Paulo.

JOÃO PIRES PIMENTEL

João Pires Pimentel, o moço, nasceu entre 1760 a 1765 em Conceição de Jaguari, na época território da freguesia de Atibaia e atualmente município de Bragança Paulista; segundo sua certtidão de casamento e em Atibaia, segundo Waldomiro Franco da Silveira. No inventário de seu pai aberto em 1771, João, o moço, tinha 8 anos, portanto, nascido em 1763.

Era filho de outro de igual nome, João Pires Pimentel[93]e de Ana deGodoi Moreira, neto paterno de Manoel Vaz Barbosa[94] e de Izabel da Costa Pimentel[95], neto materno de Baltazar de Godoi Moreira e de Rosa Rocha[96]. Examinamos o inventário de João Pires Pimentel, o velho, inventariado por sua viúva Ana de Godoi Moreira, falecido entre março a maio de 1791 ou 1792 nas Minas de Goiais para onde foi com tropa de animais, deixando terras em Jaguari[97]

João Pires Pimentel casou-se em Atibaia aos 01.JUL.1783 com Maria Antonia Franco[98], natural de Atibaia e aí falecida em 1855, filha de Joaquim Bueno de Azevedo, natural de Juqueri [Mairiporã] e de Mecia Ferreira de Camargo, natural de Atibaia (SL 1/401); neta paterna de Manoel Bueno de Azevedo[99] e de Francisca Pires de Siqueira[100], naturais de Guarulhos e neta materna de Jerônimo de Camargo Pimentel, natural de São Paulo, falecido aos 30.JUL.1787 em Atibaia, sendo sepultado dentro da matriz de Atibaia (ver introdução ao título I) e de Maria Franco do Prado, natural de Atibaia e moradores de Campo Largo [Jarinu] (SL 1/400) [meus decavós]. No censo de 1789 João Pires Pimentel tinha 25, sua esposa 20 anos, Ana filha, com 2 anos e 4 escravos.

João Pires Pimentel foi fazendeiro à margem direita do rio Atibaia, precisamente onde foi a sesmaria de Jerônimo de Camargo, o fundador da cidade. A primitiva sesmaria[101] de Jerônimo de Camargo que depois pertenceu a João Pires Pimentel deveria começar na desembocadura do córrego do Lageado, que desaguá no Atibaia, nas cercanisa da antiga estação de Caetetuba; até o bairro dos Pires, gleba essa demarcada por Jerônimo em 1667, aproximadamente.

João Pires Pimentel também era tropeiro e fazia viagem com tropa para as Minas Gerais. Faleceu aos 15.JUL.1799 em Campo Largo de Atibaia, com 36 anos, aproximadamente e foi sepultadono túmulo da Irmandade do Santíssimo Sacramento, dentro da Matriz de Atibaia. Maria Antonia Franco, enviuvando de João Pires, casou-se em 1801 com Francisco Barbosa Pires, filho de João Barbosa Pires e de Mecia de Siqueira.Do casal João Pires Pimentel e Maria Antonia descendem os oito filhos que se seguem[102]:

Capítulo 1° Francisco Pires de Camargo

Capítulo 2° Ana Francisca Franco

Capítulo 3° Joaquim Pires de Camargo

Capítulo 4° Gertrudes Maria de Camargo

Capítulo 5° José Pires de Camargo

Capítulo 6° João Pires de Camargo

Capítulo 7° Maria Francisca

Capítulo 8° Inácio Pires de Camargo (meu heptavô)

De Maria Antonia Franco e seu 2° marido Francisco Barbosa Pires (SL 1/400) descendem:

Capítulo 9° Bernardina Maria Franco

Capítulo 10° Jaquina Franco

Capítulo 11° José Franco

Capítulo 12° Francisco Franco

Capítulo 1º

Francisco Pires de Camargo

Francisco Pires de Camargo (SL cita-o como Francisco Pires Pimentel), nascido em 1793, casou-se em 1814 com Maria Jacinta da Silveira, nascida em 1801, filha de Salvador do Nascimento Franco e de Joaquina Pedroso da Silveira (N° 02 do cap. 6°do título Siqueira Franco); neta paterna do cap. Crispim da Silva Franco e de sua 1a mulher Izabel da Silveira Camargo, e neta materna do cap. Joaquim de Siqueira Franco (cap. 6° do título Siqueira Franco) e de Gertrudes Francisca Pedroso; desse casal descendem os seguintes:

N° 01 Cel. João Pires de Camargo

N° 02 Josefa Pires de Camargo

N° 03 Cel. Jacinto Pires da Silveira

N° 04 Joaquina Pires de Camargo

N° 05 Antônio Pires de Camargo

N° 06 Delfim Pires de Camargo

N° 07 Manoela Pires de Camargo

Adriano campanha (fundo amarelo) 041

Cel. João Pires de Camargo e família

N° 01Coronel João Pires de Camargo n. em 1828 e f.aos 31.MAIO.1909. Foi importante fazendeiro e capitalista em Atibaia, sendo proprietário da segunda máquina de beneficiar café em Atibaia e pode ser considerado um dos mais destacados patriarcas da família Pires de Camargo de Atibaia. Casou-se com Maria Joaquina da Conceição n. aos 12.JAN.1841 e f. aos 10.JUN.1901, filha de Joaquim Alves do Amaral (cap. 7° do título Alves do Amaral) e de Ana Luiza Cintra (ver 3.7., 2.1., 1.2., N° 03 do cap. 4° do título Siqueira Franco e SL 1/476). Tiveram:

1.1. Coronel José Pires de Camargo, falecido em 1920, político influente, tendo sido vereador em Atibaia (1880/82); casado com Lídia de Toledo Santos (ver 3.3., 2.2., 1.2., N° 06, cap. 10° do títuloSiqueira Franco), sem descendentes.

1.2. Maria Joana n. 14.AGO1872, casou-se em novembro de 1889 com o coronel Olegario Barreto “Nhonhô Barreto” n. em Itapetininga aos 26.JUN.1864.Olegário Barreto era fazendeiro, foi vereador (1896/99), fundador do Clube Recreativo Atibaiense e da Santa Casa de Misericórdia, intendente muncipal (01.JAN.1896 a 07.ABR.1899) e pode ser considerado o tronco da família Barreto de Atibaia. Era tenete-coronel comandante da 53º regimento da cavalaria da Guarda Nacional, faleceu em Atibaia aos 22.JUN.1914. Maria Joana faleceu aos 25.JAN.1954; deixaram os filhos:

2.1. Otávio Barreto corretor de café e proprietário em Santos, n. aos 23.NOV.1890 e casado em julho de 1945 com Ester Franco de Siqueira n. aos 19.JAN.1903, sem descendentes.

2.2. Messina “Bidunga” n. aos 14.OUT.1892 casada em 1915 com Domingos Matheus,n. aos 07.DEZ.1888 em São Paulo e ai f. aos 15.MAR.1969, professor, foi um dos introdutores doescotismo em Atibaia. Filhos:

3.1. Fábio Barreto Mateus, médico otorrrinolaringogista formado em 1941 pela faculdadefluminense de medicina; casado aos 28.DEZ.1950 com Laurinda Martins; teve:

4.1. Cibele Maria.

3.2. Hélio Barreto Mateusn. aos 13.JUN.1918 em Atibaa e ai f. aos 09.DEZ.1995, foi advogado formado em 1940; participou da força expedicionária Brasileira na 2ª guerra mundial, foi presidente da caixa econômica Fedral em São Paulo. Casado aos 03.JUN.1949 com Daise Nigro; teve:

4.1. Hélio Rubens

4.2. Maria Lúcia

4.3. Sérgio Luiz

2.3. Márcia n. em 1894, falecida em outubro de 1932, foi casada aos 15.DEZ.1912 com Fausto Passos, da família Passos de Bom Jesus dos Perdões. Foioficial do registro civil de Atibaia; teve:

3.1. Maria de Lourdes c.c Emiliano Chiochetti.

2.4. Oscar Barreto n. aos 12.JUN.1896; formado em odontologia pela escola de farmácia e odontologia de S. Paulo, casou-se aos 28.SET.1921 com Alzira de Salles Oliveira, irmã do dr. Armando de Salles Oliveira que foi Interventor Federal no Estado de São Paulo; filhos:

3.1. Oscar Barreto Filho, n.aos 07.JUL.1922; jurista e professor cadetrático da faculdade de direito de S. Paulo. Casou-se aos 21.JUL.1948 com Maria Eunice Prado Leme n. em S. Paulo aos 08.MAIO.1924, e formada em letras neo-latinas em 1945 pela faculdade de filosofia,ciências e letras da Universidade de S. Paulo. Filhos:

4.1. Antônio Luiz n. aos 29.ABR.1949.

4.2. Maria Cecilia n. aos 23.SET.1950.

3.2. Carlos Eduardo Barreto n. aos 01.OUT.1924, formado pela faculdade de direito de S. Paulo em 1946, foi assessor jurídico da assembléia legislativa de São Paulo; casou-se aos 21.DEZ.1950 com Maria Lúcia Cintra do Prado n. aos 25.OUT.1927; formada em letras neo-latinas pela faculdade de filosofia,ciências e letras da Universidade de S. Paulo, em 1950. (v. Genealogia da Família Cintra de autoria do insigne genealogista monsenhor Paes Cintra.) filhos:

4.1. José Eduardo n. aos 11.DEZ.1951.

4.2. Antônio Carlos n. aos 13.JUN.1953

4.3. Lúcia Helena n. aos 28.NOV.1954.

2.5. Malvina, falecida em São Paulo em maio de 1940; foi c aos 27.MAIO.1922 com João Passos, funcionário do Palácio da Justiça; teve:

3.1. Maria da Glória Passos Abruzini, professora, foi c.c Antônio Abruzini.

2.6. Oswaldo Barreto n. aos 18.AGO.1900 e f aos 18.JAN.1963, foi nomeado em 1925 escrivão do registro de hipotecas de Atibaia função que exerceu até o seu falecimento em 1963. Movido pelo extraordinário amor a terra natalprestou colaboração efetiva em todos os movimentos culturais e beneficentes da cidade, com elevado espírito público. Participou das diretorias da Vila São Viciente de Paula, do antigo maternal Mariquinha do Amaral, do São João Futebol Clube, foi presidente do Clube Recreativo Atibaiano, fundador e presidente da Casa da Cultura de Atbaia, foi diretor e provedor da Santa Casa e outras inúmeras muitas entidades e campanhas, incluindo o movimento constitucionalista de 1932. Casou-se em julho de 1929 com Adi Lopes, natural de Santos; teve:

3.1. Oswaldo Barreto Filho n. aos 07.JUN.1930 e f. solteiro aos 23.FEV.1990. Formou-se em direito e exerceu a advogacia, contudo destacou-se por suas atividades artísticas e culturais, residindo por algum período na Europa, fixando-se primeiro em Paris, transferiu-se após para Londres onde trabalhou para BBC como redator e locutor. Retornando para o Brasil passou a atuar no teatro, cinema e televisão, como ator e escritor de peças, roteiros.

3.2. Gilberto Barreto foi c.c Dalva Potenza. Teve:

4.1. Vera Maria c.c Odair Badialli. Teve:

5.1. Francisco “kiko” n. aos 03.OUT.1980, professor.

5.2. Cassiana c.c Pedro Gigliotti (ver 6.1., 5.3., 4.1., 3.1., 2.5., 1.4., N° 04, cap. 5° do título Alves do Amaral).

5.3. Murilo n. aos 05.JUN.1987.

4.2. Silvia Helena n. aos 29.AGO.1961 foi c.c (..) Ortiz. Teve:

5.1. Renan

3.3. José Roberto Lopes Barreto n. 25.MAR.1934, bacharel em direito, exerceu durante muitos anos o cargo de escrevente judicial e cartorário sendo depois promovidoao cargo de oficial do registro de imóveis e anexos da comarca de Atibaia, cargo que exerceu até seu falecimento ocorrido aos 29.SET.2007. Como seu pai, participou ativamente da vida cultural de Atibaia ocupando cargos diretivos de diversas associações. Foi casado com a professora Helena Abbud Barreto n. 05.AGO.1935 e f. em 1997. Teve:

4.1. José Carlos, publicitário, c.c Cristina. Teve:

5.1. Erik

5.2. Helena

4.2. Paulo Roberto, técnico em química, solteiro. Teve:

5.1. Igor

5.2. Matheus

4.3. Luiz Eduardo, engenheiro mecânico, solteiro com filhas.

4.4. Oswaldo Barreto Neto, funcionário público municipal, separado judicialmente de Rosimeire L. Costa. Teve:

5.1.Heloisa n. 20.ABR.1989.

5.2. Augusto n. 20.ABR.1991 em Atibaia e aí f. aos 31.MAR.2007.

3.4. Lúcia Beatriz Barreto, falecida menor.

3.5. Ziláh Barreto Pacitti n. aos 22.ABR.1939 ef.aos 07.JUN.1976;foi professora em várias escolas da zona rural e na cidadade de Atibaia. Prestou importante colaboraçãoem eventos culturais, beneficentes e religiosos, foi asssitente de direção na escola “José Alvim”. Homenageada com nome de rua e escola no bairro do Portão, foi c.c Walter Pacitti, economista. Teve:

4.1. Maria Regina, enfermeira

4.2. Maria Beatriz, administradora de empresas

4.3. Renato, engenheiro

2.7. Marieta Barreto, casada em fevereiro de 1926 com Pedro Alvim (ver 4.1., 3.1, 2.3., 1.7., N° 04, Cap. 4° do título Siqueira Franco e descendência no anexo a este título), nascido aos 16.JUL.1899, filho do tenente-coronel José Francisco de Campos Bueno “José Bim”, este filho do tenente-coronel José Alvim de Campos Bueno (ver Família Alvim de Atibaia no final deste título).

1.3. Maria Jacinta da Silveira “Mariquinha do Amaral” falecida em março de 1939, com 77 anos; foi casada 1a vez com seu primo Antônio Gabriel do Amaral com quem teve 2 filhos (verdesc. em 1.2., N° 02, cap. 5°) e 2a vez como cel. Claudino Alves do Amaral (ver desc. em 1.1. N° 01, cap. 5° dotítulo Alves do Amaral) com quem teve 4 filhos.

1.4. Francisco Pires de Camargo “Nhô Chico Pires” n. 17.MAR.1867 e f. 17.MAR.1962, fazendeiro e capitalista, proprietário da “Fazendola”, foi c.c Albertina Mielle Pires n. 24.JUL.1895 e f. aos 12.DEZ.1957, segundo consta, foi proprietário do primeiro automóvel de Atibaia. Teve:

2.1. João Batista Pires de Camargo “Mocinho” n. aos 20.JUN.1913 em Atibaia, foi diretor do grupo Pignatari em São Paulo, casou-se aos 14.MAIO.1938 com Maria de Lourdes Rocha e Silva. Faleceu aos 30.JAN.2006. Teve:

3.1. Sônia Maria c.c Dário Sebastião Oliveira Ribeiro Neto,advogado. Teve:

4.1. Renata,c.c José Pires Alvim Neto (ver 4.3., 3.1., 2.5., 18. a seguir).

4.2. Paula, c.c Márcio Jesus Costa.

3.2. Roberto Sérgio, economista, c.c Camila Afonso dos Santos:

4.1. Rodolfo

4.2. Álvaro

4.3. Roberta

2.2. Flávio Pires de Camargo n. aos 29.JAN.1916, médico e professor emérito da faculdade medicina da USP, catedrático da cadeira de ortopedia e traumatologia. Foi c.c Neuza Siqueira Meirelles e faleceu aos 24.MAR.1999. O Balneário de Atibaia e uma importante avenida levam seu nome. Teve:

3.1. Rita Maria,c.c Márcio Passini Gonçalves de Souza, médico ortopedista,diretor adminsitrativo do instituto de ortopedia e traumatologia do hospital das clínicas da USP. Teve:

4.1. Flávio

4.2. Caio

4.3. Marcelo

3.2. Regina Maria, c.c João Batista Aloe, economista. Teve:

4.1. Roberta, c.c Vitor Rehder.

4.2. Patrícia, c.c Jorge de Macedo.

3.3. Olavo Pires de Camargo n. aos 24.NOV.1951, médico, professor titular da faculdade de medicina da USP, casado com Vera Kortas. Teve:

4.1. Veridiana, médica.

4.2. Francisco

4.3. Olavo, advogado.

2.3. Olavo Pires de Camargo n. aos 19.DEZ.1918 e f. aos 24.JUL.1947, advogado, político militante em Atibaia, presidente da antiga UDN; foi c.c sua prima Célia Amaral (ver 3.5., 2.1., 1.1., Nº 01, cap. 5º do título Alves do Amaral). Teve:

3.1. Antônio Luiz Pires de Camargo, engenheiro, já falecido, foi c.c Cristina. Teve:

4.1. Guilherme

4.2. Helena

2.4. Nalcia, casada em julho de 1943 com Francisco Monteleone, advogado e jornalista na capital. Teve:

3.1. Silvia, c.c José Torres Ribeiro de Lima. Teve:

4.1. Vanessa

4.2. Amanda

4.3. Adriana

3.2. Suzana, c.c Waldir Lachowski. Teve:

4.1. Felipe

4.2. Karina

2.5. Lina Pires c.c Corecy Vilaça. Teve:

3.1. Ana Cristina

1.5. Capitão Joaquim Pires de Camargo n. em 1875 e f. em junho de 1939, foi fazendeiro, capitalista e político em Atibaia; casou-se em setembro de 1898 com Davina de Toledo Santos (ver 3.16., 2.2. 1.2., N° 06, cap. 10°, título Siqueira Franco), f. com 66 anos em outubro de 1943; filhos:

2.1. João Pires de Camargo “Zito Pires”, formado em direito em 1926; foi juiz de direito de Araras e emAraraquara; casou-se em julho de 1931 com Eglantina Leal (ver 2.2., 1.1., N° 01, cap. 1° do título Leite), filha de José Leal, e neta de Cristiano Leal (v. SL, 8/ 61); teve uma filha:

3.1. Maria Lúcia Joel Iost, professora da faculdade de odontologia de Araraquara – UNESP. Teve:

4.1. Lígia

4.2. Guilherme

2.2. Maria Pires de Camargo n. aos 14.FEV.1901 em Atibaia e ai f. aos 28.OUT.1980. Foi casada em 1919 com Álvaro Correia Lima, natural de João Pessoa, capital da Paraíba n. aos 10.JAN.1893 chegou em Atibaia em 1917, conceituado advogado no forum de Atibaia que leva seu nome; vereador (1936/37, 48/51, 56/60, 60/63, 64/69), presidente da câmara (1961/63, 1966/67); em 1946 foi eleito deputado estadual, mas com a anulação das eleições e realização de outra suplementar passou para condição de suplente de deputado estadual. Fundou e chefiou o partido constitucionalista em Atibaia que era uma continuação, a certo ponto, do antigo partido democrácrito, liderado por Bento Paes, e posteriormente a UDN, foi o maior líder oposicionista em contraponto a lideraça exercida por Zezico Alvim, que foi o mais importante chefe político situacionista das décadas de 1930 a 60. Foi um dos fundadores da antiga coorporação musical 24 de outubrode Atibaia, também foi jornalista e poeta, faleceu aos 21.NOV.1969 em Atibaia. Teve cinco filhos:

3.1. Carmem Lima, falecida menor.

3.2. Maria do Carmo Lima,falecia menor.

3.3. Celso Correia Lima

3.4. José Correia Lima

3.5. João da Mata, advogado, procurador do Estado, foi vereador em Atibaia (1952/56), c.c Yara Penteado. Teve:

4.1. João Paulo Correia Lima n. aos 01.JAN.1959, psicólogo, c.c Neusa Aparecida. Teve:

5.1. Lídia

5.2. Álvaro n. aos 28.DEZ.1987.

4.2. Ana Cecília, c.c Adalberto Tripicchio, médico.

2.3. Maria José

2.4. Maria Violeta, casada em 1936 com Waldemar Martins.

1.6. Ana Pires de Camargo “Ana Pires Soares” n. aos 26.JUL.1859 e f. aos 06.JUN.1937, muito caridosa é lembrada pela grande contribuição financeira na construção e manutenção da santa casa de Atibaia entidade que foi beneficiada em seu testamento, na qual há umbusto em sua homenagem inaugurado aos 23.MAR.1940. Foi c.c seu parente Francisco Soares do Amaral (ver 1.6., N° 08, cap. 5° do título Alves do Amaral), não deixaram descendência.

1.7. Cel. Florêncio Pires de Camargo “Nhô Flô” n. em 1869 em Atibaia e aí falecido aos 11.JUN.1951. Foi fazendeiro e capitalista em Atibaia onde também foi vereador (1914/17) e presidente da câmara municipal (1914/15), casado com Joana Batista de Campos (ver 2.1., 1.5., N° 04, cap. 4° do título Alves do Amaral). Teve:

2.1. Maria de Lourdes, c.c Oswaldo Urioste n. aos 02.AGO.1898, filho do cel. Teofilo Urioste, fazendeiro natural de Itatiba/SP (1865-1958) e de Francisca Martins Teixeira, era neto Dionisio de Paula Urioste (1840-1868), natural de Bragança Paulista e de Ana Rosa Pacheco, esta filha de Balbina Pacheco e de Dionisio Francisco Leite, este filho do cap. Antônio de Padua Leite (ver texto sobre a família Araújo na introdução ao título I deste trabalho).Oswaldo Urioste era médico formado no Rio de Janeiro, especializou-se em oftalmologia na França e na Alemanha. Foi prefeito sanitário de Atibaia (12.ABR.1947 a 04.AGO.1949), faleceu em São Paulo aos 03.ABR.1961; teve:

3.1. Edelweis Urioste DiDio, foi c.c Renato Alberto Teodoro DiDio, advogado sociólogo, professor universitário e escritor. Teve:

4.1. Maria de Lourdes Di Dio Lopo, c.c Antônio Lopo.

4.2. Oswaldo Augusto Urioste, químico, administrador de empresas e empresário, c.c. Maruza Goulart Urioste. Teve:

5.1. Eduardo Augusto Urioste c.c. Claudia Alves Urioste

5.2. Sandra Goulart Urioste

5.3. Solange Urioste Pizzo c.c. Alexandre Pizzo

5.4. Silvia Goulart

4.3. Yara Urioste Von Pfuhl, c.c. Licínio Rocha Von Pfuhl, juiz de direito. Teve:

5.1. Osvaldo Urioste Von Pfuhl

5.2. Oscar Urioste Von Pfuhl, c.c. Simone Von Pfuhl.

3.2. Oswaldo Augusto

3.3. Iara

2.2. Maria Leonor, f. aos 24.AGO.1988, foi c.c Abelardo Albuquerque Laranjeira, n. aos 03.JUL.1902 e f. aos 05.SET.1960, foi da Polícia de São Paulo. Tiveram uma filha:

3.1. Maria Alice

2.3. Paulo Pires de Camargo n. aos 16.SET.1912, formado em 1936 em medicina; foi médico da emigração echefe do posto de saúde e empresta seu nome a maternidade da Santa Casa de Atibaia. Casou-se em 1939 com Luiza Falcão e faleceu em Atibaia com 30 anos aos 21.JAN.1943. Teve dois filhos:

3.1. Paulo Sérgio, c.c Maria Tereza Xavier. Teve:

4.1. Paulo

4.2. Sérgio

4.3. Luciana n. aos 11.NOV.1978 c.c Reginaldo Borghi n. aos 26.DEZ.1964, filho de Joel Borghi, da numerosa família Borghi de Atibaia. Teve:

5.1. Igor

4.4. Mariana n. aos 20.AGO.1982 c.c Alesandro Bueno n. aos 17.OUT.1974. Teve:

5.1. Teodoro

3.2. Regina Maria foi c.c Marcelo Di Franco. Teve:

4.1. Cristiano

2.4. Antonieta n. aos 13.JUN.1916 em Atibaia e aí f. aos 03.JAN.1998; foi casada em 1942 com Valter Arruda Castanho,n. aos 22.JUL.1914 e f. aos 03.DEZ.1965. Teve:

3.1. Marcos Pires de Camargo Castanho n. aos 19.FEV.1943 e f. aos 24.ABR.2002, foi c.c Célia Ortiz.

4.1. Fabíola n. aos 11.ABR.1974. Teve:

5.1. Isabela n. 30.NOV. 2001.

4.2. Fernando n. aos 02.JUL1976. Teve com Daniela Bedore, sua prima no distante 12° grau genealógico (ver título Bedore e outros):

5.1. Lívia Maria Bedore Castanho n. 25.MAR.2002.

4.3. Fábio José n. aos 23.FEB1980, cantor, c.c Daniele Cintra Constantino. Teve:

5.1. Matheus n. aos 31.MAR.2011.

3.2. Florêncio Pires de Camargo Castanho “Chinho” n. aos 21.MARfoi c.c Mônica Aiko. Teve:

4.1. Vinícius

2.5. José Pires de Camargo n. aos 23.FEV.1917 e f. aos 05.ABR.1978, casou-se em Santos com Norma Santos em maio de 1943. Foi fazendeiro em Atibaia onde também foi vereador em 1948/51, foi presidente do Clube Recreativo Atibaiano (1976/78), foi o primeiro presidente do Lar Mariquinha do Amaral em 1938, voltando a ocupar o cargo em 1948/49 e 1971/73. Teve:

3.1. Carlos Roberto Pires de Camargo “Carol” n. aos 22.DEZ.1945, administrador de empresas, c.c Vera Lúcia (ver 3.2., 2.2., 1.5., N° 01, cap. 11° do título Pereira), n. aos 26.JAN.1950. Teve:

4.1. Daniela

4.2. Isabela

3.2. Paulo Eduardo Pires de Camargo n. 20.FEV.1948 f. aos 17.SET.1948.

3.3. Thais Helena n. 19.AGO.1950, c.c. Tomio Nishimura. Teve:

4.1. Vânia, c.c Lizandro Carlos Bayona. Teve:

5.1. Kyara

4.2. Katya, c.c Bryan KennethSpuhler.

3.4. José Carlos Pires de Camargo n. 11.FEV.1953, foi c.c Cibele Petroni. Teve 1 filho:

4.1. José Carlos

3.5. ˙Carlos Eduardo Pires de Camargo “Dado” n. 19.JUL.1954, comerciante, c.c Ivelise Maria de Oliveira, pedagoga. Teve 3 filhos:

4.1. Thiago, formado em história.

4.2. Fernanda, formada em turismo.

4.3. Henrique, formado em turismo.

3.6. Belkiss Helena Pires de Camargo n. 16.DEZ.1959, prof.ª, c.c Manoel Bezerra. Teve 2 filhos:

4.1. Manoel

4.2. Beatriz

3.7. Ivan Carlos Pires de Camargo n. aos 01.MAIO.1961, administrador de empresas, c.c Érica de Freitas, advogada. Teve 1 filho:

4.1. Fabricio

2.6. Celina, casada em 1945 com o dentista, Rosendo Corrêa de Aguirre nascido em Atibaia aos 18.AGO.1920 e aí falecido aos 08.SET.2000, filho de Juvenal Aguirre e de Teresa Egerte Aguirre. Foi vereador à câmara municipal (1948/51, 1952/54,como suplente, 1956/60 e 1960/63), presidente da câmara (1948/51, 1956/60) e prefeito sanitário (04.AGO.1949 a 18.AGO.1949). Teve:

3.1. Roseli n. aos 22.AGO, foi c.c Pedro Jan Smid, engenheiro, já falecido. Teve:

4.1. Cyntia, dentista, foi assaninada de forma brutal em seu consultório.

4.2. Michel n. aos 07.MAR.1979, engenheiro

4.3. Felipe

2.7. Ophélia n. aos 23.MAR.1925 e f. aos 22.NOV.1999 foi c.c Francisco Nascimento, já falecido. Tiveram:

3.1. Rita Maria n. aos 24.ABR.1957, c.c Ronaldo Zucatelli, perquisador científico. Teve:

4.1. Gustavo n. aos 07.NOV.1985.

4.2. Guilherme n. aos 24.NOV.1987.

1.8. Gertrudes Pires de Camargo ou “Nhá Tudica e Gertrudes Pires Alvim”n. em 1878 e f. em 1939, foi casada aos 19.ABR.1900 com o major Juvenal Alvim filho de Gertrudes Maria de Campos falecida aos 04.FEV.1879 e de José Alvim de Campos Bueno “José Alvim ou Nhô Bim”.

Pela incontestável importância política, econômica e social de José Alvim de seus descendentes, resovemos em janeiro de 2018, criar um anexo no final deste título para retratar os seus descendentes. Ver descendência no final final deste título, em Família Alvim de Atibaia[103]:

1.8. Francisca Pires de Camargo, casada aos 05.FEV.1898 com Pedro Elias de Godoi Moreira, capitalista e fazendeiro em Atibaia e Itatiba; foi também político nas duas cidades, tendo sido prefeito desta última; filhos:

2.1. Francisco Elias de Godoi Moreira, conhecido cirurgião na capital, fundador e diretor do instituto de ortopedia, foi também professor da faculdade de medicina; em 1943 foi nomeado diretor clínico do hospital de clínicas. Deve-se ao dr. Francisco Elias a iniciativa da fundação em São Paulo, do hospital para o tratamento da paralisia infantil. Foi c.c Maria Lunardeli; teve os filhos:

3.1. Paulo

3.2. Vanda

3.3. Vera

2.2. Conceição, c.c Ricardo Kawall Gomes; filhos:

3.1. Maria Célia

3.2. Nair

2.3. Mauro Elias de Godoi n. em 1909 e f. em 1940; foi c.c sua prima Maria José Cintra (v. adiante N° 4); teve três filhos:

3.1. Sílvia

3.2. Sérgio

3.3. Fábio

Nº 02 Josefa Pires de Camargo, casada em 1843 em Atibaia com seu primo João Franco de Camargo, filho de Joaquim Pires de Camargo e de Rita Maria da Silveira (ver descendência em título Siqueira Franco, cap. 4°). A família Salles de Atibaia, descende deste casal.

Nº 03 Coronel Jacinto Pires da Silveira, abastado fazendeiro em Itatiba, onde faleceu em 1928 com 100 anos de idade; casou-se 1.° com sua parente Maria das Dores, fª de Joaquim Pires e de Ana Soares (SL 8/316) e 2a vez com Ursulina de Godoy,. fª de João Gabriel de Godoi e de Joaquina de Morais, natural de Campinas; teve, do 1.° casamento 3 filhos e 7 do segundo casamento:

1.1. José Pires da Silveira, ex-escrivão de paz em São Manoel, c.em Campinas com Ana de Morais (SL 2/91); teve:

2.1. Ermantina, casada em Itatiba com Getulio Pupo; teve:

3.1. Odilon Pupo; casado.

3.2. Oralina, c.c Manoel Redondo, em São Manoel.

3.3. Odete, casada 1° com Joaquim Junqueira e 2a vez com Donato de Aguiar.

3.4. Orlando Pupo

3.5. Orse

3.6. Oneida

2.2. Elvira, c.c Izaltino Cruz, ambos falecidos sem desc.

2.3. Erasmo Pires de Morais, c.c Noemia Ferraz; teve:

3.1. José

3.2. Jurací

2.4. Etelviria, c.c Paulo Teixeira, em São Manoel.

2.5. Evilásio Pires de Morais, c.c Adelina Panzarin; teve:

3.1. Elvira

3.2. Elizabeth

3.3. José

2.6. Eglantina

2.7. Edgar Pires de Morais; casado.

1.2. Maria das Dores Pires c.c Israel Pinto Novais, fazendeiro em Avaré teve:

2.1. Benedito faleceu solteiro.

2.2. José Araújo Novais, oficial do registro de hipotecas de Avaré, f. em 1952, foi c. c Judite Dias Batista:

3.1. Israel Dias Novais n. aos 30.ABR.1920 em Avaré/SP e f. aos 06.JUN.2009 em São Paulo, formado em direito em 1943; quando estudante foi presidente da ass. acadêmica “Alvares de Azevedo”; detentor do prémio “Fagundes Varela” alusivo ao centenário deste poeta; membro diretor da academia de letras da faculdade de direito; fundador e diretor do jornal “O Libertador” do partido universitário do mesmo nome; diretor do “Depoimento” da Sociedade Amigos de Bui Barbosa”. Teve destacada atuação no patriótico movimento acadêmico contra a ditadura Vargas, sendo por isso detido e processado. No mesmo ano de sua formatura ingressou na redação do “Correio Paulistano”; pela sua brilhante atuação nesse conceituado jornal foi escolhido para representar o velho e tradicional órgão da imprensa paulista, viajando pela America do Sul (1944) e Europa e África (1947 e 1949) publicando interessantes reportagens e entrevistas com expoentes da cultura e da política de diferentes paizes; em 1946 ascendeu a Secretário Geral do “Correio Paulistano” cargo em que se manteve até novembro de 1954, quando assumiu inteiramente e com muita proficiência o honroso cargo de Kedator-chefe. Trabalhou no “Jornal de S. Paulo e no “Diário da Noite”, como Redator político; foi antigo redator da “Revista Brasileira de Poesia; foi membro do Clube de Poesia de S. Paulo; exerceu também o cargo de redator do serviço público, servindo no gabinete do secretário do governo; Foi membro da Academia Paulista de Letras e presidente do Instituto Genealógico e Histórico de São Paulo e membro da Academia Paulista de Letras. Candidatou-se a deputado estadual no pleito de 1954, pelo PR, sendo suplente da bancada. Foi secretário de governo e chefe de gabinete no governo Jânio Quadros em 1956. Elegegeu-se deputado estadual em 1958/62 e 1962/66, deputado federal de 1966/68, 1976/1980 e 1980 a 1986. Casou-se aos 22.JAN.1949 com Marina Galvão Villares da Silva, filha de Antônio A. Villares da Silva e de Jandira Galvão. Teve quatro filhos:

4.1. Antônio n. aos26.FEV.1950.

4.2. Ana Tereza n. aos 23.SET.1951

4.3. Maria Amélia n. aos 06.JUL.1953

4.4. Marina n. aos 12.NOV.1954.

3.2. Aparecida

3.3. Cândida, c.c. José Gonzaga Lima

3.4. Dalila, c.c. Carlos Ramires.

3.5. Maria Ines c. c. Pedro Faraco Filho.

3.6. Paulo Dias Novais, ex-prefeito de Avaré e ex-deputado estadual.

3.7. Judite

2.3. Maria do Carmo, casada em Avaré com Eugênio Rubens Maia de Andrade, alto funcionário federal junto à delegacia fiscal em S. Paulo; teve:

3.1. Plínio Novais Andrade, juiz de direito de Palmital.

3.2. Maria Nazaré

3.3. Antônio Novais Andrade, advogado.

2.4. Joaquim Pires Novais, adiantado fazendeiro em Avaré, c.c Alzira de Almeida; teve:

3.1. Marie Helena

3.2. Maria Lúcia Ernani

3.3. Maria Ligia

2.5. Petronilha, foi freira em Botucatú.

2.6. Ana, c.c José Rebouças de Carvalho, comerciante em Avaré; teve:

3.1. Joaquim

3.2. Maria Tereza

3.3. Marieta

3.4. Ana Maria

2.7. Jacinto

2.8. Ester

2.9. Paulo Pinto Novais, médico em Avaré onde foi prefeito; c.c Alice, Cruz; teve um filho:

3.1. Flávio Guilherme

2.10. Rita

2.11. Benedita, c.c o Washington Monteiro de Barros, já falecido, foi juiz de direito, desembargador e renomado jurista, autor de festejadas obras de direito civil. Teve uma filha:

3.1. Maria Cecilia

1.3. Damasio Pires da Silveira, fazendeiro em Itatiba, falecido em fevereiro de 1944 com 76 anos de idade; foi c.c Benedita de Passos; teve:

2.1. Maria Eufrosina

2.2. Joaquim Antônio de Camargo Pires, c.c Marina de Araújo.

2.3. Paulo Pires de Camargo, casado em junho de 1944 com MariaTeresa de Brito.

2.4. Boaveritura

2.5. Ana

2.6. Afranio

2.7. Adriano

2.8. Nizia.

1.4. Benedito Pires da Silveira, foi funcionário do instituto biológico, c.c Olímpia Simões; teve:

2.1. Maria das Dores

2.2. Ana Circe

2.3. Maria Cecilia

2.4. Maria José

2.5. Cândido Pires da Silveira, funcionário bancário na capital, casado aos 07.NOV.1942, com Maria Aparecida Franco de Campos; teve:

3.1. José Cândido, nascido em agosto de 1943.

2.6. Antônio de Padua Pires

2.7. Benedito Álvaro Pires

2.8. Paulo Pires Simões

1.5. Sebastião Pires da Silveira, c.c Sebastiana da Silveira Penteado, sua parente (v. adiante, cap 2°, N° 01); teve:

2.1. Ana de Jesus, c. em Ribeirão Preto com Fausto Penteado Junqueira.

2.2. Maria do Carmo, casada em S. Paulo com Oscar de Barros.

2.3. Sebastião Otávio Pires

2.4. Julia Pires da Silveira

1.6. Maria da Conceição Pires, c.c Benedito Alvim“Zico Bim”, foi escrivão do 1° cartório de notas de Atibaia (ver em 4.2., 3.1., 2.3., 1.7., N° 04 cap. 4° do título Siqueira Franco), foi tabelião do 1° ofício em Atibaia; teve:

2.1. João Batista Alvim, casado em 1945 com Odila de Oliveira.

2.2. Benedito Alvim Júnior, c.c. Mirian Pinto Monteiro aos 04.DEZ.1941.

1.7. Joaquina Pires, casada em Itatiba com Pedro Ferrari; teve:

2.1. Pedro

1.8. Amador Pires da Silveira, c.c Arnina Contruci; teve:

2.1 Maria de Lourdes e Maria Tereza.

1.9. Leopoldina Pires, c.c Antônio Muniz, já falecido; foi residente no Rio de Janeiro; teve:

2.1. José Pires Muniz, casado em Itatiba com Maria de Lourdes Macedo.

2.2. Maria de Lourdes

2.3. Sebastiana, casada no Rio de Janeiro com Cid Xavier Muler.

2.4. João Pires Muniz.

2.5. Terezinha

1.10. Maria Aparecida Pires, falecida em 1939; foi c.c Vitoriano Rangel, falecidos sem descendência.

N° 04 Joaquina Pires de Camargo, casada em Atibaia com Florêncio Soares do Amaral, filho de Bento José Soares (ver título Soares) e de Ana Tomázia do Nascimento (SL 8/315 e título Soares deste trabalho. Teve:

1.1. Francisco Soares, f. solteiro em 1936. Foi durante muitos anos proprietário da casa Carvalho Filho, em S.Paulo.

1.2. Estanislau Soares, foi fazendeiro e capitalista em Itatiba; casou-se 1° com Maria Izabel de Godoi, e 2a vez com Cândida Jolí; teve dois filhos do primeiro e também dois do segundocasamento:

2.1. Cira Soares, c.c o professor Francisco Alves Mourão, foi delegado regional do ensino; filhos:

3.1. José Alves Mourão, foi negociante na capital.

3.2. Luiz Gonzaga, falecido em 1938 aos 20 anos, quando estudava.

3.3. Maria Aparecida

3.4. Ciro Alves Mourão

3.5. Maria Izabel

3.6. João Batista Alves Mourão

3.7. Cecília

3.8. Francisco de Assis

3.9. Antônio.

2.2. Clóvis Soares n. em 1895 e f. aos 30.AGO.1965, fazendeiro em Atibaia e industrial em São Paulo, grande empreendedor imobiliário, que deu continuidade ao loteamento do populoso bairro do Alvinópolis em Atibaia, loteamento iniciado por seu sogro, major Juvenal Alvim e pelo farmaceutico Armínio de Catro Ferraz. Foi c.c sua prima Maria Alvim Soares (ver descendência em N° 04 do anexo deste título – Família Alvim de Atibaia).

2.3. Rute, c.c Joaquim Tavares; teve q. d.:

3.1. Olavo

3.2. Aparecida

2.4. Joaquina Soares.

1.3. Francisca Soares, falecida em Serra Negra em 1925 c.c o tenente-coronel José Inácio de Campos Cintra, falecido em Serra Negra em 1897, onde foi fazendeiro. Teve q.d os filhos:

2.1. Constança, casada em 1896 com Bertolo Pires de Azevedo Pimentel, que foi tabelião em Amparo, filho de Antônio Pires Pimentel e sua 1ª mulher Porfiria, teve 13 filhos:

3.1. Décio, c.c Maria Aparecida de Oliveira, fª de Joaquim de Oliveira e Hortência de Oliveira, teve q.d.:

4.1. José Carlos

4.2. Henrique Oswaldo

4.3. Maria Lucia

4.4. Maria Tereza

4.5. Francisco Xavier

4.6. Luiz Gonzaga

4.7. Bertoldo Joaquim

3.2. Dulce, c.c seu parente Cássio Cintra, teve q.d. :

4.1. Aparecida

4.2. José Cássio

3.3. Maria Cintra Pimentel, n. em Amparo, religiosa dominicana com o nome de irmã Maria Rosa, residiu em Araxá, durante muitos anos e f. no Rio de Janeiro em 16.JUN.1947, com 47 anos.

3.4. José Inácio, c.c Paulete Straunard, teve q.d.:

4.1. Luiz

3.5. Mirtes, c.c seu parente Amador Cintra do Prado, eng° civil; filhos:

4.1. Maria Cecília

4.2. Alfredo

3.6. Renato Pimentel

3.7. Raquel, freira dominicana.

3.8. Ana Francisca

3.9. Antônio Pimentel, c.c Falide Gebauer, teve q.d.:

4.1. Fany

4.2. Elisabeth

4.3. Gilberto

3.10. Bertolina, freira dominicana.

3.11. Edmundo Pimentel

3.12 Contança, c.c Virgílio Itapema Alves, médico, filho de João Alves de Moraes Cardoso, nascido em Bragança em 1869 e Alzira de Carvalho Pinto, falecida em 1928, neto paterno do barão de Itapema, teve q.d.:

4.1. José Luís

3.13. Maria Aparecida c.c José Candido Tolosa, médico, filho do comendador Luiz Tolosa de Oliveira Costa e Constança Angelina dos Santos Mota, esta descendente do visconde de Caeté, teve q.d. :

4.1. Maria Raquel

4.2. Maria Cândida

4.3. José Tarcísio, nascido em São Paulo em 1947.

2.2. Hermínia Cintra, c.c Saturnino Alves Franco, dentista, teve q. d. 8 filhos:

3.1. Clara

3.2. Francisca, c.c Jaime Heitzman, médico, teve q.d.:

45.1. Myrian

3.3. José Cintra Franco, médico formado no Rio de Janeiro em 1938, casado aos 23.DEZ.1947 com Gretchen, filha de Aristides de Arruda Camargo e Hida Schwintek

4.1. Roberto n. 22.OUT.1948.

4.2. Ana Maria n. aos 26.JUL.1950.

4.3. Ricardo n. aos 22.SET.1952.

4.4. Paulo n. aos 22.OUT.1954.

3.4. Jairo, dentista, c.c sua parente Alda Passos Cintra, teve q.d.:

4.1. Francisco

3.5. Saturnino, médico

3.6. Bento

3.7. Tarcísio

3.8. Inês

2.3. Alzira, c.c seu parente Lucas Nolasco da Silveira, falecido em 1932; teve:

3.1. Maria

3.2. Elza, c.c Jacques Tupinanbá, médico, nascido em Jaú/SP em 1900, teve q.d.:

4.1. Alexandre

3.3. Lavínia

3.4. Enéas c.c Lavínia Doria de Barros, fª de José Emídio de Barros e Albertina Doria, teve q.d.:

4.1. Hebe Magali

4.2. José Eduardo

3.5. Lúcio Cintra da Silveira, advogado formado em 1938.

3.6. José Pedro Cintra da Silveira

3.7. Lucas, advogado.

3.8. Carlos

2.4. Aníbal Soares Cintra, casou 1ª vez com Laura Brito Costa, 2º vez em 1925 com Carmosina Gomes de Araújo. Teve 1 filho da 1º mulher e duas da 2ª:

3.1. Fabio

3.2. Maria Teresa

3.3. Maria Estefânia

2.5. Dario Soares Cintra, nascido em Serra Negra c.c Maria de Almeida, nascido em Portugal em 1899, falecido em S.Paulo em 1944, teve q.d. 7 filhos:

3.1. Maria Conceição

3.2. Lucia

3.3. Maria Alice

3.4. Antônio

3.5. Cecília

3.6. Luiza

3.7. Raimundo de Almeida Cintra, frei O.P., n. em Amparo aos 10.FEV.1915, depois de seus estudos preparatórios na escola dos padres dominicanos em Uberaba, foi para Beatriz, França, onde aos 06.MAR.1931 recebeu o hábito da ordem dominicana, fez seus estudos superiores em Saint-Maximim, onde se ordenou sacerdote aos 19.MAR.1939, foi vigário da paróquia de S. Domingos em S.Paulo, em 1946 foi superior do convento dominicano de Uberaba/MG.

2.6. Maria de Lourdes, casada em Amparo em 1937 com Aníbal Coelho, médico. Teve q.d.:

3.1. Heloisa Maria

2.7. Joaquim Soares Cintra; foi residente em São Paulo.

1.4. Maria Joana Soares, casada em Amparo com Ernestino de Assis Cintra, falecido em 1940.Teve uma filha:

2.1. Maria José Cintra, c.c Mauro Elias de Godoi Moreira

Nº 05 Antônio Pires de Camargo, nascido, em Atibaia em 1835, casou-se em Itatiba com sua prima Maria Franco Crispim; teve:

1.1. José Antônio de Camargo Pires, que faleceu solteiro.

Nº 06 Delfim Pires de Camargo n. em Atibaia em 1826 casada em Campo Largo aos 18.SET.1849 com Gertrudes Franco de Godoi, filha de Inácio Franco de Godoi e de Francisca Maria Penteado, (não conseguimos a desc. deste casal).

Nº 07 Manoela Joaquina Pires, foi c.c Floriano Franco Ramalho; o casal depois de residir algum tempo em Amparo, passou a residir nos sertões do Rio Novo do então município de Botucatú em 1865, hoje município de Avaré onde adquiriu vasto latifúndio, iniciando o plantio de café; interferiu na vida política da nascente cidade onde foi muito considerado. Teve:

1.1. Francisco da Silveira Franco, casado em Atibaia com Maria do Amaral, filha de José Antônio do Amaral; residiram em Avaré, onde deixaram os filhos:

2.1. Ana Pires do Amaral, c.c seu primo Lázaro Augusto do Amaral Leite (v. 2.2. abaixo); teve:

3.1. Ubaldino do Amaral

3.2. Izaura

3.3. João

3.4. Francisco

3.5. Paulo

3.6. Amélia

2.2. José Pires da Silveira, c.c sua prima Saturnina da Silveira Franco, filha de 1.3. adiante; teve:

3.1. Sebastião

3.2. Roque

1.2. Bento da Silveira Franco, c.c Amélia de Oliveira Simas de Atibaia); não deixaram descendência.

1.3. Felisberto da Silveira Franco, c.c Cândida da Costa; teve:

2.1. José da Silveira Franco, c.c sua prima Maria do Amaral. (v. adiante 1.7., 2.6.).

2.2. Manoel da Silveira Franco, foi casado; sem desc.

2.3. Francisco da Silveira Franco; casado.

1.4. Beraldo da Silveira Franco, faleceu, solteiro, em Avaré.

1.5. Julia, foi c.c o cel. José Vicente do Amaral Leite, político em Avaré onde foi prefeito em 1897. Tiveram:

2.1. Faustina, casada com Miguel Vieira; sem desc.

2.2. Lázaro Augusto do Amaral Leite, c.c sua prima Ana Pires (v. descendência retro 2.1. de 1.1.), também conhecido por “ Lazinho do Amaral”, foi pessoa de grande conceito em Avaré, sua terra natal; foi durante muitos anos influente político da faccão dominante; exerceu com inteligência os cargos de juiz de paz, vereador, vice-presidente, presidente da câmara, vice-prefeito, prefeito em 1920.

2.3. Bárbara Generosa, c.c Vicente Pires Corrêa; teve:

3.1. João Batista do Amaral Pires

2.4. Maria Osório, c.c Lucas Simoneti; teve:

3.1. Inácio Amaral Simoneti, falecido.

3.2. Bonina, c.c José Pires Corrêa.

3.3. Cassimiro Amaral Simoneti, casado.

3.4. Justina, c.c Lucas Trench; Teve:

4.1. Ligia

4.2. Gilda, gêmeos

4.3. Celso

4.4. Luciano

4.5. Milton

3.5. João B. do Amaral Simoneti.

3.6. Lucas Simoneti Filho, casado.

3.7. Maria Julia, c.c Ventura Dei Rio.

2.5. José Franco do Amaral Leite, solteiro, escrivão da 6adelegacia em São Paulo.

1.6. Paulino da Silveira Franco; faleceu solteiro.

1.7. Leopoldina, c.c Manoel Joaquim do Amaral; teve:

2.1. Faustina, c.c José Manoel de Assis; filhos:

3.1. Braz de Assis, c.c sua prima.

3.2. Amando de Assis; casado.

3.3. Elisa, casada com Adelino Cardoso.

2.2. Lázaro do Amaral, c.c Paulina do Prado; teve:

3.1. José do Amaral, casado.

3.2. Manoel

2.3. Tobias do Amaral, c.c uma sua prima; com desc.

2.4. Sebastião do Amaral, c.c sua prima.

2.5. Manoel do Amaral, c.cAmélia César da Silveira; teve:

3.1. Odilon

3.2. Oravia, casada.

2.6. Maria, c.c seu primo José da Silveira Franco (v. retro 1.3, 2.1.); teve:

3.1. Roque

3.2. Sebastião

2.7. Leopoldina, c.c Benedito Antônio Lopes.

2.8. Júlio do Amaral, c.c Maria de Paula; teve:

3.1. Odilon

3.2. João Batista do Amaral

1.8. Joséfa da Silveira Franco, c.c Miguel Alves Cardoso, teve:

2.1. Benedito Alves Cardoso, casado, residente em Ipaussí.

1.9. Escolástica da Silveira Franco, c.c Pedro Bento Alves; teve:

2.1. Maria Alves, c.c seu primo Artur Alves Esteves.

2.2. Petronilha, c.c Manoel Vieira.

2.3. Benedito Bento Alves, c.c sua prima.

2.4. Joséfa Alves, c.c Antônio de Paula; sem desc.

2.5. Manoela Alves, c.c Manoel de Paula.

Capítulo 2º

Ana Francisca Franco

Ana Francisca Franco, nascida em Atibaia, aí se casou em 1805 com seu primo Antônio Luiz Leite Penteado, batizado em 1785, em Atibaia; filho de Lucas da Silveira Franco e de Maria Rodrigues Penteado, natural de Parnaíba(ver N° 10, cap. 5° do título Siqueira Franco). Teve q.d os filhos:

Nº 01 Maria Rosa Penteado

Nº 02 Jacinta Franco de Jesus

Nº 03 Francisca de Paula

Nº 04 Delfina Maria Franco

Nº 05 Gertrudes Franco

Nº 06 João Luiz Penteado

N° 07 Inácio Franco Penteado

N° 08 Manoela Franco Penteado

N° 09 Antônio Luiz Leite Penteado

N° 10 Joaquim Leite Penteado

N° 11 Lucas da Silveria Franco

N° 12 Ana Franco Penteado ou Franco do Amaral (?)

Nº 01 Maria Rosa Penteado, casou-se em Atibaia aos 14.NOV.1821 com Inácio Franco Penteado, seu parente, f. em 1842, f° de Justiniano Ortis Leite e de Inácia Maria, n.p. de Estevão Ortiz da Rocha, natural da freguesia do Ó e de Maria Leite, de Parnaíba; n.m.de Domingos Teixeira de Moraes e de Ana Franco, naturais de Pitangui/MG (SL2/89 e 1/ 525); teve:

1.1. João Franco Penteado, casado em Campo Largo aos 06.DEZ.1842 com sua prima Delfina Franco, Soares ou Pires de Camargo(ver adiante N° 02, cap 8°), filha de Inácio Pires de Camargo e de Maria Joana Soares, dispensados no 3° grau misto e 2° de conseguinidade; teve q.d:

2.1. Tobias Soares Penteado, casado em Campo Largocom Rita Penteado (ver 4.2., 3.1., 2.1., 1.3. N° 01, cap. 1° do título Siqueira Franco).

2.2. José Rosa Penteado, c.c Ana de Silveira Campos; teve:

3.1. Sebastiana, c.c seu parente Sebastião Pires da Silveira (v. retro, Cap. 1°, N° 03).

3.2. Alzira Penteado, casada em Bragança com Manoel Nardy.

3.3. Francisco Penteado, já falecido.

2.3. Benedito Soares de Moura falecido em Atibaia aos 29.JAN.1936.

2.4. Maria Franco Penteado, c.c José Soares Ferreira, com descendência, mas sem informação..

2.5. Benedita c.c. Jacinto Lopes c. desc.

1.2. Rita, n. 1825.

1.3. Ana Rosa, n. 1826.

1.4. José n. 1827.

1.5. Ana Carolina que foi casada aos 30.JUN.1867 em Campo Largo com José Francisco de Moraes viúvo de Miquelina Leite, sendo ela filha de João Franco Penteado e de Delfina Soares, os quais temos certeza tratar-se do casal 1.1.

Nº 02 Jacinta Franco de Jesus, casada em 1823 com João Francisco do Amaral, filho de Antônio Ortis do Amaral (1/303) e de Mariana Francisca Ferraz de Araújo (SL2/548), neto paterno de João Ortiz de Camargo e de Ursula Bueno; neta materna de Antônio Ferraz de Araújo e de Gertrudes Corrêa; deixou um filho.

Nº 03 Francisca de Paula, casada em Atibaia em 1830 com Antônio Franco Penteado, filho de Custódio Azevedo Neves e Maria Rosa Penteado, esta filha de Antônio Franco de Camargo e de Rosa Maria Leite SL 1/344, onde foi omitida a filha Maria Rosa Penteado; teve:

1.1. Nhazinha, c.c Joaquim Fróes; teve:

2.1. Maria

2.2. Ana

1.2. João Pires Penteado, c.c Generosa; teve:

2.1. José do Carmo Penteado, c.c Maria Antonia do Amaral (v. título Alves do Amaral, capítulo 5°).

1.3. Joaquim Franco Penteado, c.c Carolina Maria de Jesus; teve:

2.1. Escolástica Franco de Jesus, c.c seu primo Delfim Pires de Camargo, em 1857.

2.2. Ana

2.3. José

Nº 04 Delfina FrancoPenteado, casada em Atibaia 1° vez com seu tio Inácio Pires Camargo (ver cap. 8.° adiante), viúvo de Maria Joana Soares e 2a vez com Benedito Alves de Siqueira (ver 3.1., 2.1., 1.3., N° 01, cap. 1° do título Siqueira Franco), filho de Jacinto Alves de Siqueira e de Maria Bueno. Ver descendência de seu primeiro marido no capítulo 8° do título Pires de Camargo e do segundo marido no capítulo 1° do título Siqueira Franco.

Nº 05 Gertrudes Franco, foi casada em Atibaia em 1848 com Firmino Pires de Oliveira, filho de Salvador Pires de Oliveira e de Maria Elfrasia Penteado (SL 1/342).

Nº 06 João Luiz Penteado[104], c.c Delfina Maria do Carmo; teve q.d:

1.1. Tenente Roque Soares de Moura; 1° vez c.c Eugenia Pacheco Cintra “Nhá Zefá”,filha de Iria Leite Pacheco e de José Felix Cintra (ver 1.1., N° 01, cap. 3° da família Araújo do título I) e 2a vez com Joséfa Mayer. Teve da 1ª esposa q.d.:

2.1. Francisco de Moura “Chico Roque ou Chico Cruz” foi ma figura folclórica em Atibaia.

2.2. Sebastiana de Moura Oliveira

2.3. João de Moura “Nhô João do Grupo Escolar” n. aos 24.JUN.1894 e f. aos 12.MAR.1972.

2.4. Nestor de Moura

1.2. Antônio Soares de Moura, c.c Gertrudes Bueno; com desc.

1.3. Benedito de Moura, c.c Leopoldina Benedita.

1.4. Maria do Carmo, c.c Francisco G. Ferreira.

N° 07. Inácio Franco Penteado casado aos 27.OUT.1842 com Ana Franco, filha de Antônio Alves Cardoso e de Bernardina Maria Franco.

N° 08 Manoela Franco Penteado, foi 2ª esposa de Jacinto Alves de Siqueira com quem se casou em Campo Largo aos 08.JAN.1850 (ver 2.1., 1.3., N° 01 cap. 1° deste título).

Nº 09 Antônio Luiz Leite Penteado; faleceu solteiro.

N° 10 Joaquim Leite Penteado casado aos 11.MAIO.1841 em Campo Largo com Carolina Maria da Silva.

N° 11 Lucas da Silveira Franco casado aos 13.AGO.1833 em Campo Largo com Ana Franco de Moraes, filha de João José de Moraes e de Gertrudes Alves do Amaral.

N° 12 Ana Franco Penteado ou Franco do Amaral. Acreditamos, embora não tenhamos encontrado provas, que Ana Franco Penteado possa ser filha de Antônio Luiz Leite Penteado, ou uma de suas netas, a qual se casou-se com Lucas de Siqueira Franco que acreditamos ser o citado em SL 6/19, filho de Estevão Soares da Rocha e de Gertrudes Maria das Neves. Lucas de Siqueira Franco e Ana Franco Penteado tiveram, entre outros, Gertrudes Franco Penteado ou Gertrudes Maria Franco, f. aos 01.MAR.1921, que se c.c João José de Camargo Lopes ou João Lopes de Camargo[105] aos 21.OUT.1862 em Campo Largo, sendo ele viúvo de Gertrudes Maria Franco e era com toda certeza filho de Gertrudes Maria e de Salvador Lopes de Camargo, o qual pode ser considerado o tronco da numerosa família Lopes de Camargo de Jarinu.

Capítulo 3º

Joaquim Pires de Camargo

Joaquim Pires de Camargo, casado em Atibaia em 1822 com Rita Maria da Silveira (ver descendência em 1.4., N° 02, cap. 4° do títuloSiqueira Franco).

Capítulo 4º

Gertrudes Maria de Camargo

Gertrudes Maria de Camargo c. 1807 c. José Joaquim Franco (SL 1/ 339), teve o filho único:

Nº 01 Calixto Franco de Camargo c. 1840 em Itatiba c. Ana da Silveira. Franco, filha de Joaquim Franco do Amaral e de Delfina da Silveira Cezar (SL 1/484, 6.9.) tiveram os filhos:

1.1. Joaquim n. em 1841.

1.2. Maria n. em 1843.

Capítulo 5°

José Pires de Camargo

José Pires de Camargo nada descobrimos

Capítulo 6°

João Pires de Camargo

João Pires de Camargo n. em 1790 em Atibaia; exerceu a profissão de tropeiro e mais tarde de lavrador; casou-se com 20 anos em 1808 na Freguezia do Ó com Antonia Joaquina filha de Francisco Xavier Bueno e de Gertrudes Machado (SL 1/524) agricultores naquela Freguezia; em 1815 residiu no bairro Santana: o censo daquele ano informa: “vive de sua tropa que tem arreada”; em 1816 aparece no mapa de população com dois filhos nascidos na Freguezia, e em 1820 encontramo-lo residindo definitivamente em Atibaia, bairro do Rio Abaixo como lavrador até 1835 quando adquiriu de Maria Joana Branco da Silva conforme escritura lavrada no Tabelião Arruda de Itú onde residia a vendedora, a Fazenda no bairro do Rio das Pedras, passando então a residir definitivamente em Jundiaí. Em 1856 registrou no Livro Paroquial essa compra declarando que seu filho Elias era condomino por herança na referida Fazenda, sabendo-se então que sua mulher já era falecida. Pelo livro de batismo da Freguezia do Ó o casal teve 3 filhos: Joaquim, outro Joaquim e Elias; pelo censo de 1836 de Atibaia teve mais a filha Maria; em dezembro de 1856 no inventário procedido por morte de João Pires, (Cartório do 1.° Ofício de Jundiaí a partilha foi amigavelmente por não haver menores; na petição assinaram os dois filhos Joaquim e Elias conjuntamente com os dois cunhados José Alves de Siqueira e Francisco José Soares, sem menção dos nomes das respectivas mulheres, por onde se conclue que João Pires de Camargo teve 4 filhos; não conseguimos descobrir descendência dos genros vamos descrever somente a dos dois filhos. Do Livro de Batismos da Freguezia do O’ consta os seguintes assentos:

Nº 01 Joaquim

Nº 02 Joaquim

Nº 03 Elias

Nº 04 Maria

Nº 01 Joaquim batisado aos 22.NOV.1811 com 15 dias, sendo padrinhos: Francisco Barbosa Pires e sua mulher Maria Antonia Franco natural de Atibaia (padrasto e mãe de João Pires), provavelmente faleceu na menoridade.

Nº 02 Joaquim batisado aos 13.JUN.1814 como vemos: “Joaquim: aos 13.06.1814 nesta Matris de N. S. do Ó’ batisei, e pus os Santos Óleos a Joaquim, filho legitimo de João Pires de Camargo e de Antonia Maria sua mulher; padrinhos: Damasio António da Silva e s/ mulher Rita Maria do Esp. Santo. O coadjutor Jacinto Ferraz Coelho” é o registro de batismo tal como está no livro da Matriz da Freguezia do Ó.Casou-se em Campo Largo de Atibaia aos 03.AGO.1841, com Ana Soares (ver N° 05, cap. 4° do título Soares) nascida no bairro de Campo Largo (SL 8/316). No Censo de Atibaia de 1846, eram moradores no bairro do Rio Abaixo, onde tinham fazenda; nessa ocasião Joaquim declarou ter 32 anos e Ana 18, figurando os filhos. Silva Leme na descrição que faz dos descendentes deste casal, não menciona todos os filhos, como também não diz de quem descende Joaquim Pires; as pesquisas de Waldomiro F. da Silveira em sua obra é que completou as falhas da Genealogia Paulistana. Tiveram:

1.1. Maria das Dores Soares de Camargo, n. em 1845, c.c seu primo Jacinto Pires da Silveira, abastado fazendeiro em Itatiba (v. Descendência neste Título, Capítulo 1°, n° 03).

1.2. José Soares de Camargo Pires, fazendeiro em Amparo, falecido em 1924 com 78 anos, casou-se em Itatiba em 1868 com Francisca Franco de Godoi filha de João de Godoi Lima (SL 1/301); deixou os filhos naturais de Amparo:

2.1. Joaquim de Lima Pires n. aos 02.MAIO.1870 e falecido em Amparo aos 13.JUN.1952; casou-se em Araras com sua parente Braulia Soares de Lacerda (ver N° 05, cap. 3° do títuloSiqueira Franco). Joaquim foi abastado fazendeiro em Araras Jaboticabal e Amparo, e proprietário e capitalista em S. Paulo; filhos:

3.1. Zuleika c. em junho de 1924 com Antônio de Carvalho Fontes, s.d.

3.2. Fausto de Lima Pires c. em maio de 1927 com Helena Marschall s.d.

3.3. Olavo de Lima Pires c. 1939 com Maria Leonor de Oliveira; filhos:

4.1. Vera

4.2. Sérgio

2.2. Horacio de Lima Pires falecido em 1913, foi casado 2 vezes: 1° vez com Laura do Prado (descendente de Jeronimo de Camargo, o fundador de Atibaia) e 2a vez com Ester Silveira; teve só do 1° matrimônio:

3.1. Moacir Pires

3.2. Francisca do Prado Pires

2.3. Ana Benedita Pires.

2.4. Raul Pires falecido aos 13.FEV.1939 com 56 anos, casou-se em Jundiaí em 1913 com sua prima Judite Soares (v. adiante neste título.) tiveram os filhos:

3.1. Luiz de Camargo Pires, médico formado em 1940 pela Universidade de S. Paulo; casou-se aos 24.FEV.1947 com a professora Mercedes Mátachana; teve:

4.1. Raul

4.2. José Luiz.

3.2. Maria Ines de Camargo Pires c.c. Reinaldo Alves; teve:

4.1. Judite

4.2. Maria

4.3. Evelina Maria

3.3. Osvaldo Camargo Pires, diretor do grupo escolar de Amparo.

3.4. Maria Tereza de Camargo Pires

3.5. Maria Helena

2.5. Oscarlina c.c Felix Pestana já falecido; s.d.

2.6. Artur de Lima Pires c.c. Alice Bastos Machado s.d.

2.7. Dario de Lima Pires f. em 1942, foi c.c Leonor Scrosoppi. s.d.

1.3. Boaventura Soares de Camargo f. aos 06.ABR.1920 com 73 anos em Amparo onde foi abastado fazendeiro, casou-se em Jundiaí com Barbara da Silveira Franco, falecida com 63 anos aos 21.JAN.1930. (Barbara é irmã de Cesaria da Silveira Franco c.c Joaquim Pires de Oliveira (v. adiante) ambas filhas de Manoel Damasio da Silveira Franco (Maneco Damasio) (v. SL2/285,9-4 onde não menciona a desc.). Do casal Boaventura e Barbara, descendem:

2.1. Agenor Soares de Camargo, farmacêutico. Casou-se 1° com sua parente Benedita Pimentel falecida em 1917, e 2a vez com Buridice Moraes falecida aos 05.SET.1951. Residiu muitos anos em S. Cruz do Rio Pardo; faleceu em Jundiaí a 25.NOV.1948. Deixou um filho do 1° casamento e seis do 2º casamento :

3.1. Paulo Pimentel de Camargo, cirurgião dentista casado aos 31.JUL.1940 com a profª Laura Teresinha Silva. Teve:

4.1. Laura Maria

4.2. José Roberto

4.3. Otávio.

3.2 Neli Moraes Camargo, professora, c.c Ilson Nogueira fazendeiro em Jundiaí; filhos:

4.1. Nel

4.2. Mareia

4.3. Ilson

3.3. Lucí Moraes Camargo, funcionaria pública.

3.4. Fani Moraes Camargo, professora.

3.5. Nanei Moraes Camargo, professora.

3.6. Agenor

3.7. Sofia

2.2. Joaquim Soares de Camargo

2.3. Alcides Soares de Camargo

2.4. Nivaldo Soares de Camargo c. aos 23.DEZ.1933 com a profª Branca de Melo; Teve:

3.1. Nivaldo

3.2. Sérgio

3.3. Gilberto

2.5. Ana S.de Camargo “Nicota” casada aos 12.FEV.1915 com seu primo Rodrigo S. de Oliveira (v. adiante) s.d.

2.6. Judite da Silveira Camargo casada aos 31.DEZ.1913 com seu primo Raul Pires falecido aos 13.DEZ.1939 com 56 anos. (ver descendência retro neste título).

2.7. Odila Soares de Camargo

2.8. Gumercindo Soares Camargo, medico formado em 1924; foi diretor clínico do hospital de S. Vicente de Jundiaí; casou-se aos 16.OUT.1927 com a profª Elisa Bandeira; teve:

3.1. José Carlos Bandeira de Camargo, médico e empresário.

3.2. Maria da Gloria Bandeira de Camargo c. em 1954 c. o eng.° Adolfo Traldi.

3.3. Tereza Maria Bandeira de Camargo

3.4. Paulo José

3.5. José Roberto, médico, empresário, proprietário do hospital Santa Elisa de Jundiaí..

1.4. Ana Soares de Camargo “Aninha” falecida em Jundiaí aos 04.JAN.1917 com 79 anos, c.c o major Antônio José de Oliveira, fazendeiro e proprietário em Jundiaí, falecido com 91 anos aos 19.JAN.1914: filhos:

2.1. Escolástica Soares com 85 anos em 1952, no estado de viúva de Inácio Ferraz de Camargo seu primo, com quem se casou aos 19.OUT.1879 (v. adiante N° 03) filhos:

3.1. Antônio de Oliveira Camargo, ex-tabelião, casado aos 22.DEZ.1909 com Noemia Gandra; faleceu aos 01.JUN.1945 com 65 anos; filhos:

4.1. Silvio Gandra Camargo, funcionário publico.

4.2. Plínio Gandra Camargo falecido aos 03.MAIO.1938 com 26 anos.

4.3. Celina, casada aos 21.JAN.1949 com Luiz Ferrari teve um filho.

4.4. Marino Gandra Camargo, contador, casado aos 08.DEZ.1945 com Vanda Vicentina; faleceu aos 02.ABR.1950 com 32 anos; deixou a filha:

5.1. Vanda Marina Camargo.

4.5. Helena casada em 1955.

4.6. Renato Gandra Camargo, contador e funcionário público.

4.7. Clóvis Gandra Camargo c. aos 01.DEZ.1951 com a profª Lurdes Toledo.

4.8. Venina Gandra Camargo, professora.

4.9. Jovino Gandra Camargo, falecido.

3.2. Virgílio Ferraz de Camargo, auxiliar da justiça em Jundiaí, casou-se aos 24.DEZ.1919 com a professora Antonieta Pestana (ver N° 03, cap. 10° do título Leite); filhos:

4.1. Mário Pestana Camargo, bancário.

4.2. Ceci casado aos 19.DEZ.1949 com Jovino Biteneourt Filho.

4.3. Lúcia Pestana Camargo

4.4. Rubens Pestana Camargo.

3.3. Ana Augusta de Camargo “ Nina” casada aos 05.FEV.1914 com Carlos Teixeira. Teve:

4.1. Inácio de Loiola Teixeira c.c Georgina Rodrigues, tem 3 filhos:

5.1. Antônio Carlos

5.2. José Carlos

5.3. Paulo

4.2. Antônio Teixeira casado aos 15.NOV.1947 com Lilia Pascoal, teve:

5.1. Carlos

5.2 Antônio, geneos.

4.3. José Camargo Teixeira, adv° em Atibaia, c.c. Idalina Gomes aos 19.JAN.1952. Teve:

5.1. Francisco

5.2. Fernando

3.4. Etelvina Soares de Camargo.

3.5. Laura faleceu solteira aos 27.MAIO.1921 com 22 anos.

3.6. José Elias de Camargo falecido aos 24.JUL.1925 com 31 anos, casou-se aos 20.NOV.1919 com Amélia Giuntini, deixou os filhos:

4.1. Nair Giuntini de Camargo casada aos 14.DEZ.1946 com Armando Guerrazi, médico.

4.2. Maria Amélia Giuntini de Camargo, professor.

3.7. Paulo faleceu solteiro aos 15.JUL.1939 com 3 anos.

2.2. Maria Soares de Camargo n. aos 19.MAR.1865 casou-se em Jundiaí com o cel. Júlio César Ferreira Gandra n. aos 27.OUT.1857. O cel. Júlio faleceu em 1935. Deixaram os filhos:

3.1. Antônio Ferreira Gandra n. aos 23.MAR.1887; formado em farmácia em 1905 e em medicina pela faculdade do Rio de Janeiro em 1911; casou-se em Jardinopolis aos 23.MAR.1917 com Ofélia Guimarães; teve 2 filhos:

4.1. Sidney Guimarães Gandra, contador, casado aos 12.JUN.1948 com Dirce Costa; teve:

5.1. Mário Ricardo

5.2. Plinio Caio

5.3. Flavio César

4.2. Eloisa Guimarães Gandra

3.2. Ana Soares Gandra n. aos 01.OUT.1889, casou-se aos 22.JUN.1909 com o prof° Álvaro Penteado de Castro. O prof° Castro foi adjunto e depois diretor do rupo escolar de Jundiaí, tendo lecionado também na escola normal da mesma cidade. Na capital lecionou nos grupos da Moóca e do Braz. Foi professor da escola da força pública e de diversos ginásios particulares. Ana faleceu em S. Paulo aos 30.AGO.1946; filhos deste casal:

4.1. Ney Penteado de Castro n. aos 16.NOV.1910, e formado em medicina pela Universidade de S. Paulo em 1935; foi médico da Beneficência Portuguesa, cargo que deixou para assumir a direcão dos Hospitais de Belterra e Fordlandia da Cia. Ford do Pará; residiu em Santa Rita do Passa Quatro onde teve grande clínica, tendo sido também diretor da Santa Casa local. Casou-se em S. Paulo aos 16.OUT.1941 com Carlota Pinheiro. Teve:

5.1. Sônia Maria e

5.2. Flavio

4.2. Álvaro Gandra Penteado de Castro n. aos 18.JAN.1913 formou-se em direito em 1935, especializando-se em legislação trabalhista. Faleceu prematuramente aos 30.DEZ.1949. Foi casado aos 11.ABR.1940 com Maria Xavier Guimarães; filhos;

5.1. Nelson n. aos 09.JAN.1941

5.2. Waldir n. aos 04.JUN.1944.

3.3. Antenor Soares Gandra n. aos 10.FEV.1891; médico, casou-se aos 03.JUN.1916 com Maria Celeste Eibeiro; foi diretor da Santa Casa de Jundiaí; militou na política local tendo sido ótimo prefeito de 1933 a 1936; foi deputado estadual pelo partido constitucionalista; faleceu aos 18.MAIO.1945, deixando os filhos:

4.1. Maria Joana casada aos 25.MAIO.1935 com o ilustre médico Zeferino Vaz que foi diretor da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto. Foi fundador da UNICAMP e da USP de Ribeirão Preto.

4.2. Yaro Soares Gandra, médico, c. aos 05.JUL.1947 com Egla Raia; Teve:

5.1. Vera n. aos 10.MAR.1949.

5.2. Renato n. aos 21.JAN.1952.

4.3. Yaci Ribeiro Gandra c aos 29.SET.1940 com José Carlos de Macedo Soares, Teve:

5.1. Rosali n. aos 07.OUT.1944.

5.2. José Carlos n. aos 16.OUT.1941.

5.3. José n. aos 18.JUL.1952.

4.4. Igar Ribeiro Gandra c aos 23.OUT.1947 c Marina Monteiro de Barros Ferreira; Teve:

5.1. Antenor n. aos 08.FEV.1951.

3.4. Nivaldo Ferreira Gandra n. aos 01.NOV.1895; frequentou a escola politécnica sem completar o curso; foidiretor da fábrica de cimento Itapeva; casou-se aos 26.JUL.1927 com Mafalda Petiná; teve uma filha:

4.1. Lúcia c. aos 04.SET.1950 com Plínio Cândido de Souza Dias; filhos:

5.1. Júlio César n. aos 02.MAR.1952.

5.2. Otávio Eduardo n. aos 03.MAIO.1953.

3.5. Herminia casada aos 30.NOV.1920 com Cícero Ferreira de Abreu, teve uma filha:

4.1. Dayse n. aos 22.MAR.1922 e casada aos 05.NOV.1945 com o eng° industrial Milton de Freitas Aires. Teve:

5.1. Ana Maria n. aos 05.AGO.1950.

5.2. Paulo n. aos 10.FEV.1953.

5.3. Luiz Roberto n. aos 14.AGO.1954.

3.6. Mário Saruhy Gandra n. aos 01.FEV.1905, formou-se em engenharia pela universidade Mackensie em 1929; casou-se aos 03.DEZ.1935 com Maria Ladeira, pertencente à conhecida e destacada família Ladeira de Campinas; foi alto funcionário do dep. de águas e esgotos da secretaria da viação, onde se fez estimar pelos seus apreciáveis dotes de inteligência e capacidade administrativa; falecido em fevereiro de 1955; filho:

4.1. Gilberto Ladeira Gandra n. aos 20.AGO.1943.

2.3. Capitão Joaquim Pires de Oliveira, foi oficial do registro civil de Jundiaí n. em agosto de 1869; casou-se aos 12.AGO.1893 com Cesaria da Silveira Franco, falecida a 27.JUL.1927 com 51 anos, filha de Manoel Damasio da Silveira Franco (v. retro 1.3.) filhos:

3.1. Antonieta da Silveira Pires, f. 24.JUN.1934.

3.2. Alice da Silveira Pires, freira do convento da Luz, sob o nome de Soror Maria Beatriz de Jesus Hóstia, falecida aos 07.DEZ.1940.

3.3. Maria da Silveira Pires, falecida aos 02.JAN.1931.

3.4. Olga da Silveira Pires

3.5. Robertina da Silveira Pires

3.6. Maria de Lurdes Pires casada aos 25.SET.1924 com Brasilio da Silveira Martins, e falecida aos 12.OUT.1931 com 34 anos. Filhos:

4.1. José Pires Martins, contador, oficial maior do cartório de registro civil de Jundiaí, casado aos 18.MAIO.1950 com Lúcia Piva, teve:

5.1. José Eduardo

4.2. Levi Pires Martins, bel. e industrial, casado aos 27.DEZ.1951 com Eunice Doval; teve:

5.1. Levilier Doval Pires Martins n. 1953.

4.3. Tales Pires Martins,bacharel e comerciário.

3.7. Dagmar Pires casada aos 26.JUL.1923 com Mário Borim, tabelião do 1° ofício de Jundiaí falecido aos 06.OUT.1952; filhos:

4.1. Maria Aparecida Borim casada aos 08.OUT.1950 com Luiz de Silos Cintra. Teve:

5.1. Cecília Maria Borim Cintra n. em 1953.

4.2. José Luiz Borim, oficial maior do 1° Tabelionato.

4.3. Mário Luiz Borim.

3.8. Fausto da Silveira Pires, oficial sucessor do registro civil de Jundiaí.

3.9. Inês da Silveira Pires c.c Francisco Paulo Novack, médico e fazendeiro no Paraná.

3.10. Ondina Pires de Oliveira.

3.11. Neide da Silveira Pires c. aos 09.DEZ.1937 com Lúcio Agnel Riveli, contador, industrial e vogal da junta de conciliação e julgamento de Jundiaí. Teve:

4.1. Maria Lúcia n. aos 07.ABR.1942.

4.2. Aluisio n. aos 20.DEZ.1945.

4.3. Iara n. aos 23.NOV.1947.

2.4. José Pedro de Oliveira “Jucá Raimundo” capitalista e fazendeiro, c. aos 30.OUT.1898 c. Francisca Miranda, falecida aos 20.DEZ.1931; Teve:

3.1. Antônio Raimundo de Oliveira, foi secretario da câmara de Jundiaí casado aos 20.NOV.1921 com Alcina Pontes; teve:

4.1. Adi Pontes de Oliveira

4.2. Ari Pontes de Oliveira c. em 1954 c. a prof° Maria Stela Ludk.

4.3. Manoel Pontes de Oliveira.

4.4. Ana Vitoria.

4.5. Alcino Pontes de Oliveira c. aos 04.DEZ.1947 c.Marivone Madeira, Teve:

5.1. Antônio Manoel n. em 1948.

5.2. Maria do Carmo n. em 1950.

5.3. Alcino n. 1953.

3.2. Ana n. em 1901 e f. em 1921, foi casada aos 26.JUL.1920 com Rubens de Carvalho, s/desc.

3.3. Francisca c. aos 13.MAIO.1926 com Américo Lordelo Figueiredo coletor estadual, teve:

4.1. Maria Elisa c. em 1947 com Alberto Bocchino.

4.2. Ana Maria

4.3. Maria Lúcia

4.4. Maria José

4.5. Luiz Antônio Maria

3.4. Adriano Soares de Oliveira, func.público, c. aos 27.JAN.1950 com Maria Zilda de Oliveira.

4.1. José Adriano

4.2. Marisa

4.3. Mareio n. aos 18.MAR.1955.

3.5. Rodrigo Soares de Oliveira Sobrinho, foi redator do“Estado de São Paulo”.

3.6. Maria Iracema de Oliveira.

3.7. Lidia de Oliveira.

3.8. Maria José de Oliveira

2.5. Horácio Soares de Oliveira fazendeiro em Jundiaí, falecido com 76 anos em agosto de 1954; casou-se aos 10.DEZ.1908 com Maria Augusta Ferreira Gandra; Horacio foi prestante cidadão tendo exercido vários cargos eletivos entre os quais o de prefeitode FEV.1936 a 04.JUN.1936. Foi filiado ao partido constitucionalista e a UDN. Deixou os filhos:

3.1. Maria de Lurdes Oliveira, casada aos 23.JUL.1938 com Ugieri Milani.

3.2. Ana de Oliveira c. aos 26.ABR.1947 com João Carlos Cananéa de Almeida.

3.3. Luci de Oliveira, inspetora do SESI casada aos 08.SET.1937 com Nelson Ferraz de Castro, funcionário ferroviário.

3.4. Dulce de Oliveira, casada aos 30.MAIO.1936 com Paulo Gomes Cardim, advogado e Lente Catedrático do Conservatório; teve:

4.1. Maria Esteia

4.2. Regina Aparecida

3.5. Zoe de Oliveira c aos 29.JAN.1947 com Hélio Pereira de Queiroz. Tiveram:

4.1. Maria Hebe

4.2. Hélio

3.6. José Bento Soares de Oliveira, fazendeiro.

3.7. Benedito Soares de Oliveira, fazendeiro.

3.8. Escolástica de Oliveira.

3.9. Zelia de Oliveira

2.6. Rodrigo Soares de Oliveira capitalista e proprietário em Jundiaí, casou-se com sua prima Ana Soares de Camargo (v. retro 1.3., 2.5. s.desc.). Faleceu Rodrigo Soares com 76 anos em julho de 1953.

Nº 03 Elias Tomaz de Camargon. aos 29.MAR.1817 na Freguezia do Ó, quando seu pai ali residiu temporariamente. Em 1861 era tenente do 11° batalhão de Jundiaí; neste ano já era casado e lavrador. Casou-se em Jundiaí com Francisca Monte. Teve:

1.1. Inácio Ferraz de Camargo, capitalista e proprietário casado aos 19.OUT.1879 com sua prima Escolástica Soares (v. retro neste Tit. 1.4., 2.1).

Nº 04 Maria nascida em Atibaia, nada descobrimos.

Capítulo 7º

Maria Francisca

Maria Francisca nascida aproximadamente em 1795 casou-se em Atibaia em 1811 com Salvador Cardoso de Camargo. Em 1816/817 residiram em Jundiaí onde eram agricultores em terras próprias. (SL1/340) tiveram três filhos pelo censo de 1817:

Nº 01 Ana n. 1813.

Nº 02 Gertrudes n. 1815.

Nº 03 João com 5 mezes em 1817.

Capítulo 8º

Inácio Pires de Camargo

Inácio Pires de Camargo n. aos 24.AGO.1799, sendo que seu pai, João Pires Pimentel, faleceu aos 15.JUL.1799, portanto, Inácio era filho póstumo e consequentemente último filho de João Pires Pimentel e sua esposa Maria Antonia Franco. Foi fazendeiro e tropeiro em Campo Largo de Atibaia, hoje Jarinu. Inácio Pires de Camargo casou-se primeira vez em Atibaia aos 03.JUL.1821 com Maria Joana Soares ou apenas Joana Soares (capítulo 3° do título Soares), falecida aos 09.DEZ.1836, filha de Francisco Soares de Lima e de Gertrudes Maria, (troncos do título Soares). Casou-se segunda vez em 1838 com sua sobrinha Delfina Franco Penteado n. em 1825 (ver N° 04 do cap. 2°, retro). Inácio e seus descendentes eram residentes em Campo Largo (Jarinu) e aí faleceu aos 02.SET.1850 sendo sepultado na capela de Nossa Senhora do Carmo de Campo Largo. Deixou seis filhos do primeiro casamento e três do segundo, todos descobertos por nós, nos respectivos inventários de seus pais.

Nº 01 Gertrudes Maria Soares Lima (n. 1822 a 1824) [ minha hexavó]

Nº 02 João Pires de Camargo (n. 1823 a 1825)

Nº 03 Delfina Pires de Camargo ou Soares (n. 1822 a 1825)

Nº 04 Maria Soares de Lima (n. 1827 a 1829)

Nº 05 Francisco José Soares (n. 1829 a1833)

Nº 06 Delfim Pires de Camargo (n. 1833 a 1837)

Nº 07 Pedro (n. 1842)

Nº 08 Constança Franco Penteado (n. 1844, 45 ou 46)

Nº 09 Maria Franco Penteado (n. 1849)[106]

Nº 01 Gertrudes Maria Soares ou Gerturdes Soares de Lima, por Waldomiro F. Silveira n. entre 1819 a 1822 em Atibaia, foi casada aos 27.DEZ.1836 em Campo Largo (Jarinu) com Manoel Alves de Siqueira (ver 2.3., 1.3., N° 01, capítulo 1° do título Siqueira Franco), natural de Atibaia, filho de Maria Jacinta (SL1/328) e de Joaquim Antônio de Siqueira e trineto do 1º capitão-mor de Atibaia e SL 2/49. Tiveram, entre 1839 a 43,q.d.:

1.1. Maria Soares n. em 1843 em Campo Largo e aí casada aos 16.DEZ.1856 com Serafim Severino de Almeida, ainda vivia em 1895, filho de José Severino de Almeida e de Maria da Conceição que se casaram aos 29.JAN.1838, ele filho de Salvador de Avilla e de Ana Francisco Cardoso (SL 1/327) e ela filha de José Ferraz de Araújo (SL1/303) e de Maria Angélica Cardoso (SL2/291). Tiveram q.d.:

2.1. Escolástica Maria Soares n. aos 21.ABR.1861 em Campo Largo e aí falecida aos 01.JUN.1899 com apenas 38 anos. Casou-se em 1877 com Antônio Pires de Camargo, nascido por volta de 1854 em Campo Largo e aí falecido aos 16.JUL.1889 com apenas 35 anos, filho de Manoel Francisco de Camargo e de Ana Francisca Cardoso, casados aos 06.AGO.1842 em Atibaia, ele filho de José Joaquim de Camargo e de Luzia Bueno de Moraes e ela filha de Jacinta Maria Franco e de Antônio Pires de Godoi, falecido em abril de 1837 em Atibaia e sepultado em Itatiba, filho do sargento-mor de Atibaia Ignácio Franco de Camargo e de Gertrudes Pires de Godoi. Escolástica casou-se segunda vez aos 12.JAN.1890 com Florêncio Lopes de Camargo, falecido aos 22.OUT.1910, filho de João Lopes de Camargo e de Gertrudes Franco Penteado. Escolástica deixou testamento e herança no valor de 3.399.330 mil réis[107], sendo 1.699.665 para seu segundo marido e a mesma quantia para cada um dos nove filhos (cinco do 1º casamento e quatro do 2º casamento), no inventário de Escolástica Maria constava que a mesma tinha recebido parte de uma fazendaem Campo Largo que pertenceu a Francisco Soares de Lima que vem a ser seu trisavô e tronco do título Soares, provavelmente em razão de sua mãe, avó e bisavó terem falecidos cedo como ela própria.Portanto, Escolática teve cinco filhos com seu primeiro marido (Antônio Pires de Camargo) e quatro com seu segundo marido (Florêncio Lopes de Camargo) os quais perderam seus pais muito cedo. Tiveram:

3.1. Benedita n. aos 24.SET.1878, em Campo Largo, casada aos 13.FEV.1893 em Jarinu com Benedito Ribeiro dos Santos, residentes em 1899 no bairro da Caioçara em Atibaia.

3.2. José Antônio de Camargo n. aos 17.FEV.1881 em Campo Largo (teve como seu tutor Francisco Rodrigues Soares), casado aos 05.FEV.1910 com Umbelina Maria de Jesus, nascida em 1881. (ver desdendência no título Siqueira Franco)

3.3. Sebastião n.em Campo Largo aos 05.OUT.1883 e aí f. aos 17.OUT.1899 com apenas 16 anos.

3.4. Maria Soares de Camargo n. aos 02.NOV.1885 em Campo Largo (teve como tutor Francisco Rodrigues Soares) casada aos 21.DEZ.1901 com Caetano Modanezi, n. em 1868, italiano natural de Sant’Alberto/ Ravenna.

Ana Soares Leite foto aproximada

Ana Soares Leite

3.5. Ana Soares Leitenasceu aos 29.DEZ.1887 em Campo Largo de Atibaia, hoje Jarinu. Foi a primeira esposa de José Benedito Leite (ver N° 03, cap. 6° do título Leite) nascido aos 17.MAR.1887 em Atibaia e aí falecido aos 22.MAR.1964 casados em Atibaia aos 10.SET.1903; ambos sepultados no cemitério São João Batista em Atibaia. Ana Soares Leite faleceu aos 15.ABR.1935.Ver descendênciadesenvolvida nos títulos Siqueira Franco, Alves do Amaral e Leite deste trabalho (meus trisavós).

3.6. João (primeiro filho de Escolástica com seu segundo marido Florêncio Lopes de Camargo), nascido aos 22.MAR.1891 e casado aos 22.JUL.1940 em Jundiaí/SP com Benedita Maria do Carmo.

3.7. Antônio, (segundo filho de Escolástica com seu segundo marido Florêncio Lopes de Camargo), nascido em 1893, mas sem informação.

3.8. Horácio (terceiro filho de Escolástica com seu segundo marido Florêncio Lopes de Camargo), nascido em 1895, mas sem informação.

3.9. Pedro (quarto e último filho de Escolástica com seu segundo marido Florêncio Lopes de Camargo), nascido aos 26.JUL.1897, mas sem informação.

1.2. Ana n. em 1842, nada descobrimos.

1.3. Escolástica Soares de Siqueira n. em 1845casada aos 20.MAIO.1882 José Soares de Lima Sobrinho (ver N° 01 do cap. 4° do título Soares). Não tiveram filhos.

Nº 02 Delfina Pires de Camargo ou Soares n. em 1825 e casada aos 06.SET.1842 em Campo Largocom seu primo João Franco Penteado, filho de Inácio Franco Penteado e de Maria Rosa Penteado (verN° 01, cap. 2° retro).

Nº 03 João Pires de Camargo, nascido em 1827, c. c. Ana Franco das Dores teve:

1.1. Maria

1.2. Jacinto Franco de Camargo, falecido em 1857 em Jundiaí; deixou segundo seu inventário os herdeiros:

2.1. José Pires Franco

2.2. (?) casada com Francisco Franco de Lima (Cart. do 1.° Oficio.).

Nº 04 Maria Soares, nascida em 1830, casada em Campo Largo aos 17.FEV.1846 com Jorge Mendes do Amaral, filho de Leandro Mendes do Amaral e de Candida Leite Penteado, residentes na ocasião do falecimento de seu pai (1850) em Campo Largo de Atibaia, hoje Jarinu.

Nº 05 Francisco José Soares também conhecido como Francisco Soares de Camargo, nascido em 1833, casado em Campo Largo de Atibaia com sua prima Jacinta Maria Soares (ver N° 06 do cap. 7° do título Soares), pois a mãe de Francisco era irmã do pai de Jacinta.

Nº 06 Delfim Pires de Camargo, c.c sua prima Escolástica Franco de Jesus (v. retro). Teve:

1.1. João Pires de Camargo c.c sua prima Maria da Silveira Franco, filha de Miguel Serafim e de Escolástica da Silveira Franco. Filhos:

2.1. Benedito Franco de Camargo, c.c sua prima Francisca Franco de Camargo (v. adiante 1.4., 2.2.); teve:

3.1. Maria Luiza

3.2. Alice

3.3. Ana

3.4. Terezinha

3.5. Araci

2.2. Lázara Pires de Camargo, c.c João Antônio de Oliveira; teve:

3.1. Clarisse, c.c José Pires.

3.2 Ana, c.c Sebastião Franco de Lima.

3.3. Maria, c.c Fulano Marqueti.

3.4. Francisca, c.c João Aranha.

3.5. João de Oliveira Filho, c.c Alice Polese.

2.3. Paula Pires de Camargo, c.c seu parente Emilio Franco Penteado; teve:

3.1. Benedito Franco Penteado, c.c Angelina Polacani.

3.2. Francisea, c.c Sebastião Alves.

3.3. Palmira, c.c Antônio Queirós.

3.4. Antônio Franco Penteado

3.5. Bento P. Penteado

2.4. Francisca Pires de Camargo, c.c seu parente Egidio Franco da Silveira (de Atibaia); teve:

3.1. João Franco da Silveira, c.c Tereza Alegre.

3.2. Joaquim Franco da Silveira

3.3. Crescentino Franco da Silveira, c.c Izabel Fazoli.

3.4. José; faleceu solteiro.

3.5. Clarisse, c.c Raul.

3.6. Lázara, c.c Anacleto.

3.7. Terezinha

2.5. Venceslá, c.c seu parente José Franco Penteado; teve:

3.1. Francisca, c.c Sebastião Ramalho; teve:

4.1. Rubens

3.2. Izabel, c.c Paulino Zamboni.

3.3. Aparecida, c.c Antônio Zamboni.

3.4. Benedita, c.cm Felicio Davela.

3.5. Clara

3.6. João Franco Penteado.

1.2. Albano Pires de Camargo, c.c sua prima Maria Franco (v. títuloSiqueira Franco, 2.2., 1.4., N° 02, cap. 4.°); teve:

2.1. Benedito; foi casado e faleceu sem desc.

2.2. Sebastião Franco de Camargo; casado.

2.3. Loreneo Franco de Camargo; casado.

2.4. Lázaro; já falecido.

1.3. Belarmino Franco Penteado, falecido em 1930, foi casado 1° com sua tia materna Ana da Silveira Franco, e 2a vez com Clarisse de Almeida Oliveira, natural de Rezende/RJ; teve, da 1a mulher dois filhos e três com a 2ª:

2.1. Lázaro Franco Penteado, c.c Leopoldina Rodrigues da Silva.

2.2. Francisca, c.c seu primo, Benedito Franco de Camargo(v. retro, 1.2., 2.1.).

2.3. João Franco Penteado, c.c Maria Rosa de Siqueira.

2.4. Joaquim Franco, c.c Iracema Moura Leite.

2.5. Benedita, c.c Eugênio Rasmussen.

1.4. Antônio Pires de Camargo, c. em Itatiba com sua prima Benedita Franco da Silveira; teve:

2.1. Francisca, c.c Benedito de Toledo.

2.2. Lázara, c.c Silvano Pinto; teve:

3.1. José

3.2. Milton.

2.3. Maria.

2.4. Cristina, c.c José Alves.

2.5. Escolástica

2.6. Antonia

2.7. Tereziriha

2.8. Sebastião Pires de Camargo

2.9. José Pires de Camargo

2.10. João Pires de Camargo

2.11. Antônio Pires de Camargo

2.12. Benedito Pires de Camargo

1.5. Lázaro Pires de Camargo, c.c sua parente Prancisca da Silveira Franco; teve:

2.1. Benedito Pires de Camargo, casado 1° com sua prima Sebastiana Franco da Silveira, e 2a vez com sua cunhada Angela Franco da Silveira.

2.2 José Pires de Camargo, c.c Clarisse.

2.3. Joaquim Pires de Camargo; casado.

2.4. Antônio Pires de Camargo.

2.5. Eleutério Pires de Camargo

2.6. Sebastiana, c.c seu primo Lázaro Pires de Camargo.

2.7. Maria, c.c Benedito Vidal.

2.8. Escolástica, c.cm Joaquim, já falecido; teve um filho:

3.1. Joaquim

1.6. Sabino Pires de Camargo, c.c sua parente Marcolina Franco Penteado; Teve:

2.1. José Franco Penteado, c.c Francisca Padilha.

2.2. Lázaro Franco Penteado, c.c Luiza de Paula.

2.3. Bento Franco de Camargo; casado.

2.4. Antônio

2.5. Vicente

2.6. Luiz

2.7. Benedita, c.c Raimundo de Brito.

2.8. Sebastiana, c.c José Vidal

2.9. Escolástica, c.c João Gabriel Rasmussen dos Santos.

2.10. Maria, c.c seu primo João Carolino Franco.

1.7. Elisa Pires de Camargo, c.c seu primo Joaquim Pires de Camargo; Teve:

2.1. Lázaro de Camargo Pires, c.c sua parente Julieta Piresde Camargo.

2.2. Benedito de Camargo Pires

2.3. Sebastião Pires de Camargo, c.c Josefina Cassandré.

2.4. Francisca, c.c Júlio Jolí.

2.5. Maria, c.c Vitorio Rela.

2.6. Jacinta, casada 1° vez com Joaquim Luiz Bueno e 2a vez com João de Oliveira.

2.7. Antonia, c.c Alcides.

2.8. Escolástica, c.c Sebastião Franco.

1.8. Ana Pires de Camargo, c.c seu parente Jacinto da Silveira Franco; Teve:

2.1. Sebastião Silveira Franco

2.2. Antônio Silveira Franco, c.c Ana Tavares.

2.3. Benedita, c.c Alfredo Passos.

2.4. Olímpia, c.c seu parente Benedito Franco Penteado.

2.5. Lázara, c.c Alexandre Heflemer.

2.6. Francisca, c.c Benedito Pupo.

1.9. Francisca Pires de Camargo, falecida em 1939, foi c.c Benedito da Silveira Franco Crispim (vertítulo Siqueira Franco, cap. 4°, N° 02, 1.2, 2.1).

Nº 07 Pedro, nascido em 1842, nada descobrimos.

Nº 08 Constança Franco Penteado,nascida em 1844 casada aos 27.MAR.1864 com Candido Barbosa de Siqueira, filho de Manoel Barbosa de Camargo e de Matilde Jesuina (ver 1.3., N° 03 cap. 1° do título Siqueira Franco).

Nº 09 Maria Franco Penteado, nascida em 1849 casou-se em Campo Largo de Atibaia aos 08.AGO.1865 com Lucas Benedito da Costa, filho de Francisco José de Oliveira e de Manoela Maria Bueno.

Capítulo 9º

Bernardina Maria Franco

Bernardina Maria Franco casada em 1820 com Antônio Alves Cardoso, filho de Joaquim Alves Cardoso e de Ana Francisca Bueno (v. SL 1/401 e 491 5-6 e 6-4).

Capítulo 10º

Joaquina Franco

Joaquina Franco casou-se em 1823 com o Alferes Salvador do Nascimento Franco, que foi juiz de ófãos de Atibaia, filho do capitão de milícias Crispim da Silva Franco. Sem descendentes.

Capítulo 11º

José Franco

José Franco nasceu em 1801. Sem informações.

Capítulo 12º

Francisco Franco

Francisco Franco nasceu em 1805. Sem informações.

FIM DO TÍTULO PIRES DE CAMARGO

FAMÍLIA ALVIM de Atibaia

Descendentes de José Alvim de Campos Bueno

Como anexo a este título vamos desenvolver a descendência do Tenente-coronel José Alvim de Campos Bueno “José Alvim” ou “Nhô Bim” (SL 1,378), devidosua importância política, econômida social e de seus descendentes.

José Alvim era natural de Atibaia, filho de Francisca Emília de Campos Bueno e de Pedro Joaquim Bueno, por este “Nhô Bim” era hexaneto, ou neto em 6° grau de Jerônimo de Camargo, considerado o fundador de Atibaia. José Alvim foi casado primeira vez em Campo Largo aos 11.JUL.1854 com Gertrudes Maria Campos e segunda vez com Bernardina, filha de Lourenço Justiano de Padua e de Ana Pacheco, de Itú.

José Alvim foi chefe político em Atibaia sendo o último líder do partido liberal, foi também fiscal da câmara 1853/56; de 1861 a 1864 foi vereador na qualidade de suplente, sendo depois reeleito em diversas legislaturas; com advento da República tornou-se chefe do PRP, partido republicano paulista, também foi juiz de paz em 1883, partidor e contador do juízo municipal e de órfãos. José Alvim faleceu aos 04.ABR.1902, sendo seu túmulo um dos primeiros do cemitério do santíssimo e pode ser considerado o tronco da família Alvim de Atibaia. Teve 8 filhos com a primeira esposa e nenhum com a segunda:

Capítulo 1° Pedro Joaquim Alvim

Capítulo 2° José Francisco “José Bim”

Capítulo 3° Eduvirgem Alvim

Capítulo 4° Adolfo Alvim

Capítulo 5° Francisca Alvim

Capítulo 6° Juvenal Alvim

Capítulo 7° Hermelinda Alvim

Capítulo 8° Ester Alvim

Capítulo 1º

Pedro Joaquim

Pedro Joaquim Alvim foi casado com Jacinta de Campos Bueno. Sem informações.

Capítulo 2º

José Francisco “José Bim”

Tenente-coronel José Francico “José Bim” n. aos 20.NOV.1856 em Atibaia e aí falecido aos 27.JUL.1913. José Bim herdou do seu pai a chefia do partido republicano na cidade, função que exerceu até sua morte em 1913, sendo substituído por seu irmão major Juvenal Alvim. José Bim foi vereador em diversas legislaturas, presidente da câmara de 29.NOV.1892 a 10.JAN.1895 e 1° intendente municipal de 29.NOV.1892 a 10.JAN.1895. SL 1/378 e certamente foi o mais importante líder político em Atibaia na primeira década do século XX. Foi casado com Maria Teresa da Silveira, filha de Teodoro Bueno da Silveira Campos e de Elisa da Rocha Franco (ver 3.1., 2.3., 1.7., N° 04, cap. 4° do título Siqueira Franco). Teve:

N° 01 Pedro Alvim

N° 02 Benedito Alvim

N° 03 José Alvim

N° 04 Isaura Alvim

N° 05 Carmelita Alvim

N° 06 Irineu Alvim

N° 01 Pedro Alvim n. 29.JUL.1889 c.c Marieta Barreto (ver desc. em 2.7., 1.2., N° 01, cap. 1° do título Pires de Camargo). Pedro Alvim foi nomeado prefeito pelo interventor federal na qualidade de tesoureiro da municipalidade (05.ABR.1945 a 16.MAIO.1945), faleceu aos 29.SET.1972. Teve:

1.1. José Pedro Barreto Alvim, farmacêutico, prestou sua colaboração em várias associações beneficentes e esportivas da cidade, foi c.c Yeda Orenstein Barreto Alvim. Teve:

2.1. José Pedro, comerciante, c.c Maria José Alvim “Zezé”, esteticista. Tiveram:

3.1. Gabriel

3.2. Juliana

2.2. Eduardo, engenheiro civil, c.c Jaqueline Hartwing. Teve:

3.1. Alessandra

3.2. Murilo

2.3. Marcelo n. aos 23.JUN.1960, comerciante, c.c Marta Cristina Garcia Alvim. Teve:

3.1. Pedro

3.2. Mariana

3.3. Débora

3.4. Marcela

N° 02 Benedito Alvim de Campos Bueno “Zico Bim”, foi escrivão do 1° cartório de notas de Atibaia. Foi c.c Maria Conceição Pires (ver 1.6., N° 03, cap. 1° do título Pires de Camargo). Teve:

1.1. João Batista Alvim, c.c Odila de Oliveira.

1.2. Benedito Alvim Jr., c.c Miriam Pinto Monteiro.

N° 03 José Alvim, nada descobrimos.

N° 04 Isaura Avim, nada descobrimos.

N° 05 Carmelita Alvim, falecida com 13 anos aos 06.JUL.1906 em Atibaia.

N° 06 Irineu Alvim falecido com 38 anos aos 23.MAR.1936.

Capítulo 3º

Eduvirgem Alvm

Eduvirgem Alvim foi casada com José Mariano de Camargo Fagundes, filho de José Antônio Mariano Fagundes e de Eliziaria Cercília de Camargo. Sem informações.

Capítulo 4º

Adolfo Alvim

Adolfo Alvim foi casado, segundo Silva Leme, mas sem maiores informações.

Capítulo 5º

Francisca Alvim

Francisca Alvim faleceu solteria, segundo Silva Lema, mas sem maiores informações.

Capítulo 6º

Juvenal Alvim

O major[108] Juvenal n. em 1866 em Atibaia e aí f.aos 09.FEV.1936, foi inicialmente tabelião, banqueiro, industrial, fazendeiro, e chefe político de Atibaia; homem dinâmico que dotou sua terra natal de grandes benefícios; é de sua iniciativa: a fundação da fábrica de tecidos “São João”; a iluminação elétrica; a rede de esgotos; o então grupo escolar José Alvim; a estrada de rodagem para a capital; e inúmeros melhoramentos que a tornaram uma das boas cidades do interior. O povo atibaiense, em sinal de gratidão pelos múltiplos benefícios recebidos do Major Juvenal, erigiu-lhe a única estátua de um personagem atibaiano que encontra-se atualmente na praça Bento Paes. O Major Alvim era descendente direto de Jerônimo de Camargo, sendo seu 7° neto. Major Alvim foi vereador (1896/99, 99/02 e de 02/13), presidente da câmara (1902 até 1913), intendente municipal (02.JAN.1900 a 02.JAN.1901) e pode ser considerado o maior líder político de Atibaia das três primeiras décadas do século XX; na primeira década juntamente com seu irmão “Zé Bim” que herdou do pai “Nhô Bim”a chefia do partido republicano paulista em Atibaia em 1902, passando após a morte de “Zé Bim” em 1913 ao comando absoluto do partido republicano paulista, que deteve o poder durante muitos anos. Teve:

N° 01 Benedita Alvim

N° 02 Ernestina Alvim

N° 03 Joviano Alvim

N° 04 Maria Alvim Soares

N° 05 José Pires Alvim

N° 06 Ana Alvim

N° 07 Veridiana Alvim

N° 08 Lázara Alvim

N° 09 Lúcila Alvim

N° 01 Benedita Alvim n. em 1892 e f. foi casada em dezembro de 1910 com Otávio Passos, natural de Atibaia filho de Maria Angélica Passos e de Joaquim Passos de família perdoense. Foi avaliador judicial do antigo Palácio da Justiçaem São Paulo e prefeito de Atibaia entre 15.JAN.1924 a 15.JAN.1926; faleceu em São Paulo em 1949. Teve:

1.1. Benedita; faleceu solteira em 1937.

1.2. Maria Aparecida, casada em 1942 com Amilcar de Carvalho Linardi, advogado em Jaboticabal.

1.3. Nícia, professora, casada em 1943 com Mauro Fonseca; teve:

2.1. Maria Esteia

2.2. Elisabeth.

1.4. José Alvim Passos, advogado.

1..5. Celeste, farmacêutica, casada em 1937 com José Maria de Freitas; teve:

2.1. Gilberto Passos de Freitas, desembargador aposentado do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, foi promotor público e professor universitário.

2.2. Maria Silvia

2.3. Vladimir Passos de Freitas, desembargador federal aposentado do Paraná, professor universitário, consultor ambiental, diretor da escola da migistratura Federal do Paraná e presidente do Instiuto Brasileiro de Administração do Sistema Judiciário.

N° 02 Ernestina Alvim, c.c Horácio Neto n. aos 26.JAN.1881 em Amparo e f. aos 26.MAIO.1953 em Atibaia onde foi fazendeiro, industrial, verador (1914/17 e 26/29) eprefeito (01.JUN.1926 a 30.OUT.1930). Teve:

1.1. Eunice, c.c Ernesto Lázaro Neiva de Lima, delegado de polícia de Torrinha/SP. Teve:

2.1. Maria Lúcia de Lima n. em 1942, bióloga, solteira.

2.2. Luiz Augusto Neiva de Lima n. em 1944, economista, divorciado.

2.3. Horáclico Nelson Neiva de Lima n. em 1948, advogado, divorciado.

2.4. José Eduardo Neiva de Lima n. em 1948, gemeo do anterior, já falecido foi casado com Darci Pinheiro. Teve:

2..1. Renata

1.2. José Roberto, funcionário bancário.

1.3. Eli c.c Enio de Abreu Camargo. Teve:

2.1. Eugênio, n em 1947, engenheiro, casado.

2.2. Sérgio n em 1956.

2.3. Flávia, n. em 1956, gemea do anterior, veterinária.

1..4. Rubens Alvim Neto, dentista c.c Leonilde Abolis. Teve:

2.1. Regina, n. em 1960, dentista, solteira.

2.2. Maria Claudia, professora de educação física, casada.

2.3. ˙José Rubens, engenheiro, casado.

2.4. Thais, casada.

N° 03 Joviano Alvim n. aos 10.JAN.1896 em Atibaia e f aos 15.MAR.1971 em São Paulo. Foifarmacêutico formado em 1915; capitalista, proprietário e industrial em São Paulo; sócio da importante empresa Alvim & Freitas, estabelecida com grandes laboratórios de produtos farmacêuticos. Depois da morte do seu pai, juntamente com seu irmão Zezico, chefiouo PRP, fazendo sentir sua benéfica influência ern toda a zona Bragantina. Com a importante ajuda de seu pai tornou-se suplente de deputado estadual nas eleições de 1933 e em 1946 elegeu-se deputado estadual pelo PSD com ajuda de seu irmão “Zezico Alvim” para o mandato de 1947 a 1951, obtendo 4.411 votos. Até a eleição de Beto Tricoli em 2010 era o último deputado estuadual com raízes atibainas eleito para Assembleia Legislativa Paulista. Foi também tesoureiro do “Correio Paulistano”, e presidente de várias associações esportivas da capital. Casou-se em São João da Boa Vista com Diná Azevedo; tem três filhos:

1.1. Joviano

1.2. Douglas, falecido solteiro.

1.3. Newton Alvim, já falecido, foi c.c Talita Guelpa (ver em 4.1., 3.1., 2.3., 1.1., N° 01, cap. 8° do título Oliveira Cesar). Teve:

2.1. Antônio Celso Alvim Guelpa, solteiro.

N° 04 Maria Alvim Soares n. aos 30.AGO.1897 em Atibaia e f. aos 16.MAIO.1965 em São Paulo, foi c.c seu parente Clóvis Soares (ver 2.2., 1.2., deste título Pires de Camargo). Tiveram:

1.1. Milton Alvim Soares, médico, professor da escola paulista de medicina – UFESP, c.c Maria Lúcia Figueiredo. Teve:

2.1. Marcos Alvim Soares

1.2. Silvio Alvim Soares, engenheiro, c.c Terezinha Imam Soares. Teve:

21. Maria Silvia

2.2. Marília c.c Francisco de Assis Laureano, dentista, f. aos 17.SET.2009. Teve.:

3.1. Silvio, jogador de handbol medalhista de ouro nos jogos Panamericanos de 2008.

3.2. Manuela

3.3. Alexandre n. aos 04.FEV.1987 formado em assistência social pela USP.

2.3. Tais

2.4. Clóvis

1.3. Marisa Alvim Soares, c.c José Paulo Kirsh Martins. Teve:

2.1. Fernando

2.2. Maria Izabel c.c Renato Scafi.

2.3. Maria Luiza

N° 05 José Pires Alvim “Zezico Alvim” n. aos 30.MAR.1902 e f. aos 24.DEZ.1979. Foi importante fazendeiro, capitalista e industrial em Atibaia, onde chefiou a política local em substituição a seu pai, entre meados da década de 1930 até meados da década de 1960, aproximadamente. Foi vereador de 1936/37, 48/51, 52/56, 56/60 e de 60/63, presidente da câmara (36/37, 52/54). Zezico participou ativimante da revolução constitucionalista de 1932. Casou-se com Rita de Lourdes Cardoso de Almeida n. aos 02.JUN.1902 em Mogi Mirim e f. aos 15.OUT.1994 em Atibaia, onde foi professora. Na praça Guilherme Gonçalves há um busto em sua homenagem. Tiveram4 filhos:

1.1. Marina Alvim n. em 1924, c.c Jaime de Assis Gonçalves n em 1922 em Bragança. Teve:

2.1. Lilian Assis Costa n. em 1953, c.c Vicente Costa teve três Filhos:

3.1. Fernando Assis Costa n. em 1979, proprietário hípica Morumbi em Atibaia, destacado cavaleiro e professor de hipismo.

3.2. Vivian Assis Costa n. em 1982, solteira.

3.3. Isadora Costa Aranda n. em 1985, c.c Alan Aranda.

2.2. José Alvim de Assis Gonçalves n. em 1958,c.c Estela Silveira (ver 2.6, 1.2., N° 04, cap. 4° do título Leite).

2.3. Marcelo Alvim de Assis Gonçalves n. em 1960, c.c Eliane Pereira Gonçalves. Teve:

3.1. Marcelle Pereira Gonçalves

3.2. Evelyn Pereira Gonçalves

2.4. ˙Paulo Flávio Alvim de Assis Gonçalves n. aos 26.AGO.1949 c.c Gaby Lídia Rendon Perrogon Gonçalves nascida em Sta. Cruz de La Sierra, Bolívia, descendente de imigrantes franceses naquele País:

3.1. Paula Rendon de Assis Gonçalves n. em 1982, professora. de educação física.

3.2. Pedro Rendon de Assis Gonçalves n. aos 26.MAIO.1986, advogado.

1.2. Wilma Alvim n.aos 29.JUL.1928 e f. aos 25.JUL.2007, foi c.c Luiz Ferando Veiga.

1.3. Juvenal Alvim Neto n. aos 05.DEZ.1930, psicólogo, foi c.c Terezinha Mota. Teve:

2.1. Maria Patrícia n. em 1957. Teve:

3.1. Lydia Maria

2.2. Débora Maria n. aos 1960 c.c Roberto Barrieu. Teve:

3.1. Maria Carolina

3.2. João Luiz

2.3. José Pires Alvim Neto “Zé Alvim” n. aos 03.OUT.1962 c.c Renata de Oliveira Ribeiro Pires Alvim (ver 4.1., 3.1., 2.1., 1.4, atrás). Teve:

3.1. Rodrigo

3.2. Pedro

2.4. Marcos n. em 1984.

1.4. Wanda Alvim Fazio n. aos 05.NOV.1935 e f. aos 24.ABR.2003 foi c.c Hélio Fazio n. em 1923 e f. em 1997, foi advogado e proprietário em Atibaia. Teve:

2.1. ˙Hélio Alvim Fazio, c.c Karina Silva Pinto (ver 4.1., 3.2., 2.4., 1.4., N° 01, cap. 8° do título Oliveira Cesar). Teve:

3.1 Enzo Alvim Fazio n. 01.NOV.2006.

3.2. Pietro Alvim Fazio n. 04.FEV.2014.

2.2. Rita Lourdes Alvim Fazio Leitão de Almeida c.c ˙Fernando Leitão, foi advogado e procurador municipal em Atibaia onde faleceu aos 13.JAN.2012 com 50 anos. Teve:

3.1. Francisco

3.2. Rafael

N° 06 Ana Alvim “Anita”, c.c Paulo de Freitas, advogado no foro da capital, jornalista econhecido tradutor de obras literárias; teve:

1.1. Paulo Alvim Filho

1.2. Haidé

1.3. Armando Alvim de Freitas, advogado, já falecido, foi c.c Lilian Lindemberg, filha de Adolfo Lindemberg. Teve q.d:

2.1. Marilu

2.2. Claudio Lindemberg foi c.c Denise (ver 8.2., 7.5., 6.1., 5.3., 4.1., 2.2., 1.3. N° 01, cap. 1° do título Siqueira Franco).

2.3. Celso

1.4. Maria Helena

N° 07 Veridiana Alvim, c.c Ataliba Leite de Freitas, médico, natural de São José dos Campos; teve:

1.1. Vânia Alvim de Freitas n. aos 30.MAR.1938, professora, solteira, residente emSão Paulo.

1.2. ˙Ivam Alvim de Freitas n aos 30.OUT.1939 em São Paulo, comunicador social, c.c Maria Nadir Guião. Residente no Guaruja. Faleceu aos 24.MAR.2014. Teve:

2.1. Cristiano Guião de Freitas, n. aos 13.ABR.1978, jornalista, casado. Teve:

3.1. Júlia Mozena Guião de Freitas

3.2. Leonardo Guião de Freitas

2.2. Veridiana Guião de Freitasn. aos 17.OUT.1980, publicitária, residente na Austrália.

1.3. Diana Alvim de Freitas, professora, residente em São Paulo. Teve c Célio Bacci, dentista, residente em Caraguatatuba/SP:

2.1. Renéen. aos 22.FEV.1982 casada aos 14.ABR.2012 com Luiz Fernando Rodrigues Pinto.

N° 08 Lázara Alvim, casada em 1942 com Hermógenes de Souza, comerciante na Capital.

N° 09 Lucila Alvim faleceu solteira.

Capítulo 7º

Hermelinda Alvim

Hermelinda Alvim foi a primeira esposa de com Leopoldo Alves do Amaral, filho de Jacinto Alves do Amaral Júnior (ver 1.3., N° 02, capítulo 7° do título Alves do Amaral). Teve duas filhas:

N° 01 Maria Alves do Amaral

N° 02 Franciscam Alves do Amaral

N° 01 Maria Alves do Amaral c.c Eduardo Silva, aviador, f° de Maria Toledo Ordonhes e de Joaquim da Silva Bueno, natural de Atibaia que pode ser considerado o tronco da família Silva Bueno de Atibaia, foi fazendeiro no bairro da cachoeira. Teve:

1.1. José Maria Alves da Silva, c.c Guida Alves da Silva. Teve:

2.1. Maria Virginia

2.2. Terezinha

1.2. Maria José Alves da Silva Salgado “Cotinha”, era chefe de gabinete da prefeitura de Atibaia e nesta condição assumiu a prefeitura de Atibaia entre 24.MAR.1947 a 25.ABR.1947, tornando-se a primeira e até o momento a única mulher a ocupar o cargo de prefeita da cidade. Foi c.c Oswaldo A. Salgado.

1.3. Sebastião Silva c.c Matilde Silva. Teve:

2.1. Marne

2.2. Marlene

2.3. Márcio

1.4. João Alves da Silva “Tingo”, c.c Prudência Perez. Teve:

2.1. Denize Alves da Silva, c.c Ariosvaldo Bonini. Teve:

3.1. Antônio Neto

3.2. Ariosvaldo Jr. c.c Sylvana (ver 5.5., 4.2., 3.5., 2.9., 1.10., N° 03, cpa. 4° do título Siqueira Franco).

3.3. Ângela Maria

2.2. Dulce Alves da Silva, c.c Orlando Ferro, da família Ferro originária de Santa Margarida D’Adige, Província de Padova, filho de Napoleão Ferro e de Maria do Amaral Bueno, filha de Benedito Amaral Bueno e de Amalia Marini, casados em 1923. Orlando faleceu aos 11.JUN.2006, em Atibaia onde morava e onde foi vereador de 1977 a 1982,sendopresidente da câmara em 1981/82. Teve:

3.1. Orlando Antônio c.c Maria Luiza Andrade Ferro. Teve:

4.1. Orlando Ferro Neto

4.2. Caique

4.3. Yasmim

3.2. Paulo Sérgio c.c Adriana Sirera Bressani, filha de José Bressani e de Teresa Sirera Montes Bressani. Teve:

4.1. Felipe

3.3. Júlio César Silva Ferro, solteiro.

3.4. Patrícia c.c Waldyr Veloso Braga.

1.5. Benedito Silva “Tinhô”, c.c. Circe Teixeira Musa (ver 2.1., 1.4., N° 01, cap. 7° Leite). Teve:

2.1. Fernando Musa e Silva, c.c Denise Salles. Teve:

3.1. Daniel

3.2. Érica

3.3. Marcos

1.6. Olavo Silva c.c Ivone Titarelli Teixeira. Tiveram:

2.1. Olavo Silva Júnior c.c Nancy Aparecida Manoel e Silva. Teve:

3.1. Marcelo Eduardo

3.2. Carlos Eduardo

3.3. Laís Cristina

2.2. Ana Lúcia Teixeira Silva Abrão, c.c Humberto Marques Abraão. Teve:

3.1. Thiago

3.2. Paula

5.3. Lucas

2.3. Ana Cláudia Teixeira Silva.

1.7. Francisco Silva c.c Helena Silva. Teve:

2.1. Solange

2.2. Suely

1.8. Jacinto Silva[109], farmacêutico, c.c Inayá Bittencourt. Teve:

2.1. Inayá

2.2. Eduardo Neto

2.3. Iná

2.4. Ricardo

N° 02. Francisca Alves do Amaral c.c Benedito José Teixeira “Nhô Tuta” filho de Maria Francisca da Conceição e de Emílio Justino Teixeira (ver 3.1., 2.6., 1.2., N° 02, cap. 1°do títuloPereira). Teve:

1.1. Maria Hermelinda Teixeira “Nenê”, c.c. Pedro Alexandrino Leite n. aos 04.MAR.1915 e f. aos15.JUN.1973. Foi casado aos 30.DEZ.1939 com Maria Ermelinda Teixeira Leite n. aos 16.JUN.1915 e f. aos 06.MAIO.1990. Pedro Alexandrino Leite e sua esposa moraram na rua Professor Domingos Matheus no mesmo bairro onde mora o autor destas notas genealógicas.

2.1. José Benedito, já falecido, c.c Maria José Zago.

3.1. César Eduardo n. aos 27.FEV.1963, casado 2ª vez com Emília. Teve do 1° c.c Patrícia de Souza Mafra:

4.1. Thiago Mafra Leite n. aos 29.JUL.1984.

4.2. Gustavo Mafra Leite n. aos 06.FEV.1987.

3.2. Paulo Américo n. aos 07.MAR.1965 foi c.c Mariane da Costa Antunes n. aos 21.NOV.1968, advogada, foi chefe de gabinete do deputado estadual Beto Tricoli. Teve:

4.1. Lucas n. aos 02.FEV.1997.

3.3. Simone Aparecida n. aos 17.FEV.1971, c.c Joselito Patrocínio n. aos 13.MAIO.1965. Teve:

4.1. Felipe n aos 06.FEV.1998.

2.2. Dinah Benedita n. aos 09.ABR.1942 e f. aos 07.AGO.1993. Foi c.c Sebastião Eugênio Brígida. Teve:

3.1. Paulo Sérgio, c.c Cláudia Alves Pinto. Tiveram:

4.1. Daniela n. aos 29.NOV.1985.

4.2. Rodrigo n. aos 03.JAN.1989.

4.3. Caio Herique n. aos 17.MAIO.1994.

3.2. Luiz Carlos c.c Cynthia Maria Tricoli Brígida, contadora. Teve:

4.1. Larissa Maria

4.2. Luana Maria

4.3. Luís Felipe

3.3. Patrícia Aparecida

2.3. João Batista, n. aos 30.SET.1943 e f. aos 09.NOV.2010, foi c.c Angélica Barbosa. Teve:

3.1. Luciana Cristina, casada.

3.2. Adalberto Alexandrino, casado.

2.4. Ana Francisca, c.c Eurico Cândido da Silva, advogado. Teve:

3.1. Carlos Eduardo

3.2. Marcelo de Alencar, foi casado com 1 filho

3.3. Ana Sílvia, escrevente policial, casada com 3 filhas.

3.4. Adriana Cristina, casada.

3.5. Eurico Cândido JR.

3.6. Leonardo Guilherme, n. em 1984 e f. aos 30.AGO.2009.

2.5. Helena Aparecida n. aos 08.JUL.1947 e f. aos 01.JUN.2007, foi c.c o italiano Luciano Boninsegna, oriundo da Provincia de Verona, comerciante. Teve:

3.1. Paulo Henrique

3.2. Luciana Aparecida

3.3. Alexandre Antônio

3.4. José Daniel

2.6. Pedro Paulo, falecido solteiro.

2.7. Vera Cristina, c.c Otávio Ulisses Frederico, advogado já falecido.

3.1. Pedro Gustavo

3.2. MariaEmília Cristina

2.8. Marie Alminda Leite Fangiulli n.30.OUT.1953 em Atibaia e aí falecida aos 26.JAN.2009; foi oficial de justiça no fórum de Atibaia, c.c Waldemir Fangiulli “Wami” (ver 3.2., 2.7., 1.5., N° 03, cap. 2° do título Freitas), filho de João Batista Fanchiulli e de Rute Freitas, n. aos 26.SET.1946 em Atibaia e aí f. aos 21.DEZ.2005. Teve:

3.1. Ana Paula n. 08.AGO.1973, advogada, c.c Manoel C. Jardim. Teve:

4.1. Giovana n. 22.JAN.2002.

4.2. Fernando n. 31.MAIO.2004.

4.3. Gabriela n. 02.JUL.2006.

3.2. José Pedro n. 30.SET.1974, policial rodoviário federal, c.c Juliana Rossi. Teve:

4.1. TainahRuas Fangiulli n. aos 02.OUT.1998.

4.2. Isabela Ruas Fangiulli n. aos 24.DEZ.1999.

4.3. Nicoli Rossi Fangiulli n. aos 15.FEV.2005.

4.4. Gabriel Rossi Fangiulli n. aos 02.ABR.2011.

3.3. Ana Flora Fangiulli n. aos 25.JUL.1976 e f. aos 28.JUL.1976.

3.4. José Ricardo n. 18.OUT.1977, formado em desenho industrial pela UNESP – Bauru, casado com Danuza Yokoyama Correa. Teve:

4.1. Vitor n. aos 06.MAIO.2002.

2.9. Maria Angélica, c.c Paulo Figueredo. Teve:

3.1. Paulo

3.2. Mariana

3.3. Rafael

2.10. Carlos Alberto, com 1 filho:

3.1. Márcio Luiz

2.11. Luiz Antônio n. aos 16.JUN.1959, solteiro e residente em Atibaia.

1.2. José Alves Teixeira, já falecido c.c. Nair Bacci, foam residentes em Atibaia e tiveram 3 filhos:

2.1. Benedito Fábio Teixeira, comerciário, c.c Marly Aparecida de Fátima Oliveira. Teve:

3.1. Gabriela Aparecida

3.2. Felipe

3.3. Gustavo

2.2. Armando Teixieira, comerciário, c.c Neide Liz Nishimura. Teve:

3.1. Armando Júnior

2.3. Flávio Teixeira, comerciante, c.c Maria Inês de Oliveira Leme. Teve:

3.1. Natália

1.3. Julieta Teixeira, c.c Alberto Albanez, já falecido, residentes em Atibaia, tiveram 2 filhas:

2.1. Janete, casada. Teve:

3.1. Érika

2.2. Vera, casada. Teve:

3.1. Richard

1.4. Sebastião Aparecido Teixeira, bancário, c.c Oneida Finco, residentes em São Paulo. Teve:

2.1. Oneida foi c.c Marcos Vilela Junqueira. Teve;

3.1. Vivien

3.2. Marco Antônio

2.2. Silvana

1.5. Zenaide Teixeira, f. em 1990, foi c.c João Alfonsi n. em 1922. Tiveram 1 filha:

2.1. Maria Francisca, profesora, c.c Benedito L. Balestreire, advogado, tiveram 2 filhos:

3.1. José Luiz Balastreire Neto, eng° c.c Valéria Rodrigues dos Santos, veterinária.

3.2. Débora Maria, arquiteta.

1.6. Pedrina Teixeira, falecida solteira.

1.7. Irene Teixeira, c.c Décio Bacci, já falecido, residentes em Atibaia. Tiveram:

2.1. Marisa, professora, c.c Antônio Pedro Zago, professor. Teve:

3.1. MarceloE. Bacci Zago n. aos 03.JUN.1975.

3.2. DanielaBacci Zago

2.2. Mauri Luis Bacci, falecido em janeiro de 2010, foi c.c Vera Prado, teve;

3.1. Maura

2.3. Mari de Fátima Bacci, escrevente do fórum de Atibaia.

1.8. Benedito Pedro Teixeira

Capítulo 8º

Ester Alvim

Ester Alvim, já era falecida no início do século XX. Foi casada com Joaquim Marinha Fagundes, filho de João Marinho. Segundo Silva Leme, não deixou descendentes.

FIM DA FAMÍLIA ALVIM de Atibaia

Título III

Família SOARES

Descendentes de Francisco Soares de Lima

Disposição genealógica (Tronco, capítulos e demais descendentes): Adriano Bedore [Inédita]

Genealogistas pesquisados: Luiz Gonzaga da Silva Leme in memorian, Waldomiro Franco da Silveira in memorian, Monsenhor Antônio Paes Cintra in memorian e Adriano Bedore

RELAÇÃO DO TRONCO COM ATIBAIA/SP

●O Tronco deste Título, Francisco Soares de Lima, nasceu em Atibaia provavelmente entre os anos de 1767 a 1770, como não sabemos a naturalidade de seus pais e avós, imaginamos que sua família radicou-se em Atibaia nas primeiras décadas do século XVIII.

RELAÇÃO DO TRONCO COM O AUTOR

● O Tronco é octavô (avô em 8° grau) do autor deste trabalho. É também tetravô (avô em 4° grau) de Ana Soares Leite, mãe de Maria do Carmo Leite De Carlo, bisavó materna do autor destas notas genealógicas.

CIDADES MAIS CITADAS NESTE TÍTULO

● Atibaia (antiga São João de Atibaia); Jarinu (antigo distrito de Atibaia com o nome de Campo Largo de Atibaia), São Paulo (antiga São Paulo de Piratininga), todas no Estado de São Paulo.

FRANCISCO SOARES DE LIMA

Francisco Soares de Lima[110] era natural de Atibaia onde nasceu entre os anos de 1767 a 1770[111] e onde foi fazendeiro em Campo Largo, hoje Jarinu. Faleceu em Atibaia aos 23.MAR.1842, segundo a certidão de óbito e aos 12.MAIO.1842 segundo seu inventário, e foi sepultado dentro da matriz. É o progenitor das famílias Soares do Amaral de Itatiba, Atibaia e outras cidades, era filho de Vitor Soares de Oliveira, falecido em Atibaia em 1776 e de Joana Godoi Lima casados em Atibaia em 1767, neto paterno de Gabriel Soares de Souza (ou Moniz) e de Joana de Siqueira e neto materno de Pedro de Lima Camargo e de Francisca de Godoi Moreira (SL. 3/159).

Casou-se em Atibaia três vezes, 1ª vez em 1792 com Maria Cardoso de Oliveira, filha de Rafael Cordeiro do Amaral e de Ana de Ribeira Cardoso (pais do tronco do título Alves do Amaral), com quem teve apenas a primeira filha. Segunda vez casou-se com Gertrudes Maria, filha de Antônio Cardoso de Moraes ou da Silva e de Ângela Maria de Camargo e terceira vez com Ana Franco. Teve apenas uma filha com a primeira mulher (Maria Francisca), seis filhos com a segunda e nenhum com a terceira:

Capítulo 1º Maria Francisca Soares

Capítulo 2º Ana Francisca Soares

Capítulo 3º Maria Joana Soares (12 anos em 1820, portanto, n. em 1808) [minha heptavó]

Capítulo 4º Bento José Soares (16 anos em 1820, portanto, n. 1804)

Capítulo 5º Antônio José Soares (12 anos em 1820, portanto, n. em 1808)

Capítulo 6º José Soares de Lima

Capítulo 7º João Soares de Lima (14 anos em 1820, portanto, n. 1806)

Capítulo 1º

Maria Francisca Soares

Maria Francisca Soares casou-se em Atibaia em 1815 com Antônio Manoel da Silveira (ver N° 10, cap. 6° do título Siqueira Franco), filho do capitão Joaquim de Siqueira Franco (cap. 6° do referido título) que era filho do 1º capitão-mor de Atibaia Lucas de Siqueira Franco (ver título Siqueira Franco). Teve q.d.:

Nº 01 João de Siqueira Franco, casou-se em 1841 em Atibaia com Maria Rosa, filha de Manoel Antônio Soares e de Ana Francisco Pedroso. Não descobrimos descendentes.

Capítulo 2º

Ana Francisca Soares

Ana Francisca Soares casou-se em Atibaia em 1815 com José Barbosa Siqueira (ver N° 08 do capítulo 1° do título Siqueira Franco), filho de Inácio de Siqueira Pimentel, primeiro filho do primeiro capitão-mor de Atibaia e tronco do título Siqueira Franco, deste trabalho. Ana Francisca Soares faleceu em 1842 (ano de morte de seu pai) sem deixar descendentes, segundo o inventário de seu pai, consultado por nós.

Capítulo 3º

Maria Joana Soares

Maria Joana Soares, nascida em Atibaia e aí falecida muito jovem aos 09.DEZ.1836 sendo sepultada na capela de Nossa Senhora do Carmo de Campo Largo, hoje matriz de Jarinu). Foi casada aos 02.JUL.1821 em Atibaia com Inácio Pires de Camargo (ver cap. 8º do título Pires de Camargo – são meus heptávós ou avós em 7º grau), falecido em 1850. Moraram em Campo Largo de Atibaia, hoje município de Jarinu e tiveram seis filhos descritos no capítulo 8º do título Pires de Camargo.

Capítulo 4º

Bento José Soares

Bento José Soares n. em 1803/04 em Atibaia onde foi verador no mandato de 1841 a 1844. Bento foi fazendeiro possuidor da fazenda Velha no bairro de Caetetuba, em Atibaia e pode ser considerado tronco da família Soares do Amaral de Atibaia. No censo de 1820 era classificado como lavrador (fazendeiro) e negociante de animais e possuia 8 escravos, no censo de 1836 tinha 12 escravos. Casou-se em 1825 em Atibaia, com Ana Tomazia do Nascimento, filha de Francisco Cordeiro do Amaral e Ana Joaquina das Neves, neta paterna de Rafael Cordeiro do Amaral e Ana da Ribeira Cardoso falecida em 1805 (pais do tronco do título Alves do Amaral); neta materna de Amaro das Neves de Moraes e Maria Leite de Araújo (ver família Araújo na introdução ao título I), bisneta pelo lado paterno de Ana de Ribeira Alvares Cardoso, e de Rafael Cardoso de Almada e Catarina do Amaral, bisneta pelo lado materno de Antônio Ferraz de Araújo e Leonor de Siqueira Moraes, e de Domingos Teixeira de Moraes e Maria Soares das Neves.. Teve 5 filhos, todos naturais de Atibaia:

Nº 01 José Soares de Lima Sobrinho

Nº 02 Rodrigo Soares do Amaral

Nº 03 Florêncio Alves do Amaral

Nº 04 Francisco Alves do Amaral

Nº 05 Ana Soares do Amaral

Nº 01 José Soares de Lima Sobrinho, casou-se três vezes, a 1a vez com Ana Franco do Amaral, 2ª vez com Maria Idalina do Amaral, ambas filhas de José Joaquim do Amaral Bueno (ver 1º capítulo do título Bueno) e Ana Jacinta Alves do Amaral “Ana Paes” (ver Nº 05 do capítulo 5º do título Alves do Amaral), e 3ª vez casou-se em Campo Largo de Atibaia aos 20.MAIO.1882 com Escolástica Soares de Siqueira (ver 3.2., 2.3., 1.3., N° 01, cap. 1° do título Siqueira Franco), filha de Manoel Alves de Siqueira e Gertrudes Soares. Teve 3 filhos só do primeiro casamento (ver descendência em N° 05, cap. 5° do título Alves do Amaral)

Nº 02 Rodrigo Soares do Amaral f. aos 30.AGO.1878, casou-se com Gertrudes Franco do Amaral, falecida aos 10.JUN.1889, filha de José Joaquim do Amaral Bueno(ver título Bueno) e de Ana Jacinta Alves do Amaral (título Alves do Amaral), ou seja, Gertrudes era irmã das duas esposas do N° 01 acima, portanto, dois irmãos (José Soares de Lima Sobrinho e Rodrigo Soares do Amaral casaram-se com três irmãs (Ana Franco do Amaral, Maria Idalina do Amaral e Gertrudes Franco do Amaral). Rodrigo Soares do Amaral foi fazendeiro no bairro do Caetetuba. Gertrudes Franco do Amaral após enviuvar-se casou-se com Pedro Alexandrino Leite (ver capítulo 6° do título Leite). Tiveram 5 filhos descritos no título Alves do Amaral.

Nº 03 Florêncio Alves do Amaral, c.c Joaquina Pires de Camargo filha de Francisco Pires de Camargo, ou “Pimentel” (ver descendência no N° 04 do cap. 1º do título Pires de Camargo) e Maria Jacinta da Silveira.

Nº 04 Francisco Soares do Amaral casado em Itatiba.

Nº 05 Ana Soares do Amaral deve ter sido a primeira filha do capítulo[112], casada aos 03.AGO.1841 em Campo Largo com Joaquim Pires de Camargo (ver N° 02, cap. 6° do título Pires de Camargo), filho de João Pires de Camargo e de Antonia Joaquina Bueno. com geração em Itatiba, Amparo e Avaré. Teve q.d.:

1.1. José Pires de Camargo

1.2. Boaventura Soares de Camargo

Capítulo 5º

Antônio José Soares

Antônio José Soares casou em 1829 em Atibaia com Gertrudes Maria do Nascimento, filha de José Pires Pimentel e de Maria Perpetua do Nascimento, residentes em Itatiba, antiga Belém. Teve 4 filhos:

Nº 01 José Soares de Camargo

Nº 02 João Sares do Amaral

Nº 03 Antônio José Soares

Nº 04 Francisco Soares de Camargo

Nº 01Major José Soares de Camargo, falecido em 1905, foi importante fazendeiro e abastado capitalista residente em Itatiba onde foi vereador e presidente da câmara em 1873. Foi 1º c.c Ana Franco de Godoi, filha de João de Godoi Lima e de Antonia Franco Isabella e 2º casou-se com Escolástica Pires Soares, filha do major Camilo José Pires e de Ana de Siqueira Campos. Teve 5 filhos com a 1ª mulher e mais 7 com a 2º:

1.1. Antônio Pantaleão Soares c.c Maria Eugenia, filha de Joaquim da Silveira Franco Damásio e de Apolônia da Silveira. Teve q.d.:

1.2. João Soares de Camargo c.c Maria José da Fonseca, filha de José Custodio da Fonseca e de Elisa (…).

1.3. Maria Joana Soares c.c o tenente coronel João de Lacerda Franco n. em Araras em 1867 e falecido em 1913 no parque balneário de Santos, era filho do barão de Araras. Teve 4 filhos q.d.:

2.1. Marieta, casada em 1916 com Aristides Silveira Fonseca, filho de José Custódio da Fonseca e de Elisa da Silveira, esta falecida em São Paulo aos 02.AGO.1948 com 87 anos de idade. Teve q.d.:

3.1. Maria Joana Lacerda Fonseca

3.2. João Otavio

3.3. Roberto Alexandre

2.2. Letícia L. Franco, n. em 1897, casou-se em 1920 com seu primo Plínio Lacerda de Oliveira, teve q.d.:

3.1. Maria de Lourdes

2.3. Paulo de Lacerda Franco

2.4. Lucia, casada em 1920 com Oscar Godoi Pereira, teve q.d.:

3.1. Maria Lucia, casada em 1942 com Domingos Inecchi Neto.

3.2. Oscar Lacerda Franco Pereira

1.4. Antonia Soares

1.5. Ana Soares c.c Guilherme Witaker de Oliveira, filho do comendador e coronel Justiniano de Mello Oliveira.

1.6. Pedro Soares de Camargo, engenheiro civil pela Politécnica de São Paulo.

1.7. Camillo Soares de Camargo

1.8. Joaviano Soares de Camargo

1.9. Otília Soares c.c Jorge Moreira Lima, filho de Antônio Moreira Lima e sua 2ª mulher Jacinta de Brito Leme.

1.10. Nicolina Soares

1.11. Sylvio Soares de Camargo

1.12. Umberto Soares de Camargo

Nº 02João Soares do Amaral, nascido em 1842 em Itatiba. Foi importante fazendeiro com cultura de café em Itatiba/SP. Casou-se com sua prima Maria da Gloria, falecida em S.P. em 1913 com 62 anos, filha de José de Lacerda Guimarães, nascido em Atibaia em 1822 e falecido em Caxambu em 1897 – barão de Arari que foi c.c sua prima irmã Clara Miquelina de Jesus, ou Clara Franco de Camargo, nascida em Rio Claro em 1851 e da baronesa de Arari (ver 2.5., 1.3., N° 02, cap. 4° do título Siqueira Franco). Teve 8 filhos:

1.1. José de Lacerda Soares, foi o 2º marido de sua prima Maria Flora Franco, viúva de Fernão de Souza Queiroz. Teve:

2.2. Rodrigo de Lacerda Soares, n. em Araras em 1873 c.c Altimira Ferraz de Camargo, natural de Capivari/SP, filha de Francisco Ferraz de Camargo e de Ana Sampaio, teve 7 filhos:

3.1. Mercedes, c.c José Sampaio Leite, teve q.d.:

4.1. Rodrigo

4.2. Ida

4.3. Altimira

3.2. Lavínia de Lacerda Soares, nascida em Araraquara em 1900, casada em São Paulo em 1919 com Manoel Joaquim Ribeiro do Vale, natural de Guaxupé/MG, em 1894, falecido em São Simão aos 02.DEZ.1947, filho dos Condes Ribeiro do Vale, Joaquim Augusto Ribeiro do Vale e Genoveva Junqueira, neto paterno dos barões das Dores de Guaxupé/MG. Teve q.d.:

4.1. Lavínia Ribeiro Vale, nascida em 1921 em S.Paulo onde em 1942 c.c. Francisco Soares de Camargo Neto. Teve q.d. :

5.1. Clovis, nascido em 1943.

4.2. Genoveva

4.3. Lucia, c.c Paulo Nogueira Neto

4.4. Marcos Ribeiro do Vale, casado em 1944 com Maria do Carmo de Macedo Soares, filha de José Cassio de Macedo Soares e Maria do Carmo de Souza Queiroz Platt.

4.5. Mariana c.c João Haenel

3.2. Camila Lacerda Soares, nascida em Pinhal em 1900, casou-se em S.P. com Paulo de Siqueira Cardoso, nascido em Jacareí em 1897, filho de Fernando de Siqueira Cardoso e de Maria da Gloria Martins. Teve q. d.:

4.1. Maria Camila Soares Cardoso

3.3. Marcelo de Lacerda Soares, médico, c.c Noêmia Dumont Vilares, teve q.d.:

4.1. Rodrigo

4.2. Carmen

3.4. Mirinha Lacerda Soares

3.5. José Lacerda Soares, engenheiro agrônomo, falecido em S.P. aos 14.AGO.1947

3.6. João Soares do Amaral Neto, engenheiro civil, c.c Raquel Machado de Campos.

2.3. João Lacerda Soares, casado em São Paulo em 1906 com Maria Emília Queiroz Aranha de Lacerda, falecida em Campinas em 1923. Teve q.d.:

3.1. José Eduardo de Lacerda Soares, nascido em S.P. em 1908, onde faleceu em 1943, foi casado em Paris em 1930 com Cristine Perin, nascida em Paris em 1910. Teve q.d.:

4.1. João Luís

3.2. Maria Inês de Lacerda Soares, nascida em 1909 em S.P. onde em 1928 casou-se dom Carlos Rudge Miller, nascido em S.P. em 1907, filho de Charles W. Miller e Antonieta Rudge. Teve q.d.:

4.1. Terezinha Soares Miller

4.2. Vera Maria

4.3. Maria Inês

3.3. João de Lacerda Soares Filho, c.c Amélia Giorgi, filha de Guilherme Giorgi e Maria Milanesi, natural da Itália. Teve q.d.:

4.1. João Lacerda Soares

4.2. Maria Amélia

3.4. Cecília, faleceu solteira em S.P. em 1945.

2.4. Mario Lacerda Soares, n. em Araras/SP em 1884, falecido em S.P. aos 06.MAR.1947. Foi c. em S.P. em 1918 com Laura Gomes de Vilhena, n. em S.P. em 1895. Teve q.d.:

3.1. José Mario de Vilhena Soares, advogado, c.c Jaciara Bastos Clappi. Teve q.d.:

4.1. Norma Vilhena Soares

3.2. Carlos Vilhena de Lacerda Soares, nascido em Araras em 1920 casado em S.P. em 1941 com Marta de Carvalho Linardo, nascida em Jaboticabal em 1920. Teve q.d.:

4.1. Maria Ângela Linardi de Lacerda Soares

3.3. Maria da Gloria, c.c Mario Lourenlo de Paula.

3.4. Laura de Vilhena Soares

2.5. Clara de Lacerda Soares, c.c seu primo Joaquim Ferreira de Camargo. Teve q.d.:

3.1. Maria Cândida Ferreira de Camargo, c.c seu primo Joviano Soares de Camargo, farmacêutico, filho de José Soares de Camargo e sua 2ª mulher Escolástica Pires de Ávila.

3.2. Olavo, falecido menor.

3.3. Lavinio Soares Ferreira de Camargo, c.c Adelina de Toledo, filha de Joaquim Floriano de Toledo Jr. e de Maria Soares de Toledo. Teve q.d.:

4.1. Maria Odete

4.2. Lavinio Carlos

2.6. Olívia de Lacerda Soares, c.c Alberto Ferreira de Camargo, filho do barão de Ibitinga e sua 2ª mulher Maria Higina de Almeida Lima, sem geração.

2.7. Braulia Soares, c.c Joaquim de Lima Pires, filho de José Pires. Teve q.d.:

3.1. Zuleika, c.c Antônio Carvalho Fontes.

3.2. Fausto de Lima Pires c.c Helena Marshal.

3.3. Olavo, c.c Maria Leonor de Oliveira. Teve q.d.:

4.1. Vera

4.2. Sergio

2.8. Isaura, c.c Manoel Monteiro de Araripe Sucupira, médico. Teve q.d.:

3.1. Silvio Soares Sucupira, médica, c.c Elsie Runge. Teve q.d.:

4.1. Waldemar

4.2. Mariana

4.3. Noêmia

Nº 03 Antônio José Soares c.c Jesuína, filha de José Francisco Lemem e de Maria Rodrigues da Silva. Com geração, mas sem informação.

Nº 04 Francisco Soares de Camargo c.c sua prima Rita de Lacerda, irmã de Maria da Glória, esposa de seu irmão João Soares do Amaral, Nº 02 retro. Rita faleceu em São Paulo em 1937 com 75 anos. Teve q.d.:

1.1. Almira Soares c.c João Coutinho de Lima, advogado, filho de Bento Franco de Godoi Moreira e de Clotilde Coutinho. Teve:

2.1. Paulo Coutinho, advogado.

2.2. Marina, c.c. seu parente Ari Franco de Camargo, filho de Aurélio Franco e neto de Antônio Franco de Camargo. Teve:

3.1. Maria Helena

3.2. Aurélio

2.3. Maria Clotilde c.c. Nicolau Rosseti, médico. Teve:

3.1. Carlos Alberto

3.2. Mafalda Maria

3.3. Maria Clotilde

2.4. Maria Rita, c.c Honório Dias Soares. Teve:

3.1. João

3.2. José Eduardo

1.2. Flávio Soares de Camargo

1.3. Clovis Soares de Camargo, engenheiro agrônomo, casado em 1913 em São Paulo com Maria Augusta de Souza Queiroz, n. em 1888, filha de Frederico Souza Queiroz e Augusta Fleury, neta paterna dos barões de Souza Queiroz, neta materna do desembargador João Augusto de Pádua Fleury. Teve:

2.1. Francisco Soares de Camargo Neto, n. em 1914 em São Paulo onde em 1942 c.c. Lavínia Ribeiro do Vale, com geração, mas sem informação.

2.2. Augusta Soares de Camargo, casada em 1941 com Pedro Vicente Bueno de Azevedo, filho de José Bueno de Oliveira Azevedo e 1ª mulher Maria Amália Vicente de Azevedo, neto paterno do conde José Vicente de Azevedo. Teve:

3.1. Pedro Vicente, falecido menor.

3.2. Rita de Cássia, falecida menor.

3.3. Maria do Carmo, nascida em 1943.

2.3. Frederico Soares de Camargo, médico n. em São Paulo em 1916.

2.4. Maria Cecília

2.5. Antônio Carlos Soares de Camargo, nascido em SP em 1924.

2.6. Maria Nazaré, casada em 1948 com o tenente Sérgio Florentino Paes de Barros, filho do coronel Sérgio Meira de Castro e de Marian Paes de Barros.

1.4. Plácida c.c seu primo Estevam Franco de Camargo, com geração, mas sem informação.

1.5. Lucinio Soares de Camargo

1.6. Lucila Soares c.c Joaquim Pires Fleury. Teve:

2.1. Heloisa

Capítulo 6º

José Soares de Lima

José Soares de Lima n. em 1799, foi o segundo marido de Maria Paula do Amaral (ver N° 08, cap. 5° do título Alves do Amaral) com quem se casou em 1836, foram residentes em Atibaia. Teve sete filhos descritos no título Alves do Amaral.

Capítulo 7º

João Soares de Lima

João Soares de Lima n. em 1806, não foi citado por Silva Leme sendo descoberto por nós através do inventário de Francisco Soares de Lima que consultamos. Segundo o mesmo documento João Soares de Lima já era falecido em 1842 (ano de morte de seu pai) e fora casado com Maria Gertrudes, tendo na época do falecimento de seu pai (1842) cinco filhos menores cujas descendências nada descobrimos.

Nº 01 Antônio (18 anos em 1842)

Nº 02 José Soares de Lima (9 anos em 1842)

Nº 03 Ana (7 anos em 1842)

Nº 04 Francisco (6 anos em 1842)

Nº 05 Jacinto (4 anos em 1842)

N° 06 Jacinta Soares

N° 02 José Soares de Lima casado primeira vez aos 12.AGO.1869 com Escolástica Soares de Moura, filha de Jacinto José Soares e de Maria Gertrudes. Segunda vez José Soares de Lima casou-se também em Campo Largo aos 12.FEV.1874 com Ana Miquelina Franco, filha de Joaquim Antônio de Camargo e de Maria Franco de Camargo.

N° 06 Jacinta Soares casada em Campo Largo com seu primo Francisco José Soares também conhecido como Francisco Soares de Camargo, (ver N° 05 do capítulo 5° do título Pires de Camargo) aos 19.JAN.1854.

FIM DO TÍTULO SOARES

FOTO COM ALGUMAS PESSOAS CITADAS NOS TÍTULOS

Digitalizar0001[1]

MEMBROS DO DIRETÓRIO DO PARTIDO DEMOCRÁRICO EM FOTO TIRADA ENTRE1899 a 1901

(O partido democrático substituiu o partido conversador e seus membros eram chamados de cascudos)

Da primeira fileira de cima para baixo e da esquerda para direita estão: Bento José do Amaral “Bento Paes” (1.9, N° 05, cap. 5°, título Alves do Amaral), Major José Franco da Silveira “Juca Silveira” (3.3., 2.3., 1.4., N° 02, cap. 4° do título Siqueira Franco), João Batista Franco “João Teteia” (3.2., 2.3., 1.4., N° 02, cap. 4°, do título Siqueira Franco), Francisco Teodoro Pinto (N° 01, cap. 2° do título Leite) e Sebastião Teodoro Pinto (N° 04, cap. 2° do título Leite). Na fileira do meio da esquerda para direita estão: Florêncio Alves do Amaral (1.6., N° 02, cap. 5° do título Alves do Amaral), Cel. Francisco Bueno da Rocha (N° 01, cap. 3° do título Bueno), Isaias Profeta (2.2., 1.1., N° 01, cap. 5° do título Pereira), Antônio Soares do Amaral (2.1., 1.8., N° 08, cap. 5° do título Alves de Amaral) e José Gonçalves Barbosa da Cunha. Na primeira fileira da esquerda para direita estão: Pedro José Teixeira (2.7., 1.2., N° 02, cap. 1° do título Pereira), Francisco Soares do Amaral (1.6., N° 08, cap. 5° do título Alves do Amaral), Emílio Justino Teixeira (2.6., 1.2. N° 02, cap. 1° do título Pereira), Guilherme Gonçalves Barbosa da Cunha e Antônio Ferreira. As crianças são da esquerda para direita: Francisco José Teixeira (1.2., N° 02, cap. 2° do título Leite) Adão Sebastião Pinto (1.1., N° 01, cap. 2° do título Leite) e Benedito Teixeira Pinto (1.1., N° 02, cap. 2° do título Leite).

Título IV

Família ALVES DO AMARAL

Descendentes do Alferes Antônio Alves do Amaral

Disposição genealógica (Tronco, capítulos e demais descendentes): Adriano Bedore [Inédita]

Genealogistas pesquisados: Waldomiro Franco da Silveira in memorian e Adriano Bedore

RELAÇÃO DO TRONCO COM ATIBAIA/SP

●O tronco deste título, Alferes Antônio Alves do Amaral nasceu em Atibaia entre 1750 a 1760 e sua família, tanto materna como paterna, deve ter estabelecido em Atibaia, provavelmente entre nas décadas de 1730 a 1750, portanto, há mais de 270 anos. Consideramos que genealogicamente a família Alves do Amaral, em razão do grande número de seus descendentes, é de grande importância na formação da família atibaiana. Sua importância em número de descendentes, a partir do tronco, só é superada pela família Siqueira Franco abordada no título I deste trabalho, portanto, para nós, é raro um atibaiano de raiz que não seja descendente, primeiro do título e capítulos da família Siqueira Franco, segundo do tronco e capítulos da importantíssima família Alves do Amaral de Atibaia.

RELAÇÃO DO TRONCO COM O AUTOR

● O Tronco é heptavô (avô em 7° grau) do autor deste trabalho. É também tetravô (avô em 4° grau) de José Benedito Leite, pai de Maria do Carmo Leite De Carlo, bisavó materna do autor destas notas genealógicas.

CIDADES MAIS CITADAS NESTE TÍTULO

● Atibaia (antiga São João de Atibaia); Jarinu (antigo distrito de Atibaia com o nome de Campo Largo de Atibaia), São Paulo (antiga São Paulo de Piratininga), Piracaia (antiga Santo Antônio da Cachoeira), Bragança Paulista (antigo distrito de Atibaia com o nome de Nossa Senhora da Conceição de Jaguari), Nazaré Paulista, Campinas (antiga São Carlos), Capivari, todas no Estado de São Paulo.

Alferes ANTÔNIO ÁLVARES (ALVES) DO AMARAL

Antônio Alves do Amaral, o velho, também conhecido como Antônio Álvares do Amaral (SL 1/467), era natural de Atibaia onde nasceu entre 1759 a 1768 (1761 a 1763, anos mais prováveis) e faleceu aos 03.NOV.1838 sendo sepultado dentro da matriz. Antônio era filho de Rafael Cordeiro do Amaral falecido aos 28.OUT.1778 em Atibaia e de sua segunda esposa Ana Ribeiro Cardoso. Neto materno de Ana de Ribeira Bueno e do capitão Antônio Álvares Cardoso, ambos naturais de São Paulo; neto paterno de Rafael Cardoso de Almada[113] e de Catarina do Amaral[114], também naturais de São Paulo. Antônio Alves do Amaral era abastado fazendeiro[115] em Atibaia no bairro do Rio Abaixo.

Rafael Cordeiro do Amaral[116] n. aproximadamente em 1701 em de Itu. Casou primeira vez com Escolástica Ortiz Camargo em Atibaia e segunda vez em 1749, também em Atibaia com Ana Ribeiro Cardoso[117] n. aproximadamente em 1767 e faleceu em Atibaia aos 03.AGO.1805 (descendente direta de Amador Bueno da Ribeira, aclamado rei de São Paulo), natural de São Paulo. Rafael Cordeiro do Amaral, pai do tronco, encontrava no censo de 1765 de Atibaia como morador do bairro do Rio Abaixo e com patrimônio de 200 mil réis. Os seis filhos de Rafael Cordeiro do Amaral e sua 1ª esposa estão descritos em SL 1/300 a 304 e os oito filhos de seu segundo casamento estão descritos em SL 1/463, já sua ascendência é encontrada em SL 7/292.

Antônio Alves do Amaral, tronco deste título, foi sargento da 2ª companhia em 1825; foi também procurador da câmara em 1811 e vereador em 1814. Foi casado primeira vez em Atibaia em 1780, aproximadamente, com Ana Franco da Silveira n. em 1775/76, filha do capitão Crispim da Silva Franco[118] e de sua 1ª esposa, Izabel Cardoso da Silveira[119], neta materna de João Franco Viegas[120] n. em 1713, que foi vereador na 1ª câmara de Atibaia em 1770 e de Maria de Souza. Segunda vez casou-se aos 22.MAIO.1814 com Maria Angélica de Oliveira, filha de João Preto de Oliveira e Ana Maria, tendo treze filhos com a primeira mulher e uma filha (capítulo 15°) com a segunda.

Capítulo 1º Maria Franco Cardoso ou Amaral[121] (minha hexavó)

Capítulo 2º José Alves do Amaral

Capítulo 3º Isabel da Silveira Cardoso

Capítulo 4º José Joaquim do Amaral

Capítulo 5º Cap. Jacinto Alves do Amaral (meu hexavó)

Capítulo 6º Gertrudes Alves do Amaral

Capítulo 7º Joaquim Alves do Amaral

Capítulo 8º João Alves do Amaral

Capítulo 9º Ana Franco da Silveira

Capítulo 10º Francisca da Silveira Franco

Capítulo 11º Francisco José da Silveira

Capítulo 12º Antônio José do Amaral

Capítulo 13º Albina Maria Franco

Capítulo 14° Joaquim com 11 anos em 1829, nada descobrimos.

Capítulo 15º Ana Franco

Capítulo 1º

Maria Franco Cardoso ou do Amaral

Maria Franco Cardoso n. em 1781/83 (no censo de 1782, tinha um ano), também conhecida como Maria Franco do Amaral foi casada com José Joaquim Bueno Paes, tronco do título Bueno, ver parte da descendência do casal no referido título.

Capítulo 2º

José Alves do Amaral

José Alves do Amaral n. em 1785, casado em 1802 com Francisca Gonçalves dos Santos, filha de Antônio Gonçalves, natural de Minas Gerais e de Ana Maria da Conceição, por esta. Neta de Manoel da Costa Guimarães e de Maria José de Jesus. Teve:

N° 01 Felicidade Alves c.c José Joaquim Franco. Com geração, mas sem informação.

N° 02 Maria batizada em 1805 em Atibaia, sem informações.

N° 03 Francisco, sem informações.

N° 04 Joaquina

N° 05 Inocêncio Alves casado em Pirassununga, sem informações.

N° 06 João Batista do Amaral Lacerda

N° 07 Ana Joaquina

N° 06 João Batista do Amaral Lacerda casou 1º em 1834 com sua parenta Manoela da Anunciação, filha de Joaquim Alves do Amaral e de Maria Fortunata (capítulo 6°), 2ª. vez com Maria, filha de (…) e vez com Rita Auta. Teve cinco filhos da primeira esposa e desconhecemos outros com as demais:

1.1 Estanisláu

1.2. Felisbino

1.3. Maria

1.4. Francisca

1.5. (…)

N° 07 Ana Joaquina casou em 1838 no Belém de Jundiaí (Itatiba) com Inácio Nobrega, viúvo de Quitéria Maria. Teve:

1.1 Vicente Nobrega que foi morador e casado em Bragança. Sem geração.

1.2. José, sem informações.

Capítulo 3º

Isabel da Silveira Cardoso

Isabel da Silveira Cardoso n. em 1783, casada em 1802 com Francisco Rodrigues Leme, filho de Mariana de Siqueira e do sargento-mor Jerônimo da Rocha Bueno, pai do tronco do título Bueno deste trabalho. Teve descoberto por Silva Leme:

N° 01 Jacinto, nada descobrimos.

N° 02 Bernardino, nada descobrimos.

N° 03 Maria Isabel Cardoso casada em 1824 em Atibaia com Manoel da Silva Bueno filho de Lourenço da Silva Bueno e de Maria Antonia. Nada descobrimos.

Capítulo 4º

José Joaquim do Amaral

José Joaquim do Amaral n. em 1789 casado em 1806 com Cristina Maria Franco, filha do capitão José Antônio da Silva Coelho e sua 2ª mulher Christina Maria Franco. No censo de 1836 tinha 18 escravos. Teve 3 filhos, mas somente um deixou descendentes:

N° 01 Joaquim Antônio do Amaral e Silva que casou em 1842 em Bragança com Joana Nepomuceno do Valle e Silva, f. com 79 anos em 1896 em S. Paulo, onde residiu na rua de S. Bento desde 1869, fª do alferes Antônio José do Valle, natural de Portugal, e de Gertrudes Thereza de Jesus. Joaquim Antônio faleceu assassinado numa emboscada em 1846 em Atibaia. Teve a f.ª única:

1.1. Maria Antonia da Silva Macedo que casou em 1865 em Bragança com o capitão do exército Francisco de Assis de Araújo Macedo, nascido em 1825 em S. Paulo, fº do brigadeiro Francisco de Paula Macedo, natural de Portugal, (que veio ao Brasil em junto com a corte portuguesa em 1808) e de Francisca Amália de Araújo Azambuja. Da fé de ofício do capitão Francisco de Assis tiramos os seguintes pormenores de sua vida militar: Foi ajudante de ordens de vários presidentes do Estado de São Paulo e recebeu várias condecorações. Faleceu o capitão Macedo em 31.DEZ.1868 em São Paulo e jaz sepultado no cemitério da ordem terceira do Carmo, juntamente com sua esposa Maria Antonia, que faleceu na mesma cidade aos 22.FEV.1901. Teve 3 filhos:

2.1. Maria Fausta de Macedo Leme nascida e batizada no Rio de Janeiro aos 26.FEV.1866, casada aos 08.SET.1883 em São Paulo com Luiz Gonzaga da Silva Leme nascido aos 03.AGO.1852 em Bragança Paulista e falecido em São Paulo aos 13.JAN.1919, bacharel em direito e engenheiro civil, grande genealogista, autor da importante obra, Genealogia Paulistana, grande base de pesquisas deste trabalho; filho do coronel Luiz Manoel da Silva Leme e de Carolina Eufrásia de Moraes Leme, neto materno de Gertrudes Thereza da Silveira que casou-se em Atibaia em 1809 com seu parente, capitão de milícias Luiz Gonzaga de Moraes, batizado aos 24.JUN.1788 em Atibaia e falecido em Bragança em 1865, tendo ocupado altos cargos em Bragança, onde foi juiz ordinário e de órfãos na primeira parte do século XIX, vereador no quinquênio de 1829 a 1833, nos quatriênios de 1841 a 1844 e de 1845 a 1848;foi promotor público interino, ocupando nessa qualidade a tribuna do júri. Militou nas fileiras do partido liberal e tomou parte ativa na revolução de 1842, como amigo e partidário do brigadeiro Rafael Tobias, porém não sofreu violência alguma, devido à estima e simpatia do partido governista; neto paterno do sargento-mor Antônio Leme da Silva, natural de Mogi-Guaçu, e falecido em 1827 em Bragança, e de Rosa Maria de S. José, natural de Mogi das Cruzes.

Foi Luiz Gonzaga da Silva Leme engenheiro chefe, incumbido de acabar a construção da estrada de ferro bragantina, serviço que inaugurou aos 06.AGO.1884, sendo nomeado inspetor geral desta estrada, posto que permaneceu até meados de 1898, quando iniciou a belíssima obra de genealogia tão citada neste trabalho. Teve:

3.1. Maria Esther Leme, nascida aos 02.AGO.1884 em S. Paulo, aí casou-se aos 02.FEV.1901 com Teófilo Maciel, médico, residente em Itapira, filho do barão e baronesa de Maciel, naturais de Baependi. Teve, segundo SL em sua, por vezes, aqui citada:

4.1. José Luiz Leme Maciel, nascido em S. Paulo aos 02 .NOV.1901.

3.2. Maria Adelaide Leme, nascida aos 30.MAR.1886 em S. Paulo, casou-se aos 24.JAN.1903 em São Paulo Raul Ortiz Monteiro, formado em direito. Teve:

4.1. Maria José, nascida aos 06.FEV.1904.

3.3. Maria de Lourdes Leme n. aos 16.OUT.1891 em São Paulo.

3.4. José Hildebrando Leme n. aos 18.ABR.1900.

3.5. José Sizenando Leme n. aos 10.JUL.1901 em S. Paulo, além de outros falecidos na infância.

2.2. Adalberto, falecido na infância.

2.3. Honorina, falecida na infância

Capítulo 5º

Capitão Jacinto Alves do Amaral

Jacinto Alves do Amaral nasceu em Atibaia entre 1788 a 1792 e aí se casou aos 24.JUN.1809 com sua parente Maria do Espirito Santo Amaral n. em 1792 a 1801 e falecida aos 07.JAN.1857 com 64 anos, filha de Inácio Alves de Godoi e de Gertrudes Maria de Araújo[122], neta paterna de Inácio Alves Cardoso[123] e de Maria de Godoi Moreira[124]; neta materna de Amaro das Neves de Moraes e de Maria Leite de Araújo que é uma das filhas do tronco da família Araújo de Atibaia e uma das duas irmãs que podem ser consideradas troncos da importante família Araújo Cintra de Atibaia (ver capítulo 2° do texto sobre a Família Araújo em introdução ao título I deste trabalho e também em SL1/501).

O capitão Jacinto Alves do Amaral[125] foi importante fazendeiro[126] no município de Atibaia, bairro do Rio Abaixo, com grande escravatura. Dedicou-se tanto a agricultura como a pecuária. Dos inventários de Atibaia por mim consultados, Jacinto foi quem deixou maior fortuna, estimada em 87.952$860 (oitenta e sete contos, novecentos e cinquenta e dois mil e oitocentos e sessenta reis). Apenas para ilustrar, na data do seu falecimento o capitão Jacinto tinha 44 escravos (30 escravos no censo de 1836), além de muitos bens móveis e imóveis, e muita terra. Foi capitão Jacinto vereador à câmara municipal em 1827 e no mandato de 1837/40. Em 1834 participou juntamente com: Jacinto José Araújo Cintra (o 1º deputado provincial por Atibaia) e Antônio José da Cunha de uma comissão encarregada de localizar um outro local para a construção de nova casa de câmara e cadeia, pois a antiga estava sem condições alguma de funcionamento (o primeiro paço municipal foi o sobrado atrás da igreja matriz, no prédio onde funcionou o hotel São João e hoje encontra-se o edifício Magister), esta comissão comprou em 1835 um terreno onde hoje se localiza o museu municipal na atual praça Bento Paes. Em 1833 também participou de outra comissão formada pelos mesmos distintos senhores encarregada de escolher um local para construção de um cemitério, tendo sido escolhido o quarteirão onde hoje se encontra várias casas, a escola “José Alvim” e talvez aprópria praça Guilherme Gonçalves, neste local funcionou o cemitério do santíssimo sacramento até o início do século XX (1901) quando o antigo cemitério foi desativado e deu-se início ao cemitério atual na avenida da saudade “São João Batista”, antes, porém, os seputamentos ocorriam nos pátios das igrejas e ou no seu interior, dependendo da “importância” sócio-econômica do morto. Jacinto Alves do Amaral faleceu aos 23.JUN.1867. Do casal Jacinto Alves do Amaral e Maria do Espirito Santo descendem os oito filhos que seguem:

Nº 01 Zeferino Alves do Amaral

Nº 02 Antônio Alves do Amaral

Nº 03 João Batista do Amaral

Nº 04 Francisco Alves do Amaral

Nº 05 Ana Jacinta do Amaral “Ana Paes” (minha pentavó ou avó em 5° grau)

Nº 06 Delfina Maria do Carmo

Nº 07 Gertrudes Franco

Nº 08 Maria Paula do Amaral

N°09 Delfim II n. 1829, nada descobrimos.

Nº 01[127] Zeferino Alves do Amaral n. 1833 em Atibaia onde foi fazendeiro e faleceu aos 29.OUT.1882. Casou-se em 1851 com sua sobrinha Maria da Conceição (v. cap. 2.° adiante, Nº 1). No ‘Almanak’ da prov. de São Paulo de 1873 constava como 3° suplente de delegado. Teve os 2 filhos:

1.1. Coronel Claudino Alves do Amaral n. em 1857 em Atibaia ou Nazaré Paulista e f.aos 29.MAIO.1922 em Atibaia onde foi abastado fazendeiroe considerado um dos maiores cafeicultores de sua época. Fez política de oposição, primeiro no partido conservador e depois da república pelo partido democrárico, sendo um dos principais elementos de destaque nas lutas partidárias desde a campanha Hermes. A praça da matriz de Atibaia leva seu nome. Casou-se em 1884 com Maria Jacinta da Silveira “Mariquinha do Amaral”, viúva de Antônio Gabriel do Amaral, primode Claudino (ver 1.2., N° 02 a seguir e cap. 1° do título Pires de Camargo). Tiveram 4 filhos:

2.1. Zeferino Alves do Amaral n. aos 30.NOV.1885 em Atibaia e aí f. aos 13.NOV.1962. Fez estudos de humanidades no Brasil e em Paris; formou-se pela faculdade de medicina do Rio em 1908. Clinicou em Atibaia e Bragança, mudando-se mais tarde para a capital, onde tornou-se com o decorrer dos anos um dos maiores cirurgiões da época. Foi membro de diversas associações científicas do país e do estrangeiro; foi chefe da clinica cirúrgica da santa casa; exerceu também o cargo de professor de clínica cirúrgica da faculdade de medicina de São Paulo; membro do colégio brasileiro de cirurgiões. Militando na política, ocupou pelo PRP uma cadeira de deputado estadualpelo 6° distrito que não era o distrito de Atibaia, portanto, embora fosse nascido em Atibaia, Zeferino não se elegera com votos de sua cidade natal, obtendo 8.082 votos,mandato iniciado em 1928 e extinguiu-se em 24.OUT.1930. Casou-se em 28.AGO.1911 com sua prima Evelina Vairo (ver cap. 2°, N° 8 adiante). Há na praça dos Três Poderes um busto em sua homenagem. Tiveram 5 filhos:

3.1. Claudino Alves do Amaral, médico pela faculdade de São Paulo, formado em 1934; quando estudante fez parte da caravana que foi ao Japão em viagem de estudos; depois de formado esteve na Europa em viagem de aperfeiçoamento; foi cirurgião da Santa Casa da capital; seguindo a escola do seu pai. Casou-se em 1941 em Santos com Maria da Glória Ribeiro de Almeida.

3.2. Valter Amaral, médico formado em 1939; especializado em otorinolaringologia.

3.3. Vera Amaral; foi casada aos 21.SET.1937 com Farid Cheid, cirurgião da Santa Casa, foram co-proprietários do hospital São Luiz em São Paulo; Tiveram:

4.1. Silvia Helena Amaral Cheid

4.2. Lilian Amaral Cheid

4.3. Fábio Amaral Cheid

3.4. Lia

3.5. Célia c.c seu primo Olavo Pires de Camargo(ver 2.3., 1.4., N° 01, cap. 1° do título P. de Camargo).

2.2. Etelvina: foi c.c Alfredo de Almeida; dentista e fazendeiro, sem desc.

2.3. Zulmira, c.c Pompeu Souza Brasil, fazendeiro em Pirajú; residentes em S. Paulo; tiveram:

3.1. Pompeu

3.2. Sônia

2.4. Benedito Alves do Amaral, engenheiro agrônomo; estudou muitos anos na Itália; foi fazendeiro em Atibaia e Marília/SP; casou-se em Bragança com Carolina Ferreira. Tiveram:

3.1. Celio Ferreira Amaral, foi aviador e c.c. Cora Gurjão Cotrim

3.2. Olavo Ferreira do Amaral c.c. Raquel Amorim: teve uma filha:

4.1. Carmem Lúcia

3.3. Caio Ferreira do Amaral casado em 1944 c. Cecilia Pulin; teve:

4.1. Roberto

4.2. Caio Eduardo

1.2. Ana Rosa do Amaral casou-se em Atibaia com o capitão Fortunato de Araújo Cintra; foram moradores em Pirassununga, onde deixaram descendência (ver 2.9., 1.4., N° 02, cap. 4° do título Siqueira Franco).

Nº 02 Antônio Alves do Amaral“o novo” n. no bairro Itapetinga aos 07.MAR.1813, fazendeiro em Atibaia onde foi vereador em 1841/44. Casado em 1833 com sua tia Ana Franco ou Ana Cardoso n. 1822, filha de Antônio Alves do Amaral, “o velho”, e sua 2.a mulher Maria Angélica; neta paterna de Rafael Cordeiro do Amaral e de Ana de Ribeira Cardoso e neta materna de João Preto de Oliveira e de Ana Maria (SL1/123). Tiveram:

1.1. Maria da Conceição n. em 1836, c.c seu tio Zeferino Alves do Amaral (ver descendência retro).

1.2. Antônio Gabriel do Amaral n. em 1845 e f. em 1883. Foi abastado fazendeiro em Atibaia e o 1° marido de sua prima Maria Jacinta da Silveira “Mariquinha do Amaral” (ver1.3., N° 01, cap. 1° do ítulo Pires de Camargo, cap. 1.°, N.° 1). Tiveram 2 filhos:

2.1. Capitão João Alves do Amaral, coletor federal aposentado de Atibaia; casado com Luiza de Toledo, filha de José Camillo de Toledo e de Barbara Maria do Rosário, a qual teve mais três irmãs: Lídia de Toledo que faleceu solteira, Barbára Maria de Jesus e Maria José de Toledo, n. em 1891 c.c João Batista aos 05.JAN.1917 e f. aos 18.MAIO.1978, os quais tiveram um único filho: Ari Benedito Batista de Toledo n. aos 24.JAN.1918 e f. aos 09.SET.2008 que foi amigo do autor deste trabalho. O casal João Alves e Luiza de Toledo não tiveram filhos.

2.2. Capitão Antônio Gabriel do Amaral “Totó Alves” n. aos 12.AGO.1883 em Atibaia e aí f. aos 28.JUL.1965. Foi fazendeiro, presidente do partido republicano, do clube recreativo, prefeito (18.ABR.1933 a 26.JUL.1934) vereador (1926/29) e presidente da câmara (1926/28). Casou-se em 1903 com Izabel Urioste, filha de Francisca Martins Teixeira e do cel. Teófilo Urioste (*1865 +1958). Tiveram 5 filhos:

3.1. José Alves do Amaral n. em 1903, casado em fevereiro de 1944 com Andreza Paes de Barros, de tradicional família paulista. Foi fazendeiro e exportador de café. Teve:

4.1. Maria Helena Amaral Korloff, física, matemática e consultora de informática, c.c Laimus Korloff.

4.2. Antônio Carlos Alves do Amaral, administrador de empresas e empresário, solteiro.

4.3. Isabel Cristina Amaral, falecida solteira.

3.2. Galileu Amaral, c.c Elizabeth Alves (ver neste capítulo). Teve:

4.1. Maria Lúcia

3.3. Wladimir Amaral, médico, cirurgião plástico formado em 1930; residiu em Limeira, foi casado com Daisi Vargas do Amaral; teve:

4.1. Maria Lúcia Vargas do Amaral foi c.c José Ináciao Botelho de Mesquita, advogado e professor universitário.

4.2. Luiz Roberto Vargas do Amaral, administrador c.c Marlene Chakur do Amaral.

4.3. Wladimir do Amaral Filho, consultor de informática, c.c Maria Alice Salles Cunha do Amaral.

4.4. Lydia Maria Vargas do Amaral, solteira, assistente social.

4.5. Maria Beatriz Vargas do Amaral c.c José Lopes Souza Bueno.

4.6. Luiz Antônio Vargas do Amaral, economista, c.c Fátima Regina Austregésilo do Amaral.

3.4. Diná do Amaral Barreto foi c.c Fernando Bebiano Barreto Henriques, engenheiro químico, foram moradores do Rio de Janeiro, ambos falecidos. Tiveram 4 filhos:

4.1 Maria Izabel Amaral Barreto, professora universitária, c.c Aristophanes Negrão Fleury, professor universitário.

4.2. Fernando Antônio do Amaral Barreto, foi engenheiro, já falecido, foi c.c Cristina do Amaral Barreto, advogada.

4.3. Vera Maria do Amaral Fleury, advogada, c.c Gilberto Negrão Fleury.

4.4. Diná Maria do Amaral Barreto, economista, funcionária do Procon, foi c.c Cláudio Newton Mattos Lemos, economista.

3.4. Eros Amaral, foi securitário e professor de bridge, c.c Yvone Escobar do Amaral, fª do famacêutico Bento Marcondes Escobar (* 19.FEV.1888 + 14.FEV.1980), ex-vereador de Atibaia, todos já falecidos. Tiveram:

4.1. Maria Cristina Escobar do Amaral, c.c Francisco Renzi, comerciante.

4.2. Marcelo Roberto Escobar do Amaral, economista, foi c.c Noemia Caiuby Salles Amaral.

4.3. Luiz Fernando Escobar do Amaral, administrador de empresas, c.c Marina Rabioglio do Amaral.

1.3. Jacinto Alves do Amaral Neto, fazendeiro em Atibaia, c.c Ana Rosa Pacheco Leite f. aos 23.DEZ.1902 com55 anos, viúva de Dionisio Urioste e filha de Maria Balbina Pacheco e do cap. Antônio Paudua Leite (v. SL2/520 e família Araújo na introdução ao título I deste trabalho); teve:

2.1. Capitão Adolfo Alves do Amaral, prestante cidadão, muito popular e muito estimado em Atibaia; ocupou vários cargos de eleição; c.c Eulália Silva; Teve:

3.1. Maria de Lourdes

3.2. Waldomiro Alves, c. em São Paulo com Leontina Profeta (ver 3.7., 2.2., 1.1., N° 01, cap. 5° do título Pereira); Teve:

4.1. Dorival

4.2. Vanda

3.3. Ana Rosa, c.c Tomaz Cury; teve:

4.1. Telma, profª universitária.

4.2. Vilma

4.3. Renato, já falecido.

3.4. Eulália Alves

2.2. Acácio Alvesc.c sua prima Mecias Leite, já falecida (SL2/520); teve:

3.1. Oscar Leite Alves, formado em 1929 pela faculdade de medicina do Rio; foi residenteem São Carlos onde foi médico do serviço de profilaxia da lepra; casado em Piracicaba com Maria Leite Negreiros (v. Desc. do Ouvidor Lourenço de Almeida Prado, pag. 347); Teve:

4.1. Maria Aparecida

4.2 Antônio de Paula

4.3. Ana Angélica (gêmeos)

4.4. Mecias

4.5. José Inácio

3.2. João Batista Leite Alves “João Grilo”, economista e prof° universitário, c.c Maria de Lourdes Macuco Montessanti, residentes no Rio.

2.3. Jacinto Alves do Amaral Jr. “Nenê Alves”, c.c Antonia Martins, de família espanhola. Teve:

3.1. Jacinto Alves do Amaral, já falecido foi c.c sua parente Maria Salomé Peçanha do Amaral (ver 3.4., 2.3., 1.7, N° 05, cap. 5° deste título).

3.2. Marcilio Alves

3.3. Valentina Martins Alves Rosa[128] n. 12.FEV.1909 e f. aos 08.AGO.2016. Foi c.c Tranquilo Rosa n. aos 23.OUT.1904 e f. em 1979 com quem se casou aos 25.MAR.1929, f° de Santo Rosa e Maria Broggin[129], naturais de Ospedaletto Eugano/PD.Teve:

4.1. Fábio, advogado, c.c. Isabel de Moraes Guelpa. Teve:

5.1. Ana Maria, c.c Roberto de Oliveira Simões. Teve:

6.1. Priscila

6.2. Gabriela

5.2. Sônia Maria, falecida solteira.

5.3. Maria Izabel c.c Nahor Araújo de Aquino. Teve:

6.1. Valentina

4.2. Haroldo, falecido ao nascer.

4.3. Renato, dentista e empresário do ramo hoteleiro, c.c. Ezilda de Andrade, teve:

5.1. Maria Silvia c.c José Carlos Longo Filho:

6.1. Fernanda

6.2. Guilherme

5.2. Ricardo c.c Ana Célia de Mello Brito. Teve:

6.1. Renata

6.2. Raquel

6.3. Ricardo

5.3. Vera Lúcia c.c. Luís César Rodrigues Costa. Teve:

6.1. Mariane

4.4. Neide, professor aposentada, viúva de Arthur John Vinicombe de família inglesa. Teve:

5.1. Lígia c.c. Darnei Otero, oficiais de justiça. Teve:

6.1. Pedro Arthur

6.2. Beatriz

5.2. Suzana c.c Antônio Carlos Gutieres, residentes em São Paulo.

4.5. Norma, c.c José Calazans da Silva (ver 4.1., 3.6., 2.5., 1.5., N° 05 neste capítulo). Teve:

5.1. Maria Cecília Rosa Silva, fisioterapeuta, c.c Reinaldo Brezaola, economista. Teve:

6.1. Luis Felipe

6.2. Luis Paulo

5.2. Eliana Rosa Silva, c.c Paulo Sérgio Martinez Moreira, representante comercial, residentes em Campinas. Teve:

6.1. André

6.2. Isabela

5.3. Marisa Rosa Silva, c.c Fernando H. Andrade. Teve:

6.1. Caio

6.2. Leonardo

5.4. Valéria c.c Luís Eduardo Spósito.

3.4. Lúcia c.c Joaquim Almeida, já falecidos. Tiveram:

4.1. Edson, já falecido.

4.2. Eduardo, residente em São Paulo.

3.5. Maria, c.c Rafael Mitsubayashi. Teve:

4.1. Rui, residente em São Paulo com 2 filhos.

4.2. Rau, residente em São Paulo com 5 filhos.

3.6. Aurora c.c Jorge Adashi. Teve:

4.1. Marina casada 2 filhos.

3.7. Natálio c.c Nair Viola. Teve:

4.1. Claudio

4.2. Sérgio

3.8. Julieta falecida solteira.

2.4. Antônio Alves do Amaral n. aos 27.MAIO.1884 e f. aos 28.JAN.1884 foi c.c sua prima Julieta Soares do Amaral n. aos 0.OUT.1887 e f. aos 19.NOV.1949 (v. neste título, Nº 08, 1.3.); teve:

3.1. Maria, c.c Lourenço Martins, com desc.

3.2. Antônio Alves do Amaral Júnior n. aos 07.MAR..1922 e f. aos 15.DEZ.1974 foi casado em 1940 com Idalina Giacomini.

3.3. Geraldo Alves

3.4. Elvira n. aos 27.OUT.1910 e f. aos 11.NOV.1976 foi c.c Luiz dos Santos; com desc.

3.5. Ana

2.5. Amália, c.c seu parente José do Amaral Silveira “José Crisóstomo”, já falecido (ver desc. em 3.2., 2.3., 1.5., N° 05 adiantes).

2.6. Valeriana Alves, c.c seu parente Horácio Alves de Oliveira; teve:

3.1. Veridiana, c.c Antônio Terson Wal, com desc.

4.1. Benedito

4.2. Waldomiro

2.7. Ana Alves, c.c seu primo João Pereira Alves (ver descendência neste título,cap. 4°, N.° 04).

2.8. Pedro Alves do Amaral casado aos 02.JUL.1910 com Davina Alves, filha de Frederico Alves e de Alexandrina Maria; teve:

3.1. Luiz Gonzaga Alves, c.c Angélica.

3.2. Maria Aparecida.

3.3. Geraldo Alves do Amaral

3.4. Elizabeth, c. em 1943 com seu parente Galileu Amaral (v. retro)

1.4. Sabina Alves n. 1838, c.c seu primo José Teodoro Pinto, filho de Francisco José da Silveira e de Maria da Conceição Cintra (ver2.1., 1.1., N° 09, cap. 6° do título Siqueira Franco); teve:

2.1. Ana Jacinta, c.c o cel. João Antônio da Silveira Cintra, seu parente (ver descendência em 1.1., N° 09, cap. 6° do título Siqueira Franco); ambos falecidos.

1.5. Maria Antonia do Amaral, c.c José do Carmo Penteado (v. título Pires de Camargo, cap. 3°); teve:

2.1. Virgínia do Carmo, c.c Antônio Aielo; com desc.

1.6. Coronel Florêncio Alves do Amaral n. em 1839, fazendeiro em Atibaia, foi casado 1° vez com sua prima Gertrudes Leite, filha de João Alves do Amaral (SL. 1/478) e 2a vez com Henriqueta de Oliveira, falecida com 64 anos em maio de 1944. Teve cinco filhos do primeiro e do segundo casamentos:

2.1. Rita Maria do Amaral, c.c seu primo Bernardo Soares do Amaral (ver descendência em Nº 08 adiante).

2.2. Bento Alves do Amaral; faleceu solteiro.

2.3. Lidia Alves, c.c Luiz Alves da Cunha. Teve:

3.1. Maria Joana, c.c João Leite; filhos:

4.1. Florêncio Alves da Cunha, c.c sua prima Benedita Soares do Amaral (ver 3.1., 2.1., 1.3., N° 08, adiante), sem filhos.

4.2. Ana, c.c Vespasiano Pereira Leite (ver 1.2., N° 02, cap. 8° do título Pereira).

4.3. Francisca, c.c Juvenal de Oliveira Franco.

4.4. Pedro Alves da Cunha, c.c Madalena Dai. Teve q.d:

5.1. Luiza Alves da Cunha c.c João Gonçalves (ver desc. em 4.4., 3.5., 2.6., 1.1., N° 02 do cap. 1° do título Pereira).

5.2. José Alves da Cunha c.c Wilce Wohlers. Teve:

6.1. Pedro Alves da Cunha Neto c.c. Sonia M. P. Fonseca da Cunha. Teve:

7.1. Eduardo Augusto

7.2. Pedro Henrique

6.2. José Alves da Cunha Jr. c.c Luzia do Carmo Oliveira. Teve:

7.1. Kalebe

7.2. Tamara

7.3. Sara

6.3. Wilce Maria da Cunha “Tuti”, divorciada. Teve:

7.1. Bruna Marchetti

7.2. Luís Filipe Tessaro Tortora

6.4. Luiz Carlos da Cunha c.c Angela Ferreira.

5.3. Maria c.c Antônio Monteoliva, moradores em Campo Limpo Paulista. Teve:

6.1. Ariane de Fátima Monteoliva

6.2. Roseane

6.3. Antônio Marcos

4.5. Salvador Alves da Cunha

4.6. Benedita, c.c Evaristo Pinto, filho de Fernando Bueno; teve um filho

5.1. Benedito

2.4. Joana Alves do Amaral, casada com seu parente José Ivo da Silveira (ver desc. em 1.6. N° 06,cap. 6° adiante), n. aos 14.ABR.1866 e f. aos 16.NOV.1957, era fazendeiro, filho de Antônio Ivo da Silveira e de Gertrudes Silveira Leite, ver N° 06, cap. 6°adiante.

2.5. Francisco Alves Amaral, c.c Maria Izabel de Oliveira; teve:

3.1. João

3.2. Sebastião

3.3. Maria Gertrudes, c.c seu parente Laércio Soares (v. adiante desc).

3.4. Lazarina; faleceu solteira.

3.5. Ana, c.c Benedito Bueno de Godoi.

3.6. Benedito

3.7. Francisco

3.8. José

3.9. Lourdes

3.10. Antonieta

3.11. Laura casada.

2.6. Maria Carmelita Alves do Amaral, faleceu solteira aos 17.JUL.1932.

2.7. Francisco Oliveira Alves “Chico Sacristão”, funcionário estuadual em Atibaia, grande beifeitor do Asilo São Vicente de Paula, casado em 1944 com sua parente Julia de Almeida (v. adiante).

2.8. Lázaro de Oliveira Alves ou Alves do Amaral c.c Jacira Pinheiro. Tiveram um filho.

2.9. José Alves do Amaral n. aos 15.SET.1919 em Atibaia e aí falecido aos 02.ABR.2005, foi c.c Malvina Trofino Alves (ver 3.5., 2.1., 1.1., N° 03, cap. 2° do título Freitas), n. aos 10.NOV.1920 e f. aos 07.ABR.1997. Foi juiz de paz e exerceu a vereança na condição de suplente no período de 1956 a 1960. Teve uma filha:

3.1. Ana Maria Alves do Amaral, c.c Ricardo André Alfonsi, filho de Tarfino Alfonsi e Teresa Zago Alfonsi, nascido em 1943, professor de educação física aposentado, agricultor e comerciante. Tiveram 5 filhos:

4.1. José Ricardo

4.2. Daniela

4.3. André

4.4. Mayara

4.5. Fabiana, n. aos 01.MAR.1977, c.c Renato Cifarelli, comerciante. Teve:

5.1. 6.1. Ana Luiza, n. 23.NOV.1996.

2.10. Ana de Oliveira Alves do Amaral; faleceu solteira.

1.7. Bárbara Alves, c.c Egidio Bueno de Aguiar; sem desc.

1.8. Valeriana Alves do Amaral, casada 1° com Egidio Bueno de Aguiar (ver 2.7., 1.2., Nº 08 a seguir) e 2a vez com Michelle Vairo ouMiguel Vairo[130] n. aos 04.SET.1848 em Piaggine, Província de Salermo, Itália, médico formado pela faculdade de Nápoles, muito estimado em Atibaia onde foi eleito vereador, tornando-seprefeitode 15.JAN.1908 a 15.JAN.1914. Foi idealizador e fundador da Santa Casa de Misericórdia. Falecido aos 04.AGO.1935. Valeriana f. aos 31.MAIO.1889.Teve deste último:

2.1. Evelina Vairo, c.c seu primo Zeferino Alves do Amaral (verdescendência em 2.1., 1.1., Nº 01 retro).

Nº 03 João Batista do Amaral nascido no bairro Itapetinga aos 20.MAR.1810, c.c Policena de Moura, não deixou descendência.

Nº 04 Francisco Alves do Amaral, nascido em Atibaia e casado em Limeira/SP com Maria de Moura. Faleceu em Atibaia aos 06.ABR.1885. Teve:

1.1. José Alves de Campos, faleceu solteiro sem descendência.

1.2. Escolástica Alves, c.c Antônio Pereira de Oliveira, sem descendência.

1.3. Constança Maria de Campos, c.c José Gomes de Oliveira, teve:

2.1. João Gomes; faleceu solteiro.

2.2. Maria, c.c Daniel Betoldo; com desc.

2.3. Antônio Pereira Alves, c.c Izabel Basco; com descendencia.

2.4. José Pereira de Campos, foi fazendeiro em Atibaia; c.c sua prima Maria Baisi (v. N.° 06 adiante). Tiveram:

3.1. Benedito de Campos, funcionário Estadual, residente em S. Paulo; c.c Evangelina Bueno (ver3.7., 2.2., 1.2., N° 08 adiante); sem descendência.

1.4. Maria Alves de Campos, c.c Bento Pereira de Oliveira “Bento Gomes[131]”; teve:

2.1. João Pereira Alves n. 1874 e f. em 1940; foi c.c sua prima Ana Alves (v. cap. 2.° retro, N.° 03) e segunda vez com Joana de Oliveira Cesarcom quem teve sete filhos (ver descendência em 1.11. N° 01, cap. 8° do título Oliveira Cesar).

2.2. Joaquim Pereira de Campos, c.c Benedita de Oliveira Cesar(ver 2.2., 1.1., cap. 8° do título Oliveira Cesar).

2.3. Benedito Pereira Alves, c.c Maria de Campos; teve:

3.1. Deomar

3.2. Maria de Lourdes

2.4. Antônio Pereira Alves, falecido em novembro de 1944, com 54 anos; foi c.c Maria Ramos; Teve:

3.1. Mário Alves, c.c Izabel Teixeira.

3.2. Benedito Paulo de Oliveira c.c Nair. Teve:

4.1. Maria Regina c.c Rubens.

4.2. Antônio Carlos

2.5. Benedita Alves de Campos, c.c Alfredo Leite, filho de Dionizio Francisco Leite e sua segunda esposa, Maria Leopoldina da Silva. Dionizio era filho do capitão de milícias Antônio de Pádua Leite (ver família Araújo, na introdução ao título Siqueira Franco deste trabalho). Teve:

3.1. Benedita Leite “Sinhá Leite”, n. aos 25.DEZ.1893 e f. aos 22.OUT.1992, foi c.c Luiz Janussi, de origem italiana. Teve 10 filhos:

4.1. Rosa Janussi Carvalho n. aos 18.MAIO.1919 e f. aos 20.JUL.2003 foi c.c Benedito Carvalho (sobrenome aportuguesado do correto: Cavallo, de origem italiana), n. aos 14.JAN.1917 e f. aos 26.JUL.1979, foi vereador de 1969 a 1973 e suplente que assumiu o mandanto de 1973/77, sendo presidente da câmara em 1973/74. Teve:

5.1. Adilson Carvalho, já falecido, foi professor doutor da USP, foi prefeito da cidade universitária Arnaldo Sales de Oliveira. Foi c.c Rosalva A. Vinha. Teve:

6.1. Andreia

6.2. Isabela

6.3. Patrícia c.c Fernando Silveira (ver desc em 6.1., 5.1., 4.1., 3.1., 2.1., 1.5., N° 05 a seguir). Teve:

6.4. Cristina

5.2. Adair n. aos 13.NOV.1942 e f. aos 18.FEV.2005, foi casada com seu parente Roberto Otávio da Silva (ver em 4.4., 3.6., 2.5., 1.5. adiante), contabilista e economista, ex-secretário de finanças da prefeitura da Estância de Atibaia. Teve 3 filhos:

6.1. Telma, professora, foi c.c Ricardo Potenza. Teve:

7.1. Paola

6.2. Vitor Carvalho Silva, artista plástico, fotógrato, secretário adjunto de cultura de Atibaia, c.c Daniela Colavita. Teve:

7.1. Carolina

6.3. Elton Carvalho Silva “Castor”, despachante, c.c Ana C. Gonçalves. Teve:

7.1. Júlia

7.2. Danilo

5.3. Ana Lúcia Carvalho, c.c Paulo Gigliotti, assessor parlamentar da câmara de Atibaia, filho do professor Orlando Gigliotti, ex-secretário de educação de Atibaia. Teve:

6.1. Pedro n. aos 12.AGO.1983 c.c Cassiana Potenza (ver 5.1., 4.1., 3.2., 2.6., 1.2., N° 01 do cap. 1° do título Pires de Camargo).

6.2. Daniel n. aos 23.JUL.1986.

4.2. Jonas Janussi c.c. Alzira Pinheiro. Teve:

5.1. Luiz Ailton

5.2. Antônio Carlos

5.3. Flávio c.c Vanda Bueno do Prado, natural de Atibaia, filha de Antônio F. do Prado “Antônio Vicente” e de Alfonsina, ambos já falecios e de origem mineira. Teve:

6.1. Jonas n. aos 12.AGO.1982.

4.3. Ercília Janussi c.c José Soldera, empresário, filho de Pedro Soldera e de Carolina Passador. Tiveram:

5.1. Jair, foi casado 1ª vez com Socorro com quem teve duas filhas e 2. vez com Marisa Dorathioto (ver 4.2., 3.1., 2.4., 1.4., N° 01, cap. 8° do título Oliveria Cesar) com quem teve um filho:

6.1. Carolina

6.2. Carla

6.3. José Victor

5.2. José Luiz, c.c Manola Landroni. Teve:

6.1. Adriana

6.2. Rafael

5.3. Janete c.c Paschoal Cepolini. Teve:

6.1. Tito

6.2. Giordana

6.3. Pedro

5.4. Joseli, solteira.

4.4. Oswaldo Janussi, já falecido foi c.c Manira. Teve:

5.1. Cláudio, casado.

5.2. Claudia, casada.

5.3. Danilo, casado.

5.4. Sônia, casada.

5.5. Oswaldo Jr., fotógrafo.

4.5. Adalgisa Janussi Leite Matos, c.c Geraldo Mattos, falecido 20.JUL.2007. Teve:

5.1. Claudinei de Matos foi c.c Neusa de Campos Matos. Teve:

6.1. Gisele de Matos c.c Clodoaldo Tadeu. Teve:

7.1. Gabriela

5.2. Claudete de Matos c.c Newton Bastos n. aos 07.NOV.1949. Teve:

6.1. Maricler Tavares Bastos n. aos 07.AGO.1987. Teve:

7.1. Rafaela Vitórian. aos 26.AGO.2005.

5.3. Claudemir de Matos c.c Eliana.

5.5. Claudionor de Matos c.c Sandra Cristina. Teve:

6.1. Barbara

6.2. Claodionor Jr, casado.

6.3. Sabrina, casada.

6.4. Vitor

5.4. Cláudio de Matos c.c Maria Gomes. Teve:

6.1. Angelita c.c Ewerton Wesley.

6.2. Poliana

6.3. Claudia

4.6. Adaici Janussi foi c.c João Brunialtti. Teve:

5.1. Luiz Alberto c.c Vera Vaz.

5.2. Antônio Carlos, falecido sem descendentes.

4.7. Deuzilde Janussi c.c César Stringheta, fazendeiro em Araçatuba. Teve:

5.1. Ana Maria

5.2. Sueli, c.c Hélio Soares Pinheiro, proprietário tradicional da casa Hélio, comércio de calçados em Atibaia. Teve:

6.1. Cristiano, solteiro, n. aos 11.OUT.1976.

6.2. Michele, casada, n. aos 19.DEZ.1981.

5.3. João Luiz, casado.

5.4. Roberto Carlos

5.5. César Júnior, falecido, com descendentes.

5.6. Paulo César, casado.

4.8. Irene Janussi Franco n. aos 24.MAR.1930 e f aos 02.JUN.2006 em Campinas/SP onde residia nos últimos anos,sendo sepultada em Atibaia. Foi casada com˙José Aparecido Ferreira Franco “Cido Franco” n. aos 27.OUT.1923 em Piracaia/SP. Cido Frando mudou-se para Atibaia em 1947 e inicialmente transportava carvão, depois adquiriu o Grande Hotel de Atibaia, passando também atuar na área de transportes públicos, sendo sócio da empresa Viação Atibaia São Paulo, tanto na linha intermunicipal, quanto nas linhas urbanas. Estrou na política em 1960, pela antiga arena, elegendo-se suplente de vereador, assumindo uma vaga em 1962. Formou-se em direito e foi um dos líderes locais do movimento de 31.MAR.1964 (golpe militar). Foi prefeito nomeado de 09.JUL.1975 a 19.MAIO.1979 e elegeu seu sucessor, o então vereador Takao Ono, falecido aos 02.AGO.2008. Disputou,sem êxito, as eleições para prefeito em 1982, contudo, elegeu-se para o mesmo cargo em 1988 para o mandato de 01.JAN.1989 a 31.DEZ.1992 e em 1996 foi eleito vice-prefeito de Pedro Maturana, mas faleceu no início do mandato aos 05.MAR.1997. Teve uma única filha:

5.1. Marisa Franco c.c Sérgio de Campos Mantovanini n. aos 14.JUL.1949 em Pedro de Toledo/SP, formado em direito, filho de Yolanda de Campos já falecida e de˙Durval Mantovaninni n. aos 22.ABR.1919 e f. aos 03.OUT.2009 que foi vereador de 1964 a 1982 e ex-presidente da câmara em 1979/80. Sérgio de Campos Mantovaninni é administrador, entre outros negócios e propriedades, da Viação Atibaia São Paulo, herdada por sua esposa. No campo político, Sérgio Mantovaninni, candidatou-se a prefeito de Atibaia em 2008 pelo PMDB, principal partido oposicionista na primeira década deste século, e em razão de sua considerável votação (41,76%),tornou-se o mais importante nome oposicionista de Atibaia na atualidade. Teve:

6.1. Luciano, administrador de empresas

6.2. Adriana casada em 2009 com Jonas Guerreiro Villas Boas. Teve:

7.1. Maria Eduarda n. aos 08.AGO.2011 em Campinas/SP.

6.3. Cristiano, cantor sertanejo.

4.9. Luiz Janussi Filho, foi c.c Yolanda de Godoi. Teve:

5.1. ˙Júlio César, sindicalista e advogado,foi c.c Adriana Carvalho, jornalista. Teve:

6.1. Luiz Felipe Targa Leite n. aos 27.JUN.1983.

6.2. Pedro Gabriel Carvalho Leite n. aos 03.OUT.1998.

5.2. Francisco c.c Cleide Scarelli. Teve:

6.1. Caio, com 1 filho.

6.2. Carolina, casada.

5.3. Jaqueline Amelia Leite

4.10. Nilza Janussi c.c Aparecido Magri. Teve:

5.1. Aparecido Jr.

5.2. Cleide Magri, professora.

3.2. Oscar Leite, funcionário do 6° cartório criminal, em São Paulo; c.c Antonieta Flórido. Teve:

4.1. Conceição

4.2. Neide

3.3. Maria Amélia Leite

3.4. José Dionísio Leite

3.5. Deomar Leite “Guiomar”

3.6. Aracy Leite

3.7. Benedito Leite n. aos 02.ABR.1905 e f. aos26.JUN.1982, foi artista plástico, pintor e projetista.Casou-se 1ª vez com Maria Amélia Peçanha (ver 5.1., 4.5., 3.3., 2.3., 1.1., N° 08, cap. 10° do título Siqueira Franco) com quem não teve filhos e 2ª vez em 1938 c Isabel Peçanha, prima de sua 1ª esposa (ver 4.8., 4.4., 2.3., 1.1., N° 08, cap. 10° do título Siqueira Franco) com quem teve duas filhas:

4.1. Aládia Leite Conishi, professora aposentada, c.c Aquio Conshi. Teve:

5.1. Regina Maria c.c Jucélio Cardoso. Teve:

6.1. Gabriel

6.2. Beatriz

6.3. Laura

5.1. Márcia Maria, foi c.c Antenor Anbak. Teve:

6.1. Lucas

6.2. Juliana

5.2. Lídia Maria c.c Fábio Protásiode de Oliveira

4.2. Idaiti Leite, professora da rede municipal de ensino aposentada, solteira.

2.6. Maria Pereira Alves, c.c Egidio Bueno de Aguiar (ver neste título).

2.7. Sebastiana Alves, c.c Benedito Alexandre, já falecidos sem descendentes.

1.5. Francisco Alves de Campos, falecido em Atibaia, foi fazendeiro em Piracaia; c.c Teodolinda Cunha “Nhá Linda”, filha de Thomas Gonçalves Barbosa da Cunha e de Maria Madalena da Rocha, filha do cap. Lourenço Franco da Rocha Bueno[132](SL 7/477 e SL 6/15). Teve:

Nho Florencio Pires de Camargo

Joana Batista de Campos e Florêncio Pires de Camargo

2.1. Joana Batista de Campos n. aos 15.SET.1898 (data de sua lápide, mas acreditamos ser antes, posto que segundo Waldomiro F. da Silveria, casou-se em maio de 1906) e f . aos 03.SET.1980. Foi c.c cel. Florêncio Pires de Camargo, fazendeiro, capitalista e político em Atibaia (ver desc. em 1.7., N° 01 do cap. 1° do título Pires de Camargo).

2.2. Benedito da Cunha Campos, f.em São Paulo em julho de 1927, foi c.c Cibele Marzagão. Teve:

3.1. Luiz Gonzaga

3.2. Mercedes

3.3. Augusto Fabiano

2.3. José da Cunha Campos, casado aos 08.SET.1924 em Piracaia com Marieta Herdade; teve uma filha:

3.1. Terezinha

2.4. Maria Madalena, casada aos 24.JUN.1928 com Humberto Lopes Agostinho.

2.5. Ana Maria, professora; falecida em 1943.

2.6. Maria Antonia, casada duas vezes; 1ª vez em 1923 com Augusto Carvalho Brandão, e 2ª vez aos 09.MAR.1941 com Antônio Salvia; teve só do 1° matrimônio:

3.1. José Carlos

2.7. Maria da Conceição, casado aos 10.SET.1924 com Eduardo Júlio Ferreira;Teve:

3.1. Maria Tereza c.c Armando Simone, sem filhos.

3.2. Maria Francisca

3.3. Ligia Maria

3.4. Francisco José

3.5. Fernando Antônio

1.6. Ana Alves, c.c Francisco Baisi; teve:

2.1. Maria Baisi, c.c seu primo José Pereira de Campos (v. descendência retro).

2.2. Amélia Baisi, c.c seu parente Alcides Cintra Bueno (ver desc.em título Bueno, cap. 1°, N° 08).

Nº 05 Ana[133] Jacinta do Amaral “Ana Paes”n. aos 03.MAIO.1821 no bairro do Rio Abaixo em Atibaia e aí f. aos 30.AGO.1884. Casou-se aos 08.OUT.1834 com José Joaquim do Amaral Bueno (cap. 1° do título Bueno), seu primo já que o pai de Ana, Jacinto Alves do Amaral, era irmão da mãe de José Joaquim, Maria Franco Cardoso (ver cap. 1° deste título).[são meus pentavós ou avós em 5ºgrau]. Tiveram 10 filhos:

6

Maria Franco do Amaral Bueno e o cel. Lourenço Franco

1.1.Maria Franco do Amaral Bueno n. aos 28.FEV.1839 e f. aos 01.MAIO.1919; casou-se em 04.SET.1855, com o cel. Lourenço Franco da Silveira “Cel. Lourenço Franco ou cel Lourenço Paes” n. aos 22.ABR.1828 e f. aos 03.JUN.1917, ambos estão sepultados no cemitério do santíssimo em Atibaia (ver 2.3., 1.4., N° 02 do cap. 4° do título Siqueira Franco). Tiveram sete filhos:

2.1. Benedito Franco da Silveira, falecido em S. Paulo aos 23.NOV.1927; foi negociante em Atibaia, mais tarde ingressou no funcionalismo federal, desempenhando por ocasião de sua morte o cargo de gerente da agência da caixa econômica do Braz; foi c.c sua prima Maria de Paula Soares (ver 2.2., 1.3. adiante); teve uma filha:

3.1. Horaida Silveira, professora, falecida em 1938; foi c.c Alcino Cabral; teve:

4.1. José Paulo da Silveira Cabral

4.2. Isidoro e

4.3. João, casado e com descendentes em Piracaia.

2.2. João Batista Franco “João Tetéia”, falecido em São Paulo em 1919 com 52 anos de idade; fez política de oposição em Atibaia e foi membro do Conselho da Intendência com o advento da República. Foi casado, 1° em Atibaia com sua prima Ana Soares do Amaral (ver adiante), e segunda vez em Pirassununga com sua prima Madalena de Araújo Cintra (v. adiante); teve do primeiro casamento:

3.1. Lourenço Franco Neto, falecido em São Paulo em 1933; foi c.c Maria da Fé Cabral; sem desc.

3.2. Carlos Franco da Silveira, advogado, foi residente no Rio de Janeiro, onde foi alto funcionário da prefeitura do Distrito Federal. Do segundo casamento:

3.3. Otávio Franco da Silveira, falecido em São Paulo em 1927, c.c Maria Barbieri; teve:

4.1. Luiz Franco da Silveira, casado.

4.2. João Franco da Silveira, casado.

4.3. Angelina, casada.

3.4. Ana Rosa, faleceu solteira.

3.5. Olinto Franco da Silveira n. 24.DEZ.1901; advogado e jornalista, um dos fundadores do Instituto modelo de menores, embrião da antiga FEBEM e atual Fundação Casa. Em 1954 foi agraciado pelo Papa, com o titulo de Cavalheiro da Ordem de Santa Mercedes; o governo Francês agraciou-o com a Cruz de Cavalheiro da União Filantrópica — das Obras Francesas; é também membro da comissão técnica da ONU em S. Paulo. Casou-se aos 18.DEZ.1928 com Maria Giugni; teve dois filhos:

4.1. Paulo Franco da Silveira

4.2. Madalena n. a 07.SET.1930, c.c seu primo Francisco Horácio Franco aos 22.JAN.1955. (ver adiante).

3.6. Maria de Lourdes n. aos 18.JUN.1904 e casada aos 14.JUL.1945 com Joaquim Moreira dos Santos.

3.7. Benedita Franco da Silveira

3.8. João Evangelista Franco; professor, estudou no Seminário Episcopal, não se ordenando; casou-se em São Paulo com Heloisa Carneiro Lima.

2.3. Major José Franco da Silveira “Juca Silveira”n. em 1868. Exerceu a advocacia em Atibaia, onde foi fazendeiro, negociante e industrial; militou na política oposicionista pertencendo ao partido democrático sob a chefia do seu tio cel. Bento José do Amaral “Bento Paes”; mudou-se mais tarde para Rio Claro, onde advogou e foi tabelião do 2° ofício. Quando faleceu advogava no foro da capital. Casou-se 1ª vez em 1890 com Julia Tereza Pinto ( ver 4.2., 3.5., 2.1., 1.2., N° 03, cap. 4° dotítulo Siqueira Franco) e 2ª vez com Adelina Franco da Silveria, natural de Itatiba. Teve:

3.1. Waldomiro Franco da Silveira n. aos 15.SET.1891, cirurgião dentista formado em 1915; clinicou em Rio Claro onde foi também comerciante e industrial; fez parte da câmara tendo ocupado o cargo de vice-presidente e também o de vice-prefeito. Casou-se a 05.JUN.1919 com Terezinha de Negreiros Rinaldi (v. Descendentes do Ouvidor Lourenço de Almeida Prado, pág. 339). Foi também genealogista e responsável por cerca de 80 a 90% (oitenta a noventa por cento) das informações contidas neste título, no título Alves do Amaral, por ele somente Alves, no título Bueno e no título Pires, aqui como Pires de Camargo, que foram por mim expostos de outra forma e em pequena parte atualizados. Waldomiro Franco da Silveira empresta seu nome a biblioteca do museu João Batista Conti em Atibaia. É autor entre outros trabalhos genealógicos de “Notas Genealógicas, 1955 uma publicação do Instituto Genealógico Brasileiro” fonte principal de quatro dos títulos deste trabalho (título Siqueira Franco, título Alves do Amaral, título Pires de Camargo e título Bueno). Foi sócio e membro da diretoria do Instituto Heráldico Genealógico de São Paulo e Membro do Instituto Genealógico Brasileiro. Teve:

4.1. Miguel Rinaldi Franco da Silveira, engenheiro agrônomo formado em 1944; é fazendeiro no Paraná; em junho de 1949 c. c. sua prima Maria Izabel de Almeida Prado, filha do cel. Eloi de Almeida Prado e de Maria de Lourdes de. Almeida Prado fazendeiros em Jaú (v. Descendentes do Ouvidor Lourenço de Almeida Prado de autoria do ilustre genealogista dr. Frederico Brotéro, pag. 89); teve os filhos:

5.1. Daniel Prado Franco da Silveira n. 23.FEV.1952.

5.2. Lucas Franco da Silveira n. 28.OUT.1953.

4.2. Maria Antonieta Rinaldi Silveira casada aos 16.JUN.1945 com Hélio Martins de Oliveira, formado pela Escola Politécnica em 1944; Hélio trabalhou no Instituto de Pesquisas Tecnológicas; foi assistente do dr. Cintra do Prado na Politécnica, fez parte da construtora Martins Engel. (O dr. Hélio é natural de Uberlândia, filho de Alberto Martins de Oliveira nat. de Mar de Espanha, e de Corina Paria Lobato; n. pat. de Luciano Martins de Oliveira e de Constança Augusta de Oliveira; n. mat. de Adolfo Faria Lobato nat. de Oliveiras, e de Ana Garcia Lobato, da conhecida família Faria Lobato do Sul de Minas). Teve duas filhas:

5.1. Maria Tereza Martins de Oliveira n. 12.ABR.1946.

5.2. Marina Lobato Martins de Oliveira n. 12.DEZ.1947.

3.2. Joviano Franco da Silveira f. aos 19.NOV.1917; cursou com brilho o Ginásio Arquidiocesano, ingressando em 1915 na Escola Politécnica; insidiosa moléstia o impediu de continuar os estudos nesse estabelecimento; transferiu-se para Atibaia, adquirindo então a folha local “O Atibaiense”, à qual deu nova orientação, exercendo o jornalismo com independência, honestidade e critério; polemista, literato e poeta, deixou inúmeros trabalhos literários, entre os quais a poesia escrita pouco antes de morrer, e que figura na lápide do seu túmulo; casou-se em 1916 com sua prima Matilde Soares (ver 3.1., 2.5., 1.5., adiante). Joviano não deixou descendência e empresta seu nome as três unidades da biblioteca municipal de Atibaia.

3.3. Maria Aparecida, faleceu solteira a 12.JUN.1936.

2.4. Rita, c.c seu primo major Francisco Rodrigues Soares, n. em 1869 e f. aos 06.DEZ.1930 (ver título 2.1., 1.5., N° 05, cap. 5° do título Alves do Amaral).

2.5. Francisca, f. em 1908; foi c.c seu primo Bento José Soares Neto (ver 2.1., 1.3., adiante).

2.6. Joaquim Franco da Silveira, falecido em São Paulo em 1935 com 62 anos; foi casado em 1894 com Domingas Modanesi; sem descendentes.

2.7. Jacinto Franco da Silveira, proprietário e comerciante em São Paulo, casado em Atibaia com Maria Antonia Laureano; teve:

3.1. Maria Antonieta, c.c Sebastião Prado, teve dois filhos:

4.1. José e

4.2. Francisco

3.2. Sebastião Franco da Silveira, falecido em 1927; foi c.c Iara Teixeira; teve uma filha:

4.1. Maria de Lourdes

3.3. Benedito da Silveira Franco, ex serventuário do cartório de paz de Pirassununga; aí se casou com Maria Silveira; tem dois filhos. Foi titular do 2° cartório da assistência judiciária de S. Paulo.

3.4. Maria José, c.c Umberto Tomasi, funcionário público estadual; teve 3 filhos.

3.5. Maria Otilia, c.c Luiz Maragliano Júnior, médico do S. Sanitário, brilhante jornalista e conhecido homem de letras, autor de diversas obras literárias; sem desc.

3.6. Maria de Lourdes, professora, casada.

3.7. Jacinto Laureano da Silveira, c. em 1939 com Maria da Conceição de Luca.

1.2. Delfina do Amaral, foi c.c seu tio paterno Antônio Joaquim Bueno (ver cap. 4° do título Bueno). Teve:

2.1. Ana do Amaral, c.c Pedro Alvim; falecidos sem descendentes.

1.3. Ana Joaquina Franco do Amaral casada aos 29.MAR.1864 em Campo Largo de Atibaia com José Soares de Lima ou José Soaes do Amaral Lima, de quem foi 1ª esposa (ver SL 8/315 e Nº 01 do capítulo 4º do título Soares); José Soares de Lima Sobrinho teve três filhos com sua esposa e um filho natural com uma escrava (2.4.):

2.1. Capitão Bento José Soares Neto “Nhô Bentinho” casou-se 02 vezes, a 1avez com sua prima Francisca, filha do cel. Lourenço Franco da Silveira “Lourenço Franco ou Lourenço Paes” (ver 2.5., 1.1. atrás) e Maria Franco do Amaral (N° 01, acima), e 2a vez com Maria Andrade Soares, de Nazaré Paulista. Teve 9 filhos do primeiro casamento e 3 do segundo:

3.1. Benedito da Silveira Soares, f. em 1929, casou-se em Bragança com Alexandrina Ortega; teve:

4.1. Luiz da Silveira Soares; casado.

4.2. Miguel da Silveira Soares

4.3. Benedito da Silveira Soares

4.4. João da Silveira Soares.

4.5. Vicente da Silveira Soares

3.2. Vitoriano da Silveira Soares, foi funcionário aposentado da antiga companhia telefônica, falecido em 1939, foi c.c Verônica Ferreira; teve:

4.1. Judith

4.2. Fábio

4.3. Ruth

4.4. Edison

3.3. José da Silveira Soares, funcionário ferroviário, c.c Vicentina Soares; falecido em Rio Claro, com 52 anos, aos 09.MAR.1945, teve:

4.1. Jacinto

4.2. Oswaldo

4.3. Jorge

3.4. Rodrigo da Silveira Soares, foi destacado funcionário da secretaria da viação, casado em São Paulo com Maria de Lourdes Pinheiro de Souza; teve:

4.1. Maria Aparecida

4.2. Raul Carlos.

3.5. Evelina da Silveira Soares n.aos 21.MAIO.1899 e f. aos 01.MAR.1999, casou-se com Alfredo André Júnior n. 12.SET.1897 e f. aos 02.NOV.1966, funcionário do departamento estadual de estradas de rodagem, falecido em 1966, filho de Alfredo André e de Vigília de Matos, neto pateno do dr. ˙Olímpio da Paixão, advogado, ex-vereador à câmara municipal de Atibaia (1883/86), ilustre republicano e presidente do conselho de intendência 1890/92. Tiveram 7 filhos:

4.1. João Soares André, nascido em 1921 em Atibaia e aí falecido em 1994, c.c Tereza Versone Braga André. Teve:

5.1. Carlos

52. Roberto

5.3. Sônia

4.2. Terezinha Soares André, solteira.

4.3. Vera Soares Andre, c.c Alcides Franco da Silva, falecido aos 15.JUN.2009. Teve:

5.1. Vera Helena André Silva Rodrigues Costa, ex-diretora geral da câmara municipal de Atibaia, c.c Gerson Rodrigues Costa, sem desdendentes.

4.4. Evelina Soares Carneiro. Casou-se 1º vez com o poeta, escritor, cineastra e artista plástico, André Carneiro n. aos 09.MAIO.1922 em Atibai, com quem teve:

5.1. Henrique Soares Carneiro, professor de história da USP, c.c Silvia.

5.2. Maurício Soares Carneiro, músico da orquestra sinfônica do Paraná, c.c Ana Hladczuk, antropólaga da Casa da Memória de Curitiba/PR.

4.5. Alfredo André Neto c.c Henriqueta Martins André. Teve:

5.1. Nei Martins André, analista de sistema.

4.6. Plautius Soares Andrén n. aos 11.NOV.1937 e f. aos 30.SET.2012, c.c Aurora Soares André. Teve 4 filhos:

5.1. Maria de Fátima, nascida em 1958, falecida menor.

5.2. Walquiria Soares Raseira, economista, funcionária pública da prefeitura municipal de Bragança Paulista; ex-diretora geral da câmara municipal de Atibaia. Foi c.c o advogado Luiz Raseira Jr. Teve:

6.1. Letícia, estudante.

5.3. Plautius Soares André Filho, soilteiro, economista, pós graduado em planejamento de sistemas energéticos pela UNICAMP.

5.4. Eduardo Soares André “Duda”, solteiro.

4.7. Ari Soares André, gráfico aposentado. Casou-se 1ª vez com Salma Malheiros e 2ª vez com Diva Spada, professora aposentada, viúva.

3.6. Antônio da Silveira Soares, c.c Sinforosa Pereira; teve:

4.1. Neide, professora formada em 1944.

4.2. Consuelo.

3.7. Maria Rosa Soares, c.c Benedito Vaz de Lima, com 1 filho:

4.1. Elomar c.c Nilza de Campos Nicolau, com geração.

3.8. Lucila Soares, c.c Armando Caiolli; teve:

4.1. Sara

4.2. Moacir

4.3. José Carlos

4.4. Francisca

3.9. Pedro da Silveira Soares c.c Gaudência Lunardi.

3.10. Jandira Soares c.c Francisco Martins Pintor, com 2 filhos:

4.1. Célio

4.2. Newton

3.11. Olímpio Soares c.c Alzira Reicher, com 2 filhos:

4.1. Marcos c.c Denise Cintra com geração.

4.2. Marcelo Reicher Soares, professor dr da UNESP, com geração.

3.12. Benedito Soares “Dito Gostosura”, foi vendedor de bilhetes e figura folclórica em Atibaia.

2.2. Maria Paula Soares c.c seu primo Benedito Franco da Silveira (ver 2.1., 1.1., atrás).

Ambrosina e Juca Soares.tif Velha Guarda 2 - 1942

Foto da página anterior: Da esquerda Ambrosina Alves de Siqueira e Juca Soaes e da direita 5 gerações de mães: da esquerda para direita Escolástica (mãe de 2.3), Ambrosina (2.3.) Maria Soares (3.3.), Ana Lázara (4.1.) e Dayr (5.1.)

2.3. José Soares de Lima “Juca Soares” f. aos 15.JUL.1939 em Atibaia onde foi fazendeiro; foi c.c Ambrosina Alves de Siqueira n. aos 03.MAR.1876 e f. aos 05.OUT.1960, filha de Francisco Alves de Siqueira e de Escolástica Jesuina da Conceição, residentes em Campo Largo [Jarinu] (ver 3.2., 2.1., 1.2., N° 06, cap. 1° do título Siqueira Franco). Tiveram 6 filhos:

3.1. Horácio Soares foi radicado em Ourinhos/SP onde foi prefeito de 1938 a 1941; c.c Emilia Santos, com 6 filhos:

4.1. José

4.2. Newton

4.3. Maria José

4.4. Mário José

4.5. Alberto José

4.6. Antônio Expedito Santos Soares

3.2. João Batista Soares “Zico Soares”, c.c Francisca Pedroso, fª de Joaquim Ant° Pedroso Júnior. Teve:

4.1. Getulio

4.2. Nair

4.3. Acrisio

4.4. Joaquim

4.5. Wilson

3.3. Maria José Soares n. aos 25.JAN.1898 e f. aos 11.JUL.1972, foi c.c Waldomiro Antônio Pedroson. aos 27.AGO.1884 e f. aos 21.JUN.1942, filho de Ana Maria Pedroso e de Joaquim Antônio Pedroso Júnior[134], que foi grande proprietário de terras onde hoje é o distrito de Terra Preta em Mairiporã e pode ser considerado fundadordo referido distrito. Tiveram 7 filhos:

4.1. Ana Lázara Pedroso n. aos 22.FEV.1915 em Atibaia e aí f. aos 16.DEZ.2000, casou-se aos 09.FEV.1939 com Humberto Milanello n. aos 08.DEZ.1908 em Atibaia e aí f. aos 20.MAR.2006, f° de Cecília Ferro de Santa Marguerita D’Adige/PD em Atibaia desde 1888 e de Domenico Milanello de Ponso/PD em Atibaia desde 1897. Tiveram:

5.1. Dayr c.c Ilson Mariatti, com geração.

5.2. Neusa c.c Léo Massoni, com geração.

5.3. Dorival c.c Cleide Santos, Teve:

6.1. Fernanda dos Santos Milanello, casou-se com Jailson. Teve:

7.1. Sofia

6.2. Marcelo dos Santos Milanello, c.c Tânia Calvo. Teve:

7.1.Laura

001[1]

Da esquerda para direita Rodrigo Jorge Mitsuhashi[135], Marcelo Corradini, Rean Ferreira Prado, Alisson, Osvair e Odair Bedore,

Alexandre e Valdir Milanello em Roma em setembro de 2007

5.4. Valdir Milanello n. aos 08.AGO.1947 em Bom Jesus dos Perdões, funcionário da justiça aposentado. Casou-se aos 26.ABR.1973 em Atibaia com Cleide Gonçalves n. aos 17.JUL.1951 em Atibaia, filha de Celso Gonçalves falecido em 2007 e de Nair Neto Gonçalves. Teve:

6.1. ˙Alexandre Milanello[136] n. aos 07.FEV.1975 em Atibaia, bacharel em direito pela USF, turma de 1997, é diretor do cartório do 3º ofício cível do fórum de Atibaia. Teve com Simoni Martinelli:

7.1. Gustavo n. 06.FEV.2001 em Atibaia.

6.2. ˙Danilo Milanello n. aos 30.AGO.1978, bacharel em direito e diretor do cartório do 2° ofício cívil do fórum de Atibaia, c.c Rosana Almeida. Teve:

7.1. Nicole n. aos 23.JUL.2007.

6.3. Rodrigo Milanello n. aos 14.JUN1980, engenheiro, c.c Nice Rezende Milanello. Teve:

7.1. Maria Eduarda n. aos 08.JUL.2008.

4.2. Benedito Pedroso n. os 26.JAN.1917 e f. aos 03.MAIO.1995.

4.3. Cecilia Pedroso c.c com Nelson Federighi, com geração.

4.4. Maria do Carmo Pedroso n. aos 31.AGO.1918 e f. aos 07.MAIO.199, foi c.c Oswaldo Ruggiero, com 1 filho:

5.1. João Ruggiero, policial aposentado, c.c Massako Ruggiero, advogada. Teve:

6.1 Marjorie Ruggiero, advogada.

4.5. Messina n. aos 20.FEV.1927 e f. aos 05.JUN.2011, foi c.c Joaquim Lopes da Silva com geração.

4.6. Jurandir Pedroso n. aos 09.JUN.1929 e f. aos 17.JUN.2007.

4.7. José Pedroso n. aos 29.MAR.1932 e f. aos 05.JUN.2011, foi c.c Oneide Pedroso com geração.

3.4. Mário Soares c.c Julieta de Jesus Lopes. Teve:

4.1. Ambrosina

4.2. José

4.3. Luiz

3.5. Francisco Soares

3.6. José Soares de Lima f. aos 20.FEV.1924 solteiro e sem descendentes.

2.4. Ambrósio José Soares n. aos 02.FEV.1862 e f. aos 03.NOV.944 foi c.c Benedita Soares de Lima n. aos 02.JUN.1866 e f. aos 01.MAIO.1915. Tiveram7 filhos:

3.1. Sebastião Ambrósio Soares, nada descobrimos.

3.2. José Ambrósio Soares c.c Ida. Teve:

4.1. José Soares

4.2. Francisco Soares

4.3. Benedito Soares

3.3. João José Soares c.c Viridiane Barbosa Soares. Tiveram 10 filhos:

4.1. Laura, falecida menor.

4.2. Terezinha, falecida menor.

4.3. Benedito, falecido solteiro.

4.4. Mário, falecido solteiro.

4.5. Benedito Aparecido Soares “Cacique”, falecido solteiro.

4.6. Valdemar Soares, solteiro, sem informações.

4.7. Antônio Soares, já falecido, foi c.c Ondina. Teve dois filhos:

4.8. José Soares c.c Alminda Berto, já falecida. Teve:

5.1. Sueli Aparecida Soares, solteira.

5.2. Luiz Alberto Soares c.c Rosana Cidi. Teve:

6.1. Daniel

6.2. Marcelo

4.9. João Soares Filho c.c Neusa Ferrarini. Teve:

5.1. Carlos Alberto, engenheiro, casado com geração.

5.2. Cristina, médica veterinária, casada com geração.

4.10. Eduardo Soares, solteiro.

3.4. Salvador Soares, nada descobrimos.

3.5. Alice Soares, nada descobrimos.

3.6. Jovina Soares de Lima c.c Belarmino Siqueira. Tiveram 5 filhos:

4.1. Benedita, já falecida, foi c.c Odilom Aguirre. Teve o filho único:

5.1. ˙José Airton Aguirre “Pelego” foi c.c Marcia Helena Ruttul Aguirre. Teve:

6.1. Isadora Cristina

6.2. Isabela

4.2. Benedito Zacarias Siqueira f. em 2009 c.c Mafalda Bragheu Siqueira. Residentes em Araraquara/SP. Teve:

5.1. Carlos Donizete c. Márcia M. Ortega Siqueira, residente em Araraquara/SP. Teve:

6.1. Natalia Siqueira, residente na Espanha.

4.3. Ana Siqueira “Nica” c.c Pedro Gonçalves. Teve 5 filhos:

5.1. Maria Lucia c.c Wilson Gimenez Ortiz, residentes em Nazaré.

5.2. Rosana c.c Carlos Alberto de Moraes, residentes em Bom Jesus dos Perdões/SP.

5.3. Renato c.c Cleonice Bueno Gonçalves, residentes em B.J.dos Perdões/SP.

5.4. Rita de Cassia Gonçalves e Martins c.c Jainer Martins. Teve:

6.1. Lais Eugenia Gonçalves Martins

5.5. Pedro Gonálves Filho, solteiro.

4.4. Maria Aparecida Siqueira Rodrigues c.c Saulodo Nascimento Rodrigues, já falecido, residente em Araraquara/SP. Teve:

5.1. Luiz Alberto Rodrigues c.c Edth Moraes. Teve:

6.1. Daniela

6.2. Ulisses

6.3 Vinicius

5.2. Wladimir Antônio Rodrigues c.c sua primaMarlene Grimello Rodrigues (ver 5.4., 4.5., adiante). Teve:

6.1. Fábio

6.2. Victoria

5.3. Nair Siqueira Rodrigues Guermandi c.c Reinaldo Guermandi. Teve:

6.1. André

6.2. Felipe

6.3. Isabela

5.4. Neide Maria Siqueira Rodrigues, solteira.

5.5. Cintia Maria Rodrigues de Oliveira c.c Carlos Henrique de Oliveira. Teve:

6.1. Cristine

6.2. Adriane

6.3. Ariane

4.5. Antonia Siqueria Grimello, já falecida, foi c.c Carlos Grimello. Tiveram:

5.1. Carlos Roberto Grimello c.c Benedita de Freitasa Grimlello, já falecida. Tiveram:

6.1. Juliana de Freitas Grimello

6.2. Gabrieel de Freitas Grimello

5..2. Ivone Grimelllo, solteira.

5.3. José Pedro Grimelllo, falecido em 2009, foi c.c Neuraci Grimello. Teve:

6.1. Pedro Lucas Grimello

5.4. Marlene Grimello Rodrigues c.c seu primo Wladimir Antônio Rodrigues (ver desc. em 5.2., 4.4. acima).

5.5. Nivaldo Grimelllo, solteiro.

3.7. Francisco Soares, nada descobrimos.

3.8. Alfredo S. de Lima n. em 1886 e f. aos 23.NOV.1921, foi c.c Virginia Vulcano. Nada descobrimos

1.4. Maria Idalina do Amaral, foi a segunda mulher de José Soares de Lima Sobrinho; que casou primeira vez com a irmã de Maria Idalina, Ana Joaquina ( ver 1.3. atrás). Não tiveram descendência.

1.5. Gertrudes Franco do Amaral n. em Atibaia em 1846/46 e aí f. aos 10.JUN.1889. Casou-se 1ª vez com Rodrigo Soares do Amaral (ver N° 02, cap. 4° do título Soares), fazendeiro no bairro do Caetetuba f. aos 30.AGO.1878 e 2² vez com Pedro Alexandrino Leite (ver cap. 6° do título Leite). Na data de seu falecimento residia no bairro de caetetuba e deixou bens no valor de onze contos de reis, sendo um sítio em caetetuba. Teve 5 filhos[137] do 1º casamento (2.1. a 2.5) e 3 do 2º casamento (2.6 a2.8):

Chico Gordo

Francisco Rodrigues Soares

2.1. Major Francisco Rodrigues Soares “Chico Gordo” nascido em 1869 e falecido aos 06.DEZ.1930. Foi tutor de Ana Soares Leite e de José Benedito Leite, seu meio irmão, casou-se com sua prima Rita da Silveira, filha do cel Lourenço Franco da Silveira (ver título Siqueira Franco e 1.1. atrás) com 6 filhos:

3.1. Oscarlina Soares foi a 1a mulher de Sebastião Neto, com 1 filha:

4.1. Maria de Lourdes Neto, parteira pela Universidade de São Paulo, c.c Mário Ivo da Silveira (ver 2.1., 1.5., N° 06, cap. 6° adiante) ambos, já falecidos, com 1 filho:

5.1. Fernando Silveira já falecido, foi c.c Léia Pérgola. Tiveram:

6.1. Léia Pergola Silveira, falecida solteira.

6.2. ˙Fernando Netto Silveira “Bisqui” n. aos 18.FEV.1962, engenheiro, c.c Patrícia Carvalho Silveira (ver 6.3., 5.1., 4.1., 3.1., 2.5., 1.4., N° 04 atrás). Teve:

7.1. Vitoria

3.2. Orlando da Silveira Soares c.c Antonia Granado, com 11 filhos:

4.1. Maria Aparecida c.c Mário de Oliveira, com 3 filhos:

5.1. José Maurício de Oliveira, advogado, f. aos 02.AGO.2011, foi c.c Elenice Aparecida Arantes, diretora de escola aposentada (ver 2.3., 1.1., Nº 02, cap. 9º do título Leite). Teve:

61. Adriana Aparecida Arantes, escrevente judicial, foi c.c o professor José Carlos Ferreira. Com geração.

6.2. Carlos Eduardo, despachante policial, foi jogador de futebol profissional, c.c. Fernanda Viana Mantovaninni.

6.3. Ricardo, advogado, casado. Teve:

7.1. Gulherme n. aos 04.JUN.1999.

5.2. Regina c.c José Carlos Soldado com geração.

5.3. Mário c.c Margareth Secoh, com geração.

4.2. Maria Imaculada “Lada” n. aos 25.SET.1914 e f. solteira aos 09.JUN.2012.

4.3. Maria Conceição “Tita”, solteira.

4.4. Maria Oscarlina casou-se José Silva Leite, falecidos, com 2 filhas:

5.1. Rejane c.c Flávio Verdi com geração.

5.2. Maria Isabel c.c José Tadeu de Araújo, ambos dentistas em Atibaia. Teve q.d.:

6.1. João, dentista.

6.2. Mariana

4.5. Maria Bernardete c.c João de Oliveira Souza com 3 filhos:

5.1. Maria Inês c.c Oswaldo Quiterio da Silva com geração.

5.2. Rui casou-se com Gessy O. Souza com geração.

5.3. Cláudio Oliveira Souza casou-se com Graça O. Souza com geração.

4.6. Francisco Orlando Soares, “Quiqui”, tenente do exército, c.c Valentina Silveira. Teve:

5.1. Rogéria

5.2. Ronice c.c Nijas Tatarevisch com geração.

5.3. (…)

4.7. Benedito Granado Soares c.c Isabel Gomes com 4 filhos:

5.1. Antônio Orlando Granado Soares n. 14.JAN.1950, solteiro.

5.2. Benedito Margarido n. 30.SET.1951, c.c Cícera Granado Soares. Teve:

6.1 Danilo Orlando

6.2. Camila

5.3. ˙Cid Augusto Granado Soares n. 26.MAR.1953, responsável pelo DAEE sediado em Atibiaa, c.c Rosângela Maria Rodrigues. Teve:

6.1. Cid Augusto Granado Soares Jr. n.28.NOV.1980, formado em hotelaria pela USF, residente na Australia.

6.2. Janaina Rodrigues Granado Soares n. aos 11.NOV.1984, formada em biologia pela USF.

5.4. Dimas José “Topo”, casado em 1ª vez com Rita de Cássia Ferrari com quem teve dois filhos, 2ª vez c.c. Dejanira. Teve:

6.1. Hortencia

6.2. Lucas Ferrarir Granado Soares.

4.8. Maria Terezinha c.c João Batista Barbosa Júnior, com 1 filho:

5.1. Norberto Marcos, advogado, c.c Neusa Barbosa com geração.

4.9. Maria de Lourdes n. aos 30.AGO.1927 foi c.c Waldemar Bonifácio n. aos 11.AGO.1924, ambos falecidos. Tiveram:

5.1. José Arnaldo n. aos 11.MAR.1946, aposentado e professor universitário em Santos, c.c Maria de Fátima Fernandes. Teve:

6.1. Amanda n.. aos 04.FEV.1982. Teve:

7.1. Pietro n. aos 06.OUT.2004.

6.2. Ricardo n. aos 24.OUT.1984.

5.2. Jairo n. aos 08.JUL.1947, aposentado e empresário, casou-se 1ª vez com Sônia Maria Kalil, com quem teve duas filhas e 2ª vez com Tokie Massunaga.

6.1. André n. aos 10.JUL.1974 casado 1ª vez com Adriana Yoshida com quem teve 3 filhos e 2ª vez com Adrian Weechsler. Teve:

7.1. Luzia n. aos 23.SET.2001

7.2. João Pedro n. aos 10.OUT.2003.

6.2. Clarissa n. aos 01.MAR.1979, dentista e professora universitária, c.c Luis Fernando Fortes Felix.

5.3. Gilberto n. aos 18.AGO.1950, aposentado e empresário, casou-se 1a vez com Joanelita Carvalho Sousa, com quem teve um filho e 2a vez com Eloá Pereira Vaz, com quem teve dois filhos:

6.1. Ivan n. aos 10.ABR.1977, professor de educação física. Teve:

7.1. Lorena n. aos 03.MAR.2006.

6.2. Jorge n. aos 08.FEV.1974

6.3. Fábio n. aos 31.JAN.1977, economista.

5.4. Maria de Fátima n. aos 27.JUL.1954, empresária, casada 1ª vez com Francisco Heleno Gaiato, empresário, com quem teve 3 filhos e 2º vez com Sérgio Luiz Caciatori:

6.1. Mayara n. aos 02.JUL.1983, psicóloga, casad 1ª vez com Marco Aurélio Mneghelli e 2ª vez com Leandro Thadeu Reveles.

6.2. Milena n. aos 17.OUT.1984, musicoterapeuta, c.c João Carlos Orsi de Araújo. Teve:

7.1. Cecília Gaiato Araújo n. aos 23.ABR.2012.

6.3. Felipe Francisco n. aos 17.ABR.1987, professor de educação física.

5.5. ˙Paulo Roberto n. aos 26.FEV.1962, engenheiro civil, casado 1ª vez com Jussara Gomes Monteiro com quem teve 2 filhos e 2ª vez com Monica Sayoko Yano.

6.1. Fernando n. aos 31.AGO.1979, funcionário público, c.c Suzana Pinheiro Araújo Monteiro, funcionária pública.

6.2. Paulo Eduardo n. aos 14.JAN.1991, formado em logística portuária.

4.10. Orlando Soares, bancário aposentado, c.c Darcy Dias. Teve 3 filhos:

5.1. Simone, solteira.

5.2. Marcos Dias Soares, n. aos 07.AGO.1970, casado.

5.3. Márcia, casada.

4.11. Maria Antonia Soares “Toniquinha”, professora aposentada, solteira.

3.3. Angelina Soares, modista.

3.4.Hortência Soares, foi chefe da catequese da paroquia de Atibaia, falecida solteira aos 11.AGO.1972.

3.5. João Soares, “João Gordo” c.c Izaura Volpe, com 01 filho:

4. 1. João Francisco, engenheiro civil c.c Sônia Azevedo, médica, c/ geração.

3.6. Gentil Silveira Soares c.c Ilca Almeida Pinto, neta do barão de Guaraciaba, foram residentes no Rio de Janeiro/RJ.

10 4

Guilhermina Soares do Amaral e sua irmã Maria Gertrudes do Amaral

2.2. Guilhermina Soares do Amaral n. em 1871 e f. aos 12.ABR.1913, foi c.c José Antônio da Silveira Maia n. em 1853 em Bragança e f. aos 26.FEV.1916 em Atibaia, foi o fundador do Jornal “O Atibaiense” em1901, não tiveram filhos.

2.3. Maria Gertrudes do Amaral f. aos 01.OUT.1930 foi c.c João Crisostemo da Silveira f. aos 14.FEV.1922 com 75 anos filho de Raimundo José Barbosa e Rita da Silveira Barboa, sepultados no santíssimo em Atibaia. Tiveram 8 filhos:

3.1. João Batista da Silveira, fazendeiro em Piracaia, c.c Ana Bueno, com 6 filhos:

4.1. Benedito c.c Eunice. Tiveram:

5.1. Maria Luiza

5.2. Vera

5.3. André

5.4. Valéria

4.2. Hercílio casado. Teve:

5.1. Enio

5.2. Rui

4.3. Francisco Bueno Silveira, falecido solteiro.

4.4. Esmar c.c Lina Ferreira. Teve:

5.1. João Carlos n. aos 20.JAN.1947, falecido, foi c.c Ivete. Teve:

6.1. Renata

6.2. Juliana, com um filho.

6.3. João André n. aos 23.JUL.1979.

5.2. Eurico Jaime n. aos 15.MAIO.1948 c.c Elisabeth Gonçalves. Teve:

6.1. Aline n. aos 15.OUT.1979.

6.2. Thiago

6.3. Ana Luiza

5.3. Tadeu n. aos 23.NOV.1951 c.c Maysa Fátima Ramos n. aos 08.MAR.1958. Teve:

6.1. Adriano José n. aos 15.FEV.1978 c.c mariana Bueno Ramalho n. aos 17.MAR.1982. Teve:

7.1. Leonardo n. aos 13.OUT.2011.

6.2. Tadeo n. aos 23.FEV.1979.

6.3. Davi n. aos 06.AGO.1980.

6.4. Daniel n. aos 18.JAN.1986.

5.4. Expedito n. aos 12.AGO.1954, já falecido c.c Hilda. Teve:

6.1. Tabata

6.2. Lucas

5.5. Cid Bueno da Silveira, falecido solteiro.

5.6. Valdir n. em 1962, solteiro.

4.5. Maria Luiza falecida solteira.

4.6. José c.c Eunice. Teve:

5.1. Ricardo

5.2. Fernando

3.2. José do Amaral Silveira, c.c Amália Alves (ver 2.5., 1.3., N° 02, cap. 5°), com 6 filhos:

4.1. José Benedito

4.2. Paulo

4.3. Waldemar

4.4. Maria

4.5. Celina Maria

4.6. Walter

3.3. Maria Gertrudes c.c Júlio Cugnasca com 3 filhos:

4.1. Eudéia

4.2. Euler

4.3. Eunice

3.4. Alfredo Amaral Silveiraf. aos 10.JUL.1978, foi prefeito de Capivari, onde foi fazendeiro e influente político, c.c Emilia Bernardinelli, com 6 filhos:

4.1. Maria de Lourdes

4.2. Lincoln

4.3. Walter f. aos 08.AGO.1943 com 22 anos.

4.4. Homero

4.5. Vera

4.6. Diná

3.5. Joaquim Augusto da Silveira c.c Eutimia Cugnasca, com 3 filhos:

4.1.João

4.2. José

4.3. Newton

3.6. Maria da Glória da Silveira c.c João Batista Leite (ver N° 05, cap. 4° do título Leite). Teve:

4.1.Wlademir Silveira Leite “Bizo”, já falecido, c.c Ivone Volpe, profª, com 2 filhos:

5.1. Maria Cristina c.c Antônio Prata de Souza.

5.2. Luiz Antônio “Bizinho” c.c Maria Lúcia Erigido. Teve:

6.1. Marcela

6.2. Juliana

4.2. Ivone Silveira Leite ex-diretora do museu municipal João Batista Conti de Atibaia nascida aos 11.ABR.1927 em Atibaia e aí falecida aos 17.ABR.2007, c.c Geraldo Valente. Sem descendentes.

4.3. José Paulo Silveira Leite, c.c Lina Perencin, com 2 filhos:

5.1. Vera c.c Ricardo Brasil. Teve:

6.1. Ricardo

5.2. Nilson José c.c Gilda Leite. Teve:

6.1. Juliana

4.4. Marco Antônio Silveira Leite “Capela”, bancário aposentado, c.c Ligia Fanchiulli. Teve:

5.1. Ana Silvia, casada.

5.2. Carlos Henrique, casado.

5.3. Maria Helena

3.7. Pedro do Amaral, professor, c.c Guilhermina de Melo, c/ geração.

3.8. Melania Amaral, advogada.

2.4. Ana Soares do Amaral c.c seu primo João Batista Franco “João Tetéia”, filho do cel. Lourenço Franco da Silveira “Lourenço Franco ou cel. Lourenço Paes”e Maria Franco do Amaral (ver 3.2., 2.3., 1.4., N° 02 cap. 4° do título Siqueira Franco e N° 01 atrás), foi sua 1a mulher, com 2 filhos:

3.1. Lourenço Franco da Silveira Neto “Lourenço da Maia”, c.c Maria da Fé Cabral s/ geração.

3.2. Carlos Franco da Silveira, advogado, autor da letra do Hino de Atibaia, foi residente no Rio de Janeiro onde era funcionário da prefeitura do antigo Distrito Federal e lá faleceu solteiro e sem geração.

5 2.5. Capitão Leopoldo Soares do Amaral n aos 05.ABR.1873 em Atibaia e aí f. aos 11.ABR.1947. Foi vereador, juiz de paz, 1º escriturário da caixa econômica estadual de Atibia e foi o último intendente municipal de Atibaia no período de 02.JAN.1906 a 15.JAN.1908, cargo que depois passou a chamar-se de prefeito pela Lei nº 1038/96, entre suas realizações como prefeito destaca-se o decreto que tornava obrigatório o ensino primário em Atibaia. Leopoldo foi c.c Umbelina Georgina da Silveira Leite (foto do casal na página anterior), filha de Caetana Silveira Franco (ver 3.2., 2.2., 1.2., N° 02, cap. 4° do título Siqueira Franco) e do cel. José Jacinto Leite (ver cap. 4° do título Leite). Teve 6 filhos:

3.1. Matilde Soares do Amaral, casada 1° vez com seu primo Joviano Franco da Silveira (ver 4.2, 3.3, 2.3., 1.4, N° 02, do cap. 4° do título Siqueira Franco), poeta, escritor, literato, que tem sua memória reverenciada com o nome das bibliotecas públicas de Atibaia. 2° vez Matilde casou-se com José Rodrigues Lorza, comerciante em Jundiaí, sem geração do 1° marido, teve do 2° casamento 4 filhos:

4.1. Walquiria Lorza, solteira, residente em Jundiaí.

4.2. Célia Lorza, c.c Deusdeth Maravalhas Gomes, médico, já falecido, res. em São Paulo.

5.1. Lia Marisa, c.c Luís Carlos Sacchi, engenheiro, com 3 filhos:

6.1. Alexandre

6.2. Leonardo

6.3. Tatiana

5.2. Paulo, c.c Tânia Salvechi.

6.1. Rachel

5.3. Ivan, c.c Vera Lucila M. Gomes.

6.1. Ivanize

6.2. Kelly Cristina

6.3. Ivan

5.4. Pedro Roberto, c.c Regina Chaves.

6.1. Júlia

6.2. Eduardo

5.5. Marly Maravalhas Gomes, jornalista, solteira.

4.3. José Geraldo Lorza, funcionário do INSS, já falecido, c.c Mitze Farinazzo Lorza, diretora da escola de 1° grau do SESI, residente em Jundiaí.

5.1. Leopoldo José, bacharel em direito, oficial de justiça no fórum de Jundiaí, c.c Rosane G. Lorza, residentes em Jundiaí

6.1. Augusto

6.2. Felipe

6.3. Francisco

5.2. Mana Júlia, c.c Celso Masgatta.

6.1. Marisa

6.2. Francisca

5.3. Valéria, promotora pública, c.c Sílvio Rezende Duarte.

6.1. Vera

5.4. Luís Henrique, solteiro

5.5. Mauro, solteiro, professor de educação física.

5.6. Renato Farinazzo Lorza, engenheiro florestal, c.c Míriam Lorza.

6.1. Helena

5.7. Flávio Farinazzo Lorza, solteiro, promotor público

5.8. Suzana Farinazzo Lorza, engenheira química, casada residente nos EUA.

5.9. Ana Cláudia, solteira, formada em letras, atualmente residindo nos EUA.

5.10. Ana Maria, economista, solteira.

4.4. Fernando Lorza, funcionário público do ministério do trabalho, já falecido, foi c.c Marilene Franceschini, residente em Santos.

5.1. Gustavo, falecido na menoridade

5.2. Fernanda

3.2. Maria Gertrudes Soares do Amaral “Cota” c.c João Flórido (ver 4.4., 3.3., 2.3., 1.1., N° 08, cap. 10° dotítulo Siqueira Franco), fazendeiro em Atibaia, ambos já falecidos. Tiveram 1 filha:

4.1. Edith já falecida, foi c.c Milton Facio n. aos 26.OUT.1917 e f. aos 15.MAR.2013, foi empresário e proprietário em Atibaia. Teve:

5.1. Milton W. Fazio, comerciante, c.c Célia Barbosa, residentes em Piracaia.

6.1. Flávio

5.2. Ligia, foi c.c Carlos Alberto Ferro, já falecido, filho de Maria do Amaral Bueno e de Napoleão Ferro, este filho de Margarida Chiodini e Santo Ferro imigrantes italianos naturais de Santa Margueritta D’Adige/PD. Tiveram:

6.1. Flávia Aparecida Faccio Ferro de Moraes, funcionária pública municipal, c.c Nelson Bueno de Moraes. Teve:

7.1. Gabriel

6.2. Adriana F. Ferro Bourgamos c.c Alex Fernando Penteado Bourgamos. Teve:

7.1. Fernando

7.2. Eduardo

6.3. Carlos Alberto Faccio Ferro

6.4. Alexandre Augusto Faccio Ferro

3.3. Rodrigo Soares do Amaral, c.c Alzira de Oliveira Amaral, ambos já falecidos, sem geração.

3.4. Maria Mercedes Soares do Amaral n. aos 05.JAN.1908 e f. aos 29.MAR.1988, foi c.c seu primo Francisco José Teixeira “Nene” n. aos 31.MAR.1896 e f. aos 25.MAR.1984 (ver 1.4. N° 01, cap. 4° e 1.2. N° 02 , do cap. 2° do título Leite), f° de Pedro José Teixeira e Catarina Silveira Pinto. Tiveram 3 filhos:

4.1. Francisco de Assis Teixeira, n. 02.MAR.1943, solteiro, é pecuarista em Atibaia.

zoo sitio patricia diversos 073[1]

José Luiz Teixeira e Adriano Bedore em setembro de 2009

4.2. José Luiz Teixeira[138]“Igi” n. 20.NOV.1944, foi comerciante e atualmente é pecuarista em Atibaia. Geógrafo formado pela USP, foi vereador àcâmara de Atibaia entre 1983 a 1988 pelo PMDB. Casado com Elvira Akemi Sasaoka Teixeira filha de Masashigie Sasaoka e de Toyoko Otani Sasaoka. José Luiz Teixeira é uma das grandes fontes deste trabalho e sem dúvida o maior genealogista de Atibaia na atualidade, detentor de uma brilhante memória genealógida. Teve:

5.1. Francisco José Teixeira Neto n. 16.JAN.1970, c.c Márcia Ribeiro Leoni, médico veterinário, professor livre docente da FMVZ – UNESP – Campus de Botucatu com PHD pela Ontário Veterinary College da University of Guelph no Canadá. Teve:

6.1. Murilo Leoni Teixeira n aos 10.MAIO.2005 em Botucatu/SP.

6.2. Thomas Leoni Teixeira n. aos 22.SET.2011 em Botucatu/SP.

5.2. Luís Fernando Teixeira, 16.NOV.1972, solteiro, formado em direito Universidade Mackenzie – São Paulo, residente em Campinas/SP.

5.3. Adriana Sasaoka Teixeira n. 17.DEZ.1973, c.c Fábio Masaoka, ambos dentistas formados pela UNESP, campus de Araçatuba, residente em Santo André/SP. Teve:

6.1. Filipe n. aos 02.MAIO.2012 em São Paulo.

4.3. Antônio Carlos Teixeira n. 11.MAIO.1946, comerciante, pecuarista em Atibaia, c.c Maria Tereza Fazio. Teve:

5.1. Rodrigo Lucas Teixeira, solteiro, advogado em Atibaia.

5.2. Felipe José Teixeira, solteiro, bacharelem direito, bancário.

3.5. Maria Luiza Soares do Amaral, natural de Atibaia, c.c Eurípedes de Lima, natural de Ibiuna, oficial maior do registro de imóveis de Piracaia, ambos já falecidos. Teve 3 filhos:

4.1. Beatriz Soares de Lima, foi c.c Euler Ferreira. Teve 3 filhos:

5.1. Beatriz Aparecida Ferreira, c.c Jaime Luís Andolfo de Souza, médico em Piracaia.

6.1. Pedro Luís

6.2. Jaime

5.2. José Euler de Lima Ferreira, engenheiro, casado.

5.3. Ana Luiza Ferreira, c.c Evan Silveira Bueno.

6.1. Ana Carolina

4.2. Maria Helena Soares de Lima, foi c.c Álvaro Apolônio, func. público, já falecido. Teve:

5.1. Paulo de Tarso

5.2. Álvaro Tadeu

4.3. Péricles Soares de Lima, bancário, foi c.c Sônia Grunwald. Teve 2 filhas:

5.1. Ana Paula

5.2. Cilene Helena

3.6. Maria Cecília Soares da Silva n. aos 13.AGO.1914 e f. aos23.JUL.2002, c.c seu parente José Maria da Silva “Zezico Silva”n.em 1911 e f. aos 08.JUN.1966, filho de João da Silva e Sebastiana Soares do Amaral (ver 3.2., 2.7., 1.3., N° 08 deste capítulo), proprietário em Atibaia, já falecido. Teve 7 filhos:

4.1. José Calazans da Silva, conceituado contabilista em Atibaia, c.c Norma Alves Rosa, professora (ver descendência em 4.5., 3.3., 2.3., 1.3., N°02 atrás).

4.2. João Alberto Silva “Boró”, f. em 2017, foi despachante em Atibaia, c.c sua parente Delza Maria Verdi n. aos 20.AGO.1942 e f.aos 25.ABR.2010 (ver 4.2., 3.10., 2.1., 1.7. adiante). Teve:

5.1. Paulo Eduardo V. Silvan. aos 22.AGO.1961 e f. aos 20.OUT.2004. Teve:

6.1. Wendy

5.2. Cristina, casada. Teve:

6.1. Rafael

5.3. Marcelo, solteiro.

4.3. Luiz Carlos Soares do Amaral Silva “Tau”, advogado, ex-oficial do cartório de registros pessoas naturais, distribuidor e partidor da comarca de Atibaia. Casado com Neisme Duarte. Teve:

5.1. Ricardo, solteiro, médico veterinário e professor universitário.

5.2. Gilberto, solteiro.

4.4. Roberto Otávio da Silva, contabilista, ex-secretário de finanças da prefeitura da Estância de Atibaia, foi c.c sua parente Adair Carvalho (ver descendência atrás neste capítulo em 5.2., 4.1., 3.1. 2.5., 1.4. N°. 04), professora, f. aos 18.FEV.2005.

4.5. Estela Maria Silva, c.c José Ailton R. dos Santos, residentes em Umuarana/PR. Teve:

5.1. Luciana, casada, residente em Arapongas/PR Teve:

6.1. Juliana

6.2. Guilherme

6.3 Vinicius

5.2. Ana Cristina, casada. Teve:

6.1. André

6.2. Felipe

6.3. Lucas

5.3. Fabiano, advogado c.cHeloísa, advogada, residentes em Atibaia. Teve:

6.1. Sofia

4.6. Isa Maria Silva, c.c Claudinei Santos Mattos “Nei”, foi despachante em Atibaia, f. aos 30.JAN.2012. Teve:

5.1. Fernando, c.c Renata Camargos Rossi. Teve:

6.1. José Pedro

5.2. Henrique, casado. Teve:

6.1. Barbara

6.2. Gabriela

5.3. Renata, c.c Sandro Dominicali. Teve:

6.1. Mateus

4.7. Duarte Leopoldo Silva “Tico Coxa”, contabilista foi c.c Magali Theodoro Silva. Teve:

5.1. Sandro, casado, adm. empresas, funcionário do SAAE de Atibaia. Teve:

6.1. Angelina

5.2. Érika.

2.6. Umbelina Leite Peçanha “Bilica” n. aos 24.JUN.1883 em Atibaia e aí se casou aos 14.JUL.1897 com Estelito de Oliveira Peçanha (ver 4.1., 3.3., 2.3., 1.1., N° 08, cap. 10° do título Siqueira Franco), fazendeiro em Atibaia e aí falecido em 1953. Quando falecera seu pai, Umbelina morava em Bragança Paulista na casa de sua irmã por parte de mãe, Guilhermina, casada com José Antônio da Silveira Maia, o fundador do “O Atibaiesne”. Umbelina foi mulher de muito respeito e admiração em sua época e faleceu aos 16.JUL.1974 em Atibaia com 91 anos de idade, não deixando descendentes.

2.7. Virgilia Leite “Gila” n. aos 20.JAN.1885 em Atibaia e aí faleceu aos 11.SET.1985 com pouco mais de 100 anos; senhora de grandes virtudes, venerada pela comunidade atibaiana por seus dotes de caridade e virtudes religiosas. Quando seu pai veio a falecer Virgilia encontrava-se estudando em São Paulo num seminário de educadoras, onde por um acidente veio a ficar cega, por volta de 1900/01.

2.8. José Benedicto Leite n. aos 17.MAR.1887 em Atibaia e aí falecido aos 22.MAR.1964 na sua residência na rua Manoel de Toledo n° 193. Quando menino morou em Bragança Paulista na casa de sua irmã por parte de mãe Maria Gertrudes, casada com João Crisóstomo da Silveira. Já casado morou por alguns anos em Capivari onde foi proprietário de terras. De volta a sua terra natal foi José Benedito comerciante e proprietário de terras, tendo sido muito respeitado em seu tempo. Foi casado pela 1ª vez aos 10.SET.1903 com Ana Soares n. aos 29.DEZ.1887 na então freguesia de Campo Largo de Atibaia, hoje cidade de Jarinu/SP e f. em Atibaia aos 15.ABR.1935 (ver títulos Siqueira Franco e Pires de Camargo). Segunda vez José Benedito casou-se aos 23.ABR.1943 com Idalina Ferreira, teve filhos só do 1° casamento.

3.1. Maria do Carmo Leite De Carlo “Tóta”n. aos 15.SET.1904 e f. aos 20.DEZ.1980. Foi casada aos 08.FEV.1923 com Antônio De Carlo, comerciante em Atibaia (ver cap. 3° do título De Carlo). Teve:

4.1. José Benedito De Carlo ou “Zezinho” como era mais conhecido nasceu aos 21.SET.1923. Foi comerciante, sendo durante muitos anos, até o ano de 1983, proprietário da padaria “São José” na rua Benedito de Almeida Bueno esquina com a rua José Pires, onde morou toda sua vida e onde faleceu vítima de um atropelamento por uma motocicleteta, na esquina de sua casa aos 18.JUN.2007. Faleceu solteiro e sem descendentes.

4.2. Iraci Noviski “Nega” n. aos 03.MAIO.1926 e f. aos 02.AGO.2008, foi c.c Napoleão Noviski, n. aos 30.NOV.1924. Napoleão foi vereador à Câmara Municipal de Atibaia eleito em novembro de 1963 para o mandato de 64/67, mas não chegou a completá-lo vindo falecer aos 10.JAN.1965, profundamente desgostoso com os andamentos políticos na cidade decorrente das arbitrariedades advindas com o golpe militar que teve sérios reflexos em Atibaia culminando com as injustas perseguições e posterior cassação de vereadores e do então prefeitodr. Geraldo Cunha Barros, Napoleão Noviski foi sem dúvida, uma das vítimas desse infeliz episódio da vida política do Brasil e de Atibaia em particular. Teve uma única filha:

5.1. Ivete Noviski Teixeira n. em 05.NOV.1950, professora, c.c Antônio Luiz Teixeira “Toli” n. em 1949 (ver em 4.1., 3.6., 2.7., 1.3., N°08 a seguir), também professor e comerciante em Atibaia, proprietário do tradicional “Lojão Teixeira”. Foi Antônio Luiz Teixeira presidente da diretoria executiva do conceituado São João Tênis Clube de 1997 a 2000 onde é conselheiro vitalício, foi presidente da associação comercial de Atibia de 2006 a 2008. Teve um único filho:

6.1. Rafael Noviski Teixeira n. aos 27.JUN.1977, formado em administração de empresas 2002 pela USF e em direito pela FAAT, solteiro é comerciante em Atibaia. Teve:

7.1. Gabriela n. aos 19.NOV.2013.

4.3. Francisco n. aos 02.SET.1927 e falecido aos 15.JAN.1928.

4.4. Iolanda n. aos 22.SET.1928 e falecida na menoridade.

4.5. Roberto De Carlo n. aos 14.DEZ.1929 na rua Santo Cruzeiro nº 39, hoje rua Benedito Almeida Bueno, casado aos 26.MAIO.1949 em Atibaia com Julieta Freitas De Carlo (ver 2.6., 1.4., N° 04, cap. 2°), são os avós maternos no autor destas notas genealógicas. Teve seis filhos todos naturais de Atibaia:

5.1. Roberto Aparecido De Carlo n. aos 02.ABR.1948. Faleceu solteiro e sem descendentes em Amparo onde se encontrava hospitalizado aos 29.JUN.1994.

5.2. Elisabete De Carlo “Bete” n. aos 29.OUT.1950. Solteira, aposentada.

5.3. Marco Antônio De Carlon. aos 18.MAIO.1954, faleceu na rodovia Presidente Dutra em acidente motociclistimo aos 10.SET.1972, solteiro e sem descendentes.

5.4. Sônia Maria De Carlo Bedore n. aos 07.JAN.1953, c.c Odair Bedore (ver título Bedore), são os pais do autor destas notas genealógicas. Teve seis filhos, todos naturais de Atibaia:

6.1 Adriano Bedore, solteiro, advogado formado pela USF em 1997. Foi presidente do Grêmio Estudantil “Major Alvim” em 1991/92, da executiva do PMDB de Atibaia em 2000 a 2002, é conselheiro do Grêmio Esportivo Atibaiense eleito em 2002 e é o seu atual diretor administrativo. Participou ativamente das edições “Família Atibaiana” de José Luiz Teixeira (1997) e do livro revista “Famílias Ilustres e Tradicionais de Atibaia (2000). Na condição de suplente assumiu em 07.JUN.2014 uma cadeira de vereador na câmara de Atibaia. Foi eleito para 1° vice-presidente do legislativo para o ano de 2015, contudo, deixou a câmara no final de janeiro com o retorno do vereador ao parlamento. É autor destas notas genealógicas.

6.2. Janaina Bedore, comerciante, casada aos 22.OUT.2010 com José Leonardo Lacerda da Rocha n. aos 06.ABR.1976 em Araçatuba/SP, bacharel em direito e registrador em Pirajui/SP. Teve:

7.1. Leonardo n. aos 04.MAIO.2012.

6.3. Juliana Bedore, solteira é professora primária, pedagogo formada pela FAAT e funcionária concursada da rede municipal de ensino de Bragança Paulista.

6.4. Daniela Bedore, técnica de enfermagem, solteira. Teve com Fernando Ortiz Castanho (ver atrás em 2.1.,1.5., N° 04, cap. 4°e 4.2., 3.1., 2.4., 1.7., N°01, cap. 1°do título Pires de Camargo):

7.1 Lívia Maria Bedore Castanho, nascida aos 25.MAR.2002.

6.5. Eduardo Bedore n. aos 16.DEZ.1980. Solteiro, é presidente do Clube Atlético CETEBE desde 2001.

6.6. Felipe Bedoren. aos 11.JUL.1983 c.c Patrícia Moghetti Oliveira. Teve:

7.1. Maria Eduarda Moghetti Bedore, nascida aos 24.JUN.2003.

7.2. Maria Fernanda Moghetti Bedore, nascida aos 24.JUN.2003.

5.5. Sérgio Luiz De Carlo n. aos 09.FEV.1961, funcionário público municipal em Atibaia. Divorciado. Teve:

6.1. Gabriela Barbosa De Carlo n. aos 06.FEV.1988 técnica em enfermagem.

5.6. Patrícia De Carlo Cintra n. aos 13.MAIO.1964, técnica em química, casada em 1983 com o empresário Luiz Gonçaga Cintra. Teve três filhos todos naturais de Atibaia:

6.1. Gustavo De Carlo Cintra n. aos 29.FEV.1984, formado em Educação Física na FESB.

6.2. Michel De Carlo Cintra n. aos 27.AGO.1985, formado em Educação Física na FESB e em administração na FAAT.

6.3. Karina De Carlo Cintra n. aos 14.JAN.1988, engenheira química formada pela faculdade Oswaldo Cruz.

4.6. Philomena De Carlos Lazzarini “Mena” n. aos 02.NOV.1931, viúva de João Torquato Lazzarini n. aos 13.AGO.1922 no bairro da Mooca em São Paulo, filho de imigrante italiano e falecido também em São Paulo aos 29.ABR.1985, casados em 09.DEZ.1950 em Atibaia. Teve dois filhos:

5.1. Sandra Regina Lazzarini n.aos 25.OUT.1951, divorciada, residente em Atibaia. Teve um único filho:

6.1. Ricardo Lazzarini Garcia n.em São Paulo aos 05.AGO.1972, casado, administrador de empresas e empresário em Guarulhos, proprietário de uma transportadora, residente em Atibaia. Teve:

7.1. Enrico n. aos 17.OUT.2000.

7.2. Rodrigo n. aos 17.JUL.2008.

5.2. Ricardo Lazzarini n.em São Paulo aos 10.JUL.1954, aviador, foi casado em 1º núpcias com Sônia Maria Dagli e em 2º núpcias com Patrícia, residente em Bragança Paulista. Teve três filhos com a 1ª esposa e um filho com a 2º:

6.1. Ludimila n. aos 25.MAR.1979, teve:

7.1. Gabriel n. aos 26.MAR.1997.

7.2. João Pedro n. aos 07.MAIO.2009.

6.2. Sabrina n. aos 16.NOV.1981, teve:

7.1. Enzo n. aos 14.MAIO.2009

6.3. Henrique n. aos 13.DEZ.1983, teve com Paula:

7.1. Pietra n. aos 17.ABR.2009.

6.4. Ricardo n. aos 19.SET.1995

3.2. Leonor Esther Leite n.aos 09.AGO.1906 em Atibaia e aí f. aos 18.JUN.1963 foi c.c Jorge da Silveira Franco ou Franco da Silveira f. aos 11.MAR.1949,f° de Sebastião Franco da Silveira e de Malvina Soares da Silveira. Ver descendentes em 6.2., 5.5., 4.1., 3.1., 2.3., 1.3., N° 01, cap. 1° do título Siqueira Franco e no título Leite deste trabalho.

3.3. Elvira Leite de Oliveira casada aos 09.OUT.1951 com José Domingos de Oliveira, foram residentes em Franco da Rocha/SP, onde estão sepultados, não deixaram descendência.

3.4. Julieta Leite nascida aos 12.OUT.1911, foi religiosa da Congregação Nossa Senhora de Sion com o nome de irmã Arminda, faleceu aos 22.NOV.1949 em São Paulo com apenas 38 anos; foi sepultada na capela de Nossa Senhora do Sion no cemitério da Consolação em São Paulo, capital.

3.5. Otília Leite Ferreira n. em 1913 e f΅. aos 18.FEV.1933 com apenas 20 anos, 40 dias após o nascimento de sua primeira e única filha. Foi c.c José Augusto Ferreira, também falecido, residiram em Atibaia. Teve:

4.1. Ricardina n. aos 08.JAN.1933 e f. aos 14.AGO.1988, foi c.c Armando Silva “Jaburu”n. aos 27.JUN.1926 e f. aos 10.OUT.1990. Teve:

5.1. Maria Otília, c.c José Xavier da Silva. Teve:

6.1. Maria Solange, divorciada.

7.1. Anderson

7.2. Bárbara

7.3. Maiara

6.2. Alexandre n. aos 21.DEZ.1968 e f. aos 26.FEV.2006.

6.3. Adriana c.c Edmilson. Teve:

7.1. Caio

7.2. Guilherme

7.3. Maria Fernanda

6.4. Ana Paula c.c Antônio “Toni”. Teve:

7.1. Pedro Paulo

6.5. Ana Cristina. Teve:

7.1. Bruno

7.2. Grabrieli

7.3. Francieli

7.4. Kuane

7.5. Gabriel

6.6. Armando José c.c Andressa. Teve:

7.1. Vinicius

7.2. Gustavo

7.3. Amanda

7.4. Isadora

6.7. Rodrigo n. aos 29.FEV.1980 e f. solteiro em 28.JUN.2002. Teve:

7.1. Giovana

5.2. José Ferreira da Silva, c.c Ruth Elizabeth dos Santos.

6.1. Thiago c.c Carla. Teve:

7.1. Ingrid

7.2. Luan

6.2. Juliana c.c Rogério. Teve:

7.1. Alisson

5.3. Isabel Cristina. Teve:

6.1. Jonathan

6.2. Jennefer

6.3. Raissa

5.4. Ana Lúcia Aparecida Silva c.c Lourenilho. Teve:

6.1. Luis Gustavo

6.2. Gabriel

5.5. Sílvi a Maria. Teve:

6.1. Ana Carolina

6.2. Lucas

6.3. Erica

6.4. Miguel

5.6. Roberto Carlos. Teve:

6.1. Roberto Carlos Jr.

6.2. Letícia

3.6. Pedro Alexandrino Leite n. aos 04.MAR.1915 e f. aos15.JUN.1973. Foi casado aos 30.DEZ.1939 com Maria Ermelinda Teixeira Leiten. aos 16.JUN.1915 e f. aos 06.MAIO.1990, era filha de Benedito José Teixeira “Nhonô Tuta” e de Francisca Alves do Amaral, neta paterna Maria Fancisca da Conceição e de Emilio Justino Teixeira, este filho de Franscisco José Teixeira e de Gertrudes Maria da Conceição, por essa bisneta de Adriano Luiz Fernandes e de Ana Francisca (pais de Umbelina, esposa do capitão Jacinto Manoel Leite, tronco deste título Leite); neta materna de Leopoldo Alves do Amaral (ver 1.3., N° 01, cap. 7° deste título) e de Hermelinda Alvim, esta filha de “José Alvim” que era descendente direto (6° neto) de Jerônimo de Camargo, considerado o fundador da cidade. Pedro Alexandrino Leite e sua esposa moraram na rua Professor Domingos Matheus no mesmo bairro onde mora o autor destas notas genealógicas. Tiveram:

4.1. José Benedito, já falecido, c.c Maria José Zago. Teve:

5.1. César Eduardo n. aos 27.FEV.1963, casado 2ª vez com Emília, teve do 1° c.c Patrícia de Souza Mafra. Teve:

6.1. Thiago Mafra Leite n. aos 29.JUL.1984.

6.2. Gustavo Mafra Leite n. aos 06.FEV.1987.

5.2. Paulo Américo n. aos 07.MAR.1965 foi c.c Mariane da Costa Antunes, n. aos 21.NOV.1968, advogada e ex-secretária municipal de administração de Atibaia. Teve:

6.1. Lucas n. aos 02.FEV.1997.

5.3. Simone Aparecida n. aos 17.FEV.1971, c.c Joselito Patrocínio n. aos 13.MAIO.1965. Teve:

6.1. Felipe n aos 06.FEV.1998.

4.2. Dinah Benedita n. aos 09.ABR.1942 e f. aos 07.AGO.1993. Foi c.c Sebstião Eugênio Brígida. Teve:

5.1. Paulo Sérgio, c.c Cláudia Alves Pinto.

5.2. Luiz Carlos c.c. Cynthia Maria Tricoli Brigida, contadora. Teve:

6.1. Larissa Maria

6.2. Luana Maria

6.3. Luiz Felipe

5.3. Patrícia Aparecida

4.3. João Batista n. aos 30.SET.1943 e f. aos 09.NOV.2010 foi c.c Angélica Barbosa. Teve:

5.1. Luciana Cristina, casada.

5.2. Adalberto Alexandrino, casado.

4.4. Ana Francisca, c.c Eurico Cândido da Silva, advogado. Teve:

5.1. Carlos Eduardo

5.2. Marcelo de Alencar, foi casado com 1 filho.

5.3. Ana Sílvia, escrevente policial, casada com 3 filhas.

5.4. Adriana Cristina, casada.

5.5. Eurico Cândido Jr.

5.6. Leonardo Guilhermen. aos 08.ABR.1984 e f΅. aos 30.AGO.2009.

4.5. Helena Aparecida n. 08.JUL.1947 e f΅. aos 01.JUN.2007, foi c.c o comerciante italiano Luciano Boninsegna. Teve:

5.1. Paulo Henrique

5.2. LucianaAparecida

5.3. Alexandre Antônio

5.4. José Daniel

4.6. Pedro Paulo, falecido solteiro.

4.7. Vera Cristina, c.c Otávio Ulisses Frederico, advogado já falecido.

5.1. Pedro Gustavo n. aos 24.JUL.1983.

5.2. Maria Emília Cristina

4.8. Marie Alminda n. aos 30.OUT.1953 em Atibaia e ai f΅. aos 26.JAN.2009, foi oficial de justiça do fórum de Atibaia, c.c Waldemir Fangiulli, filho de João Batista Fanchiuli e de Rute Freitas, nascido aos 26.SET.1946 e falecido aos 21.DEZ.2005 (ver 3.2., 2.7., 1.5., N° 03, cap. 2° do título Freitas).

5.1. Ana Paula, advogada, c.c Manoel C. Jardim. Teve:

6.1. Giovana n. aos 22.JAN.2002.

6.2. Fernado n. aos 31.MAIO.2002.

6.3. Gabriela n. aos 02.JUL.2006.

5.2. José Pedro n. aos 30.SET.1974, policial rodoviário federal c.c Juliana Rossi com que teve os dois últimos filhos. Teve:

6.1. Tainá Ruas Fangiulli n. aos 02.OUT.1998.

6.2. Isabela Ruas Fangiulli n. aos 24.DEZ.1999.

6.3. Nicoli Rossi Fangiulli n. aos 15.FEV.2005.

6.4. Gabriel Rossi Fangiulli n. aos 02.ABR.2011.

5.3. Ana Flora Fangiulli n. aos 25.SET.1976 e 28.SET.1976.

5.4. José Ricardo, formado em desenho industrial pela UNESP – Bauru, casado com Danuza Yokoyama Correa. Teve:

6.1. Vitor n. aos 06.MAIO.2002.

4.9. Maria Angélica, c.c Paulo Figueredo. Teve:

5.1. Paulo

5.2. Mariana

5.3. Rafael

4.10. Carlos Alberto, falecido, teve um filho:

5.1. Márcio Luiz

4.11. Luiz Antônio n. aos 16.JUN.1959, solteiro.

3.7. Gertrudes Leite do Prado “Tudinha” n. em 1918, casou-se aos 15.JUL.1944 com Salvador Antônio do Prado (ver 3.1., 2.3., 1.6., N° 01, cap. 5° do título Pereira) n. aos 23.SET.1915 e f. aos 01.DEZ.1974 em São Paulo, era filho de Januário Antônio do Prado e de Joana Maria da Conceição. Ver descendência nos títulos Siqueira Franco e Leite.

3.8. Lygia Leite Peçanha n. aos 05.AGO.1919 e f. aos 27.AGO.1997. Casou-se aos 27.ABR.1944 com seu primo de 3° grau (tinham um casal de bisavós em comum) Benedicto Peçanha n. aos 30.MAR.1918 e f. aos 21.MAIO.1997, foi fazendeiro em Piracaia e em Atibaia e considerado no meio rural como grande cavaleiro de seu tempo, era f° de José Peçanha Franco (ver 2.4., 1.7. adiante) e de Delfina da Silveira Peçanha ( ver 2.2., 1.6., N° 06, cap. 6° adiante).

4.1. Benedito Aparecido Peçanha n. aos 09.OUT.1945 e f. solteiro em Piracaia onde resideia aos 22.MAR.2013.

4.2. Maria Isabel, foi c.c Otelo Helena, comerciante em Atibaia. Teve:

5.1. Flávia, professora e advogada, solteira.

5.2. Renata c.c Marco, advogados. Teve:

6.1. Júlia

5.3. Marcelo, solteiro.

4.3. Maria Aparecida, professora, divorciada do português Antônio Mendes. Teve:

5.1. Antônio Paulo, casado residente em Portugal., professora, solteira.

5.2. Maria Helena

5.3. João Ricardo, analista de sitemas.

4.4. Maria Antonia, diretora de escola municipal, c.c Glauco Edmo Tonon. Teve:

5.1. Eric, policial civil, n.aos 29.JUL.1978 c.c Cristiano Melissa Machado Tonon.

6.1. Maria Eduarda Machado Tonon n. aos 05.DEZ.2005.

6.2. Vitor Machado Tonon n. aos 16.JUN.2009.

5.2. Lívia Maria , n. 1980 c.c Dalton da Rocha Ferreira.

5.3. Bruno Vicicius n. 1985.

4.5. José Benedito Peçanha, pecuarista emAtibaia, c.c Lucia Granda. Teve:

5.1. José Eduardo, engenheiro ambiental.

5.2. Juliana

5.3. Carlos Henique

4.6. Maria Cecília, engenheira, viúva de Francisco de Assis Aguiar, sem descendentes.

4.7. Maria Joana, solteira.

1.6. Maria Justina do Amaral n. aos 09.DEZ.1853 e falecida solteira aos 12.FEV.1926., sepultada no cemitério São João Batista em Atibaia, juntamente com seu irmão Bento Paes.

Maria Salome e Peçanha 1.7. Maria Salomé do Amaral n. em 1860 em Atibaia e aí f. aos 02.DEZ.1912, foi casada em Atibaia aos 08.SET.1874 com José Pessanha Franco (casal da foto ao lado) n. aos 22.OUT.1848 e f. aos 22.OUT.1898, fazendeiro no bairro da Cachoeira em Atibaia, filho de Joaquim Pessanha Falcão e de Delfina Franco, neto paterno de Ana Maria Franco e de João Pessanha Falcão, este filho de outro nome, o qual pode ser considerado tronco da família Peçanha ou Pessanha de Atibaia ou região(ver título Siqueira Franco, cap. 10º, Nº 08, 1.1.) e de Ana Maria Franco, e neto materno do Alferes Manoel José Rodrigues e de Maria Policarpa Franco (SL. 2/93 e 108). Maria Salomé casou-se 2a vez com Claudino Alves Cardoso, natural de Nazaré. Teve5 filhos do 1° marido:

2.1. Capitão Benedito Peçanha Franco n. aos 09.SET.1878 em Atibaia e f. aos 07.SET.1935 em São Paulo, sendo sepultado em Piracaia. Foi c.c Maria Carmelita Leite (ver N° 02, cap. 4° do título Leite), falecida também em 1935, filha do Coronel José Jacinto Leite e de Caetana da Silveira Franco.Foi o Capitão Benedito, pessoa de destacada importância em Piracaia onde era fazendeiro e político da situação e pode ser considerado o tronco da família Peçanha daquela cidade. Transcrevemos aqui tópicos do necrológio estampado no “O Piracaiense” de 15.SET.1935, para melhor retratar a personalidade de Nhonhô Peçanha, como era conhecido.

“Traiçoeiro mal, desafiando impiedosa e cruelmente a competência médica, no curto prazo de sete dias, derrubou por terra para levantar no coração da Posteridade, o corpo desse varão de Plutarco que em vida se chamou Benedito Pessanha Franco! […] um dos sólidos elementos para o engrandecimento desta terra que tanto amou com aquele carinho próprio de seu feitio[…]melhor, muito mais eloquente foi a manifestação de pesar feita pela população desta e das cidades vizinhas! Todos sem distinção de classe, sentindo apenas a dor imensa, queriam, cada qual, com mais carinho, com mais afeto, com mais veneração, prestar a derradeira homenagem ao querido, ao estimado Nhonhô Pessanha. Em sua propriedade agrícola Santa Maria, onde Nhonhô desenvolvia sua atividade, foi ele acometido domingo dia 19 do corrente de súbito mal. Transportado para o seu palacete, nesta cidade, à Praça Santo António, a conselho de seus hábeis assistentes, foi o Sr. Benedito internado na Casa de Saúde Santa Rita na Capital e ali entregue aos cuidados dos doutores Zeferino Amaral e Celestino Bourroul. Tudo que a ciência médica, pêlos seus luminares podia e devia fazer, foi empregado; o mal porém desafiava e o anjo macabro da Morte vinha rondando o leito de Nhonhô Pessanha, até que às 9 horas da manhã do dia 7. deixava ele de existir. As 17,30 horas da tarde desse mesmo dia, dava entrada nesta cidade o corpo do querido morto Segunda-feira às 9 horas da manhã foi pelo vigário local, padre José do Patrocínio Gonçalves, celebrada missa de corpo presentez grandemente concorrida. O saimento fúnebre Marcado para às 12 e 15 minutos, teve lugar o saimento fúnebre. Seu enterro foi uma apoteose determinada para essa hora, porque as populações de Joanópolis, Atibaia e Bragança, queriam também se associar ao pezar imenso de Piracaia.”. Do casal Benedito Peçanha Franco e sua esposa Maria Carmelita Leite descendem:

3.1. José Leite Peçanha, escrivão do cartório de registro de imóveis de Piracaia, foi c.c Augusta do Amaral, professora, ambos já falecidos.

4.1. Milton do Amaral Peçanha, solteiro.

4.2. Maria Eloiza Peçanha, já falecida, c.c Luiz Antônio Tamassia de Moraes.

5.1. Luis Fernando

5.2. Suzana

5.3 .Luis Gonzaga, advogado, c.c Jaqueline Finco, falecida, com 1 filho.

5.4. Roberta Maria

5.5. Luis Gustavo

4.3. Wilma Peçanha, já falecida, c.c Jamil Atihé, residente em Jales/SP.

5.1. Jamil Peçanha Atihé

4.4. Julia Maria Peçanha, c.c Júlio de Toledo Funck, advogado, residentes em Bragança.

5.1. Anita Funck, c.c Fábio Vilches.

6.1. Fábio

5.2. Yara

5.3. Júlio

5.4. João, zootecnista, solteiro.

3.2. Lamartine Peçanha, fazendeiro em Piracaia, c.c sua parente Carmelita Soares do Amaral, filha de João Soares do Amaral e Catarina Silveira do Amaral, ambos já falecidos (ver 3.2., 2.1., 1.3., N° 08 a seguir). Teve:

4.1. Neusa Peçanha, c.c Domingos Tamassia, ambos já falecidos.

5.1. Neila Tamassia c.c Moacir de Moura Corrêa.

6.1. Cristiane Maria

6.2. Gustavo José

5.2. Nilza Maria Peçanha Tamassia, advogada, procuradora do Estado, c.c Ormino Rodrigues Vidigal.

6.1. Carolina, formada em direito pela FMU.

6.2. Daniela, formada em odontologia Barretos/SP.

5.3. Nicéia Tamassia, c.c José Roberto de Araújo.

6.1. Felipe

5.4. Nádia Tamassia

4.2. Névio Soares Peçanha, f. aos 10.FEV.2010, foi c.c Adália Rubio, também falecida.

5.1. Sérgio Rubio Peçanha, ex-vereador em Piracaia, foi c.c Ivete Fazzio, advogada e procuradora municipal de Atibaia. Teve:

6.1. Luciano Fazzio Peçanha c.c Marlene de Oliveira Fazzio. Teve:

7.1. Gabriella

5.2. Fátima Peçanha. c.c Silvino Júlio Guimarães.

6.1. Bruno

6.2. Hugo

4.3. Normando Soares Peçanha, c.c Benedita Ferreira Franco, já falecida.

5.1. Carmen Lúcia, c.c Otávio de Oliveira, topógrafo.

6.1. Mariana

6.2. Camila

5.2. Lamartine Peçanha Neto, engenheiro, solteiro.

5.3. Eliane Peçanha

5.4. Normando Soares Peçanha Júnior

4.4. Neide Peçanha, já falecida, foi c.c Mauro de Moraes Gonçalves, cirurgião dentista.

5.1. Manoel Ernesto Peçanha Gonçalves, médico, c.c Carmen Rocha de Barros.

6.1. Renata

6.2. Fernanda

5.2. Márcia Peçanha Gonçalves, c.c Marcos França.

6.1. Francisco

5.3. Flávia Peçanha Gonçalves, c.c Carlos Eduardo Kubo.

6.1. Gabriela

3.3. Benedicto Brasil Peçanha, “Tico Peçanha”, fazendeiro em Piracaia. c.c Maria de Lourdes Gonçalves, ambos já falecidos.

4.1. Dalva Gonçalves Peçanha, c.c Antônio Martins Pintor, comerciante em Piracaia.

5.1. Eli Gonçalves Peçanha Martins, advogado, c.c Gloriete Rubio.

6.1. Manoela

6.2. Camila

6.3. Samira

5.2. Antônio Celso Peçanha Martins, c.c Vanice Ramos.

6.1. Leonardo

6.2. Ana Livia

4.2. José Benedito Peçanha, já falecido, foi c.c Onofra Bueno.

5.1. José Eduardo Bueno Peçanha, c.c Magali Batista.

6.1. Patrícia

5.2. Lenice Bueno Peçanha, c.c Gilberto José Nogueira, advogado.

5.3. Maria Lúcia Bueno Peçanha, solteira.

5.4. Jorge Luis Bueno Peçanha, solteiro, já falecido.

4.3. Regina Maura Peçanha c.c seu primo José Augusto Peçanha Brandão , já falecido(ver 4.2., 3.5. a seguir) farmacêutico e ex-vereador em Piracaia.

5.1. Clodomir Augusto Peçanha Brandão “ Cassi”, advogado, c.c Francisca Maruca, residentes em Piracaia. Teve:

6.1. Bruno

5.2. Silvia Regina Peçanha Brandão, c.c Alfredo de Moraes Michili, em Piracaia.

6.1. Daniel

6.2. Marcos

6.3. André

5.3. José Carlos Peçanha Brandão, c.c Angela Giacomini, com 1 filho.

4.4. Oriwaldo Peçanha, pecuarista, c.c Zilah Ferreira.

5.1. Célia Regina

4.5. Cecilia Maria Peçanha foi casada 1ª vez com Lázaro Bueno com quem teve 4 filhos e 2ª vez com Paschoal Fontana f. aos 21.NOV.2009.

5.1. Júlio César Peçanha Bueno, c.c Regina La Salvia com quem teve uma filha e mais três de outros relacionamentos:

6.1. Juliana casada. Teve:

7.1. Jafar

7.2. Maira

6.2. Amne Cristina Faria foi c.c Ricardo Pergola[139], n. aos 06.FEV.1975, filho do professor e taxidermista, Antônio Pergola, já falecido e de Marly Finco Pergola, com quem teve:

7.1. Antônio Pergola Neto n. aos 03.JUL.2003.

6.3. Rafaela Sara

6.4. Maira

5.2. José Bueno Neto

5.3. Luis Henrique Peçanha Bueno, adv° e vereador em Piracaia 2009/2012. Teve:

6.1. Letícia

6.2. Luiz Felipe

5.4. Paulo de Tarso Peçanha Bueno, solteiro.

4.6. Lucy Peçanha, c.c José Machado de Almeida, ambos já falecidos.

5.1. Marco Aurélio

5.2. Luciano, casado.

3.4. Julieta Peçanha, c.c cel. José Theófilo Ramos, ex-comandante da antiga força publica do estado de São Paulo, atual polícia militar, natural de Nazaré Paulista/SP, ambos já falecidos.

4.1. Lígia Maria Ramos, c.c Jorge Uchôa Cavalcante.

5.1. Ligia Maria Uchôa Cavalcante, c.c Vilar Ribeiro de Figueiredo.

6.1. Lara

6.2. Maria

5.2. Álvaro Uchôa Cavalcante, c.c Lucila Maria Furlan.

6.1. Pedro

6.2. Carolina

5.3. Miguel Uchôa Cavalcante, c.c Patrícia Spinosa.

6.1. Gabriel

5.4. Ana Maria Uchôa Cavalcante, solteira.

4.2. José Theófilo Ramos Júnior, advogado, c.c Marília de Arruda Sampaio, já falecida.

5.1. Femão

5.2. Marcelo

5.3. Eduardo

3.5. Maria José Peçanha, c.c Caetano de Carvalho Brandão, ambos já falecidos.

4.1. Maria Eugenia Peçanha Brandão, c.c Nicolau Leo Neto, já falecido.

5.1. Maria Inês Brandão Leo, c.c Emanoel Maurício de Castilho, foi advogado.

6.1. Thiago

6.2. Maria Eugenia

5.2. Carlos Eduardo Brandão Leo, c.c Benedita Cristina Cuoco.

6.1. Carla Cristina

6.2. Eduardo

5.3. José Maurício Brandão Leo “Tuche”, ex-vereador da câmara de Piracaia de 1997/2000 e ex-presidente da câmara em 1999/00, assessor do dep. federal Roberto Santiago, c.c Vânia Ferreira da Costa.

5.4. Jorge Luis Brandão Leo, c.c Isabel Cristina Rosseti.

6.1. Gabriela

4.2. José Augusto Peçanha Brandão foi c.c sua prima Regina Maura Peçanha (ver retro 2.3. de 1.3), já falecido.

4.3. Otaviano Peçanha Brandão, c.c Cinira Zapallá, ambos já falecidos, sem geração.

4.4. Ailton Peçanha Brandão, c.c Leide de Mara já falecida.

5.1. Margareth Brandão, c.c Henry Watanabe.

5.2. Marisa Brandão, c.c Ademir Boava.

6.1. Flávio

6.2. Felipe

4.5. Lourdes Peçanha Brandão, c.c Belmiro Grunwald, residentes em Botucatu/SP.

5.1. Carmen Silvia Grunwald, c.c José Carrasco.

6.1. Vivian

5.2. Silvia Maria Grunwald, solteira.

5.3. Luis Ricardo Brandão Grunwald, solteiro.

4.6. Francisco Wagner Peçanha Brandão, foi c.c Marina Lemes da Silveira.

5.1. Soraia

5.2. Flávia

3.6. João Evangelista Peçanha “Junga”, fazendeiro em Piracaia, c.c Maria Ferreira Franco, ambos já falecidos.

4.1. Dirceu Peçanha, comerciante, c.c Guaracema Barreto.

5.1. João

5.2. Márcia

5.3. Maria Elisa

4.2. Dayse Peçanha, c.c Duarte Batista Pinheiro, comerciante em Piracaia, já falecido.

5.1. Dinarte, advogado.

5.2. Dagoberto

4.3. Djair Peçanha, foi c.c Wanda Ferreira.

5.1. Nely

5.2. Douglas

5.3. Claudia

4.4. Danilo Peçanha, ex-vice-prefeito de Piracaia (1993/97), c.c Terezinha das Graças Silveira Peçanhan. aos 11.MAIO.1951 em Brazópolis/MG, prefeita de Piracaia eleita para o mandato de 2013/16 cargo que ocupou primeira vez entre 2005/08, formada em direito pela FAAT. Teve:

5.1. Dário, engenheiro civil.

5.2. Donato, engenheiro da computação, c.c. Sandra Aikawa Lemes.

5.3. Daniela, advogada, separada judicialmente. Teve:

6.1. João Vitor Pessanha Staningher n. 23.FEV.1995.

5.4. Diogo, estudante de arquitetura.

4.5. Denise Peçanha, escrevente no 14° CRI de São Paulo, c.c Milton de Souza.

5.1. Mário

5.2. Marcos

5.3. Mariza

4.6. Dilza Irinéia Peçanha, c.c Bento Lemes da Silva.

5.1. Juliano

5.2. Renata

5.3. Julieta

4.7. Dalila Peçanha, c.c José Roberto Varella.

5.1. Hélio

4.8. Dilermando Peçanha n. aos 01.OUT.1953, c.c Marilda Fioreline.

5.1. Priscila

5.2. Fernando

4.9. Danute Peçanha, casada.

3.7. Romeu Peçanha, fazendeiro em Piracaia, já falecidofoi c.c Ivone Kock dos Santos, filha do desembargador Getúlio Evaristo dos Santos, f. aos 15.AGO.2011.

4.1. Marco Antônio dos Santos Peçanha, advogado, c.c Sônia Francarola.

5.1. Adriana Maria

5.2. Flávio

5.3. Ricardo

4.2. Maria Alice dos Santos Peçanha, c.c Waldir Abud Ganan, industrial.

5.1. Márcio

5.2. Júlio César

4.3. Paulo dos Santos Peçanha, engenheiro, c.c Liliana Berrile.

5.1. Fábio

5.2. Renata

3.8. ZenaidePeçanha, já falecida, c.c José Ayres, ferroviário, residente em Piracaia.

4.1. Ivani Ayres, jáfalecida, c.c Walsomiro Pereira, industrial. Teve:

5.1. Patrícia, professora, casada.

4.2. Sérgio Ayres, c.c Maria Luiza Fonseca.

5.1. Paula

6.2. Cláudia

4.3. Waldyr Peçanha Ayres, contador, c.c Isis Cinelli de Barros.

5.1. Alfredo

5.2. Zeliana

3.9. Elza Peçanha, c.c Narciso Franco de Godoi, fazendeiro em Piracaia, ambos já falecidos.

4.1. Doracy Augusto Peçanha de Godoi f. aos 12.DEZ.2012, fazendeiro e comerciante em Piracaia, c.c Inês Guimarães Gonçalves.

5.1. Adriana Gonçalves de Godoi, c.c Reginaldo Galdino Zeni.

6.1. Reginaldo

5.2. Fernanda Gonçalves de Godoi, c.c João Luis Rosseti.

6.1. João Augusto

5.3. Renata Gonçalves de Godoi, casada.

3.10. Cacilda Peçanha, c.c Izidoro Verdi Neto, comerciante em Piracaia. Teve:

4.1. Cesarina Verdi, c.c Altino Oliveira.

5.1. Ana Carla

5.2. Fernanda

5.3. Daniela

4.2. Delza Maria Verdi f. aos 25.ABR.2010 c.c seu primo João Alberto Silva (ver 3.2. de 2.6. retro).

4.3. Jane Verdi, c.c Getúlio Vilhena Granado, comerciante em Piracaia.

5.1. Jaqueline

5.2. Amadeu

2.2. Joaquim Peçanha Franco “Nhô Quim Peçanha” n. aos 23.ABR.1883 e f. aos 04.JUN.1961, foiimportante fazendeiro em Atibaia c.c sua prima-irmã, Carmelina Flórido f. aos 07.MAIO.1973(ver desc. em 4.5., 3.3., 2.3., 1.1., N° 08, cap. 10° do título Siqueira Franco).

2.3. Amador Peçanha Franco n. aos 25.DEZ.1887 e f. aos 04.ABR.1973, foi fazendeiro em Atibaia, casou-se aos 10.NOV.1906 com Benedita S. Rocha (ver 5.1., 4.1., 3.9., 2.1., 1.2., N° 02, cap. 4° do título Siqueira. Franco). Teve:

3.1. Benedito Rocha Peçanha n. aos 09.SET.1907 e f. 18.OUT.1975, foi c.c Adalgisa do Vale n. aos 24.JAN.1910 e f. aos 30.MAR.1995. Tiveram:

4.1. Mirian

4.2. Graciete

4.3. Jeanetet

4.4. Lisete c.c Rubens Barbosa Tavares, médico. Teve:

5.1. José Rubens

3.2. Nicanor Rocha Peçanha n. aos 09.JUL.1909 e f. aos 20.AGO.199, foi comerciário na capital, casado aos 18.JAN.1949 com a professora Nair Amaral Peçanha n. aos 26.SET.1911 e f. aos 31.AGO.1997.

3.3. Evangelista Rocha Peçanha, falecida solteira.

3.4. Maria Salomé Peçanha do Amaral n. 23.OUT.1912 e f. aos 23.JAN.2010, foi c.c seu parente Jacinto Alves do Amaral n. aos 25.SET.1905 e f. aos 14.NOV.1981 (ver 3.1., 2.3., 1.3., N° 02 deste capítulo). Teve:

4.1. José Peçanha do Amaral n. aos 19.MAR.1932 e f. aos 21.FEV.1979. Teve:

5.1. Regina, com geração.

4.2. Ana Maria n. aos 07.NOV.1945 e f. solteira aos 06.MAIO.1997. Sem descendentes.

3.5. Maria de Lurdes n. em 1919, c.c seu parente José Cintra (ver 1.4., N° 02, cap. 5° deste título e descendência em 3.6., 2.1., 1.1, N° 09, cap. 6° do título Siqueira Franco).

3.6. Jonas Rocha Peçanha n.aos 17.MAIO.1917 e falecido solteiro aos 26.JAN.1981.

3.7. Luciano Rocha Peçanha n. aos 16.ABR.1924 e f. aos 07.OUT.1999, foi c.c Josefina Dain. aos 08.NOV.1917 e f. aos 27.JAN.2012. Teve:

4.1. Luci

4.2. Laerte foi c.c Simone Duarte, com 2 filhos.

3.8. Luiz Gonzaga Peçanha n. aos 29.OUT.1932, administrador de empresa, foi vereador em Atibaia (1973/77), casadocom Rejane Maria Novaes Peçanha. Falecido aos 08.JAN.2017. Teve:

4.1. Roberta, solteira.

4.2. Caio. Teve:

5.1. Frederico

5.2. Polianna

3.9. Francisco de Assis Peçanha, gemeo do nº anterior, foi presidente do Clube Recreativo Atibaiano, c.c. (…) Imperatore. Teve:

4.1. Patrícia n. aos 03.JAN.1964, funcionária câmara de Atibaia, c.c ˙Claudio Ferreira. Teve:

5.1. Eduardo n. aos 02.AGO.1985

5.2. Rodrigo

4.2. Andreia Peçanha Travassos n. 29.NOV.1969, casada, teve:

5.1. Guilherme n. aos 24.OUT.1994.

4.3. Erica

2.4. José Peçanha Franco “Zezico Peçanha” n. aos 19.JUL.1892 e f. aos 15.JAN.1968, foi produtor de café no bairro Itapetinga e Marmeleiro desde 1925. Foi c.c sua parente Delfina da Silveira n. em 1892 e f. em 1968 (ver 3.2., 2.4., 1.6., N° 02, cap. 5° do título Alves do Amaral). Teve:

3.1. Maria de Lurdes Peçanha

3.2. Benedito Peçanha n. aos 30.MAR.1918 e f. aos 21.MAIO.1997, casou-se aos 27.ABR.1944 com sua parente Ligia Leite Peçanha (ver desc. retro, 3.1., 2.8., 1.5. retro e 1.8., N° 03, cap. 6° do título Leite).

3.3. Alcino Peçanha

3.4. Maria Conceição Peçanha “Nega” n. aos 31.JAN.1920, já falecida.

3.5. Célio Peçanha n. aos 09.SET.1923 e f. solteiro aos 01.JUL.1984.

3.6. Francisco de Assis Peçanha n. aos 12.OUT.1925 e falecido aos 06.NOV.1982.

3.7. José Roberto Peçanha n. aos 31.JAN.1928 e falecido solteiro aos 15.DEZ.1979.

3.8. João Batista Peçanha n. aos 13.MAIO.1932 e f. solteiro aos 21.JAN.2012.

3.9. Lino Peçanha n. aos 06.NOV.1934 e f. aos 30.DEZ.2004, casou-se primeira vez com Júlia Maria Silva Peçanha, n. aos 06.OUT.1933 e f. aos 06.MAIO.1956, e em 2º núpcias em 1958 c.c Yolanda Aparecida Pinheiro “Lana” natural de Nazaré Paulista. Teve só da segunda esposa:

4.1. Vera Helena n. aos 05.JAN.1958 c.c Francisco Vitor Mendonça. Teve:

5.1. Michel Vitor, advogado, solteiro.

5.2. Felipe Augusto, professor de educação física, solteiro.

5.3. Aline Roberta, professora de educação física, solteira.

4.2. Marco Antônio n. aos 23.DEZ.1958 e f. aos 19.DEZ.1992, foi c.c Maria Rosalina. 5.1. Welinton Rodrigo Peçanha n. 14.JUL.1983.

5.2. Karen Danieli Peçanha n. 13.MAIO.1986. Teve:

6.1. Manuele n. aos 09.SET.2011.

5.3. Carla Daiani Peçanha n. 20.ABR.1989.

4.3. Paulo Afonso n. em 1961, foi c.c Elaine Bueno Cardoso com quem teve:

5.1. Rafaela n. 01.JAN.2000

5.2. Camila n. 14.MAIO.2004

4.4. Carlos Alberto, solteiro

4.5. Lino Aparecido Peçanha, foi c.c Renata Maria Caraski, residentes em Jaboticabal. 5.1. Gustavo n. aos 11.JAN.1987.

5.2. Gabriela

3.10. Fábio Peçanha n. aos 31.JAN.1937 e f. solteiro aos 04.MAIO.1988.

3.11 Antônio de Padua Peçanha f. em setembro de 2012, c.c Marina de Aguiar Peçanha (ver 2.1., 1.1., N° 05, cap. 8 do título Leite). Teve 3 filhos com sua esposa e a primeira filha antes do seu casamento:

4.1. Diana

4.2. Luiza Helena c.c. Gabriel Teixeira de Freitas. Teve:

5.1. Edson Leonardo Peçanha de Freitas

5.2. Carlos Henrique Peçanha de Freitas

5.3. Ana Carolina Peçanha de Freitas

4.3. Luiz Cláudio c.c Suely de Souza Correia Peçanha. Teve:

5.1. Thamires Tatiane Correia Peçanha

5.2. Vitor Luiz Correia Peçanha

4.4. Lílian Aparecida Peçanha, c.c Marcelo Frank da Silva Rosa, servidor público municipal.

2.5. Argemiro Peçanha casado 1ª vez com Rosalina Bueno e 2ª vez com Joana do Amaral, sua parente (ver 2.1., 1.6., N° 06, cap. 6°neste título). Teve do 1º casamento:

3.1. José Benedito Peçanha.

1.8. Coronel João Batista do Amaral Bueno n aos 01.JAN.1860 e falecido aos 12.DEZ.1906; foi fazendeiro em Atibaia; casou-se com Maria da Glória Cintra Fagundes (ver 2.1., 1.5., N° 09, cap. 6° do título Siqueira Franco), filha de João Marinho Fagundes e de Messias Cintra (SL 2/507); ambos sepultados no cemitério do santíssimo em Atibaia. Teve:

2.1. Major José Herculano Bueno “Zico Paes” n. aos 27.AGO.1877 e f. aos 29.NOV.1962, foi fazendeiro em Atibaia, c.c Monica Ferraz (ver 3.4., 2.9., 1.10., N° 03, cap. 4° do título Siqueira Franco), filha do ex-juiz de direito, vereador, e deputado estadual, Manoel Jacinto de Araújo Ferraz; sem descendentes. São os padrinhos do avô materno do autor deste trabalho. Zico Paes foi um dos fundadores da banda 24 de outubro (de oposição política) em 1931 e foi o doador da área onde se construiu a sede da referida banda na década de 1960. Em 1973 em virtude das dificulades financeiras por que passava a banda 1° do março (de situação política) fundada em 1925, foi a mesma dissolvida e seus membros uniram-se ao da coorporação musical 24 de outubro, a qual ainda mantém sua sede e atividades na atualidade.

2.2. Alcides Cintra Bueno, falecido em 1939, foi Escrivão do 6° ofício criminal de São Paulo; casou-se em Atibaia em 1905 com sua parente Amélia Baisi (ver título Alves do Amaral); teve:

3.1. Maria da Glória, professora normalista.

3.2. Alcebiades Cintra Bueno, c.c Amália Campos de Azevedo, farmacêutica.

3.3. João Batista do Amaral Bueno, casado aos 25.JUN.1945 com Wanda Rega.

3.4. Milciades Cintra Bueno, professor, casado em dezembro de 1941 em Pinhal com Dalva Braga, filha do dr. Antônio Jorge e de Benvinda Braga Jorge.

3.5. Edith Cintra Bueno, professora.

3.6. Alcides Cintra Bueno Filho, foi delegado de polícia, diretor do antigo DEOPS em São Paulo, casado com descendentes.

3.7. Laodicéia Cintra Bueno.

Digitalizar0001[1] 1.9. Coronel Bento José do Amaral mais conhecido como “Bento Paes” (foto ao lado), nasceu em Atibaia aos 19.FEV.1862 e ai faleceu aos 06.JUN.1928. A praça do museu municipal de Atibaia leva seu nome. Foi Bento Paes abastado fazendeiro em Atibaia, respeitado pelos correligionários políticos e pelos adversários. Foi durante duas décadas (1900 a 1925, aproximadamente) o principal líder do partido democrático que fazia oposição ao partido republicano paulista, que quase sempre esteve no poder em Atibaia, sendo substituído na liderança do partido que passou a se chamar partido constitucionalista e depois UDN pelo advogado Álvaro Correia Lima. Foi o último comandante da guarda nacional em Atibaia (coronel). Foi c.c Ana Rodrigues dos Santos, natural de Nazaré; n. aos 01.ABR.1863 e f. aos 19.MAR.1926em Atibaia, filha de Antônio Rodrigues dos Santos, importante político em Nazaré Paulista, filho do também importante líder político em Nazaré, Joaquim Rodrigues dos Santos. Ana Rodrigues dos Santos era irmã, entre outros, da esposa do Major Sebastião Theodoro Pinto e do professor e pároco de Atibaia de 1914 a 1927, Francisco Rodrigues dos Santos, mais conhecido como Padre Chico n. em Nazaré aos 03.FEV.1886 e f. em Avaré aos 11.SET.1960. Bento Paes e sua esposa não deixaram descendência.

1.10. Escolástica do Amaral, casada 1.° vez com seu primo Jacinto Alves do Amaral Jr (ver N° 01, cap. 7° deste título) e segunda vez com seu primo cel. Francisco Bueno da Rocha (ver N° 01, capítulo 3° do título Bueno); sem descendência.

Nº 06 Delfina Maria do Carmo n. 1836, casou-se em Atibaia em 1851 com Francisco Franco de Almeida Passos, filho de Manoel de Almeida Passos e de Dorotéia de Morais Franco; neto paterno do capitão Domingos José Duarte Passos e de Maria Lourença de Monte Carmelo; neto materno do cap. Manoel de Oliveira Franco e de Maria Gertrudes de Jesus (SL 5/335). Foram moradores de Itatiba, onde deixaram os seguintes filhos:

1.1. Manoel de Almeida Passos, casado em Itatiba com Escolástica de Oliveira; Teve:

2.1. Francisco de Almeida Passos; casado.

2.2. Izaltina; casada.

2.3. Maria, c.c Benedito de Oliveira; teve:

3.1. Maria, c.c Felipe Rinaldi; sem desc.

3.2. Antônio de Oliveira

3.3. José de Oliveira.

2.4. Escolástica, c.c Joaquim de Oliveira; teve:

3.1. João de AImeida Passos; casado.

4.1. Maria

4.2. Albertina

1.2. Sabina de Passos, casada em Itatiba com seu parente Lourenço Alves do Amaral[140], filho de Jacinto Alves do Amaral Júnior (ver 1.2., N° 01, cap. 7° adiante e SL 1/476); teve:

2.1. Elisa, casada 1° com Virgílio Avelino Leite (cap. 15º do título Leite) e 2a vez com Camilo Guzzi. Teve 2 filhos do primeiro casamento e 4 do segundo:

3.1. Risoleta, c.c seu primo Francisco Andrade (v. neste cap. N° 03 adiante).

3.2. Izaura, casada em Atibaia com João Guilherme; sem desc.

3.3. Arthur Leite Guzzi n. aos 23.JUN.1898 foi c.c. Julieta Leite Guzzi n. aos 25.JAN.1901 e f. aos 18.AGO.1987 (ver desc. em Nº 01, cap. 12º do título Leite).

3.4. Julieta Guzzi Bresssani c.c Ernesto Bressani. Tiveram:

4.1. (…)

4.2. Francisco

4.3. Nelson

4.4. João, todos residentes em Jundiaí.

3.5. Gumercindo Guzzi, falecido solteiro.

3.6. Durval Guzzi c.c sua parente Inês Soares (ver desc. em 3.5., 2.1., 1.3., Nº 08 a seguir).

1.3. Maria de Passos, c.c João de Andrade, filho de Antônio Januário Lopes, falecido em Bragança; teve:

2.1. Eugênio de Andrade

2.2. Francisco de Andrade, c.c sua prima Risoleta (v. retro); Teve:

3.1. Éster

3.2. Odete

3.3. Francisco

2.3. Alfredo de Andrade, c.c Benedita Pires.

2.4. José; faleceu solteiro.

2.5. Antonia

2.6. Benedita, c.c João Izabel.

1.4. João de Almeida Passos, casado em Itatiba com Libania Maria de Jesus.Teve:

2.1. Hortência, c.c Antônio Canedo; teve

3.1. Ercilia; casada.

3.2. Otilia, casada.

2.2. Virgolina, c.cEleutério Rela; teve:

3.1. Benedita Rela.

3.2. Zilda, c.c Alfredo Tofoli.

3.3. Nilse,

3.4. Alice

3.5. Jacira

3.6. Neide

3.7. Abigail

3.8. Eleutério Rela, ex-prefeito de Itatiba/SP

3.9. Edison

3.10. Helena

2.3. Benedito Passos, casado 1° vez com Zulmira Pinto e 2a vez com Alexandrina Poli, teve um filho do primeiro e do segundo casamento:

3.1. João

3.2. José

2.4. Rogério de Almeida Passos, c.c Maria Domingues; teve:

3.1. Enzo de Almeida Passos, foi importante radialista da rádio Bandeirantes e compositor.

3.2. Norma

3.3. Osmar

1.5. Antônio, falecido solteiro.

1.6. Salustiano de Almeida Passos, jáfalecido; foi c.c Eugenia Carolina de Moraes; teve:

2.1. José de Passos, c.c Maria Pucinelli; com desc.

2.2. Benedita de Passos, c.c Damásio Pires da Silveira, falecido em 1944 (verdescendência no título Pires de Camargo, capítulo 1°, N° 03).

2.3. Tercilia

2.4. Francisco Passos, c.c Maria Corradini.

1.8. Dorotéa de Passos, casadoem Ribeirão Preto com Antônio Rocha; teve:

2.1. Marcos

2.2. João

2.3. Artur

2.4. Francisco

Nº 07 Gertrudes Franco, casou-se em 1841 em Atibaia com seu paraente João Franco, filho do alferes Manoel Joaquim Leite[141] e de Ana Pires Pimentel; neto paterno de João Leite de Barros e de Ana Alves de Godoi; neto materno do capitão Inácio Franco de Camargo e 1a mulher Gertrudes Pires de Godoi (SL 1/301); teve o único filho:

1.1. Coronel José Manoel Leite, importante fazendeiro em Itatiba, onde foi muito conceituado; casado 1a vez com Leopoldina Alves da Conceição (SL 1/494) e 2a vez com Maria Amélia da Silveira; teve quatro filhos do primeiro casamento e sete do segundo casamento:

2.1. Sebastiana, c.c seu primo Alfredo Alves Joly; filhos:

3.1. Leopoldina, c.c Luiz Gouveia Sobrinho; teve:

4.1. Lourdes

4.2. Antônio

4.3. Francisco

4.4. Terezinha

3.2. José Alves Joly, c.c Glória Paiva; teve:

4.1. Fábio

3.3. Benedito Alves Joly; casado.

3.4. Antônio Alves Joly

3.5. Luiz Alves Joly.

2.2. Alice, c.c João Alves Bueno; teve:

3.1. Ester Alves Bueno

3.2. Geraldina

3.3. Luiz

2.3. Zenaide, c.c Florêncio da Silveira Pupo; teve:

3.1. Irineu Pupo, c.c Dolmea de Campos.

3.2. José Alves Pupo

2.4. Antenor Alves Leite, c. em Piracicaba com Lidia da Silveira Melo; teve:

3.1. Oswaldo da Silveira Leite.

2.5. Antonia

2.6. Francisca, c.c Eliseu de Campos Leme; teve:

3.1. Nicéia

3.2. Dagmar

2.7. Benedita, c.c Arsenio Martins Ferreira; teve:

3.1. Hélio

3.2. Hebe

2.8. Leontina, c.c Dario Antônio Matias; teve:

3.1. Maria Aparecida

2.9. Odila

2.10. Dario Silveira Leite

2.11. Odilon Silveira Leite

Nº 08 Maria Paula do Amaral n. aos 26.JAN.1819 foi casada 1ª vez em 1835 com Inácio Pires de Camargo, filho de Antônio Pires Pimentele de Joaquina Maria da Conceição; neto paterno de Vicente Pires Pimentel (8/255) e de Maria Gertrudes Franco, esta filha do cap. Crispim da Silva Franco e tetraneto de Mariana de Camargo, irmã de Jerônimo de Camargo,o fundador de Atibaia. Maria Paula casou-se pela segunda vez em 1836 com José Soares de Lima (cap. 6° do titulo Soares), filho de Francisco Soares Lima (tronco do título Soares, ver a seguir) e de Gertrudes Maria, neto paterno de Vítor Soares de Oliveira e de Joana de Godoi Lima, e neto materno de Antônio Cardoso de Morais ou da Silva e de Angela Maria de Camargo (SL8/315). Teve uma filha do primeiro casamento e sete do segundo casamento:

1.1. Maria Constança n. em 1836, casou-se em 1859, com seu parente Francisco Antônio do Amaral, filho de João Alves do Amaral e Gertrudes Leite (SL 1/471); teve a filha única:

2.1. Maria do Amaral, c.cAgostinho Schull.

1.2. Gertrudes Soares do Amaral n. 1840, c.c o major Joaquim Bueno de Aguiar, falecido aos 11.MAIO.1906, filho de Ana Joaquina da Conceição e do tenente Feliciano da Cunha Bueno de Aguiar, filho de Maria Angelica da Cunha que casou com o capitão Francisco Bueno de Aguiar que pode ser considerado o tronco da família Bueno de Aguiar de Atibaiaapelidada em muitos ramos de Tenente (SL 1/307); Teve:

2.1. Luiz Gonzaga de Aguiar, f. aos 21.JUN.1916 foi c.c sua prima Benedita Bueno do Prado f. aos 13.AGO.1968,filha de Inácio Bueno do Prado e de Maria Isabel Soares do Amaral (ver 1.8. a seguir). Teve:

3.1. Alcides Bueno de Aguiar “Alcides Tenente” f. aos 02.MAR.1949,c.c Elisa Mª da Conceição. Teve:

4.1. Maria Aparecida Bueno de Aguiar c.c Joaquim Domingues. Teve:

5.1. Edi de Aguiar Domingues

5.2. Irene Domingues

5.3. Ivone Aguiar Domingues

5.4. Vera Aguiar Domingues

5.5. João Domingues

5.6. Alcides Domingues

4.2. Luiz Gonzaga Bueno de Aguiar.

4.3. Maria Luiza c.c Francisco Fernandes Saturnino. Teve:

5.1. Benedito Fernandes

5.2. Antônio Fernandes

5.3. Gonçala Fernandes

4.4. Luciana Bueno de Aguiar c.c Pedro Bueno. Teve:

5.1. Nilce Oliveira de Aguiar

5.2. Olisses Oliveria de Aguiar

5.3. Ozildo Oliveira de Aguiar

5.4. Elizeu Oliveira de Aguiar

5.5. Isaias Oliveira de Aguiar

4.5. José Bueno de Aguiar.

4.6. João Batista Bueno de Aguiar “João Tenente”, já falecido, foi vereador à câmara de Atibaia entre 1968 a 1972, c.c Rosaria Binatti de Aguiar. Teve.:

5.1. Eliana Binatti de Aguiar

5.2. Elenice Binatti de Aguiar

5.3. Renato Binatti de Aguiar

5.4. Elisa Binatti de Aguiar

5.5. Reginaldo Binatti de Aguiar, vereador à câmara de Atibaia entre 2005 a 2008.

5.6. Estela Binatti de Aguiar

4.7. Iracema Bueno de Aguiar c.c Benedito do Prado. Teve:

5.1. Sandra de Jesus do Prado

4.8. Maria Benedita c.c Osvaldo Barca. Teve:

5.1. Douglas Aguiar Barca

5.2. Davinir Aguiar Barca

4.9. Veridiana n. em 1939, foi c.c Dalziro de Almeida, comerciante do ramo de madeiras em Atibaia, já falecido (ver desc em 4.7., 3.2., 2.1., 1.5. a seguir)

3.2. Joaquim Bueno de Aguiar c.c Catarina Alves Cardoso. Teve:

4.1. Ulisses, dentista, c.c Guiomar, residentes em Santos/SP.

3.3. Benedita de Aguiar Almendra f. aos 28.FEV.1970, foi c.c Vespasiano Tito Almendra, português, n. aos 13.DEZ.1913 e f. aos 24.MAIO.1958. Tiveram:

4.1. José Ronaldo Almendra c.c Maria Gonçalvez Almendra. Teve:

5.1. Djalma Allan

5.2. Sandra Mara

4.2. Vilma Terezinha Almendra c.c Milton Pelusi. Teve:

5.1. Sônia Maria

5.2. Milton Pelusi Filho

5.3. Selma

5.4. Márcia

4.3. Claudio foi casado 1ª vez com Eneida Ibraim e 2ª vez com Idacira de Oliveira. Teve:

5.1. Andreia Ibraim Almendra

5.2. Daniela Ibraim Almendra

5.3. Edneia Molina Almendra c.c Fábio Fernandes

5.4. Murilo Aguiar Almendra

2.2. Maria Paula Bueno de Aguiar, falecida em 1933; foi c.c o capitão Benedito de Almeida Bueno “Nito Carro”natural de Juqueri, hoje Mairiporã, filho de Francisco Carlos de Almeida e de Leopoldina de Almeida Bueno. Foi o capitão Benedito de Almeida Bueno fazendeiro, industrial sendo um dos fundadores da companhia fiação e tecido São João, delegado de polícia, juiz de paz, vereador à câmara municipal de 1901 a 1914, 1917 a 1926, presidente da câmara (1920/22), prefeito muncipal (02.MAR.1914 a 15.JAN.1920), era também capitão assistente da 27º brigada de cavalaria da guarda nacional. Faleceu aos 16JUN.1926 em Santos. Teve:

3.1. Lina de Almeida Bueno, c.c Joaquim Cintra (ver 2.2., 1.1., N° 09, cap. 6° do título de Siqueira Franco); sem desc.

3.2. Oscarlina de Almeida, c.c Leão Profeta (ver descêndencia em 2.4., 1.1., N° 01, cap. 5° do título Pereira), negociante em Atibaia.

3.3. Feliciano Bueno de Aguiar c.c Doralba Derosa, filha de Ana Antonia f. aos 20.OUT.1930 e do cel. Francisco Antônio Derosa, italiano natural de Verbicário na Calábria onde nasceu aos 21.ABR.1863, foi o mais importante líder político de Nazaré Paulista do fiinal do século XIX e nas três primeiras décadas do século XX, tendo sido prefeito de 1890 a 1930 e faleceu aos 21.AGO.1938. Teve:

4.1. Tarciano

4.2. Lina c.c João Batista Pinto, farmacêutico e cantor de música raiz.

3.4. Avelinode Almeida Bueno, farmacêutico, foi c.c Maria das Dores Leite, já falecidos (ver desc em N° 04 do cap. 8° do título Leite)

3.5. Adelina

3..6. Saturnina

3.7. Evangelina c.c seu parente Benedito Pereira de Campos (ver 3.1., 2.4., 1.3. N° 04 retro).

2.3. Caetana Bueno, c.c Eduardo de Moura. Teve:

3.1. Benedita de Moura, c.c João Toledo. Teve:

4.1. Maria Aparecida c.c Arthur Giacomini Sobrinhon. aos 07.ABR.1923 e f. aos 15.NOV.2008, foi juiz de paz em Atibaia. Teve:

5.1. Esperança, funcionária pública da educação de Atibaia aposentada c.c Tokiyoshi Maeda, residentes no mesmo bairro do autor deste trabalho. Teve:

6.1. Fabiana

6.2. Fernanda

6.3. Felipe

5.2. João Luiz “Jacó”foi c.c Ospídia de Freitas. Teve:

6.1. João Luiz

6.2. Juliana. Teve:

7.1. Vitor

5.3. Elisabeth Maria, viúva do professor Luiz Antônio de Oliveira, n. aos 11.OUT.1953 e f. aos 29.ABR.1988, vítima de um grave acidente de automobilístico que vitimou também 4 alunos que estavam com ele. Teve:

6.1. Camila

5.4. Arthur Francisco c.c Meire. Teve:

6.1. Arthur Francisco Filho

6.2. Maria Carolina

5.5. Carlos Alberto foi c.c Rosana Jauman Gonçalves, professora. Teve:

6.1. Gabriela

5.6. Heloísa foi c.c Samir Salles, filho de Anuar Salles. Teve:

6.1. Rafael

6.2. Silvia

6.3. Mariana

5.7. Eliane Regina foi c.c João Girão. Teve:

6.1. Paulo Henrique

6.2. Ana Beatriz

6.3. Maria Clara

3.2. Luiz Gonzaga de Toledo, cantor, solteiro.

2.4. João Bueno de Aguiar, c.c Maria Fontes ou Maria Cessarina de Jesus, portuguesa; teve:

3.1. Joaquim Bueno de Aguiar “Joaquim Tentente”, c.c Benedita Leite Rocha (ver asc. em 6.1., 5.2., 4.1., 3.9., 2.1., 1.2., N° 02 do título Siqueira Franco e desc. em 1.1., N° 05 do cap. 8° do título Leite.

3.2. Davina Aguiar, já falecida; c.c Benedito Amaral Leite.

3.3. Benedita Aguiar c.c Jacinto M. Leite “Jacintinho” (ver desc. em N° 07, cap. 8° do título Leite).

2.5. Dionisia de Aguiar, c.c José Chamadoira Martins; teve:

3.1. Joaquim Martins, c.c Francisca Teixeira; teve:

4.1. João Batista Teixeira

3.2 Aurora Martins, c.c Sabino Pelegrino.

2.6. Leopoldina de Aguiar, c.c José Pires; Teve:

3.1. João Pires; faleceu solteiro.

3.2. Elisa Pires, c.c seu primo Antônio Soares do Amaral (v. descendência adiante).

2.7. Egídio Bueno de Aguiar, foi c.c Maria Pereira Alves ou Maria Alves da Conceição (v. retro).

2.8. Jesuina Bueno de Aguiar c.c João Peçanha Franco Correa (ver descendência em 3.1., 2.4., 1.1., N° 08, cap. 10° do título Siqueira Franco).

1.3. Ana Soares do Amaral ou Soares de Lima, c.c seu primo Olegário José do Amaral ou Olegário Alves do Amaral, era filho de João Batista do Amaral e de Ana Cordeiro e foi fazendeiro no bairro da Ponte Alta, na época pertencente a Campo Largo e como o nome de Caxambu.Tiveram:

2.1. João Soares do Amaral, fazendeiro e negociante em Atibaia, c.c sua parente Catarina Ivo Silveira, filha de Gertrudes Silveria Leite ou Gertrudes Teresa da Silveria e de Antônio Ivo da Silveira ou Antônio Ivo de Moraes, fazendeiro no bairro da Ponte Alta(ver 1.10. N° 06 do cap. 6° a seguir); teve:

3.1. Benedita Soares da Cunha, c.c seu primo Florêncio Alves da Cunha (ver 4.1., 3.1., 2.3., 1.6., N° 02 retro); sem descendência.

3.2. Carmelita, c.c seu parente Lamartine Pessanha (ver desc. em 3.2., 2.1., 1.7., N° 05, atrás).

3.3. José Soares do Amaral, c.c Maria Dorotéa Fagundes; Teve:

4.1. Benedito Aurival

3.4. Maria Gertrudes Soares

3.5. Inês Soares Guzzi n. aos 23.AGO.1913 e f. 29.JUL.1964; foi c.c com seu parente Durval Guzzi, n. aos 22.JUL.1905 e f aos 12.MAIO.1987 (ver 3.6., 2.1., 1.2., Nº 06 atrás). Teve:

4.1. José Euler Soares Guzzi n. aos 09.OUT.1935 e f. aos 17.JAN.2008. Foi advogado, ex-chefe de gabinete de alguns prefeitos de Atibaia, tendo nesta condição assumido o cargo de prefeito entre 22.MAR.1958 a 10.MAIO.1958. Foi c.c. Vilma Vasques Guzzi, pianista e maestrina, n. aos 26.SET.1943 e f. aos 21.JAN.2017. Teve:

5.1.Maria Inês, música, casada, teve:

6.1. Thomas

6.2. Nicholas

6.3. Ane

5.2.Ana Cecília n. aos 07.ABR.1975, música.

5.3. André n. aos 07.NOV.1973 c.c Gleide Consuleo Ferreira, com dois filhos.

6.1. Raquel Guzzi

6.2. Renan

4.2. Denise Soares Guzzi, solteira, residente em Atibaia.

2.2. Maria Madalena do Amaral, c.c seu parente AgostinhoIvo da Silveira, filhode Antônio Ivo da Silveira e de Gertrudes Silveira Leite (ver N° 06, cap. 6° a seguir); Teve:

3.1. Sebastião Ivo da Silveira; faleceu solteiro.

3.2. Benedito Ivo da Silveira

3.3. Maria Augusta da Silveira, c.c Guilherme Zanoni n. em 1896 em Itatiba, filho dos imigrantes italianos Giulio Zanoni (1864-1916), de Mantova e Delmira Malerba de Lucca e tradicional família de Jarinu. Guilherme Zanoni foi o primeiro (1949/53) e tercerio (1957/61) prefeito da cidade Jarinu, que até 1948 era distrito de Atibaia com o nome de Campo Largo, era irmão entre outros de Edmundo Zanoni, ex-prefeito de Atibaia. Teve q.d:

4.1. Júlio Zanoni, ex-prefeito de Jarinu de 1973/77 e de 1983/88 c.c Alice Braggion.

3.4. Sofia, c.c João Benedito. Teve q.d:

4.1. Dirce M. De Araújo Faria

4.2. Diva Antonia M. D. De Oliveira.

2.3. Julia Soares, c.c seu parente Moisés Ivo da Silveira, filho de Antônio Ivo da Silveira e de Gertrudes Silveira Leite; sem desc.

2.4. Olegário do Amaral, faleceu solteiro. Foi vereador à câmara municipal de Atibaia entre 1914 a 1920, eprefeito (15.JAN.1914 a 02.MAR.1914) na qualidade de vice-prefeito em impedimento do titular. Faleceu aos 01.ABR.1935. Foi também coletor estadual em Atibaia.

2.5. Julieta Soares, c.c seu parente Jacinto Alves do Amaral (ver descendência retro).

2.6. Francisca Soares, c.c Lourenço Martins Pino; teve:

3.1. José Martins Pino

3.2. Maria Martins

3.3. Eugenia

3.4. Jonas

3.5. Johanes

2.7. Sebastiana Soares do Amaral, c.c João Basileu da Silva, filho de Maria Toledo Ordonhes[142] e de Joaquim da Silva Bueno n. de Atibaia e pode ser considerado o tronco da família Silva Bueno de Atibaia.Tiveram 13 filhos:

3.1. Maria José da Silva “Mariquita”, c.c seu parente Carlos Silveira “Carlito”f. aos 28.MAR.1978, foi vereador em Atibaia na qualidade de suplente de 1960 a 1963, filho de JoaquimIvo da Silveira (ver 1.6., N° 06, cap 6°, a seguir) e de Ana Gonçalves da Silveira. Teve:

4.1. José Carlos Silveira, falecido, foi c.c Nair Perine. Teve:

5.1. Flávio. Teve:

6.1. Flávia. Teve:

7.1. Renan

6.2. Fabiana. Teve:

6.1. Rian

6.2. Fábio

6.3. Fernando

6.4. Ana Beatriz

6.5. Gabriela

5.2 Sônia. Teve:

6.1. Elisangela. Teve:

7.1. Ana Carolina. Teve:

8.1. João Vitor

5.3. Solange. Teve:

6.1. Rodrigo

6.2. Camila. Teve:

7.1. Vitor Henrique

6.3. Eduardo

6.4. Felipe

6.5. Caio

5.4. Luiz Fernando, c.c Ana Maria Fonseca Silveira. Teve:

6.1. Luana

6.2. Lucas

4.2. Odete Silveira Contesini n. aos 29.MAIO.1927 e f. aos 02.MAIO.1982 foi c.c Alcides Contesini n. aos 11.SET.1924 e f. aos 03.OUT.2002. Tiveram:

5.1.˙Marcos Tadeu Contesini, advogado, c.c. Silvia. Teve:

6.1. Natália

6.2. Marina

5.2. Roseli Contesini De Michells, c.c Alexandre De Michells. Teve:

6.1. Alexandre

6.2. Marco

5.3. Rosana Aparecida Contesini c.c Edson. Teve:

6.1. Filipe

6.2. Henrique

5.4. Lúcia foi c.c Evanilso Ary Santos, advogado. Teve:

6.1. Danilo. Teve:

7.1. Murilo

6.2. Rafael

4.3. Olinda da Silveira, c.c Benedito Aparecido Silveira “Dudu”. Teve:

5.1. Maria Cecília, médica. Teve:

6.1. Asha

6.2. Gustavo

5.2. Ana Lúcia, solteira.

5.3. Silvia Helena foi c.c Antônio Carlos Basseto “Nonho”, tatuador, já falecido. Teve:

6.1. Fernanda, já falecida.

6.2. Vinicius

4.4. Antônio Carlos Silveira, c.c Lourdes Mateus Silveira. Teve:

5.1. Marcelo

5.2. Márcia. Teve:

6.1. Camila

5.3. Marco Antônio. Teve:

6.1. Stefani

4.5. Luiz Carlos Silveira, falecido em 2007, foi c.c Irene Amaral. Teve:

5.1. Regina. Teve:

6.1. Lucas

5.2. Paulo. Teve:

6.1. Luiza

5.3. Marisa. Teve:

6.1. Giovani

4.6. Raul Silveira casado, funcionário público de Bragança Paulista. Teve:

5.1. Patrícia. Teve:

6.1. Pedro Lucas

5.2. Carlos. Teve:

6.1. Giulia

5.3. Osvaldo

5.4. Rau Jr. Teve:

6.1. Gabriela

4.7. Ofélia Silveira, falecida. Teve:

5.1. Benedito Carlos Silveira “Pão”, advogado. Teve:

6.1. Gustavo

3.2. José Maria da Silva “Zezico” c.c sua parente Maria Cecília Soares do Amaral (ver desc. em 3.6., 2.5., 1.5., N° 05 deste capútulo).

3.3. Ermelinda da Silva n. aos 25.ABR.1913 em Atibaia e ai f. aos 19.SET.1998, foi c.c Sebastião César, fazendeiro em Atibaia (ver descendência em 2.2., 1.2., N° 01, cap. 8° do título Oliveira Cesar).

3.4. Theodomira da Silva, c.c Creantes Aranha, falecidos, residente em Mogi. Teve:

4.1. Zeida, solteira e sem descendentes.

4.2. Zeni, com geração.

4.3. Zenon, já falecido, com geração.

3.5. Ana Amaral Silva Teixeira“Nina” n. aos 18.AGO.1918 e f. aos 13.JAN.2008, foi c.c Ciro de Assis Teixeira (ver 1.9., N° 01, cap. 7°do título Leite), foi vereador em Atibaia de 1956 a 1963. Tiveram dois filhos:

4.1. Darcy Teixeira f. aos 04.FEV.2008, foi c.c Norma de Oliveira (ver 7.4., 6.1., 5.8., 4.2., 3.2., 2.5., 1.6., cap. 7° do Título Padilha). Teve:

5.1. Fabiana, professora, c.c ˙Rogério, policial militar. Teve:

6.1. Rogério

4.2. Dayse Silva Teixeira n. aos 23.JAN.1947, professora, c.c Ardavaste Orugian “Aldo”. Teve:

5.1. Fábio n. aos 11.FEV.1973, c.c Deuzilara. Teve:

6.1. Pedro

5.2. Tatiana n. aos 27.JAN.1976 c.c Jackson. Teve:

6.1. Maria Fernanda

3.6. Haidê da Silva Teixeira n. 05.JUL.1923 ef. aos 14.JUL.2006, foi casada em 1944 com Oscar Pinto Teixeira n. aos 05.MAR.1921 e f. aos 04.DEZ.2012, f° de Antônio Pinto Teixeira (*1891+1934) e de Maria Tittareli[143] (*1897+1990). Tiveram:

4.1. Antônio Luiz Silva Teixeira n. em 1949, professor e comerciante, foi presidente da Associação Comercial de Atibaia de 2006 a 2008. Casado com sua parente[144]Ivete Noviski (ver 5.1., 4.2., 3.1., 2.8., 1.5., N° 05, atrás). Teve:

5.1. Rafael Noviski Teixeiran. aos 27.JUN.1977, formado em direito e administação. 4.2. Carlos Alberto S. Teixeira, engenheiro de alimentos, c.c Fátima F. Teixeira. Teve:

5.1. Patricia, nutricionista.

5.2. André

4.3. Oscar Luiz Silva Teixeira, farmaceutico, c.c Maria Inês Silva Teixeira . Teve:

5.1. Alexandre Luiz, biólogo.

5.2. João Marcos

4.4. José Roberto Silva Teixeira, engenheiro civil, c.c Maria Cecília Pinheiro Teixeira. Teve:

5.1. Roberta

3.7. Ercília da Silva, c.c Orlando José de Jesus, não deixaram filhos.

3.8. Isabel da Silva, c.c Jéferson Milton Rosa “Bastião”. Teve:

4.1. ˙Wiliam Balisieuda Silva Rosa, advogado em Atibaia, casado.

4.2. Sidnei, professor de educação física, casado, teve:

5.1. Carina

5.2. Carine

3.9. Therezinha da Silva, c.c Otávio Pillegi Contesini, tipógrafo n. em 1928 e f. aos 02.JUN.2008. Teve:

4.1. Sérgio Silva Pillegi Contesini, c.c Rozana Tricoli Pillegin. aos 30.ABR.1955, filha de Alda Bueno de Toledo e deDomingos Tricoli, ex-vereador de Atibaia na legislatura de 1964/69, f. aos 08.ABR.2011. Teve:

5.1. Bruna c.c Tiago Franco de Oliveira, engenheiro. Teve:

6.1. Vinicius

6.2. Beatriz

5.2. Júlia Ticoli Pilegi

5.3. Matheus Tricoli Pilegi

4.2. Gerson foi c.c Silvia Cintra Helena Cintra (ver 5.1., 4.5., 3.2., 2.1., 1.1., N° 09, cap. 6° do título Siqueira Franco), professora, já falecida. Teve:

51. Gustavo Cintra Pileggi n. aos 28.MAR.1978, c.c Camila Gonçalves. Teve:

6.1. Valentina n. aos 28.MAR.2012.

5.2. Thiago Cintra Pileggi n. aos 14.MAR.1980.

5.3. Ana Carolina Cintra Pileggi n aos 05.JAN.1983.

4.3. Nivaldocasado 1ª vez com Dathis com quem teve 1 filho e 2ª vez com Regina com quem teve 2 filhos:

5.1. Kaue

5.2. Otávio

5.3. Maria Gabriela

4.4. Marília teve com Fábio Razuk, filho de Heloísa Maria Pires de Paula “Loló”n. aos 01.NOV.1944 e de Miguel Razuk Filho:

5.1. Letícian. aos 26.MAR.1990.

3.10. Vera da Silva foi c.c Milton Pedroso, ambos falecidos, foram residentes em S. Caetano. Tiveram:

4.3. Nelson, casado com geração.

4.1. Reinaldo, casado com geração

4.2. Renato, casado com geração

3.11. Hélio Silva, c.c Catarina Becker, nascida em 1935 de origem alemã. Teve:

4.1. Hélio Silva Júnior f. em janeiro de 2013, foi c.c. Márcia Cherfen Zigaib, filha de Maysa Cherfen Zigaib f. em 2004 e de Omar Zigaib, advogado e atual presidente da subsecção da OAB em Atibaia de 2003 a 2012 e ex-prefeito nomeado de Atibaia de 07.MAIO.1971 a 04.JUL.1975. Omar é filho de Abrão Zigaib e de Mafalda Maria Rosa, da família Rosa de Ospedaletto Euganeo/PD, Itália.

4.2. Sueli Elisabethe Silva, c.c Salvador G. Cepeda. Teve:

5.1. Rodrigo. Teve:

6.1. Luna Gallina Gonçalves n. aos 13.FEV.2000

5.2. Paloma. Teve:

6.1. Pedro

5.3. Rodolfo

5.4. Ramon

4.3. Cyntia Becker Rossi, casada com Paulo Rossi. Teve:

5.1. Cauê n. aos 15.JAN.2004.

3.12. Isa Maria da Silva, falecida solteira.

3.13. João Basileu da Silva, falecido solteiro.

1.4. Bernardo Soares do Amaral, c.c sua prima Maria Rita do Amaral (v. retro); teve:

2.1. Alfredo Soares do Amaral c.c Sebastiana Alves do Amaral. Teve q.d.:

3.1. Benedito Alves do Amaral “Didi” n. em 1912 e falecido solteiro aos 29.JUN.1976.

2.2. Maria Soares do Amaral, c.c Manoel Almeida.

2.3. Benedito Soares do Amaral

1.5. Joaquim Soares do Amaral, c.c Maria de Siqueira,foi residente em Bragança Paulista. Teve:

2.1. Julia Soares, c.c Henrique da Silveira Barbosa; teve:

3.1. José Soares da Silveira, c.c Julia de Almeida; filhos:

4.1. Alonso

4.2. Orlando

3.2. Alzira Soares, c.c Dario de Almeida; teve:

4.1. Julia de Almeida, c.c Francisco de Oliveira Alves, func.estadual em Atibaia (v. retro).

4.2. Aldoná, casada em novembro de 1940 com Luiz Meireles.

4.3. Diamantina de Almeida

4.4. Esmeralda de Almeida

4.5. Dario de Almeida

4.6. Paulo de Almeida, casado em 1939 com Rosa Montiel.

4.7. Dalziro de Almeidan. aos 22.ABR.1933 e f aos 09.SET.2005, foi comerciante de madeiras em Atibaia, foi c.c sua parente Veridiana Aguiar n. em 1939 (ver 4.9., 3.1., 2.1., 1.2. atrás), filha de Elisa Maria e de Alcides Bueno de Aguiar.Deixou um filho:

5.1. Márcio de Almeida, casado. Teve:

6.1. Maria Augusta Mazzi de Almeida n. aos 05.JAN.1992 e f. aos 02.FEV.2010, vítima do trágico acidente com o ônibus da viação Atibaia-São Paulo em Mairiporã, onde faleceram9 pessoas.

4.8. José de Almeida

3.3. Leontina, c.c Aristides Silveira Leme, residente em Bragança.

3.4. Etelvina, c.c Aurélio Figueiredo.

2.2. Benedita Soares, c.c Adolfo de Camargo Bueno, em Bragança, teve:

3.1. Carmelita

3.2. Benedito

3.3. Lady

3.4. José

3.5. Ernestina

3.6. Maria Antonia

3.7. Julia

3.8. Lazara

3.9. Cezarina

3.10. Adolfo

1.6. Francisco Soares do Amaral n. em maio de 1847 e f. aos 07.DEZ.1909, membro do partido democrárico de Atibaia, partido opocisionista. Foi c.c Ana Pires de Camargo “Nhana Pires ou Ana Pires Soares” grande benfeitora da Santa Casa de Atibaia (ver 1.6., N° 01, cap. 1° do título Pires de Camargo); sem desc.

1.7. José Soares do Amaral ou Soares de Lima; falecido solteiro aos 20.FEV.1924.

1.8. João Soares do Amaral n.1838, foi c.c sua prima Maria Salomé do Amaral; Teve:

2.1. Antônio Soares do Amaral, c.c sua prima Elisa Pires (v. neste título); Teve:

3.1. João Batista Soares, foi tabelião em Bragança e depois tabelião em Piracaia, onde faleceu aos 03.NOV.1943; c.c Ercilia Guimarães; Teve:

4.1. Luci

4.2. Ladir

4.3. Vital

4.4. Vando

4.5. Jonas

4.6. Inês

4.7. Luiz

4.8. Francisca

4.9. Júlio Guimarães Soares c. em 1943 em Piracaia c. Cleonice Gonçalves Ferreira.

3.2. Belmira, casada com Lamartine Neto, em Atibaia; teve:

4.1. Maria Aparecida Neto, c. em dezembro de 1940, com João Evangelista Chamadoira“Quitá” (ver desc. em 5.1., 4.4., 3.5., 2.1., 1.2., N° 03, cap. 4° do título Siqueira Franco).

4.2. José Benedito Neto “Zeca Neto”, cadado em 1943 c Benedita Gonçalves Leite (ver desc. em 2.1., 1.4., N°01, cap. 11° do título Pereira).

3.3. Laércio Soares, c.c sua prima Maria Gertrudes Amaral (ver desc.no cap. 2° retro, N° 06).

2.2. José Soares do Amaral, casado 1ª vez com Izabel; e 2a vez com Cristina Pinto(ver desc. em N° 03, cap. 2° do Título Leite).

1.8. Maria Izabel Soares do Amaral c.c Inácio Bueno do Prado. Teve q.d.:

2.1. Benedita Bueno do Prado c.c seu primo (ver 2.1., 1.2. atrás) Luiz Gonzaga de Aguiar, f. aos 21.JUN.1916

Capítulo 6º

Gertrudes Alves do Amaral

Gertrudes Alves do Amaral n. em 1825, foi casada em 1804 com Ivo José de Moraes, filho de Francisco Bueno de Moraes e de Maria Gonçalves da Cunha (SL 7/145). Teve q.d:

N° 01 Ivo José da Cunha

N° 02 Maria Gonçalves da Cunha

N° 03 José Gonçalves da Cunha

N° 04 Albina Maria Gonçalves

N° 05 Gertrudes Franco

N° 06 Antônio Ivo Bueno de Moraes

N° 07 Jacinto Franco Cunha

N° 01 Ivo José da Cunha casado 1º em 1830 em Atibaia com Jacintha da Silveira fª do alferes José Desiderio Pinto e de Antonia Bernardina (ver SL 1/122 e 2.1., 1.1., N° 03, cap. 4° do título Siqueira Franco deste trabalho); 2ª. vez casou com sua prima Ana Sabina da Silveira fª de Antônio José do Amaral (capítulo 12º). Teve, segundo informações obtidas por Silva Leme 5 filhos com a 1ª mulher e os 3 últimos com a 2ª:

1.1 Maria da Conceição Cintra c.c José J. da Silva, fº de José Marcellino de Toledo e de Joaquina Rosa de Jesus. Teve:

2.1. José Jacinto da Silva Pinto c.c Theodora Porfiria Bezerra fª de Antônio Machado Bezerra e de Mariana da Conceição Porto. Teve:

3.1. Antônio José da Silva

3.2. Maria da Conceição Cintra

3.3. Elisa da Silveira Cintra

3.4. Vicente José da Silva

3.5. João Batista da Silveira

3.6. Ana Theodora da Silveira

2.2. Pedro Nolasco da Silva Cintra c.c Maria José Bezerra, irmã de Theodora 2.1. acima. Teve:

3.1. Mariana da Conceição Bezerra

3.2. José Joaquim da Silva

3.3. Pedro da Silveira Cintra

3.4. Antônio José da Silva

3.5. João Batista da Silva

3.6. Manoel Bezerra da Silva

3.7. Cherubina da Silveira Cintra

3.8. Ana da Silva Cintra

3.9. Afonso da Silveira Cintra

2.3. João Batista de Araujo Silva c.c Lina Maria Bezerra, irmã de Theodora do 2.1. acima.

2.4. Maria do Carmo Cintra c.c Angelo dos Santos fº de Miguel Angelo dos Santos e de Daniela Pietra dos Santos. Teve:

3.1. Ana da Conceição Machado

3.2. Leopoldina da Silveira Cintra

3.3. Daniela Rosa dos Santos

3.4. João Batista dos Santos

3.5. Maria Salomé dos Santos

3.6. Angelina dos Santos

2.5. Antônio José de Araujo Silva c.c Maria Severina Bezerra filha de Severino Bezerra de Aguiar Cintra e de Felisbina Maria Bezerra. Teve:

3.1. Felisbina da Conceição Machado

3.2. Maria Antonia da Silveira

3.3. Julio da Silveira Cintra

3.4. Angelina do Carmo Cintra

3.5. Augusta da Silveira Cintra

2.6. Jacintha de Araujo Cintra c.c Antônio José do Prado, filho de João Pinheiro do Prado e de Gervasia Maria do Prado. Teve:

3.1. Maria da Conceição Cintra

3.2. Ana da Silveira

3.3. Joana de Araujo Cintra

3.4. Gervasia Maria da Silveira

3.5. Sebastião José do Prado

2.7. Joaquim de Araujo Cintra c.c Maria da Conceição Amaral filha de Jacinto do Amaral Pinto e de Antonia Bernardina de Araujo. Teve:

3.1. Virginia do Carmo Cintra

3.2. Jacinto de Araujo Cintra

3.3. Olga da Silveira

2.8. Ana da Conceição Cintra c.c Francisco Lochete filho de Leopoldo Lochete e de Maria Paschoalle. Teve:

3.1. Adelina Lochete

3.2. Assuntina Lochete

3.3. Americo Lochete

2.9. Ivo José de Araujo Silva c.c Ana Rosa do Carmo filha de Manoel Alves do Amaral e de Ana Jacintha da Conceição. Teve:

3.1. Maria Rita da Conceição

3.2. Jacintha da Silveira Cintra

3.3. Ana da Silveira Cintra

2.10. Sebastião Cintra de Araujo Silva

1.2. José Jacinto da Silveira Pinto c.c Leopoldina Maria de Oliveira fª de Joaquim Rodrigues da Cunha Barreto e de Gertrudes Maria de Oliveira. Teve:

2.1. Ana Olympia da Silveira c.c João Ivo de Araujo Pinto, seu tio 1.4. a seguir.

2.2. Albertina Porfiria de Oliveira c.c João Ferreira de Andrade fº de João Evangelista Ferreira e de Generosa de Andrade. Teve:

3.1. Luiza de Oliveira Andrade

2.3. Maria Hygina da Silveira

2.4. José da Silveira Pinto

2.5. Jacintha da Silveira Cintra

2.6. Ivo da Silveira Pinto

2.7. Lucinda Maria de Oliveira

1.3. Antonia Bernardina de Araujo c.c seu parente Jacinto do Amaral Pinto filho do capítulo 12°.

1.4. João Ivo de Araujo Pinto c.c sua sobrinha Ana Olympia da Silveira, filha do 1.2, atrás. Teve:

2.1. João Ivo da Silveira

2.2. Jacinto de Araujo Pinto

1.5. Ana Jacintha da Conceição, c.c seu parente Manoel Alves do Amaral ver N° 09 do cap. 12° adiante.

1.6. Maria de Araujo Cintra c.c João Batista da Silveira fº de Candido da Silveira Franco e de Delphina da Silveira Cintra. Com geração SL 1/480.

1.7. Joaquim Ivo Cintra, c.c Maria Antonia de Castro fª de Luiz Antônio de Castro e de Jacintha Franco de Castro.

1.8. Francisco Ivo de Araujo Cintra, c.c Ambrosina da Silveira Cintra, SL 1/481. Com geração.

N° 02 Maria Gonçalves da Cunha, casou em 1827 em Atibaia com Manoel João de Godoi filho de José da Rocha Franco e de Custodia Maria ( ver SL tit. Lemes Cap. 1º § 9º).

N° 03 José Gonçalves da Cunha casado em 1838 com Ana Balduina filha de José Antônio da Silveira e de Ana Franco da Silveira ou do N° 01, cap. 9° a seguir, e, portanto, se filha deste casal eram primos.

N° 04 Albina Maria Gonçalves casada em 1838 em Atibaia com João Franco Cardoso filho de José Franco Cardoso e de Maria Franco.

N° 05 Gertrudes Franco casada em 1849 em Atibaia com Jacinto Franco de Lima, filho de Rafael Franco de Godoi e de Rita Bueno (ver SL tit. Lemes cap. 1º § 9º).

N° 06 Antônio Ivo Bueno de Moraes, mais conhecido como Antônio Ivo da Silveira casado em 1850 com Gertrudes Teresa da Silveira, também conhecida como Gertrudes Silveira Leite (SL 2/522), filha deJosé da Silveira Franco (ver N° 11, cap. 6° do título Siqueira Franco) e de Delfina Teresa Leite, esta filha do cap. Antônio de Padua Leite (ver texto sobre a família Araújo na introdução ao título I). Antônio Ivo foi residente em Campo Largo de Atibaia, hoje Jarinu e pode ser considerado o tronco da família Ivo da Silveira de Atibaia e Jarinu.Teve11 filhos:

1.1 Isaias[145] Antônio da Silveira c.c Maria Bueno da Rocha “Hhá Lolita” fª de Joaquim Franco da Rocha e de Iria Bueno da Rocha (ver 4.1., 3.3., 2.11., 1.3., N° 04 do cap. 4° do título Siqueira Franco). Teve q.d. um filho natural:

1.2. Ivo da Silveira Leite casado em Jarinu aos 08.MAIO.1887 com Delfina Leite do Amaral, filha de João Batista do Amaral e de Ana Leite de Moraes.

1.3. José Ivo da Silveira c.c sua parente Joana Alves do Amaral (ver 2.4., 1.6., N° 02, cap. 5° deste título), foi fazendeiro no bairro do Laranjal, fazenda São José. Teve:

2.1. Joana Silveira Peçanha, c.c Argemiro Peçanha (ver 2.5, 1.7., N° 05, cap. 5°, atrás).

2.2. Delfina Silveira Peçanha n. aos 29.JUL.1898 e f. aos 11.SET.1987, foi c.c seu parente José Peçanha Franco, ou “Zezico Peçanha”n.aos 19.JUL.1892 e f. aos 15.JAN.1968, irmão de Argemiro (ver desc. em 2.4., 1.7., N° 05, cap. 5° atrás).

2.3. Maria Silveira, c.c Paulo Ayres de Aguirre; desdendente do último capitão-mor de Itapetininga, com descendência. Teve q.d:

3.1. Zacarias

3.2. Bela, viúva com geração.

3.3. João Ayres c.c Terezinha Bueno de Aguiar (ver 2.5., 1.1., N° 05, cap. 8° do título Leite). Teve:

4.1. Wagner

3.4. Marina, solteira.

3.5. Juca, residente em Bom Jesus dos Perdões/SP.

3.5. Tico, falecido solteiro e sem descendentes.

2.4. Florêncio Ivo da Silveira, c.c. Maria Bonucci. Teve q.d:

3.1. Neusa

3.2. Normando

3.3. Celso

3.4. Flávio

2.5. Julieta Silveira, falecida solteira.

2.6. AntônioIvo da Silveira “Tonico Ivo”f. em 2001 c.c Maria Liberina Giacomini “Tuna” f. em 1997.

3.1. Maria Aparecida c.c Luiz Cunha. Teve:

4.1. Sandro

4.2. Rosangela c.c Roberto Scarelli. Teve:

5.1. Rafael

3.2. Elisabete c.c Miguel Franco[146] f. em março de 2013 Teve:

4.1. Eliana c.c Marcos. Teve:

5.1. Fernando

5.2. Leonardo Miguel

4.2. Emerson c.c Andreia. Teve:

5.1. Bruna

4.3. Cristiano c.c Sandra.

3.3. José Luiz c.c Eliane Almedra Silveira. Teve:

4.1. Cínthia Maria c.c Rogério Alves de Lima.

4.2. Márcio Fernando Silveira c.c Juliana Aparecida do Nascimento Silveira. Teve:

5.1. Júlia n. 14.SET.2004.

3.4. Ataide casada 1ª vez com Irineu Silveira (ver 7.1., 6.4., 5.2., 4.1., 3.5., 2.1., 1.2., N° 02, cap. 4° do título Siqueira Franco), com quem teve uma filha e 2ª vez com(…) Consule “Di”. Teve:

4.1. Viviane

2.7. Vicente da Silveira, já falecido, foi c.c Luiza Nogueira. Teve q.d.:

3.1. Valéria Silveira, funcionária da câmara municipal de Atibaia, c.c ˙Arlindo,com geração.

3.2. José Sebastião Silveira, solteiro.

3.3. Milton Silveira, solteiro

3.4. Fernando Silveira,solteiro, ex-jogador do São Paulo Futebol Clube[147].

3.5. Mareliza,já falecida, foi c.c Valentin Biasin. Teve:

4.1. HeloísaValentim

4.2. Valentim Biasin Jr

3.6. Neide Silveira, diretora de escola.

2.8. Gertrudes Silveira c.c Acácio Peranovich n. em 1896 e f. aos 13.AGO.1980, empreiteiro, filho de Bartolomeu Peranovich e Catarina Rumich, irmão de Benedito 2.8. abaixo. Teve:

3.1. Maria José Peranovich, modista, foi c.c. João Batista Leite (ver 3.3., 2.1., 1.8., N° 10, cap. 8° do título Pereira), ambos falecidos. Tiveram:

4.1. Antônio Wagner, casado 1ª vez com Eunice P. Leite com quem teve 1 filha e 2ª vez casou-se com Clarice com quem teve duas filhas:

5.1. Kátia

5.2. Helen

5.3. Ana

3.2. Maria Nair Censi Peranovich, professora aposentada, viúva de ˙Alberto Censi. Teve:

4.1. Sônia Maria Peranovich Censi divorciada de Antônio Zaca com quem teve:

5.1. Cintia Censi Zaca, professora. Teve:

6.1. Rafael n. aos 28.AGO.1992.

5.2. Katia Censi Zaca, artista plástica, c.c o italiano (…) Berruti. Teve:

6.1. Nino

4.2. Ricardo Peranovich Censi, pedagogo, c.c Elisabeth, pedagoga. Teve:

5.1. Luis Felipe

5.2. Thaís

3.3. Geraldo Peranovich, já falecido, foi contador e c.c Inês Bueno Peranovich. Teve:

4.1. Angela Maria Gertrudes Peranovich Nijenhuis, professora c.c Antonius Johannes Nijenhuis, contador. Teve:

5.1. Emerson, já falecido.

5.2. Eduardo

5.3. Edson

4.2. Luiz Alberto Peranovich, auditor.

4.3. Gerson Peranovich, delegado de polícia, c.c Vera Lúcia Corradi, pedagoga. Teve:

5.1. Luciano Carlos

5.2. Sabrina

4.4. Gilberto Peranovich, delegado de polícia, c.c Solange Barreto Peranovich, profª Teve:

5.1. Suelen

5.2. Amanda

3.4. João Batista de Assis Peranovich, foi perito judicial, c.c Joana Maria Angela Barca Cintra, professora aposenta, fª de Antonia Barca n. 1918 f. em 2008 e de Waldomiro Silveira Cintra n. 1915 e f. em 1946. Teve:

4.1. José Ivo Peranovich, empresário, c.c Celina Maria Sozzi Peranovich, proferrora, filha de Rienzo Sozzi, imigrante italiano f. em 2001. Teve:

5.1. Danilo

5.2. Alexandre

5.3. Marcelo

5.4. Luciana

5.5. Yole

5.6. Natália

5.7. Júlia

4.2. João Ivo Silveira Peranovich, empresário, c.c Antonia Cubas Peranovich, profª. Teve:

5.1. Ana Claudia

5.2. Pedro Ivo

3.5. Angelina Teresinha Peranovich, falecida na infância.

2.9. Francisca Silveira Peranovich, foi a segunda esposa de seu cunhado Acácio Peranovich, residente em São Bernardo do Campo. Teve:

3.1. Laudicea Peranovich c.c Sebastião Camargo. Teve:

4.1. Crsitina c.c. Paulo Jones. Teve:

5.1. Juliana

5.2. Beatriz

4.2. Diogenes

4.3. Henrique Acácio

3.2. Wlaquiria Peranovich Rocco, professora, c.c Nevino Antônio Rocco, advogado. Teve:

4.1. Patricia Aparecida

4.2. Letícia Marta

4.3. Nevino Jr.

4.4. Priscila Teresa

4.5. Fernando Guilherme

3.3. Francisco José Peranovich, adovogado.

3.4. Catarina Peranovich, solteira.

1.4. Pedro Ivo da Silveira ou Pedro Ivo da Silveira Leite, foi vereador de Atibia de 1880 a 1882 e f. aos 30.OUT.1922. Foi c.c Francisca Leite do Amaral f. aos 22.AGO.1937. Foi proprietário da chácara Registro, adquirida da família italiana Sargiani e vendida depois para Antônio De Carlo (ver título De Carlo). Tiveram q.d:

2.1. Mário da Silveira“Mário Ivo” c.c Maria de Lourdes Neto Silveira (ver desc. em 4.1., 3.1., 2.1., 1.5., N° 05, cap. 5° retro).

2.2. Eliseu Ivo da Silveira c.c Anésia Bueno Silveira. Teve:

3.1. Pedro Silveira c.c “Quita” Jarussi Teve q.d:

4.1. Milton Silveira, já falecido.

3.2. Francisco Silveira “Silveirinha” foi casado e com geração.

3.3. Helena c.c Oscar (…), com geração.

3.4. Izilda, diretora de escola, já falecida, foi c.c Lemiro Pacheco, protético. Teve:

4.1. Lemiro Silveira Pacheco “Lemirinho”.

4.2. Edilaine c.c Henrique. Teve:

5.1. Paloma

2.3. Luiz Ivo da Silveira c.c Marciana (…). Teve q.d:

3.1. Dirceu, pintor c.c Ondina,

3.2. Sérgio

3.3. Hélio

2.4. Virginia Ivo da Silveira c.c Etore Orlando Sagiani. Teve:

3.1. Benedito dos Santos Sagiani “Manjubão” c.c Arminda Binatti Sagiani. Teve:

4.1. Benedito Sérgio Sagiani c.c Rita de Cássia Vieira Sagiani. Teve:

5.1. Camila Vieira Sagiani

5.2. Pedro Augusto Vieira Sagiani

5.3. Giovana Vieira Sagiani

3.2. José Maria Sagiani “Zé Manjuba”.

3.3. Antônio Carlos “Manjubinha”, já falecido, foi c.c Elza Bianco Sagiani, filha de Manoel Bianco.

4.1. Elaine Sagiani. Teve:

5.1. Viviane Bianco Sagiani

4.2. Adriana Sagiani, advogada, ex-secretária de assuntos jurídicos de Atibaia.

2.5. Maria Ivo da Silveira, falecida solteira.

2.6. Elói Ivo da S. Leite c.c sua parente Alice A. do Amaral (ver 2.4., 1.3., N° 01, cap. 7° adiante), teve q.d:

3.1. Lázaro Romeu da Silveira c.c Albertina. Teve:

4.1. Roberto

3.2. Benedita, faleceu solteira.

3.3. Sebastião, falecido solteiro.

3.4. José c.c Nair. Teve:

4.1. Gladston

4.2. Sérgio

4.3. Aparecida

3.5. Benedito Silveira c.c Adélia Espirito Santo. Tiveram:

4.1. Deyse c.c. Reginaldo Benatto de Barrros.

4.2. Daniel, engenheiro c.c Inaide Alves.

3.6. Romeu, falecido solteiro.

3.7. Maria Izabel, falecida solteira.

3.8. Leonel, solteiro.

3.9. Ermelinda c.c Dionisio, com geração.

2.7. Raquel Ivo Silveira, n. em 1888 e f. aos 21.JUN.1970.

2.8. Pedro Ivo da Silveira falecido solteiro.

2.9. Ezequias Ivo da Silveira.

1.5. Joaquim Ivo da Silveira “ Nhô Quim Ivo” n. em 1872 em Campo Largo de Atibaia, hoje cidade de Jarinu. Foi c.c Ana Gonçalvez da Silveira, natural de Nazaré, fª do major Joaquim Firmino Gonçalves[148] f. em Bom Jesus dos Perdões aos 27.JUN.1933 e de Francisca Maria Gonçalves, filha José Lourenço de Sorocaba/SP. Teve q.d.:

2.1.Carlos Silveira “Carlito”f. aos 28.MAR.1978 foi c.c Maria José da Silva (ver desc. atrás em 3.1., 2.7., 1.3., N° 08, cap. 5°).

2.2. Daniel Silveira, n. aos 21.JUL.1909 ef. aos 30.SET.1991, fazendeiro no bairro da Boa Vista de Atibaia, foi c.c Maria Benedita Flórido Silveira (ver 1.2, N° 04, cap. 4° do título Leite). Teve:

3.1. José Augusto da Silveira n.10.SET.1934 e f. aos 27.MAR.2011 foi c.c Onailde Therezinha Rossi Silveira. Teve:

4.1. Vânia, médica, c.c José Heládio Ximenes de Souza. Teve:

5.1. Rafaela

4.2. Valéria, funcionária pública municipal de Atibaia. Teve:

5.1. Arthur Silveira Monteiro

4.3. Paula, solteira

3.2. Fernando Luiz Silveira, pecuarista, solteiro.

3.3. Vera Helena Silveira, professora, solteira.

3.4. Paulo Daniel Silveira n. aos 26.MAIO.1942, foi pecuarista e f. solteiro aos 11.ABR.2003.

002[1]

Testinha, Adriano, Felipe e Odair Bedore em março de 1998

3.5. Marcos Vinicio Silveira “Testinha” n. aos 19.JUL.1943, professor de educação física formado pela USP; foi presidente do PMDB de Atibaia, 1º suplente de vereador 83/88, vereador em 89/92, 93/96 e 97/00 e foi duas vezes presidente da câmara municipal 93 e 98, ano em que assumiu duas vezes a prefeitura de Atibaia, em virtude do afastamento do então prefeito Pedro Maturana. Marcos é casado com Anita Regatiere e amigo pessoal do autor deste trabalho e seu primo em 7° grau genealógico. Teve:

4.1. Tamara, casada com Roberto Siuffi. Teve:

5.1. Diego n aos 07.DEZ.2007.

4.2. Maurício, c.c Fernanda Quintanilha Peluzzo Silveira.

4.3. Fábio

3.6. Maria Estela Silveira, professora, c.c José Alvim de Assis Gonçalvez (ver 42., 3.1., 2.5., 1.8., N° 01, cap. 1° do título Pires de Camargo).

2.3. Benedita da Silveira Fambrini f. aos 09.OUT.2002 foi c.c Afonso Fambrini, ambos já falecidos. Tiveram:

3.1. Celia Fambrini Silveira Peçanha c.c Hercílio Peçanha.

3.2. Benedita Antonia da Silveira Lopes c.c Pedro Silva Lopes, falecido.

3.3. Celina Fambrini Scapin c.c Dalton (Daut) Scapin.

3.4. Cynira Escolástica Silveira Galassi, viúva de João Batista Galassi, com geração.

3.5. Celeste Fambrini Silveira, solteira

3.6. Cyrene Fambrini Veroneze f. aos 01.DEZ.1981, foi casada com João Veroneze falecido.

3.7. Afonso Sérgio Fambrini, professor do Mackienze c.c Eunice Silva Fambrini.

3.8. Celso Joaquim Fambrini, advogado, divorcido, residente em Marília/SP.

3.9. José Roberto Fambrini da Silveira, c.c Alda Trofino Fambrini.

3.10. Francisco de Assis Fambirni c.c Marina Bacci Moniz, residentes em Bragança Paulista.

3.11.Maria Bernardete Fambrinida Silveira, professora, solteira.

2.4. Jacinto Silveira n. aos 26.MAR.1912 e f. aos 27.JAN.2010, foi advogado e 1° presidente da OAB/SP subsecção Atibaia entre 1979 a 1985, vereador entre 1956 a 1960 e participou da revolução constitucionalista de 1932. Foi casado primeira vez com Carmem Sander com quem teve dois filhos, segunda vez com Maria Morales. Teve:

3.1. Antônio Ivo da Silveira, químico, c.c Maria. Teve:

4.1. Luiz Fernando, casado.

4.2. Paulo, solteiro.

4.3. Jacinto Silveira Neto casado.

3.2. Sônia Engles Silveira, dentista, solteira.

2.5. Benedito da Silveria, falecido solteiro.

2.6. Carmelina Silveira Cintra f. aos 20.MAR.1994 foi c.c Octávio Silveira Cintra n. em 1919 e f. aos 19.JAN.1988, f° de Maria Ferreira da Silvaf. aos 21.ABR.1971 e de Antônio Silveira Cintra[149] f. aos 26.JUL.1971. Otávio Cintra foi vereador em Atibaia de 1948 a 1966, importante líder político e proprietário de terras no bairro da Boa Vista de Atibaia.Teve:

3.1. Ana Maria Cintra Ferrarini, assistente social, c.c Darcy Ferrarini, advogado. Teve:

4.1. João Paulo, formado em direito c.c Adriane Viviani. Teve:

5.1. Mariane

5.2. Alice

4.2. Luís Felipe, formado em direito.

4.3. Francisco Otávio, professor de química formado pela UNESP.

3.2. Mônica Silveira Cintra, médica pediatra, solteira.

3.3. Agostinho Silveria Cintra, advogado, c.c sua prima, Sônia Maria Santos Cintra. Teve:

4.1. Marcelo Eduardo Cintra c.c Fabiana Cristina. Teve:

5.1. Larissa

5.2. Marcelle

5.3. Marcelo Eduardo Cintra Jr.

4.2. Patrícia Maria Cintra, advogada.

3.4. José Otávio Cintra c.c Maria Elisabeth Russumano Cintra com quem teve 3 filhos:

4.3. José Octávio Jr n. aos 24.NOV.1979 e f. aos 15.JUL.2012.

4.4. Victor Francisco

4.5. Anitta Maria

3.5. Carmem Lúcia Cintra, artesã, solteira.

2.7. Messias Silveira, falecida solteira aos 04.AGO.2006.

2.8. Virgilia da Silveira Peranovich f. aos 10.NOV.1997 foi c.c Benedito Peranovich n. aos 13.OUT.1902, filho de Bartolomeu Peranovich e de Catarina Peranovich, era tesoureiro municipal e por esta razão nomeado, prefeito de Atibaia de 11.FEV.1936 a 30.ABR.1936, ambos falecidos, sem filhos.

1.6. Moisés Ivo da Silveira c.c sua parente Julia Soares do Amaral (ver 2.3., 1.3.,N° 08, cap. 5° atrás), sem desc.

1.7. Agostinho Ivo da Silveira c.c sua parente Maria Madalena do Amaral (ver desc. 2.2.,1.3., N° 08, cap. 5° atrás).

1.8. Ana Rosa Ivo da Silveirafoi casada, sem informações.

1.9. Teresa Ivo da Silveira, faleceu solteira em 1946.

1.10. Catariana Ivo da Silveira c.c João Soares do Amaral, foram residentes em Atibaia (ver desc. em 2.;1, 1.3., N° 08, cap. 5° deste título).

1.11. Maria Ivo da Silveira c.c Antônio José da Cunha.

N° 07 Jacintha Franco da Cunha casou em 1851 em Atibaia com Luiz Antônio de Castro fº de Rafael Franco de Godoi e de Rita Bueno de Lima.

Capítulo 7º

Joaquim Alves do Amaral

Joaquim Alves do Amaral n. entre 1794 a 96 e f. aos 03.FEV.1874, foi fazendeiro em Atibaia onde se casou primeira vez em Atibaia em 1813 com Maria Fortunata n. em 1801 com quem teve três filhos e segunda vez casou-se também em Atibaia em 1840 com sua sobrinha Ana Luiza Cintra, filha de seu irmão Francisco José da Silveira (cap 11° adiante), e de Maria da Conceição Cintra, “Nhanhã do Portão” (ver 3.7.,2.1., 1.2., N° 03, cap. 4° do título Siqueira Franco) com quem teve uma única filha (Nº 04):

Nº 01 Manuela da Anunciação Alves do Amaral

Nº 02 Jacinto Alves do Amaral Jr.

Nº 03 Maria Joaquina da Silveira

Nº 04 Maria Joaquina da Conceição

Nº 01 Manuela da Anunciação Alves do Amaral n. em 1822, foi a 1ª esposa de seu primo João Batista do Amaral Lacerda, filho do capítulo 2°, retro.

Nº 02 Jacinto Alves do Amaral Jr. n. em 1824 e f. aos 09.JUL.1884, casou-se 1ª vez em Atibaia aos 04.FEV.1845 com sua prima Escolástica Maria Franco (ver N° 01, cap. 1° deste título) com quem teve os três filhos descritos a seguir e 2ª vez em Campo Largo aos 18.FEV.1868 com sua parente Escolástica Franco do Amaral, fª de José Joaquim do Amaral Bueno e de Ana Paes (ver N° 01, cap. 8° adiante):

1.1. Flora Alves do Amaral, c.c Joaquim Matheus Silva, fazendeiro em Bragança Paulista, filho de outro e de Barbara Cintra. Com geração em SL título Leme cap. 5°, § 5°.

1.2. Lourenço Alves do Amaral c.c sua parente Sabina de Almeida Passos, filha de Francisco Franco de Almeida Passos e de Delfina Maria do Carmo, ver N° 06 do capítulo 5°, retro.

1.3. Leopoldo Alves do Amaral casado 1ª vez com Hermelinda Alvim, irmã entre outros do major Juvenal Alvim (ver capítulo 8° da Família Alvim de Atibaia, anexo ao Título Pires de Camargo). Segunda vez Leopoldo Alves do Amaral c.c Antonia Rocha Alves f. aos 27.ABR.1918. Teve duas filhas com sua 1ª esposa esposa e outros 4 filhos, q.d. com a 2ª:

2.1. Maria Alves c.c Eduardo Silva, aviador, f° de Maria Toledo Ordonhes e de Joaquim da Silva Bueno, natural de Atibaia que pode ser considerado o tronco da família Silva Bueno de Atibaia, foi fazendeiro no bairro da cachoeira. Teve:

3.1. José Maria Alves da Silva, c.c Guida Alves da Silva. Teve:

4.1. Maria Virginia

4.2. Terezinha

3.2. Maria José Alves da Silva Salgado “Cotinha”, era chefe de gabinete da prefeitura de Atibaia e nesta condição assumiu a prefeitura de Atibaia entre 24.MAR.1947 a 25.ABR.1947, tornando-se a primeira e até o momento a única mulher a ocupar o cargo de prefeita da cidade. Foi c.c Oswaldo A. Salgado.

3.3. Sebastião Silva c.c Matilde Silva. Teve:

4.1. Marne

4.2. Marlene

4.3. Márcio

3.4. João Alves da Silva “Tingo”, c.c Prudência Perez. Teve:

4.1. Denize Alves da Silva, c.c Ariosvaldo Bonini. Teve:

5.1. Antônio Neto

5.2. Ariosvaldo Jr. c.c Sylvana (ver 5.5., 4.2., 3.5., 2.9., 1.10., N° 03, cpa. 4° do título Siqueira Franco).

5.3. Ângela Maria

4.2. Dulce Alves da Silva, c.c Orlando Ferro, da família Ferro originária de Santa Margarida D’Adige, Província de Padova,filho de Napoleão Ferro e de Maria do Amaral Bueno, filha de Benedito Amaral Bueno e de Amalia Marini, casados em 1923. Orlando faleceu aos 11.JUN.2006, em Atibaia onde morava e onde foi vereador de 1977 a 1982,sendopresidente da câmara em 1981/82. Teve:

5.1. Orlando Antônio c.c Maria Luiza Andrade Ferro. Teve:

6.1. Orlando Ferro Neto

6.2. Caique

6.3. Yasmim

5.2. Paulo Sérgio c.c Adriana Sirera Bressani, filha de José Bressani e de Teresa Sirera Montes Bressani. Teve:

6.1. Felipe

5.3. Júlio César Silva Ferro, solteiro.

5.4. Patrícia c.c Waldyr Veloso Braga.

3.5. Benedito Silva “Tinhô”, c.c. Circe Teixeira Musa (ver 2.1., 1.4., N° 01, cap. 7° Leite). Teve:

4.1. Fernando Musa e Silva, c.c Denise Salles. Teve:

5.1. Daniel

5.2. Érica

5.3. Marcos

3.6. Olavo Silva c.c Ivone Titarelli Teixeira. Tiveram:

4.1. Olavo Silva Júnior c.c Nancy Aparecida Manoel e Silva. Teve:

5.1. Marcelo Eduardo

5.2. Carlos Eduardo

5.3. Laís Cristina

4.2. Ana Lúcia Teixeira Silva Abrão, c.c Humberto Marques Abraão. Teve:

5.1. Thiago

5.2. Paula

5.3. Lucas

4.3. Ana Cláudia Teixeira Silva.

3.7. Francisco Silva c.c Helena Silva. Teve:

4.1. Solange

4.2. Suely

3.8. Jacinto Silva[150], farmacêutico, c.c Inayá Bittencourt. Teve:

4.1. Inayá

4.2. Eduardo Neto

4.3. Iná

4.4. Ricardo

2.2. Francisca Alves c.c Benedito José Teixeira (ver 3.1., 2.6., 1.2., N° 02, cap. 1°do títuloPereira). Teve:

3.1. Maria Hermelinda Teixeira “Nenê”, c.c. Pedro Alexandrino Leite (ver descendência em vários títulos deste trabalho, especialmente no título Leite), foram moradores por muitos anos na rua Professor Domingos Matheus, no bairro Jardim Brasil, rua esta que termina na casa do autor destas notas genealógicas.

3.2. José Alves Teixeira, já falecido c.c. Nair Bacci, foram residentes em Atibaia e tiveram 3 filhos:

4.1. Benedito Fábio Teixeira, comerciário, c.c Marly Aparecida de Fátima Oliveira. Teve:

5.1. Gabriela Aparecida

5.2. Felipe

5.3. Gustavo

4.2. Armando Teixieira, comerciário, c.c Neide Liz Nishimura. Teve:

5.1. Armando Júnior

4.3. Flávio Teixeira, comerciante, c.c Maria Inês de Oliveira Leme. Teve:

5.1. Natália

3..3 Julieta Teixeira, c.c Alberto Albanez, já falecido, residentes em Atibaia, tiveram 2 filhas:

4.1. Janete, casada. Teve:

5.1. Érika

4.2. Vera, casada. Teve:

5.1. Richard

3.4. Sebastião Aparecido Teixeira, bancário, c.c Oneida Finco, residentes em São Paulo. Teve:

4.1. Oneida foi c.c Marcos Vilela Junqueira. Teve;

5.1. Vivien

5.2. Marco Antônio

4.2. Silvana

3.5. Zenaide Teixeira, f. em 1990, foi c.c João Alfonsi n. em 1922. Tiveram 1 filha:

4.1. Maria Francisca, profesora, c.c Benedito L. Balestreire, advogado, tiveram 2 filhos:

5.1. José Luiz Balastreire Neto, eng° c.c Valéria Rodrigues dos Santos, veterinária.

5.2. Débora Maria, arquiteta.

3.6. Pedrina Teixeira, falecida solteira.

3.7. Irene Teixeira, c.c Décio Bacci, já falecido, residentes em Atibaia. Tiveram:

4.1. Marisa, professora, c.c Antônio Pedro Zago, professor. Teve:

5.1. MarceloE. Bacci Zago n. aos 03.JUN.1975.

5.2. DanielaBacci Zago

4.2. Mauri Luis Bacci, falecido em janeiro de 2010, foi c.c Vera Prado, teve;

5.1. Maura

4.3. Mari de Fátima Bacci, escrevente do fórum de Atibaia.

3.8. Benedito Pedro Teixeira

2.3. Escolástica Alvim do Amaral casada em Atibaia aos 29.OUT.1904 com João Evangelista D’Elboux, filho de Francisco Compton D’Elboux e de Benedita Maria Vasconcelos D’Elboux (ver título D’Elboux). Nada descobrimos.

2.4. Alice Alves do Amaral c.c seu parente Elói Ivo da Silveira (ver desc. em 2.6., 1.4., N° 06, cap. 6° atrás).

2.5. Sebastião Rocha Alves “Tico” n. aos 20.MAIO.1903 e f. aos 30.JUN.1987 foi c.c Joana Peçanha Alves (ver desc. em 5.8., 4.7., 3.1., 2.4., 1.1., N° 08, cap. 10° do tíulo Siqueira Franco).

2.6. Maria Carmelita Alves n. aos 13.OUT.1905 e f. aos 19.FEV.1986, foi c.c José Bueno f. aos 04.NOV.1972, filho de Josão da Silva Bueno e de Umbelina da Conceição Leite. Tiveram q.d.:

3.1. Sebastião Alves Bueno n. aos 03.OUT.1924 e f. aos 27.SET.2010, foi casado 1ª vez com Nair Santa Clara n. aos 23.OUT.1925 e f. aos 01.JNA.2001, fª de Gilberto Santa Clara de Leonidia Silveira Cintra e 2ª vez com Soraia. Teve:

4.1. Maria Antonia Alves Bueno, casada.

3.2. João Bueno f. aos 26.OUT1972 com 34 anos, solteiro.

Nº 03 Maria Joaquina da Silveira, casada em 1829 em Atibaia com Antônio Joaquim de Moraes, filho de Inácio Joaquim de Alvarenga e de Rosa Maria de Godoi (SL 1/367). Teve:

1.1. Ana Joaquina casada em 1849 com Albino Ferraz de Campos.

Nº 04 Maria Joaquina da Conceição[151] c.c cel. João Pires de Camargo n. em 1828 e f. em 1909(ver desc.em nº 01, cap. 1º do título Pires de Camargo). Os Alvins de Atibaia, descendentes do major Alvim, descendem deste casal, uma vez que o cel. João Pires de Camargo e sua mulher Maria Joaquina são os pais entre outros de “Nha Tudica” ou Gertrudes Pires Alvim, esposa do major Alvim.

Capítulo 8º

João Alves do Amaral

João Alves do Amaral, casado em 1815 em Atibaia com Gerturdes Leite, falecida aos 21.FEV.1867, sepultada na igreja do Rosário de Atibaia, filha de Inácio Alvares Cardoso e de Gertrudes Maria de Araújo (ver 1.5 N° 01, Cap. 2° da Família Araújo, na introdução deste trabalho. Teve:

N° 01 Escolástica Maria Franco

N° 02 Ana Franco dos Passos

N° 03 Maria Francisca Silveira

N° 04 Gertrudes Leite

N° 05 Francisco Antônio do Amaral

Nº 01 Escolástica Maria Franco, c.c seu parente Jacinto Alves do Amaral Jr., ver N° 02, cap. 7°retro.

Nº 02 Ana Franco dos Passos casada 1° vez em 1838 com Antônio Pires de Camargo, filho do sargento-mor Antônio Pires de Avila e d e Maria Franco Cardoso (SL 1/355) e 2ª vez com Policarpo (…). Teve uma filha do 1° casamento (1.1. Brandina) e 3 do 2°, mas que ignoramos os nomes.

Nº 03 Maria Francisca Silveira, casada em 1838 com Inácio Pires de Godoi, filho do sargento-mor Antônio Pires de Avila N° 02 acima.

Nº 04 Gertrudes Leite, c.c seu primo Florêncio Alves do Amaral, filho de Antônio Alves do Amaral, ver retro.

Nº 05 Francisco Ant° do Amaral, c.c Constança Alves do Amaral, fª de Inácio Alves e de Maria Paula Amaral, ver retro.

Capítulo 9º

Ana Franco da Silveira

Ana Franco da Silveira,casada em Atibaia em 1814 com José Antônio da Silveira (ver N° 03, capítulo 7° do título Siqueira Franco), filho de Francisco Alves Cardoso e de Ana Franco. Teve:

N° 01 Ana Balbuina

N° 02 José da Silveira Franco

N° 03 Maria Delfina do Espirito Santo

N° 01 Ana Balduina casada em 1838 em Atibaia com seu primo José Gonçalves da Cunha fº de Ivo José de Moraes e de Gertrudes Alves do Amaral (cap. 6° retro)

N° 02 José da Silveira Franco casado em 1845 em Atibaia com Gertrudes Maria Franco fª de Antônio de Godoi Franco e de Ana Franco. (ver SL título Godois Cap. 1.º § 8.º, 2.3, 3.2).

N° 03 Maria Delfina do Espirito Santo casada em 1832 em Atibaia com seu primo José Jacinto da Silveira fº de Jacinto Antônio da Silveira e 1ª mulher Maria Franco Cardoso.

Capítulo 10º

Francisca da Silveira Franco

Francisca da Silveira Franco, casada com José Joaquim de Godoi. Teve q.d:

N° 01 Maria da Silveira Franco

N° 02 Ana Francisca da Conceição

N° 01 Maria da Silveira Franco casada em 1843 em Atibaia com João Pereira Bueno fº de Gonçalo Pereira Bueno e de Maria da Soledade.

N° 02 Ana Francisca da Conceição casou em 1851 com seu primo Francisco Pereira Bueno.

Capítulo 11º

Francisco José da Silveira

Francisco José da Silveira casado em 1821com Maria da Conceição Cintra, filha do alferes José Desidério Pinto e de Antonia Bernardina de Araújo Cintra (ver desc. em 2.1., 1.2., N° 03, capítulo 4° do título Siqueira Franco e N° 04 do cap 7° deste título).Francisco José da Silveira, pode ser considerado o tronco da família Silveira Pinto de Atibaia. Foram grandes proprietários de terra no bairro do Portão e adjacentes.

Capítulo 12º

Antônio José do Amaral

Antônio José do Amaral casado em 1824 em Atibaia com Sabina da Silveira Pinto, irmã de Maria da Conceição Cintra, esposa do cap. 11° retro, portanto, dois irmãos casados com duas irmãs (ver 2.3., 1.2., N° 03, capítulo 4° do título Siqueira Franco). Teve segundo SL em 1/479:

N° 01 Maria do Rosário, falecida solteira.

N° 02 Ana Sabina Cintra

N° 03 Gertrudes Maria Cintra

N° 04 Francisco do Amaral Pinto

N° 05 Delfina da Silveira Cintra

N° 06 José Jacinto do Amaral Pinto

N° 07 Estandilau do Amaral Pinto

N° 08 Jacinto do Amaral Pinto

N° 09 Manoel Alves do Amaral

N° 10 Maria Sabina da Silveira Cintra

N° 02 Ana Sabina Cintra c.c seu primo irmão Ivo José da Cunha, viúvo de Jacintha da Silveira, ver descendência em N° 01 do capítulo 6° retro.

N° 03 Gertrudes Maria Cintra c.c Pedro de Castro Leite fº de Bento José de Castro e de Maria Pereira.

N° 04 Francisco do Amaral Pinto c.c Rita Maria de Castro fª de Luiz Antônio de Castro e de Jacintha Franco. Teve:

1.1 Marcilio do Amaral Pinto

1.2. Euclidio do Amaral Pinto

1.3. Lazaro do Amaral Pinto

1.4. Sabino do Amaral Pinto e

1.5. Izaac do Amaral Pinto

N° 05 Delfina da Silveira Cintra c.c Candido da Silveira Franco, viúvo de (…), fº de Francisco da Silveira Franco e de sua 1ª. mulher Ana Gertrudes de Campos(descendente do capitão-mor Lucas, título Siqueira Franco). Teve:

1.1 José Bazilio da Silveira c.c Leonidia Furquim Leme fª de Paulino Candido Furquim de Campos e da 1ª mulher Maria Miquelina Leme. Com geração, mas sem informação.

1.2. João Batista da Silveira c.c sua parente Maria de Araujo Cintra fª de Ivo José da Cunha e 2.ª. mulher. Teve:

2.1. Ana Cintra

2.2. Amelia da Silveira Cintra

2.3. José da Silveira Cintra

2.4. Julia da Silveira Cintra

2.5. Valeriana da Silveira Cintra

1.3. Candido da Silveira Cintra c.c Maria Paes de Oliveira fª de Antônio Paes de Oliveira e de Antonia de Oliveira.

1.4. Ana da Silveira Salles foi 1º c.c Francisco Furquim Leme, irmão de Leonidia do 1.1. acima, e 2ªvez com Antônio Salomão Salles Nogueira. Teve um filho do 1° marido outro do 2°:

2.1. Sebastião Leme da Silveira Cintra, graduado no colégio Pio Latino em Roma em 1903.

2.2. Antônio Salles da Silveira

1.5. Maria da Silveira Moura c.c Pedro Pinto Moura fº de Manoel Moura e de Maria Moreira. Teve:

2.1. Abelardo Benedicto de Moura

2.2. Palmira da Silveira Moura

2.3. Maria Augusta de Moura

1.6. Ambrozina da Silveira Cintra c.c Francisco Ivo de Araujo Cintra fº de Ivo José da Cunha e 2ª. Mulher. Teve:

2.1. Ricardina Benedicta Cintra

2.2. Cecilia da Silveira Cintra

2.3. José da Silveira Cintra

1.7. Luiz da Silveira Cintra, c.c Ana Cintra de Paiva fª de Antônio de Paiva e de Maria de Paiva.

N° 06 Tenente-coronel José Jacinto do Amaral Pinto, foi residente na sua fazenda em São João da Boa Vista/SP, c.c Maria Hyppolita de Oliveira Pinto fª de Adão Rodrigues Pereira e de Mariana de Oliveira Matosinhos. Teve:

1.1 José Americo do Amaral Pinto

1.2. Jacinto Elias do Amaral Pinto c.c Maria Amelia Zimbres Pinto fª de Joaquim Ferreira Zimbres de Queiroz e de Ana Luiza de Campos. Teve:

2.1. José Jacinto do Amaral Pinto Neto

2.2. Maria da Conceição Pinto

2.3. Ana Tercilia Pinto

2.4. Ottilia Olga de Campos Pinto

2.5. Lydia

1.3. João Hyppolito do Amaral Pinto c.c Adalgiza de Andrade Pinto, fª de José Luiz de Andrade e de Josepha Maria de Andrade. Teve q. d.:

2.1. João

2.2. Renato

2.3. José

2.4. Oswaldo Pinto do Amaral, desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo.

1.4. Maria Antonia de Oliveira Pinto c.c Joaquim Galvão Freire França fº de José Galvão Freire França e de Maria Carolina Freire França. Teve:

2.1. Maria

2.2. Joaquim

1.5. Francisca de Oliveira Pinto c.c Cornelio Pinto de Noronha fº de Francisco Antônio Pinto e de Ana Victoria de Noronha. Teve:

2.1. Maria da Conceição Noronha c.c Abel Nogueira de Sá.

2.2. Elisa Tercilia de Noronha c.c Gabriel Garcia da Costa Junior.

2.3. José Pinto de Noronha

2.4. Joaquim Pinto de Noronha

2.5. Julio Pinto de Noronha

2.6. Edwina de Noronha

2.7. Lamartine de Noronha

1.6. Elisa Pinto Maciel c.c Gustavo Maciel fº de Luiza Ribeiro Maciel e de Justo Domingues Maciel, falecido em 1900 em Caxambu, barão e baronesa de Maciel. Sem geração.

1.7. Procopio do Amaral Pinto c.c Mariana Alves de Figueiredo fª de João Batista de Figueiredo e de Mariana Alves de Figueiredo. Teve:

2.1. José Procopio do Amaral Pinto e mais 4 filhos que ignoramos.

1.8. Julio do Amaral Pinto faleceu solteiro.

1.9. Americo do Amaral Pinto c.c Elvira Raposo, fª do cel. Antônio Raposo de Almeida e de Etelvina de Noronha.

2.1. Júlio

2.2. Antônio

2.3. Cassio Raposo do Amaral, casado, prof° titular da fac. de medicina da Unicamp em cirurgia plástica.

2.4. Oswaldo Raposo do Amaral n. aos 26.MAR.1919 em Jaboticabal, SP, foi casado, advogado, ex-prefeito sanitário de Atibaia de 06.MAIO.1958 a 13.OUT.1958.

2.5. José

2.6. Maralice

1.10. Ana Augusta do Amaral Pinto c.c Saturnino de Carvalho.

N° 07 Estanisláu do Amaral Pinto, c.c Deolinda de Oliveira Pinto fª de Amador Marques Teixeira e de Emygdia Candida de Oliveira. Teve 9 filhos:

1.1 Maria Octavia Pinto c.c Diocleciano José de Castro fº de José Bonifacio e de Adelaide de Castro.

1.2. Sabina do Amaral Pinto

1.3. Lucila do Amaral Pinto

1.4. Emilia do Amaral Pinto

1.5. Floriza de Oliveira Pinto

1.6. Abilio do Amaral Pinto

1.7. Amelia do Oliveira Pinto

1.8. Adelina de Oliveira Pinto e

1.9. Palmira de Oliveira Pinto

N° 08 Jacinto do Amaral Pinto, c.c Antonia Bernardina de Araujo fª de Ivo José da Cunha e 1ª mulher. Teve:

1.1 Maria da Conceição Amaral c.c Joaquim de Araujo Cintra, f.º de José Joaquim da Silva e de Maria da Conceição.

1.2. Ana Moreira Cintra c.c José Candido Moreira fº de Candido Coelho Ribeiro e de Joaquina Lucia de Mendonça. Teve 3 filhsos:

2.1. Ana

2.2. João de Alencar Cintra e

2.3. Messia do Amaral

N° 09 Manoel Alves do Amaral, c.c Ana Jacintha da Conceição fª de Ivo José da Cunha e 1ª mulher. Teve:

1.1 Joaquim Sebastião

1.2. Ana Rosa do Carmo c.c Ivo José de Araujo Silva fº de José Joaquim da Silva e de Maria da Conceição Cintra.

1.3. João Batista de Deus

1.4. Maria Magdalena do Carmo

N° 10 Maria Sabina da Silveira Cintra, c.c Ludovino da Silveira Franco, fº de Candido da Silveira Franco e 1ª mulher Francisca Maria de Oliveira. Teve:

1.1 Joaquim da Silveira Cintra c.c Esterlina Augusta de Paiva filha de José de Paiva e Maria de Paiva. Teve:

2.1. Armelinda da Silveira

1.2. Maria da Silveira Cintra c.c João José da Silva filho de José João da Silva e de Maria Cintra. Teve:

2.1. Maria Joana da Silva

1.3. Sabina da Silveira Cintra c.c Sabino Ferreira Garcia fº de José Venancio Ferreira Garcia e de Maria do Carmo.

1.4. José Lino da Silveira Cintra

1.5. Arthur da Silveira Cintra

Capítulo 13º

Albina Maria Franco ou Albina Franco do Amaral

Albina Maria Franco foi casada em Jarinu aos 19.SET.1821 com Jacinto Soares de Camargo (SL 2/290). Jacinto eraúnico filho de Salvador da Rocha Franco, falecido em 1799 e de Esmeria Francisca das Neves casados em Atibaia em 1797; viúva Esmeria casou-se 2ª vez também em Atibaia com Miguel Leite de Godoi em 1802, neto materno de Francisco Soares das Neves casado em Atibaia em 1774 com Escolástica Ferreira Pimentel, falecida em Atibaia em 1814, naturais de Atibaia e neto paterno de Miguel Ribeiro Cardoso e de Maria Franco, naturais de Atibaia.

Jacinto Soares de Camargo casou-se segunda vez em Atibaia aos 04.MAIO.1830 com Maria Gertrudes, filha do alferes Francisco Soares de Moura (SL 8/313) e de Gertrudes Manoela Franco (SL 1/349, da família Camargo, do fundador de Atibaia) e terceira vez também em Atibaia aos 17.JUN.1840 com Ana Franco filha de Vicente Luiz de Camargo e de Maria Penteado.Não sabemos se Jacinto Soares de Camargo teve filhos com sua primeira esposa Albina Maria Franco, mas com certeza teve filhos com a segunda, pois encontramos um certo Joaquim Soares de Camargo, filho deste casal;bem como temos certeza que Jacinto José Soares c.c Francisca Maria Soares, os quais deixaram grande descendência em Jarinu com o sobrenome Moura, é sem dúvida filho de Jacinto Soares de Camargo e sua segunda esposa Maria Gertrudes. Jacinto José Soares teve q.d. os seguintes filhos: Miguel; Antônio; Bento; João;Pedro;Cristina c.c Antônio de Aguiar Peçanha (ver 4.6., 3.1., 2.4., 1.1., N° 08 do cap. 10° do título Siqueira Franco), Luiz Soares de Moura casado aos 12.FEV.1874 em Jarinu com Escolástica Justina Franco, filha de Joaquim Antônio de Camargo e de Maria Franco de Camargo e Escolástica Soares de Moura (ver N°02, capítulo 7° do título Soares).

Capítulo 14º

Joaquim Alves do Amaral

Joaquim Alves do Amaral n. em 1818, nada descobrimos.

Capítulo 15º

Ana Franco

Ana Franco, c.c seu sobrinho, Antônio Alves do Amaral, filho de seu irmão Jacinto Alves do Amaral (Cap. 5º, retro).

FIM DO TÍTULO ALVES DO AMARAL

Título V

Família BUENO

Descendentes de José Joaquim Bueno

Disposição genealógica (Tronco, capítulos e demais desdendentes): Waldomiro Franco da Silveira in memorian

Genealogista pesquisado: Waldomiro Franco da Silveira in memorian

Atualizações: Adriano Bedore

RELAÇÃO DO TRONCO COM ATIBAIA/SP

● O Tronco dete título, José Joaquim Bueno nasceu em Atibaia entre 1775 a 1780.

● Seus pais eram naturais de Atibaia, assim como avôs paterno e materno também eram, o que nos faz conclir que sua família estabeleceu em Atibaia nas primeiras décadas do século XVIII, ou seja, há cerca de trezentos anos, podendo ser considerada uma das mais antigas famílias de Atibaia.

RELAÇÃO DO TRONCO COM O AUTOR

● O Tronco é hexavô (avô em 6° grau) do autor deste trabalho. É também bisavô de José Benedito Leite, pai de Maria do Carmo Leite De Carlo, bisavó materna do autor destas notas genealógicas.

CIDADES MAIS CITADAS NESTE TÍTULO

● Atibaia (antiga São João de Atibaia); Jarinu (antigo distrito de Atibaia com o nome de Campo Largo de Atibaia), São Paulo (antiga São Paulo de Piratininga) e outras.

JOSÉ JOAQUIM BUENO

José Joaquim Bueno mais conhecido como José Joaquim Bueno Paes nasceu em Atibaia entre 1775 a 1780 e aí faleceu aos 27.DEZ.1854, era filho do sargento-mor de Atibaia Jerônimo da Rocha Bueno[152] (SL 2/143), falecido em 1818 em Bragança e de Mariana de Siqueira; naturais de Atibaia, neto paterno de João Paes das Neves ou somente João Paes [153], natural de Atibaia e aí casado aos 11.MAIO.1749 com Ana Leme do Prado[154], natural de Jundiaí e neto materno de Francisco Jorge, natural de Atibaia e de Francisca Leme de Brito (SL 2/143).

José Joaquim Bueno foi vereador a câmara municipal de Atibaia em 1818 e fazendeiro[155]em Atibaia e Campo Largo, onde residia na ocasião de seu falecimento e onde exerceu o cargo de fiscal da câmara na década de 1850. Deixou vultosa herença de 14.234$849 (catorze contos, dezentos e trinta e quatro mil e oitocentos e quarenta e nove reis) conforme verificamos em seu inventário, pelo qual nos deparamos com grande quantidade de terras, casas na vila, 15 escravos, muitos animais, etc.

Casou-se nesta cidade, primeira vez aos 20.FEV.1797 com Maria Franco Cardoso (Amaral) n. em 1779, filha de Antônio Alves do Amaral — o velho (tronco do título Alves do Amaral) e de Ana Franco da Silveira; segunda vez casou-se José Joaquim em 1827 com Ana Joaquina n. em 1806, filha de Inácio Joaquim de Alvarenga e de Rosa de Godoi Moreira (SL 1/367). Teve do primeiro casamento os dois primeiros filhos e do segundo casamento também dois filhos:

Capítulo 1° José Joaquim do Amaral Bueno (meu pentavô)

Capítulo 2° Ana Joaquina Franco

Capítulo 3° Francisco Rufino de Godoi Bueno

Capítulo 4° Antônio Joaquim Bueno

Capítulo 1º

José Joaquim do Amaral Bueno

José Joaquim do Amaral Bueno, nasceu aos 05.ABR.1817 em Atibaia e aí faleceu aos 05.ABR.1879, sendo sepultado no antigo cemitério de Atibaia, ao lado da Igreja do Rosário. Foi possuidor da fazenda Velha, no bairro de Caetetuba em Atibaia. Foi vereador de 1845 a 1848, logo após a anistia concedida a câmara municipal, cassada em razão do apoio que dera ao movimento revolucionário chefiado por Thobias Aguiar. Exerceu a vereança também em 1860 na qualidade de suplente de vereador.

Casou-se aos 08.OUT.1834 com sua prima Ana Jacinta do Amaral “Ana Paes”, nascida aos 03.MAIO.1821 em Atibaia e aí falecida aos 30.AGO.1884 (ver N° 05 do capítulo 5° do título Alves do Amaral); eram primos uma vez que que opai de Ana (Jacinto Alves do Amaral) era irmão da mãe de José Joaquim (Maria Franco Cardoso “Amaral”). No anuário ou almanak da província de São Paulo de 1873 José Joaquim constava como subdelegado da freguesia de Campo Largo de Atibaia, hoje cidade de Jarinu. Deixaram dez filhos descritos em N° 05 do capítulo 5° do título Alves do Amaral.

Capítulo 2º

Ana Joaquina Franco

Ana Joaquina Franco, falecida a 24.JUL.1858, foi c.c o Alferes José Pereira Lisboa, português, falecido em 07.ABR.1875; segundo o inventário de seu pai, José Joaquim Bueno, Ana Joaquina já se encontrava-se morando em São Paulo em 1855. Deixou os filhos:

Nº 01 José da Encarnação Pereira Bueno

Nº 02 Francisco de Paula Pereira Bueno

Nº 03 Cirilo Pereira Bueno

Nº 04 Maria do Carmo Pereira Bueno

Nº 05 Ana Cândida Pereira Bueno

Nº 06 Josefina Pereira Bueno

Nº 01 José da Encarnação Pereira Bueno, não conseguimos a descendência.

Nº 02 Francisco de Paula Pereira Bueno, nascido em São Paulo em 02.ABR.1828 e falecido em Jundiaí aos 06.NOV.1875. Consta do Arquivo da Cúria em São Paulo, em data de 23.SET.1853, o pedido que fez Bento Domingues de Matos, pedindo licença para casar sua filha Ana Joaquina com Francisco de Paula Pereira Bueno; e o vigário atesta então que “Bento Domingues de Matos, viúvo, quer casar sua filha Ana com Francisco de Paula; pois sendo ele viúvo, e tendo só uma filha quer ampará-la antes que fique órfa de pai, e porque não há outro no presente que ofereça melhor vantagem para casar-se com a filha do mesmo; neste lugar, Jundiaí, 18.SET.1853“. Casou-se Francisco de Paula aos 25.OUT.1853 em Jundiaí com Ana Joaquina, nascida em 1837, filha de Bento Domingues de Matos e de Ana Joaquina; filhos do casal:

1.1. Francisco Januário Pereira Bueno, nascido aos 19.SET.1854 e falecido em janeiro de 1889, foi casado em Campinas em 1885 com Cândida Leite de Barros de Almeida Sampaio; teve:

2.1. Ana Leopoldina; faleceu solteira.

2.2. Soter de Barros Bueno; faleceu solteiro em 1902 em Nova York,quando estudante.

1.2. José Maximiano Pereira Bueno, nascido em Jundiaí aos 29.MAIO.1856 e falecido em setembro de 1941. José Maximiano foi contador chefe e pagador reral da cia paulista em Campinas; espírito empreendedor, organizou e geriu a primeira companhia de bondes daquela cidade; fez parte da firma comissária Santos Irmão & Nogueira, tendo sido também presidente da Companhia Mac Hardy. No terreno político, foi republicano desde os tempos da Propaganda, e abolicionista fervoroso; nessa qualidade fundou as “BOLSAS DA LIBERDADE”, organização destinada a angariar fundos para libertar escravos; essa humanitária Instituição operou na extensa zona de Campinas durante largo tempo. No terreno social exerceu por muitos anos o cargo de mordomo da Santa Casa, prestando relevantes serviços à pobreza, por ocasião da irrupção da febre amarela em Campinas; foi nomeado intendente municipal, prestando valiosos serviços à comissão médica destacada naquela cidade; passado o flagelo a população campineira aclamou-o “BENEMÉRITO DA CIDADE”. Casou-se em Campinas em Janeiro de 1891, com Emilia de Freitas Guimarães, nascida na cidade de Caldas aos 21.MAIO.1871, de tradicional família daquela cidade, e falecida em janeiro de 1901 em Campinas; filhos deste casal:

2.1. Fulvia, casada com seu primo Vitor Pereira Bueno (ver adiante); falecido; teve:

3.1. Cássio, médico.

3.2. Fábio, engenheiro.

2.2. Noé Roberto Pereira Bueno, casou-se em Campinas aos 30.NOV.1918 com Vera de Siqueira Melo natural do Rio de Janeiro; teve:

3.1. Ely

3.2. Célia

3.3. Marcelo

3.4. Gilberto.

2.3. Laia Pereira Bueno, diretora do Instituto Profissional Feminino de S. Paulo.

2.4. Niza, casada em janeiro de 1929 com Raul Pereira Leitão, natural do Rio de Janeiro; teve:

3.1. Fernando

2.5. Josué Pereira Bueno, nascido em Campinas aos 13.SET.1898; casou-se no Rio de Janeiro em outubro de 1922 com Alina Moreira da Silva, natural do Rio Grande do Sul; dedica-se ao comércio; tem os filhos:

3.1. Beatris

3.2. Mauro

3.3. Izolda

2.6. Vasco Lobo Pereira Bueno, nascido em Campinas aos 02.FEV.1900. Diplomado pelo ginásio do estado em 1918, cursou o 1° ano da Escola Politécnica do Rio; interrompeu a carreira para dedicar-se ao comércio e a lavoura. Casou-se em São Paulo aos 31.DEZ.1923 com Edméa Cárdia Ferreira; filhos:

3.1. Silvia

3.2. Vasco

3.3. Luiz

1.3. Antônio Ciriaco Pereira Bueno, faleceu solteiro em 1880 com 22 anos.

1.4. Joaquim Sebastião Pereira Bueno, faleceu solteiro em 1889 com 30 anos, no Rio de Janeiro.

1.5. João Eduardo Pereira Bueno, nascido aos 13.OUT.1881 e falecido em julho de 1915; foi casado duas vezes 1a com Gira Proost de Souza, natural de Santos, e 2a vez com Mercedes Quirino dos Santos, natural de Campinas, nascida aos 29.JUL.1878 e falecida em S. Paulo em setembro de 1934.Teve dois filhos do 1° casamento e sete do 2º casamento:

2.1. Vítor Pereira Bueno, c.c sua prima Fulvia (ver retro).

2.2. Cinira, f. em outubro de 1943, c. c Jacinto de Souza Peruche, f. em Santos em setembro de 1943; teve:

3.1. Helia Pereira Bueno, c. em 1938 com seu primo CiroLázaro Pereira Bueno.

3.2. Silvio Bueno Peruche

2.3. Marina, casada com Bentley More, natural da Inglaterra.

2.4. Celso Eduardo Pereira Bueno, c.c Cecilia Lacerda Pereira Pinto; sem desc. (ver Título Siqueria Franco).

2.5. Lúcia, c.c Antônio de Almeida Braga, natural de Portugal; teve:

3.1. Maria Lúcia

3.2. João Carlos

3.3. Antônio Carlos

2.6. Lucila (gêmea de Lúcia 2.5.), c.c João de Ataliba de Arruda Botelho; teve:

3.1. João Otaliba

3.2. Ana Maria

3.3. Carlos Auguto

2.7. Pérsio Ediiardo Pereira Bueno, formado em direito.

2.8. Marcelo

2.9. Sara, c.c Cássio Milliet Kiehl; teve:

3.1. Luiz Fernando.

1.6. Eugênio Manoel Pereira Bueno, nascido aos 17.JUN.1863 em Jundiaí e falecido em 1902; foi c.c Leonor de Carvalho, viúva, falecida em 1914; Eugênio; teve os filhos:

2.1. Jupira, c.c Demétrio Antônio Basilio, foram residentes no Rio de Janeiro; tiveram:

3.1. Antônio Eugênio

3.2. Henrique

2.2. Gira, c.c José Caracas, no Rio de Janeiro

3.1. Nelson Bueno Caracas; casado.

2.3. Washington Pereira Bueno, foi formado em direito.

2.4. Consuelo, foi c. no Rio de Janeiro com José Fonseca Marques; Teve:

3.1. Paulo.

2.5. Carmen

2.5. Caio, casado com Maria da Glória.

1.7. Leopoldina Melania Pereira Bueno, nascida em Jundiaí aos 10.SET.1865; faleceu solteira aos 28.JUL.1881.

1.8. Maria do Carmo Pereira Bueno, nascida aos 28.MAIO.1867; faleceu solteira em 1938.

1.9. Bento Gregório Pereira Bueno nascido aos 09.MAIO.1869; formou-se em direito em 1893; militou no jornalismo, pertencendo à redação do “Correio Paulistano”; muito antes, nos tempos da propaganda abolicionista, fundou o jornal “Revolta”, onde com ardor e convicção defendeu a libertação dos escravos. Por ocasião da proclamação da República, achou-se sempre ao lado de Campos Sales, Glicério e Bento Quirino; em 1892 ocupou o cargo de 5° delegado de polícia da capital; em 1894 dirigiu o ginásio doestado; em 1895 foi chefe de polícia do estado. Em 1897 foi comissionado na Europa, com o fim de encaminhar imigrantes para o nosso estado. Em 1900 foi secretário do interior; em 1924 foi secretário da justiça. Casou-se em 1903 com Antonia de Arruda Botelho, filha dos condes do Pinhal. Filhos:

2.1. Ana Carolina (Carola) c.c Tito Pacheco.

2.2. Paulo Bueno.

2.3. Vera Maria, c.c Francisco Medaglia, natural do Rio Grande do Sul.

2.4. Bruno Bueno, formado em direito; c.c Laís Stedi.

1.10. Pedro Pereira Bueno; faleceu em Jundiaí em 1871.

1.11. Ana Augusta; solteira.

1.12. Capitão Pedro Ivo Pereira Bueno, nascido aos 28.OUT.1872; foi c.c Vitória Assalim; teve:

2.1. Ana

2.2. Ciro

2.3. Mercedes

2.4. Ciro Lázaro, c.c sua prima Helia.

3.1. Stela

2.5. Nega, casada em Campinas com o conhecido industrial Armando Purchio.

3.1. Maria Helena

2.6. Viva, casada em Campinas com Luiz Milani.

3.1. Luiza.

Nº 03 Curilo Pereira Bueno, nada descobrimos.

Nº 04 Maria do Carmo Pereira Bueno

Nº 05 Ana Cândida Pereira, é seu descendente, Sátiro Izotico Pereira Bueno, que foi residente em Bragança.

Nº 06 Josefina Pereira Bueno, foi c.c Miguel José Corrrêa, médico residente em Lapa/SP; Teve:

1.1. Miguel José Corrêa, c.c Maria da Conceição, foram residentes em Mogi das Cruzes; sem desc.

1.2. João Batista Corrêa, c.c Rosa Bley; teve:

2.1. Antonieta Corrêa, c.c Sebastião Matoso.

2.2. Sebastião Corrêa, c.c Adélia Apolonio, sua prima.

1.3. José Francisco Corrêa, c.c Francisca Silveira.

2.1. Adélia Apolonio, c.c seu primo Sebastião Corrêa.

2.2. Otilia c.c Pedro S. Magalhães.

2.3. Alice Corrêa

2.4. Maria Corrêa.

2.5. Antônio Corrêa

1.4. Antônio José Corrêa, c.c Adélia de Paula; residem em Paranaguá; teve:

2.1. Dagoberto Corrêa

2.2. Otilia, c.c Joaquim Magalhães.

3.1. Adélia

2.3. Josefa

2.4. Ercilia

2.5. Nelson

2.6. Elisa

2.7. Maria José

1.5. Julia de Jesus Corrêa, foi residente em Lapa/PR.

1.6. Maria da Glória Corrêa, c.c João de Almeida Barbosa; residem em Campo Largo/PR; teve:

2.1. João

2.2. Aristides

2.3. Alice

2.4. Atílio

2.5. Armando

1.7. Joaquim José Corrêa, residente em Lapa/PR.

Capítulo 3°

Francisco Rufino de Godoi Bueno

Francisco Rufino de Godoi Bueno ou Francisco Rufino da Rochan. entre 1830 a 834, casado em Atibaia com sua parente Maria Salomé do Amaral; teve:

Nº 01 Coronel Francisco Bueno da Rocha n. em 1858 em Atibaia e aí f. aos 05.MAR.1916 onde foi capitalista e proprietário e militou na política de oposição; foi c.c sua prima Escolástica do Amaral (ver 1.10. N° 05, cap 5° do título Alves do Amaral), s. desc.

Capítulo 4°

Antônio Joaquim Bueno

Antônio Joaquim Bueno, nascido em 1835q36, casou-se com sua sobrinha Delfina do Amaral (ver 1.2., N° 05, cap. 5°, do título Alves do Amaral).

FIM DO TÍTULO BUENO

Título VI

Família PEREIRA

Descendentes de Francisco Pereira Pacheco

Disposição genealógica (Tronco, capítulos e demais desdendentes): Adriano Bedore [Inédita]

Genealogistas Pesquisados: Luiz Gonzaga da Silva Leme in memorian, José Luiz Teixeira, e Adriano Bedore

RELAÇÃO DO TRONCO COM ATIBAIA/SP

● O tronco deste título, Francisco Pereira Pacheco, o moço, nasceu provavelmente em 1745 em Juqueri, hoje Mairiporã, mas seu pai, de mesmo nome nasceu em 1722 em Atibaia, o que nos faz concluir que seu nascimento em Juqueri muito provavelmente deu-se por seu pai possir terras naquela Vila.

● Acreditamos que seu avô paterno, o português, João Pereira Pacheco deve ter imigrado para o Brasil e estabelecido em Atibaia entre 1700 a 1720, portanto, a família está em Atibaia há 300 anos.

RELAÇÃO DO TRONCO COM O AUTOR

● O Tronco é heptavô (avô em 7° grau) do autor deste trabalho. É também tetravô (avô em 4° grau) de José Benedito Leite, pai de Maria do Carmo Leite De Carlo, bisavó materna do autor destas notas genealógicas.

CIDADES MAIS CITADAS NESTE TÍTULO

● Atibaia (antiga São João de Atibaia); Piracaia, Mairiporã (antigo município de Juqueri, que reunia os municípios de Mairiporã, Franco da Rocha e Francisco Moratos) São Paulo (antiga São Paulo de Piratininga), Santana de Parnaíba (antiga Parnaíba), Botucatu, Nazaré Paulista, Bom Jesus dos Perdões, todas no Estado de São São Paulo e Pintagui e Aiuroca, do Estado de Minas Gerais.

FRANCISCO PEREIRA PACHECO

Francisco Pereira[156] Pacheco “o moço” era natural de Juqueri, hoje Mairiporã, onde nasceu entre 1740[157] a 1752, ano mais provável de seu nascimento levando-se em conta os censos, exceto o de 1782 que descreve que ele teria nascido em 1742, contudo, encontramos seu óbito ocorrido aos 12.SET.1838 em Atibaia que constou ter mais de cem anos de idade, o que não acreditamos.

Foi vereador em Atibaia em 1798, 1802, 1803 e 1807, era filho do tenente Francisco Pereira Pacheco[158]“o velho”, natural de Atibaia onde nasceu entre 1718 a 1727 e aí faleceu aos 17.DEZ.1808 com 86 anos, sendo sepultado no interior da matriz e de Maria Francisca de Castro, natural de Conceição deItanhaemou da Beira Mar, hoje município de Itanhaem, litoral de São Paulo, SL 2/120.

Francisco Pereira Pacheco “ o velho” (SL 2/120) se mudou de Atibaia para Juqueri onde acreditamos que viviu entre as décadas de 1740 até o final da décadas de 1770 ou 1780 aproximadamente, quando retornou para Atibaia e viveu no bairro do Mato Dentro como consta de seu óbito. Já Francisco, o moço era fazendeiro[159]no bairro Itapetinga (a maioria de seus filhos e descendentes residiaram naquele bairro, embora no 1° censo onde o encotramos, residia no bairro do Rio Acima). Segundo o inventário de sua segunda esposa, falecida em 1821, o casal possuía terras avaliadas em 50$000 (cinqüenta mil reis) mas não cita onde seria essa terra, 3 escravos, uma casa na vila e muitos animais, totalizando 391$760 (trezentos e noventa e um mil e setecentos e sessenta reis).

Francisco Pereira Pacheco “o moço” era neto paterno de João Pereira Pacheco[160], português que pode ser considerado o tronco da família Pereira Pacheco ou somente Pereira de Atibaia (SL. 2/120 s/asc.) falecido em 1751 e de Maria da Gama[161], que casou-se 1º vez com João Pereira Pacheco e 2º vez com Manoel Francisco Pereira, ver SL 2/120.Maria da Gama era filha deMarcelino Rodrigues da Gama e de Méssia Siqueira (SL 1/396).

Francisco Pereira Pacheco “o moço” casou-se primeira vez com Ana Rosa[162] da Conceição n. entre 1741/60 em Juqueri onde provavelmentese casou por volta de 1775 a 1777. Ana Rosa da Conceição era filha de Manoel Bueno de Azevedo, natural de Juqueri e de Clara Francisca[163] de Santa Rosa, natural de Juqueri ou mais provavelmente de Guarulhos, os quais casaram-se em 1765 também em Guarulhos. Clara Francisca faleceu em 1797. Ana Rosa da Conceição era neta paterna de Mariana Bueno de Azevedo, falecida em 1766 e de Manoel da Fonseca Pinto, neta materna de Antônio Rodrigues da Cunha e de Rosa Francisca.

Ana Rosa da Conceição nasceu em 1741 e faleceu no bairro Itapetinga aos 12.DEZ.1806. Viúvo Francisco Pereira Pacheco casou-se segunda vez aos 03.FEV.1808 em Atibaia com Manoela Antonia n. em 1791 em Atibaia, filha de Filipa de Godoi, natural de Atibaia e do capitão João Leite de Moraes[164], batizado em 1769 na Conceição dos Guarulhos ou segundo algumas certidões examinadas, natural de Pitangui/MG, os quais casaram-se em 1791 em Atibaia. Manoela Antonia era neta paterna de Amaro Neves de Moraes[165], natural de Iuroca/MG e de Maria Leite de Araújo[166], natural de Pitanguí/MG, neta materna de Francisco de Oliveira e de Leonor Godoi, naturais de Atibaia, SL 2/120, 2/538. Manoela Antonia faleceu em abril de 1821 em Atibaia, onde foi sepultada no interior da igreja matriz.

Sem dúvida o casal tronco deste título tem uma grande descdendêcia e pode ser considerados um dos principais troncos na formação da gente atibaiana. Do 1ºcasamento de Francisco Pereira Pacheco com Ana Rosa da Conceição descendem os seis primeiros filhos (SL 1/396) e do segundo casamento com Manoela Antonia descende os sete filhos[167] seguintes, sendo seis citados por SL 2/538:

Capítulo 1º Angélica Maria (minha heptavó) – pelos censos consultados, descobrimos ser a 2² filha

Capítulo 2º Maria Antonia

Capítulo 3º Clara Maria – pelos censo consultados, descobrimos ser a 1² filha

Capítulo 4º Bento Pereira

Capítulo 5º Ana[168] Jacinta Pereira (minha hexavó)

Capitulo 6º João Pereira

Capítulo 7º Maria Jesuina

Capítulo 8º José Pereira Leite

Capítulo 9º Gertrudes Maria da Conceição

Capítulo 10º Ana Francisca

Capítulo 11º João Pereira Leite

Capítulo 12º Maria Felisberta

Capítulo 1º

Angélica Maria

Angélica Maria[169]n. entre 1780 a 1789, segundo o censo de 1790, nasceu em 1786 em Atibaia e aí falecida aos 30.ABR.1839. Já viúva nos censos que examinei, possuía um comércio de secos e molhados no centro da então vila de Atibaia. Casou-se também em Atibaia aos 03.SET.1799[170] com Caetano Gomes Ferreira ou Caetano Gomes Veiga[171] nascido aos 25.SET.1777 em São Pedro de Escudeiros, freguesia do distrito ou conselho de Braga da região[172] ou província do Minho, norte de Portugal, era sargento de milícias e tropeiro. Caetanto era filho dos portugueses João Gomes Ferreira e de Maria Ferreira, neto paterno de José Gomes e Custódia Ferreira, neto materno de Bento Ferreira e Maria João. Caetano faleceu em Atibaia, onde vivia no centro da vila, aos 10.MAIO.1818 e fora casado[173] 1ª vez em Atibaia com Escolástica de Oliveira[174]aos 22.JAN.1795, filha de José Pires de Oliveira[175] que se casou em Atibaia aos 11.FEV.1777[176] com Maria de Cerqueira Cesar com quem teve filhos, segundo SL (1/124). Caetano é o português mais próximo da minha ascendência, sendo meu heptavô, ou avô em 7º grau. Foi sepultado dentro da matriz de Atibaia, era filho de João Gomes Ferreira e de Maria Ferreira Pimenta, portugueses. Angélica Maria, já na condição de viúva, recebeu para criar, desde bebê, duas crianças: Maria, nascida aos 02.OUT.1820, sendo padrinhos Antônio José de Camargo, casado do bairro Rio Abaixo e a própria Angélica Maria e Jacinto Manoel Leite nascido aos 03.JAN.1821 (tronco do título Leite), que eram seus sobrinhos maternos, filhos de sua irmã, Ana Jacinta Pereira (capítulo 5°). Angélica teve, q.d., os seguintes cinco filhos:

Nº 01 Gertrudes Maria (segundo o censo de 1810 era 3² filha)

Nº 02 Maria Caetana de Jesus (segundo o censo de 1810 era 1² filha)

Nº 03 Ana Francisca Pedroso[177] (segundo o censo de 1810 era 2² filha)

N° 04 Benedito nascido aos 10.MAR.1811 e certamente falecido menor

N° 05 Benedito (com 3 anos no censo de 1820, 8 no de 1825 e 13 anos no censo de 1829, portanto, n. 1816/17)

N° 06 Benedita[178] (com 1 ano no censo de 1825 e 5 anos no censo de 1829, portanto, n. em 1824)

Nº 01 Gertrudes Maria, casada aos 09.NOV.1819 em Atibaia com José Franco da Silva, filho de Francisco Xavier e Gertrudes Maria. Não conseguimos descobrir descendência.

Nº 02 Maria Caetana de Jesus nascida em Atibaia aos 19.DEZ.1820 c.c José Faustino Teixeira, natural de Jundiaí ou Santana do Parnaíba, era ferreiro (tronco da numerosa família Teixeira de Atibaia[179]da qual descende o ilustre genealogista José Luiz Teixeira), filho de Ana Antonia de Jesus, natural de Parnaíba e de Izidoro Teixeira de Carvalho Brochado, natural da Vila da Princesa, hoje Campanha, sul de Minas Gerais, filho de Antônio José de Carvalho e de Inácia Cardoso de Jesus. Tiveram, q.d., três filhos:

1.1. João Batista Teixeira n. em Atibaia aos 04.NOV.1821, casando-se aos 22.AGO.1847 na mesma cidade com Maria Joaquina, filha de José Francisco da Silva e Gertrudes Maria. Não conseguimos descobrir descendência.

1.2. Francisco José Teixeira n. em aos 27.MAIO.1824 e f. aos 07.ABR.1873, foram seus padrinhos Antônio Alves do Amaral “o Velho” e sua mulher Maria Angélica de Oliveira. Casou-se em Atibaia aos 13.DEZ.1842, com sua prima em 1° grau Gertrudes Maria da Conceição, f. aos 18.SET.1905, fª de Ana Francisca (N° 03), sua tia materna e de Adriano Luiz Fernandes. Foi fazendeiro em Atibaia, onde foi pessoa de autoridade e respeito,chegando a ocupar o cargo de procurador da câmara no período de 1861 à 1863. Tiveram oito filhos:

2.1. Maria Justina Teixeira, c.c Raimundo José de Freitas (ver descendência no título Freitas).

2.2. João Francisco Teixeira[180] n. em Atibaiaos 25.AGO.1848, sendo seus padrinhos Jacinto Manoel Leite e sua mulher Umbelina Maria da Conceição, foi c.c Marcolina Bueno de Aguiar n. aos 25.ABR.1854, filha de Ana Joaquina da Conceição e do tenente Feliciano Bueno de Aguiar que juntamente com seu pai, ou apenas ele, pode ser considerado o tronco da família Bueno de Aguiar de Atibaia, irmão de Francisco Bueno de Aguiar que pode ser considerado o tronco da família Bueno de Aguiar de Itatiba (SL1/307). Teves:

3.1. Maria Teixeira de Aguiar, foi c.c Benedito de Oliveira Simas, filho de José de Oliveira Simas, com quem teve sete filhos:

4.1. Sebastião de Oliveira Simas, c.c Maria Miranda. Teve 1 filho:

5.1. Francisco de Oliveira Simas, falecido solteiro.

4.2. Gentil de Oliveira Simas, c.c Ziza Simas. Teve:

5.1. Paulo

5.2. Márcia

4.3. Aparecida de Oliveira Simas, c.c José Franco de Oliveira. Teve:

5.1. Waldir

5.2. Sandra

5.3. Agnaldo

5.4. Denir

5.5. Sueli

5.6. Cláudio

5.7. Elenir

5.8. Zilda

4.4. Tereza de Oliveira Simas c.c Rafael Garcia Sanches. Teve:

5.1. Rafale júnior

5.2. Telma

4.5. Nair de Oliveira Simas c.c Luiz Sanches Garcia. Teve:

5.1. Luiz

5.2. Nancy

5.3. Diogo

5.4. Alan

4.6. Antônio de Oliveira Simas c.c Tereza Bilheiro. Teve:

5.1. Sérgio

5.2. Fábio

5.3. Damaris

4.7. Gilberto Simas, comerciante em Franco da Rocha, c.c. Terezinha de Oliveira. Teve:

5.1. Gilberto Júnior

5.2. Daniel

3.2. Pedro de Oliveira Simas, c.c Isaura de Oliveira Simas, foram moradores de Perus em São Paulo. Tiveram 3 filhos:

4.1. Moacyar de Olviira Simas

4.2. Sebastiana de Oliveira Simas, casada com geração.

4.3. Maria de Oliveira Simas, c.c geração.

3.3. José Teixeira de Aguiar “Juca Faustino” n. em 1879 e f. aos 17.ABR.1955, foi c.c sua prima Thomásia Justina de Freitas, filha de Maria Justina Teixeira (2.1 acima) ver descendência em 1.6., N° 03, cap. 2° do título Freitas.

3.4. Umbelina Teixeira de Aguiar, casada aos 03.MAR.1908 em Atibaia com seu primo João Antônio Pinto, filho de Cândido da Silveira Pinto (3.4., 2.1., 1.2., N° 03, cap. 4° do título Siqueira Franco) e de Eulália Bueno de Aguiar (3.11., 2.6., 1.3., N° 04, cap. 4° do mesmo título), neto paterno de Francisco José da Silveira e Maria da Conceição Cintra e neto materno do tenente Feliciano da Cunha Bueno de Aguiar e de Ana Joaquina da Conceição. Tiveram 3 filhos:

4.1. Sebastião Pinto, casado 1ª vez com Benta Martins do Prado e 2ª vez com Conceição Oliveira. Teve somente do 1º casamento:

5.1. Antônio Pinto

5.2. Aparecida Pinto, foi c.c Amancio Gonçalves Bezerra. Tiveram 8 filhos:

6.1. Luzia Aparecida Gonçalves Bezerra, c.c Almides Souza Lima. Teve:

7.1. Rodrigo

7.2. Guilherme

6.2. Ana Lucia Gonçalves Bezerra

6.3. Maria Regina Gonçalves Bezerra c.c Luciano Aparecido. Teve:

7.1. Rafael

6.4. Luiz Gonçalves Bezerra

6.5. Cláudio Gonçalves Bezerra

6.6. Manoel Gonçalves Bezerra

6.7. Amancio Gonçalves Bezerra Filho

6.8. Amancia Gonçalves Bezerra

4.2. João Pinto, falecido solteiro.

4.3. Maira Pinto, falecida solteira.

2.3. Antônio José Teixeira “Totó Teixeira” n. aos 13.NOV.1850 em Atibaia sendo seus padrinhos Salvador Ribeiro de Toledo Santos e Umbelina Florisbina de Oliveia Franco. Foi casado em 1ª núpcias com Rosa de Oliveira Saldanha, irmã de João Maria de Oliveira Saldanha, herói atibaiano da guerra do Paraguai, fª de Jose Joaquim de Moraes Saldanha, pessoa de destaque na vida político-administrativa de Atibaia quer como escrivão de órfãos em 1868 ou como vereador entre 1837 a 1840 e de Maria Izabel Oliveira. Totó Teixeira mudou-se para a Freguesia do Rio Bonito, termo de Botucatu/SP, na década de 1860, estabelecendo-se na fazenda que seu sogro aí tinha adquirido, sendo, portanto, pioneiro no processo de ocupação e povoamento dessa área. Viúvo, Totó Teixeira casou-se 2ª vez com Teresa Vieira Rodrigues, faleceu em Botucatu aos 17.MAR.1920. Teve 6 filhos, sendo 4 do 1º casamaneto e 2 do 2º.

3.1. Antônio Saldanha Teixeira “ Tonico” faleceu solteiro em Botucatu/SP.

3.2. Rita Saldanha Teixeira c.c Antônio Ermelindo Soares, ambos falecidos em Botucatú/SP. Tiveram:

4.1. Deolinda Soares, c.c José Corulli, ambos falecidos em Botucatu, sem geração.

4.2. Lázaro Soares, faleceu solteiro em Botucatu.

4.3. Rosa Soares, foi c.c Heitor Soares, foram residentes em Tatui. Tiveram 8 filhos:

5.1 Antônio Carlos Soares, c.c. Ivone Pegoreli. Teve;

6.1. Rosa Juliana

5.2. Maria de Lourdes Soares, c.c Noel Martins dos Reis. Teve 2 filhos:

6.1. Rosa Maria

6.2. Noel Soares dos Reis, casado.

5.3. Terezinha de Jesus Soares, c.c. Edgar Leôncio de Sá, sem geração.

5.4. Heitor Soares Filho, c.c Aurea Martins. Teve:

6.1. Renata, casada, teve:

7.1. Amanda

7.2. Rebeca

6.2. Laura Adriana c.c Sérgio Monteiro. Teve:

7.1. Larissa

5.5. Eloisa Inês Soares, c.c. Oscar Augusto Hoffman. Teve 2 filhos:

6.1ª . Adriano

6.2. Fábio

5.6. Ana Maria Soares c.c. José Maria Lorena Miranda. Teve:

6.1. Daniela, casada.

5.7. Tarcisio José Soares, casado, teve:

6.1. Anderson

6.2. Raul

6.3. Eduardo

5.8. Celso Soares, foi casado a 1ª vez com Sandra Fragoso e a 2ª vez com Ana Maria. Teve 2 filhos do 1º casamento e 2 do 2º casamento.

6.1. Andrea

6.2. Marcelo

6.3. Rafael

6.4. Danielel

4.4. Antônio Soares c.c Tereza Rizzo, ambos falecidos em Botucatu. Tiveram 3 filhos:

5.1. Ermelinda José Soares, c.c João Abílio, comerciante em Botucatu. Teve:

6.1. Silvana José Abílio, c.c Angelo Borges. Teve:

7.1. Vanessa Cristitna

7.2. Gustavo

6.2. João Silvio Abílio, c.c Walquiria Borges. Teve:

7.1. Alexandre

7.2. Fernanda

6.3. Gerson

5.2. Antônio Justianiano Soares, c.c Aradi Sarah Azzen, foram residentes em Botucatu. Tiveram 6 filhos:

6.1. Fábio Azzen Soares, c.c. Adalzisa. Teve:

7.1. Ferannda

7.2. Raquel

7.3. Bruno

7.4. Rodrigo

6.2. Andréa Azzen Soares, c.c Samuel Alvarenga. Teve:

7.1. Thiago

7.2. Jéssica

6.3. Isabel Cristina Azzen Soares, c.c Maurício. Teve:

7.1. Bianca

7.2. Barbára

6.4. Margarida Azzen Soares, c.c Renato. Teve:

7.1. Renata

6.5. Felipe Azzen Soares

6.6. Gabriela Azzen Soares

5.3. Edson Antônio Soares, c.c Suely Lucia Pereira de Souza, residentes em Botucatú. Teve 5 filhos:

6.1. Rita de Cássia Souza Soares, c.c Fernando Antônio Leite Penteado, residentes em Bauru. Teve 2 filhos:

7.1. Rafalei Fernando

7.2. Amanda Vitória

6.2. Regina Célia Souza Soares, c.c Paulo César Mioni.

6.3. Priscila Souza Soares

6.4. Solange Souza Soares

6.5. Edson Antônio Soares Júnior

3.3. Francisco Saldanha Teixeira “Tico”, faleceu solteiro em Botucatu.

3.4. Pedro Saldanha Teixeira, casado 1ª vez com (…) e 2ª vez com Isabel Maria da Conceição Domingues, todos falecidos em Botucatu. Teve 3 filhos do 1º casamento e 4 filhos do 2º casamento.

4.1. João Saldanha Teixeira

4.2. Aparecida Saldanha Teixeira

4.3. Rita Saldanha Teixeira

4.4. Francisca Teixeira “Nega”, foi casada pela 1ª vez com Antônio de Oliveira e pela 2ª vez com Osmar Pereira, teve 3 filhos do 1º casamento e 2 filhos do 2º casamento, residente em São Paulo.

5.1. Luisa Saldanha Teixeira, c.c João Aramando Brandino, tiveram 5 filhos:

6.1. Ariowaldo Donizete Brandino

6.2. Maria Cleonice Brandino c.c. Jorge Lacerda.

7.1. Daniela

7.2. Camila

6.3. Reinaldo Donizete Brandino, falecido solteiro.

6.4. Aguinaldo Donizete Brandino, falecido solteiro.

6.5. Ana Claudete Brandino

5.2. Alcides Saldanha Oliveira, falecido solteiro.

5.3. Leonildo de Oliveira, falecido solteiro.

5.4. Aparecido Benedito Pereira, falecido solteiro.

5.5. Cleusa Aparecida Pereira, c.c Odenir Alves Bueno. Teve:

6.1. Andréa Alves Bueno, c.c Luiz Gustavo Xavier. Teve:

7.1. Leandro

7.2. Willian

4.5. Eva Teixeira, c.c Jaime Contes, foram residentes em Itú/SP, tiveram 3 filhos:

5.1. Jaime José Contes, médico, c.c Ana Maria Bianchini Barnabé.

5.2. Isabel Cristina Contes, c.c Rafael Machado Filho. Tiveram 3 filhos:

6.1. Rodrigo

6.2. Isabela

6.3. Gabriel

5.3. Ana Flávia Contes, c.c Oswaldo Ribeiro. Teve:

6.1. Fernando

6.2. Maiara

4.6. Abel Teixeira, c.c Benedita Franco, residente em São Paulo. Teve 3 filhos:

5.1. Pedro Franco Teixeira, foi c.c Norma Suely Teixeira. Teve:

6.1. Ricardo Franco Teixeira

5.2. Maria de Fátima Franco Teixeira, foi c.c Mário Franco Pinheiro. Teve:

6.1. Eduardo

6.2. Leonardo

5.3. Aparecida Bernadete Franco Teixeira, c.c José Rubens Pimentel, engº mecânico.

6.1. Jesus

6.2. Priscila

6.3. José Roberto

4.7. Noel Teixeira, c.c Zulmira Finati, residentes em Botucatu. Teve:

5.1. Sandra Aparecida Teixeira

5.2, José Antônio Teixeira.

3.5. Rosa Teixeira n. aos 18.AGO.1889 em Botucatu onde f. aos 22.DEZ.1918, foi c.c José Egydio Bueno de Moares, ambos falecidos em Botucatu. Teve:

4.1. Mauro Teixeira Bueno, cirurgião dentista, c.c Lais Machado, residentes em São Paulo.

5.1. José Eduardo Machado Bueno, engenheiro, c.c Suely Machado Bueno. Teve:

6.1. Mariana

6.2. Luciano

5.2. Roberto Luiz Machado Bueno, engenheiro.

4.2. Dirce Teixeira Bueno, foi c.c Edgard Cruz, médico, foram residentes em S.P. Teve:

5.1. Vânia Bueno Cruz. Teve:

6.1. Heloísa

3.6. Isolina Teixeira n. aos 26.MAIO.1900 em Botucatú onde f. aos 11.JUN.1992, foi professora e c.c Jaime Candelária, médico, também falecido. Tiveram:

4.1. Nelson Teixeira Candelária n. aos 18.DEZ.1923 e f. aos 24.JUL.2002, médico, ex-professor universitário da faculdade de medicina da USP, casado em 1ª núpcias com Maria Teresa Azeredo Passos, profª e em 2ª núpcias com Maria Alice dos Reis, advogada, residentes em São Paulo. Teve 7 filhos só do 1º casamento:

5.1. Ricardo Azeredo Passos Candelária, engenheiro.

5.2. Maria Cristina Azeredo Passos Candelária comissária de bordo, c.c Marco Aurélio Birck. Teve:

6.1. Tiago

5.3. Maria Flávia Azeredo Passos Candelária, c.c José Alberto Abrão Miziara, engenheiro, residentes em Barretos. Teve:

6.1. Maria Fernanda

6.2. Mariana

6.3. Mônica

6.4. Carolina

6.5. Ricardo

6.6. Maurício

5.4. Guilherme Azeredo Passos Candelária, médico, casado em 1ª núpicas com Juceli Toledo e em 2ª núpcias com Márcia. Teve um filho de cada casamento.

6.1. Gabriela

6.2. Guilherme

5.5. Luciano Azeredo Passos Candelária, falecido solteiro.

5.6. Paulo Azeredo Passos Candelária, médico, ex-chefe do pronto socorro cirurgíco da Santa Casa de São Paulo, c.c Fernanda Matos Domingues.

5.7. Fernando Azeredo Passos Candelária, advogado.

2.4. Eugênio José Teixeira n. aos 26.ABR.1853 em Atibaia onde veio a falecer, após ser acometido de uma insidiosa moléstia quando estava no último ano para sua ordenação sacerdotal no seminário episcopal de São Paulo.

2.5. Capitão Salvador Teixeira do Nascimento n.em Atibaia aos 25.DEZ.1857 ou aos 25.DEZ.1870 conforme a lápide de seu túmulo, onde casou-se 1ª vez aos 24.MAR.1885 com Ana Zelinda do Amaral, filha de João José do Amaral e de Maria Soares do Amaral com quem não teve filhos. Casou-se 2ª vez com sua prima Júlia Augusta de Siqueira Leite n. aos 05.MAIO.1871 e f. aos 03.JAN.1951(ver descendência Nº 01 do capítulo 7º do título Leite). Foi o capitão Salvador pessoa de estima e consideração em Atibaia, onde chegou a exercer cargos públicos, como o de coletor de impostos na década de 1890 e membro do Conselho de Intendência Municipal após a Proclamação da República. Foi fazendeiro de café no bairro do mato dentro, fazenda Bico Torto, faleceu aos 19.SET.1919.

2.6. Emílio Justino Teixeira nascido aos 09.JUN.1864 em Atibaia onde se casou aos 02.JUL.1888 com Maria Francisca da Conceição, filha de Maria Emília Oliveira. Emílio faleceu aos 06.MAR.1932, teve 5 filhos:

3.1. Benedito José Teixeira “Nhô Tuta”, foi fazendeiro no bairro de Itapetinga, casou-se em Atibaia com Francisca, filha de Leopoldo Alves do Amaral (ver título Alves do Amaral) e de Ermelinda Alvim, neta materna do tenente coronel José Alvim de Campos Bueno “Nhô Bim”, chefe político e importante cidadão de Atibaia, descendente direto do fundador da mesma cidade , Jerônimo de Camargo e Gertrudes Maria Campos, neta paterna de Jacinto Alves do Amaral Júnior (ver título Alves do Amaral) e de Escolástica Maria Franco. Tiveram 8 filhos:

4.1. Maria Ermelinda Teixeira “Nene”, foi casada com Pedro Alexandrino Leite com quem teve onze filhos (ver descendência em 1.6., Nº 03 do capítulo 6º do título Leite).

3.2. Carolino Teixeira, casado em Atibaia com Antonia Toledo “Nene”, ambos falecidos e s.desc.

3.3. Umbelina Teixeira, falecida solteria.

3.4. Oscarlina Teixeira, falecida solteira.

3.5. Waldomira Teixeira, c.c Sebastião Gonçalves da Cunha, filho de José Gonçalves Cunha e Benedita de Oliveira Saldanha, irmã da mulher de seu tio Antônio José Teixeira, ambos falecidos em Atibaia. Tiveram:

4.1. Gentil Gonçalves n. em 1918 e f. aos 18.JUN.2010 c.c sua parente Zulma Silveira Pinto, filha de Joaquim da Silveira Pinto e Maria Ordonhes (ver descendência em 5.4., 4.3., 3.5., 2.1., 1.2., N° 03, cap 4° do título Siqueira Franco), residentes em Atibaia.

4.2. Matilde Gonçalves, foi c.c Sebastião Teixeira, já falecido, foi residente em Atibaia., filho de Antônio Luiz Teixeira e de Maria Titarelli. Teve um único filho:

5.1. Edson Antônio Teixeira, advogado e professor, ex-vereador àcâmara municipal de Atibaia de 1977 a 1988 (dois mandatos) pelo PMDB, foi presidente da câmara em 1983/84.

4.3. Sebastião Gonçalves da Cunha, c.c Benedita Gonçalves. Tiveram 8 filhos:

5.1. Rodolfo

5.2. Suzana

5.3. Silvia Helena

5.4. Angela Maria

5.5. Paulo

5.6. Sara

5.7. Pérsio

5.8. Rosival

4.4. João Gonçalves, c.c Luiza Alves da Cunha (ver 5.1., 4.4., 3.1., 2.3., 1.6., N° 01, cap. 5° do título Alves do Amaral), residentes em Atibaia. Tiveram 5 filhos:

5.1. Elizabeth Aparaecida Gonçalves, c.c Eurico Bueno da Silveira. Teve:

6.1. Aline

6.2. Thiago

6.3. Ana Luiza

5.2. Elisete Aparecida Gonçalves

5.3. Edson Antônio Gonçalves “Edson Beleza”, professor e artista plático, ex-vereador àcamara municipal de Atibaia por dois mandatos, de 2001 a 2008 pelo PV, e ex-secretário de cultura de Atibaia 2009/12. Casado com Maria Adriana Targa. Teve:

6.1. Mariana

6.2. Camila

5.4. Eloisa Maria Gonçalves “Lila” c.c Benjamim Cordo, comerciante. Teve:

6.1. Fernanda

6.2. Rafaela

5.5. Ed Wilson Antônio Gonçalves, c.c Silvia Chillof.

4.5. Odete Gonçalves, já falecida, foi casada em Braganaça Paulista em Antônio P. Barandas, não deixou descendentes.

2.7. Pedro José Teixeira n. aos 12.ABR.1869 onde f. aos 06.OUT.1919. Casou-se com sua prima Catarina da Silveira Pinto (Nº 02 do capítulo 2º do título Leite) filha de José Theodoro Pinto e de Ana Maria da Conceição Leite. Ver descendênciaem N° 02, cap. 2° e 1.4., N° 01, cap. 4°do título Leite e 3..4., 2.5., 1.5., N° 05, cap. 5° do título Alves do Amaral.

2.8. Leopoldo José Teixeira, faleceu na menoridade.

1.3. Maria Gertrudes Teixeira, casou-se em 06.FEV.1852 com Antônio da Silva Franco, filho de José Franco da Silva e Gertrudes Maria Leite. Não conseguimos descobrir descendentes.

Nº 03 Ana Francisca n. entre 1800 1804 em Atibaia onde se casou aos 05.OUT.1819 com Adriano Luiz Fernandes[181] n. aos 19.SET.1784 em Nazaré Paulista, filho de Gaspar Vaz de Godoi[182]n. entre 1756 a 1760 e de Brígida Frenandes[183] n. entre 1755 a 1770, naturais de Nazaré Paulista. Adriano Luiz Fernandes casou-se primeira vez aos 24.DEZ.1811 com Plácida Maria de Jesus, moradora do então bairro de Curralinho de Bragança Paulista, hoje município de Joanópolis. Adriano faleceu em Atibaia aos 20.DEZ.1847 sendo sepultado dentro da matriz de Atibaia. Nos sensos que examinei era comcerciante e tropeiro. Ana Francisca faleceu em Atibaia aos 02.JAN.1866. Tiveram sete filhos:

1.1. Alferes João Nepomuceno de Andrade n. em 1820 em Atibaia onde se casou 1ª vez com Benedita Maria n. em 1828. 2ª vez casou-se com Gertrudes Maria de Araújo, viúva de Antônio Rodrigues Lobo e 3ª vez casou-se me Jundiaí para onde se mudou com Angelina Rosa de Souza. Foi prestante cidadão em Jundiaí onde foi vereador e onde faleceu. Teve, q.d., uma filha provavelmente do 1° casamento e um filho do 3º casamento:

2.1. Maria com 3 anos em 1846, portanto, nascida em 1843. Nada descobrimos.

2.2. Benedito Castilho de Andrade n. em Jundiaí aos 03.JUL.1869. Fez seminário Episcopal de São Paulo eformous-e na Faculdade de Direito do Largo São Francisco em 1889. Foi Promotor Público em Capivari e Casa Branca, onde deixou a promotoria e passou a advogar, bem como nas cidades de São Simão e em São Paulo. Além de advogado militou na política do Estado de São Paulo, sendo eleito deputado estadual aos 01.DEZ.1894,também foi banqueiro e industrial. Casou-se com Virgilina Corrêa, filha do 3° barão do Rio Pardo, cel. Antônio José Corrêa e de Amélia Umbelina, de Casa Branca. Faleceu aos 31.MAIO.1955 em Jundiaí e deixou 6 filhos:

3.1. Maria Amélia Castilho de Andrade, c.c Teotônio de Toledo Lara, ambos já falecidos. Tiveram:

4.1. Maria de Lourdes Castilho de Toledo, c.c Hélio da Costa Manso. Teve 4 filhos.

3.2. João Castilho de Andrade, nascido aos 21.DEZ.1898 em São Paulo e falecido aos 28.MAR.1987 em Jundiaí onde foi advogado. Casou-se com Irene Granda Portugal, teve 2 filhos:

4.1. João Carlos Castilho de Andrade, jornalista c.c Inês Maria Lopes Rodrigues.

4.2. Maria Cristina Castilho de Andrade, solteira, ex-coordenadora de cultura e turismo da prefeitura de Jundiaí.

3.3. Luiz Castilho de Andrade, c.c Olívia Torres, nascida em São Paulo, filha de Alberto Torres, ambos já falecidos, tiveram 1 filho:

4.1. José Carlos Castilho de Andrade, falecido solteiro.

3.4. Judith Castilho de Andrade, c.c Arthur Pinheiro de Ulhoa Rodrigues, neto do Barão de Jaguara, ambos já falecidos, tiveram 1 filho:

4.1. Arthur Castilho de Ulhoa Rodrigues, foi casado com 3 filhos.

3.5. Benedito Castilho de Andrade Júnior, c.c Célia do Amaral, ambos já falecidos, tiveram 2 filhos:

4.1. Antônio Carlos Castilho de Andrade, c.c Sônia Xavier da Silveira, com 1 filha.

4.2. Vera Maria Castilho de Andrade, c.c Antônio Carlos Alves de Lima.

3.6. Antônio Castilho de Andrade, falecido solteiro.

1.2. Maria Francisca da Conceição nasceu aos 28.MAIO.1822, sendo padrinhos: Manoel Joaquim Leite casado e morador em Bragança Paulista (pai natural do capitão Jacinto Manoel Leite casado com Umbelina, a seguir) e Gertrudes Maria do Espírito Santo, prima de Manoel Joaquim Leite. Maria Francisca da Conceição casou-se em 1835 com seu primo José Pereira Bueno, filho de Lourenco da Silva Bueno e Maria Antonia Pereira Pacheco (capítulo 2º deste trabalho), falecido em Atibaia em 1819 ou 1866 (SL 2/46). Não conseguimos descobrir geração, exceto um filho:

2.1. Benedito n. em 1836.

1.3. José Mariano de Andrade n. aos 29.ABR.1824, não conseguimos descobrir sua desdendência.

1.4. Umbelina Maria da Conceição n. entre 1825 a 1828 em Atibaia onde se casou aos 02.JUN.1840 com seu primo segundo, capitão Jacinto Manoel Leite, tronco do título Leite, a seguir (meus pentavós ou avós em 5º grau), filho de Jacinta Pereira (capítulo 6º), irmã de sua avó, Angélica Maria (capítulo 1º, retro), a qual o criou, ver descendência no título Leite adiante.

1.5. Gertrudes Maria da Conceição c.c seu primo Francisco José Teixeira (ver desc. Em 1.2., N° 02 retro).

1.6. Antônio Pereira de Andrade n. em 1833 em Atibaia ondes se casoue em 1858 com Bárbara Generosa da Conceição, filha de Joaquim José da Silveira e de sua parenta Isabel Pires Pimentel, neto materno de José Pires Pimentel e de Maria Pepétua do Nascimento, sendo, portanto, descendente direto dos 1º e 2º capitães-mores de Atibaia, respectivamente Lucas de Siqueira Franco e Francisco da Silveira Franco, ver título Siqueira Franco retro. Foi Antônio Pereira de Andrade prestante cidadão em Atibaia,exercendo cargos como de Coletor de Impostos e Curador Geral. Deixou sete filhos:

2.1. Francisco de Paula Andrade, c.c Umbelina do Amaral, ambos já falecidos, sem descendentes.

2.2. João de Andrade, c.c Carolina Schuman. Teve:

3.1. Julieta, c.c Aquilino Galante.

3.2. Adélia c.c Luiz Tamburin. Teve:

4.1. Orlando

4.2. Luiz

4.3. Romilda

4.4. Aurora

3.3. Pedro de Andrade, casado em Rio Preto/SP com Terezinha de Andrade.

3.4. Irineu de Andrade, casado em Rio Preto/SP com Alzira de Andrade.

2.3. Maria de Andrade, casada em Piracicaba com Antônio Teixeira, ambos já falecidos, s.desc.

2.4. Ana de Andrade, casada 1ª vez em Americana/SP com Aquilino Carlos de Oliveira e 2ª vez em Limeira/SP com Custódio Rocco. Teve só do 1º marido.

3.1. Plínio de Oliveira, casado.

3.2. Guaraciaba, casada em Rio Preto/SP com Angelo Luporini.

3.3. Sibel, casada em Americana/SP com Eduardo Medon. Teve:

4.1. Cidélio

4.2. Adriana

4.3. Aparecida

4.4. Jocelina

2.5. Zilda de Andrade, casada 1ª vez em Dois Corregos/SP com Joaquim Ferreira de Camargo, 2ª vez em Americana/SP com José do Nascimento e a 3ª vez com João de Moraes, teve filhos só do 1º marido:

3.1. Antônio Ferreira de Camargo

3.2 Agostinho Ferreira de Camargo, casado 1ª vez com Otília de Brito e 2ª vez com Benedita Neiva, teve filhos só da 2ª mulher:

4.1. Waldemar

4.2. João

4.3. José

2.6. Isaura de Andrade c.c João Alves de Siqueira, ambos falecidos e sem descendentes.

2.7. Inês de Andrade, residente em São Paulo onde faleceu solteira.

1.7. Angélica Maria da Anunciação n. em 1831 (12 anos em 1836). Casou-se em Atibaia aos 06.MAR.1848 em Atibaia com Camilo José de Lima, natural de Jundiaí, filho de Antôtonio Pereira do Prado e de Maria (…). Angélica e Camillo passaram a residir a partir da 2ªmetade do século XIX em Jundiaí. Nãoconseguimos descobrir sua descendência , exceto um bisneto de nome José Carlos de Lima, juiz de direito, atualmente governador do distrito 4590 do Rotary Incernacional Club c.c Walchiria Rocha de Lima, pais de Paulo Eduardo Rocha de Lima, estudante de jornalismo.

N° 05 Benedito n. aos 30.NOV.1816, nada descobrimos.

N° 06 Benedita n. em 1824, nada descobrimos.

Capítulo 2º

Maria Antonia Pereira

Maria Antonia foi casada aos 07.FEV.1805 em Atibaia com Lourenço[184] da Silva Bueno, filho de Rosa Maria Pires, natural de Atibaia e de Salvador da Silva Bueno, natural de Juqueri, falecido em 1819 em Atibaia onde se casou em 1773, Lourenço era neto paterno de Francisco da Fonseca de Araujo e de Maria Bueno, naturais de São Paulo, neto materno de Inácio de Araujo Chaves, natural de Atibaia e aí falecido em 1788 e de Teresa Ribeiro de Macedo, natural de Guarulhos e falecida em 1783 em Atibaia.Teve q. d.:

Nº 01 Escolástica Maria

Nº 02 Maria das Dores

Nº 03 José Pereira Bueno

Nº 04 Manoel da Silva Bueno

Nº 05 Bento da Silva

Nº 01 Escolastica Maria casada em 1829 em Atibaia com Joaquim de Godoi Bueno, filho de Vicente de Godoi e de Maria Gertrudes de Oliveira. Ver SL Tit. Pretos Cap. 5º § 3º, 2-1, 3-5, 4-1, 5-2, 6-8.

Nº 02 Maria das Dores casada em 1835 em Atibaia com seu parente José da Silva Bueno, filho de Manoela de Jesus e de Joaquim da Silva Bueno, irmão de Lourenço da Silva Bueno, c.c Maria Antonia Pereira.

Nº 03 José Pereira Bueno casado em 1835 em Atibaia com sua prima segunda Maria Francisca (1.3. acima), filha de Adriano Luiz Fernandes e de Ana Francisca Nº 03 do capílto 1º -Angélica Maria, irmã de Maria Antonia Pereira (capítulo 2º). Com geração, mas sem informação.

Nº 04 Manoel da Silva Bueno casado em 1824 em Atibaia com Maria Izabel Cardoso, filha de Francisco Rodrigues Leme e de Izabel da Silveira Cardoso (3° cap. do título Alves do Amaral), filha de Antônio Alves do Amaral, tronco do título Alves do Amaral. Sem informação.

Nº 05 Bento da Silva casado em 1834 em Atibaia com Joana de Oliveira, filha de José Joaquim de Oliveira e de Ana de Oliveira SL 8/306.

Capítulo 3º

Clara Maria Pereira

Clara Maria Pereira primeira filha do casal tronco, nascida provavelmente em 1784 em Atibaia e aí falecida aos 05.ABR.1830. Foi casada aos 07.AGO.1811 em Atibaia com Boaventura José de Faria, filho de José de Faria e Manoela de Lima, naturais de Atibaia, neto paterno de José Faria de Alvarenga e de Maria Pires Cardoso. Nada descobrimos.

Capítulo 4º

Bento Pereira

Bento Pereira nascido aos 30.AGO.1797, casado aos 17.SET.1820 em Atibaia com Gertrudes Ludovina de Jesus ou Gertrudes Leite de Mattos, filha de Escollástica Josefa de Mattos e de Inácio Leite de Faria, este filho de Amaro Neves de Moraes e Maria Leite de Araújo, portanto, Inácio era irmão, entre outros, de João Leite de Moraes e Amaro Leite de Moraes, dos quais descendem quase todas as famílias antigas com o tradicional sobrenome Leite em Atibaia. Ver texto sobre a família Araújo na introdução ao título Siqueira Franco. No censo de 1820 Bento tinh 22 anos, sua esposa, Gertrudes com 17 e eram recem casados. Não descobrimos sua descendência

Capítulo[185]5º

Ana Jacinta Pereira

Ana Jacinta Pereira, também conhecida como Jacinta Pereira nasceu em Atibaia aos 24.OUT.1803 e aí se casou aos 26.NOV.1821 com José Manoel de Oliveira, viúvo de Manoela Maria, (SL 1/397), contudo, antes de se casar, Ana Jacinta teve um relacionamento extraconjugal com o alferes Manoel Joaquim Leite (SL 1/301) com quem teve um ou dois filhos naturais (N° 01 e N° 02), mas que em razão da relação proibida que manteve com o alferes, não os criou e os expôs, nome dado à época para quem dava os filhos em adoação, a sua irmã Angélica Maria (capítulo 1°). Nos censos de 1846 e 1836 Ana Jacinta já era viúva e neste último tinha duas escravas. Teve os dois primeiros filhos, criados por sua irmã e os setes seguintes com seu marido:

N° 01 Maria[186] nascida aos 02.OUT.1820, nada descobrimos.

Nº 02 Capitão Jacinto Manoel Leite, tronco do tílulo Leite[187]deste trabalho (meu pentavó ou avô em 5º grau).

N° 03 Antônio n. em 1824, nada descobrimos

N° 04 Maria n. em 1826, nada descobrimos

N° 05 Ricarda n. entre 1827 a 1830

N° 06 Floriano n. entre 1828/30, nada descobrimos.

N° 07 Cecília nascida aos 20.OUT.1831, nada descobrimos.

N° 08 Gertrudes n. em 1841, nada descobrimos

N° 09 João n. em 1843, nada descobrimos.

Nº 05 Ricarda Maria de Jesus Pereira nasceu em Atibaia entre 1827 a 1830 (tinha 19 anos em 1846 e tinha 6 anos em 1836) onde faleceu aos 01.SET.1888 com 59 anos. Foi casada com Gregório Januário do Prado[188] n. em 1820 e falecido aos 03.FEV.1904, filho de Custódio de Souza Prado e de Ana Gertrudes de Oliveira, esta provavelmente irmã de José Manoel de Oliveira, c.c Ana Jacinta Pereira (capítulo 5º acima). Gregório residia no bairro de Itapetinga e pode ser considerado o tronco da família Prado de Atibaia mais conhecida como Gregório, radicada principalmente nos, hoje bairros da Água Espraiada, Clube da Montanha, Pintos, Itapetinga e adjacentes. Inviuvando-se, Gregório casou-se em segundas núpcias aos 04.OUT.1888 com Leopoldina Maria de Jesus ou Adelina Leite, natural de Atibaia, filha de Antônio Oliveira Silva e de (…) Maria da Conceição.Ricarda Maria teve, q.d., sete filhos:

1.1. Capitão José Manoel de Oliveira n. em 1846 (mesmo nome do avô materno) mais conhecido como “José Gregório”, foi coletor estadual e federal, foi c.c Maria Antonia Conceição “ Maria Gregório”. Tiveram 4 filhos, sendo que os quatro últimos adotaram o nome de família “Profeta” em razão dos nomes bíblicos que receberam, portanto, são os troncos da família Profeta de Atibaia:

2.1. Martinho Prado de Oliveira c.c Ernestina Peçanha Prado

2.2. Isaias Profeta, foi c.c Lydia Ferreira. Teve q.d:

3.1. Virgílio Ferreira Profeta

3.2. Dário Ferreira Profeta

3.3. Azarias Ferreira Profeta

3.4. Caio Ferreira Profeta

3.5. Jonas Ferreira Profeta

3.6. Josina Ferreira Profeta n. aos 19.MAR.1902 e f. aos 1984.

3.7. Leontina Profeta, c.c Waldomiro Alves (ver 3.2., 2.1., 1.3., N° 02, cap. 5° do título Alves do Amaral). Teve:

4.1. Dorival Alves, c.c Inês Vera. Teve:

5.1. Maria Angélica

5.2. Mônica

5.3. Maria Inês

5.4. Soraya

5.5. Dorival

4.2. Wanda Profeta Alves n. aos 25.ABR.1937 e f. aos 02.AGO.2007.

4.3. Fernando Alves, c.c Joana Harmer. Teve:

5.1. Waldomiro

5.2. Elaine

5.3. Liliane

4.4. Maurício Alves c.c Leonice. Teve:

5.1. Maurício

5.2. Patrícia

2.3. Elias Profeta, c.c Faustina Profeta.

2.4. Leão Profeta, foi comerciante e vereador de Atibaia entre 1936 a 1958, homenageado com um nome de rua no centro da cidade. Foi c.c Oscarlina de Almeida Bueno, filha do cap. Benedito Almeida Bueno e de Maria Paula Bueno de Aguiar (ver 3.2., 2.1., 1.2., N° 08, cap. 5° do título Alves do Amaral). Tiveram:

3.1. Luciano Profeta “Tico Profeta” n. aos 10.ABR.1921 e f. aos 22.NOV.1990. Foi corretor de imóveis, foic.c Bárbara Puzoni n. aos 30.JAN.1927 e f. aos 14.MAIO.1973. Tiveram:

4.1. Ricardo Leão Profeta, comerciante, c.c Neusa Manoel. Teve:

5.1. Pedro Henrique

5.2. Maria Carla

4.2. Angela Maira Leão Profeta, professora, c.c Luiz Augusto Neiva de Lima. Teve:

5.1. Luiz Augusto

5.2. Luciana

5.3. Mariana

3.2. Maria da Graça Profeta “Gracita” f. aos 24.ABR.2012, foi c.c Antônio Júlio de Toledo Garcia Lopes “ Totó Júlio”, prefeito de Atibaia de 19.DEZ.1966 a 02.FEV.1970. Tiveram:

4.1. Ana Maria Garcia Lopes, professora, c.c Celso Carlos Chaves. Teve:

5.1. Ana Elisa

5.2. Priscila

5.3. Sara

5.4. Mirian

4.2. Rosa Maria Garcia Lopes, professora, c.c Miguel Alberto Magro, comerciante. Teve:

5.1. Marcos Paulo

5.2. Alessandra

4.3. Carlos Eduardo Garcia Lopes, diretor da tradicional imobiliária UAL, foi c.cClélia Dias Monteleoni, professora.

4.4. Sônia Maria Garcia Lopes, professora, c.c David Alvisi, corretor de imóveis. Teve:

5.1. David Antônio

5.2. Arthur Henrique

5.3. Lívia Cristina

4.5. José Eduardo Garcia Lopes, diretor da imobiliária UAL, foi c.c Charlote Maria Cid Vasques, empresária. Teve:

5.1. Carla

5.2. Débora

5.3. Mônica

4.6. Célia Maria, falecida menor.

1.2. Delfino Antônio do Pradon. em 1844 (1° filho e não o 2° como aqui disposto), foi Generosa Maria Carvalho. Teve que descobrimos:

2.1. João Pereira do Prado que casou-se aos 30.ABR.1910 com sua prima Benedita Maria Pereira, filha de João Antônio do Prado (1.4. a seguir).

1.3. Alferes Antônio Joaquim do Prado, nada descobrimos.

1.4. João Antônio do Prado “João Gregório do Prado” n. em 1855 e f. aos 21.JUL.1927 foi casado aos 03.AGO.1889 em Atibaia com sua sobrinha Ricarda Maria Pereira (2.1., 1.6 a seguir), natural de Atibaia, filha de Gertrudes Maria de Jesus e de João de Paulo de Souza (1.6), irmão de João Antônio do Prado que faleceu em Atibaia aos 20.JUL.1927. Teve que descobrimos:

2.1 Donária Maria Pereira foi c.c Paulo Pereira Batista “Poli”, f° de Ana Maria n. em 1842 e f. aos 04.JUL.1922 e de Apolinário Pereira Batista (que já falecido em 1922), f° de Joaquina Ana Maria e de João Firmino Batista[189]. Teve q. d.:

3.1. João Pereira Leite “João Poli” foi c.c Juventina Boava[190], com geração.

3.2. Benedito Pereira Leite “Tico Poli” foi c.c Luiza Barbosa, com geração.

3.3. Luiz Pereira Leite “Luiz Poli” foi casado com Maria (…), com geração.

3.4. Balbina Maria Pereira do Prado n. aos 02.ABR.1921 em Atibaia onde faleceu aos 26.ABR.1993, foi c.c seu parente João Batista Pereira Leite (ver 3.4., 2.1., 1.2., N° 06, cap. 8° a seguir). Teve q.d.:

4.1. Benedito Pereira Leite, nascido em 1938, solteiro.

4.2. Angelina Pereira Leite c.c Paulo Barboza. Teve:

5.1. Renato c.c Adriana. Teve

6.1. Renan

6.2. Ana Renata

6.3. Breno Luiz

5.2. Nicanor

5.3. Paulo c.c Maria do Socorro. Teve:

6.1. Paulo Henrique

6.2. Diego

5.4. Solange c.c José Carlos. Teve:

6.1. Aline

4.3. Lázaro Batista Leite, n. em 1946 e f. solteiro aos 07.JAN.2011.

4.4. Maria de Lourdes Leite Bueno n. aos 22.NOV.1950, c.c seu parente Luiz Pereira Bueno “Luiz Bino” (ver 4.8., 3.1., 2.2., 1.4., N° 06, cap. 8° deste título), f° de Benedito Pereira Bueno e de Maria Antonia da Conceição, neto materno de Benedito Menino Nascimento[191] e de Maria Antonia das Dores e neto paterno Balbina Maria de Jesus Pinto (ver 2.2., 1.5., N° 06, cap. 8° a seguir) e de Felisbino Pereira Bueno, f° de Manoela Ana de Souza e de Sipriano Pereira Bueno, irmão de Apolinário Pereira Batista (acima no nº 2.1.). Tiveram:

5.1. Ana Lucia Bueno dos Reis n. aos 19.ABR.1968 c.c José Benedito dos Reis, natural de Natercia/MG, sem geração.

5.2. Sueli Aparecida Pereira Bueno n. aos 02.ABR.1970.

4.5. José Aparecido Leite, n. em 1956 e f. solteiro aos 10.SET.2011.

4.6. Israel Batista Leite, solteiro n. em 1960.

4.7. Helena P. Leite n. em 1961, c.c Valdemar Poloni, da família Poloni do bairro do Portão.

2.2. Cecília c.c Antônio Martins. Teve q.d:

3.1. Lázaro

3.2. Ana

3.3. Ricarda

3.4. Benedito

2.3. Benedita Maria Pereira, nascida em 1893 e casada aos 30.ABR.1910 com seu primo João Pereira do Prado, filho de Delfino Antônio do Prado (1.2. acima) e de Generosa Maria Carvalho. Teve, q.d:

3.1. Benedito

3.2. Otávio

3.3. João

3.4. Gerturdes c.c Francisco.

3.5. Zoraide c.c Atílio, irmão de Francisco c.c Gertrudes acima.

1.5. Umbelina do Prado, nada descobrimos.

1.6. João de Paula Souza c.c Gertrudes Maria de Jesus n. em 1853 e f. aos 06.JUL.1913, filha de Gonçalves Pereira Bueno e de Maria Bueno de Jesus. Teve q.d:

2.1. Belarmino de Paula Souza “Belarmino Gregório”c.c Zumira. Fazendeiro na região do bairro dos Pintos e adjacentes. Teve, q.d:

3.1. Aparecido de Souza c.c Balbina.

3.2. Generosa de Souza n. aos 27.OUT.1933 f. em 2011, foi c.c José Antônio da Silva, residentes no bairro dos Pintos em Atibaia. Teve:

4.1. Laercio

4.2. Maria

4.3. Ivete

4.4. Durvalina

4.5. Isaura

4.6. Orlando

4.7. Zulmira

4.8. Florineide

3.3. Sebastião de Paula Souza c.c Maria.

3.4. Jaime de Paula Souza c. Luzia.

3.5. Rosalice c.c Antônio Gomes.

3.6. Leoníce c.c Nelson Costa.

2.2. Salvador de Paula Souza “Salvador Gregório”n. em 1889 em Atibaia e aí f. aos 12.NOV.1965, foi c.c Escolástica da Silva Leite. Foi proprietário de uma fazenda onde, hoje, encontra-se o Clube da Montanha. Teve:

3.1. Antônio

3.2. Nicanor “Feio”c.c Luzia dos Santos.

3.3. Sebastião

3.4. Juliana

3.5. Onória

3.6. Amélia

3.7. Maria

3.8. Alcides

2.3. Januário Antônio do Prado c.c Joana Mariada Conceição fª de Benedito de Godoi Moreira e de Francisca Maria da Conceição. Foi residente no bairro dos Pintos e teve uma propriedade onde hoje se encontra o colégio Major Alvim.

3.1. Salvador Antônio do Prado n. aos 23.SET.1915 em Atibaia e aí f. aos 01.DEZ.1974, foi c.c Gertrudes Leite “Tudinha”(ver desc. em 6.7. 5.5., 4.1., 3.1., 2.3., 1.3., N°01 do cap. 1° do título Siqueira Franco e também nos títulos Alves do Amaral e Leite). Salvador Antônio do Prado herdou de seu pai uma propriedade de 6 alqueires de terra na Estância Lynce que vendeu a Cezar Memolo, local onde hoje estão o colégio “Major Alvim” e o hotel Gran Rocca.

3.2. Benedito “Benedito Guru”, topógrafo, casado.

2.4. João de Paula Souza Filho “João Grande”c.c Olívia. Teve q.d:

3.1. Amantino c.c Lucia.

3.2. Maria c.c Sebastião Franco

3.3. Benedito

3.4. Angelino

3.5. Onória

2.5. João Manoel de Paula Souza “João Maneco”c.c (….). Teve, q.d:

3.1. José

3.2. Isaura

3.3. Leopoldo

3.4. Felício

1.7. Claudiana Gregório do Prado c.c seu parente João Manoel Pinto n. em 1874 e f. aos 05.AGO.1922, f° de José Francisco Pinto e Claudiana Maria (ver 1.5., N° 06, cap. 8° a seguir). Encontramos um documento que aponta outra esposa de João Manoel Pinto, o que nos faz deduzir que Claudiana Gregório foi sua provável 1ª espsosa.

Capítulo 6º

João Pereira

João Pereira nascido aos 09.MAIO.1806, último filho de Francisco Pereira Pacheco e sua primeira esposa, Ana Rosa que faleceu aos 12.DEZ.1806. Nada descobrimos. É muito provável que faleceu menor.

Capítulo 7º

Maria Jesuina

Maria Jesuína nascida em Atibaia aos 09.DEZ.1808 e aí se casou aos 31.JAN.1821 com seu parente, Pedro Pereira Bueno[192], natural de Juqueri, filho do Sargento José Pereira Bueno, natural de Juqueri e de Clara Maria da Annunciação, natural de Conceição de Guarulhos (irmã da 1ª esposa do tronco deste título), neto paterno de Maria Bueno de Camargo (SL 1/397), natural de Atibaia e de Inácio Pereira Pacheco, natural de Juqueri, casados em Sorocaba em 1764, este irmão do pai do tronco deste título, Francisco Pereira Pacheco, o velho, Silva Leme 2/121. Nada descobrimos, mas acreditamos que pelo menos parte da família atibaiana: Pereira Bueno, pode descender por alguns ramos deste capítulo.

Capítulo 8º

José PereiraLeite

José Pereira como constou de seu casamento ou José Pereira Leite “Puli” como mais tarde ficou conhecido nasceu aos 18.MAR.1810 em Santa Rita (provavelmente o nome de uam fazenda), sendo batizado em Atibaia como declarou em seu testamento contido no inventário e vimos o seu batismo. Faleceu aos 26.MAR.1872 em Atibaia. Casou-seprimeira vez aos 07.JUN.1825 em Atibaia com Joaquina Maria de Jesus ou simplesmente Joaquina Cardoso, como constou em seu casamento, sendo ela natural de Juqueri n. em 1812, filha de Manoel Batista de Oliveira, natural de São Paulo e de Maria Cardoso de Moraes, natural de Juqueri, neta paterna materna de João José de Moraes, natural de Nazaté Paulista e de Rita Rodrigues, natural de Juqueri. Na data de seu casamento, José Pereira Leite residia no bairro de Itapetinga e segundo seu inventário e seu testamento datado de 20.NOV.1869, possuia terras no bairro do Ribeirão dos Porcos onde residia e juntamente com seu irmão João Pereira Leite pode ser considerado um dos troncos da numerosa família Pereira Leite “Puli ou Polí”de Atibaia. Segunda vez casou-se com Cândida Maria da Silveira (ver 1.2. N° 06, cap. 8° do título Siqueira Franco), filha de Maria da Cunha Silveira e de Francisco Bueno da Cunha, neta paterna de Escolática Ortiz de Camargo e de Aleixo José Bueno, primeiro marido de Escolástica Rodrigues de Almeida (ver capítulo 3° do título Freitas deste trabalho) e neta materna de Francisca Margarida Pedroso e do capitão 3° capitão-mor de Atibaia, José de Siqueira Franco. Teve com sua primeira esposa os 15 filhos, sendo que 5 moreram na menoridade, e os demais estão descritos nos dez primeiros capítulos, e com sua segunda esposa, Cândida Maria da Silveira, com quem se casou em 1857, os 7 últimos filhos. Todos os filhos são citados no inventário de José Pereira Leite consultado por nós:

Nº 01 Vicente Pereira Leite

Nº 02 Fructuoso Pereira Leite

N° Antônio Pereita Leite n. em 1835, provavelmente falecido menor.

Nº 03 Severino ou Seferino Pereira Leite

Nº 04 Justina Maria de Jesus

Nº 05 Maximiliano Maximiano Pereira Leite

Nº 06 Maria Pereira Leite

Nº 07 Julião Pereira Leite

Nº 08 TenenteJacinto Pereira Leite

Nº 09 Justo Pereira Leite

Nº 10 João Pereira Leite

Nº 11 José Pereira Leite

Nº 12 GaldinoSilveira Leite

Nº 13 Maria Silveria Leite ou Pereita Leite, nascida em 1862. Nada descobrimos.

Nº 14 Basílio Pereira Leite

Nº 15 Francisco Silveria Leite

Nº 16 AurelianoSilveira Leite, nascido em 1868. Nada descobrimos (ver 3.6., 2.1., 1.2., N° 01 a seguir).

Nº 17 Benedito Silveria Leite

Nº 01 Vicente Pereira Leite n. em 1833, casado aos 08.MAIO.1849 com Umbelina Maria da Silveira (irmã de Candida, c.c o pai de Vicente, acima), filha de Maria da Cunha Silveira e de Francisco Bueno da Cunha, este filho de Aleixo José Bueno e de Escolástica Ortiz de Camargo de Juqueri, teve q.d:

1.1. Constância Joaquina Leite c.c seu primo segundo José Marcelino Leite (ver desc. em N° 01, cap. 11° adiante).

1.2. Amaro da Silveira Leite c. c Gertrudes Fernandes. Teve q.d:

2.1. Vicente Amaro Pereira Leite n. aos 12.FEV.1889 e f. aos 19.MAR.1969, casado aos 23.JAN.1915 com Francisca Maria da Conceição n. aos 06.JUN.1896 e f. aos 27.OUT.1977,fª de Antônio Pereira de Souza e de Júlia Maria da Conceição. Teve q.d:

3.1. Fausto, falecido menor

3.2. Mário Pereria Leite n. aos 09.FEV.1918 em Caetetuba, viúvo de Laura Toledo Leite.funcionário da loja Selaria Esporte em Atibaia Teve:

4.1. Reginaldo Pereira Leite f. aos 14.AGO.1986, foi c.c Sueli Gallo, falecida em 2007. Teve:

5.1. Leandro

5.2. Leandra

5.3. Eliandra

3.4. Antonia Pereira Leite c.c Eloi Freire dos Santos. Teve q d.:

4.1. Sérgio Freire dos Santos, solteiro.

4.2. Sonia Freire dos Santos , c.c Ademir Bernardes, industrial. Teve:

5.1. Raquel Roberta Bernardes

5.2. Ademir Jr., c.c. Carol Lawand. Teve:

6.1. Lucas

6.2. Nicole

4.3. Maria Antonia F. Antônio c.c José Roberto Antônio. Teve:

5.1. Patrícia c.c José dos Santos c.c José dos Santos.Teve:

6.1. Jadh Carolina

5.2. Elenita Freire Antônio dos Santos c.c Alexandre dos Santos. Teve:

6.1. Luis Eduardo

5.3. Letícia Freire Antônio, separada. Teve:

6.1. Márcio

4.4. Marco Antônio Freire dos Santos, solteiro.

4.5. Eloina F. dos Santos c.c Valdemar Leandro do Espírito Santo “Dema”. Teve:

5.1. Elaine, casada. Teve:

6.1. Gabriel

5.2. Marcelo Leandro casado. Teve:

6.2. Felipe

6.3. Fernando

4.6. José Pedro, separado. Teve:

5.1. Érica Romantini dos Santos

3.5. Etelvina, falecida em 2007, c.c Samuel Ferreira de Freitas, foram residentes em SP. Tiveram:

4.1. Moacir, falecido.

4.2. Claudio, falecido em 2007.

4.3. Celso

4.4. Flávio

4.5. Vanderlei

3.6. Júlia c.c José Silveira Leite“Zé Pomba” n. aos 25.NOV.1928 e f. aos 27.FEV.2000, filho de Benedita Maria Nazaré e de João Silveira Leiten. em 1888 e f. aos 27.DEZ.1961, filho de Aureliano Alexandrino Leite, o qual é muito provável ser o citado no N° 16 acima. Teve:

4.1. Paulo c.c Ana Alves de Oliveira, irmã de Idalina, já falecida, que foi c.c Marcos Bedore, ver 4.5., 3.8., 2.1., 1.4., N° 02, cap. 3° do título Bedore. Teve:

5.1. Pauliana, com geração.

5.2. Paulo, com geração.

5.3. Priscila, com geração.

4.2. Joseli foi c.c. Ana, já falecida Teve:

5.1. Lucas n. aos 07.DEZ.1987, acadêmico de psicologia pela FAAT.

5.2. Igor n. aos 26.OUT.1994.

3.7. OlavoPereira Leite f. aos 07.NOV.2013 com 83 anos, foi c.c Ana Maria de Lourdes Arcuri Leite. Teve:

4.1. José Roberto Pereira Leite n. aos 07.FEV.1952 e f. aos 12.NOV.1996, foi advogado.

5.1. Mariana

4.2. Elisabete foi c.c Durval Mantovaninni, fº de Durval Mantovaninni, ex-vereador (1964 a 1982) e ex-presidente da câmara (1979/80)n. aos 22.ABR.1919 e f. aos 03.OUT.2009, com quem teve os 2 primeiros filhos:

5.1. Luciana Pereira Leite Mantovaninni. Teve:

6.1. Rafael

6.2. Guilherme

5.2. Fabiano, foi c.cm Maria Inês com quem teve dois filhos:

6.1. David

6.2. Leonardo

5.3. Sheila

5.4. Camila

5.5. Iara

5.6. Lucas

4.3. Olavo Pereira Leite c.c Rozilda Maria (ver 4.2., 3.2., 2.2., 1.6., N° 03, cap. 2° do título Freitas e N° 03, cap. 5° do título De Carlo). Teve:

5.1. Leandro, casado e residente no Japão.

5.2. Juliana

4.4. Eliana foi c.c Claudinei. Teve:

5.1. Jéssica

5.2. João Victor

4.5. Paulo casado com geração.

3.8. Otávio Pereira Leite c.c Olália Berto. Teve:

4.1. Neide, casado com geraçao

4.2. Nilse, casado com geração.

4.3. Nilseia, casado com geração

4.4. Nilson, casado com geração.

3.9. Áurea Pereira Leite, c.c José Bezerra. Teve:

4.1. João Batista

4.2. Antônio Carlos

4.3. Enilda

4.4. José Luiz, policial civil, falecido solteiro.

3.9. Lourdes Pereira Leite Garcia casada em 1ª núpcias com Silvio Garcia Finco, com teve 6 filhos, e casada em 2ª núpcias com Jonas Duette Mendes. Teve:

4.1. Márcia Leite Garcia, foi c.c Wagner Pires de Oliveira, já falecido. Teve:

5.1. Lívia

5.2. Tássia

4.2. Djair Leite Garcia, c.c Eleonora Pereira Garcia. Teve:

5.1. Danilo

4.3. Maria Dolores, “Loli” foi c.c. ˙Reinaldo Hassen, advogado e contador. Teve:

5.1. ˙Reinaldo Jr. Teve:

6.1. Isabela

5.2. Ricardo

5.3. Vivian

4.4. Djalma c.c Paula. Teve:

5.1. Gabriela

5.2. Rubens

4.5. Genilson, c.c Elisabete Badiali. Teve:

5.1. Felipe

5.2. Gustavo

4.6. Jorge, c.c Ana Paula. Teve:

5.1. Tiago

5.2. Bruna

2.2. Pedro Amaro

2.3. Tortulhano

1.3. Francisco Amaro Leite (não conseguimos provas de ser esse Francisco filho de Vicente, mas como há grande possibilidade de ser, decidimos pela inclusão do mesmo nesta descendência).

1.4. Ana Umbelina Leite n. em 1874 e f. aos 08.JUN.1914, foi casada em primeira núpcias com (?) e em segunda núpcias com José Salles Cardoso, que era filho de Francisco de Salles Cardoso e de Thomázia Maria de Jesus, os quais foram os primeiros proprietários do sítio Itapetinga[193] nobairro de mesmo nome; sítio este que fora, em parte, adquirido em 1875 e em 1876 pelos irmãos:cel Jacinto Leite e por Pedro Alexandrino Leite (meu tetravô), ver capítulos 8º e 6º do título Leite, sendo que este último (Pedro Alexandrino) vendeu sua parte para seu irmão cel. Jacinto Leite em 1882. José Salles Cardoso erafilho mais velho de Francisco Sales Cardoso[194], tronco da família Salles de Atibaia. José Salles Cardoso casou-se três vezes; 1ª vez com Joana Maria de Jesus com quem teve 3 filhos (Paulo Salles Cardoso c.c. Júlia[ver 4.1., 3.3.,2.2., 1.1., N° 02, cap. 4° do título Siqueira Franco];João Rufino de Salles “João Matias” n. em 1908 c.c Laurentina Maria de Jesus “Nhá Laura” e Florisa Maria de Jesus c.c Nabor dos Santos); 2ª vez casou-se com Josefa Maria do Espírito Santo com quem teve 4 filhos (Benedito Salles Cardoso, n. em 1923 c.c Lydia Ledier [pais ou avós de Cenir, açogueiro já falecido]; Sebastião Salles Cardoso, n. em 1924; Leopoldina, n. em 1925 c.c Guilherme Siqueira, já falecido em 1935 e Raimundo Salles Cardoso c.c Rita Piques) e 3ª vez c.c Ana Umbelina Leite (1.4. acima), que teve 2 filhas de seu 1° casamento e um filho de seu 2° casamento José Salles Cardoso:

2.1. Maria Umbelina Leite, falecida solteira e sem descendentes.

2.2. Lídia Umbelina Leite, falecida solteira e sem desdendentes.

2.3. Simplício de Salles Cardoso nascido em 1917 falecido em 1976, c.c Isabel Maria Barbosa, falecida aos 08.JUN.1993, filha de Ana e de Joaquim Matias[195], esse, segundo familiares era irmão de José Salles Cardoso. Tiveram:

3.1. Adão de Salles Cardoso, c.c Adelaide Maria de Salles Cardoso. Teve q.d:

4.1. Maria de Fátima de Salles Cardoso.

4.2. Claudia Aparecida de Salles Cardoso

4.3. Edna Aparecida de Salles Cardoso, falecida.

4.4. Maria Benedita de Salles Cardoso

4.5. Maria Aparecida de Salles Cardoso, falecida.

4.6. Adão Batista de Salles Cardoso

4.7. Eva de Salles Cardoso

3.2. Eva Cecília Cardoso Carvalho c.c José Carvalho. Teve:

4.1. Adison Carvalho c.c Ana Maria da Silva Carvalho. Teve:

5.1. Anderson Carvalho

5.2. André Luiz Carvalho

4.2. Silvia Cardoso Carvalho c.c Mário Franco. Teve:

5.1. Mário Eduardo Cardoso

5.2. Fábio Luiz Cardoso

3.3. Luis Salles Cardoso c.c. Maria Lidionete (ver 3.1., 2.4. 1.4., nº 01 do capítulo 12º a seguir).

3.4. Daniel de Salles Cardoso c.c Maria Carvalho. Teve:

4.1. Michele de Salles Cardoso, falecida solteira em maio de 2005.

4.2. Bruna de Salles Cardoso

4.3. Daniela de Salles Cardoso

3.5. Conceição de Salles Cardoso c.c Mamedio Procópio Ferreira. Teve:

4.1. Cintia casada.

4.2. Sandra, casada.

4.3. Silvio, casado.

4.4. Gisele, casada.

1.5. Lodonio Silveira Leite casado aos 05.JUL.1884 com Maria Josefa, viúva de Benedito Antônio Gomes. N.d..

1.6. Delfina Maria da Silveira n. em 1852 e f. aos 26.NOV.1912 foi casada 2ª vez com Isaias Rodrigues da Cruz. N.d.

Nº 02 Fructuoso Pereira Leite n. em 1834, já se encontrava casado em 1872, ano de falecimento de seu pai. Foi c.c Catarina Clemenes Socrate (?). Teve q.d.:

1.1. Jesuina n. em 1863 e f. aos 21.MAR.192, foi c.c João Frederico Bueno e eram moradores de Caetetuba. Nada descobrimos

1.2. Vespasiano Pereira Leite n. 1866 e f. aos 13.JAN.1914, foi c.c Carolina Mª de Jesus e eram moradores do bairro de Caetetuba, em Atibaia.(ver 4.2., 3.1., 2.3., 1.6. N° 02, cap. 5° do título Alves do Amaral). Nada descobrimos.

Nº 03 Severino, Seferino ou Favorino Pereira Leite n. em 1838[196], já se encontrava casado em 1872 com Maria Egidia ou Elídia, a qual já era falecida em 1874, residentes em Juqueri. Acreditamos que Severino casou-se 2ª vez com Alexandrina Maria de Jesus. Teve q. d.:

1.1. Benedito f. aos 19.NOV.1912 com 55 anos na rua José Lucas, foi c.c Celsestina Marias da Conceição. Nada descobrimos.

1.2. Maria Antonia das Dores n. 1967 e f. aos 18.OUT.1927, residente no bairro da Laranja Azeda.

1.3. Maria de Paula Leite n. em 1881 e f. aos 11.AGO.1921 na rua Tomé Franco.

Nº 04 Justina Maria de Jesus c.c Floriano Francisco Bueno. Nada descobrimos.

Nº 05 Maximiliano ou Maximiano Pereira Leite n. em 1845, já se encontrava casado em 1872 e residente em Nazareth. Teve q.d.:

1.1. Antônio Pereira Leite n. em 1873 e f. aos 05.FEV.1950 c.c Felisbina da Conceição. Teve q.d.:

2.1. Maria do Carmo Leite Horta n. aos 03.OUT.1908 e f. aos 07.JUL.1976 c.c Mário de Oliveira Horta n. aos 03.ABR.1906 e f. aos 30.AGO.1955. Teve q.d.:

3.1. Evilásio Moyses Horta n. aos 02.AGO.1932 e f. aos 08.JUL.2006 c.c Doralice Alves de Souza, de família de Monte Sião/MG. Teve:

4.1. Roberto “Tinho”, já falecido. Teve:

5.1. Aline

4.2. Rubens, divorciado. Teve:

5.1. Lucas

4.3. Reginaldo “Dú”, divorciado. Teve:

5.1. Leda

5.2. David, pastor evangélicoc.c Kaity. Teve:

6.1. Sofia

4.4. Reinaldo “Deza”.

4.5. Roseli c.c Zeca (ver 3.6. 2.2., 1.8., N° 09 adiante), sem filhos.

3.2. Eurídes, já falecido, foi casado e deixou 3 filhos.

3.3. Venâncio, viúvo. Teve 2 filhos.

3.4. Antônio de Oliveira Horta n. aos 07.SET.1944 e f. aos 30.JAN.1988.

3.5. Felisbina “Nina” n. aos 29.JAN.1940 e f. aos 23.AGO.1999 foi c.c CarlosSilveira Prado n. aos 18.ABR.1932 e f. aos 23.DEZ.1989. Teve q.d.:

4.1. Márcio Silveira Prado n. aos 25.JUN.1966 e f. aos 05.JAN.1984.

2.2. Etelvina Conceição Pereira Leite f. aos 20.JUL.1991 foi c.c Zelindo Marafante. Teve 2 filhos:

3.1. Bonano Marafante n. aos 01.JAN.1928 e f. aos 07.NOV.2011, ex-diretor da Câmara Municipal de Atibaia.Foi casada 1ª vez com Laura Cordo, filha de Cantidia Locatelli e de Benjamim Cordo e 2ª vez com Madalena. Teve um único filho do 1° casamento:

4.1. Luciano José c.c Ana Teresa Geraldo Martins. Teve:

5.1. Mariana

5.2. Laura

3.2. Eutyciano Marafante, residente em Recife/PE.

Nº 06 Maria Pereira Leite[197], já se encontrava casada em 1872 com Ignácio de Paula Pinto, natural de Monte Sião, filho de portugueses; eram moradores em Nazaré em 1872, mas segundo descobrimos, Inácio foi fundador da fazenda onde hoje se encontra o bairro dos Pintos, próximo ao Clube da Montanha e pode ser considerado o tronco da família Pinto do bairro de mesmo nome em Atibaia. Teve que descobrimos:

1.1. Inácio Antônio de Oliveira Pinto[198]n. em 1841em Nazaré Paulista e f. na chácara de Tabatinguera (hoje bairro Jardim São Nicolão, próximo a Gardênia) aos 02.MAIO.1916. Foi c.c sua prima Maria Benedita de Jesus ou “Mariquinha” Pereira Leite (ver 1.2. N° 07 a seguir). Teve, segundo o óbito de Inácio, 8 filhos(Felício, Antônio, Amélia, João, Sebastião, Bento, José e Joaquim):

2.1. João Pereira Leite “João Inácio” n. em 1889 em Atibaia e aí f. aos 31.AGO.1965, foi casada também em Atibaia aos 12.AGO.1912 com Eudósia Maria de Almeida “Nhanã Dósia” n. em Atibaia em 1893, fª do portugueses João ou Antônio de Almeida e de Maria Tereza. Teve q.d:

3.1. Juvenalde Almeida Leite c.c Francisca Eusébio, fª de José Eusébio, foram moradores do Pico do Barreiro hoje conhecido como Morro do Saci em Atibaia. Teve:

4.1. Terezinha

4.2. Antônio

4.3. Renato

4.4. Bernadete c.c João Batista de Aguiar (ver 2.2., 1.1., N° 05, cap. 8° do título Leite).

4.5. Adelaide c.c João P. da S.Pinto (ver 3.7., 2.4., 1.4., N° 01, cap. 8° do título Oliveira Cesar).

3.2. BentoPereira Leite f. aos 24.SET.1992, foi c.c Ana Paula. Teve:

4.1. Nelson Benedito casado com sua parente (…) ver 4.1., 3.1., 2.7. a seguir. Teve:

5.1. Ana Maria

5.2. Edson

3.3. Joaquim Benedito c.c Aurora Frazão. Teve:

4.1. João Manoel

4.2. Florisbela Maria

3.4. José Mª Santana Leite c.c Leopoldina P. Bueno(ver 4.1., 3.1., 2.2., 1.5. N° 06 deste capítulo). Teve:

4.1. Benedito Pereira Leite f. aos 16.JAN.1997.

4.2. João Maria Leite f. aos 26.AGO.2012 com 73 anos, foi c.c Luzia Pereira Bueno. Teve:

5.1. Benedita Aparecida Donizette Leite

5.2. Janice Maria Leite

5.3. João Batista Leite, servidor público municipal.

5.4. José Roberto Leite

5.5. Fabiana Maria Leite

5.6. Lucia Aparecida Leite

5.7. João Maria Leite

4.3. Geraldo “Tiguera’ f. aos 21.JUL.2013.

3.5. João Batista Pereira Leite n. aos 28.ABR.1915 e f. aos 23.FEV.1984. Foi c.c sua parente Balbina Pereira Leite (ver desc. em 3.4., 2.1., 1.4., N° 01, cap. 5° deste título).

3.6. Benedito Leite, falecido menor.

3.7. Benedito Pereira Leite f. aos 16.JAN.1997.

3.8. Carmem Aparecida Leite c.c Federico Pique. Teve 4 filhos.

3.9. Luzia Pereira Leite c.c Antônio Zago. Teve q.d.:

4.1. Hélio

4.2. Helena

2.2. Antônio Pinto c.c Gabriela Maria de Oliveira fª de Maria Luiza de Oliveira e de Firmino Lidier n. em 1829 e f. aos 20.JAN.1909 , no largo do Rosário, imigrante francês, tronco da numerosa família Ledier de Atibaia. Teve:

3.1. Faustino Pinto c.c Maria Pomari ou Pomaro.

3.2. Inácio Pinto, foi residente em São Paulo.

3.3. João Pinto c.c Natalina Sarilho, foram residente em São Paulo.

3.4. Sebastião Pinto c.c Adelina Pamori, irmã de Maria Pomari, acima.

3.5. Manoel Pinto c.c Joana Geia, foram residentes em São Bernardo.

3.6. Antônia Maria de Jesus n. aos 08.MAR.1920, foi casada aos 22.JUN.1940 com Silvestre Borghi, filho do italiano Pedro Borghi e neto de Francisco Borghi, trondo da numerosa família Borghi de Atibaia. Teve:

4.1. Luiz Borghi falecido aos 01.JAN.2018 foi c.c Tereza Luiz. Teve:

5.1. Priscila casada com geração.

4.2. Neusa Borghi c.c Jorge. Teve:

5.1. Jaqueline, já falecida, foi c.c Luiz Gonçaga Peçanha. Teve:

6.1. Giovane

5.2. Giane c.c Edson. Teve:

6.1. Lucas

6.2. Edson Jr.

5.3. Cristine c.c Marcelo. Teve:

6.1 Júlia

4.3. Maria Edna Borghi, já falecida, foi c.c José. Teve:

5.1. Roseli

5.2. Rosangela

5.3. Fernanda cc. Valdeci Antônio Tricoli “Jumbinho” filho de Ivone Esmeraldo Censi e de Armando Tricoli, impotante agricultor de Atibaia e presidente do sindicato rural, falecido em 2014. Teve:

5.1. Taina

5.4. Fernanda

5.5. Carla

4.4. José Carlos Borghi c.c Oscarlina. Teve:

5.1. Henrique. Teve:

6.1. Renan

5.2. José Carlos Filho

5.3. Simone

4.5. Gabriel Borghi n. aos 14.NOV.1951, c.c Ana Lúcia.

4.6. Elisabete viúva de Nilo NeryJr. n. aos 21.FEV.1956 e f. aos 27.JUN.1996. Teve:

5.1. Nilo n. aos 19.JUN.1982, formado em direito. Teve:

6.1. Laura n. em maio de 2011.

5.2. Felipe n. aos 20.FEV.1984. Teve:

6.1. Larissa n. aos 18. FEV.2011.

4.7. Suely Borghi, solteira

4.8. Silvestre Borghi Júnior “Carneiro” foi c.c Carmem. Teve:

5.1. Gabriela

5.2. Pietro

3.7. Belimira Pinto c.c José Pedroso

3.8. Palmira Pinto c.c Basílio de Moraes

3.9. Benedita Pinto c.c Pedro de Lima Cesar, do bairro da Boa Vista, muito provavelmente da família Oliveira Cesar, retratada aqui no título Oliveira Cesar.

2.3. Sebstião Pinto c.c sua parente distante Maria Soares (ver desc. em 1.1. N° 03, cap. 2° do título Leite).

2.4. Felício, foi residente em Jundiaí.

2.5. Bento Pinto c.c Emília Conceição. Teve:

3.1. Nelson Pinto c.c Matilde Elisabete Boskoski. Teve:

4.1. Hamilton, já falecido foi casado e com geração.

3.2. Escolática Pinto c.c Cristoforo Panachão. Sem geração.

3.3. Benedito Pinto, solteiro, já falecido.

3.4. Maria Pinto, já falecida, solteira.

3.5. Maria Pereira Leite c.c José Bueno da Rocha. Teve:

4.1. Antônio Pinto “Pequeno” n. aos 27.MAR.1941, c.c Terzinha da Silva Guidio Bueno, s. d.

4.2. João, falecido menor.

3.6. Lázara Conceição Pinto, falecido solteira.

3.7. ElviraConceição Pinto, falecida solteira.

2.6. José Pinto, já falecido, foi comerciante de fumo no mercado municipal de Atibaia e casou-se 3 vezes, mas sem informação. Teve q.d.:

3.1. Israel casado com sua parente Maria Pinto.

3.2. Valentin, calceteiro.

3.3. João Pinto

3.4. Maria

2.7. Amélia Pinto “Nhá Amélia Pomba[199]” f. em 1942, foi c.c Benedito Pereira Batista (ver nota de rodapé em 2.1., 1.4., N° 01, cap. 5° deste título). Teve:

3.1. Maria Rita c.c Armando Pinzan, filho de Augusto Pinzan de Santa Margharita D´Adige/PD, imigrante italiano que chegou em Atibaia em 1921/22. Teve:

4.1. Adriana c.c Benedito Nerzio Leite.

4.2. Alvaro

4.3. Elza c.c Tadao Ando.

4.4. João Bosco

3.2. Benedito Pereira Santana “Nito Pomba” casada 1ªvez com Brígida de Jesus e 2ª vez Maria dos Santos. Teve:

4.1. Sebastião Pereira Santana “ Sebastião Pomba” c.c Oralina. Teve:

5.1. Alvaro

5.2. Nelson

4.2. Amélia Pomba c.c Evaristo Bizarri, f. no parto de seu primeiro filho que também faleceu.

4.3. José Pereira Santana “Zé Pomba” c.c Elisa Serafim Bueno Santana, f. aos 19.MAR.2011, residentes no bairro da Água Espraiada. Teve:

5.1. Domingos “Mingo Pomba” c.c sua parente Aparecida de Jesus Leite Santana (ver 5.1., 4.3. 3.3. adiante). Teve:

6.1. Ivânia foi c.a. Marcos. Teve:

7.1. Alana

6.2. José Antônio c.c Sueli. Teve:

7.1. Willian

7.2. Gabriela

6.3. Sérgio Domingos do Espírito Santana c.c Marisol Buscariolo Rodrigues Santana, que foi durante muitos anos assessora do ex-vereador Odair Bedore. Teve:

7.1. Thiago Rodriges Santana

6.4. Domingos Filho foi casado. Teve:

7.1 Lucas

7.2. Matheus

7.3. Daniel

6.5. Maria Elisa c.c Sérgio. Teve:

7.1. Gabriel

6.6. Rita de Cássia c.c Flávio. Teve:

7.1. Gabriel

6.7. Luciana c.c “Tuca”. Teve:

7.1. Vinicius

7.2. Tâmare

6.8. Fabiana Aparecida foi casada. Teve 3 flhos:

6.9. Suzana Cristina, solteira.

5.2. José Benedito P. Santana c.c sua parente Antonia do Espírito Santo (ver 5.1., 4.1.,3.3. abaixo). Teve:

6.1. Simone

6.2. Ana Paula

5.3. Pedra Pereira Santana c.c Vicente Bizarri. Teve:

6.1. Luiz

6.2. José Roberto

6.3. Eduardo

5.4. Aparecida Pereira Santana c.c João Bento de Moraes. Teve:

6.1. João Carlos

6.2. Joelma

6.3. Paulo Henrique

6.4. Patrícia

5.5. Pedro Ap° Santana c.c Ivete Poloni, da família Polini do bairro do Portão. Teve:

6.1. Daniela Brígida

6.2. Gabriela

5.6. Benedito Pereira Santana “Dito da venda” c.c Maria de Lourdes Corghi. Teve:

6.1. João Vitor, solteiro.

6.2. Edilane c.c Gesuldo. Teve:

7.1. Anna Cecília

7.2. Pedro

5.7. Jorge Pereira Santana c.c Verônica. Teve:

6..1. Liliane

6.2. Letícia

6.3. Luana

5.8. Maria Regina Santana c.c José Roberto Ferreira. Teve:

6.1. Rodrigo

6.2. Roberta

3.3. Sebastião Pereira Epifânio f. aos 19.JUL.1962 foi c.c Joana Maria Epifãnio f. aos 09.JUL.1985, filha de Laureano Thomaz Pereira e de Maria Rita Pereira. Tiveram:

4.1. José Máximo do Espirito Santo “Zelão Pomba” n. aos 29.MAIO.1917 e f. aos 03.MAIO.1998 foi c.c Gertrudes Boava de Oliveira n. aos 14.NOV.1933, fª de José Boava de Oliveira e de Maria Joana do Prado, esta filha de Cantilha e de Emília do Prado, que muito provavelmente dos Prados retratados em N° 01, cap. 5° deste título. Teve:

5.1. Mário, já falecido, foi c.c Fausta Pereira. Teve:

6.1. Everton

6.2. Fábio

5.2. Antonia c.c seu parente José Pereira Santana (ver desc. em 5.2., 4.3. 3.2. acima)

5.4. Lucila “Lica” c.c Elzito Guedes Magalhães “Zito”. Teve:

6.1. Edson

6.2. Leandro

4.2. Benedita Pereira Batista

4.3. Eudóxia P. Batista c.c seu parente Leopoldo P. Leite (ver 2.9., 1.1., N° 07 adiante). Teve:

5.1. Aparecida c.c seu parente Domingos (ver desc. em 5.1., 4.3., 3.2. acima).

5.2. Vera Lúcia Leite f. aos 23.OUT.20098, foi casada. Teve:

6.1. Binho, já falecido.

6.2. Jane

5.3. Gonçalo Pereira Leite f. aos 17.AGO.1976.

5.4. Maria c.c Plínio. Teve:

6.1. Alas

6.2. (…)

6.3. (…)

5.5. Benedita c.c Rui, já falecido. Teve:

6.1. Rui Filho

6.2. Marcelo

6.3. Eduardo

5.6. João Amarante Leite, ex-escrevente do cartório de registro de imóveis de Atibaia c.c Iracema Kowalski Amaranti Leite. Teve:

6.1. João Leopoldo

6.2. Dalto Alfredo

6.3. Alexandra

4.4. Leopoldo

4.5. Benedito Pereira Epifânio

4.6. Maria

3.4. João Pereira Batista “João Pomba” c.c Maria José Arantes (ver 1.2., N° 02, cap. 9° do título Leite).

4.1. Benedito Batista “Tico Pomba”, já falecido foi c.c Jacyr do Carmo Batista. Tiveram:

5.1. ˙Claudinei Batista n. aos 16.JUN.1957, advogado, foi c.c Marlene Aparecida Cardoso com quem teve a 1ª filha:

6.1. Gisele Cardoso Batista. Teve:

7.1. Lívia Maria

6.2. Allan

6.3. Ayla

5.2. Edson casado. Teve:

6.1. Vinicius

5.3. Eliana, funcionária pública, c.c Ian Hobson. Teve:

6.1. Felipe

5.4. Walquiria, viúva de Fernando Kazuhiro Maeda. Teve:

6.1. Jéssica Tieme Maeda

5.5. João Maurício, marcineiro, c.c Gisele de Campos.

3.5. Faustino José Pereira c.c Escolástica Maria da Conceição. Teve:

4.1. Antonia Maria da Conceição

4.2. Gonçalo Pereira

4.3. Pedro Pereira “Pedro Pomba” n. aos 28.JAN.1933 viúvo de Iracema da Silva Prado. Teve:

5.1. Jesus Faustino Pereira

5.2. Rosana Pereira

5.3. Luiza Aparecida Pereira

5.4. Fausta Aparecida Pereira

4.4. Benedito Menino do Espírito Santo Pereira.

3.6. Gertrudes Pereira Batista c.c Luiz Martins. Teve:

4.1. Salvador, falecido solteiro.

3.7. Javina Pereira c.c Benedito da Cunha Leite. Teve:

4.1. José da Cunha Leite

4.2. João da Cunha Leite

4.3. Aparecido da Cunha Leite

3.8. Francisca Pereira casada 1ª vez com (…) f° de José Rodrigues com quem teve 1 flho e 2ª vez com Miguel Pinheiro. Teve:

4.1. Benedita, residente em Minas Gerais, sem informação.

2.8. Joaquim c.c Joseja, foram residentes em Perdões. Teve q.d.:

3.1. Joaquim Gomes “Quinzinho Gomes” c.c Joaquina. Teve q.d.:

4.1. Angelino Gomes “Lino Gomes” c.c Anzolina “Nola”.

4.2. Joana Leite c.c seu parente Benedito Leite “Dito Bastiano” (ver 2.2., 1.1. N° 07 a seguir)

4.3. José Rodrigues de Miranda “Zé Gomes” n. em fevereiro de 1919 c.c Glória Maria de Miranda n. aos 01.MAIO.1939 filha de João Antônio Salles Cardoso “João Custódio”. Teve q.d.:

5.1. Jeremias, servidor municipal c.c Roseli Aparecida S. de Miranda. Teve:

6.1. Jesiane

5.2. Jeni c.c Roberto. Teve:

6.1. Suelen

6.2. Vitória

5.3. Neli, divorciada. Teve:

6.1. Danilo

5.4. Sinézia c.c Wagner. Teve:

6.1. Natália

6.2. Daniele

5.5. Ananias, solteiro

1.2. Maria Joaquina n. 1853 e f. aos 19.JUL.1921, foi c.c seu tio, Galdino Silveira Leite (ver desc. em Nº 12, a seguir).

1.3. Joaquim Francisco Pinto[200] c.c Maria Angélica[201] n. em 1861 e f. aos 09.MAIO.1923. Teve q.d.:

2.1. Salvador Pinto n. em 1891 e f. aos 14.SET.1906 vítima de envenenamento por picada de cobra.

2.2. Antônio Pinto n. em 1903 e f. aos 04.MAIO.1922.

1.4. José Francisco Pinto[202] c.c Claudiana Maria. Teve q.d.:

2.1. Maria José de Jesus “Nhá Maria” c.c Pedro Luiz Gonçaga. Teve q.d.:

3.1. Joaquim faleceu solteiro.

3.2. Ernesto faleceu solteiro.

3.3. João faleceu solteiro.

3.4. Valério falece solteiro.

3.5. Luzia c.c Jorge Pereira ou Teles

2.2. Balbina Maria de Jesus c.c Felisbino Pereira Bueno filho de Manoela Ana de Souza e de Sipriano Pereira Bueno (sobre Sipriano ver nota de rodapé em 4.4., 3.4., 2.1., 1.4., N° 01, cap. 5° atrás). Teve:

3.1. Bendeito Pereira Bueno c. Maria Antonia da Conceição. Teve:

4.1. Leopoldina c.c José Maria Santana Leite (ver desc. em 3.2., 2.7., 1.3. N° 06 deste capítulo).

4.2. Osvaldo c.c Felícia Pedroso. Teve q.d.:

5.1. João

5.2. Maria Helena

5.3. Fábio

5.4. Tede

5.5. Abigail

4.3. Sebastião Pereira Bueno Sobrinho c.c Policena Sales, filha de João Rufino Salles. Teve:

5.1. Mauro

5.2. Luzia

5.3. Francisco

4.4. Antonia c.c Júlio Zago. Teve:

5.1. Mário

5.2. Neide

5.3. Renato

5.4. Flávio c.c Pedra, fª de José Gregório, já falecido, da família Gregório (Prado).

4.5. Isabel c.c. José Aparecido de Moraes “Zé Gaspar” falecido em 2013. Teve:

5.1. Maria Rosa

5.2. Maria Madalena

5.3. Jacira

5.4. Paulo

5.5. Renato

5.6. Benedito

5.7. Cristiano

5.8. Maria Inês

4.6. Terezinha c.c Sebastião Pedro dos Santos. Teve:

5.1. Renato

5.2. Elza

5.3. Caio

5.4. Irineu

5.5. Crivia

5.6. Joana

47. Rosalina c.c Otávio Soares. Teve:

5.1. Maria

5.2. Mauro

5.3. Marlene

4.8. Luiz Pereira Bueno “Luiz Bino” n. aos 16.DEZ.1939, casado aos 24.DEZ.1966 com sua parente Maria de Lourdes (ver desc. em 4.4., 3.4., 2.1., 1.4., N° 06, cap. 5° deste título)

4.9. Maria Aparecida Bueno c.c João Santos. Teve:

5.1. Josefina

5.2. Luiz

5.3. José

5.4. Cristiane

3.2. Juviano Pereira Bueno, falecido solteiro

3.3. Sebastião Pereira Bueno c.c Benedita, filha de Florisa Maria de Jesus e de Nabor dos Santos.

3.4. José Pereira Bueno c.c Joana filha de João Pinto. Teve:

4.1. Evangelista c.c Irene Xavier, já falecida. Teve:

5.1. Ivan Pereira Bueno, serventuáro da Justiça, foi colega de turma deste autor.

5.2. Michel Pereira Bueno

4.2. Valdemar c.c Rita Leite (ver 3.3., 2.6., 1.1, N° 03, cap. 2° do título Leite).

3.5. Deolinda Pereira Bueno c.c Maximo Pinto (da família Gregório)

2.3. João Manoel Pinto n. em 1874 e f. aos 05.AGO.1922 foi c.c Honória Monteiro de Alcantara. Teve q.d.:

3.1. Sebastião Aparecido f. aos 29.JUN.1926.

3.2. Conceição, já falecida e casada. Nada descobrimos.

3.3. Faustina, já falecida e casada. Nada descobrimos.

3.4. Leduina, já falecida e casada. Nada descobrimos.

3.5. Benedita, já falecida, nada descobrimos.

3.6. José Antônio c.c Lázara Rufino Siqueira Pinto, fª de João Rufino de Sales “João Mathias” e de Laurentina “Nhá Laura”. Teve:

4.1. João Batista Pinto n. aos 29.OUT.1939 c.c Maria José Bueno Pinto. Teve:

5.1. José Roberto Pinto c.c Cristiane Cesar. Teve:

6.1. Camila

6.2. Lucas

5.2. Sônia c.c Rildo Willian, f° de Paulo Alexandrino e Elvira. Teve:

6.1. João Paulo

6.2. Kelly Cristina

5.3. Edson, divorciado de Mariana. Teve:

6.1. Marco Aurélio, falecido menor.

6.1. Bruno Yago

5.4. André Luiz c.c Maria Conceição. Teve:

6.1. Ana Beatriz

6.2. Giovana

5.5. Maria Cristina, falecida menor.

4.2. Romeu Sales Pinto c.c Gabriela Aparecida Sousa. Teve:

5.1. Ana Carolina

4.3. Jacira Maria, f. em 2011 foi c.c Wilson Poço Santiago. Teve:

5.1. Eliane

5.2. Viviani

4.4. Lourdes Siqueira Pinto c.c Jozir Antônio Bueno “Tico”, taxista (ver sobre sua família na última nota do título Leite deste trabalho). Teve:

5.1. Érica

5.2. Luis Henrique n. aos 19.ABR.1982.

5.3. Elaine Cristina

4.5. Geraldo Mathias Pinto c.c Rosemeire de Paiva Santos. Teve:

5.1. Roselaine

5.2. Gustavo

5.3. Rodrigo

4.6. Orlando Manoel Pinto c.c Lucia Donizette Silva Pinto.

4.7. José Aparecido Pinto, f. menor.

4.8. Maria Aparecida Pinto, f. menor.

4.9. Benedito Batista Pinto, f. menor.

4.10. Laurentina “Tina” enfermeira da maternidade da Santa Casa, f. solteira em 2000.

2.4. José Francisco Pinto Filho. Nada descobrimos

2.5. Carolina Maria Josefa “Tia Carola” c.c Eduardo Luiz Gonçaga (irmão de Pedro Luiz 2.1. acima). Teve q.d.:

3.1. Leopoldo

3.2. Miguel

3.3. José

3.4. Dolores

Nº 07 Julião Pereira Leite c.c Gertrudes Maria de Jesus. Teve que descobrimos:

1.1. Honorato Pereira Leite casado 1ª vez com (…) com quem teve apenas um filho (2.1.) e 2ª vez com Sebastiana Pereira Bueno, fª de Joaquim Luiz Santanna e de Eulália Pereira Bueno. Teve:

2.1. Faustino Pereira Leite, falecido solteiro.

2.2. Benedito Pereira Leite c.c sua parente Joana Gomes (ver 4.2., 3.1., 2.8., N° 06 acima). Teve q.d.:

3.1. Benedita Inês

3.2. Aparecida “Cida”

2.3. Antonia P. Leite n. em 1899 foi c.c seu parente João Pinto (irmão de Benedito Pinto 2.4. abaixo). Teve q.d.:

3.1. Braulio

3.2. Etelvina

3.3. Duvirgem

3.4. Juliana

3.5. Joana

36. Maria

3.7. Benedita

2.4. Joana Pereira Leite n. em 1904 casada com seu parene Benedito Pinto (irmão de João Pinto 2.3. acima, da família Pinto do bairro de mesmo nome, portanto, eram parentes). Teve q.d.:

3.1. Brasilina

3.2. Isaias

3.3. João

3.4. Carmem

3.5. Irene

3.6. Lourdes

3.7. Mário

2.5. Ramira Pereira Leite n. em 1909 foi c.c Maximiliano. Teve q.d.:

3.1. Rufino

3.2. Irineu

3.3. Leonora

3.4. José

2.6. Joviano Pereira Leite n. aos 01.MAR.1914 em Bom Jesus dos Perdões e f. aos 29.JUN.2001 c.c Ana Aparecida de Godoi. Teve:

3.1. Odália, já falecida, foi c.c José Aparecido Luiz. Teve 1 filho:

4.1. Milton, divorciado, teve:

5.1. Marcelo

5.2. Márcia

5.3. Lucas

3.2. Josefa viúva de Francisc Barbosa. Teve:

4.1. Lauro c.c Eliana. Teve:

5.1. Ana Laura

3.3. Galantina c.c Francisco Fernandes de Moraes. Teve:

4.1. Leonina c.c Benedito Queiroz. Teve:

5.1. Pedro

5.2. Irene

5.3. Ícaro

5.4. Isabel

5.5. Neto

5.6. Benedito Jr

4.2. Silvio casado 2ª vez com Helena com quem teve os 2 últimos filhos:

5.1. Aline

5.2. Tais

5.3. Maria Fernanda

4.3. Jurandir c.c Cristina. Teve:

5.1. Karina

5.2. Marília

5.3. Mariana

5.4. Márcio

4.4. Edson casado 2ª vez com Teresa com quem teve a última filha:

5.1. Michel

5.2. Adriano

5.3. Daiane

5.4. Vitória

4.5. Evair c.c Elisabete. Teve:

5.1. Wilhian

4.6. Silvana. Teve:

5.1. Tais

5.2. Tiago

5.3. Túlio

5.4. Francine

5.5. Carla

47. Doriaval, divorciado. Teve:

5.1. Alvaro

5.2. Elvis

5.3. Carolina

5.4. Daniela

5.5. Laura

5.6. Lucas

4.8. Claudinei c.c Marilú. Teve:

5.1. Daine

5.2. Rafael

4.9. Vanderlei falecido menor.

4.10. José Roberto c.c Caroline. Teve:

5.1. Graziele

5.2. Pedro Henrique

4.11. Maurício c.c Débora. Teve:

5.1. Lucas

5.2. Júlia

3.4. Durvalino foi casado 1ª vez com Zilda, já falecida e 2ª vez com Maria das Graças. Teve:

4.1. Rogério c.c Marcia. Teve:

5.1. Beatriz

4.2. Regiane casada 2ª vez com Willian de Lima com quem teve a última filha:

5.1. Suria Elisa

5.2. Gabriel

5.3. Rebeca

4.3. Roseli c.c Fabiano. Teve:

5.1. Aline

5.2. Luana

4.4. Daniel c.c Daniela. Teve:

5.1. Ruan

4.5. Elaine casada. Teve:

5.1. Agnes Vitória

3.5. José Pereira Leite c.c Rosa. Teve:

4.1. Raquel teve 1 filha do 1° casamento e 2 do 2° marido Leonel Maximiniano (ver 4.2., 3.2., 2.3., 1..4., N° 04 do cap. 2° do título Freitas).

5.1. Jéssica

5.2. Natália

5.3. Miguel

3.6. Neide, já falecida. Teve:

4.1. Ricardo

4.2. Elisabete

3.7. Inês viúva de Joel. Teve:

4.1. Joel

4.2. Josi

4.3. Marta

4.4. Tiago

2.7. Lázara Pereira Leite n. em 1916 foi c.c José Marcelino Ferreira. Teve q.d.:

3.1. Rinaldo

3.2. Joacil

3.3. Daniel

3.4. Zoraide

3.5. Marina

2.8. Claudiana Pereira Leite casada 1ª vez com Lázaro e 2ª vez com Antônio. Teve q.d.:

3.1. Hélio

2.9. Leopoldo Pereira Leite n. aos 05.JUN.1920 e 27.JUN.1978, foi c.c sua parente Eudóxa (ver desc. em 4.3., 3.3., 2.7., 1.2., N° 07 atrás).

1.2. Maria Benedita de Jesus ou “Mariquinha P. Leite” c.c seu primo Inácio Ant° de Oliveira Pinto (ver 1.2., N° 06 retro).

1.3. (…) falecido na guerra do Paraguai.

1.4. (…) esteve na guerra do Paraguai e voltou com vida.

Nº 08 Alferes e posteriormente tenente Jacinto Pereira Leite foi c.c Ana Francisca Leite, f. aos 07.AGO.1920, de quem era separado judicialmente na ocasião de sua morte, segundo seu inventário, consultado por nós. Era proprietário de terras no bairro Laranja Azeda. Faleceu aos 20.DEZ.1914. Teve 4 filhos com sua esposa e um filho (Jacinto) com Benedita Josefina Guedes, para quem deixou em testamento uma casa na rua João Pires:

1.1. Benedita Maria Leite casada com seu primo, Horácio Pereira da Motta (ver 1..5., N° 10 adiante).

1.2. José Pereira Leite “Zé Polí” n. em 1882, f. aos 16.DEZ.1919, foi c.c Maria Prozelpa Rosetti f. aos 03.DEZ.1956.

1.3. Maria Pereira Leite, nascida em 1884, viúva, já em 1914 de Benedito Alves Campos.

1.4. Deolinda Maria Joaquina, nascida em 1886, c.c José Alves Vieira.

1.5. Jacinto Guedes Leite“Jacintinho Polí” n. em 1912. Nada descobrimos.

Nº 09 Justo Pereira Leite n. em 1844, já se encontrava casado em 1872 com Catarina (…). Encontramos o registro de sepultamento de um certo Justo Pereira Leinte f. aos 09.SET.1913 com 60 anos, c.c Maria (…), residente no bairro do Caioçara. Teve q. d:

1.1. Antônio Pereira Leite f. aos 23.JUL.1912 com 35 anos. Era residente no bairro do Caioçara.

Nº 10 João Pereira Leite n. em 1841, já se encontrava casado em 1872 com Honória Pereira Motta ou Honória Ribeiro dos Santos, natural de Itajubá/MG. Teve q d.:

1.1. Bráulio Pereira Leite “Poli” n. em 1890 casado em Atibaia aos 17.JUN.1910 com Faustina Maria de Camargo, filha de Francisco José de Paula e Verônica Maria Camargo. Bráulio foi cantador de música caipira regional e teve um disco gravado em 1930 com a ajuda de Atílio Russumano.

1.2. Benedito Pereria Leite“Nhô Dito” c.c Dolores Guerreira Brasa, espanhola. Teve q.d:

2.1 Francisca

2.2. Maria Aparecida

2.3. Benedito

2.4. Amaro Pereira Leite “Marico” n. aos 14.SET.1933 em Atibaia, falecido em Piracia aos 14.MAR.2006. Foi prefeito de Piracaia (1977 a 1983 e 1989 a 92). Foi c.c Benedita de Jesus Bernardo Leite. Teve:

3.1. Orlando c.c. Sandra.

3.2. Elisabete, separada.

3.3. Margarete c.c José Carlos Bolon.

3.4. Claudete, viúva.

2.5. Pedro Puli

1.3. Benedita Pereira Mota

1.4. Joaquim Pereira Leite

1.5. Horácio Pereira Leite “Horácio Puli” c.c sua prima Benedita Maria Leite (ver 1.1., N° 08, atrás).

1.7. Gumercindo Pereira Leite “Xindão” f. aos 15.ABR.1980 foi c.c Eufrásia Francisca de Paula. Teve:

2.1. João Pereira Leite “Xindinho ou Xindo” n. aos 15.AGO.1920 no bairro Itapetinga e aí f. aos 01.NOV.2017. Era viúvo de Benedita Oliveira, residente no bairro do Ribeirão dos Porcos em Atibaia. Teve uma única filha:

3.1. Vera Lúcia Pereira Sette c.c Luiz Sette, comerceinte e fazendeiro. Teve:

4.1. Luiz Henrique, n, 15.FEV.1971 c.c Vaili Custódio.

4.2. Ana Lúcia n. 14.MAR.1975

4.3. Roberto Alexandre n. 20.ABR.1976 c.c Evelyn Oliveira Sette.

2.2. Marieta Pereria Leite c.c Benedito Pellegrino Nino” Teve:

3.1. Sérgio

3.2. Luiz

3.3. Flávio

3.4. Claudio

2.3. Aurora Pereira Leite c.c Oscar Gomes

1.8. Olímpia da Conceição Leite “Nana” f. aos 21.JUN.1959 casou-se 1ª vez com Benedito de Campos Bueno e 2ª vez com João Amaro com quem teve o último filho:

2.1. Maria Antonia das Dores “Cota” c.c seu primo Benedito Batista Leite, carcereiro na antiga cadeia , f° de Galdino Pereira Leite (N° 12, a seguir). Teve q.d::

3.1. Maria Aparecida Leite c.c Benedito Augusto Leite “Pé Inchado”, barbeiro. Teve:

4.1. Mara

4.2. Marta

4.3. Matheus, mecânico, residente em Atibaia.

4.4. Márcio, já falecido.Foi casado com duas filhas residentes no Rio de Janeiro.

4.5. Merli

4.6. Magali, residente em São Paulo

4.7. Marisa

3.2. Benedita Batista Leite Silveira n. aos 23.JUN.1916 e f. aos 05.MAIO.2005, c.c José do Carmo Silveira f. aos 26.FEV.1971, filho de Isaias Silveira (ver nota de rodapé do 1.1., N° 06, cap. 6° do título Alves do Amaral) e de Maria Benedita do Prado (ver desc. em 3.2., 1.1., 1.1., N° 11, cap. 6° do título Siqueira Franco).

3.3. João Batista Leite c.c Maria José Peranovich (ver desc. em 3.1., 2.8., 1.3., N° 06, cap. 6° do título Alves do Amaral).

2.2. Antônio de Campos Bueno “Tonico” f. aos 26.FEV.1974, foi c.c(…). Teve q.d:

3.1. Antônio de Campos Filho f. aos 25.MAR.2003 com geração.

3.2. Olípia c.c Natalino Trofino, foram proprietários de padaria. Teve q.d.:

4.1. Valdemar, já falecido. Teve:

5.1. Esmite, formado em direito, policial civil em Atibaia.

3.3. Laura, já falecida.

3.4. Conceição, já falecida.

3.5. Terezinha c.c Abílio(…), comerciante. Teve:

4.1. Marice, professora.

4.3. Zubeiga, professora. Teve:

5.1. (…) c.c (..) filho de Antônio Mendes “ Tatá”.

4.1. Welligton n. aos 12.MAIO.1968, ator de teatro. Teve:

5.1. Júlio César Duran

3.6. José “Zeca” c.c Roseli Horta (ver 4.5., 3.1., 2.1., 1.1., N° 05, atrás), sem geração

2.3. Benedito Amaro, seleiro, c.c Cira, de Atibaia mudou-se para America. Teve q.d.:

3.1. Creusa

3.2. Lourdes

3.3. Maria Antonia

Nº 11 José Pereira Leite n. em 1858. Descobrimos o registro de um sepultamento no cemitério São Jõao Batista de um certo José Pereira Leite f. aos 05.AGO.1904 c 48 anos, solteiro e residente no bairro Itapetinga, o qual possa ser o aqui citado.

Nº 12 GaldinoSilveira Leiten. aos 02.MAR.1859 e f. aos 26.JUL.1926, casou-se com sua sobrinha, Maria Joaquina(ver , 1.2., N° 06 atrás e ver também nota de rodapé relacionada ao citado N° 06). Tiveram 2 filhos:

1.1. Benedito Batista Leite c.c sua prima Maria Antonia das Dores (ver desc. em 2.1, 1.8 acima).

1.2. Umbelina Maria da Conceição n. em 1876 e f. aos 14.ABR.1921. Nada descobrimos.

N° 14 Basílio Pereira Leite n. em 1864. Teve q.d.:

1.1. Benedito Pereira Leite f. aos 22.AGO.1957 foi c.c Marinha das Dores de Jesus. Teve q.d.:

2.1. Pedro Pereira Leite f. aos 14.NOV.2008.

1.2. Basílio Pereira Leite f. aos 26.ABR.1971.

N° 15 Francisco Pereira Leite n. em 1866. Teve q.d.:

    1. Basílio Pereira Leite f. aos 26.ABR.1971.

Nº 17 BeneditoPereira Leite n. em 1871 c.c Benedita Silva Leite ou Benedita Joaquina Leite: Teve q.d:

1.1. Benedito Pereira Leite c.c Paulina Matias da Conceição com quem teve 6 filhos:

2.1. Amaro Pereira Leite.

2.2. Nair Pereria Leite

2.3. João Matias Leite c.c Izabel Puga Escudeiro Leite. Teve:

3.1. Arlete Escudeiro Leite, solteria, comerciante em Atibaia.

3.2. Pedro Escudeiro Leite, separdo judicialmente. Teve:

4.1. Tatiane, c.c Fábio

4.2. Michele, c.c Hugo

3.3. Araci Escudeiro de Barros c.c Hélio Barros. Teve:

4.1. Rodrigo

4.2. Fernado

4.3. Danilo

4.4. Erica

2.4. Galileu Martins Leite

2.5. Marieta Martins Leite

2.7. Aparecido Martins Leite

1.2. Amaro Pereira Leite[203] c.c Ana da Silveira Franco (ver 5.3., 4.1., 3.2., 2.1., 1.2., N° 02, cap. 4° do título Siqueira Franco). Teve:

2.1. Natalia Pereira Leite Domingues c.c Pompeu Domingues, residentes em São Paulo.

2.2. Maria Aparecida Leite Matias, viúva, foi residente em Franco da Rocha.

2.3. Agenor Pereira Leite c.c Jerusa Carlos dos Santos, residente em São Paulo.

2.4. Edith Pereira Leite de Campos c.c Benedito de Campos, residente em Franco da Rocha.

2.5. Benedita Pereira Berbbel c.c. Orlando Abril Berbel, residente em Franco da Rocha.

2.6. Cecília Pereira Leite, solteira em 1981. 1.3. Honória Pereira Leite n aos 23.AGO.1913 e f. aos 31.MAIO.1989 foi c.c Nicolau M. Almeida n. aos 05.JAN.1960 e f. aos 01.JAN.1960. Teve q.d.:

2.1. Aparecida “Cidona”

2.2. Antônio

2.3. Irene

Capítulo 9º

Gertrudes Maria da Conceição

Gertrudes Maria da Conceição, nasceu em 1813, casada aos 13. JUN.1826 em Atibaia com Antônio Joaquim de Oliveira, natural de Atibaia, filho de Antônio Vaz Cardoso e de Maria Antonia, naturais de Nazaré Paulista, nada descobrimos, exceto que na data de seu casamento residiam no bairro de Itapetinga.

Capítulo 10º

Ana Francisca

Ana Francisca nascida em Atibaia aos 05.ABR.1815 aí se casou aos 03.JUL.1831 com Antônio Rodrigues de Barcelos, filho de Manoel Rodrigues de Siqueira e de Francisca Rodrigues, naturais de Juqueri, neto materno de Gaspar Martins, natural de São Paulo. Nada descobrimos, exceto que na data de seu casamento residiam no bairro de Itapetinga.

Capítulo 11º

João Pereira Leite

João Pereira como constou de seu casamento ou João Pereira Leite como mais tarde ficou conhecido nasceu aos 19.SET.1813. Casou-se aos 01.JUL.1834 em Atibaia com Maria Antonia do Espírito Santon. Em 1816 em Nazaré, filha de Joaquim Antônio de Almeida e de Antonia Maria de Jesus.João Pereira Leite juntamente com seu irmão José Pereira Leite pode ser considerado os troncos da numerosa família Pereira Leite “Puli ou Polí”de Atibaia.Teve que descobrimos:

N° 01 Escolástiva n. em 1841, nada descobrimos.

Nº 02 José Marcelino Leite casado aos 06.FEV.1875 em Atibaia com sua prima segunda Constância Joaquina Leite, fª de Vicente Pereira Leite e Umbelina Maria da Silveira (ver 1.1., N° 01, cap. 8° atrás). Faleceu entre 1925 a 1930, teve q. d:

1.1. Sebastião Pereira Leite, que era filho de José Marcelino com uma escrava. Teve que descobrimos:

2.1. Antonia Gonçales Leite c.c Antônio Gonçalez viúvo de Maria José Leite Gonçalez 1.4., a seguir. Antonia teve com Antônio Gonçalvez 6 filhos:

3.1. Irene Gonçalves da Silva, viúva, residente em São Paulo.

3.2. Francisca Gonçalves Correia, viúva residente em São Paulo.

3.3. Renato Gonçalvez, já falecido.

3.4. Silvio Gonçalves, residente em São Paulo.

3.5. Maria de Lourdes, residente em São Paulo.

3.6. Paulo Gonçalves, já falecido.

1.2. Alferes Caetano Pereira Leite n. aos 21.OUT.1877 em Atibaia e aí casado aos 11.MAIO.1905 com Lydia Maria das Dores, filha de Joaquim Gonçalves de Souza e de Fabrícia Maria de Siqueira. Faleceu aos 01.ABR.1969. Teve, segundo seus descendentes 26 filhos[204], mas que descobrimos:

2.1. Benedito Pereira Leite, falecido foi c.c Antonia Lessi. Com geração.

2.2. Joana Pereira Leite foi c.c João Pinto de Oliveira. Teve:

3.1. Artamiro Pinto de Oliveira n. aos 01.DEZ.1932 e f. aos 13.MAR.1989 foi c.c Joana Morales. Teve:

4.1. João Carlos Pinto de Oliveira, casado, comerciante. Teve:

5.1.Bruno Henrique Columina de Oliveira n. aos 23.SET.1981 casado em 2008 com Fernanda Gouvea.

5.2.Caroline Finco de Oliveira n. aos 31.DEZ.1986.

5.3. Stefani

4.2. ˙Carlos H. Pinto de Oliveira n. aos 11.MAIO.1968, funcionário público municipal.

3.2. Orlando Pinto de Oliveria, falecido, foi professor em Bragança Paulista.

3.3. Lourdes Pinto de Oliveria, falecida solteira em 2009 em Atibaia onde sempre morou.

2.3. Antônio Pereira .Leite n. em 1916, foi ferroviário e f. aos 25.FEV.1962. Foi c.c Santa Doratiotto, da numerosa família Doratiotto de Atibaia.

2.4. Carmelita Pereira Leite “Melita” falecida, foi residente em Caieiras/SP, c.c Serafim Monteoliva.

2.5. Julieta Pereira Leite, f. em junho de 2003, foi c.c Sebastião Lessi, irmão de Antonia Lessi, 2.1. acima.

2.6. Conceição Pereira Leite “Tata”, n. aos 16.NOV.1922, viúva de Fausto Lopes. Teve:

3.1. Benedito Lopes “Ditinho Automóveis”, casado com Beatriz.

3.2. Constância, viúva de Vanderlei Chicaroni. Teve:

4.1. Wanderley Aparecido Chicaroni c.c Maria José Tessaro Chicaroni. Teve:

5.1. Camila Araceli

5.2. Flávia Cristina

5.3. João Paulo

4.2. Wlakiria Aparecida Chicaroni c.c Edson Aparecido Silveira Franco. Teve:

5.1. Maria do Carmo, falecida.

5.2. Fábio Eduardo

5.3. Edson Yan

4.3. Wagnoer Aparecido Chicaroni

3.3. Marlene, c.c Rubens Fernandes, falecido aos 02.JUL.2006.

3.4. Eliane c.c José.

2.7. Lucila Pereia Leite c.c Benedito Nogueirão, f° de João Nogueirão e de Catarina Vizoli. Teve:

3.1. Paula

1.3. Lídia Maria de Jesus, c.c José de Souza “José Fabrício”, teve q.d:

2.1. João, residente em São Paulo.

2.2. Salvador, residente em São Paulo.

2.3. Gumercindo, residente em São Paulo.

1.4. Maria José Leite Gonzalez casada em Atibaia com Antônio Gonzales Ruiz“Tonico Leite”, espanhol de Málaga, f. em 1930. Viúvo Antônio Gonzales c.c sua sobrinha Antonia Gonçales Leite, filha de Sebastião Pereira Leite 1.1 retro, teve de seu primeiro casamento com Maria José Leite 5 filhos descritos a seguir e 6 outros filhos descritos atrás:

2.1. Benedita Gonçalves Leite Netto, já falecida, foi c.c José Benedito Netto “Zeca Netto” (ver 4.2., 3.2., 2.1, 1.8, N° 08 do cap. 5° do título Alves do Amaral). Teve:

3.1. Flávio Gonçalves Leite, viúvo. Teve:

4.1. Ivan

4.2. Janaina

2.2. Luiza Leite Gonçalves de Godoi, já falecida c.c Sylvino Gomes de Godoi. Teve:

3.1. Carlos Aparecido Gomes de Godoi, já falecidos foi c.c Teresa da Silva de Godoi. Teve:

4.1. Nilton das Silva Godoi

4.2. Patrícia da Silva de Godoi

3.2. Antônio Edson Gomes de Godoi, já falecido. Teve:

4.1. Daniel M. de Godoi

3.3. Edna Maria de Godoi Meneghelli, c.c o ex-sindicalista e ex-deputado federal pelo PT, Jair Antônio Meneghelli, ex-presidente do SESI (Serviço Social da Indústria), residentes em São Caetano. Teve:

4.1. Carla Meneghelli n. aos 24.MAR.1971. Teve:

51. Guilherme Meneghelli Rodrigues

4.2. Tatiana Meneghelli c.c Ricardo Alves Cardoso. Teve:

5.2. Matheus Meneghelli

4.3. Jéssica Meneghelli c.c Alexandre de Oliveira Meireles.

3.4. Marisa Aparecida Gomes de Godoi, solteira, aposentada, residente em São Caetano.

3.5. José Luis Gomes de Godoi c.c Maria ElisabeteCardim de Godoi, ambos já falecidos. Teve:

4.1. Ilder Cardim Gomes de Godoi, residente em São Caetano.

3.6. Fátima Regina Gomes Endo, c.c Rubens Issami Endo, residente em São Caetano. Teve:

4.1. Débora Endo

4.2. Érica Endo

4.3. Regina Endo

2. 3. José Leite, solteiro.

2.4. Maria Aparecida Gonçalves Leite da Silvan. em 1928 e f.aos 06.JAN.1970, foi c.c Alberto Viriato da Silva. Teve uma única filha:

3.1. Maria Lidionete da Silva Salles n. aos 29.JUN.1947 em Atibaia e aí f. em 2014, foi c.c Luiz de Salles Cardoso, n. em Atibaia aos 31.MAIO.1942, f° de Simplício de Salles Cardoso (ver cap. 8°, N. 01,1.4, 2.3., atrás) e de Isabel Maria Barbosa, n. p. de José de Salles Cardoso e de Ana Umbelina Leite, n.m. de Joaquim Matias de Salles Cardoso e de Ana Maria Barbosa. Teve:

4.1. Ednaldo Aparecido Salles, f. solteiro aos 07.FEV.1982, tem seu nome numa escola estadual em Atibaia.

4.2. Keila Fernanda Cardoso da Silva, c.c Ricardo Valério da Silva. Teve:

5.1. Ketti Fernanda Cardoso da Silva

5.2. Tiago Cardoso Valério da Silva

5.3. Camila Fernanda da Silva

4.3. Erico Luiz Salles Cardoso, c.c Dilza Villa Salles Cardoso. Teve:

5.1. Vinicius Villa Salles Cardoso

5.2. Luiz Villa Salles Cardoso

4.4. Kenia Patrícia Cardoso Sarvuchi, c.c Sérgio Martins Sarvuchi. Teve:

5.1. Lucas Cardoso Sarvuchi

5.2. Gabrielli Cardoso Sarvuchi

2.5. Valter, falecido menor.

1.5. Joana Leite de Souza c.c Francisco Gonçalvez de Souza. Teve q.d:

2.1. “Nico”. Teve que:

3.1. Inês c.c José Peranovichi.

3.2. Francisco c.c Lúcia Tafuri.

2.2. João Gonçalves de Souza “Zico” c.c Maria Isabel de Oliveira, teve q.d:

3.1.Judite Gonçalves Souza Tavares, viúva de Mário Tavares, filho de José Tavares Rodrigues e de Maria Izabel Ferraz (ver 4.2., 3.5., 2.9., 1.10, N° 03, cap. 4° do título Siqueira Franco).

3.2. Vera Lúcia Gonçalves Souza c.c Carlos Roberto Pires de Camargo “Carol”, filho de José Pires de Camargo e de Norma Santos(ver descendência em 3.1., 2.5., 1.7., N° 01, cap. 1° do título Pires de Camargo).

1.6. Canditia Pereira Leite, falecida solteira

1.7. João Batista, c.c Maria Ferreira Leite “Maricota”. Teve 3 filhos falecidos na menoridade.

Capítulo 12º

Maria Felisberta Pereira

Maria Felisberta, nasceu em 1819 e casou-se aos 20.AGO.1833 em Atibaia com João Antônio Rodrigues, natural de Juqueri, filho de Joaquim José Rodrigues e de Margarida das Neves. Nada descobrimos.

FIM DO TÍTULO PEREIRA

Título VII

Família LEITE

Descendentes do Capitão Jacinto Manoel Leite

Disposição genealógica e pesquisas (Tronco, capítulos e demais desdendentes): Adriano Bedore [Inédita]

Genealogistas Pesquisados: José Luiz Teixeira e Adriano Bedore

RELAÇÃO DO TRONCO COM ATIBAIA/SP

● O tronco deste título, capitão Jacinto Manoel Leite, nasceu em Atibaia em 1821 e a família de sua mãe é a mesma de sua esposa, ambas retratadas no título anterior: Família Pereira, portanto, a família Leite está radicada em Atibaia há cerca de 300 anos e pode ser considerada uma das mais antigas da cidade.

● Jacinto Manoel Leite é o único tronco deste trabalho que poderia estar inserido em outro título, ou seja, no título Pereira, quer por sua mãe, ou por sua esposa. Contudo, em razão de sua importância política em Atibaia e da falta de provas documentais que sua mãe era uma das filhas do tronco do título Pereira, mesmo não tendo nenhuma dúvida disso (conforme se verá adiante) decidimos dispor o capitão Jacinto Manoel Leite como um dos troncos deste trabalho.

RELAÇÃO DO TRONCO COM O AUTOR

● O Tronco é pentavô (avô em 5° grau) do autor deste trabalho. É também avô paterno de José Benedito Leite, pai de Maria do Carmo Leite De Carlo, bisavó materna do autor destas notas genealógicas.

CIDADES MAIS CITADAS NESTE TÍTULO

● Atibaia (antiga São João de Atibaia); Itatiba, Jarinu (antigo distrito de Atibaia com o nome de Campo Largo de Atibaia), São Paulo (antiga São Paulo de Piratininga), Piracaia (antiga Santo Antônio da Cachoeira), Nazaré Paulista, todas no Estado de São São Paulo.

Capitão JACINTO MANOEL LEITE

Capitão Jacinto Manoel Leite, “o velho”nasceu em Atibaia aos 03.JAN.1821, era, segundo seu batismo[205] na matriz de Atibaia, filho de pai incógnito, e de Jacinta Pereira, segundo declaração de sua lavra contida no seu testamento.

Apenas em junho de 2017, após retomadas as minhas pesquisas genealógicas desde a edição impressa do livro em 2012, descobri a tão desejada e até então desconhecida paternidade do capitão Jacinto Manoel Leite, fato que era uma grande frustação no meu trabalho até então.

Jacinto Manoel Leite (ver[206] N° 02, capítulo 5° do título Pereira) era filho natural do alferes e fazendeiro[207] do bairro Rio Abaixo, Manoel Joaquim Leite[208] SL 1/301, natural de Atibaia onde nasceu aproximadamente em 1787 e de Ana Jacinta Pereira (capítulo 5° do título Pereira). Era, portanto, neto paterno de João Leite[209] Barros natural de Atibaia onde nasceu aproximadamente em 1767 e foi fazendeiro[210] no bairro Rio Abaixo e onde faleceu aos 09.FEV.1812 e de Ana Alves de Godoi nascida em Atibaia aproximadamente em 1756, filha de Inácio Alves Cardoso e de Maria de Godoi. Neto materno de Ana Rosa que foi a primeira mulhar de Francisco Pereira Pacheco, tronco do título Pereira deste trabalho. O alferes Manoel Joaquim Leite deve ter deixado Atibaia para morar em Bragança após o nascimento de seu filho natural Jacinto (em 1822 já se encontrava morando em Bragança) e deve ter retornado para Atibaia, após a morte de sua esposa em 1826. Já sua mãe natural, Ana Jacinta Pereira, meses após o nascimento de seu primeio e ou segundo filho, Jacinto, se casou com José Manoel de Oliveira e com ele constitui família sem, contudo, ter podido criar seu filho Jacinto ou seus prováveis dois filhos que tivera com o alferes Manoel Joaquim Leite, que era casado na época e, portanto, manteve uma relação amorosa extraconjugal com Ana Jacinta, razão pela qual, Jacinto e sua porvável irmã Maria n. aos 03.OUT.1820, foram criados por sua tia materna que também os batizou. Jacinto Manoel Leite teve, portanto, irmãos por parte paterna, retratos nas notas de rodapé e irmãos por parte materna, estes retratados no capítulo 5° do título Pereira.

Foi padrinho de batismo de Jacinto Manoel Leite, o capitão Jacinto Alves do Amaral (capítulo 5° do título Alves do Amaral), que era primo segundo de seu pai pelo lado materno, já que o pai de Jacinto Alves do Amaral, Antônio Alves do Amaral, era primo-irmão do alferes Manoel Joaquim Leite. A esposa de Jacinto Alves do Amaral, Maria do Espírito Santo, era prima-irmã, também pelo lado materno, do pai do capitão Jacinto Alves do Amaral, o alferes Manoel Joaquim Leite. A avó paterna do capitão Jacinto Monel Leite, Ana Alves de Godoi, era irmã de Inácio Alves de Godoi casado com Gertrudes Maria de Araújo, pais de Maria do Espírito Santo. Ana Alves de Godoi era filha de Maria de Godoi e de Inácio Alves de Godoi que era irmão de Ana Ribeiro Cardoso casada com Rafael Cordeiro do Amaral, pais de Antônio Alves do Amaral, tronco da família Alves do Amaral deste trabalho. Já sua madrinha de batismo, Angélica Maria (capítulo 1º do título Pereira), era também sua tia materna, ou seja, irmã de sua mãe, para quem foi exposto[211] (dado em adoção) como sua provável irmã Maria. Portanto, a razão de Jacinto e sua possível irmã, serem ‘expostos’ ou deixados, a sua tia, era pelo fato de serem frutos de uma relação extra-conjugal do alferes Manoel Joaquim Leite com uma moça solteira que ele nunca poderia assumir e que precisava constituir uma família sem seu (s) filho (s) tidos numa relação extraconjugal.

O capitão Jacinto Leite[212], foi um cidadão digno e de respeito, tendo atuado durante longos anos na vida política adminstrativa de sua terra natal como principal chefe do partido conservador de Atibaia nas décadas de 1860 a 1880 (partido oposicionista), tendo sido em 1843 escrivão de paz; 1856 e 1880 fiscal da câmara[213], e suplente de juiz municipal e de órfaos em 1866 e 1º suplente do mesmo cargo nomeado em 31.ABR.1870, exercendo o cargo juiz municipal e de órfãos de 1870 a 1874, aproximadamente. Em 1872 o capitão Jacinto foi nomeado pelo chefe de polícia da capital dr. Sebastião José Pereira para presidir o inquérito policial que invetigou o atentado contra o célebre abolicionista Antônio Bento[214] então juiz municipal de Atibaia, na qualidade de 1º suplente de juiz municipal, portanto, o capitão Jacinto também fora juiz municipal municipal de Atibaia. Participou entre 1858 a 1870 da comissão encarregada da reforma da igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos e exerceu também a vereança em 1860 na qualidade de suplente mais votado.Foi também capitão da primeira companhia do Batalhão da Reserva da vila de Atibaia.

Jacinto Manoel Leite foi abastado fazendeiro de café, com considerável escravatura em sua fazenda no bairro do Itapetinga[215], deixando aos filhos uma razoável herança no valor de 22.740$084 (vinte e dois contos, setecentos e quarena mil e oitenta e quatro reis), contudo no anuário da Província de São Paulo de 1873, único existente na biblioteca do museu João Batista Conti, constava naquele ano juntamente com Antônio Joaquim de Freitas (ver título Freitas) e José Crispin de Olivera Prado como possuidor de rancho para tropas, o que nos faz deduzir que antes de se dedicar a cultura de café dedicou-se a criação de animais (pecuária) e ao tropeirismo.

Capitão Jacinto Manoel Leite casou-se, também em Atibaia aos 02.JUN.1840 com Umbelina Maria da Conceição n. entre 1825 a 1828, sua prima segunda (ver 1.4., N° 03, cap. 1° do título Pereira). Umbelina Maria da Conceição era filha de Adriano Luiz Fernandes e de Ana Francisca, esta filha de Angélia Maria, madrinha, tia materna e quem criou Jacinto.

O capitão Jacinto, como já dissémos, era parente de sua esposa. Na sua certidão de casamento consta serem “…dispensados no tercerio gráo misto[216] e segundo gráo de consaguinidade[217] em linha transversal…” .

Antes de descobrimos a filiação do capitão Jacinto, fiz muitas pesquisas e consultas[218] a fim de descobrir o parentesco entre o capitão Jacinto e sua esposa e já tinha na época chegado a seguinte conclusão: Um bisavô ou bisavó de Jacinto ou de Umbelina era também avô ou avó de Jacinto ou Umbelina. Isto porque terceiro grau misto, quer dizer, bisneto do tronco; e segundo grau, quer dizer neto do tronco. Linha transversal é o mesmo que linha colateral e quer dizer que um mesmo tronco, ou por dois casamentos ou por adultério tem uma descendência paralela, ou seja, um dos ascendentes em comum entre Jacinto e Umbelina era bisavô ou bisavó de um dos conjuges e avô ou avó doutro conjuge. Portanto, quanto ao parentesco entre Jacinto e Umbelina, nossa conclusão é a seguinte: Ana Jacinta Pereira, mãe de Jacinto, era irmã de Angélica Maria. Angélica Maria, portanto, seria tia materna de Jacinto e sua esposa seria então sua prima segunda. Portanto, das possíveis probabilidades de parentescos entre Jacinto e Umbelina, a relatada acima nos parece a mais provável e possível, pois compreenderia exatamente o parentesco descrito na certidão de casamento, segundo o direito canônico da época, por nós exaustivamente estudado.Portanto, a madrinha e ‘tutora’ de Jacinto Manoel Leite, Angélica Maria, quem o criou era também sua tia materna e avó materna de sua futura esposa.

Umbelina Maria da Conceição faleceu com inventário em Atibaia aos 06.MAR.1870 e foi sepultada no antigo cemitério do Santíssimo Sacramento. Enviuvando-se o capitão Jacinto casou-se pela segunda vez com Escolástica Maria da Silveira que faleceu aos 01.FEV.1872, viúvo novamente o capitão Jacinto casou-se pela 3ª vez Eulália Bueno de Aguiar irmã, entre outros, do tenente Feliciano Bueno de Aguiar, filhos de Maria Angelica da Cunha e do capitão Francisco Bueno de Aguiar que pode ser considerado o tronco da família Bueno de Aguiar de Atibaia ou seu filho Feliciano. Eulália faleceu aos 12.JUN.1919 com 75 anos está sepultada no cemitério do santíssimo.

Jacinto Manoel Leite teve 15 filhos com a primeira esposa, nenhum com a segunda e um com a terceira (Benedito Manoel Leite) e feleceu repentinamente do coração em Atibaia aos 04.AGO.1886, com 65 anos de idade e com testamento.

Na legislatura paulista de 2006 a 2010, que descobrimos, um trineto e um quarto-neto do capitão Jacinto Manoel Leite tiveram assento na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo, a saber: Ricardo Montoro e João Melão Neto, respectivamente. Vamos aos filhos e descendentes do capitão Jacinto Manoel Leite:

Capítulo 1º Gertrudes Maria da Conceição Leite

Capítulo 2º Ana Maria da Conceição Leite

Capítulo 3º Maria Antonia da Anunciação Leite

Capítulo 4º Cel. José Jacinto Leite

Capítulo 5º João Procópio Leite

Capítulo 6º Pedro Alexandrino Leite (meu tetravô)

Capítulo 7º Margarida da Anunciação Leite

Capítulo 8º Cel. Jacinto Manoel Leite Júnior

Capítulo 9º Leopoldina da Anunciação Leite

Capítulo 10º Umbelina Maria da Conceição Leite

Capítulo 11º Joaquim Manoel Leite

Capítulo 12º Francisco José Leite

Capítulo 13º Lucas Evangelista Leite

Capítulo 14º Virgilia Leite

Capítulo 15º Virgilio Avelino Leite

Capítulo 16º Benedito Manoel Leite

Capítulo 1º

Gertrudes Maria da Conceição

Gertrudes Maria da Conceição Leite nascida em 10.MAR.1843 em Atibaia onde faleceu aos 27.JUN.1896. Também em Atibaia casou-se com José Gonçalves de Oliveira Cunha. Foi José Gonçalves de Oliveira Cunha, pessoa de destaque na vida administrativa de Atibaia, foi sub-delegado em 1854 e curador geral em 1866. Tiveram 5 filhos:

Nº 01 Maria Amélia de Oliveira Cunha

Nº 02 Guilhermina Gonçalves da Cunha

Nº 03 Horácio Gonçalves de Oliveria da Cunha

Nº 04 Pedro Cunha

Nº 05 Evaristo Cunha

Nº 01 Maria Amélia de Oliveira Cunha, casada aos 06.MAIO.1882 com Pedro Augusto de Toledo Palhares, ambos já falecidos, com 2 filhos:

1.1. Alice, c.c Sebastião Corrêa, cirurgião dentista, natural de Taquaritinga, ambos já falecidos, com 1 filha.

2.1. Célia, casada.

1.2. Petrônio

Nº 02 Guilhermina Gonçalves da Cunha, c.c Nemésio Olegário da Silveira Martins “Paquetá”, contabilista, ambos já falecidos em Atibaia.

1.1. Ambrosina “Bibi”, c.c José Leal, cirurgião dentista, ambos já falecidos em São Paulo.

2.1. Nemésio Leal, secretário administrativo do Instituto Mauá de Tecnologia (Escola de Engenharia Mauá), c.c Eugenia R. Leal.

3.1. Nemésio Leal Júnior, c.c Selma A. Leal.

4.1. Jamer

4.2. Maira

2.2. Eglantina Leal, c.c João Pires de Camargo, juiz de direito, já falecido, filho do capitão Joaquim Pires de Camargo e Davina de Toledo Santos, ela residente em Araraquara.

3.1. Maria Lúcia, casada.

2.3. José Leal Filho

2.4. AlaideLeal

2.5. Beatriz Leal

1.2. Guilhermina “Nené”, cirurgiã dentista, c.c Manoel Miranda “Nhonhô”, ambos já falecidos em São Paulo.

2.1. Zuleica Martins Miranda, j á falecida.

2.2. Alair Martins de Miranda, advogado, c.c Terezinha B. de Miranda.

2.3. Edite Martins de Miranda

1.3. Nemésio Silveira Martins, “Pequeno”, c.c Carmem Pires Lopes, ambos já falecidos, sem geração.

1.4. Mário Silveira Martins, contabilista, foi c.c Jandira Rodrigues, ambos já falecidos.

2.1. Roberto Mário Silveira Martins, ex juiz presidente do Egrégio Tribunal Regional do Trabalho em São Paulo, casado.

2.2. Wilma Silveira Martins

1.5. Carlos Silveira Martins, contabilista, faleceu solteiro.

1.6. Julieta Silveira Martins, escrevente do 14° cartório de registro de imóveis de São São Paulo, solteira, f. em Atibaia.

1.7. Alfredo Silveira Martins, gerente do Grupo Matarazzo no Paraná, c.c Neneta Martins, ambos já falecidos em Curitiba/PR.

2.1. Marli, c.c Hugo Nicolau Kluppel.

1.8. Oscar Silveira Martins, escrivão do 14° cartório de registro de imóveis de São Paulo, capital, c.c Vivian Martins, ambos já falecidos.

2.1. Marília, casada.

1.9. Waldemar Silveira Martins, contabilista, diretor do departamento de contabilidade do extinto tribunal de alçada de São Paulo, c.c Maria Violeta Pires de Camargo, filha do capitão Joaquim Pires de Camargo e de Davina de Toledo Santos, ambos já falecidos sem geração.

Nº 03 Horácio Gonçalves de Oliveira Cunha, bancário, fazendeiro em Campinas e Palmital, c.c Leonor Pereira, de família de Tatuí, ambos já falecidos. Tiveram 4 filhos.

1.1. Nair, c.c Renato Arruda Corrêa, ambos já falecidos em São Paulo.

1.2. Leduar, já falecido, foi c.c Ursula América Pedutti, tiveram 1 filho.

2.1. Luiz Antônio

1.3. José Bonifácio, c.c ElzaCoutinho, com 3 filhas.

2.1. Leonor Coutinho Cunha, c.c Antônio Paulo Damião da Silva.

2.2. Helena Coutinho Cunha, c.c Davi Tuch

2.3. Elza Maria Cunha, c.c Nilson Tavares, com 2 filhos.

3.1. Camila

3.2. Nilson

1.4. Maria de Lourdes Cunha, faleceu solteira

Nº 04 Pedro Cunha, proprietário e capitalista em Atibaia, c.c Margarida de Oliveira Cunha, ambos já falecidos.

1.1. Hermínia Cunha “Vivi”, c.c Waldemar de Oliveira Rato, ambos já falecidos, com 1 filha.

2.1. Maria Helena

1.2. Nilo Cunha, proprietário e capitalista em Atibaia, c.c Nair Freire Cunha, ambos já falecidos.

2.1. Nilza,c.c William Commeford, representante comercial do Estado de Virgínia EUA., noBrasil.

3.1. Richard Cunha Commeford, artista plástico, residente no s EUA, casado.

3.2. Michael Cunha Commeford, geográfo, solteiro.

3.3. Johny Cunha Commetbrd, engenheiro florestal, casado.

2.2. Diamantina do Val “Tininha” foi c.c João Lanau do Val, engenheiro.

3.1. Daniele

3.2. João

1.3. Hilda Cunha, foi professora de música do colégio Dante Alighieri em São Paulo, solteira, já falecida.

1.4. Lauro Cunha, já falecido, foi c.c Carmem Martines.

2.1. Fábio Cunha, administrador de empresas, casado.

1.5. Zaida Cunha n. aos 08.DEZ.1906 e f. aos 03.ABR.2011, foi enfermeira, ex-diretora do setor de enfermagem do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas/USP, residente em Guararema/SP. Foi sepultada no túmulo de sua avó paterna, que é um dos mais antigos do cemitério São João Batista, cuja sepultura foi transferida do antigo cemitério para aquele.

2.1. Maria Aparecida Gomes Cunha, economista e tradutora.

1.6. Creusa Cunha, solteira, já falecida.

1.7. Pedro Cunha Júnior, casado, já falecido.

2.1. Marilena

2.2. Minam

2.3. Pedro

2.4. Renato

1.8. Núbio Cunha, c.c Márcia Cunha, já falecido.

2.1. Vera Lúcia

2.2. Macio

2.3. Vamce

1.9. Zara Cunha, solteira, já falecida

1.10. Maria Violeta Cunha, solteira, já falecida.

1.11. Fábio Cunha, falecido no ano de 1931 namenoridade.

Nº 05 Evaristo Cunha, não descobrimos descendência.

Capítulo 2º

Ana Maria da Conceição Leite

Ana Maria da Conceição Leite nasceu em Atibaia em 20.MAR.1845 e faleceu em 21.NOV.1891. Foi a 2a mulher de José Theodoro Pinto (ver 3.1, 2.1., 1.2., N. 03, capítulo 4° do título Siqueira Franco), falecido aos 22.JUN.1897, fazendeiro em Atibaia no Bairro do Portão, filho de Maria da Conceição Cintra “Nhanhã do Portão”, que era irmã do 2° barão de Campinas, Joaquim Pinto de Araújo Cintra e de Francisco José da Silveira, n.p. de Antônio Alves do Amaral “O Velho”, tronco do título Alves do Amaral, e sua 1ªmulher Ana Franco da Silveira (SL 1/479) e n.m. de Antonia Bernardina de Araújo Cintra e do Alferes José Desidério Pinto, pelo lado de sua avó materna é descendente direto do 1º e 2º capitães-mores de Atibaia, Lucas de Siqueira Franco e Francisco da Silveira Franco (ver título Siqueria Franco). Deixaram 4 filhos.

Nº 01 Francisco Theodoro Pinto

Nº 02 Catarina da Silveira Pinto

Nº 03 Cristina da Silveira Pinto

Nº 04 Sebastião Theodoro Pinto

Nº 01 Francisco Theodoro Pinto f. aos 07.NOV.1904, casou-se a 1ª vez com Francisca de Siqueira Leite, e a 2a vez com sua prima em 1º grau Benedicta Arantes (ver N° 01 do cap. 9°), teve um filho só da 1a mulher.

1.1. Adão Sebastião Pinto, c.c Georgina Guimarães, também falecida, sem geração.

Nº 02 Catarina da Silveira Pinto, c.c seu parente Pedro José Teixeira (ver 2.7., 1.2., N° 02, cap. 1° do título Pereira), filho de Francisco José Teixeira e Gertrudes Maria da Conceição, fazendeiro em Atibaia. Tiveram 7 filhos:

1.1. Benedicto Teixeira Pinto, comerciante em São Paulo e depois em Atibaia, faleceu solteiro.

1.2. Francisco José Teixeira “Nene Teixeira” n. aos 31.MAR.1896 e f. aos 25.MAR.1988, foi c.c sua parenta Maria Mercedes Soares do Amaral (ver adiante em 1.4. de Nº 01 do capítulo 4º deste título e desc. em 3.4., 2.5., 1.5., N° 05 cap. 5° do título Alves do Amaral).

1.3. Benedicta Teixeira Pinto, c.c seu parente Antenor Bueno da Silveira, contador, foram residentes em Limeira, já falecidos. Tiveram:

2.1. Florisbela, c.c Eugênio Morelli, já falecido.

3.1. José Luis Silveira Morelli, c.c Tânia Morelli.

4.1. Leandro

3.2. Paulo Roberto Silveira Morelli, c.c Judith Morelli.

4.1. Alexandre

3.3. Aparecida, c.c Luis Alberto Quitério.

4.1. Luis Alberto

4.2. Thiago

3.4. Antônio Carlos Morelli, solteiro.

3.5. Maria Izildinha, bacharel em ciências da computação, solteira.

2.2. Helvécio Bueno da Silveira, bancário, foi c.c Nancy Kliker, de origem alemã.

3.1. Helvécio Carlos

3.2. Luciano

2.3. Benedicto Bueno da Silveira, bancário, c.c Elizabeth Fonseca.

3.1. Maria Aparecida, psicóloga, c.c José Roberto Jarussi Mik, industrial.

4.1. Alessandra

4.2. Fabrício

3.2. José Renato Fonseca da Silveira, bancário, c.c Nádia de Fátima Crystófaro.

4.1. Pedro Henrique

4.2. Luis Guilherme

3.3. Rosângela, cirurgiã dentista, c.c Haroldo Bonini Júnior, cirurgião dentista.

4.1. Rafael

3.4. César Augusto Fonseca da Silveira, solteiro.

3.5. Fernando Fonseca da Silveira, solteiro.

3.6. Cristina Fonseca da Silveira, solteira.

3.7. SuzanaFonseca da Silveira, solteira.

2.4 Tristão Bueno da Silveira, func. público, já falecido, c.c Floriza Gomes de Pinho, residente em Limeira.

3.1. Isabel, casada.

4.1. Thiago

3.2. Edvaldo, técnico agrícola, solteiro.

2.5. Ofélia Bueno da Silveira, c.c Alfredo Dumit, comerciante em Limeira.

3.1. Cláudio L. Silveira Dumit, comerciante, c.c Clarisa Dumit.

4.1. Maira

3.2. Carlos Roberto Silveira Dumit, engenheiro, já falecido, c.c Maria Assumção Dumit.

4.1. Sara

3.3. Alfredo Eduardo Silveira Dumit

3.4. José Inácio Silveira Dumit

2.6. Maria Helena, c.c Nilo Trento.

3.1. Nilo, c.c filhos.

3.2. Ana Lúcia, solteira.

2.7. Norberto Bueno da Silveira, casado, com 1 filho.

2.8. Terezinha Bueno da Silveira, professora, solteira.

2.9. Pedro Bueno da Silveira, faleceu na menoridade.

2.10. Lúcia Aparecida Bueno da Silveira, engenheira civil e professora, solteira.

1.4. Sebastião Teixeira Pinto, já tálecido, foi c.c Maria Aparecida Peçanha (ver 5.4., 4.5., 3.3., 2.3., 1.1., N° 08, cap. 10° do título Siqueira Franco). Tiveram uma única filha:

2.1. Maria Cecília Teixeira Pinto n. aos 23.NOV.1946 e f. aos 16.JUN.1971 e solteira, foi professora, uma escola de primeiro grau no bairro do Alvinópolis leva seu nome.

1.5. João Teixeira Pinto, solteiro, já falecido. Participou da revolução constitucionalista de 1932.

1.6. Maria José Teixeira Pinto, solteira, já falecida.

1.7. Isabel Teixeira Pinto, solteira, já falecida.

Nº 03 Cristina da Silveira Pinto, foi casada a 1a vez com José Soares do Amaral (ver 2.2., 1.8., N° 08, cap. 5° do título Alves do Amaral) e a 2a vez com seu tio Benedicto Manoel Leite (cap. 16° deste título), todos já falecidos.Teve do 1° marido 2 filhos e do 2° marido 3 filhos:

1.1. Maria Soares, c.c Sebastião Pinto (ver 2.3., 1.2., N° 06, cap. 8° do título Pereira), fazendeiro em Atibaia, ambos já falecidos. Tiveram:

2.1. Sebastião Pinto Leite, solteiro, já falecido.

2.2. Maria Odete Pinto n. aos 20.JUL.1923 em Atibaia e aí f. aos 12.OUT.2017. Foi c.c Antônio da Cunha Lobo, f. aos 05.JUL.1972, filho de Francisco da Cunha Lobo e de Luzia Maria Leite (da família Leite do Portão), n.p de José da Cunha Lobo e de Maria Rosa da Conceição, n.m. de João Francisco Leite e de Francisca da Dores. Foram residentes em Atibaia.

3.1. Silvio Antônio Lobo, c.c Ivone de Lima.

4.1. Simone Cristina

4.2. Silvia Graziela

3.2. Jurandir da Cunha Lobo, já falecido.

3.3. Benedita Aparecida Lobo.

3.4. Aparecido da Cunha Lobo, c.c Dilce Vieira Trindade.

4.1. Angelo Aparecido

4.2. Patrícia de Cássia

3.5. Rubens da Cunha Lobo, c.c Sandra Regina de Lima. Tiveram:

4.1. Rubens da Cunha Lobo Jr, n. aos 21.JAN.1986, advogado especializado em direito eleitoral.

4.2. Renan da Cunha Lobo

3.6. Celeste da Cunha Lobo, c.c Fernando Naoki Maeda. Tiveram:

4.1. Adriana Hanae Maeda

4.2. Guilherme Maeda

3.7. Benedito Sérgio Lobo

3.8. Antônio Carlos Lobo

2.3. Francisca Soares Pinto, c.c Mário Pedroso.

3.1. Maria de Lourdes, professora, foi c.c José Luiz Gambelini.

4.1. Fabiane, casada.

4.2. Flávia, comissária de bordo.

2.4. Maria Aparecida Pinto, c.c Barnabé de Moraes.

3.1. Elza

3.2. José

3.3. Vera

3.4. Ruth, já falecida.

3.5. Levi.

2.5. Terezinha de Jesus Pinto, solteira, já falecida.

2.6. José Benedito Pinto, comerciante do ramo de açougue em Atibaia, c.c Aparecida Pinheiro.

3.1. Maria Cristina Pinto, pedadoga, c.c Moacir Pires Franco, bancário.

4.1. Amanda Cristina, solteira, arquiteta formada pela USP – São Carlos.

4.2. Caio Henrique

3.2. José Roberto Pinto “Puguinha”, bancário, solteiro.

3.3. Rita de Cássia Pinto, profªc.c Waldemar (ver 4.2., 3.4., 2.2., 1.5., N° 06, cap. 8° do título Pereira).

3.4. Marcelo Pinto, médico veterinário, casado.

2.7. João Batista Pinto, bancário, solteiro, já falecido

1.2. Oscar Soares, comerciante em Quatá/SP, c.c Carolina Rocha (ver 5.5., 4.1., 3.9., 2.1., 1.2., N° 02, cap. 4° do título Siqueira Franco), ambos já falecidos.

2.1. Francisco de Assis Soares, já falecido, c.c Maria Vanni, residentes em Quatá/SP.

3.1. José Roberto Soares, c.c Celeste Mendes.

4.1. Ana Paula

4.2. José Roberto

4.3. André Luis

3.2. Ana Cristina Soares, c.c Otacílio Vieira Adão, já falecido.

4.1. Henrique

3.3. Maria Heloisa Soares, c.c José Carlos Garcia.

2.2. Benedita Soares, c.c Hemani Franco.

3.1. Ivone Soares Franco, c.c Angelo Medina.

3.2. Inês Soares Franco, c.c Aldezi de Souza Aguillar.

4.1. André

4.2. Alexandre

4.3. Carolina

3.3. Ivan Soares Franco, solteiro.

2.3. Terezinha Soares, solteira.

2.4. Eunice Soares, c.c José Elísio da Silva Graça, já falecido, sem geração.

2.5. Fábio Rocha Soares f. aos 25.Mar.2014, casado 1a vez com (…) e 2a vez com Cleuza Lara, teve 1 filha da 1ª mulher e dois filhos com a segunda:

3.1. Angela Carolina, c.c Ivan Biagi Roncada.

4.1. Thiago

4.2. Rafael

4.3. Gabriel

3.2. Carolina Lara Soares, formada em direito e educação física.

3.3. Daniel Lara Soares

2.6. Maria Cecília Soares, c.c Otavides Ribeiro da Silva.

2.7. Antonia Rocha Soares, c.c Estevan Quintas Moya.

3.1. Gisele

3.2. Priscila

1.3. Benedita Leite, c.c Benedito Prestes da Silva, ambos já falecidos.

2.1. Edy Prestes da Silva, solteira.

2.2. Neide Prestes da Silva, casada a 1° vez com Sílvio Soares de Moraes e a 2a vez com Mário Carone. Teve 2 filhos do 1° casamento e 2 do 2°.

3.1. José Carlos Soares de Moraes, c.c Eliane C. Soares de Moraes.

4.1. Pablo Rodrigo

3.2. Margareth Soares de Moraes, c.c José Antônio Tobias.

4.1. Igor

3.3. Mário Carone Filho, c.c Myra Carone.

4.1. Thiago

3.4. Leonardo Carone, solteiro.

1.4. Ana Leite, casada 1a vez com Sebastião Dias Lopes com quem teve 2 filhos e 2a vez com José Graciano com quem teve 2 filhas.

2.1. Walter Dias Lopes, foi c.c Angela Tozzi, com quem teve:

3.1. Ana Regina

3.2. Angela

2.2. Orlando Dias Lopes, c.c Creuza Dias Lopes.

2.3. Maria de Lourdes Graciano, c.c Carlos Afonso Homem de Carvalho.

3.1. Carlos Alberto.

2.4. Elizabeth Graciano, c.c Antônio Sacco.

3.1. Rodrigo

3.2. Camila

1.5. Hortência Leite, c.c Olvídio de Araújo, ambos já falecidos.

3.1. Therezinha de Araújo, solteira.

Nº 04 Major Sebastião Theodoro Pinto nascido aos 18.SET.1876 em Pirassununga/SP e falecido aos 02.JUN.1950 em Atibaia. Foi comerciante e prefeito nomeado de Atibaia entre 30.OUT.1930 a 14.ABR.1931, 02.JUN.1932 a 18.ABR.1933 e 26.JUL.1934 a 16.JUL.1936. Sempre fez política oposicionista ao grupo político liderado pelo Major Alvim e depois por seu filho, Zezico Alvim. Foi c.c Catarina Rodrigues dos Santos, filha de Antônio Rodrigues dos Santos que foi importante líder político em Nazaré Paulista. Catarina era irmã entre outros da esposa de Bento Paes e do professor e ilustre padre em Atibaia, Francisco Rodrigues dos Santos, conhecido como padre Chico.

1.1. Alzira Rodrigues Pinto, c.c José Rocha (ver 5.3., 4.1., 3.9., 2.1., 1.2., N° 02, cap. 4°, título Siqueira Franco), comerciante em Nazaré Paulista, ambos já falecidos. Teve:

2.1. Maria de Lourdes n. aos 26.JUN1918. Estimada por suas virtudes morais e religiosas pela comunidade Atibaiense, foi c.c Décio Scapin, n. aos 23.MAR.1913 e f. aos 16.JUN.1975; com quem teve dois filhos :

3.1. Flaubert Rocha Scapin, bancário, c.c Wilma Resende.

4.1. Érika

4.2. Alexandre

4.3. Valéria

3.2. Therezinha Scapin, c.c Luiz Rodrigues dos Santos Neto, comerciante em Atibaia.

4.1. Luiz Roberto Scapin Santos, comerciante, casado.

4.2. José Maurício Scapin Santos, comerciante, casado 1a vez com VeraPerine e 2a vez com Regina Braga, teve 1 filho de cada casamento.

5.1. Rodrigo

5.2. Talita

4.3. João Scapin dos Santos, comerciante, casado.

2.2. Rubens Rocha, funcionário público, c.c Alice da Silva Pinto.

3.1. Ana Alice, c.c Modesto César G. Hidalgo, comerciante em Atibaia.

4.1. Silvana

4.2. Viviane

3.2. José Rubens Rocha, c.c Fernanda Fonseca.

4.1. Rafael

3.3. Maria Regina Rocha

3.4. Vera Lúcia Rocha

3.5. Daniel Fernando Rocha

1.2. Ana Rodrigues Pinto f.΅aos 02.AGO.1915, solteira. Sobre sua morte ver N° 03 do cap. 12° deste título.

1.3. Antonia Rodrigues Pinto, c.c seu primo Benedicto Bueno da Silveira Lázaro, ambos já falecidos.

2.1. Ana Pinto da Silveira, solteira.

2.2. José Benedito da Silveira já falecido, foi c.c Maria Antonieta Ferrari.

3.1. Antônio Carlos Ferrari da Silveira, casado.

4.1. Catarina

4.2. Camila

4.3. André

3.2. Denise Helena da Silveira, casada.

4.1. Bárbara

3.3. José Arnaldo Ferrari da Silveira, c.c Regina Silveira, com filhos.

3.4. Nancy Ferrari da Silveira

2.3. Rubens Adalberto Pinto da Silveira, industrial, c.c Susana M. da Silveira, já falecida.

3.1. Vital José da Silveira, c.c Marli Silveira, com filhos.

3.2. José Rubens, solteiro.

2.4. Sebastião Theodoro Pinto da Silveira, c.c Maria Angélica Bartolomei da Silveira, professora, ex-secretária da educação de Atibaia (83/88).

3.1. Sebastião Francisco Bartolomei da Silveira, médico, foi c.c Camila Barreira.

4.1. Andréa

4.2. Giordana

3.2. Maria Aparecida Bartolomei da Silveira, solteira.

3.3. Pedro Paulo Bartolomei da Silveira, economista, c.c Kátia da Silveira Luedman, sua prima.

4.1. Wladimir

3.4. João Batista Bartolomei da Silveira, músico e produtor cultural, c.c Marisa Silveira.

4.1. Giovani

2.5. Felisberto Pinto da Silveira, c.c Jersina Ribeiro.

3.1. Tânia da Silveira, c.c Antônio Silvio Bagliarini Coura.

4.1. Henrique

3.2. Ricardo Ribeiro da Silveira, solteiro.

2.6. Cecília Pinto da Silveira, foi c.c Ludovico Hage Luedman.

3.1. Raul da Silveira Luedman, c.c Míriam de Lima.

4.1. Demitri

3.2. Maria Inês da Silveira Luedman, solteira.

3.3. Cecília da Silveira Luedman, c.c Maurício Muniz Barreto de Carvalho.

3.4. Maria de Fátima da Silveira Luedman, c.c Leonidas Pandages.

4.1. Marina

3.5. Kátia da Silveira Luedman, c.c seu primo Pedro Paulo Bartolomei da Silveira.

4.1. Wladimir

3.6. Marta da Silveira Luedman, solteira.

2.7. Célia Pinto da Silveira, c.c Marcos Romeu Pisa de Oliveira.

3.1. Amarilis

3.2. Priscila

3.3. Pedro Ivo

1.4. Sebastião Rodrigues Pinto, comerciante em Piracicaba, já falecido, foi c.c Maria Romero.

2.1. Maria Aparecida, c.c o maestro Emest Mahle, do conservatório musical de Piracicaba.

3.1. Ernesto

3.2. Cecília, já falecida.

3.3. Cláudio

3.4. Ricardo

3.5. Eleonora

1.5. Arlinda Rodrigues Pinto, c.c José João Bonini, f° de Enrico Bonini e de Letizia Rigolin, ambos já falecidos.

2.1. José Geraldo Bonini n. aos 03.JUL.1932 e f. aos 21.NOV.1999, foi casado 1a vez com Oscarlina Soares Leite e a 2a vez com Olinda Maria Pereira, teve do 1° casamento 1 filha e do 2° 2 filhos.

3.1. Catarina Maria Benedita Bonini, c.c Genésio Paris.

4.1. Dany

3.2. José Roberto Pereira Bonini c.c Clarice José dos Santos. Teve:

4.1. Rafel n. aos 21.FEV.1996

4.2. Carolina n. aos 28.ABR.2005

3.3. Rogério Pereira Bonini c.c Thatiane Maria Correa da Silva. Teve:

4.1. Felipe n. aos 30.JUN.2010.

2.2. Luiz Antônio Bonini n. aos 03.ABR.1942,c.c Onédia Benedita Corradini, filha de Maria Luisa Doratiotto e de Antônio Corradini, residentes em São Paulo. Luiz exerceu a vereança em Atibaia na condição de suplente no mandato de 1964/69. Teve:

3.1. Maria Cristina Bonini, casada 1ª vez dom Paulo Abrahão Dieb Filho e 2ª vez com Daniel Lombardo. Teve uma filha do primeiro e outra do segundo casamento:

4.1. Marcela Bonini Dieb n. aos 09.JAN.1995.

4.2. Rafaela Bonini Lombardo n. aos 09.MAIO.2005.

3.2. Márcia Bonini c.c Fabiano do Nascimento. Teve:

4.1. Catarina n. aos 04.NOV.2011.

2.3. Renato Bonini n. aos 06.OUT.1945 e f. aos 09.OUT.1945.

2.4. Roberto Bonini n. aos 06.OUT.1945,c.c Inês dos Santos. Teve:

3.1. Renato dos Santos Bonini

3.2. Eduardo dos Santos Bonini

2.5. Maria Lúcia Bonini n. aos 18.ABR.1950, c.c Carlos Alberto Gonçalves.

1.6. Zacarias Rodrigues Pinto, já falecido, contador, ex-prefeito de Nazaré Paulista de 1952 a 1955, foi casado 1° vez com Oscarlina Coelho e pela 2° vez com Matilde Silva, teve 3 filhos do 1° casamento e uma do 2°.

2.1. Sebastião Theodoro Pinto Neto, nascido em Porto Feliz, cirurgião dentista, ex-vereador a câmara municipal de Atibaia de 1973/77 e 1978/82 e presidente da câmara em 1975/76, c.c Dalva Fanchiulli Pinto filha de Afonso Fanchiulli e de Irene Paulinetti Fanchiulli. Teve:

3.1. Afonso Celso, cirurgião dentista, c.c Cristina Queiroz, com 2 filhos, residentes em Portugal.

4.1. Natália

4.2. Francisco

3.2. José Theodoro, cirurgião dentista, c.c Carla. Teve:

4.1. Beatriz

4.2. Pedro

3.3. ˙Paulo Sérgio Theodoro, engenheiro agrônomo c.c Suzana Serrano Theodoro Pinto. Teve:

4.1. Vitor

4.2. Giovana

3.4. João Theodoro, cirurgião dentista, c.c Silvia. Teve:

4.1. Lucas

4.2. Luigi

2.2. José Marcelino Coelho Pinto, cirurgião dentista, c.c Regina Esteia de Aguiar.

3.1. Renato

3.2. Veridiana

3.3. Gabriela

2.3. Maria Louizete Pinto, professora c.c Henrique Newmann.

3.1. Rodolfo

3.2. Felipe

3.3. Paulo

2.4. Sara Silva Pinto, casada, residente em Nazaré Paulista.

3.1. Nátalia

Capítulo 3º

Maria Antonia da Anunciação Leite

Maria Antonia da Anunciação Leite n. em 1848 em Atibaia onde se casou com Florêncio Soares Moniz, fazendeiro de café em Itatiba, f° de Antônio Soares Moniz e Cristina de Brito Leme. n.p. de Estevam Soares da Rocha e Gertrudes Maria das Neves (SL 6/19) e n.m. do capitão Lourenço Antônio Leme e de Ana Jacinta de Oliveira (SL 2/99). ambos já falecidos. Tiveram:

Nº 01 Antônio Soares Moniz

Nº 02 Florencio Soares Moniz

Nº 03 Evaristo Soares Moniz

Nº 04 Urbano Soares Moniz

Nº 05 Baliseu Soares Moniz

Nº 01 Antônio Soares Moniz “Totó”, fazendeiro em Itatiba, foi c.c Antonia, filha de Lourenço Antônio da Silveira e Joaquina de Godoi Lima, ambos já falecidos.

1.1. Celso Soares Moniz

1.2. Dulce Soares Moniz

1.3. Corina Soares Moniz

1.4. Maria José Soares Moniz

1.5. Rivadávia Soares Moniz

1.6. Edméia Soares Moniz

Nº 02 Florêncio Soares Moniz “Quiqui”, cirurgião dentista e fazendeiro em Itatiba, c.c Amélia, irmã da mulher de seu irmão Antônio Soares Moniz, já falecidos.

1.1. Kazuza Soares Moniz, já falecido, solteiro.

1.2. Evangelina Soares Moniz, já falecida, solteira.

1.3. Silvana Soares Moniz, 1a, já falecida, solteira.

1.4. Silvana Soares Moniz, 2a, já falecida, solteira.

1.5. Silvana Soares Moniz, 3a, já falecida, solteira.

1.6. Amélia S o ares Moniz, casada.

2.1. Wilma

1.7. Mercedes Soares Moniz, já falecida solteira.

1.8. Romeu Soares Moniz, já falecido solteiro.

Nº 03 Evaristo Soares Moniz, fazendeiro em Itatiba, c.c Ana, filha de João Evangelista da Silveira e Manoela Guilhermina da Silveira, n.p. de Jacinto Antônio da Silveira e Erigida Marciana, (SL 1/496), ambos já falecidos.

1.1. Bendita Soares Moniz, falecida solteira

1.2. João Soares Moniz, casado, falecido, sem geração.

1.3. Branca Soares Moniz, falecida solteira.

1.4. Platina Soares Moniz, falecida solteira.

1.5. Yolanda Soares Moniz, falecida solteira.

Nº 04 Urbano Soares Moniz, farmacêutico e fazendeiro em Itatiba, c.c Hortência Joly, filha do major Eugênio Joly e Maria Carolina Franco, n.p. de Carlos Júlio Joly e Maria Miquelina Dultra, e n.m. de Antônio da Silva Franco e Escolástica da Silveira Franco (SL 1/491 a-493), já falecidos.

1.1. Romília Soares Moniz, c.c John Donaldson, de nacionalidade inglesa, ex-gerente da Fiat Lux do Brasil, ambos já falecidos.

2.1. Eva Moniz Donaldson, c.c José Ugarte, comerciante.

3.1. John Donaldson Ugarte, solteiro.

3.2. Maria Cecília Ugarte, c.c Waldo Silveira, advogado, residentes em Ribeirão Preto.

4.1. Mariana

4.2. Isabel

4.3. Marcelo

4.4. Maria Luiza

1.2. Cornélia Soares Moniz, c.c Frederick, George Langley, de nacionalidade inglesa, ex-gerente do Bank of Canadá no RJ, ambos já falecidos sem geração.

1.3. Cícero Soares Moniz, faleceu solteiro com 17 anos.

Nº 05 Basileu Soares Moniz, advogado, foi juiz de direito, c.c Ludovina Passos, já falecidos. Tiveram 6 filhos:

1.1. Ofélia Soares Moniz, solteira.

1.2. Lourdes Soares Moniz, c.c Acyr Andrade, já falecido, tiveram 4 filhos.

2.1. Zilah Moniz de Andrade, casada 1ª vez com Hélio Ramos Ferreira e a 2a vez com Dieter Wolff, teve só 3 filhos do 1º asamento.

3.1. Patrícia, c.c Artur José Abreu Pereira

4.1. Alexandre

4.2. André

4.3. Daniela

3.2. Camila, c.c Ricardo Bento Ferreira.

3.3. Juliana, c.c Afonso Serra.

2.2. Vera Neuza Andrade, foi c.c Jaime Faria de Paula.

3.1. Jaime Faria de Paula Filho, c.c Maria Beatriz Salles.

4.1. Jaime

4.2. Tereza

3.2. Lourdes Faria de Paula, c.c José Ferraz de Camargo

4.1. José

4.2. Eduardo

4.3. Roberto

3.3. Henrique Faria de Paula, solteiro.

2.3. Katucha Andrade, foi c.c João Avelino Pinho Mellão, banqueiro e fazendeiro, tiveram 4 filhos:

3.1. João Mellão Neto n. aos 06.NOV.1955 em São Paulo. Casado com Dora Di Lello. É jornalista e articulista do jornal O Estado de São Paulo, com livros publicados. Estudou administração de empresas na Fundação Getúlio Vargas e jornalismo na Fundação Cásper Líbero. É empresário no setor agro-pecuário e na área imobiliária. Foi secretário de estado da comunicação – 2003, ministro do trabalho e da administração, 1992; deputado federal, 1991-1995, deputado federal, 1995-1999; secretário da coordenação governamental de São Paulo, 1986-1987; secretário municipal da administração de São Paulo, 1987-1988; secretário municipal da habitação e desenvolvimento urbano, 1993 e deputado estadual pelo DEMna legislatura de 2007 a 2010. Teve:

4.1. João da Cruz Melão

4.2. Ricardo

4.3. Ana Maria

3.2. Heloisa Andrade Mellão, c.c Antônio Carlos Guarin

4.1. Roberto

4.2. Antônio Carlos

4.3. Paula

3.3. Katucha Maria Andrade Mellão, c.c Edgard Scaff.

4.1. Katuchinha

4.2. Marcelo

3.4. Francisco da Cruz Mellão, solteiro.

2.4. Acyr Andrade Filho, c.c MariaHelena Calliera.

3.1. Renata Calliera Andrade, solteira

3.2. Cláudia Calliera Andrade, solteira

3.3. Acyr Andrade Neto

1.3. Helena Soares Moniz, falecida, foi c.c Luiz Antônio de Barros Aguiar, com 2 filhas.

2.1. Vera Helena Aguiar, c.c José Eduardo de Oliveira Costa.

3.1. Leila

3.2. Carlos Luiz

3.3. José Augusto

2.2. Roxana Aguiar, c.c Petronio Machado Freire, com 5 filhos.

3.1. Mônica, c.c Sebastião Monteiro.

3.2. José Luiz

3.3. Cynthia

3.4. Eliana

3.5 Ana Lúcia

1.4. Florêncio Moniz, foi casado 1a vez com Lydula Furquim de Almeida, 2a vez com Guanabara de Lourdes Arruda Franco, teve 1 filho do 1º casamento e do 2°, 1 filha.

2.1. Luiz Otávio de Almeida Moniz

2.2. IraDaniela Moniz

1.5. Maria Moniz, c.c Sylvio Marinho de Azevedo, já falecido, com 2 filhas.

2.1. Eleonora Marinho de Azevedo, c.c Euclydes Fagundes Neto.

2.2. Elizabeth Marinho de Azevedo, c.c Ivan João Alvarez Marchetti.

3.1. Emiliana

1.6. João Batista Moniz, c.c Marina Vera Moniz, com 2 filhos.

2.1. João Batista Moniz Filho, c.c Kátia da Cruz Picanço.

2.2. Silvana Moniz, c.c Denis Moses.

1 7

Juca Leite e Caetana da Silveira Franco

Capítulo 4º

Coronel José Jacinto Leite

Coronel José Jacinto Leite “Juca Leite de Atibaia”, nascido em 1849 ou 1852, casou-se em 1869 com Caetana da Silveira Franco, nascida em 1857, filha de Joaquim José Silveira e Maria Isabel Pires Pimentel, neta paterna de João José da Silveira e Ana Tereza da Conceição (ver 3.2., 2.2., 1.2., N° 02, cap. 4° do título Siqueira Franco), por este lado descendente direta dos 1º e 2° capitães-mores de Atibaia, respectivamente Lucas de Siqueira Franco e Francisco da Silveira Franco, neta materna de José Pires Pimentel e Maria Perpétua do Nascimento (SL. 2/269). Foi Juca Leite tropeiro durante grande parte de sua vida, transitando com tropas de muares, por quase todo o Estado de São Paulo, sul de Minas Gerais, parte do Estado do Rio de Janeiro, para depois dedicar-se a sua propriedade rural em Atibaia, falecendo em 23.MAR.1920, aos 68 anos de idade e sua mulher aos 10.NOV.1901, com 44 anos. Militou na política de sua terra pertencendo ao partido conservador na época do Império, partido este que seu pai foi importante líder nas décadas de 1860 e 70. Com o advento da República, militou no partido democrático, também de oposição. Deixaram 5 filhos:

Nº 01 Umbelina Georgina Silveira Leite

Nº 02 Maria Carmelita Silveira Leite

Nº 03 Waldomiro Silveira Leite

Nº 04 Marcilia Silveira Leite

Nº 05 João Batista Leite

Nº 01 Umbelina Georgina Silveira Leite f. aos 28.MAIO.1965, foi c.c o capitão Leopoldo Soares do Amaral (ver 2.5., 1.5., N° 05 do título Alves do Amaral), n.em Atibaia aos 05.ABR.1873 e aí f. aos 11.ABR.1947. Foi professor de letras, delegado de polícia, juiz de paz por muitos anos, vereador e prefeito de Atibaia entre 02.JAN.1906 a 15.JAN.1908, era filho de Rodrigo Soares do Amaral e Gertrudes Franco do Amaral, neto paterno de Bento José Soares (ver título Soares) e Ana Tomasia do Nascimento [SL 7/315] e neto paterno de José Joaquim do Amaral Bueno (ver título Bueno) e Ana Jacinta Alves do Amaral “Ana Paes ou Nhana Paes”(ver título Alves do Amaral) [SL 1/ 471]. Deixaram 6 filhosdescritos em 2.5., 1.5., N° 05 do cap. 5° do título Alves do Amaral.

Nº 02 Maria Carmelita Silveira Leite, falecida em 1935, foi c.c capitão Benedito Peçanha Franco, nascido aos 09.SET.1878 “Nhonhô Peçanha”; importante cidadão, político e fazendeiro em Piracaia, onde faleceu aos 07.SET.1935, era “Nhonhô Peçanha” natural de Atibaia, filho de Maria Salomé do Amaral (ver 1.7., N° 05, cap. 5° do título Alves do Amaral) e José Peçanha Franco (ver 3.6., 2.3., 1.1., N° 08, cap. 10° do título Siqueira Franco), tiveram 10 filhos descritosem 2.1., 1.7., N° 05, cap. 5° do título Alves do Amaral.

Nº 03 Waldomiro da Silveira Leite “Zico Leite”, c.c Joana da Silva, ambos já falecidos. Deixaram 5 filhos:

1.1. Maria Aparecida Leite, c.c Euclides Stramieri, agricultor, ambos já falecidos.

2.1. Plínio Stramieri, c.c Terezinha Bento.

3.1. Telemara

3.2. Cristina

1.2. José Silva Leite, foi gerente da nossa caixa de Atibaia, já falecido, c.c Maria Oscarlina Soares.

2.1. Rejane Maria, c.c Flávio Verdi.

3.1. Patrícia, casada.

3.2. Marcelo

2.2. Maria Isabel, dentista, c.c José Tadeu de Araújo, dentista.

3.1. João Paulo

3.2. Mariana

1.3. Benedito Silva Leite, despachante em Tupã/SP, já falecido, c.c Ercília Cunha.

2.1. Ana Maria, c.c Antônio Luis Carvasan.

3.1. Luis Fernando

2.2. Paulo César, c.c Aparecida Russo.

3.1. Lucas

1.4. Celso Silva Leite, capitão da polícia militar do estado de São Paulo, já falecido, c.c Maria Alves.

2.1. Dirce, c.c Luis B. de M. Barreto, biólogo.

3.1. Luciana

3.2. Patrícia

2.2. Denise, c.c Ailton Cunha, médico.

3.1. Alexandre

3.2. Cristiane

1.5. Rubens Silva Leite, já falecido, c.c Lourdes Leite.

2.1. Maria Anália, casada.

2.2. Pedro, casado.

Nº 04 Marcília Silveira Leite n. aos 13.DEZ.1884 e f. aos 12.AGO.1954 em Atibaia onde casou-se aos 11.FEV.1904 com Flórido José Batista “Nhô Florinho” (ver 4.2., 3.3., 2.3., 1.1., N° 08, cap. 10° do título Siqueira Franco), fazendeiro em Atibaia.

1.1. José Flórido “Zé Passarinho” n. aos 12.DEZ.1904 e ai f. aos 08.SET.1984, funcionário público, comerciante e produtor da cachaça Passarinho. Participou do batalhão Jerônimo de Camargo na revolução constitucionalista de 1932. Foi c.c Clarisse de Souza.

2.1. Augusto Afonso, funcionário público, já falecido, c.c Ana Maria Russani. Tiveram:

3.1. Angela, c.c Marcos Arantes Abrantes, médico, professor universitário, USF – Bragança Paulista.

4.1. Marcela

4.2. Marina

4.3 Mariana

3.2. Alexandre, funcionário público, c.c Salete Turras. Teve:

4.1. Bruna

4.2. Giovana

2.2. Ana Tereza “Terezinha Passarinho” f. em 2012, c.c Manoel Vieira de Souza ou Silva, comerciante em Atibaia.

3.1. Eduardo Antônio, c.c Júlia. Teve:

4.1. Carlos Eduardo

4.2. Amanda Tamires

3.2. Elaine, formada em farmácia pela USF, c.c Rubens de Oliveira..

2.3. Maria Amélia, foi casada em 1ª núpcias com Norberto Cordeiro, já falecido e 2ª vez com Luiz Carlos Pereira. Teve dois filhos do 1° marido e um com o 2°:

3.1. Ana Paula, c.c Frank Siqueira. Teve:

4.1. Raissa

4.2. Pedro Afonso

3.2. Jorge Augusto c.c Renata Picoli. Teve:

4.1. Camila

3.3. Luiz Henrique

1.2. Maria Benedita Flórido n. aos 28.OUT.1906 e f. aos 23.JUN.1977, foi c.c Daniel Silveira n. aos 21.JUL.1909 e f. aos 30.SET.1991, fazendeiro no bairro da Boa Vista de Atibaia, filho de Ana Gonçalvez da Silveira, de Nazaré Paulista, e de Joaquim Ivo da Silveira (ver descendênica em 1.6., N° 06, cap. 6° do título Alves do Amaral).

1.3. Amélia Flórido n. aos 03.AGO.1910 e f. aos 21.MAIO.1959 sem descendência.

1.4. Irene Flórido n. aos 05.JUL.1927 e f. aos 07.JAN.2004, foi c.c ˙César Rafaelli Neto n. aos 27.FEV.1929 em Atibaia e ai f. aos 09.FEV.2001, foi oficial de justiça do fórum de Atibaia e venerável mestre de diversas lojas maçônicas de Atibaia. Teve:

2.1. Maria Aparecida, professora, c.c José Carlos da Silva.

3.1. André

3.2. Felipe

2.2. Júlio César Fórido Rafaeli “Julião” n.em 1955 e f. aos 26.MAR.2011, foi professor e comerciante em Atibaia, c.c Cássia Góes Rafaeli. Teve:

3.1. Maria FernandaGóes Rafaeli, n. aos 18.FEV.1992.

Nº 05 João Batista Leite “João Leite”, funcionário público, c.c Maria da Glória Amaral, (ver título Alves do Amaral) professora, ambos já falecidos.

1.1. Wlademir Silveira Leite “Bizo”, já falecido, comerciante em Atibaia, c.c Ivone Volpe Leite, professora.

2.1. Maria Cristina, bancária, c.c ˙Antônio Prata de Souza, foi funcionário da Elektro antiga CESP.

2.2. Luís Antônio “Bizinho”, funcionário públicomunicipal, c.c Maria Lúcia Brígido.

3.1. Marcela

3.2. Juliana

1.2. Ivone Silveira Leite n. aos 11.ABR.1927 em Atibaia e aí falecdia aos 17.ABR.2007, foi diretora do museu municipal “João Batista Conti” de Atibaia e foi c.c Geraldo Valente, sem descendentes.

1.3. José Paulo Silveira Leite, já falecido, c.c Lina Perencin.

2.1. Vera, c.c Ricardo Brasil.

3.1. Ricardo

2.2. Nilson José, c.c Gilda Leite.

3.1. Juliana

1.4. Marco Antônio Silveira Leite “Capela”, bancário aposentado, ex-gerente da caixa econômica federal, c.c Lígia Fangiulli.

2.1. Ana Silvia, casada.

2.2. Carlos Henrique, casado.

2.3. Maria Helena.

Capítulo 5º

João Procópio Leite

João Procópio Leite, nasceu em Atibaia em 1853, foi fazendeiro no município de Casa Branca/SP, onde faleceu em 16.JUL.1897, viúvo de Maria Ubaldina Nogueira Terra, filha de Joaquim Nogueira Terra e Balbina Ubaldina da Silveira, n.p. de Hipólita Nogueira de Sarros e João Nepomuceno Terra, n.m. de João Silvério de Carvalho. (SL 6/416 e 417). Deixou, que descobrimos através de sua certidão de óbito, 2 filhos menores:

Nº 01 João Procópio Leite

Nº 02 Maria Umbelina (não conseguimos nenhuma informação)

Nº 01 João Procópio Leite casou-se Maria Balbina Nogueira. Tiveram que descobrimos:

1.1. Maria Balbina Nogueira de Carvaho foi casada com o coronel Militão Nogueira de Carvalho. Tiveram q.d.:

2.1. Lucy

2.2. Benedita c.c Joaquim

2.3. Jordano

2.5. Ivone c.c Nestor Martinelli. Teve que descobrimos:

3.1. Rosana c.c Carlos

3.2. Eder c.c Simone

3.3. Ivania c.c Fred

3.4. José Edson de Carvalho Martinelli c.c Simone. José Edson é jornalista, sociólogo, proprietário do mais tradicional jornal de Tambaú/SP – O Tambaú.

Capítulo 6º

Pedro Alexandre Leite

Pedro Alexandrino Leite Pedro Alexandrino Leite Pedro Alexandrino Leite Pedro Alexandrino Leite (foto) nasceu aos 11.DEZ.1852 em Atibaia. Foi homem de letras, tendo sido seminarista, deixando o seminário um ano antes de sua ordenação a padre. Teve atuação de destaque na vida político administrativa de Atibaia, tendo sido vereador à câmara municipal no mandado de 1883/86, juntamente com ilustres políticos da época como os vereadores Olímpio da Paixão, Lorenço Franco da Silveira, Antônio Gabriel do Amaral, José Inácio da Silveira, Francisco José da Silveira Pinto e Pedro Barbosa de Vasconcelos Cunha, pelo partido conservador, quase sempre oposicionista, cujo maior líder, nas décadas de 1860 e 1870 fora seu pai. No final de seu único mandato não se candidatou a reeleição. Pedro Alexandrino foi também fazendeiro com escravatura[219] no bairro de Itapetinga onde sua família tinha terras e principalmente no bairro de Caetetuba onde sua esposa tinha terras, onde nasceu sua descendência e onde provavelmente residia antes de deixar Atibaia.

Em 01.AGO.1889 Pedro tomou posse como 4º juiz de paz cargo que permaneceu até 01.AGO.1890 quando através de ofício renunciava ao cargo por estar de mudança da cidade o que nos faz concluir que Pedro Alexandrino Leite se mudara em 1890 para Botucatu/SP para onde se dirigiu ‘provisoriamente’ para administrar uma grande fazenda de culturas de propriedade de um banco, todavia, veio a falecer naquela cidade subitamente aos 02.DEZ.1894 com apenas 42 anos de idade de congestão hepática, segundo seu atestado de óbito tendo sido enterrado no cemitério Portal das Cruzes daquela cidade. Como já era viúvo, após o seu falecimento seus três filhos menores (Umbelina com 11 anos, Virgilia com 9 anos e José Benedito com 8 anos) ficaram sob a guarda do cel. Jacinto Leite a partir de 20.MAIO.1895, a partir de 03.JAN.1900, sob a tutela de Bento Pais e por último de Francisco Rodrigues Soares a partir de 21.MAR.1903. Deixou a herança de 12.483$849 (doze contos, quatrocentos e oitenta e três mil e oitocentos e quarenta e nove reis). Foi um dos inventariantes de seu pai que em seu testamento parece ter transparecido uma afeição maior por Pedro, segundo concluímos e razão pela qual transcrevemos um trecho do citado inventário a seguir:

“Deixo meu escravo Pedro, filho de Limeira, também escrava para meus filhos Pedro Alexandrino Leite e Jacinto José Leite com a condição de não poder vender nem ser trocado por dívida…. caso um ou outro quiser vender sua metade do referido escravo, Pedro poderá dispor a qualquer um dos mesmos doados nunca fora da família. A infração destas condições da direito a todos os herdeiros de dividir entre si esse dito escravo…. Deixo a meu filho Pedro em reconpensa dos serviços que me tem prestado como filho obidiente a minha terça com a condição de servir de pai a todos os meus filhos e filhas, seus irmãos e irmãs que ficarem solteiros educando-as e tratando-as e as fazer casar se não fizer assim ficará as terras para todos meus filhos, sim aqueles quiserem casar se case contrário não os pode obrifá-los ficará a sujeição aos mais ficando o mesmo filho Pedro obrigado a zelar sobre eles a fim de não fazer casamentos mal ou mãos. A minha terça será tirada das terras de minha fazenda no Bairro do Itapetinga ou outro que existir por meu falecimento vendendo ou este, não entrando nesta… outras disposições que já fiz, dicando na terça cinco mil pés de café que estão plantados unidas com as terras de meu cunhad[220]o Feliciano Bueno de Aguiar, a meu filho Pedro Alexandrino Leite com o terreno correspondente e com o direito aos mais que plantar fora estes, caso queira para si fizer aumento do mesmo cafezal e bem assim a meu filho Jacinto José Leite, três mil pés de cajé já plantados com os terrenos correspondente no lugar denominado Jatay[221] sendo este o lugar a direita a sua escolhida o dito terreno com o plantio do mesmo cafezal. Rogo a meu filho Pedro Alexandrino Leite em primeiro logar e José Jacinto Leite e João Procópio Leite queiram fazer… de serem meus testamenteiros. Esta é minha vontade. Atibaia 22 de maio de 1875”(testamento feito quase onze anos antes do falecimento de Jacinto Manoel Leite).

Pedro Alexandrino Leite casou-se aos 08.JUL.1882 em Atibaia com Gertrudes Franco do Amaral, nascida em 1846 em Atibaia, viúva de Rodrigo Soares do Amaral com quem teve cinco filhos[222], filha de José Joaquim do Amaral Bueno (ver titúlo Bueno) e de Ana Jacintha do Amaral “Ana Paes” (ver título Alves do Amaral) neta paterna de José Joaquim Bueno Paes e Maria Franco do Amaral; neta materna de Jacinto Alves do Amaral e de Maria do Espírito Santo Amaral. Gertrudes faleceu aos 10.JUN.1889 com 43 anos e teve com Pedro Alexandrino Leite, seu segundo marido os 3 filhos:

Nº 01 Umbelina Leite Peçanha

Nº 02 Virgilia Leite

Nº 03 José Benedito Leite

3Digitalizar0001[1]

Umbelina e e sua imã Virgilia, ambas crianças e na melhor idade, Belica é a 1ª da esquerda para direita e Virgilia está de óculos acima

Nº 01 Umbelina Leite Peçanha “Bélica” nasceu no bairro de Caetetuba aos 24.JUN.1883 em Atibaia e aí se casou aos 14.JUL.1897 com Estelito de Oliveira Peçanha (ver 4.1., 3.3., 2.3., 1.1., N° 08, cap. 10° do título Siqueira Franco), fazendeiro em Atibaia e aí falecido em 1953. Quando falecera seu pai, Umbelina morava em Bragança Paulista na casa de sua irmã por parte de mãe, Guilhermina, casada com José Antônio da Silveira Maia, o fundador do “O Atibaiense”. Umbelina foi mulher de muito respeito e admiração em sua época e faleceu aos 16.JUL.1974 em Atibaia com 91 anos de idade, não deixando descendentes.

Gila Leite 100 anos visão total

Virgilia Leite (no centro e de cadeiras de rodas) no dia de seu centésimo aniversário

Nº 02 Virgilia Leite “Gila” nasceu no bairro de Caetetuba aos 20.JAN.1885 em Atibaia e aí faleceu solteira aos 11.SET.1985 com quase 101 anos de idade na rua Professor Domingos Matheus na casa de seu sobrinho, na época já falecido, Pedro Alexandrino Leite “Neto”; rua do autor deste trabalho. Gila Leite foi uma senhora de grandes virtudes, venerada pela comunidade atibaiana por seus dotes de caridade e virtudes religiosas. Quando seu pai veio a falecer Virgilia encontrava-se estudando em São Paulo num seminário de educadoras, onde ficou cega, por volta de 1900/01.

José Benedito Leite

José Benededito Leite

Nº 03 José Benedicto Leite nascido no bairro de Caetetuba aos 17.MAR.1887 em Atibaia e aí falecido aos 22.MAR.1964 com 77 anos em sua casa na rua Manoel de Toledo n° 193. Quando menino morou em Bragança Paulista na casa de sua irmã por parte de mãe Maria Gertrudes, casada com João Crisóstomo da Silveira. Já casado morou por alguns anos em Capivari onde foi proprietário de terras. De volta a sua terra natal foi José Benedito tropeiro, comerciante e proprietário de terras, tendo sido muito respeitado em seu tempo. Foi casado 1ª vez aos 10.SET.1903 com Ana Soares (ver 5.5., 4.1., 3.1., 2.3., 1.3., N° 01, cap. 1° do título Siqueira Franco e Pires de Camargo 3.5., 2.1., 1.1., N° 01, cap. 8°), nascida aos 29.DEZ.1887 na então freguesia de Campo Largo de Atibaia, hoje cidade de Jarinu/SP e falecida em Atibaia aos 15.ABR.1935. Segunda vez José Benedito casou-se aos 23.ABR.1943 com Idalina Ferreira, teve filhos só do 1° casamento.

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Maria do Carmo Leite De Carlo na melhor idade e na juventude com seu filho José Benedito

e em pé sua prima Hortência Soares(ver 3.4., 2.1., 1.5., Nº 05, cap. 5º do título Alve do Amaral) em 1924 ou 1925

1.1. Maria do Carmo Leite De Carlo “Tóta” nasceu no bairro de Caetetuba aos 15.SET.1904 e aí faleceu aos 20.DEZ.1980. Foi casada aos 08.FEV.1923 com Antônio De Carlo, comerciante em Atibaia, ver Título DE Carlo.

2.1. José Benedito De Carlo ou Zezinho como foi mais conhecido, nasceu aos 21.SET.1923. Foi comerciante, sendo durante muitos anos, até o ano de 1983, proprietário da padaria “São José” na rua Benedito de Almeida Bueno esquina com a rua José Pires, onde morou toda sua vida e onde faleceu vítima de um atropelamento por uma motocicleta, na esquina de sua casa aos 18.JUN.2007. Faleceu solteiro e sem descendentes.

2.2. Iraci Noviski, “Nega” nascida aos 03.MAIO.1926 em Atibaia e aí falecida aos 02.AGO.2008; foi casada com Napoleão Noviski, nascido aos 30.NOV.1924. Napoleão foi vereador à Câmara Municipal de Atibaia eleito em novembro de 1963 para o mandato de 64/67, mas não chegou a completá-lo vindo a falecer em 10.JAN.1965, profundamente desgostoso com os andamentos políticos na cidade decorrentes das arbitrariedades advindas com o golpe militar que teve sérios reflexos em Atibaia culminando com as injustas perseguições e posterior cassação de vereadores e do então prefeitodr. Geraldo Cunha Barros. Napoleão Noviski foi sem dúvida, uma das vítimas fatais deste infeliz episódio da vida política do Brasil e de Atibaia em particular. Teve uma única filha:

3.1. Ivete Noviski Teixeira n.aos 05.NOV.1950, professora, casada com Antônio Luiz Teixeira “Toli” (ver título Alves do Amaral), também professor e comerciante em Atibaia, proprietário do tradicional “Lojão Teixeira”. Foi Antônio Luiz Teixeira presidente da diretoria executiva do conceituado São João Tênis Clube de 1997 a 2000 onde é conselheiro vitalício, foi entre 2006 a 2008 presidente da Associação Comercial de Atibaia. Teve um único filho:

4.1. Rafael Noviski Teixeira, nascido aos 27.JUN.1977, formado em administração de empresas 2002 pela USF e em direito pela FAAT, solteiro é comerciante em Atibaia. Teve:

5.1. Gabriela n. 19.NOV.2013.

2.3. Francisco n. aos 02.SET.1927 e falecido aos 15.JAN.1928.

2.4. Ioanda n. aos 22.SET.1928 e falecida na menoridade.

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Os irmãos: José Benedito (in memoriam), Iraci (in memoriam), Roberto e Philomena De Carlo

2.5. Roberto De Carlo nascido aos 14.DEZ.1929 na rua Santo Cruzeiro nº 39, hoje rua Benedito Almeida Bueno, casado aos 26.MAIO.1949 em Atibaia com Julieta Freitas De Carlo [ver título Freitas], (são os avós maternos do autor destas notas genealógicas). Teve seis filhos todos naturais de Atibaia:

3.1. Roberto Aparecido De Carlo nascido aos 02.ABR.1948. Faleceu solteiro e sem descendentes em Amparo onde se encontrava hospitalizado aos 29.JUN.1994, sendo sepultado no cemitério São João Batista de Atibaia.

3.2. Elisabete De Carlo “Bete” nascida aos 29.OUT.1950. Solteira, aposentada.

3.3. Marco Antônio De Carlo nascido aos 18.MAIO.1954, faleceu na rodovia Presidente Dutra em acidente de moto aos 10.SET.1972, solteiro e sem descendentes.

3.4. Sônia Maria De Carlo Bedore nascida aos 07.JAN.1953. Casada com Odair Bedore (ver título Bedore), são os pais do autor destas notas genealógicas. Teve seis filhos todos naturais de Atibaia:

4.1 Adriano Bedore, solteiro, advogado formado pela USF em 1997. Foi presidente do Grêmio Estudantil “Major Alvim” em 1991/92, da executiva do PMDB de Atibaia em 2000 a 2002, é conselheiro do Grêmio Esportivo Atibaiense eleito em 2002 e é o seu atual diretor administrativo. Participou ativamente das edições “Família Atibaiana” de José Luiz Teixeira (1997) e do livro revista “Famílias Ilustres e Tradicionais de Atibaia (2000). Na condição de suplente assumiu em 07.JUN.2014 uma cadeira de vereador na câmara de Atibaia. Foi eleito para 1° vice-presidente do legislativo para o ano de 2015, contudo, deixou a câmara no final de janeiro com o retorno do vereador ao parlamento. É autor destas notas genealógicas.

4.2. Janaina Bedore, comerciante, casada aos 22.OUT.2010 com José Leonardo Lacerda da Rocha, bacharel em direito e registrador em Pirajui/SP. Teve:

5.1. Leonardo n. aos 04.MAIO.2012.

4.3. Juliana Bedore, solteira é professora primária, pedagogo formada pela FAAT e funionária concursada da rede municipal de ensino de Bragança Paulista.

4.4. Daniela Bedore, técnica de enfermagem. Teve com Fernando Ortiz Castanho (ver em 2.1.,1.5., N° 04, cap. 4° do título Alves do Amaral e 4.2., 3.1., 2.4., 1.7., N°01, cap. 1°do título Pires de Camargo):

5.1 Lívia Maria Bedore Castanho, nascida aos 25.MAR.2002.

4.5. Eduardo Bedore nascido aos 16.DEZ.1980. Solteiro, é presidente do Clube Atlético CETEBE desde 2001.

4.6. Felipe Bedore n. aos 11.JUL.1983 c.c Patrícia Moghetti Oliveira. Teve:

5.1. Maria Eduarda Moghetti Bedore n. aos 24.JUN.2003.

5.2. Maria Fernanda Moghetti Bedore n. aos 24.JUN.2003.

3.5. Sérgio Luiz De Carlo n. aos 09.FEV.1961, func. público municipal. Divorciado. Teve:

4.1. Gabriela Barbosa De Carlo n. aos 06.FEV.1988, técnica em enfermagem.

3.6. Patrícia De Carlo Cintra n. aos 13.MAIO.1964, técnica em química, casada em 1983 com o empresário Luiz Gonçaga Cintra. Teve três filhos todos naturais de Atibaia:

4.1. Gustavo De Carlo Cintra n. aos 29.FEV.1984, formado emEd.física pela FESB.

4.2. Michel De Carlo Cintra n. aos 27.AGO.1985, formado em educação física pela FESB e em administração pela FAAT.

4.3. Karina De Carlo Cintra n. aos 14.JAN.1988, solteira, engenheira química.

2.6. Philomena De Carlos Lazzarini “Mena” n. aos 02.NOV.1931, viúva de João Torquato Lazzarini, n. aos 13.AGO.1922 no bairro da Mooca em São Paulo, filho de imigrante italiano e falecido também em São Paulo aos 29.ABR.1985, casados em 09.DEZ.1950 em Atibaia. Teve:

3.1. Sandra Regina Lazzarini n. em 25.OUT.1951, divorciada, residente em Atibaia. Teve um único filho:

4.1. Ricardo Lazzarini Garcia n.em São Paulo aos 05.AGO.1972, casado, formado em administração de empresas, empresário em Guarulhos, proprietário de uma transportadora, residente em Atibaia. Teve:

5.1. Enrico n. aos 17.OUT.2000.

52. Rodrigo n. aos 17.JUL.2008.

3.2. Ricardo Lazzarini n. em São Paulo aos 10.JUL.1954, aviador, foi casado em 1º núpcias com Sônia Maria Dagli e em 2º núpcias com Patrícia, residente em Bragança Paulista. Teve três filhos com a 1ª esposa e um filho com a 2º:

4.1. Ludimila n. aos 25.MAR.1979, teve:

5.1. Gabriel, nascido aos 26.MAR.1997.

4.2. Sabrina n. aos 16.NOV.1981.

4.3. Henrique n. aos 13.DEZ.1983

4.4. Ricardo n. aos 19.SET.1995

1.2. Leonor Esther Leite n.aos 09.AGO.1906 e f. aos 18.JUN.1963 em Atibaia, foi c.c Jorge da Silveira Franco, filho de Sebastião Franco da Silveira e de Malvina Soares da Silveira (ver desc. em 6.2., 55., 4.1., 3.1., 2.3., 1.3., N° 01, cap. 1° do título Siqueira Franco).

1.3. Elvira Leite de Oliveira casada aos 09.OUT.1951 com José Domingos de Oliveira, foram residentes em Franco da Rocha/SP,onde esto sepultados, não deixaram desdendência.

1.4. Julieta Leite n. aos 12.OUT.1911, foi religiosa da Congregação Nossa Senhora de Sion com o nome de irmã Arminda f. aos 22.NOV.1949 em São Paulo; foi sepultada na capela de Nossa S. do Sion no cemitério da Consolação em São Paulo, capital.

1.5. Otília Leite Ferreira, nascida em 1913 e falecida aos 18.FEV.1933 com apenas 20 anos, 40 dias após o nascimento de sua primeira e única filha. Foi c.c José Augusto Ferreira, também falecido, residiram em Atibaia. Teve:

2.1. Ricardina, n. aos 08.JAN.1933 e f. aos 14.AGO.1988. Foi c.c Armando Silva “Jaburu”n. aos 27.JUN.1926 e f. aos 10.OUT.1990. Teve os 6 filhos descritosem 7.1., 6.5., 5.5., 4.1., 3.1., 2.3., 1.3., N° 01, cap. 1° do título Siqueira Franco no título Siqueira Franco.

1.6. Pedro Alexandrino Leite n. aos 04.MAR.1915 e f. aos15.JUN.1973. Foi casado aos 30.DEZ.1939 com Maria Ermelinda Teixeira Leite n. aos 16.JUN.1915 e f. aos 06.MAIO.1990, era filha de Benedito José Teixeira, “Nhonô Tuta” e de Francisca Alves do Amaral, neta paterna de Maria Fancisca da Conceição e de Emilio Justino Teixeira, este filho de Franscisco José Teixeira e de Gertrudes Maria da Conceição, por esta bisneta de Adriano Luiz Fernadnes e de Ana Francisca (pais de Umbelina, esposa do capitão Jacinto Manoel Leite, tronco deste título Leite). Ermelinda era neta materna de Leopoldo Alves do Amaral e Ermelinda Alvim, que era filha de José Alvim, descendente direto (6° neto) de Jerônimo de Camargo, considerado o fundador de Atibaia. Pedro Alexandrino Leite e sua esposa moraram na rua Professor Domingos Matheus no mesmo bairro onde mora o autor destas notas genealógicas.

2.1. José Benedito, já falecido, c.c Maria José Zago.

3.1. César Eduardo n. aos 27.FEV.1963, casado 2ª vez com Emília. Teve do 1° c.c Patrícia de Souza Mafra:

4.1. Thiago Mafra Leite n. aos 29.JUL.1984.

4.2. Gustavo Mafra Leite n. aos 06.FEV.1987.

3.2. Paulo Américo n. aos 07.MAR.1965 foi c.c Mariane da Costa Antunes n. aos 21.NOV.1968, advogada, foi chefe de gabinete do deputado estadual Beto Tricoli. Teve:

4.1. Lucas n. aos 02.FEV.1997.

3.3. Simone Aparecida n. aos 17.FEV.1971, c.c Joselito Patrocínio n. aos 13.MAIO.1965. Teve:

4.1. Felipe n aos 06.FEV.1998.

2.2. Dinah Benedita n. aos 09.ABR.1942 e f. aos 07.AGO.1993. Foi c.c Sebastião Eugênio Brígida. Teve:

3.1. Paulo Sérgio, c.c Cláudia Alves Pinto. Tiveram:

4.1. Daniela n. aos 29.NOV.1985.

4.2. Rodrigo n. aos 03.JAN.1989.

4.3. Caio Herique n. aos 17.MAIO.1994.

3.2. Luiz Carlos c.c Cynthia Maria Tricoli Brígida, contadora. Teve:

4.1. Larissa Maria

4.2. Luana Maria

4.3. Luís Felipe

3.3. Patrícia Aparecida

2.3. João Batista, n. aos 30.SET.1943 e f. aos 09.NOV.2010, foi c.c Angélica Barbosa. Teve:

3.1. Luciana Cristina, casada.

3.2. Adalberto Alexandrino, casado.

2.4. Ana Francisca, c.c Eurico Cândido da Silva, advogado. Teve:

3.1. Carlos Eduardo

3.2. Marcelo de Alencar, foi casado com 1 filho

3.3. Ana Sílvia, escrevente policial, casada com 3 filhas.

3.4. Adriana Cristina, casada.

3.5. Eurico Cândido JR.

3.6. Leonardo Guilherme, n. em 1984 e f. aos 30.AGO.2009.

2.5. Helena Aparecida n. aos 08.JUL.1947 e f. aos 01.JUN.2007, foi c.c o italiano Luciano Boninsegna, oriundo da Provincia de Verona, comerciante. Teve:

3.1. Paulo Henrique

3.2. Luciana Aparecida

3.3. Alexandre Antônio

3.4. José Daniel

2.6. Pedro Paulo, falecido solteiro.

2.7. Vera Cristina, c.c Otávio Ulisses Frederico, advogado já falecido.

3.1. Pedro Gustavo

3.2. MariaEmília Cristina

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1ª Foto Marie Leite Fangiulli com Tainah Fangiulli e Maria Angélica c Isabela Fangiulli; 2ª Foto: Juliana, José Pedro, Marie, José Ricardo e Ana Paula

2.8. Marie Alminda Leite Fangiulli n.30.OUT.1953 em Atibaia e aí falecida aos 26.JAN.2009; foi oficial de justiça no fórum de Atibaia, c.c Waldemir Fangiulli “Wami”(ver 3.2., 2.7., 1.5., N° 03, cap. 2° do título Freitas), filho de João Batista Fanchiulli e de Rute Freitas, n. aos 26.SET.1946 em Atibaia e aí f. aos 21.DEZ.2005. Teve:

3.1. Ana Paula n. 08.AGO.1973, advogada, c.c Manoel C. Jardim. Teve:

4.1. Giovana n. 22.JAN.2002.

4.2. Fernando n. 31.MAIO.2004.

4.3. Gabrielan. 02.JUL.2006.

3.2. José Pedro n. 30.SET.1974, policial rodoviário federal, c.c Juliana Rossi. Teve:

4.1. TainahRuas Fangiulli n. aos 02.OUT.1998.

4.2. Isabela Ruas Fangiulli n. aos 24.DEZ.1999.

4.3. Nicoli Rossi Fangiulli n. aos 15.FEV.2005.

4.4. Gabriel Rossi Fangiulli n. aos 02.ABR.2011.

3.3. Ana Flora Fangiulli n. aos 25.JUL.1976 e f. aos 28.JUL.1976.

3.4. José Ricardo n. 18.OUT.1977, formado em desenho industrial pela UNESP – Bauru, casado com Danuza Yokoyama Correa. Teve:

4.1. Vitor n. aos 06.MAIO.2002.

2.9. Maria Angélica, c.c Paulo Figueredo. Teve:

3.1. Paulo

3.2. Mariana

3.3. Rafael

2.10. Carlos Alberto, com 1 filho:

3.1. Márcio Luiz

2.11. Luiz Antônio n. aos 16.JUN.1959, solteiro e residente em Atibaia.

1.7. Gertrudes Leite do Prado “Tudinha” n. em 1918, casou-se aos 15.JUL.1944 com Salvador Antônio do Prado (ver 3.1., 2.3., 1.6., N° 01, cap. 5° do título Pereira), n. aos 23.SET.1915 e f. 01.DEZ.1974em São Paulo, f° de Joana Maria da Conceição e de Januário Antônio do Prado, foram residentes em Franco da Rocha, onde faleceram e foram sepultados. Foi Salvador Antônio do Prado proprietário de 6 alqueires de terra na Estância Lynce que vendeu à Cezar Memolo, local onde hoje estão o colégio “Major Alvim” e o hotel Gran Rocca. Gertrudes faleceu em 1976. Teve:

2.1. José Adilson, falecido com 34 anos, sem descendentes.

2.2. Vera Lúcia

2.3. Ana Maria

2.4. Marco Antônio

Digitalizar0006

Lygia Leite Peçanha e Benedito Peçanha

1.8. Lygia Leite Peçanha n. aos 05.AGO.1919 e f. aos 27.AGO.1997. Casou-se aos 27.ABR.1944 com seu primo Benedicto Peçanhan. aos 30.MAR.1918 e f. aos 21.MAIO.1997, foi fazendeiro em Piracaia e em Atibaia e considerado no meio rural como grande cavaleiro de seu tempo, era filho de José Peçanha Franco e de Maria Salomé do Amaral, essa irmã da mãe de José Benedito Leite, portanto, Lygia e Benedicto (foto acima) eram primos:

2.1. Benedito Aparecido Peçanha n. aos 09.OUT.1945 e f. solteiro aos 22.MAR.2013 em Piracaia.

2.2. Maria Isabel, foi c.c Otelo Helena, comerciante em Atibaia, filho de Francisco Helena e neto de outro Francisco Helena, tronco da família Helena de Atibaia, de origem italiana. Teve:

3.1. Flávia, solteira, professora.

3.2. Renata c.c Marco. Teve:

4.1. Júlia

3.3. Marcelo, solteiro.

2.3. Maria Aparecida, professora, divorciada do português Antônio da Costa Mendes. Teve:

3.1. Antônio Paulo, casado residente em Portugal.

3.2. Maria Helena, professora, solteira.

3.3. João Ricardo, analista de sistemas.

2.4. Maria Antonia, diretora de escola municipal, c.c Glauco Edno Tonon. Teve:

3.1. Erik, policial civil n. aos 29.JUL.1978 c.c Cristiane Melissa Machado Tonon. Teve:

4.1. Maria Eduarda Machado Tolon n. aos 06.DEZ.2005.

4.2. Vitor Machado Tolon n. aos 16.JUN.2009.

3.2. Lívia Maria n. 1980 c.c Dalton da Rocha Ferreira.

3.3. Bruno Vicicius n. 1985, solteiro.

2.5. José Benedito Peçanha, pecuarista em Atibaia, c.c Lucia Granda. Teve:

3.1. José Eduardo

3.2. Juliana

3.3. Carlos Hemique

2.6. Maria Cecília, engenheira, viúva de seu parente, Francisco de Assis Aguiar (ver 2.3., 1.1., N° 05, do cap. 8° deste título), falecido, sem descendentes.

2.7. Maria Joana, solteira.

Capítulo 7º

Margarida da Anuciação Leite

Margarida da Anunciação Leite, nascida em 1855 em Atibaia e aí falecida aos 18.JUN.1922, casou-se com Olegário Rodrigues de Siqueira, fazendeiro e pessoa de destaque na vida administrativa da cidade de Atibaia, onde foi procurador da câmara no ano de 1872 a 1873. Deixaram 2 filhas.

Nº 01 Júlia Augusta de Siqueira Leite

Nº 02 Olimpia VirginiaLeite, c.c seu tio Jacinto Manoel Leite Junior (ver a seguir).

Nº 01 Julia Augusta de Siqueira Leite n. aos 05.JUN.1871 e f. em 03.JAN.195O, casou-se em Atibaia com seu primo capitão Salvador Teixeira do Nascimento (ver 2.5., 1.2., N° 02, cap. 1° do título Pereira) n.aos 25.DEZ.1857 e f. aos 19.SET.1919, foi grande fazendeiro em Atibaia no bairro do Mato Dentro, proprietário da fazenda Bico Torto, coletor de impostos e membro do conselho de intendência. Tiveram 9 filhos:

1.1. Benedito Teixeira, c.c Ernestina Teixeira, já falecidos, sem geração

1.2. João Teixeira do Nascimento “Zico Teixeira”, fazendeiro em Atibaia, c.c suaprima Maria da Conceição Leite, ambos já falecidos.

2.1. João Batista Teixeira, comerciário, solteiro, residente no RJ

1.3. Francisca Teixeira, c.c Joaquim Chamadoira Martins, ambos já falecidos

2.1. João Batista Chamadoira Martins, casado, já falecido.

1.4. Maria Teixeira, c.c Fernando Musa, farmacêutico, ambos já falecidos.

2.1. Cyrce Teixeira Musa, professora, c.c Benedito Silva “Tinhô” (ver 3.5., 2.1., 1.4., N° 01, cap. 7° do título Alves do Amaral), bancário e proprietário em Atibaia, ambos já falecidos.

3.1. Fernando Musa e Silva, comerciante foi c.c Denise Salles.

4.1. Daniel, casado.

4.2. Érica

4.3. Marcos

1.5. Hermínia Teixeira, c.c José Marcondes Machado, ambos já falecidos.

2.1. Heládio Marcondes Machado, casado.

2.2. Zoé Marcondes Machado, casada.

1.6. NoêmiaTeixeira, professora, c.c Aristodemo Rosica, ambos já faleciclos, semgeração.

1.7. Waldomiro Teixeira, funcionário público, já falecido c.c Maria José Machado.

2.1. Aparecida Antonia Teixeira, foi c.c Sidnei Machado

3.1. Sidnei Machado Júnior

2.2. Benedito Geraldo Teixeira, comerciário, c.c Maria Rita Chamadoira

3.1. Carlos Henrique

3.2. Luiz Fernando

3.3. Eduardo

2.3. Sônia Maria Teixeira, funcionária pública.

3.1. Juliana Teixeira Gonçalves

2.4. Ilda de Fátima Teixeira n. aos 07.ABR.1947 e f. aos 09.ABR.1984, foi c.c Pedro Ferraz Filho, bancário (ver 5.5., 4.5., 3.4., 2.9., 1.10. N° 03, cap. 4° do título Siqueira Franco).

3.1. Tamy de Fatima

2.5. José Antônio Teixeira, comerciário, c.c Lidia Setsuko Yanagui.

3.1. Leandro

3.2. Raquel

3.3. Rodolfo

2.6. Júlio Salvador Teixeira, c.c Maria Aparecida Silveira.

3.1. Júlio Salvador

3.2. Henrique

2.7. Waldomiro Teixeira Júnior, já falecido, c.c Rosa Maria da Silva

3.1. Riquelli

2.8. Manoel Jacinto Teixeira, desenhista, casado.

1.8. Mário Teixeira, já falecido, c.c Alaíde Netto, residente em Santos.

2.1. Marilene Netto Teixeira, casada.

3.1. Tânia Mara

2.2. Mário TeixeiraFilho, casado.

3.1. Frederico

3.2. Fábio

3.3. Fabiana

2.3. Dirce Netto Teixeira, solteira.

1.9. Ciro de Assis Teixeira n. aos 04.OUT.1916 e f. aos 18.SET.1961, contador e ex-vereador à câmara de Atibaia (1956/63), foi c.c Ana Amaral Silvaf. aos 13.JAM.2008 (ver em 3.5., 2.7., 1.3., N° 08, cap. 5° do título Alves do Amaral).

2.1. Darcy Correa Teixeira f. aos 04.FEV.2008, foi c.c Norma de Oliveira. Teve:

3.1. Fabiana, professora, c.c ˙Rogério, policial militar. Teve:

4.1. Rogério

2.2. Dayse Silva Teixeira n. aos 23.JAN.1947, professora, c.c Ardavaste Orugian “Aldo”. Teve:

3.1. Fábio n. aos 11.FEV.1973, c.c Deuzilara. Teve:

4.1. Pedro

3.2. Tatiana n. aos 27.JAN.1976 c.c Jackson. Teve:

4.1. Maria Fernanda

Capítulo 8º

Coronel Jacinto Manoel Leite Júnior

Coronel Jacinto Manoel Leite Junior nasceu em Atibaia aos 14.FEV.1856 e faleceu aos 22.JUL.1934, foi casado com sua sobrinha Olímpia Virginia Leite (Nº 02, cap° 7º atrás), nascida aos 05.OUT.1873 e falecida aos 05.MAR.1944. O cel. Jacinto Leite como era mais conhecido foi opulento fazendeiro de café em Atibaia, no bairro de Itapetinga, e teve participação ativa na vida político administrativa da mesma cidade, foi o primeiro presidente da cooporação musical 24 de outubro fundada aos 15.JAN.1931 e foi vereador na legislatura de 1887 a 1890. Deixaram 8 filhos:

Nº 01 João Manoel Leit n. aos 19.SET.1895 e f. solteiro aos 28.NOV.1913.

Nº 02 Manoel Leite n. em 1904 e f.solteiro aos 01.JUL.1925.

Nº 03 Maria da Conceição Leite

Nº 04 Maria da Dolores Leite

Nº 05 Rosina Leite

Nº 06 Benedita Virginia Leite

Nº 07 Jacinto Manoel Leite

Nº 08 Maria Luiza Leite

Nº 03 Maria da Conceição Leite, c.c seu primo João Teixeira do Nascimento, filho do capitão Salvador Teixeira do Nascimento e de Júlia Augusta de Siqueira Leite, filha do capítulo 7º, ver descendência retro.

Nº 04 Maria da Dores Leite, c.c Avelino de Almeida Bueno (ver 3.3., 2.2., 1.2., N° 08 do cap. 5° do título Alves do Amaral), farmacêutico e proprietário em Atibaia, ambos já falecidos. Teve:

1.1. Arnando de Almeida Bueno, engenheiro, já falecido, c.c Wilma Silva

2.1. Sérgio de Almeida Bueno, casado. Teve:

3.1. Sergio Jr

3.2. Tainá

3.3. (…).

2.2. Selma de Almeida Bueno. Teve:

3.1. Armando

3.2. Emanuelle

1.2. Dinah de Almeida Bueno, professora, já falecida, c.c Joaquim Antônio Cintra (ver 4.3., 3.2., 2.1., 1.1., N° 09, cap. 6°, título Siqueira Franco),comerciante em Atibaia.

2.1. Rosânia, professora, solteira

2.2. Roberval de Almeida Cintra, funcionário público, casado. Teve:

3.1. Tiago Storolli Cintra

2.3. Rodnei deAlmeida Cintra “Nei”, funcionário público, solteiro.

Nº 05 Rosina Leite, c.c Acelino Rocha, fazendeiro em Atibaia (ver 5.2., 4.1., 3.9., 2.1., 1.2., N° 02, cap. 4° do título Siqueira Franco).

1.1. Benedita Leite Rocha, foi c.c Joaquim Bueno de Aguiar, já falecido (ver 3.1, 2.4., 1.2., N° 08, cap. 5° do título Alves do Amaral). Teve:

2.1. Marina Bueno de Aguiar, c.c Antônio de Pádua Peçanha (ver 3.11, 2.4., 1.7., N° 05, cap. 5° do título Alves do Amaral), pecuarista em Atibaia.

3.1. Luiza Helena, c.c Gabriel Teixeira de Freitas.

4.1. Edson

3.2. Luiz Cláudio Peçanha, casado.

3.3. LilianAparecida

2.2. João Batista Aguiar, c.c Bemadete Almeida (ver 4.5.,3.1., 2.1., 1.2., N° 06, cap. 8° do título Pereira).

2.3. Francisco de Assis Aguiar, já falecido, foi c.c sua parente Maria Cecília Peçanha, engenheira (ver 2.6., 1.8., N° 03, cap. 6°retro).

2.4. José Roberto Aguiar

2.5. Terezinha, c.c João Ayres (ver 3.3., 2.3., 1.3., N° 06, cap. 6° do título Alves do Amaral), contador.

3.1. Wagner

2.6. José Luiz Aguiar, c.c Miriam Godinho Mônaco

3.1. Mariane

2.7. Neide, c.c Oswaldo Nogueira

3.1. Tânia

2.8. Benedito Aguiar, c.c SuzanaAguiar

3.1. Patrícia

3.2. Tiago

2.9. Mário Sérgio Aguiar, bancário, solteiro.

1.2. Eunice Rocha, c.c Edward Pedroso, comerciante em Atibaia, já falecido. Teve:

2.1. Edson Pedroso, comerciante e médico veterinário em Atibaia, c.c Maria H.P.Menezes. Teve:

3.1. Eloisa Helena, médica oftalmologista.

3.2. Edgar Henrique

2.2. Eda Regina Rocha Pedroso, professora, c.c Salim Tanos, conceituado contabilistaem Atibaia. Teve:

3.1. Michel Tanos, advogado c.c Elvira Maria Benevento Tanos (ver 3.1., 2.1., 1.1., N° 04, cap. 1°do título Terranova). Teve:

4.1. Laura Benevento Tanos n. aos 17.NOV.2009.

3.2. Marcel Tanosn. aos 09.JAN, advogado[223], casado com Fernanda Teve:

4.1. Vinícius.

2.3. Ednéia Maria Pedroso, c.c Francisco de Assis Corrêa.

3.1. Daniela

3.2. Renê

2.4. Eliana, solteira.

2.5. Estela, solteira.

1.3. Aparecida Rocha, c.c José Sallas, com geração.

Nº 06 Benedita Virginia Leite[224], profª c.c Álvaro Eugênio de Oliveira, filho de Cláudio Eugênio de Oliveira, falecidos.

1.1. Maria Cecília Leite Oliveira, c.c Aldo Aléssio Abramo, ambos já falecidos.

2.1. Terezinha Abramo, c.c Eylor Gonçalves.

3.1. Ester Gonçalves, casada.

2.2. Eda Ada Abramo, c.c CarlosAlexandre Nestrer.

3.1. Eliana, casada.

3.2. Evelin, casada.

3.3. Vivian, solteira.

2.3. César Augusto Abramo, c.c Gersey Aparecida de Camargo

3.1. César Augusto

3.2. AdrianaAparecida

3.3. GiovanaBeatriz

3.4. Rodrigo Augusto

2.4. Zaida Abramo, c.c Tito de Oliveira

3.1. Tatiana

3.2. Fabiana

2.5. Walquíria Abramo, c.c José Adão de Oliveira.

3.1. Eduardo

3.2. Luiz Carlos

2.6. Sônia Maria Abramo, c.c Anésio Peixe.

3.1. Carlos

3.2. Daniela

2.7. Aldo Aléssio Abramo Junior, casado, já falecido.

1.2. Maria de Lourdes Oliveira, c.c Álvaro Querido.

2.1. Carlos de Oliveira Querido

2.2. Janete de Oliveira Querido

Nº 07 Jacinto Manoel Leite “Jacintinho” n. aos 19.DEZ.1911 e f. aos 14.ABR.1975, foi funcionário público e c.c Benedita de Aguiar (ver 3.3., 2.4., 1.2., N° 08, cap. 5° do título Alves do Amaral), também falecida. Tiveram:

1.1. Cassiano Norberto de Aguiar Leite n. aos 19.JAN. 1937 e f. aos 16.NOV.1999, foi c.c Shilene Escudeiro. Teve:

2.1. José Roberto

2.2. Cassiano Alberto

2.3. Ricardo

2.4. Clotilde

2.5. Márcio Francisco Escudeiro Leite, promotor público em Atibaia, c.c Débora Silva Pinto (ver 4.3., 3.2., 2.4., 1.4., N° 01, cap. 8° do título Oliveira Cesar). Teve:

3.1. Bárbara

3.2. Diego

3.3. Manuela

2.6. Alexandre

1.2. Cacilda Aparecida Leite, n. aos 08.FEV.1939, professora, casada 1ª vez com Benedito Avelino Cintran. aos 09.JUN.1936 e f. aos 30.SET.1961 (ver 4.4., 3.2., 2.1., 1.1., N° 09, cap. 6° do título Siqueira Franco) farmacêutico, já falecido e 2ª vez com Francisco Emílio de Jesus Campos. Teve 2 filhas do 1º casamento e 1 do 2º.

2.1. Silvia Helena Cintra, n. aos 30.JUN.1956 e f. aos 08.AGO.2007 foi c.c Gerson Silva Pilegi

3.1. Gustavo n. aos 28.MAR.1978.

3.2. Tiago n. aos 14.MAR.1980.

3.3. Ana Carolina n. aos 05.JAN.1983.

2.2. Lúcia Helena Leite Cintra n. aos 23.OUT.1959, solteira.

1.3. Célia Maria Leite, c.c Carlos Roberto Pimentel Simões de Lima, contador em Catanduva/SP.

2.1. Thomas Simões de Lima, c.c Denise Ramirez

2.2. Carlos Eduardo Simões de Lima

2.3. Cláudia Simões de Lima

2.4. Daniela Simões de Lima

Nº 08 Maria Luiza Leite, c.c Alberto Gomes Caseli, comerciante, residentes em São Paulo.

1.1. Fábio Gomes Caseli, c.c Cristina Caseli.

1.2. CarlosAlberto Gomes Caseli c.c Carolina Caseli.

Capítulo 9º

Leopoldina da Anunciação Leite

Leopoldina da Anunciação Leite, natural de Atibaia, onde nasceu aos 23.JUL.1860, casou-se com João Correa Arantes, filho do capitão João Correa Arantes e Antonia Alves de Oliveira, n.p. do capitão José Correa de Arantes e Francisca Rosa, n.m. de João Pinto Cardoso e Escolástica de Oliveira, foi fazendeiro em Atibaia, no bairro do Portão. Deixaram 4 filhos.

Nº 01 Benedicta Conceição Leite Arantes

Nº 02 João Batista Arantes

Nº 03 Virgino Arantes

Nº 04 Olípia Virginia Arantes

Nº 01 Benedicta Conceição Leite Arantes, foi a 2ª mulher de seu primo Francisco Theodoro Pinto, ambos já falecidos sem geração (ver N° 1 do capítulo 2°)

Nº 02 João Batista Arantes, c.c Francisca Benedita da Silveira (ver 4.1., 3.2., 2.1., 1.2., N° 03, do cap. 4° do título Siqueira Franco), filha de Francisco José da Silveira Pinto e Bárbara Augusta da Silveira, com 3 filhos:

1.1. Sebastião Arantes n. aos 10.MAIO.1909 e f. aos 12.OUT.1976 foi c.c Hermínia Milanello, da família Milanello de Ponso/PD, n. aos 29.JUN.1912 e f. aos 25.JUL.1996.

2.1. Arlindo Arantes, f. em 2013, foi despachante em Atibaia, c.c Cleonice do Carmo Lobo.

3.1. Cláudio Arantes, cirurgião dentista, c.c Roselaura de Cássia Bemucci.

4.1. Guilherme

4.2. Cician Cristinan. aos 29.ABR.982 e f΅. aos 14.AGO.2009.

3.2. Roberto Arantes, bancário, c.c. Márcia Regina Turci.

2.2. José Roberto Arantes, f. solteiro em 2012, foi taxista.

2.3. Elenice Aparecida Arantes, diretora de escola aposentada, c.c José Mauricio de Oliveira (ver 5.1., 4.1., 3.3., 2.1., 1.5., Nº 05, cap. 5º do título Alves do Amaral), advogado, falecido aos 02.AGO.2011.

3.1. Adriana Aparecida Arantes, escrevente judicial, foi c.c o prof° José Carlos Ferreira. Com geração.

3.2. Carlos Eduardo, despachante policialfoi casado 1ª vez com Adriana Forte Montefusco Oliveira e 2ª vez com Fernanda Viana Mantovaninni.

3.3. Ricardo, advogado. Teve um filho com a 1² esposa e o 2° com a 2² esposa Janaina Chichorro:

4.1. Gulherme. n. 04.JUN.1999.

4.2. Cainã n. aos 24.JUL.2013.

2.4. Benedito Aparecido Arantes n. aos 01.JUN.1947, cirurgião dentista, c.c Arlete Lobo.

3.1. Sérgio casado.

3.2. Tânia n. aos 09.DEZ.1978, c.c ˙Márcio Closel.

2.5. Irazê Aparecido Arantes, cirurgião dentista, c.c Irene Xavier da Silva.

1.2. Maria José Arantes n. 23.FEV.1911 e f. aos 21.SET.1995 foi c.c João BatistaPereira Batista “João Pomba”(ver desc. em 3.4., 2.7., 1.2., N° 06, cap. 8° do título Pereira), filho de Benedito Pereira Batista e de Amélia Pinto “Nhá Amélia Pomba”.

1.3. Maria da Conceição Arantes f. aos 06.MAIO.2002 fo c.c Antônio Amâncio Pedroso n. em 1907 e f. aos 15.AGO.1973, f° de Joaquim Amâncio Pedroso e de Gertrudes Maria Escolástica. Tiveram:

2.1. Helvécio Pedroso n. aos 02.NOV.1937, funcionário públicomunicipal aposentado, c.c Antonia de Lima n. aos 27.ABR.1939, já falecida.Residentes na rua Rui Barbosa, Jardim Brasil. Tiveram:

3.1. RoseliConceição Romacho n. aos 07.AGO.1957 c.c Davinir Romacho n. aos 06.JAN.1956. Teve:.

4.1. Paula Romacho n. aos 03.MAIO.1980, advogada.

4.2. William n. aos 19.NOV.1983.

3.2. Sueli P. de Souza n. aos 27.AGO.1958, c.c Cícero Luís de Souza n. aos 18.SET.1954. Teve:

4.1. JanainaP. S. da Costa Gomes n. aos 09.ABR.1976 c.c Marcelo Duarte Costa Gome. Teve:

5.1. Pedro Lucas n. aos 10.FEV.2010.

4.2. Evandro n. aos 04.ABR.1979 c.c Liliana Mariana Abrão n. aos 06.JUL.1980. Teve:

5.1. Mateus Abrão de Souza n. aos 14.DEZ.1999.

5.2. Sarah Abraão de Souza n. aos 31.MAIO.2011.

4.3. Silvia Pedroso de Souza n. aos 19.NOV.1987. Teve:

5.1. Derick de Souza Doratiotto n. aos 03.ABR.2010.

3.3. lzilda Batista n. aos 07.SET.1959, c.c Donizete Batista n. aos 18.SET.1955. Teve:

4.1. Femando n. aos 25.AGO.2007, empresário c.c Juliana G. de França n. aos 16.OUT.1986.

5.1. Vitória Galrão Furquim

4.2. Sandala Patrícia Batista n. aos 25.JAN.1982, turismóloga, c.c Rafael Silveira Cintra.

3.4. Magali Lima Predoson. 12.NOV.1960 divorciada de Marco Antônio Stefani. Teve:

4.1. KoraPedroso Stefani n. aos 05.OUT.1979, nutricionista c.c Rogério Ceschielli de Oliveira, n. aos 29.ABR.1974, empresário e administrador. Teve:

5.1. Ana Beatriz n. aos 24.MAR.2010.

4.2. Ronan PedrosoStefani n. aos 27.OUT.1985.

3.5. Antônio Carlos Pedroso n. aos 03.FEV.1963, divorciado de Rita Romacho

4.1. Priscila n. aos 23.JUL.1984. Teve:

5.1. Nayara Aparecida Pedroso

4.2. Paulo Henrique Rocmacho Pedroso n. aos 18.JAN.1989.

3.6. Hervécio Aparecido Pedroso n. aos 08.JAN.1965. Teve:

4.1. Tiago Henrique n. aos 03.JUN.1986.

4.2. Gustavo n. aos 10.JUL.1988, já falecido.

4.3. Évelyn Mazzola Pedroso n. aos 04.JAN.1991.

4.4. Gabriela Cristina Pedroso n. aos 04.DEZ.1991.

4.5. Heloisa Maximiano Pedroso n. aos 18.OUT.1999.

4.6. Letícia Maximiano Pedroso n. aos 13.SET.2004.

4.7. Lívia Maximiano Pedroso n. aos 13.SET.2004.

2.2. Geraldo Amâncio Pedroso n. aos 08.JUL.1945, comerciante, c.c Aparecida Gonçalves n. aos 09.JUN.1936..

3.1. Júlio César Gonçalves Pedroso n. aos 25.OUT.1967 c.c Rosana Badiali. Teve:

4.1. David da Silva Pedroso n. aos 15.MAR.2005.

3.2. Juliano Gonçalves Pedroso n. aos 27.JUL.1976 c.c Cristiane Virgili da Silveira Pedroso. Teve:

4.1. Lucas Virgili Pedroso n. aos 24.SET.2011.

Nº 03 Virgilio Arantes, c.c Gomercília do Prado, ambos já falecidos. Tiveram:

1.1 Izabel Arantes, c.c Mário Martins do Prado, já falecido.

2.1. Ademir Aparecido do Prado, c.c Sidney de Fátima Leandro.

3.1. Izabel Cristina

3.2. Mário Leandro

3.3. Mariana de Fátima

2.2. Aparecida Benedita, c.c José Roberto Goes.

3.1. Elenice

3.2. Mariza Cristina

2.3. Maria Aparecida, solteira.

2.4. José Benedito do Prado, c.c Leonilda Batista.

3.1. FranklinFemaudo

3.2. Eliane Aparecida

2.5. Marcos Aparecido do Prado

2.6. Antônio Donizete do Prado

2.7. Walquíria do Prado, solteira.

1.2. Nestor Arantes, já falecido, c.c Elda Maria Leite.

2.1. Neusa Aparecida, c.c Carlos Alberto Gonçalves.

3.1. Adriano Régis

3.2. Maíra Aparecida

2.2. Dirceu Aparecido

2.3. Walter Benedito

2.4. JoséBenedito Arantes Sobrinho

2.5. RosalinaAparecida

2.6. Ana Maria

2.7. Edson Donizete

2.8. Terezinha de Jesus

1.3. Rosalina Arantes, já falecida, solteira.

1.4. José Benedito Arantes, solteiro.

Nº 04 Olímpia Virgínia Arantes, c.c João Batista, com uma filha:

1.1. Joana Batista Arantes, falecida solteira aos 11.MAR.2013 com 87 anos.

Capítulo 10º

Umbelina Maria da Conceição Leite

Umbelina Maria da Conceição Leite nasceu em Atibaia em 1861 onde se casou aos 03.JAN.1880 com Eugênio Augusto de Lima Pestana, farmacêutico, filho de Miguel Antônio Pestana e Maria Augusta de Lima, naturais do Rio de Janeiro/RJ. Umbelina e seu marido moravam em 1866 no bairro da ressaca em Mogi Mirim/SP. Umbelina faleceu em Jundiaí com avançada idade, deixando 6 filhos:

Nº 01 Hermínia Pestana

Nº 02 Maria Eugênia Pestana

Nº 03 Antonieta Pestana

Nº 04 Filomena Pestana, professora, falecida solteira

Nº 05 Semiramis Pestana, já falecida, sem maiores informações.

Nº 06 Floriza Pestana, já falecida, sem maiores informações.

Nº 01 Hermínia Pestana, c.c Maximino Mendes Silva, ambos já falecidos. Teve:

1.1. Lais Pestana Silva, solteira.

1.2. Edith Pestana Silva, c.c José Vitalino de Barros Martins, editor, ambos já falecidos.

2.1. José Fernando, executivo, c.c Edith Maria Oliveira Ribeiro.

3.1. MariaHelena

3.2. José Geraldo

3.3. MariaAngélica

2.2. José Antônio, c.c Olinda Amazonas.

3.1. Luciana

3.2. Renata

3.3. Fernanda

3.4. Carolina

3.5. José Augusto

1.3. José Pestana Silva, engenheiro, c.c Marieta Noschese, já falecida, residente em Santos/SP.

2.1. Eduardo Antônio, c.c Eliana Maria Dias.

3.1. Cláudia, c.c Aldo Roberto Saltini.

3.2. Gustavo

3.3. Thiago

2.2. Walter N. Pestana Silva, cirurgião dentista, solteiro.

2.3. Hermínia, c.c José Mário Ribeiro Gomes.

3.1. Andréa

3.2. Ricardo

2.4. José Noschese Pestana Silva, engenheiro, c.c Maria Inês Carvalho.

3.1. Cláudia

2.5. Ana Maria, psicóloga, c.c Ericson de Paula, engenheiro.

3.1. Érica

3.2. Mariana

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André Franco Montoro e Luxy Pestana Silva Franco Montoro

1.4. Lucy Pestana Silva Franco Montoro, assistente social, ex-primeira dama do Estado de São Paulo, casada com o professordoutor André Franco Montoro[225]n.em São Paulo aos 14.JUL.1916, professor emérito da faculdade de direito da PUC-SP, professor da faculdade de direito do Largo de São Francisco- USP-SP, ex-vereador de São Paulo (52/53), deputado estadual (55/58), presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo (55/56), deputado federal (59/70 e 95/99), senador da República (71/82), ministro do trabalho e da previdência social (61/62), governador do estado de São Paulo (1983/86). Montoro faleceu aos 17.JUL.1999 com 83 anos, após sofrer um enfarto no aeroporto internacional de Guarulhos, que hoje leva seu nome, quando embarcava para uma missão diplomática na qualidade de presidente da comissão de assuntos exteriores da câmara federal. Lucy Pestana Silva Montoro faleceu vítima de acidente automobilístico na rodovia dos Imigrantes quando retornava do litoral para capital aos 15.FEV.2002, com 85 anos. Tiveram 7 filhos:

2.1. Maria Lucia c.c Carlos Pedro Jens, engenheiro.

3.1. Felipe

3.2. Gabriela

3.3. Mariana

2.2. André Franco Montoro Filho, Formado em Economia pela FEA/USP, desenvolveu toda carreira universitária na Universidade de São Paulo, onde foi contratado em 1966. Fez doutorado no exterior – Universidade de Yale-USA, onde é professor titular desde 1983. Foi vice-diretor da FEA/USP e Presidente da FIPE. Ao mesmo tempo exerceu importantes funções públicas: presidente do BNDES, presidente da comissão diretora do programa nacional de desestatização e secretário de economia e planejamento do estado de São Paulo, c.c Gilda Castanho.

3.1. Marcos

3.2. Guilhenne

3.3. Flávia

3.4. Femanda

2.3. Eugênio Augusto Franco Montoro, economista, professor universitário da Fundação Getúlio Vargas, c.c Maria Amália de Barros.

3.1. Alexandre

3.2. Rodrigo

3.3. Maria Carolina

2.4. Paulo Guilhenne Franco Montoro, arquiteto, solteiro.

2.5. José Ricardo Franco Montoro, economista, foi vereador por dois mandatos à câmara municipal de São Paulo de 2000 a 2006 quando elegeu-se deputado estadual pelo PSDB para o mandato de 2007 a 2010 quando elegeu-se deputado federal para o mandato de 2011 a 2014. É casado com Marina Ribeiro da Silva. Teve:

3.1. Paula

2.6. Femando Antônio Franco Montoro, engenheiro, solteiro.

2.7. Mônica Montoro, psicóloga, solteira.

Nº 02 Maria Eugênia Pestana, professora, solteira, já falecida.

Nº 03 Antonieta Pestana, professora, c.c Virgílio Ferraz de Camargo (ver 3.2., 2.1., 1.4., N° 02, cap. 6° do título Pires de Camargo), funcionário da Justiça em Jundiaí, ambos já falecidos.

1.1. Mário Pestana de Camargo, bancário, c.c Maria José Tavares.

2.1. Maria Cecília, c.c Enos P. de Oliveira.

3.1. Enos P. de Oliveira Juniar.

2.2. João, c.c Nancy Laranjeira.

3.1. Maria Estela

1.2. Cecy Pestana de C amargo, professora, c.c Jovino Bitencourt Filho.

1.3. Lúcia Pestana de Camargo, professora, c.c Luis Braun, já falecido.

1.4. RubensPestana de Camargo, casado a 1ª vez com Izabel Silveira Bello, falecida e a 2ª vez com Cecília Figueiredo, teve filhos só do 1° casamento.

2.1. Carmen Silvia, casada.

2.2. Ricardo

Capítulo 11º

Joaquim Manoel Leite

Joaquim Manoel Leiten. em 1863 e f. aos 25.NOV.1933 em Atibaia onde se casou aos 18.DEZ.1883 com Benedita Maria de Oliveira f. aos 25.OUT.1922, filha de Manoel Martins de Oliveira e Thomasia da Anunciação, n.m. de Miguel Canedo de Compostella e Ana Maria Soares, bisneta de Francisco Manoel da Silva Canedo e Antonia de Oliveira, e de Manoel Martins Soares e Joana de Oliveira.

Nº 01 João Batista Leite

Nº 02 Iolanda Leite

Nº 03 Jandira Leite

Nº 04 Cinira Leite

Nº 05 Durvalina Leite

Nº 06 Adelzite Leite

Nº 07 Maria do Rosário Leite

Nº 01 João Batista Leite“João Canedo” n. em 1893 e f. aos 03.JAN.1924, foi c.c Angela Massoni. Tiveram:

1.1. Irineu Batista Leite, já falecido, c.c Eunice de Oliveira.

2.1. Irineu Batista Leite Filho, escrevente do 2° cartório de notas de Atibaia, c.c Maria Cristina de Oliveira.

3.1. Fabiano

3.2. Fabricio

3.3. Felipe

2.2. Júlio César Batista Leite, c.c Sandra Nicolau Rankin Diniz. Teve:

3.1. Murilo

3.2. Natália

2.3. Maria Angela Batista Leite, c.c Wandercyl Flórido.

3.1. Ana Carolina

2.4. Elizabeth Batista Leite, c.c Robson de Jesus Hachrnam.

3.1. Juliana

2.5. Ricardo Batista Leite

2.6. Antônio Carlos Batista Leite

1.2. Irene Batista Leite, faleceu solteira.

Nº 02 Iolanda Leite n. aos 10.MAR.1905 e f. aos 09.MAIO.1985, foi c.c Benedito Batista de Oliveira“Dito Gomes” f. aos 25.OUT.1991, filho do tenente João Batista de Oliveira[226]e de Ana Batista de Oliveira[227], os quais foram proprietários da fazenda do Porto, depois pequeno bairro de mesmo nome e hoje loteamento, também de mesmo nome. Tiveram:

1.1. José Geraldo de Oliveira, funcionário público, solteiro, f. aos 30.ABR.1987.

1.2. João Batista de Oliveira Neto n. aos 18.JUN.1945 e f. solteiro aos 13.ABR.1983, foi comerciante.

1.3. Renato, professor, solteiro.

Nº 03 Jandira Leite, c.c Lamartine Fagundes (ver desc em 4.1., 3.1., 2.3., 1.5., N° 09, cap. 6° do título Siqueira Franco).

Nº 04 Cinira Leite f. solteira aos 28.MAR.1971.

Nº 05 Durvalina Leite, c.c Celestino Fontanelli, artista plástico, ambos já falecidos.

1.1. Wanda, faleceu solteira.

1.2. Paulo, faleceu solteiro.

1.3. Léa, funcionária pública, solteira.

Nº 06 Adelzite Leite, c.c Vicente Papa, ambos já falecidos.

1.1. Ivone, c.c Arlindo de Campos, sem geração.

1.2. Francisco Benedito Papa, advogado, c.c Matilde Papa, com geração.

Nº 07 Maria do Rosário Leite, c.c Benedito Cameiro da Silva Braga, ambos já tàlecidos.

1.1. Lairce, c.c Teodoro Basilio de Lima, ambos já falecidos.

2.1. Ayrton Carneiro de Lima, solteiro, já falecido.

2.2. Wanda, c.c Tenente da Aeronáutica Wilson Moraes Bemardo.

3.1. Angela Maria

3.2. Paulo César

3.3. Wilson, c.c Ida Bemardo

4.1. Paola

4.2. Kátia

3.4. Suliane, c.c Antônio Carlos Soldeira, filho de Antônio Soldeira e de Aurora Seleio. Teve:

4.1. Carla

1.2. Flávio Carneiro da Silva Braga, já falecido, c.c Soemis Nogueira.

2.1. Silvia Helena, faleceu solteira.

1.3. Tereza, c.c Eduardo Olavo Neves Canto, médico já falecido.

2.1. Francisco Eduardo, já falecido.

2.2. João Olavo.

2.3. Eduardo Vitor, médico, foi c.c Maria Bernardete da Silva.

3.1. Eduardo Olavo

3.2. Francisco Eduardo

2.4. Dora Lúcia, casada, com geração.

2.5. Regina Helena, casada, com geração.

2.6. Maria Angela, casada, com geração.

Capítulo 12º

Francisco José Leite

Francisco José Leite mais conhecido por Francisco Sátiro Leite, n. em 1865 em Atibaia onde se casou com Maria Emilia Rocha (ver 4.3., 3.2., 2.11., 1.3., N° 04, cap. 4° do título Siqueira Franco), fª do cap. Porfilio Franco Bueno de Aguiar e sua 2ª mulher Carolina Idalina Tavares, n. p. de Jacinta Bueno de Campos e João Batista da Rocha Franco e n.m. de Manoel Batista Tavares (SL 2/58. Francisco foi proprietário de terras no bairro Itapetinga. Tiveram 10 filhos.

Nº 01 Julieta Leite

Nº 02 Malvina Leite

Nº 03 Aristides Leite

Nº 04 Maria José Leite

Nº 05 Mário Leite

Nº 06 José Leite

Nº 07 Sebastião Leite

Nº 08 Antonieta Leite

Nº 09 Francisco Leite

Nº 10 João Leite

Nº 01 Julieta Leite, c.c Arthur Guzzi, comerciante em Atibaia (ver 3.3., 2.1., 1.2., Nº 06, cap. 5º do título Alves do Amaral), ambos já falecidos. Tiveram:

1.1. Ondina, c.c Miguel Pilegi Contesini, já falecido foi comerciante em Atibaia. Tiveram:

2.1. Flávio Luiz,comerciante, fotografo e presidente do clube atibaiense de fotografia. Foi casado 1ª vez com Neusa Falcochio com quem teve 3 filhos e 2ª vez com Lilian Volgel, atual diretora do museu de Atibaia e autora de dois livros sobre folclore da nossa região. Teve:

3.1. Ronaldo Falcochio Pileggi n. aos 15.JUL.1977, professor, casado, residente em São Paulo

3.2. Gizeli Falcochio Pileggi n. aos 19.MAR.1980, residente em Londres.

3.3. Rogério Falchio Pileggi n. aos 24.ABR.1982, advogado.

2.2. Sônia, professora.

Nº 02 Malvina Leite, c.c José Vilhena Granado, de Piracaia, já falecido. Teve:

1.1. Neusa, c.c Wagner Monteiro

2.1. Paulo Roberto

2.2. Júlio César

2.3. Marisa Helena

2.4. Sandra Lúcia

1.2. Mário, c.c Zélia Batista, residentes em Piracaia

2.1. José Carlos

2.2. Luciana

Nº 03 Aristides Leite.n. em 1892 e f.΅ aos 02.AGO.1915 solteiro e sem descendentes. Sobre Aristides Leite, podemos dizer que sua morte abalou Atibaia,uma vez que ele e sua amada, Ana Rodrigues Pinto (ver 1.3., N° 04, do capítulo 2° deste título) suicidaram-se dentro do cemitério municipal após o casamento dos dois ter sido proibido pelo pai de Ana(N° 04 do cap. 2° deste título). Em carta deixada por ambos, foi pedido que seus corpos fossem sepultados um ao lado do outro (quadra A sepulturas 113 e 114) sem urna e coberto de flores, o que foi atendido em parte pelas famílias.

Nº 04 Maria José Leite, c.c Mário Correia da Silva, ambos já falecidos. Teve:

1.1. Yeda

1.2. Maria Lúcia

1.3. Gastão

1.4. Nuno, já falecido.

Nº 05 Mário Leite n. em 1903 e f. aos 10.FEV.1933, foi c.c Isaltina Leite, já falecida. Tiveram:

1.1. Irany

Nº 06 José Leite, c.c Guilhermina Leal, foram residentes em Rio Claro/SP, ambos já falecidos.

1.1. José

1.2. Ari

Nº 07 Sebastião Leite, c.c Isaura Titarelli, filhade Antônio Pinto Teixeira n. em 1891 e f. em 1934 e de Maria Titarelli Teixeira n. em 1897 e f. em 1990, residentes em Atibaia. Teve:

1.1. Vera Maria Leite Scorzaffave c.c Luiz Carlos Scorzaffave. Teve uma filha:

2.1. Adriana Scorzaffave Almeida c.c Tarcízio Almeida. Teve:

3.1. Vitor

Nº 08 Antonieta Leite, c.c André Martins, ambos já falecidos.

1.1. Iracema

Nº 09 Francisco Leite, faleceu solteiro.

Nº 10 João Leite “João Caetetuba”, c.c Maria José Russomano, ambos já falecidos. Tiveram:

1.1. José Luiz, casado.

1.2. Francisco de Assis Leite, c c Inês Passos de Mores Leite.

1.3. Miguel Leite

1.4. João Batista Leite

1.5. Vera Lúcia Leite

1.6. Sonia Regina Leite da Silva, c.c Wanderlei da Silva

1.7. Ana Maria Leite

Capítulo 13 º

Lucas Evangelista Leite

Lucas E. Leite n. aos 10.NOV.1866 e f. solteiro aos 09.JAN.1884, vítima de uma mordida de cobra na fazenda de seu pai.

Capítulo 14º

Virgilia Leite

Virgilia Leite, falecida na menoridade aos 10.ABR.1866.

Capítulo 15º

Virgilio Avelino Leite

Virgilio Avelino Leite, nascido em junho de 1869 em Atibaia onde se casou aos 22.JUN.1886, com Elisa Alves da Conceição ou “Elisa Amaral”, filha de Lourenço José do Amaral e Sabina Maria Franco. Em 1886 residiam no bairro do Mato Dentro em Atibaia. Teve q.d:

Nº 01 Risoleta Leite

Nº 02 Izaura Leite

Nº 01 Risoleta Leite c.c seu primo Francisco de Andrade. Teve:

2.1. Éster

2.2. Odete

2.3. Francisco

Nº 02 Izaura Leite, casada em Atibaia com João Guilherme, sem descendentes.

Capítulo 16º

Benedito Manoel Leite

Benedito Manoel Leite n. em 1874, único f°do cap. Jacinto Manoel Leite e sua terceira mulher Eulália Bueno de Aguiar, foi c.c sua sobrinha Cristina da Silveira Pinto (ver desc. em N° 03 do capítulo 2º retro), viúva de José Soares do Amaral, filha de sua irmã por parte de pai e Ana Maria da Conceição Leite e de José Theodoro Pinto.

FIM DO TÍTULO LEITE

FOTOS DE FAMILIARES

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As primas Sônia Maria De Bedore, Ivete Noviski Teixeira, Elisabeth De Carlo, Sandra Lazzarini e Patrícia De Carlo Cintra

Alda, Iraci, Julieta e Filomena

Da esquerda para direita Alda Freitas Pinheiro, Iraci Noviski, Aurea, Julieta Freitas De Carlo, Filomena Lazzarini De Carlo e ao fundo Alisson Bedore, Odair Bedore e Bete em março de 2004.

Título VIII

Família OLIVEIRA CESAR

Descendentes do capitão Francisco Xavier Cesar

Disposição genealógica (Tronco, capítulos e demais desdendentes): Adriano Bedore [Inédita]

Genealogistas Pesquisados: Silva Leme in momeriam e Adriano Bedore

RELAÇÃO DO TRONCO COM ATIBAIA/SP

●O Tronco deste título, capitão Fracisco Xavier Cesar, nasceu em São Paulopor volta de 1760, e logo após mudou-se com seus pais para Atibaia em meados do século XVIII (1760 a 1765)

RELAÇÃO DO TRONCO COM O AUTOR

● O Tronco é hexavô do autor deste trabalho etrisavô de Maria Joana Pires de Oliveria, bisavó materna do autor destas notas genealógicas.

CIDADES MAIS CITADAS NESTE TÍTULO

● Atibaia (antiga São João de Atibaia), Pindamonhangaba e Nazaré Paulista

Capitão FRANCISO XAVIER CESAR

Francisco Xavier Cesar[228]nasceu entre 1762 a 1766 em São Paulo, segundo suas duas certidões de casamento e os censos populacionais[229] e falecido em Atibaia aos 10.NOV.1839 com 78 anos. Foi nomeado alferes em 1776 e depois capitão da 8° companhia de Atibaia. Foi proprietário de terras no bairro da Boa Vista, foi também vereador em Atibaia em 1797 e 1808, juiz ordinário em 1812, novamente vereador em 1826 e 1827; fez parte da comissão criada em 1781 encarregada de coordenar as conclusões das obras da igreja do Rosário iniciada em 1763. Era filho de Jorge Moreira Cesar n. aproximadamente em 1730 (SL 7/400), natural de Santo Amaro, mas morador de Atibaia[230] onde deve ter chegado entre 1760 a 1765 e onde faleceu em 1782 e de Margarida Vieira de Oliveira[231], n. aproximadamente entre 1734/40, natural de Santo Amaro e falecida em 1818 em Bragança Paulista. Francisco Xavier Cesar era neto materno de Josefa de Oliveira e de Francisco Xavier Gonçalves, naturais de São Paulo, retratados no título Macieis de Silva Leme. Neto paterno de Izabel de Siqueira e de Francisco Cesar Moreira ou Xavier Cesar, retratado nos títulos Garcias Velho e Pires de SL, de origem portuguesa, os quais casaram-se em Santo Amaro em 1716 mas foram moradores em Pindamonhangaba onde faleceu Izabel em 1764.

Francisco Xavier Cesar casou-se primeira vez em Atibaia aos 10.JAN.1783 com Caetana Maria Pereira de Oliveira (ver (1.6., N° 05 do cap. 7° do título Padilha), n. em 1762 em Atibaia e aí falecida aos 15.JAN.1801, era filha de Ana Maria de Oliveira, falecida aos 31.JAN.1810 e do alferes Manoel Pereira Padilha[232] (N° 05, cap. 7° do título Padilha), naturais de São Paulo. Manoel Pereira Padilha foi pessoa de grande respeito em Atibaia onde arrematou um estanque em 1763 e outro em 1776/78; foi também juiz da câmara em 1773 (SL 6/304). Caetana Maria era neta materna de Antonia Dias Garcia e de Antônio de Oliveira Pereira, naturais de São Paulo; neta paterna de Teodora da Silva Padilha (7° capítulo do título Padilha), filha de portugueses naturais do Porto e de Braz Esteves Leme[233], este filho de Mariana de Aguirre de Camargo (SL 1/363), descendente de Marcelino de Camargo, o patriarca de Atibaia e do sargento-mor de Minas Gerais Antônio Bicudo de Brito que faleceu em 1717 em Pindamonhangaba/SP, filho do capitão Antônio Bicudo Leme, o “Via Sacra” que juntamente com seu irmão alcaide-mor Braz Esteves Leme e seus genros e filhos são considerados fundadores da cidade de Pindamonhangaba/SP.

Segunda vez Francisco Xavier Cesar casou-se também em Atibaia segunda vez aos 24.ABR.1805 com Gertrudes Maria de Oliveira (SL 2/202) n. em 1788 em Atibaia em 1789, filha de Ana de Souza de Moraes que casou-se em 1765 em Atibaia com João Cardoso de Oliveira. Neta materna de Antônio Pedroso de Moraes que casou em 1743 em Atibaia com Margarida de Souza. Neta paterna de Sebastião Alvares de Oliveira e de Eugeina Pereira. Francisco Xavier Cesar teve segundo Silva Leme (7/403) sete filhos com sua primeira mulher e q.d, um filho com a segunda (capítulo 8°), não citado por Silva Leme, mas descoberto por nós:

Capítulo 1° Joaquim Cesar

Capítulo 2° Maria Rosa

Capítulo 3° Ana de Oliveira

Capítulo 4° Monela de Oliveira

Capítulo 5° José Cesar (meu pentavô)

Capítulo 6° Francisco Cesar ou Oliveira Cesar

Capítulo 7° Inácio Cesar ou Oliveira Cesar

Capítulo 8° Inácio de Oliveira Cesar[234]

Capítulo 1°

Joaquim Cesar ou Joaquim de Cerqueira Cesar

Joaquim Cesar nascido em 1787. Nada descobrimos, exceto o batismo de um certo Joaquim nascido aos 06.AGO.1815 filho de Joaquim Cerqueira Cesar e Jacinta Cardoso de Oliveira, do bairro da Cachoeira, sendo padrinhos Francisco Xavier César e Gertrudes que certamente se trata de um filho do Joaqui César retratado aqui, bem como, encontramos no censo de 1810 um certo Joaquim de Cerqueira Cesar natural de Atibaia, com 25, sua esposa, Jacinta Cardoso, natural de Bragança com 17 anos e um filho de nome José com 2 anos, portanto, nascido em Atibaia em 1808. Acreditamos ser Joaquim de Cerqueira Cesar Joaquim Cesar filho do tronco deste título.

Capítulo 2°

Maria Rosa Cesar

Maria Rosa nascida aos 24.JUN.1788 em Atibaia e aí casada aos 11.JAN.1803 com Bento Domingues de Oliveira, falecido em Atibaia em 1816. Era filho de Bento Domingues Paes e de Maria de Oliveira Preto (SL 8/289). Teve:

N° 01 Maria

N° 02 Caetana Maria

N° 03 Ana

N° 04 Jacinto Domingues de Oliveira

N° 05 José

N° 06 Umbelina

N° 01 Maria c.c Vicente Pedroso Rocha. Nada descobrimos.

N° 02 Caetana Maria, nada descobrimos.

N° 03 Ana c.c João Barbosa. Nada descobrimos.

N° 04 Jacinto Domingues de Oliveira que foi o 1º marido de Dionizia Maria do Nascimento, filha do capitão Fortunato Antônio de Alvarenga e de Custodia Maria de Alvarenga. Teve naturais da Penha do Rio do Peixe (hoje cidade de Itapira) os oito filhos:

1.1. Joaquim Inácio de Oliveira, c.c Francisca Rodrigues filha de Joaquim Rodrigues de Moraes. Com filha única:

2.1. Ana c.c João Gonçalves de Oliveira, natural de Bragança, fº de José Gonçalves de Oliveira.

1.2. Antônio Domingues de Oliveira Cesar, c.c (…) fª de Aleixo Rodrigues, de Serra Negra. Com geração, mas sem informação.

1.3. Bento Domingues de Oliveira Paes, c.c Maria Candida de Oliveira fª de Inácio Gomes da Cunha e de Maria Antonia de Alvarenga (SL 5/178). Teve 3 filhos:

2.1. Inácio Gomes de Oliveira Cunha,c.c sua parenta Amelia Rosalina fª de Mariano Gomes da Cunha e de Maria Antonia da Silva (SL 5/178).

2.2. Jacinto Gomes de Oliveira Cunha

2.3. Ana Candida c.c Bento Inácio de Alvarenga Cunha. Com geração, mas sem informações.

1.4. Fortunato Antônio de Alvarenga, c.c Ana Josephina Cunha, fª de Mariano Gomes da Cunha (2.1. retro). Teve:

2.1. Jacinto Franklin da Cunha c.cFrancisca da Silva, fª de Luiz Manoel Pereira da Silva e de Guilhermina Rodrigues. Com geração, mas sem informação.

2.1. Maria Josephina c.c José Gomes da Cunha, fº de outro do mesmo nome e de sua 2ª mulher Maria Jacintha de Alvarenga.

1.5. José Domingues de Oliveira viúvo de Francisca (…) natural de Jacareí, teve:

2.1. Jacinto Domingues de Oliveira.

2.2. Avelino Domingues de Oliveira casado, com geração, mas sem informação.

1.6. Maria Jacintha de Alvarenga, c.c José Gomes da Cunha,natural de Bragança, fº de José Gomes de Moraes e de Luzia de Oliveira Preto, que juntamente com mais dois irmãos mudaram-se para Itapira, antiga Rio do Peixe. Teve:

2.1. Joaquim Gomes da Cunha, c.c Maria Carlotta Ferreira. Sem filhos.

2.2. Francisca Augusta de Alvarenga Cunha, c.c seu primo Francisco Augusto Gomes da Cunha, fº de Mariano Gomes da Cunha. Com geração.

2.3. Maria Candida de Alvarenga Rocha foi c.c o major Fortunato Antônio de Alvarenga Rocha, fº de Francisco da Rocha Campos e de Ana Leopoldina de Alvarenga. Com geração.

2.4. José Gomes da Cunha, c.c Maria Josephina da Cunha. Com geração

1.7. Ana Maria de Oliveira, c.c seu tio Bento Domingues de Alvarenga, fº do capitão Fortunato e de Custodia. Teve:

2.1. José Domingues de Alvarenga, falecido com 17 anos

2.2. Fortunato Antônio de Alvarenga casado no Espirito Santo do Pinhal. Sem geração.

2.3. Tenente Francisco Domingues de Oliveira c.c Henriquetta Pereira da Silva fª de Luiz Manoel Pereira da Silva. Com único filho:

3.1. Avelino

2.4. Capitão Jacinto Domingues de Alvarenga c.c Florinda. Sem geração.

2.5. Maria do Nascimento foi viúva de Delfim José Soares, fº de João do Porto. Teve:

3.1. João Delfino c.c Adelina fª de Elias Rodrigues de Alvarenga.

3.2. Delfino José Soares c.c Elpidia fª de Firmino José Vieira. Com geração.

3.3. (…)

3.4. Sebastiana c.c Flaminio Batista Simões. Com filhos.

2.6. Ana, c.c Custodio (…). Com geração.

1.8. Francisca, c.cAntônio Inocencio de Carvalho, natural de Minas. Com geração.

N° 05 José, nada descobrimos.

N° 06 Umbelina, nada descobrimos.

Capítulo 3°

Ana de Oliveira

Ana de Oliveira casada em 1809 em Atibaia com Bernardino Pereira de Araújo, filho de Manoel Pereira de Araújo e de Rosa Maria, com descendentes, mas sem informações, exceto o óbito de uma certa Ana de Cerqueira Cesar em Atibaia aos 15.FEV.1862 com 70 anos que não sabemos se tratar da mesma Ana.

Capítulo 4°

Manoela de Oliveira

Manoela de Oliveira n, 1796. Nada descobrimos.

Capítulo 5°

José Cesar

José Cesar[235]ou Oliveira Cesar nasceu em Atibaia aos 02.MAR.1898 e encontramô-lo até o o censo de 1815 em Atibaia. Infelizmente não conseguimos descobrir seu casamento e sua provável descendência, contudo, descobrimos um filho natural que teve com uma escrava de seu pai, de nome Rosa. Teve q.d:

N° 01 João de Oliveira Cesar[236]nasceu no bairro da Cachoeira (Itajopira – cachoeira em Tupi) em Atibaia aos 06.FEV.1814 e aí faleceu aos 17.OUT.1902 na sua chácara[237], no bairro da Ressaca. Embora na sua certidão de ótibo (certidão de óbito Livro C 7, fls. 86v, n° 214) conste ter falecido com 94 anos, portanto, nascido em 1808, e no censo de 1846 constou ter 30 anos, portanto, nascido em 1816 ao encontrar seu batismo descobri que João nasceu em 1814 e faleceu consequentemente com 88 anos em 1902. No seu batismo, encontrado somente em maio de 2017, consta ser filho de pai incógnito o que era comum, quando o pai era branco e provavelmente casado e de Rosa[238], nascida entre 1793 a 1795, escrava de Francisco Xavier César, seu avô paterno, posto que João era filho natural de José César, filho do citado capitão Francisco. Rosa sua mãe, como já dissemos era escrava e nasceu segundo o censo de 1820 em 1795 em Angola, segundo o censo de 1820 ou em Guiné, segundo seu casamento[239] com Jerônimo, também escravo do capitão Francisco aos 02.AGO.1818, ele filho de pai incógnito e de Ana, escravos que foram de Rosa Margarida Vieria de Oliveira, já falecida, moradores do bairro da Boa Vista. Portanto, Rosa é minha ascendente mais próxima nascida na africa, com ascedência naturalmente desconhecida. No batizado de sua primeira neta, Maria, já era liberta.

João de Olivera César foi casado aos 28.JAN.1840 com Escolástica Maria Cardoso[240], certidão de demorei a descobri pois nela consta como João de Siqueira e sua mulher Escolática Pires, sobrenomes grafados errados e ou modificados após o casamento (Siqueira é muito parecido com Oliveira e Pires também era o sobrenome do pai de Escolástica Maria Cardoso, José Pires Cardoso). João de Oliveira César pode ser considerado o tronco mulato dos Oliveira César.

Escolática Maria Cardoso nasceu em Atibaia aos 24.MAR.1822 e aí faleceu aos 09.JUN.1880, era filha de José Pires Cardoso[241] nascido aos 14.DEZ.1795 em Atibaia e aí f. aos 30.MAIO.1849, e de Caetana[242] Maria n. aos 20.JUL.1798, também mulata, libertos, portanto, ex-escravos, casados na matriz de Atibaia aos 26.NOV.1818, sendo ela filha de pai incógnito, portanto, muito provavelmente branco e de Maria[243], nascida em Bragança em 1776, escrava que foi, portanto, alforriada, do Sargento-mor José Félix Cintra o qual muito provavelmente era seu pai ou mais provavelmente seu avô, na hipótese de Caetana ser filha de um dos filhos do sargento-mor José Félix Cintra[244]. José Pires Cardoso era filho de Inácio Cardoso[245] n. em 1748/49 em Atibaia e aí falecido aos 26.JUN.1822 e de Joaquina Pires[246] nascida em Juqueri, hoje Mairiporã em 1774/75, casados em Atibaia aos 23.ABR.1792, alforriados, portanto, ex-escravos e moradores á época no bairro do Mato Dentro onde tinham terras o que para época era muito raro (ver possível explicação na nota de rodapé que fala do possível casamento dos pais de Inácio).

Joaquina Pires era filha de pai incógnito, portanto muito provavelmente branco e de Ricarda Pires de Mairiporã. Inácio Cardoso[247] era filho de Antônio e Maria[248], que muito provaveLmente eram negros e escravos, todos naturais de Atibaia.

Segundo o óbito e o inventário de João de Oliveira Cesar, por nós consultado, teve nove filhos, contudo encontramos mais dois filhos no censo de 1846, os quais devem ter falecido na menoridade: 1.1. Maria de Oliveira Cesar nascida aos 25.NOV.1840, sendo padrinhos José Pires Cardoso e Rosa, liberta, portanto, foram seus padrinhos o avô materno e a avó paterna. Maria de Oliveira César também conhecida como Maria Romana faleceu aos 03.OUT.1868 de mordida de cobra. Foi casada com José Pires Cesário, lavrador de cor morena, n. 1840, f. aos 19.OUT.1910 no bairro da Boa Vista, com quem teve, que desobrimos:2.1. Guilhermina n. em 1864, nada descobrimos. 2.2. Elisa Maria Pires de Brito n. aos 21.MAIO.1866 em Atibaia e aí f. aos 24.ABR.1911, foi c.c Bento Antônio de Brito, moradores na rua José Bonifácio em Atibaia. Elisa vendeu sua parte na herança de seu avô materno, João de Oliveira Cesar ao tenente-coronel José Francisco de Campos Bueno “José Bim”. Tiveram 6 filhos, que descobrimos, através do óbito de Elisa e 2 falecidos menores q.d. nas pesquisas nos livros de sepultamento do cemitério São João Batista. Não descobrimos o destino dos filhos. 3.1. Sebastião f. menor aos 10.JAN.1920. 3.2. Maria de Lourdes f. menor aos 15.SET.1923. 3.3. Benedita 3.4. Maria 3.5. Teresa 3.6. João 3.7. Pedro 3.8. Eulália 1.2. Valeriano I nascido aos 27.NOV.1842, sendo padrinhos Francisco Pereira de Oliveira e Gertrudes de Oliveira, falecido menor. 1.3. Damaso nascido aos 24.DEZ.1843. Ainda vivia em 1866, nada descobrimos.

1.4. Justina nascida em 1845 e muito provavelmente falecida na menoridade após 1846. 1.5. Leopoldina de Oliveira Cesar nascida aos 07.SET.1847 em Atibaia, sendo padrinhos Francisco Leite de Oliveira e Gertrudes Maria Machado. Foi a segunda esposa de João Pedro Batista, também conhecido como João Pedro Mathias com quem não teve filhos. Leopoldina faleceu aos 01.FEV.1898 na chácara Tijuco Preto em Atibaia. Era a maior beneficiada no testamento de seu pai, contudo, faleceu antes do mesmo e como não teve filhos com seu marido, por força do testamento de seu pai, sua parte na herança foi dividida entre seus irmãos. 1.6. Valeriano de Oliveira Cezar II nasceu aos 07.NOV.1855 em Atibaia, sendo padrinhos: João Batista do Amaral e Policena Maria. Casou-se também em Atibaia aos 18.ABR.1887 com Maria Bueno de Jesus nascida em 1872. Era morador em 1902 (ano do inventário de seu pai) no bairro Guaxinduva do município de Nazaré Paulista. Foi inverntariante de seu pai por exigência testamentária do mesmo. Nada descobrimos. 1.7. Bárbara de Oliveira Cezar, mais conhecida como “Balbina” nasceu em Atibaia entre 1855 a 1858, provavelmente em 1856 e aí faleceu às 17:30 h aos 14.JAN.1932 na rua Santo Cruzeiro n° 83, hoje Benedito de Almeida Bueno[249]. Barbara casou-se na matriz de Atibaia às 17:00 h. do dia 11.SET.1883 sendo testemunhas Manoel Martins de Oliveira e José Pires Cesário, este último seu cunhado, todos também naturais e residentes em Atibaia com João Pires Padilha Filho (ver 4.1., 3.5, 2.5, 1.6, N° 02, Cap. 7° do título Padilha), nascido em Atibaia aos 04.SET.1858. João Pires Padilha Filho era, segundo a certidão de batismo de sua filha mais velha, Escolástica, carpinteiro em Atibaia, e segundo a avó materna deste autor, veio falecer numa cidade incerta de Minas Gerais por volta de 1910. É muito provável que João Pires Padilha Filho eram parentes distantes pelo lado branco de sua ascendência, pois é provável que tinham um casal de trisavós em comum (alferes Manoel Pereira Padilha e Ana Maria de Oliveira). João Pires Padilha Filho e Bárbara de Oliveira Cesar tiveram apenas duas filhas: 2.1. Escolástica Pires de Oliveira “Colaca ou Colaca Militão” nascida aos 23.JUL.1884 em Atibaia, sendo seus padrinhos José Pires Cesário e sua mulher Maria Magdalena de Oliveira Cesar, seus tios maternos; foi c.c Venâncio Antônio de Oliveira n. em 1867 e f. aos 17.ABR.1923, de origem africana, com quem teve quatro filhos: 3.1. Antônio Benedito “Antônio Venâncio[250]” n. em 1908 e f. aos 22.ABR.1968, foi c.c sua parente Joana Avelino Vieira (ver 3.4., 2.1., 1.7. a seguir), já falecida. Tiveram:

4.1. Antônio Carlos Benedito, aposentado, c.c Claudia de Oliveira, residentes no bairro Alvinópolis. Teve:

5.1. Diogenes

5.2. Cristina

5.3. Cristiane

5.4. Claudiana

4.2. Escolástica Benedito, residente em Ibiuna/SP, c.c José Carlos. Teve três filhos:

5.1. Fábio

5.2. Rogério

5.3. Júlio

4.3. José Nelson Benedito, n. aos 18.DEZ.1954, solteiro, residente no bairro Atibaia Jardim.

4.4. FátimaBenedito c.c Luiz dos Reis, residente no bairro Atibaia Jardim. Teve:

5.1. Daniele c.c Alexandre da Silva. Teve:

6.1. Maria Eduarda

6.2. Willian

5.2. Francieli

4.5. João Donizeti Benedito, c.c Maria Lúcia Almeida.

3.2 Sebastião, participou da revolução constitucionalista de 1932 e faleceu solteiro e sem descendentes.

3.3. Benedita falecida com 8 anos.

3.4. João falecido com 13 anos.

2.2. Maria Joana Pires de Oliveira n. aos 08.MAR.1886 em Atibaia e aí f. aos 16.JUL.1953, foi c.c Ermitão de Paula Freitas (ver ascendência e descendência em 1.4., N° 04 do título Freitas). Maria Joana era afiliada de seu avô materno, de quem foi uma das duas netas beneficiadas em seu testamento. Trabalhou muitos anos na casa de Maria Pires de Camargo c.c Alvaro Correia Lima (ver 2.2, 1.5. N° 01, cap. 1° do título Pires de Camargo).

1.8. Umbelina de Oliveria Cesar foi casada em Atibaia aos 08.DEZ.1874 com Joaquim Pantaleão da Silva, filho de Tobias da Silva Lopes e de Maria do Carmo. Em 1902 eram moradores do bairro da Cachoeira em Atibaia. Teve q.d:

2.1. João de Oliveira Cesar da Silva, um dos dois netos beneficiados no testamento de seu avô materno de quem era afiliado.

1.9. Maria Madalena de Oliveira Cesar casou-se com seu cunhado, viúvo de sua irmã Maria (1.1. acima), José Pires Cesário. Em 1902 eram moradores em Atibaia e venderam sua parte na heraça de João de Oliveira Cesar ao tenente-coronel José Francisco de Campos Bueno “José Bim”. Nada descobrimos.

1.10. João de Oliveira Cezar[251] nasceu aos 11.JAN.1860, sendo padrinhos Ana de Oliveira[252] e seu marido Flórido José Batista, este grande fazendeiro em Atibaia. João de Oliveira César faleceu aos 11.MAR.1937. Foi casado com Gertrudes Maria do Espírito Santo, também conhecida como Gertrurdes Mathias, falecida aos 17.DEZ.1949. Teve q.d.: 2.1. Sebastiana de Oliveira Cesar n. em 1898 em Atibaia e ai falecida aos 17.SET.1976 foi c.c Benedito Manoel Francisco f. aos 01.AGO.1971, ele filho de pai português e de mãe negra. Tiveram seis filhos: 3.1. Benedita Aparecida Vieira, f. aos 25.AGO.1989, foi c.c. Salvador Antônio Melchior “Zico Brechó ou Zico Peixeiro”, f. aos 09.ABR.1989. Teve: 4.1. Lúcia foi c.c Eugenio, já falecido, residente em São Paulo. Com geração. 4.2. José “Zé Brechó” casado, com geração, residente em Caraguatatuba/SP. 4.3. Rosa c.c Vagner, com geração, residente em Atibaia. 4.4. Firmino c.c Catarina, residente em Atibaia. 4.5. Márcia c.c Domingos Del Nero “Mingo”, com geração, residente em Atibaia. 4.6. Irene casada, sem filhos, residente em Atibaia. 3.2. Maria Aparecida Vieira n. em 1919 em Atibaia e aí f. aos 1981. Foi c.c. Sebastião Antônio Vieira, filho de José Antônio Vieira e de Benedita Maria. Teve duas filhas: 4.1. Benedita Aparecida Vieira “Nina”n. aos 11.NOV.1945, funcionária pública municipal aposentada, c.c Orlando Gutierres. Teve: 5.1. José Henrique Vieira Bastos n. aos 04.SET.1969. 4.2. Sebastiana Vicentina do Rosário Vieira n. em 1947. Teve: 5.1. José Augusto Vieira. Teve: 6.1. Pamela 6.2. Maike 5.2. Rosana Aparecida Vieira. Teve: 6.1. Daiane 6.2. Kelli 6.3. Ingrid 6.4. Caterine 6.5. Bruna 6.6. Matheus 6.7. Vitorio 5.3. Alexandra Cássia Vieira. Teve: 6.1. Guilherme 6.2. Gustavo 5.4. Robson Leandro Vieira 5.5. Priscila Aparecida Vieira. Teve: 6.1. Giovana 3.3. Benedito Francisco Manoel “Curote” foi c.c Maria. 3.4. Joana Avelino Vieira c.c seu parente Antônio Benedito (ver desc. em 3.1., 2.1., 1.4. acima). 3.5. José Aparecido Manoel “Piché” n. aos 18.SET.1933 e f. em 2012, foi c.c Francisca Leite da Cunha Manoel, falecida em 1974. Teve: 4.1. José Aparecido Manoel Filho, f. aos 08.JUN.1992. Foi c.c. Fátima. Teve: 5.1. Joelma 5.2. Fernanda 4.2. Aparecida de Lurdes, c.c João Lopes de Camargo “Charuto”. Teve: 5.1. Luciana Aparecida 5.2. Leandro 5.3. Viviani 4.3. Izilda Aparecida Manoel, solteira. 4.4. Maria Aparecida Manoel, solteira. 4.5. Julia Aparecida do Prado, separada, teve: 5.1. Juliana 5.2. Claudio 5.3. Karine 3.6. Pedro Francisco do Nascimento “Piché”, já falecido 2.2. Mário César, era músico da banda 24 de outubro, falecido aos 18.ABR.1964, foi casado 1ª vez com Luzia e 2ª vez com Maria Rodrigues César, falecida aos 18.JAN.1964. Teve da 3 filhos da 1ª esposa e 3 com a 2ª: 3.1. Joana Evangelista Cesar c.c José Ribas, residente em Pirituba/SP. 3.2. Rubens Cesar falecido solteiro. 3.3. Lourdes Cesar, já falecida, foi c.c Antônio residente em Casa Branca/SP. 3.4. José, viúvo de Rosinha, residente em Uraí/PR. 3.5. Sebastião César “Tião Congada” n. aos 23.OUT.1953 c.c Vanda Aparecida Ferreira. Teve: 4.1. Vitor 4.2. Sabrina 4.3. Samara 4.4. Suelen 3.6. Sebastiana c.c Rubens. Teve: 4.1. Angélica, teve: 5.1. Maria Eduarda 2.3. Antônio Cesar “Tonico Cesar”, era músico, foi casado 1ª vez com Nair e 2ª vez com Rita. Teve: 3.1. Aparecido, residente em São Paulo. 3.2. Nilza 3.3. Valter, residente em São Paulo. 3.4. Robero 2.4. Benedita Cesar Bernardo foi c.c José Bernardo. Teve: 3.1. Sebastião, falecido menor. 2.5. Maria da Conceição Cesar Manoel foi c.c Pedro Francisco Manoel, irmão de Benedito Manoel Francisco c.c a N° 01 acima. Residiram em São Paulo. Teve: 3.1. José 3.2. Zilda 1.11. Ana de Oliveria Cesar nascida em 1861em Atibaia e aí casada aos 28.AGO.1886 com Candido Batista Cardoso, filho de Pedro Batista Cardoso e Gertrudes Maria que eram moradores em 1902 no bairro do Porto em Atibaia (bairro de Guaxinduva de Atibaia, próximo do rio, acredito que hoje seria o loteamento Porto de Atibaia). Ana de Oliveira Cesar faleceu aos 07.JUN.1927. Teve um único filho: 2.1. João de Oliveira Cesar[253] n. em 1892. Nada descobrimos. 1.12. Pedro de Oliveira César casou-se aos 09.ABR.1889 em Atibaia com Benedita Maria Antonia, natural de Juqueri, filha de Antonia Maria do Espírito Santo. Em 1902 eram moradores de Atibaia. Nada descobrimos.

Capítulo 6°

Fransciso Cesar

Francisco Cesar ou Oliveira Cesar[254] n. em 1797/98. Nada descobrimos.

Capítulo 7°

Inácio Cesar

Inácio Cesar ou Oliveira Cesar, falecido na menoridade.

Capítulo 8°

Inácio de Oliveira Cesar

Inácio de Oliveira Cesar[255] n. em 1816, único fº de Francisco X. Cesar e sua 2ª esposa, q.d. Foi c.c Gerturdes Osória Cesar ou Gertrudes Maria de Oliveira[256] n. em 1828. Teve q.d:

N° 01 Joaquim n. em 1842, nada descobrimos.

N° 02 Elias n. em 1844, nada descobrimos.

N° 01 Francisco Porfírio Cerqueira Cesar, n. aos 06.DEZ.1845 em Atibaia e aí faleceu aos 19.MAR.1912. Foi abastado fazendeiro no bairro da Boa Vista de Atibaia. Foi casado entre 1863 a 1870 com Maria Rosa de Oliveira e estão sepultados no cemitério do santíssimo em Atibaia. Tiveram11 filhos:

1.1. Eduardo de Oliveira Cesar, nascido em 1868 em Atibaia onde se casou aos 02.JUN.1889 com Benedita de Campos Bueno, filha de Cherobino de Campos Bueno e de Ana de Jesus. Eduardo foi abastado fazendeiro no bairro da Boa Vista de Atibaia e faleceuaos 04.DEZ.1922. Teve q.d:

2.1. Abel de Oliveira Cesar n. aos 04.JUL.1895 e f. aos 29.NOV.1960 foi 1ª vez casado com Maria Izabel Silva e 2ª vez Oliria Lopes, teve um filho do 1° casamento e 11 do 2°:

3.1. Antônio Adalberto Silva Cesar f. em 2002, foi c.c Catarina Soldeira n. aos 16.JUL.1921 e . aos 07.DEZ.2017, era filha de Pedro Soldeira e de Carolina Passador. Teve:

4.1. José Carlos c.c Roseli Passos Castelhano. Teve:

5.1. Cristiane

5.2. Carolina

5.3. Carina

4.2. Marco Antônio “Cafona” casado 1ª vez com Maria Cristina com quem teve dois filhos e 2ª vez com sua parente, Maria Claudia Guelpa Rossi (ver 4.2., 3.3., 2.3. a seguir):

5.1. Simone Nogueira César, casada, jornalista.

5.2. Felipe

3.2. Jonas “Ninha”, já falecido, foi c.c Odete e com geração.

3.3. Benedita “Ditinha Cesar” c.c Antero (…). com geração.

3.4. Maria Aparecida“Mida”, já falecida, foi c.c Alexandre. Teve:

4.1. Roberto

3.5. Vera Helena, já falecida, foi casada e com geração.

3.6. Vanda Lopes f. aos 16.AGO.2011, foi c.c seu primo Gentil Guelpa (ver desc. em 3.2. a seguir)

3.7. Marina, c.c. (…) “Zé doçura”, com geração.

3.8. Isabel c.c Benedito (?) Lessi “Didi”, com geração.

3.9. Elisabete n. aos 19.JUL.1942 e f. aos 12.OUT.1988, foi c.c Celso Duarte. Teve:

4.1. Simone

4.2. Erica

3.10. Laudete Lopes Cesar n. aos 03.FEV.1941 e f. solteira solteira aos 16.JUN.1975.

3.11. Canrobert Lopes Cesar “Tuca” n. aos 13.MAIO1944 e f. aos 17.JUN.1982, foi c.c Suzana Bueno. Teve:

4.1 Canrobert “Tuquinha”.

4.2. Abel

3.12. Cláudio Lopes Cesar, casado com geração. Sua irmã gêmea, Cleide, faleceu menor.

2.2. Benedita de Oliveira Cesar c.c Joaquim Pereira de Campos (ver 2.2., 1.4., N° 04, cap. 5° do título Alves do Amaral).

2.3. Joana de Oliveira Cesar, f. aos 23.SET.1980 c.c Orestes Guelpa, f. aos 14.AGO.1965. Teve:

3.1. João Guelpa c.c Maria Tricoli flha de Vicente Tricoli e de Maria Andreatte. Teve:

4.1. Talita Guelpa c.c Nilton de Azevedo Alvim (ver 3.3., 2.3., 1.8., N° 01, cap. 1° do título Pires de Camargo). Teve:

5.1. Antônio Celso Guelpa Alvim “Tuca”, solteiro.

3.2. Gentil Guelpa c.c sua prima irmã Vanda Lopes Cesar,falecida (ver 3.6. acima). Com uma filha:

4.1. Rosana, solteira.

3.3. Clotilde Guelpa foi c.c Rubens Rossi, ambos falecidos. Tiveram:

4.1. José Roberto Guelpa Rossi “Zé Momo”, c.c Gorete Lorencini Rossi. Teve:

5.1. Marco Aurélio Guelpa Rossi.

5.2. Carlos Roberto, falecido menor.

5.3. Maria Carolina c.c Guilherme Meimberg. Teve:

6.1. José Alexandre

4.2. Maria Claudia, divorciada. Teve:

5.1. Maria Eduarda, falecida

5.2. Luiz Antônio

4.3. Carlos Eduardo c.c Maria Perpétuo Socorro Santos Rossi. Teve:

5.1. Carla

5.2. Gabriel falecido em 2017.

4.4. Rubens Murilo c.c Patrícia Pereira da Silva Rossi. Teve:

5.1. Maria Helena

5.2. Rubens Rossi Neto.

2.4. Messias de Oliveira Cesar, f. aos 04.ABR.1992 foi c.c Augusto De Luca f. aos 06.OUT.1972. Teve:

3.1. Benedita c.c Anônio Batista de Oliveira. Tiveram 9 filhos, casados e residentes em São Paulo.

3.2. José De Luca c.c Ida Tricoli, fª de Vicente Tricoli e de Maria Andreatta, todos falecidos. Tiveram:

4.1. Wyquerlei, casado 1ª vez com Silvana Alvim Mulfarth e 2ª vez com Vera Lucia Almeida. Teve, um filho do 1° relacionamente e uma filha da esposa:

5.1. Felipe

5.1. Maria Andreatta

4.2. Wanderley, já falecido, foi c.c Lilian Toledo. Teve:

5.1. José Augusto

5.2. João Pedro

3.3. Eduardo “Ne ou Nei De Luca” c.c Isabel Gonçalves. Teve:

4.1. Margarete

4.2. Magarinilze

4.3. Maurício

4.4. Marta

4.5. Marcelo

4.6. Márcio

4.7. Maria Isabel, todos casados e residentes em Atibaia.

3.4. Terezinha De Luca, falecida menor.

3.5. Bromilda n. aos 20.AGO.1933, solteira. Teve:

4.1. Fernanda “Tuca” c.c Marcos Henrique. Teve:

5.1. Fernando Augusto n. aos 01.MAIO.2001.

3.6. Wlademir “Zinho” c.c Benedita Almeida De Luca. Teve:

4.1. Zelia H. Siroky n. aos 23.ABR.1958 e f. aos 08.SET.2007, foi c.c Rodolfo Siroky. Teve:

5.1. Ronaldo, maestro, residente em Piracaia.

5.2. Felipe

4.2. Luiz Gonçaga c.c. Vania, com dois filhos.

4.3. Junio Cesar De Luca n. aos 20.JUN.1959 e f. aos 30.DEZ.2009, foi c.c Sônia. Teve:

5.1 Flávia

4.4. João Batista c.c Sônia. Com geração

5.1. João

5.2. Ricardo

5.3. Karina

5.4. Henrique Auguto

3.7. Silvio, solteiro.

1.2 Francisco de Oliveria Cesarfoi casado e com geração, já falecido. Teve q.d:

2.1. Luiz Cesar casado com geração.Teve q.d:

3.1. Elisabete foi casada e com filhos, já falecida. Teve q.de:

4.1. Cesar

3.2. Luiz casado e com geração.

3.3. Vera, professora, já falecida.

2.2. Sebastião Cesar n. aos 21.FEV.1907 em Atibaia e ai falecido aos 13.JUL.1989 onde foi fazendeiro no bairro da Boa Vista, conhecida como Boa Vista dos Cesar. Foi c.c. Ermelinda da Silva (ver em 3.3., 2.7., 1.3., N° 08, cap. 5° do título Alves doAmaral). Teve:

3.1. Milton de Cerqueira Cesar, já falecido foi c.c Sebastiana Leite, sem filhos.

3.2. Rubens Silva Cesar “Bilo”, solteiro.

3.3. Jandira Silva Cesar, falecida solteira aos 04.SET.2009.

3.4. Roldão Silva Cesar, c.c Rosadélia Sonsin Cesar. Teve:

4.1 Marcelo Sonsin Cesar n. aos 22.JAN.1968.

4.2. Sabrina Sonsin Cesar

4.3. Daniela Sonsin Cesar

2.3. Domingas Cesar c.c José Anselmo, músico, filho de João Anselmo Bueno n. aos 23.MAQR.1867 e f. aos 17.NOV.1955 e de Margarida Toledo Ordonhes, f. aos 25.MAR.1961. Neto materno de José Toledo Ordonhes e de Elizéia Campos ou Elisa Soares de Campos, neto paterno de João Anselmo Bueno e de Juliana Maria de Oliveira, f. aos 13.OUT.1921 e provavelmente da mesma família Oliveira César. Teve q.d:

3.1. Maria Mary Anselmo Granado Santos n. aos 05.DEZ.1929, professora de piano, canto e regente do coral pró-arte de Atibaia, foi c.c Josias Granado dos Santos, advogadon aos 16.FEV.1931 e f. aos 17.JAN.2003. Teve:

4.1. Elizur, divorciado, sem filhos.

4.2. ˙Ben Hur, advogado, divorciado. Teve:

5.1. Gustavo

5.2. Gabriela

4.3. Thirsa c.c Márcio Roberto Ribeiro Gomes. Teve:

5.1. Marcel

4.4. Magdiel, professor de judô, casado 3ª vez com Crsitina Coelho Pires. Teve um filho do 1° casamento, dois com 2° e nenhum com a terceira esposa.

5.1. Renata Rapolli Granado Santos

5.2. Ludmila Bulbov Granado Santos, falecida menor.

5.3. Tiago Bulbov Granado Santos.

2.4. Rosa Cesar c.c Benedito Peçanha (ver 5.3., 4.7., 3.1., 2.4., 1.1., N° 08, cap. 10° do tít. Siqueira Franco). 1.3. João de Oliveira Cesar n. em 1882 em Atibaia e aí f.aos 03.NOV.1940. Nada descobrimos.

1.4. Benedita de Oliveira Cesar n.aos 09.NOV.1879 em Atibaia e aí f. aos 15.JUN.1937. Foi casada aos 26.DEZ.1903 com Pedro da Silva Pinto “Pedro Mestre”, n. em 1879 e f. aos 14.JUL.1933, filho de Cândido Silva Franco e de Maria Rosa das Dores. Pedro da Silva Pinto pode ser considerado o tronco da família Silva Pinto de Atibaia. Teve:

2.1. Sebastião da Silva Pinto, n. em 1904 e f. aos 14.MAIO.1928, foi barbeiro e faleceu solteiro.

2.2. Maria da Silva Pinto “Zinha”, n. em 1905 e f. em 1988, c.c Benedito Pires “Nito Pires”. Teve:

3.1. Benedita Pires c.c Josão Batista Santi.

3.2. Geni Pires

3.3. Sebastião Pires c.c Geracina Elisbão.

3.4. Ermelinda Pires c.c José Mérida.

3.5. Pedro Pires c.c Mercedes Duarte.

3.6. Milton Pires c.c Ilda da Silva

3.7. Maria Iracema Pires “Leninha” c.c José Roncaglione.

3.8. Benedito Marcos Pires “Nego Pires” c.c Ivoralice Valade Conceição.Teve:

4.1. Juliana n. aos 13.JUN.1974, dentista c.c Emerson Ramos.

4.2. Cristiano, casado e residente no mesmo bairro do autor deste trabalho.

4.3. Karina

3.9. Carlos Alberto Pires, falecido.

2.3. Domingos da Silva Pinto “Nego”, n. em 1909 e f. em 1945, comerciante, c.c Maria Conceição Bueno de Camargo. Teve:

3.1. José Aparecido da Silva Pinto, c.c Maria de Jesus Doratiorto.

3.2. Alice da Silva Pinto, c.c Rubens Rocha (ver 6.2, 5.3., 4.1., 3.9., 2.1., 1.2., N° 02, cap. 4° do título Siqueira Franco).

3.3. Benedita da Silva Pinto c.c Ondemar Oliveira

3.4. Zelinda da Silva Pinto “Nina”, c.c Olímpio Gomes.

3.5. Antônio da Silva Pinto, c.c Sônia Regina Persghin.

2.4. Paulo da Silva Pinto n. aos 08.MAIO.1912 e f. aos 11.ABR.1990, foi c.c Alzira Maria da Conceiçao Bueno de Camargo n. aos 15.SET.1915 e f. aos 20.JAN.1990, natural de Joanópolis, filha de Antonia Maria da Conceição e de Antônio Bueno de Camargo. Teve:

3.1. Aparecida da Silva Pinto n. em 1934 c.c Odécio Doratiotto, da numerosa família Doratiotto de Atibaia, descendentes de imigrantes italianos. Tiveram:

4.1. Carlos Augusto Dorathioto, advogado e procurador municipal, onde foi chefe de gabinete da prefeitura de Atibaia entre 1998 a 2000, c.c Bernardete Akiko Nishiguti[257], fª de Itso Nishiguti e de Florinda Bueno. Teve:

5.1. Carlos Augusto Doratiotto Filho

5.2. Paulo Ricardo

4.2. Marisa c.c Jair Soldera filho de José Soldera e de Ercília Janussi Leite (ver 5.1., 4.3., 3.1., 2.5., 1.4., N° 04, cap. 5°do título Alves do Amaral). Teve:

5.1. José Vitor Soldera n. aos 30.SET.1988.

4.3. Fátima c.c Carlos Rodrigues, argentino. Teve:

5.1. Carlos Eduardo

5.2. Hugo Gabriel n. aos 18.AGO.1993.

4.4. Odécio Doratiotto Filho “Décio”, casado 1ª vez com Marisa Duarte com quem teve 2 filhos e 2ª vez com Vania com quem teve o último filho:

5.1. Patrícia

5.2. Tatiane

5.3. Pedro

3.2. Sebastião da Silva Pinto n. em 1938 e f.aos 01.JAN.2007, foi juiz de direito e desembargador do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo c.c Leonice Maria Feroldi. Teve:

4.1. Karina c.c Hélio Alvim Fazio (ver 4.1., 3.4., 2.5., 1.8., cap. 1° do tít. Pires de Camargo). 5.1. Enzo Alvim Fazio

4.2. Paulo de Tarso Silva Pinto, juiz de direito, c.c Elizangela Mesquita. Teve:

5.1. Lucas

5.2. Matheus

4.3. Débora c.c Márcio Francisco Escudeiro Leite, promotor público em Atibaia (ver desc. 2.5., 1.1., N° 07, cap. 8°, título Leite).

3.3. Pedro da Silva Pinto “Pedrão Pinto” n. aos 29.MAR.1941 e f. aos 18.NOV.2009, foi c.c Maria Lúcia Pinheiro. Teve:

4.1. Silvia Regina

4.2. Patrícia

4.3. Priscila

3.4. Rita da Silva Pinto c.c Pedro Soares Leite f. aos 09.AGO.1991

3.5. José Carlos da Silva Pinto falecido solteiro aos 11.AGO.1968.

3.6. Antonia da Silva Pinto c.c João Furquim.

3.7. João Paulo da Silva Pinto c.c Adelaide Leite de Almeida (ver 4.3., 3.1., 2.1., 1.2., N° 06, cap. 8° do título Pereira).

2.5. Benedito da Silva Pinto “Dito”, n. aos 03.DEZ.1912 e f. aos 12.MAR.1991, foi comerciante c.c Benedita da Silva Campos Pinto “Dita” n. aos 14.NOV.1912 e f. aos 20.SET.1989. Teve:

3.1. Nelson da Silva Pinto, advogado, c.c Jeanetti Antunes, teve q.d:

4.1. Nelson da Silva Pinto Jr, advogado.

4.2. Francisco da Silva Pinto

3.2. Osvaldo da Silva Pinto, “Nêne Pinto” n. aos 2.MAR.1944, comerciante, c.c Nair Sanches n. aos 15.MAR.1945, filha de José Sanches “Juca Sanches”e de Maria Cardinalli Sanches. Teve:

4.1. Maria Benedita da Silva Pinto n. aos 25.AGO.1964 c.c Cleibe Hernandes. Teve:

5.1. Letícia Helena Pinto Hernandes

5.2. Cleibe Hernandes Filho

5.3. Patrícia Silva Pinto Hernandes

4.2. Eleny de Fátima da Silva Pinto, n. aos 01.SET.1965 c.c Djalma Morales. Teve:

5.1. Juliana Pinto Morales

5.2. Djalma Morales Filho

4.3. Nair Aparecida da Silva Pinto n. aos 12.NOV.1967 c.c Oscar Molena Filho. Teve:

5.1. Oscar Molena Neto

5.2. Luciano Molena

5.3. Bruno Molena

4.4. José Benedito da Silva Pinto n. aos 18.OUT.1968 e falecido solteiro aos 12.MAR.1991

4.5. Osvaldo da Silva Pinto Filho “Dinho”n. aos 07.JUN.1970, solteiro.

4.6. André Luiz da Silva Pinto n. aos 03.ABR.1971 c.c Flávia Costa da Silva Pinto. Teve:

5.1. Jade Nayara Costa da Silva Pinto

5.2. Pedro Lucas Costa da Silva Pinto

4.7. Carlos Márcio da Silva Pinto n. aos 07.MAR.1974, c.c Cynthia Carina Macedo Annunciação da Silva Pinto. Teve:

5.1. Giulia da Silva Pinto

5.2. Natalia da Silva Pinto

3.3. Roberto da Silva Pinto, f. aos 22.NOV.2017, advogado, c.c Marlene Biazin. Teve:

4.1. Meiry

4.2. Maurício

2.6. Valdomiro da Silva Pinto, n. em 1919, c.c Edeme Massoni “Hilda”. Teve:

3.1. Osmar da Silva Pintoc.c Ilda Tavares.

3.2. Odair da Silva Pinto f. aos 30.DEZ.2006 foi c.c Maria Izabel Souza.

3.3. Odete da Silva Pinto c.c Hélio Scpolan

2.7. Carmelita da Silva Pinto n. aos 05.JAN.1921, foi 1ª vez casada com Mathias Rabadanf. aos 05.ABR.1945 e 2ª vez com Manoel Fabricio de Oliveria Filho. Carmelita f. aos 07.JUL.2001. Teve duas filhas do 1° casamento e 5 do 2°:

3.1. Marina Rabadann. aos 31.JAN.1940, c.c Narciso Fulaz, f. aos 26.JUL2006.Com geração.

3.2. Eurides RadabanLuchiari n. aos 25.FEV.1945 c.c Antônio Lucchiari, já falecido.Com geração.

3.3. Luiz Carlos Oliveiraf. aos 09.MAIO.2000, foi c.c Wilma Fernandes de Oliveira.Com geração.

3.4. Edson Carlos de Oliveira

3.5. Manoel Fabrício de Oliveira Neto c.c Rosangela Guidotti. Com geração.

3.6. Vera Lúcia de Oliveira n. aos 07.ABR.1954 c.c Claudelino Costa, f. em 2000. Com geração.

3.7. Maria Aparecida de Oliveira n. aos 23.MAR.1959 c.c Orlando José Loucão Marcos. Com geração.

2.8. Mário da Silva Pinto “Mário Pinto” n em 1923 e f. aos 10.FEV.2007 foi c.c Terezinha de Jesus Bulhões f. aos 22.NOV.1995. Teve:

3.1. Neusa da Silva Pinto c.c Claudio Ranchin. Teve:

4.1. Luiz Henrique

4.2. Lilian

3.2. Denise da S. Pinto n. aos 11.JUL. 1947 e f.aos 10.OUT.2006, foi c.c ˙Mário de Souza Marques Filho “Noite Ilustrada” n. aos 10.ABR.1928;importante sambista brasileiro falecido em Atibaia aos 28.JUL.2003. Teve:

4.1 Maria Tereza Marques “Tete” n. aos 12.FEV.1985.

3.3. Benedito Alberto da Silva Pinto, falecido. 1.5. Domingos de Oliveira Cesar, nascido em 1886 em Atibaia e aí falecido aos 07.ABR.1940. Nada descobrimos.

1.6. Justina de O. Cesar n. em Atibaia em 1887 e aí f. aos 19.ABR.1949, foi c.c Bendeito de Oliveira Cesar. Teve:

2.1. Benedito de Oliveira Cesar “Jaú Bilheteiro”n. em 1917 e f. solteiro e sem descendentes aos 11.FEV.1992.

1.7. Belmira de Oliveira Cesar, nada descobrimos.

1.8. Lydia Maria da Conceição Cesar f. aos 02.OUT.1947 foi c.c Leopoldo da Silveira Campos[258], nascido em Piracaia em 1869 e f. aos 21.NOV.1937, filho de Florêncio Franco e de Escolástica Franco. Teve 11 filhos:

2.1. Sebastião de Campos c.c Antonieta Bueno Salles (ver 5.2., 4.1., 3.3., 2.2., 1.4., N° 02, cap. 4° do título Siqueira Franco). Teve:

3.1. João Batista de Campos, residente no bairro da Boa Vista de Atbaia.

3.2. Darci de Campos

3.3. Maria de Campos

3.4. José de Campos

3.5. Aristides de Campos

3.6. Luiza de Campos

3.7. Miguel Paulo de Campos

2.2. Benedita Silveira de Campos ou de Campos Sales c.c Benedito Bueno Salles “Dito Matias” (ver descendência em 5.1., 4.1., 3.3., 2.2., 1.4., N° 02, cap. 4° do título Siqueira Franco).

2.3. Maria de Campos Cesar c.c Geraldo Petroni, já falecidos e não tiveram filhos.

2.4. Pedro Silveira Campos c.c Noemia Rossi. Teve:

3.1. Lorival Silveira Campos

3.2. Elia Silveira Campos

3.3. Wilson Silveira Campos

2.5. João Silveira Campos c.c Zélia. Teve:

3.1. Tarcília

3.2. João Batista

3.3. Orlando

2.6. Antonia Silveira Campos c.c Reinaldo. Teve:

3.1. Conceição

3.2. João

3.3. Paulo

2.7. Luiza Silveira Campos c.c José Pinto. Tiveram 3 filhos:

3.1. Neide

3.2. Antônio

3.3. Neusa

2.8. Luiz Silveira Campos c.c (…). Com geração.

2.9. Miguel de Campos c.c Joana (…). Teve q.d.:

3.1. Teresa c.c Mário Santa Clara n. aos 18.MAR.1931 e f. aos 23.ABR.2006.

3.2. Lourdes

3.3. Miguel

2.10. Julieta Silveira Campos c.c Frederico Supione, fº de Ferrucio Suppione e de Emília Mascaretti, italianos radicados em Bragança Paulista desde de 1879. Frederico n. aos 19.JUL.1909 e f. aos 04.JUN.1999, foi maestro da banda 1° de março que depois uniou-se a banda 24 de outubro. Teve:

3.1. Frederico Supione “Fred”, solteiro, decorador e cabelereiro em Atibaia.

2.11. Orlando Silveira Campos “Tico” c.c (…), não tiveram filhos.

1.9. Rita de Oliveira Cesar, Teve q.d:

2.1 Maria

2.2. Pedrina

1.10. Theolinda de Oliveira Cesar , nada descobrimos.

1.11. Joana de Oliveira Cesar f.aos 30.ABR.1974c.c João Pereira Alves (ver 2.1., 1.4., N° 04, cap. 5° do título Alves do Amaral). Teve:

3.1. Sebastiana Alves de Paula e Silva, c.c João Silva Júnior. Teve:

4.1. Lourdes Alves da Silva de Faria c.c Athail Diogo de Faria. Teve

5.1. Joana Alves da Silva de Faria, professora.

3.2. José Alves de Oliveira, já falecido foi c.c Maria Antonieta Peçanha Alvesn. aos 11.SET.1921 e f. aos 06.MAR.2012 (ver 5.5., 4.5., 3.3., 2.3., 1.1., N° 08, cap. 10° do título Siqueira Franco). Teve:

4.1 José Aparecido Alves, solteiro.

4.2. Maria Isabel Alves Pergola c.c Antônio Carlos Pergola. Teve:

5.1. Ana Silvia Alves c.c Wilian Tamasia.

5.2. Maria Fernanda Alves Pergola Furquim c.c André Furquim.

3.3. Maria Conceição Alves, já falecida solteira.

3.4. Maria Aparecida Alves n. 07.MAR.1916 em Atibaia e aí f. aos 06.JUN.2009 solteira.

3.5. João Batista Alves f com 15 anos.

3.6. Francisco Benedito Alves c.c Irene Fazio. Teve:

4.1. Isa Teresa Fazio Alves c.c Darci de Freitas. Teve q.d 7 filhos:

5.1. Marcos Francisco

5.2. Emanuel

5.3. Priscila, mais três (5.4. a 5.6.)que não descobrimos o nome e:

5.7. Raquel

3.7. Maria de Lourdes Alves n. aos 10.MAR.1923 em Atibaia, solteira.

3.7. Benedita Alves, falecida solteira com 26 anos de acidente em São Paulo.

FIM DO TÍTULO OLIVEIRA CESAR

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Título IX

Família PADILHA

Descendentes do imigrante português Manoel Pereira Padilha

Disposição genealógica (Tronco, capítulos e demais descendentes): Adriano Bedore [Inédita]

Genealogistas pesquisados: Luiz Gonzaga da Silva Leme in memorian e Adriano Bedore

RELAÇÃO DO TRONCO COM ATIBAIA/SP

●O Tronco deste Título, Manoel Pereira Padilha, nasceu na cidade do Porto – Portugal. Cremos que parte de sua descendência radicou-se em Atibaia no início da segunda metade do século XVIII.

RELAÇÃO DO TRONCO COM O AUTOR

● O Tronco é octavô (avô em 8° grau) do autor deste trabalho. É também pentavô (avô em 5° grau) de João Pires Padilha Filho, pai de Maria Joana Pires de Oliveira, bisavó materna do autor destas notas genealógicas.

CIDADES MAIS CITADAS NESTE TÍTULO

● Atibaia (antiga São João de Atibaia); Bragança, Nazaré Paulista, Mairiporã (Juqueri), Mogi das Cruzes, São Paulo (antiga São Paulo de Piratininga), todas no Estado de São Paulo.

MANOEL PEREIRA PADILHA

Manoel Pereira Padilha, “o velho, era natural do Porto – Portugal filho de Francisco Pereira e de Domingas de Oliveira e faleceu em São Paulo em 1700. Foi casado com Inês de Siqueira SL 8/376, filha de Duarte Pacheco de Albuquerque, natural de Portugal, foi capitão de infantaria e faleceu em 1677 e de Simoa de Siqueira, irmã do padre Matheus Nunes de Siqueira[259], que pode ser considerado um dos principais povoadores de Atibaia juntamente com a família Camargo, que foi casada primeira vez em 1641 em São Paulo com Manoel de Chaves falecido em 1646, filho de Aleixo Leme e de Inês Dias. Inês de Siqueira era neta materna de Maria de Siqueira Nunes e de Aleixo Jorge, por este, bisneta de Simão Jorge natural de Viana do Minho, Portugal e de Agostinha Rodrigues, por esta filha de Garcia Rodrigues e de Isabel Velho, naturais do Porto, SL 7/470, cujos descendentes foram os primeiros a possuírem sesmarias na região de Atibaia. Tiveram oito filhos:

Capítulo 1º Simoa Pereira de Siqueira

Capítulo 2º Bonifácia Pereira

Capítulo 3º Domingos Pereira Padilha

Capítulo 4º Manoel Pereira Padilha

Capítulo 5º Ana Maria

Capítulo 6º Antônio Pereira

Capítulo 7º Teodora da Silva Padilha

Capítulo 8° José Pereira Padilha

Capítulo 1º

Simoa Pereira de Siqueira

Simoa Pereira de Siqueira, que foi casada com Manoel João de Oliveira falecido em 1764 em Guarulhos, filho de outro do mesmo nome e de Francisca de Lira de Moraes SL 7/133. Tiveram:

N° 01 Francisco João de Oliveira, falecido solteiro em Cuiabá.

N° 02 Antônio João de Oliveira, faleceu em Goiás, casado. Teve:

N° 03 Inácio, falecido em menoridade.

N° 04 Domingos, falecido em menoridade.

N° 05 Francisco, falecido em menoridade.

N° 06 José Pereira de Oliveira

N° 07. Padre João Xavier

N° 08 Marcelino Pereira de Oliveira

N° 09 Inez de Siqueira

N° 02 Antônio João de Oliveira, faleceu em Goiás, casado. Teve:

1.1. Francisco, com 52 anos em 1764.

1.2. Antônio João de Oliveira casado, sem informações.

1.3. Felisberto João de Oliveira, solteiro em Juqueri.

1.4. Mariana Clara casada com Martinho Garcia Paes.

1.5. Anna, solteira.

N° 08 Marcelino Pereira de Oliveira casou em 1769 com Escolástica Barbosa de Lima filha de Francisco Cubas do Prado e de Maria Barbosa de Lima.

N° 09 Inez de Siqueira foi 1.º casada com José Pereira de Faro falecido em Cuiabá, e 2ª vez com José da Silva Ortiz filho de Manoel das Neves Silva e de Anna Maria Pires de Camargo. Não descobrimos filhos com o segundo marido, mas do primeiro marido teve um filho:

1.1. Aleixo Leme de Faro, que foi morador na Conceição dos Guarulhos. Aí casou-se em 1750 com Luiza de Sant’Anna Moraes, natural de Jacareí, filha do capitão Manoel de Moraes Ferreira e de Mecia Nunes de Siqueira, por esta neta de Domingos Nunes Paes e de Luiza de Siqueira Sobrinha. Teve que descobrimos:

2.1. Inez de Siqueira e Moraes casada em 1783 em Guarulhos com Braz Bueno da Silva, natural de Juqueri, hoje Mairiporã, filho de João Bueno da Silva, de Santana do Parnaíba, e de Mecia Ferreira de Camargo. Teve que descobrimos:

3.1. José Braz, batizado em 1786 em Juqueri, casado ali em 1828 com Matilde Maria f.ª de João José e Gertrudes Maria.

3.2. João, batizado em Juqueri em 1789.

3.3. Ana Jacinta casada em 1818 em Juqueri com Francisco Galvão.

2.2. Joaquina Maria Leme de Moraes casada em 1782 em Guarulhos com Bento Francisco Xavier Bueno filho de Francisco Bueno da Silveira e de Gertrudes de Moraes.

2.3. Gertrudes Maria casada em 1782 em Guarulhos com Antônio Duarte de Moraes filho de Secundo Duarte Vieira e de Leonor Fernandes de Oliveira, neto paterno de Sebastião Duarte Vieira e de Sebastiana Ribeiro de Oliveira, neto materno de Domingos Fernandes de Oliveira.

2.4. Clara Maria da Conceição casada em 1782 em Guarulhos com Manoel Duarte Vieira, irmão de Antônio Duarte (2.3, acima).

2.5. Manoel Antônio da Silva casou-se com Rosa Maria de Moraes filha de Francisco Dias e de Catharina Borges. Foram moradores em Juquerí, hoje Mairiporã em 1786, onde batizaram os filhos:

3.1. Francisco

3.2. Evaristo

2.6. José Pereira de Faro casado com Rosa Maria de Jesus filha de Antônio de Miranda Silva e de Joanna Rodrigues de Pontes. Foram moradores em Juqueri, hoje Mairiporã, onde batizaram os filhos e os netos aqui retratados:

3.1. Teotônio

3.2. Maria Pereira casada com Francisco de Carvalho filha de João de Carvalho e de Benta Cubas. Teve q. d.:

4.1. Francisca, batizada em 1803.

3.3. Francisca Maria casada com Calixto Xavier do Prado. Teve:

4.1. Gertrudes, batizada em 1804.

4.2. José, batizado em 1793.

3.4. Gertrudes Maria casada com Francisco Dias do Prado filho de outro de igual nome e de Custodia Maria. Teve:

4.1. Rosa, batizada em 1805.

3.5. Ana Francisca casada com Manoel Joaquim Dias do Prado filho de Francisco Dias do Prado e de Custodia Maria. Teve:

4.1. Ana, batizada em 1804 em Juqueri, aí casada em 1818 com Pedro Antônio.

4.2. Francisco, batizado em 1802.

3.6. Joaquim Pereira de Moraes, solteiro em 1801.

3.7. Ana Gertrudes do Nascimento foi casada com Matheus Pedroso e Camargo filho de Bento de Siqueira e Camargo e de Ana Maria. Foram moradores em Juqueri, onde batizaram os filhos:

4.1. Pedro, em 1792.

2.8. Maria Policena, casou-se em 1795 na Conceição dos Guarulhos com José do Prado Barbosa (de quem foi a 3.ª mulher) filho de José do Prado da Cunha e de Ana Barbosa de Lima

2.9. Mécia Clara, era solteira em 1793 em Juqueri.

N° 10 Francisca de Lira de Moraes foi casada com o capitão Bento da Silva Lopes, irmão de José da Silva Ortiz supra. Teve, que descobrimos:

1.1. Capitão Bento da Silva Lopes que casou com Francisca de Lira de Moraes filha de Manoel João de Oliveira e de Simoa Pereira de Siqueira. Teve q. d.:

2.1. José Rodrigues Padilha que casou em 1783 em Atibaia com Maria Izabel da Cunha filha de Lourenço Franco de Camargo e de Anna Franco da Cunha. Teve q. d.:

3.1. Ana Franco de Oliveira que foi casada com seu parente o capitão Antônio da Cunha de Abreu filho de Antônio da Silva Ortiz e de Maria Franco de Godoi.

N° 11 Maria Leme de Oliveira foi casada com Antônio da Silva Pinto, residente em Goiás.

Capítulo 2º

Bonifácia Pereira

Bonifácia Pereira foi casada com Francisco Barbosa de Lima. Nada descobrimos.

Capítulo 3º

Domingos Pereira Padilha

Domingos Pereira Padilha, provavelmente se casou em Curitiba. Nada descobrimos.

Capítulo 4º

Manoel Pereira Padilha

Manoel Pereira Padilha, nada descobrimos.

Capítulo 5º

Ana Maria da Silva Padilha

Ana Maria da Silva Padilha foi casada com Lourenço de Siqueira Preto. Teve que descobrimos:

N° 01 Ana Maria da Luz casada 1.º em 1751 em São Paulo com Antônio Pedroso de Oliveira filho de outro de igual nome e de Maria Paes Domingues, 2ª. vez em 1782 em São Paulo com Antônio Pereira da Silva, de Paranaguá, filho de Caetano Antônio Pimentel e de Ana Maria da Silva.

N° 02 Ângela da Silva Padilha casada 1.º em 1751 em São Paulo com Francisco Fernandes Lamim, natural de Portugal; 2ª. vez com o sargento-mor Jeronimo de Castro Guimarães. Sem geração.

N° 03 Rosa da Silva Padilha foi a segunda esposa de José Inocêncio de Aguirre filho de Marcelino de Aguirre de Camargo. Teve que descobrimos:

1.1. Ana Joaquina Maria José casada em 1769 em S. Paulo com Francisco Xavier de Figueiredo filho de Mathias da Costa de Figueiredo e de Ana Maria de Camargo.

N° 04 Maria Francisca Xavier casada em 1756 em S. Paulo com Antônio Gonçalves Saborosa, natural de Portugal.

N° 05 Domingos Pereira Padilha faleceu solteiro.

Capítulo 6º

Antônio Pereira Padilha

Antônio Pereira Padilha, nada descobrimos.

Capítulo 7º

Teodora da Silva Padilha

Teodora da Silva Padilha natural de São Paulo n. aproximadamente em 1701 foi casada com Braz Esteves Leme[260], natural de Bragança n. aproximadamente em 1699, filho de Mariana de Aguirre de Camargo (SL 6/300 e 1/363), descendente de Marcelino de Camargo, o patriarca de Atibaia e do sargento-mor de Minas Gerais Antônio Bicudo de Brito que faleceu em 1705 ou 1717 em Pindamonhangaba/SP, filho do capitão Antônio Bicudo Leme, o “Via Sacra” que juntamente com seu irmão alcaide-mor Braz Esteves Leme e seus genros e filhos são considerados fundadores da cidade de Pindamonhangaba/SP. Pelo casamento de seu filho Antônio Pereira Padilha em 1743 descobrimos que Teodora e Braz moravam naquele ano em São Paulo. Tiveram:

N° 01 Ana da Silva Padilha

N° 02 Maria Leme da Silva

N° 03 Floriano da Silva Padilha

N° 04 Antônio Pereira Padilha

N° 05 Alferes Manoel Pereira Padilha

N° 01 Ana da Silva Padilha, foi casada com Inácio de Oliveira Preto, filho de Manoel Preto Cardoso e de Rosa Pinto, sua segunda esposa. Teve que descobrimos:

1.1. Maria Preto Cardoso, casada em 1781 em Atibaia com João Pires Bueno, filho de Manoel Pires de Camargo e de Catarina Bueno. Teve que descobrimos:

1.2. Izabel da Silva, casada em 1791 em Atibaia com José Joaquim de Souza.

1.3. Joaquim, batizado em 1770 em Atibaia.

1.4. Braz, batizado em 1777 em Atibaia.

1.5. Escolástica, batizada em 1762 em Atibaia.

N° 02 Maria Leme da Silva casou com Antônio Leite Cardoso filho de Pedro Leite Cardoso e de Josefa Antunes de Siqueira. SL 3/288. Teve:

1.1. Manoel da Silva de Camargo, casado 1.º vez em 1774 em Nazaré com Escolástica Pinheiro do Prado, filha de João Pereira de Avellar e de Quitéria Pinheiro e 2.ª vez em 1814 em Atibaia com sua parenta Ana de Oliveira Padilha, filha do alferes Manoel Pereira Padilha (ver N° 05 adiante), e viúva de Manoel Pereira Bueno. Teve da 1.ª mulher 6 filhos:

2.1. Maria Rosa Pinheiro, casada em 1700 em Nazaré com Manoel Joaquim de Oliveira, filho de Antônio de Pontes de Oliveira e de Rosa Maria de Moraes, neto paterno de Domingos Pereira Castilho, falecido em 1774 e de Arsenia de Medeiros, mais tarde conhecida como Francisca de Medeiros, neto materno de Pedro Gomes Correia e de Cristina Maria de Moraes.

2.2. Maria Gertrudes, casada com Francisco da Cunha.

2.3. Manoel Pereira de Avellar, que casou em 1805 em Atibaia com Izabel de Godoi Moreira, filha de Jorge Ferreira de Camargo e de Francisca Cordeiro do Amaral, filha de Baltazar de Godoi Moreira e de Rosa da Rocha. Jorge e Francisca se casaram em Atibaia em 1761. Cremos ser o tronco dos Pereira da Silva de Itapira.

2.4. Anastácio Pinheiro da Silva casado em 1802 em Nazaré com Gertrudes Bueno da Silveira, filha de Inácio Ribeiro de Godoi e de Maria Bueno de Menezes.

2.5. Alexandre Pinheiro do Prado casado em 1808 em Nazaré com Gertrudes Angélica filha de Francisco Cardoso de Siqueira e de Felícia Maria.

2.6. (….) com 23 anos em 1813, era solteiro.

1.2. Francisca Leite Cardoso, casou em 1771 em Atibaia com João Franco de Brito filho de Antônio Franco de Brito e de sua 2ª mulher Escolástica Correa.

1.3. Ana da Silva Padilha falecida em 1793 em Atibaia onde se casou em 1775 com Jerônimo de Pontes de Oliveira de quem foi sua primeira esposa, Jerônimo era filho de Domingos Pereira de Castilho e de Arsenia de Medeiros. Teve:

2.1. Aleixo Leme da Silva casado 1.º em 1802 em Bragança com Rosa Maria filha de José de Godoi e Camargo e de Joana Rodrigues de Siqueira, 2.ª vez casou-se em 1808 em Bragança com Maria Pereira de Araújo filha de Manoel Pereira de Araújo e de Rosa Maria de Jesus, e 3.ª vez em 1837 em Bragança com Ana Maria, viúva. Teve um filho da primeira esposa e cinco com a segunda:

3.1. Maria da Silva casada em 1818 em Bragança com Bernardo de Oliveira.

3.2. Justina Maria casada em 1826 em Bragança com Francisco Domingues de Faria.

3.3. Manoel Francisco da Silva casado em Bragança com Manoela Maria filha de Francisco de Moraes da Cunha e de Christina de Moraes.

3.4. Joaquim Leme casado em 1838 em Bragança com Gertrudes Maria de Godoi filha de José de Godoi Bueno.

3.5. João Leme da Silva casado em 1839 em Bragança com Gertrudes Maria de Oliveira, viúva de Manoel de Godoi Bueno.

3.6. Fortunato Pereira da Silva casado em 1842 em Bragança com Florinda Maria de Godoi filha de Zacharias Gonçalves de Godoi.

2.2. Manoel da Silva casado em 1797 em Nazaré com Inácia Maria de Moraes filha de Bento de Moraes da Assumpção. Tiveram:

2.3. Felisberta

2.4. Felisberto

2.5. Francisco

1.4. Gertrudes da Silva casou em 1775 em Atibaia com Manoel Pereira de Oliveira, irmão de Jeronimo de Pontes (1.3. acima), ambos filhos de Domingos Pereira de Castilho, falecido em 1774, e de Arsenia de Medeiros, que mais tarde ficou conhecida como Francisca de Medeiros, filha de Manoel de Pontes Oliveira e de Catarina de Medeiros. Teve que descobrimos:

2.1. Alexandre Pereira de Oliveira que casou em 1809 em Atibaia com Gertrudes de Lima filha de Manoel de Lima Rocha e de Ana Maria de Oliveira. Teve que descobrimos:

3.1. Joaquim nascido em Atibaia aos 07.NOV.1813, nada descobrimos.

3.2. Felisberto nascido em Atibaia aos 05.NOV.1815, nada descobrimos.

3.2. Gabriela nascida em Atibaia aos 29.JUN.1818, nada descobrimos.

2.2. Isabel da Silva casada em 1811 em Atibaia com Cipriano de Oliveira da Silva filho de Francisco de Oliveira da Silva e de Izabel Rodrigues de Siqueira.

2.3. Antônio batizado em 1776 em Atibaia.

2.4. Maria, batizada em 1778 em Atibaia.

2.5. José, batizado em 1781 em Atibaia.

2.6. Francisca, batizada em 1789 em Atibaia.

2.7. Úrsula, batizada em 1786 em Atibaia.

2.8. Reginaldo, batizado em 1792 em Atibaia.

2.9. Salvador, batizado em 1797 em Atibaia.

2.10. Arsenia

1.5. Rosa da Silva Padilha casou em 1778 em Atibaia com Manoel Joaquim de Siqueira filho de Antônio de Siqueira Caldeira e de Ângela Fernandes Nogueira.

1.6. José Pereira Padilha[261]. natural de Nazaré casou em 1767 com Rosa de Siqueira do Prado, natural de Mogi das Cruzes, filha de Miguel Dias de Siqueira e de Josefa de Lima da Silva. José Pereira Padilha faleceu no bairro do Rio Acima em Atibaia aos 07.AGO.1798 onde era fazendeiro. Teve:

2.1. Manoel Pereira da Silva ou Padilha era natural de Atibaia e casado aos 21.JUL.1801 em Nazaré com Leonor de Oliveira, natural de Nazaré, falecida em 1809, filha de Domingos de Pontes de Oliveira e de Méssia de Pontes. Manoel Pereira Padilha faleceu em Atibaia aos 03.ABR.1810. Teve:

3.1. José nascido em 1805.

2.2. Francisco

2.3. Angélica de Siqueira casada em 1801 em Atibaia com José Ferreira Machado filho de João Domingues Vianna e de Ana Maria Machado. 2.4. Feliciana.

2.5. Josefa de Siqueira era natural de Atibaia e aí se casou aos 10.JUN.1806 com Inácio Pires de Oliveira, também retratado nos censos[262] e ou batismos dos seus filhos como Inácio Pires, Inácio de Oliveira e como Inácio de Oliveira Lima, mome mais encontrado.

Inácio nasceu em Atibaia aos 31.JUL.1780 e aí faleceu em Atibaia aos 20.AGO.1833. Era filho natural de José de Siqueira Lima (1.7., N° 05 adiante) e de Maria ou Joana, ambas filhas de Miguel Pedroso, natural de São Paulo e falecido em Atibaia aos 28.SET.1762 e de Gertrudes de Oliveira, natural de Atibaia, casados em Atibaia aos 08.FEV.1733. Neto paterno de Antônio Pedroso de Alvarenga e Ana de Lima do Prado e neto materno dos já citados Gertrudes de Oliveira e Miguel Pedroso. Inácio viveu provavelmente até se casar com a segunda esposa no bairro do Caioçara e depois no bairro do Rio Acima.

Sobre sua filiação, depois de exaustivas pesquisas, somente em janeiro de 2018, quando encontrei no censo de 1782 a composição de uma família que criou Inácio é que finalmente descobrimos seu batismo e toda sua ascendência. Corfirmei ser filho de José de Siqueira Lima primeiro em razão do sobrenome que adotou provavelmente quando foi assumido pelo pai e sem segundo pela evidente proximidade com o mesmo o filho verificada pela presença dos filhos legítimos de José de Siqueira Lima e outros paraentes do mesmo com Inácio de Oliveira Lima. Não temos nenhum dúvida. Com relação a descoberta da mãe de Inácio, encontramô-lo num censo em 1790 fazendo parte do núcluo familiar de Gertrudes de Oliveira, na condição de neto. Como Gertrudes teve três filhas mulheres e uma foi uma das madrinhas de batizado de Inácio, concluímos que o mesmo era filho ou de Maria ou de Joana, filhas de Gertrudes de Olivera. Conclusão também tratada na nota de rodapé[263].

Inácio ao nascer foi exposto (deixado) para ser criado por Antônio Pires de Oliveira e sua esposa Apolônia Cardoso. Não descobri o grau de parentesco de Antônio com Inácio, mas é muito provável que Antônio fosse parente da mãe Inácio, um primo, muito provavelmente. Ao se casar com Josefa, Inácio era viúvo de Escolástica de Moraes, sendo testemunhas do citado casamento Bartolomeu da Rocha Pimentel, casado e José Joaquim, solteiro, filho de Francisco Pereira de Oliveira (ver 1.4., N° 05, cap. 7°, adiante). Tiveram que descobrimos:

3.1. José nascido aos 09.NOV.1808, sendo padrinhos Francisco Pereira de Siqueira (2.2., 1.6. acima) e sua mãe Rosa de Siqueira, viúva (avó materna de José), todos moradores do bairro Rio Acima. Nada descobrimos.

3.2. Inácio Pires Padilha, também conhecido como Inácio Pereira Padilha ou Oliveira Padilha nasceu aos 05.OUT.1811 em Atibaia, sendo padrinhos Salvador e Joaquina, filhos de José de Siqueira Lima (ver 1.7., N° 05, cap. 7°), e, portanto, seus tios paternos. Inácio foi casado 1ª vez aos 28.JUN.1838 com Inês Francisca, filha de Francisca de Paula, viúva de Miguel Pinto do Amaral (Silva Leme no 1/351 dá outra filiação para 1ª esposa de Inácio) e 2ª vez casou-se aos 15.OUT.1850 com Marinha das Dores de Jesus, filha dos escravos Inácio de Souza e de Antonia Pinto. Teve que descobrimos:

4.1. Albino falecido com 4 meses aos 20.OUT.1843.

4.2. João Pires Padilha nascido em 1852 em Atibaia e aí falecido aos 31.DEZ.1912, residente no bairro da Boa Vista, lavrador; foi casado com Brandina (…). Tiveram que descobrimos:

5.1. Guilhermina, sem informações.

4.2. Guilherme Antônio de Oliveira nascido em 1865 em Atibaia e aí falecido aos 25.SET.1935. Foi casado aos 10.NOV.1888 com Maria Teresa de Jesus ou do Espírito Santo n. em 1870 em Atibaia e aí falecida aos 29.JAN.1950, segundo informações dos descendentes era filha adotiva e ou escrava alforriada do dr. Olímpio da Paixão e de Benedita do Espírito Santo de ascendência negra. Tiveram oito filhos, que descobrimos:

5.1. Benedita

5.2. João

5.3. Marinha

5.4. Julieta

5.5. José

5.6. Olga

5.7. Ciça

5.8. Benedito Antônio de Oliveira nascido aos 01.OUT.1889 foi casado com Maria Bistratini, italiana que chegou ao Brasil com 4 anos em 1894, natural de Ospedaletto Euganeo, província de Padova (mesma cidade das famílias Rosa e Bedore) filha de Ferdinando Bistratini e de Tecla Burello, falecida aos 12.SET.1934. Tiveram que descobrimos:

6.1. José de Oliveira nascido aos 03.JAN.1912 em Atibaia e aí falecido aos 27.ABR.1985. Foi casado com Ernestina Franco da Silveira nascida aos 30.MAIO.1916 em Atibaia e aí falecida aos 29.DEZ.1984, era filha de Damásio Franco da Silveira e de Maria José Franco da Silveira, neta paterna de Francisco Franco da Silveira e de Vicência Maria Teresa, neta materna de Candia Maria de Jesus, afrodescendente e de Tertuliano José do Amaral (ver 1.2., N°06, cap. 5° do tíluloAlves do Amaral) por este bisneta de Lourenço Alves do Amaral e de Josefa Maria da Conceição de provável origem africana. Tiveram que descobrimos:

7.1. Maria Benedita de Oliveira Althman “Teia” n. aos 16.OUT.1935 em Atibaia onde faleceu aos 22.MAR.2004. Teve:

8.1. Lilian n. aos 07.DEZ.1965

8.2. Ricardo n. aos 23.ABR.1975

7.2. Nelson de Oliveira “Mala” n. aos 08.FEV.1939, músico c.c Maria Aparecida Pereira de Oliveira. Teve:

8.1. Elaine Cristina n. aos 19.FEV.1976.

7.3. Nilza de Oliveira, música, nascida aos 21.JUL1941 casada com Odair Ferreira dos Santos nascido em 1935 em Camanducaia/MG. Tiveram:

8.1 Valéria Maria Santos n. aos 28.AGO.1966.

8.2. Viviane Aparecida Santos Mariano nascida em Atibaia aos 30.MAR.1969 casada com Marcelo Mariano[264] nascido em Atibaia aos 30.ABR.1962, filho de Pedro Silva Mariano e de Assunta Arrelaro Mariano, neto paterno de Pedro MarianoSobrinho e de Sebastiana da Silva, neto materno de Fioravante Arrelaro e de Amalia Pieroni. Tiveram:

9.1. Ingrid Mariano nascida em Atibaia aos 10.JUL.1991.

8.3. Vanessa Maria Santos n. aos 10.OUT.1977.

7.4. Norma de Oliveira n. em 1947, viúva de Darcy Teixeira (ver 4.1., 3.5., 2.7., 1.3., N° 08, cap. %° do título Alves do Amaral e Leite). Teve:

8.1. Fabiana Teixeira n. aos 18.JUL.1977 c.c Rogério

3.3. Generoso nascido aos 13.NOV.1814, sendo padrinhos Manoel Pereira de Oliveira e sua esposa Gertrudes da Silva (ver 1.3., N° 05 do cap. 7°). Nada descobrimos.

3.4. Tenório nascido em 1815, nada descobrimos.

3.5. João Pires Padilha[265] “o velho” nasceu aos 04.JUL.1824 em Atibaia sendo padrinhos: Inácio Furquim de Campos, casado (ver 2.1., 1.7., N° 05 a seguir) e Joana Barbosa, mulher de Joaquim Lopes. João Pires Padilha faleceu solteiro aos 26.MAR.1903 na rua José Bonifácio n° 50 com quase 79 anos. Segundo seu óbito, deixou um único filho que teve Joaquina Maria das Dores, com quem não se casou.

Joaquina Maria das Dores era, pelo que conseguimos descobrir depois de intensas pesquisas, de origem apenas africana e nasceu e viveu grande parte da sua vida na condição de escrava[266]. Joaquina Maria nasceu em Atibaia aos 19.JAN.1817 e aí faleceu aos 04.DEZ.1875, era filha de Francisco[267], nascido em 1777/78 em São Paulo, segundo sua certidão de casamento ou na África de acordo com o censo de 1810 e Francisca nascida aos 08.FEV.1801[268] no bairro do Rio Abaixo em Atibaia onde faleceu aos 29.OUT.1829, os quais se casaram aos 01.NOV.1816. Era neta neta paterna de Jerônimo e Ana, escravos que foram Gaspar Martins, provavelmente fazendeiro em São Paulo que possivelmente foram vendidos como escravos para uma fazenda em Atibaia ou mais provavelmente, somente seu filho Francisco. Neta materna de Paulo, nascido entre 1752 a 1760 no Brasil, segundo seu casamento e o censo de 1825, ou na África de acordo com alguns censos e de Isabel nascida em 1775/76, em Guiné na África e falecida em Atibaia em 1825. Paulo e Isabel casaram-se em Atibaia aos 18.FEV.1798[269].

A família de Joaquina Maria foi escrava de várias famílias no bairro do Rio Abaixo em Atibaia. Pelo que descobrimos, foram primeiro escravos de Vicente Pires[270], depois de sua viúva Maria Francisca, que os vendeu após a morte de seu marido para de Rafael Cardoso[271]. também conhecido como Rafael Cardoso do Amaral, depois de sua viúva Maria Franco Cardoso que os vendeu também depois da morte de seu marido, para Thomé Pires de Avila[272].

João Pires Padilha “o velho” e Joaquina Maria das Dores, não se casaram, contudo no óbito de Joaquina ela foi descrita como casada. Tiveram um único filho:

4.1. João Pires Padilha Filho[273], nasceu em Atibaia aos 04.SET.1858, e segundo seu batismo, era filho de pai incógnito que era branco e de Joaquina Maria das Dores, que era negra e ex-escrava. João Pires Padilha Filho era, segundo a certidão de batismo[274] de sua filha mais velha, Escolástica, carpinteiro em Atibaia, e segundo a avó materna deste autor, veio falecer numa cidade incerta de Minas Gerais por volta de 1910. João Pires Padilha Filho casou-se na matriz de Atibaia às 17:00 h. do dia 11.SET.1883 sendo testemunhas Manoel Martins de Oliveira e José Pires Cesário, este último seu cunhado, todos também naturais e residentes em Atibaia com Bárbara de Oliveira Cezar[275] (ver 1.7, N° 01, cap. 5° do título Oliveira Cesar), mais conhecida como “Balbina” nascida em Atibaia entre 1855 a 1858, provavelmente em 1856 e aí faleceu às 17:30 h aos 14.JAN.1932 na rua Santo Cruzeiro n° 83, hoje Benedito de Almeida Bueno[276]. Portanto, João Pires Padilha Filho era mulato, filho de pai branco (3.5.) e mãe negra de origem africana (Joaquina Maria das Dores). João Pires Padilha Filho e Bárbara de Oliveira Cesar tiveram apenas duas filhas:

5.1. Escolástica Pires de Oliveira “Colaca ou Colaca Militão” nascida aos 23.JUL.1884 em Atibaia, sendo seus padrinhos José Pires Cesário e sua mulher Maria Magdalena de Oliveira Cesar, seus tios maternos; foi c.c Venâncio Antônio de Oliveira n. em 1867 e f. aos 17.ABR.1923, de origem africana, com quem teve quatro filhos:

6.1. Antônio Benedito “Antônio Venâncio[277]” n. em 1908 e f. aos 22.ABR.1968, foi c.c sua parente Joana Avelino Vieira (ver 3.4., 2.1., 1.7. a seguir), já falecida. Tiveram:

7.1. Antônio Carlos Benedito, aposentado, c.c Claudia de Oliveira, residentes no bairro Alvinópolis. Teve:

8.1. Diogenes

8.2. Cristina

8.3. Cristiane

8.4. Claudiana

7.2. Escolástica Benedito, residente em Ibiuna/SP, c.c José Carlos. Teve três filhos:

8.1. Fábio

8.2. Rogério

8.3. Júlio

7.3. José Nelson Benedito, n. aos 18.DEZ.1954, solteiro, residente no bairro Atibaia Jardim.

7.4. Fátima Benedito c.c Luiz dos Reis, residente no bairro Atibaia Jardim. Teve:

8.1. Daniele c.c Alexandre da Silva. Teve:

9.1. Maria Eduarda

9.2. Willian

8.2. Francieli

7.5. João Donizeti Benedito, c.c Maria Lúcia Almeida.

6.2 Sebastião, participou da revolução constitucionalista de 1932 e faleceu solteiro e sem descendentes.

6.3. Benedita falecida com 8 anos.

6.4. João falecido com 13 anos.

5.2. Maria Joana Pires de Oliveira n. aos 08.MAR.1886 em Atibaia e aí f. aos 16.JUL.1953, foi c.c Ermitão de Paula Freitas (ver ascendência e descendência em 1.4., N° 04 do título Freitas). Maria Joana era afiliada de seu avô materno, de quem foi uma das duas netas beneficiadas em seu testamento. Trabalhou muitos anos na casa de Maria Pires de Camargo c.c Álvaro Correia Lima (ver 2.2, 1.5. N° 01, cap. 1° do título Pires de Camargo).

2.6. Maria.

2.7. Antônio Pereira Padilha casou em 1788 em Atibaia com Gertrudes de Godoi filha de José de Godoi de Camargo e de Joanna Rodrigues de Siqueira. Teve 4 filhos:

3.1. José de Godoi casado em 1809 em Atibaia com Jacinta Maria filha de João Ferreira Pimentel e de Ana de Oliveira Preto que foram casados em 1787 em Atibaia, filha de Bento Domingues Paes e de Maria de Oliveira Preto. Teve q. d.:

4.1. Josefa de Oliveira casada em 1814 em Atibaia com Manoel Bueno de Oliveira, filho de João Bueno.

4.2. Daniel batizado em 1789 em Atibaia.

4.3. Jacinta Maria casada em 1809 em Atibaia com José de Godoi filho de Antônio Pereira Padilha[278].

3.2. Gabriela.

3.3. Maria Gertrudes casada em 1810 em Atibaia com Francisco Pereira de Oliveira filho de José Pereira de Oliveira e de Gertrudes Maria de Lima (ver adiante).

3.4. (….)

1.7. Francisco Pereira Padilha casou em 1798 em Atibaia com Antonia de Moraes da Cunha, viúva de Felipe Cardoso, filha do capitão Cristóvão da Cunha Barros e de Joana do Prado de Menezes. Sem geração.

N° 03 Floriano da Silva Padilha[279], nascido em Atibaia em 1736 aproximadamente e aí se casou em 1760 com Méssia Bueno da Rocha filha de Pedro de Amores de Camargo e de Izabel Bueno de Camargo. Floriano faleceu em Atibaia aos 08.JAN.1803. Teve q. d.:

1.1. Izabel Bueno da Silva casada em 1780 em Atibaia com José Francisco Pimentel filho de Fernando de Camargo Pimentel e de Francisca de Frias de Godoi. Teve, que descobrimos:

2.1. Francisca Maria de Frias casada em 1803 em Bragança com João de Camargo Ortiz filho de Antônio de Camargo Ortiz e de Josefa Maria.

2.2. Méssia batizada em 1785.

1.1. Ana com 18 anos em 1783.

N° 04 Antônio Pereira Padilha[280], natural de São Paulo, falecido em 1785. Casou-se em Atibaia aos 26.JUL.1743 com Mariana Bueno da Silva ou de Camargo, filha de Domingos da Rocha do Canto e de Maria Bueno da Silva. Tiveram:

1.1. Inácio Pereira Padilha[281] casado em 1776 em Atibaia com Josefa Domingues de Siqueira, viúva de Inácio Gomes de Moraes, filha de Caetano Domingues Paes e de Joanna de Lima de Camargo. Teve que descobrimos:

2.1. José Pereira de Siqueira casado em 1797 em Atibaia com Ana Maria de Araújo filha de Manoel de Sousa de Moraes e de Maria de Araújo. Deixou geração em Atibaia.

2.2. Maria Domingues de Siqueira casada em 1799 em Atibaia com João de Sousa da Silva, filho de Manoel de Sousa de Moraes e de Maria de Araújo, acima.

2.3. Josefa Domingues casada em 1803 em Atibaia com Joaquim de Sousa de Moraes irmão dos precedentes.

2.4. Pedro Domingues casou em 1803 em Atibaia com Ana de Sousa de Moraes irmã dos precedentes.

2.5. Salvador Domingues de Siqueira casado em 1810 em Bragança com Joana Francisca de Oliveira filha de Braz Francisco Ramalho e de Ana de Siqueira Cardoso.

2.6. João batizado em 1789 em Atibaia.

2.7. Dionísia.

1.2. Maria Bueno da Silva, casou em 1771 em Atibaia com Antônio de Araújo Prado filho de José de Araújo Prado e de Isabel de Siqueira de Almeida. Teve que descobrimos:

2.1. Maria Bueno de Siqueira casada em 1797 Manoel Joaquim de Siqueira. Teve que descobrimos:

3.1. Inácio

3.2. Jacinta Maria Franco casada em 1826 em Atibaia com José Pires de Moraes, filho de Gabriel Domingues Paes e de Rosa Maria.

1.3. Joana da Silva também conhecida como Joana Padilha casou em 1775 em Atibaia com Antônio Domingues ou Domingos Paes[282], de quem foi sua primeira esposa. Antônio Domingues Paes era filho de Caetano Domingues Paes e de Joana de Lima de Camargo. Teve:

2.1. Maria Domingues, casada em 1798 com Joaquim Franco da Silva, filho de Manoel de Camargo Pimentel e de Maria Franco de Sousa.

2.2. Joaquina Domingues, casada em 1801 em Atibaia com José de Sousa de Moraes, filho de Manoel de Sousa de Moraes e de Maria de Araújo.

2.3. Ana, batizada em 1776 em Atibaia.

2.4. Pedro, batizado em 1790 em Atibaia.

2.5. Lucas, batizado em 1782 em Atibaia.

2.6. Apolônia, batizada em 1787 em Atibaia.

2.7. Gabriel, batizado em 1785 em Atibaia.

2.8. Antônio, batizado em 1792 em Atibaia.

2.9. Josefa, batizada em 1797 em Atibaia.

2.10. João, batizado em 1802 em Atibaia.

1.4. Rosa Bueno foi solteira.

1.5. Escolástica Bueno da Silva foi casada em 1791 em Atibaia com Antônio Rodrigues.

1.6. José Pereira Padilha[283], natural de Atibaia onde se casou em 1787 com Rita de Godoi, natural de Atibaia, filha de Francisco de Godoi Bueno e de Rita Domingues, naturais de Atibaia. Parece que foram moradores em Mogi; Tiveram, q. d.:

2.1. Gertrudes nascida aos 07.JUN.1799 no bairro Rio Acima de Atibaia.

2.2. Maria Domingues casada em 1808 em Atibaia com José Caetano de Godoi filho de Bento de Oliveira Cardoso e de Ana Franco de Godoi que casaram-se em Atibaia em 1789, teve que descobrimos:

3.1. Joaquim Franco de Godoi casado em 1841 em Amparo com Justina Maria, filha de Francisco Antônio de Oliveira e de Gertrudes Maria.

3.2. Emília Maria casada em 1845 no Amparo com Joaquim Domingues Franco.

2.3. Ana da Silva casou em 1809 em Atibaia com Francisco de Lima Bueno filho de Manoel de Lima Rocha.

2.4. Joaquina de Godoi casou em 1812 em Atibaia com João Franco de Camargo filho de Manoel de Camargo Pimentel e de Maria Franco de Sousa. Teve que descobrimos:

3.1. Maria de Godoi Ramos casada em 1832 com Salvador Franco de Godoi viúvo de Gabriela (…).

3.2. José Antônio de Camargo casado em 1833 com Basília Teolinda.

3.3. Gertrudes Maria casada com Jacinto de Lima Bueno.

3.4. Lourenço Franco casado em 1840 com Gertrudes Maria.

3.5. Joaquim Franco de Camargo casado em 1845 com Ana Gertrudes filha de Francisco José Leite e de Joaquina Angélica.

3.6. João Franco de Camargo casado em 1848 em Atibaia com Benedita Maria Leite, filha de Jacinto Luiz de Camargo.

2.5. Francisco Pereira Padilha casou em 1818 em Atibaia com Gertrudes Maria Teixeira filha de Isidoro Teixeira de Carvalho e de Ana Antonia de Jesus.

2.6. Joana Padilha casou em Atibaia aos 07.FEV.1819 com José Cardoso filho de Luiz Cardoso e de Rosa de Godoi, naturais de Atibaia, neto paterno de José Cardoso, natural de Bragança e neto materno de Domingues e de Francisca de Godoi.

2.7. Manoel Antônio de Godoi casou em 1822 em Atibaia com Maria Rosa filha de José Antônio de Camargo e de Custodia Maria.

2.8. Gertrudes de Godoi casada em 1816 em Atibaia com Albino Preto de Oliveira.

2.9. Gabriela Domingues casada em 1818 em Atibaia com Salvador Franco de Godoi filho de Francisco Rodrigues Bueno e de Vicência Franco.

2.10. José batizado em 1806 em Atibaia.

2.11. João nascido no bairro da Boa Vista em Atibaia aos 19.OUT.1809.

N° 05 Alferes Manoel Pereira Padilha, nascido aproximadamente em 1726 em São Paulo, sendo pessoa de respeito em Atibaia onde ocupou o cargo de juiz de órfãos e foi fazendeiro[284] no bairro do Rio Acima. Casou em 1747 em São Paulo com Ana Maria de Oliveira nascida em 1730 aproximadamente em São Paulo e falecida aos 31.JAN.1810 com aproximadamente 80 anos, filha de Antônio de Oliveira Pereira natural de São Paulo e de Antonia Dias Garcia, natural de Sorocaba, neta paterna de Teodósio Pereira e de Antonia de Sousa, neta materna de Miguel Garcia e de Maria Paes. Teve 11 filhos:

1.1. Ana de Oliveira Padilha natural de Sorocaba, casada[285] 1.º em 1771 em Atibaia com Alexandre Machado de Carvalho, de Sorocaba, viúvo de Ana Gonçalves; 2.ª vez casou com José Luiz de Assumpção; 3.ª vez aos 30.ABR.1805 em Atibaia com Manoel Pereira Bueno, viúvo de Madalena Alvares, filho de Antônio Pereira de Barros, de Lisboa, e de Mariana Bueno de Camargo e 4ª vez com seu parente Manoel da Silva de Camargo. Teve três filhos do 1°:

2.1. Maria casada com Inácio Gomes.

2.2. Francisco José Machado que casou 1.º em 1795 em Atibaia com Luciana Maria, filha de Felix Correa de Oliveira e de Joana Bueno de Camargo; 2.ª vez em 1840 em Atibaia com Antonia Maria viúva de Antônio da Silva Bueno. Teve que descobrimos:

3.1. Luiz Antônio de Oliveira casado em 1815 em Atibaia com sua prima Gabriela Maria n.º 5-1 de 4-6 retro.

3.2. Francisco, batizado em 1799 em Atibaia.

3.3. Felisberta batizada em 1803 em Atibaia.

3.4. Senhorinha, batizada em 1804 em Atibaia.

3.5. Jacinta, batizada em 1807 em Atibaia.

3.6. Jesuína Maria Bueno casada em 1827 em Atibaia com José Joaquim de Siqueira Borba filha de José Ribeiro de Lima e de Rita Maria da Conceição.

2.3. Manoel Antônio de Carvalho casou em 1793 em Atibaia com Ana Esmeria filha de Felix Correa de Oliveira. Teve que descobrimos:

3.1. Maria batizada em 1801.

3.2. Anna Rita casada em 1816 com Domingos José de Oliveira (natural de Portugal).

3.3. Manoela batizada em 1796.

3.4. Firmiana batizada em 1803.

3.5. João Baptista de Carvalho casado em 1838 em Atibaia com Fortunata Soares filha de José Francisco Soares e de Ana Angélica.

1.2. Ângela Maria da Anunciação casou em 1775 em Atibaia com Inácio Bueno de Camargo de quem foi primeira esposa. Inácio era filho de Pedro Vaz Pires e de Mariana Bueno de Camargo. Teve:

2.1. Maria solteira em 1810.

2.2. Ana Joaquina Padilha casada em 1796 em Atibaia com José Rodrigues Bueno, filho de Antônio Rodrigues dos Ouros e de sua 3.ª mulher Mariana Bueno de Camargo. Teve que descobrimos:

3.1. José Rodrigues Bueno casado em 1819 em Atibaia com sua parenta Joaquina Padilha filha de José de Siqueira Lima e de Úrsula Maria Padilha.

1.3. Manoel Pereira de Oliveira[286], casou em 1778 em Atibaia com Ana Esmeria do Nascimento falecida aos 19.JUL.1798[287], filha de Manoel Pires Fragoso[288] e de Maria de Oliveira (SL 1/124) que se casaram em Atibaia aos 30.JUN.1744. Teve que descobrimos, os seguintes filhos[289] :

2.1. Pulcheria nascida em 1779, casada com Joaquim Lopes.

2.2. Esméria Pereira nascida em 1781, casada em 1800 em Atibaia com Joaquim José Bueno Paes filho de José Paes de Oliveira e de Maria Franco.

2.3. Manoel Pires de Oliveira casado em 1806 em Atibaia com Maria Gertrudes de Oliveira filha de Faustino Pereira de Alvarenga e de Inácia Alvares. Teve que descobrimos:

3.1. Ana nascida no bairro do Rio Abaixo de Atibaia aos 15.ABR.1814.

3.2. Liberata nascida no bairro da Boa Vista de Atibaia aos 23.AGO.1818.

2.4. Ana Teresa solteira em 1810.

2.5. Caetana casada com Lourenço Pedroso morador em Bragança.

2.6. Francisca n. em 1789.

2.7. Salvador n. em 1797.

2.8. Reginaldo n. em 1798.

1.4. Sargento Francisco Pereira de Oliveira[290] casado em Atibaia aos 17.FEV.1778 com Gertrudes de Lima[291], também conhecida como Gertrudes de Lima Bueno, era natural de Atibaia, filha de Antônio Pedroso de Alvarenga, natural de Minas Gerais e de Ana de Lima do Prado, natural de Atibaia, neta paterna de João de Lima do Prado e de Francisca da Rocha, naturais de Atibaia. Foram moradores do bairro Rio Acima de Atibaia. Tiveram que descobrimos[292]:

2.1. Manoel batizado em 1780 em Atibaia.

2.2. Teodora batizada em 1791 em Atibaia.

2.3. José Joaquim[293] nascido aos 27.JUN.1786 em Atibaia.

2.4. Francisco batizado em 1786 em Atibaia.

2.5. Joana, batizada em 1793 em Atibaia.

2.6. Ângelo (a) nascido aos 04.AGO.1793 em Atibaia e provavelmente falecido menor.

2.7. Antônio, batizado em 1795 em Atibaia.

2.8. Joaquina Maria casada em 1805 em Atibaia com José Pinheiro de Moraes filho de José Fernandes de Oliveira, de Pindamonhangaba, e de Escolástica de Moraes, de Nazaré Paulista.

2.9. Úrsula Maria de Oliveira nascida em 1783, casou em 1799 em Atibaia com Felipe Cardoso Pinheiro, moradores de Bragança. Tiveram que descobrimos:

3.1. Maria nascida em 1800.

3.2. Ana nascida em 1802.

3.3. José nascido em 1803.

3.4. Maria nascida em 1804.

3.5. Francisco nascido em 1805.

3.6. José nascido em 1807.

2.10. Ana Maria de Oliveira nascida em 1779, casada em 1801 em Atibaia com José de Faria Alvarenga, viúvo de Maria Paes Cardoso, filho de Pedro Domingues Paes e de Maria Ribeiro.

2.11. Maria Gertrudes de Oliveira nascida em 1781, casada em 1802 em Atibaia com Felix de Souza Gouvêa filho de João de Souza Leme e de Maria Silveira.

1.5. José Pereira de Oliveira[294] falecido em Atibaia aos 08.AGO.1807. Foi casado em 1787 em Atibaia com Gertrudes Maria de Lima, filha de João de Lima Rocha e de Josefa Ribeiro. Era morador do bairro Rio Acima. Teve:

2.1. Maria Antonia casada em 1809 em Atibaia com Joaquim Alvares de Figueiredo filho de José Bicudo Vaz e de Suzanna Alvares de Oliveira.

2.2. Ana Maria de Oliveira casada em 1809 em Atibaia com Francisco Franco de Camargo filho de Manoel de Camargo Pimentel e de Maria Franco de Souza que se casaram em Atibaia em 1771. Maria Franco de Souza era filha de João Franco Viegas e de Maria de Souza, neta paterna de Lourenço Franco do Prado e de Ana Peres Pedroso e neta materna de José de Souza, português e de Ana Maciel da Gama.

2.3. José Pereira de Oliveira[295], natural de Atibaia onde se casou[296] aos 11.JAN.1819 com sua parente Manoela de Siqueira ou Lima, também natural de Atibaia, filha de José de Siqueira Lima e de Úrsula Maria (1.7. a seguir). Teve que descobrimos:

3.1. Manoela nascida aos 03.DEZ.1819 em Atibaia no bairro Rio Acima.

3.2. João ou José nascido aos 06.OUT.1822 em Atibaia no bairro do Rio Acima,

2.3. Francisco Pereira de Oliveira[297] casado em 1810 em Atibaia com sua prima Maria Gertrudes Godoi filha de Antônio Pereira Padilha e de Gertrudes de Godoi (ver atrás). Teve que descobrimos:

3.1. Joaquim n. aos 10.JUN.1819 no bairro Rio Acima.

sendo padrinhos Manoel Pereira Padilha casado e Gertrudes de Lima, viúva.

3.2. João n. aos 29.JUN.1822.

4.3. José nascido aos 01.FEV.1824 em Atibaia no bairro Rio Acima..

2.4. Manoel Pereira Padilha[298] nascido aos 18.ABR.1799 em Atibaia onde se casou em 1820 com Maria de Siqueira Lima filha de José de Siqueira Lima do número precedente. Teve que descobrimos:

3.1. Josefa nascida aos 09.ABR.1822, foram padrinhos Inácio Furquim de Campos e sua mulher Ana Padilha de Lima.

3.2. Gertrudes nascido em 1823.

3.3. José nascido em 1825.

2.5. Antônio Pereira de Oliveira casado em 1826 em Atibaia com Francisca de Jesus filha de João Peçanha Falcão e de Ana Maria Franco.

2.6. Maria Joaquina de Oliveira nascida aos 26.NOV.1807, foi casada em 1829 em Atibaia com Jacinto Gomes filho de Bento Gomes Pinto e de Manoela Vaz de Lima, os quais casaram-se em Atibaia em 1788, sendo Manoela filha de Domingos Vaz de Lima e de Mariana do Prado de Siqueira.

2.7. João

2.8. Gertrudes.

1.6. Caetana Pereira de Oliveira casou em 1783 em Atibaia com o alferes Francisco Xavier Cezar (tronco do título Oliveira César), filho de Jorge Moreira Cezar e de Margarida Vieira de Oliveira. Ver descendência no título Oliveira César.

1.7. Úrsula Maria casada aos 19.ABR.1785 em Atibaia com José de Siqueira Lima[299], natural de Atibaia, filho de Antônio Pedroso de Alvarenga, natural de Aiuroca/MG falecido em 1773 em Atibaia e de Ana de Lima do Prado, natural de Atibaia onde se casaram, neto materno de João de Lima do Prado e de Francisca da Rocha Bueno e neto paterno de Roque de Siqueira Alvarenga e de Maria Nunes. Irmão Gertrues de Lima c.c o Sargento Francisco Pereira de Oliveira (1.4. retro). Teve que descobrimos:

2.1. Ana da Silva casada em 1808 em Atibaia com Inácio Furquim de Campos[300], filho de Inácio Bueno de Camargo e de Antonia do Amaral.

2.2 Salvador nascido aos 10.SET.1789 em Atibaia.

2.3. Maria de Siqueira Lima casada em 1820 em Atibaia com seu primo Manoel Pereira Padilha, filho de José Pereira de Oliveira e de Gertrudes Maria.

2.4. Manoel, batizado em 1795 em Atibaia.

2.5. Joaquim, batizado em 1797 em Atibaia.

2.6. José, batizado em 1788 em Atibaia.

2.7. Úrsula, nascida aos 07.SET.1792 em Atibaia.

2.8. Joaquina Padilha casada em 1819 em Atibaia com José Rodrigues Bueno filho de outro de igual nome e de Anna Joaquina Padilha, por esta, neto de Inácio Bueno de Camargo e de Ângela Maria da Anunciação. Teve que descobrimos:

3.1. Manoel nascido aos 19.MAIO.1819 em Atibaia no bairro do Rio Acima.

2.9. Marinha, batizada em 1801 em Atibaia.

2.10. Rosa nascida aos 07.AGO.1807

2.11. Antônio nascido aos 07.AGO.1807, gêmeo da anterior.

2.10. Manoela de Siqueira casada em 1819 em Atibaia com seu primo José Pereira Padilha, irmão de Manoel Pereira, acima.

1.8. Martiniano Pereira de Oliveira[301] casou em 1787 em Atibaia com Felipa de Camargo filha de João de Lima Rocha e de Josefa Ribeiro; foram moradores em Bragança Paulista. Tiveram:

2.1. Ana, batizada em Atibaia em 1789, estava já casada em 1836 com Frutuoso de Oliveira.

2.2. Manoela estava casada com Francisco de (…)

2.3. Maria

2.4. Custodia

2.5. Cândida

2.6. Joaquina estava casada em 1836 com Salvador de …

2.7. Martiniano

2.8. Dionísia

1.9. Salvador Pereira da Silva casou em 1793 em Atibaia com Joaquina Maria de Oliveira, nascida em 1780, filha de José Pires de Oliveira e de Maria de Cerqueira Cesar, casados em Atibaia em 1777. Maria de Cerqueira César era filha de Francisco Xavier César e de Maria de Lima e José Pires de Oliveira era filho de Manoel Pires Fragoso, natural de Palma, Braga, Portugal e de Maria de Oliveira. Deixou geração em Atibaia.

1.10. Maria Rosa casou em 1787 em Atibaia com o sargento-mor de Bragança, Joaquim Moreira Cesar[302] falecido em 1835 naquela cidade, filho de Jorge Moreira Cesar e de Margarida Vieira de Oliveira; faleceu em 1835 em Bragança onde foi morador. Tiveram:

2.1. Joaquim de Cerqueira Cesar, casado em 1820 em Bragança com Cristina de Brito Leme, filha do capitão Lourenço Antônio Leme e de Ana Jacinta de Oliveira; faleceu em 1822 e deixou um filho que faleceu na infância.

2.2. Capitão Manoel de Cerqueira Cesar, casado com Manoela de Oliveira. Teve:

3.1. José de Cerqueira Cesar, casado com Cândida de Cerqueira Cesar, f.ª de Antônio Moniz Penteado.

2.3. Capitão José Moreira Cesar casou em 1809 em Mogi-mirim com Gertrudes Maria de Vasconcellos, filha do capitão Antônio Luiz de Moraes Piçarro e de Maria Francisca de Vasconcellos.

2.4. Antônio de Cerqueira Cesar casou em 1828 em Bragança com Ana Jacinta de Oliveira, filha do capitão Lourenço Antônio Leme e de Anna Jacinta de Oliveira. Com geração.

2.5. Maria Angélica de Cerqueira casou com João de Lima Bueno.

2.6. Ana de Cerqueira Cesar, casou em 1813 em Bragança com Joaquim Bueno de Oliveira, filho de João Bueno de Camargo e de Teresa Pires de Oliveira.

2.7. Rosa de Cerqueira Cesar, casada com Salvador de Cerqueira de Oliveira.

2.8. Maria Joaquina de Cerqueira Cesar, casada com João Cesar.

1.11. Reginaldo Pereira da Silva casou-se em 1797 em Atibaia com Rita Maria filha de Felix Corrêa de Oliveira, segundo marido de sua mãe, Joana Bueno de Camargo. Teve q. d.:

2.1. Modesto, batizado em 1798 em Atibaia.

2.2. Francisco batizado em 1800 em Atibaia.

Capítulo 8º

José Pereira Padilha

José Pereira Padilha casado aos 26.FEV.1748 em Atibaia com Ana Cardoso Bueno, filha de Gabriel Ortiz de Camargo e de Maria Ribeiro Bueno (SL 1/369), esta filha do capitão Francisco de Camargo Pimentel (ver na Introdução ao título I deste trabalho). Nada descobrimos.

FIM DO TÍTULO PADILHA

FOTOS DE ATIBAIA

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DUAS FOTOS AÉREAS DO CENTRO DE ATIBAIA NA DÉCADA DE 1950

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Título X

Família D’ELBOUX

Descendentes do imigrante inglês e Sargento-mor de São Paulo

Francisco Compton D’Elboux

Disposição genealógica (Tronco, capítulos e demais descendentes) e pesquisas: Adriano Bedore [Inédita] – Descendentes de Carlos Augusto D’Elboux: Adriano Bedore

Descendentes de Francisco Compton D’Elbou II e Thomas Compton D’Elboux: Renne D’Elboux

RELAÇÃO DO TRONCO COM ATIBAIA/SP

● O tronco deste título, Francisco Compton D’Elboux nasceu em Londres em 1768 e não tem nenhuma relação com Atibaia. Imigrou para o Brasil no final da década de 1880 ou início da década de 1890, estabelecendo-se em Santana do Parnaíba onde foi vereador e em São Paulo onde foi Sargento-mor.

● Uma de suas bisnetas, Vicencia Barbosa de Almeida, radicou-se em Atibaia no início da década de 1860. Um de seus netos, Francisco Compton D’Elboux III também se estabeleceu em Atibaia entre meados das décadas de 1860 a 1870.

RELAÇÃO DO TRONCO COM O AUTOR

● O tronco é hexavô (avô em 6° grau) do autor deste trabalho. É também bisavô paterno de Vicencia Barbosa de Almeida, mãe de Ermitão de Paula Freitas, bisavô materno do autor destas notas genealógicas.

CIDADES MAIS CITADAS NESTE TÍTULO

● Santana do Parnaíba, Conceição de Guarulhos, Juqueri, Atibaia (antiga São João de Atibaia), Limeira, São Paulo, Americana, Santa Barbara do Oeste, Cabreuva, Sorocaba, Campinas, São Carlos, Brotas e outras

FRANCISCO COMPTON D’ELBOUX

Sargento-mor de São Paulo

Francis Compton D’Elboux[303] nome inglês, François nome francês, já que sua origem paterna é francesa ou ainda Francisco Compton D’Elboux I, em português, nasceu aos 22 ou 28.JUL.1768 em Londres e foi batizado[304] aos 07.AGO.1768 em Saint James Church Londres, Inglaterra e faleceu com testamento[305] e inventário[306]aos 12.ABR.1816 em São Paulo[307] na rua Santa Teresa onde morava. Francisco Compton D’Elboux era o primeiro filho de François Louis D’Elboux que que nasceu em Marseille[308] na França entre as décadas de 1730 ou 40. François Louis imigrou da França para Inglaterra provavelmente em meados das décadas de 1750 ou 60, possivelmente diante da perseguição da França aos protestantes, chamados de huguenotes[309] e casou-se com a inglesa Hanna English (Compton) aos 13.SET.1767 na igreja de Saint James, Westminster, Londres, Inglaterra através de autorização do bispo da Inglaterra expedida aos 12.SET.1767, portanto, Francisco Compton D’Elboux era filho de pai francês que imigrou para Inglaterra e de mãe inglesa.

François Louis D’Elboux, pai do tronco deste título, trabalhava como cozinheiro em Londres para Lady Leveson Gower e seus cinco filhos[310] foram matriculados na French Protestant School of Westminster, escola dedicada a pessoas de ascendência Huguenote[311].

Francisco Compton D’Elboux I pode ser considerado tronco[312] da família D’Elboux no Brasil e deve ter imigrado para o país entre meados da década de 1780 até o início da década de 1790. Foi, segundo algumas fontes, oficial do exército português no Brasil, cavaleiro da Ordem de Avis, de Portugal e no Brasil foi tenente-coronel do regimento de caçadores da antiga Guarda Nacional e sargento-mor na então Vila de São Paulo, cargo para o qual foi provavelmente nomeado em meados na primeira década do século XIX.

A única referência sobre o sobrenome D’Elboux na obra de Silva Leme está no volme 6º, página 345 e é a seguinte: “Paula Martins Fernandes casada em 1793 na mesma vila (Parnaíba) com o tenente Francisco D’Elboux natural de Londres e batizado em Lisboa, filho de outro de mesmo nome e de Ana D’Elboux de Londres”. Contudo, graças a pesquisa que fizemos buscando encontrar a descendência de Carlos Augusto D’Elboux (capítulo 1°) e sua ligação com Francisco Compton D’Elboux e especialmente a excelente pesquisa feita por René D’Elboux intitulada de Guia de referência da família D’Elboux no Brasil e no mundo de 2007, disponibilizada na rede mundial de computadores, foi possível desenvolver parte da descendência de Francisco Compton D’Elboux I que tornamos tronco deste trabalho e que é sem dúvida alguma o tronco da família D’Elboux no Brasil.

Francisco Compton D’Elboux I, foi casado aos 06.FEV.1794 em Santana do Parnaiba/SP com Paula Martins Fernandes natural da mesma vila, filha de João Martins da Cruz e de Inácia Isabel Fernandes falecida aos 05.SET.1811 em Santana do Parnaíba, residente na época do seu falecimento em Itahim-Guassu[313]. Paula era n.m. de João Gonçalves Seixas, natural de Lisboa e de Lusia Fernandes, natural de Santos/SP, n.p. do cap. João Martins da Cruz e de Escolástica de Almeida, naturais de Santana do Parnaiba.

Francisco Compton D’Elboux teve quatro filhos com sua esposa (capítulos 3° a 6°) e dois filhos (capítulo 1° e 2°) havidos, provavelmente, antes de seu casamento com Maria Rosa Teixeira, os quais levaram seu sobrenome e foram reconhecidos em seu testamento:

Capítulo 1° Carlos Augusto D’Elboux (meu pentavô)

Capítulo 2º Maria Amália D’Elboux

Capítulo 3° Alfredo D’Elboux

Capítulo 4° Frederico Compton D’Elboux

Capítulo 5º Francisco Compton D’Elboux II

Capítulo 6º Thomas Compton D’Elboux

Capítulo 1º

Carlos Augusto D’Elboux

Carlos Augusto D’Elboux nasceu entre 1790 a 1795 na cidade de São Paulo e era muito provavelmente o primeiro filho do tronco e de Maria Rosa Teixeira, sobre quem nada descobrimos. Muito provavelmente, Carlos Augusto e Maria Amália nasceram antes do casamento de seu pai que os reconheceu no seu testamento.

Carlos Augusto D’Elboux faleceu aos 25.ABR.1853 com “... cessenta anos mais ou menos...” em Juqueri, então freguesia da cidade de São Paulo, hoje município de Mairiporã onde seguramente já se encontrava na primeira década do século XIX ou início da segunda década pois sua primeira filha Ana nasceu em 1812 na então freguesia. Foi sepultado, a seu pedido, no cruzeiro do pátio da igreja matriz. Deixou considerável patrimônio como inúmeros animais (cavalos, muares, gado, carneiros), uma escrava de nome Inácia, e bens imóveis[314].

Segundo o inventário de sua primeira esposa, uma ação de justificação[315] que ingressou em face do falecimento de seu cunhado, o capitão Joaquim José de Almeida (único irmão de suas esposas), e de seu próprio inventário e testamento[316], Carlos Augusto casou-se duas vezes com duas irmãs. Primeiramente foi casado com Gertrudes Joaquina de Almeida em 1814 ou 1815 e segunda vez em 1823 ou 1824 com Policena Maria de Jesus, ambos casamentos em Juqueri.

Sua primeira esposa, Gertrudes Joaquina de Almeida, era natural de Juqueri ou São Paulo e foi primeiro casada com Joaquim Xavier de Oliveira ou só Joaquim Xavier entre 1800 a 1805, com quem teve dois filhos: 1) Emília Xavier de Oliveira ou de Almeida nascida provavelmente entre 1803 a 1806 e casada com Francisco José da Silva e 2) Gabriel nascido em 1807 e sobre o qual nada descobrimos. Viúva, Gertrudes Joaquina teve três filhos com Carlos Augusto D’Elboux: 3) Ana nascida em 1812, 4) Joaquim nascido em 1814 e 5) Francisco nascido em 1816, este último nascido despois do casamento de seus pais. Gertrudes Joaquina faleceu aos 17.AGO.1822 com inventário[317]. Viúvo, Carlos Augusto casou-se segunda vez com a irmã de Gertrudes Joaquina: Policena Maria de Jesus, ambas eram filhas de pai incógnito e de Isidora Maria de Jesus ou Isidora Maria de Araújo.

Não consegui descobrir se o sobrenome ALMEIDA que foi passado a todos os descendentes de Carlos Augusto D’Elboux pertencia a família de sua sogra, Isidora Maria de Araújo ou era do pai natural de seus filhos já que tanto seus netos, filhos de suas duas filhas, como o seu próprio filho (capitão Joaquim José de Almeida), carregaram o sobrenome Almeida, o que acreditamos ser o mais provável. Tampouco descobrimos por que os filhos de Carlos Augusto D’Elboux não herdaram o nome de família do pai (D’Elboux) passando a levar apenas o nome de família ALMEIDA[318]. Outro fato digno de nota é a grande quantidade de casamentos entre membros da mesma família que observamos na descendência do casal deste capítulo.

Portanto, Carlos Augusto D’Elboux teve os 3 primeiros filhos com a primeira esposa (Gertrudes Joaquina de Almeida) e os 8 seguintes com sua segunda esposa (Policena Maria de Jesus), todos nascidos na então freguesia de Juqueri, hoje cidade de Mairiporã e reconhecidos por ele em seu testamento e inventário:

Nº 01 Ana Gertrudes de Almeida

Nº 02 Joaquim Augusto de Almeida (meu tetravô)

Nº 03 Francisco Augusto de Almeida

Nº 04 Manoel Augusto de Almeida

Nº 05 Frederico Augusto de Almeida

Nº 06 José Augusto de Almeida

Nº 07 Antônio Augusto de Almeida

Nº 08 João Augusto de Almeida

Nº 09 Porcina Augusto de Almeida

Nº 10 Thomé Augusto de Almeida

Nº 11 Vicente Augusto de Almeida

N° 01 Ana Gertrudes de Almeida foi casada com João Batista Soares. Tiveram que descobrimos:

1.1. Justino Soares de Almeida[319], nada descobrimos.

N° 02 Tenente Joaquim Augusto de Almeida nasceu aos 02.DEZ.1814 em Juqueri onde faleceu aos 26.AGO.1890. Casou-se com Antonia Barbosa de Albuquerque aos 18.SET.1838, sendo seus padrinhos, Carlos Augusto D’Elboux seu pai, e Francisco José da Silva (o velho) seu cunhado, posto que era casado com Emília Xavier de Almeida, meia-irmã de Joaquim (filha de sua mãe com seu primeiro marido). Antonia Barbosa de Albuquerque[320] era natural de São Paulo onde nasceu em 1824, era filha do alferes Francisco de Paula Barbosa, natural de São Paulo e de Ana Maria de Albuquerque, natural de Cotia/SP, que casaram-se aos 21.FEV.1802 na igreja da Sé em São Paulo e residentes na época do casamento de Antonia, no bairro da Cachoeira, Freguesia de Santa Ifigênia, distrito de paz de São Paulo. Antonia Barbosa de Albuquerque era neta paterna de Manoel Martins de Barcelos e de Joaquina Maria, neta materna de José de Albuquerque Machado e de Victoria Bueno de Camargo. Antonia Barbosa de Albuquerque faleceu de hidropsia[321] aos 01.SET.1888 em Atibaia mas segundo seu óbito era moradora de Juqueri o que nos faz deduzir que veio a falecer numa provável visita a sua filha Vicencia. O casal Joaquim Augusto de Almeida e Antonia Barbosa de Albuquerque tiveram, que descobrimos, dois filhos:

1.1. Vicentino Barbosa de Almeida nascido aos 12.OUT.1851 em Juqueri. Nada descobrimos

1.2. Vicencia Barbosa de Almeida n. aos 30.JUL.1853 em Juqueri, onde se casou aos 09.OUT.1869 com Antônio Joaquim de Freitas “Antônio Raimundo” n. aos 04.MAIO.1844 (ver N° 04, cap. 7° do título Freitas, a seguir – meus trisavós). Acreditamos que, pelo menos, Vicência Barbosa de Almeida, seu marido e um irmão de seu marido, Raimundo José de Freitas, mudaram-se de Juqueri para Atibaia, ou no final da década de 1860 ou início da década de 1870 e lá constituíram numerosa família que levou o nome de família dos irmãos Freitas. Vicência faleceu em Atibaia aos 09.OUT.1916 na rua José Lucas onde residia. Antônio Joaquim de Freitas também faleceu em Atibaia aos 06.MAIO.1921, ambos foram sepultados no cemitério São João Batista de Atibaia. Tiveram:

2.1. Benedita de Freitas Cunha nascida aos 25.NOV.1873 em Atibaia e aí falecida em 1937, foi c.c João Lúcio da Cunha, f. aos 16.JUL.1935 com quem teve onze filhos:

3.1. Aurora da Cunha, nascida em 1903 e falecida em 1993 em Ribeirão Preto onde vivia. Era c.c Edmundo Russomano, teve que descobrimos:

4.1 Clara

4.2. Anésia

4.3. Nelson, todos residentes em Ribeirão Preto.

3.2. João Lúcio da Cunha Filho f. aos 29.AGO.1974, foi c.c Josefa Maria de Jesus, f. aos 24.SET.1991. Teve q.d.:

4.1 Juraci Lúcio Jr. n. aos 22.MAR.1941 e f. aos 20.ABR.2009.

4.2. Janete, c.c Darci Gouveia Gomes, aposentado do antigo banco Banespa, tiveram dois filhos:

5.1. Fabiano

5.2. Graciele

4.3. Jaime Lúcio Júnior, casado com Guiomar Moreira. Teve:

5.1. Leandro

5.2. Leonardo

3.3. Lúcio da Cunha, c.c Nina Casasanta de Piracaia, ambos já falecidos teve q.d:

4.1. Almenor, já falecido e sem descendência.

3.4. Eleonor da Cunha, casado em 2º núpcias com Maria, ambos já falecidos. Teve q. d:

4.1. Roberto

3.5. Natália da Cunha, foi c.c Américo Almendra, foram residentes no Rio de Janeiro onde faleceram. Teve uma única filha:

4.1. Lia da Penha Almendra, c.c um médico de São José dos Campos, onde residem.

3.6. Julieta da Cunha, foi c.c Miguel Mora, espanhol, ambos falecidos. Teve um único filho:

4.1. Eraldo, casado e residente em Brasília/DF.

3.7. Rosa da Cunha, f. aos 19.FEV.1990, foi c.c Manoel de Camargo, f. aos 10.OUT1995. Teve 12 filhos:

4.1. Paulo Camargo, falecido menor

4.2. Vilma Camargo Cachioli, casada com Euclides Cachioli. Teve:

5.1. José Manoel Camargo, c.c Maria Celeste da Costa Cachioli. Teve:

6.1. Diego Ubiratan da Costa Cachioli

5.2. Izolete Aparecida Cahioli de Lima, c.c Eupedio Francisco de Lima. Teve:

6.1. Euclides Cachioli de Lima

6.2. Liliane Cachioli de Lima

5.3. Francisca Tadeu Ramos da Cruz, c.c Edivaldo Ramos da Cruz. Teve:

6.1. Rita de Cássia C. Ramos da Cruz

6.2. Francine Greice C. Ramos da Cruz

6.3 Edivaldo Ramos C. Ramos da Cruz

5.4. Elineuza Goreti Cachioli. Teve:

6.1. Joel Toma Cachioli

5.5. Edileuza Cachioli

4.3. Hermenegildo Camargo, foi c.c Noemia de Moraes Camargo, ambos falecidos. Tiveram:

5.1. Renato de Camargo, c.c Márcia Moreno de Camargo. Teve:

6.1. Maiara Moreno Camargo

6.2. Thais Moreno Camargo

5.2. Rosana de Camargo Hanzawa,c.c Claudio Koji Hanzawa. Teve:

6.1. Claudio Augusto Hanzawa

6.2. Cristiano Hanzawa

4.4. Oswaldo Camargo, falecido solteiro

4.5. Renato Camargo, falecido solteiro

4.6. Fábio Camargo, já falecido, foi c.c Diva Camargo. Teve:

5.1. Fábio Camargo Filho, c.c Marisa Sandini Camargo. Teve:

6.1. Karina de Camargo

6.2. Fabrício de Camargo

4.7. Creusa de Camargo Silva, c.c Abdiel Teodósio da Silva. Teve:

5.1. Edson Carlos da Silva, casado com Ana da Silva.

4.8. Paschoal de Camargo, casado Elvira Bilar Camargo. Teve:

5.1. Rosa Maria de Camargo

5.2 Fabiana Camargo Gomes, c.c Juliano de Mello Gomes. Teve:

6.1. Arthur de Camargo Gomes

5.3. Simoni de Camargo Silva, c.c Marco Antônio Pace da Silva.

4.9. Cacilda Camargo de Almeida, c.c Antônio Leite de Almeida. Teve:

5.1. Silvia Leite de Almeida Viana, c.c Geraldo Viana. Teve:

6.1. Gustavo Leite de Almeida Viana

6.2. Guilherme Leite de Almeida Viana

5.2. Silvio Leite de Almeida

5.3. Solange Leite de Almeida

5.4. Selma Leite de Almeida

5.5. Sandra Leite de Almeida, c.c Cláudio Felício. Teve:

6.1. Carolina de Almeida Felício

4.10. Neuza Camargo, c.c Benedito Basílio de Moraes. Teve:

5.1. Vagner de Moraes

5.2. Flávio de Mores, c.c Adriana W. de Moraes. Teve:

6.1. Carolina W. de Moraes

5.3. Graciliano Basílio de Moraes

4.11. Fúlvia de Camargo Costa, casada com Fábio Costa, despachante em Atibaia. Teve:

5.1. Fabiana Costa Romera, c.c Rinaldo Antônio Garcia Romera. Teve:

6.1. Júlia Costa Romera

5.2. Fábio Costa Filho, n. em 1973 c.c Gabriela Sanches Costa. Teve:

6.1. Tainá Sanches Costa

6.2. Thomaz Sanches Costa

4.12. Manoel Camargo Júnior, falecido solteiro

3.8. Juvenal da Cunha, c.c Maria, ambos já falecidos. Teve um único filho:

4.1. Álvaro, casado, residente em Ubatuba.

3.9. Maria José da Cunha, viúva, residente em Duartina, região de Bauru/SP. Teve q. d:

4.1. Neuza

4.2. Roberto

4.3. (…)

3.10. Izabel da Cunha “Bela Cunha” n. aos 07.MAR.1914, f. em outubro de 2005, foi casada em 1ª vez com Valdemar Almendra e em 2º vez com José Migliorança. Teve 1 filho do 1º e outro do 2º casamento:

4.1. Carlos Alberto, geógrafo e prof° universitário, c.c Lúcia Silveira. Teve:

5.1. Letícia

5.2. Carlos Alberto Júnior

4.2. João Batista, separado judicialmente de Tereza Cristina Bobadilho. Teve:

5.1. Felipe

3.11. Durval “Caçula”, foi c.c Lila Scapin, ambos falecidos e sem descendentes.

2.2. Benedito de Freitas “Nito Raimundo” n. em 1875 e falecido por volta de 1945, foi casado com “Nhana Maria”, foram residentes em Bom Jesus dos Perdões, ambos já falecidos e sem descendentes.

2.3. Belmira Freitas Ferreira nascida em Atibaia em 1882 e aí falecida em 1929, foi casada com José Ferreira Bernardo n. aos 28.MAR.1889 e f. aos 11.MAR.1955, ambos foram residentes em Atibaia. Tiveram:

3.1. Pedro Antônio Ferreira, nascido em Atibaia aos 26.ABR.1921 e aí falecido aos 18.SET.1991, foi c.c. Maria Aparecida Nunciato Ferreira f. aos 30.OUT.1985. Tiveram:

4.1. Reginaldo Ângelo Ferreira n. 06.ABR.1954, foi maestro da fanfarra de Atibaia e faleceu aos 28.DEZ.2002 c.c. Elzira Duarte Ibraim Ferreira. Teve:

5.1. Felipe, maestro da fanfarra de Atibaia.

5.2. Érica Ibrain c.c Eder Pinheiro “Xuxa”. Tem:

6.1. João

6.2. Pedro

3.2. José Antônio Ferreira, já falecido, foi c.c Isabel Tavares Ferreira. Teve:

4.1. Elza Tavares Ferreira, viúva de Valdir Brito, residente em Campinas.

4.2. Izabel Cristina Ferreira, foi c.c ˙Silvio Pinzan, contador em Atibaia. Teve:

5.1. Anderson Ferreira Pinzan n. aos 22 de maio, contador e professor.

5.2. Mayara Ferreira Pinzan

4.3. José Tavares Ferreira c.c Jane Gimenes, residentes em M. Gerais.

3.3. Benedito Ferreira, já falecido, foi c.c Yolanda B. Ferreira. Teve:

4.1. Wanderlei Ferreira

4.2. Benedito Ferreira Filho

4.3. Neuza Ferreira, já falecida, todos foram casados e residentes em São Paulo.

3.4. Florisbela Bernardes Ferreira Chicaroni, f. aos 04.JAN.2005, foi casada com Ezelindo Chicaroni, residentes em Atibaia, filho de Teresa Alfani e de Guido Chicaroni ou Ciccaroni na forma original do sobrenome. Teve:

4.1. Rosangela Chicaroni, c.c Calos Alberto Figueiredo. Teve:

5.1. Carla Aparecida

3.5. Celina Ferreira França, f. aos 26.ABR.1998, foi c.c Pedro França n. aos 26.JUN.1910 e f. aos 24.MAIO.1987, foram residentes em Atibaia. Tiveram:

4.1. Cláudio, c.c Edna, proprietário de uma tipografia no bairro do Alvinópolis em Atibaia.

3.6. Aurora Ferreira Neves, já falecida, foi c.c José Neves. Foram residentes em Cotia/SP. Teve:

4.1. Maria Ferreira Neves, foi casada, já falecida.

4.2. Lourdes Ferreira Neves

4.3. José Neves Filho

4.4. Silvana neves, todos residentes em Cotia/SP e com descendentes.

3.7. Geni Ferreira, c.c Guilherme, residentes em Rio Claro/SP, sem informação.

3.8. Maria Ferreira, já falecida, foi casada e residente em São Paulo, mas sem informação.

2.4. Ermitão de Paula Freitas “Militão” nasceu aos 10.JAN.1885 em Atibaia onde faleceu aos 01.ABR.1959, sendo sepultado no cemitério de São João Batista. Era comerciante e também músico, integrante da banda 24 de outubro de Atibaia (ver foto da banda no final deste título). Casou-se aos 05.JUL.1913 em Atibaia com Maria Joana Pires de Oliveira (ver 2.2, 1.4, N° 01, cap. 5° do título Oliveira Cesar), mas antes de se casar, rompeu com sua família e foi morar com Maria Joana numa casa na hoje avenida São João, em razão de sua família ser contra o casamento, muito provavelmente em razão da condição social e financeira de Maria Joana ser inferior a de Ermitão e por ser ela mulata. Após a morte da primeira filha do casal, Maria, que só levava o nome da mãe, o pai de Ermitão procurou o filho reconciliando-se e o aconselhando que se casasse o que ocorreu após a benção dada pela família de Ermitão. Do casal Ermitão e Maria Joana descendem:

3.1. Maria, falecida na menoridade.

3.2. Mafalda, falecida na menoridade.

3.3. Benedita de Paula Freitas Maximiano nasceu aos 17.ABR.1915 em Atibaia e faleceu aos 28.JUN.1989 em São Paulo onde estava internada, sendo sepultada no cemitério São João Batista de Atibaia. Casou-se em Atibaia com Benedito Maximiano “Dinga”, comerciante proprietário de uma conhecida casa de calhas em Atibaia, nascido aos 16.JUL.1910 em Atibaia e aí falecido aos 09.MAIO.1975. Teve:

4.1. Leonor, solteira, secretária executiva, residente em São Paulo.

4.2. Leonel Maximiano “Néi”, casado com Lídia Aiala, paraguaia, é comerciante proprietário da casa Dinga (calhas) fundada por seu pai. Teve:

5.1. Andréia, professora da rede municipal de ensino de Piracaia/SP. Teve:

6.1. João Vitor

5.2. Leonel c.c Raquel (ver 4.1. 3.5., 2.6., 1.1., N° 07, cap. 8° do título Pereira). Teve:

6.1. Natália

6.2. Miguel

5.3. Adriana

4.3. Leozildo n. aos 25.JAN.1945 e f. aos 16.ABR.2009. Teve:

5.1. Luiz Carlos, solteiro.

5.2. Eliana n. aos 22.JUN.1973, separada. Teve:

5.1. Luiza n. 2000

6.2. Lívia, gêmeas de

6.3. Letícia, nascidas em setembro de 2004.

5.3. Alexandre n. aos 21.JUN.1974, casado, residente em Bragança Paulista. Teve:

6.1. Lucas

6.2. Matheus n. aos 15.DEZ.2009.

4.4. Leonice “Nice” nascida em Atibaia em 1946 c.c Benedito Luiz Carlos Lopes “Ditinho”, residentes na mesma rua do autor deste trabalho. Teve:

5.1. Tatiana n. aos 10.NOV.1975, massoterapeuta, c.c Weligton Rangel de Lima, técnico químico. Teve:

6.1. Amanda n. 02.JUL.2001.

6.2. David n. 02.FEV.2010.

5.2. Simone n. aos 10.NOV.1978, professora, c.c Nelson Alexandre Alves, corretor. Teve:

6.1. Pamela n. aos 26.AGO.2008.

6.2. Marcos n. aos __.NOV.2013.

5.3. Fabiana n. aos 16.FEV.1980, solteira, formada em marketing.

4.5. Leonilton “Dinguinha”, solteiro. Com geração.

4.6. Leocélia, solteira, professora aposentada do município de Atibaia.

4.7. Leoclécia, solteira, advogada, residente em São Paulo.

4.8. Leoláika, c.c Ayres Rego Monteiro, eng° da Petrobrás. Teve:

5.1. Flávia nascida aos 16.SET.1981, fonoaudióloga c.c Fernando Degani. Teve:

6.1. Lucca

5.2. Rafael n. 05.MAIO.1985, secretário executivo.

3.4. Alda de Paula Freitas Pinheiro nascida aos 04.NOV.1916 em Atibaia e ai casou-se com Benedito Pinheiro n. aos 11.AGO.1914 e f. aos 26.MAIO.1977 em Atibaia. Foi a primeira tia-avó do autor deste trabalho a completar 90 anos. Faleceu aos 27.OUT.2007, uma semana antes de completar 91 anos e está sepultada juntamente com seu primeiro marido no túmulo do seus avós (N° 04 atrás). Teve:

4.1. Reinaldo, falecido na menoridade.

4.2. Osvaldo de Jesus Pinheiro n. aos 06.AGO.1939 em Atibaia, falecido com 30 anos vítima de acidente automobilístico aos 16.NOV.1969 sem descendentes.

4.3. Heraldo Pinheiro, casado com Teresa. Teve:

5.1. Tânia, separada judicialmente de Gean Borgano. Teve:

6.1. Camila Maria, nascida aos 01.ABR.1996.

6.2. Pedro Henrique

5.2. Heraldo Pinheiro Júnior nascido em 1971 foi c.c Claudia Maria Vieira de Resende. Teve:

6.1. Artur Resende Pinheiro n. aos 19.JAN.2010 e f. aos 20.JAN.2010.

5.3. Haroldo Pinheiro n. em 1981 em Atibaia e aí casado aos 10.ABR.2010 c Adriana Yashida.

3.5. João Batista de Freitas, nascido em Atibaia aos 13.ABR.1919, foi c.c Isaura Albuquerque que era viúva de seu 1º marido com quem teve dois filhos. João Batista faleceu em Campo Grande/RJ, onde morava desde a década de 1950 aos 17.JAN.2003. Teve uma única filha:

4.1. Marlene, médica, falecida solteira em 1975 com 29 anos, sem descendentes.

3.6. Julieta Freitas De Carlo nasceu em Atibaia na rua Santo Cruzeiro nº 37, hoje rua Benedito de Almeida Bueno aos 21.MAIO.1925, rua que morou até o ano de 1986 quando mudou-se para rua 27 de junho n° 15, bairro Jardim Brasil. Casou-se aos 26.MAIO.1949 com Roberto De Carlo [ver N° 05, cap. 3° do título De Carlo]. Julieta faleceu às 11:20 horas do dia 04.OUT.2009 em sua residência. Teve 6 filhos:

4.1. Roberto Aparecido De Carlo n. aos 02.ABR.1948, f. aos 29.JUN.1994, solteiro e s/desc.

4.2. Elisabete De Carlo “Bete” n. aos 29.OUT.1950, solteira e aposentada em Atibaia.

4.3. Marco Antônio De Carlo n. aos 18.MAIO.1954, f. aos 10.SET.1972, solteiro e s/desc.

4.4. Sônia Maria De Carlo Bedore n. aos 07.JAN.1953, c.c Odair Bedore (ver título Bedore). Teve:

5.1 Adriano Bedore, solteiro. É autor destas notas genealógicas.

5.2. Janaina Bedore, casada aos 22.OUT.2010 com José Leonardo L. da Rocha. Teve:

6.1. Leonardo n. aos 04.MAIO.2012.

5.3. Juliana Bedore, solteira é professora e pedagoga formada pela FAAT.

5.4. Daniela Bedore, técnica de enfermagem. Teve com Fernando Ortiz Castanho:

6.1 Lívia Maria Bedore Castanho n. aos 25.MAR.2002.

5.5. Eduardo Bedore n. aos 16.DEZ.1980.

5.6. Felipe Bedore n. aos 11.JUL.1983 c.c Patrícia Moghetti de Oliveira. Teve:

6.1. Maria Eduarda Morghetti Bedore n. 24.JUN.2003.

6.2. Maria Fernanrda Moghetti Bedore n. 24.JUN.2003.

4.5. Sérgio Luiz De Carlo n. aos 09.FEV.1961, funcionário público municipal em Atibaia. Teve:

5.1. Gabriela Barbosa De Carlo n. aos 06.FEV.1988, técnica em enfermagem.

4.6. Patrícia De Carlo Cintra n. aos 13.MAIO.1964, c.c Luiz Gonzaga Cintra. Teve 3 filhos:

5.1. Gustavo De Carlo Cintra n. aos 29.FEV.1984, formado em Ed. Física pela FESB.

5.2. Michel De Carlo Cintra n. aos 27.AGO.1985, formado em Ed. Física pela FESB.

5.3. Karina De Carlo Cintra n. aos 14.JAN.1988, engª química pela Fac. Oswaldo Cruz.

2.5. João Evangelista de Freitas n. em 1893 em Atibaia e aí c.c Josefa Benevento (ver N° 02 do Cap. 1° do título Terranova), faleceu aos 11.JUN.1950 e sua esposa aos 10.JUN.1979 ambos em São José do Rio Preto onde residiam e constituíram numerosa família. João foi funcionário público em São José do Rio Preto e maestro da banda municipal daquela cidade. Teve cinco filhos:

3.1. Benedita, já falecida, foi casada com Antônio. Teve:

4.1.Marco Antônio

3.2. Roberto, falecido em maio de 1997, foi c.c Zenid, ambos falecidos. Tiveram:

4.1.Sergio

4.2.Solange

3.3. Enide, viúva de João, sem descendentes.

3.4. Audinivia, casada com Oswaldo. Com descendentes, mas sem informação.

3.5. Tereza, viúva de Reinaldo Amadio. Teve:

4.1. Antônio Carlos

4.2. Dulce Regina

4.3. José Reinaldo

4.4. André Luiz

2.6. Isaura de Freitas n. aos 04.SET.1894 em Atibaia, foi casada e residente em São Paulo onde constituiu família, mas não conseguimos descobrir sua descendência.

N° 03 Francisco Augusto de Almeida nascido em 1816, casou-se com Leopoldina Bueno de Aguiar. Francisco faleceu com testamento aos 21.JUL.1872 em Juqueri onde viveu, deixando um casa e um terreno na cidade, um pasto e um sítio “grande”, ambos em Juqueri.. Teve, que descobrimos, uma filha reconhecida e 3 filhos de seu casamento:

1.1. Emília, filha reconhecida por testamento, casada com Manoel Antônio Pedroso. Foram moradores em Juqueri.

1.2. Beneditonascido em 1870, nada descobrimos.

1.3. Antônio nascido em 1871, nada descobrimos.

1.4. Joana nascida em 1872, filha nascida após a morte de seu pai.

N° 04 Manoel Augusto de Almeida em 1843 ano da morte de seu pai encontrava-se casado com Maria (…) e era soldado ‘dos pemanentes’ destacado na cidade de Bananal/SP.

N° 05 Frederico Augusto de Almeida casou-se em Juqueri aos 02.AGO.1853 com Maria Pereira Bueno, filha de Gonçalo Pereira Bueno e de Maria da Soledade, tendo como testemunhas de seu casamento, o capitão Francisco Galvão de França e Antônio José da Silveira. Frederico faleceu em Juqueri onde sempre viveu em 1877. Teve, q.d., 9 filhos:

1.1. João n. em 1857, nada descobrimos.

1.2. Joaquim Augusto de Almeida n. em 1863, casou-se em Juqueri aos 30.NOV.1875 com sua prima Maria Justina, filha de Gertrudes Bueno e de Firmino Pereira Bueno, esse irmão de Maria Pereira Bueno, mãe de Joaquim.

1.3. Antonia Augusta, casada em Juqueri aos 02.DEZ.1875 com seu primo, Francisco Pereira Bueno, filho de Gertrudes Jesuína Bueno e de Firmino Pereira Bueno, irmão de sua mãe, Maria Pereira Bueno.

1.4. Francisco n. em 1868, nada descobrimos.

1.5. Gonçalo n. em 1872, nada descobrimos.

1.6. Gertrudes n. 1873, nada descobrimos.

1.7. Maria n. em 1874, nada descobrimos.

1.8. Salvador n. em 1875, nada descobrimos.

1.9. Umbelina n. em 1878, nada descobrimos.

N° 06 José Augusto de Almeida casou-se em Juqueri aos 21.FEV.1852 com sua prima Policena Maria de Almeida, filha de Francisco José da Silva e de Emília Xavier de Almeida, esta filha de sua tia materna Gertrudes Joaquina com seu primeiro marido. José Augusto e sua esposa foram dispensados no 2º grau de consangüinidade no direito canônico, o que significa dizer que tinham um casal de avós em comum. Tiveram, que descobrimos:

1.1. Teoladia nascida aos 12.DEZ.1852 em Juqueri, sendo padrinhos de seu batismo, Francisco José da Silva (seu tio materno) e Emília Xavier de Almeida (sua avó materna). Nada descobrimos.

1.2. Gertrudes nascida aos 07.JUL.1854 em Juqueri, sendo padrinhos de seu batismo, Faustino Rodrigues de Siqueira e sua esposa Gertrudes Joaquina de Almeida, seus tios maternos. Nada descobrimos.

1.3. Benedito Carlos de Almeida, casado aos 13.JAN.1874 em Juqueri com Juliana Bueno dos Santos.

1.4. Maria Poliana de Almeida casada aos 13.JAN.1881 em Juqueri com Faustino Rodrigues da Silva, filho de Leocádio Rodrigues da Silva e de Luciana Maria da Anunciação.

N° 08 João Augusto de Almeida n. em 1831/32 e casou-se 1ª vez em Juqueri aos 06.JUN.1854 com Maria Faustina de Almeida ou Maria Benedita de Almeida, f. aos 11.JUL.1866, fª de Faustino Rodrigues de Siqueira e de Gertrudes Joaquina de Almeida (ver cap. 3° do anexo a este título). João Augusto e sua esposa foram dispensados no 4º grau de consangüinidade no direito canônico, o que significa dizer que tinham um casal de trisavós em comum. João Augusto casou-se 2ª vez aos 16.MAIO.1867 com Umbelina Franco da Cunha, f. em Juqueri aos 12.SET.1908 com 76 anos, filha de Fienio Joseé da Cunha e de Joaquina Franco do Carmo. Teve, q.d. 4 filhos da primeira esposa e um da segunda:

1.1. Benedito Rodrigues de Almeida casou-se em Juqueri aos 28.FEV.1876 com Josefa Faustina de Almeida, sua prima, filha de Vicente Carlos Augusto de Almeida (capítulo 7º, adiante) e de Benedita Faustina de Almeida.

1.2. Antônio Faustino de Almeida casou-se em Juqueri aos 05.MAR.1878 com Benedita Franco, filha de Ignácio Carvalho (…) e de Umbelina Franco da Cunha, essa segunda esposa do pai de Antônio Faustino.

1.3. Francisco Rodrigues de Almeida .c Leocádia Augusta de Almeida, aos 14.JAN.1868, os quais foram dispensados no 3º grau de consanguinidade no direito canônico, o que significa dizer que ambos tinham um casal de bisavôs em comum.

1.4. Maximiliano Faustino de Almeida casado em Juqueri com Generosa Maria do Espírito Santo aos 07.JUN.1881, sendo ele viúvo de Luiza Barbosa e ela filha de pai incógnito e de Claudina de Camargo. Este Maximiliano também pode ser filho de Gertrudes Joaquina de Almeida e de seu marido Faustino Rodrigues de Siqueira, acima.

1.5. Benedito Carlos Augusto nascido em 1869 que se casou em Atibaia aos 14.JUN.1919 com Idalina Maria de Jesus, filha de José Pedro de Lima e de Escolástica Maria de Jesus natural de Nazaré/SP.

N° 09 Porcina Augusta de Almeida casou-se em Juqueri aos 08.JUN.1854 com Francisco José da Silva II, o moço, filho de Francisco José da Silva I, o velho, e de Emília Xavier de Almeida, esta filha de Joaquim Xavier de Oliveira e de Gertrudes Joaquina de Almeida, esta primeira esposa de Carlos Augusto D’Elboux e irmã de Policena Maria de Jesus, mãe de Porcina Augusta, portanto, Porcina e Francisco eram primos segundos e foram dispensados no 2º grau de consangüinidade no direito canônico, o que significa dizer que tinham um casal de avós em comum. Teve, q.d., duas filhas:

1.1. Ana Augusta da Silva casada em Juqueri aos 10.AGO.1875 com João Faustino de Almeida, filho de Faustino Rodrigues de Siqueira e de Gertrudes Joaquina de Almeida, esta irmã de Francisco José da Silva, o moço, pai de Ana Augusta, portanto, Ana Augusta e João Faustino eram primos.

1.2. Benta Augusta da Silva, nascida em 1858 em Juqueri e aí falecida aos 04.OUT.1908. Foi c.c Antônio Feliciano da Silva.

N° 10 Thomé Augusto de Almeida tinha 20 anos em 1853, portanto, nasceu em 1833. Encontramos o casamento de Porcina Maria de Almeida em Juqueri aos 22.ABR.1873 com Tomé Augusto de Almeida, viúvo de Maria Joaquina da Conceição, o qual cremos tratar-se de Thomé acima. Porcina era filha de Maria Joaquina de Almeida que se casou em Juqueri aos 09.JUL.1844 com José Antônio da Silva. Neta paterna de Antônio Neves da Silva e de Maria Madalena de Jesus e neta materna de Joaquim Xavier de Oliveira e de Gertrudes Joaquina de Almeida (primeira esposa de Carlos Augusto D’Elboux e irmã de Porcina Maria de Jesus, mãe de Thomé. Tomé e Porcina Maria foram dispensados do 4º grau de consangüinidade no código canônico, o que significa dizer que tinham um casal de trisavô em comum. Teve com Porcina, q.d.:

1.1. Ana Pereira de Almeida f. aos 29.JAN.1908 com 33 anos. Era c.c Antônio José do Prado.

N° 11 Vicente Augusto de Almeida n. em 1833/34 em Juqueri e aí f. aos 19.AGO.1893. Foi c.c Benedita Faustina de Almeida, que deveria ser fª de João Augusto de Almeida, seu irmão, e, portanto, sua sobrinha, ou Benedita Faustina era fª de Gertrudes Joaquina de Almeida e de Faustino Rodrigues de Siqueira, e, portanto, sua parente próxima. Teve, q.d., 2 filhos:

1.1. Josefa Faustina de Almeida casou-se em Juqueri aos 28.FEV.1876 com Benedito Rodrigues de Almeida, seu primo, filho de João Augusto de Almeida (seu tio paterno) e de Maria Faustina de Almeida.

1.2.Antônio Augusto de Almeida, nascido em 1891 em Juqueri e aí falecido aos 22.FEV.1901.

Capítulo 2º

Maria Amália D’Elboux

Maria Amália D’Elboux era filha ‘natural’ do tronco e de Maria Paula. Era provavelmente sua segunda filha e foi casada com José Joaquim Lustosa com quem não teve filhos. Nasceu em de São Paulo onde veio a faleceu aos 28.SET.1829 com testamento e inventário por nós consultadao. Deixou entre outros bens, 6 escravos.

Capítulo 3º

Alfredo D’Elboux

Alfredo D’Elboux nasceu em janeiro de 1797 em Santana do Parnaíba e aí faleceu aos 25.JUL.1797 (registro do óbito feito na paróquia da Sé em São Paulo).

Capítulo 4º

Frederico Compton D’Elboux

Frederico Compton D’Elboux nasceu em 1794. Em 1816 ano de morte de seu pai era cadete da legião de tropas ligeiras. Nada descobrimos, possivelmente faleceu solteiro e sem descendentes.

Capítulo 5º

Francisco Compton D’Elboux II

Francisco Compton D’Elboux II nasceu aos 18.DEZ.1797 em São Paulo e foi batizado na igreja da Sé em São Paulo. Até o inventário de seu pai era conhecido e assinava como Francisco Martinez D’Elboux e deve ter assumido o mesmo nome de seu pai após o falecimento do mesmo. Foi morador em Santana do Parnaíba onde foi vereador na década de 1820. Casou-se aos 14.ABR.1835 com Prudência Antonia de Oliveira Cezar, natural de Parnaíba, filha do capitão José Maria de Oliveira Cezar e de Gertrudes Maria das Dores, n.p. do cap. Manuel de Oliveira Garcia e Bernarda Manuela de Arruda Leme, n.m. do tenente Manuel Joaquim de Toledo Pisa e de Escolástica da Silva Bueno Cesar. Francisco Compton D’Elboux faleceu[322]aos 26.OUT.1845. Moraram depois de casados no Bairro Itaim Guassu ou Boa Vista, Sítio Suru, em Santana do Parnaiba. Tivera, que descobrimos, 6 filhos:

N° 01 Maria Marcolina D’Elboux

N° 02 José Feliciano D’Eboux, nada descobrimos.

N° 03 Joaquim Sabino D’Elboux III

N° 04 Francisco Compton D’Eboux

N° 05 Thomas Torquato D’Elboux

N° 06 Frederico D’Elboux

N° 01 Maria Marcolina D’Elboux nascida em 1834 e casada aos 12.ABR.1857 com Eugenio Goularte Penteado n. em 1827 filho de Joaquim Rodrigues Gularte e de Maria Bernarda Leite Penteado. Nada descobrimos.

N° 02 José Feliciano D’Elboux nasceu em Santana de Parnaíba aos 27.OUT.1836, nada descobrimos.

N° 03 Joaquim Sabino D’Elboux n. em 1839, casou-se primeira vez aos 16.JUL.1857 com Umbelina Candida Leite Penteado, filha do tenente Joaquim Pedro Leite Penteado e de Joaquina Josefa Martins Leite; segunda vez aos 03.JUL.1865 com Delfina Maurício de Lacerda, f. aos 08.AGO.1874 em Santana do Parnaíba, filha do tenente-coronel José Joaquim de Lacerda e de Rita Joaquina de Castro em Santana do Parnaíba com quem não teve filhos, e terceira vez aos 23.NOV.1881 em São Paulo (Sé) com Fermina Ermelinda de Oliveira, natural de Porto Feliz. Teve, q.d., uma filha do seu terceiro casamento:

1.1. Maria D’Elboux[323] n. aos 13.JUL.1879 em São Paulo, na Igreja de Nossa Senhora De Assunção. É possível que esta Maria casou-se com o coronel Júlio de Oliveira Guimarães[324], os quais tiveram grande descendência, entre ele Júlio Reinaldo Guimarães, neto do citado casal. Portanto,

N° 04 Francisco Compton D’Elboux III n. em 1840 em Santana do Parnaíba, foi fazendeiro e professor e acreditamos tenha sido capitão da antiga Guarda Nacional. Casou-se aos 24.ABR.1862 em Santana do Parnaíba com Benedita Maria de Vasconcellos, naturale batizada na freguesia de Santa Ifigênia, São Paulo, filha de Cecília Angelica de Vasconcelos e de Teodorico Marciano de Vasconcellos, que segundo informações de familiares, foi proprietário de terras na Serra da Cantareira, cerca de 2863 alqueires na divisa com o Horto Florestal de São Paulo, localidade muito próxima a Mairiporã. Francisco Compton D’Elboux III e Benedita, moraram em Santana do Parnaíba e entre 1863 1878, aproximadamente, mudaram-se para Atibaia. Há referência a ele no Anuário ou ‘Almanak’ da Província de São Paulo do ano de 1873 como sendo professor público e aferidor, e referências do mesmo num livro de registro de propriedade de escravos, todos encontráveis na Biblioteca Municipal de Atibaia. Tiveram, q.d., 7 filhos:

1.1. Carolina Compton D’Elboux n.em 1863 em Santana do Parnaíba e f. aos 20.JUL.1930 em Atibaia, solteira e sem descendentes.

1.2. Domingos Silas Compton D’Elboux n. em 1866 e f. Aos 26.AGO.1886 em Atibaia onde viveu.

1.3. Carlota Compton D’Elboux n. aos 31.MAIO.1878 em Atibaia onde faleceu aos 06.FEV.1931. Foi casada aos 04.JUL.1896 com Joaquim Antônio do Amaral Leite, natural de Atibaia, viúvo, com 46 anos, filho de Faustina Silva e de José Antônio do Amaral, falecido aos 07.DEZ.1928, deixando 1 filho do primeiro casamento e 5 do segundo (com Carlota). Tiveram:

2.1. Benedito

2.2. Constantina

2.3. Sebastiana. Teve um neto q.d.:

4.1. Celso Tonetti: Bisneto de Carlota, 33 anos em 1999, fez economia e marketing, tem loja de decoração com tecidos, mora em Jundiaí; casado com Telma.

2.4. José

2.5. Antonia “Tunica”.

1.4. Zumira Compton D’Elboux casada em Atibaia aos 23.NOV.1901 com o italiano Antônio Mallozzi n. em 1880, filho de Pietro Mallozzi e irmão de Silvio Mallozzi que era pai do artista plástico Yolando Mallozzi e falecido no distrito de Ifigênia em São Paulo onde foram moradores. Tiveram:

2.1. Ulysses c.c Anna Mendonça

2.2. Irene

2.3. Elconides c.c Clary

2.4. Eneide c.c Hélio Clodoaldo e

2.5. Jonas c.c Zulmira.

1.5. Francisco Compton D’Elboux IV“Nhoti” n. aos 19.OUT.1879 em Atibaia e ai f. aos 08.AGO.1953, foi c.c Júlia Russeaux D’Elboux n. em 1875 em Nazaré Paulista e f. aos 11.ABR.1940 em Atibaia, não deixaram filhos naturais, mas tiveram filhos adotivos; Estão sepultados no cemitério do Santíssimo em Atibaia.

1.6. Suzana D’Elboux de Toledo foi c.c Eugênio Augusto de Toledo. Teve q.d:

2.1. Maria Toledo Pinto f. aos 22.MAIO.1919.

1.7. Ana, nada descobrimos, e

1.8. João Evangelista D’Elboux c.c Escolástica Alvim do Amaral (ver 2.3., 1.3., N° 01, cap. 7° do título Alves do Amaral).

N° 05 Thomas Torquato D´Elboux n. aos 07.MAR.1841 em Santana do Parnaíba e faleceu solteiro em Piracicaba aos 23.DEZ.1897.

N° 06 Frederico D’Elboux n. em 1844, nada descobrimos.

Capítulo 6º

Thomas Compton D’Elboux II

Capitão Thomas D’Elboux nasceu aos 07.MAR.1802 em Santana do Parnaiba. Foi casado com Maria Jesuina de Menezes aos 07.NOV.1826 em São Paulo (Sé), filha de pais incógnitos e exposta na casa do alferes Caetano José Homem e Gois. Faleceu entre 1869 e 1873. Teve, q.d, 3 filhos:

N° 01 José Thomas D’Elboux

N° 02 Maria Gabriela D’Elboux

N° 03 Rita D’Elboux

N° 01 Alferes José Thomas D’Elboux falecido em Santana de Parnaíba/SP aos 15.MAR.1852.

N° 02 Maria Gabriela D’Elboux n. em 1827 aproximadamente e casada aos 16.NOV.1847 com Manuel Eufrasio Correa, natural de Parnaiba, filho deManoel Joaquim e Ana Policana de Jesus, n.p. de capitão João de Souza Nunes e de Maria (…), n.m. de Domingos (…) e de Brigida Gonçalves. Tiveram:

1.1. Guilhermina Euphracia Correa D’Elboux n. aos 01.ABR.1849 em Santana do Parnaíba. Casou-se com Manuel Florêncio da Silveira falecido em Cabreúva aos 07.ABR.1895, aos 45 anos, com quem teve os seguintes filhos:

2.1. Luiz Florêncio da Silveira D’Elboux n. aos 28. MAR..1872 em Cabreuva e f. aos 08.OUT.1943. Foi casado primeira vez com Ambrosina Benvinda de Barros, f. em Araraquara e segunda vez casou-se aos 23.MAIO.1896 com Maria Augusta Saes D’Elboux com quem teve:

3..1. Nair Saes D’Elboux Moreira, f. aos 12.SET.1980 em Sorocaba onde morava. Foi c.c Aldrovando Moreira da Silva. Tiveram:

4.1. Nabor D’Elboux Moreira f. aos 02.DEZ.1990, foi c.c Maria José Aires D’Elboux Moreira, também falecida. Tiveram:

5.1. Maria Cecília com uma filha.

5.2. Nabor Jr com dois filhos.

5.3. Maria Inês com um casal de filhos.

4.2. Maria Aparecida D’Elboux Moreira Souto, viveu em Nova Iorque, cidadã Americana, viúva Olimpio Souto, sem filhos, vive hoje em Itu/SP.

4.3. Nestor D’Elboux Moreira f. aos 10.JUN.1990, foi c.c. Olga Cyrino D’Elboux Moreira, Tiveram:

5.1. Maria de Fátima

5.2. Maria Nazaré

5.3. Maria Celeste

4.4. Olga Moreira Almeida c.c. Walter de Almeida. Tiveram:

5.1. Walter Tadeu, dentista.

5.2. Cintia

4.5. Aldrovando Moreira da Silva Filho, professor, radialista esportivo, assessor imprensa do SAE/Sorocaba (tinha 75 anos em 2005), casado com Thereza Judize Moreira, professora. Tiveram:

5.1. Pedro Luis n. aos 03.JAN.1960, engenheiro.

5.2. Ana Rosa n. aos 10.JUL.1965 e f. aos 13.ABR.1995, foi professora empresta seu nome a uma rua e uma escola primária em Sorocaba.

4.6. Adhemar D’Elboux Moreira da Silva, professor, c.c. Vilma Fragnan D’Elboux Moreira, residentes em Osasco. Tiveram:

5.1. Tadeu

5.2. Luis Otávio

5.3. Ana Maria

4.7. Maria José Moreira Hummel, viúva de Heitor de Azevedo Hummel. Tiveram:

5.1. Maria Isabel Moreira Hummel, dentista.

4.8. Maria Augusta D’Elboux Moreira, de Assis, divorciada de Paulo de Assis) com quem teve 3 filhos. Reside em São Paulo.

4.9. Luiz D’Elboux Moreira da Silva c.c Rose Dezotti D’Elboux. Tiveram:

5..1. Fábio

5.2. Fabrícia

5.3. Fabiano

4.10. Maria de Lourdes Moreira Pinheiro, professora, c.c Ezaú Guimarães Pinheiro. Tiveram:

5.1. Márcia

5.2. Marcelo, médico veterinário em Itu.

5.3. Maristela

4.11. Antônio Washington D’Elboux Moreira, juiz de direito aposentado, divorciado, Teve:

5.1. Eduardo, advogado.

3.2. Augusto Saes D’Elboux “Doca” n. aos 15.ABR.1900 em Dois Córregos, casou-se aos 25.JAN.1926 em Piracicaba com Maria Tricânico D’Elboux “Mariquinha” n. aos 11.NOV.1905 em, filha de João Antonio Tricânico e Eliza de Almeida, f. em Marília aos 02.AGO.1967, sendo sepultada em Santa Bárbara d’Oeste. Augusto faleceu em Americana aos 13.JAN.1977 e está sepultado no Cemitério Central de Santa Bárbara d’Oeste. Tiveram:

4.1. Edgard Tricânico D’Elboux “Nego” n. aos 11.SET.1928 em Piracicaba e casou-se em Santa Bárbara d’Oeste aos 14.ABR.1951 com Yolanda Pereira D’Elboux f. aos 20.OUT.2005. Edgar faleceu em Santa Bárbara d’Oeste aos 07.MAR.1998, sendo ambos sepultados no Cemitério Central de Santa Bárbara d’Oeste e empresta seu nome a um Centro Cultural, no Conjunto Habitacional Roberto Romano e numa rua de Piracicaba. Tiveram:

5.1. Cláudio Roberto D’Elboux n. aos 06.MAR.1952 em Santa Bárbara d’Oeste, solteiro, reside em Santa Bárbara d’Oeste.

5.2. Antônio Carlos D’Elboux n. aos 13.JUN.1953 em Santa Bárbara d’Oeste, formado em Filosofia pela Universidade de Passo Fundo e em Teologia pelo Instituto Teológico São Paulo. Ordenado padre por Dom Pedro Fedalto, Arcebispo de Curitiba, em Santa Bárbara d’Oeste, aos 04. DEZ.1978. Formado em Jornalismo pela Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero e em Administração de Empresas pela Escola Superior de Administração de Negócios. É Mestre em Rádio e Televisão pela Western Illinois University – EUA. Atualmente (2005) é Pároco de N. Sra. Dos Prazeres, Vigário Episcopal da Região Pastoral de Piracicaba, Reitor do Santuário N. Sra. Dos Prazeres, Professor nas Faculdades Integradas Anhanguera de Leme, Professor no Curso de Teologia para Leigos em Piracicaba e Rio Claro e Coordenador Diocesano de Comunicação.

5.3. Francisco Augusto D’Elboux, engenheiro mecânimo, n. aos 11.ABR.1957 em Santa Bárbara d’Oeste onde se casou primeira vez aos 26. SET.1977 com Eli Nunes do Amaral com quem teve dois filhos e segunda vez casou-se com Márcia da Silva Andrade. Teve:

6.1. Luciana D’Elboux n. aos 08.JUL. 1978 em Santa Bárbara d’Oeste, formada em Jornalismo pela PUCCAMP. Reside em Santa Bárbara d’Oeste.

6.2. Francisco Augusto D’Elboux Júnior n. aos 04.JAN.1980 em Santa Bárbara d’Oeste. Reside em Santa Bárbara d’Oeste.

5.4. José Maurílio D’Elboux n. aos 27.NOV.1959 em Santa Bárbara d’Oeste, formado em Educação Física pela UNIMEP. É solteiro. Foi Secretário Municipal de Esportes de Santa Bárbara d’Oeste onde reside. Teve:

6.1. Marcus Vinícius Roso D’Elboux n. aos 31.JUL.1999.

5.5. João Fernando D’Elboux n. aos 11.MAIO.1962, reside em Santa Bárbara d’Oeste.

5.6. Paulo César D’Elboux n. aos 09.MAIO.1965 em Santa Bárbara d’Oeste, formado em Direito pela UNIMEP. É solteiro. Foi Secretário da Cultura e do Turismo e Secretário do Planejamento de Santa Bárbara d’Oeste. Faz mestrado na Universidade Metodista de São Paulo e trabalha como assessor do Deputado Federal Chico Sardelli, em Americana (2005). Reside em Santa Bárbara d’Oeste.

5.7. Elisabete Aparecida Camargo da Silva n. aos 14.SET.1970 em Santa Bárbara d’Oeste onde se casou aos 26. FEV.1994 com Carlos Renato Modenese. Residem em Santa Bárbara d’Oeste. Tem:

6.1. Giovanna Modenese n. aos 08.JUL.1994 em Santa Bárbara d’Oeste.

4.2. Maria Augusta D’Elboux Mestre “Neta” n. aos 16.NOV.1926 em Piracicaba. Casou-se aos 28.JUN.1941 em Santa Bárbara d’Oeste com Francisco Mestre. Tiveram:

5.1. Luiz Antonio Mestre Neto n. aos 06.MAIO.1942 em Santa Bárbara d’Oeste, casado em Americana aos 17.SET.1967 com Nilsa Zavagli. Residentes em Americana. Teve:

6.1. Marcos Rogério Mestre n. aos 17.NOV.1968 em Americana.

6.2. Ana Paula Mestre n. aos 08.JUL.1980 em Campinas.

5.2. José Augusto Mestre n. aos 06.MAR.1944 em Santa Bárbara d’Oeste, casado em Americana aos 17. DEZ.1965 com Idione dos Santos Mestre. Residentes em Americana. Teve:

6..1. Edson Augusto Mestre n. aos 25.JUN.1966 em Americana, c.c Edna Freitas Neves Mestre. Teve:

7.1. Patrícia Freitas Mestre n. aos 17.NOV.1986 Americana.

7.2. Priscila Freitas Mestre n. aos 05.JUL.1991 em Americana.

6.2. Eduardo José Mestre n. aos 16.MAIO.1968 em Americana e aí f. aos 16.SET.1998, foi c.c Maria José Ferreira de Almeida. Teve:

7.1. Eduardo José Mestre Júnior n. aos 09.OUT.1987 em Americana.

7.2. Gustavo Augusto Mestre n. aos 27.JAN.1995 em Americana.

6.3. Flávio Mestre n. aos 23.JUL.1945 em Santa Bárbara d’Oeste e f. com 4 meses, sendo sepultado no Cemitério Central de Santa Bárbara d’Oeste.

6.4. Marlene Mestre n. aos 07.NOV.1946 em Santa Bárbara d’Oeste e casada aos 27.ABR.1968 com Wlademar Alves da Silva em Americana onde vive. Tiveram:

7.1. Wlademir Alves da Silva n. aos 19.MAR.1969 em Americana.

7..2. Evandro Alves da Silva n. aos 16.MAR.1974 em Americana.

7.3. Ricardo Alves da Silva n. aos 06.FEV.1975 em Americana.

7.4. Débora Alves da Silva n. aos 08.AGO.1979 em Americana.

7.5 Renato Alves da Silva n. aos 28.JUL.1982 em Americana.

6.5. Adilson Mestre n. aos 11.JAN.1950 em Santa Bárbara d’Oeste e casado em Americana aos 17.SET.1977 com Ernestina de Souza Ferreira. Residem em Americana. Teve:

7.1. Camila Mestre n. aos 07.MAIO.1980 em Americana, c.c Rodrigo Celidônio Wolp. Teve:

8.1. Pedro Mestre Wolp n. aos 04.JAN.1999 em Americana.

8.2. Lucas Mestre n. aos 01.MAIO.1986 em Americana.

6.6. Carlos Roberto Mestre n. aos 10.JAN.1952 em Santa Bárbara d’Oeste e casado em Americana aos 16.JUN.1979 com Roseli Fires Mestre que f. em America aos 12.SET.1999 sendo sepultada em Limeira. Teve:

7.1. Joseane Mestre n. aos 14.JUL.1980 c.c Roério Dias de Oliveira. Teve:

8.1. Amanda Cristina Oliveira n. aos 31.OUT.1995 em Americana.

7.2. Regiane Mestre n. aos 15.OUT.1982 em Americana.

6.7. Maria Aparecida Mestre Tunussi n. aos 04.ABR.1954 em Santa Bárbara d’Oeste, c.c José Carlos Tunussi em Americana onde vivem. Teve:

7.1. José Carlos Tunussi Júnior n. aos 03.OUT.1979 em Americana.

7.2. Michelli Rosires Tunussi n. aos 17.MAIO.1982 em Americana.

7.3. Raphael Giovanni Tunussi n. aos 01.JUL.1984 em Americana.

6.8. Clóvis Francisco Mestre n. aos 19.FEV.1959 em Americana.

6.9. Clóris Helena Mestre n. aos 21.FEV.1962 em Americana, c.c Alziro Francisco dos Santos. Teve:

7.1. Carla Mestre dos Santos n. aos 25.DEZ.1991 em Americana.

6.10. Elaine Cristina Mestre n. aos 25.JUN.1967 em Americana. Teve:

7.1. Eloisa Cristina Mestre n. aos 04.MAR.1984 em Americana.

7.2. Eliane Cristina Mestre n. aos 01.JUL.1986 em Americana.

7.3. Mailcon César Mestre.

4.3. Enedina D’Elboux Bíscaro “Dina” n. aos 05.NOV.1929 em Rio das Pedras. Casou-se em Pompéia aos 28.OUT.1950 com Ivo Bíscaro, falecido em Marília aos 13.JUL.1972 e sepultado em Marília no Cemitério da Saudade. Teve:

5.1. Ivo Carlos D’Elboux Bíscaro n. aos 07.OUT.1952 em Marília onde casou-se aos 29.JUN.1985 com Marilú Bonatto. Residem em Marília. Teve:

6.1. Rafael Bonatto Bíscaro n. aos 29.OUT.1990 em Marília.

6.2. Sueli Aparecida D’Elboux Bíscaro n. aos 20.MAIO.1955 em Marília, c.c Waldomiro Pires. Residem em Quatá. Teve:

7.1. Waldomiro Pires Júnior n. em Lins.

7.2. Walquíria Bíscaro Pires n. em Lins.

6.3. Nancy Célia D’Elboux Bíscaro n. aos 23.OUT.1957 em Marília, c.c Marco Antonio Santos Nunes. Residentes em Marília. Teve:

7.1. Fernanda D’Elboux Nunes n. em Marília. Teve:

8.1. Bruna Nunes de Castro n. aos 10.OUT.1999 em Marília.

7.2. Marco Antonio Santos Nunes Júnior n. em Marília.

6.4. Marli Augusta D’Elboux Bíscaro n. aos 25.AGO.1959 em Pompéia. Casou-se aos 14.OUT.1989 com Nilton Scudeller em Quatá onde vivem. Teve:

7.1. Vanessa Bíscaro Scudeller n. aos 28.ABR.1993 em Marília.

4.4. Maria do Carmo D’Elboux Giraldi “Carmem” n. aos 15.DEZ.1934 em Piracicaba. Casou-se em Marília aos 20.MAIO.1954 com Gersi Giraldi, atualmente (2005) encontra-se divorciada e residente em Limeira. Teve:

5.1. Neusa de Fátima D’Elboux Giraldi n. aos 06.FEV.1955 em Marília, c.c Ariel Guerreiro Garcia. Moram em Limeira. Teve:

6.1. Gustavo Giraldi Garcia n. aos 11.ABR.1990 em Limeira.

5.2. Carlos Roberto D’Elboux Giraldi “Carlinhos” n. aos 24.JUN.1957 em Marília onde casou-se aos 20. DEZ.1980 com Sonia Isabel Bueno. Teve:

6.1. Ramon Bueno D’Elboux Giraldi n. aos 16.NOV.1982 em Limeira.

6.2. Janaína Bueno D‘Elboux Giraldi n. aos 02.JAN.1989 em Limeira.

5.3. Sonia Aparecida D’Elboux Giraldi n. aos 25.FEV.1961 em Limeira, onde se c.c Lusenrique Quintal, de quem é divorciada. Reside em Limeira. Teve:

6.1. Brunno D’Elboux Quintal n. aos 08.MAIO.1982 em Limeira, fez Administração de Empresas na UNIMEP.

6.2. Brunna D’Elboux Quintal n. aos 30.DEZ.1988 em Limeira.

5.4. Paulo César D’Elboux Giraldi “Paulinho” n. aos 31.JUL.1969 em Limeira onde se casou aos 16.SET.1994 com Regiane Valdirene Schuartes D’Elboux Giraldi. Moram em Limeira.

3.3. Luiz Saes D’Elboux casou-se com Francisca Verde D’Elboux. Tiveram:

4.1. Luis Antonio D’Elboux c.c Darci Odete Perecin D’Elboux. Teve:

5.1. Neymar Perecin D’Elboux

5.2. Camila Perecin D’Elboux

4.2. Clovis Verde D’Elboux c.c Jiulda Almeida D’Elboux. Tiveram 2 filhos: um médico e um engenheiro elétrico.

4.3. Cloris Verde D’Elboux Klaiss c.c Frank Klaiss. Teve:

5.1. Michael Klaiss D’Elboux

4.4. José Carlos D’Elboux c.c Nasa Saes D’Elboux. Moradores de Charqueada. Tiveram:

5.1. Carolina

5.2. Carla

5.3. Guilherme f. com 21 em 2002.

4.5. Paulo Roberto Verde D’Elboux c.c Maria Aparecida D’Elboux.

3.4. Eurides Saes D’Elboux

3.5. José Saes D’Elboux

3.6. Edgar Saes D’Elboux

2.2. Chrispim Florêncio da Silveira D’Elboux n. aos 25.OUT.1875 em Cabreuva, foi casado primeira vez com Escholastica da Silveira Arruda f. aos 12.DEZ.1893 e segunda vez com Maria Vitória D’Elboux. Teve, q.d., um filho do primeiro casamento e 1 filha do segundo:

3.1. Benedito n. em 1890 e f. aos 23.DEZ.189.

3.2. Guilhermina n. aos 22.JAN.1911 em Piracicaba, nada descobrimos.

2.3. Osório Florêncio da Silveira D’Elboux n. aos 07.JUL.1877 em Cabreuva, foi casado em Cabreúva com Maria Francisca da Silveira D’Elboux, natural de Cabreúva. Tiveram:

3.1. Mario Silveira D’Elboux c.c Maria de Lourdes Pires D’Elboux. Teve:

4.1. José Osório Pires D’Elboux n. aos 01.MAR.1947 em Campinas e f. aos 23.AGO.2003 em São Paulo, c.c Maria Aparecida Lopes D’Elboux aos 05.ABR.1944 em Ipuiuna/MG. Tiveram:

5.1. Daniel D’Elboux n. aos 23.AGO.1974 em São Paulo.

5.2. René D’Elboux n. aos 23.ABR.1976 em São Paulo. É o responsável pela pesquisa que resultou em grande parte da descendência dos capítulos 3° e 4° deste título. Casou-se com Fabiana Gavioli D’Elboux aos 07.DEZ.2002 em Itu.

4.2. Eduardo Pires D’Elboux n. aos 04.JAN.1953 em Campinas, c.c Vera Lucia Fragnani D’Elboux. Tiveram:

5.1. Eduardo Pires D’Elboux Júnior n. aos 27.NOV.1977 em São Paulo.

5..2. Juliana Fragnani D’Elboux n. aos 08.ABR.1981 em São Paulo.

4.3. Lúcia Helena Pires D’Elboux n. aos 19.DEZ.1954 em Campinas, c.c José Eduardo Neves. Tiveram:

5.1. Priscila D’Elboux Neves c.c André Quicoli. Tive:

6.1. Bárbara Quicoli n. em 2004 em Itú.

5.2. Paula D’Elboux Neves

5.3. Renato D’Elboux Neves

4.4. Maria Augusta Pires D’Elboux Bernardino c.c Valmir Bernardino. Tiveram:

5.1. Natalia D’Elboux Bernardino

5.2. Débora D’Elboux Bernardino

5.3. José Mário D’Elboux Bernardino

4.5. Maria Francisca D’Elboux Fonseca “Chica” casada Osmar Leitão Fonseca “Tchico”. Tiveram:

5.1. Maria Inês D’Elboux Fonseca n. aos 30.ABR.1992.

4.6. Joaquim Pires D’Elboux n. aos 02. JAN.1946 Campinas/SP, viúvo de Eva Benedita Fogaça D´Elboux n. aos 15.OUT.1948 em Angatuba/SP e f. aos 19.OUT.1993 em Itu/SP. Tiveram:

5.1. Adriano Fogaça D’Elboux n. aos 12.SET.1972 em Campinas, casou-se aos 02.MAR.1991 com Ana Paula Caparroz D’Elboux n. aos 12.SET.1972 em São Paulo. Teve:

6.1. Analú Caparroz D’Elboux n. aos 18.JUL.1991 em Itu/SP.

5.2. Fabio Fogaça D´Elboux n. aos 16.OUT.1972 em Campinas e f. aos 17.NOV.2001 em Itu/SP, foi c.c Bruna Caviquini D´Elboux. Teve:

6.1. Fabio Fogaça D´Elboux Júnior n. aos 28.ABR.2000 em Cabreúva/SP.

4.7. Maria Inês, falecida aos 3 meses.

4.8. Mário Silveira D’Elboux Filho n. aos 05.JUL.1953 em Campinas, c.c Eliana Allegretti. Divorciado em 1979 de Hélène Pinatel, com quem teve os seguintes filhos:

5.1. Yannik Pinatel D’Elboux n. aos 09.ABR.1976 em São Paulo.

5.2. Thierry Pinatel D’Elboux n. aos 20.JUL.1977 em São Paulo, casado aos 04.OUT.2003 com Elaine Christina Lopes de Almeida.

3.2. Argemiro Silveira D’Elboux batisado em Itu aos 26.SET.1905. Casou-se primeira vez com Delmira Bordini D’Elboux com quem teve os 5 primeiros filhos e segunda vez c.c Maria Aparecida Carvalho D’Elboux com quem teve:

4.1. Maria Rosa B. D’Elboux Bortolotti c.c Raul Bortolotti. Teve, q.d:

5.1. Antônio

4.2. Maria Zélia Bordini D’Elboux Nizzola c.c (…) Nizzola. Teve:

5.1. Eduardo D’Elboux Nizzola

5.2. Júlio D’Elbou Nizzola

4.3. Maria do Carmo D’Elboux Sobrinha

4.4. Maria Luiza Bordini D’Elboux, irmã Zita.

4.5. Louis Marie Bordini D’Elboux c.c (…). Teve:

5.1. Ricardo D’Elboux

5.2. Argemiro, já falecido.

5.3. Lucrécia D’Elboux

5.4. (…)

4.6. Maria José Carvalho D’Elboux Diogo com 2 filhos.

4.7. Jacinta Carvalho D’Elboux, divorciada. Teve um filho.

3.3 José Silveira D’Elboux batisado em Itu aos 02.AGO.1907 com 43 dias. Casou-se com Casemira Novaes de Arruda D’Elboux. Tiveram:

4.1. Inácio Arruda D’Elboux c.c Maria Cristina Batistela D’Elboux. Teve:

5.1. Patrícia Batistela D’Elboux, já falecida.

5.2. Marcelo Batistela D’Elboux

4.2. Paulo Arrruda D’Elboux, padre.

4.3. José de Arruda D’Elboux c.c Neide Novaes D’Elboux. Teve:

5.1. Rogério Novaes D’Elboux

5.2. Amarilis Novaes D’Elboux “Lili”

4.4. Ana Maria Arruda D’Elboux Ferreira c.c Antônio Carlos Ferreira. Filho (?).

4.5. Maria Helena Arruda D’Elboux, falecida aos 3 meses.

3.4 Luiz Gonzaga da Silveira D’Elboux, foi padre jesuíta, autor de alguns livros.

3.5. Décio Silveira D’Elboux c.c Adelaide, com duas filhas. Foi advogado em São Paulo, inclusive dos Matarazzo. Teria sido também presidente(fundador?) do Clube Germânia, atual Esporte Clube Pinheiro (?).

3.6 Pedro Silveira D’Elboux

3.7 Francisco da Silveira D’Elboux, seminarista falecido aos 18 anos.

Manuel_da_Silveira_D’Elboux

Dom Manoel da Silveira D’Elboux

3.8. Dom Manoel da Silveira D’Elboux n. aos 29.FEV.1904 em Itú/SP e f. aos 06.FEV.1970 em Curitiba onde foi sepultado na Catedral Basílica Menor Nossa Senhora da Luz. Foi ordenado sacerdote aos 16.AGO.1931, consagrado bispo de Barca aos 31.MAR.1940, nomeado 2° bispo de Ribeirão Preto aos 31.JAN.1946 e elevado a 3°arcebispo de Curitiba aos 19.AGO.1950, função que exerceu até sua morte em 1970.

3.9 Alzira da Silveira D’Elboux (irmã Rosa)

3.10 Rubens Silveira D’Elboux (falec. aos 2 anos. Batisado em 4/4/1914. Padrinhos: João de Almeida Camargo e Antonia de Almeida Pacheco.)

3.11. Maria do Carmo D’Elboux Couto batizada em Itu aos 16.OUT.1910 com 54 dias c.c Athos Bueno Couto. Tiveram:

4.1. Rubens D’Elboux Couto c.c Maria Alice (…). Teve:

5.1. Fernanda D’Elboux

4.2. Luis Antonio D’Elboux Couto casou-se primeira vez com Maria Helena com quem teve 3 filhos e segunda vez com Joana (…).

4.3. Maria Cecília D’Elboux Couto Nunes “Lalá” c.c Clemente Nunes. Teve:

5.1. Raquel D’Elboux Couto Nunes

5.2. Débora Couto Nunes Steiner c.c. Hebert Steiner. Teve

6.1. Rebeca Nunes Steiner

5.3. Athos Luis Couto Nunes

4.4. Maria Beatriz D’Elboux Couto

4.5. Maria Inês D’Elboux Couto

2.4. Getúlio Florêncio da Silveira D’Elboux c.c Cândida da Silveira D’Elboux.

2.5. Benedita da Silveira D’Elboux, nada descobrimos.

2.6. Inácio Florêncio da S. D’Elboux c.c Hermínia Gomes D’Elboux n. em Sta Bárbara D’Oeste. Tiveram:

3.1. José Benedicto D’Elboux, foi c.c Julieta Romeu D’Elboux. Teve:

4.1. Márcia Maria D’Elboux Bottini c.c Newton Luiz Bottini. Tiveram:

5.1. Luciano D’Elboux Bottini

5.2. Fernanda D’Elboux Bottini

4.2. Maria Lúcia D’Elboux Antunes c.c Edson Márcio Antunes. Tiveram:

5.1. Daniel

5.2. Tatiana

5.3. Elisa D’Elboux Antunes

4.3. Sonia Maria D’Elboux.

4.4. José Eduardo D’Elboux n. aos 30.OUT.19.62 c.c Maria Emilia V. Morais. Teve:

5.1. Arthur de Morais D’Elboux n. aos 20.NOV.2003.

3.2. Dorival D’Elboux

3.3. Gilberto D’Elboux

3.4. Hamilton D’Elboux foi c.c. Martha Romeu D’Elboux. Tiveram:

4.1. José Roberto D’Elboux c.c Roseli D’Elboux. Teve:

5.1. Mirella Cristina D’Elboux

5.2. Janice D’Elboux Bassi c.c João Luiz Bassi. Teve:

6.1. Roberta D’Elboux Bassi

6.2. André D’Elboux Bassi

3.5. Maria Angélica D’Elboux Rochelle foi c.c com Jair Rochelle. Tiveram:

4.1. Maria Cristina D’Elboux Rochelle, casada com Weber Caselatto, médico. Tiveram:

5.1. Mariana D’Elboux Caselatto

5.2. Marília D’Elboux Caselatto

4.2. Carlos Eduardo D’Elboux Rochelle, casado com Luciene D’Elboux Rochelle (filhas: 6.5.2.1 Thaís D’Elboux Rochelle, 6.5.2.2 Paula D’Elboux Rochelle e 6.5.2.3 Luisa D’Elboux Rochelle).

4.3 Marcelo D’Elboux Rochelle (fal.)

2.7. Camillo Florêncio da Silveira D’Elboux n. aos 17.JUL.1873.

N° 03 Rita D’Elboux casada aos 01.MAR.1881 em Piracicaba com Felipe Xavier da Rocha, viúvo. Teve como testemunha Thomas Compton D’Elboux e Domingos Competo Delbuche[325], o primeiro deve ser seu primo, filho de Francisco Compton D’Elboux III o segundo não descobrimos quem era. Muito provável que era o segundo casamento de Rita pois descobrimos uma neta sua que nasceu em 1895, ou seja, apenas 14 anos despois de seu casamento. Teve que descobrimos:

1.1. Minervina D’Elboux Freire que foi c.c Antônio Crisphiniano Barbosa Freire. Teve, q.d.:

2.1. Glaucia n. aos 11.MAR.1895 em Piracicaba.

FIM DO TÍTULO D’ELBOUX

FAMÍLIA D’ELBOUX de Londres

Descendência de Louis D’Elboux

Como anexo a este título vamos desenvolver a descendência do casal Susannah West e Louis D’Elboux n. 09.FEV.1774 em Londres, irmão mais novo de Francis Compton D’Elboux, tronco deste título que mais descobrimos descendência, os quais se casaram aos 21.JUN.1803 e tiveram 2 filhos:

Capítulo 1° Caroline D’Elboux

Capítulo 2° Louis D’Elbou

Capítulo 1º

Caroline D’Elboux

Caroline D’Elboux batisada aos 25.FEV.1805 em na Igreja de Saint Paul Covent Garden, Westminster, Londres, Inglaterra, casou-se aos 17.JAN.1825 em Mortlake, Surrey, England com Charles Cobley.

Capítulo 2º

Louis D’Elboux

Louis D’Elboux nasceu aos 24.JUN.1807 e falecido aos 12.AGO.1872 em Millbrook, viveu no “The Poplars” Freemantle, Southampton, Inglaterra, e foi Superintendente de Ordenança, Survey Office, London. Foi amigo de Charles Dickens (o autor) quando novo. Casou-se pela primeira vez aos 12.AGO.1828 em Lambeth Saint John The Evangelist Church, Waterllo Road, SE, Surry, Inglaterra com a “English Lady” Elizabeth Crippen nascida em 1808 e falecida aos 27.AGO.18471828. Louis D’Elboux recebeu aos 31.JUL.1847 carta de agradecimento por ter ajudado nas eleições dos membros do Borough de Southampton. Louis casou-se pela segunda vez com Matilda, e estão ambos enterrados na porção batista do Cemitério de Southampton. Louis D’Elboux e Elizabeth Crippen tiveram, que descobrimos, 11 filhos:

N° 01 Louis James D’Elboux

N° 02 Caroline D’Elboux

N° 03 Francis John D’Elboux

N° 04 Louis William D’Elboux

N° 05 George Frederick D’Elboux

N° 06 Emily D’Elboux

N° 07 Walter D’Elboux

N° 08 Elisabeth Easther D’Elboux

N° 09 Henry D’Elboux

N° 10 Rufus Crippen D’Elboux

N° 11 Marion D’Elboux

N° 01 Louis James D’Elboux batizado aos 25.SET.1829 em Saint Pancras, Old Church, Londres, Inglaterra e falecido com um ano em 1830, seu nome foi repetido no quarto filho do casal.

N° 02 Caroline D’Elboux, não confundir com a filha do outro Louis, esta foi nascida em 1831 em Islington, falecida em 23.MAIO.1906 em Sydney, Australia.

N° 03 Francis John D’Elboux nascido em 1833 ou batizado aos 07.ABR.1835 em Old Church, Saint Pancras, London, Inglaterra (?) e falecido aos 02.JUL.1880.

N° 04 Louis William D’Elboux batizado aos 18.DEZ.1835 ou aos 07.ABR.1835 (?) em Saint Pancras, Old Church, London, England, nascido em Islington, Londres, casou com Sarah Ellen McNichol (Australia), e falecido aos 29.SET.1913 em Koorawatha NSW, Austrália; Their 3rd son Louis William Jnr married Ellen Johnson – Austrália.

N° 05 George Frederick D’Elboux batisado aos 13.NOV.1836 em Islington, Londres, Inglaterra.

N° 06 Emily D’Elboux nascida aos 08.DEZ.1837 Islington, Londres, Inglaterra (ou talvez Mar, 1838), District of Islington, casada com James CAVEN e falecida aos 22.NOV.1866 em Alexandria, Egito de complicações na gestação de Rose CAVEN nascida e falecida aos 22.NOV.1866.

N° 07 Walter D’Elboux nascido aos 04.OUT.1839.

N° 08 Elizabeth Easther D’Elboux nascida em 1841 em Camberwell Eng, casou-se com George Osborne.

N° 09 Henry D’Elboux falecido At sea of Cholera.

N° 10 Rufus Crippen D’Elboux nascido em 1845 em Southampton, Inglaterra.

N° 11 Marion D’Elboux.

FIM DA FAMÍLIA D’ELBOUX de Londres

FAMÍLIA ALMEIDA de Mairiporã

Descendência de Franciscos José da Silva

Como anexo a este título vamos desenvolver a descendência do casal Francisco José da Silva II e sua esposa Emília Xavier de Almeida falecida aos 10.OUT.1849, primeira filha do primeiro casamento de Gertrudes Joaquina de Almeida que foi a primeira esposa de Carlos Augusto D’Elboux, capítulo 1° deste título:

Francisco José da Silva II e Emília Xavier de Almeida (* entre 1803 a 1806) casaram-se em Juqueri aos 04.JUL.1815. Ele filho de Francisco José da Silva I e de Maria Gertrudes, ela filha de Joaquim Xavier, João Joaquim Xavier ou Joaquim Xavier de Oliveira e de Gertrudes Joaquina de Almeida ou somente Joaquina de Almeida, casados entre 1795 a 1803. Tiveram, que descobrimos, 11 filhos:

Capítulo 1º Joaquim Xavier de Almeida

Capítulo 2° Maximiano Pereira de Almeida

Capítulo 3° Gertrudes Joaquina de Almeida

Capítulo 4º Maria Joaquina de Almeida

Capítulo 5º Francisco José da Silva III

Capítulo 6° Justina Joaquina de Almeida

Capítulo 7° Ana Gertrudes

Capítulo 8° José de Almeida

Capítulo 9º Policena Maria de Almeida

Capítulo 10º Domingas de Almeida

Capítulo 11º José

Capítulo 1º

Joaquim Xavier de Almeida

Joaquim Xavier de Almeida nascido em 1816, nada descobrimos.

Capítulo 2º

Maximiano Pereira de Almeida

Maximiano Pereira de Almeida nascido em 1820, nada descobrimos.

Capítulo 3º

Gertrudes Joaquina de Almeida

Gertrudes Joaquina de Almeida casada em Juqueri com Faustino Rodrigues de Siqueira aos 25.ABR.1837. Teve que descobrimos 3 filhos:

Nº 01 João Faustino Almeida casou-se em Juqueri com Ana Augusta da Silva, sua prima, filha de Francisco José da Silva, capítulo 5º que foi também casado com sua prima Porcina Augusta de Almeida, capítulo 5º, atrás, aí há descendência.

Nº 02 Emílio Faustino Almeida casado em Juqueri aos 16.MAIO.1876 com Maria Pedrina de Camargo, filho de Pedro Soares de Camargo e de Maria Cunha França.

Nº 03 Rita Faustina de Almeida casada em Juqueri aos 30.DEZ.1874 com seu primo Faustino Antônio Rodrigues, filho de João Antônio Rodrigues e de Benta Maria de Siqueira, irmã de Faustino Rodrigues de Siqueira, pai de Rita.

Capítulo 4º

Maria Joaquina de Almeida

Maria Joaquina de Almeida casou-se em Juqueri aos 09.JUL.1844 com José Antônio da Silva. Filho de Antônio Neves da Silva e de Maria Madalena de Jesus. Teve que descobrimos:

Nº 01 Porcina Maria de Almeida

Nº 01 Porcina Maria de Almeida casou-se em Juqueri aos 22.ABR.1873 com Tomé Augusto de Almeida, viúvo de Maria Joaquina da Conceição, filho de Carlos Augusto D’Elbou e de sua segunda esposa Policena Maria de Jesus (ver N° 10 do capítulo 1° deste título D’Elboux). Porcina e Tomé foram dispensados do 4º grau de consangüinidade no código canônico, o que significa dizer que tinham um casal de trisavô em comum.

Capítulo 5º

Francisco José da Silva

Francisco José da Silva nasceu em 1827 e casou-se em Juqueri aos 08.JUN.1854 com Porcina Augusta de Almeida, sua prima, filha de Carlos Augusto D’Elboux e de Policena Maria de Jesus (ver desc. no capítulo 5º do título Almeida).

Capítulo 6º

Justina Joaquina de Almeida

Justina Joaquina de Almeida casou-se em Juqueri aos 24.OUT.1843 com José Mathias Pereira, viúvo de Maria Pereira. Nada descobrimos.

Capítulo 7º

Ana Gertrudes de Almeida

Ana Gertrudes de Almeida casou-se com Joaquim José da Luz. Nada descobrimos.

Capítulo 8º

José de Almeida I

José de Almeida nasceu em 1832, casou-se em Juqueri aos 24.OUT.1843 com José Mathias Pereira, viúvo de Maria Pereira. Nada descobrimos.

Capítulo 9º

Policena Maria de Almeida

Policena Maria de Almeida nascida em 1839, casou-se em Juqueri aos 21.FEV.1853 com José Augusto de Almeida, seu primo, filho de Carlos Augusto D’Elboux e Policena Maria de Jesus (ver capítulo 2º do título Almeida, atrás, aí há descendência).

Capítulo 10º

Domingas de Almeida

Domingas de Almeida nascida em 1845, nada descobrimos.

Capítulo 11º

José de Almeida II

José de Almeida, nada descobrimos.

FIM DA FAMÍLIA ALMEIDA de Mairiporã

Título XI

Família FREITAS

Descendentes do Capitão Antônio José de Freitas

Disposição genealógica (Tronco, capítulos e demais descendentes): Adriano Bedore [Inédita]

Genealogistas pesquisados: José Luiz Teixeira (descendentes de José Raimundo de Freitas) e Adriano Bedore (descendentes de Antônio Joaquim de Freitas)

RELAÇÃO DO TRONCO COM ATIBAIA/SP

● O Tronco deste título, Capitão Antônio José de Freitas, não tem relação com Atibaia, pois viveu em Guarulhos/SP; mas dois de seus netos, Raimundo José de Freitas e Antônio Joaquim de Freitas, passaram de Juqueri, hoje Mairiporã, onde nasceram e viviam para Atibaia na década de 1860, portanto, há cerca de 150 anos e podem ser considerados os Troncos da família Freitas de Atibaia.

RELAÇÃO DO TRONCO COM O AUTOR

● O Tronco é pentavô (avô em 5° grau) do autor deste trabalho. É também avô paterno de Antônio Joaquim de Freitas, pai de Ermitão de Paula Freitas, bisavô materno do autor destas notas genealógicas.

CIDADES MAIS CITADAS NESTE TÍTULO

● Atibaia (antiga São João de Atibaia); Guarulhos (antiga Conceição de Guarulhos), Mairiporã (antiga Juqueri), São Paulo (antiga São Paulo de Piratininga), todas no Estado de São São Paulo e Guaranésia/MG.

Capitão ANTÔNIO JOSÉ DE FREITAS

O capitão Antônio José de Freitas (SL 7/280) era natural e residente de Conceição de Guarulhos, hoje somente Guarulhos onde nasceu entre 1770 a 1780 e ainda vivia em 1830, cidade que provavelmente veio a falecer.

Era morador do bairro das Lavras em Guarulhos, onde desde 1740 se explorava lavras de ouro, este bairro se localiza nas proximidades onde hoje é o aeroporto internacional de Guarulhos. Chegamos a examinar a certidão de casamento do capitão Antônio José de Freitas e de Maria Rodrigues de Almeida na cúria arquidiocesana de Guarulhos, livro 03, fls 165 v.

Era o capitão Antônio José de Freitas único filho de Zacarias de Godoi Moreira (SL 7/280), falecido em 1783 e de Maria Francisca de Jesus; Silva Leme a descreve como Maria Pires do Prado, os quais casaram-se em 1772 em Conceição de Guarulhos. Neto paterno de Lourenço Correa de Moraes, falecido em 1736 (SL 7/280) e de Maria Freire de Godoi (SL6/77). Neto materno de Manoel de Freitas Braga (o primeiro Freitas que encontramos, e pelo qual herdaram este nome de família a numerosa família Freitas de Atibaia, descendentes de José Raimundo de Freitas e Antônio Raimundo de Freitas, bisnetos deste) e de sua mulher Catarina Pires do Prado, falecida em São Paulo em 1809, já viúva (SL 5/361), todos naturais da então freguesia de Conceição de Guarulhos.

Capitão Antônio José de Freitas casou-se em 1ª núpcias em Guarulhos com Maria Rodrigues de Almeida[326] natural de Guarulhos aos 02.MAIO.1797, falecida aos 02.AGO.1824 em Juqueri[327] no sítio da família no bairro do Mato Dentro, deixando também casa na freguesia de Juqueri. Maria Rodrigues de Almeida, era filha de Raimundo Rodrigues da Cunha (SL 8/338) e de Izabel Bueno de Almeida[328]. Neta paterna de João Rodrigues da Cunha (SL 8/336), falecido em 1772 em Guarulhos e de sua primeira mulher Josefa Pedroso de Siqueira (SL 7/492). João Rodrigues da Cunha casou-se 2º vez em 1758 com Maria Bueno de Godoi em Guarulhos. Neta materna de Bento Rodrigues de Almeida (SL 2/172) e de Rosa Matilde de Moraes (SL 5/173), todos naturais da então freguesia de Conceição de Guarulhos. Foi o capitão Antônio José de Freitas casado em 2º núpcias em Santana do Parnaíba com Laurinda Maria em 1826 (SL 4/527).

Não descobrimos se o capitão Antônio José de Freitas teve filhos do segundo casamento, contudo do primeiro, através do inventário[329] de sua esposa descobrimos os 7 filhos:

Capítuo 1º Francisco José de Freitas

Capítulo 2º João Rodrigues de Freitas

Capítuo 3º Escolástica Rodrigues de Freitas (minha tetravó)

Capítulo 4º Maria Rodrigues de Freitas

Capítulo 5º Raimundo Rodrigues de Freitas

Capítuo 6º Gertrudes Rodrigues de Freitas

Capítuo 7º Josefa Rodrigues de Freitas

Capítulo 1º

Francisco Rodrigues de Freitas

Francisco Rodrigues de Freitas já era casado no ano de morte de sua mãe (1824) e vivia em Juqueri, mas nada mais descobrimos, exceto um óbito de uma filha que sugere que Francisco casou-se com Isabel Rodrigues de Almeida[330]:

N° 01 Ana Rodrigues de Freitas falecida aos 18.SET.1908 em Juqueri, foi casada com José Joaquim de Oliveira.

Capítulo 2º

João Rodrigues de Freitas

João Rodrigues de Freitas tinha 20 anos no ano de morte de sua mãe (1824), portanto, nasceu em 1804 provavelmente em Guarulhos, nada mais descobrimos.

Capítulo 3º

Escolástica Rodrigues de Almeida ou de Freitas

Escolástica Rodrigues de Almeida até a década de 1860 e depois passou a ser conhecida como Escolática Rodrigues de Freitas nasceu aos 26.JUL.1807 em Guarulhos e casou-se em Juqueri/SP[331] com Aleixo José Bueno[332], viúvo de Escolástica Ortiz de Camargo[333] aos 25.ABR.1828 (SL 6/245) com quem teve 3 filhos. Aleixo faleceu em Juqueri aos 10.JUN.1836 e era filho de Jerônimo Correia Bueno e de Francisca Pereira Franco, natural de Santana do Parnaíba. Após enviuvar-se Escolástica teve, que descobrimos, pelo menos mais um filho, cujo pai foi omitido em sua certidão de batismo e de casamento, examinadas na cúria arquidiocesana de Bragança Paulista. Em 1862 Escolástica adquiriu a parte de seus enteados das terras deixadas pelo seu primeiro marido. Teve, portanto, do seu 1º casamento, segundo o inventário de seu marido que consultamos, os três primeiros filhos, sendo que apenas o último chegou na idade adulta, o qual juntamente com seu irmão nascido 8 anos após a viuvez de sua mãe (N° 04) foram foram os troncos da família Freitas de Atibaia:

Nº 01 Antônio Bueno de Freitas

Nº 02 Raimundo José de Freitas

Nº 03 Aleixo Bueno de Freitas

Nº 04 Antônio Joaquim de Freitas

Nº 01 Antônio nascido em janeiro de 1830 e falecido em março do mesmo ano.

Antônio e Raimundo de Freitas

Os irmãos Antônio Joaquim de Freitas e Raimundo José Freitas

Nº 02 Raimundo José de Freitas, natural da Freguesia de Juqueri, hoje cidade de Mairiporã/SP nasceu no final de 1834 ou início de 1835. Casou-se em Atibaia aos com Maria Justina Teixeira (ver 2.1., 1.2 Nº 02, capítulo 1º do título Pereira) nascida e batizada no ano de 1843 em Atibaia. Raimundo José de Freitas foi um prestante cidadão, tendo atuado na vida política de Atibaia, quer ocupando cargos por nomeação, como o de fiscal suplente da câmara no ano de 1867 (cargo que corresponde atualmente ao de vice prefeito) ou por eleição popular, tendo sido eleito vereador e participado da legislatura de 1873 a 1876. Dedicou-se também a atividade agrícola no município, sendo possuidor de fazendas no bairro do Mato Dentro (Tanque) e Piqueri, onde hoje corresponderia aos bairros do Jardim do Lago, Jardim Paulista e circunvizinhos. Raimundo José de Freitas faleceu em Atibaia aos 06.OUT.1885. Teve 7 filhos:

1.1. Francisco José de Freitas n. aos 29.ABR.1865 em Atibaia, onde se casou em 15.DEZ.1887 com Maria da Cunha[334] Abreu, filha de José da Cunha Abreu “José Theotônio” e Escolástica Maria. Exerceu cargos públicos em Atibaia, foi fiscal da câmara na década de 1890, tiveram 3 filhos:

2.1. Risoleta do Carmo Freitas, casada aos 26.OUT.1911 em Atibaia com Domingos Trofino, filho de Roque Trofino e Guilhermina Maria da Glória, tiveram 9 filhos:

3.1. José Benedito Trofino “Nhô Prudêncio”, c.c Tereza Soldeira, tiveram 4 filhos:

4.1. Domingos Trofino Neto, casado.

4.2 Aluízio Trofino, casado.

4.3. Alda Trofino, c.c. José Roberto Fambrini. Teve:

5.1. Valéria

4.4. Guiomar Trofino, casada.

3.2. Romeu Trofino, c.c Angelina Bueno, tiveram 3 filhos:

4.1. Clarice Trofino, solteira.

4.2. Odete Trofino, c.c José Fermino. Teve:

5.1. Arnaldo, casado.

5.2. Célia, casada.

5.3. Simone, casada.

4.3. Juracy Trofino, c.c Moacyr (…). Teve:

5.1. Waldir Trofino c.c Neide Pauliono.Teve:

6.1. Robson

6.2. Rodnei

6.3. Eduardo

6.4. Reginaldo

6.5. Elisabeth

5.2. Wanderley Trofino, c.c Madalena P. Trolino. Teve:

6.1. Leandro

6.2. Wagner

6.3. Vera Lúcia Trofino, c.c José Definis, com 2 filhos.

3.3. Elvira Trofmo, c.c Amadeu Cavallini, tiveram 1 filha:

4.1. Elenice Cavallini, c.c Mário dos Santos.

5.1. Marinice Cavallini dos Santos

5.2. Amadeu Ricardo dos Santos

3.4. João Trofino, c.c Nair Gonçalves, tiveram 2 filhos:

4.1. Douglas Trofino, c.c Maria das Graças Trofino. Teve:

5.1. Geiza

5.2. João

5.3. Marco Vinício

4.2. Márcia Trofino, c.c Luís Carlos Silva. Teve:

5.1. Poliana

5.2. Priscila

5.3. Luís

3.5. Malvina Trofino, falecida em 1997 foi c.c José Alves do Amaral (ver 2.9, 1.6., N° 02, cap. 5° do título Alves do Amaral), falecido em 2005, foi comerciante e Juiz de Paz em Atibaia e vereador, filho de Florêncio Alves do Amaral e sua 2a mulher Henriqueta de Oliveira, neto paterno de Antônio Alves do Amaral (ver título Alves do Amaral) e Ana Franco, neto materno de Francisco Waleman e Ana de Oliveira (viúva de Alfredo da Silveira Franco), tiveram 1 filha:

4.1. Ana Maria, professora, c.c Ricardo André Alfonsi, professor aposentado, comerciante e proprietário em Atibaia, tiveram 5 filhos:

5.1. José Ricardo, solteiro.

5.2. Fabiana, n. aos 01.MAR.1977, c.c Renato Cifarelli, com 1 filha:

6.1. Ana Luiza, n. 23.NOV.1996.

5.3. Daniela, solteira.

5.4. André Luis

5.5. Mainara

3.6. Etelvina Trofino, c.c Aparício de Moura, tiveram 2 filhos:

4.1. Aparício de Moura Filho, c.c Rose de Moura. Teve:

5.1. Susana

5.2. William

4.2. Zuleicade Moura, c.c Reinaldo (…). Teve:

5.1. Sheila

5.2. Bruno

3.7. Minervina Trofino, c.c João Martins, tiveram 1 filho:

4.1. Vasco Martins, c.c Enilde B. Martins. Teve:

5.1. Roberto

5.2. Rogério

3.8. Risoleta Trofino, c.c Romeu Medina, tiveram 2 filhos:

4.1. José Carlos Medina, c.c Marlene Medina. Teve:

5.1. Fernanda

5.2. Renato

4.2. Alexandre Medina, solteiro.

3.9. Raquel Trofino, c.c Antônio Alexandre Filho, tiveram 5 filhos:

4.1. Paulo Sérgio Alexandre, casado com Luzia Martins Rios

4.2. Carlos Alberto Alexandre, c.c Célia Delfino da Silva

4.3. Fátima Aparecida Alexandre, c.c Clovis Vieira.

4.4. Luis Alexandre, c.c Meire Alexandre, com um filho.

4.5. Isabel Cristina Alexandre, casada e .com uma filha.

2.2. Salvador de Freitas, c.c Isaura Oliveira de Freitas, ambos já falecidos, foram residentes em Bragança Paulista, tiveram uma filha:

3.1. Olinda Oliveira de Freitas, c.c seu primo em 1° grau, Oscar Benedicto de Freitas. Teve 1 filho:

4.1. Leonardo Tadeu de Freitas, solteiro.

2.3. Heitor de Freitas, casado em primeira núpcias com Maria Francisca de Freitas e segunda vez com Julieta Lopes já falecidos, teve do primeiro casamento 8 filhos e do segundo 1 filho:

3.1. Ordália de Freitas, c.c João Pinto de Lima, residentes em S.P. tiveram 3 filhos:

4.1. Dirce Pinto de Lima, c.c AyIton Paulo de Assis, tiveram 3 filhos:

5.1. Valtair Aparecido de Assis, c.c Ruth Rocha. Teve:

6.1. Weverthon

6.2. Keith

5.2. Vilmar Roberto de Assis, c.c Ivete Ascenção Crispim. Teve:

6.1. Ellen

5.3. Rosemeire de Lourdes Assis, c.c Elcio Bayão Coimbra. Teve:

6.1. Jefferson

4.2. Ariovaldo Pinto de Lima, c.c Olivia Facina, tiveram4 filhos:

5.1. Ari Pinto Lima, c.c Raquel J. de Oliveira. Teve:

6.1. Roberto

6.2. Marina

5.2. Roseli Pinto de Lima, c.c Geraldo A. da Silva. Teve:

6.1. Polyana

6.1. Gabriella

6.3. Isabella

5.3. Roselene Pinto Lima c.c Walmir Messias Leoni.

5.4. Rosana Pinto Lima, solteira.

4.3. Jair Pinto de Lima, c.c Maria Angela de Lima. Teve:

5.1. Elaine C. de Lima, c.c Luciano de Brito Fernandes.

5.2. Isabel C. de Lima, c.c Adilson de Oliveira. Teve:

6.1. Augusto

3.2. Onides de Freitas, c.c Rosa Miranda, tiveram 4 filhos:

4.1. Suely C. de Freitas, c.c Rogério Aparecido Nunes. Teve:

5.1. Cleber William Nunes

5.2. Vanessa Caroline Nunes

5.3. Rafael Nunes

4.2. Sônia Maria de Freitas, c.c Carlos Alberto Silva. Teve:

5.1. Carla Silva

5.2. Carlos Alberto Silva Júnior

5.3. Diego Alberto Silva

5.4. Bárbara D. Silva, c.c Manfredo D. Ulmann. Teve:

6.1. Nicole Daniele

4.3. Marta Antônio de Freitas, c.c Tereza Nunes. Teve:

5.1. Uiara

5.2. Marcelo

4.4. Robson Jesus de Freitas, c.c Maria Isabel Cuba. Teve:

5.1. Bianca Fernanda

5.2. Amauri Lucas

3.3. Oscar Benedicto de Freitas, c.c Olinda de Oliveira Freitas sua prima-irmã (Ver desc.atrás).

3.4. Oraide de Freitas, c.c Antônio Mendes Leal, tiveram 3 filhas, residentes em São Paulo/SP.

4.1. Iria Benedita Leal, c.c Geraldo Leal da Silva, com 3 filhos:

5.1. Edilaine Leal da Silva, solteira.

5.2. Roberto Leal da Silva, casado 1a vez com Nanei da Silva e a 2a vez com Nadir da Silva, teve do 1° cas. dois filhos e do 2° uma filha:

6.1. Débora

6.2. Daniele

6.3. Thaís

5.3. Antônio Carlos Leal da Silva, solteiro.

4.2. Irene Leal c.c Sebastião Baltazar.

4.3. Ivani Leal, c.c Arlindo Leal da Silva, com 4 filhos:

5.1. Andréa Leal da Silva, c.c Ivan (…), com 2 filhas:

6.1. Cristiane

6.2. Gisele

5.2. Adriana L. da Silva, c.c Gilson C. Lourenço. Teve:

6.1. Gilson

6.2. Janderson

5.3. Alexandra Leal da Silva

5.4. DameLeal da Silva

3.5. Oswaldo de Freitas, c.c Tereza Gonçalves de Freitas, residentes em São Paulo. Teve::

4.1. Bernadete de Freitas, c.c Roberto (…), com geração.

4.2. Waldir de Freitas, casado, com geração.

4.3. José Roberto de Freitas, casado, com geração.

4.4. Vilmar de Freitas, casado, com geração.

3.6. Orlando de Freitas, já falecido, foi casado 1a vez com Bráulia de Freitas e a 2a vez com Adélia de Freitas, teve do 1° casamento 4 filhos e do 2° casamento 1 filho, foi residente em Guarulhos:

4.1. Wilson de Freitas

4.2. Marlene de Freitas

4.3. Marli de Freitas

4.4. Márcia de Freitas

4.5. Orlando de Freitas Filho

3.7.João Batista Evangelista de Freitas, já falecido, foi c.c Valdelice Ferreira de Freitas, residente em Mairiporã, tiveram 5 filhos:

4.1. Valéria F. de Freitas, c.c Clodoaldo H. de Mello. Teve:

5.1. Leonardo Hendrick de Freitas Mello

4.2. Wagner Ferreira de Freitas

4.3. Ubiratan Ferreira de Freitas

4.4. Almir Ferreira de Freitas

4.5. Walter Ferreira de Freitas

3.8. Odete Aparecida de Freitas, c.c Francisco Sílvio de Souza, residentes em São Paulo, tiveram 2 filhos:

4.1. Cláudio de Souza, c.c Shirley Aparecida P. de Souza. Teve:

5.1. Flávio

5.2. Rodrigo

4.2. Clair Antônio de Souza, c.c Márcia Maria S. de Souza, com 5 filhos:

5.1. Ana Paula

5.2. Gislaine

5.3. Clair Antônio Júnior

5.4. Luciana

5.5. Danilo

3.9. Edson Lopes de Freitas c.c Maria Aparecida Pereira Lima, residentes em São Paulo, tiveram 3 filhos:

4.1. Alex

4.2. Andressa

4.3. André

1.2. José Rodrigues de Freitas”Jucão”, natural de Atibaia onde nasceu em 1868 e faleceu em Itaiquara em 21.JUN.1927, c.c Isolina Monteiro do Amaral filha de Urbano Monteiro do Amaral e Ursulina Amélia Monteiro natural de Ouro Fino/MG onde nasceu em 20.OUT.1878 e falecida em Uberlândia/MG aos 18. DEZ.1961. Tiveram 14 filhos:

2.1. Benedita de Freitas, nascida em Bragança Paulistaaos 04.JAN.1893 e falecida aos 26.MAIO.1925 em Cabrália/SP, foi c.c José Antônio do Nascimento nascido aos 01.MAR.1890 e falecido aos 22.MAIO.1970. Teve:

3.1. Rubens Freitas do Nascimento, nascido aos 01.SET.1913, c.c Maria Bandone nascida aos 28.ABR.1919. Tiveram 4 filhos:

4.1. Maria Célia de Freitas, nascida aos 29.NOV.1936.

4.2. Clovis Renato de Freitas, n. aos 23.MAIO.1942, c.c Henriqueta Mares. Tiveram:

5.1. Luciana Mares Freitas

5.2. Renato Mares Freitas

4.3. Zélia Maria Freitas, n. aos 17.FEV.1948, c.c Geraldo Alves de Lima. Tiveram 1 filha:

5.1. Denise de Freitas Lima

4.4. Dimas Henrique de Freitas, nascido aos 08.ABR.1958.

3.2. Isolina Freitas do Nascimento, c.c Geraldo Nascimento. Tiveram 3 filhos:

4.1. Edson

4.2. Esmeralda

4.3. Edir

3.3. Jairo Freitas do Nascimento

3.4. Maria Freitas do Nascimento, religiosoa.

2.2. Jorge de Freitas, nasceu em Amparo/SP aos 08.NOV.1896 faleceu em Rancharia/SP aos 08.JAN.1969, sendo sepultado em Guaranésia/MG, foi c.c Anita Ernestina da Silva natural de São Pedro da União/MG onde nasceu em 01.MAR.1904 e faleceu em Guaranésia/MG aos 07.MAR.1958. Tiveram 5 filhos:

3.1. Ruth da Silva Freitas, nasceu em Guaranésia/MG aos 08.JUL.1925 c.c Miguel Moreno Lessa nascido aos 29.SET.1919 em Vargem Grande do Sul e falecido aos 20.ABR.1988 em Guaranésia/MG. Tiveram:

4.1. Maria Luiza Moreno, natural de Guaranésia/MG, c.c Ronalde Silveira Pinna, filho de Romeu Pinna e Rosalinda Silveira Pinna. Tiveram 3 filhos:

5.1. Adriana Moreno Pinna

5.2. Roberto Moreno Pinna

5.3. Beatriz Moreno Pinna

4.2. Antônio Carlos Moreno, natural de Guaranésia/MG, segundo marido de Solange Maria Preto, filha de João Batista Preto e Glécia Oliva Preto. Tiveram 2 filhos:

5.1. Solano Moreno

5.2. Antônio Moreno

4.3. Matias Moreno, natural de Guaranésia/MG, c.c Regina Lúcia Salomão, filha de Abdo Salomão e Nair Abrão Salomão. Tiveram:

5.1. Emerson Moreno

5.2. Fabiana Moreno

5.3. Francine Moreno

5.4. Flávia Moreno

4.4. Miguel Moreno Júnior, natural de Guaranésia/MG, c.c Zélia Cristina Pereira Melo, filha de Limirio Pereira Melo e Maria Zélia Malra Melo. Tiveram 1 filho:

5.1. Thales Melo Moreno

4.5. Luís Roberto Moreno, natural de Guaranésia/MG, c.c Andréa Corrêa de Castro Dias, filha de Rubens Ribeiro Dias e Lídia Corrêa da Cunha Carvalho. Tiveram 2 filhas:

5.1. Ana Paula Dias Moreno

5.2. Luiza Dias Moreno

4.6. Ana Beatriz Moreno, natural de Guaranésia/MG, c.c Gilberto Batista de Almeida, filho de Humberto de Almeida e Gilda Batista de Almeida. Tiveram 3 filhos:

5.1. Ana Luiza Moreno de Almeida

5.2. Humberto Moreno de Almeida

5.3. Thiago Moreno de Almeida

3.2. Rui da Silva Freitas, coronel da PM do Estado de São Paulo, natural de Guaranésia, onde nasceu aos 03.MAIO.1927, e falecido em Monte Santo de Minas aos 23.FEV.1996. Casado com Carmen Testa, filha de Antônio João Testa e Libera Testa. Tiveram 2 filhos:

4.1. Ana Maria Testa de Freitas, c.c João Alberto Garzim. filho de Alberto Garzim e Emilia Garzim. Tiveram 2 filhos:

5.1. Natália de Freitas Garzim

5.2. Alexandre de Freitas Garzim

4.2. Ana Márcia Testa de Freitas, c.c Antônio Carlos Bento de Souza, filho de Antônio Bento de Souza e Diva Bento de Souza. Tiveram 2 filhos:

5.1. Mariana Freitas de Souza

5.2. Lucas Freitas de Souza

3.3. Rubens da Silva Freitas, contador, natural de Guaranésia/MG, onde n. aos 25.DEZ.1929, c.c Amélia Martins da Silva, filha de João Antônio Martins da Silva e Amélia da Conceição Silva, residentes em São Paulo. Teve:

4.1. João Jorge Martins Freitas, c.c Doraci Visiedo, filha de Manoel Cano Visiedo e Antonia Godoi Visiedo. Tiveram 1 filho:

5.1. Alexandre Visiedo Freitas

4.2. Miriam Terezinha Martins Freitas

4.3. Rubens António Martins Freitas, c.c Suzana Márcia de Souza, filha de Benedito Dalbow e Maria de Lourdes Souza.

3.4. Ranulfo da Silva Freitas, advogado, natural de Guaranésia/MG onde nasceu em 04.AGO.1931, c.c Maria José Minchilo, filha de João Minchilo e de Maria Adelaide Maciel. Tiveram 4 filhas:

4.1. Thereza Cristina Minchilo de Freitas

4.2. Anita Filomena Minchilo de Freitas, c.c João Bosco Dutra Macedo, filho de Alcides Marangon Macedo e Glória Dutra Macedo. Teve:

5.1. Elisa de Freitas Macedo

4.3. Maria Marta Minchilo de Freitas, c.c Luis Antônio Pasoti Smaira, filho de Waldemar Smaira e Odete Pasoti Smaira, com 3 filhos:

5.1. André Freitas Smaira

5.2. Lucas Freitas Smaira

5.3. Clara Freitas Smaira

4.4. Maria Cecília Minchilo de Freitas, c.c José Benedito Ribeiro de Barros, filho de José Torquato de Barros e de Analice Ribeiro de Barros com 2 filhos:

5.1. Gabriel de Freitas Barros

5.2. Eduardo de Freitas Barros

3.5. Rubener da Silva Freitas, professor universitário, FEI, natural de Guaranésia/MG onde nasceu aos 25.DEZ.1933, c.c Ruth Lemes, filha de Jonas Carvalho Lemes e Guiomar Grecco Lemes, residem em S.P. Teve:

4.1. Rubener da Silva Freitas Filho

4.2. Jorge Augusto Lemes de Freitas

4.3. Lincoln Lemes de Freitas, c.c Helenice Marchi, filha de César Marchi e Helenice Neide Marchi, com 1 filho:

5.1. Francisco Marchi Freitas

2.3. Francisco de Freitas, natural de Amparo/SP, onde nasceu aos 16.MAIO.1898, c.c Alice de Oliveira, tiveram 3 filhos:

3.1. Jupira de Olivera Freitas, c.c Ulisses Campos.

3.2. Ubirajarade Oliveira Freitas, c.c Alcinéia (…)

3.3. Donald de Oliveira Freitas, c.c Arlinda (…)

2.4. Maria José de Freitas “Zézé”, nascida em Amparo ou Bragança Paulista aos 17.JUL.1901, faleceu em Igarapava/SP aos 21.SET.1930, c.c Orlando Augusto Pereira. Tiveram 2 filhos:

3.1. Paulo Pereira de Freitas, f.em São Paulo aos 23.SET.1993, c.c Zilá (…).

3.2. Saulo Pereira de Freitas

2.5. Paulo de Freitas

2.6. Elizeu de Freitas

2.7. Saulo de Freitas

2.8. Abel de Freitas, falecido na menoridade.

2.9. Argeu de Freitas

2.10. Abel de Freitas, n. em Guaranésia/MG e f. em Igarapava, c.c Julieta Grozuem. Tiveram 4 filhos:

3.1. José Luiz de Freitas

3.2. Sérgio Roberto de Freitas

3.3. Antônio Carlos de Freitas

3.4.Meire Lúcia de Freitas

2.11. Jairo de Freitas

2.12. Judith de Freitas, nasceu em Guaranésia/MG aos 22.AGO.1916, faleceu em Uberlândia/MG aos 24.MAR.1993, casada com Sebastião Lopes Galvão, nascido no Rio Grande do Norte aos 22.SET.1910 e falecido em Uberlândia aos 24.SET.1984. Tiveram 5 filhos, todos naturais de Uberlândia/MG:

3.1. Fausto de Freitas Lopes

3.2. Ivone de Freitas Lopes

3.3. Celso de Freitas Lopes

3.4. Eunice de Freitas Lopes

3.5. Sebastião de Freitas Lopes

2.13. Eunice de Freitas, nascida em Guaranésia/MG aos 17.MAIO.1920, casou-se em Aramina/SP com João Ferreira, natural de Jordanésia/MG, filho de Marcionílio José Ferreira e Donolinda Zuza de Oliveira, com 3 filhos:

3.1. Mário Ferreira, natural de Udi/MG, casado em Uberlândia/MG com ZenildAmaral Ferreira, natural de Divinópolis/MG, com 3 filhos.

4.1. Mário Ferreira Júnior

4.2. Márcio Ferreira Amaral

4.3. Marcelo Ferreira Amaral

3.2. Roberto Ferreira, natural de Udi/MG; casou-se no Recife/PE com Edma Faria, residentes em Recife/PE, com 3 filhos:

4.1. Roberto Ferreira Filho

4.2. Denise Faria Ferreira

4.3. Lilian Faria Ferreira

3.3. Mauro de Freitas Ferreira, natural de Udi/MG, casado em Uberlândia/MG com Sônia M. Cardoso, com 3 filhas:

4.1. Maria Cecília Cardoso de Freitas

4.2. Cláudia Cardoso de Freitas

4.3. Andréa Cardoso de Freitas

2.14 Oiminda de Freitas, solteira, natural de Guaranésia, nascida aos 26.MAIO.1925.

1.3. Ana Justina de Freitas”Nhana” n. aos 11.MAIO.1872 em Atibaia e aí f. aos 01.JAN.1954. Foi c.c Eugênio de Oliveira do Prado, já falecido, foram residentes em Atibaia, tiveram 4 filhos:

2.1. Benedita de Oliveira Freitas f. aos 11.JAN.1923, foi c.c seu tio Benedito José de Freitas (ver desc. em 1.7. a seguir).

2.2. Sebastião de Oliveira Freitas, falecido solteiro.

2.3. Julia de Oliveira Freitas, c.c Joaquim do Amaral, contador, ambos já falecidos, foram residentes em São Paulo, tiveram 7 filhos:

3.1. Lázara do Amaral, solteira.

3.2. Cecília do Amaral, solteira.

3.3. Donata do Amaral, solteira.

3.4. Favorita do Amaral, c.c. Antônio Faricelli, comerciate. Teve:

4.1. Antônio Faricelli Filho, economista, c.c Marilu Lindemberg de Freitas. Teve:

5.1. Priscila

5.2. Cristina

3.5. Zacarias do Amaral, engenheiro, c.c Alice do Prado, tiveram 2 filhos:

4.1. Cláudio do Amaral, advogado, juiz de direito na comarca de Piracicaba/SP, c.c Ana Elisa do Prado.

4.2. Patrícia Amaral, advogada, c.c Sérgio Pereira Trindade.

3.6. Florentina do Amaral, professora, c.c Antônio Poli deLacerda, funcionário público, sem geração.

3.7. Guiomar do Amaral, c.c Antônio Santos, comerciante. Teve:

4.1. Margarida dos Santos, c.c Geraldo Gilson de Castro, com 2 filhas:

5.1. Mariana

5.2. Fernanda

2.4. Julieta de Oliveira Freitas, f. aos 01.JAN.1972, foi c.c Arthur Tavares Rodrigues, natural de Portugal, comerciante e artista plástico, foram residentes em Atibaia. Tiveram 2 filhos:

3.1. Benedito Rodrigues de Freitas, empresário, c.c Terezinha Pinheiro, residentes em São Paulo, com 5 filhas:

4.1. Elisabeth Aparecida Pinheiro de Freitas, c.c Ettore Martinho, comerciante, com 2 filhos:

5.1. Marcelo

5.2. Márcio

4.2. Elenice Pinheiro de Freitas, cirurgia-dentista, c.c Roberto Bianchini, cirurgião-dentista, com uma filha:

5.1. Bárbara

4.3. Elisete Pinheiro de Freitas, cirurgia-dentista, foi c.c José Alcides de Azevedo Souza Marques, cirurgião-dentista, já falecido. Teve:

5.1. Lilian

4.4. Evelyn Pinheiro de Freitas, psicóloga, solteira.

4.5. Elci Pinheiro de Freitas, médica, solteira.

3.2. Wilson Rodrigues de Freitas, médico, empresário, sócio proprietário do Hospital e Maternidade Atibaia ou Hospital Novo, c.c Eliane Craveiro, tiveram 3filhos:

4.1. Juliana Craveiro de Freitas, n. aos 22.FEV.1972, engenheira agronôma c.c Gustavo A. ‘Astua’ Morce, teve:

5.1. Isabela n. aos 05.MAR.2004.

5.2. Carolina n. aos 19.DEZ.2006.

4.2. Wilson Rodrigues de Freitas Júnior “Nuno” n. aos 26.JUN.1973, médico do hospital novo Atibaia casado com Valéria, também médica. Teve:

5.1. Arthur, n. aos 17.SET.2007.

5.2. Henrique, n. aos 03.AGO.2009.

4.3. Rodrigo Craveiro de Freitas, administrador de empresas formado pela FGV, c.c Cible.

1.4. Augusta Justina de Freitas, c.c João Pires de Moraes (irmão do marido da Nº 03 desse capítulo), ambos já falecidos em Atibaia. Tiveram 5 filhos:

2.1. Pedro Pires de Moraes, foi c.c Ida Tereza Orlandim. ambos já falecidos em Atibaia, tiveram 3 filhos:

3.1. Tereza Pires de Moraes, c.c seu primo Jorge de Freitas, comerciário. já falecido, ver adiante (ver descendênica em 2.1., 1.7. a seguir).

3.2. Leonídio Pires de Moraes, c.c Esmeralda Rodrigues, já falecidos, tiveram 7 filhos:

4.1. José Odair de Moraes, já falecido, foi c.c Maria Lúcia de Moraes. Teve:

5.1. Leilane

5.2. Leandro

5.3. Lizeta

4.2. Waldir Pires de Moraes, casado. Teve:

5.1. Carolina

4.3.Décio Pires de Moraes, já falecido, com um filho:

5.1. Décio Júnior

4.4. Márcia Pires de Moraes, casada. Teve:

5.1. Thiago

5.2. Diogo

4.5. Margareth Pires de Moraes, falecida na menoridade.

4.6. Dayse Pires de Moraes, falecida na menoridade.

4.7. Maurício Pires de Moraes, casado.

3.3. Augusta Pires de Moraes, falecida, solteira.

2.2. Antonieta Pires de Moraes, foi a segunda mulher de seu primo, Salvador Teixeira de Aguiar, ambos já falecidos em Atibaia, tiveram um filho:

3.1. Adão Teixeira de Aguiar, comerciário, c.c Maria Inês de Souza, tiveram:

4.1. Cristiane Souza de Aguiar, casada. Teve:

5.1. Miguel

4.2. Débora C. Aguiar, c. c Reginaldo Borelli. Teve:

5.1. Milena

5.2. Beatriz

4.3. Alexandre Souza Aguiar, c.c Patrícia Aguiar. Teve:

5.1. Priscilla

4.4. Leandro Souza Aguiar, casado. Teve:

5.1. Bruno

2.3. Gentil Pires de Moraes, ferroviário, c.c Maria Guerreiro Gimenes. ambos já falecidos sem geração.

2.4. Sezimbro Pires de Moraes, c.c sua prima Isabel de Freitas (ver adiante), sem geração.

2.5. Sebastião Pires de Moraes, falecido, solteiro.

1.5. Antônio José de Freitas, avaliador judicial na comarca de Atibaia, c.c sua parente, Maria Boaventura da Conceição (dispensados em 3º grau igual, ou seja um casal de bisavós em comum) aos 16.JAN.1904, filha de Francisco Barbosa de Almeida e Benedita Maria da Conceição, ambos já falecidos, tiveram 8 filhos:

2.1. Benedito de Freitas, casado com Minervina Teixeira de Freitas, sua prima, foram residentes em Atibaia, ambos já falecidos, tiveram 5 filhos.

3.1. Jurandir A. de Freitas, c.c Terezinha Barba de Freitas. Teve:

4.1. Tânia Barba de Freitas, farmacêutica, solteira.

4.2. Mayra Barba de Freitas, arquiteta, solteira.

4.3. Jurandir Antônio de Freitas Júnior, solteiro.

3.2. Antonia Maria de Freitas, c.c Benedito Chicarone, já falecido, com 3 filhas:

4.1. Aparecida Cristina Chicarone. advogada, solteira.

4.2. Elizabeth Chicarone, c.c Homero Benedicto Ottoni Júnior, proc. de dados. Teve:

5.1. Isabela

4.3. Mana Angela Encarnação Chicarone, pedagoga, c.c Luis Miguel de Jesus Almeida Freire, comerciante. Teve:

5.1. Rafael

3.3. Cacilda de Freitas, f. aos 20.MAR.2010, foi c.c Eliel Natal, agricultor e comerciante. Teve:

4.1. Alex Freitas Natal, c.c Carla Regina Martins. Teve:

5.1. Vitória

5.2. Gabriel

4.2. Davi Freitas Natal, separado. Teve:

5.1. Marina

4.3. Thiago Freitas Natal c.c Bianca Bueno.

3.4. Vane de Freitas, c.c Wilson Garcia Marchetti, contabilista. Teve:

4.1. Marize de Freitas Garcia Marchetti, c.c Ednilton Crastequine, com 1 filho:

5.1. Pietro

4.2. Gláucia de Freitas Garcia Marchetti. estudante, solteira.

3.5. Ubiracy de Freitas, ex-diretor administrativo do SAAE de Atibaia, já falecido, foi casado com Jurema Ferrarini, professora, com dois filhos:

4.1. Fabiano de Freitas, estudante, solteiro.

4.2. Camila de Freitas, estudante, solteira.

3.6. Rubens de Freitas, falecido na menoridade.

3.7. Abdias de Freitas, falecido na menoridade.

2.2. Isabel de Freitas “Beca” foi c.c seu primo Sezimbro Pires de Morais (ver atrás), ambos já falecidos. Sem geração.

2.3. Raimundo de Freitas “Deco”, foi oficial de justiça, na comarca de Atibaia, faleceu solteiro.

2.4. Maria Justina de Freitas, c.c João de Camargo, ambos já falecidos, sem geração.

2.5. José de Freitas “Pingo”, eletricitário, já falecido, foi c.c Djamira Rodrigues, residente em Atibaia, tiveram uma filha:

3.1. Aparecida Conceição de Freitas, foi c.c Nelson Zanzanelli, advogado, com 3 filhos:

4.1. Nelson Júnior

4.2. Gilberto, casado.

4.3. Lilian

2.6. Rosaura de Freitas “ Zora” foi c.c Manoel Valério da Silva. Tiveram 2 filhos:

3.1. Luiz Valério da Silva, solteiro.

3.2. Eunice Valério da Silva, c.c Clévio Bueno.

2.7. Ruth de Freitas n. aos 24.ABR.1922 em Atibaia e aí f. aos 02.JAN.2002 foi c.c João Batista Fanchiulli, já falecido, residente em Atibaia, tiveram 2 filhos:

3.1. José Clair, faleceu solteiro.

3.2. Waldemir Fangiulli n. aos 26.SET.1946 em Atibaia e aí f. aos 21.DEZ.2005 foi c.c Marie Alminda Leite, n. 30.OUT.1953 e f. aos 26.JAN.2009, foi oficial de justiça na comarca de Atibaia (ver título Leite), com 3 filhos:

4.1. Ana Paula n. aos 08.AGO.1973, advogada, c.c Manoel C. Jardim. Teve:

5.1. Giovana n. aos 22.JAN.2002.

5.2. Fernando n.aos 31.MAIO.2004

5.3. Gabriela n. aos 02.JUL.2006.

4.2. José Pedro n. aos 30.SET.1974, policial rodoviário federal, casado em 2ª núpcias com Juliana. Teve duas filhas do 1º casamento e dois do 2º:

5.1. Tainá Ruas Fangiulli n. aos 02.OUT.1998.

5.2. Isabela Rua Fangiulli n. aos 25.DEZ.1999.

5.3. Nicoli Rossi Fangiulli n. aos 15.FEV.2005.

5.4. Gabriel Rossi Fangiull, n. aos 02.ABR.2011.

4.3. Ana Flora Fangiulli n. aos 25.JUL.1976 e f. aos 28.JUL.1976.

4.4. José Ricardo n. 18.OUT.1977, formado em desenho industrial pela UNESP – Bauru, casado com Danuza Yokoyama Correa. Teve:

5.1. Vitor n. aos 06. MAIO.2002.

2.8. Hermínia de Freitas, c.c José Ortiz de Camargo, ambos já falecidos, tiveram 2 filhos:

3.1. Claudionir Ortiz de Camargo. Comerciante, c.c Lodiciaria Mariano, com 3 filhos:

4.1. Cláudio

4.2. Cristiano

4.3. João

3.2. Israel Ortiz de Camargo, já falecido, deixou 3 filhos:

4.1. Lilian

4.2. Hermínia

4.3. Vanessa

1.6. Thomásia Justina de Freitas n. em 1880 e f. aos 16.JAN.1938 , foi c.c seu primo José Teixeira de Aguiar “Juca Faustino”n. em 1879 e f. aos 17.ABR.1955 (ver 3.2., 2.2., 1.2., N° 03, cap. 1° do título Pereira), filho de seu tio materno, João Francisco Teixeira, irmão de sua mãe Maria Justina Teixeira, esposa do Nº 03 Raimundo José de Freiras, acima. tiveram 8 filhos:

2.1. Pedro Teixeira de Freitas, c.c Julia Maria da Conceição, ambos já falecidos, residiram em Santo André, tiveram 2 filhos:

3.1. Mário Teixeira de Freitas, c.c Alminda Jacinto, residentes em Santo André, com 5 filhos:

4.1. José Carlos Teixeira de Freitas, c.c Suely Vicente. Teve:

5.1. Rodrigo Wagner

5.2. Raquel Valéria

4.2. Mário Teixeira Freitas Filho, c.c Marion Rabello. Teve:

5.1. Eberley

5.2. Énca

4.3. Maria Lúcia Teixeira de Freitas, c.c Odair Callado.

5.1. Eduardo

4.4. Rita Teixeira de Freitas, c.c Ricardo de Freitas Magistrelli.

4.5. Tereza Teixeira de Freitas, solteira.

3.2. Euclides Teixeira de Freitas, c.c Encarnação Helena de Freitas, residentes em Santo André, com 5filhos.

4.1. Edson Teixeira de Freitas, c.c Maria Aparecida Romero. Teve:

5.1. Viviane Teixeira de Freitas, casada. Teve:

6.1. Wesley

5.2. Nilson Teixeira de Freitas

5.3. Erica Teixeira de Freitas

5.4. Eliane Teixeira de Freitas

5.5. Marcos Teixeira de Freitas

4.2. Élcio Teixeira de Freitas, c.c Maria José de Freitas.

5.1. Igor Teixeira de Freitas

5.2. Sara Teixeira de Freitas

4.3. Adilson Teixeira de Freitas, solteiro.

4.4. Ademir Teixeira de Freitas, c.c Carmem Márcia Guimarães.

4.5. Rosemary Teixeira de Freitas, solteira.

2.2. Salvador Teixeira de Aguiar, foi casado pela 1ª vez com Rosa Sarilho, 2ª vez com sua prima Antonieta Pires de Moraes (ver atrás no Nº 04, 1.2.), teve 3 filhos do 1º casamento e um do segundo, foram residentes em Atibaia:

3.1 Raimundo Teixeira, c.c Catarina Lopes, residentes em Atibaia, tiveram 5 filhos:

4.1 Gilberto Teixeira, c.c Eunicede Souza.

5.1. William

5.2. Fernanda

5.3. André

4.2. Geni Aparecida Teixeira, c.c Reinaldo Roque da Silva, construtor de obras. Teve:

5.1. Márcia Regina, c.c Fábio Haddad Farah.Teve:

6.1. Felipe

5.2. Leandro Henrique, solteiro.

5.3. Carla Cristina, solteira.

4.3. Marcília Maria Teixeira, c.c Mário Inácio da Silva. Teve:

5.1. Murilo

5.2. Mariana

5.3. Maira

4.4. AiltonLuis Teixeira, serralheiro e foi durante muitos anos até janeiro de 2012 presidente da Liga Atibaiense de Futebol de Atibaia. Casado com Míriam de Castro. Teve:

5.1. Rodrigo c.c Leandra da Silva Teixeira.

5.2. Natália

4.5. Reginaldo Teixeira, solteiro.

3.2. João Bento Teixeira, já falecido, foi casado a primeira vez com Luiza Crisiolli e a segunda vez com Onildes dos Santos (ver N° 03, cap. 5° do título De Carlo, adiante), teve do primeiro casamento uma filha (4.1.) e 7 do segundo:

4.1. Janete Teixeira, c.c Ailton dos Santos (ver N° 05, cap. 5° do título De Carlo), com 4 filhos:

5.1. Cristina Claudete dos Santos, c.c Benedito Camargo. Teve:

6.1. Jenifer

6.2. Aline

5.2. Rosimeire F. Santos, c.c Luis Augusto Cario. Teve:

6.1. Daniele

6.2. Jéssica

5.3. Adailton Agenor dos Santos, casado e com geração.

5.4. Claudia Helena dos Santos, c.c Marcelo Casemiro de Souza. Teve:

6.1. Lucas

6.2. Vitor

4.2. Rosilda Maria Pereira Leite, técnica de enfermagem foi c.c Olavo Pereira Leite (ver 4.3., 3.7., 2.1., 1.2., N° 01, cap. 8° do título Pereira). Teve:

5.1. Leandro Henrique Pereira Leite, nascido em 1978.

5.2. Juliana Pereira Leite, nascida em 1984, com uma filha.

4.3. Amilton Teixeira, c.c Lílian Teixeira. Teve q.d.:

5.1. Patrícia, nascida em 1982.

5.2. Priscila, nascida em 1984.

5.3. Paula, nascida em 1986.

5.4. Leonardo

4.4. Marcos Valério Teixeira, contador, c.c Rosangela do Prado Teixeira. Teve q.d.:

5.1. Natália do Prado Teixeira, nascida em 1991.

5.2. Caroline

4.5. Evair Aparecido Teixeira, c.c Marisol Martins Teixeira. Teve:

5.1. Renan, nascido em 1986.

5.2. Tamires, nascida em 1990.

5.3. Matheus

4.6. Edson Luiz Teixeira, c.c Maria Tereza Bueno Teixeira. Teve:

5.1. Adriana Bueno Teixeira, nascida em 1989.

4.7. Flávio Agenor Teixeira, comerciante, c.c Naici de Almeida Silva. Teve:

5.1. Fernando

4.8. Robson Wilian Teixeira n. em 1980 c.c Claudete.

3.3. Eugênio Teixeira de Aguiar, já falecido, foi c.c Aládia Pereira, tiveram 5 filhos:

4.1. Celso A.Teixeira de Aguiar, c.c Antonia Madalena. Teve:

5.1. Raquel Aparecida Teixeira de Aguiar. Teve:

6.1. Nathana

5.2. Débora Regina Teixeira de Aguiar, solteira.

4.2. Sérgio Teixeira de Aguiar, c.c Godonice Verutte. Teve:

5.1. Robert

5.2. Roberta

4.3. Célia da Penha Teixeira de Aguiar, c.c Daniel Silveira.

4.4. Celina Teixeira de Aguiar, c.c Valdemir Gomes de Almeida. Teve:

5.1. Jonas

4.5. Célio Teixeira de Aguiar, já falecido, solteiro.

3.4. Adão Teixeira de Aguiar, c.c Maria Inês de Souza (ver descendência atrás).

2.3. Francisco Teixeira de Aguiar, foi casado pela primeira vez com Durvalina Sarilho, e a segunda vez com Maria Pomari, todos já falecidos; foram residentes em Atibaia, teve do primeiro casamento 5 filhos e do segundo um filho:

3.1. Jorge Teixeira de Aguiar, c.c Aparecida Gonçalves, residentes em Atibaia, tiveram 8 filhos:

4.1. Edson Carlos Aguiar, solteiro.

4.2. Nelson, falecido menoridade

4.3. Sônia Aparecida Aguiar, foi c.c Sebastião Cunha, já falecido. Teve:

5.1. Berenice, casada, com geração.

5.2. Ricardo

5.3. Daniela

4.4. Sueli Tadeu Aguiar, c.c José Pascoal. Teve;

5.1. Silvana, casada, com 1 filha:

6.1. Pamela

5.2. Sueli, c.c Leopoldo Ferro. Teve:

6.1. Eloana

4.5. Edna Gonçalves Aguiar, c.c Carlos Ribeiro de Souza. Teve:

5.1. Carlos, falecido.

5.2. Sandro, falecido.

4.6. Hélio Gonçalves de Aguiar, c.c Angelina Aguiar.

5.1. Henrique

5.2. Anderson

5.3. Mana Paula

4.7. Sandra Gonçalves Aguiar, casada.

5.1. Mariana

5.2. Felipe

4.8. Cleide Gonçalves de Aguiar, casada.

5.1. Wellington

5.2. Camila

3.2. Benedita Sarilho de Freitas, já falecida, foi c.c João Rigolim, residente em Atibaia, com 3 filhos:

4.1. Cláudio Rigolim, contador, c.c Lúcia Fabro residentes em Campinas.

5.1. Débora

5.2. André

5.3. Marina

4.2. Claudete Rigolim, c.c Wagner Luis Pedroso. Teve:

5.1. Ana Carolina

5.2. Camila

5.3. Marcos Rigolim

3.3. Lucília Sarilho de Freitas, foi casada pela 1° vez com Roberto Francisco de Azevedo, já falecido e a 2° vez com José Armando Ferreira, teve 3 filhos só do 1° casamento, residentes em Santo André.

4.1. Luis Roberto Azevedo, já falecido, foi c.c Samara de Azevedo.

5.1 Luana

4.2. Cícero Francisco de Azevedo, já falecido, foi c.c Rosemeire Gomes, sem geração.

4.3. César Augusto de Azevedo, c.c Maria Tomé.

3.4. Benedito Teixeira Sarilho, c.c Adolfina Moraes, residentes em C. Limpo Paulista. Teve:

4.1. Sueli deMoraes Teixeira, já falecida, solteira.

4.2. Meire de Moraes Teixeira, solteira.

4.3. Luis Carlos de Moraes Teixeira, c.c Elizete Teixeira.

5.1. Tales

5.2. Laís

4.4. Marlene de Moraes Teixeira, c.c José Maria Brandão.

5.1. Joice

5.2. Felipe

5.3. Karen

3.5. Reinaldo Teixeira de Aguiar, c.c Benedita Aguiar, residentes em Santo André, tiveram 11 filhos:

4.1. Irene Teixeira de Aguiar, casada, com geração.

4.2. Isabel Teixeira de Aguiar, casada, com geração.

4.3. Ivete Teixeira de Aguiar, casada, com geração

4.4. Inês Teixeira de Aguiar, já falecida, solteira.

4.5. Ismênia Teixeira de Aguiar, casada, com geração.

4.6. Ilda Teixeira de Aguiar, casada, com geração.

4.7. Irabeni Teixeira de Aguiar, casada, com geração.

4.8. Reinaldo Teixeira de Aguiar Filho, casado, com geração

4.9. Roberto Teixeira de Aguiar, solteiro.

4.10. Rogério Teixeira de Aguiar, solteiro.

4.11. Ricardo Teixeira de Aguiar, falecido, solteiro.

3.6. Miguel Pomari de Aguiar, c.c Neusa Maria Surita, residentes em Santo André, tiveram 2 filhos:

4.1. Marcelo

4.2. Rebeca

2.4. Minervina Teixeira de Freitas, foi c.c seu primo Benedito de Freitas (ver retro).

2.5. Antonieta Justina de Freitas n. aos 07.JUN.1907 e f. aos 07.SET.1964, foi c.c Silvino Sarilho, foram residentes em Atibaia, tiveram uma filha:

3.1. Francisca Sarilho, c.c José Emílio Faquim, ambos já falecidos, tiveram 1 filho:

4.1. Edson Faquim, falecido, contador e c.c Elza Alvarenga de Souza:

5.1. Elaine de Souza Faquim, química, c.c Sérgio Monteiro, químico.

5.2. Eliana de Souza Faquim, bióloga, c.c Tim de Lima Mauro, médico.

2.6. Aparecida Teixeira de Aguiar, c.c Izidoro de Jesus, ambos já falecidos, tiveram 4 filhos:

3.1. Beatriz de Jesus, c.c Geraldo Lopes, com 3 filhos:

4.1. Angela, foi c.c Reginaldo Maeda

5.1. Cristal

5.2. Esmeralda

4.2. Alice, casada.

5.1. Ana Paula

5.2. Vítor

4.3. Cláudia, casada com Rodnei Scarelli

5.1. William

5.2. Janaina

3.2. Rosa de Jesus, foi casada primeira vez com Francisco de Mello e a 2a vez com José Luis Simões Valente, teve 1 filho do 1° casamento e 1 filha do 2°:

4.1. Francisco de Mello Filho, c.c Creusa Muniz

4.2. Isis

3.3. Cláudio Carlos de Jesus, comerciante, c.c Creusa de Mattos, tiveram 4 filhos:

4.1. Leandro

4.2. Giovana

4.3. Jaqueline

4.4. Francine

3.4. Dejair de Jesus, comerciante, c.c Enizabel Cristina Granda. Teve:

4.1. Fabiana Aparecida

4.2. Selma Aparecida

2.7. Benedito Teixeira de Aguiar “Pé de Cabra”, funcionário público, já falecido, casado, com geração, foi residente em Franco da Rocha.

2.8. Isaura Teixeira de Aguiar Cintra n. aos 04.NOV.1918 e f. aos 15.NOV.1995 foi c.c João da Silveira Cintra f. aos 26.AGO.1959, filho de João Batista das Silveira e de e de Constança Pacheco Cintra, esta filha de Iria Leite Pacheco e de José Felix Cintra (ver 1.1., N° 01, cap. 3° da família Araujo na introdução do título I).Tiveram 12 filhos:

3.1. Benedito Silveira Cintra, falecido, solteiro.

3.2. Euclides Silveira Cintra, c.c Maria Cecília Cintra

4.1. Lúcia

4.2. Adriano c.c Ana Cristina Aur Roque, fª do delegado Sérgio Marcos Roque e de Tania Aur.

4.3. Silvia

4.4. Tatiane

3.3. João da Silveira Cintra Filho, falecido, solteiro.

3.4. Antônio Silveira Cintra “Toninho” c.c Judith Gonçalves Oliveira:

4.1. Carlos Eduardo casado.

4.2. MárciaRegina n. aos 26.SET.1971 c.c Mauro Antunes Filho “Maurinho” n. aos 24.MAR.1970, filho de Mauro Antunes. Teve:

5.1. Bianca n. aos 01.JAN.1990.

3.5. Maria Terezinha Silveira Cintra, c.c João Soares Filho. Teve:

4.1. Roberta

4.2. Gilmar

4.3. Claudemir

4.4. Edson

4.5. Kátia

3.6. José Silveira Cintra, c.c Iracema Salvuchi. Teve:

4.1. Márcia

4.2. Dulcinéia

4.3. Fabiano

4.4. Ricardo

4.5. Rodrigo

4.6. Rafael n. aos 23.MAR.1982.

4.7. Felipe n. aos 25.MAIO.1985

3.7. Benedita Aparecida Silveira Cintra, c.c Sebastião Machado. Teve:

4.1. Ivan

3.8. Pedro Silveira Cintra, c.c Conceição Domingues

4.1. Luis Carlos

4.2. Edna

4.3. Vitor

4.4. Camila

4.5. Cíntia

3.9. Ivone de Fátima Silveira Cintra, c.c DjalmaNoel de Oliveira

4.1. Félix

4.2. Nívea

4.3. Murilo

3.10. Roberto Silveira Cintra

3.11. Rosângela de Fátima Silveira Cintra, c.c Roberto Valério da Silva. Teve:

4.1. Fernanda

3.12. Sueli Silveira Cintra, c.c Mário de Mello. Teve:

4.1. Yolai

4.2. Juliana

4.3. Tyeli

1.7. Benedito José de Freitas “Capitão” foi c.c sua sobrinha Benedita de Oliveira Freitas (ver 2.1., 1.3. atrás), ambos já falecidos, foram residentes em Atibaia, tiveram 2 filhos:

2.1. Jorge de Freitas, comerciário, já falecido, foi c.c sua prima Tereza Pires de Morais (ver 3.1., 2.1., 1.4. atrás), residente em Atibaia. Falecido aos 20.MAR.1955.Teve 3 filhos:

3.1 Benedito José Freitas Neto n. e f. aos 05.OUT.1944.

3.2. Ivete Aparecida de Freitas n. e f. aos 12.AGO.1947.

3.3. Suely Terezinha de Freitas n. aos 21.DEZ.1952 em Atibaia, foi médica e sócia proprietária da clínica CEMED em Atibaia, faleceu solteira e sem descendentes aos 17.SET.2002.

2.2. Francisco de Oliveira Freitas, falecido na menoridade.

Nº 03 Aleixo, filho póstumo (nascido após o falecimento de seu pai) e falecido menor aos 10.MAIO.1838.

Nº 04 Antônio Joaquim de Freitas, nome de batismo ou “Antônio Raimundo’ como era mais conhecido certamente em virtude de seu irmão chamar-se José Raimundo, era natural de Juqueri onde nasceu aos 04.MAIO.1844 sendo seus padrinhos Vicente Antônio dos Santos e sua esposa Escolástica Maria do Espírito Santo. Antôno Raimundo mudou-se para Atibaia no final da década de 1860 ou início da década de seguinte (1870) onde faleceu aos 06.MAIO.1921 na rua José Lucas sendo sepultado no cemitério de São João Batista. Foi juntamente com seu irmão proprietário de terras no bairro Piqueri, onde hoje encontram-se os bairros Jardim Paulista e Jardim do Lago. Infelizmente não conseguimos descobrir o nome do seu pai[335]. No anuário ou ‘almanak’ da província de São Paulo do ano de 1873 consta-o como proprietário de rancho para tropas, mesma atividade do capitão Jacinto Manoel Leite, tronco do título Leite deste trabalho.

Antônio Raimundo de Freitas casou-se, sem impedimentos, aos 09.OUT.1869 também em Juqueri com Vicência Barbosa de Almeida n. aos 30.JUL.1853 em Mairioprã e f. aos 29.OUT.1916 em Atibaia sendo sepultada no cemitério São João Batista. Vicência era filha do tenente Joaquim Augusto de Almeida (ver N° 01 do 3° capítulo do título D’Elboux) e de Antonia Barbosa de Albuquerque, esta falecida aos 29.FEV.1888 em Atibaia, ambos naturais e moradores de Juqueri onde casaram-se aos 18.OUT.1838. Vicência Barbosa de Almeida era neta paterna de Carlos Augusto D’Elboux e de Gertrudes Joaquina de Almeida, naturais de Juqueri, neta materna do alferes Francisco de Paula Barbosa, natural de São Paulo e de Ana Maria de Albuquerque, natural de Cotia/SP, os quais residiam no bairro da cachoeira, na freguesia de Santa Ifigênia, distrito de paz do município de São Paulo e que casaram-se aos 11.FEV.1802 na catedral da Sé em São Paulo[336]. Do casal Antônio Raimundo de Freitas e de Vicência Barbosa de Almeida, descendem seis filhos:

1.1.Benedita de Freitas Cunha nascida aos 25.NOV.1873 em Atibaia e aí falecida em 1937, foi c.c João Lúcio da Cunha, f. aos 16.JUL.1935 com quem teve onze filhos:

2.1. Aurora da Cunha, nascida em 1903 e falecida em 1993 em Ribeirão Preto onde vivia. Era c.c Edmundo Russomano, teve que descobrimos:

3.1 Clara

3.2. Anésia

3.3. Nelson, todos residentes em Ribeirão Preto.

2.2. João Lúcio da Cunha Filho f. aos 29.AGO.1974, foi c.c Josefa Maria de Jesus, f. aos 24.SET.1991. Teve q.d.:

3.1 Juraci Lúcio Jr., n. aos 22.MAR.1941 e f. aos 20.ABR.2009.

3.2. Janete, c.c Darci Gouveia Gomes, aposentado do antigo banco banespa, tiveram dois filhos:

4.1. Fabiano

4.2. Graciele

3.3. Jaime Lúcio Júnior, casado com Guiomar Moreira. Teve:

4.1. Leandro

4.2. Leonardo

2.3. Lúcio da Cunha, c.c Nina Casasanta de Piracaia, ambos já falecidos teve q.d:

3.1. Almenor, já falecido e sem descendência.

2.4. Eleonor da Cunha, casado em 2º núpcias com Maria, ambos já falecidos. Teve q. d:

3.1. Roberto

2.5. Natália da Cunha, foi c.c Américo Almendra, foram residentes no Rio de Janeiro onde faleceram. Teve uma única filha:

3.1. Lia da Penha Almendra, c.c um médico de São José dos Campos, onde residem.

2.6. Julieta da Cunha, foi c.c Miguel Mora, espanhol, ambos falecidos. Teve um único filho:

3.1. Eraldo, casado e residente em Brasília/DF.

2.7. Rosa da Cunha, f. aos 19.FEV.1990, foi c.c Manoel de Camargo, f. aos 10.OUT1995. Teve 12 filhos:

3.1. Paulo Camargo, falecido menor

3.2. Vilma Camargo Cachioli, casada com Euclides Cachioli. Teve:

4.1. José Manoel Camargo, c.c Maria Celeste da Costa Cachioli. Teve:

5.1. Diego Ubiratan da Costa Cachioli

4.2. Izolete Aparecida Cahioli de Lima, c.c Eupedio Francisco de Lima. Teve:

5.1. Euclides Cachioli de Lima

5.2. Liliane Cachioli de Lima

4.3. Francisca Tadeu Ramos da Cruz, c.c Edivaldo Ramos da Cruz. Teve:

5.1. Rita de Cássia C. Ramos da Cruz

5.2. Francine Greice C. Ramos da Cruz

5.3 Edivaldo Ramos C. Ramos da Cruz

4.4. Elineuza Goreti Cachioli. Teve:

5.1. Joel Toma Cachioli

4.5. Edileuza Cachioli

3.3. Hermenegildo Camargo, foi c.c Noemia de Moraes Camargo, ambos falecidos. Tiveram:

4.1. Renato de Camargo, c.c Márcia Moreno de Camargo. Teve:

5.1. Maiara Moreno Camargo

5.2. Thais Moreno Camargo

4.2. Rosana de Camargo Hanzawa,c.c Claudio Koji Hanzawa. Teve:

5.1. Claudio Augusto Hanzawa

5.2. Cristiano Hanzawa

3.4. Oswaldo Camargo, falecido solteiro

3.5. Renato Camargo, falecido solteiro

3.6. Fábio Camargo, já falecido, foi c.c Diva Camargo. Teve:

4.1. Fábio Camargo Filho, c.c Marisa Sandini Camargo. Teve:

5.1. Karina de Camargo

5.2. Fabrício de Camargo

3.7. Creusa de Camargo Silva, c.c Abdiel Teodósio da Silva. Teve:

4.1. Edson Carlos da Silva, casado com Ana da Silva.

3.8. Paschoal de Camargo, casado Elvira Bilar Camargo. Teve;

4.1. Rosa Maria de Camargo

4.2 Fabiana Camargo Gomes, c.c Juliano de Mello Gomes. Teve:

5.1. Arthur de Camargo Gomes

4.3. Simoni de Camargo Silva, c.c Marco Antônio Pace da Silva

3.9. Cacilda Camargo de Almeida, c.c Antônio Leite de Almeida. Teve:

4.1. Silvia Leite de Almeida Viana, c.c Geraldo Viana. Teve;

5.1. Gustavo Leite de Almeida Viana

5.2. Guilherme Leite de Almeida Viana

4.2. Silvio Leite de Almeida

4.3. Solange Leite de Almeida

4.4. Selma Leite de Almeida

4.5. Sandra Leite de Almeida, c.c Cláudio Felício. Teve:

5.1. Carolina de Almeida Felício

3.10. Neuza Camargo, c.c Benedito Basílio de Moraes. Teve:

4.1. Vagner de Moraes

4.2. Flávio de Mores, c.c Adriana W. de Moraes. Teve:

5.1. Carolina W. de Moraes

4.3. Graciliano Basílio de Moraes

3.11. Fúlvia de Camargo Costa, casada com Fábio Costa, despachanteem Atibaia. Teve:

4.1. Fabiana Costa Romera, c.c Rinaldo Antônio Garcia Romera. Teve:

5.1. Júlia Costa Romera

4.2. Fábio Costa Filho, n. em 1973 c.c Gabriela Sanches Costa. Teve:

5.1. Tainá Sanches Costa

5.2. Thomaz Sanches Costa

3.12. Manoel Camargo Júnior, falecido solteiro

2.8. Juvenal da Cunha, c.c Maria, ambos já falecidos. Teve um único filho:

3.1. Álvaro, casado, residente em Ubatuba.

2.9. Maria José da Cunha, viúva, residente em Duartina, região de Bauru/SP. Teve q. d:

3.1. Neuza

3.2. Roberto

3.3. (…)

2.10. Izabel da Cunha “Bela Cunha” n. aos 07.MAR.1914, f. em outubro de 2005, foi casada em 1ª vez com Valdemar Almendra e em 2º vez com José Migliorança. Teve 1 filho do 1º e outro do 2º casamento :

3.1. Carlos Alberto, geógrafo e prof° universitário, c.c Lúcia Silveira. Teve:

4.1. Letícia

4.2. Carlos Alberto Júnior

3.2. João Batista, separado judicialmente de Tereza Cristina Bobadilho. Teve:

4.1. Felipe

2.11. Durval “Caçula”, foi c.c Lila Scapin, ambos falecidos e sem descendentes.

1.2. Benedito de Freitas ”Nito Raimundo” n. em 1875 e falecido por volta de 1945, foi casado com “Nhana Maria”, foram residentes em Bom Jesus dos Perdões, ambos já falecidos e sem descendentes.

1.3. Belmira Freitas Ferreira nascida em Atibaia em 1882 e aí falecida em 1929, foi casada com José Ferreira Bernardo n. aos 28.MAR.1889 e f. aos 11.MAR.1955, ambos foram residentes em Atibaia. Tiveram:

2.1. Pedro Antônio Ferreira, nascido em Atibaia aos 26.ABR.1921 e aí falecido aos 18.SET.1991, foi c.c. Maria Aparecida Nunciato Ferreira f. aos 30.OUT.1985. Tiveram:

3.1. Reginaldo Ângelo Ferreira n. 06.ABR.1954, foi maestro da fanfarra de Atibaia e faleceu aos 28.DEZ.2002 c.c. Elzira Duarte Ibraim Ferreira. Teve:

4.1. Felipe

4.2. Erica

2.2. José Antônio Ferreira, já falecido, foi c.c Isabel Tavares Ferreira. Teve:

3.1. Elza Tavares Ferreira, viúva de Valdir Brito, residente em Campinas.

3.2. Izabel Cristina Ferreira, foi c.c ˙Silvio Pinzan, contador em Atibaia. Teve:

4.1. Anderson Ferreira Pinzan n. aos 22 de maio, contador e professor.

4.2. Mayara Ferreira Pinzan

3.3. José Tavares Ferreira c.c Jane Gimenes, residentes em Minas Gerais.

2.3. Benedito Ferreira, já falecido, foi c.c Yolanda B. Ferreira. Teve:

3.1. Wanderlei Ferreira

3.2. Benedito Ferreira Filho

3.3. Neuza Ferreira, já falecida, todos foram casados e residentes em São Paulo.

2.4. Florisbela Bernardes Ferreira Chicaroni, f. aos 04.JAN.2005, foi casada com Ezelindo Chicaroni, residentes em Atibaia, filho de Teresa Alfani e de Guido Chicaroni ou Ciccaroni na forma original do sobrenome. Teve:

3.1. Rosangela Chicaroni, c.c Calos Alberto Figueiredo. Teve:

4.1. Carla Aparecida

2.5. Celina Ferreira França, f. aos 26.ABR.1998, foi c.c Pedro França n.aos 26.JUN.1910 e f. aos 24.MAIO.1987, foram residentes em Atibaia. Tiveram:

3.1. Cláudio, c.c Edna, proprietário de uma tipografia no bairro do Alvinópolis em Atibaia.

2.6. Aurora Ferreira Neves, já falecida, foi c.c José Neves. Foram residentes em Cotia/SP. Teve:

3.1. Maria Ferreira Neves, foi casada, já falecida.

3.2. Lourdes Ferreira Neves

3.3. José Neves Filho

3.4. Silvana neves, todos residentes em Cotia/SP e com descendentes.

2.7. Geni Ferreira, c.c Guilherme, residentes em Rio Claro/SP, sem informação.

2.8. Maria Ferreira, já falecida, foi casada e residente em São Paulo, mas sem informação.

Ermitão e família, foto clareada

Ermitão de Paula Freitas, sua esposa, sua filha Julieta e os netos Roberto e Bete

1.4. Ermitão de Paula Freitas, mais conhecido como “Militão” nasceu aos 10.JAN.1885 em Atibaia onde faleceu aos 01.ABR.1959, sendo sepultado no cemitério de São João Batista. Era comerciante e também músico, integrante da banda 24 de outubro de Atibaia (ver foto da banda no final deste título). Casou-se aos 05.JUL.1913 em Atibaia com Maria Joana Pires de Oliveira (ver 2.2., 1.4., N° 01, cap. 5° do título Oliveira Cesar), mas antes de se casar, rompeu com sua família e foi morar com Maria Joana numa casa na hoje avenida São João,em razão de sua família ser contra o casamento, muito provavelmente em razão da condição social e financeira de Maria Joana ser inferior a de Ermitão e por ser ela mulata. Após a morte da primeira filha do casal, Maria, que só levava o nome da mãe, o pai de Ermitão procurou o filho reconcilhando-se e o aconselhando que se casasse o que ocorreu após a benção dada pela família de Ermitão. Do casal Ermitão e Maria Joana descendem:

2.1. Maria, falecida na menoridade.

2.2. Mafalda, falecida na menoridade.

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Da esq. p/ direita Leoclécia, Leocélia e Benedita F. Maximiano(2.3.)

2.3. Benedita de Paula Freitas Maximiano nasceu aos 17.ABR.1915 em Atibaia e faleceu aos 28.JUN.1989 em São Paulo onde estava internada, sendo sepultada no cemitério São João Batista de Atibaia. Casou-se em Atibaia com Benedito Maximiano, mais conhecido com “Dinga”, comerciante proprietário de uma conhecida casa de calhas em Atibaia nascido aos 16.JUL.1910 em Atibaia e aí falecido aos 09.MAIO.1975. Dinga participou do batalhão Jerôrimo de Camargo na revoluçãoconstitucionalista de 1932. Teve:

3.1. Leonor, solteira, secretária executiva, residente em São Paulo.

3.2. Leonel Maximiano“Néi”, casado com Lídia Aiala, paraguaia, é comerciante proprietário da casa Dinga (calhas)fundada por seu pai. Teve:

4.1. Andréia, professora da rede municipal de ensino de Piracaia/SP. Teve:

5.1. João Vitor

4.2. Leonel c.c Raquel (ver 4.1., 3.5., 2.6., 1.1., N° 07, cap. 8° do título Pereira). Teve:

5.1. Natália

5.2. Miguel

4.3. Adriana

3.3. Leozildo n. aos 25.JAN.1945 e f. aos 16.ABR.2009. Teve:

4.1. Luiz Carlos, solteiro.

4.2. Eliana, n. aos 22.JUN.1973, separada. Teve:

5.1. Luiza, n. 2000

5.2. Lívia, gêmeas de

5.3. Letícia, nascidas em setembro de 2004.

4.3. Alexandre, n. aos 21.JUN.1974, casado, residente em Bragança Paulista. Teve:

5.1. Lucas

5.2. Matheus n. aos 15.DEZ.2009.

3.4. Leonice “Nice” nascida em Atibaia em 1946 c.c Benedito Luiz Carlos Lopes “Ditinho”, residentes na mesma rua do autor deste trabalho. Teve:

4.1. Tatiana n. aos 10.NOV.1975, c.c Weligton Rangel de Lima, técnico químico. Teve:

5.1. Amanda n. 02.JUL.2001.

5.2. David n. 02.FEV.2010.

4.2. Simone n. aos 10.NOV.1978, professora, c.c Nelson Alexandre Alves, corretor. Teve:

5.1. Pamela n. aos 26.AGO.2008.

5..2. Marcos Alexandre n. aos 26.NOV.2013.

4.3. Fabiana n. aos 16.FEV.1980, solteira, formada em marketing.

3.5. Leonilton “Dinguinha”, solteiro. Com geração.

3.6. Leocélia, solteira, professora aposentada do muninípio de Atibaia.

3.7. Leoclécia, solteira, advogada, residente em São Paulo.

3.8. Leoláika, c.c Ayres Rego Monteiro, engenheiro da Petrobrás. Teve:

4.1. Flávia n. aos 16.SET.1981, fonoaudióloga, c.c Fernando Degani. Teve:

5.1. Lucca

4.2. Rafaeln. 05.MAIO.1985, secretário executivo.

Alda, Bete, Julieta, Sônia, Patricia, Janaina, Karina e Livia

Da esq. p. dir. Alda de Paula Freitas Pinheiro (2.4.), Elisabete, Sônia, Karina De Carlo Cintra, Julieta Freitas de De Carlo, patrícia De Carlo Cintra, Daniela Bedore e Lívia Maria Bedore Castanho

2.4. Alda de Paula Freitas Pinheiro n. aos 04.NOV.1916 em Atibaia e ai casou-se com Benedito Pinheiro n. aos 11.AGO.1914 e f. aos 26.MAIO.1977 em Atibaia.Foi a primeira tia-avó do autor deste trabalho a completar 90 anos. Faleceu aos 27.OUT.2007, uma semana antes de completar 91 anos e está sepultada juntamente com seu primeiro marido no túmulo do seus avós (N° 04 atrás).Teve:

3.1. Reinaldo, falecido na menoridade.

3.2. Osvaldo de Jesus Pinheiro n. aos 06.AGO.1939 em Atibaia, falecido com 30 anos vítima de acidente automobilístico aos 16.NOV.1969 sem descendentes.

3.3. Heraldo Pinheiro, casado com Maria “Mariazinha”. Teve:

4.1. Tânia, separada judicialmente de Gean Borgano. Teve:

5.1. Camila Maria, nascida aos 01.ABR.1996.

5.2. Pedro Henrique

4.2. Heraldo Pinheiro Júnior nascido em 1971 c.c Claudia Maria Vieira de Resende. Teve:

5.1. Artur Resende Pinheiro n. aos 19.JAN.2010 e f. aos 20.JAN.2010.

4.3. Haroldo Pinheiro n. em 1981em Atiaia e aí casado aos 10.ABR.2010 c Adriana Yshida.

Joao Freitas.jpg

Patrícia De Carlo Cintra, Adriano Bedore, João Batista de Freitas (2.5.), Isaura e JanainaBedore na Pedra Grande – Atibaia

2.5. João Batista de Freitas nasceu em Atibaia aos 13.ABR.1919, foi c.c Isaura Albuquerque que era viúva de seu 1º marido com quem teve dois filhos. João Batista faleceu em Campo Grande/RJ, onde morava desde a década de 1950 aos 17.JAN.2003. Teve uma única filha:

3.1. Marlene, médica, falecida solteira em 1975 com 29 anos, sem descendentes.

001 Bete, Sônia, Julieta, Patricia e Alda

Julieta Freitas De Carlo (2.6.)na juventude e na melhor idade com suas três filhas e sua irmã Alda

2.6. Julieta Freitas De Carlo n. aos 21.MAIO.1925 na rua Santo Cruzeiro nº 37, atual rua Benedito de Almeida Bueno onde morou até o ano de 1986 quando mudou-se para rua 27 de junho n° 15, bairro Jardim Brasil. Casou-se aos 26.MAIO.1949 com Roberto De Carlo [ver N° 05, cap. 3° do título De Carlo]. Julieta faleceu às 11:20 horas do dia 04.OUT.2009 em sua residência. Teve 6 filhos, todos nascidos em Atibaia:

3.1. Roberto Aparecido De Carlos n. aos 02.ABR.1948, f. aos 29.JUN.1994, solteiro e s/desc.

3.2. Elisabete De Carlos “Bete” n. aos 29.OUT.1950, solteira e aposentada em Atibaia.

3.3. Marco Antônio De Carlos n. aos 18.MAIO.1954, f. aos 10.SET.1972, solteiro e s/desc..

3.4. Sônia Maria De Carlos Bedore n. aos 07.JAN.1953, c.c Odair Bedore (ver título Bedore). Teve:

4.1 Adriano Bedore, solteiro. É autor destas notas genealógicas.

4.2. Janaina Bedore, casada aos 22.OUT.2010 com José Leonardo L. da Rocha. Teve:

5.1. Leonardo n. aos 04.MAIO.2012.

4.3. Juliana Bedore, solteira é professora e pedagoga formada pela FAAT.

4.4. Daniela Bedore, técnica de enfermagem. Teve com Fernando Ortiz Castanho:

5.1 Lívia Maria Bedore Castanho n. aos 25.MAR.2002.

4.5. Eduardo Bedore n. aos 16.DEZ.1980.

4.6. Felipe Bedore n. aos 11.JUL.1983 c.c Patrícia Moghetti de Oliveira. Teve:

5.1. Maria Eduarda Morghetti Bedore n. 24.JUN.2003.

5.2. Maria Fernanrda Moghetti Bedore n. 24.JUN.2003.

3.5. Sérgio Luiz De Carlo n. aos 09.FEV.1961, funcionário público municipal em Atibaia. Teve:

4.1. Gabriela Barbosa De Carlos n. aos 06.FEV.1988, técnica em enfermagem.

3.6. Patrícia De Carlo Cintra n. aos 13.MAIO.1964, c.c Luiz Gonçaga Cintra. Teve 3 filhos:

4.1. Gustavo De Carlos Cintra n. aos 29.FEV.1984, formado em Ed. Físicapela FESB.

4.2. Michel De Carlos Cintra n. aos 27.AGO.1985, formado em Ed. Físicapela FESB.

4.3. Karina De Carlos Cintra n. aos 14.JAN.1988, engª química pela Fac. Oswaldo Cruz.

João Evangelista de Freitas e esposa

João Evangelista de Freitas e Josefa Benevento

1.5. João Evangelista de Freitas n. em 1893 em Atibaia e aí c.c Josefa Benevento (ver N° 02 do Cap. 1° do título Terranova), faleceu aos 11.JUN.1950 e sua esposa aos 10.JUN.1979 ambos em São José do Rio Preto onde residiam e constituíram numerosa família. João foi funcionário público em São José do Rio Preto e maestro da banda municipal daquela cidade. Teve cinco filhos:

2.1. Benedita, já falecida, foi casada com Antônio. Teve:

3.1.Marco Antônio

2.2. Roberto, falecido em maio de 1997, foi c.c Zenid, ambos falecidos. Tiveram:

3.1.Sergio

3.2.Solange

2.3. Enide, viúva de João, sem descendentes.

2.4. Audinivia, casada com Oswaldo. Com descendentes, mas sem informação.

2.5. Tereza, viúva de Reinaldo Amadio. Teve:

3.1. Antônio Carlos

3.2. Dulce Regina

3.3. José Reinaldo

3.4. André Luiz

1.6. Isaura de Freitas n. aos 04.SET.1894 em Atibaia, foi casada e residente em São Paulo onde constituiu família, mas não conseguimos descobrir sua descendência.

Capítulo 4º

Maria Rodrigues de Freitas

Maria Rodrigues de Freitas casou-se aos 12.JUL.1825 em Juqueri com João José de Oliveira, filho de Joaquim Cardoso de Oliveira e de Ana Joaquina de Santa Ana. Nada descobrimos.

Capítulo 5º

Raimundo Rodrigues de Freitas

Raimundo Rodrigues de Freitas tinha 14 anos no ano de morte de sua mãe (1824), portanto nasceu em 1810 em Guarulhos e faleceu na mesma freguesia aos 23.JUN.1862 onde era proprietário de dois sítios, sendo um de nome Morros e outro ‘Cancaia’ e casas na freguesia de Guarulhos. Segundo seu inventário deixos 8 filhos, embora fosse solteiro:

N° 01 Maria Candida da Conceição

N° 02 Luiz Rodrigues de Freitas n. em 1842

N° 03 Antonia n. em 1846

N° 04 Joaquim Rodrigues de Freitas n. em 1848

N° 05 Candida n. em 1850

N° 06 Rosa n. em 1852

N° 07 Antônio n. em 1856

N° 08 Jozina n. em 1859

N° 01 Maria Candida da Conceição casada com Francisco José de Freitas, provalmente seu tio paterno, capítulo 1°, moradores em Juqueri, nada mais descobrimos.

Capítulo 6º

Gertrudes Rodrigues de Freitas

Gertrudes Rodrigues de Freitas tinha 13 anos no ano de morte de sua mãe (1824), portanto nasceu em 1811 em Guarulhos e faleceu aos 16.MAIO.1848. Teve segundo seu inventário 5 filhos:

N° 01 Maria Policena

N° 02 Joaquim n. em 1830

N° 03 Quitéria n. em 1838

N° 04 Antonia n. em 1842

N° 05 Francisco n. em 1846

N° 01 Maria Policena era natural de Guarulhos e já se encontrava casada no ano de morte de sua mãe (1848) com Gabriel Rodrigues Pereira e eram morados de Nazaré. Casou-se segunda vez com Antônio José de Freistas, seu parente com certeza com quem teve dois filhos. Maria Policena faleceu aos 30.MAIO.1860. Teve:

1.1. Lucia n. em 1856.

1.2. Idalina n. em 1857.

Capítulo 7º

Josefa Rodrigues de Freitas

Josefa Rodrigues de Freitas tinha 10 anos no ano de morte de sua mãe (1824), portanto, nasceu em 1814, foi a primeira esposa de Inocêncio Barbosa de Albuquerque que foi casado segunda vez com Candida Maria do Espirito Santo. Teve, segundo o inventário de seu marido que falece aos 02.JUN.1867 5 filhos:

N° 01 Maria Barbosa

N° 02 Joana Barbosa

N° 03 João Rodrigues Barbosa

N° 04 Manoel Rodrigues Barbosa com 17 anos em 1867

N° 05 Felix Rodrigues Barbosa

N° 01 Maria Barbosa c.c Demétrio Cardoso, eram residentes em Guarulhose em 1867, residentes em Guarulhos em 1867.

N° 02 Joana c.c Guardiano Antônio da Silva, residentes em Santa Ifigênia em 1867.

N° 03 João Rodrigues Barbosa c.c (…), residentes em Santa Ifigênia em 1867.

N° 05 Felix Rodrigues Barbosa, já era falecido em 1867. Foi c.c Maria dos Anjos de Oliveira Pinto com quem teve:

1.1. Benedito com 5 anos em 1867.

1.2. Joaquim com 3 anos em 1867

1.3. José com 9 mesess em 1867, todos residentes em Guarulhos.

FIM DO TÍTULO FREITAS

Imagem

Foto de 1934 da coorporação musical 24 de Outubro fundada aos 15.JAN.1931. Da esq. p/ dir. sentados: José Anselmo, Ermitão de Paula Freitas(ver 1.4., N° 04 do título Freitas), Olegário Lobo, Waldemar Benevento (ver N° 06, cap,. 1° do título Terranova),Francisco Lamoglia Filho com o garoto: Romualdo Aloia. Em pé na 1ª fila:Pedro Serbino, Bertinho Peranovick, Mário Cesar Melquiades Silva (ver 2.2., 1.7., N° 01, cap. 5° do título Oliveira Cesar), Waldemar Pedroso, Piara, Vitor Belvizzo.2ª fila: Antônio Venâncio, Sebastião, Galileu Vulcano, João de Lima e João Cerbino.

Título XII

Família TERRANOVA

Descendentes do italiano Giuseppe Antônio Terranova

Disposição genealógica (Tronco, capítulos e demais desdendentes): Adriano Bedore [Inédita]

Pesquisas: Adriano Bedore

RELAÇÃO DO TRONCO COM ATIBAIA/SP

● O Tronco, italiano Giuseppe Antônio Terranova, imigrou da Itália para o Brasil e outros países americanos, mas segundo informaçõs familiares retornou para Itália.

RELAÇÃO DO TRONCO COM O AUTOR

● O Tronco é tretravô (avô em 4° grau) do autor deste trabalho. É também avômaterna de Antônio De Carlo, bisavô materno do autor destas notas genealógicas. Dos 16 troncos retratados neste trabalho é o mais próximo deste autor.

CIDADES MAIS CITADAS NESTE TÍTULO

● Atibaia (antiga São João de Atibaia), Lins/SP e São Paulo/SP

GIUSEPPE ANTÔNIO TERRANOVA

Giuseppe Antônio Terranova nasceu aos 16.NOV.1840 em Vinchiaturo[337] província de Campobasso na região de Molise, era ferreiro e filho de Michele Terranova nascido aos 09.JUL.1818 também em Vinchiatro e também ferreiro e de Mariantonia Pistillo nascida aos 12.JUN.1815 em San Giuliano Del Sannio e aí falecia aos 14.OUT.1860. Neto paterno de Francesco Antônio Terranvoa, nascido aos 02.JAN.1798 e de Maria Rosa Savastano nascida aos 12.JUL.1792 e falecida aos 26.JAN.1877 em Vinchiaturo onde casaram-se aos 07.MAR.1816 e neto materno de Frascesco Pistillo e de Ana Gallo. Giuseppe casou-se aos 21.DEZ.1866 em San Giuliano Del Sannio/CB com Maria Saveria Ricciardi[338] nascida aos 09.DEZ.1838 em San Giuliano Del Sannio onde há muitos Ricciardi sepultados no cemitério da cidade. Maria Saveria era filha de Costantino Ricciardi nascido aos 18.JAN.1811 em San Giuliano e aí falecido aos 15.SET.1886 e de Mariantonia Mucci. Neta patera de Alberto Ricciardi e de Ana Maria Guarnieri.

Segundo relatos familiares Giuseppe imigrou para o Brasil ou para outro país da America do sulpor volta de 1890 tendo retornado para Itália pouco tempo depois. Em Vinchiaturo há clubes de descendentes de várias famílias da cidade e da região que imigraram para os EUA e principalmente para o Canadá, inclusive membros da família Terranova onde até hoje existem pessoas com este sobrenome.

Entre as cidades de Vinchiaturo e Baranelo existe uma localidade (pequeno bairro) com o nome de Terranova em decorrência do grande número proprietários e habitantes com este sobrenome, os quais muito provavelemnete pertençam a mesma família de Giuseppe Antônio.

Do casal Giuseppe Antônio Terranova e Maria Saveria Ricciardi, descendem, segundo relatos familiares, cinco filhos, sendo duas que imigraram e se estabeleceram em Atibaia em meados da últimas década do século XIX. São eles:

Giuseppe Teranova e sua esposa

Giuseppe Antônio Terranova e Maria Saveria Ricciardi

Capítulo 1° Maria Antonia Terranova [Benevento]

Capítulo 2° Filomena Terranova [De Carlo] (minha trisavó)

Capítulo 3° Pachoal Terranova

Capítulo 4° Cristina Terranova

Capítulo 5° Luisa Terronova

Capítulo 1º

Mariantonia Terranova

Maria Antonia Terranova nasceu aos 18.JAN.1868 em Baranello e casou-se aos 22.JAN.1892 em Guardiaregia/CB com Raffaele Benevento, filho de Angelo Benevento e de Speranza Tartorella. Raffaele e Maria Antonia imigraram para o Brasil com a primeira e até então, única filha, estabelecendo-se em Atibaia em 1894. Raffaele Benevento n. aos 08.ABR.1874 em Ospedaletto D’Alpinolo, província de Avellino, região da Campania e f. em São Paulo aos 26.NOV.1930 sendo sepultado em Atibaia e pode ser considerado o tronco da família Benevento de Atibaia. Sua esposa Maria Antonia Terranova f. aos 02.DEZ.1940 em Atibaia, e ambos estão sepultados no cemitério do Santíssimo. Em Atibaia o casal Rafaele Benevento e Maria Antonia Terranova moraram incialmente na fazenda de Nhô Tomé Franco, depois em 1897 na fazenda do major Joaquim Bueno de Aguiar “Joaquim Tenente” e depois mudaram-se paraa cidade, estabelecendose- na rua José Lucas, rua José Alvim e por fim na rua dr. Álvaro Correa Lima n° 248, onde também tinham uma ‘venda’, além de terem uma chácara no Jardim do Lago onde plantavam e criavam animais. Tiveram 9 filhos, sendo 2 falecidos na menoridade, são eles:

N° 01 Angelina Benevento

N° 02 Josefa Benevento

N° 03 Antônio Benevento

N° 04 Benedita Esperança Benevento

N° 05 Domingos Benevento

N° 06 Waldemar Benevento

N° 07 Assunta Benevento

N° 01 Angelina Benevento, mais conhecida como Júlia, nasceu em 1894 provavelmente em Guardiaregia/CB e f. aos em Atibaia aos 23.NOV.1963. Casou-se aos 19.FEV.1913 com João Fernandes da Silveira, natural de Atibaia n.aos 30.MAR.1888, filho de José Fernandes da Silveira e Helena Maria Antonia. Teve q.d:

1.1. Edgar Fernandes da Silveira f. aos 02.JUN.1980.

1.2. Elvira Fernandes da Silviera f. aos 19.SET.1974.

N° 02 Josefa Benevento n. aos 28.MAIO.1896 em Atibaia, no bairro do Itapetinga, c.c João Evangelista de Freitas (ver descendência em 1.5., N° 04, cap. 2° do título Freitas).

N° 03 Antônio Benevento n. aos 20.MAIO.1898 e f. aos 25.AGO.1975, foi c.c Benedita Evangelista, mas não tiveram filhos. Foi açougueiro.

N° 04 Benedita Esperança Benevento n. aos 10.AGO.1903 em Atibaia e aí f. aos 27.SET.1988, era modista. Foi casada aos 18.OUT.1927 com Sebastião Silveira n. aos 29.MAR.1889 e f. aos 13.AGO.1928, contador, filho de Delfina Franco da Silva e do cap. Egídio José da Silveira que foi vereador, juiz de paz e intendente municipal de Atibaia entre 01.JAN.1895 a 07.JAN.1896 e f. aos 14.MAR.1914. Tiveram um único filho:

1.1. Sebastião Lázaro da Silveira “Tião Lázaro” n. aos 01.AGO.1928 e f. aos 06.MAIO.2004. Casou-se 1ª vez com Lazarina Vergara “Lazinha” n. os 27.MAR.1932 e f. aos 30.JUN.2008 com quem teve um único filho (2.1.) e 2ª vez com Maria Gimenez do Amaral Silveira, fª de José Gimenez Santiago e de Alice Franco do Amaral Santiago[339], com quem teve uma única filha (2.2.):

2.1. Egídio José Silveira Neto n. aos 08.OUT.1951. Foi casado 1ª vez com Maria Aparecida Silveira com quem teve os 3 primeiros filhos e 2ª vez com. È residente em Terra Preta, distrito do município de Mairiporã/SP:

3.1. Elvira Maria Benevento Tanos n. aos 24.SET.1977, psicopedagoga, c.c Michel Tanos, advogado (ver 3.1., 2.2., 1.2., N° 05, cap. 8° do título Leite). Teve:

4.1. Laura Benevento Tanos n. aos 17.NOV.2009.

3.2. Juliana Benevento Tessaro Raffaeli, pedagoga, n. 10.DEZ.1982 c.c Edgarda Tessaro Raffaeli. Teve:

4.1. Giovanna Benevento Tessaro Raffaeli n. em agosto de 2011.

3.3. Rafael Benevento, n. 13.ABR.1984.

2.2. Licemara Benedita Benevento Amaral Silveira n. aos 29.JUN.1985, fisioterapeuta, c.c Marcos Guilherme Cassolato de Oliveria n. aos 30.MAIO.1983, residentes em Várzea Paulista/SP.

N° 05 Domingos Benevento n. aos 18.FEV.1906 em Atibaia e aí f aos 03.FEV.1949, foi serralheiro, carpinteiro e professor de violão, falaceu solteiro e sem descendentes.

N° 06 Waldemar Benevento, foi torneiro mecânico, açougueiro e músico componente da banda 24 de outubro. Nada descobrimos.

N° 07 Assunta Benevento, n. em 1912 em Atibaia e f. aos 04.MAR.1991 em Jundiaí/SP, sendo sepultada em Atibaia, foi funcionária pública municipal em Atibaia na área de educação. Faleceu solteira e não deixou descendentes.

Capítulo 2º

Filomena Terranova

Filomena Terranova nasceu segundo a lápide de seu túmulo aos 20.ABR.1869 e segundo sua certidão de nascimento aos 08.AGO.1869 em Baranello/CB. Casou-se com Gennaro De Carlo aos 04.AGO.1892 em Guardiaregia/CB (ver tronco do título De Carlo).

Capítulo 3º

Pascoal Terranova

Pascoal Terranova, nada descobrimos.

Capítulo 4º

Cristina Terranova

Cristina Terranova, nada descobrimos.

Capítulo 5º

Luisa Terranova

Luisa Teranova, nada descobrimos.

$

FIM DO TÍTULO TERRANOVA

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Vista de Vinchiaturo/CB através da torre de sua igreja matriz

FOTOS DE FAMILIARES

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Na frente da esquerda para direita Nice Maximiano Lopes, Sandra Lazzarini, Sônia De Carlo Bedore, acima da esquerda para direita Patricia De Carlo Cintra, José Benedito De Carlo, Iraci Noviski, Julieta Freitas De Carlo, Alda Freitas Pinheiro, Elisabete De Carlo, Bete e Filomena De Carlos Lazzarini. Crianças: Lívia Maria e Amanda em dezembro 2006

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Da esquerda para direita Odair, Janaina, Juliana Bedore, Michel De Carlo Cintra, Luiz Gonzaga Cintra, Patrícia De Carlo Cintra, Daniela Bedore, Roberto De Carlo, Gustavo De Carlo Cintra, Alda Freitas Pinheiro, Adriano Bedore, José Benedito De Carlo, Gabriela Barbosa De Carlo, Karina De Carlo Cintra, Elisabe De Carlo, Sônia Maira e Julieta Freitas De Carlo, crianças: Fábio José, Lívia Maria, Maria Eduarda e Maria Fernanda em maio de 2005.

Título XIII

Família DE CARLO

Descendentes do imigrante italiano Gennaro De Carlo

Disposição genealógica (Tronco, capítulos e demais desdendentes): Adriano Bedore [Inédita]

Pesquisas: Adriano Bedore

RELAÇÃO DO TRONCO COM ATIBAIA/SP

● O Tronco, italiano Gennaro De Carlo, imigrou da Itália em maio de 1895 diretamente para Atibaia/SP, portanto, sua família está em solo Atibaiano há 116 anos.

RELAÇÃO DO TRONCO COM O AUTOR

● O Tronco é trisavô (avô em 3° grau) do autor deste trabalho. É também pai de Antônio De Carlo, bisavô materno do autor destas notas genealógicas. Dos 16 troncos retratados neste trabalho é o mais próximo deste autor.

CIDADES MAIS CITADAS NESTE TÍTULO

● Atibaia (antiga São João de Atibaia), Lins/SP e São Paulo/SP

GENNARO DE CARLO

Gennaro De Carlo, mais conhecido como Janoário de Carlos, nome e sobrenome aportuguesados, nasceu aos 21.JAN.1867 em Guardiaregia[340]na província de Campobasso, região de Molise[341]e era filho dos italianos Isidoro De Carlo nascido em 1834/35 em Guardiaregai e aí falecido aos 08.MAR.1909 e de Mariantonia Arcari nascida em Guardiaregia em 1840 e lá falecida após 1909. O Arcari pode ter provável origem grega. Neto materno de Rocco Nicola Arcari [342] nascido em 1808 em Sepino/CB e de Vittoria Chiarizia e neto paterno de Gennaro De Carlo nascido em 1813 e falecido aos 11.SET.1874 e de Angela Piazza nascida em 1813.

Gennaro imigrou para o Brasil desembarcando no porto de Santos, vindo através do vapor “Fortunata R” aos 07.MAIO.1895 juntamente com sua mulher Filomena Terranova e uma filha de nome Maria (cap. 1° a seguir). Filomena Terranova (ver cap. 2° do título Terranvoa) nasceu aos 20.ABR.1869, segundo a lápide de seu túmulo e aos 08.AGO.1869 segundo sua certidão, em Baranello, também Província de Campobasso faleceu em Atibaia aos 28.MAR.1923.

Assim que imigrou para o Brasil Gennaro estabeleceu-se em Atibaia e pode ser considerado o tronco da família De Carlo na cidade onde foi comerciante, proprietário de um açougue especializado em carnes suínas no antigo mercado municipal de Atibaia. Gennaro faleceu aos 04.FEV.1940 em sua casa, situada na rua 13 de maio nº24 (casa ainda existente) e foi sepultado no cemitério de São João Batista. A rua 13 de maio em Atibaia lembra muito a rua de onde nasceu Gennaro em Guardiaregia.

Descobrimos através dos arquivos da igreja dos mórmons na internet que a família De Carlo e ligadas a ela na minha genealogia viveram da pequena cidade de Guardiaregia de menos de 800 habitantes pelo menos do século XVIII até a presente data. A grafia do sobrenome De Carlo até aproximadamente meados do século XIX era Di Carlo. Também descobrimos que muitos cidadãos da região de Guardiaregia imigraram para os EUA e especialmente para o Canada, inclusive membros da família De Carlo, o que nos faz concluir que muitos De Carlo, parentes de Gennaro, vivem nos EUA e no Canada na atualidade.

Do casal Gennaro De Carlo e Filomena Terranova, casados aos 04.AGO.1892 em Guardiaregia, descendem cinco filhos, todos, exceto a primeira filha nascida na Itália, são naturais de Atibaia:

Capítulo 1º Maria De Carlo

Capítulo 2º Isidoro De Carlo

Capítulo 3º Antônio De Carlo (meu bisavô)

Capítulo 4º Maria Carmelita De Carlo Costa

Capítulo 5º Nicolina De Carlo dos Santos

Capítulo 1º

Maria De Carlo

Maria De Carlo nasceu aos 15.ABR.1894na via Cesta, 44 em Guardiaregia/CBe imigroujuntamente com seus pais com apenas dez meses de idade para o Brasil, diretamente para Atibaia onde faleceu aos 28.DEZ.1900 de tétano na casa onde vivia sua família no Largo Municipal.

Capítulo 2º

Isidoro De Carlo

Isidoro De Carlos nasceu em Atibaia aos 06.JAN.1897 e faleceu em São Paulo para onde teria ido cobrar uma dívida aos 26.FEV.1949, vítima provavelmente de um assalto. Era comerciante, proprietário de uma padaria e fora também integrante da Guarda Nacional. Casou-se em Atibaia aos 23.OUT.1930 com Iselda Zago De Carlo, nascida em Atibaia aos 21.SET.1904 e aí falecida aos 28.SET.1991. Izelda morou durante muitos anos próxima a casa do autor destas notas genealógicas na rua Amadeu Amaral. Isidoro e Izelda estão sepultados no cemitério São João Batista e não deixaram descendentes.

Isidoro De Carlo ANTÔNIO DE CARLO E ESPOSA2.JPE

1ª Foto Isidoro De Carlo (cap. 2°). 2ª Foto: Antônio De Carlo (cap. 3°)e sua esposa Maria do Carmo Leite

Capítulo 3º

Antônio De Carlo

Antônio De Carlo, mais conhecido como “Antônio Pito ou Pita”, apelido este, segundo relatos familiares, por ser possuidor de uma propriedade na Estância Lynce onde se encontrava grande quantidade de uma vegetação de nome Pita, nasceu aos 10.ABR.1900 no Largo Municipal nº 08 em Atibaia. Foirespeitado comerciante do ramo de açougue em frente ao mercado municipal (rua Benedito de Almeida Bueno) e proprietário de terras em Atibaia, tendo feito também viagens com tropas.[343]

Entre suas propriedades rurais, destacamos: 1)a chácara “Registro” com três alqueires e meio na Estância Lynce, onde hoje compreenderia aproximadamente entre o Macdonalds até aproximadamente a antiga pizzaria Estância, incluindo o loteamento Aclimação, feito por Antônio De Carlo, com a seguinte descrição em 1936, ano de sua aquisição: “…começam na ponte do Ribeirão do Moinho[344], segue margeando a estrada de rodagem de São Paulo até encontrar terras de Horácio Netto, confrontando com a estrada pública; ai faz canto, toma a direita e segue por um valo até o córrego Piqueri; ai faz canto, toma a direita e segue pelo corrego abaixo até o Ribeirão do Moinho, confrontando até aqui com Horácio Neto; deste ponto sobe o Ribeirão do Moinho acima até o ponto onde se começou, confrontando com Januário Antônio do Prado…”, 2) o sítio de 47 alqueires, no bairro do Itapetinga[345] adquirida em 1941 e 3) o sítio de 32 alqueires em Caetetuba, que era parte da antiga fazenda Campezina dos Ferraz, herdada por Monica Ferraz Bueno e seu marido José Herculano Bueno. Antônio De Carlo vendeu a mesma propriedade à família Yano que lá construiu um marco pela paz mundial, erigido pela colônia japonesa.

Também foi sócio em alguns empreendimentos de César Memolo, grande empreendedor em Atibaia nas décadas de 1940 a 1960, para o qual vendeu a chácara registro que em parte foi transformada por Cezar Memolo no badalado loteamento denominado Estância Lynce e no próprio clube de campo do mesmo nome e Hotel, hoje com o nome de Gran Rocca.

sede do sítio registro, vista de perto

Foto que mostra no canto à esquerda a sede do sítio Registro e no meio uma estrada que hoje é a avenida Lucas Nogueira

Garcês, ao fundo e acima, a igreja matriz.

Antônio De Carlo viveu por algum tempo na chácara registro e por muitos anos morou na rua Benedito de Almeida Bueno no centro de Atibaia, onde foi proprietário de uma padaria e um açougue em frente ao atual mercado municipal. Faleceu aos 18.JAN.1983 em sua propriedade na rua Benedito de Almeida Bueno. Transcreveremos a seguir o féretro de seu falecimento publicado no “O Atibaiense”:

“Com imenso pesar ausentou-se de nós, rumo as estrelas, às 12:10 horas do dia 19 último, o grande e mais que prestante cidadão, Sr. Antônio de Carlos. Escravo do trabalho, sempre teve por lema a recomendação evangélica:’Seja o trabalho tua prece a Deus’. No necrotério, completamente cheio, ouvimos em profundo respeito silencioso a palavra fluente e consoladora do dileto discípulo de Jesus, o beneditino Carlos (…) O nosso amigo partiu com a consciência do dever cumprido. Até à vista, senhor Antônio. Até à vista.” Assina José Augusto A de Oliveira.

Foi casado aos 08.FEV.1923 em Atibaia com Maria do Carmo Leite De Carlo [ver Títulos Siqueira Franco, Pires de Camargo, Alves do Amaral, Soares, Bueno, Pereira e Leite], (são os bisavós maternos do autor destas notas genealógicas), com quem teve seis[346] filhos, todos naturais de Atibaia:

Nº 01 José Benedito De Carlo

Nº 02 Iraci Noviski

Nº 03 Francisco

Nº 04 Iolanda

Nº 05 Roberto De Carlo

Nº 06 Philomena De Carlos Lazzarini

Nº 03 Francisco nascido aos 02.SET.1927 e falecido aos 15.JAN.1928.

Nº 04 Iolanda nascida aos 22.SET.1928 e falecida na menoridade.

Irmãos De Carlo, menores Zezinho, Roberto, Iraci e Filomena

Os quato irmãos (José, Roberto, Iraci e Philomena) na infância e na melhor idade

Nº 01 José Benedito De Carlo ou “Zezinho” n. aos 21.SET.1923. Foi comerciante e até 1983,proprietário da padaria “São José” na esquina da rua Benedito de Almeida Bueno com a rua José Pires, onde morou toda sua vida e onde faleceu vítima de um atropelamento por uma motocicleta aos 18.JUN.2007. Era solteiro e não deixou descendentes.

Nº 02 Iraci De Carlo Noviski “Nega” n. aos 03.MAIO.1926 ef. aos 02.AGO.2008. Foi c.c Napoleão Noviski n. aos 30.NOV.1924. Foi Napoleão vereador em Atibaia eleito em 1963 para o mandato de 64/67, mas não chegou a completá-lo vindo a falecer aos 10.JAN.1965, profundamente desgostoso com os andamentos políticos na cidade decorrente das arbitrariedades advindas com o golpe militar que teve sérios reflexos em Atibaia culminando com as injustas perseguições e posterior cassação de vereadores e do então prefeito Geraldo Cunha Barros. Napoleão Noviski foi sem dúvida, uma das vítimas deste infeliz episódio da vida política do Brasil e de Atibaia em particular. Tiveram uma única filha:

1.1. Ivete Noviski Teixeira n.aos 05.NOV.1950, professora, c.c Antônio Luiz Teixeira “Toli” (ver 4.1., 3.6., 2.7., 1.3., N° 08, cap. 5° do título Alves do Amaral) também professor e comerciante em Atibaia, proprietário do tradicional “Lojão Teixeira”. Foi Antônio Luiz Teixeira presidente da diretoria executiva do conceituado São João Tênis Clube de 1997 a 2000 onde é conselheiro vitalício, foi presidente da Associação Comercial de Atibaia até 2008. Teve um único filho:

2.1. Rafael Noviski Teixeira n. aos 27.JUN.1977, formado em administração de empresas 2002 pela USF e em direito pela FAAT em 2008, solteiro é comerciante em Atibaia. Teve:

3.1. Gabriela n. aos 19.NOV.2013.

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Roberto De Carlo e Julieta Freitas De Carlo

Nº 05 Roberto De Carlo mais conhecido como “Roberto Pita” nasceu aos 14.DEZ.1929 na rua Santo Cruzeiro nº 39, hoje rua Benedito Almeida Bueno. Casou-se aos 26.MAIO.1949 na matriz de Atibaia com Julieta Freitas De Carlo [ver 2.6., 1.4., N° 04, cap. 2° do título Freitas] (são os avós maternos no autor destas notas genealógicas). Teve seis filhos, todos naturais de Atibaia:

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Roberto Aparecido De Carlo e Marco Antônio De Carlo

1.1. Roberto Aparecido De Carlo “Robertinho” n. aos 02.ABR.1948 em Atibaia e faleceu em Amparo onde se encontrava hospitalizado aos 29.JUN.1994, sendo sepultado no cemitério São João Batista de Atibaia. Faleceu solteiro e sem descendentes.

1.2. Elisabete De Carlo “Bete” nasceu aos 29.OUT.1950. Solteira e aposentada, reside no mesmo bairro do autor deste trabalho.

1.3. Marco Antônio De Carlo nasceu aos 18.MAIO.1954 e faleceu na rodovia Presidente Dutra, município de Jacarei/SP em acidente motociclistico aos 10.SET.1972, solteiro e sem descendentes.

1.4. Sônia Maria De Carlo Bedore nascida aos 07.JAN.1953. Casada com Odair Bedore (ver títuloBedore), são os pais do autor destas notas genealógicas. Teve seis filhos todos naturais de Atibaia, ver descendência em vários títulos deste trabalho.

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Sérgio Luiz De Carlo, sua mãe Julieta e Lívia Maria Bedore Castanho

1.5. Sérgio Luiz De Carlo, nasceu aos 09.FEV.1961, funcionário público municipal em Atibaia. Divorciado. Teve:

2.1. Gabriela Barbosa De Carlo nascida aos 06.FEV.1988, técnica em emfermagem.

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Gustavo, Karina, Michel, Luiz e Patrícia em 2008

1.6. Patrícia De Carlo Cintra nascida aos 13.MAIO.1964, técnica em química, casada em 1983 com o empresário Luiz Gonzaga Cintra filho de Benedito Cintra[347] f. aos 10.DEZ.1998 e de Catarina Blasko, esta filha de Romam Blasko e de Sofia Jauman, ambos croatas que chegaram em Atibaia em 1946. Patricia e Luiz têm três filhos, todos naturais de Atibaia:

2.1. Gustavo De Carlo Cintra nascido aos 29.FEV.1984, formado em Educação Física na FESB.

2.2. Michel De Carlo Cintra nascido aos 27.AGO.1985, formado em Educação Física na FESB e em administração pela FAAT em 2011.

2.3. Karina De Carlo Cintra nascida aos 14.JAN.1988,formada em engenharia química, pela faculdade Oswaldo Cruz em São Paulo em 2010.

Nº 06 Philomena De Carlo Lazzarini “Mena” nascida aos 02.NOV.1931, viúva de João Torquato Lazzarini, nascido aos 13.AGO.1922 no bairro da Mooca em São Paulo, filho de imigrante italiano e falecido também em São Paulo aos 29.ABR.1985, casados em 09.DEZ.1950 em Atibaia. Teve dois filhos:

1.1. Sandra Regina Lazzarini nascida em 25.OUT.1951, divorciada, residente em Atibaia. Teve um único filho:

2.1. Ricardo Lazzarini Garcia, nascido em São Paulo aos 05.AGO.1972, separado judicialmente, formado em administração de empresas, empresário em Guarulhos, proprietário de uma transportadora, residente em Atibaia. Teve:

3.1. Enrico nascido aos 17.OUT.2000.

3.2. Rodrigo, nascido aos 17.JUL.2008.

1.2. Ricardo Lazzarini n.em São Paulo aos 10.JUL.1954, aviador, foi casado em 1º núpcias com Sônia Maria Dagli e em 2º núpcias com Patrícia, residente em Bragança Paulista. Teve três filhos com a 1ª esposa e um filho com a 2º:

2.1. Ludimila nascida aos 25.MAR.1979, teve:

3.1. Gabriel nascido aos 26.MAR.1997.

2.2. Sabrina nascida aos 16.NOV.1981.

2.3. Henrique nascido aos 13.DEZ.1983

2.4. Ricardo nascido aos 19.SET.1995

Capítulo 4º

Maria Carmelita De Carlo Costa

Maria Carmelita De Carlo Costa ou Maria Carmella nasceu aos 02.AGO.1902 em Atibaia e aí casada aos 15.OUT.1929 com José Costa Rezende, natural de Socorro/SP. Após o seu casamento mudou-se para a cidade de Lins/SP onde viveu por mais de sessenta anos e constituiu sua família. Faleceu em Lins/SP aos 27.NOV.1993, sendo sepultada no cemitério municipal daquela cidade. Teve q.d:

Nº 01 João

Nº 02 Adalberto

Nº 03 Lourival

N° 04 Jaira

Nº 04 Creunice

Nº 05 Hélio

N° 01. João, foi residente em São Paulo, onde faleceu em 2008.

Nº 02 Adalberto, casado com Ana. Teve,q.d.:

1.1 Valéria, nascida aos 17.AGO.1973, casada, residente em Ilheus/BA. Teve:

2.1. Hugo

2.2. Ana Laura Rezende Ferreira Santos

1.2. ( ?) nascido (a) em 1980.

1.3. Amélia, teve:

2.1. Eduarda

N° 03 Lourival, residente em São Paulo.

N° 04 Jaira, residente em Lins/SP

N° 05 Creunice, residente em São Matheus, São Paulo.

N° 06 Hélio, residente em Lins/SP

Nicolina De Carlo

Nicolina De Carlo dos Santos

Capítulo 5º

Nicolina De Carlos dos Santos

Nicolina De Carlos dos Santos “Colita” nascida aos 06.DEZ.1905, foi casada aos 26.JUN.1935 em Atibaia com Benedito Agenor dos Santos “Didi”n. aos 04.JUL.1899 e f.aos 05.OUT.1968. Nicolina juntamente com seu marido e família foram moradores do bairro CTB. Nicolina faleceu aos 06.SET.1985 e juntamente com seu marido foi sepultada no túmulo de seus pais no cemitário São João Batista. Tiveram sete filhos:

Nº 01 Danilo dos Santos

Nº 02 Ailton de Carlos dos Santos

Nº 03 Onildes dos Santos

Nº 04 Jurandir dos Santos

Nº 05 Ailton dos Santos

Nº 06 Claudete dos Santos

Nº 07 Maria Lúcia dos Santos

Nº 01 Danilo dos Santos, nascido em 1938, c.c Jandira dos Santos, residentes em Campo Limpo. Teve q.d.:

1.1. Elder dos Santos.Teve:

2.1. Mariana

1.2. Elaine dos Santos

Nº 02 Ailton de Carlos dos Santos, falecido na menoridade.

Nº 03 Onildes dos Santos Teixeira “Nide”, viúva de João Bento Teixeira (ver desc. em 3.2., 2.1., 1.6., N° 03, cap. 2° do título Fretias), falecido em 1984. Teve João Bento Teixeira de seu 1º casamento: Janete Teixeira, casada com o Nº 05. a seguir: Teve sete filhos, descritos no título Freitas.

Nº 04 Jurandir dos Santos “Jura”, c.c Maria José dos Santos, residentes em Bom Jesus dos Perdões/SP, sem descendentes.

Nº 05 Aiton dos Santos, casado com Janete Teixeira (ver 4.1., 3.2., 2.2., 1.6., N° 03, cap. 2°, título Freitas), filha do 1º casamento de João Bento Teixeira, casado em 2º núpcias com Onildes dos Santos Teixeira, Nº 03 deste título. Teve:

1.1. Cristina Claudete Teixeira dos Santos Camargo, c.c Benedito Camargo. Teve:

2.1. Jenifer n. em 1985.

2.2. Aline n. em 1992.

1.2. Rosimeire F. Santos, c.c Luiz Augusto Cario. Teve:

2.1. Daniele

2.2. Jéssica

2.3. Letícia

1.3. Adailton Agenor dos Santos, casado e com descendentes.

1.4. Claudia. Teve:

2.1. Vitor

2.2. Lucas

Nº 06 Claudete Santos Bueno n. aos 15.JUL.1946 e f. aos 08.JAN.2010. Foi casada com Antônio Bueno “Satã” f. em abril de 2017. Foram residentes no bairro do CTB. Teve:

1.1. Antônio Marcos nascido em 1973, c.c. Viviane da Costa Bueno, funcionário do Hospital Novo Atibaia. Teve:

2.1. João Victor n. aos 02.JAN.1999.

2.2. Maria Clara n. aos 07.SET.2005.

1.2. Rosana Maria, c.c Eduardo Chamadoira Teixeira. Teve:

2.1. Júlia n. aos 27.OUT.2001

2.2. Thiago n. aos 27.SET.2009

1.3. Ricardo “Boquinha” nascido em 1979, casado. Teve:

2.1. Elias Gabriel Machado Bueno n. aos 14.NOV.2003

2.2. Ana Claudia n. aos 05.MAR.2008 e falecida aos 09.MAR.2008.

2.3. Camily Vitória n. aos 14.AGO.2009.

Nº 07 Maria Lúcia dos Santos Santiago, c.c Odair Santiago, filho de José de Moraes e de Maria da Conceição Santiago. Teve:

2.1. Adriana Santiago nascida em 1977.

2.2. Fabiano Santiago nascida em 1978. Teve:

3.1. Isabela

3.2. Lívia

FIM DO TÍTULO DE CARLO

Título XIV

Família FACCIOLI

Descendentes do italiano Luigi Faccioli

Disposição genealógica (Tronco, capítulos e demais desdendentes): Adriano Bedore [Inédita]

Pesquisas: Adriano Bedore

RELAÇÃO DO TRONCO COM O BRASIL E COM ATIBAIA/SP

● O tronco deste título, italiano Luigi Faccioli não tem nenhuma relação com o Brasil, posto que nasceu, casou-se e faleceu na Província de Verona Itália, contudo, pelo menos que descobrimos três de seus filhos imigraram para o Brasil na útlima década do século XIX.

● Uma das bisnetas do Tronco, Iride Bacchiega Bedore, radicou-se em Atibaia em 1964 e lá faleceu em 1997.

RELAÇÃO DO TRONCO COM O AUTOR

● O Tronco é tetravô (avô em 4° grau) do autor deste trabalho. É também avô materno de Ida Bassi Bassi Bachega, bisavó paterna do autor destas notas genealógicas.

CIDADES MAIS CITADAS NESTE TÍTULO

● São Simão/SP e São São Paulo (antiga São Paulo de Piratininga).

LUIGI FACCIOLI

Luigi Faccioli nasceu em San Pietro di Morubio/VR em 1833, casou-se aos 30.ABR.1850 em Mazzantica di Oppeano, Província de Verona com Virginia Pasqua, já falecida em 1897, filha de Benedetto Pasqua. Luigi era filho de Sante Faccioli. Tanto Luigi como Virginia, faleceram muito provavelmente na Província de Verona, Itália.É muito provável que o casal Luigi Faccioli e Virginia Pasqua tenham tido mais filhos, todavia, descobrimos apenas os três filhos que imigraram para o Brasil. Do casal Luigi Faccioli e Virginia Pasqua, descendem que descobrimos, três filhos:

Capítulo 1º Giovanni Battista Faccioli

Capítulo 2º Francesco Faccioli

Capítulo 3º Ginevra Faccioli [Bassi](minha trisavó)

Capítulo 1º

Giovanni Battista Faccioli Giovanni Batistta nasceu aos 08.JAN.1869 em Pelegrina di Isola Della Scala, Província de Verona. Giovanni imigrou para o Brasil aos 17.DEZ.1891 com sua esposa Teresa (….), com um primo de nome Isidoro e com a família do marido de sua irmã Ginevra, Alessandro Bassi, ver título Bassi, a seguir. Não conseguimos descobrir seus prováveis descendentes tidos no Brasil.

Capítulo 2º

Francesco Faccioli

Francesco Faccioli nasceu aos 02.MAIO.1866 em Isola Della Scala/VR Pasqua. Francesco imigrou com sua esposa Teresa Bassi (ver cap. 2° do título Bassi), um filho (Ângelo), seu sogro Narciso Bassi, tronco do Título Bassi, a seguir e dois cunhados: Benvenuto e Giacinto, através do vapor Minas aos 26.JUL.1.898. Francesco faleceu aos 22.JUL.1949 em Luiz Antônio, cidade próxima de São Simão/SP e Teresa Zelinda Bassi faleceu aos 06.NOV.1950 em São Simão/SP cidade que sua família se estabeleceu desde sua imigração. Tiveram sete filhos, sendo o primeiro nascido na Itália e os demais em São Simão.

Nº 01 Angelo Faccioli

Nº 02 Pedro Faccioli

Nº 03 Narciso Faccioli

Nº 04 Luiz Faccioli

Nº 05 Maria Faccioli Rodrigues

Nº 06 Mabile Faccioli Peroni

Nº 07 Silvério Faccioli

Nº 01 Angelo Faccioli nasceu em 1896 na Itália, provavelmente em Oppeano/VR, c.c Filomena. Teve:

1.1. Antônio

1.2. João

1.3. José

1.4. Francisco

Nº 02 Pedro, c.c Virginia. Teve:

1.1. João

1.2. Olívio

1.3. Albino

Nº 03 Narciso, c.c Palmira. Teve:

1.1. Lourdes

1.2. Luis Carlos

1.3. Nelsori

1.4. Leda Maria

1.5. Antônio

1.6. Regina

1.7. Maria Alice

1.8. Oriovadlo

Nº 04 Luiz c.cDolores Sanches. Teve:

1.1. Antônio c.c Oscalina de Andrade e Silva. Tiveram:

2.1. Luiz Tadeu casado 1ª vez c. Aparecida e 2ª vez com Elba. Teve 3 filhos do 1º casamento e um do segundo:

3.1. Douglas Tadeu c.c. Márcia Lílian Bacelar. Teve:

4.1. Victor

4.2. Priscila

3.2. Alessandra com geração.

3.3. Luigi com geração

3.4. Arthur

2.2. Elsa das Graças Faccioli foi casada com Valdeth Rodrigues Gomes. Tiveram:

3.1. Anderson Faccioli Gomes, músico, c.c Regina Célia de Freitas. Teve:

4.1. Caio de Freitas Faccioli Gomes, nascido em 2006.

3.2. Rogério Faccioli Gomes, separado judicialmente. Teve:

4.1. Jonatha Faccioli Gomes

4.2. Jefferson Faccioli Gomes

3.3. Camila Faccioli Gomes

2.3. Marco Antônio Faccioli, casado 1ª vez com Josefina, 2ª vez com Suely e 3ª vez com Josyane Bezerra da Silva, tevedois filhos do primeiro casamento e 4 do segundo.

3.1. Vanessa Faccioli, casada e com uma filha.

3.2. Luiz Felipe Faccioli, casado e com um filho

3.3. Ivan, casado e com um filho

3.4. Luiz Fernando

3.5. Marcos

3.6. Fiama

2.3. Rosemaire Faccioli c.c Antônio Figueiredo. Teve:

3.1. Margareth, casada.

3.2. Danilo

3.3. Ani Caroline

1.2. Adelaide Faccioli c.c Antônio, teve dois filhos, sem informação.

1.3. Aparecido Faccioli c.c Maria. Teve:

2.1. Aparecida Faccioli c.c José Almir. Teve:

3.1. Marcelo

3.2. Sandra

3.3. Daniele

3.4. Tiago

2.2. Eduardo Faccioli, casado com um filho.

2.3. Carlos Facciolo, já talecido deixando um filho.

2.4. Ana Célia, com um filho.

1.4. Laércio Faccioli, sem informações.

1.5. Ana Faccioli c.c. Antônio Peixoto. Teve:

2.1. Vagner com dois filhos.

2.2. Dolores casada 1ª vez com Jacques e 2ª vez com Décio, teve 1 filho do 1º marido e outro do 2º:

3.1. Victor

3.2. Júlia

2.3. Fabiana

1.6. Mário Faccioli. Teve:

2.1. Edílson

2.2. Evandro Luiz Faccioli, c.c um filho.

2.3. Eduardo Luiz Faccioli.

Nº 05 Maria c.c Antônio Rodrigues. Teve:

1.1. Roque

1.2. Tadeu

1.3. Madalena

1.4. Zumira

1.5. Aparecida

Nº 06 Mabile, casada com (…) Peroni, sem informações.

Nº 07 Silvério c.c Ricardina. Teve:

1.1. Geraldo

1.2. Santos

1.3. Maria Antonia

1.4. (….)

1.5. Maria Rita

1.6. Maria Helena

1.7. Maria Teresa

1.8. Maria Lúcia

1.9. Hélio

Capítulo 3º

Ginevra Faccioli [Bassi]

Ginevra Faccioli in Bassi, nascida aos 06.JUN.1869 em Pellegrina di Isola della Scala, província de Verona,casou-se aos 29.DEZ.1889 em Oppeano, província de Verona com Alessandro Bassi (ver cap. 1° do título Bassi). Ginevra faleceu aos 30.AGO.1954 em Getulina.

Ginevra Faccioli imigrou primeira vez ao Brasil em 17.DEZ.1891 com a família de seu marido, Alessandro Bassi e cerca de seis anos depois retornaram para Itália provavelmente no segundo semestre de 1897, já que em março daquele ano nascera em São Simão a quarta filha do casal de nome Pasqua. Em 16.JUN.1898 Ginevra e Alessando retornarm pela segunda vez ao Brasil através do vapor Italie juntamente com3 filhos: Carlos Bassi com 5 anos, Pietro Bassi com 3 anos e Pasqua Bassi com 1 ano, todos nascidos em São Simão/SP, com destino a Araraquara/SP para a fazenda de Paulo Schinz, segundo a certidão de desembarque. Ver descendentes no capítulo 1º do título Bassi, a seguir.

FIM DO TÍTULO FACCIOLI

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Antepassado

Só te conheço de retrato,

Não te conheço de verdade,

Mas teu sangue bole em meu sangue

E sem saber te vivo em mim

E sem saber vou copiando

Tuas imprevistas maneiras

Mais do que isso: teu fremente

Modo de ser (…)

Acabei descobrindo tudo

Que teus papéis não cofessaram

Nem a memória de família

Transmitiu como fato histórico

E agora te conheço mais

Do que a mim próprio me conheço,

Pois sou teu vaso e transcendência,

Teu duende mal encarnado.

Refaço os gestos que o retrato

Não pode ter, aqueles gestos

Que ficaram em ti à espera

De tardia repetição,

E tão meus eles se tornaram,

Tão ardentes ao meu ser

Que suponho tu os fizesse,

E furtando-me a iniciativa,

Meu ladrão, roubaste-me o espírito.

Carlos Drummond de Andrade – In: Drummond Frente e Verso, 1989

FOTOS DE FAMILIARES

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1ª Foto: Elisa, Wilson, Lilo e Dirce Bacchiega. 2ª Foto: Odair, Osvair Iride e Paulo Bedore

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Lorival Andrade Silva, Dirce Bachega Andrade Silva, Iride e Oscar Bedore em Atibaia no início da década de 1970. Atualmente no fundo da foto encontra-se o Centro de Convenções Victor Brecheret

Título XV

Família BASSI

Descendentes do imigrante italiano Narciso Bassi

Disposição genealógica (Tronco, capítulos e demais desdendentes): Adriano Bedore [Inédita]

Pesquisas: Adriano Bedore

RELAÇÃO DO TRONCO COM O BRASIL E COM ATIBAIA/SP

● O tronco deste título, italiano Narciso Bassi, imigrou duas vezes para o Brasil, a primeira em dezembro de 1891 e a segunda e definitiva imigração, em julho de 1898 com sua família. Morou em várias cidades do interior paulista, especialmente em São Simão, Itajobi e Coroados onde faleceu. Seus descendentes encontram-se em várias cidades do Estado de São Paulo e do Paraná.

● O tronco não tem nenhuma relação com Atibaia, mas uma de suas bisnetas, Iride Bachega Bedore, radicou-se em Atibaia em 1964 e lá faleceu em 1997.

RELAÇÃO DO TRONCO COM O AUTOR

● O Tronco é tetravô (avô em 4° grau) do autor deste trabalho. É também avô paterno de Ida Bassi Bachega, bisavó paterna do autor destas notas genealógicas.

CIDADES MAIS CITADAS NESTE TÍTULO

● São Simão, Coroados, Taquaritinga, Itajobi, São José do Rio Preto, Getulina, Atibaia, Jales, Tupã, São Paulo, Araçatuba, Marília, Presidente Prudente, Bauru, Mirandólis, todas no Estado de São São Paulo, algumas cidades do Paraná como Piabiru.

NARCISO BASSI

Narciso Giovanni Ângelo Bassi, ou simplesmente Narciso Bassi nasceu aos 16.MAIO.1843 em Pietole di Virgilio, Província de Mantova, filho de Vincenzo Giovanni Bassi, nascido aos 14.SET.1818 em Soave/MN e falecido na Itália em 1891 e de Annunciata Scacchetti nascida aos 06.DEZ.1817 em Pietole/MN e falecida em São Simão/SP aos 17.ABR.1892, os quais casaram-se aos 15.OUT.1837 na paróquia de Stradella em Bigarello/MN.

Narciso Bassi imigrou duas vezes para o Brasil, a primeira vez veio acompanhado de grande parte de sua família, desembarcando no porto de Santos/SP aos 17.DEZ.1891 através do vapor “Vincenzo Florio”, com destino a São Simão/SP para a fazenda de Cláudio Louzado onde deve ter morado até a seu retorno para Itália, pois concluímos que após sua segunda imigração, Narciso não retornou para São Simão.

Com Narciso Bassi vieram para o Brasil sua esposa Clementina Bianchi, sua mãe Annunziata Scacchetti com 78 anosa qual faleceu quatro meses após a imigração; seus filhos: Gaetano, com 15 anos, Benvenuto com 09 anos, Giacinta com 07 anos, Ângelo com 03 anos, Alessandro com 23 anos, sua mulher Ginevra Faccioli (ver título Faccioli) com 20 anos e um filho de Alesandro de nome Enrico, com 01 ano. Também vieram na mesma data um irmão de Ginevra Faccioli de nome: Giovanni Battista Faccioli nascido aos 08.JAN.1859 em Pellegrina di Isola Della Scala, Província de Verona, sua esposa Teresa Faccioli de 32 anos e um primo de Giovanni e de Ginevra de nome Isidoro Faccioli de 28 anos todos com destino a São Simão/SP para a fazenda de Cláudio Louzado, dos quais nada descobrimos.

Narciso e sua família, muito provavelmente retornaram para Itáilia nos anos de 1896 ou 1897, pois aos 26.JUL.1898, um mês após a segunda imigração de seu filho mais velho Alessandro, Narciso imigrava também pela segunda vez para o Brasil vindo com o vapor Minas com destino à Eleutério, fazenda de Deotado Cintra, em companhia de sua filha Teresa, a qual provavelmente foi buscar, pois a mesma tinha ficado na Itália na primeira imigração de Narciso; dos filhos Gianto e Benvenuto, do genro Francesco Faccioli (marido de Teresa e irmão de Ginevra)e do neto Ângelo, filho de Teresa. Como Narciso imigrou na condição de viúvo em 1898 e não encontramos o óbito de Clementina no Brasil, nos faz deduzir que Clementina muito provavelmente possa ter falecido na viagem de volta a Itália, na Itália ou na segunda viagem ao Brasil.

Após a segunda imigração,Narciso Bassi e parte de sua família moraram em algumas cidades do interiror do Estado de São Paulo como Itajobi até estabelecerem definitivamente em Coroados/SP, comarca de Birigui/SP, fixando-se em São Simão apenas a família de sua fllha Teresa Bassi casada com Francesco Faccioli (ver cap. 2°do título Faccioli).

Narciso e Clementina casaram-se aos 08.JAN.1866 em Formigosa, Província de Mantova. Clementina nasceu aos 31.MAR.1842 em Isola Rizza, Província de Verona, era filha de Domenico Bianchi e de Ana Lorenzetti. Narciso faleceu na casa de seu filho Benvenuto aos 30.JAN.1924 em Coroados/SP, sendo sepultado no cemitério municipal da cidade de Birigui/SP. Teve q.d. oito filhos:

Capítulo 1º Alessandro Bassi (meu trisavô)

Capítulo 2º Teresa Zelinda Bassi [Faccioli]

Capítulo 3º Gaetano Bassi

Capítulo 4º Giacinto Bassi

Capítulo 5º Benvenuto Bassi

Capítulo 6º Giacinta Bassi Pilla

Capítulo 7º Ângelo Bassi I

Capítulo 8º Ângelo Bassi II

Alessandro Bassi e Ginevra Faccioli

Ginevra Faccioli e Alessandro Bassi

Capítulo 1º

Alessandro Bassi

Alessandro Bassi, nasceu em 1868 em Bonferraro[348], província de Verona. Imigrou juntamente com seus pais, avó, irmãos, esposa, um filho e alguns parentes de sua esposa em dezembro de 1891. No Brasil morou inicialmente em São Simão onde permaneceu até seu retorno para Itália (1897). Na sua segunda imigração morou em várias cidades do interior de São Paulo como Taquaritinga, Itajobi, São José do Rio Preto/SP onde foi proprietário de terras e em Nova Aliança/SP onde também foi proprietário de terras e de um clube dançante, isso entre a década de 1930 a meados de 1945 quando mudou-se para Getulina/SP onde faleceu΅ aos 06.AGO.1951.

Alessandro casou-se aos 29.DEZ.1889 em Oppeano, província de Verona com Ginevra Faccioli (capítulo 2º do Título Faccioli), nascida aos 06.JUN.1869 em Pellegrina di Isola della Scala, província de Verona, filha de Luigi Faccioli natural de San Pietro di Morubio/VR e de Virginia Pasqua, já falecida em 1897 ambos italianos, casados em Mazzantica di Oppeano, Província de Verona, neta paterna de Sante Faccioli e neta materna de Benedetto Pasqua. Ginevra Faccioli era irmã de Francesco Faccioli que casou-se com Teresa Bassi (capítulo 2º), portanto, dois irmãos Bassi: Alessandro e Teresa, casaram-se com dois irmãos Faccioli: Ginevra e Francesco. Ginevra faleceu aos 30.AGO.1954 em Getulina.

Alessandro Bassi e sua família retornaram para Itália provavelmente após o nascimento de sua quarta filha, Pasqua, ocorrido em março de 1897, em São Simão, pois em 16.JUN.1898 Alessando imigrou pela segunda vez ao Brasil através do vapor Italie juntamente com sua esposa Ginevra Faccioli e 3 filhos: Carlos Bassi com 5 anos, Pietro Bassi com 3 anos e Pasqua Bassi com 1 ano, todos nascidos em São Simão/SP, com destino a Araraquara/SP para a fazenda de Paulo Schinz, segundo a certidão de desembarque. Um mês depois da segunda imigração de Alessandro, seu pai Narciso e dois de seus irmãos também chegaram pela segunda vez ao Brasil. Acreditamos que no retorno ao Brasil a família de Alessandro Bassi não voltou a morar em São Simão, ou se voltaram, lá permaneceram por pouco tempo, visto que Ida Bassi (quinta filha do casal) já nascera na fazenda olhos d’água em Taquaritinga/SP em 1899, 1900 ou 1901. Tiveram nove filhos:

Nº 01 Enrico Bassi

Nº 02 Carlos Bassi

Nº 03 Pedro Bassi

Nº 04 Pasqua Bassi

Nº 05 Ida Bassi

Nº 06 Ema Bassi

Nº 07 Bento Bassi

Nº 08 Vitor Bassi

Nº 09 Vitória Bassi

Nº 01 Enrico nascido em Oppeano/VR aos 10.SET.1890 e falecido na fazenda Santa Maria em São Simão/SP aos 29.JAN.1892.

Nº 02 Carlos nascido aos 23.ABR.1893 na fazenda de José Osório Correa em São Simão/SP, sendo padrinhos Giovanni Faccioli (seu tio materno) e Angela Chieppa. Carlos residiu em Andradina na casa de seu filho Osvaldo e veio a falecer em Aparecida do Taboado/MS aos 10.MAIO.1970. Com descendência, mas sem informação.

Nº 03 Pedro nascido aos 21.ABR.1895 na fazenda Jatahy em São Simão/SP foi casado com Júlia Cavalari, nascida em 1896 ou 1906 e falecida em 1986 ou 1996 com 90 anos e dois meses. Pedro faleceu aos 25.MAR.1973 em São Paulo sendo sepultado no cemitério da Saudade em São Miguel Paulista. Teve q.d.:

1.1. Elvira, faleceu solteira e sem descendentes.

1.2. Angelina Cavallari Bassi, provavelmente faleceu ainda menor.

1.3. Aldelina, mais conhecida como Nica, foi c.c Luiz Damim, foram residentes na cidade de Urupês, antiga Novo Mundo, onde faleceu. Teve q.d.:

2.1. Antônio Damim “Tonico’, provavelmente residente em Urupês/SP

2.2. Pedro Damim, provavelmente residente em Jundiaí/SP.

2.3. Sebastião Damim, provavelmente residente em Urupês/SP.

2.4. Júlia Damim, provavelmente residente em Boborema/SP.

2.5. AparecidoDamim, provavelmente residente em Jundiaí/SP.

1.4. Idalina c.c Luiz Perossa, foram residentes no sítio Córrego do Natal em Urupês/SP. Teve q.d.:

2.1. Adauto Perassa

2.2. Osmair Perassa, provavelmente residente no bairro de Camilópolis em Santo André/SP.

2.3. Elvira Perassa

2.4. Luiza Perassa

2.5. “Candinha” Perassa

2.6. Odair Perassa

2.7. Getulio Perassa

2.8. Lucidio Perassa

2.9. Américo Perassa

1.5. Aurora, mais conhecida como “Alda’ viúva de José Barriviera, residente em Americana/SP com descendência, mas sem informação.

1.6. Vitor Cavalari Bassi, já falecido, foi c.c Maria Sabugari, no bairro do Cambuci. Tiveram apenas um filho:

2.1. Homero, falecido aos 12 anos no sítio Natal, sendo sepultado em Urupês/SP

1.7. Pasqua, c.c. Domingos Vieira, já falecido, residente no bairro da Penha em São Paulo. Teve q.d.:

2.1. Roberto Vieira

2.2. Manoel, falecido.

2.3. Marcos Vieira

2.4. “Tico” Vieira

2.5. Pedro Vieira

2.6. Francisco Vieira

2.7. Márcia Vieira

1.8. Orvalino, já falecido com geração.

1.9. Gilda nascida na fazenda Aroeira, viúva de Isaac Brambim, residente no bairro da Pedreiro em São Paulo/SP. Teve q.d.:

2.1. Jair Brambim

2.2. Sônia Brambim

2.3. Valdir Brambim

2.4. Osmair Brambim

1.10. Vitalino, já falecido foi c.c Maria da Conceição Soares, residiu em São Miguel Paulista/SP. Teve q.d.:

2.1. José Carlos

2.2. Silvia

2.3. Claudia

2.4. Denise

2.5. Ângela

2.6. Aparecida

1.11. Antônio Cavalari Bassi “Nico” nascido aos 06.JUN.1935 na fazenda Espírito Santo no Município de Itajobi/SP, c.c sua prima Olinda Michelman Bassi (filha de Ema Bassi, irmã de Pedro Bassi), nascida em Nhandeara/SP aos 06.JUN.1936. Teve q.d.:

2.1. Vera Lúcia nascida aos 26.NOV.1956, divorciada, sem filhos.

2.2. Marco Antônio Bassi Jr., nascido aos 27.ABR.1973, c.c Marilurdes Nogueira. Teve:

3.1. Camila

3.2. Marco Antônio Bassi Jr.

2.3. Adriana Bassi, nascida aos 27.ABR.1973, c.c Valdecirt Scatolin. Teve:

3.1. Guilherme Bassi Scatolin nascido aos 27.MAR.2002.

1.12. Natalino, faleceu menor.

Nº 04 Pasqua Bassi nascida aos 20.MAR.1897 na fazenda Limoeiro em São Simão/SP e provavelmente falecida menor.

Ida Bassi e Iride Bachega

Ida Bassi Bachega e sua filha Iride Bachega Bedore na frente da residência de Iride em Atibaia na década de 1980

Nº 05 Ida Bassi Bachega nasceu segundo sua certidão de nascimento aos 28.MAR.1901 na fazenda olhos d’agua em Taquaritinga/SP, Comarca de Candido Rodrigues, mas sua data de nascimento segundo a tradição familiar era: 12.ABR.1900 ou 12.ABR.1899. Provavelmente é a primeira filha nascida após a segunda imigração de sua família. Morou em várias cidades do noroeste de São Paulo, como Itajobi, São José do Rio Preto, Nova Aliança e Getulina, para onde se mudou na década de 1930. Casou-se aos 24.MAR.1918 em Itajobi/SP com José Bachega [ver N° 03, cap. 1° do título Bacchiega], (são os bisavós paternos do autor destas notas genealógicas). Após sua viuvez ocorrida em 1954, Ida Bassi Bachega foi morar com seus filhos, morando em Atibaia na década de 1960 por mais de três anos com sua filha Iride. Quando de seu falecimento ocorrido em 04.FEV.1989 em Getulina/SP morava com suas filhas Dirce e Olga. Teve nove filhos:

Família Bachega parte 1 Família Bachega parte 2

Da esq. p/ dir. e acima: Milton, Wilson, Lilo (in memoriam), Nelson (in memoriam). Abaixo: Dirce (in memoriam), Leonilda

(in memoriam), Iride (in memoriam), Olga (in Memoriam) e Darci (in memoriam); em 1º plano a matriarca Ida Bassi Bachega (in memoriam)

1.1. Dirizia Bachega Andrade Silva “Dirce” nascida aos 24.JUL.1919 em Itajobi/SP e falecida aos 28.AGO.2006 em Getulina onde voltou a morarna década de 1980. Foi casada com Lourival Andrade Silva, falecido aos 13.DEZ.2003 também em Getulina. Foram durante muitos anos moradores no bairro paulistano do Ipiranga. Tiveram:

2.1. Sidirlei, nascida aos 06.DEZ.1937, professora aposentada, casada em 2ª núpicas com Antônio Stradiotto, residentes em Getulina. Teve do 1º marido:

3.1. Liliana, c.c Ricardo Kanekadan, ambos médicos, residentes em São Paulo. Teve:

4.1.Rodolfo, nascido em1995.

3.2. Washigton Luiz, comerciante, c.c Silmara, residentes em Parati/RJ. Teve:

5.1. Victor, nascido em 1994.

3.3. Elaine, casada com Daniel, residentes em São Paulo. Teve:

5.1. Felipe, nascido em 1992.

3.4. Cristiane, professora, c.c Ocimar, residentes em Getulina. Teve:

5.1. Laura, nascida em 2001.

2.2. Simarlei, nascida aos 07.OUT.1947, c.c Bernardino, residentes em São Paulo. Teve:

3.1. Sergio, nascido em 1972.

3.2. Marcelo, nascido em 1973.

3.3. Adriana, nascida em 1974. Teve:

4.1. (…)

1.2. Leonilda Bachega Bigulin, nascida aos 15.SET.1921 em Itajobi/SP e falecida aos 08.OUT.2009 em Jales onde morou durante muitos anos. Foi c.c de Luiz Bigulin, também falecido, foi proprietário em Jales/SP. Tiveram:

2.1. Lurdes, falecida na menoridade.

2.2. Vanderlei Biguli, n. em 1942, funcionário público municipal aposentado em Jales. Teve:

3.1. Flavio

3.2. Maristela c.c Roberto Robles.

3.3. Haroldo

2.3. Antônio Bigulin, n. em maio de 1953, dentista, faleceu em Jales onde residia aos 07.DEZ.2002. Teve:

3.1. Vaneza, dentista, c.c Alessando Bassi.

3.2. Marcelo,dentista.

Iride jovem Iride e flores

Iride jovem e na melhor idade

1.3. Iride Bachega Bedore nasceu, segundo tradição familiar, aos 04.SET.1923 em São José do Rio Preto/SP, mas segundo sua certidão de nascimento nasceu aos 21.OUT.1923. Casou-se aos 29.JUL.1944 em Getulina/SP com Oscar Bedore [ver 3.8., 2.1., 1.4., N° 02, cap. 3° do título Bedore], (são os avôs paternos do autor destas notas genealógicas). Iride morou em diversas cidades da região norte e noroeste de São Paulo, tais como São José do Rio Preto, onde nasceu; Nova Aliança/SP; Getulina onde residiu por muitos anos no bairro da Aliança; bairro da Penha em São Paulo; Cambuí/MG; Atibaia; Pirassununga; Jaboticabal e novamente em Atibaia onde veio a falecer às 9.15 minutos de 11.JAN.1997 no hospital novo de Atibaia por problemas de insuficiência cardio-respiratória. Foi sepultada no cemitério São João Batista de Atibaia. Um posto de saúde do bairro do Alvinópolis leva o seu nome. Ver descendência em 1.8., N° 01, cap. 4° do títuloBedore.

1.4. Olga Bachega Calianin. aos 24.OUT.1925 em São José do Rio Preto/SP, casou-se em Getulina com Luiz Caliani, falecido aos 16.JUL.1993. Luiz Calliani foi fazendeiro e vereador na década de 1970, sendo o mais votado da historia de Getulina, onde foi muito respeitado e admirado; a casa da agricultura tem o seu nome. Olga Bachega Caliani faleceu em Lins/SP onde estava hospitalizada aos 09.JAN.2002, sendo sepultada no cemitério municipal de Getulina. Teve:

2.1. Maria Tereza c.c Alcides Moscatelli, despachante em Getulina onde foi vereador de 2005/08. Teve:

3.1. João Luis n. aos 13.SET.1974, dentista, casado.Tiveram:

4.1. Maria Luiza

4.2. João Pedro

3.2. Gisele n. 07.MAIO.1976, dentista.

3.3. Adriano n. 11.NOV,1978, advogado. Teve:

4.1. Luiz Felipe

2.2. Roberto Caliani, dentista, c.c Maria Aparecida, residente em Tupã/SP. Teve:

3.1. Marcos Roberto, advogado, c.c Janaina Pires. Teve:

4.1. Luiz Roberto

4.2. João Marcos

3.2. Patrícian. 15.AGO.1976, dentista, solteira.

2.3. Rovilson, falecido na menoridade.

2.4. Sérgio Caliani, engenheiro e empresário do ramo de construção civil, casado em 3ª núpcias com Jane. Teve 2 filhos do 1º casamento e 2 do 2º casamento:

3.1. Mariane, médica veterinária.

3.2. Marcelo, estudante de arquitetura.

3.3. Maria Fernanda, estudante de medicina.

3.4. Sérgio n. 07.ABR.1987.

2.5. Maria de Lourdes n. aos 09.MAR.1955, dentista residente em Getulina, c.c Décio De Vincenzi. Teve:

3.1. Décio Vincensi Neto n. aos 03.DEZ1984, engenehiro, c.c Rita Martins Vieira. Teve:

4.1. Vitor Hugo

3.2. Luiz Gustavo n. aos 20.MAIO.1987.

3.3. Débora

2.6. Maria Elisa n. 13.ABR.1959, enfermeira, c.c Rui Janeiro, residentes em Getulina. Teve:

3.1. Roberto. Teve:

4.1. Roberto

3.2. Rui

3.3. Rafael

3.4. Renato

2.7. Maria Helena, psicóloga, casada com ˙Francisco Donizete de Campos Granado, administrador de empresas é proprietário de um depósito de materiais de construção em Marília/SP, onde residem desde 2001. Teve:

3.1. Karolina n. 25.MAIO.1986, bacharel em direito.

3.2. Francisco n. 11.ABR.1987, bacharel em direito

3.3. Luiz n. 02.DEZ.1996.

2.8. Maria Elenice n. 18.JAN.1961, professora, divorciada, residente em Getulina. Teve:

3.1. Maria Fernanda, c.c Janes Pelloso. Teve:

4.1. Gabriel

4.2. Luiz Fernando

3.2. Ailton Bosco Ribeiro Nogueira Júnior.Teve:

4.1. Ana Laura, nascida em 2004.

2.9. ˙José Luiz Caliani, engenheiro agrônomo, c.c Beatriz, residente em Getulina. Teve:

3.1. Maria Clara nascida em 2004.

1.5. Nelson Bassi Bachega nascido aos 30.SET.1927 em Nova Aliança/SP, casou-se 1ª vez com Iduvirgem Bombarda, falecida aos 16.MAIO.1994, e 2º vez com Conçuelo. Nelson faleceu aos 11.ABR.2005 em Araçatuba, onde residia há muitos anos. Teve somente da 1º esposa:

2.1. José Paulo, c.c Regina, residentes em Araçatuba/SP. Teve:

3.1. Paulo n. aos 18.JUN.1980 c.c Priscila.

3.2. Fábio n. aos 03.MAIO.1982.

2.2. Luiz Henrique “Lula” n. aos 02.JUL.1958, separado judicialmente, residente no Paraná. Teve:

3.1. Lucas n. aos 24.FEV.1992.

3.2. Douglas

3.3. Victor

2.3. Eliete n. aos 08.FEV.1963, enfermeira, casada, residente em Campinas/SP. Teve:

3.1. Antônio nascido em junho de 2004.

2.4. Nelson Bachega Filho n. aos 23.DEZ.1968, c. em 1997 com Cristina, residente em Araçatuba/SP. Nelson Bachega Filho faleceu aos 09.JUL.2017 com quase 49 anos. Teve:

3.1. Júlia Caxali Bachega,n. em 2000.

1.6. Darci Bachega Delcin n. aos 07.ABR.1929 em Nova Aliança/SP e f. aos 24.JAN.2017, foi c.c Dionísio Delcin, também falecido. Foram residentes em São Paulo. Tiveram:

2.1. Wilson, c.c Sirlei, residente em São Paulo. Teve:

3.1. Sheila

3.2. Carina

2.2. Lairton n. em 1957 e f.em São Paulo aos 07.OUT.1997. Teve uma filha com geração.

2.3. Marcelo Delcin n. aos 06.ABR.1970. Padre ordenado na Igreja da Sé em São em Paulo aos 24.FEV.2007.

1.7. Elsio Bachega “Lilo” n. aos 04.AGO.1933 em Nova Aliança/SP e falecido em Araçatuba aos 29.FEV.2004 onde residia há muitos anos. Foi casado aos 25.ABR.1959 em Guaimbe/SP com Dirce Benassi Bachega residente em Araçatuba/SP. Teve:

2.1. Maurício n. aos 19.FEV.1960, separado judialmente, Teve:

3.1. Luiza, n.em 2000.

2.2. Laércio, c.c Tereza Natália S. Bachega, n. aos 25.DEZ.1970, residentes em Araçatuba/SP. Teve:

3.1. Leone n. aos 15.SET.1988.

3.2. Drieli Fernanda n. aos 10.MAR.1995.

2.3. Ednéia, perita policial, c.c Jorge, cartorário. Teve:

3.1. Isabelan. 2001.

2.4. Edleni, professora, c.c Edval.

1.8. Wilson Bachega, nascido aos 15.NOV.1935 em Getulina, no bairro da Aliança, casado com Maria Eliza de Oliveira Bachega, nascida aos 05.NOV.1938. Wilson é contador e bancário aposentado, reside em Getulina, onde é o atual Provedor da Santa Casa local e Eliza secretária de Saúde de Getulina/SP. Teve:

2.1 Wilson Bachega Júnior, nascido aos 09.DEZ.1961, médico oncologista, casado primeira vez com Tânia Sartori Sanches Bachega, também médica, e segunda vez com Cristina Moraes Cintra Franco, residentes em São Paulo. Teve duas filhas do primeiro casamento e um do segundo:

3.1. Fernanda Sanches Bachega n. aos 22.JUN.1999.

3.2. Luiza Sanches Bachega n. aos 06.ABR.2001

3.3. Matheus Cintra Franco Bachega n. aos 23.DEZ.2007.

2.2. ˙Willian Bachega nascido aos 08.ABR.1962, médico, c.c Roberta Moraes Cintra Franco, dentista, irmã de Cristina Moraes Cintra Franco (ver 2.1. acima), residentes em Tupã/SP. Teve:

3.1. André n. aos 08.JAN.1999.

3.2. Gustavo falecido menor.

3.3. Rodrigo n. aos 16.JAN.2002.

2.3. Marco Aurélio n. aos 02.SET.1963, c.c Claudia Fiorelli, ambos dentistas e residentes em São Paulo. Teve:

3.1. Pedro n. aos 27.SET.1995.

3.2. Ricardo n. 03.SET.1998.

2.3. Karla Bachega n. aos 05.NOV.1970, dentista, divorciada, residente em Marília/SP. Teve:

3.1. Gabriela n. 01.AGO.2001.

3.2. Maria Edurada n. aos 08.JAN.2011.

1.9. Milton Bachega n. aos 04.JUN.1940 em Getulina, aposentado, c.c Aparecida Sales, residentes em Presidente Prudente/SP. Teve:

2.1. Telma nascida em abril de 1967, contadora,c.c Jario. Teve:

3.1. Beatriz

3.2. Gabriel

2.2. Milton Júnior nascido em abril de 1969, advogado, c.c Ilda. Teve:

3.1. Taís

Nº 06 Ema Bassi falecida em São Paulo com descendência, mas sem informação. Teve q.d.:

1.1 Vicente

1.2. Genebra

1.3. Mário

1.4. Leonilda

1.5. Aurélio

1.6. Leonilda

1.7. Olinda, nascida aos 06.JUN.1936 em Nhandeara/SP c.c seu primo Antônio Cavalari Bassi, filho de Pedro Bassi. Descendentes ver retro.

Nº 07 Bento Bassi nascido aos 12.MAIO.1902 em Monte Alto/SP casou-se com Malvina Bariani, nascida aos 20.JUN.1904 em Taquaritinga/SP e falecida aos 04.SET.1950 em Santo André. Bento faleceu aos 09.JUL.1989 em Fernandópolis/SP, sendo sepultado em São José do Rio Preto/SP. Tiveram q.d.:

1.1 Eurides Bassi “Tica”, nasceu em São José do Rio Preto, c.c José Tonello. Teve q. d.:

2.1. Laércio Tonello, natural de S. José do Rio Preto/SP.

1.2. Laura Bassi nasceu em Nova Granada, c.c João Costa, falecido em 23.ABR.1989, teve q. d.:

2.1. Carlos

2.2. Marilene, teve q. d.:

3.1. João Luis Costa Junqueira n. aos 30.DEZ.1990 em São José do Rio Preto

2.3. Vanderlei

2.4. Antônio Carlos

1.3. Brasilina Bassi “Nega” n. aos 14.SET.1928 em Nova Aliança/SP, c.c João Pagnozzi n. aos 08.SET.1926 e f. aos 24.OUT.1986. Tiveram:

2.1. Sônia Maria Pagnozzi. Teve:

3.1. Carlos Wilson

3.2. Daniela

3.3. Sônia

1.4. Marino Bassi nascido aos 22.JUL.1926 c.c Amália Berti Bassi, nascida aos 21.OUT.1930. Teve q.d.:

2.1. Walter Bassi nascido em Santo André.

2.2. Sérgio Bassi nascido em Santo André. Teve q.d.:

3.1. Sérgio Bassi Jr., nascido em S. José do Rio Preto.

3.2. Paulo Bassi, nascido em S. José do Rio Preto.

2.3. Nivaldo Bassi

2.4. Sueli Bassi

1.5. Valdir Bassi nascido aos 08.ABR.1932 em Itajobi/SP e falecido em São José do Rio Preto, c.c Ortride Gesteira Bassi, natural de Mirandópolis/SP.Teve:

2.1 Suzeley Aparecida Bassi, nascida em S. José do Rio Preto/SP c.c Ibraim, residem em Andradina/SP

2.2. Suzete Bassi, já falecida.

1.6. Iacy Bassi n. aos 09.NOV.1930 em Espírito Santo/SP c.c Antônio Borges da Costa. Faleceu aos 01.ABR.1970.

2.1. Sônia Maria Borges da Costa n. aos 02.JUL.1951 em Santo André/SP, genealogista, casou-se com Antônio Vernille. Teve:

3.1. André Luis Borges Vernille n. aos 13.SET.1979 em São Paulo.

3.2. Luana Borges Vernille n. aos 16.08.1983 em São Paulo.

2.2. Aparecido Antônio Borges da Costa n. aos 25.JAN.1952, c.c Maria Rosaria dos Santos. Tiveram:

3.1. Tathiana Borges da Costa n. aos 18.JAN.1976 em Santo André/SP.

3.2. Fabiana Borges da Costa n. aos 24.JAN.1979 c.c Alex. Teve:

4.1. Ana Carolina n. aos 17.FEV.1998 em Jacareí/SP.

4.2. Beatriz n. aos 11.SET.2001 em Jacareí/SP.

3.3. Caio Eduardo Borges da Costa, n. aos 30.JUL.1982 em Santo André/SP.

2.3. Leila Cristina Borges da Costa n. aos 23.ABR.1954 e f. aos 17.SET.1972 em Santo André/SP.

2.4. Mauro Rodolfo Boreges da Costa, nascido aos 12.JUN.1957, solteiro, residente em Santo André/SP.

2.5. Carlos Alberto Borges da Costa nascido aos 21.FEV.1960 divorciado.

2.6. Eduardo Fernando Borges da Costa falecido logo após o nascimento.

2.7. Fernando Eduardo Borges da Costa n. aos 25.SET.1967 e f. solteiro aos 19.FEV.1999 em Santo André/SP.

Nº 08 Vitor Bassi, casado com Ana Rodrigues, espanhola, com descendência, mas sem informação. Faleceu em Getulina, tendo residido muitos anos na cidade de Nova Aliança/SP.

Nº 09 Vitória, foi casada com Arlindo e residiu em São Paulo, foi sepultada no cemitério do bairro de Campo Grande/SP, com descendência, mas sem informação. Foi Vitória quem criou Olinda (sua sobrinha), filha de Ema, em razão de Ema ter falecido muito jovem.

Capítulo 2º

Teresa Zelinda Bassi [Faccioli]

Teresa Zelinda Bassi n. em 1871 em San Giorgio di Mantova/MN e se casou aos 08.DEZ.1890em Oppeano/VR com Francesco Faccioli (ver cap. 2° do título Faccioli) pouco antes da imigração de sua família para o Brasil, razão pela qual provavelmente decidiu permanecer em solo italiano. Mas com o retorno de sua família a Itália, provavelmente com a intenção de ir buscá-la, Teresa, seu marido Francesco Faccioli, seu filho Angelo, seu pai Narciso e seus irmãos Benvenuto e Giacinto imigraram ao Brasil chegando aos 26.JUL.1898. Tiveram 7 filhos descritos no título Faccioli.

Caetano Bassi

Gaetano Bassi

Capítulo 3

Gaetano Bassi

Gaeteno Bassi, nascido na década de 1870, provavelmente em Bonferraro/VR. Casou-se aos 04.JAN.1901 em São Simão/SP com Romilda Necrizolli. Faleceu aos 04.SET.1945 em Sandro André/SP. Teve cartoze filhos q.d.:

Nº 01 Carlos Bassi, nascido aos 07.FEV.1903 em São Simão e falecido no Paraná.

Nº 02 Geraldo Bassi

Nº 03 Osvaldo Bassi, falecido em Andradina em 1965.

Nº 04 Maria Conchão, nascida aos 27.MAIO.1908, foi residente em Andradina.

Nº 05 Luiza Bassi, c.c João Ferro, foram residentes em Lins/SP.

Nº 06 Amélia Bassi, nascida aos 24.OUT.1914 em Itajobi/SP foi c.c Giuseppe Ferro, residentes em Coroados.

Nº 07 Ettore Bassi

Nº 09 Mário Bassi

Nº 10 Orlando Bassi

Nº 11 Helena Bassi

Nº 12. Virgilio Bassi

Nº 13 Dolores Bassi

Nº 14 Geraldo Bassi

Nº 07 Ettore, nascido em 1920, casado aos 03.SET.1942 com Linda, residente em Santo André. Teve que descobrimos:

1.1. Décio

Nº 08 David, residente no Paraná.

Nº 09 Mário, falecido no Paraná.

Nº 10 Orlando, nascido aos 20.AGO.1922 foi residente em Bauru/SP e faleceu aos 30.OUT.2005. Teve q.d:

1.1. Maria Izabel

1.2. Antônio Caetano

1.3. Maria Madalena Bassi Galves. Teve q.d:

2.1. Rafaela Bassi Paes

1.4. Acrísio

Nº 11 Helena, residente no Paraná.

Nº 12. Virgilio

Nº 13 Dolores residente em Mogi das Cruzes.

Nº 14 Geraldo residente em São Bernardo dos Campos/SP.

Capítulo 4º

Giacinto Bassi

Giacinto Bassi, nascido aos 08.SET.1881 em Oppeano/VR. Provavelmente faleceu na menoridade, uma vez que não acompanhou seus pais na imigração ao Brasil.

Capítulo 5º

Benvenuto Bassi

Benvenuto Francesco Bassi, nasceu aos 10.DEZ.1882, em Ca’Degli Oppi uma fração (distrito) da cidade (comune) di Oppeano, Província de Verona, imigrou duas vezes para o Brasil a primeira em 1891 e a segunda em 1898.

Benvenuto Francesco Bassi, casou-se no civil com Rosa Zanelatti Bassi, filha de Francisco e Emilia Zanelatti, aos 24.JUN.1905, e no dia seguinte no religioso na Paróquia de São Simão Apostolo.

Alguns anos depois mudaram-se para Itajubi/SP, em seguida para Coroados/SP. No decorrer da viagem pegou fogo no vagão do trem onde estavam todos os pertences da família, inclusive todos os documentos Italianos e Brasileiros.

Logo que Benvenuto estabeleceu-se em Coroados/SPadquiriu 104 alqueires de terras no Córrego do Baixote, no Bairro Barro Preto, onde viveu com sua esposa e filhos até a sua morte ocorrida aos 30.SET.1936, sendo sepultado no Cemitério municipal de Coroados/SP, até que seu filho Henrique Bassi fez o translado de seus restos mortais para a cidade de Peabiru/PR, no ano de 2002. A sua esposa Rosa Zanelatti Bassi, com quem teve quatorze filhos, também foi sepultada na cidade de Peabiru/PR, aos 20.10.1972.Do casal Benvenuto Francesco Bassi e Rosa Zanelatti Bassi descendem quatorze filhos:

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Rosa Zaneletti Bassi e 12 de seus filhos

Nº 01 José Paschoal Bassi

Nº 02 Maria Bassi

Nº 03 Júlio Bassi

Nº 04 Francisco Bassi

Nº 05 Narciso Bassi

Nº 06 Orlando Bassi

Nº 07 Riccieri Bassi

Nº 08 Rinaldo Bassi

Nº 09 Henrique Bassi

Nº 10 Emilia Bassi

Nº 11 Dozolina Bassi

Nº 12 Guilherme Bassi

Nº 13 Paulo Bassi

Nº 14 Antônio Bassi

Nº 01 José Pascoal Bassi, c.c Maria Caetano Bassi. Teve sete filhos:

1.1. Nair Bassi Simonelli, c.c Antônio Simonelli. Teve:

2.1. Emília

2.2. Erotildes

2.3. Antonia

2.4. Amarildo

2.5. José Carlos

2.6. Conceição

2.7. Sônia

2.8. Maria

2.9. Solange

2.10. Rubens

1.2. Mercedes Bassi Alves, c.c Emanuel Villas Real Alves. Teve uma filha:

2.1. Maria de Lourdes Bassi Alves Tonete, c.c Eugenio Tonete. Teve 3 filhos:

3.1. Ana Paula Tonete

3.2. Adrieli Tonete

3.3. Andressa Vitoria Tonete

1.3. Maria Lourdes Bassi Dantas, c.c Miguel Leite Dantas. Teve três filhos:

2.1. Juraci Dantas Leite Scarabel, c.c João Isidoro Scarabel. Teve três filhos:

3.1. Juliano Steph Scarabel

3.2. Jean Carlo Scarabel

3.3. Joceleia Maikely Scarabel

2.2. Clovis Dantas Leite, c.c Dirceia Teixeira Soares Dantas. Teve três filhos:

3.1. Fernanda Dantas Leite

3.2. Priscila Dantas Leite

3.3. Clovis Dantas Leite Junior

2.3. Cesar Dantas Leite

1.4. Rosa Bassi da Luz falecida aos 28.AGO.1970 foi c.c Arnaldo da Luz. Teve 4 filhos:

2.1. Luci Terezinha da Luz Felix, c.c Miguel Alberto Felix.Teve três filhos:

3.1. Vinicios Felix, c.c Shizuka Oginoya, teve um filho:

4.1. Daishi Oginoya Felix

3.2. Thais Felix, formada em química pela UFSC.

3.3. Caroline Felix

2.2. Milton Alfredo da Luz, c.c Marili Strassburger da Luz. Teve três filhos:

3.1. Cleverson Strassburger da Luz

3.2. Rodrigo Strassburger da Luz

3.3. Poliana Kaori Grzybowski

3.4. Carlos Alberto da Luz Sobrinho

2.3. Sueli Regina da Luz, c.c Helzio Lirio da Cruz. Teve um filho:

3.1. Alfredo Lirio da Cruz

2.4. Carlos Alberto da Luz, c.c Cleonice Pereira da Luz. Teve uma filha:

3.1. Ana Paula Pereira da Luz

3.2. Luiz Gustavo Pereira da Luz

1.5. Benevenuto Bassi, c.c Laura Bassi. Teve 4 filhos:

3.1. Marcos Bassi

3.2. Marcio Bassi

3.3. Marcelo Bassi, já falecido.

3.4. Mercia Bassi

1.6. Deolinda Bassi do Santos, c.c Celso dos Santos. Teve 4 filhos:

2.1. Celso dos Santos Jr. c.c Odete Mendes dos Santos.Teve uma filha:

3.1. Natalia Mendes dos Santos

2.2. Anselmo dos Santos, c.c Magda Chicarelli Santos. Teve dois filhos:

3.1. Douglas Chicarelli dos Santos

3.2. Gabriela Chicarelli dos Santos

2.3. Rosneide dos Santos

2.4. Luciano dos Santos

1.7. Oracio Bassi, c.c Cassia Regina Bassi. Teve duas filhas:

2.1. Josiane Bassi

2.2. Jucieli Bassi

N.º 02 Maria Bassi Ganancim ou Ganacin, c.c Luiz Ganancim. Teve dois filhos:

1.1. Orlando Ganancim, c.c Tereza Gomes Ganancim. Teve quatro filhos:

2.1. Antônio Luiz Ganancim, c.c Patricia Cristina Cezario. Teve três filhos:

3.1. Rodolfo Rodrigues Ganancim

3.2. Fernanda Cristina Ganancim

3.3. Rafaela Cristina Ganancim

2.2. Maria de Fatima Ganancim Correa, c.c Luiz Norberto Correa. Teve três filhos

3.1. Edson Luiz Correa

3.2. Eduardo Correa

3.3. Emmanuelle Correa

2.3. Maria Aparecida Ganancim

2.4. Maria Beatriz Ganancim

1.2. Antônio Ganancim, c.c Maria de Souza Ganancim. Teve um filho:

2.1. Carlos Antônio Ganancim, c.c Ana Beatriz Tozato Ganancim. Teve dois filhos:

3.1. Carlos Eduardo Tozato Ganancim

3.2. Leana Gabriella Tozato Ganancim

N.º 03 Julio Bassic.c Leonor Goncalves Bassi. Teve quatro filhos:

1.1. Jonas Bassi c.c Osvaldina Faria Bassi. Teve quatro filhos:

2.1. Maria Leonor de Fatima Goncalves Bassi Martini, c.c Dalton Martini. Teve três filhos:

3.1. Dalton Bassi Martini

3.2. Louise Bassi Martini

3.3. Paulo Bassi Martini

2.2. Leslie ou Lézia Bassi Gaffuri, c.c Adir Gaffuri. Teve dois filhos:

3.1. Janaina Bassi Gaffuri

3.2. Gabriel Bassi Gaffuri

2.3. Jonas Bassi Filho, c.c Luciana Alves Bassi. Teve dois filhos:

3.1. Jonas Bassi Neto

3.2. Rafael Bassi

2.4. Eliane Cristina Aparecida Bassi dos Santos, c.c Julio Almeida dos Santos. Teve 3 filhos:

3.1. Juliana Carolina Bassi dos Santos

3.2. Bruna Bassi dos Santos

3.3. Júlio Augusto Bassi dos Santos

1.2. Nelson Bassi, c.c Clarice Kuhl Bassi. Teve três filhos:

2.1. Valmir Aparecido Bassi, c.c Ana Maria de Souza Bassi.Teve dois filhos:

3.1. Lucas Gabriel Bassi

3.2. Fernando Vinicius Bassi

2.2. Nelson Aparecido Bassi, c.c Dirce Maria Marçal Bassi. Teve dois filhos:

3.1. Thaise Bassi de Aguiar c.c Paulo Henrique de Aguiar.

3.2. Diego Marçal Bassi

2.3. Mariline Aparecida Bassi Gonçãves c.c Jonas Gonçalves. Teve um filho:

3.1. João Nelson Bassi Gonçalves

1.3. Antônio Bassi, divorciado de Eni Luci, teve dois filhos:

2.1. Júlio Bassi Neto, médico anestesista, c.c Roberta Cavalcanti de Abuquerque Bassi

2.2. Evelise Bassi

1.4. Sônia Maria de Fátima Bassi Muller, c.c Vilson Muller. Teve dois filhos:

2.1. João Paulo Muller

2.2. Camila Bárbara Muller

Nº 04 Francisco Bassi, c.c Pilar Morales Bassi. Teve dois filhos:

1.1. Antônio Bassi, c.c sua prima Maria Aparecida Bassi. Teve três filhos:

2.1. Cleia Bassi da Silva, c.c Valmiro Gomes da Silva. Teve um filho:

3.1. Grabriel Bassi Gomes da Silva

2.2. Elizabete Bassi Turetta, c.c João Wagner Turetta. Teve dois filhos:

3.1. Kaique Renan Turetta

3.2. Kauna Turetta

2.3. Francisco Antônio Bassi

1.2. Rosa Bassi Raso, c.c Arnaldo Luiz Raso. Teve três filhos:

2.1. Marcos Bassi Raso

2.2. Reinaldo Bassi Raso

2.3. Wagner Bassi Raso

Nº 05 Narciso Bassi, c.c Ioli Campaneruti Bassi. Teve quatro filhos:

1.1. Maria Aparecida Bassi, c.c seu primo Antônio Bassi (ver 1.1 acima).

1.2. Elza Bassi Zacarkim ou Zarcarquim, c.c Renato Zacarkim. Teve sete filhos:

2.1. Carlos Alberto Bassi Zacarkim, c.c Marinalva Sodré Zacarkim. Teve três filhas:

3.1. Renata Priscila Sodré Zacarkim

3.2. Mileidi Aline Sodré Zacarkim

3.3. Nivea Cristina Sodré Zacarkim

2.2. Rosangela Zacarkim dos Santos, c.c Jaci Pinheiro dos Santos. Teve 4 filhos:

3.1. Flávio Zacarkim Pinheiro dos Santos

3.2. Luiz Renato Zacarkim Pinheiro dos Santos

3.3. Andressa Zacarkim Pinheiro dos Santos

3.4. Ana Cladia Zacarkim Pinheiro dos Santos

2.3. Luidi Bassi Zacarkim, c.c Maria Geraldina Zacarkim. Teve dois filhos:

3.1. Mariangela Bassi Zacarkim

3.2. Carlos André Bassi Zacarkim

2.4. Miguel Angelo Bassi Zacarkim, c.c Priscilla da Silva Barros Zacarkim

2.5. Luiz Sergio Bassi Zacarkim, c.c Kelli Cristina Rodrigues Zacarkim. Teve uma filha:

3.1. Kesia Rodrigues Zacarkim

2.6. André Bassi Zacarkim

2.7. Karla Bassi Zacarkim

1.3. Neuza Antonia Bassi Bardini, c.c José Bardini Neto. Teve dois filhos:

2.1. Cesar Adriano Bardini, c.c Simone Francisco Chagas Bardini

2.2. Sandra Vivian Bardini, c.c Claudemir Prado e teve uma filha:

3.1. Yasmin Bardini Prado

1.4. Benedito Bassi, c.c Abigail Aparecida Bonfim Bassi. Teve dois filhos:

2.1. Dayane Antonia Bassi

2.2. Leandro Carlos Bassi

Nº 06 Orlando Bassi,c.c Assunta Frare Bassi. Teve quatro filhos:

1.1. Luiz Bassi, c.c Carmen Flores Bassi. Teve três filhos:

2.1. Luiz Bassi Junior c.c Denise Marcilio Bassi. Teve duas filhas:

3.1. Natalia Marcilio Bassi

3.2. Raquel Marcilio Bassi

2.2. Marcos Flavio Bassi, c.c Ana Luiza Rosa. Teve uma filha:

3.1. Daniela Rosa

2.3. Carmen Lúcia Bassi

1.2. Santina Bassi Zacalusni, c.c José Antônio Zacalusni.Teve três filhas:

2.1. Solange Zacalusni Freitas, c.c Itamar Espindola de Freitas. Teve dois filhos:

3.1. Gabriela Zacalusni Freitas

3.2. Guilherme Zacalusni Freitas

2.2. Sandra Elisa Zacalusni

2.3. Simone Zacalusni

1.3. Antônio Bassi, c.c Wanda Maria Bassi. Teve três filhas:

2.1. Luciana B. Oliveira, c.c Diogenes Piazzon de Oliveira. Teve uma filha:

3.1. Bruna Bassi de Oliveira

3.2. Caroline Bassi

3.3. Sabrina Bassi

1.4. Orlando Bassi Filho

Nº 07 Ricieri Bassi, f. em 2009, foic.c Delfina ou Dorfina Liria Bassi.Teve quatro filhos:

1.1. Bento Bassi

1.2. Laura Bassi c.c Nelson Scaquetti. Teve:

2.1. Edmundo

2.2. Mércia

2.3. Luciana

1.3. Edio Bassi c.c Florinda. Teve:

2.1. Edio Bassi Filho. Teve:

3.1. Alexandre, casado

3.2. Ana Paula, casada. Teve:

4.1. Bárbara

2.2. Vilma Bassi c.c Antônio. Teve:

3.1. Márcio

3.2. Júlio

3.3. Adalberto

1.5. Antônio Aparecido Bassi

1.6. Ernesto Bassi

Nº 08 Reinaldo Bassi,“Nico”, c.c Jandira. Teve:

    1. Antônio Bassi c.c Aide Barros. Teve:

2.1. Manoel

2.2. Rafael

Nº 09 Henrique Bassinascido aos 15.JUL.1925 em Coroados/SP, foi vereador por dois mandatos em Piabiru/PR e vice-Prefeito daquela cidade onde faleceu aos 05.SET.2009. Foi casado com Aurora Reichi. Teve cinco filhos:

Adriano-Odair-Primo-Tio

Elias, Odair, Adriano Bedore e Antônio Carlos Bassi em frente da Fontana di Trevi em Roma em 2003.

1.1. Valdir José Bassi

1.2. José Carlos Bassi, c.c Mariana Farias. Teve:

2.1. Paulo André

2.2. Rodrigo

2.3. Stefani

1.3. Maria Aparecida Bassi

1.4. Antônio Carlos Reichi Bassi, natural de Peabiru onde reside, é responsável pelo processo de cidadania italiana de sua família, é casado e viajou em 2003 para Itália com o autor destas notas genealógicas. Teve:

2.1. Kelly Cristina Álvares Bassi. Teve:

3.1. Nicolly Álvares Bassi Alves.

2.2. João Paulo Álvares Bassi

1.5. Paulo Henrique Bassi, c.c Ana Cristina Pires. Teve:

2.1. Henrique

2.2. Isabella

Nº 10 Emilia Bassi

Nº 11 Dozolina Bassi, falecida em Piabiru/PR foi c.c Arlindo Zagatto com quem teve:

1.1. Antônio Hélio Zagatto c.c Claudete

1.2. Edson Roberto Zagatto

1.3. Humbert Luiz Zagatto

1.4. José Augusto Zagatto c.c Teia NewtonZagatto.

Nº 12 Guilherme Bassic.c Maria Batista. Teve:

1.1. Maria Helena

1.2. Aloísio

1.3. AntônioGuilherme

1.5. Maristela c.c Rene Vendramin

Nº 13 Paulo Bassi, falecido aos 06.SET.2009 em Maringa/PR onde residia. Foi c.c Rute Caldeira da Silva. Teve:

1.1. Rita de Cássia Bassi

1.2. Leia Aparecida Bassi

1.3. Paulo Roberto Bassi

1.4. Carmem Lúcia Bassi

Nº 14 Antônio Bassi

Capítulo 6º

Giacinta Bassi Pilla

Giacinta Bassi Pilla, nascida aos 11.AGO.1885 em Vallese di Oppeano/VR, imigrou para o Brasil primeira vez com sua família em 1891 e segunda vez já casada com seu marido Giovanni Pilla, sua sogra Maria Izambom, uma cunhada de nome Amália e dois filhos Rita e Erenesta aos 27.JUL.1908. Casou-se na Itália com Giovanni Pilla, natural de Riese Pio X, Treviso, filho de Luiggi Pilla e de Maria Izambom, que imigrou para o Rio Grande do Sul em 1892 estabelecendo-se posteriormente em Mirandópolis/SP. Giacinta faleceu aos 03.FEV.1961 em Bauru/SP. Teve:

Nº 01 Rita, nascida na Itália e falecida em Araçatuba/SP.

Nº 02 Ernesta, nascida na Itália e falecida em Araçatuba/SP.

Nº 03 Marina, falecida em Araçatuba/SP.

Nº 04 Luiz

Nº 05 José, falecido em São Paulo/SP.

Nº 06 Geraldo, falecido em Andradina/SP.

Nº 07 Lídia, falecida em São José do Rio Preto/SP.

Nº 08 Adélia, residente em Araçatuba/SP.

Nº 09 Iva, falecida em Araçatuba/SP.

Nº 10 Carlos, falecido menor.

Nº 04 Luiz Pilla,f. em Mirandópolis/SP, foi c.c Leduina Maria Thereza Giacomelli. Teve q.d.:

1.1.Odovaldo Pilla, economista, residente em Londrina/PR, c.c Teresa Tonhon. Teve q.d:

2.1. Rosemary Cristina Pilla, natural de Mirandóplois, residente em Curitiba/PR.

1.2. José Pilla, residente em Londrina/PR.

1.3. Claudio, residente em Mirandópolis/SP.

1.4. Neusa, residente em Mirandópolis/SP.

1.5. João, residente em Mirandópolis/SP.

1.6. Ivone, residente em Mirandópolis/SP

Capítulo 7º

Ângelo Bassi I

Angelo Bassi, nascido aos 07.FEV.1880 em Oppeano/VR e falecido provavelmente na Itália antes da imigração de seus pais.

Capítulo 8º

Ângelo Bassi II

Angelo Bassi, nascido em 1889 provavelmente em Oppeano/VR e falecido aos 21.JAN.1892 na fazenda Santa Maria em São Simão/SP com três anos de idade, segundo declararam as testemunhas Giovanni Faccioli, tio materno e Alessandro Pollini.

FIM DO TÍTULO BASSI

Título XVI

Família ASSIRATI

Descendentes do imigrante italiano Ângelo Assirati

Disposição genealógica (Tronco, capítulos e demais desdendentes): Adriano Bedore [Inédita]

Pesquisas: Adriano Bedore

RELAÇÃO DO TRONCO COM O BRASIL E COM ATIBAIA/SP

● O tronco deste título, italiano Ângelo Giovanni Battista Sirati, imigrou para o Brasil em novembro de 1890 com a esposa e dois filhos, estabelecendo-se incialmente em São Carlos/SP.

● Uma das bisnetas do Tronco, Iride Bacchiega Bedore, radicou-se em Atibaia em 1964 e lá faleceu em 1997.

RELAÇÃO DO TRONCO COM O AUTOR

● O Tronco é tetravô (avô em 4° grau) do autor deste trabalho. É também avô materno de José Bachega, bisavó paterno do autor destas notas genealógicas.

CIDADES MAIS CITADAS NESTE TÍTULO

● Spinadesco/CR, Itália, São Carlos, Jaboticabal, Monte Alto, Candido Rodrigues, todos do Estado de São Paulo

ANGELO GIOVANNI BATTISTA SIRATI

Ângelo Giovanni Battista Sirati nasceu aos 15.MAR.1846 em Fengo di Acquanegra Cremonese, Província de Cremona, filho de Giovanni Antônio Sirati, nascido aos 13.JUL.1821 em Piccenengo/CR e de Giovanna Mazzolari nascida aos 13.OUT.1823 em Zanengo/CR e casados aos 22.JAN.1845 em Fengo di Acquanegra Cremonese/CR onde moravam. Neto paterno de Giovanni Battista Sirati, já falecido em 1845 e de Luigia Zambelli também já falecida em 1845. Neto materno de Giovanni Battista Mazzolari, nascido em Farfengo e de Vitória Rancali, nascida em Farfengo/CR.

Ângelo Sirati e ou Assirati[349] imigrou ao Brasil aos 11.NOV.1890 juntamente com sua esposa Orsola Maria Ardigó e dois filhos: Terzilla com 16 anos e Temistocle com 12 anos. O nome de família Sirati passou a ser grafado como Assirati já nos nascimentos de Terzilla e Temistocle em Spinadesco/CR e no Brasil tomou inúmeras formas como Acenati, Acerati, Aserate. Ângelo Assirati casou-se aos 12.JAN.1873 em Spinadesco, Província de Cremona com Orsola Ardigò que nasceu aos 11.MAR.1850 em Zanengo di Grunello Cremonese ed Uniti, Província de Cremona, filha de Francesco Ardigó nascido aos 17.JUL.1811 em Barzaniga di Annicco/CR e de Lucia Bernabè nascida aos 10.SET.1811 em Soresina/CR que casaram-se aos 08.JAN.1833 na paróquia de Soresina/CR. Orsola é neta paterna de Giovanni Ardigó e de Orsola Aldovini e neta materna de Luigi Bernabè e de Paola Liberti

Em 1906 no casamento de sua filha Tercilia, Ângelo Assirati ainda vivia, contudo, não descobrimos o seu falecimento, já Orsola Ardigó faleceu aos 14.JAN.1898 na fazenda Pulador em Santa Eudoxia onde foi sepultada, Município de São Carlos/SP.

Também descobrimos duas famílias Assirati, uma descendente de Ângelo Assirati e de sua esposa Luiza que com os filhos Achille e Rosa imigraram para o Brasil, sendo esses também originários da cidade de Spinadesco/CR o que nos leva a crer tratar-se da mesma família de Ângelo Assirati. Tal família encontra-se espalhada por todo Estado de São Paulo e especialmente na cidade de Jaboticabal/SP e outra família descendente de Achille Assirati, nascido aos 07.OUT.1883 em Spinadesco, Cremona que estabeleceu-se em São Paulo e que muito provavelmente seja a mesma família aqui tratada.

Do casal Ângelo Assirati e Orsola Ardigo descendem dois filhos:

Capítulo 1º Terzilla Maria Liberata Assirati (minha trisavó)

Capítulo 2º Temistocle Assirati

Terzila Assirati e Fedele Bacchiega

Terzilla Maria Liberata Assirati e Fedele Bacchiega

Capítulo 1º

Terzilla Maria Liberata Assirati

Terzilla Maria Liberata Assirati, ou simplesmente Tercilia Assirati, nasceu aos 06.SET.1874 em Spinadesco, província de Cremona. Segundo alguns relatos familiares era professora e também como a sua mãe foi parteira. Por volta de 1892, provavelmente em Iquarana e ou São Carlos, Terclia Assirati conheceu o feitor de fazenda Michelle (Miguel) Chiaretti, um calabrês, segundo relatos familiares, com quem teve seis filhos: Rosa Bachega Corassini, Nicola Bachega, Ursolina Bachega Sperandio, José Bachega, Ângelo Bachega e Domingos Augusti, criado por um primo de Tercilia. Pelo que se descobriu Tercilia viveu com Miguel Chiaretti até o seu retorno para Itália que se deu entre os anos de 1902 a 1904, deixando-a com os seis filhos. Também através de relatos familiares afirma-se que Chiaretti era casada na Itália, o que explica o fato de não ter se casado com Tercilia com quem viveu entre 1892 a 1902 ou 1904, sabe-se que Miguel fora morto por um cunhado assim que regressou para Itália, numa disputa por herança.

Sozinha e com cinco filhos para criar Tercília casou-se aos 17.NOV.1906 com Fedele Bacchiega ou Fidelis Bachega como ficou conhecido (ver cap. 1° do título Bacchiega), sendo ele viúvo com 31 anos de idade e ela solteira com 32 anos de idade. Esse casamento uniu os sete filhos do casal, pois Fidelis tinha dois filhos de seu primeiro casamento (José e João Batista) e Tercília cinco de sua união com Miguel Chiaretti (Rosina, Nicola, Ursolina, José e Ângelo). Fedele Bacchiega pelo que se sabe fez questão que todos os filhos de Tercilia com Miguel Chiaretti levassem seu sobrenome, de modo que o cinco dos seis filhos de Trecilia passaram a partir da primeira década do século XX a assinar o sobrenome Bachega.

Fidelis Bachega e Tercília Assirati tiveram mais cinco filhos: Guerina Bachega Zerbato, Artide Bachega Mazzega, Elvira Augusti, Valdomiro, falecido na menoridade e o caçula Argeu Bachega, portanto Fidelis e Tercilia criaram juntos 12 filhos e todos herdaram o sobrenome de Fidelis: BACHEGA. Fidelis Bachega faleceu aos 02.JAN.1940 em Promissão e Tercilia aos 12.FEV.1948 também em Promissão onde estão sepultados. Portanto, do casal Fedele e Tercilia descendem treze filhos retratados no título anterior, Título Bacchiega.

Capítulo 2º

Temistocle Assirati

Temistocle Assirati, nascido aos 13.MAR.1878 em Spinadesco/CR e falecido em 1921 em Monte Alto/SP e sepultado em Jurupema/SP, casado com Maria Camussi, filha de Domenico Camussi e de Maria Pagorari. Teve q.d. onze filhos:

Nº 01 Ursulina

Nº 02 Elvira

Nº 03 João

Nº 04 Rosa

Nº 05 Domingos

Nº 06 Carolina

Nº 07 Teresa

Nº 08 Luzia

Nº 09 Idalina

Nº 10 Ernesto

Nº 11 Ana

Nº 01 Ursolina Canassa, nascida em São Carlos, c.c Carlo Canassa, deixaram vasta descendência, mas sem informação.

Nº 02 Elvira Canassa, nascida em São Carlos, c.c Alexandre Canassa, irmão de Carlo acima, tiveram três filhos.

Nº 03 Giovanni, nascido aos 29.JUN.1906 em São Carlos, casado aos 09.MAIO.1931 em Jurema com Luzia Ceroni, tiveram sete filhos, todos residentes em Candido Rodrigues/SP.

Nº 04 Rosina, nascida aos 15.JUL.1910 em São Carlos, foi casada em Jurupema aos 01.FEV.1927 com Izidoro Baldassarini, falecida aos 07.AGO.2002 com 92 anos em Monte Alto/SP onde vivia. Teve q.d. sete filhos:

1.1. Jesuína, nascida em 1928.

1.2. Alberto, nascido em 1930.

1.3. Palmira, nascida em 1932.

1.4. Moacir, nascido em 1934.

1.5. Tereza, nascida em 1941.

1.6. Waldemar, nascida em 1943.

1.7. Antônio, nascido em 1948.

Nº 05 Domingos, foi c.c Augusta, tiveram cinco filhos.

Nº 06 Carolina Rosseti, c.c Antônio Rosseti, falecida em MonteAlto/SP onde vivia. Teve cinco filhos.

Nº 07 Tereza Moreti, c.c Pedro Moreti, deixaram vasta descendência.

Nº 08 Luzia Muniz, c.c Sebastião Muniz, tiveram cinco filhos.

Nº 09 Idalina Murineli, c.c Etero Murineli, tiveram quatro filhos.

Nº 10 Ernesto, falecido na menoridade.

Nº 11 Ana Belini, nascida aos 10.DEZ.1921 em Monte Alto/SP, residente em Candido Rodrigues/SP, viúva de José Belini.

FIM DO TÍTULO ASSIRATI

Título XVII

Família BACCHIEGA

Descendentes do italiano Federico Bacchiega

Disposição genealógica (Tronco, capítulos e demais desdendentes): Adriano Bedore [Inédita]

Pesquisas: Adriano Bedore

RELAÇÃO DO TRONCO COM O BRASIL E COM ATIBAIA/SP

● O tronco deste título, italiano Federico Bacchiega, não tem nenhuma relação com o Brasil, posto que nasceu, viveu e morreu na Província de Rovigo, região do Veneto, contudo seus filhos imigraram para o Brasil, segundo relatos familiares, em 1897.

• Uma das bisnetas do Tronco, Iride Bacchiega Bedore, radicou-se em Atibaia em 1964 e lá faleceu em 1997.

RELAÇÃO DO TRONCO COM O AUTOR

● O Tronco é tetravô (avô em 4° grau) do autor deste trabalho. É também avô paterno de José Bachega, bisavô paterno do autor destas notas genealógicas.

CIDADES MAIS CITADAS NESTE TÍTULO

● São Carlos, Itajobi, Araraquara, Bauru, Urupes, Getulina, Atibaia, Jales, Tupã, São Paulo, Araçatuba, Presidente Prudente, Santo André, Bauru, Lins, Promissão, Marília, todas no Estado de São São Paulo, algumas cidades do Paraná como Curitiba, Assai, Londrina, Maringa, Santa Cecília do Pavão, Nova Esperança, Terra Boa, Paranavai e Querência do Norte e algumas do Estado do Mato Grosso do Sul como Ivinhema, .

FEDERICO BACCHIEGA

Federico Bacchiega nasceu aos 12.JUL.1840 em Pincara Província de Rovigo, na região do Veneto, norte da Itália, era filho de Lorenzo Bacchiega e de Lucia Piatello e casou-se aos 11.AGO.1875 em Pincara com Maria Caniato, nascida aos 03.DEZ.1852 em Garofolo di Canaro, província de Rovigo, filha de Battista Caniatto e de Catterina Zanforlini.

Segundo o processo de habilitação de casamento de Bernardo Simonai e de Edevinda Bacchiega, ocorrido em 17.JAN.1908 em São Carlos/SP, Federico, ou Henrique, nome aportuguesado, faleceu na Itália, portanto, não imigrou para o Brasil, o que nos faz concluir que Maria Caniato imigrou com seus filhos, todos naturais de Pincara/RV no ano de 1897, segundo relatos familiares, posto que não encontramos o desembarque dos mesmos.

Maria Giovanna Caniato era filha de Battista Caniato nascido aos 12.FEV.1815 em Guarda Veneta e de Coseta Zanforlin também nascida em Guarda Veneta aos 19.SET.1819 e ai casados aos 07.FEV.1837. Maria Caniato faleceu aos 29.ABR.1924 na fazenda Aruera entre os municípios de Marapuana e Itajobi, sendo sepultada em Itajobi/SP.

No Brasil o nome de família BACCHIEGA por alguns ramos familiares sofreu várias deformações fruto do processo de aportuguesamento, gerando entre as variáveis o sobrenome BACHEGA tal qual conhecemos hoje. Encontramos no Brasil, várias famílias com o sobrenome Bachega que imigraram, entre essas muitas, destaco a descendente de Luigi Bacchiega, nascido aos 11.JUN.1871 em Bergantino, província de Rovigo, próxima a cidade de Pincara, o que pode significar serem as duas famílias aparentadas.

A família Bacchiega inicialmente estabeleceu-se em Santa Eudoxia, bairro do então distrito de São Carlos do Pinhal/SP hoje somente São Carlos, onde vários filhos do casal Federico e Maria se casaram. Tiveram q.d. seis filhos:

Capítulo 1º Fedele EmiglioBacchiega (meu trisavô)

Capítulo 2º Gioconda Bacchiega

Capítulo 3º Lucia Regina Bacchiega

Capítulo 4º Solidea Bacchiega

Capítulo 5º Graziano Bacchiega

Capítulo 6º Vinda Bacchiega

CAPÍTULO 1º

Fedele Emiglio Bacchiega

Fedele Emiglio Bacchiega, ou simplesmente Fidelis Bachega nasceu aos 21.JUL.1875 em Pincara/RV, segundo a certidão consultada, Fidelis nasceu um mês antes do casamento no civil de seus pais, contudo era muito comum naquela época, se casar na igreja e depois de algum tempo no civil, já que antes da unificação italiana, ocorrida em 1870, não existia cartórios civis.

Fidelis casou-se em primeiras núpcias com Elvira Nove aos 15.AGO.1899 em São Carlos/SP. Elvira era filha de Jerônimo Nove. Fidelis três anos após o seu casamento enviuvou-se, pois Elvira Nove veio a falecer na fazenda Itararé em São Carlos aos 25.SET.1902 sendo sepultada no cemitério de Santa Eudóxia, distrito de São Carlos, deixando dois filhos com Fedele Bacchiega (José e João Batista).

Viúvo, Fedele Bacchiega conheceu Terzilla Maria Liberata Assirati, ou simplesmente Tercília Assirati (ver cap. 1° do título Assirati), nascida aos 06.SET.1874 em Spinadesco, província de Cremona, filha de Ângelo Assirati e Orsola Ardigó, a qual havia imigrado ao Brasil aos 11.NOV.1890 juntamente com seus pais e um irmão de nome Temistocle Assirati, o qual deixou grande descendência espalhada pelo Estado de São Paulo.

Tercília Assirati, segundo alguns relatos familiares era professora e também como a sua mãe foi parteira. Por volta de 1892, provavelmente em Iquarana ou Santa Eudoxia de São Carlos, Tercilia Assirati conheceu o feitor de fazenda, Michelle (Miguel) Chiaretti, um calabrês, segundo transmissão oral, todavia, na atualidade o sobrenome incidi com mais freqüência na Província de Rieti na região do Lazio, cuja capital é Roma. Miguel era filho de Domenico Chiaretti e de Rosae teve com Tercilia seis filhos: Rosa Bachega Corassini, Nicola Bachega, Ursolina Bachega Sperandio, José Bachega, Ângelo Bachega e Domingos Augusti, esse último criado por um primo de Tercilia. Pelo que se descobriu Tercilia viveu com Miguel Chiaretti até o seu retorno para Itália que provavelmente deu-se entre anos de 1902 a 1904, deixando-a com os seis filhos. Também através de relatos familiares afirma-se que Chiaretti era casado na Itália o que muito provavelmente foi a causa impeditiva para não ter se casado com Tercília com quem viveu provavelmente entre 1892 a 1902 ou a 1904 e com quem teve seis filhos. Segundo relatos familiares, Miguel fora morto por um cunhado assim que regressou para Itália, numa disputa por herança.

Sozinha e com cinco filhos Tercília casou-se aos 17.NOV.1906 com Fidelis Bachega, sendo ele viúvo com 31 anos de idade e ela solteira com 32 anos de idade. Este casamento uniu os sete filhos do casal, pois Fidelis tinha dois filhos de seu primeiro casamento (José e João Batista) e Tercília cinco de sua união com Miguel Chiaretti (Rosina, Nicola, Ursolina, José e Ângelo, já que seu filho caçula Domingos fora criado por um primo de Tercilia).

Fedele Bacchiega fez questão absoluta que todos os filhos de Tercilia com Miguel Chiaretti levassem seu sobrenome, de modo que os cinco dos seis filhos de Tercilia passaram, a partir da primeira década do século XX, a assinar o sobrenome Bacchiega aportuguesado para Bachega, todavia antes dessa época os mesmos ainda portavam o sobrenome do pai biológico, uma vez que num censo ocorrido em São Carlos em 1907 os filhos de Tercilia e de Miguel foram ‘cadastrados’ com o sobrenome do pai biológico, lá grafados como Cherrete. Toda a família morou por muitos anos na cidade de Itajobi/SP onde grande parte dos filhos de Fidelis e Tercilia moravam um ao lado do outro numa extensa casa de colonos.

Fidelis Bachega e Tercília Assirati tiveram mais cinco filhos: Guerina Bachega Zerbato, Artide Bachega Mazzega, Elvira Augusti, Valdomiro, falecido na menoridade e o caçula Argeu Bachega, portanto, Fidelis e Tercilia criaram juntos 12 filhos e todos herdaram o sobrenome de Fidelis: BACCHIEGA ou simplesmente BACHEGA. Fidelis Bachega faleceu aos 02.JAN.1940 em Promissão e Tercilia aos 12.FEV.1948 também em Promissão onde estão sepultados.

Portanto, do casal Fedele e Tercilia descendem treze filhos:

Nº 01Rosina Bachega

Nº 02 Nicola Bachega

Nº 03 José Bachega I

Nº 04 Ursolina Bachega Sperandio

Nº 05 José Bachega II

Nº 06 Ângelo Bachega

Nº 07 João Batista

Nº 08 Domingos Augusti

Nº 09 Guerina Bachega Zerbatto

Nº 10 Artide Bachega Mazzega

Nº 11 Elvira Bachega Augusti

Nº 12 Valdomiro Bachega

Nº 13 Argeu Bachega

Nº 01 Rosina Bachega Coracini nascida aos 02.NOV.1893 em uma localidade chamada Iquarana onde se casou aos 27.JAN.1912 com Attilio Coracini que faleceu em 1937. Segundo relatos familiares Rosina, tinha 11 (onze) anos quando seu pai biológico, Miguel Chiaretti, retornou para Itália, ou seja 1904. Rosina faleceu em Araraquara onde vivia aos 18.MAIO.1978 com 85 anos. Teve:

1.1. Maria Aparecida Coracini, nascida aos 04.MAR.1913,c.c Augusto de Nobile, teve:

2.1. Euclides De Nobile, nascido aos 12.NOV.1933 c.c Maria Odete Marcondes De Nobile, residente em Araraquara/SP. Teve:

3.1. Marilene De Nobile, nascida aos 13.JUN.1956 casou-se com Ulisses Wiggert Ferreira. Teve:

4.1. Alexandre Wiggert De Nobile Ferreira, nascido aos 25.AGO.1990.

3.2. Lucia Helena De Nobile, nascida aos 15.DEZ.1957 c.c Edir Evangelista Campos. Teve:

4.1. Yuri De Nobile Campos, nascido aos 06.JUN.1985.

4.2. Yan De Nobile Campos, nascido aos 19.SET.1989.

3.3. Vera Lucia De Nobile Brígida nascida aos 03.JUL.1959 casou-se com João Luiz Brígida. Teve:

4.1. Josiane De Nobile Brígida nascida aos 18.FEV.1978 casou-se com Roberto Alves Ferreira da Rocha.

4.2. Leonardo De Nobile Brígida nascido aos 01.MAR.1987.

3.4. Paulo Sérgio De Nobile nascido aos 04.ABR.1963 casou-se com Cléia Aparecida Zanella De Nobile. Teve:

4.1. Lucas Zanella De Nobile nascido aos 04.MAR.2000.

2.2. Eurico De Nobile nascido aos 11.DEZ.1935 c.c Maria Aparecida, já falecida. Teve:

3.1. Lourenço De Nobile

2.3. Eudorico De Nobile nascido aos 23.JAN.1940 c.c Lose Opini De Nobile em 21.ABR.1963. Teve:

3.1. Tânia Cristina De Nobile nascida aos 23.JAN.1964 c.c Reginaldo Pires. Teve:

4.1. Natalia Pires nascida aos 16.AGO.1990.

4.2. Lais Pires nascida aos 07.OUT.1993.

3.2. Sandra De Nobile nascida aos 04.MAIO.1966 c.c João Edgar. Teve:

4.1. Gustavo Edgar nascido aos 15.OUT.1996.

3.3. Sonia De Nobile nascida aos 08.MAIO.1969 casou-se com Flávio Ferreira.

3.4. Renata De Nobile nascia aos 16.JUN.1976 c.c Antenor Fernandes Jr.

2.4. Edmilson Augusto De Nobile n. aos 15.OUT.1947 c.c Maria Angélica Gagliardi. Teve:

3.1. Patrícia De Nobile nascida aos 25.MAIO.1972 c.c Michael Berglas. Teve:

4.1. Jianne Berglas, nascida 11.NOV.1997.

4.2. Enrico Berglas nascido 08.JAN.2003.

3.2. Juliana De Nobile n. aos 23.ABR.1975 c.c Rafael Rodrigues Ruivo. Teve:

4.1. João Augusto Ruivo n 17.JUN.1994.

4.2. Letícia Maria Ruivo n 22.OUT.19916.

3.3. Vera Regina Gagliardi De Nobile n 24.NOV.1981. Teve:

4.1. Maria Eduarda Souza n 06.JUL.1997.

1.2. Mário Coracini n 05.AGO.1914 e f solteiro aos 19.OUT.1970.

1.3. Amélia Coracini n 02.AGO.1916 natural de Água Vermelha. Casou-se com João José Peres Flores. Teve:

2.1. Helena Perez Flores n 13.NOV.1939 casou-se com Raulino Moreira. Teve:

3.1. Flavia Regina Moreira n 02.OUT.1960.

3.2. Raulino Flavio Moreira n 04.ABR.1962 c.c Márcia Regina Spinela. Teve:

4.1. Victor Spinela Moreira n 10.FEV.2001.

3.3. Rosana Maria Moreira n 29.MAIO.1963, residente em Atibaia/SP. Teve:

4.1. Priscila M. Lourenço n 17.OUT.1983.

3.4. Ricardo Luiz Moreira n 20.NOV.1964. Teve:

4.1. Rafael Rodrigues Moreira n 02.NOV.1985 c.c Sandra Ferandes Moreira. Teve:

5.1. André F. Moreira n 30.DEZ.1999.

2.2. JoãoPerez Flores n 13.ABR.1941 c.c Maria Carme de Freitas. Teve:

3.1. João Paulo Perez Flores n 28.JUL.1963 c.c Nelida Guinani Franco. Teve:

4.1. Lucas F. Perez Flores n 10.NOV.1993.

4.2. Lorenza F. Peres Flores n 16.JUN.1997.

3.2. Luiz Roberto P. Flores n 03.MAIO.1967 c.c Tania Macedo Gonçalves. Teve:

4.1. Matheus G. Flores n 05.JUN.1997.

4.2. Bianca G. Flores 21.AGO.1998.

3.3. Carmem Silvia Perez Flores n 13.ABR.1971 c.c Fernando Guadahim de Freitas.

3.4. Anamelia Perez Flores n 18.OUT.1980.

2.3. Luis Perez Flores n 29.JAN.1944 c.c Maria Justino Flores. Teve:

3.1. Marcela Aparecida Perez Flores n 27.OUT.1971. Teve:

4.1. Thiago Peres Flores

3.2. Antônio Leandro Justino Flores n 20.JUN.1976. Teve:

4.1. Tanali Justino Flores

3.3. Luiz Mário Justino Flores n 27.MAR.1978

3.4. Rodrigo Lúcio Justino Flores n 16.FEV.1980.

3.5. Ana Lúcia Justino Flores n 29.OUT.1981 c.c Ricardo Amante Bizão. Teve:

4.1. Acaiah Flores Bizão

3.6. Lilina Miriel Justino Flores n 30.ABR.1986.

3.7. Rafaela Laiza Justino Flores n 16.JAN.1993.

2.4. Maria Peres Flores n 03.DEZ.1949 c.c Altamirando Santos Júnior, residente em Araraquara/SP. Teve:

3.1. Tarcila Peres Santos n 29.AGO.1984.

3.2. Natalia Peres Santos n 14.AGO.1985.

2.5. Carlos Peres Flores n 19. SET.1952. c.c Kátia Marize Bonifácio Vitória. Teve:

3.1. Carlos Fernando P. Flores n 02.JAN.1984.

3.2. Carina Peres Flores n 29.OUT.1987.

1.4. Marcilio Coracini n 06.MAR.1919 já falecido. Foi c.c Olinda Boralli. Teve:

2.1. Marcílio Coracini Filho

2.2. Marcos Coracini

1.5. Marcolino Coracini n 25.NOV.1921 c.c Lucila Fernandes Coracini, residente em Bauru/SP. Teve:

2.1. Maria José Coracini n 07.FEV.1950 c.c Nelson Burian Miguel. Teve:

3.1. Haline Coracini Miguel n 27.MAR.1975.

3.2. Karina Coracini Miguel n 28.NOV.1977.

2.2. Dolires Coracine c.c Carlos Claudemir Picolli. Teve:

3.1. Marcos Eduardo Coracine Picolli c.c Valéria Jardim Picoli. Teve:

4.1. Amanda Jardim Picolli

4.2. Bruna Jardim Picolli

3.2. Ana Carla Coracine Picolli

3.3. Márcio Coracine Picolli

2.3. Angela Maria Coracini n 01.MAIO.1958 já falecida foi c.c José Silvio Cenachi de Freitas. Teve:

3.1. Silvio Luis Coracine de Freita, já falecido.

3.2. Camilo Lelis Coracine de Freitas

3.3. Vivian Coracini de Freitas n 29.AGO.1980.

1.6. Martinico Coracini n 01.OUT.1924 c.c Clarinda Costa, residente em São Paulo/SP. Teve:

2.1. Maurício Coracini n 09.FEV.1954 c.c Lúcia. Teve;

3.1.Roberson

3.2. Rafael

2.2. Nestor Coracine n. 21.MAR.1955.

2.3. Norma Coracine n. 17.AGO.1958

2.4. Martha Coracine n. 17.AGO.1958 c.c Ademir Alves Monteiro. Teve:

3.1. Vagner Alves Monteiro n 15.JAN.1978 c.c Elizabete. Teve:

4.1. Caio Alves Monteiro

4.2. Guilherme Alves Monteiro

3.2. Viviane Alves Monteiro n 10.JUL.1980

3.3. Vanessa Alves Monteiro n 11.SET.1982. Teve:

4.1. Letícia Alves Monteiro n 24.NOV.1999.

2.5. Noemia Coracine n 15.SET.1959.

2.6. Simoneta Coracine n 15.OUT.1961

2.7. Paulo Coracine n 31.DEZ.1962 c.c Amarina Aparecida Calixto. Teve:

3.1. Kelly Cristina Calixto Coracine

3.2. Kaia Calixto Coracine

2.8. Salvador Coracine n 14.ABR.1964. Teve:

3.1. Renata Coracine

2.9. Jane Coracine n 23.FEV.1966. Teve:

3.1. Cristiane Coracine n 17.AGO.1985

1.7. Matilde Coracine n 20JUN.1928 casou-se com Durval Silvério de Freitas, residente em Araraquara/SP. Teve:

2.1. Luis Atílio Silvério de Freitas n 15.OUT.1949 c.c Vera Regina Salgado Campos. Teve:

3.1. André Luis C. Freitas n 05.MAR.1976

3.2. Samantha Campos de Freitas n 15.MAR.1977 c.c Ricardo Júlio Sindona. Teve:

4.1. Enzo Freitas Sindona n 03.DEZ.2002.

3.3. Luis Atílio Silvério de Freitas Filho n 25.OUT.1978 c.c Daniela Oliveira de Souza, residente em Osasco/SP. Teve:

4.1. Renan O. Souza de Freitas n 24.ABR.2001.

2.2. José Durval Silvério de Freitas n 17.SET.1951 c.c Arlete Gonçalves de Freitas. Teve:

3.1. Tatiana Gonçalves de Freitas n 15.JAN.1983.

3.2. Mariana Gonçalves de Freitas n 13.MAIO.1989.

2.3. Geraldo Antônio Silvério de Freitas n 10.AGO.1956 c.c Carmem das Graças Bragutte. Teve:

3.1. Fernando Antônio Silvério de Freitas n 24.ABR.1977

3.2. Fabiano Augusto S. De Freitas 17.NOV.1978

3.3. Fred Alexandre S. De Freitas 09.AGO.1980. Teve:

4.1. Lívia Queiroz de Freitas n 04.AGO.2003

2.4. Marcos Benedito Silvério de Freitas n 07.MAR.1958 c.c Maria Elena Abuchaim. Teve:

3.1. Michele Silvério de Freitas n 02.MAR.1984 c.c Carlos Eduardo Mariano. Teve:

4.1. Igor Eduardo de Freitas Marianon 16.SET.2001.

3.2. Marcel Silvério de Freitas n 04.OUT.1987.

3.3. Mayara Silvério de Freitas n 21.OUT.1988.

2.5. Paulo Roberto Silvério de Freitas n 01.MAIO.1956 c.c Margareth Zamboni de Freitas. Teve:

3.1. Gustavo Roberto Silvério de Freitas n 22.OUT.1979.

3.2. Miguel Francisco Silvério de Freitas n 28.ABR.1989.

2.6. Neusa Maria Silvério de Freitas n 10.OUT.1960 c.c Luis Antônio Foz Marim. Teve:

3.1. Luis Flávio Foz Marim n 21.SET.1981.

3.2. Thaís Fernanda FozMarim n 10.MAR.1984.

3.3. Luis Eduardo Foz Marim n 05.JUN.1987

2.7. Marcia Regina Silvério de Freitas n 02.OUT.1964 c.c Paulo Cesar de Andrade. Teve:

3.1. Natalia de Freitas Andrade n 09.JUN.1993.

3.2. João Paulo de Freitas Andrade n 08.DEZ.1998.

1.8. Therezinha Corazzini n 15.OUT.1931 c.c Roberto Leandro Godoi. Teve:

2.1. Rosa Maria Godoi n 15.MAIO.1950 c.c Aderbal Nascimento Serpa da Fonseca, residente em São Paulo/SP. Teve:

3.1. Amauri Godoi Serpa da Fonseca n 20.JUN.1974.

3.2. Leandro Godoi Serpa da Fonseca n 16.JUL.1975.

3.3. Luciana G. Serpa da Fonseca n 24.OUT.1977.

3.4. Renata G. Serpa da Fonseca 24.OUT.1977, gêmeas.

2.2. Roberto Paulo Godoi n 06.JAN.1954 c.c Maria Esther de Castro.Teve:

3.1. Rafael Augusto de Castro Godoi

3.2. Luis Gustavo de Castro Godoi

3.3. Raquel Godoi

3.4. Júlia Godoi

2.3. Regina Célia Godoi n. 16.JAN.1956 teve com Aroldo Moreno:

3.1. Pedro Victor Marcondes Godoi Moreno n 02.ABR.1987.

2.4. Ricardo Leandro Godoi n 29.SET.1959 c.c Ana BeatrizCiussa Godoi. Teve:

3.1. Ricardo Ciussa Corazzini Godoy

2.5. Renato Marcelo Godoi n 21.NOV.1964 c.c Lilian Rezende de Godoi. Teve:

3.1. GuilhermeRezende Godoi

3.2. Laura Rezende Godoi

Nº 02 Nicola Bachega, nascido aos 24.JUL.1895 em São Carlos. Casou-se em Ibitinga/SP com Josefa Fracaloci “Pina”, nascida aos 15.FEV.1900 e falecida aos 26.JUL.1992. Nicola Bachega Faleceu aos 02.AGO.1957 no bairro da Penha em São Paulo onde vivia. Teve cinco filhos:

1.1. Miltre “Ineltre” Bachega Fracaloci n 27.JAN.1919 c.c Jorselino Fracaloci, seu primo. Teve:

2.1. Idene F. Finque c.c Helmuth Frederico Finque.Teve:

3.1. Evelin

3.2. Eliane

3.3. Eliete

3.4. Eduardo

2.2. Elidionete F. Finque n 13.JAN.1942 c.c Ângelo Bracalli. Teve:

3.1. Regina

3.2. Marta

3.3. Daniele

2.3. Ângela Cristina Fracaloci n 07.JUL.1962, solteira.

1.2. Laerte Bachega n 15.OUT.1920 e f 06.JUL.1980 foi c.c Rosa Pelota. Teve:

2.1. Roseli n 24.JAN.1943.

2.2. Laercio n 27.MAR.1946. Teve:

3.1. Vanesa

3.2.Carina

3.3. Maira

2.3. Lupercio n 08.MAIO.1951. Teve:

3.1. Gisele

3.2. Graciela

3.3. Giovanna

2.4. Rosemari

2.5. Rosani c.c Nilson Carlos Maciel. Teve:

3.1. Bruno

3.2. Felipe

1.3. Valter n 08.NOV.1925 f 12.JUL.1988. Casou-se com Nilse Garvia. Teve:

2.1. Valéria Aparecida

2.2. Rogério n 26.JUL.1964, advogado, c.c Maria Stela Teixeira dos Santos. Teve:

3.1. Valter n 24.FEV.1994.

3.2. Fernando n 22.ABR.1999.

2.3. Ronaldo

2.4. Valeska

1.4. Ariovaldo n 16.JUN.1928 f 02.JUN.1992. Foi c.c Maria Mota. Teve:

2.1. Maria Izilda Bachega Loiola Ozório, n 08.FEV.1972 c.c Sérgio Loiola Ozório. Teve:

3.1. Talita

3.2. Tabata

1.5. Nelde Bachega Perego n 15.AGO.1937 f 19.SET.1966. Foi c.c Ari Perego. Não deixou descendentes.

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Ida Bassi e José Bachega

Nº 03 José Bachega I “Pino” nasceu, segundo a tradição oral, aos 13.MAIO.1897 em São Carlos, mas encontramos a certidão de nascimento de José Chiaretti nascido aos 28.JUN.1897 em São Carlos, filho de Miguel “Charetti” e sua mulher Teresa Assiralli, sendo avós paternos Domingos e Rosa e avós maternos Angelo e Orsola, a qual não temos nenhuma dúvida se tratar da certidão de nascimento de José Bachega.

José Bachega faleceu aos 18.FEV.1954 em Getulina onde foi administrador de fazendas e empresário do ramo de transporte públicoentre 1948 a 1956, aproximadamente (ver foto no final deste título). Foi José Bachega homem muito respeitado e admirado em seu tempo, por seu caráter e seu trabalho, tendo sido inspetor de polícia no bairro da 3ª Aliança e presidente da cooperativa agricola daquele bairro. José Bachega era grande incentivador da criação de escolas pelas fazendas em que administrou e também foi músico, tocando instrumento de sopro na banda de Getulina composta por alguns membros da família Bachega.

José Bachega casou-se aos 24.MAR.1918 em Itajobi/SP, onde moravam as famílias Bachega e Bassi, com Ida Bassi, nascida aos 28.MAR.1901 na fazenda Olhos D’água em Taquaritinga/SP filha de Alessandro Bassi e Ginevra Faccioli, também imigrantes italianos do final do século XIX e falecidos em Getulina. Ida Bassi Bachega faleceu em Getulina os 04.FEV.1989.

O casal José Bachega e Ida Bassi chegou a Getulina em 1934 e pode ser considerado o tronco da família Bachega deGetulina e dele descendem nove filhos descritos em N° 05, capítulo 1° do título Bassi.

Nº 04 Ursolina Bachega Sperandio, ou simplesmente Lina, nasceu aos 03.DEZ.1898 em Santa Eudósia e faleceu aos 27.SET.1976 em Itajobi/SP onde viveu a maior parte de sua vida. Casou-se aos 18.AGO.1918 com José Sperandio em Itajobi onde deixou vasta descendência. Teve:

1.1. Oliva Sperandio c.c Gabriel Ramanzotti. Teve:

2.1. Antônio

2.2. Lina

2.3. Lídia

2.4. Vani

2.5. Neusa

2.6. Maria, todos casados e residentes em Santo André/SP.

1.2. Cassemiro Sperandio, falecido aos 26.ABR.2003, foi c.c Deoliva Bianchi Sperandio. Teve:

2.1. Darci Aparecida Sperandio c.c Vicente Alvair Promicia. Teve:

3.1. Maria Izilda Promicia, c.c Gilberto José Bertarello. Teve:

4.1. Ana Karina

4.2. Ana Lúcia

3.2. Waldir Sérgio Promicia c.c Cristiane. Teve:

4.1. Tiago

3.3. Meire Terezinha Promicia c.c Roberto Benedito Quaiote. Teve:

4.1. Camila

4.2 Bruno

3.4. Vagner Luis Promicia casado 1ª vez com Daniela Guardiã com quem teve um filho e 2ª vez com Amanda Galassi com quem teve uma filha:

4.1. Nicolau

4.2. Luiza

2.2. Otair José Sperandio c.c Clotide Conceição Schincagilia. Teve:

3.1. Orlei José Sperandio c.c Silmara Stradiotto. Teve:

4.1. Guilherme

4.2. Pedro

3.2. Cátia Eilene Sperandio c.c Luiz Fineza. Teve:

4.1. Felipe

3.3. Marcos Roberto Sperandio

3.4. Marcelo Sperandio

2.3. Eunice Terezinha Sperandio c.c Propércio Oliani. Teve;

3.1. Josimarcaia Oliani

3.2. Márcio José Oliani

3.3. Elaine Oliane

3.4. Rosana Oliani

2.4. Deise Corina Sperandio c.c Rodenil Luis Schincaglia. Teve;

3.1. Roseleide Schincagilia c.c Eduardo Coutinho Jr. Teve

4.1. Monique

4.2. Letícia

3.2. Rosiane Schincaglia c.c Edson Mendes. Teve:

4.1. Leonardo

4.2. Rafael

3.3. Rodenil José Schincaglia. Teve:

4.1. Lívia

3.4. Roselaine Schincaglia c.c Ronaldo Vitrio. Teve

4.1. Bianca

4.2. Beatriz

2.5. Divanir Lima Aparecida Sperandio Peres c.c Valci Aparecido Peres. Teve:

3.1. Sheila Cristina Peres c.c Valdeci Ferreira da Silva. Teve:

4.1. Gustavo

3.2. Andréia de Fátima Peres

3.3. João Paulo Peres

2.6. Vlademir Sebastião Sperandio c.c Marli de Fátima Cavalari. Teve:

3.1. Priscila Cavallari Sperandio

1.3. Amália Sperandio falecida menor com apenas 11 anos.

1.4. Silvéria Sperandio, já falecida, foi c.c Adelino Mendes Curti, residente em Itajobi. Teve:

2.1. Edevar Curti c.c Aparecida, residentes em Santo André. Teve:

3.1. Marcelo

2.2. Derneval Curti c.c Rute, falecida. Residentes na Praia Grande/SP. Teve:

3.1. Flávia

3.2. Fernanda

3.3. Débora

2.3. Vilmar Mendes Curti c.c Ivete, residentes em São Bernardo do Campo/SP. Teve:

3.1. Vivian casada com Flávio.

3.2. Diego

1.5. Antônio Sperandio c.c Elidia, já falecida, residente em Curitiba/PR. Teve:

2.1. Percival Sperandio c.c Aurimar, residentes em Santo André/SP.Teve:

3.1. Priscila

3.2. Carina

3.3. Vanesa, gêmeas

2.2. Dorival Sperandio c.c Marlene, residentes em Curitiba/PR. Teve:

3.1. Maurício

3.2. Heloíse, residente na Alemanha

1.6. Leonel Sperandio Sobrinho, nascido aos 24.MAR.1929 c.c Maria, nascida aos 25.ABR.1935, residem em Itajobi/SP. Tiveram:

2.1. Valentina

2.2. José Natal c.c Simone

3.1. Luís Felipe

3.2. Ana Beatriz

2.3. Luís Carlos

2.4. Inês Terezinha

2.5. Paulo Eder

1.7. Cláudio Sperandio c.c Guilhermina, residentes em Santo André/SP. Teve:

2.1. Claudete c.c José Carlos. Teve:

3.1. Cristiane

3.2. Rodrigo

2.2. Claudenice

2.3. Claudinei c.c Nilda. Teve:

3.1. Patricia

1.8. Atílio Sperandio c.c Tereza, residentes em Santo André/SP. Teve:

2.1. Sérgio.

Nº 05 José Bachega II, nascido aos 27.SET.1899 em São Carlos, é o primeiro filho de Fidelis com sua primeira esposa Elvira Nove. Foi c.c Ana Bergamo e residente em Assaí/PR onde foi proprietário de fazenda deixando vasta geração.

1.1. Arvilho Bachega

1.2 Rosa Bachega

1.3. Otávio Bachega

1.4. Leonildo Bachega

1.5. José Bachega

1.6. Dezolina Bachega

1.1. Arvilho Bachega, nascido aos 02.JAN.1927 em Novo Mundo/SP casou-se com Izabel Colheri, nascida aos 21.AGO.1926 e falecida aos 25.MAR.1996, Arvilho Bachega foi prefeito de Santa Cecilía do Pavão/PR em 01.JAN.1973 a 31.DEZ.1977 e recebeu o título de cidadão Honorário da mesma cidade aos 22.NOV.1981. Teve 13 filhos:

2.1. Ana Bachegan. aos 10.ABR.1951 em Assai/PR c.c Dirceu Romero e tiveram três filhos:

3.1. Kleber Romeron. aos 14.FEV.1976 em Assai/ PR, c.cAna Amélia e teve:

4.1. Felipe Dantom Romeron. aos 01.ABR.2001 em Mirassol/SP.

3.2. Kelly Romeron. aos 23.AGO.1979 emAssai/PR

3.3. Bruno Romeron. aos 12.AGO.1983 em Londrina/PR

2.2. Irene Bachegan. aos 15.MAR.1962 em Assai/PR, casou-se com Carlos Bevenho e tiveram:

3.1. Karla Cristina Bevenho n.aos 26.AGO.1988em Londrina/PR

3.2. Karoliny Bachega Bevenho n. aos 15.JAN.1991 em Londrina/PR.

2.3. José Bachegan. aos 06.AGO.1950 em Assai/PR, c.c Cleusa Bertasso e tiveram três filhos:

3.1. Raquel Bertasso Bachegaf. aos 01.ABR.1993.

3.2. Jeferson Willian Bachegan. aos 01.ABR.1994 em Londrina/PR

3.3. Hellen Chistina Bachegan. aos 20.FEV.2002 em Londrina/PR

2.4. Alceu Bachegan. aos 26.JAN.1961 em Santa Cecília do Pavão/PR, casou-se com Maria Castorina Andrade e tiveram:

3.1. Tatiane Aparecida Bachega n. aos 15.FEV.1990 em. Londrina/PR.

3.2. Gabriel Bachega n. aos 26.JAN.1999, em Londrina/PR

2.5. Dirce Bachega n. aos 03.MAR.1953 em Assai/PR, solteira.

2.6. Wanderlei Bachegan. aos 16.JUL.1966 em Assai/PR, c.c Zelita Nunes Santana.

2.7. Durvalino Bachegan. aos 31.JUL.1955 em Assai/PR, c.c Jane Acoorsi e tiveram duas filhas:

3.1. Ariane Bachega n. aos 03.DEZ.1989 em Londrina/PR

3.2. Karina Bachega n. aos 20.SET.1993 em Londrina/PR

2.8. João Bachega nascido em em Assai/PR

2.9. Joaquim Bachega n. aos 04.JUL.1959 em Assai/PR, c.c Suzilene Covino e tiveram:

3.1. Priscilla Vieira Bachega n. aos 26.MAR.1983 em Londrina/PR.

2.10 Pedro Bachega nascido em Assai/PR

2.11. Maria Bachegan. aos 31.JUL.1949 em Assai/PR,c.c Olivío dos Santos e tiveram quatro filhos:

3.1. João Wellington dos Santos n. aos 23.JUN.1971 em Santa Cecilía do Pavão/PR teve com Daniela Silva:

4.1. João Henrique Silva dos Santosn. aos 15.MAIO.1998 em São Sebastião da Amoreira/PR.

3.2. Andréa Aparecida dos Santos n. aos 23.DEZ.1975, já falecida.

3.3. Andreza Fátima dos Santos n. aos 28.MAR.1977 em Assai/PR, casou-se comLuciano Meijere e tiveram dois filhos:

4.1. Giuliana dos Santos Meijere de Carvalho n. aos 12.JUL.2002 em Assai/PR

4.2. Giovanne dos Santos Schizzi Meijeire de Carvalho n. aos 01.MAR.2005 em Assai/PR.

3.4. Lucas Bachega dos Santos n. aos 23.FEV.1991 em Londrina/PR.

2.12. Leonora Bacheganascido em Assai/PR.

2.13 Helena Bachega n. aos 15.MAR.1962 em Assai/ PR casou-se com Brás Duarte e tiveram:

3.1. Renan Bachega Duarte n. aos 23.DEZ.1989 em Londrina/PR

3.2. Rafael Bachega Duarte n. aos 10.NOV.1994 em Londrina/PR.

Nº 06 Ângelo Bachega, “Gilim” n. aos 21.NOV.1900 em São Carlos, foi c.c Marina Antonizazi, nascida em 1902 e falecida aos 27.DEZ.1972. Ângelo faleceu em 1950 com 49 anos no bairro da Penha onde vivia. Teve oito filhos:

1.1. Alice, falecida solteira e sem descendentes em 1995.

1.2. Iracema, nascida em 1926 e falecida aos 06.ABR.2003. Teve:

2.1. Márcia, c.c Sérgio Amaro.

2.2. Marilsa, c.c Renato Amara, irmão de Sérgio, acima. Teve:

3.1. Renata.

3.2. Rodrigo.

1.3. Araci, nascida aos 10.ABR.1929, viúva de Rubens Rezende, falecido em 1980. Residente em São Paulo. Teve:

3.1. Alaíde Rezende c.c José Carlos Pires dos Santos. Teve:

4.1. Vinicius

4.2. Marina

1.4. Orlando nascido em 1931, c.c Luzia. Teve:

2.1. Ângela

2.2. Ana Lucia

1.5. Moraci, nascida em 1933 e falecida solteira e sem descendentes em 1998.

1.6. Monclair, nascida em 1936 e falecida aos 06.JUL.2003, foi c.c José Batista Gonçaga. Teve:

2.1. Iara

2.2. José, residente em Roraima.

2.3. Jusara

2.4. Jane

2.5. Joice

2.6. Jarbas

1.7. José Luiz, nascido em 1942, c.c Irene. Teve:

2.1. André

1.8. Olair, “Nito” falecido solteiro e sem descendentes.

Nº 07 João Batista Bachega, nascido aos 10.MAIO.1901 em São Carlos e falecido em 1966 no bairro da Penha em São Paulo onde vivia, é o segundo e último filho de Fidelis Bachega e sua primeira esposa, Elvira Nove. Foi casado com Tereza Antoniazi, falecida em agosto de 1994. Teve:

1.1. Maria Antonia Bacheganascida em 1924, c.c José Belizáro, teve:

2.1. Rosa Belizário nascida em 1947 c.c Darci Ferrares.

2.2. Ivone Belisário nascida em 1949 c.c Geraldo. Teve:

3.1. Fernando

3.2. Mônica

2.3. Marlene nascida em 1952 c.c Manoel. Teve:

3.1. Carolina

1.2. Florides Bachega nascida em 1927 c.c Bemto de Souza, falecido. Teve:

2.1. Diva de Souza nascida em 1950.

2.2. Dirce de Souza nascida em 1952.

2.3. Ademar de Souza nascida em 1954.

2.4. Adelson de Souza nascida em 1956.

2.5. Antônio de Souza nascida em 1958.

2.6. Airton de Souza nascido em 1960.

1.3. Valdomiro Bachega nascido em 1928 em Itajobi/SP c.c Dirce Galleti, residentes no bairro da penha em São Paulo. Teve:

2.1. Maria Helena nascida em 1953 c.c Fernando Gregorin, teve:

3.1. Fernanda Bachega Gregorin

2.2. Luiz Carlos Bachega, nascido em 1958 c.c Lair Buosi, teve:

3.1. Luiz Roberto Buosi

1.4. Osvaldo Bachega, já falecido, foi c.c Isabel, teve:

2.1. Sônia Maria Bachega, nascida em 1956, casada com (…) Moreira.

2.2. Vera Bachega, nascida em 1959, c.c … Colin.

2.3. Luzia Bachega, nascida em 1962 c.c Donizeti.

2.4. Cristina Bachega nascida em 1965 c.c Jorge Takano.

1.5. Lorenço Bachega nascido em 1932 c.c Antonia Block, teve:

2.1. Carlos Bachega nascido em 1963, c.c Marina, teve:

3.1. Felipe nascido em 1989.

3.2. Camila nascida em 1990.

2.2. Wilson Bachega nascido em 1965, c.c Valéria Martins. Teve:

3.1. Isabela nascida em 1993.

2.3. Paulo Roberto Bachega, nascido em 1969, c.c Cristiane Castro.

1.6. Dionísio Bachega, nascido em 1934 c.c Dagna, teve:

2.1. Gilberto Bachega nascido em 1960.

2.2. Roberto Bachega nascido em 1965.

2.3. Zilda Bachega nascida em 1969.

1.7. Otávio Bachega, nascidoem 1935 c.c Lidia, teve:

2.1. David, nascido em 1964 c.c Rose, teve:

3.1. David Júnior nascido em 1982.

3.2. Rafael nascido em 1988.

2.2. Deize Bachega nascida em 1969 c.c Renato.

1.8. Norival Bachega nascido em 1937, já falecido, foi c.c Elza Alves, teve:

2.1. Gilson Bachega nascido em 1971.

2.2. Wilinton Bachega nascido em 1974.

1.9. Clarice Bachega, nascida em 1946 c.c Frede da Silva, teve:

2.1. Clóvis da Silva nascido em 1969.

2.2. Luciene da Sila nascida em 1976.

Nº 08 Domingos Augusti, nascido aos 13.JUL.1902 em São Carlos, é o último filho natural de Tercilia Assirati com Miguel Chiaretti e segundo a tradição familiar tinha 3 meses de vida e ou de gestação quando seu pai biológico retornou para Itália deixando sua mãe sozinha com seis filhos e enormes dificuldades.

Segundo a tradição familiar um primo ou uma prima de Tercília de nome Martim Augusti casado com Angelina Bergonsi não podiam ter filhos e pediram a Tercilia que deixasse criar o seu filho caçula. Tercília com enormes dificuldades decorrentes da partida definitiva do pai de seus filhos, deu seu filho em adoção ao casal Martim Augusti e Angelina Bergonsi. Domingos viveu em Paranavaí/PR e teve:

1.1. José, residente em Paranavaí/PR

1.2. Lídia, já falecida, foi residente em Uniflor/PR..

1.3. Zumira, já falecida,foi residente em Rinópolis/PR.

1.4. Teresa, residente em Mundo Novo/MS.

1.5. Zenilda, residente em Lins/SP, casada com Betil.

1.6. Lurdes Augusti Pazin, nascida aos 01.DEZ.1935.

1.7. Leonora, residente em Paranavaí/PR

1.8. Tarázio, falecido com 11 anos em Promissão/SP.

1.9. Izaltino, residente em Paranavaí/SP, todos os filhos de Domingos Augusti nasceram em Promissão/SP.

Nº 09 Guerina Bachega Zerbato, nascida aos 23.ABR.1907 e falecida aos 10.MAIO.1988 em Itajobi onde vivia, era casada com José Zerbato aos 04.DEZ.1926 com quem teve seis filhos:

    1. Dirce casada com Valdemar Bozeli, ambos já falecidos. Tiveram:

2.1. José Agide Bozeli c.c Nivonete Malfati. Teve

3.1. Patrícia

3.2. Priscila, gêmeas

3.3. Murilo

    1. Elisário c.c Olívia Biassi. Teve:

2.1. Luis Sérgio c.c Maria Inês. Teve:

3.1. Èrica c.c Ricardo. Teve:

4.1. Everson

4.2. Júnior

4.3. Gabriel

2.2. Sireli c.c Antônio Soares Santos, já falecidos. Tiveram:

3.1. Patrícia c.c Ronaldo. Teve:

4.1. Beatriz

3.2. Rodrigo

3.3. Marcelo

2.3. Lairce c.cLeonardo Ferreira dos Santos. Teve:

3.1. Edurado dos Santos

2.4. José Carlos

    1. Androzina c.c Olívio Prado, já falecido. Teve:

2.1. Nadir c.c Luis Carlos Luzia, já falecido. Teve:

3.1. Mariane

3.2. Fábio

2.2. Delvina, divorciada. Teve:

3.1. Gabriel Henrique

3.2. Matheus Augusto

2.3. Elenir c.c Carlos Alberto Volpini. Teve:

3.1. Carlos Alberto Júnior

3.2. Larissa Fernanda

2.4. Mariciene c.c Segisberto de Noronha Timm. Teve:

3.1. Vinicius

    1. Leonísio c.c Irma Molena. Teve:

2.1. Roseli, divorciada. Teve:

3.1. Mariane

3.2. Marcelo

2.2. José Luis c.c Ana Maria Gonçalves. Teve:

3.1. Caroline

3.2. Isabela

    1. Orival, falecido com 18 anos de idade em 1952.
    2. Claudemir c.c Clementina Santa Rosa. Teve:

2.1. Evandro

2.2. Eder

Nº 10 Artide Bachega Mazzega, natural de São Carlos, f. em Marília/SP onde viveu grande parte de sua vida. Teve, q.d.:

1.1. Mercedes

1.2. Iria

1.3. Valdemar

1.4. Maria

1.5. Nair

Nº 11 Elvira Bachega Augusti, nascida aos 04.MAR.1910 em São Carlos, casada com Gildo Augusti, filho de Miguel Augusti, irmão de Martim Augusti que criou Domingos Augusti. Elvira faleceu aos 31.DEZ.1983 em Ivinhema/MS onde vivia. Teve oito filhos:

1.1. Iraci, já falecida, foi residente em Nova Esperança/PR.

1.2. Valdemir, falecido menor

1.3. Nadir, nascida aos 06.MAR.1937 em Promissão, residente em Terra Boa/PR.

1.4. Diva, já falecida, foi residente em Ivinhema/MS.

    1. Ermínia, falecida com 16 anos em Amaporã/PR.
    2. Luci, residente em Ivinhema/MS.
    3. Genival, residente em Ivinhema/MS.
    4. Laerte, residente em Ivinhema/MS.

Nº 12 Valdomiro Bachega, falecido em março de 1928 na menoridade.

Nº 13 Argeu Bachega, falecido em 1994 em Querência do Norte/PR onde vivia. Foi fazendeiro, era casado com Aurora Pontim também falecida, teve q.d.:

1.1. Fidélis, nascido em 1941 casado com Alzira Taroco, teve cinco filhos.

1.2. Delvair, nascido em 1943 casado com olívia Tolfo, teve dois filhos.

1.3. Luiz, nascido em 1947 casado com Adelina Nolfan, teve sete filhos.

1.4. José, nascido em 1949 casado com Neide Mario, teve cinco filhos.

1.5. Odair, nascido em 1953 c.c Aparecida Alves de Freitas, teve dois filhos.

1.6. Cleuza Bachega Porteli, nascidaem 1956, viúva de Luiz Porteli.

Capítulo 2º

Gioconda Maria Bacchiega

Giconda Maria Bacchiega, nascida aos 25.SET.1875 em Pincara, segundo a tradição oral familiar casou-se e constitui família em São José do Rio Preto, mas não conseguimos informação.

Capítulo 3º

Lucia Regina Bacchiega

Lucia Regina Bacchiega, nascida aos 22.MAR.1877 em Pincara, provavelmente faleceu na menoridade, sem informações.

Capítulo 4º

Solidea Bacchiega

Solidea Maria Bacchiega, nascida aos 31.MAR.1883 em Pincara, provavelmente faleceu na menoridade, sem informações.

Capítulo 5º

Graziano Bacchiega

Graziano, nascido aos 12.ABR.1887 em Pincara/RV e falecido em 1950 em Novo Horizonte/SP. Casou-se aos 02.NOV.1909 em São Carlos/SP com Rita Coracini, natural de Padova, filha de Gregório Coracini e de Maria Coracini, provavelmente esses Coracini são parentes de Atílio Coracini que também em São Carlos em 1912 casou-se com Rosina Bacchiega, primeira filha de Fedele Bacchiega, ver atrás. Graziano e Maria tiveram oito filhos e vasta descendência:

Nº 01 Frederico Bachega, falecido em 1996 em Maringa/PR onde residia e deixou vasta descendência.

Nº 02 José Bachega

Nº 03 Armelindo Bachega, residente em São Paulo.

Nº 04 Emília Bachega nascida em 1917, residente em Itajobi.

Nº 05 Ermelindo Bachega

Nº 06 Mário Bachega, nascido em 1925, c.c Diva, residentes em São Paulo.

Nº 07 Narciso Bachega, residente em Maringá/PR.

Nº 08 Maria, já falecida foi residente em Mato Grosso do Sul.

Nº 08 Maria Bacchiega c.c. Milton Ferrari e tiveram 7 filhos:

1.1. Marlei Aparecido Ferrari

1.2. Amauri Antônio Ferrari

1.3. Maria Lúcia Ferrari, residente em Ariquemes, Estado de Rondônia.

1.4. Marta Lúcia Ferrari

1.5. Mário Sérgio Ferrari

1.6. Márcio Luiz Ferrari

1.7. Mariza Aparecida Ferrari

Capítulo 6º

Vinda Bacchiega

Vinda Pulcheria Bacchiega Simionai, também Edevinda nasceu aos 07.MAIO.1890 em Pincara e falecida aos 27.MAIO.1963 em Urupes/SP antiga Mundo Novo/SP, foi casada aos 17.JAN.1908 em São Carlos/SP com Bernardo Simonai, natural da Província de Padova, filho de Antônio Simonai e de Ana Tiuturi ou Fiuturi com quem teve seis filhos e vasta descendência:

1.1. Antônio Simionai, já falecido.

1.2. Otávio, falecido em 1971 em pleno exercício do mandato de vice-prefeito de Marília/SP onde também foi advogado e delegado de polícia. Foi casado, mas não deixou descendentes.

1.3. Alzira, já falecida.

1.4. Avelino, já falecido.

1.5. Risoleta, residente na Vila Maria em São Paulo.

1.6. Adílio também residente em São Paulo.

14608733[1]

‘Jardineira’ de José Bachega que fazia o transporte entre Getulina e Lins

FIM DO TÍTULO BACCHIEGA

FOTOS DE FAMILIARES

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Título XVIII

Família VISENTIN

Descendentes do italiano Ângelo Visentin

Disposição genealógica (Tronco, capítulos e demais desdendentes): Adriano Bedore [Inédita]

Pesquisas: Adriano Bedore

RELAÇÃO DO TRONCO COM O BRASIL E COM ATIBAIA/SP

● O tronco deste título, italiano Ângelo Visentin não tem nenhuma relação com o Brasil, posto que nasceu, viveu e morreu na Província de Padova, provavelmente em Ospedaletto Euganeo/PD, região do Vêneto, contudo alguns de seus descendentes, pelo menos uma trineta sua, Virginia Basso, imigrou para o Brasil em 1913.

●Um dos tetranetos do Tronco, Oscar Bedore, radicou-se em Atibaia em 1964 e lá faleceu em 2004.

RELAÇÃO DO TRONCO COM O AUTOR

● O Tronco é tetravô (avô em 4° grau) do autor deste trabalho. É também avô materno de José Bachega, bisavó paterno do autor destas notas genealógicas.

CIDADES MAIS CITADAS NESTE TÍTULO

● Ospedaletto Euganeo/PD

ANGELO VISENTIN

Ângelo Visentin nasceu entre 1750 a 1760 muito provavelmente Ospdaletto Euganeo/PD onde também deve ter falecido e onde se casou aos 29.ABR.1782 com Maria Pilon nascida em Ospedaletto aos 06.NOV.1758, filha de Giovanni Pilon e Santa Faliva. Angelo era filho de Gasparo Visentin e de Giovanna Mussolin, neto paterno de Angelo Visentin e neto materno de Domenico Faliva.

O casal Ângelo Visentin e Maria Pilon teve que descobrimos:

Capítulo 1° Pietro Visentin

Capítulo 2º Antônio Visentin (meu hexavô)

Capítulo 3º Gasparo Visentini

Capítulo 1º

Pietro Visentin

Pietro Visentin casou-se com Maria Bovò. Teve que descobrimos:

N° 01 Paola n. aos 08.JUN.1807 ou 1808.

N° 02 Angela c.c Angelo Padano. Teve q.d.:

1.1. Antônio Padano n. aos 27.JUL.1857.

Capítulo 2º

Antônio Visentin

Antônio Visentinn. aos 30.JUL.1787 em Ospedaletto onde casou-se aos 25.SET.1808 com Teresa Permunian, n. aos 03.AGO.1786 também em Ospedaletto fª de Pietro Permunian f° de Sante e de Maria Bedore fª de Matteo (ver 4.7., 3.3., 2.5., N° 03 dos desc. de Vicenzo Bedore – cap. 2 Bedores de Ospedaletto). Teve que descobrimos onze filhos:

Nº 01 DomenicaVisentin n. aos 01.MAR.1813, nada descobrimos.

Nº 02 Domenico Visentin

Nº 03 Sante Visentin

Nº 04 Luigi Visentin

Nº 05 Maria Maddalena Visentin

Nº 02 Domenico Visentin c.c Franscesca Fillipi filha di Filippo. Teve q.d.:

1.1. Nicola, n. aos 12.DEZ.1839.

1.2. Luigi I n. aos 31.JUL.1843.

1.3. Luigi II n. aos 09.SET.1844.

1.3. Margheritta n. aos 06.JUN.1851.

Nº 03 Sante n. aos 22.JUL.1817 e f. aos 18.AGO.1817.

Nº 04 Luigi n. aos 03.SET.1821 casado aos 03.JUN.1850 com Antonia Valenti[350]n. aos 08.MAIO.1827 e f. aos 10.MAIO.1903 na rua Madonetta; Antonia era filha de Antônio Matteo Valenti nascido em Veneza e batizado aos 10.OUT.1783 na igreja de São Samuel e de Rosa Meneghini nascida em Este/PD onde foi batizada na igreja matriz de Santa Tecla de Este aos 10.FEV.1787 casados aos 13.MAR.1823 em Ospedaletto sendo ela viúva de Domenico Legato. Antonia Valenti era neta materna de Antônio Meneghini e de Cattarina Rovarin ou Romanin, neta paterna de Sante Valenti e de Anna Zancan ou Zanzon. Teve que descobrimos setefilhos:

1.1. Antônio n. aos 03.FEV.1851.

1.2. Amália Visentin n. aos 01.DEZ.1852, foi artesã e casou-se aos 13.NOV.1872 com Domenico Basso (ver descendentes em 1.6., N° 04, cap. 2° do título Basso); Amália faleceu aos 26.FEV.1934.

1.3. Gregorio n. aos 05.JUN.1854.

1.4. Fuorenciso n. aos 27.JUN.1855.

1.4. Francesco[351] n. aos 27.JAN.1856 e f. aos 25.MAIO.1856.

1.5. Antônio Sante n. aos 05.MAR.1860 c.c Regina Sperandio aos 29.SET.1890. Teve q.d.:

2.1. Ginevra Aurora n. aos 09.JUL.1891.

2.2. Maria n. aos 18.DEZ.1892.

2.3. Adelaide Maria n. aos 27.MAIO.1897 e f. aos 06.ABR.1997.

2.4. Pietro Felice n. aos 29.MAIO.1895.

2.5. Virginia Elena n. aos 24.MAIO.1902 c.c Francesco Viella aos 17.JAN.1925.

2.6. Luigia n. aos 12.OUT.1907.

1.6. Lugia Teresa n. aos 03.MAR.1862.

1.7. Maria Teresa n. aos 30.OUT.1864.

Nº 05 Maria Maddalena Visentin n. aos 27.SET.1827 ou 1828, nada descobrimos.

Capítulo 3º

Gasparo Visentin

Gasparo Visentin nasceu aos 07.OUT.1798 em Ospedaletto Euganeo e casou-se em Valle di Giorgio/PD com Antonia Raverotoou Rovaroto aos 30.JUL.1817. Teve que descobrimos:

N° 01 Giuseppe Visentin

N° 02 Sante Visentin

N° 03 Marianna Visentin, n. aos 10.SET.1830, nada descobrimos.

N° 04 Angelo Visentin

N° 05 Antônio Visentin

N° 06 Bernardo Visentin

N° 07 Pataline (?) Visentin

N° 01 Giuseppe Visentin n. aos 31.JUL.1827 c.c Teresa Goldin. Teve q. d[352].:

1.1. Maria Luigia n. aos 27.ABR.1852.

1.2. Giuseppe n. aos 07.JUN.1857 c.c Pulcheria Caramore filha de Luigi em Santa Tecla de Este. Teve q.d.:

2.1. Gaetano Angelo n. aos 02.ABR.1883.

2.2. Ernesto Luigi n. aos 10.AGO.1885.

2.3. Francesco Giuseppe n. aos 227.MAR.1888.

2.4. Maria Clarinda n. aos 22.JUN.1889 casada aos 26.ABR.1911 com Umberto Pogeglira (?) nascido em Montagnana/PD.

2.5. Teresa n. aos 15.FEV.1892 e f. aos 16.NOV.1979 casada aos 26.NOV.1932 com Giuseppe Toffanin.

2.6. Costantina Alba n. aos 14.JAN.1895 casada aos 26.JAN.1920 com Ellore Permunian.

2.7. Clementina Ottavia n. aos 18.AGO.1898. c.c Giuseppe Sarto aos 18.SET.1923.

2.8. Clementina n. aos 04.DEZ.1901 c.c Cesare Buffi aos 20.NOV.1926.

1.3. Giovanna Maria n. aos 01.ABR.1860.

N° 02 Sante Visentin c.c Luigia Gettolin. Teve q.d[353].:

1.1.Elena Giovanna n. aos 17.MAIO.1849.

1.2. Gaetano Luigi n. aos 10.NOV.1850 ou segundo sua lápide no cemitério de Este n. aos 20.SET.1851 e f. aos 21.MAR.1940. Foi c.c Angela Broggio n. aos 16.SET.1855 e f. aos 19.MAR.1936. Teve q. d.:

2.1. Augusto Visentin n. aos 11.JUL.1891 e f. aos 24.JUN.1968. Teve q. d.:

3.1. Margherita Visentin n. aos 03.JAN.1930 e f. aos 29.ABR.1938, todos, desde do 1.1., estão sepultados na entrada do cemitério de Este.

1.3. Federico Vicenzo n. aos 01.MAR.1852.

1.4. Carlo Nicolino n. aos 09.MAR.1854.

N° 04 Angelo Visentin n. aos 17.MAIO.1833, pode ter se c.c Santa Romazzine. Teve q.d.:

1.1. Marco n. aos 22.ABR.1854.

N° 05 Antônio[354] c.c Rosa Rinaldi. Teve q.d[355].:

1.1. Angelo I n. aos 21.JAN.1866

1.2. Angelo II n. aos 29.MAR.1867.

1.3. Giuseppe n. aos 17.MAIO.1869

1.4. Luigi I n. aos 26.JAN.1873.

1.5. Luigi II n. aos 28.AGO.1874.

1.6. Ferdinando Luigi n. aos 16.JUL.1876.

1.7. Massimiliano n. aos 04.OUT.1878 c.c Elisabeta Zivetti ou Zidetti, filha de Sisto, aos 22.OUT.1902. Teve q.d.:

2.1. Ermenegilda Rosa n. aos 19.AGO.1903 e f. aos 26.AGO.1993, foi c.c Mario Buffi aos 26.NOV.1925.

2.2. Giuseppe n. aos 14.JUN.1907 e f. aos 09.OUT.1971 c.c Elisabetta Tessari aos 10.NOV.1934 em Urbana/PD. Teve q.d.:

3.1. Luciana Agnese n. aos 14.JAN.1934 c.c Antônio Copetti aos 27.DEZ.1956.

3.2. Massimiliano n. aos 19.AGO.1936 c.c Lorenzina Zanellato aos 21.OUT.1962.

2.3. Pierina n. aos 11.JUL.1909 e f. aos 02.NOV.1972.

2.4. Giselda Guerina n. aos 18.JUN.1917.

N° 06 Bernardo Visentin[356]n. aos 27.JUL.1835, nada descobrimos.

N° 07 Pataline Visentin n. aos 24.DEZ.1837, nada descobrimos.

FIM DO TÍTULO VISENTIN

FOTOS DE FAMILIARES

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Da esquerda para direita Alisson, Odair, Michele, Adriano, Leonardo Martinello e sua esposa, Lino Martinello e sua

esposa,Carla Martinello, Valentina, Elio Vegro e Osvair Bedore em outubro de 2007 na Itália

027

Em pé da esquerda para direita: Elio Vegro, Odair Bedore, Lino Martinello, Michele Vegro, Natalina Martinello, Ilde Bedore, Cristina, Carla Martinello,. Agachados: Arthur Bedore, Davide Martini, Adriano Bedore, Ronaldo Andrade, Roberto Martini, Marco e Chiara Martini, Elaine e Rogério Andrade em maio de 2011 em Baone/PD

Título XIX

Família FEDRE

Descendentes do italiano Antônio Fedre

Disposição genealógica (Tronco, capítulos e demais desdendentes): Adriano Bedore [Inédita]

Pesquisas: Adriano Bedore

RELAÇÃO DO TRONCO COM O BRASIL E COM ATIBAIA/SP

● O tronco deste título, italiano Antônio Fedre não tem nehuma relação com o Brasil, posto que nasceu, viveu e morreu na provícnia de Padova, mais precisamente em Ospedaletto Euganeo/PD, região do Vêneto, contudo aluguns de seus descendentes, pelo menos uma trineta sua, Virginia Basso, imigrou para o Brasil em 1913.

● Um dos tetranetos do Tronco, Oscar Bedore, radicou-se em Atibaia em 1964 e lá faleceu em 2004.

RELAÇÃO DO TRONCO COM O AUTOR

● O Tronco é hexavô (avô em 6° grau) do autor deste trabalho. É também tretavô materno de Virginia Basso, bisavó paterna do autor destas notas genealógicas.

CIDADES MAIS CITADAS NESTE TÍTULO

● Ospedaletto Eugnao/PD

ANTÔNIO FEDRE

Antônio Fedre muito provavelmente nasceu em Ospedaletto entre 1745 a 1755 onde também deve ter falecido já que lá se casou aos 14.FEV.1776 com Domenica Permunian n. em Ospedaletto aos 04.FEV.1754, filha de Giovanni Battista Permunian e de Catterina Vascon. Antônio era filho de Giacomo Fedre e de Anna Berto, neto paterno de Antônio Fedre e neto materno de Stefano Permunian. Antônio Fedre teve que descobrimos um irmão de nome Domenico[357] c.c Paola Permunian filha de Stefano, portanto, irmã de Giovanni Battista, pai de Domenica Permunian, com grande descendência.

O sobrenome Fedre, como Bedore, é um raro nome de família tanto na Itália como no Brasil. Pelo que decobrimos a maioria dos Fedres no Brasil e alguns que descobrimos na Argentina são descendentes de Fedres que viveram em Ospedaletto Euganeo, o que nos faz concluir que, muito provavelmente, todos os Fedres descendem de um mesmo tronco familiar, que provavelmente tenha se radicado ou até surgido em Ospedaletto Euganeo, onde até hoje, encontramos pessoas com esse raro sobrenome.

Segundo pesquisas feitas na rede mundial de computadores a família Fedre pode ter origem judaica. Descobrimos uma certa Fradja Fedre, de origem Austrríaca que foi morta no campo de concentração de Auschwitz, por ser judia. Acreditamos que muito provavelmente a família Fedre, pode ter origem judia, mas não temos maiores provas para fazer tal afirmação. Do casal Antônio Fedre e Domenica Permunian descobrimos os seguintes filhos:

Capítulo 1º Domenico Fedre

Capítulo 2º Catterina Fedre

Capítulo 3° Maria Fedre

Capítulo 4° Paola Fedre

Capítulo 5° Paolo Fedre

Capítulo 6° Angelo Fedre

Capítulo 7° Sante Fedre (meu hexavô)

Capítulo 1º

Domenico Fedre

Domenico Fedre nasceu em Ospedaletto Euganeo aos 26.JAN.1777. Pode ter c.c Maria Battistela filha de Fidenzio, com descendência, entre eles Marianna Fedre c.c Giorgio Basso (cap. 4° título Basso) mas não consegui confirmar.

Capítulo 2º

Catterina Fedre

Catterina Fedre nasceu em Ospedaletto aos 02.MAR.1778. Nada descobrimos.

Capítulo 3º

Maria Fedre

Maria Fedre nasceu em Ospedaletto Euganeo aos 29.MAR.1780. Pode ter se c.c Michele Formaggio filho de Angelo. Teve que descobrimos:

N° 01 Santo n. aos 24.JAN.1807 e

N° 02 Rosa n. aos 28.AGO.1808, mas sem confirmação.

Capítulo 4º

Paola Fedre

Paola Fedre nasceu em Ospedaletto Euganeo aos 22.OUT.1782. Nada descobrimos.

Capítulo 5º

Paolo Fedre

Paolo Fedre nasceu em Ospedaletto Euganeo aos 25.JAN.1783. Nada descobrimos.

Capítulo 6º

Angelo Fedre

Angelo Fedre casado em Ospedaletto com Domenica Corradin, filha de Giuseppe de Ponso (?). Teve q.d:

N° 01 Giacomo Fedre

N° 02 Luigi Fedre n. aos 09.AGO.1812, sem informações.

N° 03 Nicolo Fedre n. aos 02.ABR.1814, sem informações.

N° 04 Maria Fedre n. aos 17.MAIO.1829, sem informações.

N° 05 Santa Fedre

N° 06 Antônio Fedre

N° 01 Giacomo n. aos 21.SET.1809 em Ospedaletto e aí e f. aos 14.MAR.1880. Foi casado aos 06.OUT.1830 com Antonia Basso filha de Antônio Basso e de Rosa Formaggio (ver N° 02, cap. 2° do título Basso), residentes na via Altura. Teve q.d.:

1.1. Luigi Fedre n. aos 24.AGO.1831.

1.2. Rosa Fedre n. aos 15.MAIO.1834.

1.3. Maddalena Fedre n. aos 24.JUN.1837 c.c Giovanni Battista Destro. Teve q.d.:

2.1. Luigi Destro n. aos 27.MAIO.1860.

2.2. Emílio Antônio Destro n. aos 10.MAIO.1865

2.3. Antônio Destro n. aos 13.OUT.1867 e f. aos 20.OUT.1867.

2.4. Maria Destro n. aos 2.MAR.1869.

1.4. Antônio Fedre n. aos 30.JUN.1839 pode ter se c.c Maria Moró ou Anna Drusella Rizzo. Teve q.d.:

2.1. Silvio Michele n. aos 19.DEZ.1879.

1.5. Giovanna Maria Fedre n. aos 18.ABR.1843.

1.6. Maria Teresa Fedre n. aos 31.JAN.1844, nada descobrimos.

1.7. Giuseppina Fedre n. aos 01.DEZ.1847 e f. aos 17.MAIO.1874 c.c Domenico Zullato.

N° 03 Nicolo Fedre c.c Giovanna Rosa Cristina Destro, fª de Natale casados em fevereiro de 1843. Teve q.d:

1.1. Giuseppe Gregorio n. aos 20.AGO.1851.

1.2. Luigi n. 27.MAIO.1860.

N° 04 Santa c.c Giuseppe Degobbi, filho de Sante. Teve q.d:

1.1. Giusto Gregório n. aos 08.OUT.1854

1.2. Angelo Deboggi n. aos 07.JAN.1860

1.3. Antonia Degobbi n. aos 17.FEV.1863.

1.4. Abele n. aos 16.SET.1865.

N° 05 Antônio Basso c.c Regina Bonatti. Teve q.d.:

1.1. Giusto Gregori n. aos 08.OUT.1854.

1.2. Girolamo n. aos 09.JUN.1859

1.3. Giocobba Alogia n. aos 13.MAIO.1862.

1.3. Angelo n. aos 22.JAN.1866.

1.4. Valentino n. aos 10.AGO.1871.

Capítulo 7º

Sante Fedre

Sante Fedre nasceu aos 18.JUN.1788 em Ospedaletto Euganeo onde provavelmente se casou com Antonia Barbetta, filha de Antônio Barbetta de Vighizzolo di Este/PD. Tiveram que descobrimos:

Nº 01 Antônio Fedre pode ter se casado com Maria Carrazza. Teve q.d.:

1.1. Giuditta n. aos 22.SET.1856.

Nº 02 Maria Maddalena Fedre [Basso]

Nº 03 Maddalena Fedre

Nº 04 Paola Fedre, n. aos 26.JUL.1816, sem informações.

Nº 05 Giovanna[358] Fedre

N° 01 Antônio Fedre n. aos 03.MAR.1807 casado aos 17.NOV.1830 com Marianna Samadello, filha de Filippo Samadello e de Maria Pegarolo, residentes na época do casamento em Paliugana, Ospedaletto. Teve q.d:

1.1. Angelo n. aos 30.AGO.1831 pode ter se c.c Draugilla Rizzo, filha de Giovanni Battista. Teve q.d.:

2.1. Francesco n. aos 22.AGO.1890.

2.2. Oliva Maria n. aos 07.ABR.1895.

2.3. Leone Giuliano n. aos 07.SET.1892.

2.4. Ottaviano Francesco n. aos 20.MAR.1897 c.c Giulia Grema aos 27.MAR.1920. Teve q.d.:

3.1. Aldina Maria n. aos 09.DEZ.1921.

3.2. Crimena Maria n. aos 18.JUN.1923.

3.3. Evide

3.4. Ines Mafalda Antonia n. aos 1.JAN.1926.

2.5. Giovanni[359] n. aos 06.JUN.1899.

2.6. Girolomo Abramo n. aos 24.MAIO.1903 f. aos 28.OUT.1979. Foi c.c Rina Trevisan.

2.7. Geonimo c.c Cesira Gigoto. Teve q.d.:

3.1. Bruno n. aos 22.NOV.1920.

3.2. Elide Norma Maria n. aos 25.OUT.1921 e f. aos 27.FEV.2005.

3.3. Violino Angelo n. aos 17.FEV.1924.

1.2. Sante n. aos 12.NOV.1832 pode ter se c.c Giovanna Batti….. Teve q.d.:

2.1. Teresa Gioconda n. aos 01.MAIO.1873.

1.3. Domenico n. aos 16.MAIO.1834 pode ter se c.c Giuditta Lorenzin. Teve q.d.:

2.1. Luigi n. aos 27.FEV.1863 pode ter se c.c Angela Ferrari aos 29.ABR.1902 em Santa Tecla de Este. Teve q.d.:

3.1. Maria n. aos 31.MAR.1903 c.c Augusto Cesare Spoladore aos 27.NOV.1926.

3.2. Augusto n. aos 29.OUT.1904 c.c Erminia Baldo em Pilastro aos 17.JUN.1956.

3.3. Giovanni n. aos 12.SET.1907.

3.4. Giuseppe n. aos 12.AGO.1913.

2.2. Giovanni n. aos 03.JAN.1865 pode ter se c.c Carlota Monte filha de Sante aos 25.SET.1893. Teve q.d:

3.1. Maria n. aos 09.JUN.1894 casado em Carce aos 24.JUN.1918 com Antônio Nafipi (?).

3.2. Mário Guglielmo n. aos 03.SET.1896 c.c Maria Ferrarese aos 11.NOV.1922 em Vizigholo di Este.

3.3. Luigi Alessandro n. aos 05.AGO.1898 c.c Vilma (…) aos 31.DEZ.1936.

3.4. Giuseppe n. aos 17.OUT.1902 c.c Angeli (..) aos 27.DEZ.1924.

3.5. Luigi n. aos 02.JUL.1904.

3.6. Noemi n. aos 03.OUT.1908.

2.3. Giacomo n. aos 28.AGO.1867

1.4. Rosa n. aos 02.MAR.1836 pode ter se c.c Giulio Corrazza. Teve q.d.:

2.1. Luigi Antônio n. aos 29.FEV.1862.

2.2. Regina n. aos 05.MAR.1863

1.5. Luigi, n. aos 13.JAN.1841 pode ter se c.c Regina Mattiazzo. Teve q.d.:

2.1. Ângelo n. aos 09.JUL.1865.

1.6. Giustina, n. aos 17.MAIO.1843.

Nº 02 Maria Maddalena Fedre n. aos 27.OUT.1808 c.c Matteo Basso aos 06.JUN.1831 (ver descendentes em 04, cap. 2° do título Basso).

Nº 03 Maddalena Fedre n. aos 01.MAIO.1812 c.c Antônio Parolo aos 10.NOV.1833, f° de Giobatta. Teve q.d.:

1.1. Maria Parolo n. aos 15.AGO.1834.

1.2. Santa Parolo n. aos 04.SET.1840.

1.3. Celeste Parolo n. aos 21.OUT.1849.

N° 05 Giovanna Fedre c.c Sante Morè, filho de Giovanni Battista Morè aos 29.FEV.1844. Teve q.:

1.1. Anna Morè n. aos 11.FEV.1846.

1.2. Rosa Morè n. aos 04.FEV.1847.

1.3. Filomena Morè n. aos 15.FEV.1848

1.4. Carlo Giovanni Morè n. aos 03.SET.1850.

FIM DO TÍTULO FEDRE

bedore

Vista do centro da cidade de Ospedaletto Euganeo/PD

Título XX

Família BASSO

Descendentes do italiano Matteo Basso

Disposição genealógica (Tronco, capítulos e demais descendentes): Adriano Bedore [Inédita]

Pesquisas: Adriano Bedore

RELAÇÃO DO TRONCO COM O BRASIL E COM ATIBAIA/SP

● O tronco deste título, italiano Matteo Basso, não tem nenhuma ligação com o Brasil, posto que nasceu em Ospedaletto Euganeo/PD, lá provavelmente se casou e veio a falecer, contudo alguns de seus descendentes (identificamos sete), entre eles uma trineta, Virginia Basso, imigraram para o Brasil em várias datas distintas, estabelecendo-se em várias cidades do Estado de São Paulo.

● Um dos tetranetos do Tronco, Oscar Bedore, radicou-se em Atibaia em 1964 e lá faleceu em 2004.

RELAÇÃO DO TRONCO COM O AUTOR

● O Tronco é hexavô (avô em 6° grau) do autor deste trabalho. É também trisavô paterno de Virginia Basso, bisavó paterna do autor destas notas genealógicas.

CIDADES MAIS CITADAS NESTE TÍTULO

● Este/PD, Ospedaletto Euganeo/PD, Monte Groto, Deserto, Sant’Elena/PD, Urbana/PD, Granze/PD, Baone/PD, Torino, todas cidades Italianas, Getulina, Conchas, Tuiuti, São Paulo, Atibaia, São José dos Campos, Lins, São Caetano, São José do Rio Preto, todas no Estado de São Paulo.

MATTEO BASSO

Matteo Basso n. aos 28.OUT.1745 em Ospedaletto Euganeo onde provavelmente se casou com Francesca Zorzato, filha de Antônio Zorzato. Matteo era filho de Domenico Basso e de Ângela Capuzzo e neto paterno de Matteo Basso e neto materno de Domenico Capuzzo. Acreditamos que Matteo, entre outros irmãos, teve um de nome Giuseppe n. aos 04.ABR.1754 em Ospedaletto onde se casou aos 27.NOV.1776 com Mariana Gusella filha de Giuseppe, os quais deixaram vasta descendência em Ospedaletto.

Do casal Matteo Basso e Francesca Zorzato descobrimos descender os seguintes filhos:

Capítulo 1º Ângela Basso

Capítulo 2º Antônio Basso (meu pentavô)

Capítulo 3° Rosa Basso

Capítulo 4° Giorgio Basso

Capítulo 5° Teresa Basso

Capítulo 1º

Ângela Basso

Ângela Basso casou-se em Ospedaletto aos 14.ABR.1814 com Sante Toffain com quem teve que descobrimos:

Nº 01 Paqua Toffain n. aos 06.JAN.1829. Nada descobrimos.

Nº 02 Luigi Toffain n. aos 02.JAN.1830. Nada descobrimos.

Capítulo 2º

Antônio Basso

Antônio Basso nasceu aos 08.NOV.1771 em Ospedaletto onde casou-se aos 22.ABR.1800 com Rosa Formaggio, nascida aos 21.SET.1783, filha de Giuseppe Formaggio e de Lucia Coppini. Teve que descobrimos[360]:

Nº 01 Domenico Basso

Nº 02 Antonia Basso

Nº 03 Maria Teresa Basso

Nº 04 Matteo Basso

Nº 05 Maria Basso

N° 06 Domenica Santa Basso

Nº 01 Domenico Basso n. 14.FEV.1828 c.c Maria Zanin. Teve q.d[361].:

1.1. Ângelo n. aos 17.ABR.1829.

1.2. Maria Lugia n. aos 08.JUL.1830.

1.3. Regina Basso c.c Giovanni Destro. Teve q.d.:

2.1. Antônio Destro n. aos 04.MAR.1848.

2.2. Natale Destro n. aos 18.FEV.1850.

Nº 02 Antonia Basso n. aos 09.ABR.1805 casada aos 06.OUT.1830 com Giacomo Fedre (ver descendência em N° 01, cap. 6° do título Fedre), filho de Domenica Corradin e de Ângelo Fedre, residentes na via Altura.

Nº 03 Maria Teresa Basso n. 31.MAR.1808, nada descobrimos.

Nº 04 Matteo Basso nasceu aos 12.MAIO.1809 em Ospedaletto Euganeo/PD onde faleceu aos 30.MAIO.1880 na via Altura. Matteo casou-se com Maria Maddalena Fedre aos 15.JUN.1831 (ver N° 03, cap. 7° do título Fedre) também em Ospedaletto aos 06.JUN.1831. O casal Matteo Basso e Maria Fedre tiveram, que descobrimos, oito filhos[362]:

1.1. Catterina n. aos 15.NOV.1832 c.c Antônio De Grandi. Teve q.d.:

2.1. Rosa n. aos 20.AGO.1855.

1.2. Rosa Basso n. aos 16.FEV.1835e f. aos 07.FEV.1905 em Ospedaletto onde se c.c Paolo Pomaro. Teve q. d.:

2.1. Isidoro Pomaro n. aos 17.FEV.1860.

2.2. Vittorio Pomaro n. aos 02.OUT.1863.

2.3. Eurico Pomaro n. aos 26.OUT.1866

2.4. Celeste Pomaro n. aos 25.JUN.1870

1.3. Margheritta n. aos 04.ABR.1837 c.c Sante Marchetti em 1857. Teve q.d.:

2.1. Valentino Marchetti n. aos 04.OUT.1861.

2.2. Maria Anna Marchetti n. aos 01.FEV.1868.

2.3. Cecília n. aos 28.JUL.1870.

1.4. Maria Domenica n. aos 09.OUT.1839.

1.5. Antônio nascido na via Altura aos 04.MAR.1841.

1.6. Domenico Basso n. aos 01.JUN.1845 em Ospedaletto Euganeo/PD e aí faleceu aos 10.ABR.1911 com quase 66 anos na rua Riva Del Fiume (Altura). Domenico era artista ou artesão e casou-se em Ospedaletto aos 13.NOV.1872 com Amália Teresa Visentin (ver 1.2., N°04, cap. 1° do título Visentin), n. em Ospedaletto aos 01.DEZ.1852 e aí f. aos 26.FEV.1934. A grande maioria dos descendentes de Domenico e Amália, exceto os descendentes de Virginia que moram no Brasil, são residentes nas cidades de Este, Carceri, Granze, Ospedaletto, Urbana Colli Euganeo todas da Província de Padova e Torino na Toscana (descendentes de Maria Basso in Spgolon, Eugênia Basso in Destro e Amália Basso in Balan).Do casal Domenico Basso e Amália Visentin descendem que descobrimos cinco filhas:

2.1. Eugenia Augusta Basso n. aos 28.ABR.1874 em Ospedaletto, mais conhecida como Amália Augusta Basso, casou-se aos 20.FEV.1930 também em Ospedaletto com Luigi Ballan, filho de Giuseppe Ballan de Tresto. Teve q.d.:

3.1. Maria Ballan n. aos 11.JAN.1915.

2.2. Eugênia Maria Basso n. aos 25.OUT.1875 em Ospedaletto e aí provavelmente falecida menor. 2.3. Eugenia Virginia Basso, detta Virginia, ou seja, mais conhecida como Virginia, n. aos 06.FEV.1877. Foi c.c Anselmo Destro filho de Gaetano Destro. Teve que descobrimos:

3.1. Enrico Destro n. aos 20.JUL.1905 e f. aos 09.MAIO.1979. Foi casado aos 22.NOV.1930 em Baone/PD com Clementina Giona, filha de Giovanni Battista. Teve:

4.1. Mário Destro n. aos 29.SET.1931 e f. aos 06.JUL.1995.

4.2. Rosanna Destro n. aos 29.MAIO.1934 e f. aos 09.OUT.1987.

4.3. Graziano Destro n. aos 21.OUT.1942.

4.4. Bruno Destro n. aos 11.FEV.1946.

3.2. Augusto Destro n. aos 03.ABR.1907.

3.3. Antônio Destro n. aos 17.MAR.1910 e f. aos 13.MAR.1995, foi casado em Este aos 28.MAIO.1983 com Norma Soorin, sem descendentes.

3.4. Amélia Destro n. aos 28.JUN.1913 em Ospedaletto onde se casou aos 30.NOV.1946 com Silvio Vascon, filho de Luigi. Teve:

Velha Guarda - Vila D'est

Bruna, Carla e a frente, Teresa Spigolon em Este/PD (2001)

4.1. Bruna Vascon, nascida em 1944, c.c Luciano Baratella, residentes em Este. Teve:

5.1. Andréa Baratella, engenheiro, c.c Marina Giona. Teve:

6.1. Piettro

4.2. Antonia Vascon, irmã gêmea de Bruna casada com Aldo Bettio. Teve:

5.1. Cosetta Bettio casada em 2000 com Massimo Trivelin.

5.2. Massimigliano Bettio n. aos 30.NOV.1979 e f. aos 04.FEV.2003.

4.3. Sergio Vascon, casado, teve:

5.1. Giulio.

Maria Basso in Spigolon Pierina, Amadilia, Rina e Teresa Spigolon

1ª Foto: Maria Virginia Basso[Spgolon]. 2ª Foto: Irmãs Spigolon: Pierina, Amadilia, Rina e Teresa

2.4.Maria Virginia Basso n. aos 22.ABR.1881 em Ospedaletto e f. aos 03.NOV.1957 em Sant’Elena/PD, foi casada com Giuseppe Spigolon com quem teve sete filhas e um filho:

3.1.Amadilia Spigolon, falecida em Monte Groto/PD foi c.c (…) Zanetti. Teve:

4.1 Carlo, residente em Monte Groto/PD.

4.2 Miranda, com descendências.

3.2.Rina Spigolon, falecida em 1997 em Deserto/PD, foi c.c Enrico Garbim. Teve:

4.1. Bruno, c.c Frida. Teve:

5.1. Enrico, engenheiro.

5.2. Elena, engenheira.

4.2. Maurizio, c.c (…). Teve:

5.1. Maria Giovanna

5.2. Maria Elena

3.3.Pierina Spigolon n. aos 28.JUN.1911 e f. em Sant’Elena/PD aos 06.MAIO.1991. Sem desc.

3.4.Maria Spigolon Bottaro, falecida em Torino casada. Teve q.d.:

4.1. Dino Bottaro, residente em Torino.

4.2. Novella

3.5. Arturo Spigolon n. aos 10.MAR.1910 e f. em Sant’Elena/PD aos 26.FEV.1971.Teve:

4.1. Antonietta, residente em Torino.

4.2. Emilio

4.3. Erminio

4.4. Maria

4.5. Giuseppina.

3.6.Cesira Spigolon falecida em Torino.

3.7. Amélia Spigolon n. em 1909 e f. em 1985, c.c Carlo Salva, n. em Urbana em 1907 e f. em 1948, ambos sepultados em Granze/PD. Tiveram:

4.1. Gemma Salva in Merlin n. em 1937 e f. em Granze/PD em 1996. Deixou 2 filhos.

4.2. Severino Salva, residente em Granze/PD

italia 2007 017

Da esquerda para direita: Valentina Martinello, Severino Salvan, Cristina (agachada), Carla, Lino Martinello, Adriano, Odair e

Osvair Bedore (agachado) em Granze/PD em 2007

Maria Salva, esposo e um primo

Da esquerda para direita Dino Bottaro, sua mulher, Maria Luisa Salva e seu marido Luigi Caputo

4.3. Maria Luisa Salva n. aos 07.MAIO.1939 e f. em agosto de 2010 em Torino onde residia e foi proprietária de um dos melhores restaurantes da cidade (ristorante Balbo). Sepultada em Lucca. Foi c.c Luigi Caputo e deixou um único filho.

Teresa Spigolon e família

A matriarca Teresa Spgolon, Lino, Michele, Federica, Carla, Valentina, Chiara, Cristina e Natalina

3.8.Tereza Spigolon n. aos 04.AGO.1919em Sant’Elena/PD e falecida aos 21.ABR.2006 em Este/PD onde se encontrava internada havia alguns anos. Única prima de meu avô Oscar que conheci. Teve:

4.1. Natalina Martinello n. aos 24.DEZ.1949, c.c Roberto Martini residentes em Urbana/PD. Teve:

5.1. Davide, motorista.

5.2. Marco, construtor

5.3. Chiara, estudante de direito em Padova.

4.2. Lino Martinello n. 26.ABR.1958, c.c Cristina, vereador por várias legislaturas e vice-prefeiro de Granze. Teve:

5.1. Federica Martinello

5.2. Valentina Martinello

4.3. Carla Martinello in Vegro n. aos 22.SET.1956 em Granze/PD c.c Elio Vegro, nascido aos 29.MAIO.1956 em Anguillara Veneta, residentes em Baone/PD. Teve:

5.1. Michele n. aos 03.JAN.1989 em Este/PD, estudante.

Virginia Basso

Virginia Basso [Bedore]

2.5.Virginia Basso n. aos 04.AGO.1886 em Este/PD e foi batizada em Ospedaletto Euganeo aos 08.AGO.1886. Casou-se aos 01.MAR.1908 em Ospedaletto Euganeo/PD com Ernesto Bedore e cinco anos depois imigrou para o Brasil com sua família (esposo e dois filhos: Maria e Achille).Virginia Basso morou com vários filhos, entre eles, com Oscar em Atibaia, vindo a falecer na casa de sua filha caçula em São Paulo, capital, aos 26.OUT.1972 com 86 anos de idade e foi sepultada no cemitério da saudade de São Miguel Paulista/SP. Do casal Ernesto Bedore e Virgínia Basso, descendem nove filhos, sendo os três primeiros nascidos em Ospedaletto Euganeo/PD e os demais em cidades do Estado de São Paulo, ver descendência em 2.1., 1.4., N° 02, cap. 3° do título Bedore.

Nanan Basso

Ana Teresa Basso

2.5.Ana Teresa Basso “Nana” n. aos 13.AGO.1889 em Ospedaletto Euganeo e ai falecida com 21 anos, sem descendentes.

1.7. Pietro n. aos 27.JUL.1848.

1.8. Eugenio Ferdinando Basso n. aos 19.JUN.1851 casou-se entre 1873 a 1875 com Filomena Contrin, de origem francesa, segundo descendentes, filha de Fillipo Contrin. Tiveram, que descobrimos, doze filhos, sendo que alguns imigraram para o Brasil. São eles:

2.1. Eugenia Maria n. aos 25.OUT.1875.

2.2. Luigi Ferdinando Basso, mais conhecido como Ferdinando Luigi, n. aos 13.APR.1877 em Este/PD e f. aos 25.JUN.1938 em Catanduva/SP. Foi c.c aos 27.SET.1905 em Sant’Agata di Puglia com Adelina Volpe, n. aos 30.MAR.1876 em Sant’Agata di Puglia, Província de Foggia e f. aos 18.SET.1923 em São Paulo, filha de Graziela Dirienzo e de Constantino Volpe, advogado e poeta, n. aos 21.DEZ.1830 e f. aos 08.JUL.1882, filho de Ângela Maria e de Alfonso Volpe, médico. Adelina descendia de importante família da cidade de Sant’Agata di Puglia.. Luigi Ferdinando imigrou com sua família ao Brasil. Tiveram 4 filhos:

3.1. Giulia Anna Basso Magriou Júlia Basso n. aos 08.JAN.1907 em Ospedaletto. Residiram em São José do Rio Preto/SP. Teve 4 filhos:

4.1. Duílio, residente em S.J do Rio Preto.

4.2. Antonieta, residente em S.J. do Rio Preto.

4.3. Gioconda, residente em Santo André.

4.4. Sérgio, residente em Peruíbe/SP.

3.2. Antônio. Teve:

4.1. Luiz Antônio, residente em Araraquara/SP.

4.2. Júlio, residente em Araraquara/SP.

3.3. Edmundo, residente por alguns anos em Araraquara. Teve:

4.1. Leonardo Fernando Cruz Basso, solteiro, prof. universitário, residente em São Paulo.

4.2. Jussara Maria Cruz Basso.

3.4. Maria, residente Araraquara/SP.

2.3. Santo Massimiliano Basso n. aos 11.JUL.1879. Imigrou para o Brasil. Teve q.d:

3.1. Clotilde

3.2. Osvaldo

3.3. Romeu

3.4. Julieta

2.4. Rosa Maria Basso n aos 03.MAR.1882, sem informações.

2.5. Domenico Antônio Basso n. aos 10.ABR.1884.Também imigrou para o Brasil, estabelecendo-se em São Carlos/SP, deixando 12 filhos. Teve q.d.:

3.1. Iracema

2.6. Giulio Andrea n. aos 28.OUT.1886, segundo informações também imigrou para o Brasil e se estabeleceu em Campinas/SP.

2.7. Giovanni Basso n. aos 26.ABR.1889, em Ospedaletto Euganeo/PD.

2.8. Ernesto Basso n. aos 27.SET.1891em Ospedaletto. Foi casado 1ª vez com Giuliani (…) morta aos 28.OUT.1919 e 2ª vez aos 19.AGO.1922 com Adele Notturie, a qual faleceu em São Paulo em 1983. Ernesto imigrou com sua esposa e filhos para o Brasil provavelmente no início da década de 1952 e faleceu em dezembro de 1957 em São Paulo. Tiveram seis filhos:

3.1. Giulio Giovanni Basso n. aos 17.FEV.1923em Ospedaletto. Foi casado aos 08.DEZ.1951 em Viareggio com Anna Roquine filha de Mário, mas não tiveram filhos. Faleceu aos 30.DEZ.199l.

3.2. Gaetano Rino Basso mais conhecido como apenas Rino, n. aos 06.FEV.1925em Ospedaletto. Foi casado em São Paulo aos 01.ABR.1955 com Iracema Aliberti. Rino faleceu em 2009em São Paulo.

3.3. Gino Basso n. aos 07.FEV.1927 em Ospedaletto, faleceu solteiro e sem descendentes.

3.4. Alfredo Basso n aos 12.JUN.1929 em Ospedaletto, crismado na igreja Santa Tecla di Este aos 30.NOV.1936, foi c.c Vilma. Faleceu aos 12.JAN.2002. Teve:

4.1. Luciana

4.2. Roberto, teve:

5.1. Augusto

5.2. Artur

4.3. Beatriz

3.5. Giuseppe Basso n. aos 14.SET.1933 em Ospedaletto Euganeo/PD, crismado na igreja de Santa Tecla di Este aos 03.SET.1942. Foi c.c Cattarine Ana, residente em Boiçúcanga/SP; Teve:

4.1. Vera, residente em Boiçucanga/SP. Teve:

5.1. Rodrigo

5.2. Renan

4.2. Luiz Ernesto, teve:

5.1. Vitoria

4.3. Simone, casada, residente em Tarini/SP. Teve:

5.1. Hanny

5.2. Ohanna

3.6. Ricardo Basso n. aos 11.JUL.1936, casado. Imigrou para o Brasil. Teve q.d.::

4.1. Luci, teve:

5.1. Gabriela

2.9. Giuseppe Basso casou-se aos 10.FEV.1926 em Ospedaletto Euganeo com Teresa Pasqualin.

2.10. Silvio Giuseppe Basso n. aos 13.MAR.1894, casado aos 10.FEV.1926 com Teresa Elisabetta Pasqualini. Teve q. d.:

3.1. Luigia Basso n. aos 07.OUT.1932.

3.2. Lucia Anna n. aos 05.DEZ.1934.

3.3. Anna Maria n. aos 26.AGO.1940 c.c Luigi Enzo Anelli em Milão aos 19.MAIO.1983.

2.11.Giovanni Ricardo n. aos 26.ABR.1889 casado aos 13.NOV.1912 com Maria Antonia Permunian filha de Luigi e n. aos 23.MAIO.1881 em Santa Tecla de Este/PD. Teve q.d.:.

2.12. Rosina Basso Cogo, segundo informações não teve filhos.

2.13. Júlia Basso Magri, faleceu no Brasil em avançada idade.

N° 05 Maria Basso n. aos 11.JAN.1812, nada descobrimos.

N° 06 Domenica Santa Basso n. aos 16.ABR.1813, nada descobrimos.

Capítulo 3º

Rosa Basso

Rosa Basso nasceu aos 01.DEZ.1796 em Ospedaletto, nada descobrimos.

Capítulo 4º

Giorgio Basso

Giorgio Basso casou-se com Mariana Fedre filha de Domenico. Teve que descobrimos:

Nº 01 Giuseppe n. aos 18.MAR..1812. Nada descobrimos.

Capítulo 5º

Teresa Basso[363]

Teresa Basso casou-se em Ospedaletto aos 25.NOV.1812 com Francesco Marini, filho de Bartolomeo, residentes na via Tresto, 378 Ospedaletto. Tiveram que descobrimos:

Nº 01 Pietro Marini n. aos 17.MAR.1830. Nada descobrimos.

N° 02 Ângela Marini n. aos 13.JAN.1832.

FIM DO TÍTULO BASSO

Título XXI

Família RIZZATO

Descendentes do italiano Ferdinando Rizzato

Disposição genealógica (Tronco, capítulos e demais descendentes): Adriano Bedore [Inédita]

Pesquisas: Adriano Bedore

RELAÇÃO DO TRONCO COM O BRASIL E COM ATIBAIA/SP

● O tronco deste título, italiano Ferdinando Rizzato não tem nenhuma relação com o Brasil, posto que nasceu, viveu e provavelmente morreu nas Província de Padova ou Verona, ambas região do Vêneto, contudo alguns de seus descendentes, pelo menos um neto eu, Ernesto Bedore, imigrou para o Brasil em 1913.

● Um dos bisnetos do Tronco, Oscar Bedore, radicou-se em Atibaia em 1964 e lá faleceu em 2004.

RELAÇÃO DO TRONCO COM O AUTOR

● O Tronco é tetravô (avô em 4° grau) do autor deste trabalho. É também avô materno de Oscar Bedore, bisavó paterno do autor destas notas genealógicas.

CIDADES MAIS CITADAS NESTE TÍTULO

● Castagnaro/VR, Ospedaletto Euganeo/PD e Valli Mocenighe, em Piacenza D’Adige/PD

FERDINANDO RIZZATO

Ferdinando Rizzato, dos troncos italianos deste trabalho, é o que menos descobrimos. Nasceu em 1841 ou na província de Padova ou na de Verona, ambas no Vêneto. Era filho de Antônio Rizzato e de Anna Chericato. Ferdinando provavelmente casou-se em Castagnaro/VR com Maria Cavallaro, onde nasceu sua primeira filha, Elisabetta Rizzato. Maria Cavallaro, sua esposa, nasceu aos 05.JAN.1846[364]em Ospedaletto Euganeo onde faleceu aos 10.FEV.1928 com 82 anos; era filha de Bartolomeo Cavallaro e de Pasqua Simioni.

Ferdinando imigrou para o Brasil aos 26.JAN.1892 com sua esposa, filhos, genro e com a família de sua filha mais velha, Elisabetta casada com Luigi Bedore (ver título Bedore) desembarcando no porto do Rio de Janeiro pelo vapor Solferino.

Aos 28.FEV.1892, pouco mais de um mês do desembarque no Rio de Janeiro, Ferdinando Rizzato acompanhado dos filhos: Amália, Giovanni, Ângela e Valentino Questioni, seu genro, deram entrada na hospedaria dos imigrantes em São Paulo e no dia seguinte também deu entrada Luigi Bedore, sua esposa Elisabetta Rizzato, Maria Cavallaro, esposa de Ferdinando e os filhos de Elisabetta: Ernesto e Ermenegildo. Possivelmente as famílias Rizzato e Bedore foram vítimas de uma epidemia que deve ter obrigado a permanência das famílias por pouco mais de um mês no Rio de Janeiro.

Não conseguimos descobrir a data exata do retorno da família Rizzato para Itália, mas acreditamos que a volta deva ter ocorrido entre o final do ano de 1894 e início do ano seguinte visto que em abril de 1895 uma filha de Luigi Bedore e Elisabetta Rizzato nascia em solo europeu, bem como, Giovanni Rizzato (cap. 3°) casava-se em Valli Moncenighe, em 1895 aproximadamente, portanto, acreditamos que a família de Ferdinando Rizzzato juntamente com os genros Luigi Bedore e filhos e Valentino Questioni permaneceram cerca de três anos no Brasil (1892, 1893 e 1894) e como encontramos nascimentos de membros da família em Ospedaletto, bem como o óbito de Maria Cavallaro em Ospedaletto Euganeo, voltaram a viver em Ospedaletto Euganeo e ou cidades próximas quando retornaram para Itália.

Do casal Ferdinando Rizzato e Maria Cavallaro descendem quatro filhos:

Capítulo 1º Elisabetta Rizzato[Bedore] (minha trisavó)

Capítulo 2º Amália Rizzato [Questioni]

Capítulo 3° Giovanni Rizzato

Capítulo 4° Ângela Rizzato

Elisabetta Rizzato

Elisabetta Rizzato

Capítulo 1º

Elisabetta Rizzato

Elisabetta Rizzato nasceu aos 20.JUL.1867 em Castagnaro, província de Verona, região de Veneto, casou-se aos 08.FEV.1886 em Valli Mocenighe – Piacenza D’Adige/PD onde residia, com Luigi Bedore (ver descendência em 1.4., N° 02, cap. 3° do título Bedore). Não descobrimos a data e local de falecimento de Elisabetta Rizzato, contudo, sabemos que ainda vivia em 1909 e que já era falecida em 1936.

Capítulo 2º

Amália Rizzato

Amália Rizzato nasceu em 1871 ou na província de Verona como sua irmã mais velha ou mais provavelmente na província de Padova[365], foi casada com Valentino Questioni. Teve q.d. dois filhos:

Nº 01 Giovanni Questioni

Nº 02 Adolfo Questioni

Nº 01 Giovanni Questioni casou-se aos 19 ou 25.NOV.1925 com Rosa Guglielmo, filha de Luigi em Carceri/PD. Teve q.d.:

1.1. Quenia Elisa n. aos 01.DEZ.1926 em Ospedaletto/PD casada aos 22.OUT.1955 com Marcello Giuseppe Manfredi filho de Pietro em Bergamo, província de Varese

1.2. Luigi n. aos 23.JUN.1935 em Ospedaletto Euganeo/PD, casado em Monate com Franca Malvestio aos 01.AGO.1959.

Nº 02 Adolfo Questioni casado aos 13.MAIO.1923 com Ema Guglielmo, filha de Luigi, irmã de Rosa (N° 01 acima) em Balduina, distrito de Sant´Urbano/PD ou em Ospedaletto Euganeo/PD. Teve q.d.:

1.1. Bruno Sante Questioni n. aos 23.ABR.1924 em Ospedaletto, casado com Giacinta Ângela Manfredi filha de Antônio em Bergamo, Varese aos 07.OUT.1950.

1.2. Iolanda Giustina Questioni n. aos 29.SET.1934 em Ospedaletto, nada descobrimos.

Capítulo 3º

Giovanni Rizzato

Giovanni Rizzato nasceu em 1874 na Província de Verona ou Padova, casou-se aproximadamente em 1895 em Valli Moncenighe/PD com Maria Filomena Fiorate, filha de Vicenzo. Teve q.d.:

N° 01 Maria Rizzato

N° 01 Maria Rizzato n. aos 21.OUT.1906 em Ospedaletto Euganeo sendo seus padrinhos Ângela Rizzato sua tia paterna e Eugênio Magri filho de Domenico.

Capítulo 4º

Ângela Rizzato

Ângela Rizzato nasceu em 1882 na província de Verona ou de Padova, sem informações.

FIM DO TÍTULO RIZZATO

Título XXII

Família BEDORE

Descendentes do italiano Antônio Bedore

Disposição genealógica (Tronco, capítulos e demais descendentes): Adriano Bedore [Inédita]

Pesquisas: Adriano Bedore

RELAÇÃO DO TRONCO COM O BRASIL E COM ATIBAIA/SP

● O tronco deste título, italiano Antônio Bedore não tem nenhuma ligação com o Brasil, posto que nasceu e se casou em Ospedaletto Euganeo/PD e lá provavelmente morreu. Todavia, dois de bisnetos: Luigi e Giuseppe Bedore e um de seus trinetos: Ernesto Bedore, imigraram para o Brasil, o primeiro em 1891 e 1892, retornando para Itália onde faleceu; o segundo e terceiro (Giuseppe e Ernesto) imigraram em datas distintas de 1913 estabelecendo-se em Itápolis/SP e Getulina/SP, respectivamente.

● Um de seus tetranetos: Oscar Bedore, filho de Ernesto e neto de Luigi, radicou-se em Atibaia em 1964 e lá faleceu em 2004.

RELAÇÃO DO TRONCO COM O AUTOR

● O Tronco é hexavô (avô em 6° grau) do autor deste trabalho. É também trisavô paterno de Ernesto Bedore, bisavô paterno do autor destas notas genealógicas.

CIDADES MAIS CITADAS NESTE TÍTULO

● Ospedaletto Euganeo/PD, Este/PD e Genova/GE, cidades italianas; Atibaia, Getulina, São Paulo, Conchas, Tuiuti, São José dos Campos, Lins, Marília, São Caetano, Itápolis, Lucélia, Adamantina, Santo André, São Roque e Americana, todas no Estado de São Paulo.

ANTÔNIO BEDORE

Antônio Bedore nasceu aos 04.JUL.1746 em Ospedaletto Euganeo/PD e já era falecido em 1814. Era filho de Giovanni Maria Bedore I nascido aos 14.JAN.1710 também em Ospedaletto e aí casado com Maria Veronese. Neto materno de Domenico Veronese e neto paterno de Zuane Bedore, nome veneto para o italiano Giovanni e de Marieta Barbiere(ver na nota de rodapé e noutro capítulo a continuação dessa ascendência)[366].

Antônio Bedore casou-se entre 1760 a 1770 provavelmente em Ospedaletto com Ângela Bontà filha de Gio Batta Bontà e tiveram, que descobrimos, cinco filhos:

Capítulo 1° Cattarina Bedore

Capítulo 2° Giovanna Bedore

Capítulo 3° Giovanni Maria II (meu pentavô)

Capítulo 4° Margherita Bedore

Capítulo 5° Santa Bedore

Capítulo 6° Maria Bedore

Capítulo 1º

Cattarina Bedore

Cattarina Bedore nasceu em Ospedaletto aos 20.OUT.1770, sem informações.

Capítulo 2º

Giovanna Bedore

Giovanna Bedore nasceu em Ospedaletto aos 10.OUT.1773, sem informações.

Capítulo 3º

Giovanni Maria Bedore II

Giovanni Maria Bedore nasceu aos 23.OUT.1776 em Ospedaletto e aí faleceu aos 18.OUT.1852. Casou-se na matriz de Este (igreja de Santa Tecla) aos 11.OUT.1814 com Lucia Pavanello nascida aos 14.MAIO.1779, filha de Giuseppe Pavanello e de Francesca Mazucca. Tiveram, que descobrimos, cinco filhos:

N° 01 Cattarina Bedore

N° 02 Giovanni Battista Bedore

N° 03 Antônio Bedore I

N° 04 Antônio Bedore II

N° 05 Felice Bedore

N° 01 Cattarina Bedore nascida aos 14.SET.1815 em Ospedaletto Euganeo e aí casou-se aos 21.FEV.1838 com Giancinto Salvan.

N° 02 Giovanni Battista nasceu aos 13.SET.1827 em Ospedaletto Euganeo. Gio Batta, diminutivo de seu nome, casou-se em primeiras núpcias com Antonia Moretti[367] aos 27.SET.1849 em Este na paróquia de Prà di Este, a qual nasceu aos 12.MAR.1830 em Valli Moncenighe/PD e faleceu aos 05.JAN.1864 em Ospedaletto. Embora Antonia fosse conhecida como Antonia Moretti, seu verdadeiro sobrenome era Bressan e era filha de Francesco Bressan “detto Moretto” ou seja dito Moretti e de Teresa Stevanin, nascida aos 10.OUT.1792 em Megliadino di San Fidenzio/PD onde casaram-se aos 16.JUN.1813.

Enviuvando-se, Giovanni casou-se em segundas núpcias com Anna Crivellaro aos 15.AGO.1864 também em Este na paróquia de Santa Maria Delle Grazie, nascida em Este aos 26.ABR.1842, filha de Giuseppe Crivellaro e de Antonia Rubin.

A primeira esposa de Giovanni Battista era mãe de Luigi e a segunda mãe de Giuseppe, troncos de famílias Bedore no Brasil. Faleceu Giovanni Battista Bedore aos 20.FEV.1907 em Ospedaletto Euganeo com 79 anos de idade.

Do Casal Giovanni Battista Bedore e sua primeira esposa Antonia Moretti descendem os cinco primeiros filhos e com sua segunda esposa Ana Crivellaro descendem onze filhos:

1.1. Fortunata Bedore nasceu na via Altura em Ospedaletto aos 08.JAN.1851 e ai faleceu aos 09.JAN.1851.

1.2. Regina Catterina Bedore, n. aos 06.JUL.1852 em Ospedaletto e aí se casou aos 26.NOV.1873 com Antônio Padoan ou Padovan, n. aos 01.FEV.1850.

1.3. Mariana Bedore, n. aos 14.ABR.1856 na via Altura em Ospedaletto. Casou-se aos 26.JUN.1881 com Carlo Destro, filho de Sante Destro e de Ângela Miola, teve q.d.:

2.1. Giovanni I n. aos 27.MAIO.1881, provavelmente falecido menor.

2.2. Giovanni II n. aos 12.FEV.1884, pode ter tido:

3.1. Maria Destro casada aos 27.OUT.1918 com Augusto Madilia, f° de Domenico. Tiveram q.d.:

4.1. Durglia n. aos 30.NOV.1919 c.c Gila Broggin aos 19.OUT.1940.

2.3. Giuseppa Irene n. aos 18.NOV.1888.

2.4. Ida Destro n. aos 29.JUL.1897, c.c Ireneo Ziello aos 25.NOV.1922.

1.4. Luigi Bedore nasceu aos 10.SET.1858 na via (rua) Altura em Ospedaletto Euganeo e foi batizado aos 12.SET.1858 na paróquia de São João Batista de Ospedaletto sendo seu padrinho Luigi Bressan de Este (provavelmente seu tio materno, pois o verdadeiro sobrenome de sua mãe Antonia, era Bressan e não Moretti, conforme nota). Luigi faleceu aos 10.SET.1949 em Genova para onde se mudou no final dos anos 20 ou começo dos anos 30. É o mais antigo membro da família Bedore com dados razoáveis para uma singela biografia. É muito provavelmente o 1º Bedore que pisou em solo brasileiro e é o tronco da primeira família Bedore imigrou para o Brasil, onde chegou por duas vezes, a primeira em outubro de 1891 e a segunda em janeiro de 1892.

Era, segundo relatos familiares, grande artista da construção e tinha razoável situação financeira, tanto que retornou a Itália por duas vezes.

Casou-se aos 08.FEV.1886 no Valli Mocenighe, em Piacenza D’Adige/PD, com Elisabetta Rizzato (cap. 1° do título Rizzato), nascida aos 20.JUL.1867 em Castagnaro, província de Verona, região de Veneto, mas residente na época de seu casamento em Valli Moncenighe. Era filha de Ferdinando Rizzato e de Maria Cavallaro. Não descobrimos a data e o local de falecimento de Elisabetta, apenas sabemos que se deu entre 1909 a 1936.

Embora Luigi seja o tronco da primeira família Bedore que imigrou para o Brasil, Luigi Bedore retornou para Itália com sua família anos depois do desembarque, portanto, das cinco famílias Bedore que imigraram para o Brasil, somente as descendentes de (Attilio de Jaboticabal, Ernesto e Giuseppe) permaneceram e constituíram grande descendência em solo brasileiro (ver texto sobre os Bedores no Brasil, da imigração a atualidade), portanto, Luigi Bedore é o pai do tronco da segunda família Bedore que se estabeleceu no Brasil (Ernesto Bedore) e irmão por parte de pai do tronco da terceira família Bedore que se estabeleceu no Brasil (Giuseppe Bedore). Trataremos nas próximas linhas sobre as imigrações de Luigi ao Brasil:

Luigi Bedore Luigi Bedore imigrou pela primeira vez ao Brasil partindo do porto de Genova aos 18.SET.1891 pelo vapor Washington. Chegou no porto do Rio de Janeiro aos 06.OUT.1891, com trinta e dois anos e veio sozinho para conhecer o novo mundo, a fim retornar a Itália para buscar sua família com maiores seguranças. Aos 10.OUT.1891 chegou de trem a hospedaria dos imigrantes em São Paulo. Após, aproximados dois meses retornou a Itália para buscar sua família.

Aos 26.JAN.1892 Luigi Bedore imigrou pela segunda vez para o Brasil desembarcando no porto do Rio de Janeiro pelo vapor Solferino, desta vez acompanhado de sua esposa, Elisabetta Rizzato, três filhos: Ernesto, com quatro anos e meio, Teodolinda, com dois anos e meio e Ermenegildo, com um ano e a família de sua esposa composta de Ferdinando Rizzato, seu sogro, com 51 anos, Maria Cavallaro, sua sogra, com 46 anos, seus cunhados Amália, com 21 anos, Giovanni, com 18 anos, Ângela, com 10 anos e Valentino Questioni, com 22 anos, seu cunhado (ver título Rizzato).

Após pouco mais de um mês, aos 28.FEV.1892 Ferdinando Rizzato acompanhado dos filhos: Amália, Giovanni, Ângela e Valentino, seu genro, deram entrada na hospedaria dos imigrantes em São Paulo. Um dia depois, 29.FEV.1892, Luigi Bedore, sua esposa Elisa, sua sogra Maria Cavallaro e os filhos: Ernesto e Ermenegildo também chegaram a Hospedaria dos imigrantes em São Paulo. Teodolinda, filha de Luigi Bedore, não deu entrada na Hospedaria em São Paulo, provavelmente porque falecera após o desembarque no Rio de Janeiro, ou ainda durante a viagem. Possivelmente foi vítima de uma epidemia que deve ter ocasionado a permanência das duas famílias (Bedore e Rizzato) por pouco mais de um mês no Rio de Janeiro. Segundo relatos familiares, Luigi Bedore tivera um ou dois filhos falecidos na viagem de chegada ao Brasil, contudo, os documentos encontrados dão conta da morte de um dos filhos, Teodolinda, provavelmente, logo após o desembarque no Brasil, ou ainda durante a viagem, embora seu nome conste da relação de passageiros do navio que chegou ao Brasil; e a outra possível morte, a de Ermenegildo, na viagem de volta a Itália, pois nada se descobriu sobre seu paradeiro na Itália.

Acreditamos que as famílias de Luigi Bedore e Ferdinando Rizzato (ver título Rizzato) permaneceram no Brasil cerca de três anos (entre o final de janeiro de 1892 a, no máximo, março de 1895) pois aos 18.ABR.1895 Diamante Bedore nasceu em Aulla, Nova Gorizia, território Italiano na época, hoje Eslovênia, para onde devem ter apenas passado ou permanecido por algum tempo antes de regressarem para Ospedaletto Euganeo onde nasceram outros membros das duas famílias.

No Brasil as famílias Bedore e Rizzato moraram, segundo relatos familiares, em Atibaia, contudo, segundo descobrimos, moraram no distrito de Souza de Campinas onde nasceu Ida Bedore (2.4.) aos 13.MAR.1893. Se de fato Luigi Bedore chegou a morar em Atibaia isto se deu aproximadamente entre março de 1892 a fevereiro de 1893 ou depois do nascimento de Ida até o regresso da família para Itália, ou seja, entre abril de 1893 a, no máximo, março de 1895.

Luigi Bedore faleceu aos 18.SET.1949 com 91 anos de idade na sua residência[368] na via (rua) Carlo Barabino,17 em Genova/GE, cidade para onde a família Bedore mudou-se provavelmente na segunda ou início da terceira década do século passado (entre 1916 a 1930). Está sepultado no cemitério Staglieno.

Do casal Luigi Bedore e Elisabetta Rizzato descendem doze filhos:

2.1. Ernesto Bedore é o tronco da segunda família Bedore que se estabeleceu no Brasil e primogênito do primeiro Bedore que imigrou para o Brasil – Luigi Bedore. Nasceu aos 22.MAR.1887 em Ospedaletto Euganeo/PD e foi batizado na paróquia de S. Giovanni Battista com o nome de Ernesto Giuseppe Federico Bedore. Imigrou pela primeira vez ao Brasil com seus pais e irmãos, onde viveu entre 26.JAN.1892 a março de 1895, ou seja, por pouco mais de três anos. De volta a Itália, segundos relatos familiares, quando jovem foi morar na Alemanha, onde exerceu sua profissão de construtor, trabalhando na reforma de um convento ou mosteiro, bem como na Eslovênia onde nasceu uma de suas irmãs de nome Diamante.

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Prédio onde morou e faleceu Luigi Bedore em Genova visitado por Ronaldo, Arthur, Rogério, Adriano e Odair em maio de 2011

Ao retornar para Itália casou-se aos 01.MAR.1908 em Ospedaletto Euganeo/PD com Virginia Basso, n. aos 04.AGO.1886 em Este/PD e batizada em Ospedaletto Euganeo aos 08.AGO.1886, filha de Domenico Basso e de Amália Visentin, neta paterna de Matteo Basso e de Maria Fedre e neta materna de Luigi Visentin e de Maria Valenti (ver títulos Basso, Visentin e Fedre).

Cinco anos após casar-se, Ernesto Bedore voltou ao Brasil com sua família (esposa e dois filhos: Maria e Achille), imigrando-se, portanto, pela segunda vez aos 12.JUN.1913, partindo do porto de Genova com o vapor Re Vitório. No Brasil, Ernesto morou em várias cidades paulistas, como: São Carlos, Bauru, Penápolis e Pirajuí, até estabelecer-se definitivamente em Getulina/SP no início da década de trinta e pode ser considerado o tronco da família Bedore daquela cidade e um dos troncos das três famílias com este raro sobrenome que estabeleceu no Brasil.

Em Getulina, além de exercer sua profissão de construtor, Ernesto também adquiriu três propriedades rurais (três sítios): um no bairro de Gavanherí, o maior e voltado a cultura de café, outro no bairro 7 de abril, o menor, e outro no bairro de Santa América.

Ernesto Bedore faleceu subitamente aos 23.MAIO.1957 em sua propriedade em Getulina com 70 anos de idade. Bem antes de sua morte, a maioria de seus filhos não mais residiam em Getulina, razão pela qual decidiu-se, após sua morte, vender a propriedade da família, passando então, a viúva, Virginia Basso, a morar com vários de seus filhos, vindo a falecer na casa de sua filha caçula em São Paulo, capital, aos 26.OUT.1972 com 86 anos de idade.

Ernesto Bedore, foto tratada Virginia Basso e Ernesto Bedore

1ª Foto: Ernesto Bedore e 2ª Foto: o casal Virginia Basso e Ernesto Bedore

O casal Ernesto Bedore e Virgínia Basso teve nove filhos e cerca de 140 descendentes, sendo os três primeiros nascidos em Ospedaletto Euganeo/PD e os demais em cidades do Estado de São Paulo, são troncos da família Bedore de Getulina:

Maria Bedore Sellari

Maria Bedore Sellari

3.1. Maria Bedore Sellari era a primeira filha do casal Ernesto e Virginia, nasceu aos 15.JAN.1909 em Ospedaletto Euganeo, casada no Brasil com Domingos Sellari, italiano natural da Calábria nascido aos 05.MAIO.1905 e falecido em Getulina na década de setenta. Maria faleceu aos 26.DEZ.1991, com quase 83 anos de idade em Getulina, pouco mais de três meses após o falecimento de seu irmão Hugo. Encontra-se sepultada no Cemitério Municipal de Getulina. Teve cinco filhos:

4.1. Inês nascida em Getulina aos 02.ABR.1930, casada em primeira núpcias com Isac Soares de Oliveira, falecido e em segunda núpcias com João Valentin, residente em Conchas/SP. Teve:

5.1. Neusa n. aos 16.FEV.1951 c.c José Lourenço de Souza, residente em Biritiba-Mirim/SP. Teve:

6.1. Elizandra, c.c Paulo.

6.2. Vanessa

6.3.Everton.

5.2. Neide n. aos 16.FEV.1952, c.c Joaquim dos Anjos Miguel, residente em São Paulo. Teve:

6.1. Anderson

6.2. Alberto

6.3. Adriano

5.3. Neuza, já falecida, foi c.c Paulo Manoel de Lima, residentes em Conchas/SP. Teve:

6.1. Andressa

5.4. Neiva Maria Oliveira Rodrigues n. aos 15.JAN.1958, c.c Carlos Estevam Rodrigues, residentes no bairro da Penha em São Paulo. Teve:

6.1. Tamires Rodrigues, casada aos 10.ABR.2010 com seu parente (primo em 4° grau genealógico) Renan Espósito (ver 5.2., 4.1., 3.9. a seguir).

4.2 Abílio n. em Getulina aos 22.FEV.1932, casado com Nelze Auguste Oliveira Sellari, pedreiro e construtor aposentado, reside desde 1989 em Tuiuti/SP. Teve:

5.1. Suzete, nascida em 1954, viúva, residente na Praia Grande/SP. Teve:

6.1. Jhulis nascido em 1986;

6.2. Juliana nascido em 1989.

5.2. Marlene n. em 1956, viúva, dentista e biomédica, residente em Cotia/SP.

5.3 Nizete n. em 1959, formada em turismo, solteira, residente em São Paulo;

5.4. Lilian Margarete, n. em 1962, química, solteira, residente na Praia Grande.

4.3. Florinda n. em 1935, residente em Getulina fora c.c Alcides Viviani n. aos 28.AGO.1930 e f. aos 19.ABR.2002, sendo sepultado no túmulo de Ernesto Bedore no cemitério municipal de Getulina/SP. Teve:

5.1. Vanderlei, c.c Sueli Aparecida Scalone. Teve:

6.1. Soila.

6.2. Daniela.

5.2. Vanderli, solteiro.

5.3. Ivonete Viviani, c.c Ailton Galdino da Silva.

5.4 Tânia Maria, c.c Agnaldo Reggiani, residentes em Cafelândia. Teve:

6.1. Fabiana n. aos 28.ABR.1996

6.2. Fernanda n. aos 28.ABR.1996 (gêmeas).

4.4. Diolinda, c.c Anésio Galdino da Silva, comerciante, residentes em Getulina/SP. Teve:

5.1. Silvia, divorciada, residente em Getulina/SP. Teve:

6.1. Fernando nascido em 1982.

52. Odair, comerciante n. em 1959 e f. aos 25.SET.2006 em Getulina. Teve:

6.1. Fabriza Olímpia.

4.5. Helena f΅. com 17 anos em Getulina onde encontra-se sepultada.

3.2. Gersomino Stefano Romolo Bedore, nascido aos 22.MAIO.1911 em Ospedaletto Euganeo/PD e aí falecido aos 15.OUT.1911 com quase cinco meses na via Altura. Diz a tradição oral familiar que Gersomino morreu de tanto chorar, após ter sido deixado aos cuidados de uma empregada que deixou-o sozinho.

Achille Bedore

Achille Bedore

3.3. Achille Bedore, tronco da família Bedore em São Paulo, n. aos 04.SET.1911em Ospedaletto Euganeo. Casou-se no Brasil com Benedita Fernandes de Lima, n. aos 28.MAIO.1915 em Mococa/SP e falecida aos 03.MAR.03.2002 em São Paulo. Achille faleceu aos 11.JUL.1978 em São Paulo com quase 66 anos de idade e está sepultado no cemitério da Saudade de São Miguel Paulista. Teve sete filhos:

4.1 Rau Bedore, nascido em Lins/SP aos 04.ABR.1934 e falecido solteiro aos 27.AGO.1985 com 51 anos de idade, sem descendência.

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Na 1ª foto: Arthur, Adriano, Odair, Ilde Bedore e Antônio Andrade(in memoriam) em Pisa em 2003. Na 2ª foto Arthur Bedore em frente a casa que pertenceu a família Basso, entre Este e Ospedaletto, próximo da localidade Della Torre em 2002.

4.2. Arthur Bedore nasceu em Getulina/SP aos 20.NOV.1935, é solteiro e sem descendentes, aposentado da Eletropaulo, residente no bairro da Vila Ré em São Paulo. Esteve com Adriano Bedore visitando toda Itália, inclusive Ospedaletto Euganeo, terra natal de seu pai em 2002, 2003 e 2011 e outras duas vezes em 2004 e 2005.

Primos Bedore

Os primos Luiz, Arthur, Isaias, Paulo, Odair, Osvair e Elias Bedore em Igaratá/SP em 2003

4.3. Luiz Bedore n. em Getulina em 1937, aposentado da Eletropaulo, viúvo de Esmeralda Perez, falecida em novembro de 1997, residente na Vila Ema em São Paulo. Teve:

5.1. Rosimeire n. aos 22.JAN.1965, funcionária da Eletropaulo, divorciada. Teve:

6.1. Gabrielle Bedore Carvalho n.18.FEV. 1989 em Santos/SP e f. de parada cardíaca dormindo aos 27.MAR.2017 no Rio de Janeiro onde morava e fazia faculdade de direito na Federal do Rio.

6.2. Giovana Bedore Vignoli n. aos 14.MAR.1996 em Mogi das Cruzes/SP.

5.2. Rodnei c.c Teresa Cristiana Schrõckenfuchs Zattoni.

4.4. Irene Bedore nascida em Londrina/PR em 1942. Foi casada 1ª vez com Carlos Nunci, n. em 1940 e f. aos 12.NOV.2008 e 2ª vez aos 29.JUL.2011 com José Manuel Fernandes, residente em São José dos Campos/SP Teve:

5.1. Elaine, bibliotecária, funcionária da Embraer, c.c Rubens do Espírito Santos, residente em São José dos Campos. Teve:

6.1. Gabrielle

6.2. Isabela

6.3. Samuel

5.2 Eliana, c.c João Márcio, residente em Guarulhos/SP. Teve:

6.1. João Henrique, nascido em 1996.

5.3. Carlos Nunci Júnior n. aos 22.JAN.1969, solteiro, residente em São José dos Campos/SP.

4.5. Ilde Bedore n. aos 10.FEV.1949 em Adamantina e registrada em Getulina, casada aos 28.SET.1968 na Penha com Antônio de Andrade n. aos 07.JUL.1947 e f. aos 20.JUN.2005. Ilde reside na Vila Ré em São Paulo. Teve:

5.1. Antônio Marcos, nascido em fevereiro de 1970, funcionário dos correios casado aos 19.ABR.2010 com Angélica Teixeira.

5.2. Ronaldo n. aos 09.ABR.1971, c.c Wanessa Moreno de Andrade.

5.3. Rogério n. em 1977, bancário, formado em ciências da computação, divorciado.

4.6. Isaias Bedore nascido em 1950 em Getulina, casado aos 05.OUT.2000 com Débora Lourenço da Silva. Isaias é aposentado da Eletropaulo e residente em São Paulo.

4.7. Elias Bedore n. em 1952 em Getulina, divorciado, e aposentado da Eletropaulo. Teve:

5.1 Eduardo Prieto Bedore n. aos 11.MAR.1977, solteiro, casado. Teve:

6.1. Guilherme

Ugo Bedore, brasileiro Parece Esposa do Achille Bedore

Hugo Bedore e sua esposa Maria Barros

3.4. Hugo Bedore nascido em São Carlos aos 25.SET.1914, foi o primeiro filho nascido no Brasil. Casado com Maria Barros, nascida em maio de 1918 em Pirajuí/SP e falecida aos 08.JAN.2017. Faleceu Hugo aos 18.SET.1991 em Araçatuba/SP com 77 anos de idade, na cidade onde residia, sendo sepultado no Cemitério Municipal de Lins/SP. Teve um único filho:

4.1 Nelson Barros Bedore, tenente reformado da Polícia Militar do Estado de São Paulo, solteiro, nascido aos 23.JAN.1942, sem descendência. Reside com sua mãe em Lins/SP.

Gino Bedore

Oscar, Iride Bachega Bedore e Gino Bedore em Atibaia

3.5.Gino Bedore, tronco da família Bedore de Lins/SP, nascido aos 13.AGO.1917 em Bauru/SP e falecido aos 30.OUT.2008 com 91 anos, em Lins onde residia. Foi casado em Cafelândia/SP com Maria Bunija Rodrigues, filha de espanhóis, residente em Lins. Teve quatro filhos:

4.1 Aparecida Bedore Gardinal n. em 1941, c.c Mário Gardinal, advogado e contador, falecido aos 16.FEV.2003, residente em Lins. Teve:

5.1 Mário Luiz Gardinal, advogado, c.c Andréa, residentes em Lins/SP. Teve:

6.1. Mário Victor, nascido em 1994.

6.2. Aline, nascida em 1996.

4.2. Oswaldo Bedore n. aos 12.NOV.1943, c.c Ivone de Andrade, faleceu aos 02.OUT.2000 em Lins/SP onde residia com 56 anos de idade. Teve:

5.1. Rogério n. aos 11.OUT.1972 e f. aos 21.ABR.1976.

5.2 Marcelo.

5.3. Milena.

4.3. Paulo Bedore, casado com Ernesta Borghetti, residente em Marília/SP, foi bancário, n. aos 30.MAIO.1952 e f. subitamente aos 13.AGO.1996 c. 44 anos de idade em Marília onde encontra-se sepultado. Teve:

5.1 Renata, médica veterinária, casada com Rogério Moretti Fioroni. Teve:

6.1. Lucas n. aos 07.JUL.2003

5.2 Guilherme, fisioterapeuta, c.c Thais Garcia Barrinha Pires. Teve:

6.1. João Pedro Pires Bedore n. aos 24.MAR.2002.

6.2. Isabele Pires Bedore n. aos 27.JUL.2004.

4.4. Sérgio Bedore n. em 1952 e f. solteiro em Lins aos 24.NOV.2010, sem descendência.

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1ª Foto Dias Bedore na Itália na 2ª Guerra Mundial e na 2ª foto com Iride Bachega Bedore, Creusa, Oscar e Dias Bedore em Atibaia

3.6.Dias Bedore, tronco da família Bedore em São Caetano/SP nasceu aos 28.FEV.1920 em Penápolis/SP e faleceu com 83 anos e oito meses aos 20.OUT.2003 em São Bernardo dos Campos/SP, sendo sepultado no cemitério Municipal de São Miguel Paulista na grande São Paulo. Casou-se em Getulina aos 04.JUL.1947 com Maria Aparecida. Foi “pracinha” da Força Expedicionária Brasileira. Embarcou para Itália em 1944 no 1º Escalão da Força Expedicionária Brasileira – FEB, na qualidade de soldado. Pelos relevantes serviços prestados à Pátria, no cumprimento do dever cívico, foi condecorado com medalha de campanha e respectivo diploma. Foi recebido em Getulina no retorno da expedição brasileira na Itália com grande e memorável festa, mudando-se da cidade muitos anos depois. Fui residente em São Caetano/SP. Teve três filhos:

4.1. Neusa Bedore n. em 1948, casada com Edirso Moro. Teve:

5.1. Rodrigo Moro, formado em direito.

5.2. Tatiane Kelly Moro, n. aos 02.JUN.1981, formada em direito,.

4.2. Rubens Bedore n. em 1951, c.c Rute Zia, residente em São Caetano/SP. Teve:

5.1. Roberta n. aos 18.MAR.1981.

5.2. Renata n. aos 18.MAR.1981, gêmea da anterior, contadora. Teve:

6.1. Diego

4.3. Creusa Bedore n. aos 21.MAIO.1953, casada, residente em São Caetano/SP. Teve:

5.1. Eduardo Pavão n. aos 21.JUN.1987.

Joaquim Bedore.JPG

Joaquim Bedore

3.7.Joaquim Bedore n. aos 17.JAN.1922 na fazenda Coqueirão em Pirajuí/SP e f΅. em Lins/SP aos 18.ABR.1942 onde encontrava-se hospitalizado. Foi sepultado naquela cidade, sem geração.

Oscar e Iride, bodas de ouro

Adriano, Iride, Oscar e Janaina na cerimônia de bodas de ouro de Iride e Oscar

3.8. Oscar Bedore, tronco da família Bedore em Atibaia/SP, nasceu aos 04.ABR.1924 em Pirajuí/SP, foi pedreiro e construtor civil, atividade que exerceu por longos anos, até mesmo, após seu ingresso e posterior dedicação ao Ministério Evangélico. Morou em Getulina desde o começo da década de 30, onde passou sua infância, mudando-se já casado e com seu primeiro filho, Osvair, recém-nascido, para São Paulo no final de 1945 ou começo de 1946 a procura de melhores condições de trabalho. Com exceção de seu irmão Dias que deixou Getulina para participar da 2ª guerra mundial na Itália, Oscar foi o primeiro dos irmãos que deixou Getulina em direção a São Paulo sendo seguido posteriormente pelos irmãos, Achille e Hugo, que também moraram em Londrina/PR, bem como de outros membros da família Bedore que também deixaram Getulina.

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Oscar e Iride casando-se em Getulina e na melhor idade em meados da década de 1990 em Atibaia

Casou-se aos 29.JUL.1944 em Getulina/SP com Iride Bacchiega, nascida aos 04.SET.1923 em São José do Rio Preto e falecida aos 11.JAN.1997 em Atibaia; filha de José Bacchiega, (ver título Bacchiega) e de Ida Bassi (ver título Bassi).Em São Paulo o casal Oscar e Iride residiu principalmente no bairro da Penha, onde em 1948 já haviam construído sua casa, tendo nascido na capital do Estado seus filhos: Maria Helena, Odair e Paulo. Em 1951/2 Oscar converteu-se a doutrina Evangélica, meses após a conversão de sua esposa. Logo após, já ocupava na Igreja Assembleia de Deus do bairro da Penha em São Paulo, capital, várias funções litúrgicas da igreja, tendo sido membro fundador da Igreja em Curuça, região de São Miguel Paulista. Em março de 1954 foi convidado pela direção estadual da Igreja para dar início ao trabalho de evangelização no sul do Estado de Minas Gerais. A Assembleia de Deus é um ministério evangélico fundado no Brasil na primeira década do século passado, por missionários suecos e hoje reúne o maior número de templos e fiéis entre os evangélicos pentecostais no Brasil.

Conjuntamente com sua esposa decidiu aceitar o convite e dedicar-se ao trabalho religioso, como pioneiro na evangelização no sul de Minas Gerais e em 1954 mudou-se então provisoriamente para Camanducaia/MG e logo em seguida estabeleceu-se definitivamente em Cambuí/MG, onde começou o trabalho de evangelização. Foi de sua iniciativa a idealização e construção da primeira Igreja “Assembleia de Deus”, na cidade de Cambuí, bem como nas cidades vizinhas. Permaneceu naquela cidade até 05.DEZ.1964, ou seja, por dez anos, data que mudou-se para Atibaia/SP. Em Cambuí, após anos de dedicação ao trabalho evangélico, tornou-se pessoa muito respeitada e querida na cidade, tanto no meio evangélico como no meio social. Também em Cambuí nasceram seus dois últimos filhos: Marcos e Gerson.

Em 05.MAIO.1959 foi ordenado (consagrado) a pastor em Madureira, Rio de Janeiro/RJ, sede nacional da Igreja. Em 05.DEZ.1964 foi transferido para a cidade de Atibaia, onde permaneceu, nesta primeira fase até 1971. Também idealizou e construiu o templo desta Igreja em Atibaia, local onde ainda hoje abriga a sede da região de Atibaia, localizado na Praça Pio XII, na principal entrada da cidade. Nesta praça, Oscar também morou por alguns anos com sua família, bem como com sua mãe, Virginia Basso e sua sogra, Ida Bassi até construir sua primeira casa na cidade no bairro Jardim Brasil, onde foi um dos primeiros moradores no ano de 1968.Em Atibaia Oscar exerceu a função de comissário de menores por vários anos. Em 1972 foi transferido para Pirassununga/SP, onde permaneceu até meados de 1974, ficando aproximadamente dois anos e meio naquela cidade, para onde transferiu-se somente com a esposa e o filho mais novo, Gerson, pois os demais decidiram permanecer em Atibaia, cidade que escolheram para viver e constituir suas famílias. Em meados de 1974 transferiu-se para a cidade de Jaboticabal/SP, permanecendo lá até 22.DEZ.1974, ou seja, por menos de um ano. Em 23.DEZ.1974 Oscar voltou para Atibaia depois de três anos da sua primeira estada e em primeiro de março do ano seguinte (75), tomara posse novamente como pastor presidente da região, permanecendo à frente da Igreja em Atibaia e região, como pastor presidente até 14.FEV.1995, quando em virtude de um AVC popularmente chamado de derrame ocorrido em 13 de janeiro daquele mesmo ano, ficou impossibilitado de permanecer na frente do trabalho por problemas de saúde (perdeu sua fala). Portanto, o pastor Oscar Bedore permaneceu, por vinte e sete anos como pastor presidente em Atibaia, sete anos na primeira fase e vinte anos na segunda, totalizando 41 anos de trabalho como dirigente evangélico, sendo por quase 36 anos como Pastor. Foi juntamente com seus filhos um dos primeiros moradores do bairro Jardim Brasil em Atibaia, no final da década de 60. Oscar Bedore faleceu às 21:45 h. do dia 09.MAIO.2004 na UTI do Hospital Novo Atibaia, após vários períodos de internação durante todo o ano de 2004. Do casal Iride Bachega e Oscar Bedore, descendem seis filhos e 44 descendentes (até janeiro de 2014):

014

Da esq. para direita: Osvair, Eva, Marcos, Gerson, Odair, Paulo, Izilda e Sônia em março de 2009

4.1 Osvair Bedore nascido aos 02.MAIO.1945 em Getulina/SP. Foi funcionário da Sabesp, empresa estatal responsável por quase todo abastecimento de água no Estado de São Paulo, desde 1974, hoje aposentado e músico. Casou-se em Atibaia aos 04.JAN.1974 com Eva Franco Bedore n. aos 07.OUT.1955 em Atibaia, filha de José Franco[369]f. aos 24.MAIO.1983 e de Joana Miguel de Camargo f. em 19.FEV.1961. Moram no bairro Jardim Brasil em Atibaia. Teve:

5.1 Alisson Bedore nascido aos 23.DEZ.1974 em Atibaia, advogado, c.c Lis Fernanda Pazzeto aos 18.JAN.2008, filha de Sérgio Pazzeto e de Ilda Aparecida Pazzeto. Teve:

6.1. Giulia Pazzeto Bedore n. aos 29.JUN.2008.

5.2. Evelyn Bedore nascida aos 19.JAN.1977 em Atibaia, funcionária pública Municipal, formada em administração pela FAAT.

5.3. Aline Bedore nascida aos 25.MAR.1981 em Atibaia, técnica em serviços laboratoriais; foi casada com Márcio Roberto Fukuyama com quem teve:

6.1. Vinicius Bedore Fukuyama nascido aos 04.JUL.2001.

5.4. Rodrigo Franco Bedore nascido aos 20.MAIO.1982 em Atibaia, formado em relações públicas na FAAT casado em Atibaia aos 18.JUN.2011 com Cintia Borghi, filha Esnita e de Antônio Borghi Neto.

6.1. Miguel Borghi Bedore n. aos 23.OUT.2017.

4.2. Maria Helena Bedore nascida aos 13.AGO.1947 em São Paulo e aí falecida aos 13.SET.1948 com 13 meses de idade, estando sepultada no cemitério da quarta parada.

Bisa-Vô-Neto-Bisneto

Fábio José, Vinicius, Lívia Maria, Odair, Adriano, Oscar, Felipe e as gêmeas Maria Eduarda e Maria Fernanda

4.3. Odair Bedore nascido aos 05.AGO.1950 no bairro da penha, em São Paulo, capital. Casou-se em Atibaia aos 26.ABR.1973 com Sônia Maria de Carlos Bedore, nascida aos 07.JAN.1953 em Atibaia. Filha de Roberto De Carlo, e de Julieta Freitas De Carlo (ver em vários títulos deste trabalho).

Foi comerciante do ramo de pastelarias e posteriormente lotérica, além de outras atividades ligadas ao comércio e prestação de serviços. É técnico em química e cursou até o terceiro ano da faculdade de direito.

Odair

1ª Foto Odair em 2000. 2ª Foto Odair e seu pai Oscar em 04.ABR.2004 (35 dias antes do falecimento de Oscar)

Ingressou na política partidária em 1977 filiando-se ao MDB (Movimento Democrático Brasileiro), sendo em 1979 um dos fundadores do PP (Partido Popular) do saudoso ex-presidente da República Tancredo de Almeida Neves em Atibaia, partido que em 1980 fundiu-se com o MDB, resultando no hoje, PMDB (Partido do Movimento Democrático Brasileiro). Em 21.JUN.1990 filiou-se ao PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira) retornando ao PMDB um ano e oito meses depois aos 24.FEV.1992, disputando assim todas as seis eleições, sempre pelo PMDB.

Foi conselheiro do Clube “Grêmio Esportivo Atibaiense” de 1978 a 1995, do qual é sócio desde 20.SET.1968, sendo sócio remido desde 1995, foi eleito presidente do clube em 26.MAR.2001. Exerceu a presidência do clube de Futebol Amador “Cetebe Atlético Clube”, de 1975 até março de 2001, deixando-a para assumir a presidência do Grêmio Esportivo Atibaiense, para qual foi reeleito em março de 2002, 2004 e 2006. Também foi Radialista Esportivo, exercendo a atividade no rádio por mais de 15 anos, tendo por muitos anos comandado o Programa Esportivo “Esporte em 60 Minutos”, na Rádio Atibaia AM.

Em 15.NOV.1982 disputou e foi eleito pela primeira vez vereador à câmara municipal de Atibaia, sendo o oitavo vereador mais votado e o sétimo de seu partido o PMDB com 509 votos.

Em 15.NOV.1988, após seu primeiro mandato de vereador por seis anos, foi reeleito vereador constituinte pelo PMDB. com 346 votos, sendo o 11º mais votado e o 3º do partido. Foi relator da comissão de sistematização da Constituinte Municipal, promulgada aos 04.ABR.1990.

No dia 08.JAN.1991 foi eleito com 10 votos contra 07, presidente do legislativo de municipal para o biênio 91/92. No mesmo ano recebeu o diploma de “melhor vereador de 1991”, através do diploma de destaque do ano no Poder Legislativo, fornecido pelo Jornal do Interior, através de pesquisa realizada na cidade.

Em 17.DEZ.1992 foi agraciado através do decreto municipal 2.837/92 com a mais alta condecoração Municipal a comenda “Ordem Jerônimo de Camargo”, pelos relevantes serviços prestados ao Município. Também em 1992 conduziu os trabalhos e promulgou a Resolução nº 05, que dispõe sobre o regimento interno da câmara de Atibaia ainda em vigor.

Em 03.OUT.1992 foi novamente reeleito vereador à câmara municipal, pelo PMDB, com 608 votos, sendo o 5º mais votado e o primeiro da Coligação “Atibaia Viva”, formada pelos partidos: PMDB/PDT/PT/PV

Em 12.DEZ.1994 foi novamente reconduzido à presidência da câmara municipal com 12 votos, contra 05 em branco, para o mandato de um ano, pois após sua primeira gestão como presidente da câmara municipal alterou-se a Lei Orgânica do Municipal quanto ao período de mandato da mesa, passando de dois para um ano.

Em 12.MAR.1995 foi eleito presidente da executiva municipal do PMDB para o biênio 95/96 (mandato prorrogado por mais um ano por decisão da convenção nacional do partido), tendo ocupado anteriormente o cargo de Delegado do Partido por dois mandatos consecutivos. Em 1996 ocupou a primeira secretaria da Câmara. Aos 19.OUT.1997 foi reeleito Presidente da executiva Municipal para mais um biênio (Outubro de 97 a Outubro de 99).

Em 03.OUT.1996 foi novamente reeleito vereador à câmara municipal, pelo PMDB, para seu quarto mandato consecutivo, tornando-se o primeiro e único vereador eleito por quatro mandatos consecutivos a ocupar uma cadeira no Legislativo Atibaiense naquele mandato, com a votação de 599 votos, sendo o segundo mais votado do partido e o oitavo entre os eleitos.

Em primeiro de janeiro de 1997, Odair Bedore, foi novamente eleito presidente do legislativo de Atibaia pela unanimidade dos 17 vereadores, feito inédito na história da câmara municipal, além de ocupar pela terceira vez a presidência da câmara num período de apenas seis anos consecutivos de mandato, em três legislaturas. Aos 22.DEZ.2003 foi eleito pela quarta vez por nove votos a oito, presidente da câmara municipal de Atibaia para o mandato de 2004, sendo, portanto quatro vezes presidente da câmara municipal (1991/92, 95, 97 e 2004).

Na sua gestão na presidência da câmara municipal foi feita a última reforma do prédio e seu espaço interno redistribuído, para o melhor atendimento da população e dos funcionários. Publicou em junho de 1992 através da câmara municipal o livro “Atibaia, Ontem e Hoje”, que traz um breve relato histórico da cidade no passado e na contemporaneidade, além de trazer a nova Lei Orgânica do município. Em 1999 ocupou a primeira vice-presidência da câmara e no ano seguinte (2000) ocupou pela segunda vez a primeira secretaria. Em maio de 2000 recebeu da Ordem dos Parlamentares do Brasil a medalha Ulysses Guimarães (próxima foto).

Em 03.OUT.2000 foi novamente reeleito vereador pelo PMDB, com 1067 votos, sendo o terceiro mais votado entre os eleitos e o primeiro da coligação PMDB/PCdoB para exercer seu quinto mandato consecutivo, fato até então inédito na história da câmara municipal nos dois últimos séculos, igualado na eleição seguinte e superado nas eleições de 2008 pelo vereador Osvaldo Mendes Sobrinho que neste ano de 2012, completou seis mandatos consecutivos (24 anos) como vereador.

Em 03.OUT.2004 disputou e perdeu as eleições para Prefeito pelo PMDB tendo como seu candidato a vice-prefeito o ex-prefeito Pedro Maturana, obtiveram cerca de 5.500 votos, completando em 31.DEZ.2004, 22 anos ininterruptos de vereança em Atibaia.

Em 05.OUT.2008 disputou pela sexta vez as eleições para vereador pelo PMDB, obtendo 514 votos, ficando na primeira suplência, posto que foi o terceiro mais votado do partido, que com apenas 11 cadeiras na câmara elegeu somente dois vereadores: Francisco Antônio Rodrigues Almendra e Pedro Maturana, ex-vereador de 1961 a 1972 e de 1977 a 1992 (6 legislaturas); vice-prefeito (1993 a 1996) e prefeito de 01.JAN.1997 a 31.DEZ.2000.

No exercício de seu mandato como vereador foi: vice-líder do PMDB em 82 a 86; membro da comissão de justiça e redação em 82/84, 93/94, 96 e 98/2001; membro da comissão de obas e serviços em 84/86 e 89/90; presidente da comissão de educação; líder da bancada do PMDB, 87/88, 93 e 89 a 06/90; líder da bancada do PSDB de 06/90 a 02/92; membro das comissões de administração pública e de sistematização da Assembleia Municipal Constituinte 89/90; relator da Assembleia Municipal Constituinte em 89/90 e elaborador do texto final da Lei Orgânica do Município; membro da comissão de saúde em 93 e líder do bloco majoritário em 98.Odair Bedore teve com Sônia Maria De Carlos Bedore seis filhos:

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Da esquerda para direita: Daniela, Adriano, Sônia, Janaina, Odair, Juliana, Eduardo e Felipe em outubro de 2010

5.1. .Adriano Bedore, é o 1° Bedore nascido em Atibaia, solteiro, advogado. Foi em 91/92, presidente do Grêmio Estudantil “Major Alvim”, da escola de primeiro e segundo graus “Major Juvenal Alvim”. Foi presidente da executiva municipal do PMDB de Atibaia no biênio 2000/01. Foi um dos pesquisadores, idealizadores e autores do livro “Famílias Ilustres e tradicionais de Atibaia” lançado em março de 2000 e é autor deste trabalho genealógico. Esteve seis vezes na Itália (2001/02/03/07 e 2011 duas vezes) fazendo pesquisas genealógicas. Disputou as eleições de 2004 para vereador pelo PMDB, obtendo 403 votos, contudo, o partido não fizera nenhum vereador naquele pleito e disputou novamente as eleições para vereador em 2012 ficou 2° suplente na coligação do PSB/PMDB, obtendo 417 votos. Assumiu em 07.JUN.2014 uma cadeira de vereador na câmara de Atibaia. Foi eleito para 1° vice-presidente do legislativo para o ano de 2015, contudo, deixou a câmara no final de janeiro com o retorno do vereador ao parlamento. Nas eleições de 2016 Adriano teve 712 ficando na suplência da coligação PV/Rede.

5.2. Janaina Bedore casada aos 22.OUT.2010 com José Leonardo Lacerda da Rocha n. aos 06.ABR.1976 em Araçatuba/SP, bacharel em direito e tabelião registrador em Pirajuí/SP, filho de Antônio Lacerda Rocha[370] e Wilma Blanco Lacerda da Rocha. Teve:

6.1. Leonardo n. aos 04.MAIO.2012[371].

5.3. Juliana Bedore, solteira, professora primária, pedagoga formada pela FAAT e funcionária pública concursada da rede municipal de ensino de Bragança Paulista.

5.4. Daniela Bedore, técnica de enfermagem. Teve com Fernando Ortiz Castanho, bisneto paterno do cel. Florêncio Pires de Camargo, ex-presidente da câmara municipal de Atibaia, abastado fazendeiro e membro das tradicionais famílias Pires de Camargo e Alves do Amaral (ver em 2.1.,1.5., N° 04, cap. 4° do título Alves do Amaral e 4.2., 3.1., 2.4., 1.7., N°01, cap. 1°do título Pires de Camargo):

6.1. Lívia Maria Bedore Castanho nascida aos 25.MAR.2002.

5.5. Eduardo Bedore n. aos 16.DEZ.1980.

5.6. Felipe Bedore n. aos 11.JUL.1983 em Atibaia, c.c Patrícia Moghetti Oliveira[372] filha de Djair Antônio de Oliveira n. em 1958 e f. em 1991 e de Sandra Regina Moghetti n. aos 17.SET.1964 em Avaré/SP. Teve:

6.1. Maria Eduarda Moghetti Bedore n. aos 24.JUN.2003.

6.2. Maria Fernanda Moghetti Bedore n. aos 24.JUN.2003.

4.4. Paulo Bedore nascido aos 03.AGO.1952 no bairro da Penha em São Paulo. Casado aos 20.DEZ.1975 com Izilda Carvalho Bedore, natural de Atibaia, filha de Benedito José de Carvalho[373] n. aos 16.JUN.1927 e f. aos 24.FEV.2011 e de Rosária de Moraes de Carvalho n. aos 01.AGO.1937 e f. aos 07.JUL.2009, esta filha de Sebastião de Moraes (*13.JUN.1912 + 09.NOV.1982) e de Gracia Concervatto de Moraes (* 30.OUT.1915 + 18.AGO.1988). Paulo é aposentado da Elektro, antiga Cesp. Residente no Bairro Jardim Brasil. Teve:

5.1. Sabrina de Cássia Carvalho Bedore nascida aos 31.MAR.1977 em Atibaia. Professora primária e de educação física. Casou-se em 2000 com Ricardo Batista Zeni, engenheiro civil, natural de Atibaia, filho de João Batista Zeni e Romilda Magri Zeni n. aos 26.JAN.1945 e f. aos 10.MAIO.2006. Teve:

6.1. Lucas César Bedore Zeni n. aos 24.JUL.2000.

6.2. Nicolas Bedore Zeni n. aos 24.MAR.2005.

6.3. Emanuela n. aos 18.DEZ.2008.

5.2. Samanta Carvalho Bedore nascida aos 11.FEV.1980 em Bragança Paulista/SP, enfermeira e funcionária pública municipal. Morou por algum tempo em Cavallino di Venezia na Itália. Casou-se aos 10.FEV.2007 com Pitter Leme, filho de Lindolfo Aparecido Leme e Marisa Simões Leme. Teve:

6.1. Piettro Bedore Leme n. aos 16.DEZ.2007 em Atibaia.

6.2. Lorenzo Bedore Leme n. aos 13.AGO.2013.

5.3. Samara Carvalho Bedore nascida aos 30.ABR.1982 em Bragança Paulista/SP, professora e pedagoga. Casou-se aos 17.FEV.2006 com Ângelo Squizatto Filho, filho de Ângelo Squizatto e de Rosa Maria Barbosa Squizatto n. aos 09.JUL.1953 e f. aos 04.DEZ.1974. Teve uma filha com Silvio Louro e um filho de seu marido:

6.1 Paloma Bedore Louro n. aos 16.JUN.1997.

6.2. Paulo Henrique Bedore Squizzato n. aos 07.NOV.2007 em Atibaia.

4.5. Marcos Bedore nascido aos 06.JUN.1954 em Cambuí/MG, provavelmente o primeiro Bedore nascido no Estado de Minas Gerais. Casado com Idalina Alves de Oliveira Bedore, natural de Socorro, filha de Sebastião Alves de Oliveira, falecido em 2006 e de Faustina Siqueira de Oliveira, f. aos 30.JAN.2010. Idalina nasceu aos 12.JAN.1953 e faleceu aos 10.MAR.2008 em São Paulo onde estava hospitalizada, sendo sepultada no túmulo da família Bedore em Atibaia. Marcos é pecuarista em Atibaia e residente no bairro Recreio Estoril em Atibaia. Teve:

5.1 Marcos Paulo Bedore n. aos 07.SET.1975 em Atibaia, comerciante e gerente da concessionária da Ford em Caraguatatuba/SP onde reside atualmente. Casou-se em Atibaia com Amábile Aparecida Lima aos 30.MAR.2001, pedagoga, filha de Natalino Mariano de Lima e de Maria José Pinheiro de Lima f. aos 01.MAR.2012. Teve:

6.1. Vitória n. aos 20.ABR.2004.

5.2. Daniel Bedore n. aos 20.JUL.1980 c.c Gislene Perini. Teve:

6.1. Manuela Perini Bedore n. aos 06.MAR.2011.

5.3. Fernando Henrique Bedore n. aos 25.DEZ.1982, comerciante, cc Tânia Fragoso n. aos 04.OUT.1977 filha de Henrique Dias Fragoso de Otília Pereira Fragoso f. aos 20.MAIO.1980. Teve:

6.1. Pedro Henrique Fragoso Bedore n. aos 13.FEV.2001 em Atibaia.

6.2. Guilherme Fragoso Bedore n. aos 24.DEZ.2013.

5.4. Denis Lucas Bedore nascido aos 14.MAIO.1987.

4.6. Gerson Bedore n. aos 05.DEZ.1960 em Cambuí/MG. Foi casado 1ª vez com Joana D’arc Escorpione e 2ª com Rosangela Serra e 3ª vez casou-se aos 31.JAN.2014 com Leia Mendes. Técnico em química e atualmente taxista. Residente no Bairro Jardim Brasil. Teve dois filhos com a primeira esposa e um com a segunda:

5.1 David Bedore n. aos 11.NOV.1982 em Atibaia. Casado em São Paulo aos 09.ABR.2011 com Gabriela Matvejev Rosaneli. Teve:

6.1. Benício Rosaneli Bedore n. aos 25.FEV.2015.

6.2. Mathias Rosaneli Bedore n. aos 24.MAIO.2016.

5.2. Débora Bedore n. aos 18.DEZ.1985 em Atibaia e ai se casou aos 29.MAIO.2009 com Edson Meneguetti. Teve:

6.1. João Pedro Bedore Meneguetti n. aos 31.JUL.2013.

5.3. Estevan Serra Bedore n. aos 08.SET.1999 em Atibaia.

Ida Bedore e Oscar 3.9.Ida Bedore Sellari (foto ao lado com seu irmão Oscar convalescente de um dos acidentes vasculares cerebrais) n. 12.OUT.1932 em Getulina/SP e f. aos 26.MAIO.2014 em São Paulo, foi casada com Dionísio Sellari, primo de Domingos Sellari, que casou-se com sua irmã mais velha, Maria Bedore Sellari, falecido em 1976 em São Paulo. Ida reside na Vila Talarico em São Paulo, capital. Teve uma única filha:

4.1. Damares Sellari Espósito nascida em 1962, professora, casada com Paulo Sérgio Espósito, Engenheiro, residentes em São Paulo, capital. Teve:

5.1. Alan n. em 1980, engenheiro, casado. Teve:

6.1. Murilo nascido em agosto de 2009.

5.2. Renan n. aos 09.MAIO.1986, formado em marketing da USP c.c sua parente(prima em4° grau genealógico) Tamires Rodrigues aos 10.ABR.2010 (ver 6.1., 5.3., 4.1., 3.1. atrás).

2.2.Teodolinda Bedore “Linda” n. aos 03.MAR.1889 em Ospedaletto e f. provavelmente entre os meses de janeiro a fevereiro de 1892, durante a viagem ao Brasil ou logo após seu desembarque em 26.JAN.1892 no porto do Rio de Janeiro.

2.3. Ermenegildo Gregório Bedore “Gildo ou Gino” n. aos 25.OUT.1890 em Ospedaletto Euganeo/PD e faleceu no Brasil ou mais provavelmente durante a viagem de retorno a Itália.

Ida Bedore Ida Bedore italiana2

Ida Bedore em duas fotos

2.4.Ida Bedore nascida aos 13.MAR.1893 em Souzas, distrito de Campinas/SP, durante a estada de sua família no Brasil que se deu entre janeiro de1892 e o início de 1895 aproximadamente. Acredito que Ida foi a primeira Bedore nascida no Brasil. Foi batizada por Marco Procadello[374]e Amália Rizzato, esta provavelmente sua tia materna. Casou-se com Pasquino Bergamini[375], segundo relatos familiares, casou duas vezes, a segunda vez com Gigio (Luigi) que era relojoeiro e músico. Não deixou descendentes. Ida faleceu aos 16.DEZ.1958 em Genova com 65 anos de idade, após sete dias do falecimento de seu irmão Ettore. Está sepultada no cemitério de Staglieno.

Família Diamante Bedore, foto original

Elisabetta Vacca, Diamante Bedore, Roberto Vacca e Leopoldo Vacca

2.5.Diamante Bedore “Tina” n. aos 18.ABR.1895 em Aulla – Nova Goricia na Eslovênia, divisa com a região italiana de Friuli-Venezia Giulia, provavelmente logo após o retorno de sua família do Brasil. É possível que na época do nascimento de Diamante a cidade de Aulla pertencesse a Itália. Casou-se aos 30.OUT.1915 em Ospedaletto Euganeo com Leopoldo Vacca, filho de Roberto Vacca e de Elisabetta Rossi, que segundo relatos familiares era chefe de uma estação de trens em Genova, nascido aos 06.MAIO.1891 em Vietri Sul Maré, Província de Salerno e falecido aos 27.MAIO.1977 em Genova. Diamante faleceu aos 03.MAIO.1969 na via (rua) Bordone, 21 na cidade de Cornigliano na grande Genova com 74 anos de idade, está sepultada, juntamente com seu marido e sua filha Elisa no cemitério Coronata em Cornigliano, Genova. Teve:

3.1.Elisabeta Vacca “Lilli” n. aos 27.SET.1916 em Este/PD e falecida΅ aos 06.ABR.1941 em Genova com 24 anos. Faleceu solteira e sem descendentes.

3..2. Roberto Vacca n. aos 07.SET.1920 em Prevacina, Nova Goricia na Eslovênia, próxima da cidade onde nasceu sua mãe Diamante. Provavelmente Leopoldo e Diamante retornaram a região da Nova Grécia na Eslovênia no fim da década de 1910 a procura de novas oportunidades de trabalho e lá permaneceram por algum tempo, mudando-se muito provavelmente de lá para Genova no final de década de 1920 onde fixaram residência. Roberto, que era advogado, faleceu aos 16.JUN.1966 em Monza, Lombardia, portanto, faleceu antes de seus pais, e por esta razão e por ter alterado seu sobrenome de Vacca para Valca, demoramos tanto para encontra-lo. Foi casado com Maria Cristina Pesce n. em 1926 e f. aos 08.OUT.2017, com quem teve:

4.1. Davide Agostino Leopoldo Valca n. aos 06.NOV.1954 em Pegli, Liguria, médico, casado com Sabrina Chessa, residente em Sassari, Sardenha. Teve:

5.1. Francesca

5.2. Roberto

4.2 . Roberta Valca n. aos 14.NOV.1955, advogada, c.c Giuseppe Nieddu n. 05.JAN.1958, residentes em Londres, Inglaterra. Teve:

5.1. Frederico Nieddu, casado.

2.6.Angela Bedore nascida aos 24.AGO.1897 em Ospedaletto Euganeo e aí falecida aos 04.SET.1897.

C:\Users\AdrianoDeCarloBedore\Desktop\FOTOS E IMAGENS\Diamante e Leopoldo Vacca con Davide e Roberta Valca prima Comunione.jpg

Leopoldo Vacca, Diamante Bedore, Roberta e Davide Valca no início da década de 1960

Ettore Bedore foto tratada Ana Sperati Bedore

Ettore Bedore e sua esposa Emília Montanari

2.7.Ettore Bedore nascido aos 14.AGO.1898 em Ospedaletto Euganeo/PD. Casou-se aos 17.OUT.1931 em Genova com Emília Montanari, nascida aos 16.JUL.1906 em Genova e aí falecida em 1985. Era motorista de táxi em Genova. Ettore faleceu aos 09.DEZ.1958 em Genova com 60 anos de idade, está sepultado no cemitério Staglieno. Deixou único filho:

Luigi e família

Da esq. p/ dir. Uma cunhada de Ettore, Ida, o patriarca Luigi, Emília Montanari e seu esposo Ettore Bedore e

a criança à frente Flávio em Genova

3.1. Flávio Luigi Bedore nascido aos 26.SET.1932 em Genova/GE aí casou-se aos 25.MAR.1968 com Ilda Gregorini, viúva do senhor Buongirolami com quem teve uma filha: Donatella Buongirolami, nascida em Milão aos 20.MAR.1960 e residente em Genova. Ilda Gregorini faleceu aos 21.FEV.1998 também em Genova. Flávio Luigi Bedore faleceu΅ aos 21.JUL.1983 em Genova com 51 anos de idade, sem deixar descendentes e está sepultado no cemitério velho da cidade de Sesto San Giovanni, na grande Milano, na cripta da família de sua esposa.

2.8.Angela Bedore II n. aos 23.JUN.1900 em Ospedaletto. Sem informação, provavelmente f. menor.

2.9.Giuseppe Bedore I n. aos 23.NOV.1901 em Ospedaletto Euganeo e aí falecido aos 23.OUT.1902.

2.10.Maria Bedore n. aos 18.FEV.1904 em Ospedaletto Euganeo e aí f. aos 04.JAN.1905 na via (rua) Tresto, portanto, muito provavelmente o casal Luigi Bedore e Elisabetta Rizzato moraram na via Tresto do município de Ospedaletto.

Ugo Bedore

Ugo Bedore

2.11. Ugo Bedore n. aos 20.ABR.1905 em Ospedaletto Euganeo. Casou-se com Annunciata Sperati, aos 03.MAIO.1936 em Genova onde veio a falecer aos 06.JUL.1987 na via Cadogliara. Ugo era cantor de música lírica em Genova, segundo relatos familiares, e artista segundo sua certidão de óbito. Segundo outros relatos familiares era também ou somente barbeiro. Ugo faleceu aos 11.MAIO.1961 no hospital San Martino em Genova com 56 anos de idade, ambos sepultados no cemitério de Staglieno. Não deixou descendentes.

2.12. Giuseppe Bedore II n. aos 04.FEV.1909 em Ospedaletto Euganeo e ai f. aos 24.JUN.1909.

1.5. Ângelo Bedore n. aos 29.AGO.1863, sem informações. Padrinho Luigi Moretto de Este. Último filho da primeira esposa de Luigi Bedore, Antonia Moretti ou Bressan.

1.6. Giacinto Bartolomeo Bedore n. aos 09.SET.1865 em Ospedaletto e aí f. aos 01.SET.1935 com 70 anos. Casou-se 1ª vez com Vittória Giona em Baone/PD aos 14.NOV.1902 com quem teve, q.d., os dois primeiros filhos e 2ª vez Giacinto casou-se em Carcere/PD aos 30.DEZ.1906 com Elena Rosina n. aos 02.OUT.1879 e f. aos 11.MAIO.1967, filha de Antônio Rosina e de Maria Slanzi com quem teve os seis últimos filhos. Elena Rossina está sepultada no cemitério de Ospedaletto.

2.1. Ida Amália n. aos 09.ABR.1904 e f. aos 08.SET.1905.

2.2. Ugo n. aos 10.JUL.1905, casou-se com Maria Peraro aos 28.JAN.1933 em Ospedaletto, f. aos 05.FEV.1976 em Ospedaletto onde encontra-se sepultado. Esta família (a de Ugo) foi a última família cujo homem era um Bedore que viveu em Ospedaletto Euganeo. Teve que descobrimos:

3.1.Massima Cattarina Bedore n. aos 10.MAIO.1934 em Este e após a morte de seus pais mudou-se para Padova.

2.3. Giovanni n. aos 03.MAR.1908 e f. aos 14.JUL1908 na via Boschetto.

2.4. Ida Maria n. aos 19.SET.1909 e f. aos 19.DEZ.1909.

2.5. Carmela n. aos 04.ABR.1911, casou-se com Antônio Venturello em 30.NOV.1955 em Ospedaletto. Carmela Bedore Venturello. Faleceu aos 08.OUT.1996 em Ospedaletto e é uma dos quatro membros da família Bedore sepultados na atualidade no cemitério Municipal de Ospedaletto Euganeo.

2.6. Placido n. aos 27.OUT.1913, ainda vivia em agosto de 2001 em Rivoli, Prov. de Torino no Piemonte. Casou-se aos 19.NOV.1942 em Tresto de Ospedaletto com Ângela Fassone, filha de Antônio.

2.7. Maria I n. aos 03.FEV.1918 e f. após o nascimento, sendo seu padrinho seu tio, Luigi Bedore (1.4.).

2.8. Maria II n. aos 12.MAIO.1919, nada descobrimos.

1.7. Luigi Bedore II n. aos 16.JAN.1867 e falecido aos 08.FEV.1867.

1.8. Rosa Domenica Bedore n. aos 14.ABR.1868 e falecida aos 30.ABR.1874.

1.9. Carolina Antonia[376] Bedore n. aos 30.JUL.1870.

1.10. Marco Antônio Bedore n. aos 24.ABR.1873

1.11. Maria Bedore[377]I n. aos 24.ABR.1873 (gêmea do anterior)

1.12. Antônio Bedore n. aos 10.FEV.1875 na via Bedore de Este/PD, contudo não conseguimos descobrir onde seria esta rua. Casou-se em 1ª núpcias com Dagilla Rinaldo e 2ª vez com Giuseppa Ermínia Bazan aos 03.DEZ.1925 em Este/PD, teve que descobrimos os dois filhos com a 1ª mulher:

2.1. Achile n. aos 28.JUN.1911.

2.2. Bruno n. aos 02.MAIO.1915.

1.13. Francesco Antônio Bedore n. aos 18.ABR.1878. Casou-se em 1º núpcias com Celeste Movaldi e em 2ª núpcias aos 26.ABR.1919 em Ospedaletto com Ermínia Zanin n. aos 03.MAIO.1885. Teve que descobrimos:

2.1. Ana[378] c.c Alsessandro Destro n. aos 19.JUN.1913, filho de Ângelo. Tiveram q.d.:

3.1. Adriano Destro n. aos 10.MAR.1936.

3.2. Silvana Maria n. aos 02.AGO.1937 c.c Luciano Temporin em Este aos 30.MAIO.1959.

2.1. Joel Lugia n. aos 15.JUN.1925 em Ospedaletto onde casou-se aos 13.FEV.1944 com Willian Francesco Bonsi, filho de Guglielmo.

Foto_Dani_01

Giusseppe Bedore, sua segunda esposa Maria Gatti e sete dos seus nove filhos, sendo os quatro mais velhos,

filhos de seu primeiro casamento

1.14. Giuseppe Antônio Bedore n. aos 25.MAIO.1880 em Ospedaletto Euganeo e faleceu com quase 92 anos, aos 16.MAR.1972 em Itápolis/SP, cidade que se estabeleceu e permaneceu até o fim da vida.

Casou-se primeira vez com Emília Broggin, filha de Michele, aos 13.MAIO.1906[379]em Santa Margarita D’Adige/PD, a qual veio a falecer em 1914, logo após a imigração ao Brasil e o nascimento de seu quarto e último filho, dos quais, os três primeiros nascidos em Ospedaletto e o caçula no Brasil, logo após o desembarque. Giuseppe casou-se em segunda núpcias com Maria Gatti em 1917 na cidade de Matão/SP.

Giuseppe Bedore imigrou para o Brasil partindo do porto de Genova em abril de 1913 pelo vapor Washington. Chegou no porto de Santos/SP, com trinta e três anos acompanhado de sua esposa, Emília Broggin e três filhos (além de um no ventre): Ivo, com seis anos; Maria, com quatro anos e Agnese, com um ano. Todos nascidos em Ospedaletto.

Segundo registros do Museu do Imigrante, veio para o Brasil, através do programa de incentivo à mão de obra italiana para as fazendas cafeeiras (aclamado na época como “ouro negro”), patrocinado pelo governo do Estado de São Paulo. Estabeleceram-se inicialmente em Nova América e posteriormente em Itápolis/SP.

Seu quarto filho, Paulo, nasceu cinco meses após a imigração, porém sua esposa veio a falecer durante o período de quarentena dessa gestação.

Casou-se pela segunda vez com Maria Gatti em Matão/SP, aos 20.OUT.1917 com quem teve mais cinco filhos: Emílio, Archangelo (vivo em junho de 2001), Alfeu, Antônio e Emília, os quais deixaram grande descendência em várias cidades do Estado de São Paulo. Diversamente do que aconteceu com os filhos de Ernesto Bedore, sobrinho de Giuseppe, que se mantiveram unidos, os filhos de Giuseppe, na sua maioria perderam contato entre si, e esse trabalho acabou por reencontrar vários parentes separados pelo tempo e pela distância.

Descendem de Giuseppe Bedore nove filhos, sendo quatro da primeira esposa, Emília Broggin e cinco da segunda esposa, Maria Gatti

2.1.Ivo Bedore, o primogênito, nasceu aos 16.ABR.1907 em Ospedaletto Euganeo e faleceu, com 86 anos, em Adamantina/SP, aos 16.JAN.1992. Casou-se em Matão/SP aos 27.AGO.1928 com Maria Marcon, nascida em Pedreira/SP aos 17.JUN.1910, filha de Marim Marcon e Alice. Mudaram para Lucélia/SP, onde adquiriu um sítio e dedicou-se a atividades agrícolas, como cultivo de café, feijão, milho, algodão, vassouras, frutas e verduras; e também à pecuária, como gado de leite, porcos de corte (por longo período abasteceu os açougues da cidade de Lucélia). Foi pioneiro na construção de granja de galinhas poedeiras na região, fornecendo o produto direto a Cooperativa Agrícola de Cotia através da sucursal de Bastos/SP. Décadas depois, com os filhos adultos e casados, mudou-se para Adamantina/SP, onde adquiriu outra propriedade rural e continuou a dedicar-se à agricultura, plantando verduras, legumes, abastecendo a vila e comercializando na Feira Livre, aos domingos. Gozava de boa saúde, até que num dia quente de dezembro de 1991, durante os cuidados com o plantio, tomou um banho d´água gelada, depositada numa folha de bananeira, que originou pneumonia e complicações respiratórias, levando-o ao falecimento com 86 anos de idade, aos 16.JAN.1992. Anos depois, a viúva, Maria Marcon, passou a exigir cuidados especiais em função de um problema originado por uma infecção crônica na perna direita, indo morar com a filha, Irma Bedore, que ofereceu suporte até o seu falecimento, em Cesário Lange/SP, aos 07.MAIO.2005 com 95 anos de idade. Seu corpo foi trasladado para a cidade de Adamantina/SP. Do casal Ivo Bedore e Maria Marcon, descendem onze filhos, nascidos na região de Matão/SP e Itápolis/SP, exceto os dois últimos que nasceram em Lucélia/SP:

31. Clarice Bedor, primeira filha do casal Ivo e Maria, casada com o português Hermínio de Jesus Tarelto, residente em Irapuru/SP, teve quatro filhos:

4.1. Marinalva, casada com Luiz Nunes, residente em Adamantina/SP, teve duas filhas :

5.1. Simone, casada com Marcio, teve dois filhos:

6.1. Cláudio

6.2. Júnior

5.2. Marcela, solteira.

4.2. Edna, casada com Rubens, teve duas filhas:

5.1. Maria

5.2. Alessandra

4.3. Décio, casado em primeiras núpcias com Mara, teve um filho:

5.1. Pedro Henrique

4.4. Eva, casada com Erismar, teve dois filhos:

5.1. João Victor

5.2. Daniel

3.2. Alzira Bedor, casada com Antônio Bottaro, teve um filho:

4.1. Claudio, falecido num acidente aos 28.MAR.1990.

3.3. Emília Bedor, residiu em Lucélia/SP, onde faleceu aos 16.AGO.1989. Casou-se com Ezualdo Fiorini com quem teve três filhos:

4.1. Dalva n. em Lucélia/SP e f. aos 03.AGO.2002, em Campo Grande/MS, casada com Antônio Dallacosta, falecido aos 15.SET.2001, teve três filhos:

5.1. Thabata Fiorini Dallacosta, casada.

5.2. Thalita Fiorini Dallacosta, reside atualmente no Rio de Janeiro/RJ.

5.3. Thiller Fiorini Dallacosta n. aos 20.FEV.1984 e f. aos 30.JUN.2007, vítima de um acidente automobilístico.

4.2. Dejair Bedor Fiorini, nasceu em Lucélia/SP onde sempre residiu. Dedicou-se a vida política, cumprindo o mandato de 2001 a 2004 como vereador pelo PSDB, e também disputando a prefeitura nas eleições de 2004. Casado com Cristina, teve três filhos:

5.1. Camila n. aos 07.ABR.1983, advogada.

5.2. Bruno nasceu em Lucélia/SP e faleceu na mesma cidade, aos 09.JUN.2001.

5.3. Jime

4.3. Djalma, casado com Claudia, teve duas filhas, ambas nascidas em Lucélia/SP:

5.1. Maria Emília

5.2. Ana Carolina

3.4. Irene Bedor, casada com Augusto Luchetti, teve três filhos:

4.1. Rosemari, c.c José Roberto Boni, residente no Parque São Lucas, em S. Paulo. Teve:

5.1. Giovana

5.2. Danilo

4.2. Rogério, casado com Mara, teve dois filhos:

5.1. Isabela

5.2. Nicolas

4.3. Roberto, casado com Maria Helena, teve uma filha:

5.1. Roberta

3.5. Irineu Bedor, casado com Neide, teve três filhos:

4.1. Elaine, casada com “Coelho”, teve dois filhos:

5.1. Edson, casado com Elizia, teve dois filhos:

5.2. Eleni, solteira.

3.6.Olga Bedor, casada com José da Silva, teve três filhos:

4.1. (…) já falecido.

4.2. Suzete, casada com Jair Zocarato, teve uma filha:

5.1. Franciele Zocarato, residente em Adamantina/SP

4.3. Jofre, casado com Edna, teve uma filha:

5.1. Gabriela

3.7Inês Bedor, faleceu solteira, em 21.JUL.1987.

3.8. Alice Bedor, casada com Ademar de Moraes, teve três filhos:

4.1. Lucimara, solteira

4.2. Ademir, casado com Iracema, teve dois filhos:

4.3. Haroldo, solteiro.

3.9.Antenor Bedor, dedicou-se à metalurgia na Volkswagen. Reside no Bairro Rudge Ramos, em São Bernardo do Campo/SP, casado Maria Marlene, teve três filhos:

4.1. Alexandre Bedor, c.c Marli, residente à Vila Scarpelli em Santo André/SP, teve 1 filho:

5.1. Bruno

4.2. André

4.3. Andresa, residente em Miami, EUA, solteira.

3.10.Irma Bedore, a caçula entre as mulheres, n. aos 28.MAR.1949 em Lucélia/SP, onde até 19 anos trabalhou com atividades rurais no sítio da família. Estudou na Escola Estadual José Firpo de Lucélia/SP até o colegial (atual ensino médio). Mudou-se para Santo André/SP, formou-se em contabilidade e exerceu a atividades em algumas empresas, destacando-se na Torgal Vidros, onde ocupou a direção financeira. Vida relativamente itinerante, residiu em alguns bairros de Santo André, em São Bernardo do Campo, em Presidente Prudente, em Tatuí e finalmente retornou à Santo André, todos municípios do Estado de São Paulo. Casou-se em com Teodomiro Ferreira de Alcântara, nascido aos 19.DEZ.1947, na Paraíba que mudou-se para Dourados/MS ainda criança, acompanhante dos pais Antônio Ferreira de Alcântara e Antônia Mascimo e seus quatro irmãos: Narciso, Fátima, Amadeu e Maria do Socorro, onde residiu até 1970.Deixou os pais, mudando-se para Santo André/SP. Teodomiro f. aos 06.JAN.2011. Do casamento nasceram três filhos:

4.1. Douglas Bedore de Alcântara n. em São Bernardo do Campo, aos 15.MAR.1974. Casou-se em 04.OUT.1997 com Selma Regina Cardoso, n. em 30.AGO.1968, em São Paulo/SP, filha de Jether Ernesto Cardoso, pastor Metodista e Enir Mendonça. Ainda solteiro, Douglas teve uma filha e do casamento nasceram três filhos:

5.1. Ágata B. de Alcântara n. aos 18.ABR.1995, em S. Bernardo do Campo/SP.

5.2. Samara Cardoso Bedore de Alcântara n. aos 12.FEV.2000 em S.Paulo/SP.

5.3. Douglas Cardoso Bedore de Alcântara n. aos 29.JUN.2001 em S.Paulo/SP.

5.4. Camila Cardoso Bedore de Alcântara n. aos 29.JUN.2001em São Paulo/SP.

4.2. Igor Bedore de Alcântara, n. em São Bernardo do Campo, aos 31.MAI.1980, solteiro.

4.3. Luís Fernando Bedore de Alcântara n. em São Caetano do Sul, aos 05.NOV.1986.

3.11.Valter Bedor, residente em São Roque/SP, foi c.c Maria de Lourdes, f. aos 04.OUT.1999. Teve:

4.1. José Adalberto Bedore, casado com Rosana, teve um filho:

5.1. Gabriel

4.2. Ivo Bedore, c.c Kamila.

2.2.Marian. aos 02.MAIO.1909 em Ospedaletto Euganeo/PD, sem informações.

2.3. Agnese Arminda, também conhecida por Inês, n. aos 09.ABR.1912, em Ospedaletto, s/ informações.

2.4. Paulo Bedori, 1° filho nascido no Brasil, aos 14.SET.1914 pouco tempo depois da imigração de seus pais. Foi casado com Irmã Buzzeli faleceu em Lucélia/SP em 2005. Teve que descobrimos:

3.1. Maria Fátima, teve que descobrimos:

4.1. Emília Bedori

4.2. Bruna Bedori

3.2. Milton Bedori, falecido.

3.3. Nilson Bedori

2.5.Emílio Bedore, primeiro filho da segunda esposa de Giuseppe, teve que descobrimos:

3.1. Arlindo, teve que descobrimos:

4.1. Rafael

3.2. (…) teve que descobrimos:

4.1. Adriane

4.2. Andressa

2.6.Archangelo Bedore n. em 1922, foi casado com Ilda, teve que descobrimos:

3.1. Antônio Bedore Sobrinho, teve:

4.1. Erica C. Bedore, teve:

5.1. Matheus Barichelo

4.2. Marize Bedore

4.3. Daniele Bedore n. aos 28.JAN.1982 casada.

3.2. Leonildo Bedore n. aos 07.MAR.1949 e f. aos 09.MAIO.2011, foi residente em Itápolis. Teve:

4.1. Alessandro Cesar Bedore n. aos 12.AGO.1973 e f. aos 19.SET.2008 num acidente de motocicleta. Teve:

5.1. Murilo Bedore

5..2. Vinicius Bedore

4.2. Ademilson Carlos Bedore n. aos 26.FEV.1976 c.c Erika Amario Bedore. Teve:

5.1. (…)

4.3. Aline C. Bedore n. 11.JUN.1980 casada.

4.4. Andressa Camila Bedore n. aos 27.FEV.1984.

3.3. Nelson Bedore, falecido, não deixou descendentes.

3.4. José Ricardo Bedore, residente em Itápolis, teve:

4.1. Rodrigo Bedore

4.2. Isabela Bedore

3.5. Sérgio Bedore, residente em Americana/SP, teve:

4.1. Henrique Bedore n. aos 16.ABR.1991.

4.2. Julia Bedore, servidora pública de Santa Barbara do Oeste/SP.

3.6. Fátima Bedore, residente em Americana/SP, teve:

4.1. Ewerton Caetano

3.7. Luiz Donizete Bedore, c.c Therezinha, residentes em Americana/SP. Tiveram um único filho:

4.1. Rafael n. aos 18.SET.1988 e f. vítima de acidente motociclístico aos 09.JUL.2007.

2.7.Alfeu Bedore, sem informações.

2.8.Antônio Bedore, sem informações.

2.9.Emília Bedore, filha caçula de Giuseppe, sem informações.

1.15. Maria Bedore II n. aos 06.NOV.1883 e provavelmente falecida menor.

SAM_4176

Assunta Maria Bedore ou somente Maria Bedore

(foto de má qualidade pois foi tirada pelo autor da lápide de seu túmulo em junho de 2011)

1.16. Assunta Maria Bedore mais conhecida como Maria Bedore n. aos 07.MAIO.1887 em Ospedaletto e f. aos 14.MAR.1961 em Este, sendo a única Bedore sepultada no cemitério de Este. Foi a última filha de Giovanni Battista Bedore. Casou-se com Antônio Saurin n. aos 30.JAN.1887 e f. aos 01. MAR.1968, filho de Sante Saorin e de Regina Ziello. Maria Bedore é a única irmã(o) de Luigi que permaneceu na Itália que descobrimos uma fotografia. Tiveram:

2.1. Anna Saurin n. 28.MAIO.1915 em Este e aí c. com Ivo Veronese em 25.OUT.1915.

2.2. Giovanni Batista Saurin n. 20.SET.1916 e f. aos 20.JUN.2003.

2.3. Norma Saorin n. aos 21.MAIO.1918 e f. em 1998.

2.4 Lina Saorin n. aos 27.JUL.1920 e f. em 2005 foi c.c (…) Dall’ Ângelo

N° 03 Antônio Bedore I nascido aos 24.SET.1817 e falecido aos 05.NOV.1817.

N° 04 Antônio Bedore II nascido em 1822 e falecido aos 23.MAIO.1874 na via Altura. Foi casado em Montagnana em 1852 com Stella Braggiollo filha de Bartolomeo. Teve q.d.:

1.1. Maria Giovanna n. aos 22.NOV.1853, provavelmente falecida menor.

1.2. Giuseppe n. aos 09.NOV.1854, provavelmente falecido menor.

1.3. Carolina Teresa n. aos 04.AGO.1855.

1.4. Giuseppe II n. aos 01.SET.1857 e f. aos 08.SET.1857.

1.5. Luigi n. aos 31.JUL.1859 casado aos 21.MAIO.1888 com Celeste Marola, n. aos 06.ABR.1866. Segundo uma descendente de Luigi, de nome Francesca Roin (que encontrei no facebook), moradora em Montagnana, Luigi imigrou para o Brasil no ano de 1890 e teve cinco ou seis filhos no Brasil. É muito provável que a família de Primo Bedore descoberta por mim faça parte desta família de Luigi. Teve q.d.:

2.1. Antônio Ângelo n. aos 03.MAIO.1889, c.c Elvira Miola aos 03.FEV.1912 em Saleto.

2.2. Stella Maria n. aos 10.DEZ.1890 e f. 23.OUT.1971 foi c.c Augusto Marola n. aos 21.DEZ.1890 e f. aos 31.MAIO.1962. Casaram-se aos 28.JAN.1914. Teve q.d.:

3.1. Maria n. aos 01.SET.1923 casada aos 16.FEV.1946 com Ivo Zani, filho de Romolo. Foram residentes na França e estão sepultados no cemitério de Ponso/PD. Tiveram sete filhos:

4.1. Primo

4.2. Carlo

4.3. Luigi

4.4. Giovanni

4.5. Maria

4.6. Antonia

4.7. Ângela

1.6. Giovanna Maria n. aos 31.MAIO.1866.

N° 05 Felice Bedore nascido aos 06.MAIO.1833 e falecido aos 16.MAIO.1833.

Capítulo 4º

Magherita Bedore

Margherita nasceu aos 14.OUT.1779, sem informações.

Capítulo 5º

Santa Bedore

Santa nasceu aos 14.OUT.1779 (gêmea da anterior) e faleceu aos 05.JAN.1858. Foi casada com Giovanni Battista Zanzon filho de Antônio, com quem teve, que descobrimos:

N° 01 Ângelo n. aos 12.ABR.1807, sem informação.

N° 01 Maria Teresa n. Aos 13.MAR.1808, sem informação.

N° 02 Maria (…) n. aos 05.JUL.1818

N° 03 Maria n. aos 02.SET.1827.

Capítulo 6º

Maria Bedore

Maria Bedore[380] casou-se entre 1785 a 1795 com Antônio Passarello filho de Zuanne. Teve que descobrimos:

N° 01 Santo Passarello n. aos 01.OUT.1796

N° 02 Lucia Passarello n. aos 13.SET.1800 casada aos 06.FEB.1823 com Matteo Dei Angeli n. aos 20.ABR.1799 filho de Ângelo Dei Angeli e de Santa Parola.

FIM DO TÍTULO BEDORE

SEGUNDA PARTE

Bedores no Brasil, no mundo

e

Onomástica de vários sobrenomes

Capítulo 1

Bedores no Brasil, da imigração a atualidade

Autor: Adriano Bedore

A Família BEDORE no Brasil

Após intensas pesquisas conclui-se que no Brasil desembarcaram em datas distintas apenas CINCO famílias com o raro sobrenome Bedore, a saber:1ª a de Luigi em 1891 e 92; 2ª a de Lorenzo em 1895; 3ª a de Primo, 4ª a de Ernesto em 1913 e 5ª a de Giuseppe em 1914. Destas cinco famílias TRÊS têm a mesma origem, ou seja, fazem parte de uma única família (a de Luigi, Ernesto e Giuseppe – o primeiro pai do segundo e irmão do terceiro, todos naturais de Ospedaletto Euganeo, Província de Padova na região de Veneto, norte da Itália).

Portanto, apenas TRÊS famílias com o sobrenome Bedore não aparentadas a partir do século XIX imigraram para o Brasil, a saber:

1ª A de Luigi, seu filho Ernesto e seu irmão Giuseppe, em datas distintas.

2ª A de Lorenzo em 1895 (radicada principalmente na cidade paulista de Jaboticabal).

3ª A de Primo que já se encontrava no Brasil em 1896, que pouco se sabe.

Das cinco famílias que deixaram a Itália, apenas três deram continuidade ao raro sobrenome no Brasil (a de Lorenzo, Ernesto e Giuseppe), destas três, como já vimos, duas são oriundas do mesmo tronco: a de Ernesto e a de Giuseppe, pois Giuseppe é tio paterno de Ernesto e ambos são naturais de Ospedaletto Euganeo/PD.

Portanto, os Bedores no Brasil na atualidade descendem de apenas DUAS famílias: a de Ospedaletto Euganeo cujos membros são descendentes de Giuseppe ou de Ernesto e a de Lorenzo Bedore e seu filho Attilio, cujos descendentes estabeleceram-se principalmente na cidade de Jaboticabal/SP, ambas as famílias possivelmente sejam aparentadas na Itália de antigamente, mas que não conseguimos descobrir a ligação entre elas.

A primeira família a imigrar é de Luigi Bedore que chegou sozinho no Brasil em 06.OUT.1891, retornando para Itália cerca de três meses depois para buscar sua família e voltou para o Brasil pela segunda vez com a família em 26.JAN.1892. Após cerca de quatro anos a família retornou a Itália. Ernesto Bedore, primogênito de Luigi imigrou primeira vez com seus pais ainda criança e retornou ao Brasil em junho de 1913 com sua família e tornou-se tronco da quarta família Bedore no Brasil.

A segunda família a imigrar é de Lorenzo Bedore que imigrou com sua família aos 23.AGO.1895. A família era composta de: Lorenzo Bedore com 66 anos de idade, sua esposa, Maria, com 63 anos de idade, seu filho Attilio, com 36 anos de idade, sua esposa, Ermínia Tafuli, com 34 anos e os filhos: Maria[381] com 07 anos, Santa, com 05 anos e Santo, com 02 anos de idade. Attilio Bedore tornou-se o tronco da primeira família Bedore que se estabeleceu no Brasil, e teve no Brasil mais três filhos: André, Estela e Lorenzo, vindo a falecer muito jovem em Jaboticabal, cidade onde ainda hoje está radicada a maior parte de seus descendentes. Os seis filhos de Attilio (Maria, Santo, Santa, André, Estela e Lourenzo) são falecidos e segundo seus descendentes a família era originária da Província de Verona, vizinha a de Padova, ambas juntamente com outras Províncias fazem parte da região de Veneto.

A terceira família a imigrar é de Primo Bedore e sua mulher Rosa Benalli que já se encontravam em 1896 em Bebedouro/SP e Guariba/SP. Primo Bedore e sua mulher não tiveram filhos homens e consequentemente não deram continuidade ao sobrenome no Brasil, embora tenham deixado três filhas: Angelina Cattarina Bedore, nascida na Itália, casou-se em Bebedouro/SP com Ângelo Guilherme em 1901 e faleceu em Ibirá/SP sendo sepultada em Catanduva aos 28.DEZ.1934; Ergia ou Argia Bedore, fora residente em Cabrália Paulista/SP e falecida em Corumbatá/SP e Andina Catarina Bedore, nascida em Guariba/SP aos 25.NOV.1896, casada com Carlos Rodolfo Gandolfi, residiu em Ibirá/SP e faleceu aos 25.FEV.1976 em Fernandópolis/SP.

Primo Bedore faleceu, segundo sua certidão de óbito em 21.JUN.1925 em Uchoa/SP com 70 anos de idade, portanto nasceu em 1855 e sua esposa faleceu na mesma cidade aos 13.JUN.1932 com 80 anos de idade, portanto nascida em 1852 e segundo sua certidão de óbito era natural de Mantova. Também segundo alguns descendentes desta família, a mesma era originária da província de Padova, e como as Províncias de Mantova e Padova são vizinhas é muito provável que realmente sejam de uma das duas Províncias.

A quarta família a imigrar é de Ernesto Bedore e sua mulher Virginia Basso. Ernesto é natural de Ospedaletto Euganeo/PD e é filho de Luigi Bedore, tronco da primeira família de Bedore a pisar em solo sul americano em 1891 e 1892. Com sua segunda e definitiva imigração ocorrida em 12.JUN.1913 Ernesto Bedore tornou-se tronco a segunda família de Bedore que se estabeleceu no Brasil.

A quinta e última família de Bedore que imigrou para o Brasil em abril de 1914, é de Giuseppe Bedore que era irmão de Luigi Bedore e tio paterno de Ernesto. Giuseppe Antônio Bedore, nascido aos 25.MAIO.1880 em Ospedaletto, casou-se em Sant’Margarita D’Adige/PD em 1905 com Emília Brogin com quem teve: 1) Ivo, nascido aos 16.ABR.1907 e falecido em Adamantina/SP; 2) Maria, nascida aos 02.MAIO.1909 e 3) Agnese Arminda, nascida 09.ABR.1912, todos nascidos em Ospedaletto Euganeo. No Brasil a família estabelecendo-se inicialmente em Nova América e posteriormente em Itápolis/SP. Giuseppe, após a morte de sua esposa aos 12.SET.1914, ocorrida cinco meses após a imigração e no parto de seu quarto filho, 4) Paulo (falecido em 2005 em Lucélia/SP) casou-se pela segunda vez com Maria Gatti teve mais cinco filhos: 5) Emílio, 6) Archangelo (vivo em junho de 2001), 7) Alfeu, 8) Antônio e 9) Emília, os quais deixaram grande descendência em várias cidades do Estado de São Paulo.

Faleceu Giuseppe Bedore aos 15.MAR.1972 em Itápolis/SP com quase 92 anos de idade. Giuseppe Bedore tornou-se tronco da terceira família Bedore que se estabeleceu no Brasil.

Bedores na atualidade no BRASIL

Como já foi mencionado no início deste texto após intensa pesquisa conclui-se que apenas cinco famílias com este sobrenome imigraram para o Brasil nos séculos XIX e XX, cujos troncos são:

1ª Luigi Bedore, que imigrou primeira vez sozinho em 06.OUT.1891 e segunda vez com a família em 26.JAN.1892;

2ª Lorenzo Bedore, que imigrou aos 23.AGO.1895;

3ª Primo Bedore, que já se encontrava com a família em Bebedouro/SP em 1896;

4ª Ernesto Bedore, que imigrou em 12.JUN.1913 e

5ª Giuseppe Bedore, que imigrou em abril de 1914.

Das cinco famílias que imigraram, três se estabeleceram definitivamente no Brasil dando origem a rara família com este sobrenome no Brasil, cujos troncos são: 1º Attilio Bedore, filho de Lorenzo; 2º Ernesto Bedore, filho de Luigi e 3º Giuseppe Bedore, tio paterno de Ernesto.

Portanto, desde o século passado até a atualidade existem apenas três famílias com este mesmo sobrenome em São Paulo e no Brasil, sendo duas pertencentes a mesma origem familiar e provenientes da mesma cidade italiana: Ospedaletto Euganeo. Os três troncos das famílias Bedore que se radicaram no Brasil são: 1) Attilio Bedore, natural provavelmente de Verona ou Padova, 2) Ernesto Bedore, filho de Luigi, que foi o primeiro Bedore a imigrar para o Brasil e 3) Giuseppe, Bedore, que é irmão de Luigi e tio paterno de Ernesto, naturais de Ospedaletto Euganeo, ver título Bedore deste trabalho.

Hoje (Junho de 2006) existem apenas 43 (quarenta e três) linhas telefônicas no Estado de São Paulo com o sobrenome Bedore, segundo a empresa Telefônica. Destes assinantes, 11 são de descendentes de Ernesto Bedore, sendo 07 em Atibaia, 01 em Lins, e 03 em São Paulo; 16 descendentes de Attilio Bedore, sendo 13 em Jaboticabal, 02 em Nova Luzitania, 01 em Mirasol; 06 são de descendentes de Giuseppe Bedore e são encontrados nas cidades de: Mauá 02, Lucélia 01, Itápolis 02, Santa Bárbara D’Oeste 01 e 10 que não sabemos de quem descende, sendo 03 em Marília, 04 em São Paulo, 01 em Jaú, 01 em Barretos e 01 em Bauru, portanto conclui-se que os descendentes de Giovanni Battista Bedore, pai de Luigi e Giuseppe, e avô de Ernesto, todos provenientes da cidade de Ospedaletto Euganeo/PD e os descendentes de Attilio Bedore estão hoje espalhados por várias cidades do interior paulista.

Embora não tenhamos descoberto registros da família de Lorenzo e de Primo Bedore na Paróquia de S.Giovanni Battista na cidade de Ospedaletto Euganeo, segundo os descendentes de Primo, a origem da família é Padova ou Mantova, segundo os descendentes de Attilio a origem é Padova ou Verona. Portanto, em razão da raridade deste sobrenome é muito provável que as quatro famílias (descendentes de Attilio, Ernesto, Primo e Giuseppe) sejam oriundas de um mesmo tronco, já que duas: a de Ernesto e de Giuseppe, são descendentes de Giovanni Battista “Gio Bata” Bedore, todos naturais de Ospedaletto Euganeo e Della Torre di Este.

Capítulo 2

Bedores de Ospedaletto Euganeo/PD

e

BREVE CONSIDERAÇÃO SOBRE A POPULAÇÃO, LOCALIZAÇÃO E HISTÓRIA DE OSPEDALETTO EUGANEO/PD

Autor: Adriano Bedore

ANEXO 1

Buscando aproveitar ao máximo os espaços neste trabalho, segue abaixo, como anexo 1, uma tábua de parentesco muito simples, a fim de facilitar a identificação do grau de parentesco genealógico entre as pessoas aqui citadas. Anexo 2 são os graus de parentescos numa árvore genealógica. Já como anexo 3 – temos um gráfico sobre os graus de parentesco segundo o código civil brasileiro, ou seja, grau de parentesco legal. Como anexo 4 um gráfico sobre o parentesco na língua portuguesa e como anexo 5 um gráfico sobre parentesco por afinidade.

TÁBUA DE PARENTESCO GENEALÓGICO

Em função de um parente comum para duas pessoas.

Como consultar:

1ª coluna vertical = você

1ª linha horizontal = a outra pessoa

É só fazer o cruzamento na tabela entre o antepassado em comum para você e outra pessoa.

Exemplo 1 – se o seu bisavô é o trisavô de outra pessoa, vocês são primos em 4º grau.

Exemplo 2 – se o seu tetravô é também tetravô de outra pessoa, vocês são primos em 7º grau.

  Pai Avô Bisavô Trisavô Tetravô Pentavô Hexavô Heptavô Octavô
Pai Irmãos Tio Tio-avô Tio-bisavô Tio-trisavô Tio-tetravô Tio-pentavô Tio-hexavô Tio-heptavô
Avô Sobrinho Primos 1ºgrau Primos 2ºgrau Primos 3ºgrau Primos 4ºgrau Primos 5ºgrau Primos 6ºgrau Primos 7ºgrau Primos 8ºgrau
Bisavô Sobrinho
neto
Primos 2ºgrau Primos 3ºgrau Primos 4ºgrau Primos 5ºgrau Primos 6ºgrau Primos 7ºgrau Primos 8ºgrau Primos 9ºgrau
Trisavô Sobrinho
bisneto
Primos 3ºgrau Primos 4ºgrau Primos 5ºgrau Primos 6ºgrau Primos 7ºgrau Primos 8ºgrau Primos 9ºgrau Primos 10ºgrau
Tetravô Sobrinho
trineto
Primos 4ºgrau Primos 5ºgrau Primos 6ºgrau Primos 7ºgrau Primos 8ºgrau Primos 9ºgrau Primos 10ºgrau Primos 11ºgrau
Pentavô Sobrinho
tetraneto
Primos 5ºgrau Primos 6ºgrau Primos 7ºgrau Primos 8ºgrau Primos 9ºgrau Primos 10ºgrau Primos 11ºgrau Primos 12ºgrau
Hexavô Sobrinho
pentaneto
Primos 6ºgrau Primos 7ºgrau Primos 8ºgrau Primos 9ºgrau Primos 10ºgrau Primos 11ºgrau Primos 12ºgrau Primos 13ºgrau
Heptavô Sobrinho
hexaneto
Primos 7ºgrau Primos 8ºgrau Primos 9ºgrau Primos 10ºgrau Primos 11ºgrau Primos 12ºgrau Primos 13ºgrau Primos 14ºgrau
Octavô Sobrinho
heptaneto
Primos 8ºgrau Primos 9ºgrau Primos 10ºgrau Primos 11ºgrau Primos 12ºgrau Primos 13ºgrau Primos 14ºgrau Primos 15ºgrau

Fonte: http://www.genealogias.org/

Ascendência e Descendência dos antepassados da família de Luigi e Giuseppe Bedore de Ospedaletto Euganeo/PD e Este

(Della Torre, via Altura, via Riva Del Fiume, via Boschetto)

(Começando dos mais antigos aos mais recentes)

Na paróquia de S.Giovanni Battista em Ospedaletto Euganeo há livros de batismos a partir de 14.JAN.1586[382] (1º registro de batismo), casamentos a partir de 1590 e mortes também a partir do final de 1500, mas, em razão do pouco tempo disponível durante as três viagens realizadas por este autor apenas se pesquisou cerca de 80% (oitenta por cento) a 90% (noventa por cento) dos livros ali existentes. Todos os Bedores que encontramos eram moradores incialmente entre 1500 a aproximadamente 1900 na localidade conhecida como della torre ou na via (rua) Riva di Fiume (município de Este, embora esteja mais próximo de Ospedaletto, próxima a Torre) e posteriormente na via Altura (município de Ospedaletto, embora esteja na verdade entre os dois municípios).

Foram encontradas e transcritos cerca de 200 certidões de batismos, 50 de matrimônios e cerca de 20 de mortes somente da família Bedore.

Entre os mais antigos membros da família Bedore encontrados nos livros pesquisados na paróquia de Ospedaletto e que não encontramos relação com a família de Vicenzo (o mais antigo Bedore da minha família), embora com certeza absoluta seja a mesma família, destacamos:

● Marco Antônio Bedore ‘della Torre’ segundo sua certidão de casamento com Meneghina Calcagno, filha de Mattio, aos 21.ABR.1603, com quem teve em 10.AGO.1611 um filho de nome Giulio, esta certidão de nascimento diz ser Marco da via Altura. Também encontramos uma certidão de casamento de Anzolina, filha de Marco Bedore em 1733 casou-se com Giulio filho de Santo Permunian, a qual provavelmente possa ser descendentes do 1º Marco Antônio acima.

● Gaspar e ou Gasparo Bedore que em 03.ABR.1614 também teve um filho de nome Antônio, o qual, casou-se aos 22.MAIO.1639 com Lucia filha de Bartolomeo Millea ou Minea. Também descobrimos que Antônio casou-se com Domenica, tendo que descobrimos os seguintes filhos: Giuseppe, nascido aos 03.OUT.1650 e Ângela aos 22.SET.1669, filhos de Domecina. Também encontramos uma certidão de casamento de um tal Zuane filho de Gasparo Bedori com Agnolina, filha de Antônio Rozzin da all’altura aos 19.JUL.1645.

Também encontramos nas décadas de 1630 a 60 outros nascimentos de crianças filhas de um tal ● Francesco Bedore que em algumas certidões consta como originário ‘della Torre’ e outras da ‘via altura’ que casou-se com Lucia Magione e Marieta e são elas (crianças): Girolano ou Giacomo, nascido aos 26.NOV.1634 que casou-se em 1659 com Maria filha de Francesco Menoacia, teve que descobrimos: Lucia, nascida aos 20.OUT.1660, Maria (irmã de Girolamo ou Giacomo) nascida aos 15.08.1641 e Franceschina aos 13.SET.1643, casada em 1663 com Francisco Menoman e uma certidão de casamento de um certo Mattio, filho de Francesco com Maria filha de Bartolomeo Panan em 1658. Encontramos também alguns filhos de um tal ● Gaspar Bedore, são eles: Vicenzo aos 24.MAIO.1654, Cattarina aos 12.ABR.1660 e Domenica aos 06.AGO.1665. Finalmente encontramos uma certidão de casamento de um certo ● Giovanni Maria, filho de Zuane com Anzola Gastone, filha de Melchiore, em 1647, bem como encontramos uma certidão de batismo de um filho de um de Gio Maria Bedore, acima, a saber: Gio Batta aos 24.ABR.1649 e uma certidão de casamento de um certo Francesco Bedore filho de ● Biasio Bedore e de Zoane Panana aos 08.AGO.1672 outra de casamento de uma Cattarina Bedore, filha de Biasio com Sebastiano aos 21.MAIO.1674 e outra de casamento de um certo Zuane, filho de Biasio Bedore com Domenica, filha de Zuane Mazzo aos 09.JUL.1679.

Possivelmente Vicenzo, e Gaspar eram irmãos ou primos de Marco que era filho de Zuane; bem como Francesco, Gaspar, Gio Maria e Biasio, sejam filhos de Vicenzo, Marco Antônio ou de Gaspar, portanto, eram irmãos e ou primos.

Vejamos a seguir a ascendência e descendência da família Bedore de (1) Ernesto (tronco da 2º família que estabeleceu no Brasil), filho de (2) Luigi, este irmão de Giuseppe (tronco da 3ª família Bedore que estabeleceu no Brasil), ambos filhos de ● (3) Giovanni Battista Bedore (*13.09.1827 + 20.02.1907), que era filho de ● (4) Giovanni Maria Bedore II (*23.10.1776 + 18.10.1852) que era filho de ● (5) Antônio Bedore (* 04.07.1746 e + já falecido em 1814), que era filho de ● (6) Giovanni Maria Bedore I (* 14.01.1710), casado com Maria Veronese, era filho de ● (7) Zoane ou Zuane Bedore II, (*08.03.1680) nome pronunciado no dialeto Veneto e que é equivalente a Giovanni, no idioma italiano e a João no nossa língua, que era filho de ● (8) Luca Bedore II (* 11.09.1650), casado com Marieta Mazucca, que era filho de ● Zuane Bedore I (* 28.08.1621) que era filho de ● (9) Vicenzo Bedore, casado com Fiori Curello aos 30.08.1598 era filho de (10) ● Lucca Bedore I

Ponte della Torre Fiume e della Torre

Rocca di ponte della Torre di Este, próxima a Ospedaletto

Descendentes de Vicenzo Bedore,

o mais antigo Bedore da minha ascendência encontrado nos arquivos pesquisados da paróquia de Ospedaletto

Vicenzo Bedore, nascido entre 1570 a 1580 e falecido entre 1621 a 1660 e seu pai Lucca são os mais antigos ascendentes da família Bedore encontrados na linha varonil direta da qual descende Luigi e Giuseppe (troncos de famílias no Brasil). Vicenzo Bedore casou-se com Fiori Curello, filha de Francesco aos 30.AGO.1598. Era natural ‘della Torre’, possivelmente da via (rua) Riva di Fiume ou outra localidade próxima ‘della Torre’, que é uma localidade entre Este e Ospedaletto, onde se encontrava um castelo medieval. Hoje este castelo ainda existe e essa localidade pertence a cidade de Este. A certidão de casamento de Vicenzo Bedore e de Fiori Curello é mais antiga certidão de um Bedore que encontramos na Paróquia de Ospedaletto Euganeo. Vicenzo como já dissemos era filho de Lucca Bedore. Teve que descobrimos:

Nº 01Zuana Mergina Bedore, n. aos 28.ABR.1600, é a certidão de batismo mais antiga de um membro da família Bedore encontrada na Paróquia de Ospedaletto que encontramos;

Nº 02 Silvestro Bedore, n. aos 09.JAN.1603;

Nº 03 Mattio Bedore, n. aos 23.FEV.1607;

Nº 04 Anzola Bedore, n. aos 10.MAR.1617;

Nº 05 Zuane Bedore I, n. aos 28.AGO.1621 (pai de Luca, a seguir).

Vejamos a seguir a descendência dos filhos de Vicenzo acima, começando pelos irmãos de Zuane Bedore I:

Nº 02 Silvestro (filho de Vicenzo), nascido aos 09.JAN.1603, casou-se aos 06.FEV.1639 com Isabella, filha de Orfeo Pastori, ele, segundo a certidão de casamento era residente na via Altura e ela ‘alla rione del fiume sotto la chiesa di Santa Tecla’ teve que descobrimos:

2.1.Antonia, nascida aos 02.FEV.1640 e

2.2. Zoana, nascida aos 22.JUN.1652.

Nº 03 Mattio (filho de Vicenzo) casou-se Giulia ‘della Torre’, nascido aos 23.FEV.1607 casou-se 1ª vez com Giulia ‘della Torre’ 2ª vez com Giustina e 3ª vez com Mariana Panana (?). Mattio segundo a certidão de casamento de uma de suas filhas era proveniente ‘della Torre’. Teve que descobrimos:

2.1.Vicenzo, nascido aos 31.JAN.1634;

2.2 Domenico, nascido aos 30.MAIO.1643, casou-se com Anzolina Pastora. Teve que descobrimos:

3.1.Mattio, nascido aos 27.AGO.1666;

3.2.Marco Antônio, nascido aos 07.JUL.1669, teve que descobrimos:

4.1. Giacomo, nascido aos 22.MAIO.1719;

4.2. Anzolina, filha de Marco Bedore em 1733 c.c Giulio filho de Santo Permunian, portanto, irmão de Pietro Permunian c.c Maria Bedore (ver 4.7., 3.3., 2.5. a seguir).

3.3. Giulia, nascida aos 18.JUL.1671;

3.4. Mattio, nascido 11.SET.1673 (filho de Ângela Cassetta ?) c.c Pasqua Toffana, com quem teve:

4.1 Domenico, nascido aos 06.ABR.1704, casado em 1ª núpcias com Maddalena Della Veiga e 2ª vez com Pasqua Genova ou Pasqua Zanara, teve que descobrimos:

5.1. Domenica n. aos 12 ou 22.JUN.1701;

5.2. Lucia n. aos 12.MAR.1704;

5.3. Margarita n. aos 24.FEV.1710;

5.4. Domenico n. aos 30.MAR.1712 e

5.5. Santa n. aos 16.ABR.1715.

5.6. Matteo n. aos 11.AGO.1720, provável pai de:

6.1. Maria n. em 1760 e falecida aos 04.FEV.1830.

6.2. Margherita que aos 01.FEV.1768 c.c Biaggio, f° de Antônio Durello;

6.3. Maddalena que aos 23.NoV.1775 casou-se com Domenico Piombim;

4.2. Catterina n. aos 27.JUN.1716

3.5. Lucia n. aos 18.SET.1678.

Também descobrimos um certo Bartolo filho de Domenico que pode ser o 2.2. filho do N° 03 atrás. Bartolo teve com Giuseffina Capuzo, q.d., os seguintes filhos:

3.1.Andréa n. aos 25.FEV.1730, que teve:

4.1.Catterina n. aos 20.ABR.1759

3.2. Maria Maddalena n. aos 12.MAIO.1734;

3.3.Maddalena e 4.4. Paula (gêmeos), nascidas aos 14.JAN.1738;

3.5. Domenico n. aos 25.AGO.1739 que teve com Domenica Bianchi:

4.1.Bartolo, nascido aos 07.JUN.1770;

3.6. Paulina n. aos 07.(?).1741;

3.7. Francesco n. aos 09.JUN.1743 e já se encontrava falecido em 1834, casou-se aos 30.10.1789 com Paola Vendramini, filha de Giacomo, aos 30.SET.1792, teve os seguintes filhos, que descobrimos:

4.1 Giuseppe n. aos 18.DEZ.1794;

4.2. Giuseppina ou Giustina n. aos 06.FEV.1796;

4.3. Maria Tereza n. aos 11.NOV.1797;

4.4. Antonia n. aos 05.AGO.1800;

4.5. Antônio n. aos 23.JUL.1803;

3.8. Giovanni n. aos 15.JAN.1744.

Também descobrimos filhos de um certo Matteo, filho de Bartolo ou Bartolomeo. Esse Matteo casou-se com Maria Bagna e teve: 1) Tereza, nascida aos 18.OUT.1768, 2) Santina, nascida aos 10.DEZ.1765, 3) Maria Francesca, nascida aos 27.JUN.1772 e 4) Antônio, nascido aos 02.AGO.1774, casou-se 1ª vez com Giuseppa Pegararo e 2º vez com Santa Pasqualeto, viúva de Antônio Greggio aos.19.ABR.1819.

Com a 2ª esposa, Gisutina, Mattio Nº 3 acima, teve:

2.3. Giustina n. aos 02.MAIO.1649 e casada aos 23.FEV.1672 com Domenico;

Com a 3ª esposa Mariana Mattio teve:

2.4. Anna n. aos 24.OUT.1662;

2.5. Francesco n. aos 06.JUL.1668 casou-se Lucia Bedora, cujo sobrenome, curiosamente é bem parecido com Bedore, teve que descobrimos:

3.1. Maria n. aos 16.NOV.1701 ou 16.OUT.1702

3.2. Anzola n. no mês 11 de 1703;

3.3. Matteo n. aos 21.SET.1704, teve com Anna, filha de Pietro Massieiro dois filhos e com sua provável 2º esposa Elena Broggio, filha de Sebastiano Broggio, mais cinco filhos, são eles:

4.1. Agnese n. aos 12.FEV.1740, casou-se aos 29.JUN.1769 com Marco Antônio Bianchi, filho de Domenico;

4.2. Margarita n. aos 21.MAIO.1742;

4.3. Giuseppe n. aos 18.MAR.1747;

4.4. Agnese n. aos 26.AGO.1748;

4.5. Beatrice n. aos 15.ABR.1750;

4.6. Francesco n. aos 06.JUL.1752, casado 1ª vez com Chiara Galana e 2º vez com Mariana Zanoni, filha de Giuseppe e de Cattarina aos 18.DEZ.1781 em Este/PD (Santa Tecla).

4.7. Maria n. aos 01.ABR.1757. Acreditamos que essa Maria casou-se com Pietro Permunian entre 1775 a 1785. Teve q.d.:

5.1. Teresa Margheritta Permunian n. aos 03.AGO.1786 c.c Antônio Visentin, filho de Ângelo Visentin, tronco do título Visentin deste trabalho.

4.8. Matteo (?) Dedução nossa.

3.4. Paola n. aos (?).01.1705;

3.5. Massima ou Mariana n. aos 10.ABR.1707;

3.6. Ângela n. aos 03.OUT.1709;

3.7. Maddalena n. aos 05.ABR.1714

3.8. Anna Maria n. aos 16.ABR.1715

3.9. Ângela n. aos 06.MAR.1717;

3.10. Lugrezia n. aos 17.MAR.1719.

Também encontramos um Francesco Bedore que não sabemos se tratar do homônimo acima teve que descobrimos: Luca que casou-se com Maria filha de Bartolo Trentin e teve que descobrimos: Cattarina, nascida aos 26.03.1732 e outra filha de nome Lugrezia nascida em 1738 filha de Francesco e de Maria filha de Pietro Centrin;

2.6. Domenico, nascido aos 27.MAIO.1674.

Encontramos também um certo Matteo (4.8. ?), nascido entre 1760 a 1770, filho de Mattia, que acreditamos ser um dos filhos de Mattia Nº 03, o qual teve com Pasqua Greggio filha de Francesco dois filhos e com sua provável 2ª esposa, Mariana Parolo ou Pegararo, filha de Ângelo, tendo casado aos 22.JAN.1823 com Giovanna Mussolin ou Mupolin viúva de Franco Andreote:

3.1. Rosa n. aos 27.SET.1803 (Fª de Matteo e Pasqua Greggio), pode ter se casado com Pietro Rozzato com quem teve q.d.:

4.1. Antônio Rozzato n. aos 12.ABR.1849

3.2.Maria Tereza n. aos 12.ABR.1805 e f. aos 27.JUN.1855 (Fª de Matteo e de Pasqua Greggio);

3.3 Matteo n. aos 21.SET.1806[383];

3.4. Domenica n. aos 16.NOV.1807

3.5. Margheritta n. aos 03.JAN.1809. (Fª de Matteo e de Mariana Pavolo)

3.6. Rosa n. aos 10.SET.1810, casou-se aos 18.SET.1847 com Pietro Rossato ou Boassato. Matteo Bedore II, casou-se pela 3ª vez com Domenica Mupolin ou Anpolin aos 22.JAN.1823. Teve q.d.:

4.1. 3.6. Antônio n. 12.ABR.1849.

3.7. Ângelo n. aos 27.FEV.1811 (F° de Matteo e de Marianna Pavolo).

3.7. Giovanni Battista n. aos 30.03.1813 (F° de Matteo e de Marianna Pavolo).

3.8. Maria n. aos 31.JUL.1814. (Fª de Matteo e de Marianna Pavolo).

Encontramos um certo Antônio Bedore[384]nascido entre 1770 a 1790, filho de Matteo Bedore que casou-se aos 19.ABR.1819 com Santa Pasqualetto, filha de Sante, sendo viúvo de Giuseppina Pegaroro. Teve que descobrimos:

5.1.Giovanni Batistta n. aos 15.MAR.1834 e falecido aos 13.12.1857, casou-se com Maria Durello aos 18.FEV.1857;

5.2. Domenico Gio Batta n. aos 20.JUL.1834 (morreu em seguida)

5.3. Santa[385] n. aos 12.ABR.1838 e falecida aos 28.06.1910.

5.4. Fidenzio[386] n. aos 24.MAIO.1841 na via Altura. Casou-se com Catterina Trovò[387], n. aos 19.08.1841, fª de Domenico Trovò e de Tereza Girardi n. aos 28.FEV.1865 em Santa Tecla de Este, teve q.d.:

6.1. Maria Bedore n. em 1869 e f. aos 01.OUT.1943 ou 4, até 2003 estava sepultada no cemitério de Ospedaletto. Foi casada com Santo Marigo, teve que descobrimos:

7.1. Ivo Marigo n. aos 19.JAN.1897 e falecido aos 29.NOV.1967 (Esta família até 2003 estava sepultada no cemitério de Ospedaletto Euganeo).

6.2. Pietro Bedore n. aos 20.NOV.1872 e f. aos 26.AGO.1948, casou-se aos 12.FEV.1896 com Giuseppa Moro n. aos 05.MAIO.1872, filha de Costante e Vescon (?) Paola. Teve que descobrimos:

7.1. Sante Luigi n. aos 31.OUT.1896 e f. aos 10.NOV.1896;

7.2. Maria[388] n. aos 25.MAIO.1898, casou-se aos 13.MAR.1920 com Domenico Turrato;

7.3. Luigi n. aos 22.JAN.1900.

7.4. Luigia Pierina nascida aos 28.JAN.1901, casou-se aos 16.SET.1922 com Eugenio Brandole.

7.5. Ermínio n. aos 28.JUL.1903 casado aos 31.DEZ.1928 em Santa Tecla de Este com Ida Conte. Teve q.d.:

8.1. Giamina Giuseffina n. aos 19.FEV.1929 c.c Ângelo Vitale em Bolzano aos 23.FEV.1953.

7.6. Emília n. aos 22.MAR.1905 e f. aos 27.03.1905.

7.7. Alba n. aos 25.MAIO.1906, casou-se em Santa Tecla de Este aos 21.FEV.1927 com Luigi Ragona ou Ragorea.

7.8. Igino n. aos 21.OUT.1907 casou-se com Gasparina Rossetto. Teve que descobrimos:

8.1. Lino n. aos 03.OUT.1933, já falecido, foi casado aos 10.ABR.1960 em Rivoli com Ana Maria Neirotti (?).

8.2. Pietro, nascido aos 29.DEZ.1929. Teve:

9.1. Emanuela Bedore nascida em Pavia aos 29.DEZ.1959, casada com Mario Renzo Palazzo nascido aos 09.JUN.1963, residente em Garkasco, Pavia.

8.3. Beppino, n. aos 18.MAR.1931 e f. aos 17.NOV.1980 e sepultado em Ospedaletto. Foi casado com Giuditta Valandro ou seu filho.

8.4. Attiglio Bedore, residente em Arma di Taggia – Imperia.

8.5. Anna Bedore, residente em Torino.

8.6. Bruna Bedore n. aos 15.MAIO1938 c.c Franco Girardi em Rivoli aos 07.AGO.1960, residente em Bottigliera Alta – Torino.

8.7. Agnese Bedore, residente em Biella/BI.

8.3. Nello Bedore, residente na França.

6.3. Luigi n. aos 30.AGO.1877.

5.5 Maria Tereza n. aos 19.MAIO.1844

Descendente de Zuane Bedore I (N° 05 atrás)

Zuane Bedore I, nasceu aos 25.08.1621 e faleceu entre 1675 a 1700, (Nº 05) acima. Descobrimos o nome de 04 (quatro) mulheres nas certidões de batismo dos filhos de Zuane. São elas Lucia, mãe de Luca e Margherita; Anzola , nome Veneto de Ângela, mãe de Domenico e Cattarina Mazza, mãe de Antônio e Vicenzo. São duas hipóteses que podem explicar este fato: 1ª Ou Zuane casou-se três vezes, ou são três ou dois Zuanes e, portanto os citados abaixo não são irmãos. Portanto descende de Zuane que descobrimos:

Nº 01 Luca Bedore nascido aos 11.09.1650 (pai de Zuane Bedore II a seguir);

Nº 02 Margherita Bedore nascida aos 06.01.1658;

Nº 03 Domenico Bedore nascido aos 05.03.1665;

Nº 04 Antônio Bedore nascido aos 22.04.1666

Nº 05 Vicenzo nascido aos 27.03.1675 casou-se com Lucia Ricarda ou Rinaldo. Teve que descobrimos:

1.1. Antonia nascida aos 15.JUN.1702.

1.2. Silvestro nascido aos 04 ou 24.OUT.1700.

1.3. Domenico nascido aos 04.NOV.1703.

Também encontramos outro Zuane Bedore na década de 1670 que não sabemos se tratar do mesmo Zuane acima, este Zuane Bedore casou-se com Zuana Stevanella e teve que descobrimos: Giacomo, nascido aos 25.JUL.1772, Domenica, nascida aos 20.MAIO.1674 e Anzola, nascida aos 16.ABR.1678. Encontramos uma certa Maria, filha de Zuane casada em 1710 com Antônio de Picccoli, que pode ser também filha de Zuane acima ou de outro Zuane. Também encontramos uma certidão de batismo de uma certa Maria, nascia em (…) de 1666 filha de Zuane Bedori e Domenica sua mulher.

Descendente de Luca Bedore(N° 01 acima)

Luca Bedore nasceu aos 11.SET.1650 e faleceu entre 1680 a 1730 e foi casado em 1ª núpcias com Marieta Mazucca ou Mazuccio aos 21.MAIO.1676, tiveram que descobrimos:

Nº 01. Zuane Bedore II n. aos 08.MAR.1680, filho de Marieta Mazzuca (pai de Giovanni Maria I, ver a seguir)

N° 02 Francisco Bedore

Descobrimos uma certidão de casamento de Giovanni Battista, filho de Francesco Bedore, filho de Luca della riva del fiume com Agnese Zoretta aos 08.ABR.1726. Acreditamos que Francesco Bedore pai de Giovanni possa ser também filho de Luca

Também encontramos um certo Matteo filho de Francesco Bedore, filho de Luca e de Agnese Zoruta ou Zoretta, nascido aos 26.MAR.1712, não sabemos se é este Matteo ou se é o nascido em 1704 filho de outro Francesco que era filho de Mattio Nº 03 que deixou os filhos lá descritos, ver retro.

Também encontramos um Francesco Bedore que não sabemos se tratar do homônimo acima, teve que descobrimos:

1.1. Luca que casou-se com Maria filha de Bartolo Trentin e teve que descobrimos:

2.1. Cattarina, nascida aos 26.MAR.1732.

2.2. Lugrezia nascida em 1738 filha de Francesco e de Maria filha de Pietro Centrin;

Encontramos também duas certidões de casamento: uma de Maria Bedore filha de Francesco Bedore e de Antonia Marini que casou-se aos 27.SET.1759 com Giovanni Capuzzo, filho de Ângelo Capuzzo, outra de Domenica Bedore filha de Francesco que casou-se aos 05.FEV.1762 com Domenico De Santi, filho de Steffano.

Descendentes de Zuane Bedore II(N° 01 acima)

Zuane Bedore II, cujo nome é típico da região de Veneto e é equivalente a Giovanni em italiano e João em Português. nasceu aos 08.MAR.1680, foi casado 1ª vez com Marieta Barbiere ou Barbiera e 2º vez com aos 07.JUN.1713 com Lucia Fassona ou Bartias. É filho de Luca Bedore e de Marieta Mazucca. Faleceu entre 1718 a 1731. Descende que descobrimos:

Filhos de Marieta Barbiere, Barbiera e ou Barbiana:

Nº 01 Maria, nascida aos 05.MAIO.1706;

Nº 02 Giovanni Maria Bedore I n. aos 14.JAN.1710, casado com Maria Veronese (pai de Antônio Bedore, a seguir);

Nº 03 Domenica, nascida aos 18.JUN.1714;

Nº 04 Gisutina, nascida aos 26.DEZ.1716;

Nº 05 Zuane, nascida aos 11.MAR.171(?);

Filhos de Lucia Fassona ou Bartias:

Nº 06 Paola, nascida aos 22.MAIO.1714;

Nº 07 Zuana, nascida aos 26.JUN.1718

Também encontramos os seguintes filhos de um certo Zuane Bedore e de Domenica Bonata, que não acreditamos que seja o mesmo Zuane Bedore pai de Giovanni Maria pelo nascimento de seu último filho (Zuane) que nasceu em 1710, ano em quem Zuane, pai de Gio Maria I já se encontrava casado com Marieta Barbiere:

Nº 01 Maria, nascida em 1700;

Nº 02 Maria, nascida aos 05.ABR.1701;

Nº 03 Francesco, nascido aos 16.JUL.1702;

Nº 04 Francesco, nascido aos 14.FEV.1704 casou-se aos 30.ABR.1726 com Cattarina Strevanello ou Stevanello, teve que descobrimos:

1.1. Ana Maria, nascida aos 03.(?).1729;

1.2. Giovanna, nascida aos 25.JUN.1732;

1.3. Domenica, nascida aos 14.MAIO.1735

1.4. Domenica, nascida aos 13.MAIO.1740;

1.5. Giovanni, nascido aos 07.OUT.1743,

Nº 05 Domenico, nascido aos 25.FEV.1705;

Nº 06 Zuane, nascido aos 13.MAR.1710;

Nº 07 Maria, nascida aos 04.JUN.1714 (filha de Domenica Pavana)

Encontramos também duas certidões de casamento: uma de Maria Bedore filha de Francesco Bedore (que pode ser o Francisco 2.5. atrás) e de Antonia Marini que casou-se aos 27.SET.1759 com Giovanni Capuzzo, filho de Ângelo Capuzzo, outra de Domenica Bedore filha de Francesco que casou-se aos 05.FEV.1762 com Domenico De Santi, filho de Steffano.

Descendentes de Giovanni Maria I(N° 02 acima)

Giovanni Maria Bedore I nasceu aos 14.JAN.1710, casou-se aos 23.JAN.1731 com Maria Veronese, filha de Domenico Veronese. Do casal Giovanni Maria I e Maria Veronese, descendem que descobrimos:

Nº 01 Ana Maria, nascida aos 21.(?).1731;

Nº 02 Luca, nascido aos 15.JAN.1736;

Nº 03 Antonia, nascida aos 21.SET.1738;

Nº 04 Cattarina, nascida aos 01.MAIO.1741;

Nº 05 Gioconda, nascida aos 16.SET.1743;

Nº 06 Nadale, nascido aos 24.DEZ.1744;

Nº 07 Antônio, nascido aos 04.JUL.1746 (pai de Giovanni Maria II a seguir)

Nº 08 Santo, nascido aos 17.FEV.1750;

Nº 09 Domenico, nascido aos 17.JUL.1753;

N° 10 Giovanna I, nascida aos 13.MAIO.1755;

Nº 11 Giovanna II, nascida aos 01.ABR.1757.

Descendentes de Antônio Bedore(N° 07 acima)

Ver a descendência de Antônio Bedore, que é o tronco do título XXI, no citado título.

ALGUMAS CONSIDERAÇÔES SOBRE OS BEDORES DE OSPEDALETTO

● Além dos cinco membros da família Bedore cujos túmulos foram encontrados em Ospedaletto Euganeo (Maria, Beppino, Ugo, Carmella e Elena Rosina in Bedore) também encontramos o túmulo de Marcelina Bedore viúva de Zanin, nascida aos 18.04.1901 e falecida aos 09.08.1991 cuja ascendência não conseguimos, mas que evidentemente pertence à família Bedore de Ospedaletto..

● Consultarmos cerca de 80% a 90% de todas as certidões de batismos, casamentos e óbitos da paróquia de São João Batista (San Giovanni Battista) de Ospedaletto Euganeo que continham o sobrenome Bedore e concluímos que esta família morou durante quatro séculos de 1500 a 1900 aproximadamente, em sua maioria no território de Ospedaletto Euganeo, nas localidades de: I) Della Torre e via Riva di Fiume (Este) e Via Altura (Ospedaletto), localidades entre Este e Ospedaletto e II) Tresto e Palugana, “distritos” (frazioni) entre Ospedaletto e Ponso. Os territórios dessas três cidades (Este, Ospedaletto e Ponso) somados possuem apenas 63 Km 2 (Ospedaletto 21 Km2, Poso 10 Km2 e Este 32 Km2), ou seja transportado a realidade da maioria dos territórios brasileiros, os municípios, seriam no Brasil, um único e pequeno Município, exemplificando, o território de Atibaia/SP (491 km2) representaria sete vezes, mais 50 km2 o território de Este, Ospedaletto e Ponso juntos (63 km2).

● Através dos títulos Fedre, Visentin, Basso e Bedore podemos concluir que os citados as citadas famílias mais as famílias Formaggio, Permunian e Destro deveriam residir próximas uma das outras, bem como, concluímos que por diversas vezes encontramos os referidos sobrenomes ligados por casamentos no decorrer do tempo.

BREVE CONSIDERAÇÃO SOBRE A POPULAÇÃO, LOCALIZAÇÃO E HISTÓRIA DE OSPEDALETTO EUGANEO/PD

Em 31.MAIO.1998 o município de Ospedaletto Euganeo contava com 5.149 habitantes, dos quais cerca de 3.902 residem no perímetro urbano; os demais se distribuem entre os distritos de Palugana, Santa Croce, Tresto e Vallaancon. O Município se estende numa área de 21.41 Km2 (Atibaia tem 491 Km2, ou seja, Atibaia tem seu território vinte e três vezes maior que o território de Ospedaletto Euganeo).

A pequena cidade de Ospedaletto Euganeo se situa a 35Km de Padova, a capital da província, ao sopé dos Colli Euganei (Colinas Eugâneas). Ospedaletto pertence a região de Este (também podemos encontrar referências as regiões de Eugania ou Baixa Padovana) e a Província de Pádua (Padova). Traços de antigos vestígios pré-históricos encontrados em Palugana e em Dossi atestam que o território do município foi habitado por populações paleo-vênetas. As terras então ocupadas pelos romanos que as dividiram em centúrias e as asseguraram aos veteranos da batalha de Azio. Os arqueólogos asseguram a existência de algumas estradas, provavelmente construídas à partir do século I a.c em particular as que estão situadas nos distritos de Tresti e Palugana (onde encontramos no mapa anterior uma casa pertencente a um Bedore), onde passava a estrada que ligava Este aos veroneses. A toponímia de muitos locais dessa região parece indicar a existência de pântanos. O nome Palugana, apesar de ter uma etimologia dúbia, indica seguramente um pântano: sinal de que os trabalhos dos romanos em defesa dos campos e estrada foram abandonados nos séculos seguintes. O território se despovoou, os campos foram abandonados e as florestas cresceram. O renascimento começou durante a Alta Idade Média: as terras viraram rota de viajantes que se dirigiram aos locais de culto (Roma, a Terra Santa ou Santiago de Compostela) e que necessitavam de locais de pousada e descanso (engraçado como nesse ponto Ospedaletto e Atibaia, têm semelhanças, pois Atibaia também fora rota de viajantes ‘bandeirantes’ que se dirigiam as Minas Gerais a procura de ouro).

Para tanto, o rico Inchelbaldo doou ao bispo de Padova (Pádua) um terreno numa localidade chamada Rotta di Sândalo, com a finalidade de se construir um hospital dedicado a San Giacomo e confiado aos monges “ospedalieri” em 1162. Por mais de um século o vilarejo que se formava em torno do hospital foi chamado de “San Iacopo de Hospitaleto”, em homenagem ao santo padroeiro dos peregrinos. Ao final do século 12 foi construída uma segunda igreja dedicada a San Giovanni Battista (São João Batista como Atibaia que já foi chamada de São João Batista de Atibaia), que substituiu a primeira dedicada a San Giacomo, arruinada e em desuso. A partir de então a localidade é citada como “San Giovanni Battista di Hospitaleto” ou simplesmente “Hospitaleto”. Também a outra tese sobre o surgimento de Ospiedaletto que diz que ainda no século XIII, o local que antigamente abrigava o Hospitale Sancti Jacobi de rupta foi abandonado e a pouco de distância, erigido outro pequeno hospitale, dedicado a San Giovanni Battista. Em torno dessa nova hospedagem cresce a povoação que comparece nos documentos da época como Hospitaletto, talvez por suas dimensões reduzidas. O nome conserva, hoje, a forma típica da língua veneziana ou dos dialetos vênetos, Ospedaletto.

A primeira notícia documentada sobre a localidade remonta ao ano de 1221; o texto cita o Hospitale Sancti Jacobi de rupta (hospedaria de São Tiago da ruptura, lembrando uma inundação ocorrida pela ruptura de um dique natural, talvez do riacho Guà). Eram chamados de hospitale, no período medieval, as hospedarias, as casas que acolhiam viajantes, peregrinos, refugiados. viajantes

Somente após a unificação italiana a cidade muda de nome, assumindo o nome atual de Ospedaletto Euganeo. A denominação da cidade era Ospedaletto até 11.AGO.1867,data em que o Decreto Real nº 3886 lhe acrescentou a especificação Euganeo. A especificação recorda os eugãneos, povo que habitava a área na época da conquista romana (séc. III a.C), como o historiador Titus Livius (58 a.C. – 17 d C) recorda, em sua obra Ab Urbe Condita: “ Euganeisque, qui inter maré Alpesque incolebant…” (e os Eugâneos que habitavam entre o mar e os Alpes).

Os acontecimentos históricos de Ospedaletto seguiram os destinos das vilas da Baixada Padovana: rota de tropas de estense, ezzelianas, scaliageras e carraresas, primeira de confluir no vasto império da República de Veneza, pela Liga de Cambray, com a conquista de Napoleão e a chegada dos austríacos. O município tem baseado tradicionalmente a economia na agricultura. A atual rodovia nacional, que praticamente divide a vila em dois, marca os limites entre a zona setentrional (ao norte), dedicada a atividade rural e a zona meridional (ao sul, onde moraram os Bedore), habitada a séculos por artesões e carpinteiros.

No centro está situada a zona industrial, com negócios e serviços. O antigo ritmo de vida tranquilo da vida rural alterou-se após a II Guerra Mundial, com a chegada do progresso: os edifícios mudam de aspecto e de função e as estradas se modernizam. Os distritos são bem iluminados e interligados. Desaparecem os caminhos estreitos, os pântanos são drenados, e os campos são trabalhados com muitas máquinas. Os tetos das casas não mais são feitos com palha. Tudo é mudado, assumindo um ritmo novo: os antigos instrumentos agrícolas desaparecem, os poços são agora usados para embelezar os jardins das casas. Da antiga vida rural permanecem apenas as histórias de uns poucos que ainda se recordam: o sabor dos pratos simples e gostosos, agora encontrados nas festas tradicionais.

Através do mapa abaixo, inserido na obra Ponso Pima della Memória e nella Memória, de 1996 de diversos autores, podemos observar a existência de uma casa da família Bedore no sul do território de Ospedaletto Euganeo próxima as localidades de Tresto e Palugana, bem próxima a vizinha cidade de Ponso. Nesta obra está reproduzido o mesmo mapa nos anos de 1890, 1911, 1924, 1935 e 1953 e em todos eles verificamos uma casa que pelo menos até 1953 pertenceu a família Bedore, todavia, não a visitei em razão de não ter conhecimento da mesma na época que lá estive.

Entre as casas apontadas nesse mapa, podemos destacar a casa da família Butarelli, família essa que uma integrante uniu-se através de casamento com a família Milanello de Ponso e imigram para o Brasil, em Atibaia especificamente; outra casa que podemos destacar é a da família Girardi, de Santa Margueritta D’Ádige, família essa que um de seus integrantes também imigraram para Atibaia.

A região da Província de Padova destacada nos mapas a seguir, é conhecida como EUGANIA ou baixa padovana e compreende entre outras cidades (Comuni): Este, Ospedaletto Euganeo, Ponso, Piacenza D’Adige, Santa Margherita D’adige, Albignasego, Due Carrare (onde hoje encontram-se Bedores), Battaglia Terme, Arquà Petrarca, Galzignano, Valsanzibio, Monselice, S. Elena, Villa Estense, Carceri, Lozzo Atestino, Cinto Euganeo, La Scodosia, Montagnana, Vighizzolo, La Scodosia, S.Urbano, Barbona Vescovana, Granze, Stanghella, Baone, Urbana, Noara Pisani.

Várias famílias oriundas da região chamada de baixa Padovana (mapa da próxima página), estabeleceram-se em Atibaia, minha terra natal, entre elas podemos destacar:

Família Bedore de Ospedaletto Euganeo/PD, mais precisamente da localidade conhecida como Della Torre ou simplesmente Torre que fica entre Este e Ospedaletto Euganeo, descendente de Ernesto Bedore e de Virginia Basso que de Getulina, São Paulo e Cambuí/MG passou através de Oscar Bedore para Atibaia em 1964, portanto, há mais de 40 anos.

Família Rosa de Ospedaletto Euganeo/PD, descendente de Santo Rosa (1877-1944) em Atibaia desde 1890. Santo Rosa e seu irmão Giovanni que retornou para Itália foram proprietários da famosa Casa Rosa no largo da Matriz de Atibaia durante muitos anos (até 1976).

Família Milanello de Ponso/PD, descendente de Luigi Milanello e de Giuseppa Butarello em Atibaia desde 1897.

Família Girardi, aqui tratada como Giraldi de Santa Margherita D’Adige/PD.

Família Pinzan de Santa Margherita D’Adige, descendente de Augusto Pinzan e de Elvira Brogin. Augusto Pinzan era cunhado de Santo Rosa acima.

Família Ferro de Santa Margherita D’Adige, descendente de Sante Ferro e de Margarida Chiodini.

Família Finco de Santa Margherita D’Adige, descendente de Michelle Finco.

Família Romaro de Este/PD

Família Chiodini de Santa Margherita D’Adige

Família Veronese da Província de Padova que de Ribeirão Preto passaram para Atibaia no início do século XX.

$ Mapa 3

Acima em destaque, a região chamada de Baixa Padovana ou Eugania. Abaixo a esquerda em destaque no mapa da Itália a região do Veneto destacando-se a cidade de Padova e a direita a Província de Padova, destacando-se a região de Eugania ou região da baixa Padovana

mapa_ospedaleto

O mapa do sul do território de Ospedaletto Euganeo e norte de Ponso e Granze observa-se em destaque uma área que pertenceu a uma família Bedore, em território do município de Ospedaletto Euganeo quase divisa com o município de Ponso entre 1890 a 1953. Observa-se também alguns sobrenomes como: Girardi, Romaro, Butarelli, Pietrogrande, Migliorini, Buson, Pasoletti, Parola

CAPÍTULO 3

Bedores no Mundo

(Bedores de outras localidades da Itália,

da França, dos EUA e do Canadá)

Autor: Adriano Bedore

ANEXO 2

GRAUS DE PARENTESCOS NUMA ÁRVORE GENEALÓGICA

Relações de parentesco em uma árvore genealógica

Bedoris de Bolonha e outras localidades da Itália

Descobrimos também uma família em Bolonha na Itália, onde o nome de família era dita também Bedori. Entre os seus muitos membros ilustres e notáveis relembram-se alguns, como: Nicoló Bedori, que em 1438 foi Gonfaloniere di Giustizia em Bolonha; Francesco Bedori, que em 1632 foi Ancião de Bolonha e Innocenzo Bedori , que teve o mesmo encargo em 1654, também em Bolonha. Entre os Ganfalonieros do Povo em Bolonha, membros desta família, recordam-se Francesco Bedori em 1630, Paolo Bedori em 1682 e em 1691, Carlo Antônio Bedori em 1686 e em 1711.

O Gonfaloneiro na Idade Média e nos primeiros séculos da Idade Moderna era um alto encargo de privilégio, concedido somente a nobres, e correspondia a alto magistrado.

Por outro lado, Ancião era dito na Idade Média o magistrado eleito para Conselheiro para questões de justiça, de política e de governo e exercia estas funções em representação do povo. Ancião também era sempre escolhido entre os nobres.

Através da rede mundial de computadores, a internet, encontramos no livro: Notizie Degli Scrittori Bolognessi – Ranccolte da Giovanni Fantuzzi – Tomo Terzo – in Bologna MDCCLXXXIII, uma citação do sobrenome Bedore, que transcreveremos a seguir:

“(…) Pafsò poi ed effere Arcidiacono, e, quellla dignità ritemendo, fece rinuncia del Canonicato a Girolamo di Bedore de’ Preti ai 30 di Aprile di 1534, candoffene a Roma.”(grifo nosso)

Numa tradução próxima ao italiano arcaico do citado parágrafo reproduzido, temos parte do relato da vida de Campeggi Giovanni. Neste parágrafo é relatado que Giovanni passou a ser arcidiano, depois renunciou ao canonicato (cônego) em favor de Girolamo di Bedore de’ Preti em 30.ABR.1534 e se dirigiu a Roma. Nos parece que Girolamo di Bedore de’ Preti significa um certo religioso com o nome Girolamo (Jerônimo) com sobrenome Di Bedore, e de uma localidade de nome De’ Preti ou De’ Preti significaria algo do tipo dos padres. Esta citação é a mais antiga citação do sobrenome Bedore com “e” encontrada por nós.

Concluímos que muito Provavelmente um ramo da família Bedori de Bologna, se transferiu para o Vêneto e, mais precisamente, para Ospedaletto Euganeo e Este em território Paduano, de onde se origina com o sobrenome Bedore a numerosa família daquela localidade, ou vice-versa.

Através do livro “Aspetti demografici in bassa padovana Nei secoli XVI-XVII” publicado pelo Museu Civico e Etimografico de Stanghella em 1991 encontramos uma citação do sobrenome Bedore na cidade de Ponso, vizinha a Ospedaletto Euganeo. Esta citação apenas faz menção de alguns sobrenomes que vinham relacionados com um apelido a fim de distinguir algumas famílias. O sobrenome Bedore vem relacionado ao termo veneto “Cioco”, que recorda o filho solteiro muito ligado a família.

Bedores na atualidade na Itália

O nome de família Bedore é raro e típico de restritas áreas da Itália setentrional. Hoje (junho de 2006) sua maior incidência registra-se no Vêneto, mas também ocorre nas regiões da Lombardia, Piemonte, Emília-Romanha e Ligúria, todas no norte da Itália. Parece-nos que sua maior incidência nos séculos XVII a XX era na Província de Padova, especialmente na cidade de Ospedaletto Euganeo, onde descobrimos Bedores desde o século XVI, única cidade pesquisada pessoalmente na Província de Padova.

Em toda Itália havia em junho de 2006 apenas 28 (vinte e oito) assinantes de telefones com o sobrenome Bedore, sendo nenhum em Ospedaletto e pelo menos um que confirmamos se tratar de nossa família, Plácido Bedore, em Rivolo, Província de Torino, filho de Giacinto Bedore, irmão de Luigi e Giuseppe, outros 27 (vinte e sete) assinantes de telefones são das seguintes localidades: 03 (três) em Stanghella, Província de Padova, 02 (dois) em Vescovana, Província de Padova, 02 (dois) Carrara San Giorgio, Província de Padova, portanto, 07 (oito) na Província de Padova, mesma Província da família Bedore retratada neste trabalho, 01 (um) em Lusia, Província de Rovigo, 01 (um) em Concadirame/RO que juntamente com a Província de Padova e outras formam a região de Veneto; 02 (dois) em San Felice Sul Panaro, Província de Modena, 01 (um) em Camposanto, Província de Modena, 01 (um) Medolla, Província de Modena, na Emiglia-Romanha, 01 (um) Varese, capital da Província com o mesmo nome, 01 (um) em Casciago, Província de Varese, 02 (dois) em Gavirate, Província de Varese, 01 (um) em Lombardo, Província de Varese, 01 (um) em Malnate, Província de Varese na região da Lombardia; 01 (um) em Biella, Província de Vercelli [estes de origem em Este/PD, que indica serem da mesma origem de Luigi Bedore], 02 (dois) em Cossato, Província de Vercelli no Piemonte; 01 (um) Arma Di Taggia (Taggia), Província de Imperia na Ligúria, 01 (um) em Torino/To, 01 (um) em Rivoli/TO, 01 (um) em Ferrara/FE, 01 (um) em Sanremo/MI e outro em Gallasco/PV, todas as localidades encontra-se no norte da Itália.

Há também 14 (catorze) assinantes com o Sobrenome Bedori: 02 (dois) em Foligno, 01 (um) em Scafali, Província de Perugia, região da Úmbria, 01 (um) em Lecce/LE, 01 (um) em Bancole/MN, 01 (um) em Pigna/IM, 01 (um) em Popoli/PE, 02 (dois) Pianoro/BO, 01 (um) Pieve Emanuale/MI, 01 (um) em Recoraro Terme/Vi, 01 (um) em Schio/VI, 01 (um) em Torino/TO, 01 (um) em Marano Vicentino/VI.

Existem também 16 (dezesseis) assinantes com o sobrenome Bedorin: 04 (quatro) em Padova na Província do mesmo nome, 05 (cinco)em Due Carrare, Província de Padova, 01 (um) em Rubano, Província de Padova, 01 (um) em Albignasego, Província de Padova, 01 (um) em Abano Terme, Província de Padova, portanto 12 (doze) dos 16 (dezesseis) Bedorin são de Padova, 01 (um) em Roma, 02 (dois) em Vittorino Veneto/TV e 01 (um) em Lodi/LO. Concluindo são cerca de 28 (vinte e oito) assinantes de telefone com o sobrenome BEDORE, cerca de 14 (catorze) assinantes com o sobrenome BEDORI e cerca de 16 (dezesseis) com o sobrenome BEDORIN em junho de 2006.

Em agosto de 2009 em nova consulta a página da internet “Pagine Biache” notamos 25 telefones em nome de Bedore’s, sendo 23 de pessoas físicas e 2 de pessoas jurídicas, a saber:

Bedore Agnese em Biella/BI; Ângela em Casciago/VA; Arturo em Gavirate/VA; Atilio em Arma di Taggia/IM; Emanuela em Garloso/PV; Fabrizio Manufatti in Cemento em Sanremo/IM; Ferrigo Ferndinande em Staghella/PD; Flavio Posa Pavimenti e Rivestimento em Concadiame/RO; Francisco em San Felice SIl Panaro/IM; Gianni em Galliate Lombardo/VA; Giovanni em San Felice Sul Panaro/MO; Giuseppe em Due Carrare/PD; Lauretta em Medolla/MO; Maria em Corsato/BI; Martinello Silvan em Stanguella/PD; Pierangelo em Due Carrare; Pietro em Manate/VA; Placido em Rivole/To; Rina em Gavirate/VA; Rosa em Varese/VA; Tibério Maria em Lusia/RO; Virgílio em Vescovana/PD; Bonsi Iole em Ferrara/FE; Guadendrini Emma em Composanto/MO e Ivul Ana em Torino/TO.

Concluímos existir três grandes grupos de Bedore’s através da lista tefefônica italiana. A primeira é a família originária de Este e Ospedaletto e na lista compreende todos que residem na província de Biella e Torino. Outra família que reside na província de Padova, a qual acreditamos ser a mesma família originária de Este e Ospedaletto Euganeo e uma terceira família que é encontrada na província de Varese e Rovigo que tudo indica ser originária da província de Rovigo e que não descobrimos se tem o mesmo tronco familiar da família Bedore de Ospedaletto, mas acreditamos sem dúvida tratar-se da mesma família em razão da raridade do sobrenome na Itália

Enviei em 09.JAN.2004 uma carta a todos os Bedore e Bedori com linha telefônica na Itália, solicitando informações sobre a origem de suas famílias, todavia apenas três famílias me responderam: Uma descendente de Igino Bedore de Ospedaletto (retratado no capítulo sobre os Bedores de Ospedaletto), outra de nome Érika, filha de Pierangelo (provavelmente de Due Carrare/PD) e neta de Giuseppe, mas que não me informou nada e outro de nome Gianni Bedori, um músico muito gentil que me informou ser sua família originária de Mantova.

Através da rede mundial de computadores (internet) descobrimos várias citações de Bedores em língua italiana, das quais destacamos as seguintes:

● Um registro do arquivo di stato di Latina, Província de Latina no Lazio de um certo Antônio Bedore nascido aos 15.ABR.1891 em Tresto, que é um bairro de Ospedaletto Euganeo/PD, filho de Luigi recrutado para algo que não descobrimos aos 03.MAIO.1931.

● Um restaurante com o nome BEDORE numa localidade também chamada de Bedore na cidade na Agra, Província de Varese, mas nada soubemos sobre seus proprietários;

● Uma religiosa com o sobrenome Bedore e com o nome religioso de irmã Rosaemilia ligada a Parrocchia “Sacro Cuore” em Reggia Calabria que em 2008 completou 60 anos de vida religiosa.

● Uma jovem de nome Giulia Bedore, patinadora de Mirandola, província de Modena;

● Uma jovem de nome Erika Bedore, técnica de ginástica olímpica, residente talvez em Abano Terme/PD;

● Uma família que descende de Galliano Bedore, nascido em Este/PD filho de Antônio Bedore, dos quais descendem que descobrimos Sérgio, nascido em Vescovana/PD c.c Rosalia, os quais tiveram: Alessandro Bedore, cantor, residente nas Ilha de Tenerife, Erika, Sonia Bedore, funcionária do judiciário de Biella e Fabrizio, pai de Alberto Bedore, que vivem em Biella/BI, mas que são de origem em Este/PD e uma carpintaria em Biella/BI: carpenteria Cossatese Di Bedore. Temos absoluta certeza que esta família faz parte da família Bedore de Ospedaletto Euganeo, retratados no capítulo dos Bedores de Ospedaletto;

● Um família que descende de Nicodemo Bedore, nascido em Concadirame, província de Rovigo dos quais descendem Alberto Bedore, que vive na Suíça e Diana Bedore que vive na Toscana, filhos de Gianni Bedore que é filho de Giuseppe que é filho de Nicodemo Bedore e uma empresa de pavimentação e revestimentos: Bedore Flavio Pavimenti e rivestimenti em Concadirame/RO e outra do mesmo proprietário e nome em San Remo/IM;

● Uma jovem de nome Elisabetta Bedore, professora de dança formada na Inglaterra, presidente dell’associazione impulsi creativi de Varese e residente em Garivate, província de Varese, cujo pai chama-se Arturo, nascido em Luisa, província de Rovigo, e filho de Guido Bedore, muito provavelmente parente da família acima;

Bedores nos EUA e no Canadá

Na atualidade, através da rede mundial de computadores, a internet, descobrimos centenas de Bedores, nos EUA e no Canadá que segundo nos informaram são descendentes de franceses que imigraram para o Canada e os EUA nos séculos XVII e XVIII.

Na página de relacionamentos Facebook descobri cerca de 500 pessoas com o sobrenome Bedore que vivem nos EUA e no Canada e as que responderam nossa indagação sobre a origem do sobrenome disseram ser de origem francesa, bem como descobrimos uma grande árvore genealógica no site www.mundia.com que retrata os descendentes do francês Jacques Bedard, a saber:

Entre as famílias americanas com o sobrenome Bedore na atualidade, destacamos uma numerosa família descendente de Jacques Bedard, nascido aos 15.DEZ.1644 em La Rochelle, Manche, Basse-Normandie no norte da França que imigrou para o Canada onde faleceu aos 10.JUL.1711 em Charlesbourg, Huron, Quebec o qual foi casado com Elisath Doucinet (* 1647 + 1710).

Um tetraneto de Jacques Bedard que pode ser considerado o tronco da família Bedard no Canada, de nome James Jaques Bedard Bedore, nascido aos 12.MAR.1815 no Canada imigrou para os EUA no final da década de 1860 ou início da década de 1870 vindo a falecer aos 20.FEV.1897 em Little Suamico-Oconto, Wisconsin, EUA, filho de Pierre Auspice Bedard e de Charlotte Beaumont teve, não descobri a razão, o seu sobrenome de família alterado de Bedard para Bedore e assim deu início a uma numerosa família norte-americana com o sobrenome Bedore e um de seus principais troncos.

Podemos citar alguns antigos americanos e canadenses, descendentes de franceses descobertos em páginas da rede mundial de computadores (internet):

1) Francis Bedore, nascido em Ontário em 1826 de origem francesa

2) Collad Bedore, nascido em Quebec em 1838 de origem francesa

3) Michael Bedore, nascido em Quebec aos 03.MAIO.1819 e falecido aos 11.FEV.1914 em Marmora/Hastings/Otário casado com Catherine Terrion aos 21.JAN.1850 em Marmora

4) Alexander Bedore, filho de Michael, nascido em 1859 em Marmora e aí falecido aos 01.JUN.1931.

5) Ernest Joseph Bedore, filho de Michael Bedore e de Adelaide Delia Fillion, nascido aos 13.FEV.1889 em Stephenson/Menominee/Michigan e falecido aos 21.NOV.1940 casado com Irene Grace Bedor

6) Adeline Bedore, filha de Ernest Joseph Bedore e de Irene Grace Bedor, nascida aos 21.JUL.1925 em Kenosha/Kenosha/Wisconsin casada com Curtis Frierick em 1945 em Kenosha

Alguns registros de alguns cemitérios estão disponíveis na rede mundial de computadores – internet; encontramos alguns registros de Bedores falecidos e sepultados nos EUA a saber:

Saint John The Baptist Cemetery, em Indiana

Bedore John nascido em 1896

Bedore Delia nascida em 1874 e falecida aos 06.NOV.1903

Bedore Theodore nascido em 1904 e falecido aos 22.JAN.1913

Bedore Louisa nascida em 1864 e falecida aos 10.OUT.1919

Bedore Homer nascida em 1901 e falecida aos 13.OUT.1920

Bedore Philip falecido em 30.NOV.1925

Bedore Isidore nascido em 1906 e falecido aos 21.NOV.1982

Columbia Township Cemetery, em Unionville Village, Tuscola County, Michigan

Bedore Albert F. nascido aos 26.DEZ.1906 e falecido aos 09.NOV.1949

Bedore August falecido aos 30.SET.1949

Bedore Farley, falecido aos 05.JUN.1961

Laidlow Oddfellows Cemetery em Deschutes County, Oregon

Bedore Eileen falecida em Maio de 192

Bedore Kenneth Randall falecido em Setembro de 1973

St. Louis Conty County

Bedore Baby falecida aos 25.MAR.1917

Bedore Lenore falecida aos 04.JUL.1917

Cemetery Michigan

Bedore Cheryl Anne

Bedore Lester Laurence

Mount Olivet Cemetery, em Calhoun Couty, Battle Creek, Michigan

Bedore John nascido em 1882 e falecido em 1928

Bedore Mary nascida em 1885 e falecida em 1939

St. George Cemetery

Bedore George, vítima da 1ª guerra mundial

Bedores na França

Hoje na França não temos notícia da existência deste sobrenome. Encontramos cerca de 8.500 citações de Bedores em páginas de busca, sendo que aproximadamente 8.200 em língua inglesa, 100 em língua francesa e portuguesa, 10 em língua italiana, 20 em espanhola, 80 em alemã 10 em sueca.

Sabemos que na França também era um nome raro e sua grafia mais remota grafada era Bedouret. Também podemos citar alguns franceses com o sobrenome Bedoret ou Bedore, nascidos na França:

1) Jean Bedouret, batizado em 26.MAIO.1748, filho de Jena Pierre Bedouret e de Catalina Desdourrubail;

2) Bertrand Bedouret, batizado em 11.NOV.1774, filho de Jean Bedouret e de Marie Dourron,ambos em Lestelle, Bases Pyrenees, entre outros e aos 28.ABR.1790 temos o casamento de Pierre Bedouret e de Jeanne Saumate que se realizou em Lestelle-Betharram , Basses Pirenees;

3) Angélique Bedore casada com Claude Vavassem aos 12.NOV.1712 em Presles, Val D’Oíse.

Possíveis origens do sobrenome Bedore

O sobrenome Bedore, segundo nossas pesquisas tem origem francesa, italiana ou seu aparecimento em ambos os países não tem relação familiar, e, portanto, tratam-se de famílias distintas.

Concluímos então que ou o sobrenome é originário da França e deslocou-se em algum momento para Itália dando início sobrenome naquele país, ou é originário da Itália e deslocou-se para França, ou numa terceira teoria, os sobrenomes, embora idênticos, não têm nenhuma ligação genealógica entre si.

Caso todos os Bedores norte-americanos tinham raiz na família canadense citada atrás, e portanto, tinham origem francesa, podemos afirmar que o sobrenome nasceu de uma deformação do nome de família francesa Bedard para Bedore, contudo, nossas pesquisas não são suficientes para fazer essa afirmação. Ver mais considerações sobre a origem do sobrenome no trabalho sobre o sobrenome Bedore adiante no capítulo 6 – Onomástica.

Della Torre

Rocca della Torre entre Este e Ospedaletto

Capítulo 4

Bedores de Atibaia/SP

e

BREVE CONSIDERAÇÃO SOBRE A POPULAÇÃO, LOCALIZAÇÃO E HISTÓRIA DE ATIBAIA/SP

“Longe desta montanhas, afastados deste céu, distante desta paisagem a vida se escurecerá para os nossos olhos. E quando porventura, os atropelos de nossas aspirações nos separarem desta terra, o nosso pensamento, transportando-se através do espaço, virá te procurar, ansioso e a tua graciosa perspectiva se nos desenhará na mente, para que a nossa alma se extaste na tua contemplação, oh! Querida Cidade Natal! Mesmo de longe contemplaremos o teu progresso e bem diremos o teu nome, oh! Deliciosa Atibaia, ridente campo de receio, onde se desenrolaram descuidados os dia venturosos da nossa infância”.

Aprígio de Toledo

Autor: Adriano Bedore

ANEXO 3

Gráfico e tabela para facilitar o entendimento sobre o grau de parentesco segundo o código civil brasileiro.

GRÁFICO E TABELA DE GRAU DE PARENTESCO CIVIL

Quadro de parentesco no novo Código Civil

LINHA COLATERAL FEMININA LINHA RETA LINHA COLATERAL MASCULINA
Trisavô(ó)
4º grau
Bisavô(ó)
3º grau
Tia-avó
4º grau
Avô(ó)
2º grau
Tio-avô
4º grau
Filha da
Tia-avó
5º grau
Tia
3º grau
Pai-mãe Sogro(a)
1º grau
Tio
3º grau
Filho do
Tio-avô
5º grau
Neto da
Tia-avó
6º grau
Prima
4º grau
Irmã
Cunhado
2º grau
EU
cônjuge
Irmão Cunhada
2º grau
Primo
4º grau
Neto do
Tio-avô
6º grau
Bisneto da
Tia-avó
7º grau
Filho da
Prima
5º grau
Sobrinha
3º grau
Filho(a)
1º grau
Sobrinho
3º grau
Filho do
Primo
5º grau
Bisneto do
Tio-avô
7º grau
Trineto da
Tia-avó
8º grau
Neto da
Prima
6º grau
Neto da Irmã
4º grau
Neto(a)
2º grau
Neto do Irmão 4º grau Neto do
Primo
6º grau
Trineto do
Tio-avô
8º grau
Bisneto da
Prima
7º grau
Bisneto da
Irmã
5º grau
Bisneto(a)
3º grau
Bisneto do Irmão
5º grau
Bisneto do
Primo
7º grau
Trineto da
Prima
8º grau
Trineto da
Irmã
6º grau
Trineto(a)
4º grau
Trineto do Irmão
6º grau
Trineto do
Primo
8º grau

BEDORES DE ATIBAIA/SP

Como já foi abordado nos títulos que tratam a ascendência e descendência de Oscar Bedore e Iride Bachega Bedore, esta família teve início em Atibaia com o mencionado casal que de Getulina passou à São Paulo, de São Paulo para Cambuí/MG e de Cambuí passou para Atibaia no final de 1964, ou seja, há 48 anos.

Antes porém, segundo a tradição oral e familiar fala-se que o imigrante Luigi Bedore, sua esposa e filhos chegaram a morar na cidade de Atibaia entre o começo de 1892 a no máximo março de 1895, se considerarmos que Diamante Bedore nascera na Itália ou até 1897 quando nascia na Itália outra filha do casal Luigi Bedore e Elisabetta Rizzato.

Quando Oscar Bedore mudou-se para Atibaia, sua mãe, Virginia Basso, que também morou em Atibaia, contou-lhe, bem como contou a outros filhos, que Ernesto Bedore chegou a morar na cidade de Atibaia quando criança, juntamente com seus pais, todavia, não conseguimos nenhuma comprovação histórica desse fato, apenas descobrimos que Ida Bedore, filha de Luigi e sua mulher nasceu aos 13.MAR.1893 no arraial de Sousa, distrito de Campinas/SP que dista aproximadamente 60 km de Atibaia, o que pode significar que realmente o casal Luigi Bedore e Elisabetta Rizzato, pela proximidade entre Sousa e Atibaia, realmente pode ter vivido por pouco tempo em Atibaia no ano de 1892 ou entre meados de 1893 até o retorno para Itália em 1895 ou 1897.

De qualquer modo o tronco desta família em Atibaia é Oscar Bedore que estabeleceu-se na cidade com a esposa e cinco filhos em razão de seu ministério evangélico que o enviara para Atibaia. Na cidade, seus cinco filhos (Osvair, Odair, Paulo, Marcos e Gerson) casaram-se com mulheres naturais e de famílias de Atibaia, exceto Marcos e Gerson Bedore, e aí todos constituíram suas famílias.

A primeira geração nascida em Atibaia é a dos netos do Tronco que teve início com o nascimento de Adriano Bedore e terminou com o nascimento do último neto do tronco, Estevan Serra Bedore em 1999, totalizando 21 pessoas, sendo 12 homens e nove mulheres, todos atualmente residentes em Atibaia.

A segunda geração de Bedores nascido em Atibaia é a dos bisnetos do tronco que teve início com Paloma Bedore Louro em 1997 e até o momento encerra-se com Miguel nascido em 2017, totalizando 19 pessoas, sendo 8 mulheres e 11 homens.

Dos 21 netos de Oscar Bedore (4 filhos de Osvair, 7 de Odair, 3 de Paulo, 4 de Marcos e 3 de Gerson), 19 são nascidos em Atibaia, excetuando-se apenas Samanta e Sâmara, filhas de Paulo Bedore nascidas na vizinha cidade de Bragança Paulista/SP. Todos os 22 bisnetos (Paloma, Vinicius, Lívia Maria, Pedro Henrique, Lucas César, Maria Eduarda, Maria Fernanda, Vitória, Nicolas, Paulo Henrique, Piettro, Giulia, Emanuela, Manuela, Leonardo, Lorenzo, João Pedro, Guilherme, Benício, Matias e Miguel) são nascidos em Atibaia.

Em Atibaia a família estabeleceu inicialmente na praça Pio XII próxima a atual rodoviária da cidade e desde o início da década de 70 estabeleceram-se pioneiramente no bairro Jardim Brasil, localizado entre as avenidas Jerônimo de Camargo (antiga linha de ferro da ferrovia Bragantina) e avenida Carvalho Pinto, principal entrada recente da cidade e entre o supermercado Compre Bem Barateiro na avenida Gaspar Camargo e o tradicional colégio Externato São José. Trata-se de um bairro pequeno com cerca de 6 ruas e uma praça, próximo ao centro da cidade, distando do marco zero da cidade (praça da matriz) em menos de um quilometro aproximadamente.

Atualmente dos cinco filhos do tronco, quatro moram no bairro Jardim Brasil (Osvair, Odair, Paulo e Gerson) e um (Marcos) mora no bairro Recreio Estoril. Portanto, atualmente os 5 filhos, 3 noras, 21 netos e 15 bisnetos do tronco moram em Atibaia, totalizando 47 pessoas que carregam o sobrenome Bedore em Atibaia, todos retratados no título Bedore e com ascendência desenvolvida nos títulos Faccioli, Bassi, Assirati, Bacchiega, Fedre, Visentin, Basso, Rizzato e Bedore.

Em solo Atibaiano repousam os restos mortais do casal tronco, Oscar Bedore e Iride Bachega Bedore, falecidos em 2004 e 1997 respectivamente e de Idalina Alves de Oliveira Bedore, falecida em 2008, todos sepultados no túmulo da família no cemitério São João Batista, o mais antigo da cidade, iniciado em 1901.

Dos cinco filhos do casal, dois são aposentados (Osvair e Paulo) e atualmente atuantes no ramo de transportes de estudantes; um é ligado a pecuária e ao comércio (Marcos); outro é ligado ao ramo de transportes – taxista (Gerson); e outro é comerciante, empresário e ex-vereador por cinco mandatos consecutivos de 1983 a 2004 e 4 vezes presidente da Câmara Municipal da cidade em 1991/92/95/97 e 2004 (Odair).

Dos 21 netos, dois são advogados (Adriano e Alisson), três são professoras, sendo as duas últimas também pedagogas (Sabrina, Juliana e Samara), quatro são comerciantes (Janaina, Marcos Paulos, Fernando Henrique, Denis Lucas) duas são técnica em enfermagem (Samanta e Daniela), sendo a primeira também funcionária pública municipal, uma é formada em administração de empresas e funcionária pública da rede de ensino fundamental (Evelin), quatro são comerciários (Rodrigo, que é acadêmico de relações públicas, David, Felipe e Débora, acadêmica de arquitetura), um é estudante (Estevan, de ensino fundamental), uma é técnica em exames laboratoriais (Aline) e um é militar, Rodrigo Balceiro Bedore, filho de Odair Bedore.

ATIBAIA, ASPECTOS GEOGRÁFICOS

A população de Atibaia está em aproximadamente 126.614, sendo 62.217 homens e 64.397 mulheres, 115.266 na zona urbana e 11.348 na zona rural e 96.327 mil eleitores (último censo IBGE 2010). Acredita-se que Atibaia deva ter uma população flutuante de cerca 20.000 pessoas.

O Município pertence a 5ª região administrativa do Estado de São Paulo, pertencente a chamada mesorregião: Macro metropolitana paulista e fazendo parte da microrregião de Bragança Paulista. Localiza-se a 67km da capital do Estado, São Paulo, dista aproximadamente 60 km da cidade de Campinas, aproximadamente 80 km de São José dos Campos, e aproximadamente 500 km do Rio de Janeiro.

A taxa de alfabetização no município é de 92% e a expectativa de vida está em 73,08 anos (IBGE 2010)

mapa_bairros Mapa 2

A primeira ilustração mostra o município de Atibaia, cortado por duas importantíssimas rodovias (Fernão Dias e D. Pedro I)e dividido pelo principais bairros[389]e a segunda mostra o município e alguns de seus municípios vizinhos, vê-se também o litoral norte paulista, a cidade de São Paulo; no extremo a esquerda acima a cidade de Campinas

Atibaia possui uma extensão territorial de 478,101 km², dos quais cerca de 278km² correspondem a zona rural e cerca de 200 km² correspondem a zona urbana. Limita-se ao Norte com Bragança Paulista (antiga Jaguari), ao Sul com Franco da Rocha e Mairiporã (antiga Juqueri), ao leste com Piracaia (antiga Santo Antônio da Cachoeira) e Bom Jesus dos Perdões (antiga Bom Jesus da Cana Verde), e a oeste com Jarinu (antigo distrito de Atibaia com o nome de Campo Largo) e Campo Limpo Paulista. Suas coordenadas geográficas são: Longitude 46º 32’29” Oeste e Latitude 23º 6’5”.

Atibaia está localizada no eixo de uma malha rodoviária federal e estadual importante. A rodovia federal Fernão Dias, que liga as capitais dos Estados de São Paulo e Minas Gerais e cruza o Município no eixo norte-sul. A rodovia estadual D.Pedro I cruza o Município no eixo leste-oeste e liga as rodovias Anhanguera e Bandeirantes à rodovia Presidente Dutra, que liga as capitais dos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro.

Situa-se em região serrana, caracterizando-se por um peneplano bastante drenado, com altitudes mais frequentes entre 800 a1000 metros. Estas serras fazem parte dos primeiros contrafortes da Serra da Mantiqueira, localizando-se principalmente na parte Leste e Sul e recebendo a denominação de Serrado Botujuru, Serra do Itapetinga e Serra da Pedra Grande Vermelha. O ponto mais elevado do Município, o pico da Pedra Grande, tem 1450 metros de altitude.

O clima é ameno, com brisas constantes e foi considerado pela Unesco o segundo melhor clima do mundo, sendo apenas superado por uma cidade da Suíça. Atibaia é drenada pela Bacia do Rio Atibaia, que percorre nos eixos leste-oeste e sudeste-nordeste. O Rio Atibaia é integrante da bacia do Rio Piracicaba.

ATIBAIA, ASPECTOS HISTÓRICOS

A fundação de Atibaia foi oficialmente atribuída a Jerônimo de Camargo, contudo há historiadores como Afonso de Freitas in “Dicionário Histórico, Topográfico, etnográfico do Município de São Paulo”, edição de 1930 e outros que atribuem a fundação da cidade ao padre Matheus Nunes de Siqueira, alegando que Jerônimo de Camargo ao instalar-se nas margens do rio Atibaia e iniciar a formação de um Vila lá já encontrava-se o Padre Matheus Nunes de Siqueira juntamente com uma comunidade de índios Guarulhos.

Todavia, eu particularmente sou mais favorável a tese defendida por inúmeros genealogistas e historiadores, entre eles: Luiz Gonçaga da Silva Leme em: Genealogia Paulista; dr. Carvalho Franco, autor do primoroso trabalho: Os Camargos de São Paulo; Nelson Silveira Martins em sua obra: Atibaia, o paraíso quase impossível; Waldomiro Franco da Silveira, autor entre outros de: História de Atibaia e pelo admirável historiador, folclorista, advogado e político, João Batista Conti em sua obra: Dicionário Histórico e Geográfico de Atibaia, os quais defendem a tese que foi o Padre Matheus Nunes de Siqueira quem aproveitou das benfeitorias já existentes no embrião da Vila de Atibaia formada por Jerônimo de Camargo para em 1665 deixar os índios por ele catequisados na sem dúvida já existente Vila de Atibaia.

Acredito que Jerônimo de Camargo a frente de uma bandeira pelos sertões e ou fugindo de uma das brigas entre as célebres e rivais famílias Pires e Camargo de São Paulo, fixou as bases e deu início a Vila de Atibaia entre 1553 a 1660, portanto, entre cinco a doze anos antes da chegada do Padre Matheus Nunes de Siqueira.

A genealogia como braço que é da história, acaba dirimindo totalmente alguma dúvida que poderia existir sobre o estabelecimento de Jerônimo de Camargo em terras atibaianas, visto que parte considerável de sua descendência e da descendência de alguns de seus irmãos, especialmente de Marcelino de Camargo fincou raízes em solo atibaiano e isso nos faz concluir que esta gente toda, os Camargos, não se estabeleceriam em Atibaia não fosse a terra fundada ou ao menos povoada por seus antepassados. A genealogia, portanto, na ausência de provas históricas cabais que foi Jerônimo de Camargo o fundador de Atibaia, acaba não deixando dúvida alguma que Jerônimo e seu irmão Marcelino, entre outros Camargos, estiveram em Atibaia e com ela tiveram fortes relações, do contrário toda a descendência dos irmãos Camargos, não se estabeleceria nestas paragens. Se foi Jerônimo o primeiro a chegar e a fazer as primeiras benfeitorias em Atibaia ou se foi o padre Matheus Nunes de Siqueira, talvez, jamais saberemos, mas que sem dúvida Jerônimo e seus irmãos, especialmente Marcelino de Camargo, foram responsáveis pelo mando do novo povoado nos primeiros anos de sua existência, isso não temos nenhuma dúvida, e a genealogia, através deste modesto trabalho, nos dá fartas provas disso.

Portanto, para mim, não há nenhuma dúvida sobre a presença e a importância da família de Jerônimo e Marcelino, no nascimento e povoamento de Atibaia. As primeiras famílias atibaianas e seus primeiros governantes, têm o sangue espanhol dos Camargos, especialmente, de Marcelino de Camargo, considerado o Patriarca de Atibaia e cuja importância genealógica para cidade é maior que seu irmão Jerônimo.

Contudo, o título de único fundador da cidade atribuído a Jerônimo de Camargo carece, no meu ver, de provas históricas cabais, posto que não sabemos se tal atribuição é fruto de tradição oral, passada de geração a geração e, portanto, verdadeira, ou se foi uma versão histórica criada nos fim do século XIX ou começo do século seguinte para, quem sabe, legitimar ainda mais o poderio político dos Alvim, que cresceu a partir da proclamação da república na figura de Nhô Bim ou José Alvim de Campos Bueno que era sexto neto de Jerônimo de Camargo, de quem talvez tenha querido tornar o único fundador da cidade, legitimando ainda mais sua nascente liderança. Enfim, o mais prudente e correto fosse dizer que Atibaia foi povoada inicialmente, já que não gosto do termo, fundada, pela família ou irmãos Camargos, e não apenas por um de seus membros. Seja como for, os Camargos foram, incontestavelmente, os primeiros e principais povoadores de Atibaia, ou seja, a primeira família atibaiana e maior responsável por seu nascimento e povoamento.

Voltando aos historiadores, Nelson Silveira Martins e Waldomiro Franco da Silveira citam em seus trabalhos uma carta de sesmaria pela qual conclui-se que a posse das terras de Jerônimo de Camargo, onde hoje temos a bela cidade de Atibaia deu-se entre 1653 a 1660 e que o mesmo aqui chegou em razão dos conflitos políticos entre os partidos dos Pires e dos Camargos na Vila de São Paulo de Piratininga.

Para entender melhor sobre a fundação de Atibaia é necessário que façamos um breve comentário sobre o conflito entre Pires e Camargos.

A chegado dos PIRES em São Paulo: No ano de 1531 chegou ao Brasil a primeira expedição colonizadora chefiada por Martim Afonso de Souza. Entre os novos moradores da nova terra, encontra-se Salvador Pires, natural do Porto que foi casado com Maria Rodrigues. Salvador era filho do patriarca da família Pires do Brasil, João Pires. Os descendentes de Salvador Pires, que faleceu em São Paulo com testamento em 1592, formaram um clã político que dominou a política na vila de São Paulo aproximadamente nos seus dois primeiros séculos de existência.

A chegada dos CAMARGOS em São Paulo: Na última metade do século XVI chegou ao porto de São Vicente o castelhano Jusepe de Camargo, patriarca da família Camargo no Brasil que casou-se com Leonor Domingues, falecida em São Paulo com testamento em 1630 (descendente do colonizador João Ramalho) [todos, Salvador Pires, Jusepe de Camargo e João Ramalho são meus ascendentes], Jusepe de Camargo era filho de Francisco de Camargo e Gabriela Ortiz, natural de Castela. Jusepe foi Juiz Ordinário em São Paulo em 1611 e em 1630 já se encontrava falecido. A família Camargo deu início a uma segunda facção de poder na Vila de São Paulo alterando-se no poder da Vila com a família Pires.

Entre os filhos de Jusepe de Camargo, citamos: Fernão, Jerônimo, José Ortiz e Marcelino (esses dois últimos meus avôs em 11º grau) tornaram-se personagens importantes nas histórias de São Paulo e de Atibaia, os três últimos foram juízes ordinários da vila de São Paulo, algo equivalente ao cargo de presidente da câmara, com poderes infinitamente maiores.

O início do conflito entre as duas famílias: A partir de 1640 acirrou-se uma célebre disputa entre duas importantes famílias paulistanas: os Pires e os Camargos. Os motivos mais citados pelos poucos historiadores e obras que tratam da célebre disputa entre as duas famílias paulistas que descobrimos foram:

1 – a expulsão dos padres jesuítas do colégio São Paulo, que fundaram o dito colégio e cuja fundação deu origem a cidade de São Paulo em 1640, tendo os Pires tomado partido dos jesuítas, provocando a hostilidade da família Camargo, famosos “caçadores de bugres”;

2 – o aprisionamento do índios. Os colonizadores tinham como hábito capturar e escravizar os indígenas enquanto os jesuítas trabalhavam enfatizando a catequização das tribos, fato que nem sempre era visto com bons olhos pelos “paulistas” que via de regra viam nos índios apenas mão-de-obra escrava;

3 – a disputa pelo domínio político da câmara paulistana e consequentemente pela administração da vila paulistana por duas importantes famílias paulistanas;

4 – a restauração do trono Português e o consequente fim do domínio espanhol sobre Portugal em 1640 e

5 – mero conflito familiar sem ligação política decorrentes da rivalidade entre os chefes dos clãs acentuados a partir da morte acidental ou pretendida de Leonor Camargo por seu marido Alberto Pires, que também matou seu cunhado Antônio Pedroso de Barros. Há versões que afirmam que Pires teria atingido sua mulher por acaso, e, sem saber como justificar sua morte, matou também o cunhado, acusando os mortos de adultério e a partir daí os Camargos decidiram vingar essa morte sem nenhuma conotação política.

Na nossa ótica, embora não haja documentação que permita afirmar como verdade histórica, a célebre disputa entre as famílias Pires e Camargos que oficialmente teve início com a expulsão dos jesuítas do colégio São Paulo e acirrou-se com a morte de Pedro Taques, era reflexo de um novo cenário político que se deu com o fim do domínio espanhol no reino de Portugal e da consequente disputa política pelo controle administrativo da vila de São Paulo.

Portanto, para entendermos o conflito entre os Pires e os Camargos em São Paulo é necessário compreendermos o contexto histórico e político da época.

No mesmo ano de 1640, chegava ao fim o domínio espanhol em Portugal e o Brasil, como colônia portuguesa deixava de ser governado pela Espanha, o que acontecia desde 1580. Vamos aos fatos que geraram esse domínio espanhol:

Em 1578 morre o jovem Rei português D. Sebastião que foi sucedido por seu tio-avô D. Henrique, cardeal da igreja católica e que ao morrer em 1580, como também não tinha descendentes como D. Sebastião fora sucedido por D. Filipe da Espanha, dando início a dinastia Filipina (dinastia dos três reis Filipes) ou dinastia dual, ou seja, dois reinos (Espanha e Portugal) e um único Rei.

Em primeiro de dezembro de 1640, após 60 anos de domínio Espanhol em Portugal, deu-se a restauração do trono Português, com o início da quarta e última dinastia do trono Português, com a proclamação de D. João IV como Rei de Portugal, pondo fim o domínio Espanhol naquele País.

Ora, a cidade de São Paulo, como a principal cidade do interior da capitania de São Vicente, então colônia portuguesa, viveu entre 1580 a 1640 sob o domínio político da Espanha. Na cidade de São Paulo, os descendentes dos espanhóis gozam de certos privilégios e vantagens sob os descendentes de portugueses. Com o fim do domínio espanhol em dezembro de 1640, os descendentes de espanhóis de São Paulo, acostumados com os prováveis privilégios decorrentes do domínio espanhol nos mandos do reino português, decidiram criar independência do novo reino Português, aclamando um descendente de espanhóis em São Paulo, o rico Amador Bueno da Ribeira como Rei de São Paulo que declinou da aclamação e decidiu obediência ao novo Rei de Portugal, frustrando os partidários do partido dos Camargos, descendentes de espanhóis de São Paulo.

Amador Bueno da Ribeira era paulista filho de espanhóis de Sevilha, foi ouvidor e capitão-mor da capitania de São Vicente em 1627. Um de seus filhos, de mesmo nome, casou-se em 1634 com uma irmã de Jerônimo de Camargo e Marcelino de Camargo, de nome Marina de Camargo (meus decavós). Fato que ilustra bem a relação de Amador Bueno da Ribeira com os Camargos. Amador Bueno da Ribeira foi aclamado Rei de São Paulo no dia primeiro de abril de 1641 pelos espanhóis e seus descendentes, que não queriam tornar súditos do Rei D. João IV de Portugal, considerado um vassalo rebelde do soberano espanhol, buscando com esse ato a secessão da região paulista do resto do Brasil, esperando talvez anexá-la às colônias espanholas limítrofes. Contudo, Amador Bueno da Ribeira recusou a honra, e com a espada desembainhada, deu vivas, como leal vassalo, ao rei de Portugal, em quem se restaurava a monarquia portuguesa depois de sessenta anos de União Ibérica.

Arrependidos do intento de tentar criar um novo reino em São Paulo, os espanhóis e seus partidários resolveram aderir ao movimento restaurador do 1º de dezembro de 1640. E assim foi D. João IV solenemente reconhecido soberano dos paulistas aos 03 de abril de 1641.

Por esse ato, Amador Bueno da Ribeira deixou nome ilustre e recebeu carta de el-rei em que lhe agradecia a lealdade. Quase duzentos anos depois, Dom Pedro I fez questão de ressaltar que foi aclamado Imperador pela primeira vez na terra do “fidelíssimo e nunca assaz louvado Amador Bueno da Ribeira”.

Voltando para o ano de 1640 (mesmo ano da expulsão dos Jesuítas do colégio pelos Camargos e mesmo ano do fim do domínio político dos espanhóis em Portugal) outro fato acirrou o conflito entre as duas famílias: Pedro Taques de Almeida, parente dos Pires, se desentendeu com Fernando de Camargo, chamado de “Tigre”. Os dois desembainharam adaga e espada no largo da matriz, hoje praça da Sé. Me parece que há muita coincidência entre os acontecimentos políticos que envolveram as duas famílias, de modo que, na nossa ótica, não há como o conflito entre as duas famílias ser um mero conflito familiar sem conotação política, como concluiu o historiador Afonso E. de Taunay em Ensaios Paulistas, 1958, para nós está evidente que tal conflito tem ligações evidentemente políticas e Atibaia nascerá de reflexos deste conflito.

Em 1641, mesmo ano da tentativa de aclamação de Amador Bueno da Ribeira como Rei de São Paulo, um outro acontecimento marcou a célebre briga dos Pires contra os Camargos: Foi o assassinato de Pedro Taques, cunhado de Fernão Dias Paes e líder do partido dos Pires, pelo adversário Fernão de Camargo, chamado o “Tigre” em pleno Largo da matriz da Vila de São Paulo. Fernão de Camargo era o 1º filho de Jusepe de Camargo, tronco desta família em São Paulo e foi o 1º chefe dos seus na célebre contenda entre os Camargos contra os Pires em São Paulo que durou até 1765 quando se discutia a elevação da Vila de São João Batista de Atibaia a categoria de Vila, precisamente nessa data se deu pela última vez registros oficiais da luta entre as duas famílias em São Paulo, alimentada por mais de 100 anos.

Concluindo, na nossa visão, a célebre briga entre os Pires e os Camargos na cidade de São Paulo teve direta relação com a restauração do trono português após 60 anos de domínio espanhol. Mas vamos continuar na briga entre os Pires e os Camargos:

Os Pires, em plena beligerância, não só aos Camargos, retiraram-se para a vila de Parnaíba. Com o apoio do ouvidor-geral do Rio de Janeiro, João Velho de Azevedo, os Pires conseguiram a destituição de José Ortiz de Camargo do cargo de ouvidor da Vila de São Paulo. Desde então as incursões dos Pires a São Paulo, transformaram-se em batalhas sangrentas, espalhando o terror entre os habitantes. Em 1653, os Camargos foram a Bahia, sede administrativa da Colônia, pedir Justiça e obtiveram do governo-geral da colônia a ordem o reempossamento de José Ortiz de Camargo como ouvidor de São Paulo. Ortiz de Camargo retornou da Bahia “com muita gente branca e gentios”, todos armados para mais um conflito na Vila de São Paulo.

Em 1654 Ortiz aceitou a mediação dos prelados religiosos da vila para retornar ao cargo de ouvidor, não pelas armas, mas através de um “termo de composição”. No Rio de Janeiro, o ouvidor geral João Velho de Azevedo partidário dos Pires, não concordou com a medida e voltou enraivecido para São Paulo, mandando abrir devassa sobre os tumultos e crimes cometidos pelos Camargos. Sua intenção era remeter os inquéritos aos juízes da Bahia, o que representaria a indicação dos Camargo à pena capital.

Assim que soube da chegada do ouvidor, Jerônimo de Camargo que ocupava o cargo de juiz ordinário e de posse das chaves do paço municipal (como se hoje tivesse ele as chaves das sedes dos Poderes Executivo e Legislativo da cidade, posto que na época os Poderes se confundiam) abandonou a vila com destino ignorado, mas que alguns historiados (e para mim), juntamente com seu irmão Marcelino de Camargo fizeram várias incursões para o sertão paulista, mais precisamente para as margens do rio Atibaia dando provavelmente início a formação de uma fazenda e consequentemente ao povoado que resultou na vila de São João Batista de Atibaia.

Acreditamos que entre 1654 a 1660 já havia sido formada, ou pelo menos iniciada, a fazenda fundada por Jerônimo e seu irmão Marcelino. Deve ser dessa época a construção de uma sede da fazenda e ou uma capela dedicada a São João Batista Menino construída no alto de uma planície (hoje praça da matriz e rua José Lucas), pelos irmãos Camargos num local estrategicamente escolhido por questões de segurança.

Em 1664, quando o padre Matheus Nunes de Siqueira, no comando de uma bandeira que conquistou os índios guaru ou Guarulhos, ao passar pela localidade conhecida como Atubaia, provavelmente deparou-se com a fazenda de Jerônimo e mesmo com o embrião do povoado no alto da planície (hoje praça da matriz e rua José Lucas) e lá deixou os ditos índios a fim de contribuírem para a formação de um povoado. Nunca saberemos se o Padre Matheus já encontrou uma capela no local, ou se a construiu com a ajuda dos índios que trazia em 1664, o fato é que, muito provavelmente já encontrou um pequeno e simples povoado no alto da colina, pois tal lugar seria estratégico para a segurança dos Camargos, que da planície controlariam a chegada de visitantes, ou pelo menos, o início da fazenda de Jerônimo de Camargo nas margens do rio Atibaia.

Padre Matheus Nunes de Siqueira saiu de São Paulo com sua bandeira em abril de 1664 e em 03 de julho de 1665 após seu retorno se apresenta à Câmara de São Paulo e comunica os acontecimentos da mesma como a catequização dos índios Guarulhos que deixou em Atubáia e recebeu as ordens da Câmara para que deixasse os ditos índios “…en povoado e termo da vila (São Paulo) na paragen chamada Atubáia e que o reverendo entregava o dito gentio, e se lhe formasse aldeia na mesma paragen donde estão.”, Portanto, o Padre Matheus deixou os índios numa paragem já existente onde não nos resta dúvida ser a fazenda de Jerônimo de Camargo que não deve ter sido citada para evitar problemas políticos na Câmara Municipal.

As disputas entre os Pires e os Camargo em São Paulo tiveram trégua a partir de 1655 através de uma provisão do Conde de Autouguia de 24 de novembro de 1655 que determinou que a câmara de São Paulo fosse composta por igual número entre Pires e Camargos. Em 1658 novamente os ânimos se exaltaram entre os membros dos dois partidos e só em 1660 acatando aos renovados pedidos da metrópole, da Bahia, do Rio de Janeiro e de São Vicente, os paulistas abandonaram as disputas beligerante em troca de uma nova aventura que atenderia as necessidades do Estado: as viagens desbravadoras pela Serra da Mantiqueira pelos bandeirantes dando início ao ciclo mineiro.

A última referência que se tem de Jerônimo de Camargo em Atibia data-se de 1687 quando o mesmo recebeu a visita de Padre Provincial o qual levou: “ … quatro cambada de peixe salgados e três queijos, no valor de $ 480 (quarenta e oito centavos)”, sabe-se que Jerônimo de Camargo partiu de Atibaia para fundar uma fazenda em Jundiaí onde faleceu ou na última década do século XVII, entre os anos de 1690 a 1695, o que era mais provável, ou no início do século XVIII.

Em 1698 a terceira filha de Jerônimo de Camargo e Antônio do Prado da Cunha contraíram matrimônio e embora não tenhamos examinado a respectiva certidão de casamento, através da obra de Waldomiro Franco da Silveira sobre a História de Atibaia, deduzimos que por aquele casamento via-se que Jerônimo de Camargo já era falecido ou já não se encontrava mais em Atibaia.

Atibaia foi elevada a Capela Curada em 1679/80 (ou seja, a igreja passou a ter padre próprio), passando a paróquia ou freguesia, segundo alguns historiadores, em 170. Aos 13 de agosto de 1747 Atibaia passa a ser Distrito de Paz e aos 27 de junho de 1769, por portaria do capitão D. Luiz Antônio de Souza Botelho Mourão, mais conhecido como Morgado Matheus, é e elevada a vila (atualmente chamada de cidade ou município. No ano seguinte (1770) é formada a primeira Câmara Municipal.

Atibaia recebeu o título de cidade por lei provincial de 22 de abril de 1864 com o nome de São João Batista de Atibaia nome que conservou até 20 de dezembro de 1905 quando passou a se chamar simplesmente ATIBAIA.

Sua data de fundação oficial é 24 de junho de 1665, dia do santo padroeiro da capela da fazenda de Jerônimo de Camargo que passou a ser consequentemente a matriz da cidade, tendo sido nesta data realizada a primeira missa (eu particularmente não acredito que haja alguma prova que em 24 de junho de 1665 o Padre Matheus Nunes de Siqueira tenha realizado a 1ª missa em solo atibaiano, de qualquer modo se ela realmente aconteceu é indiscutivelmente um grande marco para o nascimento da cidade). pelo padre Matheus Nunes de Siqueira, todavia, como já vimos foi no dia 03 de julho de 1665 que a câmara de São Paulo com a presença do Padre Matheus ordena seja formada “aldeia na paragen donde estão” os índios catequisados pelo Padre em sua bandeira, portanto, podemos considerar que Atibaia poderia comemorar duas datas de fundação, a oficial, que se baseia no aspecto religioso (24 de junho, dia de São João Batista, o padroeiro da capela que deu início ao povoado) e a não oficial (03 de julho) que para mim parece mais correta, posto que é a primeira menção oficial da cidade e mais ainda marca exatamente o seu nascimento institucional, algo que analogicamente poderemos comparar a carta de Pero Vaz de Caminha.

CRONOLOGIA DA HISTÓRIA DE ATIBAIA PELO AUTOR

Século XVII

1580 – 31 de janeiro – Morre em Portugal, sem deixar herdeiros, o Rei e Cardeal D. Henrique, sendo sucedido por Felipe II, rei da Espanha, unindo as duas coroas e, consequentemente, os dois países, até 1640 com a restauração da coroa portuguesa e o fim do domínio espanhol sobre Portugal.

1637 a 1639 – Segundo historiadores, Garcia Rodrigues Velho desbravou o bairro do Caioçara e Onofre Jorge Velho o bairro do Itapetinga, ambos no município de Atibaia. O córrego do Onofre leva o nome de seu desbravador.

12 de janeiro – Primeira sesmaria que faz menção ao rio Ibyatibaia concedida aos irmãos Manoel Garcia e Garcia Rodrigues Velho. Como o rio Atibaia é extenso não podemos afirmar que a sesmaria fazia menção a terras na região do grande município de Atibaia, mas de qualquer forma é a primeira vez que se tem registro do nome em documento público.

1640 – junho – Expulsão dos jesuítas do colégio São Paulo, que provocou a célebre disputa política entre os membros da família Pires(de origem portuguesa e defensores dos jesuítas) e Camargo(de origem espanhola), detentoras do poder político da Vila de São Paulo, a primeira família era a favor dos jesuítas. Os jesuítas retornaram em 1653.

01 de dezembro – Restauração do trono português, depois de 60 anos de domínio espanhol, dando início à quarta e última dinastia portuguesa, a dos Bragança.

1641 – Pedro Taques, líder do partido dos Pires é assassinado por seu rival Fernão de Camargo em pleno largo da matriz em São Paulo, este último era irmão entre outros de: Marcelino de Camargo, o patriarca de Atibaia e Jerônimo de Camargo, o fundador de Atibaia. A disputa entre as famílias Pires e Camargo teve registro nas atas da câmara de São Paulo entre 1641 até o começo da discussão sobre a elevação de Atibaia à Vila em 1765, ou seja, a disputa durou por mais de 100 anos.

1646 – 1° de outubro – Carta de sesmaria dos irmãos Domingos Garcia Velho, Garcia Rodrigues Velho, Miguel Rodrigues Velho e Manoel Garcia Velho para atestando a posse de o além do rio batibaia, ou seja, confirmando que a região de Atibaia já era explorada antes do ano de sua fundação.

1647/48 – Alguns historiadores referem-se a possíveis entradas para o interior, chamada de “Marcha para Jundiaí”

1652 – Jerônimo de Camargo ocupa o elevado cargo de juiz ordinário em São Paulo, integrando uma Câmara sob o domínio dos Camargos, as eleições para juízes ordinários eram trienais. Sua eleição é acusada de fraude e um recurso é apresentado ao Ouvidor Geral visando impugnar o pleito. Segundo alguns historiadores, Marcelino de Camargo conduz seu irmão Jerônimo a entradas nos arredores da serra do Itapetinga e rio Atibaia e também por Jundiaí.

– Primeira citação em documento público do bairro Caioçara de Atibaia no inventário de Antônio Pedroso de Barros. O antigo bairro de Caioçara compreende na atualidade há muitos bairros de Atibaia, tais como: Maracanã, Iara, Campo dos Aleixos, Campinha, vitória Régia, Brotas e tantos outros, além da hoje cidade de Jarinu, antiga Campo Largo de Atibaia.

– Uma nova tragédia envolve as famílias rivais: Pires e Camargo. Alberto Pires mata sua esposa, Leonor de Camargo Cabral, e mais um homem. Corre pela vila um boato de que ele havia vingado a morte de Pedro Taques, assassinando sua esposa, uma Camargo que defendia o modo de pensar e agir dos seus.

1653 – maio – O Dr. João Velho de Azevedo, ouvidor geral da repartição sul, chega a São Paulo com intenção de regularizar a situação política da vila, que se encontrava em estado de precariedade. Ao saber da chegada do ouvidor, Jerônimo de Camargo ausenta-se para lugar ignorado, levando consigo as chaves do Paço. O Ouvidor arromba as portas e convoca novas eleições. Desta vez vencem os Pires que trazem de volta os Jesuítas, provavelmente mais como ato de provocação política aos Camargos que por fé religiosa. Acredita-se que Jerônimo de Camargo tenha fugido para os sertões Atibaianos, iniciando a partir daquele ano inúmeras viagens àquela região, até formar ali sua fazenda.

1654 a 1660 – O bandeirante Jerônimo de Camargo faz várias entradas pelos sertões, em companhia de seu irmão Marcelino de Camargo, instalando uma fazenda às margens do rio Atubaia, erigindo ali uma capela dedicada a São João Batista (1654 segundo alguns historiadores), iniciando com isso o nascimento do povoado que veio a se tronaria a cidade de Atibaia.

1655 – Fundação da Vila de Jundiaí que teria iniciado seu povoamento em 1615 através Rafael de Oliveira e s.m Petrolina.

24 de novembro – Uma provisão de Dom Jerônimo de Atahide, Conde de Atouguia, tenta pôr fim a tradicional rivalidade entre as famílias Pires e Camargo, determinando que as Câmaras paulistas fossem compostas sempre em igual número entre os Pires e Camargos, mais um neutral.

1657 – Jerônimo de Camargo pede e recebe carta de data na recém-criada Vila de Jundiaí.

1664 – abril – Partida de São Paulo, rumo ao sertão de Minas, via Juqueri, uma pequena bandeira comandada pelo sertanista Padre Matheus Nunes de Siqueira, o famoso “calção de couro”.

1665 – 24 de junho – Data escolhida pela Lei Municipal nº 205 de 02.JUL.1.952 para celebrar o dia da fundação da cidade de Atibaia, pois acredita-se que nesta data o Padre Matheus Nunes de Siqueira rezou a primeira missa na capela erigida por Jerônimo de Camargo em sua fazenda, deixando naquela povoação os índios catequizados durante sua bandeira. Esta data, na verdade, foi escolhida pela câmara municipal como data de fundação da cidade por ter sido no ano de 1665 a primeira referência oficial à cidade e o dia 24 de junho, dia de São João Batista, santo padroeiro da capela erigida por Jerônimo de Camargo.

03 de julho – Após seu retorno a São Paulo o Padre Matheus Nunes de Siqueira se apresenta na câmara de S. Paulo a fim de comunicar os acontecimentos decorridos de sua bandeira. Naquela data a câmara de S.Paulo ordena ao padre Matheus: “…para que formassem aldeia e estivessem debaixo da jurisdição dos oficiais do conselho com os mais, para servir a Sua Majestade…” os índios guaru ou Guarulhos que o Padre havia conquistado e deixado “…en povoado e termo desta vila na paragen chamada Atubáia e que o reverendo padre entregava o dito gentio em nome de senhor do dito gentio, e se lhe formasse aldeia na mesma paragem donde estão”. É a primeira referência oficial sobre Atibaia e por ela fica evidente que o Padre Matheus deixou os índios conquistados em sua bandeira, num “povoado” já existente, o qual não nos resta dúvida ser os primórdios da fazenda de Jerônimo de Camargo.

1666 – 09 de novembro – A câmara de São Paulo resolve mandar dois oficiais de justiça à Atibaia para “…ver se estão os índios goaramimis na paragem donde delles tomarão lista o anno passado…”.

1667 – Inês da Costa, esposa de Onofre Jorge Velho é inventariada em São Paulo e revela ter terras em Atibaia.

1669 – 05 de maio – A câmara paulista manda notificar o capitão da aldeia de Guarulhos, Antônio Lopes de Medeiros para impedir a grande quantidade de índios que estavam se transferindo “…para Caiosara e Atibaia…”.

1674 – 21 de julho – O bandeirante Fernão Dias Pais, em sua busca pelas esmeraldas, segundo historiadores modernos, parte de São Paulo com destino as minas passando por Atibaia, mas não há comprovação histórica de que teria passado por Atibaia. É acompanhado entre outros de Matias Cardoso de Almeida, um dos fundadores de Nazaré Paulista e de Antônio do Prado da Cunha, futuro genro de Jerônimo de Camargo, nomes extremamente ligados com a região de Atibaia.

1676 – Primeira citação em documento público da serra de Itapetinga no inventário de Marcelino de Camargo.

– Matias Lopes ergue uma capela em louvor a Nossa Senhora de Nazaré dando pulso ao povoado que resultaria na hoje cidade de Nazaré Paulista. Acreditamos que o povoado que deu origem a Nazaré deva ter se iniciado entre 1660 a 1670, pouco anos depois do início do povoamento de Atibaia ou na mesma época.

– Nomeação do primeiro capitão das ordenanças do então bairro de São João Batista de Atibaia, Francisco de Godoi Moreira, partidário dos Pires (genro de João Pires), substituído em 1684 por Tomás da Costa Barbosa, partidário dos Camargos, substituído por João dos Reis Cabral aos 06.FEV.1700 c.c uma neta de Jerônimo de Camargo, mesma data que é nomeado Pascoal Delgado de Camargo, neto de Marcelino para capitão do bairro de Nazaré.

1680 – Segundo Waldomiro Franco da Silveira, que julgamos estar certo, Atibaia passa a ser Capela Curada, isto é: a ter padre próprio. Em data desconhecia, após esforços do fundador da cidade e ou de Antônio do Prado da Cunha, ou ambos uma nova capela maior fora construída em frente a capelinha original. Todavia, por razões que desconhecemos, a criação de uma paróquia deu-se apenas 1719, talvez em decorrência da reforma da antiga capela que encerrou-se somente em 1719.

21 de maio – Em sessão da câmara de São Paulo é informado que o vereador Manoel da Fonseca Osório precisava ser substituído pois mudara-se para Atibaia.

1681 – 24 de março – Jerônimo de Camargo hospeda em Atibaia D. Rodrigo Castel Blanco, que chefiava por ordem real, a maior e melhor bandeira até então organizada para devassar o sertão mineiro e atingir a cobiçada e lendária Serra das Esmeraldas, seguindo as pegadas de Fernão Dias Pais que saíra para o sertão 7 anos antes.

1683 – João Lopes de Lima, bandeirante e um dos fundadores de Nazaré parte com uma bandeira para as minas.

1685 – maio – Jerônimo de Camargo faz sua última entrada no sertão que se tem notícia, organizando uma bandeira em parceria com Antônio Bueno, Salvador de Oliveira e outros.

1686 – Primeiro ato religioso registrado na capela de Nazaré Paulista existente nos arquivos da cúria de Bragança. A possível forte presença de religiosos no povoado talvez explique os remotos registros religiosos de Nazaré, que segundo alguns historiadores passou a ser capela curada desde 1693 sendo o padre Manoel Cardoso de Lima seu 1° vigário.

1687 – Jerônimo de Camargo recebe em Atibaia a visita do Padre Provincial, para celebrar missa, ganhando do padre como mimo ao fundador do Povoado “…4 cambadas de peixe salgado e 3 queijos, no valor de $ 480”. É neste ano que se tem a última notícia de Jerônimo de Camargo em Atibaia; sabe-se que mudou-se para Jundiaí, onde muito provavelmente já tinha formado fazenda, antes mesmo de povoar Atibaia. Faleceu naquela cidade em princípios 1707.

1685 a 1700 – Distribuição das sesmarias (lotes de terras, distribuídos pelos donatários das Capitanias para que as terras fossem ocupadas e exploradas) na região de Atibaia.

1690 – Descoberta de ouro na região da Minas e início do tropeirismo entre São Paulo e Minas Gerais.

1696 – Juqueri, hoje município de Mairiporã foi elevada a capela curada e ou Freguesia de São Paulo e se tornará Município somente aos 27.MAR.1889. A proximidade entre Atibaia e Mairiporã, faz com as duas cidades sempre se interajam.

1698 – Início da primeira grande reforma e ampliação da capela construída por Jerônimo de Camargo e partido de Atibaia a bandeira chefiado por João Lopes de Lima a fim de tomar posse do Ribeirão do Carmo (Mariana/MG).

16 de julho – João Lopes de Lima, morador de Atibaia, e seu irmão padre Manoel Lopes, o “Buá”, fundadores de Nazaré, redescobrem o Ribeirão do Carmo, hoje cidade de Mariana. Eram filhos de Barbara Cardoso de Almeida, considerada fundadora de Bom Jesus da Cana Verde ou Ajurutiba, hoje Bom Jesus dos Perdões.

Século XVIII

1701 – Segundo alguns historiados, especialmente, Waldomiro Franco da Silveira, os quais julgamos estarem certos, Atibaia é elevada à Freguesia graças aos esforços de Antônio do Prado da Cunha e de Francisco de Camargo Pimentel. Sendo primeiro vigário, Pe. Manoel Alves Vilela. Os primeiros registros religiosos de Atibaia, anteriores ao término das obras da primeira grande reforma da capela não constam dos arquivos da cúria de Bragança por razões que desconhecemos.

1705 – 22 de maio – Realizada 1ª missa na capela de Bom Jesus do Perdão, sendo seu 1° vigário seu f° Manoel Cardoso de Lima que fora vigário de Nazaré entre 1693 a 1695. Contudo, o 1° registro de um ato religioso da capela de Bom Jesus data de 27.JUL.1716.

1707 – 10 de julho – Antônio do Prado da Cunha e seu filho João do Prado de Camargo requereram por petição a confirmação da posse de terras na paragem chamada de Caguaçu, hoje bairro da Ponte Alta em Atibaia que pertenceu ao sogro e avô de ambos, Jerônimo de Camargo que as tinha há mais de 40 anos, portanto, antes de 1667.

1713 – Nomeação do 1° juiz vintenário para freguesia de São João de Atibaia, Jacinto da Costa. O juiz de vintena era a autoridade que resolvia as pequenas lides entre os moradores do povoado e o cap. João Teles Fogaça para Nazaré.

1719 – Término das obras da primeira grande reforma da capela, que deu origem à igreja matriz de São João Batista. Algumas anotações trazem o ano de 1744 como início das obras de construção da igreja matriz e seu termino em 1756, portanto, segundo essas anotações, a reforma de 1698 a 1719 ainda não tratava-se da igreja matriz e sim da segunda capela construída pelo fundador da cidade no final da década de 1670.

14 de dezembro – Primeiro registro de um ato religioso em Atibaia arquivado na cúria de Bragança é um batismo: “aos 14 de dezembro de 1.719 batizei e pus os Santos Olhos ao inocente Francisco, filho de Sebastião Pedroso e de Ana Rosa Forão, foram padrinhos Amaro da Silva Alvarenga e Maria Pinto Guedes. – Padre Rabello Barros, coadjutor.”

1724 – 03 de janeiro – Em resposta a câmara de São Paulo, o vigário de Atibaia informa ter registrado 220 homens na freguesia.

24 de junho – É sepultado na capela-mor da igreja da matriz o capitão Francisco de Camargo Pimentel, filho de Marcelino de Camargo, o Patriarca de Atibaia que juntamente com Antônio do Prado Cunha, comandou os destinos do povoado de Atibaia entre as décadas de 1680 a 1730.

1728 – Instituição do 1° estabelecimento comercial da freguesia de Atibaia, era o empório Aguirre, de José Aguirre do Amaral.

1730 – 1740 – Início de um arraial que mais tarde viria ser a cidade de Joanópolis. Em 21.AGO.1896 é elevada a Vila.

1730 – Lucas de Siqueira Franco torna-se o primeiro atibaiano nato a ocupar um alto cargo na administração da Vila de São Paulo ao ser nomeado almotacé, voltando a exercer o mesmo cargo em 1735 e 1743.

1731 – Segundo Waldomiro Franco da Silveira, que julgamos estar certo, Nazaré é elevada a freguesia.

1733 – É criado em Atibaia um terço de auxiliares ou Companhia de Ordenanças (corpo militar), sendo nomeados para eles: Lucas de Siqueira Franco, capitão, José Freire de Moraes, tenente e Bento da Silva Chaves, alferes. Portanto, estreia na vida pública de Atibaia como capitão, com apenas 23 anos de idade o futuro 1º capitão-mor Lucas de Siqueira Franco.

1737 – O bandeirante Bartolomeu Bueno de Siqueira passa por Atibaia.

1740 – João do Prado Camargo, neto do fundador de Atibaia é nomeado almotacé da câmara paulistana; foi também vereador em 1744 e juiz ordinário em 1750. Em Atibaia foi juiz ordinário em 1771 e 1772.

1742 – Dois atibaianos integram a câmara paulistana pelo partido dos Camargo: Lucas de S. Franco e Bartolomeu Corrêa Bueno.

1746 – agosto – O atibaiano Antônio Bueno de Azevedo descobre ouro em Ribeirão Palmital, onde fundou aos 13.DEZ.1746 a então aldeia de Santa Luzia, hoje município de Luziânia/GO. Faleceu naquela aldeia aos 12.MAIO.1771.

1747 – 13 de agosto – Atibaia é elevada a distrito de paz com o nome de: São João Batista de Atibaia.

1749 – Eleição de Lucas de Siqueira Franco para o cargo de juiz ordinário em São Paulo, substituído no ano seguinte por João do Prado Camargo.

1761 – 15 de fevereiro – Proposta à Câmara paulista a elevação de Atibaia à categoria de vila (hoje município), pelo fazendeiro do bairro Caioçara, Frutuoso Furquim de Campos, chefe do partido dos Pires na região Atibaiana. A tentativa frustrou-se por falta de apoio dos atibaianos ilustres que pertenciam ao partido dos Camargos na Câmara Paulistana, ligados a Atibaia, pois, uma vez transformada Atibaia em vila, os partidários dos Camargos se dedicariam à política de sua terra e deixariam naturalmente a vida política da Vila Paulistana. O partido dos Camargos conseguiu adiar a efetivação da proposta durante quatro anos, alegando pobreza e necessidade de compor politicamente na vila de São Paulo.

1.763 – Início da construção da Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, construída e frequentada pelos escravos que não podiam entrar na Igreja da Matriz. Foi terminada por volta de 1778.

– Desejando formar um povoado em que fosse venerada Nossa Senhora da Conceição, em cumprimento a um voto feito, o atibaiano Antônio Pires Pimentel e sua mulher Inácia da Silva Pimentel, doaram terreno necessário ao patrimônio e edificação da capela, fundando-se a freguesia de Conceição de Jaguari, situada à margem do ribeirão Tapuchinga ou Canivete. Acreditamos que o povoado que deu origem a Jaguari, hoje Bragança deva ter se iniciado entre 1750 a 1760, portanto, 100 anos depois de Atibaia.

1765 – D. Luiz Antônio de Souza Botelho, o Morgado de Matheus, assume o Governo da Capitania. Em Atibaia é realizado em excelente censo onde descreve-se grande parte dos moradores da cidade exatamente um século depois do ano considerado oficialmente como fundação do povoado. Por esse censo podemos notar os bairros que compunham a então Vila: Campo Largo, Itapetinga, Caetetuba, Caiossara, Mato Dentro, Itaipira (Cachoeira), e Rio Abaixo. Nazaré era uma Freguesia e Bom Jesus fazia parte de Nazaré e Piracaia, ainda não existia, portanto, não foram citadas como bairros de Atibaia.

26 de janeiro – Depois de anos de esforços por parte do partido dos Pires, o rei de Portugal dá provimento ao requerimento da Câmara paulista que pedia a elevação da Freguesia de São João Batista de Atibaia à categoria de vila.

13 de fevereiro – O povoado de Conceição de Jaguari (Bragança Paulista) é elevada a Freguesia de São Paulo até a elevação de Atibaia a Vila em 1770 quando Conceição de Jaguari passou a ser Freguesia de Atibaia até sua elevação a Vila em 1797.

1766 – O atibaiano Jerônimo de Camargo Pimentel ocupa o cargo de juiz ordinário em São Paulo e com ele fazia parte da câmara de São Paulo, Frutuoso Furquim de Campos, partidário dos Pires. Atibaia, neste ano, contava com 515 casas e 1.506 pessoas e Jaguari com 309 casas e 1754 pessoas.

1769 – Três atibaianos faziam parte do comando administrativo de São Paulo: Fernando de Camargo Pimentel, Frutuoso Furquim como Juízes Ordinários e Antônio Gonçalves da Cunha como vereador. A câmara paulistana determinava neste ano a abertura de uma estrada entre Juqueri e São Paulo, estrada esta que será o embrião da estrada velha de Bragança.

27 de junho – Oficialização da elevação de Atibaia à categoria de vila, por portaria do cap. geral Morgado de Matheus. A nova vila compreendia na época os hoje municípios de Atibaia, Bragança, Nazaré, Piracaia, Bom Jesus dos Perdões e Jarinu, bem como todos os outros que nasceram dessas citadas cidades. Até aquela data Atibaia fizera parte do território da vila de São Paulo de Piratiniga. O partido dos Camargos e a população não desejavam essa emancipação. Por todos os meios ao seu alcance, Lucas de Siqueira Franco adiara, primeiro, a aprovação da proposta apresentada pelo partido dos Pires por quatro anos. Esses, pelos seus próprios meios, acabaram por conseguir que o requerimento apresentado pela câmara paulista fosse provido pelo rei, em Portugal. Uma vez dado o provimento pelo rei aos 26.JAN.1765, Lucas de Siqueira Franco, conseguiu, usando do seu prestígio político, postergar os atos oficiais da emancipação por mais quatro anos.

04 e 05 de novembro – Atibaia recebe uma comitiva da vila de São Paulo, composta pelo Ouvidor, acompanhado pelo juiz Ordinário Frutuoso Furquim de Campos, do escrivão dr. Bustamante e dois pajens, para participarem da cerimônia de instalação da nova vila de São João Batista de Atibaia, com o levantamento de Pelourinho, que representava a autonomia municipal. No dia seguinte foi instalada a 1ª casa da câmara e cadeia, no lugar onde hoje está a sorveteria Valentin e aí funcionou até 1836, quando foi transferido para o prédio onde hoje funciona o museu João B. Conti. Lucas de Siqueira Franco tirou partido da situação e recebeu as autoridades com pompas dignas do próprio rei. As festas e cerimônias de instalação da vila foram coisa nunca vista antes, preparadas especialmente para impressionar as autoridades e desfeitear o partido dos Pires. A presença maciça dos partidários dos Camargos às solenidades oficiais quase sufocou Frutuoso Furquim de Campos. Tão contrariado estava que foi o último a assinar a ata do Auto do Levantamento do Pelourinho quando, por força do cargo de juiz Ordinário, deveria ser o segundo, logo após o Ouvidor.

1770 – 19 de fevereiro – Instalação da primeira Câmara Municipal, formada pelos vereadores João Franco Viegas, Francisco Xavier Cezar e o capitão André Pereira de Medeiros; nomeados para juízes Antônio Gonçalves da Cunha e o capitão Domingos Leme do Prado, todos partidários dos Pires, nomeados pelo ouvidor que desprezou as indicações de Lucas de Siqueira Franco.

01 de abril – Lavrada a 1ª escritura da vila no 1º tabelionato de notas.

1771 – Lucas de Siqueira Franco é eleito pela 2ª vez vereador à câmara de São Paulo; não aceitou o cargo devido aos seus muitos afazeres em sua terra natal (Atibaia).

– Realização das primeiras eleições da nova vila, sob influência e comando de Lucas de Siqueira Franco, que em resposta a nomeação da primeira Câmara, composta pelos Pires, elegeu a primeira Câmara somente com os partidários dos Camargos. Frutuoso Furquim de Campos recorreu ao Ouvidor e conseguiu a anulação do pleito e a realização de novas eleições, onde a influência de Lucas de Siqueira Franco ainda prevaleceu, assim como nas eleições seguintes, em 1772.

– A câmara de Atibaia solicita ao Governador Geral a nomeação de Lucas de Siqueira Franco para o cargo de capitão-mor. Por instâncias de Frutuoso Furquim junto ao governador da capitania a nomeação foi para o posto de sargento-mor. O golpe foi grande pois todas as freguesias ao serem elevadas à categoria de vila recebiam, imediatamente, um capitão-mor. A patente inferior, porém, não chegou a abalar o prestígio político de Lucas de Siqueira Franco, para desespero de Frutuoso Furquim de Campos

1772 – Por ordem do Governador Geral, os irmãos José Félix Cintra e o capitão Francisco Lourenço Cintra organizam em Atibaia uma bandeira de 100 homens com destino aos sertões do Iguatemi, no Mato Grosso. Na volta, os bandeirantes estabeleceram-se definitivamente na cidade, em 1776, dando origem a uma grande descendência que, entrelaçada aos descendentes de Lucas de Siqueira Franco, monopolizou por mais de um século o governo em Atibaia. Da união destas duas famílias – Cintra e Siqueira Franco – origina-se grande parte dos atibaianos de raiz, da qual descende vários Deputados Provinciais: Jacinto José Ferraz de Araújo (Cintra), Joaquim Floriano de Araújo Cintra, Florêncio de Araújo Cintra (suplente), todos filhos do Alferes Jacinto José de Araújo, netos paternos do Capitão Francisco Lourenço Cintra e netos maternos do 2º capitão-mor Francisco da Silveira Franco, pai do último capitão-mor Lucas de Siqueira Franco. Outros Deputados Provinciais da família são: Antônio Francisco de Araújo Cintra, Evaristo de Araújo Cintra e Manoel Jacinto de Araújo Ferraz, todos naturais de Atibaia e descendentes da união das duas famílias.

31 de janeiro – Lucas de Siqueira Franco é nomeado sargento-mor.

1773 – Bartolomeu Bueno de Siqueira e seu irmão Pedro de Mores Siqueira, organizaram em Atibaia uma bandeira para os sertões dos Cataguases, onde tiveram que lutar com os bravos índios que lá viviam, vindo a falecer Pedro.

1775 – 03 de janeiro – O Morgado Matheus envia ordem ao sargento-mor de Atibaia para que os lavradores de trigo fossem para São Paulo, no prazo de 08 dias, vender os seus trigos na capital, pela falta do produto na vila e notícia de que atravessadores estavam adquirindo trigo em Atibaia para venderem em Minas Gerais.

08 de maio – Nomeação de Lucas de Siqueira Franco para o cargo de primeiro capitão-mor de Atibaia, sendo o representante direto do governador geral na cidade, passando a ser a maior autoridade civil e militar da vila, cargo que ocupou até a morte.

04 de dezembro – Início da vida pública de Francisco da Silveira Franco como capitão das ordenanças; posteriormente o 2º capitão-mor de Atibaia.

1776 – Pelo censo desse ano Atibaia tinha 8.713 habitantes, tendo o distrito sede 546 fogos (casas) com 3.032 ‘almas’, compreendendo nesse número 606 escravos. Nesse ano também era criado a companhia de ordenanças do bairro da Cachoeira, sendo nomeado seu primeiro capitão, Domingos José Duarte Passos e Alferes Manoel Manso Machado. Para as Ordenanças da Vila são nomeados: capitão: Antônio Gonçalves da Cunha; alferes: Lucas da Silveira Franco e Francisco Xavier de Oliveira César.

1783 – Morre o capitão-mor de Atibaia, sendo nomeado para substituí-lo seu filho Francisco da Silveira Franco que assume como segundo capitão-mor em 25.JUL.1783.

1786 – Lourenço Franco da Rocha, considerado fundador de Jarinu é nomeado capitão do então bairro de Campo Largo.

1789 – Ângelo Batista, residente em Atibaia, foi o descobridor e primeiro fundador da região das minas de Ouro Fino (MG).

1795 – Início da construção dos altares da igreja matriz, por José Francisco de Oliveira.

1796 – Pelo censo desse ano Atibaia tinha 150 fogos (residências de famílias, lares, casas) no distrito sede (centro), 51 no bairro do Itapetinga; 36 no bairro do Rio Abaixo; 61 no bairro da Cachoeira; 98 no bairro do Rio Abaixo; 15 no bairro do Mato Dentro; 53 no bairro de Caetetuba; 71 no bairro de Caiossara; 85 no bairro de Campo Largo (hoje Jarinu), a freguesia de Jaguari (hoje Bragança Paulista) tinha 177 fogos (casa) e os bairros daquela freguesia: 104 no bairro da Campanha; 158 bairro do Coxo; 35 bairro das Araras; 263 bairro do Couto; 149 bairro do Lopo e 182 no bairro do Rio Abaixo. Já a Freguesia de Nazaré tinha 386 fogos com 1.206 ‘almas’, os bairros de Rio do peixe e do Vicente Nunes tinham 134 fogos com 689 ‘almas’. O bairro da Cachoeira (Piracaia) tinha 169 fogos com 1162 almas. Lourenço Franco da Rocha era capitão de Campo Largo (Jarinu), Pedro de Almeida Machado de Nazaré, José de Oliveira Preto de Jaguari (Bragança) e José Duarte Passos de Cachoeira (Piracaia).

1797 – Término da construção dos altares da igreja matriz de São João Batista e a freguesia de São Carlos é elevada à vila. Muitos atibaianos participaram da formação daquela vila, hoje cidade de Campinas.

01 de junho – Atibaia recebe a visita do governador da Província, Bernardo José de Lorena.

17 de outubro – Atibaia sofre a primeira modificação em seu território com a criação da Vila de Nova Bragança, que era a antiga freguesia atibaiana de Conceição do Jaguari, apesar dos protestos da câmara atibaiana que não concordava com o desmembramento daquela freguesia. Portanto, a cidade de Bragança fez parte da Vila de Atibaia entre 1770 até 1797. Do território originário de Bragança nasceram as cidades de Amparo (1857), Socorro (1871), Pedra Bela (1964), Pinhalzinho (1964) Vargem (1991) e Tuitui (1991) e do território originário de Amparo nasceram os municípios de Pedreira (1896) e Monte Alegre do Sul (1949). Bragança Paulista e todos os municípios que nasceram de seu território pertenceram fizeram parte de Atibaia entre 1769 a 1797.

1800 – 22 de março – É sepultado no altar-mor da igreja da matriz de Atibaia, Frutuoso Furquim de Campos, um dos maiores fazendeiros e o maior líder oposicionista em Atibaia, foi o responsável para elevação de Atibaia à condição de vila em 1770, era sem dúvida uma das figuras de maior destaque na vida político e social de Atibaia.

Século XIX

1801 – Morre o 2° capitão-mor Francisco Silveira Franco, assumindo como 3° capitão-mor seu irmão José de Siqueira Franco.

1802 – 01 de fevereiro – Morre o 1º capitão do bairro da Cachoeira (Piracaia), Domingos José Duarte Passos.

1801 a 1810 – Vários atibaianos das mais tradicionais famílias deixam sua terra natal para irem morar na nova vila de São Carlos (hoje Campinas).

1804 – 05 de março – O capitão-mor em resposta à carta do governador de 30 de janeiro relata as dificuldades de se manter a estrada que ligava a Vila de Atibaia a de São Paulo. É o primeiro documento, por nós consultado, que é mencionado o morro denominado Portão, o qual deu origem ao bairro de mesmo nome, que por muito tempo foi chamado de Itapetinga.

1807 – 07 de janeiro – O Capitão atibaiano Lourenço Franco da Rocha e sua mulher doam, por escritura pública, uma gleba de terras no bairro de Campo Largo para a construção de uma capela sob a invocação de Nossa Senhora do Carmo de Campo Largo. Acreditamos que o povoado que deu origem a hoje cidade de Jarinu deva ter iniciado entre 1795 a 1805.

1817 – 16 de junho – Foi abençoada a capela de Santo Antônio da Cachoeira, hoje Piracaia, como bairro da então Freguesia de Nazaré, construída em terreno doado por Leonor Correa e seus filhos, entre eles o tenente José Antônio de Oliveira. Acreditamos que o povoado que deu origem a hoje cidade de Piracaia deva ter se iniciado ente 1770 a 1790 aproximadamente.

1821 – 21 de julho – A câmara e os moradores de Atibaia, juram obediência à Constituição Liberal Portuguesa.

23 ou 24 de agosto – Morre o 3° capitão-mor José de Siqueira Franco, assumindo o cargo de 4° e último capitão-mor, seu sobrinho e f° do 2° capitão-mor e na época sargento-mor, Lucas de Siqueira Franco, neto do homônimo e 1° capitão-mor.

1822 – 05 de outubro – Reúnem-se a câmara municipal e o povo de Atibaia em sessão especial para estabelecer os festejos comemorativos da Independência e Aclamação do Primeiro Imperador do Brasil, D. Pedro I.

1824 – Chegada do primeiro morador italiano em Atibaia; era um mascate de nome Antônio Fontana, que logo montou um bazar no largo da Matriz e posteriormente adquiriu um sítio a uns três km da ponte do rio Atibaia, formando ali uma lavoura que tornou-se o bairro dos Fontanas. Neste ano Atibaia contava com 1.368 fogos e 8.045 habitantes. Antônio Fontana faleceu aos 19.JUN.1837 com aproximadamente 40 anos vítima de assassinato.

12 de abril – Juramento das bases da primeira Constituição Brasileira pelos atibaianos, no altar mor da Igreja Matriz, depois de missa solene cantada por três padres, que foram os primeiros a proceder ao juramento, seguindo-se toda a população.

1825 – As ordenanças de Atibaia tinham 10 Companhias, sendo 6 de Atibaia e 4 de Nazaré.

1828 – 01 de outubro – A Lei Imperial dessa data instituiu a “Lei Orgânica” das Câmaras Municipais, estabelecendo novos regulamentos e princípios relativos a estrutura administrativa das cidades .

1829 – A partir deste ano as corporações administrativas das Vilas passam a serem eleitas para mandatos de quatro anos; em substituição aos Juízes Ordinários foi criado o cargo de Presidente da Câmara Municipal, que era ocupado pelo vereador mais votado, e em sua falta por outros vereadores obedecendo sempre a ordem de votos nas eleições. O vereador mais votado e portanto o primeiro presidente da câmara municipal para o mandato de 1.829/32 era o quarto e último capitão-mor, Lucas de Siqueira Franco, que renunciou ao cargo e foi substituído por Jacinto José Ferraz de Araújo Cintra. As Vilas passaram a ter sete vereadores e as cidades nove. Foi criada a guarda nacional. A figura o capitão-mor passa a ser meramente ilustrativa. A justiça personifica-se no juízo municipal, sendo criado a figura do juiz de paz que dirime as pequenas contendas, desvinculando, portanto, as atribuições de jurisdição contenciosas das câmaras municipais.

1830 – 02 de setembro – O bairro de Santo Antônio passa a ter capela curada passando a se chamar Santo Antônio da Cachoeira, hoje Piracaia.

12 de outubro – O bairro de Campo Largo (Jarinu), passa também a ter capela curada.

1833 – setembro – Atibaia foi designada para “cabeça de termo” (sede de comarca), apesar dos protestos do povo bragantino.

1834 – dezembro – Realização das eleições para a 1ªassembléia provincial, na qual foi eleito o atibaiano Jacinto José Ferraz de Araújo (Cintra).

– E cumprimento a legislação em vigor é realizada a cerimônia de enforcamento de réus condenados. A antiga forca encontrava-se onde hoje está a Santa Casa de Misericórdia onde havida a santa cruz dos enforcados e posteriormente um campo de futebol.

1835 – 01 de fevereiro – Instalação da primeira assembleia legislativa provincial, formada por 36 deputados. Entre, eles Jacinto José Ferraz de Araújo (Cintra), eleito pelo partido Liberal. Foi deputado de 35 a 37; suplente em 38/39 e 40/41, pois as eleições para Assembleia eram bienais; novamente eleito deputado em 42/43, portanto o primeiro deputado provincial atibaiano. Jacinto José Ferraz de Araújo (Cintra) nasceu em Atibaia em 1802 e era filho do Alferes Jacinto José de Araújo Cintra, fundador e líder por muitos anos do partido Liberal em Atibaia.

1836 – Fica pronta a nova câmara e cadeia, prédio onde hoje está instalado o museu municipal João Batista Conti.

1836 – 05 de março – A Capela Curada de Santo Antônio da Cachoeira (Piracaia), então bairro da Freguesia de Nazaré é elevada à categoria de Freguesia da então Vila de São João Batista de Atibaia através da Lei Provincial n°44.

1837 – Desmembramento de Atibaia do Juízo Cível de São Paulo.

1841 – O partido Conservador sobe ao Poder no cenário político nacional, após a queda do gabinete maiorista. Com a maioridade em 1840 do Imperador D. Pedro II, voltou a funcionar também o Conselho do Estado, extinto pelo Ato Adicional de 1834. Em algumas regiões do país, particularmente em Minas e São Paulo, municípios mais antigos eram geridos desde os seus primórdios pelas elites locais, e, em geral, bem administrados. Inconformados com a cassação de direitos que consideravam fundamentais e temendo que a reforma constitucional eternizasse os Conservadores no poder, os liberais não vislumbravam outra alternativa senão a insurreição.

1842 – Atibaia obtém um Juiz Municipal e de órfãos.

– Início da revolução liberal na cidade, chefiada no âmbito nacional pelo ex-presidente da Província de São Paulo, o Cel. Rafael Tobias de Aguiar contra o poder central. Em Atibaia o chefe do partido Liberal era Jacinto José de Araújo Cintra, que era ligado ao Cel. Tobias Aguiar e que fez com que Atibaia toma-se oficialmente partido dos liberais, juntamente com as vilas de Itu, Sorocaba e Campinas, esta mais nova, mas cuja população em boa parte era oriunda de Itu. Em Atibaia chefiavam a rebelião, Major Joaquim de Araújo Cintra, José da Silveira Campos “José Lucas”, José Bueno de Campos, Francisco Bueno de Aguiar e Castro, Teodoro Bueno de Aguiar e Castro, João Bueno de Aguiar, Leonardo José Pedroso, Joaquim da Silva Porto, capitão Jacinto Alves do Amaral, Eugênio de Siqueira, Frutuoso de Lima, José Antônio de Camargo, Felisberto Pires, Francisco Lourenço da Rocha e cel. Manoel Jorge Ferraz. Há documentos sobre a prisão do cel. Manoel Jorge Ferraz e do Padre Antônio Mello e Silva. Houve vários registros de conflitos entre os conservadores e os liberais na Vila de Atibaia. Entretanto, os liberais ficaram por pouco tempo fora do poder, que logo voltou a ser exercido pelos membros da importante família Cintra, detentora do domínio político desde as primeiras décadas de século XIX, juntamente com os descendentes dos capitães mores (família Siqueira Franco), que governaram Atibaia no século XVIII.

1842– 05 de fevereiro – Pela lei nº 03 a Capela Curada de Campo Largo é elevada à categoria de freguesia e incorporada à vila de São João Batista de Atibaia.

24 de abril – O presidente da câmara, José Jacinto de Araújo Cintra, que pertencia ao Partido Liberal, não comparece ao Paço Municipal para a sessão extraordinária de posse de alguns cargos dos membros do partido Conservador, alegando moléstia. Consequentemente a sessão foi adiada para o dia 02.MAIO.1842.

02 de maio – Os conservadores promovem passeata nas ruas da cidade empunhando armas de fogo e espadas desembainhadas, lançando insultos aos liberais que iam revidando, quando o Juiz Municipal (Francisco Lourenço Cintra) e outras pessoas influentes acalmaram os ânimos. A sessão extraordinária de posse dos Conservadores deu-se na casa do presidente da câmara e não no prédio da mesma em razão do grande tumulto provocado pelos conservadores, que segundo boatos queriam assassinar alguns membros da câmara, e pessoas influentes do partido maiorista, que era o liberal, chefiado na época pelo Alferes Jacinto José de Araújo Cintra e seus filhos.

04 de maio – A Câmara Municipal foi cassada devido ao seu “…repreensível comportamento e flagrantes desobediências”, uma vez que a Casa, ao tomar partido liberal, recusou-se a obedecer às ordens imperiais, cujo gabinete era conservador.

20 de julho – É lavrado na casa do capitão-mor Lucas de Siqueira Franco, no bairro do Caioçara um auto de sequestro dos bens de seu neto Teodoro Bueno de Aguiar Castro, um dos penalizados pela participação na revolução liberal.

1844 – Atibaia perdeu a freguesia de Campo Largo que passou para o termo de Jundiaí, recuperando dois anos depois (1846) a reintegração da mesma.

1844 – 24 de junho – Após o fracasso da revolução liberal veio a anistia e a câmara reassumiu suas funções.

1846 – Joaquim Floriano de Araújo Cintra, natural de Atibaia onde foi batizado em 1813, filho do Alferes Jacinto José de Araújo Cintra e irmão do 1° deputado provincial de Atibaia, Jacinto José Ferraz de Araújo (Cintra) toma posse como deputado provincial atibaiano, sendo reeleito no biênio seguinte (1848/49). Joaquim Floriano de Araújo Cintra advogou por muitos anos no Rio Grande do Sul e residia em Itapira/SP. No mesmo ano, seu outro irmão, Florêncio de Araújo Cintra, também natural de Atibaia onde foi batizado em 1.897, tornou-se suplente de deputado provincial tendo assumido como deputado provincial.

1850 – Ingressa na Assembleia Provincial do Estado, Dr. Antônio Gonçalves Barbosa da Cunha, filiado ao partido Conservador. Foi deputado em 50/51, 52/53, 54/55, 56/57, 60/61 e 62 a 63, portanto, por 6 mandatos. Foi também o único atibaiano eleito deputado à Assembleia Geral, (hoje Câmara Federal), onde se destacou por seus dotes oratórios e erudição. Faleceu na capital federal (Rio de Janeiro) em 1869.

– Atibaia passou a fazer parte do termo de Bragança Paulista.

1850 – 31 de julho –Atibaia sofre sua segunda redução de território original com a criação da Vila de Nazaré, então Freguesia de Atibaia é elevada à categoria de Vila através da Lei Provincial n° 404. Do território original de Nazaré vão nascer duas outras cidades: Santo Antônio da Cachoeira (Piracaia) e Bom Jesus da Cana Verde (Bom Jesus dos Perdões)que ficaram, portanto, fazendo parte do nova Vila de Nazaré no desmembramento. Piracaia foi elevada a Vila aos 24.MAR.1859 e Bom Jesus aos 18.FEV.1959. Os três municípios (Nazaré, Piracaia e Bom Jesus) fizeram parte do território original da Vila de Atibaia de 1770 até 1850, portanto, por 80 anos.

1850 – 06 de outubro – Morre em Atibaia o presidente da câmara Manoel Jorge com apenas 52 anos.

1851 – 08 de janeiro – A cabeça do termo é transferida para Bragança Paulista .

14 de julho – Criação da primeira escola pública feminina em Atibaia.

1852 – Atibaia foi reunida à Comarca de Campinas.

1853 – Início da vida pública de José Alvim de Campos Bueno, como suplente de fiscal, um dos mais destacados e prestigiados políticos atibaianos do século passado. Ocupou quase todos os cargos da administração pública na cidade. Sua descendência deteve o domínio político da cidade entre o final do século XIX e as primeiras décadas do século XX.

1856 – Atibaia volta a ser cabeça de termo sendo nomeados para os cargos de juiz municipal e seus suplentes: capitão-mor Lucas de Siqueira Franco, José Ferraz de Siqueira Cintra, José da Silveira Campos “José Lucas” e José Felix Cintra e para o cargo de delegado de polícia o senhor Salvador Ribeiro de Toledo Santos.

1857 – Eleição de Evaristo de Araújo Cintra, como mais um atibaiano a ocupar assento na assembleia provincial de São Paulo, como suplente de deputado para o biênio 58/59 pelo Partido Liberal, tendo assumido como deputado

1858 – Formação de um movimento popular, chefiado pelo vereador José Lucas, visando o início de uma grande reforma na Igreja Matriz, então em ruínas. Foi executada por escravos que formaram uma fileira de um quilômetro, da olaria do moinho até a matriz e, de mão em mão foram jogando os tijolos e as telhas até o término da obra. E assim a igreja outrora de dois corpos, a nave principal e a capela mor, passou a ter o formato da atual. Neste mesmo ano um grupo de atibaianos, também chefiados por José Lucas, reorganizam a irmandade de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos e começam uma reforma da Igreja. Faziam parte da comissão que reorganizou a Irmandade e a reforma: José Lucas, Salvador Ribeiro de Toledo Santos, Francisco Soares Muniz, Manoel Jacinto Peçanha, Francisco de Sales, Albino José Barbosa, Tomás Gonçalves Barbosa Cunha, Luiz Joaquim Lodovico, Furtunato Manoel Rodrigues, José Pires Cardoso, Francisco José Teixeira, Antônio Pereira de Andrade, Jacinto Manoel Leite, Benedito Rodrigues Cardoso e João Francisco de Araújo Cintra; era capelão do Rosário, o padre João Mariano do Prado. Esta comissão atuou até o ano de 1.870.

1859 – Atibaia é incorporada novamente à Comarca de Bragança, tendo obtido no ano anterior um Juiz togado e a reintegração de Nazaré e Santo Antônio da Cachoeira como parte do seu termo (comarca).

1861 – 15 de outubro – Eleição de mais um atibaiano deputado provincial, o advogado Manoel Jacinto de Araújo Ferraz, pelo Partido Liberal de Atibaia. Nascido em Atibaia em 1834, era o filho mais novo do cel. Manoel Jorge Ferraz, de quem, juntamente com seu irmão Lucas de Siqueira Franco Neto, herdou a chefia do Partido Liberal na cidade. Também foi por muitos anos vereador e Presidente da Câmara, vindo a falecer em Atibaia em 15. MAR.1901.

1862 – Toma posse como deputado provincial para o biênio 62/63, sendo reeleito em 1864/65, Manoel Jacinto de Araújo Ferraz. Seu pai, Manoel Jorge Ferraz, era irmão do primeiro deputado provincial de Atibaia. Outro atibaiano de nascimento fez parte da Assembleia Provincial em 1862/63: Dr. Evaristo de Araújo Cintra, também pelo Partido Liberal, residente em Mogi-Mirim, por onde se elegeu; era filho de Francisco Lourenço de Araújo Cintra, irmão do Cel. Manoel Jorge Ferraz, portanto, a Assembleia Provincial naquele biênio teve a participação de dois atibaianos, que eram primos.

1864 – 22 de abril – Pelo decreto do Governo Provincial nº 26, é Atibaia elevada à categoria de cidade.

18 de agosto – Realizam-se na Igreja Matriz, as eleições para vereadores e juízes de Paz dentro de um clima de muita rivalidade entre os membros do Partido Conservador (oposição) e os membros do partido Liberal (quase sempre no poder).

18 de setembro – Em sessão extraordinária, a câmara municipal faz a instalação da cidade: “Está inaugurada a cidade de São João Batista de Atibaia”.

1865 – Conclusão da segunda grande reforma na igreja matriz, sob o comando do Presidente da Câmara José da Silveira Campos, o “José Lucas”, um dos filhos do último capitão-mor Lucas de Siqueira Franco. As comemorações foram intensas durante a semana santa daquele ano. Dada desta reforma a inclusão de sua torre.

24 de maio – Criação do primeiro colégio de meninas, dirigido por Madame Arpenans, onde se ministrava o ensino de português, francês, música, desenho, prendas domésticas, etc.

1866 – 03 de abril – Morre o grande líder e último capitão-mor Lucas de Siqueira Franco aos 96 anos, com cerca de 400 descendentes à época, segundo o genealogista Silva Leme. Lucas de Siqueira Franco foi batizado em Atibaia em 1773 com o mesmo nome de seu avô paterno, que fora o 1° capitão-mor de Atibaia e o mais importante patriarca do clã Siqueira Franco. Casou-se em 1794 em Atibaia com Ana Gabriela Campos e Vasconcellos, fª do mais sério adversário político de seu ilustre avô, Frutuoso Furquim de Campos, cujo nome está ligado a história de Atibaia, na segunda metade do século XVIII. Em 1821 foi solenemente empossado capitão-mor, cargo que exerceu até 1828, ano da reforma no sistema administrativo do Império, que extinguiu as funções dos capitães mores, porém conservou-lhes o título. Continuou interferindo na vida política da cidade até seu falecimento. Concorreu sempre a os cargos eletivos, sendo sempre o mais votado ou um dos mais votados. Foi o 1°presidente da câmara municipal de 1829 a 1832 e, segundo Waldomiro Franco da Silveira renunciou logo em seguida. Tomou parte da revolução Liberal de 1842 juntamente com seus filhos, genros, primos e netos; foi também líder do partido Liberal de Atibaia.

1868 – Eleitos para a assembleia provincial para o mandato de 1868 e 1869 dois atibaianos: dr. Antônio Francisco de Araújo Cintra, representando a cidade de Amparo, nascido em 1835, era filho do tenente coronel Francisco Lourenço de Araújo Cintra, este irmão de Manoel Jorge Ferraz e de Jacinto José de Ferraz de Araújo (Cintra), primeiro deputado provincial por Atibaia. Foi representante de Mogi Mirim na célebre convenção de Itu. Tornou-se também senador estadual de 1894 a 1896 e Manoel Furquim de Campos, filho de José Lucas.

1879 – 11 de setembro – Morre na cidade mineira de Baependi o presidente da câmara José da Silveira Campos “José Lucas”

1871 – 08 de novembro – No largo Alegre, hoje praça Bento Paes, o juiz municipal, Antônio Bento sofre um atentado acirrando ainda mais os ânimos políticos da cidade, decorrentes das disputas entre os Liberais, situação e os Conservadores, oposição.

1872 – É inaugurado o primeiro prédio do mercado municipal pelo então juiz municipal, Antônio Bento de Souza e Castro, ilustre abolicionista paulista. O prédio do mercado municipal já passou por várias reformas desde sua fundação.

18 de novembro – Realiza-se na Igreja Matriz a eleição municipal para vereadores e juízes de paz, havendo grande conflito entre os conservadores, que alegaram fraudes nas eleições mais uma vez ganha pelo liberais. Durante muito tempo se intensificou na cidade a separação entre os liberais e os conservadores, mesmo havendo laços familiares entre os dois grupos. Os conservadores cercaram o casarão onde se reuniam os liberais: Lucas de Siqueira Franco Neto, presidente da câmara municipal, dr. Manoel Jacinto de Araújo Feraz, 1º juiz de paz e presidente da mesa paroquial, capitão Salvador Ribeiro de Toledo Santos, 3º juiz de paz, José Alvim de Campos Bueno, Alferes João Francisco Bueno de Aguiar, Luiz Ezequiel da câmara e Vicente A de Carvalho.

1873 – Fixa residência em Atibaia o advogado contratado pelo Partido Liberal, Olímpio da Paixão.

18 de abril – A célebre Convenção Republicana de Itu teve a participação de 3atibaianos, liberais, representantes de outras vilas: cap. Landislau Antônio de Araújo Cintra e dr. Antônio Francisco de Araújo Cintra representantes de Mogi Mirim e Tristão da Silveira Campos, representante de Amparo. Há anotações que o cap. Landislau Antônio de Araújo Cinta também representou a cidade de Atibaia.

21 de abril – Bom Jesus dos Perdões é elevada a Freguesia de Nazaré Paulista.

23 de junho – Na casa de Eleutério de Araújo Cintra, em reunião presidida por José Inácio da Silveira, os maçons e republicanos de Atibaia elegeram como representantes de Atibaia para o congresso republicano provincial, como deputado, o recém chegado advogado Olímpio da Paixão e como seu suplente o Padre João Mariano do Prado.

1877 – Muda-se de Atibaia para Itapira (SP), então município de Amparo, o Dr. Lucas de Siqueira Franco Neto, penúltimo filho do Cel. Manoel Jorge Ferraz, nascido em Atibaia em 1832. Foi, durante cerca de 20 anos, chefe do Partido Liberal em Atibaia e Presidente da Câmara de 1871 a 1876, tendo ocupado várias vezes por longo período a Presidência da Câmara no período de 1.865 a 1.870 por ser o segundo vereador mais votado em substituição ao seu tio, o então Presidente José Lucas. Faleceu em sua fazenda Engenho das Palmeiras, “Engenho Velho”, Itapira, em 1.910. Essa fazenda histórica, de mais de duzentos anos, foi fundada pelo atibaiano alferes Jacinto José de Araújo Cintra e passada para seu filho cel. Manoel Jorge Ferraz. Quando da morte de Gertrudes da Silveira Campos, prima e viúva do Cel. Manoel Jorge Ferraz, a qual era filha do último capitão mor de Atibaia Lucas de Siqueira Franco, decidira-se que Manoel Jacinto de Araújo Ferraz ficaria com os bens de Atibaia e Lucas Neto com a fazenda em Itapira, pois este estava muito desgostoso com o rumo revanchista da política local.

1877 – Atibaia perdeu Santo Antônio da Cachoeira, que passou para a Comarca de Bragança.

1878 – Os moradores do pequeno bairro de Curralinho da Vila de Santo Antônio da Cachoeira (Piracaia) realizaram uma festa em louvar a São João Batista e resolveram erigir uma igreja iniciada em 1881 inaugurada em 1916, dando origem ao hoje município de Joanópolis, sendo considerado seu fundador o senhor Anselmo Gonçalves Caparica,. Acreditamos que o povoado que deu origem a cidade de Joanópolis deva ter surgido entre 1850 a 1860 aproximadamente, embora já tenha notícia da região em 1749.

22 de dezembro – Início dos trabalhos do ramal da estrada de ferro Bragantina.

1880– A então Freguesia de Nossa Senhora da Conceição dos Guarulhos se emancipa de São Paulo. Hoje cidade de Guarulhos.

22 de abril – Atibaia foi transformada pela primeira vez a categoria de Sede de Comarca pela Lei nº 97, com os termos reunidos de Atibaia e Santo Antônio da Cachoeira, constituindo a 46º Comarca da Província.

1883 – Primeiras denominações oficiais das ruas da cidade.

Profundas modificações foram introduzidas no sistema eleitoral com a promulgação da célebre Lei Saraiva.

1883 a 1886 – Neste quadriênio a Câmara Municipal era composta de 5 vereadores liberais: José Ignácio da Silveira, Presidente, Antônio Gabriel do Amaral, Francisco José da Silveira Pinto, Miguel Pereira da Silva e Belizário Francisco de Camargo e 4 conservadores: Pedro Cunha, Pedro Alexandrino Leite, Lourenço Franco da Silveira e Olímpio da Paixão, que embora republicano, atuava ao lado dos conservadores. Os liberais, embora maioria, não conseguiram neste quadriênio manter o domínio político do município, que com exceção aos raros e curtos períodos de domínio Conservador, era sempre dominado por eles. Isto se devia entre vários outros fatores, pela atuação de Belizário de Camargo, que mesmo liberal, tinha atuação independente e não raro apoiava as indicações provindas dos conservadores. Os partidários do partido Liberal voltaram ao domínio político do município, após a vitória nas eleições da 1ªcâmara do novo regime (1992), todavia não mais como liberais, mas como membros do PRP (Partido Republicano Paulista).

1884 – 06 de agosto – Inauguração do ramal Férreo Bragantino em Atibaia, concluído pelo bragantino Luiz Gonzaga da Silva Leme, autor da Genealogia Paulistana. Há registros que a inauguração ocorreu aos 04.MAIO.1884.

novembro – O Conde D’Eu passa por Atibaia (estação Caetetuba) numa viagem com destino a Bragança Paulista.

1885 – Construção do primeiro coreto da cidade, na praça da matriz.

1886 – 15 de abril – O advogado Olímpio da Paixão e outros vereadores neorrepublicanos, batem-se duramente em sessão da Câmara Municipal, pela libertação dos escravos.

12 de novembro – Em viagem a Bragança, o Imperador D. Pedro II e sua esposa são recebidos às 9 horas e 30 minutos com festa na estação de trens da cidade (Caetetuba), onde se encontravam autoridades, banda de música e muitos populares.

1889 – 21 de novembro – Reúne-se a Câmara Municipal, de maioria Liberal, para aderir à recém proclamada república, com passeata pela cidade, promovida por Olímpio da Paixão. Chefiava o Partido Liberal José Alvim de Campos Bueno, e o Partido Conservador Lourenço Franco da Silveira.

05 de dezembro – Enviado ao Governador da Província, Dr. Prudente de Moraes, uma moção de solidariedade ao novo regime, assinada por vários atibaianos republicanos, encabeçada por Olímpio da Paixão.

08 de dezembro – Três dias após a manifestação dos republicanos em favor do novo regime, Lourenço Franco da Silveira, chefe do partido Conservador, também faz um manifesto de apoio ao novo regime, que vem endossado por muitos cidadãos.

28 de dezembro – Reúnem-se na casa de Lourenço Franco da Silveira, inúmeros cidadãos para fundar o Centro Republicano Federal de Atibaia, agremiação que reunia os adesistas ao novo regime, promovida pelos republicanos e membros do antigo partido Conservador, na expectativa de galgarem o poder. Sob a presidência de Olímpio da Paixão, foram eleitos seis membros para formar a comissão executiva: João Ribeiro, 54 votos, Lourenço Franco da Silveira, 54 votos, José Gonçalves de Oliveira Cunha, 50 votos, Olímpio da Paixão, 42 votos, Guilherme Gonçalves da Cunha, 36 votos e Miguel Vairo, 32 votos.

1890 – 21 de janeiro – Dissolução da Câmara Municipal através de decreto governamental e nomeação do Conselho de Intendência, que além do órgão Legislativo Municipal, tornou-se responsável pela vida político-administrativa da cidade, até sua extinção em 29.SET.1892. Faziam parte do Conselho: Olímpio da Paixão, Presidente, José Gonçalves de Oliveira Cunha, vice-presidente, Miguel Vairo, Benedito Franco da Silveira e José Antônio Castro Fafe, portanto, o Conselho de Intendência foi formado inicialmente pelos autênticos republicanos e pelos antigos membros do partido Conservador. Também fizeram parte do Conselho de Intendência através de outras nomeações e em substituição aos já citados, os seguintes membros: Salvador Teixeira do Nascimento, Pedro Soares de Moura, Antônio Soares do Amaral, João Maria de Oliveira Saldanha, Honorato José de Oliveira Simas, Antônio de Aguiar Peçanha, Joaquim Francisco da Silveira Leite, Juvenal Alvim, Benedito de Almeida Bueno. Com a extinção do Conselho de Intendência é eleita nova Câmara Municipal.

26 de janeiro – Ante a movimentação de adesões do partido Conservador, que assumia a direção política do município, o chefe do partido Liberal, José Alvim de Campos Bueno, adere ao Partido Republicano e constitui o diretório municipal formado pelos cidadãos: capitão José Alvim de Campos Bueno, capitão João Pires de Camargo, Porfírio Bueno de Aguiar, Antônio Faustino da Silveira, tenente José Ignácio da Silveira, Tomé da Silveira Franco e Flórido José Batista.

05 de agosto – Circulação da primeira edição do primeiro jornal da cidade, “O Itapetinga”, que tinha como redator literário o Dr. Afonso José de Carvalho e redator político o Dr. Olímpio da Paixão; circulou durante dois anos.

13 de novembro – Promulgação da Lei nº 16, que tratava da organização dos municípios do Estado de São Paulo, com parte das reformas político-administrativas necessárias após a proclamação da república. A Lei determinava que o município seria governado pelo seu Legislativo (Câmara Municipal), que elegeria anualmente, entre seus pares, um executor administrativo que receberia o nome de Intendente Municipal.

1891 – 13 de março – O povoado de São João do Curralinho foi elevado a Distrito de Paz do município de Santo Antônio da Cachoeira, hoje Piracaia.

1892 – 29 de novembro – Toma posse o 1° Intendente Municipal eleito pela Câmara “José Bim”, ligado ao antigo partido liberal.

1895 – 11 de novembro – Inauguração do sistema de água encanada, com a abertura da torneira do primeiro chafariz, pelo Presidente da Câmara.

1897 – 01 de agosto – Fundação do Clube recreativo Atibaiano. O primeiro presidente foi o Juiz de Direito da Comarca, Dr. Carlos Samuel de Araújo.

1900 – abril – Abertura do cemitério municipal São João Batista em substituição ao cemitério da fábrica que se localizava no quarteirão onde hoje encontra-se o grupo escolar “José Alvim”.

Século XX

1901 – 17 de fevereiro – Publicação da primeira edição do quase centenário jornal “O Atibaiense”, de propriedade de José Antônio da Silveira Maia.

24 de novembro – Inauguração da rede telefônica; o primeiro telefone era propriedade de José Antônio da Silveira Maia, que ligava a Cidade a estação de Caetetuba.

1902 – 04 de abril – Morre o tenente-coronel José Alvim “Nhô Bim. Foi o último chefe político do Partido Liberal, que passou a se chamar no regime republicano: Partido Republicano Paulista PRP, foi suplente de vereador em 1860 assumindo em 1862, eleito em 1864 e 1868. Foi substituído no comando político por seus filhos José Bim e major Juvenal Alvim.

1903 – 05 de julho – Primeira projeção no cinema da cidade.

1905 – 17 de junho – Inaugurado o Grupo Escolar, cujas obras se iniciaram aos 01.MAIO.1903e que aos 15.MAR.1906, por ato do Presidente do Estado, dr. Jorge Tibiriça, recebe o nome de “José Alvim”.

20 de dezembro – Pela Lei Estadual nº 975, São João Batista de Atibaia passa a se chamar somente Atibaia.

1906 – 14 de janeiro – Fundação da Società Italiana di Mutuo Socorro, tendo como primeiro presidente Francesco Pierotti.

07 de novembro – Promulgação, pelo Prefeito Leopoldo Soares do Amaral, da Lei Municipal nº 100, que institui o ensino obrigatório no município de Atibaia, uma das primeiras leis neste sentido no Brasil.

19 de dezembro – Promulgação da Lei nº 1.038, reformulando a organização municipal. Entre outras mudanças, desvinculou o poder legislativo da administração municipal, que seria exercida pelo prefeito, agora eleito pelo povo.

1907 – Instalação do serviço de luz elétrica no Município.

1908 – A Igreja da Matriz recebe a nova imagem de São João Batista, doada por João Pires de Camargo.

15 de janeiro – Toma posse o primeiro Prefeito eleito, foi o médico e imigrante Italiano Miguel Vairo.

1909 – 27 de fevereiro – Inauguração da fábrica de tecidos da Cia Têxtil São João fundada por: Major Juvenal Alvim, Francisco Pires de Camargo, Olegário Barreto, Benedito de Almeida Bueno e Francisco de Aguiar Peçanha.

1911 – 26 de março – Atibaia recebe a visita do artista plástico paulista Benedito Calixto, autor do óleo com a vista panorâmica da cidade, cujo original encontra-se hoje no Clube recreativo Atibaiano e da famosa tela a óleo, que retrata o batismo de Jesus Cristo por João Batista, que encontra-se no altar-mor da igreja matriz desde o dia 07.MAIO.1911.

02 de julho – Início de outra grande reforma na igreja matriz com término em 1918. Esta reforma foi realizada com a finalidade de abrir os arcos existentes, aumentando o espaço interno da igreja, removendo-se ainda o assoalho e colocando-se o piso de ladrilhos. Outras reformas a partir desta, deram sequência a descaracterização da Igreja nos anos de 1940, 1960 a 1965 e 1990.

1912 – 09 de maio – Morre em São Paulo, Olímpio da Paixão.

08 de dezembro – Instalação de rede de esgoto, através da reforma da rede de água na cidade.

1913 – 27 de julho – Morre o tenente-coronel José Francisco de Campos Bueno, “José Bim”. Foi herdeiro político de seu pai, José Alvim, último chefe do Partido Liberal e primeiro do Partido Republicano Paulista, PRP. Foi chefe do PRP, vereador, presidente da câmara e o primeiro intendente municipal. Foi substituído na chefia política por seu irmão, Major Juvenal Alvim.

1914 – A torre da Igreja do Rosário é partida por um raio, iniciando-se então uma reforma concluída em 1.916.

01 de fevereiro – Inauguração, com grandes festividades da linha férrea de Caetetuba a Piracaia, seção da estrada de ferro São Paulo Railway, ramal bragantino.

08 de novembro – Inauguração da Santa Casa de Misericórdia, sendo seu primeiro provedor o major Juvenal Alvim.

1916 – 31 de maio – Benção solene da igreja do Rosário, totalmente reformada com uma nova torre no centro do frontispício, a qual foi demolida em 1953 para construção das atuais duas torres.

04 ou 11 de junho – Passa por Atibaia o pai da aviação Santos Dumont.

30 de novembro – Bom Jesus dos Perdões é elevada à categoria de Distrito de Paz de Nazaré Paulista.

1918 – Alargamento das ruas transversais do centro da cidade.

1920 – Inauguração do Hotel Municipal, construído pela Câmara Municipal.

1921 – 01 de setembro – Divulgação do recenseamento federal, informando a população de Atibaia: 15.305 habitantes e 2.241 estrangeiros, enquanto que o então distrito de Jarinu possuía 5.960 habitantes e 1.166 estrangeiros.

1923 14 de janeiro – De passagem para Bragança é recepcionado na estação de Caetetuba o Presidente da Província (hoje Governador do Estado), Washington Luiz e sua comitiva em viagem visando abertura de novas estradas na região.

1927 – Instalação do primeiro aparelho de rádio para a população, na casa Russumano, de Atílio Russumano e inaugurada a estação de trem do bairro do Maracanã, desativada em 1967.

30 de outubro – Inauguração da estrada de rodagem ligando Atibaia a São Paulo, com presença do Presidente do Estado, Júlio Prestes de Albuquerque e de todo seu secretariado, iniciada em 1924. Dentro do perímetro urbano da cidade a antiga estrada de rodagem começaria no largo do Rosário até a entrada do Shangrilá (SP 8 ou avenida Lucas Nogueira Garcez).

1928 – Empossado como deputado estadual atibaiano, para a legislatura de 1928/30, Zeferino Alves do Amaral, pelo PRP.

dezembro – Inauguração do campo de aviação, atrás do cemitério São João Batista.

1929 – Instalação da Usina Elétrica e da casa paroquial.

1930 – Fundação da Vila São Vicente de Paulo, pelo Pe. Francisco Rodrigues dos Santos e José de Aguiar Peçanha.

1930 – 01 de fevereiro – Fundação do São João Futebol Clube, hoje São João Tênis Clube.

1932 – A Revolução Constitucionalista teve participação de atibaianos, com a criação do Batalhão Jerônimo de Camargo com quatro baixas: Antônio Silveira, Dulcídio Camargo Gonçalves, José Silva e Bento Soares.

1933 – O atibaiano Joviano Alvim, filho do Major Alvim, torna-se suplente de Deputado Estadual pelo PSD.

1934– Existiam em Atibaia cerca de 1.693 propriedades agrícolas, sendo seus proprietários na maioria imigrantes. Os principais produtos cultivados eram: batatas, cebolas, tomate, arroz, feijão, café e milho.

1934 – 21 de novembro – Fundação da Associação Atlética Cetebe, por Thomas dos Reis Cardoso de Almeida, que em 1.965 passou a chamar-se Grêmio Esportivo Atibaiense.

1936 – 09 de fevereiro – Morre o major Juvenal Alvim, nascido em Atibaia em 1.867; sucedeu seu irmão, José Bim, no comando político da cidade. Iniciou a vida pública como membro do Conselho de Intendência em 1892. Eleito vereador em 1898 e nas legislaturas subsequentes e presidente de 1902 a 1913. Foi eleito pela Câmara o 5º Intendente Municipal.

1937 – Início do calçamento das ruas da cidade, sendo a primeira a rua José Lucas. Existiam em Atibaia: 59 casas de secos e molhados, 17 casas de tecidos e armarinhos, 15 lojas de calçados e chapéus, 27 botequins, 12 açougues e 10 padarias.

1938 – 01 de maio – Fundação do abrigo de menores, que posteriormente passou a chamar-se Lar Dona Mariquinha do Amaral..

1945 – 18 de abril – Atibaia é declarada Prefeitura Sanitária pelo Decreto Lei Estadual nº 14.660 e Estância Hidromineral. Foi nomeado como primeiro Prefeito Sanitário o historiador, folclorista e ex-prefeito João Batista Conti.

14 de outubro – Retornando dos campos de guerra na Itália, os atibaianos integrantes da Força Expedicionária Brasileira são festivamente recebidos, numa apoteótica manifestação popular.

1946 – André Granja Carneiro, Cesar Memolo Jr., Dorciozor Lino e Helvécio Scapin fundaram uma biblioteca, que originou a biblioteca municipal Joviano Franco da Silveira.

13 de fevereiro – Atibaia é considerada Estância Hidromineral pelo Decreto Lei Estadual nº 15.717.

26 de outubro– Início da campanha para o Ginásio Atibaiense, cuja aula inicial se deu em 09.MAR.1948 pelo Senador Lino de Matos. Hoje Escola Estadual “Major Alvim”.

1947 – Com a importante ajuda de seu irmão José Pires Alvim “Zezico Alvim”, líder político na época, em Atibaia – Joviano Alvim é eleito deputado estadual de Atibaia, pelo PSD, para legislatura de 1947/51. Os dois eram filhos do major Juvenal Alvim. 18 de maio – Fundação da Associação rural de Atibaia

1948 – 28 de outubro – Fundação da Associação comercial e industrial; Atílio Russumano foi o primeiro presidente.

24 de dezembro – Atibaia sofre a terceira e última redução de seu território, com a criação da cidade de Jarinu através da Lei nº 233 a qual foi distrito de Atibaia como o nome de Campo Largo de Atibaia e antes parte do extenso bairro do Caioçara.

1949 – 11 de setembro – Inauguração da Maternidade dr. Paulo Pires de Camargo e o aparelho de raio x da Santa Casa.

1952– 13 de dezembro – Criação do Museu Municipal, pela Lei Municipal nº 239.

1953 – Atibaia conta com uma população em torno de 18.000 pessoas, sendo 7.300 residentes na zona urbana.

1954 – 21 de junho – Instituição do brasão de armas de Atibaia, pela Lei Municipal nº 282 de autoria de Enzo Silveira.

24 de junho – Inauguração dos novos prédios da câmara, fórum e prefeitura municipal (local onde até 2004 encontrava-se a sede dos três poderes, já que nesse ano fora inaugurado novo fórum, as margens da avenida Jerônimo de Camargo), pelo então Governador Prof. Lucas Nogueira Garcez. Também é inaugurado o museu municipal que aos 03.MAR.1961 através de lei municipal passa a chamar-se museu municipal João Batista Conti e a 1ª escola municipal de ensino básico: Florêncio Pires de Camargo também na então praça dos três poderes no centro da cidade.

26 de dezembro – Inauguração e bênção da igreja do Rosário, completamente reformada, com duas torres.

05 de novembro – Inauguração da Rádio Técnica Atibaia, fundada por Ciro da Rocha Lima.

1955 – Tombamento da casa da câmara e cadeia localizada na praça Bento Paes, hoje Museu Municipal João Batista Conti.

1956 – Primeira referência a uma plantação de morando no município pela imprensa, realizada pelo agricultor Keniti Nischiguti no bairro do Piquiri, fruto que viria ter uma enorme importância econômica e uma forte marca da cidade.

1957– 17 de setembro – Fundação do Sindicato do Comércio Varejista.

1958 – Início das obras de restauração da casa da câmara e cadeia, pela diretoria do patrimônio histórico e artístico nacional do ministério da educação e cultura.

1958 – 14 de janeiro – A emenda na Constituição Estadual, nesta data, determinou eleições para Prefeitos, na Capital e nas Estâncias, voltando o cargo a denominar-se Prefeito; eleito o 1°Prefeito o ex-prefeito sanitário Marco Vinício Chiocchetti (58/62), seguido por Geraldo Cunha Barros (62/64) e Antônio Júlio de Garcia Lopes (66/70). Após o termino do mandato do prefeito Antônio J. G. Lopes, os prefeitos voltaram a ser nomeados, em decorrência do regime militar.

1959 – 01 de julho – Inauguração do trecho da rodovia Fernão Dias, pelo então governador Carvalho Pinto e pelo Presidente da República, Juscelino Kubitschek, principal acesso à cidade de Atibaia.

1960 – Atibaia recebe, segundo estatística, cerca de mil turistas nos fins de semana, provenientes principalmente de São Paulo.

12 de junho – Atibaia recebe a visita do então governador do Estado, Carlos Alberto de Carvalho Pinto.

1964 – 04 de maio – Através de decreto legislativo o prefeito Geraldo Cunha Barros, eleito em 1.962, é impedimento de exercer seu cargo e seria cassado pela Câmara juntamente com o vereador Pedro Tacco aos 08 de junho, realizada com a presença de 7 dos 13 vereadores, portanto, sem quorum regimental. Geraldo Cunha Barros retornou ao cargo pela Justiça.

24 de junho – Inaugurado a nova Rodoviária ainda em funcionamento.

30 de dezembro – Leitura da carta de renúncia do prefeito Geraldo Cunha Barros, em sessão especial na câmara municipal. A carta foi extorquida em Jundiaí (SP), para onde o prefeito fora sequestrado e torturado por militares, que obrigaram-no a assinar sua renúncia. No mesmo dia toma posse definitivamente no cargo de prefeito, o então vice-prefeito e também ex-prefeito Sanitário Edmundo Zanoni, que exerceu o cargo até o seu falecimento aos 03.OUT.1965 quando foi substituído pelo presidente da câmara Tito Lívio Garini que completou o mandato.

1965 – 23 de março – Instituição da bandeira de Atibaia, pela Lei Municipal nº 837.

1966/67– – Desativados o ramal férreo entre o Maracanã, Caetetuba e Piracaia, onde hoje é a avenida Jerônimo de Camargo (02 de junho) e o último matadouro municipal que ficava onde hoje se encontra a Assistência Social de Atibaia – ASA.

1970 a 1979 – Período em que os prefeitos municipais da Estâncias foram nomeados pelo governador. Em Atibaia foram nomeados: Dr. Olavo Amorim Silveira (70 a 71), Omar Zigaib (71 a 75) e José Aparecido Ferreira Franco (75 a 79).

1970/71 – Inauguração do aeroporto Olavo Amorin Silveira (24.JUN.1971) e do Rádio Observatório de Itapetinga (Mackenzie)

1972 – 25 de novembro – Inauguração da rodovia D.Pedro I, SP -65, que liga o Vale do Paraíba (São José/Taubaté) a região de Campinas passando por Atibaia, tornando-se uma importante via de acesso à cidade.

1975 – 17 de fevereiro – Tombamento da Casa de Júlia Ferraz (Casarão).

1979 – As Estâncias voltam a eleger seus prefeitos municipais. O primeiro prefeito desta nova fase democrática foi Takao Ono (79 a 82), seguido por Gilberto Sant’anna (83 a 88), José Aparecido Ferreira Franco (89 a 92), Flávio Callegari (93 a 96), Pedro Maturana (97 a 2000), José Roberto Tricoli (2001/08) e José Bernardo Denig (2009 a 2012).

1978 – 05 de agosto – Fechamento da Companhia Têxtil Atibaia, antiga Têxtil São João.

17 de novembro – Atibaia é transformada em Estância Turística pela Lei nº 1.844.

1982 – 15 de novembro – O partido de oposição ao regime militar (PMDB) ganha o governo de São Paulo com Montoro e o de Atibaia elegendo Gilberto Sant’anna como prefeito e 9 dos 15 vereadores: Edson Antônio Teixeira, José Luiz Teixeira, Carmine Biagi Tundisi, Odair Bedore, Rogério Ribeiro da Silva, Domingos Gerage, Douglas Murilo Patrocínio e Mário da Silva. Os 6 vereadores do partido ligado ao regime militar (Arena, depois PDS, PPB, hoje PP) são: Pedro Maturana, Gaspar Camargo, Eurípedes Edson Ferreira da Silva, Pedro Tominaga, Kazuaki Araki e Maurício Aparecido Petrucci.

1983 – março – Fortes chuvas atingem a cidade e causam grandes problemas com as enchentes.

1985 – Com verbas do governo Estadual a antiga linha férrea transformada na avenida Jerônimo de Camargo foi asfaltada tornando-se uma das mais importantes avenidas da cidade, cortando vários bairros.

1986 – 08 de maio – Atibaia é novamente transformada em Estância Hidromineral pela Lei 5.091.

1988 – 01 de março – Fortes chuvas causaram grandes prejuízos, inclusive a interrupção da avenida Carvalho Pinto por um ano.

1990 – Inauguração da duplicação da rodovia D.Pedro I, SP 65, importante acesso à cidade.

1990 – 04 de abril – Promulgação a nova Lei Orgânica do Município, elaborada pela Câmara Municipal composta dos seguintes vereadores: Eurípedes Edson Ferreira da Silva, Irineu Silveira, Kazuaki Araki, Pedro Maturana, Odair Bedore, Domingos Gerage, Presidente da Comissão de Sistematização, Antônio Godoy Maruca, Ercília Rossini Pugliesi, Francisco Antônio Rodrigues Almendra, Francisco da Chagas José Berto Freire, José Augusto Roberto, José Felício, Marcos Vinício Silveira, Nerino Soldeira, Oswaldo Mendes Sobrinho, Pedro Yoshihiro Tominaga e Vanderlei Sebastião Rocha.

1991 – Os distritos de Vargem e Tuiuti se emancipam da cidade de Bragança, cujo território até 1797 fazia parte da então Vila de São João Batista de Atibaia.

1997 – 05 de maio – Morre o vice-prefeito e ex-prefeito por duas vezes (09.JUL.1975 a 19.MAIO.1975 e de 01.JAN.1989 a 31.DEZ.1992) José Aparecido Ferreira Franco “Cido Franco”, nascido aos 27.OUT.1923 em Piracaia.

1998 – 03 de fevereiro – Atibaia é notícia em toda imprensa nacional, pela morte e sepultamento do cantor e compositor Sílvio Caldas, que vivia há mais de 40 anos na cidade e possuía o título de cidadão atibaiense.

1998– 04 de junho – A câmara municipal cassa o mandato do Prefeito eleito em 1.996, Pedro Maturana, por 13 votos a 4, após apurar infrações político-administrativas cometidas pela administração municipal. O prefeito retornou ao cargo através da Justiça, 22 dias após sua cassação.

08 de julho – Pela segunda vez, a câmara municipal cassa o mandato do prefeito Pedro Maturana, por 13 votos a dois, após apurar outras infrações político-administrativas. Novamente o prefeito retorna ao cargo através da Justiça após 08 dias de seu afastamento. Nos dois períodos de afastamento o prefeito Pedro Maturana foi substituído pelo então presidente da câmara municipal Marcos Vinício Silveira, em razão do falecimento do vice-prefeito, ocorrido em 05/05/97.

1998 – 15 de dezembro – A câmara municipal, através de decreto legislativo nº 18 anula os atos praticados em 1964 que culminaram com a cassação do mandato do então prefeito Geraldo Cunha Barros, resultando num ato político inédito da história do legislativo atibaiano e brasileiro.

Século XXI

2003 – 28 de julho – Morre em Atibaia onde vivia há muitos anos o sambista, Mário Souza Marques Fº “Noite Ilustrada”.

2004 –junho – Inaugurado o novo prédio do fórum de Atibaia com a presença do governador do Estado, Geraldo Alckmin e do presidente do Tribunal de Justiça do Estado.

2004 – 03 de outubro – José Roberto Tricoli torna-se o primeiro prefeito reeleito de Atibaia, elegendo também 8 entre 11 vereadores na Câmara que passou de 17 para 11 cadeiras, consolidando-se como a mais nova liderança política de Atibaia.

2005 – Finalizadas as obras de duplicação da rodovia federal Fernão Dias –BR 381 iniciadas em outubro de 1993, que liga a grande Belo Horizonte a grande São Paulo, passando por Atibaia.

2005 – 05 de janeiro – O vereador reeleito para seu 2° mandato, Sebastião Batista Machado “Tiãozinho da Farmácia”, mineiro, renuncia ao mandato de vereador,5 dias após sua posse, para assumir, na condição de 1º suplente nas eleição de 2002, uma cadeira de deputado estadual eleito pelo PV. O último deputado eleito por Atibaia ou de Atibaia foi Joviano Alvim em 1947.

2006 – 01 de outubro – Tiãozinho da Farmácia, apesar do esforço do grupo político liderado pelo prefeito Beto Tricoli não consegue se reeleger deputado estadual, ficando na terceira suplência do PV, partido que deixou logo após as eleições, rompendo com o grupo liderado pelo prefeito Beto Tricoli.

2008 – 02 de agosto – Morre em Atibaia o então vereador, ex-presidente da câmara vice-prefeito e prefeito, Takao Ono.

2008 – 05 de outubro – As eleições municipais deram vitória ao grupo liderado pelo prefeito Beto Tricoli, que elegeu para sucedê-lo, o então vereador no 3° mandato, José Bernardo Denig, contudo, a excelente votação do principal candidato oposicionista, Sérgio Mantovaninni, fez com a cidade ficasse dividida eleitoralmente opondo-se de o grupo situacionista liderado por Beto Tricoli com o grupo oposicionista representado por Sérgio Mantovaninni que conseguiu unir a oposição na cidade, fato que não se viu nas eleições municipais de 2004.

2009 – 23 de outubro – O governador do Estado, José Serra, entrega em Atibaia 368 casas populares construídas pelo CDHU em parceria com a prefeitura.

2010 – 18 de junho – É inaugurado em Atibaia com a presença do governador do Estado, Alberto Goldman, um AME – Ambulatório Médico Especializado.

03 de outubro – José Roberto Tricoli elege-se deputado estadual com quase 43 mil votos, sendo 23 mil em Atibaia. Foi o 11° atibaiano eleito deputado estadual por Atibaia.

2011 – 08 e 10 de janeiro – As fortes chuvas alagaram pelo segundo ano consecutivo vários bairros da cidade e fez com que o governador do Estado, Geraldo Alckmin (dia 08), sobrevoasse as áreas alagadas e fizesse, na prefeitura, uma reunião com autoridades locais para discutir soluções para resolver o grave problema das enchentes.

03 de julho – Morre΅ em Atibaia a primeira dama do município, Rita de Cássia Gomes Denig, sendo sepultada em Bragança Paulista, sua terra natal.

29 ou 30 de dezembro – O ex-presidente da república, Luiz Inácio Lula da Silva passa o réveillon com sua família no sítio de sua propriedade no bairro do Portão, município de Atibaia.

2012 – 27 de abril a 01 de maio – Atibaia é sede do campeonato sul-americano de bandas e fanfarras, recebendo delegações do Uruguai, Colômbia e Venezuela.

10 de maio – O prefeito José Bernardo Denig anuncia que não concorrerá à reeleição nas eleições de outubro.

30 de maio – O Papa Bento XVI nomeou o primeiro bispo atibaiano, o padre Jeremias Antônio de Jesus, nascido no bairro do Portão aos 27.MAIO.1966 de origem mineira e pároco de uma das paróquias de Atibaia, para diocese de Guanhães/MG.

23 de junho – Inaugurado o UPA – Unidade de pronto atendimento e o SAMU, serviço de atendimento móvel de urgência no bairro Jardim da Cerejeiras.

27 de setembro – O vereador e candidato do DEM a prefeitura, e favorito nas pesquisas de intenção de voto sofre atentado contra sua vida. Contudo, ainda durante da campanha descobriu-se que o atentado era falso e o candidato é condenado pelo fato.

05 de outubro – Na eleição mais concorrida da história recente de Atibaia, o candidato do PSD, Saulo Pedroso de Souza até então considerado fora da disputa é eleito com 30,99 % dos votos válidos, seguido pelo professor Wanderley de Souza com 29,70 % dos votos válidos em seguida pelo candidato da situação, do PV Luiz Fernando Pugliesi com 28,77 % dos votos válidos e Promotor Arthur com 10,54%, portanto, a diferença entre o eleito e o terceiro colocado foi de 1500 votos aproximadamente.

2014 – 19 de maio – O prédio do fórum de Atibaia é interditado em razão de fortes indícios de falhas estruturais do prédio.

06 de outubro – O deputado estadual de Atibaia, Beto Tricoli, não consegue se reeleger e a cidade volta ficar sem deputado na assembleia legislativa.

05 de setembro – O vice-presidente da República, Michel Temer, participou da abertura da Festa das Flores e Morango em Atibaia.

04 de novembro – Morre em Curitiba o atibaiano André Granja Carneiro, nascido em 09/05/1922. Carneiro foi poeta, escritor, cineasta e artista plástico brasileiro.

2016 – janeiro – A partir deste mês Atibaia passou a estar constantemente nos noticiários nacionais em virtude das possíveis irregularidades que envolvem a compra e reforma do sítio frequentado pelo ex-presidente Lula no bairro do Portão e supostamente de sua propriedade.

02 de fevereiro – Por dois votos a um o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo afasta liminarmente o prefeito Saulo Pedroso de Souza por suposto pedido de propina do aluguel do prédio provisório do fórum da cidade.

21 de fevereiro – Três pessoas, pai, mãe e filha, morrem afogadas no córrego Piquiri, após fortes chuvas que atingiram a cidade e inundaram o bairro Jardim Brasil.

23 de fevereiro – O prefeito Saulo é oficialmente afastado do cargo.

15 de abril – Beto Tricoli, então secretário adjunto do Turismo do Estado é nomeado titular da pasta pelo governador, cargo que ocupou até o dia 01 de junho quando pediu demissão.

06 de junho – Um fenômeno climático conhecido como microexploção atingiu e destruiu o bairro das três pistas, desabrigando várias famílias.

07 de julho – O prefeito Saulo Pedroso de Souza retorna ao cargo por decisão do STF, após 133 dias de afastamento.

02 de outubro – O Prefeito Saulo Pedroso de Souza foi reeleito com cerca de 55% dos votos válidos e Beto Trícoli amarga sua terceira derrota consecutiva.

FIM DA CRONOLOGIA HISTÓRICA DE ATIBAIA ATUALIZADA EM JANEIRO DE 2017

Capítulo 5

Heráldica da Família Bedore

Autor: Adriano Bedore

ANEXO 4

GRÁFICO DE PARENTESTO NA LÍNGUA PORTUGUESA

Ficheiro:Parentescos.jpg

Fonte: Wikipédia – Ficheiro: Parentescos – Autor Antônio Nunes

Brasão

Brasão da Família Bedore fornecido pela empresa Stemma em dezembro de 1999

Em nossas pesquisas descobrimos três brasões da família Bedore. Como não confiamos na autenticidade dos mesmos apenas citaremos suas origens (onde o encontramos) e infelizmente não daremos maior importância a esse capítulo sobre heráldica, posto que para nós faltou maiores elementos para aceitá-los como sendo brasões da família Bedore. Razão pela qual sequer reproduziremos o trabalho encomendado à empresa Stemma, de responsabilidade do professor Ciro Mioranza, que nos enviou o brasão acima.

Diga-se de passagem a figura central do brasão acima reproduz três montes estilizados que também fazem parte do brasão oficial da cidade Ospedaletto Euganeo/PD, o que nos faz concluir que esse brasão fora criado recentemente (após meu pedido) a partir da informação que a família Bedore era originária de Ospedaletto Euganeo.

Portanto, como já mencionamos, dos três brasões encontrados, o primeiro, reproduzido acima, nos foi fornecido pela empresa Stemma (G.B. di Crollalanza – Dizionario Storico Blasonico do Instituto Genealógico Italiano di Firenze) e assim é descrito: um escudo em campo azul, um monte de três picos em cor de prata, sobre o qual pousa um lírio de ouro. Brasão de origem italiana.

O segundo, é fornecido pelo (The Historical Research Center) que assim o descreve: um escudo em campo de ouro (amarelo), um javali passante de espada negra, os colmilhos de prata (branco). Seu timbre é de três penas de avestruz na sua cor natural. Brasão de origem francesa.

Já o terceiro consta de uma página da rede mundial de computadores (www.houseofnames.com), que igualmente ao segundo não conseguimos reproduzi-lo e que faz referência a William Beddo da Virginia (1727); Alice Bedow também da Virgínia (1660); Andrew Bedow que imigrou para os EUA em 1660 e John Bedow que encontrava-se em Barbados em 1660. Os quais acredito nada têm a ver com a família Bedore.

Breve consideração sobre a nobreza na Idade Média

Resumidamente na Idade Média existia apenas duas castas ou classes: nobres e pobres. Os nobres, por sua vez eram divididos em duas classes: os nobres de sangue azul, ou seja a condição de nobreza que provinha das famílias reais, principescas e dos senhores feudais que dominavam a cena histórica e política de então. Estes nobres eram em reduzido número e compunham as famílias e a Corte dos Reis, dos Príncipes, dos Duques, dos Condes, dos Marqueses, dos Viscondes. Tanto o título de nobre, quanto o grau de nobreza, neste caso, era hereditário e podia ser ampliado através de nomeações restritas à vontade e as decisões dos soberanos medievais. A outra classe era formada pelos também chamados de nobre, uma vez que na Idade Média não se encontrava a palavra “ricos” e esta segunda classe de nobres correspondia a casta privilegiada dos ricos, dos grandes proprietários, dos capitães, dos mercadores, de todos aqueles que tinham conseguido atingir um nível de vida elevado ou que tinham feito fortuna em moeda corrente. Portanto um nobre na Idade Média era aquela cidadão que fazia parte de uma família real ou feudal e eventualmente também era aquele que tivesse acumulado riquezas no sentido estrito e comensurável de riqueza em dinheiro e em bens que pudessem ser transformados em ouro, prata e moeda. Neste último tipo de nobre e de nobreza são classificados capitães de exércitos, aventureiros, mercenários, cavaleiros, mercadores, padres, monges, banqueiros, juízes, magistrados, tabeliães, cambistas, médicos, farmacêuticos, peleteiros, açougueiros, sapateiros, ferreiros, coureiros, construtores, vinhateiros, padeiros, mercadores de óleo, mercadores de seda e linho, couraceiros, fabricantes de espadas, seleiros, madeireiros…. Estes nobres eram também chamados de patrícios. Se para os primeiros nobres, os de sangue azul, o direito a nobreza era um direito de sangue e era hereditária e eterna, para os segundos, os ricos, a nobreza era adquirida, dependia das fortunas e podia ser ocasional e efêmera. Os primeiros eram sempre nobres e pertenciam sempre a nobreza e os segundos eram nobres se eram ricos e pertenciam a nobreza enquanto durasse a sua fortuna. As artes menores eram divididas em 17 (dezessete) grupos e compreendiam desde o açougueiro até o hoteleiro, desde o sapateiro ao fabricante de armas, do padeiro ao seleiro, do alfaiate ao tecelão.

032

Brasão da família Bedore encontrado no ‘site’ House of names

Capítulo 6

Onomástica (origem do nome de família) de vários sobrenomes de minha ascendência citados nesse trabalho

Autores:

Ciro Mioranza

Carlos Eduardo de Almeida Barata

Antônio Henrique da Cunha Bueno

ANEXO 5

Gráfico para facilitar o entendimento sobre o grau de parentesco por afinidade segundo o código civil brasileiro, ou seja, parentesco legal:

GRÁFICO DE AFINIDADE

QUADRO DA AFINIDADE NO NOVO CÓDIGO CIVIL

Onomástica[390]

Albuquerque – sobrenome de origem geográfica, Vila de Portugal. Do Latim Alba quercus, carvalho branco. Cidade da Espanha, berço da família Albuquerque. Povoação do Mato Grosso, assim chamada em homenagem ao governador D. Luís de Albuquerque Melo Pereira e Cárceres. Da família Menezes se originou a dos Albuquerques, considerada uma das mais antigas e distintas de Portugal, porque, segundo os estudos dos grandes lingüistas, comprovadamente proveio, junto a outras tão ilustres, das Casas Reais de Castela e de Portugal.

Aldovini – nada encontramos.Atualmente o sobrenome é encontrado em apenas 38 Municípios italianos segundo o site gens.labo.net/it.

Alessandro–forma italiana de Alexander – Alessandri = do nome germânico Alexandros, de origem desconhecida; alguns evocam o verbo aléxein (proteger, defender) e o sbstitantivo anér, andrós (homem), com o sentido de quem protege, defende os homens, latinizado em Alexander, o sobrenome define fq Alesandri, ou seja, filho do senhor Alesander. Atualmente o sobrenome é encontrado em 223 municípios italianos segundo o site gens.labo.net/it.

Aliberti – nada encontramos, exceto que algumas famílias italianas com esse sobrenome imigraram para o Brasil, na sua maioria oriunda de Salermo. Atualmente o sobrenome é encontrado em 375 Municípios italianos segundo o site gens.labo.net/it.

Almeida – sobrenome de origem geográfica. Vila de Portugal. Composto do artigo al, a, e do substantivo – mã’ida, a mesa; por extensão, podemos interpretar por: campo plano ou chão, ou planalto.

Alves – sobrenome de origem patronímica derivado de Álvares, através da formas Alverez, Alverz (Alvrez). Outros o consideram uma derivação do baixo latim Alvitici, de Alvituus, registra-se aluitici, no ano 1073; e aluitz, no ano de 915.

Anzola – variante dialetal de Anzolini, Angiolo, Ângelo, pode indicar também o habitante oriundo de uma das cidades setentrionais chamadas Anzola, cujas denominações remontam aos nomes latinos Anteola, Antiola, diminutivos de Antius. Atualmente o sobrenome é encontrado em 40 Municípios italianos segundo o site gens.labo.net/it.

Arcari– forma plural de Arcaro – do latim medieval arcarius, fabricante e mercador de arcas; na Idade Média, era também designativo do funcionário que guardava o tesouro público, guardado numa arca, baú. Contudo, outra tese, que consideredo mais provável, considera o sobrenome como grego e seu significado seria vindo da Arcádia, região grega. Atualmente o sobrenome é encontrado em 261 municípios italianos e também em muitas cidades gregas.

Ardigò – nada encontramos, exceto que uma família italiana com esse sobrenome estabeleceu-se em São Paulo, por onde passou Roberto Aridigò, nascido aos 04.NOV.1941 em Brescia/Brescia. Atualmente o sobrenome é encontrado em apenas 7 Municípios italianos segundo o site gens.labo.net/it.

Assirati – nada encontramos, exceto uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, por onde passou Aclille Assirati, nascido aos 07.OUT.1883 em Spinadesco, Cremona, mesma cidade de Terzilla Assirati, filha do Tronco Assirati desse trabalho, portanto, muito provavelmente a mesma família.Atualmente o sobrenome é encontrado em 23 Municípios italianos segundo o site gens.labo.net/it.

Bacchiega– diffuso sporadicamente in alcune regioni, prevalentemente in Emilia e nel basso Veneto, é derivato da un originario soprannome medioevale francese, Bachelier, “giovane di nobile famiglia che si prepara ad essere armato cavaliere”, o “giovane che ha conseguito il primo grado degli studi universitari” e quindi, in senso figurato e spesso spregiativo, “persona saccente, che si dà arie professionali”. Non si esclude la derivazione da Bacheca, il riquadro, appeso al muro, ove si espongono documenti, avvisi, circolari e simili. O, ancora, da Bacche, i frutti carnosi indeiscenti con epicarpo sottile, mesocarpo polposo, endocarpo non legnoso con numerosi semi. Probabile è anche la derivazione da coltivazione di Baco da seta, particolarmente attuata nelle zone di maggior prevalenza di questo cognome. Descobrimos também que várias famílias italianas com esse sobrenome que imigraram para o Brasil, entre elas: a descendente de Afonso Bacchiega, nascido aos 17.JUN.1924 em Merlara, Província de Rovigo e outra descendente de Ernesto Bacchiega, nascido aos 06.NOV.1921 também em Merlara, Rovigo, ambas estabelecidas em São Paulo. Tradução do autor: Bacchiega – sobrenome difundido esporadicamente em algumas regiões, prevalecendo na Emília e no baixo Vêneto (Pinçar- Rovigo, local de nascimento dos Bacchiegas tratado aqui, fica no Baixo Vêneto), é derivado de um sobrenome com origem medieval francesa, Bache Lier, “jovem de família nobre que se prepara para ser armado cavaleiro” ou “jovem que conseguiu o primeiro grau do ensino universitário”. É assim, em sentido figurado comumente depreciativo pessoa (…) que tem ares profissionais. Não se exlui a derivação da Bachega, espécie de quadro que de paredes, onde se expõe documentos, avisos, circulares e similares. Ou, ainda, da Baddhe, trutas carnudas, com epicarpo sutil, mesocarpo polposo, endocarpo não (…) com muitas sementes. É provável, também que seja derivação da cultivação de bicho da seda, particularmente cultivado na zona de maior prevalência desse sobrenome.Atualmente o sobrenome é encontrado em 145 Municípios italianos segundo o site gens.labo.net/it.

Barbeta ou Barbetta – de Barba com o sufixo feminino singular etta. Barba dolatim barba, como sobrenome indica cidadão que portava a barba e assim cognominado por uma peculiaridade de sua barba; tem também o sentido figurado de ancião, conselheiro, homem respeitado na comunidade, nos falares regionais da maior parte da Itália tem também o significado expresso de tio, sentido transparente nos sobrenomes compostos formados com um nome próprio. Atualmente o sobrenome não é encontrado em nenhumMunicípio italiano segundo o site gens.labo.net/it.

Barbiere ou Barbieri – Barbieiro do latim Barbarius, através do francês antigo Barbier (barbeiro); o sobrenome indica a profissão de barbeiro que na Idade Média, além da tarefa específica de aparar cabelo e barba, acumulava também o exercício da medicina menor, como prestação dos primeiros socorros, aplicação de curativos, extração de dentes, pequenas cirurgias, sangrinas, tratamento de luxações. Atualmente o sobrenome Barbiere é encontrado em 2222 Municípios italianos e Barbiera em 65 Municípios, segundo o site gens.labo.net/it.

Barbosa – sobrenome de origem geográfica. Do feminino de um possível adjetivo barboso, derivado de barba e sufixo–oso, aplicado a terra que tivesse em abundância plantas em cujo nome entra a palavra barba.

Bassi – forma plural de Basso. Atualmente o sobrenome é encontrado em 1381 Municípios italianos segundo o site gens.labo.net/it.

Basso – do latim Bassus, encorpado, corpulento, gordo, forte, no latim medieval assume o novo sentido de baixo, pequeno; o sobrenome indica cidadão de estatura diminuta, de compleição física franzina. Atualmente o sobrenome é encontrado em 1259 Municípios italianos segundo o site gens.labo.net/it.

Bedore – São duas as teorias sobre a origem etimológica do sobrenome. I – A primeira remonta ao latim “betula” (bétula), árvore europeia de cuja casca se extrai óleo medicinal e tanino para curtir peles e de sua seiva fabrica-se açúcar e licores. De “betula, betuletum”(bosque de bétulas) surgem povoações chamadas Bettola, Bedero, Bedoredo, todas na Itália. O sobrenome servia para indicar que o cidadão era oriundo de uma dessas localidades ou de área coberta com esta planta; podia indicar, também, que o cidadão extraía e/ou comercializava produtos derivados da casca ou seiva da bétula. II – A segunda teoria, indica ser um sobrenome de origem francesa e apelativo. Os sobrenomes chamados de origem apelativa são aqueles que derivam de um “apelido” ou sobrenome com o qual designava-se o primeiro portador. O sobrenome Bedouret derivaria do sobrenome “Bedue”, que em sua vez derivaria da frase “bec dur”, forma regional de “bec doré, bec-d’or”, bico dourado, bico de ouro, que literalmente significa “boca dourada”, com sentido transposto de alguém comunicativo, que fala bem, bom orador, que tem boa fluência, persistente e eloquente. Não sabemos ao certo se este nome de família tem sua origem na Itália ou na França, pois incidem com suas variantes nos dois países, ou se possuem relação entre si. Acreditamos que possivelmente na Idade Média este sobrenome cruzou as fronteiras da Itália para França ou vice versa, tendo-se em vista a proximidade geográfica e a incidência acima mencionada. Um patriarca do século XII-XIII, ou antes, ao legar este seu cognome como apelativo comum a todos os seus filhos, deu origem à “Casata (clã) dei Bedore”. O sobrenome recorda seu fundador, o “capostípite”. Se a origem do sobrenome for do latim “betula”, sua evolução e variantes são: Bettola, Bedero, Bedoredo, Bedorin, Bedori e Bedore; se for francesa: Bec dur, Bec-doré, Bec-d’or, Bedue, Bedu, Bedouret, Bedoret, Bedoura, Bedouze, Bedorez, Bedor e Bedore. Se este sobrenome, como acreditamos, possuir uma única raiz, uma das duas teorias etimológicas sobre seu surgimento “cai por terra” e se não possuir, as duas ou apenas uma pode ser válida etimologicamente. Ver no final desse capítulo a transcrição na íntegra de todos os estudos onomásticos que encontramos sobre o sobrenome Bedore.Atualmente o sobrenome é encontrado em somente 18 Municípios italianos segundo o site gens.labo.net/it.

Bernabè – forma reduzida de Barnabei – variante de Barnaba, surgida da forma latina Barnabaeus – Barnaba – do nome hebraico Barnabas (formado de bar, filho e nabia, profecia ou nehama, consolação, com o sentido de filho da profecia, da consolação; o sobrenome repete o nome do fundador do tronco familiar, indicando filiação.Atualmente o sobrenome é encontrado em apenas 9 Municípios italianos segundo o site gens.labo.net/it.

Bernardo – forma italiana de Bernardus – Bernadi = do neme germâmico Bernhardh [formato de beran, usrso, e hardhu, forte, duro, corajoso, valoroso, com o sentido de forte, valente. Latinizado em Bernardus, o sobrenome define domo f.q. de Bernardus. Atualmente o sobrenome é encontrado em 459 municípios italianos.

Berto ou Iberto – forma italiana de Bertus. Berti – sobrenome que deriva de redução de nomes germânicos terminandos em berth, do termo bertha, famoso, ilustre. Sobrenome define com filho de Berti (filho do sr. Bertus). Atualente o sobrenome Berto é encontrado em 594 municípios, já Iberto em apenas 37 e especialmente na Província de Padova.

Bianchi – forma plural de Bianco – do germânico blank, luzidio, brilhante, branco, indica cidadão de pele clara, barba ou cabelo loiros ou brancos; sob a forma latinizada blancus, tornou-se também nome próprio; neste caso, o sobrenome é um patronímico que recorda o nome do tronco familiar. Largamente difundido e frequente em toda Itália com predominância no norte (é o terceiro sobrenome mais encontrado em Milão na Toscana e nol centro. Atualmente o sobrenome é encontrado em 2932 Municípios italianos segundo o site gens.labo.net/it.

Bontà – sobrenome que reproduz o termo bontà (bondade), do latim bònitas, bonitatis, bondade. Atualmente o sobrenome é encontrado em somente 8 Municípios italianos segundo o site gens.labo.net/it.

Bueno – sobrenome, principalmente alcunha do espanhol Bueno, bom.Houve na Espanha diversas famílias com este sobrenome, sem haver qualquer relação de parentescos entre elas. Uma das mais antigas com este sobrenome, registra-se um radicada nas montanhas Jaca, e alguns dos seus integrantes foram de Aragão. No Brasil essa antiga família, de origem espanhola, estabelecida em SãoPaulo, teve oprincípio no espanhol Bartolomeu Bueno, natural de Sevilha que passou a São Paulo em 1581, em companhia de seu pai Francisco Ramires de Porros, na armada de D.Diogo Flores de Valdés, na qualidade de carpinteiro da ribeira, pago a trinta ducados (São meus ascendentes, ver costado no final do trabalho).

Bressan – habitante de Bressa com sulfixo truncando – an. Bressa – forma dialetal set. De Brescia.

Broggio – Forma reduzida de Ambroggio que é patronímico, do nome Ambrogio/Ambroggi que vem do nome germânico Ambrósios, derivado de ámbrotos )imortal). O sobrenome é encontrado na atualiadade em 139 municípios italianos.

Camargo – sobrenome de proveniência espanhola e de origem geográfica, tomado do lugar chamado Camargo, na província de Santander, Espanha. Damília originária do Vale de Camargo, Cantábria, onde teve seu solar, e de onde tomou o sobrenome. Alguns ramos desta família passaram para Castela, onde fundaram novos grupos familiares nas vilas de Santilana, Cantábria, Castrogeriz y Roa, Burgos, Agreda, Soria, Pozal de Gallinas, Valladolid, etc. No Brasil uma das mais antigas e importantes famílias de origem espanhola estabelecida em São Paulo, com ramificações no Paraná, Santa Catarina e Rio de Janeiro, procedente de Jusepe (José) Ortiz de Camargo, natural de Castela, filho de Francisco de Camargo e de Gabriela Ortiz. De família sevilhana e descendente, segundo uns, do navegador Afonso de Camargo. Estabeleceu-se, por volat de 1585, em São Paulo, onde deixou numerosa descendência do seu casamento com Leonor Domingues, falecida em 1630. Filha de Domingos Luiz, o carvoeiro, e de Ana Camacho. Foi Giuseppe de Camargo, pessoa de autoridade e respeito em São Paulo, onde ocupou o cargo de Juiz Ordinário (1611). Seus descendentes, conservaram o seu prestígio, e disputaram, por muitos anos, a rédeas do governo paulista, tendo como rival a também importante família Pires, de origem portuguesa (Meus ascendentes, ver costado no final do trabalho). Entre os descendentes da família Camargo de Giuseppe podemos destacar os filhos: José Ortiz de Camargo (meu avô em 10º grau); Mariana de Camargo (minha avó em 10º grau) que por seu casamento tornou-se a matriarca da fampilia Bueno de Camargo de São Paulo; Jerônimo de Camargo, o fundador de Atibaia e o Capitão Marcelino de Camargo, juiz ordinário em São Paulo em 1644, que foi patriarca da família Pires Pimentel.

Caniato – de Cani com sulfixo singular ato. Cani – do latim canis,cão, revela apelativo que recorda os atributos de fidelidade e dedicação deste animal;outros invocam o termo latim canus, encanecido, ancião. Variante deCanato, o derivante da cane, “chi ha a che fare con cani” o “chi è stato morsicato da un cane”. Também pode lembrar um sobrenome derivado de cão, ou uma pessoa má, cruel de nehuma habilidade. Atualmente o sobrenome é encontrado em 66 Municípios italianos segundo o site gens.labo.net/it.

Capuzzo – De Capo com sufixo singular uzzo- Capo do latincaput, cabeça, mas com uma grande variedade de sentidos, como cabeça, extremidade, ponta, centro, cabomestre, parte principal do objeto, chefe, comandante,e tc. O sobrenome é encontrado na atualiadade em 293 municípios italianos.

Cardoso – sobrenome de origem geográfica, tomado ao solar da família, na quinta de Cardoso, junto a Lamego, Portugal. De Cardoso, terreno abundante de cardos. Nome de campos, quintas, herdades, povoações, do Minho, da Beira, etc., passando a pessoas residentes ou daí naturais.

Cavallaro – do latim caballarius, cavaleiro, criador e mercador de cavalos,guardião dacavalariça de nobres. Atualmente o sobrenome é encontrado em 1001 Municípios italianos segundo o site gens.labo.net/it.

Chericato – nada descobrimos. Atualmente o sobrenome não é encontrado em nenhum Município italiano segundo o site gens.labo.net/it.

Chiaretti – de Chiaro com o sufixo plural etti – Chiaro – do latim Clarus, claro, ilustre, luminoso, adjetivo que assumiu a forma de nome próprio desde a época dos ramanos, o sobrenome pode refletir um apelativo conferido a alguém ilustre ou nome do fundador do tronco familiar. Sobrenome de uma família de origem italiana, por onde passou Giuseppe Chiaretti, nascido aos 27.MAR.1866 em Rieti, Província de mesmo nome e outra descendente de outro Giuseppe Chiarettim nascido aos 19.MAR.1922 também em Rieti, ambas estabelecidas em São Paulo. Atualmente o sobrenome é encontrado em 51 Municípios italianos segundo o site gens.labo.net/it.

Chiarizia– de Chiara com sulfixo masculino sing. Izio. Chiara – forma feminina de Chiaro (ver acima). Encontrado em apenas 12 muncípios italianos na atualiadade.

Coppini – De Poppa ou Coppo com sulfixo plural inni. Coppo forma masculina de Coppa, indica recipiente de grandes dimensões, pipa, mas igualmente assume outras acepções, no italiano arcaico, como utilidade de medida para secos, tipo de elmo, telha de forma arrendondada. O sobrenome se refere a uma dessas funções. O sobrenome é encontrado na atualiadade em 242 municípios italianos, especialmente na Toscana.

De Carlo – de – de e Carlo – Carli – do nome germânico Karl, Carlos, derivado de Karla, homem livre, mestre do palácio real, alto funcionário da Corte, administrador dês bens do reino; latinizado em Carolus, Carlus, o sobrenome é de formação patronímica, ou seja fq. Caroli, Carli (filho do Sr. Carolus, Carlus, Carlos. O nome de família De Carlo se constitui num sobrenome considerado e classificado como pan-italianao,ou seja, que ocorre em todo o território da península itálica. Ver no final desse capítulo a transcrição na íntegra de um estudo mais detalhado que encomendamos Ver no final desse capítulo a transcrição na íntegra de todos os estudos onomásticos que encontramos sobre a família Bedore sobre o sobrenome De Carlo.Atualmente o sobrenome é encontrado em 474 Municípios italianos segundo o site gens.labo.net/it.

D’Elboux – Sobrenome de origem francesa.A origem do sobrenome D’Elboux, segundo descobrimos, decorreria daqueles que são próprios de uma localidade possivelmente chamada “Elboux” e outra de nome Derboux (hameau de Derbous), cidade de Mondragon, Vaucluse, bem próximo a Marseille. Outros dizem que a terminação “x”, junto a “boux”, de origem indubitavelmente francesa, denotaria que a família prestou serviços ao rei, enquanto o D maiúsculo seria relacionado à detenção de título nobiliárquico.

Faccioli ou Facciolli – de Faccio com o sufixo plural olli. Faccio – forma popular e coloquial, redução de Bonifácio – composto dos termos em latim Bônus (bom) e fatum (destino,sorte,fado),formando bonifatus (de bom destino, de boa sorte); destederiva o nome próprio bonifatius que se alterna com a variante Bonifatius qu se alterna com a variante Bonifacius e que preconiza bons vaticínios, boa sorte e elogia quem age com correção; osobrenome se fixa com a expressão medieval, figlio de Ser Bonifácio (filho de sr. Bonifácio). Uma variante do norte da Itália di Fazio, pode remeter a característica física de uma pessoa com o rosto redondo e curioso.Atualmente o sobrenome é encontrado em apenas 24 Municípios italianos segundo o site gens.labo.net/it.

Faliva – Nada descobrimos, exceto que o sobrenome é encontrado na atualiadade em 66 municípios italianos, especialmente no Vêneto.

Fanchin – forma reduzida ou apocopada de Fanchino. Fanchino do latim medieval Fans, fantis, menino [v. Fancello]; de fans, com sulfixo – inus, deriva fanchinus, designativo do escudeiro do cavaleiro medieval.

Fedre – nada descobrimos, exceto a imigração de uma família italiana com esse sobrenome onde chegou aos 20.JUL.1882 a bordo do vapor América, Giuseppe Fedre, natural da Itália com sua família. Também descobrimos alguns Fedres vivendo na argentina, descendentes de imigrantes italianos e naturais da provínica de Padova. Atualmente o sobrenome é encontrado em 20 Municípios italianos segundo o site gens.labo.net/it, especialmente na Provínica de Padova.

Fernandes – sobrenome de formação patronímica: o filho de Fernando. Antigo Fernandici, Fernandiz, Fernandez- documentado nos anos de 915 e 1078.

Formaggio – do latim medieval Formaticum, através de francês antigo formage, queijo que se põe na forma; o sobrenome indica produtor e mercador de queijos. Atualmente o sobrenome é encontrado em 120 Municípios italianos segundo o site gens.labo.net/it.

Franco – sobrenome, primitivamente alcunha. Do adjetivo franco. Procede esta família de França, em tempos remotos. Felgueiras Gayo principia esta família em D. João Roberto de La Corne, “O Franco”, assim chamado por seu pai. D. Roberto de La Corne, natural da França. Depois registra mais de 10 ramos, posteriores ao primeiro, que principiam no século XVI (Gayo, Francos, Tomo IV, Título 75. No Brasil, mais especificamente em São Paulo entre as mais antigas, registram-se a famílai descendente dos irmãos: 1) João Franco Viegas que foi morador em São Paulo onde teve contrato de pesca de baleias, deixou grande descendência de seus dois casamentos: o primeiro em 1671 em São Paulo com Bernarda Luiz (1652 – 1683 em São Paulo) e o segundo no Rio de Janeiro em 1688 com Úrsula da Silva e do 2) Capitão Lorenço Franco Viegas, natural de Portel, Comarca de Évora, Portugal e falecido em 1700 em São Paulo, serviu honrossos cargos em São Paulo, onde foi Juiz Ordinário e mereceu carta firmada pelo própio punho do rei em que lhe agradecia os serviços prestados nessa cidade (meu avô em 11º grau), ver costado no final do trabalho, ambos filhos de Lourenço Franco Viegas e de Úrsula Godinho (avós em 12º grau). Entre os descendentes de João Franco Viegas, podemos destacar: o trineto Francisco da Silveira Franco, 2º capitão-mor de Atibaia (Capítulo 4º do Título Franco desse trabalho). Entre os descendentes de Lourenço Franco Viegas podemos destacar: o terceiro neto, alferes Salvador do Nascimento Franco, natural de Atibaia onde foi Juiz ordinário de órfãos; a quarta neta, Maria Franco, que do seu casamento em 1813 em Atibaia, com Antônio Correa Lacerda, tornou-se a matriarca da família Correa de Lacreda de São Paulo; o quarto neto, Joaquim da Silva Franco, Comendador da Ordem da Rosa, e grande fazendeiro; a quinta neta, Manoela de Assis Cássia Franco, falecida aos 05.JUN.1883 no Rio de Janeiro/RJ que por seu casamento aos 10.DEZ.1847 em Limeira/SP na mencionada família Correa de Lacerda de São Paulo, tornou-se, em 1887, a baronesa de Araras (também inserida no Título Franco desse trabalho); a quinta neta, Cândida Marcolino Franco, nascida aos 01.FEV..1842 em Limeira/SP e falecida em Campinas/SP aos 01.FEV.1866, que foi casada com a importante família Ferreira Camargo; quarto neto José Joquim Bueno Pais, Tronco do Título Bueno desse trabalho (meu avô em 6º grau) e sexto neto Antônio Pires de Camargo que casou-se com Escolástica Maria Soares [ver Título Soares] são os tataravós do autor desse trabalho.

Freitas – sobrenome de origem geográfica. Do latim fractus, quebrados (subentende-se pedras). Leite de Vasconcellos diz que o sentido de fracta pode não ser propriamente “quebrada ou rachada”, mas metafórico. O Frei Freitte Longnon, admite o sentido de “brecha, abertura” e por conseguinte, “desfiladeiro”. Documentaram-se as antigas formas Frectas e Fleitas em 1059. Procedem de Diogo Gonçalves de Uro, que fundou o mosteiro de Cete. Foi pai de D. João Dias de Freitas, o primeiro que usou este sobrenome, tirado de seu solar, o julgado de Freitas, junto a Guimarães.

Gilioli – de Gilio com sufixo plural oli. Gilio – do nome em latim Aegidius – Egidi – dos nomes gregos Aighídios (de Aighéus, Egeu), Aighidión (cabrito) que se latinizaram em Aegidius; o sobrenome se define com a expressão fq. Aegidi (filho de sr. Aegidius), através do francês Gilles, Gille, Gile;o sobrenome é um patronímico e recorda o nome do fundador deste cepo familiar. Atualmente o sobrenome é encontrado em 192 Municípios italianos segundo o site gens.labo.net/it.

Leite – sobrenome, primitivamente alcunha, da comparação com o leite, da alvura deuma pessoa. Sobrenome de inúmeras famílias espalhadas por diversas partes do território brasileiro.

Longano – oriundo da cidade meridional Longano ou das povoações de Longana, de Longano, cujas denominações refletrem o nome próprio lat. Longano [de Longus, v. Longo]. Atualmente o sobrenome é encontrado em 47cidades italianas.

Lorenzetti – de Lorenzo com o sufixo plural etti – Lorenzo – forma italinizada de Laurentius , Lorenzi – do latim laurentius, Lorenço, o nome se origina de laurentum, antiga cidade do Lácio, que os romanos explicavam como um derivado de laurus (louro), lauretum (loureiral); o nome teve grande difusão,graças ao prestígio e culto de S. Laurentius,mártir em Roma, no ano 258; o sobrenome se define com fq. Laurentii (filho do sr. Laurentius), com posterior evolução fonética que fixa em Lorenzi. Atualmente o sobrenome é encontrado em 513 Municípios italianos segundo o site gens.labo.net/it.

Luppi – variante gráfica de Lupi – forma plural de Lupo – do latim lupus, lobo, animal sagrado entre os antigos;o sobrenome indica caçador de lobos ou apelido que rememorava os atributos desteanimal na pessoa do cidadão assim chamado, como a esperteza, a destreza, a ferocidade; o sobrenome pode também recordar o fundador deste tronco familiar através de seu nome Lupo. Atualmente o sobrenome é encontrado em 441 Municípios italianos segundo o site gens.labo.net/it.

Mazuca ou Mazzucca – forma femininoa de Mazzucco. Mazzucco de Mazza, Mazzocom sulfixo singular –occ; indica o fabricante e mercador de clavas, maças, marretas, malhos; pode também transmitir o sentidode Mazzucco e pode ainda se referir a portador de Mazzocchio (espécie de barrete medieval). Atualmente o sobrenome é encontrado em apenas 1 Município italiano segundo o site gens.labo.net/it.

Mazzola – de Mazza, Mazzo com sufixo feminino singular – ola. Ver anterior. Atualmente o sobrenome é encontrado em 997 Municípios italianos segundo o site gens.labo.net/it.

Meneghini – de Menego com sulfixo plural – ini – Menego – forma dialetal setentrional, popular e coloquial, redução de Domenego, variante de Domenico (Domingos). Atualmente o sobrenome é encontrado em 413 Municípios italianos segundo o site gens.labo.net/it.

Morano – oriundo de uma das duas cidades ou de uma das várias povoações chamdas Morano, cujos nomes remontam a fundus Mauranus [terras, latifúnido do cidadão Maurus], no qual se ergueuo núcleo urbano.

Moretti – de Moro com o sulfixo etti. Moro – do latim maurus, habitante do norte da África, chamada de Mauritânia pelos romanos; por extensão,indica também o cidadão de pele escura; com a conquista do norte da África por parte dos mulçumanos no século VII em diante, maurus, passou a indicar também sarraceno, árabe, mouro;em decorrência deste último fato, maurus (moro), passa a indicar também indivíduo sem fé, infiel, incréu, pagão apóstata; um desses significados motivou o sugimento do sobrenome Moro, embora pareça mais provável que prevaleça o apelativo conferido a laguem por sua tez, barba ou cabelos morenos. Atualmente o sobrenome é encontrado em 2266 Municípios italianos segundo o site gens.labo.net/it.

Mossolin ou Mussolin – Nada descobrimos, exceto que o sobrenome é encontrado na atualiadade em 66 municípios italianos como Mussoline em apenas 8 como Mossolin, especialmente na Província de Padova.

Mucci – forma coloquial, redução de nomes e sobrenomes com esta terminação, como : Adamucci, Bortolomicci, Giacomucci.

Pasqua – do hebraico pesah (derivado do verbo pasah, passar ou proteger), passagem, festa da passagem, Pásqua; transposto para o grego Pasch, foi conectado com o verbo grego páschein (sofrer,padecer),recordando a paixão,morte e ressurreição de Cristo, latinizado em Pascha,recebeu a influência do termo pascua, pastagem, fixando-se, por esta razão, nas duas formas Pasça e Pasqua, prevalecendo esta última; assumindo como nome feminino, o sobrenome é um matronímico que recorda a fundadora deste tronco familiar; nos derivados,representa quase sempre um original nome masculino. Atualmente o sobrenome é encontrado em 296 Municípios italianos segundo o site gens.labo.net/it.

Pavanello – de pavano com sulfixo – ello – pavano – a habitante de Pava (forma arcaica de Padova) com sulfixo – ano. Atualmente o sobrenome é encontrado em 422 Municípios italianos segundo o site gens.labo.net/it.

Pereira – sobrenome de origem toponímica, tomando da propriedade da família. De pereira, substantivo comum – árvore frutífera da família das Rosáceas. Procede esta família de conde D. Forjaz Bermudez, neto do conde D.Mendo (irmão de Desidério, último rei dos Longobardos, da Itália) e de sua mulher D. Joana de Romais, neta de D. Fruela I, falecido em 786, rei das Astúrias. Seu descendente Gonçalo Rodrigues Frolaz passou de Portugal, no tempo de D.Sancho I, falecido em 1211, 2 rei de Portugal.

Pedroso – sobrenome de origem geográfica. Do latim petrosu, abundante de pedras. A palavra vem de lugar pedregoso. Osobrenome foi tomado do conselho de Pedroso, onde foi seu solar. No tempo do rei de Portugal D. João I, falecido em 1433, era senhor de pedroso, Rui Gonçalves Pedroso, filho de Pedro Anes de Araújo.

Permunian – nada descobrimos. Atualmente o sobrenome é encontrado em 49 Municípios italianos segundo o site gens.labo.net/it.

Piatella – nada descobrimos. Atualmente o sobrenome não é encontrado em nenhum Municípios italianos segundo o site gens.labo.net/it.

Piazza – do latim platea, via larga, praça; o sobrenome indica o residente junto a uma praça urbana e também o habitante oriundo de uma das quatro cidades ou de um das várias localidades chamadas Piazza. O sobrenome é encontrado na atualiadade em 444 municípios italianos.

Pillon – Nada descobrimos, exceto que o sobrenome é encontrado na atualiadade em 92 municípios italianos, especialmente no Vêneto.

Pires – sobrenome de formação patronímica –o filho de Pedro. Do latim Petrici, com mudança do e por metafonia. Petrici, documentado em 1077 e Petrizi documentado em 1041. Patronímico são apelidos que consistem numa derivação do prenome paterno. No latim ibérico constitui-se esse tipo de apelido com o sufixo “icus” no genitivo, isto é, “ici”, indicativo de descendência, com as desinências latinas da 2ª declinação. Assim, por evolução fonética temos no português medieval – ez (escrito – es, porque átono) – iz – az (escrito – as, quando átono). Em São Paulo, entre as mais antigas, registra-se a família de Jorge Pires, que deixou geração de seu casamento ainda em Portugal, com Antonia Figueiredo. Pedro Taques afirma que veio com Martim Afonso de Souza, em 1532. Ainda em São Paulo, no campo de Piratininga, há a família de João Pires “o gago” (meu avô em 13º grau), natural do Porto, povoador de Santo André, onde foi 1º Juiz de Fora, é o tronco da Família Pires do trabalho de Silva Leme e é meu ascendente, ver no costado.

Pistillo – Nada descobrimos, exceto que o sobrenome é encontrado na atualiadade em 185 municípios italianos.

Ricciardi – de Ricco com sulfixo plural ieri, variante arcaica de Ricciardi, Ricciardi. Ricco – forma popular e coloquial, redução de muitos nomes e sobrenomes, com esta terminação, como Enrico, Fedrico, Odorico, que já entre os germânicos ressultava em Rikko; pode também derivar diretamente do termo germânico rikia, rihhi, poderoso, senhor, príncipe, dono, rico. Atualmente o sobrenome Richiardi é encontrado em 47 Municípios italianos segundo o site gens.labo.net/it.

Rizzato – de Rizzo com sufixo singular ato. Rizzo – variante difundida em toda a península de Riccio – do latim ericius, ouriço, porco-espinho; o animal tem pêlos hirtos, mas possui a faculdade de enrolar, embolar, encaracolar seu próprio corpo, como estratagema de defesa e proteção; deste fato, o termo italiano, riccio, rizzo tem também o sentido de crespo, encaracolado;o sobrenome, alude, pois, a essa característica do cabelo e barba do fundador do tronco familiar. Atualmente o sobrenome não é encontrado em nennhum Município italianos segundo o site gens.labo.net/it, mas na forama de Rizzato é encontrado em 463 Municípios e na forma de Rizzatto em 9.

Rovarin ou Romanin – Nada descobrimos (Rovarin), exceto que o sobrenome é encontrado na atualiadade em apenas 7 municípios italianos, especialmente no Vêneto. Romanin – redução dialetal set. de Romanino que vem de Romano com o sufixo anno, ou forma italiana do nome Romanus que indica habitante de Roma ou filho de Romani (Filho do sr. Romanus). O sobrenome Romanin é encontrado na atualidade em 127 municípios italianos, especialmente no Vêneto.

Savastano – Nada descobrimos, exceto que o sobrenome é encontrado na atualiadade em 262 municípios italianos.

Scacchetti – nada descobrimos, exceto a imigração des quatro famílias com esse sobrenome, estabelecidas em São Paulo que em sua maioria eram oriundas de Quistello, Província de Mantova, mesma província da minha ascendente com esse sobrenome (Annunziata Scacchetti , ver no costado). e outras duas famílias com o sobrenome Scachetti que imigraram para o Brasil onde passou Emiliano Scachetti, nascido aos 17.ABR.1881 em Dovi Di Modena, Província de Modena e outra família que estabeleceu-se em São Paulo, para onde passou Enrico Scachetti, nascido aos 07.NOV.1875 em Magnacavallo, Província de Mantova. Atualmente o sobrenome é encontrado em 140 Municípios italianos segundo o site gens.labo.net/it.

Simoni – do nome hebraico Shimom (do erbo shamah, escutar, com sentido de Deus escutou, atendeu); latinizado em Simeon e Simon, o sobrenome se define com fq. Simionis (filho do sr. Simon). Atualmente o sobrenome é encontrado em 741 Municípios italianos segundo o site gens.labo.net/it.

Soares – sobrenome de formação patronímica – o filho de Soeiro.Da baixa latinidade Suarici, documentado em 1073, Suarizi, documentado em 1097, Suariz, com um i epentético como Saigres, quaise (século XV)

Stevanin – de Stevano com o sufixo truncado – in – Stevano – variante regional setentrional de Stefano – forma italiana de Stephanus (Stefani), Estevão – do grego stéphanos, coroa, glória, prêmio; difundiu-se como nome próprio, graças ao prontomártir do cristianismo Stéphanos, latinizado em Stephanus (Estevão); o sobrenome se define com fq. Stephani (filho do Sr. Stephanus). Sobrenome de duas famílias deorigem italiana,estabelecida em São Paulo, para onde passou Cesare Stevanin, nascido aos 10.OUT.1914 em Castagnaro, Provícnia de Venona e outra família que também estabeleceu-se em São Paulo para onde passou Efre Stevanin,nascido aos 11.AGO.1914 em Piacenza D’Adige, Padova, portanto, as duas famílias eram provineites da mesma região de meus antepassados portadores desse sobrenome (Teresa Stevanin, ver costado). Atualmente o sobrenome é encontrado em 14 Municípios italianos segundo o site gens.labo.net/it.

Terranova – composto de Terra e nova (nova),terras novas, pode também indicar o habitante oriundo de uma das quatro cidades ou de uma das várias povoações chamadas Terranova. Atualmente o sobrenome é encontrado em 558 Municípios italianos segundo o site gens.labo.net/it.

Valenti – do nome latino Valens, Valentis (do verbo valere, estar bem de saúde, sentir-se bem, ser forte e resistente); o sobrenome se define com fq. Valentis (filho do Sr. Valens). Atualmente o sobrenome é encontrado em 1302 Municípios italianos segundo o site gens.labo.net/it.

Vascon – Nada descobrimos, exceto que o sobrenome é encontrado na atualiadade em 57 municípios italianos, especialmente de Padova.

Veronese – habitante de Verona,com sulfixo singular ese. Atualmente o sobrenome é encontrado em 713 Municípios italianos segundo o site gens.labo.net/it.

Visentin – forma reduzida de Vesentino – variante regionla setentrional de Vicentino – oriundo da cidade setentrional de Vicenza que recorda a pré-romana Viketia; de raízes indo-européias , o nome remonta a famílias, formando uma tribo; os romanos rebatizaram a cidade como Vicetia e, no período medieval, por influência de Vicentius (Vicente), assumiu a forma Vicentia, da qual deriva o desigantivo de sue habitante, vicentinus, vicentino. Atualmente o sobrenome é encontrado em 745 Municípios italianos segundo o site gens.labo.net/it.

Zambelli – composto de Zan e Belli; Zan – redução popular e coloquial de Zane, Zanni [ de Gianni], típica do norte, especialmente dos antigos domínios da República de Veneza e áreas limítrofes. Belli – do latim med. Bellus [belo, lindo, formoso].

Zancan ou Zanzon – Zancan de Zanco com o sulfixodialetral trunccado an. Zanco do germânico zanka, tenaz, torquês, por analogia com os braços ou alças da tenaz, nos falares dialetais set. Assume o sentido de recurvo, entortado, torto,defeituoso, aaplicado especialmente a prenas e braços; indicca de modo particular pessoa de pernas tortas, defeituosas; em sentido mais específico, indica também, em vastas áreas seti., o canhoro, o esquerdo, contrapsoto a destro, porqaunto o não-destro era considerado antigamente um defeito físico. O sobrenome é encontrado na atualidade na Itália em 114municípios. Zanzon nada descobrimos, exceto que o sobrenome é encontrado na atualiadade em 14 municípios italianos.

Zanforlin – composto de zan e Forlim. Zan redução popular e coloquial de Zane, Zanni (de Gianni), típica do norte,especialmente dos antigos domínios da República de Veneza e áreas limítrofes. Atualmente o sobrenome é encontrado em 156 Municípios italianos segundo o site gens.labo.net/it.

Zanin – Variante dialetal de amplas áreas de Zanni. Zanni rariante regional de amplas áreas set. De Gianni, redução de Giovanni, João.. O sobrenome é um patronímico e recorda o nome do fundador do tronco familiar. Todo patronímico indica paternidade e fikiação e Zanni significa simplesmente filho de Giovanii (joão) que era chamado Gianni e conhecido na sua região local por Zanni. O sobrenome é encontrado na atualiadade em 665 municípios italianos.

Transcrição, quase na íntegra, da pesquisa histórico-lingüistica do nome de família BEDORE, feito pela empresa Stemma a nosso pedido

SUAS ORIGENS GEOGRÁFICAS

O nome de família Bedore se constitui num sobrenome muito raro e típico de restritas áreas da Itália setentrional. Sua incidência mais expressiva, porém, se registra historicamente na Província de Padova, Região do Vêneto. É interessante observar que, nesta Região (na atualidade), ocorre somente em pequena área do sul da Província, chamada também de Baixa Padovana e ou Euganea, sendo praticamente inexistente no restante do território vêneto. O sobrenome se faz presente (na atualidade) também nas Regiões da Lombardia, do Piemonte, e da Ligúria, territórios conflitantes com a Suíça italiana e francesa e também com a França; sua presença foi constatada também na Província de Modena, da Região da Emília-Romanha. Sua distribuição geográfica no norte da Itália nãopermite afirmar se se trata de um único tronco familiar, descendente de um só patriarca medieval. Pode-se, contudo, constatar que sua presença mais significativa se concentra na Província de Padova, no Vêneto, nas demais Regiões ocorre de forma ocasional e dispersa[391].

Um levantamento efetuado nas listas telefônicas de 1996/97 de todas as Províncias italianas apresentou um resultado condizente com quanto foi afirmado no parágrafo anterior. De fato, o sobrenome se distribui em restritas e dispersas áreas do extremo norte da Itália, ocorrendo sempre com índices de freqüência baixos. A principal exceção se relaciona com a pequena concentração no Vêneto, localizada aos sul da cidade de Padova (ver Bedores na atulaidade na Itália, Capítulo 3, atrás).

Cumpre salientar que o nome de família Bedore ocorre nas áreas de grande influência fancesa no norte da Itália. O Piemonte ainda fala seus dialetos de forte influência francesa. O mesmo ocorre com a Lombardia, a Ligúria e a Emília-Romanha, Regiões que foram habitadas pelos francos desde o século VIII e tiveram influxos e dominações da França por quase um milênio. Além disso, a política medieval desses Feudos, Repúblicas, Ducados e Condados giravam em torno dos interesses franceses. Com relação ao Vêneto, a influência francesa ocorreu através da literatura de cordel e das relações comerciais com a Provincia. Este fato pode ter determinado a forma final do sobrenome ou, como querem alguns, o mesmo sobrenome teria sido importado da França,no período medieval, fruto dessa influência e dessas realções políticas e econômicas. Este mesmo fato teria ainda determinado sua dispersão nos terrritórios setentrionais. Como já foi assinalado, não existe, como efeito, uma área geográfica em que se verifique uma concentração consistente e significativa do sobrenome. Excetuando-se a pequena área paduana, onde so índices de freqüência também não são muito expressivos, o sobrenome ocorre de modo de todo ocosional e disperso[392].

Dentre os 105 municípios paduanos, o sobrenome Beodore (em 1996/97) foi constatado nos seguintes: Carrara Sna Giorgio (02), Stanghella (5), Vescovana (2). Nota-se que no município de Ospedaletto Euganeo,pouco distante destes e de onde partiram os antepassados do requerente [Adriano Bedore], o sobrenome não consta[393].

SUAS ORIGENS LINGÜISTICAS E HISTÓRICAS

Sob o ponto de vista lingüistíco, o nome de família Bedore é um vocábulo composto por dois elementos distintos que serão analisados a seguir. Cumpre salientar que esta composição foi motivo de diferentes explicações e interpretaçãoes. A primeira segue uma linha italiana e interpreta este sobrenome como de origem latina, tendo-se formado no idioma italiano arcaico, detectando-se uma série de variações e modificações através dos séculos[394], até atingir a forma final de atual. A segunda hipótese também recorre ao latim, mas afirma que o sobrenome se teria formado em território francês, tendo sido introduzido na Itália através da migração de algum ou alguns membros desse tronco familiar que se estabeleceram em definitivo em território italiano em épocas passadas.

A primeira teoria,tipicamente italiana, incova o termo latino betula ou betulla para explicar este sobrenome.O vacábulo aparece, na literatura latina, ocasionalmente. Ressalta-se a passagem da obra Naturalis Historia [16,176] do historiador Caius Plinius Secundus (23-79 dC), na qual elogia as priopriedades desta árvore,especialmente de sua casca. A bétula, árvore que alcança até 30 metros de altura, é típica de solos pobres e forma densos bosques nas colinas e montanhas européias. Da família das betuláceas, seu nome científico é bétula verrucosa; suas folhas sãopequenas, alternadas e dentadas e suas flores se agrupam em cachos. Sua madeira era usada quase unicamente para a queima doméstica, mas sua casca, facilmente destacável de seu tronco, era amplamente utilizada, desde a época dos romanos, para a extração de um tipo de óleo medicinal, muito usado também em massagens por seu perfume suave e delicado. Da mesma casca, se extraía também um tipo de tantino, próprio para curtir peles e couros. Além disso, sua seiva cristalizada era usada como adoçante e da mesma ainda se produzia um tipo de licor. Sua maior importância econômica,porém estva ligada ao óleo e ao tanino que fornecia, com suas propiedades e finalidades assinaladas, ambos já conhecidos e extraídos na época dos romanos.

Além de bétula, em Portugal é chamada também de vidoeiro, denominação que deriva diretamente da foram latina medieval betularium, bosque de bétulas. Através de sucessivas alterações fonéticas, o nome da planta evoluiu para betulario, bedolairo, bedoleiro, vedodeiro, vedoeiro, vidoeiro. Esta denominação portuguesa se aproxima, em termos gerais, da evolução italiana que dará origem ao sobrenome em análise, BEDORE.

Existem duas explicações diferentes para acompanhar o processo evolutivo que comprova a progressiva fixação do sobrenome na forma atual Bedore. A primeira invoca um vocábulo latino betuletum, bosque de bétulas. Os coletivos latinos, especialmente os relativos a vegetais, eram formados pelo acréscimo do sufixo- etum ao termo original. Assim de quercus, carvalho, forma-se quercetem, bosque de carvalhos, carvalhal; de pirum, pêra, deriva piretum, pereiral, plantação de pereiras; de vinea, vinha, parreira, forma-se vinetum, vinhedo, parreieral, etc. Assim também, de bétula, dediante o ascrécimo este sufixo, se forma o derivado beluletum, bosque de bétulas.

Existia uma localidade, pertencente ao antigo Ducado de Milano, hoje situada na Suíça, a poucos quilômetros da fronteira italiana, designada Bedoredo. Esta povoação foi assim chamada por ter surgido em área de marcante presença da bétula, cercada por bosques desta planta. A primeira notícia histórica documentada da localidade remonta ao ano de 1227. O documento taz a data de 23.MAIO.1227 e estabelece normas sobre o uso das pastagens públicas do Vale Leventina, no coração dos Alpes. No final do documento, o tabelião, chamado Valentius, transcreve os nomes de todos os representantes [mais de cem] de todas as povoações do vale, envolvidas e interessadas em proteger seus interesses comuns no pastoreio dos animais. Da longa nominata de cidadãos, aprecem estes da referida localidade “….et Jacobus fq Villani de Ronco de Bedoredo et Ambroxius fq Axervi de Gernario de Bedoredo pro se et pro comuni eorum vicinancie de Bedoredo…”, traduzindo: e Jacobus filho do tal Villanus de Ronco de Bedoredo e Ambroxius filho do tal Acerbus de Gernário de Bedoredo para si e para os vizinhos da comuna de Bedoredo.

Um outro documento, de 07.FEV.1297, um sacerdote recebe de um cidadão uma doação de grãos em benefício dos pobres da igreja de São Giorgio. O escrivão cita, no final do ato lavrado, as quatro testemunhas da doação, a primeira das quais era o vigário desta localidade, “Dom. Pbr Marchus de Bedoredo” (Senhor presbítero Marcos de Bedoredo). Um terceiro documento, datado de 02.JUL.1345, um cidadão presta queixa sobre outro que teria invadido uma área de pastagens, na qual não teria direito de levar suas vacas. O escrivão lavra o ato e, dentre as seis testemunhas, menciona um “Francischus fq Ambroxii de Vallare de Bedoledi”.

A localidade é mencionada muitas vezes e quase sempre como Bedoredo. A forma Bedoledi de 1345 denota uma variante popular da anterior ou o escrivão, ciente de sua origem etimológica de bétula, preferiu transcrevê-la desta forma. Esta pequena localidade se chama hoje de Bedretto, forma reconstituída após o século XVI. Através de uma volta ao latim betuletum, nota-se que a denominação atual conserva sua evolução para Betoleto e Dedoreto, mas altera-a, ao lheconferir como desinência o sufixo diminutivo – etto que não respeita o sufixo original latino,o qual não representa um diminutivo, mas um coletivo [como foi visto – etum]. A forma reduzida Bedretto leva a crer que subsistia, na fala popular, a variante Bedredo ou Bedreto, comcomitantemente com Bedoredo.

Acatando-se esta explicação, o sobrenome Bedore reflete o nome desta localidade ou sugere que o mesmo deriva diretamente de Betuletum, bosque de bétulas. O significado final do mesmo indica um cidadão natural desta localidade e, por esta razão, assim cognominado. Pode, no entanto, ser simples indicativo de cidadão que se dedicava à extração das riquezas proporciandas por esta árvore, como a casca,a seiva ou mesmo a madeira para a queima.

A dificuldade em aceitar esta explicação, segundo a maioria dos estudiosos do assunto, é que a redação de Bedoredo não resultaria Bedore, mas conservaria a sílaba tônica original, resultando Bedorè. De qualquer forma, não se pode excluir a possibilidade da supressão deste acento e do deslocamento da sílaba tônica, fatos que teriam levado o sobrenome a se fixar em Bedore. Estes fatos fonéticos são até freqüentes na onomástica e toponomástica italianas, embora não sejam tão usuais como os que presrnvam a acentuação ou tonicidade originais.

A segunda explicação recorre ao mesmo termo latino betula, betulla, mas não considera o sobrenome Bedore como resultante do derivado latino betuletum, Com efeito, Bedore seria resultande direto de betula, através dos dialetos mombardos e piemonteses que designam esta árvore com as formas bèdar, bèder, bèdra, bedero, bedere. Na vizinha Região do Trentino, esta planta é chamda, nos falares locais, de bedol.

Comprovam esta interpretação as várias cidades e localidades lombardas, cujos nomes derivam diretamente da denominaçãodesta árvore, todas situadas nas Províncias de Bérgano e de Varese. De fato, dentre as pequenas cidades, relembram-se as de Bedero Valcuvia e Brezzo di Bedero, ambas em território de Varese, próximas uma da outra e também próximas do Lago Maggiore. Além dessa duas, deve ser mencionada a povoação de Bedero Valtravaglia, pouco distante da última das duas cidades. Estas recordam, sem dúvida, seu surgimento em torno de bosques de bétulas ou em áreas de grande presença dessa árvore. Na realidade, este fato pode ser comprovado pelo grande número de outras localidades e cidades da região, cujos nomes reconstituídos possuem maior fidelidade ao termo latino original, como Bedole, Bedulita, Beduzzo, Bettola [oito, no total], Bettole [cinco], Bettolino, Betule, etc. Cumpre salientar que todas estas localidades se situam nos territórios da Lombardia e do Piemonte, áreas em que, como já foi visto acima, o sobrenome Bedore ocorre com relativa freqüência.

Esta explicação difere da primeira somente com relação à origem etimológica do sobrenome, invocando o termo latino betula, desprovido do sulfixo coletivo – etum. No tocante a seu significado final, permanece idêntico, uma vez que reconduz à mesma origem espacial [cidadão oriundo de uma destas localidades ou de áreas cobertas de bétulas] ou à mesma atividade de extração das riquezas propiciadas por esta planta.

A segunda teoria reconduz o sobrenome Bedore a uma origem tipicamente francesa, afirmando que o mesmo teria sido,em época nãodeterminada (lembramos que o primeiro ducumento que aparece o sobrenome na Itália é em 1598 em Ospedaletto), introduzido no norte da Itália por algum membro desse tronco familiar francês. Esta teoria invoca outras origens lingüinsticas e históricas deste sobrenome. Fica praticamente descartada que o mesmo derive do termo bétula que, no francês, subsiste na forma bouleau (pronúnicia, bulo), embora o vocábulo em si seja hereditário do latim bétula (evolui para o francês arcaico beula, depois boula e bouleau).

A única explicação que se encontra, por enquanto, para remontar às origens etimológicas de Bedore é através do sintagma francês bec – dorè (bico dourado) ou também do sintagma bec – d’or (bico de ouro). Esta segunda hipótese é, lingüisticamente, mais viável, uma vez que não pressupõe a supressãoposterior deacento tônico final para deslocá-lo á sílaba anterior.

Este duplo sintagma é formado por dois vocábulos distintos, ligados ou não pela preposição de. O primeiro remonta ao latim beccus, bico das aves. Na verdade, o termo latino é um empréstimo do celto ou gaulês bek ou beku e épouco usado no idioma latino, preferindo-se o vocábulo rostrum para designar a boca óssea das aves. De qualquer modo, o histoiriador Caius Suetonius Tranquillus (69-125) nâo usa em seu livro Vitellius [1,8]. Por outro lado, já no francês arcaico, o termo bec tem seu seu sentido transposto para o de boca, aplicado ao ser humano. São antigas as expressões francesas “avoir Ben bec” [ter bom bico, isto é, ter boa fala,boa fluência, facilidade em se expressar] e “clouer lê bc” [fechar o bico, isto é, calar, fechar a boca,emudecer-se].

O segundo elemento constitutivo dos sintagmas ou expressões remonta ao vocábulo latino aurum, ouro. No segundo sintagma, reflete de aurum, de ouro, que resulta em d’ouro primeiro, doré provém do termo latino deaureatus,dourado, composto claramente de de mais aureatus, com a junção em deaureatus [uma longa tem como resultante doré].

De acordo com esta interpretação, é fácil explicar o significado deste sobrenome. Teria surgido de um apelativo de cunho popular,conferido a cidadão de boa fala, de linguajar apropriado, de boa fluência, comunicativo. Dentro da termonologia francesa, poderia ter sido também aplicado a orador de palavra fácil e requintada, comunicador exímio,envolvente através da fala e do raciocínio expresso. Que o apelativo fosse aplicado também a bajulador, adulador,restaria conferir com mais precisão dentro da história lexical francesa, bem como dentro do contexto histórico e social medieval. Deve-se ter presente ainda que era bem a gosto dos cidadãos medievais atribuir apelativos figurados às pessoas. Os nomes dos animais faziam parte atribuir apelativos figurados às pessoas. Os nomes dos animais faziam parte da cultura popular,conferindo-os de modo figurado a portadores que relembrassem os atributos dos mesmos. Assim também, a expressão bec – d’or ou bec – doré se refere a bico dourado, mas no sentido figurado pode qualificar pessoa de palavra apropriada e requintada, bonita de ser ouvida e apreciada, pessoa, portanto, que tinha uma boca de ouro, uma boca dourada.

Uma nota inda. O termo bec – doré designa também um pombo de bico e patas amarelas. Parece, contudo, que o sobrenome não tem realção com esta ave. Se tivesse, seria interpretado como indicativo de criador ou caçador e mercador de carnes dessa ave. Poderia também ser interpretado como apelativo popular que ressalta algum atributo do cidadão que recordasse esse tipo de pombo. O termo,porém, e muito recente.

SURGIMENTO DO SOBRENOME

Na época do Império Romano,distinguiam-se as pessoas através do praenomem, nomem e cognomen. O primeiro representava o nome próprio de cada indivíduo;o segundo repetia a designação do clã ou da gens a que pertencia este indivíduo; o último se referia à família ou grupo familiar inserido na gens. Assim, no nome completo Marcus Tullius Cícero, o praenomen Marcus designa o rador e escritor; Tullius é o nomen derivado da gens Tullia; e Cicero, o cognomen da família em âmbito menor, inserida no grande clã, na assim chamda gens Tullia.

Com a queda do Império Romano, no ano 476 depois de Cristo, esta sistemática de individualização dos cidadãos, das famílias e dos clãs ou tribos, caiu em total desuso. Na Idade Média passou, pois, a vigorar tão somente o nome de batismo para designar,distinguir e caracterizar as pessoas. Torna-se fácil imaginar a confusão gerada por essa nova sistemática simplificada ao extremo. Com a larga influência do cristianismo que difundia nomes de seus santos, os antropônimos se tornaram de tal forma repetitivos que, a partir do século VII, surgiu a primeira fórmula moderna para distinguir um indivíduo de outro, ou seja, citando o nome do pai com expresso aposto ao do filho, como se pode observar neste exemplo: Paulus filius quondam Philippi = Paulo filho do senhor Filipe. Esta forma deu origem a muitos sobrenomes derivados de nomes próprios que são classificados como antroponímicos e patronímicos. A segunda formula criada nesse período acrescentava ao nome próprio da pessoa um cognome representativo da profissão, da cidade de origem ou do local de proveniência, de qualificação moral, de aparência física, de ato de bravura, de título de benemerência ou nobiliárquico, de posição e prestígio social, etc.

A segunda fórmula está, com certeza, na base da origem, formação e fixação do nome de família Bedore. Existe, portanto, um patriarca medieval chamado Bedore,por uma das razões apontada, Este patriarca fundador tornou-se o capostípite [fundador, inciador] de novo tronco familiar, ao repassar seu próprio cognome a seus filhos e aos demais descendentes. Pelo fato de Bedore ser usado como distintivo dos descendentes do patriarca fundador, tornou-se a Casata Del Bedore. O termo Casata ou Casato designava, de ínicio, o casarão ou casario em que habitava a geralmente numerosa descendência do capstípite ou patriarca, a cuja autoridade e tutela todos se submetiam. Posteriormente, o termo passou a indicar a própria família, a estirpe, o clã, o núcleo familiar que gravitava em torno do paterfamílias comum. Ao se referir a todos os filhos e demais descendentes desse patriarca, a expressão se pluralizou, resultando em Casata dei Bedore.

Nota-se que a elemento principal [Bedore] não assumiu a forma plural [do contrário, seria Bedori]. Este processo vale para a teoria que defende a origem latina e italiana deste sobrenome. A expressão Casata dei Bedore se simplificou depois, na fala popular e coloquial, em Casata Bedore. Por fim, permanece tão só o cognome designativo de todos os membros da mesma, Bedore. Esta resultante se fixa como sobrenome específico de toda a posterioridade do patriarca medieval, o cidadão chamado Bedore.

Se a origem do sobrenome remontar ao francês arcaico ou mais recente [após o século XVI], o processo de formação e fixação é outro, mas não se distancia muito do italiano, uma vez que se usava a expressão le clan, la famille du Bedore que evolui para clan dês Bedores. Ao ser introduzido na Itália se fica na forma atual, Bedore.

Resumindo,o sobrenome surgiu do cognome do capostípite. Seus descendentes passaram a usá-lo como distintivo da Casata ou como nome de família que se perpetua até hoje. Acredita-se que tenha surgido em torno dos séculos XII-XIII, porquanto é nesse período que se fixam os falares regionais na Itália. Se for de origem francesa,pode ser anterior, pois na França, o distanciamento do latim ocorreu bem antes, a partri dos séculos VIII-X. Infelzimente, não se tem notícia de documentação histórica que auxilie na definição de data mais precisa. Trata-se, contudo, de sobrenome plurissecular e que ou, quem sabe, mais que milenar.

TRANSFORMAÇÕES FONÉTICAS

Quase todas as palavras sofrem, através dos séculos,uma série de alteraçõesna pronúncia e na escrita. Essas alterações são chamadas, em lingüíntica histórica, de evoluções ou transformações fonéticas. Usa-se o signo lingüítisco”>” que significa “ dá origem a” ou evolui para”, e serve para indicar a passagem de uma forma fonética anterior para outra posterior.

O sobrenome Bedore passou por uma série de alterações fonéticas. Se o termo original latino foi betuletum,verifica-se estas várias e sucessivas modificações de cunho fonético: apócope ou queda da consoante nasal final e abrandamento da vogal final, tendo-se betuletum>betuletu>betuleto; abrandamento da vogal pré-tônica e substituição das duas consoantes linguodentais surdas pelas correspondentes sonoras ou Betuleto>Betoleto>Bedoleto>Bedoledo; segue-se a substituição da consoante líquida lateral pela vibrante simples, tendo-se Bedoledo>bedoredo; finalmente,ocorre a supressão da sílaba final, obtendo-se Bedore.

Se o sobrenome se originou das formas dialetais lombardas e piemontesas, bedar, beder, bedero, bedere, as alterações seguem outro rumo. De fato, o termo latino bétula sofre modificações várias, algumas das quais se identificam com as acima descritas. Houve, no entanto, outro tipo de abrandamento da vogal final ou supressão da mesma. Na passagem de Bedero, Bedere,houve a lateração da vogal tônica, surgindo a resultante final Bedore.

Acatando-se a teoria de sua origem francesa, o sobrenome segue outra linha de alterações fonéticas. Partindo de francês bec — d’or, nota-se a aglutinação dos componentes deste sintagma, com a queda da consoante gutural medial,resultando Bedor; o ascréscimo da vogal átona muda é fenômeno típico francês, pelo qual se atinge a forma final Bedore. Se a origem tiver sido bec – dorè, o processo é idêntico, tendo-se presente, porém, qu a vogal final já existente e portadora do acento tônico se torna átona, resultando, pois: Bec – dorè>Bedorè>Bedore.

O restante do processo evolutivo para configurar a forma final Bedore já foi descrito no item anterior. Recordando, esta se fixa com a expressão latina medieval Casata dei Bedore. Se o sobrenome é fancês, surge com a expressão clan dês Bedores que se modifica em Clan Bedore. A queda em desuso dessa expressões transmite somente a forma reduzida das mesmas, ou seja, a forma dosobrenome como persiste até hoje, no caso, o distintivo específico e geral deste núcleo ou tronco familiar, Bedore.Um quadro esquemático das origens e das transfromações fonéticas deste nome de família poderia ser assim apresentado:

BETULA + ETUM > BETULETUM [Latim]

BETULETU > BETULETO > BETOLETO >

BEDOLEDO > BEDOREDO > BEDORE ou

BETULA > BETOLA > BEDOLA >BEDORA >

BEDRA > BEDAR > BEDERE > BEDERO > BEDORE ou

BEC – D’OR > [Francês] > BECDOR > BEDOR > BEDORE ou

BEC- DORÈ [Francês] > BECDORÈ > BEDORÉ > BEDORE

CASATA DEL BEDORE > CASATA DEI BEDORE >

CASATA BEDORE > BEDORE

SEU SIGNIFICADO

O significado do nome de família Bedore, após a explanação e a fundamentação de caráter histórico-lingüístico já apresentadas, parece bastante claro senão de todo transparente, ainda mais que existem variadas interpretações a respeito de suas origens. Convém, pois, tecer ainda algumas consideraçãoes para melhor elucidar o significado final deste sobrenome e sublinhar alguns detalhes que possam ter passado despercebidos no decorrer desta análise.

O primeiro grupo de estudiosos relacionam este sobrenome a uma planta, a bétula. Esta relação pode ser direta ou indireta. No primeiro caso, o sobrenome recorda o cidadão medieval como era lenhador que extraía ramos e gravetos de bétulas, ou mesmo os troncos das plantas mais velhas e secas, para a queima em fornos, fornalhas, fogões, lareiras e também no processo de obtenção do carvão vegetal. Mais provavelmente, porém, assim era cognominado o cidadão que extraía outros produtos dessa árvores, de modo particular, sua casca para a obtenção do óleo de bétula com variadas aplicações, bem como da mesma extraía o tanino para curtir peles e couros. Eventualmente, poderia também aproveitar sua seiva para cristaliza-las e consumi-la sob a forma de açúcar ou ainda para destiná-las ao fabrico de licores.

Outros preferem interpretar este sobrenome como um típico e claro toponímico, uma vez que recorda uma das várias cidades e localidades chamadas Bedretto [antiga Bedoredo], Bedero, etc. Neste caso, o sobrenome recorda a localidade de origem do patriarca fundador deste ramo familiar. Este grupo de estudiosos, na verdade, se constitui na maioria propensa a esta interpretação. O sobrenome Bedore significa, portanto, habitante oriundo ou egresso de uma dessas localidades de igual nome.

Segundo outra corrente, embora favorável a esta interpretação, recorda que, como toponímico, o sobrenome pode se referir simplesmente a alguém oriundo ou proveniente de local situado nas cercanias de um bosque de bétulas, de uma área com marcante presença desta árvore. O sobrenome recordaria estes bosques como referencial específico para designar a origem espacial ou areal deste paterfamílias medieval, chamado Bedore.

Finalmente, os estudiosos que recorrem a uma origem francesa conferem um significado completamente diverso a este nome de família. De fato, se o mesmo é uma continuação alteração dos termos ou sintagmas bec – d’or, bec – doré, seu significado final admite outro direcionamento. O sobrenome recordaria um cidadão medieval bem-falante, com boa e reconhecida fluência no ato de se expressar, um cidadão comunicativo, de belas e apropriadas palavras e, por isso, chamado de bico de ouro, boca dourada. O significado, de acordo com esta interpretação francesa, recorda um cidadão assim cognominado por suas qualidades e atributosno ato de falar, de se expressar. Esta origem e conotação, evidentemente, não transparece, quando de sua transferência para o território italiano. O sobrenome é simplesmente transposto de local e conserva suas remotas origens como que um segredo, algo que deverá ser interpretado para ser entendido. Se esta, realmente, for a origem do sobrenome Bedore, a única explicação plausível, por enquanto é esta.

Concluindo, sabe-se que um patriarca ou paterfamílias dos séculos XII-XIII,ou talvez antes, assim foi cognominado por uma dessas razões. Ao transmitir seu próprio cognome como apelativo específico e comum a todos os seus filhos, deu origem à Casata Del Bedore, dita também Casata dei Bedore. A expressão se reduziu depois à forma de sobrenome atual que perpetua a memória do patriarca fundador desse ramo familiar, o capostípite Bedoredo, Bedore, ou Bec-doré, Bec-d’or, Bedor, Bedore.

São Paulo, junho de 1998.

Transcrição na íntegra da da pesquisa histórico-lingüistica, por nós encomendada, a empresa Stemma sobre o sobrenome DE CARLO

SUAS ORIGENS GEOGRÁFICAS

O nome de família De Carlo se constitui num sobrenome considerado e classificado como pan-italiano,ou seja, que ocorre em todo o território da península itálica.

Sua inicidência mais expressiva, porém, se registra historicamente na Itália meridional e, de modo particualr, nas regiões da Aúlia, da Basilicata, da Campânia, da Calábria e da Sicília, onde seus índices de freqüência são muito elevados. Estes mesmos índices vão decrescendo sensivelmente, na medida em que se vai subindo em direção ao norte. Na Itália setentrional, a preseça deste sobrenome é muito modesta e quase inexistente, como nas regiões do Vêneto, Trentin e Friuli; aparece com destaque um pouco superior nas outras regiões do norte, como na da Lombardia e na do Piemento. Pode-se afirmar, portanto, que, embora pan-italiano, De Carlo se constitui num nome de família mais especificamente meridional.

Um levantamento efetuado nas listas telefônicas de 1996/1997 de todas as Províncias italianas apresentou um resultado condizente com quanto foi afirmado no parágrafo anterior.De fato, o sobrenome se distribui em todo o sul da Itália, com grande predominância nas áreas da Apúlia, Basilicata, Calábria, Camânia, Sicília.

Sob o ponto de vista lingüístico, o nome de família De Carlo se constitui de dois elementos claramente distintos, ou melhor, de um só vocábulo precedido pela preposição de. O elemento principal repete o antropônimo ou nome próprio Carlo (Carlos). Este é precedido pela preposição latina de. Esta preposição é indicativa de origem, proveniência, procedência. Os dois componentes, com a separação gráfica clara e proposital, determinam morfogicamente a composição deste sobrenome que repete o nome do ancestral fundadordeste tronco familiar, como se verá a seguir, ligando-o,mediante esta preposição a seus filhos e demais descendentes, estabelecendo uma relação histórica e recíproca de paternidade e de filiação.

O primeiro elemento,ou seja, a preposição de, não necessita de mairoes explicações, já que sua função é transparente na formação do sobrenome.De fato, indica de modo claro origem, preveniência, procedência.Cumpre somente salientar que é um indicativo de origem genalógica e, portanto, sublinha o aspecto da filiação. Em outras palavras, a preposição De transmite o sentido de filho de, descendente de Carlo. Não é, portanto, um indicativo de procedência geográfica, de proveniência de determinado local. Sabe-se que apreposição original latina era exatamente de; assim era também no italiano arcaico e ainda é nas formas dialetais atuais. A forma di é representativa do italiano moderno; no sobrenome, porém, conserva sua forma arcaica ou antiga e dialetal. Como poderá ser notado no item a seguir, o sobrenome se fixa historicamente mediante uma expressão típica medieval e que perdura durante séculos, a qual nãodeixa dúvida que o sobrenome se refere claramente aos filhos e descendentes do patriarca assim chamado.

O elemento central deste sobrenome se reporta ao nome próprio Carlo. Este antropônimo é uma adaptação do nome germânico Karl,o qual possuía grande prestígio e tradição entre os francos (povo que ocupou a França atual e que era de etnia germânica). A origem do nome Karl remonta,por sua vez, ao vocábulogermânico Karla, cujo significado era, originalmente, homem de condição livre, em contraposição escravo, servo, a prisioneiro de guerra. Entre os francos assumiu depois também o significado de mestre do palácio real e, portanto, alto funcionário da corte, homem deconfiança do rei, do príncipe. O nome derivado deste vocábulo se constitui, desde o início,como um antropônimo de prestígio derivado de sua própria origem eimológica. Internvém depois um outro fator histórico que o difunde em toda a Europa e lhe confere um prestígio ainda maior.

Torna-se necessário recordar os fatos históricos que preecederam a queda do Império Romano e aqueles que se seguiram nos primeiros séculos depois da mesma. Os povos germânicos da fronteira setentrional do Império ameaçavam penetrar no território romano desde o século III depois de Crsito. Com a queda do Império em 476, por obra de Odoacro, rei dos Hérulos, os antigos territórios romanos tornaram-se palco de correrias de povos bárbaros pelo menos durante três séculos. Os francos, os alamanos, os godos, os ostrogodos,os visigodos, os burgúndios, os lombardos, os suevos e outros buscam estabelecer-se em áreas propícias e naquelas mais ricas da península itálica, centro do antigo Império Romano. Interessam, de modo particular por seu amplo e duradourodomínio, as invações dos longobardos e dos francos. Os primeiros conseguem se estabelecer na Itália no ano 568 com a vitória sobre os visigodos e fundam seu reino com sede em Milão e Pavia. Dividem o território em ducados para melhor administrar a região conquistada. Aderem ao cristianismo como religião e, como conseqüência, assumem a língua latina como sistema lingüístico de comunicação, mas conservam seus usos e tradições de povo nórdico.São os francos,porém, que determinam o futuro da Itália, cujas conseqüências sócio-políticas e culturais se sua coupação permanecem até hoje.

Os francos eram um povo germânicoque coupava áreas da atual Alemanha. Em 258, antes da queda do Império Romano, irrompem no território deste e ocupam parte da Gália Transalpina [atual França].

Espalham-se neste território lentamente, até o advento do rei Clóvis [481 – 511] que submete os alamanos em 496,os burgúndios em 499,os visigodos no ano 507 e se apodera de toda a Gália Transalpina. Os francos impõem sua cultura, sue modus vivendi, suas leis de tal modo que o patrimônio cultural dos povos submetidos desaparece. A Gália muda de nome depois e se torna a França, ou seja, o país dos francos. Em 768, sobre o trono Carlos Magno que consegue unificar toda a França, conquista depois a Gália Cisalpina [todo o norte da Itália] que estava em poder dos longobardos e funda, no ano 800, o Império do Ocidente. Coroado Imperador pelo Papa,Carlos Magno aceita o compromisso de proteger o território italiano contra eventuais invasões de outros povos; esta proteção durará quase oito séculos,isto é, até inícios do século XVI.

Carlos Magno reestrutura a divisão político-administrativa do norte da Itália e sob sua jurisdição direta, respeitando parcialmente as instituições já radicadas dos longobardos. O território é dividido em principados e feudos. Nos confuns, são estabelecido as Marche. O vocábulo germânico mark, nocontexto político-administrativo, determinava os territórios confinantes que mereciam uma especial atenção com relação à estrutura defensiva. As marche se transformam nos baluartes de proteção e de defesa de todo o território. Os francos as instalaram em quase todos os confins de seus domínios. Conferiram-lhes um status especial e nelas construíram estruturas de defesa como castelos, muralhas, fortificações de todo tipo e nelas estabeleceram exércitos numerosos. Esta forte estrutura administrativa e defensiva dos territórios conquistados permite deduzir com facilidade a grande influência que o povo dos francos teve em toda a Itália. Fácil é também deduzir a grande penetração e a assimilação dos usos, costumes e tradições deste povo. O processo de aculturação foi inevitável e atravessou os séculos, chegando até nossos dias.Um exemplo típico deste fato é suficiente para elucidar este grande influxo franco. Enquanto o norte ocidental da Itália, no que se refere aos falares dialetais ou regionais,é classificado extamente como galo-itálico ou franco-itálico,o norte oriental conservou o sistema adminsitrativo francoaté a época daunificação italiana [1870].Este forte influxo francoinvade e se dilui em todas as estruturas sociais da Itália, penetra e provoca mudanças substanciais em todos os aspectos da vida, da cultura e da política italiana, em muitos destes aspectos ainda marcante hoje em dia.

Um outro fato, fá citado acima, determina a difusão do nome Karl, Carlo. O grande responsável pela propagação deste antropônimo foi, sem dúvida,o Imperador Carlos Magnoi. Karl tornou-se nome de grande prestígio e respeito; em decorrência, de grande aceitação popular. Em documentos do século VIII já se econtra este nome latinizado sob a forma Carolus, com as variantes Carlus e Carlonus. Sabe-se que todos os povos que invadiram a Itália foram cristianizados e assumiram a língua latina como sistema lingüístico de comunicação supra-ética,seja porque o mesmo idioma era imposto pela Igreja de Roma.

A grande difusão deste nome per direito influxo da pessoa de Carlos Magno é comprovada por dois fatos hiostóricos. O primeiro se ralaciona com a dinastia dos Merovíngios, da qual fazia parte o prórpio Carlos Magno; depois de sua morte,esta dinastia teve sua denominação mudada e foi desiganda de Dinastia Carolíngios, em honra deste Imperador. O segundo fato não é senão um dado estatístico; de fato, as páginas da história medieval trazem grande número de Reis e Príncipes de toda a Europa com o nome Carlos, relembrando a figura do fundador dos Carolíngios.

É suficiente recordar somente alguns destes, especialmente aqueles que reinaram até o século XVI, considerando período limite para a formação e fixaçãodos sobrenomes italianos modernos. Antes de Carlos Magno, convém relembrar Carlos Martelo [714 –741], Rei dos Francos. Depois de Carlos Magno se sudedem na França os seguintes Reis com este nome: Carlos I,o Calvo [898 – 877], Carlos II, o Gordo [884-887], Carlos III, o Simples [898-922], Carlos IV, o Belo [1322- 1328], Carlos V, o Sábio [1364-1380], Carlos VI, o Insensato [1380-1422], Carlos VII [1422-1461], Carlos VIII [1483-1498]. Em Flandres [Bélgica e Holanda], recorda-se São Carlos, o Bom [1119-1127]. No Reino de Nápolis, reinaram Carlos I d’Anjou [1266-1285], Carlos II,o Coxo [1285-1309], Carlos III que era também Rei da Hungria [1382-1386]. O elenco poderia se estender com a citação dos muitos governantes de Ducados, Principados, Condados, Marquesatos, além de outros Reis e Príncipes fora de eventuais influências sobre a Itália.

Como o nome Carolus e Carlus era difundido entre a nobreza européia, propagou-se também como nome de prestígio em toda a sociedade medieval, não importando a classe a que pertenciam seus portadores.

Ante esta explanação,não se torna difícil inferir que o nome de família De Carlo se constitui num antriponímico [derivado de nome prórprio] e, em decorrência,num patronímico que recorda o nome de ancestral fundador deste tronco familiar e que indica sempre as noções interligadas de paternidade e de filiação, ressaltadas com a anteposição de. O sentido original de termo Karla não passa de uma raiz germânica que, apesar de seu significado específico, propiciou o surgimento do nome Karl, latinizado em Carolus, Carlus. O significado final e moderno [mesmo medieval] do sobrenome é suguramente filho de Carolus, Carlus, de Carlo, De Carlo. O sobrenome reconstitui, portanto, a tradição onomástica latina, embora se tenha fixado graças à grande difusão do antripònimo pelo culto e devoção aos santos portadores deste mesmo nome, como foi assinalado acima. O significado final e moderno do sobrenome é transparente,ao indicar filiação. De fato, DeCarlo significa simplesmente filho do patriarca medieval chamado Carolus, Carlus, Carlo.

TRANSFORMAÇÕES FONÉTICAS

Quase todos os vocábulos em todos os idiomas passam, através dos séculos,por uma série de alterações na pronúncia e na escrita. Estas modificações são chamadas, em lingüística histórica, de evoluções ou transformações fonéticas. A passagem de um vocábulo de uma língua para outra sempre aparesenta alterações mais profundas e marcantes. Usa-se o signo lingüístico “>” que significa “deu origem a “ ou “evolui para “, a fim de incicar essas mudanças ou para mostrar a pasagem de uma forma fonética anterior para outra imediatamente posterior.O nome de família De Carlo não passou por alterações significativas para chegar até a forma atual. Na realidade, são mínimas e se reduzem a adaptações, mais do que transformações fonéticas.

O componente principal Carlo se origina do vocábulo germânico Karla que dá origem ao nome próprio Karl. Este foi adaptado ao latim como Carolus, Carlus. Na sua passagem para o italiano, verifica-se somente a substituição da desinência latina – us pela italiana – o, típica dos nomes masculinos. A preposição que antecede este nome do fundador do tronco familiar não sofre qualquer alteração, conservando sua forma original latina.

A fixação do sobrenome já foi descrita no item anterior e se define com a expressão figlio de Ser Carlo que se reduz a figlio de Carlo e depois, simplesmente, de Carlo, De Carlo.Um quadro esquemático das transformações fonéticas ocorridas com este nome de família poderia ser apresentado da seguinte maneira:

KARL [germânico] > CAROLUS, CARLUS [latim]>CARLO

FIGLIO DE SER CARLO>FIGLIO DE CARLO>DE CARLO

CASATA DEL DE CARLO>CASATA DEI DE CARLO>

CASATA DE CARLO>DE CARLO.

SEU SIGNIFICADO

O significado do nome da família De Carlo, após a explanação ea fundamentação de caráter histórico-lingüístico apresentadas acima, parece de todo transparente .Convém tecer, contudo, breves considerações ainda para elucidar detalhes e salietar o significado atual emoderno deste sobrenome.

O sobrenome De Carlo se classifica como um claro antroponímico, ou seja, nome de família derivado do nome próprio do capostípite [fundador de ramo familiar], chamado Carlus, Carlo. O sobrenome se caracteriza também como patronímico, indicativo de paternidade e de filiação, posta em evidência pela anteposição da preposiçãode. O sobrenome De Carlo significa, pois, filho, descendente do patriarca medieval Carolus, Carlus, Carlo, pertencente ao clã deste paterfamílias medieval, diretamente ligado ao núcleo familiar desse ancestral, membro da Casata por ele iniciada.

O próprio surgimento do sobrenome expressa este significado principal e último.De fato, figlio de Ser Carlo define o caráter de filiação e de paternidade. Os filhos deste parterfamílias nãosó conservaram o apelativo, mas o transmitiram a todos os seus filhos como designativo específico, fato que enraizou as origens e a perpetuação desta Casata, assim denominada.

O significado etimológico do sobrenome remonta, como se observou no início, ao vocábulo germânico Karla, cujo significado era, originalmente, homem de condição livre, em contraposição a escravo, servo, a prisioneiro deguerra. Entre os francos assumiu depois também o significado de mestre do palácio real e, portanto, alto funcionário da corte, homem de confiança do rei, do príncipe. O nome derivado deste vocábulo se constitui, desde o início, como um antropônimo de prestígio derivado de sua própria origem etimológica. Apesar de oculto e latente, este sentido arcaico das raízes deste sobrenome faz parte da carga histórica do mesmo. O fato de querer saber estes significados eventuais e mais remotos se constitui em sadia curiosidade que deve ser louvada. Afinal, o sobrenome não é uma simples etiqueta, mas faz parte de nossa histórica, bem como da de nossos antepassados.Concluído,um patriarca dos séculos IX-XIII, ao legar seu próprio nome como apelativo epelativo específico e comum a todos os seus filhos, deu origem à Casata de Carlo. A expressão perdura no sobrenome atual que recorda e pereniza o nome e a figura do fundador desta Casata, o capostípite Karl, Carolus, Carlus, Carlo.São Paulo, março de 1998

FIM DA ONOMÁSTICA

TERCEIRA PARTE

Costado do autor até seus avós em 12° grau

METODOLOGIA PARA DESCRIÇÃO DE ASCENDENTES NO COSTADO:

  • A árvore de costado dá sempre o nº 1 à pessoa que se inicia a descrição de seus ascendentes.
  • Os homens terão sempre números pares e as mulheres sempre números ímpares (à exceção do nº 1, que varia)
  • Os pais do nº 1 serão 2 e 3.
  • Os avós paternos 4 e 5 e os maternos 6 e 7, e assim respectivamente.
  • Para se conhecer os pais de um determinado número, multiplica-se por 2 para o pai e, a este nº encontrado adiciona-se 1 para a mãe. Exemplo:
  • Os pais do nº 20 são 40 e 41
  • Para se conhecer o filho de determinado nº faz-se operação inversa. Exemplo:
  • O número 35 é mulher do nº 34 e mãe do nº 17.
  • Até os 7º avós estão retratados todos os avós descobertos e a partir dos 8º avós estão retratados apenas alguns dos avós descobertos até alguns dos decavós, ou avós em 10º.

ANEXO 5

QUADRO DA RELAÇÃO DOS BISAVÓS E TRISAVÓS DO AUTOR COM OS TÍTULOS DESTE TRABALHO, COM O BRASIL E COM ATIBAIA

BISAVÓS* TRISAVÓS** TÍTULOS CHEGADA DO TRONCO E OU OUTRO MEMBRO NO BRASIL OU EM ATIBAIA

ORIGEM

PREDOMINANTE

Maria Joana Pires de Oliveira

Barbara de Oliveira Cesar

João Pires Padilha

Oliveira Cesar (VIII)

Padilha (IX)

+/- 1760 Atibaia

+/- 1840 Atibaia

Portuguesa/Africana

Portuguesa/Africana

Ermitão de Paula Freitas

Vicência Barbosa de Almeida

Antônio Joaquim de Freitas

D’Elboux (X)

Freitas (XI)

+/- 1860 Atibaia

+/- 1860 Atibaia

Port., francesa e inglesa

Portuguesa

Maria do Carmo Leite De Carlo

Ana Soares

(Camargos e títulos I, II e III)

José Benedito Leite

(Araújos e títulos IV a VII)

Camargos (Introd.)

Siqueira Franco (I)

Pires de Camargo (II)

Soares (III)

Araújos (Introd.)

Alves do Amaral (IV)

Bueno (V)

Pereira (VI)

Leite (VII)

1660 em Atibaia

+/-1700 em Atibaia

+/- 1740 Atibaia

+/- 1740 Atibaia

+/- 1740 Atibaia

+/- 1700 Atibaia

+/- 1710 Atibaia

+/- 1770 Atibaia

Espanhola

Port. e espanhola

Port. e espanhola

Portuguesa

Portuguesa

Portuguesa

Port. e espanhola

Portuguesa

Portuguesa

Antônio De Carlo

Filomena Terranova

Gennaro De Carlo

Terranova (XII)

De Carlo (XIII)

07.MAIO.1895***

1894 em Atibaia

Vinchiaturo/Molise

Guardiaregia/Molise

Ida Bassi Bachega

Ginevra Faccioli

Alessandro Bassi

Faccioli (XIV)

Bassi (XV)

28.JUL.1898***

17.DEZ.1891***

Província de Verona

Província Mantova

José Bachega

Terzilla Assirati

Fedele Bacchiega

Assirati (XVI)

Bacchiega (XVII)

11.NOV.1890***

1897 no Brasil

Província Cremona

Pincara/Rovigo

Virginia Basso

Amalia Visentin

Domenico Basso

Visentin (XVIII)

Fedre (XIX)

Basso (XX)

13.JUN.1913***

13.JUN.1913***

13.JUN.1913***

Ospedaletto/Padova

Ospedaletto/Padova

Ospedaletto/Padova

Ernesto Bedore

Elisabetta Rizzato

Luigi Bedore

Rizzato (XXI)

Bedore (XXII)

26.JAN.1892***

18.SET.1891***

Prov.Verona/Padova

Ospedaletto/Padova

* Todos meus bisavós estão inseridos em pelo menos um título: Maria Joana Pires de Oliveira = 1 título; Ermitão de Paula Freitas, Antônio De Carlo, Ida Bassi Bachega, José Bachega e Ernesto Bedore = 2 títulos cada; Virginia Basso = 3 títulos e Maria do Carmo Leite De Carlo = 7 títulos

** Dos dezesseis trisavós, 12 estão inseridos num único título cada; um aparece em 2 títulos (Domenico Basso = Fedre e Basso); um aparece em 3 títulos (Ana Soares Leite = Siqueira Franco, Pires de Camargo e Soares) e o último aparece em 4 títulos (José Benedito Leite = Alves do Amaral, Bueno, Pereira e Leite)

*** Data do desembarque dos imigrantes no Brasil

ASCENDÊNCIA DE ADRIANO BEDORE E DE SEUS IRMÃOS

(Até os avós em 6º grau ou hexavós estão neste costado todos descobertos, a partir dos avós em 7º grau ou heptavós estão alguns que escolhi, até os avós em 12° grau – 12 gerações de antepassados e alguns casos avancei um pouco mais)

1 – Adriano Bedore, nascido a 11.JUL em Atibaia, batizado a 25.FEV em Aparecida do Norte/SP. Formado em direito pela Universidade São Francisco – USF em 1997. Foi Presidente do Grêmio Estudantil Major Alvim em 1991/92 e da Executiva Municipal do PMDB de Atibaia em 2000/01 e vereador no ano de 2014; Janaina Bedore, nascida a 29.AGO em Atibaia c.c José Leonardo Lacerda da Rocha; Juliana Bedore, nascida a 05.SET em Atibaia; Daniela Bedore, nascida a 09.AGO em Atibaia, teve com Fernando Ortiz Castanho: Lívia Maria Bedore Castanho, nascida a 25.MAR.2002 em Atibaia; Eduardo Bedore, nascido a 16.DEZ.1980 em Atibaia e Felipe Bedore, nascido a 11.JUL.1983 em Atibaia foi c.c Patrícia Moghetti Oliveira. Teve: Maria Eduarda Moghetti Bedore, nascida aos 24.JUN.2003 e Maria Fernanda Moghetti Bedore, nascida aos 24.JUN.2003.

Pais [02/02 = total de ascendentes: 02 ]

2 – Odair Bedore nascido a 05.AGO.1950 na rua José Flávio, no bairro de Penha de França em São Paulo, capital. Vereador em Atibaia por cinco mandatos consecutivos de 01.FEV.1983 a 31.DEZ.2004, presidiu a Câmara Municipal por quatro mandatos (1991/92, 95, 97 e 2004). Foi comerciante, corretor de imóveis, presidente do Clube Atlético CETEBE de 1975 a março de 2000, Presidente da Executiva Municipal do PMDB de Atibaia entre 1995 a 1999 e é atual Presidente do Grêmio Esportivo Atibaiense desde março de 2000.

3 – Sonia Maria De Carlo Bedore nascida a 07.JAN.1953 na rua Benedito de Almeida Bueno em Atibaia, casada na Matriz de S. João Batista de Atibaia a 26.ABR.1973.

Avós paternos [02/02 = total de ascendentes: 04 ]

4 – Oscar Bedore nascido a 04.ABR.1924 em Pirajuí/SP, falecido aos 09.MAIO.2004 na UTI do hospital novo de disfunção múltipla de órgãos em Atibaia sendo sepultado no cemitério S. João Batista[395] com 80,1 anos. Mudou-se para Atibaia com sua família em 1964. Foi construtor civil e pastor evangélico. É o Tronco da família Bedore de Atibaia.

5 – Iride Bachega Bedore nascida na fazenda Piedade em São José do Rio Preto/SP segunda a tradição familiar aos 05.SET.1923, mas segundo sua certidão de nascimento a 21.OUT.1923, casada a 29.JUL.1944 na matriz de Getulina/SP, falecida aos 11.JAN.1997 na UTI do hospital novo em Atibaia de edema agudo do pulmão decorrente de insuficiência cardíaca, sendo sepultada no cemitério S. João Batista.

Média de vida dos meus avós paternos foi de 76,5 anos.

Avós maternos [02/02 =total de ascendentes: 06 ]

6 – Roberto De Carlo “Roberto Pita” nasceu a 14.DEZ.1929 na rua Santo Cruzeiro 39, hoje Benedito de Almeida Bueno em Atibaia/SP. Foi negociante e sempre ligado ao universo rural da cidade.

7 – Julieta Freitas De Carlo nascida a 21.MAIO.1925 na rua Santo Cruzeiro, 37, hoje rua Benedito de Almeida Bueno em Atibaia/SP, casada a 26.NOV.1949 na matriz de S. João Batista em Atibaia e falecida aos 04.OUT.2009 na sua residência na rua 27 de junho n° 15, Jardim Brasil em Atibaia/SP de arritmia cardíaca, caquexia e demência vascular, sendo sepultada no cemitério São João Batista com 84,5 anos. Era de cor branca, decorrente da ascendência paterna que tinha origem tradicional brasileira, tendo até matrizes francesa e inglesa, contudo, sua ascendência materna era de maioria africana posto que sua mãe era mulata, filha de pais mulatos.

Média de vida dos meus avós maternos em janeiro de 2018 é de 86,3 anos.

Média de vida dos avós paternos e maternos em janeiro de 2018 é de 81,4 anos.

Bisavós paternos ou 2º avós [04/04 = total de ascendentes: 10 ]

8 – Ernesto Bedore nascido a 22.MAR.1887 em Ospedaletto Euganeo, Província de Padova, Região do Veneto na Itália, batizado na Matriz de San Giovanni Battista (São João Batista) com o nome de Ernesto Giuseppe Federico Bedore, Imigrou para o Brasil ainda criança com seus pais a 26.JAN.1892 e segunda vez com sua esposa e dois filhos a 12.JUN.1913 pelo porto de Santos (vapor Re Vitório). Falecido a 23.MAIO.1957 de enfarto do miocárdio em sua residência em Getulina com 70,2 anos, sepultado no cemitério Municipal daquela cidade. Foi construtor civil e agricultor proprietário de terras em Getulina, cidade que se estabeleceu na em meados da década de 19430

9 – Virginia Basso nascida a 04.AGO.1886 em Este, Província de Padova, Região do Veneto na Itália, batizada em Ospedaletto Euganeo/PD a 08.AGO.1866, casada a 01.MAR.1908 em Ospedaletto Euganeo na Matriz de San Giovanni Battista (S.João Batista). Falecida a 26.OUT.1972 de avc no distrito de Vila Matilde em São Paulo com 86,2 anos, sepultada no cemitério da Saudade em São Miguel Paulista.

Média de vida dos filhos do casal Bedore/Basso em dezembro de 2011 é de 80,12 anos.

10 – José Bachega nascido a 13.MAIO.1897 em São Carlos/SP segundo a tradição familiar e a 27.SET.1897, segundo sua certidão de batismo emitida pela Cúria Diocesana de São Carlos, batizado a 05.NOV.1898. Falecido a 18.FEV.1954 em Getulina/SP de avc com 56,9 anos, sepultado no cemitério Municipal daquela cidade. Filho natural de Miguel Chiaretti, 1º marido de sua mãe, mas foi criado e educado pelo 2º marido de sua mãe, quem o registrou como filho natural.

11 – Ida Bassi Bachega nascida a 12.ABR.1899 em Candido Rodrigues/SP, segundo a tradição familiar e sua certidão de casamento e a 28.MAR.1901 na fazenda Olhos D’água em Taquaritinga/SP segundo sua certidão de nascimento, casada a 24.AGO.1918 em Itajobi/SP, falecida a 04.FEV.1989 na Santa Casa de Lins/SP com 89,11 anos, sendo sepultada no cemitério Municipal de Getulina onde residia.

Média de vida dos filhos do casal Bachega/Bassi em dezembro de 2011 é de 76,94 anos.

Média de vida dos meus bisavós paternos foi de: 78,35 anos

Média de vida dos meus tios-bisavós paternos é de 75,1 anos.

Bisavós maternos ou 2º avós [ 04/04 = total de ascendentes: 14 ]

12 – Antônio De Carlo “Antônio Pita/o” nascido a 10.ABR.1900 no Largo Municipal nº 08 em Atibaia/SP e aí falecido a 19.JAN.1983 com 82,9 anos de caquexia decorrente de câncer no estômago na rua Benedito Almeida Bueno, hoje loja marabrás, sendo sepultado no cemitério São João Batista em Atibaia. Foi comerciante do ramo de carnes e proprietário de terras, entre elas um sítio no bairro de Itapetinga onde hoje se encontra a Villa D’ Este.

13 – Maria do Carmo Leite De Carlo “Tóta” nascida a 19.SET.1904 no bairro de Caetetuba em Atibaia, casada a 08.FEV.1923 na Matriz de S. João Batista de Atibaia, falecida na Santa Casa de Misericórdia de Atibaia aos 20.DEZ.1980 de embolia pulmonar e gangrena de membro inferior decorrente de diabetes em Atibaia com 76,2 anos, sendo sepultada no cemitério São João Batista;

Média de vida dos filhos do casal De Carlo/Leite em dezembro de 2011 é de 82,05 anos.

14 – Ermitão de Paula Freitas “Militão” nascido a 10.JAN.1885 em Atibaia onde faleceu de colapso cardíaco na rua José Inácio, 302, aos 01.ABR.1959 com 74,3 anos, sepultado no cemitério São João Batista de Atibaia. Foi negociante e músico.

15 – Maria Joana Pires de Oliveira Freitas nascida a 08.03.1886 em Atibaia, casada a 05.JUL.1913 em Atibaia onde faleceu a 16.JUL.1953 na rua José Inácio, 302 de avc com 67,4 anos, sepultada no cemitério S. João Batista de Atibaia. Seu pai tinha origem africana possivelmente miscigenado com outras matrizes brancas e sua mãe tinha ascendência predominantemente branca também com miscigenação com outras matrizes brancas.

Média de vida dos filhos do casal Freitas/Pires de Oliveira foi de 83,17

Média de vida dos meus bisavós maternos foi de 75,2 anos.

Média de vida dos meus tios-bisavós maternos em dezembro de 2011 é de 82,61

Trisavôs paternos ou 3º avós [ 08/08 = total de ascendentes: 22 ]

16 – Luigi Bedore nascido a 10.SET.1858 na rua Altura em Ospedaletto Euganeo, Província de Padova, Região do Veneto, batizado a 12.SET.1858 na paróquia de San Giovanni Battista (S. João Batista) de Ospedaletto, imigrou duas vezes para o Brasil, a 1º vez imigrou sozinho a 06.OUT.1891 pelo porto do Rio de Janeiro (vapor Washington) e 2ª vez com a família em 26.JAN.1892 pelo porto do Rio de Janeiro (vapor Solferino), juntamente com sua mulher, três filhos, seus sogros, três quatro cunhados. Faleceu a 18.SET.1949 com 91 anos na rua Carlo Barabino, 17 em Genova, região da Ligúria na Itália, sepultado no cemitério de Staglieno daquela cidade.

17 – Elisabetta Rizzato nascida a 20.JUL.1867 em Castagnaro, Província de Verona, Região do Veneto, batizada a 22.JUL.1867 na paróquia de San Nicolò (São Nicolão) de Castagnaro, casada a 09.MAR.1886 em Valli Moncenighe – Piacneza D’Adige, Província de Padova. Falecida entre 1910 a 1936 na Itália ou na Eslovênia para onde provavelmente se mudou com sua filha Diamante, não descobrimos sua data e o local de sua morte.

18 – Domenico Basso nascido a 01.JUN.1845 em Ospedaletto Euganeo/PD e aí falecido com 65,10 anos na rua Riva del Fiume (Altura) a 11.ABR.1911.

19 – Amália Teresa Visentin nascida a 01.DEZ.1852 em Ospedaletto Euganeo/PD, casada a 13.NOV.1872 em Ospedaletto Euganeo na matriz de San Giovanni Battista (São João Batista), falecida a 26.FEV.1934 com 82,2 anos em Ospedaletto Euganeo/PD.

20 – Fedele Bacchiega “Fidelis Bachiega” nascido a 21.JUL.1875 em Pincara, Província de Rovigo, Região do Veneto, batizado a 22.JUL.1875 com o nome de Fedele Emiglio Bacchiega na paróquia de San Giovanni Battista (S. João Batista) em Pincara/RV, casou-se 1ª vez com Elvira Nove a 19.AGO.1899 em São Carlos/SP e 2ª com Terzilla Maria Liberata Assirati, também em São Carlos/SP aos 17.NOV.1906. Imigrou para o Brasil em data incerta com sua família, (pais, ou só mãe e três irmãos), segundo relatos familiares imigraram em 1897, falecido a 02. JAN.1940 com 64,6 anos no bairro dos Patos em Promissão/SP, sepultado no cemitério Municipal de Promissão/SP. Seu sobrenome, aportuguesou-se para Bachega nascendo assim um novo nome de família que fora transmitido aos seus descendentes.

21 – Terzilla Maria Liberata Assirati “Tercília” nascida a 06.SET.1874 em Spinadesco, Província de Cremona, Região da Lombardia, “casada” 1º vez com Miguel Chiaretti e 2º vez em São Carlos aos 17.NOV.1906 com Fede Bacchiega, imigrou para o Brasil com seus pais e um irmão a 11.NOV.1890 pelo porto de Santos (vapor Napoli). Faleceu com 74,5 anos aos 19.FEV.1948 na cabeceira dos Patos, Município de Promissão/SP, sepultada no cemitério Municipal daquela cidade.

22 – Alessandro Bassi “Alexandre Bassi” nascido em 1868 em Bonferraro, Província de Verona, Região do Veneto. Imigrou para o Brasil primeira vez aos 17.DEZ.1891 pelo porto de Santos (vapor Vº Florio) com seus pais, a avó paterna, quatro irmãos, a esposa e seu filho mais velho (Enrico) e segunda vez aos 16.JUN.1898 com sua esposa e três filhos. Faleceu com 83 anos (suicídio) aos 06.AGO.1951 em Getulina/SP, sepultado no cemitério Municipal daquela cidade.

23 – Ginevra Faccioli nascida a 06.JUN.1869 em Isola della Scala, Província de Verona, Região do Veneto, casada a 29.DEZ.1889 em Oppeano, Província de Verona, falecida com 86 anos aos 30.AGO.1954 em Getulina, sepultada no cemitério Municipal daquela cidade.

Trisavós maternos ou 3º avós [ 08/08 = total de ascendentes: 30 ]

24 – Gennaro De Carlo “Januário de Carlos” nascido aos 21.JAN.1867 em Guardiaregia, Província de Campobasso, Região de Molise centro sul da Itália e imigrou para o Brasil a 07.MAIO.1895 pelo porto de Santos (vapor Fortunata) com sua esposa e sua filha mais velha (Maria). Faleceu com 73 anos de arteriosclerose múltipla na rua 13 de maio, 24 em Atibaia aos 04.FEV.1940, sepultado no cemitério S. João Batista em Atibaia/SP. Seu sobrenome aportuguesou-se para De Carlos transmitindo assim um outro nome de família aos seus descendentes. Foi comerciante de carnes, sendo proprietário de um açougue no antigo mercado municipal de Atibaia. È Tronco do Título De Carlo desse trabalho.

25 – Filomena Terranova, nascida aos 08.AGO.1869 em Baranello, Província de Campobasso, Região de Molise Itália, casada aos 04.AGO.1890 em Guardiaregia/CB e falecida com 53,7 anos na rua José Lucas de enfarto do miocárdio aos 28.MAR.1923 em Atibaia/SP, sendo sepultada no cemitério São João Batista. Também imigrou da Itália para o Brasil em antes de Filomena, sua irmã de nome Maria Antonia Terranova juntamente com seu marido Raffaele Benevento e uma filha de nome Angelina, nascida em 1889 provavelmente em Guardiaregia/CB, Raffaele e Maria Antonia constituíram família também em Atibaia, onde deixaram descendentes.

26 – José Benedito Leite[396] nascido a 17.MAR.1887 no bairro de Caetetuba em Atibaia/SP. Casou-se 1ª vez com Ana Soares Leite e 2ª com Idalina Ferreira a 23.ABR.1943 em Atibaia/SP, falecido com 77 anos na rua Manoel de Toledo, 193 de insuficiência cardíaca aos 22.MAR.1964 em Atibaia, sepultado no cemitério São João Batista.

27 – Ana Soares Leite[397] nascida a 29.DEZ.1887 em Campo Largo, na época distrito de Atibaia e hoje Município de Jarinu/SP, casada a 10.SET.1903 em Atibaia, na época de seu casamento, tanto Ana como seu futuro marido encontravam-se sob a tutela do Major Francisco Rodrigues Soares, irmão mais velho de José Benedito, pois os pais de ambos faleceram precocemente, o Major também era parente de Ana, pois sua bisavó Maria Francisca Soares era irmã do avô do Major (Bento José Soares), falecida com 48,4anos de carcinoma de colo de útero na rua José Alvim em Atibaia aos 15.ABR.1935a, sepultada no cemitério S.João Batista.

28 – Antônio Joaquim de Freitas[398] “Antônio Raimundo” nascido a 04.MAIO.1844 em Juqueri/SP antigo Município que correspondia as hoje cidades de Mairiporã, Franco da Rocha, Francisco Morato e Caeiras/SP. Faleceu na rua José Lucas aos 06.MAIO.1921 em Atibaia/SP, sepultado no cemitério de São João Batista.

29 – Vicência Barbosa de Almeida nascida aos 30.JUL.1853 em Juqueri/SP onde se casou aos 09.OUT.1869 e logo depois se mudou para Atibaia com sua família. Falecida aos 29.OUT.1916 na rua José Lucas em Atibaia com 63,3 anos n, sepultada no cemitério de São João Batista.

30 – João Pires Padilha Filho nascido em Atibaia aos 04.SET.1858 e falecido no Estado de Minas Gerais em data e local incertos, provavelmente entre 1905 a 1910. Era mulato, filho de pai branco e de mãe negra.

31 – Bárbara de Oliveira Cezar “Balbina” nascida em 1856 em Atibaia onde se casou a 11.SET.1883 e aí faleceu na rua Benedito de Almeida Bueno, 83, aos 14.JAN.1932 com 76 anos. Era mulata filha de pais mulatos.

Tetravós, Tataravós ou 4º Avós paternos [16/16 = total de ascendentes: 46]

32 – Giovanni Batista Bedore nascido a 13.SET.1827 em Ospedaletto Euganeo/PD, Casou-se 1ª vez com Antonia Moretti a 27.SET.1849 na paróquia de Pra di Este/PD e 2º vez com Anna Crivellaro a 15.AGO.1864 na paróquia de Santa Maria Delle Grazie em Este/PD (Santa Maria das Graças). Faleceu aos 20.FEV.1907 com 79,5 anos em Ospedaletto Euganeo/PD.

33 – Antonia Bressan ‘detto’ ou seja, conhecida como Antonia Moretti, nascida aos 12.MAR.1830 em Valli Moncenighi/PD, casada a 26.SET.1849 em Prà D’Este e falecida com 34,10 anos aos 05.JAN.1864 em Ospedaletto Euganeo/PD.

34 – Ferdinando Rizzato, nascido na Itália, provavelmente na Província de Verona ou Padova, imigrou para o Brasil a 06.OUT.1891 pelo porto do Rio de Janeiro (vapor Washington) com sua esposa, quatro filhos, um genro (Luigi Bedore) e três netos (Ernesto, Teodolinda, Ermenegildo), retornaram para Itália provavelmente quatro anos após a chegada no Brasil (1895), não descobrimos o local e a data de seu falecimento. É Tronco do Título Rizzato deste trabalho.

35 – Maria Cavallaro nascida aos 18.ABR.1846 em Ospedaletto Euganeo/PD e aí falecida com 71,10 anos na aos 10.FEV.1928 em Ospedaletto Euganeo/PD.

36 – Matteo Basso nascido a 12.MAIO.1809 em Ospedaletto Euganeo/PD e aí falecido com 71 anos na rua Altura aos 30.MAIO.1880.

37 – Maria Maddalena Fedre nascida a 27.OUT.1808 em Ospedaletto Euganeo e aí provavelmente falecida. Casada a 06. JUN.1831 em Ospedaletto Euganeo/PD.

38 – Luigi Visentin nascido a 03.SET.1821 em Ospedaletto Euganeo/PD e aí provavelmente falecido.

39 – Antonia Valenti nascida a 08.MAIO.1827 em Ospedaletto Euganeo/PD e aí falecida aos 10.MAIO.1903. Casada a 03.JUN.1850 em Ospedaletto Euganeo/PD.

40 – Federico Bacchiega nascido a 12.JUL.1840 em Pincara, Província de Rovigo onde provavelmente faleceu. Sua esposa e filhos imigraram para o Brasil, segundo relatos familiares em 1897. È o tronco do Título Bacchiega dessa Trabalho.

41 – Maria Caniato nascida a 03.DEZ.1852 em Garofolo di Canaro, Província de Rovigo, casada a 11.AGO.1875 em Pincara/RV, falecida a 29.ABR.1924 na Fazenda Aruera, entre Marapuama e Itajobi/SP, sepultada no cemitério Municipal de Itajobi/SP.

42 – Ângelo Assirati nascido a 15.MAR.1846 em Fengo, Província de Cremona, imigrou-se para o Brasil a 11.NOV.1890 pelo porto de Santos (vapor Napoli), com sua esposa e dois filhos, falecido em alguma cidade do interior de São Paulo.

43 – Orsola Ardigò nascida a 11.MAR.1850 em Zanengo di Grumello Gremonese, casada a 12.JAN.1873 em Spinadesco/CR, falecida a 14.JAN.1898 em São Carlos/SP.

44 – Luigi Faccioli, nascido em Mazzantica, frazione (distrito) de San Pietro di Morubio Província de Verona, em 1833. falecendo provavelmente na Província de Verona. É Tronco do Título Faccioli deste trabalho.

45 – Virginia Pasqua nascida na Itália, provavelmente na Província de Verona, casada aos 30.ABR.1850 em Oppeano/VR onde provavelmente faleceu.

46 – Narciso Bassi nascido a 16.MAIO.1843 em Pietole di Virglio, Província de Mantova, imigrou para o Brasil primeira vez a 17.DEZ.1891 pelo porto de Santos (vapor Vº Florio) com sua mãe, quatro filhos, a esposa, uma nora e um neto, e 2º vez aos 26.JUL.1898. Falecido a 30.JAN.1924 em Coroados/SP, sepultado no cemitério Municipal de Birigui/SP. É Tronco do Título Bassi desse trabalho.

47 – Clementina Bianchi nascida a 31.MAR.1842 em Isola Porcarizza, hoje simplesmente Isola Rizza, Província de Verona, casada a 08.JAN.1866 em Formigosa, Província de Mantova, Região da Lombardia, Itália, falecida provavelmente na Itália entre 1897 a 1898 ou em alguma cidade do interior de São Paulo, provavelmente em Coroados e ou Birigui/SP entre 1892 a 1897, pois encontrava-se viva em 1892 e morta em 1898.

Tetravôs, Tataravós ou 4º Avós maternos [ 15/16 = total de ascendentes: 61 ]

48 – Isidoro De Carlo nascido em 1834/35 em Guardiaregia/CB e lá falecido aos 08.MAR.1909.

49 – Mariantonia Arcari nascida em 1841 e falecida provavelmente em Guardiaregia/CB depois de 1909.

50 – Giuseppe Antônio Terranova nascido aos 16.NOV.1840 em Vinchiaturo/CB e falecido na Itália, provavelmente na Província de Campobasso, segundo relatos familiares Giuseppe Terranova imigrou para o Brasil e ou outro país da América Latina por volta de 1890, retornando posteriormente para Itália. É Tronco do Título Terranova deste trabalho.

51 – Maria Saveria Ricciardi nascida e falecida na Itália, casada em San Giuliano Del Sannio/CB aos 21.DEZ.1866.

52 – Pedro Alexandrino Leite nascido aos 11.DEZ.1852 no bairro de Caetetuba em Atibaia, foi vereador a Câmara Municipal de Atibaia no mandato de 1883 a 1886, 4º Juiz de Paz em 1889/90, era homem de letras, tendo sido seminarista e um abastado fazendeiro em Atibaia no bairro Itapetinga, faleceu em Botucatu/SP aos 02.DEZ.1894 onde havia se mudado para administrar uma grande fazenda, foi sepultado no cemitério Portal das Cruzes naquela cidade.

53 – Gertrudes Franco do Amaral nascida em 1846 em Atibaia/SP, casou-se 1ª vez com Rodrigo Soares do Amaral com quem teve cinco filhos, entre eles: Capitão Leopoldo Soares do Amaral, vereador, Juiz de Paz e Intendente Municipal em Atibaia em 1906 a 1908, Gertrudes casou-se 2º vez com Pedro Alexandrino Leite, com quem teve três filhos. Falecida 10.JUN.1889 em Atibaia.

54 – Antônio Pires de Camargo nascido em 1854 em Campo Largo então distrito de Atibaia, hoje Município de Jarinu/SP, falecido aos 16.JUN.1889 em Campo Largo.

55 – Escolástica Maria Soares nascida a 21.ABR.1861 em Campo Largo, casada 1ª vez com Antônio Pires de Camargo no final de 1877 ou no início de 1878 provavelmente em Campo Largo e 2ª vez com Florêncio Lopes de Camargo a 12.JAN.1890, falecida a 01.JUN.1899 em Campo Largo.

56 – ? Francisco Bueno da Cunha ou José Bueno da Cunha [irmãos e filhos do primeiro casamento do marido de Escolástica Rodrigues de Almeida (• pai do filho de Escolástica R. de Almeida. • Guarulhos ou Mairiporã. • Já fiz pesquisas. •Poucas ou quase nenhuma chances de descobrir). Sem Ascendentes com provas.

57 – Escolástica Rodrigues de Almeida e depois de 1860 de Freitas nascida a 26.JUL.1807 em Conceição de Guarulhos, hoje apenas Guarulhos/SP, não descobrimos o nome de seu provável marido, falecida em data e local incerto, provavelmente em Juqueri/SP.

58 – Tenente Joaquim Augusto de Almeida nascido aos 02.DEZ.1814 em Juqueri/SP e aí faleceu com 75,8 anos aos 26.AGO.1890.

59 – Antonia Barbosa de Albuquerque nascida em 1824 em Juqueri/SP e falecida aos 29.FEV.1888 em Atibaia.

60 – João Pires Padilha “o velho’ nasceu em Atibaia aos 04.JUL.1824 e aí faleceu aos 26.MAR.1903 na rua José Bonifácio, 50 aos 26.MAR.1903. Era branco.

61 – Joaquina Maria das Dores nascida em Atibaia aos 19.JAN.1817 e aí falecida aos 04.DEZ.1875. Era negra e provavelmente nasceu na condição de escrava.

62 – João de Oliveira Cezar nascido em Atibaia aos 06.FEV.1814 e aí falecido aos 17.OUT.1902 com 88 anos. Era mulato, filho de pai branco e mãe negra.

63 – Escolástica Maria Cardoso nascida em Atibaia aos 24.MAR.1822 e aí faleceu 09.JUN.1880 em Atibaia. Casou-se em Atibaia aos 28.JAN.1840. Era mulata.

31 dos 32 trisavós, sendo 16 paternos e 15 maternos, foram encontrados e citados aqui

Pentavós ou 5º Avós paternos [ 30/32 =total de ascendentes: 91 ]

64 – Giovanni Maria Bedore II nascido a 23.OUT.1776 em Ospedaletto Euganeo/PD e aí falecido a 18.OUT.1852.

65 – Lucia Pavanello nascida aos 14.MAIO.1779 em Ospedaletto Euganeo/SP, casada na paróquia de Santa Tecla em Este/PD a 11.OUT.1814, falecida provavelmente em Ospedaletto Euganeo e ou em Este/PD.

66 – Francesco Bressan ‘detto’ Moretto nascido e falecido na Itália.

67 – Teresa Stevanin, nascida aos 10.OUT.1792 em Megliadino di San Fidenzo/PD, casada aos 16.JUN.1813 também em San Fidenzo, onde provavelmente faleceu.

68 – Antônio Rizzato nascido e falecido na Itália.

69 – Ana Chericato nascida e falecida na Itália.

70 – Bartolomeo Cavallaro nascido e falecido na Itália (filho de Giacomo).

71 – Pasqua Simoni (filha de Francesca), nascida e falecida na Itália.

72 – Antônio Basso, nascido aos 08.NOV.1771 em Ospedaletto e falecido na Itália.

73 – Rosa Formaggio nascida aos 21.SET.1783 em Ospedaletto e aí aos 22.ABR.1800.

74 – Santo Fedre nascido aos 28.JUN.1788 em Ospedaletto e aí provavelmente falecido.

75 – Antonia Barbeta nascida em Vighizzolo D´Este/PD e falecida na Itália.

76 – Antônio Visentin nascido aos 30.JUL.1787 em Ospedaletto e falecido na Itália.

77 – Teresa Permunian nascida aos 03.AGO.1786 em Ospedaletto e casada aos 25.SET.1808 em Ospedaletto.

78 – Antônio Matteo Valenti, alfaiate, nascido aos 10.OUT.1783 em Veneza e falecido na Itália.

79 – Rosa Meneghini nascida aos 10.FEV.1787 em Este/PD e falecida na Itália, casada a 13.MAR.1823em Ospedaletto Euganeo/PD. Foi casada primeira vez com Domenico Legato.

80 – Lorenzo Bacchiega nascido e falecido na Itália.

81 – Lucia Piatella nascida e falecia na Itália.

82 – Battista Caniato nascido a 12.FEV.1815 em Guarda Veneta e falecido na Itália.

83 – Cosetta Zanforlin, nascida a 19.SET.1919 em Guarda Veneta e falecida na Itália, casada a 07.FEV.1837 em Guarda Veneta, Província de Rovigo, Região do Veneto.

84 – Giovanni Assirati nascido aos 13.JUL.1821 em Piccenengo/CR e falecido na Itália.

85 – Giovanna Mazzola nascida aos 13.OUT.1823 em Zanengo/CR e falecida na Itália, casada a 22.JAN.1845 em Fengo, Cremona.

86 – Francesco Ardigò nascido a 17.JUL.1811 em Barzaniga, Província de Cremona e falecido na Itália.

87 – Lucia Barnabè n. a 10.SET.1811 em Soresina, Província de Cremona, casada em Soresina a 08.JAN.1833 e falecida na Itália.

88 – Sante Faccioli

89 – ? (• mulher de Sante Faccioli. • Província de Verona-Itália • Fiz alguma pesquisa [ver arquivo mórmons]. • Boas chances de descobrir)

90 – Benedetto Pasqua

91 – ? (• mulher de Benedetto Paqua. • Província de Verona-Itália • Fiz alguma pesquisa [ver arquivo mórmons]. • Boas chances de descobrir)

92 – Vicenzo Giovanni Bassi nascido a 14.SET.1818 em Soave di Porto Mantovano/MN e f. em 1891.

93 – Maria Annunciata Scacchetti nascida a 06.DEZ.1817 em Pietole di Virgilio/MN, casada a 15.OUT.1837 em Stradella di Biforello, Província de Mantova, falecida aos 19.ABR.1892 em São Simão/SP

94 – Domenico Bianchi nascido e falecido na Itália.

95 – Anna Lorenzetti nascida e já falecida na Itália em 1866.

Pentavós ou 5º Avós maternos [ 30/32 = total de ascendentes: 121 ]

96 – Gennaro De Carlo n. em 1813 em Guardiaregia/CB e aí provavelmente falecido.

97 – Angela Piazza n. em 1813 em Guardiaregia/CB

98 – Rocco Nicola Arcari nascido em 1808 em Sepino/CP e falecido aos 27.JUL.1879 em Guardiaregia.

99 – Vittoria Chiarizia nascida em 1810 em Guardiaregia/CP e falecida depois de 1879.

100 – Michele Arcangelo Terranova nascido aos 09.JUL.1818 em Vinchiaturo/CB, ferreiro.

101 – Mariantonia Pistillo, nascida aos 12.JUN.1815 em San Giuliano Del Sannio/CB

102 – Constantino Ricciardi nascido aos 18.JAN.1811 em San Giuliano Del Sannio/CB e aí f. aos 15.SET.1886 na via Nápoles (foi casado segunda vez)

103 – Mariantonia Mucci nascida provavelmente em San Giuliano Del Sannio/CB

104 – Capitão Jacinto Manoel Leite n. a 03.JAN.1821 em Atibaia, foi abastado fazendeiro da cultura de café com enorme escravatura em sua fazenda no bairro de Itapetinga, foi também líder do partido Conservador, foi fiscal da Câmara em 1856 e vereador em 1860, 1º suplente de Juiz Municipal e de órfãos em 1870. Foi capitão da 1ª Companhia da reserva do B.M. nº 04 da vila de Atibaia. Falecido com 65,7 anos aos 04.AGO.1886 em Atibaia/SP. Não conseguimos descobrir sua ascendência pelo lado paterno, já pelo lado materno é a mesma de sua esposa, posto que são primos. É o Tronco do Título Leite deste trabalho. Sem Ascendentes.

105 – Umbelina Maria Pedroso nascida em Atibaia entre 1815 a 1828, casada aos 02.JUN.1840 em Atibaia e aí falecida aos 06.MAR.1870 em Atibaia. Era prima em 2° grau de seu marido pois sua avó materna era meia irmã da mãe de seu marido.

106 – José Joaquim do Amaral Bueno, nascido a 05.ABR.1817 em Atibaia, possuidor da fazenda velha, falecido a 05.ABR.1879 em Atibaia.

107 – Ana Jacinta do Amaral, nascida a 03.MAIO.1821 em Atibaia, casada em 1834 em Atibaia, falecida a 30.AGO.1892 em Atibaia.

108 – Manoel Jacinto de Camargo, nascido provavelmente em Campo Largo e aí provavelmente falecido.

109 – Ana Francisca Cardoso, nascida provavelmente em Campo Largo e aí provavelmente falecida.

110 – Serafim Zeferino de Almeida, nascido em Campo Largo e aí provavelmente falecido.

111 – Maria Soares, nascida em Campo Largo, casada a 16.DEZ.1856 em Campo Largo, hoje Jarinu/SP, falecida a 17.JAN.1868 em Atibaia.

112 – ? Jerônimo Correia Bueno (• pai do pai do filho de Escolástica R. de Almeida • Guarulhos ou Mairiporã • Já fiz pesquisas. •Poucas ou quase nenhuma chances de descobrir)

113 – ? Francisca Pereira Franco natural de Santana do Parnaíba/SP (• mãe do pai do filho de Escolástica R. de Almeida • Guarulhos ou Mairiporã • Já fiz pesquisas. •Poucas ou quase nenhuma chances de descobrir)

114 – Capitão Antônio José de Freitas, n. em Guarulhos e f. em Juqueri/SP. È o Tronco do Título Freitas desse trabalho.

115 – Maria Rodrigues de Almeida, nascida em Guarulhos, casada a 02.MAIO.1797 em Guarulhos/SP, falecida em Juqueri/SP.

116 – Carlos Augusto D’Elboux, nascido aproximadamente no ano de 1794/95em São Paulo e falecido aos 28.ABR.1853 em Juqueri (Mairiporã) com 60 anos +/-, sendo sepultado dentro da matriz.

117 – Gertrudes Joaquina de Almeida, casada 1² vez com Joaquim Xavier de Oliveira. Falecida em 1822 em Juqueri, hoje Mairiporã/SP.

118 – Alferes Francisco de Paula Barbosa, natural de São Paulo.

119 – Ana Maria de Albuquerque, natural de Cotia, casou-se aos 21.FEV.1802 na igreja da Sé em São Paulo, capital.

120 – Inácio de Oliveira Lima nascido em Atibaia aos 31.JUL.1780 e aí f. aos aos 20.AGO.1833.

121 – Josefa de Siqueira, nascida em Nazaré Paulista em 1785, casada em Atibaia aos 10.JUN.1806.

122 – Francisco, nascido em São Paulo entre 1782 a 1790, negro, escravo alforriado entre 1825 a 1829. Descobrimos o óbito de um certo Francisco, falecido aos 28.JUL.1844, mas não conseguimos confirmar se tratar de Francisco.

123 – Francisca, nascida em Atibaia aos 08.FEV.1801 e aí falecida aos 29.OUT.1829, negra, foi a vida toda escrava. Casou-se em Atibaia aos 01.NOV.1816.

124 – José Cesar, natural de Atibaia onde nasceu entre 1796 e 1798. Possivelmente faleceu em Bragança.

125 – Rosa ou Rosa Maria, africana nascida em 1795 em Angola ou Guiné. Era escrava do capitão Francisco Xavier César, pai do pai de seu filho. Casou-se em Atibaia aos 02.AGO.1818 com o também escravo Jerônimo. Em 1840, no batizado de sua primeira neta já era liberta. Pode ter falecido aos 14.JUL.1873 em Atibaia com 80 anos

126 – José Pires Cardoso nascido aos 14.DEZ.1795 em Atibaia, mulato e falecido aos 30.MAIO.1849 em Atibaia.

127 – Caetana Maria, nascida aos 20.JUL.1798 em Atibaia, mulata, casada em Atibaia aos 26.NOV.1818. Encontramos um óbito de Caetana Maria de Jesus falecida aos 05.FEV.1892 que cremos pode ser o óbito de Caetana.

60 dos 64 pentavós foram citados neste costado.

Hexavós ou 6º Avós paternos [37/64 = total de ascendentes: 158 ]

128 – Antônio Bedore, nascido a 04.JUL.1746 em Ospedaletto Euganeo/PD e aí já se encontrava falecido em 1814. É o tronco do Título Bedore desse trabalho.

129 – Ângela Bontà, não descobrimos a data e o local de seu nascimento e falecimento, casou-se provavelmente em Ospedaletto Euganeo/PD.

130 – Ângelo Pavanello

131 – Francesca Mazucca

132 – Ângelo Bressan ‘detto’ Moretto

133 – Maria Primona ou Crimona ou Cattarian Soatin

134 – Prosdocimo Stevanin

135 – Rosa Fanchin

136 – ? (• pai de Antonio Rizzato • Província de Padova-Itália • Fiz alguma pesquisa [ver arquivo mórmons]. • Boas chances de descobrir)

137 – ? (• mãe de Antonio Rizzato • Província de Padova-Itália • Fiz alguma pesquisa [ver arquivo mórmons]. • Boas chances de descobrir)

138 – ? (• pai de Ana Chericato • Província de Padova-Itália • Fiz alguma pesquisa [ver arquivo mórmons]. • Boas chances de descobrir)

139 – ? (• mãe de Ana Chericato • Província de Verona-Itália • Fiz alguma pesquisa [ver arquivo mórmons]. • Boas chances de descobrir)

140 – Giacomo Cavallaro

141 – ? (• mãe de Bartolomeo Cavallaro • Província de Padova-Itália • Fiz alguma pesquisa [ver arquivo mórmons]. • Boas chances de descobrir)

142 – ? (• pai de Pasqua Simoni • Província de Padova-Itália • Fiz alguma pesquisa [ver arquivo mórmons]. • Boas chances de descobrir)

143 – Francesca Moraro

144 – Matteo Basso nascido aos 28.OUT.1745 em Ospedaletto. É o tronco do Título Basso desse trabalho.

145 – Francesca Zorzato

146 – Giuseppe Formaggio

147 – Lucia Coppini. Casada aos 12.ABR.1768 em Ospedaletto Euganeo/PD

148 –Antônio Fedre

149 – Domenica Permunian nascida aos 04.FEV.1754 em Ospedaletto Euganeo/PD

150 – Antônio Barbetta

151 – ? ( • mãe de Antonia Barbetta. • Província de Padova-Itália • Fiz alguma pesquisa [ver arquivo mórmons]. • Boas chances de descobrir)

152 – Ângelo Visentin

153 – Maria Pilon casada aos 29.ABR.1782 em Ospedaletto Euganeo.

154 – Pietro Permunian

155 – Maria Bedore nascida aos 01.ABR.1757 em Ospedaletto Euganeo.

156 – Sante Valenti

157 – Ana Zancan

158 – Antônio Meneghini

159 – Cattarina Romanin ou Rovarin

160 – ? ( • pai de Lorenzo Bacchiega • Província de Rovigo-Itália • Fiz alguma pesquisa [ver arquivo mórmons]. • Boas chances de descobrir)

161 – ? ( • mãe de Lorenzo Bacchiega • Província de Rovigo-Itália • Fiz alguma pesquisa [ver arquivo mórmons]. • Boas chances de descobrir)

162 – ? ( • pai de Lucia Piatella • Província de Rovigo-Itália • Fiz alguma pesquisa [ver arquivo mórmons]. • Boas chances de descobrir)

163 – ? ( • mãe de Lucia Piatella. • Província de Rovigo-Itália • Fiz alguma pesquisa [ver arquivo mórmons]. • Boas chances de descobrir)

164 – ? ( • pai de Battista Caniato • Província de Rovigo-Itália • Fiz alguma pesquisa [ver arquivo mórmons]. • Boas chances de descobrir)

165 – ? ( • mãe de Battista Caniato • Província de Rovigo-Itália • Fiz alguma pesquisa [ver arquivo mórmons]. • Boas chances de descobrir)

166 – ? ( • pai de Cosetta Zanforlin • Província de Rovigo-Itália • Fiz alguma pesquisa [ver arquivo mórmons]. • Boas chances de descobrir)

167 – ? ( • mãe de Cosetta Zanforlin • Província de Rovigo-Itália • Fiz alguma pesquisa [ver arquivo mórmons]. • Boas chances de descobrir)

168 – Giovanni Battista Sirati, já falecida em 1845

169 – Lugia Zambelli, já falecida em 1845

170 – Giovanni Battista Mazzolari, nascido em Farfengo

171 – Vittoria Rancali, nascida em Farfengo, já falecida em 1845

172 – Giovanni Ardigo

173 – Orsola Aldovini

174 – Luigi Bernabé

175 – Paola Aliberti, já falecida em 1833

176 – ? ( • pai de Sante Faccioli • Província de Verona-Itália • Fiz alguma pesquisa [ver arquivo mórmons] • Boas chances de descobrir)

177 – ? ( • mãe de Sante Faccioli • Província de Verona-Itália • Fiz alguma pesquisa [ver arquivo mórmons] • Boas chances de descobrir)

178 – ? (• pai da mulher de Sante Faccioli • Província de Verona-Itália • Fiz alguma pesquisa [ver arquivo mórmons. • Boas chances de descobrir)

179 – ? ( • mãe da mulher de Sante Faccioli • Província de Verona-Itália • Fiz alguma pesquisa [ver arquivo mórmons] • Boas chances de descobrir)

180 – ? (•pai de Benedetto Pasqua • Província de Verona-Itália • Fiz alguma pesquisa [ver arquivo mórmons] • Boas chances de descobrir)

181 – ? ( • mãe de Benedetto Pasqua • Província de Verona-Itália • Fiz alguma pesquisa [ver arquivo mórmons] • Boas chances de descobrir)

182 – ? ( • pai da mulher de Benedetto Pasqua • Província de Verona-Itália • Fiz alguma pesquisa [ver arquivo mórmons] • Boas chances de descobrir)

183 – ? ( • mãe da mulher de Benedetto Pasqua • Província de Verona-Itália • Fiz alguma pesquisa [ver arquivo mórmons] • Boas chances de descobrir)

184 – Bartolomeo Bassi

185 – Maria Luppi

186 – Giuseppe Scachetti

187 – Bárbara Gilioli ou Giglioli

188 – ? ( • pai de Domenico Bianchi. • Província de Verona-Itália • Fiz alguma pesquisa [ver arquivo mórmons]. • Boas chances de descobrir)

189 – ? ( • mãe de Domenico Bianchi • Província de Verona-Itália • Fiz alguma pesquisa [ver arquivo mórmons]. • Boas chances de descobrir)

190 – ? ( • pai de Ana Lorenzetti • Província de Verona-Itália • Fiz alguma pesquisa [ver arquivo mórmons]. • Boas chances de descobrir)

191 – ? ( • mãe de Ana Lorenzetti • Província de Verona-Itália • Fiz alguma pesquisa [ver arquivo mórmons]. • Boas chances de descobrir)

Hexavós ou 6º Avós maternos [ 62/64 = total de ascendentes: 220 ]

192 – Isidoro Di Carlo n. em 1772 em Guardiaregia/CB e aí falecido aos 16.JAN.1842. Foi primeiramente casado com Angelica Albanese com quem teve q.d. Domenico f. aos 11.MAR.1819, Dionara f. aos 14.MAR.1827 e teve um meio irmão de nome Domenico f. aos 11.MAR.1819.

193 – Adriana Sampogha n. em 1785 em Guardiaregia/CB, aí casada aos 19.SET.1812 e aí falecida aos 18.OUT.1841.

194 – Pietro Piazza n. em Guardiaregia/CB em 1778 e aí falecido aos 24.JUL.1842.

195 – Maria Vitória Vecchiarello n. em Guardiaregia/CB e aí falecida aos 06.OUT.1845.

196 – Paolontonio Arcari nascido provavelmente em Sepino/CB em 1779 e falecido aos 13.NOV.1843, de provável origem grega. Teve q.d.: Nicola Arcari f. aos 29.JUN.1871.

197 – Maria Vignone nascida em Sepino/CB em 1783 e falecida aos 10.ABR.1839.

198 – Nicola Chiarizia n. em 1784 em Guardiaregia e aí f. antes de 1839.

199 – Francesca Serino n. em 1783 casada em Guardiaregia/CB aos 12.JAN.1812 (segundo casamento) e aí f. aos 16.JAN.1839.

200 – Francesco Antônio Terranova nascido aos 02.JAN.1798 e falecido na via Framile aos 03.JAN.1878 em Vinchiaturo/CB

201 – Maria Rosa Savastano nascida aos 12.JUL.1792, casada aos 07.MAR.1816 e falecida aos 26.FEV.1877 em Vinchiaturo/CB.

202 – Francesco Pistillo, nascido em 1773

203 – Ana Gallo nascida em 1771

204 – Alberto Ricciardi nascido em San Giuliano Del Sannio/CB em1788 e aí f. aos 26.ABR.1855

205 – Ana Maria Guarnieri nascida em San Giuliano Del Sannio/CB em 1785 e aí f. aos 17.MAIO.1855.

206 – Felippo Mucci nascido em San Giuliano Del Sannio/CB em 1780 e aí f. aos 25.JAN.1834.

207 – Dorodea Macalello nascido em San Giuliano Del Sannio/CB em 1775 e aí f. aos 07.AGO.1850.

208 – Alferes Manoel Joaquim Leite SL 1/301

209 – Ana Jacinta Pereira nascida aos 24.OUT.1803

210 – Adriano Luiz Fernandes nascido aos 19.SET.1784 em Nazaré Paulista, casou-se primeira vez em Bragança Paulista aos 24.DEZ.1811 com Plácida Maria de Jesus e segunda vez com a nº seguinte. Adriano Luiz faleceu em Atibaia aos 20.DEZ.1847 com 63 anos. È o único ascendente com meu nome próprio.

211 – Ana Francisca Pedroso natural de Atibaia, provavelmente nasceu em 1806, falecida a 02.JAN.1866 em Atibaia. Casada a 05.OUT.1819 em Atibaia.

212 – José Joaquim Bueno Pais nascido em Atibaia e aí falecido a 27.DEZ.1855, foi abastado fazendeiro em Atibaia onde foi vereador em 1818. Casou-se 1º com Maria Franco do Amaral a 20.FEV.1797 em Atibaia e 2ª vez com Anna Joaquina em 1827. É o Tronco do Título Bueno deste trabalho.

213 – Maria Franco do Amaral n. em Atibaia aí e falecida e onde se casou aos 20.FEV.1797. Irmã do nº 214 a seguir.

214 – Capitão Jacinto Alves do Amaral, nascido em Atibaia ente 1788 a 1792 e aí falecido aos 23.JUN.1867. Foi importante fazendeiro em Atibaia. Faleceu em Atibaia em 1867. Irmão da nº 213, acima.

215 – Maria do Espírito Santo Amaral nascida em Atibaia onde faleceu aos 07.JAN.1857. Casou-se com seu primo a 24.JUN.1809 em Atibaia.

216 – José Joaquim de Camargo, também chamado José Joaquim Mariano, n. em 1796, não descobrimos o local de seu nascimento e falecimento.

217 – Luiza Bueno de Moraes n. em 1797, não descobrimos o local de seu nascimento e falecimento, mas certamente foi em Atibaia. Casada em 1817 em Atibaia.

218 – Antônio Pires de Godoi n. 1789, não descobrimos a data e local de seu nascimento e falecimento. No censo de 1829 constava como fazendeiro e tinha 7 escravos.

219 – Jacinta Maria Franco n.1804, não descobrimos a data e local de seu nascimento e falecimento. Casada em 1819 em Atibaia.

220 – José Zeferino de Almeida, não descobrimos a data e local de seu nascimento e falecimento.

221 – Maria Francisca da Conceição, não descobrimos a data e o local de seu nascimento. Casada a 29.JAN.1838 em Campo Largo.

222 – Manoel Alves da Siqueira nascido em 1813/14 em Atibaia e já era f. em 1854 em Campo Largo.

223 – Gertrudes Maria Soares de Camargo, também conhecida como Gertrudes Soares de Lima, nascida em Atibaia. Casada a 27.DEZ.1836 em Campo Largo.

224 – Zacarias de Godoi Moreira nascido em 1783.

225 – Maria Francisca de Jesus Pires do Prado, não descobrimos a data e o local de seu nascimento e falecimento. Casada em 1772 em Guarulhos/SP.

226 – Raimundo Rodrigues da Cunha, não descobrimos a data e o local de seu nascimento e falecimento. SL 8/338

227 – Isabel Bueno de Almeida, não descobrimos a data e o local de nascimento, casamento e falecimento. SL 5/173

228 – Zacarias de Godoi Moreira falecido em 1753. (SL 7/280)

229 – Maria Francisca de Jesus casada em Guarulhos em 1772

230 – Raimundo Rodrigues da Cunha (SL 8/336)

231 – Izabel Bueno de Almeida (SL 7/492)

232 – Sargento-mor e tenente-coronel Francisco Compton D’Elboux n. aos 22 ou 28.JUL.1768 em Londres e f. em 1816 em São Paulo com testamento e inventário.

233 – Maria Rosa Teixeira, nada descobrimos. Sem Ascendentes.

234 – ? (• pai de Gertrudes Joaquina de Almeida • São Paulo ou Mairiporã • Já fiz pesquisas. •Poucas ou quase nenhuma chances de descobrir)

235 – Isidora Maria de Araújo, nada descobrimos. Sem Ascendentes.

236 – Manoel Martins de Barcelos SL 2/140

237 – Joaquina Maria, Silva Leme cita como Joana Maria. Casada em 1753 em São Paulo. SL2/140

238 – José de Albuquerque Machado SL 8/370

239 – Victória Bueno de Camargo casou-se 1752 em Cotia SL 7/67.

240 – José Siqueira de Lima SL 3/156

241 – Maria ou mais provavelmente Joana de Oliveira

242 – José Pereira Padilha natural de Atibaia ou Nazaré, falecido em Atibaia aos 07.AGO.1798.

243 – Rosa de Siqueira do Prado casada em 1767.

244 – Jerônimo, ex-escravo de Gaspar Martins em São Paulo.

245 – Ana, ex-escrava de Gaspar Martins em São Paulo.

246 – Paulo, negro nascido entre 1760 a 1770 no Brasil, foi escravo.

247 – Isabel, africana de Guiné nascida em 1775/76 e falecida em Atibaia em 1825, foi escrava.

248 – Capitão Francisco Xavier Cesar, nascido entre 1760 a 1770 e falecido aos 10.NOV.1839. Foi vereador em Atibaia em 1797, 1808, 1826 e 1827, juiz ordinário em 1812. Foi casado 1° vez com a n° seguinte e 2° vez em 1805 com Gertrudes Maria. É tronco do título Oliveira Cesar deste trabalho. Foi fazendeiro no bairro da Boa Vista.

249 – Caetana Pereira de Oliveira, casado aos 10.JAN.1783 em Atibaia onde faleceu aos 15.JAN.1801 com cerca de 36 anos.

250 – Inácio Cardoso, nascido em Atibaia em 1748/49 e aí f. aos 26.JUN.1822 com 80 anos, negro alforriado.

251 – Joaquina Pires, nascida em Juqueri em 1772/74, mulata alforriada.

252 – ? Alferes Félix Manoel Cintra ou seu pai Sargento-mor José Félix Cintra

253 – Maria, nascida em Bragança ou em Guarulhos em 1776, escrava alforriada do Sargento-mor José Félix Cintra.

Heptavós ou 7º Avós paternos [ 19/128 = total de ascendentes: 239 ]

256 – Giovanni Maria Bedore I, nascido 14.JAN.1710 em Ospedaletto Euganeo/PD e aí provavelmente falecido.

257 – Maria Veronese, nascida provavelmente em Ospedaletto Euganeo/PD e aí também provavelmente falecida, casada a 23.JAN.1731 em Ospedaletto Euganeo/PD.

238 – Paolo Stavanin

270 – Domenico Fanchin

288 – Domenico Basso

289 – Angela Capuzzo

292 – Domenico Formaggio

296 – Giacomo Fedre

297 – Anna Berto

298 – Giovanni Battista Permunian

299 – Cattarina Vascon

304 – Gasparo Visentin

305 – Giovanna Mussolin

306 – Giovanni Pilon

307 – Santa Faliva

308 – Sante Permunin

309 – Laura Zanin

310 – Matteo Bedore

311 – Elena Broggio

Heptavós ou 7º Avós maternos [ 97/130 = total de ascendentes 336 ]

384 – Domenico Di Carlo n. em Guardiaregia/CB em 1750 onde faleceu aos 11.JUL.1810. Teve q.d. um irmão de nome Nicola e uma filha de nome Cristina Di Carlo f. aos 06.SET.1844 c.c Nicola Pallotta.

385 – Dianora ou Teodora Tomasso ou Tomassi (mais provável) falecida aos 06.AGO.1790 em Guardiaregia/CB.

386 – Nicola Sampogha n. em Guardiaregia/CB e aí falecido aos 10.JAN.1797.

387 – Benedetta Rotundo n. em 1752 em Guardiaregia/CB e aí falecida aos 17.SET.1732

388 – Andrea Piazza n. em 1747 em Guardiaregia/CB e aí f. aos 26.JUL.1823

389 – Elisabetta Carlone

390 – Crescenzo Vecchiarello

391 – Angela Rotundo

392 – Rocco Arcari

393 – Tomassia Serio

394 – Antônio Vignone

395 – Serafina Di Biase

396 – Francesco Chiarizia f. aos 10.AGO.1801 em Guardiaregia/CB

397 – Margarita Lonardo f. aos 05.JUN.1805 em Guardiaregia/CB

398 – Giuseppe Serino f. em 1780 ou 1790 em Guardiaregia/CB

399 e 769 – Cristina Pietrangelillo n. entre 1743 ou 1750 em Guardiaregia onde f. aos 08.JUL.1820 (casou-se 2 vezes)

400 – Giuseppe Terranova nascido em 1776 provavelmente em Vinchiaturo/CB

401 – Maria Teresa Cerritelli nascida em 1773

402 – Salvatore Savastano n. em 1766 e f. aos 26.JUL.1805 em Vinchiaturo/CB

403 – Teresa Longano n. em 1759 e f. em 1805 em Vinchiaturo/CB.

408 – Constantino Ricciardi

409 – Palma Terranova

410 – Filippo Guarnieri

411 – Elisabetta Colitto

412 – Domenico Antonio Mucci

413 – Antonia Benevento

414 – Francesco Macalello

415 – Diodata Peluso

416 – João Leite Barros natural de Atibaia e falecido aos 09.FEV.1812

417 – Ana Alves de Godoi casada em Atibaia. Irmã de Inácio Alves de Godoi n° 430 a seguir.

418 e 846– Francisco Pereira Pacheco “o moço” n. entre 1740/52 em Juqueri/SP, casou-se 1ª vez com a nº 831 e 2º vez com a nº seguinte. Foi vereador em Atibaia em 1798, 1802, 1803 e em 1807. No censo de 1782 tinha 30 anos e 2 escravos no bairro do Rio Acima. Falaceu aos 12.SET.1838. É o tronco do Título Pereira deste trabalho.

419 e 847 – Ana Rosa n. em 1756 em Juqueri e falecida aos 12.DEZ.1806.

420 – Gaspar Vaz de Godoi n. em 1756 em Nazaré Paulista.

421 – Brígida Fernandes n. em 1755 em Nazaré Paulista.

422– Caetano Gomes Ferreira (Veiga era a localidade que nasceu), nascido aos 25.SET.1777 na freguesia de São Pedro de Escudeiros, conselho (arquebispado)ou distrito de Braga da região ou província do Minho, norte de Portugal, casou-se 1ª vez com Escolástica de Oliveira, aos 22.JAN.1795 em Atibaia onde faleceu em Atibaia aos 10.MAIO.1818a, sendo sepultado dentro da matriz de Atibaia. É o português mais próximo de minha ascendência.

423 – Angélica Maria, nascida em Atibaia onde se casou aos 03.SET.1799 e onde faleceu aos 30.ABR.1839.

424 – Sargento-Mor Jerônimo da Rocha Bueno n. 1751, foi Sargento-mor de Atibaia, vindo a falecer em 1818 em Bragança Paulista/SP. No censo de 1782 era morador no bairro da vila, tinha 31 e 1 escravo. No censo de 1795 era morador do bairro Rio Abaixo.

425 – Mariana de Siqueira n. em 1748, não descobrimos a data e o local de seu nascimento, casamento e falecimento.

426 e 428 – Alferes Antônio Alves do Amaral, “o velho”, n. em 1762 em Atibaia e aí provavelmente falecido. Foi sargento e depois alferes da 2º companhia de Atibaia, foi também procurador da Câmara em 1811 e vereador em 1814. Casou-se 1º Ana Franco da Silveira e 2º vez com Maria Angélica aos 22.MAIO.1814. No censo de 1783 tinha 20 anos, morava no Rio Abaixo e tinha 1 escravo. É o tronco do título Alves do Amaral deste trabalho.

427 e 429 – Ana Franco da Silveira, nascida provavelmente em Atibaia em em 1767e aí falecida em 1814. Casada em Atibaia. Encontramos o batismo de um irmã de nome Maria nascida aos 31.ABR.1811.

430 – Inácio Alves de Godoi, n. em 1772, era fazendeiro em Atibaia, não descobrimos a data e o local de seu nascimento e falecimento. No censo de 1806 tinha 35 anos, sua esposa Gertrudes 33 e 7 escravos no bairro de Itapetinga. No censo de 1810 tinha 6 filho e 7 escravos no bairro Itapetinga. No censo de 1820 tinha 48 anos, sua esposa Gertrudes 42, 4 filhos, 10 escravos e 1 agregado.

431 – Gertrudes Maria de Araújo n. em 1774, não descobrimos a data e o local de seu nascimento e falecimento. Casou-se em 1823 em Atibaia.

432 – Joaquim Mariano de Ávila, não descobrimos a data e o local de seu nascimento e falecimento.

433 – Ana Franco, não descobrimos a data e o local de seu nascimento e falecimento. Casou-se em 1797.

434 – Antônio da Silva[399] Pinto, não descobrimos a data e o local de seu nascimento e falecimento. SL 1/354

435 – Rosa Franco de Siqueira, não descobrimos a data e o local de seu nascimento e falecimento. Casou-se em 1790 em Atibaia e juntamente com seu marido foram moradores do Morro Azul de “Atibaia” em 1827.

436 – Capitão e Sargento-mor de Atibaia Ignácio Franco de Camargo, capitão da 2ª Cia de Atibaiano (bairro do Rio Abaixo) onde nasceu em 1764 e aí faleceu em 1833. Foi vereador em Atibaia em 1808 e 1813 e Juiz Ordinário em 1818 e 1822. No censo de 1806 tinha 43 anos e colheu 1500 alqueires de milho e 700 de feijão. No censo de 1810 tinha 47 anos, sua esposa Ana Maria da Conceição 56, 8 filhos e 16 escravos. Colheu 1000 alqueires de milho e feijão e também tinha engenho. No censo de 1820 tinha 57 anos, sua esposa Ana Maria 61, tinha 25 escravos e colheu 800 alqueires e milho e feijão. No censo de 1824 tinha 23 escravos e plantou 1000 alqueires de feijão. No censo de 1825 tinha 23 escravos e plantou 1000 de milho e 40 de feijão. No censo de 1826 tinha 22 escravos e plantou 1000 alqueires de algodão e 36 de feijão. No censo de 1829 tinha 21 escravos e plantou 2000 alqueires de milho e 34 de feijão. No censo de 1826 tinha 22 escravos, 1000 alqueires de algodão e 36 de feijão. Com a morte do sargento-mor Nicolão Soares de Pugas Duque em 1825 tornou-se sargento-mor e poucos anos depois deixou o cargo por prováveis problemas de saúde.

437 – Gertrudes de Godoi Moreira, não descobrimos a data e o local de seu nascimento, Casou-se em Jaguari/SP, hoje Município de Bragança Paulista, falecida aos 04.FEV.1799 em Atibaia.

438 – Capitão José Joaquim Rodrigues, não descobrimos a data e o local de seu nascimento e falecimento.

439 – Ana Cardoso Franco, não descobrimos a data e o local de seu nascimento e falecimento. Casou-se em 1782 em Atibaia. Irmã da n° 445 a seguir.

440 – Salvador de Ávila n. 1763 em Atibaia e aí falecido aos 10.OUT.1826 sepultado na matriz. No censo de 1820 encontramo-lo em Atibaia no bairro do Rio Abaixo com 57 anos, sua esposa Ana com 35 e 5 filhos.

441 – Ana Francisco Cardoso n. em 1785, não descobrimos a data e o local de seu nascimento e falecimento. Casada em Atibaia aos 26.NOV.1805.

442 – José Ferraz de Araújo, não descobrimos a data e o local de seu nascimento e falecimento.

443 – Maria Angélica Cardoso, não descobrimos a data e o local de seu nascimento e falecimento. Casou-se em 1815 em Atibaia.

444 – Joaquim Antônio Siqueira, não descobrimos a data e o local de seu nascimento e falecimento.

445 – Maria Jacinta Cardoso, não descobrimos a data e o local de seu nascimento e falecimento. Casou-se em 1811 em Atibaia. Irmã da n°441 acima.

446 – Inácio Pires de Camargo, nascido a 24.AGO.1799 em Atibaia, sendo filho póstumo. Falecido aos 02.SET.1850 em Campo Largo, hoje Jarinu, tendo sido sepultado dentro da igreja matriz daquele lugar.

447 – Maria Joana Soares, nascida em Atibaia e aí falecida em 1836. Casou-se aos 03.JUL.1821 em Atibaia.

448 – Lorenço Correa de Moraes, falecido em 1736.

449 – Maria Freire de Godoi, não descobrimos a data e o local de seu nascimento e falecimento.

450 – Manoel Freitas Braga, não descobrimos a data e o local de seu nascimento e falecimento, bem como não descobrimos sua ascendência.

451 – Catarina Pires do Prado, falecida em 1809 em São Paulo/SP.

452 – João Rodrigues da Cunha, falecido em 1772 em Guarulhos/SP.

453 – Josefa Pedroso de Siqueira, não descobrimos a data e o local de seu nascimento e falecimento.

454 – Bento Rodrigues de Almeida, natural de Juqueri onde provavelmente faleceu. SL 2/172.

455 – Rosa Matilde de Moraes, não descobrimos a data e o local de seu nascimento e falecimento. Casou-se em 1745 em Guarulhos.

456 – Lourenço Correa de Moraes falecido em 1736. De Guarulhos/SP

457 – Maria Freire de Godoi (SL 6/77)/361). De Guarulhos/SP

458 – Manoel de Freitas Braga de Guarulhos/SP. Sem ascendência.

459 – Catarina Pires do Prado falecida em São Paulo em 1809 (SL 5/361)

460 – João Rodrigues da Cunha (SL 6/336)

461 – Josefa Pedroso de Siqueira (SL 7/492)

462 – Bento Rodrigues de Almeida (SL 2/172)

463 – Rosa Matilde de Moraes (SL 5/173)

464 – François D’Elboux, francês de Marseille que imigrou para Inglaterra nas décadas de 1750/60.

465 – Hanna English, inglesa de Londres, casados aos 13.SET.1767 em Saint James Westminster em Londres.

472 – Paulo Martins de Barcelos SL 2/138

473 – Rosa Maciel casou-se em 1721 em Santo Amaro.

474 – Pedro Ribeiro SL 2/140 s/asc.

475 – Maria Rodrigues SL 2/140 s/asc.

476 – Duarte Pacheco de Albuquerque. Casou-se 1ª vez com Mariana a seguir e 2º vez em 1754 em Sorocaba com Luzia Nunes. SL 8/369.

477 – Mariana Machado da Silva ou somente Marianna Machado foi 1º casada com Estevão Pimenta das Neves f.º de outro do mesmo nome, natural de Portugal, e de Ana da Rocha, falecido em 1661 em Parnaíba; 2ª vez casou-se em Cotia com Duarte Pacheco de Albuquerque (460) SL 7/339

478 – Francisco Bueno de Figueiró 7/65

479 – Ana Lopes da Costa, casou- se 1736 em Cotia. SL 4/457.

480 – Antônio Pedroso de Alvarenga natural de Aiuroca, já falecido em 1773 em Atibaia

481 – Ana de Lima do Prado casada em Atibaia

482 – Miguel Pedroso natural de São Paulo e falecido em Atibaia aos 28.SET.1762

483 – Gertrudes de Oliveira natural de Atibaia onde se casou aos 08.FEV.1733

484 – Antônio Leite Cardoso

485 – Maria Leme da Silva (irmã do n° 498)

486 – Miguel Dias de Siqueira

487 – Josefa de Lima da Silva SL 3/184

496 – Jorge Moreira Cesar n. em 1729 (SL 7/400). No censo de 1767 eram moradores do bairro da Boa Vista em Atibaia.

497 – Margarida Vieira de Oliveira n. 1734/41. No censo de 1782 era viúva e tinha 48 anos e tinha 5 escravos.

498 – Alferes Manoel Pereira Padilha (irmão da n° 485) n. em 1725. No censo de 1782 tinbha 57 anos, morava no Rio Acima e tinha 4 escravos.

499 – Ana Maria de Oliveira n. em 1729 e falecida em Atibaia aos 31.JAN.1810. No censo de 1782 tinha 53 anos

500 – Antônio, negro e escravo, muito provavelmente africano de Guiné.

501 – Maria, negra e escrava.

502 – (?) possivelmente branco.

503 – Ricarda Pires, provavelmente negra ou mulata e de Mairiporã/SP

Octavós ou 8º Avós paternos [ 05/256 = total de ascendentes 343 ]

512 – Zoane Bedore, nascido a 08.MAR.1680 em Ospedaletto Euganeo/PD, Zoane é nome típico da região do Veneto e quer dizer Giovanni. Casou-se 1ª vez com Marieta Barbiere e 2º vez a 07.JUN.1713 com Lucia Fassona e ou Bartias. Provavelmente faleceu em Ospedaletto Euganeo/PD entre 1718 a 1731.

513 – Marieta Barbiere ou Barbiera, não descobrimos a data e o local de seu nascimento e falecimento.

620 – Francesco Bedore

621 – Lucia Bedora

622 – Sebastiano Broggio

Octavós ou 8º Avós maternos [ 106/256 = total de ascendentes 453 ]

768 – Gennaro Di Carlo

769 e 399 – Cristina Pietrangelillo n. em 1743 ou 1750 em Guardiaregia onde f. aos 18.FEV.1820 (casou-se 2 vezes). Filha dos seguintes. Tiveram entre outros: Olímpia Di Carlo f. aos 16.JAN.1822, Nicola Di Carlo f. aos 25.SET.1823

774 – Bernardino Rotundo

775 – Angela Rotundo

776 – Pietro Piazza (foi casado também com Nicolina Marino)

777 – Rosa Rotundo

798 – Nicola Pietrangelillo

799 – Vitoria Vecchiarello

387 – Benedetta Rotundo n. em 1752 em Guardiaregia/CB e aí falecida aos 17.SET.1732

388 – Andrea Piazza n. em 1747 em Guardiaregia/CB e aí f. aos 26.JUL.1823

804 – Mattia Savastano n. em 1740

805 – Rosa Bernardo n. em 1743

832 – João Ortiz de Camargo

833 – Úrsula Bueno casada em Atibaia em 1763.

834 e 860 – Inácio Alves Cardoso n. em 1727em São Paulo. Em 1765 era Procurador da Irmandade do Rosário de Atibaia, que em 1763 dá início a construção da Igreja do Rosário. SL. 1/486. No censo de 1795 tinha 5 filhos e 5 escravos.

835 e 861 – Maria de Godoi Moreira n. em 1732em Atibaia. SL. 6/23

844 – João Gomes Ferreira, de São Pedro de Escudeiros, Braga, norte de Portugal.

845 – Maria Ferreira ou Maria Ferreira Pimenta, natural de São Pedro de Escudeiros, Braga, norte de Portugal.

846 e 418 – Francisco Pereira Pacheco “o moço”, natural de Juqueri/SP segundo a certidão de casamento de sua filha Angélica Maria e segundo seu 2º casamento, casou-se 1ª vez com a nº seguinte e 2º vez com a nº 407, retro. Foi vereador em Atibaia em 1798, 1802, 1803 e em 1807. Faleceu aos 02.SET.1838. É o tronco do título Pereira deste trabalho.

847 e 419 – Ana Rosa da Conceição, natural do Juqueri/SP e falecida aos 12.DEZ.1806. S.L. 1/396

848 – João Pais das Neves n. em 1730, não descobrimos a data e o local de seu nascimento e falecimento. S.L . 2/142.

849 – Anna Leme do Prado n. em 1740, não descobrimos a data e o local de seu nascimento e falecimento. Casada a 11.MAIO.1749 em Atibaia. S.L. 2/237.

850 – Francisco Jorge Siqueira S.L 2/143, s/asc.

851 – Francisca Leme de Brito S.L. 2/143 s/asc.

852, 856 e 1664 – Rafael Cordeiro do Amaral n. em 1713 em Atibaia (ou Itu) e falecido em Atibaia aos 28.OUT.1778. Casado 2º vez com Anna Ribeiro Cardoso. S.L. 7/292. No censo de 1765 Rafael Cordeiro do Amaral consta como proprietário de terras cultiváveis no bairro do Rio Abaixo, possuindo bens no valor de 200$000. No censo de 1767 encontramos um certo Gras Cordeiro do Amaral com 58 anos.

853 e 857 – Ana Ribeiro Cardoso n. 1729/34 em São Paulo, capital, falecida aos 30.AGO.1805 e sepultada na igreja do Rosário de Atibaia. SL. 1/463. No censo de 1782 era viúva com 48 anos e 4 escravos

854, 858 e 872 – Capitão Crispim da Silva Franco n. em 1740/41 em Atibaia e aí falecido aos 10.DEZ.1829 sendo sepultado dentro da matriz. SL. 2/268.Vereador em Atibaia em 1798 e em 1811. No censo de 1765 consta como proprietário de terras cultiváveis no bairro do Rio Abaixo. No censo de 1775 tinha 10 escravos. No censo de 1782 tinha 42 e 10 escravos. No censo de 1806 tinha 30 anos e 7 escravos e plantou 1300 alqueires de milho e feijão. No censo de 1810 tinha 70 anos, sua esposa Gertrudes Maria Franco com 35, 5 filhos e 14 escravos. Colheu 700 alqueires de milho e feijão. No censo de 1820 tinha 80 anos, sua esposa Maria Joaquina com 44, 2 filhos, 10 escravos e 2 agregados e colheu 500 alqueires de algodão. No censo de 1825 tinha 84 anos, 10 escravos e cultivou 300 alqueires.

855, 859 e 873 – Isabel Cardoso da Silveira, também chamada de Izabel Ortiz de Camargo, nascida em 1747 em Atibaia e aí falecida aos 06.DEZ.1778 sendo sepultada dentro da matriz de Atibaia. SL. 1/363.

862 – Amaro das Neves Moraes nascido em Comercial de Itanhaém e falecido em 1779 em São Paulo. Foi guarda-mor das Minas de Aiuruoca. SL. 2/519.

863 – Maria Leite de Araújo nascida em Pitangui/MG em 1732 e aí se casou. SL. 2/519. Falecida em Atibaia em avançada idade aos 06.JUN.1827.

864 – Sargento-mor Antônio de Camargo Pimentel n. 1743, foi sargento-mor de Atibaia. No censo de 1795 tinha 6 filhos, 1 agregado e 2 escravos, era morador no bairro do Rio Abaixo.

865 – Tereza Maria de Jesus, casada em 1761, falecida em 1827 em Bragança Paulista/SP.

868 – Manoel da Silva Pinto n. 1719 ou 1729 em Taubaté/SP. SL. 7/142. No censo de 1775 de Atibaia Manoel tinha 46 anos e era morador do bairro Itapetinga. Faleceu em Atibaia entre 1775 e 1789.

869 – Luzia Bueno n. 1737/38, casada em Atibaia em 1755 SL 7/142. No censo de 1775 Luiza tinha 38. No censo de 1782 tinha 45 anos e 1 escravo e no censo de 1789 Luiza constava com 52 anos, viúva, com os seguintes filhos: José 16, Inácio 28, Joaquim 18, Manoel 20, Maria de Godoi, viúva, irmã, 4 agregados e 2 escravos.

874 – Francisco de Godoi Moreira n. 1753, SL 2/289. No censo de 1795 tinham 8 filhos e 2 escravos e moravam no então bairro do Campo Largo, hoje município de Jarinu.

875 – Ana Franco n. em 1760, SL 2/289

882 e 890 – Antônio de Almeida de Oliveira

883 e 891 – Joana Ortiz de Camargo casada em Atibaia em 1771.

884 – Antônio Ortiz do Amaral.

885 – Mariana Francisca Ferraz, casada em 1789 em Camanducaia/MG.

886 – Miguel Ribeiro Cardoso

887 – Maria Francisca de Siqueira

888 – Manuel Alves Cardoso SL 1/491.

889 – Jeronima Maria, casada em Atibaia em 1788. SL 2/48

892 – João Pires Pimentel, natural de Atibaia é o progenitor da família Pires de Camargo de Atibaia. Foi fazendeiro a margem direita do rio Atibaia, precisamente onde teria sido a fazenda de propriedade do fundador de Atibaia, Jerônimo de Camargo. Fazia viagem com tropas para Minas. Faleceu aos 15.JUL.1799 com 37 anos e foi sepultado no jazigo da Irmandade do Santíssimo Sacramento dentro da matriz de Atibaia. É o tronco do título Pires de Camargo deste trabalho.

893 – Maria Antonia Franco, casada aos 01.JUL.1783 em Atibaia. Falecida em 1855 em Atibaia.

894 – Francisco Soares de Lima, filho único nasceu em Atibaia e aí faleceu em maio de 1842. É o progenitor da família Soares do Amaral em Atibaia, Itatiba e outras cidades e é tronco do título Soares deste trabalho. Ver Títulos Pretos de SL pg. 315.

895 – Gertrudes Maria de Jesus ou da Luz. S.L . 2/49

896 – João Martins Bonilha. (SL 7/276)

897 – Maria Correa de Moraes. (SL.7/276)

898 – Domingos Freire de Figueiredo, natural de Ponte de Lima em Portugal. (SL 6/77)

899 – Ana de Godoi Moreira, falecida com testamento em Mogi das Cruzes. (SL 6/77)

900 – José Pires Ribeiro, foi morador em Guarulhos. (SL .5/361).

901 – Suzana ou Maria da Assunção Pinheiro, casada em 1709 em Nazaré Paulista. (SL 5/361)

904 e 918 – Accenço Rodrigues Lopes (SL 8/334)

905 e 919 – Maria da Cunha do Prado. (SL 3/32)

906 – Antônio Siqueira de Mendonça, nascido em 1704 (SL 7/487).

907– Maria Pedroso Correa. SL 7/154

908 e 922 – João Pires Rodrigues, segundo Silva Leme na sua sempre citada obra, era João Pires Rodrigues adornado de virtudes morais, sendo a afabilidade e a caridade as que mais resplandeciam, foi muito temente a Deus e soube praticar em toda a sua vida uma inteira verdade sem destoar dela em seus negócios: pois que sua palavra sempre foi firme. Serviu os cargos da república em São Paulo. Faleceu em Goiás e teve 8 filhos, todos naturais de Juqueri. SP. (SL 2/172).

909 e 923 – Izabel Bueno. SL.1/418.

910 – Capitão Cristovão da Cunha Barros SL 5/173

911 – Joana do Prado de Meneses, casada em Nazaré em 1718. (SL 2/19).

912 – João Martins Bonilha falecido em 1652

913 – Maria Correia de Moraes casada em 1639 em São Paulo/SP

914 – Domingos Freire de Figueiredo natural de Ponte de Lima, Portugal

915 – Ana de Godoi de Moreira falecida em 1726 em Mogi das Cruzes

920 – Antônio de Siqueira Mendonça

921 – Maria Pedroso Correia falecida em 1737

924 – Capitão Cristovão da Cunha Barros

925 – Joana do Prado de Meneses casados em 1718 em Nazaré Paulista/SP

944 – Gaspar Martins de Barcelos, faleceu em 1719 em São Paulo

945 – Sebastiana Pires Pimentel

946 – Baltazar Martins Gutierres (Título Vaz Guedes de Silva Leme)

947 – Maria Maciel Barbosa (Título Macieis de Silva Leme)

952 – Manoel Pacheco de Albuquerque, foi casado 1ª vez com a nº seguinte, faleceu em 1743 em São Paulo com testamento. SL 8/369.

953 –Catarina Moreira de Godoi

954 – Jerônimo Machado, falecido em 1695, filho de Cristóvão da Silva e Maria Martins.

955 –Maria Egypiciana de Arzam SL 7/339

956 – Matheus de Figueiró, falecido em 1729 (Título Furtados de Silva Leme).

957 – Mariana de Camargo, falecida em 1749 em Santo Amaro. SL 7/63

960 – Roque de Siqueira Alvarenga

961 – Maria Nunes de Anhaya ou Vidal

962 – João de Lima do Prado falecido em Atibaia aos 02.JAN.1761

963 – Francisca da Rocha Bueno falecida em Atibaia em 1783

964 – Domingos Leal Ribeiro, já falecido em 1733

965 – Ana Pedroso Ribeiro

966 – João de Souza Maciel já falecido em 1733

967 – Maria do Prado

968 – Pedro Leite Cardoso

969 – Josefa Antunes de Siqueira

970 e 996 – Braz Esteves Leme faleceu em Atibaia

971 e 997 – Teodora da Silva Padilha faleceu em Atibaia

970 – Pedro Leite Cardoso

971 – Josefa Antunes de Siqueira SL 5/367

972 – Miguel Dias de Siqueira

973 – Maria Soares de Siqueira

974 – Domingos Dias Leme

975 – Maria Lima do Prado

991 – Francisco Cesar Moreira

992 – Izabel João Maciel

993 – Francisco Xavier Gonçalves

994 – Josefa de Oliveira Guedes

997 – Antônio de Oliveira Pereira

998 – Antonia Dias Garcia

1002 – João Maria negro e escravo

1003 – Joana negra e escrava

Eneavós ou 9º Avós paternos [ 03/512 = total de ascendentes 456 ]

1024 – Luca Bedore, nascido a 11.SET.1650 em Ospedaletto Euganeo/PD

1025 – Marietta Mazzuca, casada a 21.MAIO.1676 em Ospedaletto Euganeo/PD

1240 – Mattia Bedore nascido aos 23.FEV.1607 em Della Torre entre Ospedaletto Euganeo e Este. Era tio de Lucca Bedore acima pois era irmão de seu pai, Zuane Bedore.

Eneavós ou 9º Avós maternos [ 109/512/= total de ascendentes 565 ]

1610 – Flaminio Bernardo, italiano, provavelmente de Vinchiaturo/CB.

1611 – Teresa Alessandro, italiana, provavelmente de Vinchiaturo/CB.

1664, 852, e 856 – Rafael Cordeiro do Amaral

1665 – Escolástica Ortiz de Camargo falecida em 1749 em Atibaia

1666 – Pedro Vaz de Barros ou Vaz Pires

1667 – Maria Bueno de Camargo, ambos foram moradores de Atibaia

1668 e 1720 – Capitão Antônio Alvares Cardoso

1669 e 1721 – Ana de Ribeiro Bueno falecida em 1738

1671e 1722 – Baltazar de Godoi Moreira

1672e 1723 – Rosa da Rocha

1688 – José Gomes, natural de Longa, São Pedro de Escudeiros, Braga, norte de Portugal.

1689 – Custódia Ferreira, natural de Ribeiro, Santo (…), Braga, norte de Portugal, já falecida em 1777.

1690 – Bento Ferreira, natural de São Cosme, Barcelos, Portugal.

1691 – Maria João, natural de Lourido, São Cosme, Barcelos, Portugal

1692 e 836 – Tenente Francisco Pereira Pacheco “o velho”, natural de Atibaia, segundo a certidão de casamento de seu filha (2º casamento) e a certidão de casamento de sua neta Angélica Maria onde nasceu entre 1718/27 e aí falecido aos 17.DEZ.1808 com 86 anos aproximadamente, sendo sepultado dentro da Matriz de Atibaia (SL 2/120)

1693 e 837– Maria Francisca de Castro, natural de Conceição de Itanhaém (SL 2/120 s/asc.).

1694 – Manoel Bueno de Azevedo, natural de Juqueri, casado em 1765 em Conceição de Guarulhos (SL 1/396).

1695 – Clara Francisca (seg. Silva Leme) e Clara Francisca de Santa Rosa (segundo a certidão de casamento de Caetano e Angélica Maria, consultada por mim), natural de Juqueri, falecida em 1797.

1696 – Antônio Pais das Neves, natural de Santo Amaro ou Itanhaém casou-se em Atibaia e faleceu em 1736 ou 1749. (SL 2/142).

1697 – Joana do Prado, natural de Juqueri/SP, hoje Mairiporã/SP. (SL 1/516).

1704, 1712 e 3328 – Rafael Cardoso de Almada, nascido em São Paulo. (SL 7/290).

1705, 1713 e 3329 – Catarina do Amaral, nascida em São Paulo, casada em Jundiaí/SP. (SL 8/398).

1706 e 1714 – Capitão Antônio Álvares Cardoso, nascido em São Paulo e falecido em 1734 a caminho de Goias. É tronco dos Alves Cardoso de Itatiba e dos Alves do Amaral de Atibaia. (SL 1/175).

1707 e 1715 – Ana de Ribeiro da Luz ou Bueno, nascida em São Paulo e aí falecida em 1738. (SL 1/462).

1708 e 1716 – João Franco Viegas, nascido em Atibaia em 1710/13 e aí se casou e faleceu aos 25.SET.1792. Foi pessoa de veneração, respeito e autoridade em Atibaia, tendo sido vereador a 1ª Câmara Municipal de Atibaia em 1770. No censo de 1765 João Franco Viegas consta como proprietário de terras em Campo Largo. No censo de 1782 tinha 72 anos, morava em Campo Largo e tinha 4 escravos. No censo de 1790 consta com 77 com um escravo. Falecido aos 05.SET.1792 com 81 anos, sendo sepultado dentro da matriz de Atibaia. SL 2/121

1709 e 1717 – Maria da Silva de Souza n. entre 1720/38 (SL 2/121).

1710 e 1718 – Pedro Ortiz de Camargo SL 1/359, filho do Capitão Francisco de Camargo Pimentel nº 3392 e de Izabel da Silveira Cardoso nº 3393 a seguir, irmão de Fernando acima. Falecido em 1749.

1711 e 1719 – Catarina Rodrigues Garcia (SL 7/455)

1726 – Antônio Ferraz de Araújo. S.L. 2/501. (tronco da família Araújo, retratada na introdução ao título I deste trabalho).

1727 – Leonor de Siqueira de Moraes, casada duas vezes sendo a primeira com Antônio Ferraz de Araújo. (SL 8/280).

1728 – Fernando de Camargo Pimentel n. em 1708/10 foi nomeado cabo do caminho de Atibaia, foi eleito Juiz Ordinário da Câmara de São Paulo em 1769 e no ano seguinte 1771 foi eleito Juiz Ordinário da 2ª Câmara Atibaiana, cuja eleição foi anulada em decorrência da briga política entre Lucas de Siqueira Franco, do partido dos Camargos e Frutuoso Furquim de Campos do partido dos Pires. Todavia na nova eleição Fernando foi novamente eleito Juiz Ordinário. Substituiu juntamente com seus irmãos a grande liderança exercida por seu pai o Capitão Francisco de Camargo Pimentel em Atibaia nas décadas de 1750 a 1780 aproximadamente. No censo de 1765 em Atibaia Fernando de Camargo Pimentel é citado como possuidor de terras no bairro do Itapetinga onde certamente morava e detentor de bens no valor de 838$000, uma das maiores riquezas da época em Atibaia. No censo de 1767 tinha 58 anos. No censo de 1775 tinha 65 anos e 12 escravos. No censo de 1782 tinha 74 anos e 8 escravos. No censo de 1790 tinha 81 anos, 1 agregado e 9 escravos, no de 1795 tinha 5 filhos, 1 cunhada, 2 agregados e 12 escravos e morava no bairro Itayopira. Eu também descendo de outros três irmãos de Fernando de Camargo Pimentel, são eles: Pedro Ortiz de Camargo (abaixo), Jerônimo de Camargo Pimentel de Izabel da Silveira Camargo a seguir.

1729 – Francisca de Frias de Godoi n. 1723/24 casou-se aos 25.ABR.1735 em Itu/SP. No censo de 1775 tinha 52 anos.

1764 e 1780 – Feliz de Almeida de Oliveira

1765 e 1781 – Quitéria Bueno de Camargo

1766 e 1782 – João das Neves Garcia

1767 e 1783 – Joana Cordeiro do Amaral

1770 – Antônio Ferraz de Araújo (filho do 1726 acima)

1771 – Gertrudes Correa da Cunha

1778 – Capitão Ignácio de Siqueira Pimentel n. em Atibaia em 1740/42 e aí falecido aos 02.SET.1823 com 83 anos, primeiro filho do 1º capitão-mor de Atibaia, em 1775 era nomeado ajudante no corpo militar da Vila de Atibaia em 1783 foi promovido a capitão. Nos censos de 1782 e 1783 ele residia no bairro da vila, ou seja, no centro de Atibaia. SL 2/48

1779- Maria Barbosa Pires, retratada no Título Bonilhas da obra de SL.

1784 – João Pires Pimentel, natural da freguesia de Santo Amaro, falecido em 1771 nas Minas Gerais.

1785 – Ana de Godoi Moreira, natural de Atibaia.

1786 – Joaquim Bueno de Azevedo, natural de Juqueri.

1787 – Mecia Ferreira de Camargo, natural e Atibaia.

1788 – Vitor Soares de Oliveira, falecido em 1776 em Atibaia.

1789 – Joana Godoi Lima, casada em 1767 em Atibaia.

1790 – Antônio Cardoso de Moraes ou da Silva, filho de Leandro Dias Cardoso e de Ana de Góis. SL8/315 e 4/308 e 9/140.

1791 – Ângela Maria de Camargo, filha de Fernando de Figueiró de Camargo SL 7/73.

1812 – Bento de Siqueira Mendonça, f. em 1707 em São Paulo c.test. SL.7/482

1813 – Ana Maria de Camargo, SL. 1/321

1814 e 1842 – Pantaleão Pedroso Baião falecido em São Paulo em 1663 c.test. SL. 7/151/2

1815 e 1843 – Maria Rodrigues falecido em São Paulo em 1700. SL. 7/457

1816 e 1844 – João Rodrigues, falecido em 1708. Foi paulista de muita veneração, chamado por antonomásia de O pai da Pátria, pelo grande zelo que mostrou sempre pelos interesses de bem público. Foi sepultado no jazigo concedido por seu pai na Igreja do Colégio dos Jesuítas em São Paulo. SL 2/172.

1817 e 1845 – Branca de Almeida, falecida em São Paulo em 1714; SL 4/300.

1818 e 1846 – Bartolomeu Bueno falecido em 1685 SL. 1/417.

1819 e 1847 – Isabel de Freitas, SL. 1/417

1820 – Cristovão Cunha, faleceu em 1697.

1821 – Maria de Moraes Barros, faleceu em 1731.

1822 – João Teles Fogaça. SL 2/19

1823 – Maria Lopes do Prado, falecida em 1723 em Nazaré. SL 2/19

1824 – Capitão João Martins Bonilha falecido em 1658

1825 – Adriana Barreto

1826 – Lourenço Correia Lemos

1827 – Rufina de Moraes

1828 – Gonçalo Freire. Sem ascendentes.

1829 – Domingas de Figueiredo. Sem ascendentes.

1830 – Sebastião da Fonseca Pinto natural de Figueiras, Portugal, falecido em 1719 com 95 anos.

1831 – Leonor Jorge de Godoi

1840 – Antônio de Siqueira Mendonça falecido em 1704

1841 – Maria Rodrigues

1888 – Francisco Martins Barcelos, felecido em 1670. SL 2/138 s/asc.

1889 – Maria Freire SL 2/138 s/asc.

1890 – Paulo Costa Pimentel, falecido em 1680. SL 2/138.

1891 – Maria Nunes de Siqueira SL 2/138.

1892 – Capitão Manoel da Cunha Cardoso SL 8/249

1893 – Isabel Ribeiro de Alvarenga SL 8/249

1894 – Felipe Martins Ordonho SL 8/249

1895 – Maria Riveiro Barbosa, falecida em 1720. SL 8/249

1904 – Capitão Duarte Pacheco de Abuquerque, natural de Portugal, falecido em 1677, foi capitão de infantaria. SL 8/369.

1905 – Simoa de Siqueira, foi casada 1ª vez em 1641 em São Paulo com Manoel de Chaves falecido em 1646 e 2ª vez com o nº anterior. SL 8/369

1906 – Hilário Domingues

1907– Ana Ribeiro (Título Saavedras de Silva Leme).

1908 – Cristóvão da Silva

1909 – Mariana Martins

1912 – João de Figueiró

1913 – Maria Ribeiro (Títulos Furtados de Silva Leme).

1914 – Capitão Francisco Pinto Guedes Alcoforado, natural de Portugal. Falecido em 1701.

1915 – Mariana de Camargo SL 7/63.

1920 – João de Siqueira Alvarenga

1921 – Izabel Pereira

1924 – Antônio de Lima do Prado f. em 1711

1925 – Maria Antunes

1926 – João da Rocha Pimentel

1927 – Maria Bueno Calhamares SL 1/543

1936 – Domingos João de Aveiros

1937 – Josefa Cardoso de Siqueira

1938 – João Ribeiro de Alvarenga

1939 – Maria Antunes de Siqueira

1940 – Antônio Bicudo de Brito sargento-mor das Minas Gerais. Falecido em 1717 em Pindamoguancaba/SP.

1941 – Mariana Aguirre de Camargo

1942 e 1992 – Manoel Pereira Padilha natural do Porto, falecido em 1700 em São Paulo

1943 e 1993 – Inês da Silva Siqueira

1944 – Fernando Caldeira de Siqueira falecido em 1713 em Mogi das Cruzes

1945 – Catarina Dias sem ascendência

1946 – João Saraiva

1948 – Domingos Leme

1949 – Maria do Prado

1950 – Domingos de Lima Prado

1951 – Maria Ramires sem ascendência

Decavós ou 10º Avós paternos [ 04/1024 = total de ascendentes 569 ]

2048 – Zuane Bedore, nascido a 25.AGO.1621 em Ospedaletto Euganeo/PD. Filho de Vicenzo Bedore (2.480 e 4096 a seguir), nascido entre 1570 a 1580, (meu avô em 10 ° e em 11º grau), casado a 30.AGO.1598 em Ospedaletto Euganeo/PD com Fiori Curello (2480 e 4097 a seguir).

2049 – Lucia Anzola.

2480 e 4096 – Vicenzo Bedore entre 1570 a 1580 provavelmente em Ospedaletto Euganeo/PD e aí falecido

2481 e 4097 – Fiori Curello casada em Ospedaletto aos 30.AGO.1598

Decavós ou 10º Avós maternos [ 84/1024 = total de ascendentes 657 ]

3330 – João Ortiz de Camargo falecido em 1723 em Cuiabá/MT

3331 – Maria de Estrada casados em Nazaré Paulista em 1709

3332 – Capitão João Leite Barros

3333 – Ana Lopes Moreira casados em São Paulo em 1693

3334 – Garcia Rodrigues Bueno falecido em 1724 SL 1/462

3335 – Ana Vidal Soares casados em Santana do Parnaíba em 1712

3336 – Manoel Alvarez Rodrigues natural de São Nicolão do Porto

3337 – Francisca Cardoso SL 1/175

3338, 3414 e 3430 – Capitão Francisco Cubas Mendonça, falecido em 1718, esteve em Minas Gerais onde extraiu grande quantidade de ouro. SL 6/236

3339, 3415 e 3431 – Ana Ribeira da Luz, falecida em 1741 SL 1/459.

3340 – Baltazar de Godoi Mendonça SL 6/13

3341 – Francisca Cordeiro natural de Jundiaí/SP

3342 – Jerônimo da Rocha Pimentel natural de Atibaia, falecido em 1714 em São Paulo. SL 1543

3343 – Joana de Lima do Prado

3384 e 1672 – João Pereira Pacheco, falecido em 1751, em 1730 foi um dos encarregados de organizar o rol dos contribuintes da então Freguesia de Atibaia. (SL 2/120 s/asc.), o que concluirmos ter imigrado para o Brasil, no máximo nas duas primeira décadas do século XVIII.

3385 e 1673 – Maria da Gama, casou-se 1ª português com João Pereira Pacheco e 2ª vez com Manoel Francisco Pereira (SL 2/120).

3388 – Manoel da Fonseca Pinto, faleceu em 1772 em São Paulo (SL 1/394 e 6/68/70).

3389 – Mariana Bueno de Azevedo

3390 – Antônio Rodrigues Fortes ou da Cunha

3391 – Rosa Francisca

3392 – João das Neves Pires, casou-se em Atibaia. SL. 2/142.

3393 – Catarina Rodrigues, falecida em 1671. SL 4/481.

3394 – Antônio da Rocha Pimentel, natural de São Paulo e falecido em Minas Gerais. SL 1/515.

3395 e 7113 – Catarina Franco do Prado (é também minha avó em 11º grau, ver adiante e irmã do nº 3416 e 3432 adiante – Capitão Lourenço Franco do Prado), falecida aos 26.(?).1749 em Atibaia, em cuja Matriz foi sepultada. Casou-se 1ª vez com o nº anterior e 2º vez com o Capitão Inácio de Siqueira Ferrão 6984, falecido em 1748 em Atibaia e sepultado na matriz (meu avô em 11º grau, ver adiante). SL 2/48.

3408, 3424, 6656 e 6682 – Domingos Cordeiro Paiva, falecido em 1686 em Jundiaí onde foi morador. SL 2/229

3409, 3425, 6657 e 6683 – Suzana de Alamada, falecida em 1699 SL 2/229.

3410, 3426, 3451 e 6658 – Luiz do Amaral, natural de Setúbal, Portugal e falecido em 1713 em Jundiaí/SP. SL 8/398

3411, 3427, 3452 e 6659 – Maria Saavedra, SL 8/398

3412 e 3426 – Manuel Álvares Rodrigues, natural da Freguesia de São Nicolau do Porto em Portugal e falecido em 1730 em São Paulo. SL 1/175

3413 e 3427 – Francisca Cardoso SL 1/175.

3416 e 3432 – Capitão Lourenço Franco do Prado n. em 1681 e f. em 1772. Foi por algum tempo morador na Minas de Pitangui, logo depois de sua descoberta, sendo eleito Juiz na época de elevação daquela freguesia em Vila. Faleceu em Guarulhos em 1772 com 91 anos e foi casado duas vezes, a 1ª vez com a nº seguinte e a 2º vez com Catarina de Lemos.

3417 e 3433 – Ana Peres Pedroso

3420 – Capitão Francisco de Camargo Pimentel, faleceu com testamento aos 24.JUN.1724 em Atibaia onde era abastado fazendeiro, sendo sepultado na capela-mor da Matriz de Atibaia, seu funeral provavelmente representou o 1º grande acontecimento dessa ordem em Atibaia. Teve lavras minerais no distrito do Rio das Mortes, de onde com seus dois filhos naturais, extraiu grande quantidade de ouro; quando esteve em Minas Gerais, além das lavras próprias, ocupou-se da administração dos bens que seu irmão o alcaide-mor José de Camargo Pimentel tinha no Rio das Mortes e em Sabará, onde, por conta da viúva, sua cunhada, plantou roças e extraiu ouro de suas lavras. Foi por muitos anos proprietário do ofício de juiz de órfãos de S. Paulo, em sucessão a seu sogro Salvador Cardoso de Almeida, o qual tinha recebido em dote o dito ofício do cavaleiro Antônio Raposo da Silveira. Tit. Raposos Góes de SL. O Capitão Francisco teve 6 filhos legítimos e 2 naturais havidos em tempo de solteiro. Francisco de Camargo Pimentel era também sobrinho de Mariana de Camargo nº 3637e de José Ortiz de Camargo nº 3636, todos [Marcelino, Mariana e José Ortiz, irmãos de Jerônimo de Camargo e todos filhos do Tronco da família Camargos de SL)

3421 – Izabel da Silveira Cardoso, juntamente com seu marido criou João do Prado de Camargo, neto de Jerônimo de Camargo, filho do Capitão Antônio Prado da Cunha e de Maria Pires de Camargo, 3ª filha de Jerônimo de Camargo que faleceu após dar à luz a João. Izabel faleceu em Atibaia em 1738. .. SL 1/336.

3452 – Miguel de Faria Sodré, foi notável em suas virtudes, pela educação que deu aos filhos e pelo grande cabedal que obteve na mineração de ouro. No seu inventário elevou-se o monte de 56 contos de réis, riqueza colossal para época. SL 2/499.

3453 – Verônica Dias Leite Ferraz, Casou-se em 1708 em Parnaíba, hoje Santana de Parnaíba com seu parente acima. Estabeleceram nas Minas de Pitangui. SL 2/499.

3530 e 3562 – Pedro de Camargo Pimentel – Filho do alcaide-mor José de Camargo, este filho de Marcelino de Camargo, já citado aqui.

3531 e 3563 – Leonor da Rocha Pimentel

3556– 1º Capitão-Mor Lucas de Siqueira Franco, foi o 1º Capitão-mor de Atibaia e tronco do título Siqueira Franco (1º Título desse trabalho). [SL 2/48. Título Pires].

3557– Izabel da Silveira de Camargo, filha de Francisco de Camargo Pimentel nº 3420 retro, e neta de Marcelino de Camargo o Patriarca de Atibaia, irmão de José Ortiz de Camargo nº 3626 a seguir.

3558 – Manuel Vaz Barbosa, natural de Santo Amaro, faleceu em 1735 em Atibaia onde foi o 1º Juiz Vintenário.SL 8/253.

3559 – Izabel da Costa Pimentel, natural de São Paulo, casou-se duas vezes a 1ª com o nº anterior e a 2ª vez com Pedro José Rosa. SL 2/138.

3572 – Manoel Bueno de Azevedo

3573 – Francisca Pires de Siqueira

3574 – Jerônimo de Camargo Pimentel, natural de São Paulo e falecido em Atibaia aos 30.JUL.1787. No censo de 1765 em Atibaia consta ser possuidor de propriedade agrícola no bairro do Rio Abaixo e detentor de bens no valor de 400$000. Foi em 1766 Juiz Ordinário na Câmara Paulistana e na data de seu falecimento consta residir em Campo Largo para onde provavelmente adquiriu uma propriedade rural. Filho do Capitão Francisco de Camargo Pimentel nº 3392, a seguir.

3575 – Maria Franco do Prado, natural de Atibaia.

3624 – Antônio da Siqueira Mendonça, nobre castelhano[400] que do Paraguai passou a São Paulo. SL. 7/482. Juntamente com sua esposa (3625) parece ser os Espanhóis mais próximos de minha ascendência que a partir deste grau recebe vários antepassados da Espanha, especialmente dos antigos reinos de Leão e Castela.

3625 – Ana Vidal SL 1/14.

3626 – José Ortiz de Camargo, tio do nº 3456 retro, irmão de Marcelino de Camargo nº 6912, de Mariana de Camargo nº 3637 e Fernão de Camargo n° 13320 com quem chefiou do Partido dos Camargos, rivais do Partido dos Pires em São Paulo. Faleceu com testamento em 1663. SL. 1/317/8. Era também irmão de Jerônimo de Camargo, considerado o fundador de Atibaia, todos filhos de Jusupe de Camargo n° 7252, 7354, 13824 e 26640 e Leonor Domingues com números seguintes do seu marido.

3627– Maria Antunes SL 8/323

3628 – João Pedroso de Moraes, Foi 1ª vez c.c Maria de Lima, f. em 1627. Foi cognominado: O terror dos índios, por sua audácia na exploração e do sertão e pela conquista voraz de índios. SL. 7/147.

3629 –Izabel Correa, SL 7/147 s.asc.

3632, 7702 e 13322 – João Pires – O PAI DOS JESUÍTAS – Foi nobre cidadão em São Paulo, onde foi declarado o pai dos jesuítas, por ser juntamente com seu amigo Fernão Dias Paes, os grandes defensores dos padres jesuítas, expulsos de seu colégio São Paulo, que deu o nome a futura vila e cidade de São Paulo e da Capitania de São Vicente em 13.JUN.1640 até 14.MAIO.1653. Para esta nascente povoação, várias nobres famílias de São Vicente transferiram-se para São Paulo como os Pires que inicialmente de São Vicente para Santo André e de Santo André para São Paulo, sendo João Pires “gago” como era conhecido, foi o 1º Juiz Ordinário da Vila de Santo André e dela passou a São Paulo, a este seguiram outras famílias nobres na 2º parte do século XVI, tais como as dos Camargos, Lemes, Cunhas Gagos, Prados, Antas Moraes, Alvarengas e outras. Foi João Pires grande proprietário de fazendas, gados e dono de uma extraordinária colheita de trigo. Com o seu grande respeito e forças sustentou e teve de encontro o Partido também grande da família dos Camargos, tendo sido sem dúvida Um dos maiores líderes do Partido dos Pires contra os Camargos pelo poder em São Saulo, que teve como fato crucial a disputa entre Pedro Taques e Fernão de Camargo “o tigre” no largo da matriz (hoje praça da Sé) em São Paulo resultando na morte de Pedro Taques que era aliado e o chefe do Partido dos Pires em 1641 em pleno Largo da Matriz por Fernão de Camargo.

3633, 7703 e 133121 – Messia Rodrigues, natural de São Vicente, falecida em 1665 SL 7/457.

3634 – Lourenço Castanho Taques, Casou-se em São Paulo em 1631. Foi sem dúvida um homem de grande valor, tendo ocupado diversos cargos em São Paulo. Foi proprietário da fazenda que se localizava na ribeira do Ipiranga, a qual pertenceu ao seu pai Pedro Taques, Tronco da família Taques Pompeu por SL. Recebeu um convite do príncipe regente D. Pedro em 1674 para o descobrimento de ouro e de prata, para somar-se com a diligência de Fernão Dias Paes. Faleceu em 1677 em avançada idade, depois de recolhido da conquista dos Cataguazes. Foi Governador das Minas do Caethé.

3635 – Maria de Lara, quarta filha do Tronco do Título Lara de SL 4/542.

3636 – Bartolomeu Bueno da Ribeira, o moço, foi 1º casado com Agostinha Rodrigues, falecida em 1630, terceiro filho do Tronco da família Buenos da Ribeira por SL. SL 1/387.

3637 – Mariana de Camargo, filha do Tronco da família Camargo no Brasil por SL, Jusepe de Camargo e irmã de Jerônimo de Camargo, Marcelino de Camargo nº 6912 e de José Ortiz de Camargo nº 3626 retro e de Fernão de Camargo n° 13320. Foi 1º casada com Bartolomeu Bueno da Ribeira e 2º vez casou-se em 1638 com o Capitão da Infantaria Francisco da Costa Valadares. SL 1/387.

3640 – Cristóvão da Cunha Vinhotti

3641 –Mécia Vaz Cardoso

3642 –Capitão Pedro de Souza Barros

3643 – Mariana Pedroso de Moraes

3646– Capitão Zuarte Lopes de Medeiros

3647 – Lucrécia Moreira

3830 – Baltazar de Lemos e Moraes, filho de Dom Francisco Lemos, natural de Castela e de Izabel de Moraes SL 7/58.

3831 – Maria Bueno de Camargo, irmã do nº 1818 retro e filha dos números 3636 e 3637 retro. SL 1/387.

3842 – Capitão Antônio Pereira Avellar falecido aos 18.SET.1697 em Nazaré

3843 – Maria Pedroso

3848 – João de Lima do Prado falecido em 1716 em Atibaia

3849 – Maria de Siqueira de Camargo

3850 – Miguel de Camargo Ortiz

3851 – Maria Pires Rodrigues Irmã de João Rodrigues n° 1816 e 1844 retro. Descendente de José de Camargo Ortiz, segundo filho do tronco dos Camargos no Brasil SL 1/320

3876 – Estevão Ribeiro Martins ou Alvarenga

3877 – Catarina do Prado

3878 – Francisco Bicudo

3879 – Ana Maria da Luz

3880 – Capitão Antônio Bicudo Leme, o via Sacra, morador e fundador de Pindamoguangaba/SP

3881 – Francisca Romero Velho Cabral

3882 – Fernão Aguirre de Camargo

3883 – Isabel de Ribeiro de Camargo

3884 – Francisco Pereira

3885 – Domingas de Oliveira

3886 e 3986 – Duarte Pacheco de Albuquerque, natural de Portugal, falecido em 1677.

3887 e 3987 – Simoa de Siqueira (irmã do padre Matheus Nunes de Siqueira um dos principais povoadores de Atibaia)

3888 – Manoel de Siqueira Caldeira

3889 – Maria da Costa sem ascendência

3900 – Antônio de Lima natural de Ponte de Lima e falecido em 1648

3901 – Joana do Prado casou-se em 1632 em São Paulo

3986 – Fernão Aguirre

3987 – Isabel de Riberio de Camargo SL 1/373

Avós paternos em 11° grau [ 04/2048 = total de ascendentes 661 ]

2480 e 4096 – Vicenzo Bedore entre 1570 a 1580 (meu avô em 10 ° e em 11º grau).

2481 e 2481 – Fiori Curello casada aos 30.AGO.1598 em Ospedaletto Euganeo/PD.

4960 e 8192 – Lucca Bedore é o mais antigo Bedore encontrado na linha varonil.

4962 e 8194 – Francesco Curello

Avós maternos em 11° grau [ 90/2048 = total de ascendentes 751 ]

6642 – Marcelino Rodrigues Gama

6643 – Méssia de Siqueira (SL 2/119)

6650 – Capitão Bartolomeu Bueno de Azevedo (SL 1/387).

6651 – Maria de Lima do Prado (SL 1/393)

6652 – Francisco Rodrigues Fortes

6653 – Antonia Furtado

6654 – Antônio de Siqueira Mendonça

6655 – Maria Pedroso

6660 e 7700 – João Ortiz de Camargo falecido em 1671 em São Paulo

6661 e 7701 – Messia Rodrigues falecida em 1687

6662 – Coronel Gregório Telles de Menezes

6663 – Isabel Estradas

6664 – Pedro Vaz de Barros falecido em 1646 em Cataúna ?

6665 – Maria Leite Mesquita

6666 – Tenente-general Gaspar de Godoi Collaço

6667 – Sebastiana Ribeiro de Moraes

6668 – José Rodrigues Betim

6669 – Mariana de Freitas de Azevedo natural de Atibaia

6670 – Sebastião Soares Calhamares SL 1/13

6671 – Domingas da Rocha Canto

6672 – Francisco Alvares

6673 – Maria Rodrigues

6674, 6824 e 6854 – Francisco da Fonseca Aranha SL 1/128. Sem ascendência.

6675, 6824 e 6855 – Mécia Cardoso SL 1/128

6676 – Gaspar Cubas Ferreira

6677 – Margarida Rodrigues de Siqueira

6678 – Sebastião Preto Moreira natural de São Paulo, falecido em 1696.

6679 – Mariana Bueno

6680 – Belchior de Godoi

6681 – Catarina de Mendonça

6682 – Domingos Cordeiro Paiva

6683 – Suzana de Almada

6684 – Capitão Bartolomeu da Rocha Pimentel

6685 – Ursula Franco de Oliveira casados em 1691 em São Paulo.

6686 – João de Lima do Prado

6687 – Maria de Siqueira de Oliveira

6776 (corrigir este n°) – Manoel da Fonseca Azeredo faleceu em Taubaté em 1696.

6777 (corrigir este n°) – Juliana Antunes

6832, 6864 e 14.225 – Capitão Lourenço Franco Viegas, natural de Portel, Comarca de Évora, Portugal e falecido em 1700 em São Paulo, serviu honrosos cargos em São Paulo, onde foi Juiz Ordinário e mereceu carta firmada pelo própio punho do rei em que lhe agradecia os serviços prestados nessa cidade.

6833 e 6865 – Isabel da Costa Santa Maria

6830 e 6862 – Sebastião Preto Moreira, natural de São Paulo, onde ocupou cargos de governo, falecido em 1696 SL 8/323.

6831 e 6863 – Mariana Bueno, falecida em 1687 SL 1/437.

6832 e 6864 – Capitão Lourenço Franco Viegas, natural de Portel, Comarca de Évora, Portugal e falecido em 1700 em São Paulo. Veio para o Brasil, estabelecendo-se inicialmente na Bahia, onde serviu no terço do Estrater. Serviu também nas guerras contra os holandeses no norte do Brasil, além de ter ocupado honrossos cargos em São Paulo, onde foi Juiz Ordinário e mereceu carta firmada pelo própio punho do rei em que lhe agradecia os serviços prestados nessa cidade. O cap. Lourenço Franco Viegas pode ser considerado o Tronco da famílias Franco e Franco do Prado de São Paulo.

6833 e 6865 – Isabel da Costa Santa Maria

6834 e 6864 – Domingos Pedroso

6835 e 6865 – Maria Peres da Silva

6842 – Salvador Cardoso de Almeida

6843 – Ana Maria da Silveira

6904 – Antônio de Faria Sodré SL 2/499. Sem ascendentes.

6905 – Inês de Oliveira Coutrim SL 2/482.

6906 – Antônio Ferraz de Araújo que casou-se em 1678 em Parnaíba/SP SL 2/498.

6907 – Maria Pires SL 1/508

6912 – Capitão Marcelino de Camargo o Patriarca de Atibaia, falecido em 1676 em São Paulo. Marcelino de Camargo Foi era o quarto filho entre oito, de Jusepe de Camargo o Tronco Camargos de SL e pode ser considerado como Patriarca da numerosa família Paulista, Camargo Pimentel. O Capitão Marcelino, como seus irmãos, foi cidadão de respeito, ocupando vários cargos no seu tempo, entre os quais, o de Juiz Ordinário em 1646 em São Paulo. Foi juntamente com Antônio Prado da Cunha, genro de Jerônimo de Camargo, por longos anos mandatários do então povoado de Atibaia, aproximadamente nas duas primeiras décadas do século XVIII. Irmão de Mariana de Camargo n° 3677, José Ortiz de Camargo n° 3626 e de Fernão de Camargo n° 13320, todos filhos de Jusepe de Camargo abaixo.

6913 – Messia Ferreira Pimentel de Távora, casou-se em 1639 em São Paulo, falecida em São Paulo em 1712

7112 – Capitão Ignácio de Siqueira Ferrão, falecido aos 20.MAR.1747 e sepultado dentro da Matriz de Atibaia.

7113 – Catarina Franco do Prado (ver atrás, pois Catarina também é minha avó em 10º grau e também é irmã do nº 3354 e 3424 acima, Capitão Lourenço Franco do Prado) retratada no § 9º do Cap. 1º do Título Lemes de SL.

7252, 7354, 13824 e 26640 – Jusepe de Camargo natural de Castrojeriz, província de Burgos, no antigo reino de Castela, hoje Espanha, que veio a São Paulo na última metade do século XVI. Jusepe de Camargo foi concunhado de Amador Bueno da Ribeira que foi casado com Bernarda Luiz, esta família, bem como a descendência de Amador Bueno e outras descritas no título Carvoeiro de SL, participam do sangue de João Ramalho, o fundador de Santo André, que foi casado com Izabel Dias, filha do Cacique Tibiriçá, como se vê no 1º volume de Silva Leme à página 48. Foi Jusepe Camargo pessoa de autoridade e respeito em São Paulo, onde ocupou o cargo de Juiz Ordinário em 1611. Seus descendentes, conservaram o prestígio de seu progenitor, disputando por muitos anos as rédeas do governo, tendo rivais a não menos poderosa família do Pires, de origem portuguesa (ver Silva Leme, Título Pires e em História de Atibaia, por Waldomiro Franco da Silveira que em sua primeira parte conta-nos a cerca da centenária disputa entre os Pires e os Camargos em São Paulo). Descendo de quatro dos oito filhos de Jusepe e Leonor retratados na obra de Silva Leme.

7253, 7355, 13825 e 26641 – Leonor Domingues, falecida com testamento em 1630 na mesma Vila no estado de viúva, 2º filha do Tronco do Título Carvoeiros de SL 1/80.

7256 – Pantaleão Pedroso SL 7/167.

7257 – Ana de Moraes D’Antas que casou-se 2º com Francisco Velho.

7264 – Salvador Pires teve grandes lavouras mantidas por numerosos trabalhadores que eram índios catequizados sob sua administração. Foi pessoa principal no governo da capitania e faleceu com testamento em 1592 em São Paulo na sua fazenda de culturas, situada acima.

7265[401] – Mécia Fernandes era neta materna de Antônio Rodrigues, um dos portugueses que já se encontravam no Brasil antes da expedição de Martim Afonso de Sousa em 1531/32.

7268 – Pedro Taques, falecido com testamento aos 26.OUT.1644. Foi sepultado no jazigo do Carmo de São Paulo, onde jaziam as cinzas de seu pai Pedro Taques. Terceiro filho do Tronco do Título Taques Pompeu. SL 4/231/2/3.

7269 – Ana de Proença, natural de São Paulo.

7272 – Bartolomeu Bueno da Ribeira, o velho, natural de Sevilha na Espanha que veio para São Paulo em 1571 com seu pai.

7273 – Maria Pires, filha de Salvador Pires nº 7264 e de Mécia Fernandes nº 7265 acima.

7684 – Paulo Pereira Avellar

7685 – Ana Chaves casado em 1631 em São Paulo, falecida em 1635

7686 – Antônio Predoso de Freitas

7687 – Clara Parente

7696 – Antônio de Lima natural de Ponte de Lima f. em 1648

7697 – Joana do Prado casou-se em 1632 em São Paulo

7696 – Pedro Vidal natural de São Paulo e filho de Alonso Peres Calhamares e Maria Afonso, abaixo

7697 – Messia de Siqueira f. em 1648 em São Paulo. SL 2/212

7746 e 7970 – Manoel da Costa Cabral natural da Ilha de São Miguel

7747 e 7971 – Francisca Cardoso natural de Mogi das Cruzes/SP

7750 e 15396 – Alonso Peres Calhamares “o velho”, natural de Castela, Espanha. Faleceu em 1628. SL 1/11. Sem ascendentes.

7751e 15397 – Maria Afonso, falecida em 1662 em avançada idade em São Paulo.

7754 – Matias Lopes

7755 – Catarina do Prado SL 2/15.

7758 ? e 7972 – Aleixo Jorge

7759 ? e 7973 – Maria de Siqueira Nunes filha de Antônio Nunes de Siqueira e Maria Maciel. (pais do Padre Matheus Nunes de Siqueira)

7760 e 7968 – Capitão Braz Esteves Leme

7761 e 7969 – Margarida Bicudo de Brito

7762 – Manoel da Costa Cabral

7763 – Francisca Cardoso

7774 – Aleixo Jorge

7775 – Maria de Siqueira Nunes

7776 – Manoel de Siqueira

7777 – Mecia Nunes de Siqueira

7800 – Simão Nunes Homem sem ascendência

7801 – Isabel Rodel sem ascendência

7782 – João do Prado

7783 – Maria da Silva de São Paio

Avós paternos em 12° grau [ 02/4096 = total de ascendentes 753 ]

4960 e 8192 – Lucca Bedore é o mais antigo Bedore encontrado na linha varonil.

4962 e 8194 – Francesco Curello

Avós maternos em 12° grau [ 82/4096 = total de ascendentes 835 ]

13284 – Sebastião da Gama natural de Olivença, falecido em Parnaíba em 1659.

13285 – Maria Gonçalves Martins

13286 – Pedro Cassado Villas Boas (SL 2/44).

13287 – Maria Vidal falecida em 1687 em São Paulo

13312, 13364, 6816 e 6848 – Pedro de Oliveira falecido em 1644 filho de Rafael Cordeiro e de Paula Fernandes

13313, 13365, 6817 e 6849 – Francisca Cordeiro filha de Domingos Cordeiro e de Antonia de Paiva falecida em 1629 em SP.

13314, 13366, 6818 e 6850 – João Borralho de Almada “o velho”

13315, 13367, 6819 e 6851 – Maria de Proença natural de São Sebastião

13320 – Capitão Fernão de Camargo “o Tigre”, ocupou o cargo de juiz ordinário em São Paulo (no cargo em 1653) e estava já casado em 1630, quando faleceu sua mãe, com Marianna do Prado. Com seu irmão José Ortiz de Camargo foi o capitão Fernão de Camargo o chefe do partido dos Camargos, que levantou-se contra o dos Pires capitaneado por João Pires e seu genro Francisco Nunes de Siqueira (o Redentor da pátria). O autor da Nobiliarquia Paulistana, Pedro Taques de Almeida, acusa a Fernão de Camargo como assassino de Pedro Taques no largo da Sé (então igreja matriz de S. Paulo) em 1641. “Vide o que a respeito deste crime escrevemos em Tit. Taques Cap. 1.º. Ali mostra-se que, se realmente foi Fernão de Camargo o executor do crime, é este em parte atenuado porque foi o resultado de uma conspiração” – S. Leme. Não descobrimos a data do falecimento, nem o inventário do capitão Fernão de Camargo; porém de diversos documentos descobrimos que teve 14 filhos. Irmão de José Ortiz de Camargo n° 3626, Mariana de Camargo n° 3677 e Capitão Marcelino de Camargo n° 6912 e filho de Jusepe de Camargo e de Leonor Domingues, já retratado entre meus avós em 11°.

13321 – Mariana do Prado filha de João de Santa Maria, natural de Castela (que veio ao Brasil como secretário de dom Francisco de Souza) e de Filippa do Prado (ver Tit. Lemes Cap. 1.º § 9.º da obra de Silva Leme).

13328 – Antônio Pedroso de Barros natural de Algarve – Portugal, falecido em 1652 com mais de 600 escravos índios na sua fazenda em São Paulo, filho do capitão-mor e governador Pedro Valz Barros e de Luiza Leme, esta filha de Fernão Dias Paes e de Lucrécia Leme SL 2/552.

13329 – Maria Pires de Medeiros casados em 1639 em São Paulo, filha do capitão Salvador Pires de Medeiros e de Inês Monteiro de Alvarenga.

13330 – Domingos Rodrigues de Mesquita

13331 – Maria Dias SL 2/465

13336 – Garcia Rodrigues Velho

13337 – Maria Betim

13338 – Francisco Bueno de Camargo

13339 – Mariana Freitas de Avezedo

13350 – Antônio Lorenço filho de Domingos Luiz, o carvoeiro

13351 – Isabel Cardoso filha de Gaspar Vaz Guedes e de Francisca Cardoso

13354 – Inocêncio Preto natural de Portugal

13355 – Maria Moreira

13360 – Baltazar de Godoi nobre castelhano

13361 – Paula Moreira filha do governador Jorge Moreira natural do Porto e Isabel Velho

13362 – Francisco Mendonça

13363 – Maria Diniz

13368 – Pedro da Rocha Pimentel filho de João Ferreira Pimentel de Távora n° 13826 e 26736 natural de Alverca, Torres Vedras – `Portugal e de Maria de Ribeira n° 13827 e 26737 filha de Bartolomeu Bueno da Ribeira natural de Sevilha e de Maria Pires.

13369 – Leonor Domingues de Camargo filha de Cláudio Furquim Francês e de Ana Maria de Camargo

13370 – João Franco Viegas

13371 – Bernarda Luiz de Oliveira

13552 – Sebastião da Fonseca Pinto, natural da Vila de Figueira, de qualificada nobreza, falecido em 1719 com 95 anos.

13553 – Leonor Jorge Godoi

13554 – Simão da Cunha Gago

13555 – Catarina Pontes de El-Rei (SL 5/184)

13648 e 13710 – Antônio Lourenço falecido em 1658 em São Paulo, 6º filho do Título Carvoeiros de SL 1/, este filho de Domingos Luiz “o carvoeiro”, (avô em 13º grau) natural de Marinhota, freguesia de Santa Maria da Carvoeira, Portugal. Cavaleiro professo da Ordem de Cristo, falecido em 1615 com testamento em São Paulo, filho de Lourenço Luiz e de Leonor Domingues (avô em 14º grau), naturais de Portugal. Foi fundador da Capela de Nossa Senhora da Luz, no sítio do Guarepe, que antes fora por eles ereta no sítio chamado Piranga e que em 1603 foi mudada novamente para a mencionada paragem, onde hoje existe a estação da Luz no centro da cidade de São Paulo, sob os cuidados de seu filho Antônio Lourenço acima. Domingos Luiz foi casado com Ana Camacho SL 1/48/9 (avó em 13º grau) que faleceu com testamento em 1613 em São Paulo, essa filha de Jerônimo Dias Cortes e de (…) Camacho (avós em 14º grau), essa (…) Camacho era neta de Bartolomeu Camacho e de Catarina Ramalho (avós em 16º grau), essa filha de João Ramalho[402] e de Izabel Dias , nome de batismo, ou Bartira seu nome indígena (avós em 17º grau), essa filha do Régulo de Tibiriçá, Cacique, grande chefe indígena (avô em 18º grau). [retrato de João Ramalho e um de seus filhos, neto do chefe Tibiriçá].

13649 e 13711 – Isabel Cardoso falecida em 1661 SL 8/553

13662 e 13726 – Amador Bueno da Ribeira foi Capitão-mor e Ouvidor da Capitania de São Paulo, cargo que ocupou em 1627. Foi aclamado Rei de São Paulo em 1641, pelo poderoso partido formado por influentes castelhanos de São Paulo. Amador não só recusou a honra, mas com a espada desembainhada, deu vivas como leal vassalo a D. João VI Rei de Portugal, cuja coroa restaurou a monarquia portuguesa após 60 anos de sujeição ao domínio dos Reis de Castela. Por este ato e por outros serviços que prestou a São Paulo e ao Brasil legou um nome imortal a seus descendentes e recebeu carta do Rei agradecendo-lhe pelo ato de fidelidade. Amador Bueno da Ribeira era o primeiro filho do Tronco do Título Buenos da Ribeira de SL. 1/418/9.

13663 e 13727 – Barbara Luiz 4ª filha do Tronco do Título Carvoeiros de SL 1/81

13664, 13728 e 28450 – Lourenço Franco Viegas

13665, 13729 e 28451 – Úrsula Gondinho

13666 e 13730 – João da Costa, esse filho de João de Santa Maria, patriarca desta Família Santa Maria de São Paulo.

13667 e 13731 – Joana do Prado

13670 e 13728 – Alonso Peres Calhamares “o moço”, filho de Alonso Pres Calhamares 7730 e 15396 e de Maria Afonso 7731 e 15397, atrás.

13671 e 13672 – Maria da Silva SL 1/13

13684 – Mathias Cardoso de Almeida, natural da Ilha Terceira.

13685 – Izabel Furtado [ver N° 08 do cap. 4° da família Camargo na introdução ao título I deste trabalho

13686 – governador Antônio Raposo da Silveira, cavaleiro de S. Tiago.

13687 – Maria Raposo de Siqueira. SL. Tit. Prados Cap. 6.º § 3.º n.º 2-2

13810 – Estevão Raposo Bocarro, natural de Ilha de São Sebastião SL 2/469.

13811 – Maria de Abreu Pedroso Leme SL 2/469 (meus avós em 12º grau), essa de Bartolomeu Simões de Abreu, natural de Santos SL 2/465 e de Izabel Paes da Silva, falecida em São Sebastião SL 2/465 (avós em 13º grau), esta irmã do Capitão-Mor Fernão Dias Paes, n. em 1608 em São Paulo e f. em 1681 no sertão do Espírito Santo, provavelmente Quinta do Sumidouro, foi talvez o mais importante bandeirante paulista. Ficou conhecido como “O Caçador de Esmeraldas”. O primeiro Santo brasileiro, Antônio de Santana Galvão, frei Galvão, é trineto de outro irmão de Fernão Dias e Izabel Paes da Silva, Pascoal Leite Paes.

13812 – Manoel Ferraz de Araújo, natural do Porto de onde partiram em 1659, descendente da nobre família Ferraz de Araújo 13813 – Verônica Dias Leite SL 2/498, filha de Pedro Dias Paes Leme nº 27626, foi Capitão de milícia da Vila de São Paulo, falecido em 1633 e sepultado na Capela-Mor da Igreja do Carmo SL 2/455 e de Maria Leite nº 27627, natural de São Paulo onde faleceu em 1670. SL 3/137 (avós em 13º grau), essa filha de Izabel do Prado nº 55253, natural de São Vicente e falecida em 1668 em São Paulo SL 3/91 e de Paschoal Leite Furtado nº 54230, natural da Ilha de Santa Maria dos Açores. Veio para o Brasil à serviço da Coroa Portuguesa em 1599.Faleceu com testamento em 1614 na sua fazenda “Sítio dos Pinheiros”. SL 3/91, (avós em 14º grau) esse filho de Maria da Silva SL 3/91 nº 110505 s.asc. e de Gonçalo Martins Leite nº 110504,SL 3/91 (avós em 15º grau), esse filho de Catarina Nunes Velho nº 210.010, SL 3/91 e de Jorge Furtado de Souza nº 210.009, fidalgo da Casa Real (avós em 16º grau), ver no final do costado ascendência de ambos.

13814 – Bartolomeu Bueno da Silva, O ANHANGÜERA, natural de Parnaíba/SP, foi notável sertanista que entrou pelo sertão brasileiro (hoje os Estados do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás) e da lá extraiu grande quantidade de ouro e cativou grande quantidade de índios. SL 1/503/5.

13815 – Izabel Cardoso SL 2/256 (avós em 12º grau).

13826 e 26736 – João Ferreira Pimentel da Távora, da importante e antiga família Rocha Pimentel de São Paulo. Extraiu grande quantidade de ouro quando esteve em Minas de Sabará e Rio das Mortes, onde com o falecimento de seu irmão, o alcaide-mor José de Camargo Pimentel, assumiu a administração de seus bens, constituindo grandes roças e grande extração de ouro de suas lavras. Teve 16 filhos legítimos e 2 naturais, os quais na sua grande maioria estabeleceram-se em Atibaia e aí exerceram grande liderança. SL 1/335.

26737 – Maria da Ribeira, filha de Bartolomeu Bueno da Ribeira natural de Sevilha – Espanha e de Maria Pires

14504 – Francisco de Camargo natural de Castela filho de Luiz Dias de Camargo e de Beatriz Pena, de origem de Sevilha na Espanha (avós em 13º grau).

14505 – Gabriela Ortiz natural de Castela.

14506 – Domingos Luiz “o carvoeiro”, cavaleiro fidalgo e Tronco do título com o mesmo nome

14507 – Ana Camacho

14514 – Baltazar de Moraes Antas, português que imigrou-se para São Paulo (meus avós em 12º grau).. Baltazar de Moraes Antas tem um ascendência nobre e será desenvolvida do final desse costado.

14515 – Brites Rodrigues Anes era filha de Joanes Anes. Sobrinho saiu de Portugal com três filhas (meu avô em 13º grau).

14528 – Salvador Pires, este filho de João Pires nº 29.056 (avô em 13º grau), todos naturais do Porto. Esse João Pires chegou em São Paulo com seu filho Salvador e seu primo Jorge Pires em 1531 com Martim Afonso de Souza, eram cavaleiros fidalgos e deram origem a família Pires em São Paulo, primeiro estabelecendo-se em São Vicente, depois passaram para Santo André da Borda do Campo onde se fixaram, sendo João Pires o 1º Juiz Ordinário da Vila de Santo André em 1553. Já, João Pires nº 3532é bisneto do homônimo, faleceu em 1657 em São Paulo e foi sepultado juntamente com sua mulher na capela-mor do colégio dos jesuítas em São Paulo, que após sua demolição em 1890 ou 1891 foram seus restos mortais transferidos juntamente com o velho altar daquela capela para o santuário do Sagrado Coração de Jesus em São Paulo. Era o 9º filho de Salvador Pires e de sua 2º mulher Mécia Fernandes. SL. 2/132/6.

14529 – Maria Rodrigues, filha de Garcia Rodrigues e de Izabel Velho (avós em 13º grau), e de outro

14544 – Francisco Ramires de Porros

15368 – Antônio Pereira de Avellar falecido em 1602

15369 – Filipa Vicente do Prado Sexta filha do tronco do título Prados de Silva Leme

15370 – Antõnio Lourenço Filho de Domingos Luiz, o carvoeiro e de Ana Camacho

15371 – Marina de Chaves Falecida em 1615, filha de Matheus Leme e Antonia Chaves SL 1/83

15392 – João do Prado faleceu no sertão em 1616. Era filho de João do Prado, de origem nobre, natural da praça de Olivença, Província de Alentejo de Portugal e veio com Martim Afonso de Souza em 1532. Tronco da família Prados da obra de Silva Leme. João do Prado se casou em São Vicente com Filipa Vicente, filha de Pedro Vicente, f. em 1597 e de Maria de Faria, f. em 1627, naturais de Portugal

15393 – Maria da Silva de S. Paio filha de Domingos Martins

15394 – Simão Nunes Homem

15395 – Izabel Rodel

15398 – Antônio Bicudo filho de Vicente Bicudo e Ana Luiz

15399 – Ana Pires de Medeiros falecida em 1668 em São Paulo

15502 – Gaspar Affonso

15503 – Madalena Affonso são o segundo capítulo da obra de Silva Leme.

15510 – Pedro Leme

15511 – Helena Prado

15522 e 15938 – Antônio Bicudo foi proprietário da fazenda Carapicuíba, hoje bairro de São Paulo. Era filho de Antônio Bicudo Carneiro que mandou erguer o pelourinho em São Paulo e de Izabel Rodrigues.

15523 e 15939 – Maria de Brito, filha de Diego Pires e de Izabel Brito.

15548 e 15944 – Simão Jorge natural de Viana do Minho – Portugal.

15549 e 15945 – Agostinha Rodrigues filha de Garcia Rodrigues e de Izabel Velho, naturais do Porto SL 7/470

15550 – Antônio Nunes de Siqueira

15551 – Maria Maciel

15552 – Antônio de Siqueira

15553 – Vitoria Nunes Pinto

15604 – João do Prado natural de Olivença Alentejo – Portugal, falecido em 1597.

15605 – Felipa Vicente filha de Pedro Vicente e Maria Farias, naturais de Portugal

15606 – Domingos Martins

Ascendência de Baltazar de Moraes de Antas

(14514 – meu avô em 12º grau, acima)

Baltazar de Moraes Antas era filho de Pedro de Moraes de Antas, cavaleiro fidalgo dos chefes da Casa Moraes do reino de Portugal, da Província de Trás-os-Montes e de Inês Navarro de Antas (meus avós em 13º grau). Esta filha de Nuno Navarro e de Isabel Mendes Antas (avós em 14º grau), esta filha de Mendo Afonso de Antas que foi o último senhor de Vimioso, padroeiro da Igreja do Conselho da Coroa, faleceu sem filho varão, por essa razão ficou Vimoso (Título de Condado) na coroa depois de seu falecimento (avô em 15º grau), era filho de Aldonça Gonçalves de Moreira e de Afonso Mendes de Antas (avós em 16ºgrau), o qual sucedeu no senhorio de Vimioso e de outras terras de seu tio paterno (irmão de seu pai), Gonçalo Esteves, que foi Senhor de Vimioso. Este Afonso Mendes Antas era filho de Inês Rodrigues de Moraes (avó em 17º grau), da casa dos Mores, neta de Rui Martins de Mores (avô em 18º grau) e de Mendo Esteves de Antas (avós em 17º grau), este filho de Estevão de Anes de Bragança (avô em 18º grau) , este filho de João Vasques de Antas (avô em 19º grau) que foi senhor da Vila de Vimioso. Viveu pelos anos de 1242, filho de Urraca Esteves (avó em 20º), filha de Estevão Anes (avô em 21º grau), senhor do Paço de Antas, no conselho da Coroa, do qual herdou o citado paço e de D. Vasco Peres (marido de Urraca e avô em 20º), o Beirão, este filho de Froile Sanches (avó em 21º grau), filha do Conde D. Sancho Nunes de Barbosa e de Teresa Afonso (avós em 22º grau), esta filha do REI D. AFONSO HENRIQUE[403] (ver retrato[404] do lado; avô em 23ºgrau), este filho do Conde Henrique e de D. Teresa (avós em 23º grau) , esta filha de D. AFONSO VI DE LEÃO (avô em 25º grau) . Voltando a Froile Sanches esta foi casada com D. Pedro Fernandes, o Braganção (avô em 21º grau), foi alcaide-mor de Bragança no ano de 1193, ano que o Rei de Leão a teve cercada e que o Rei Sancho I, a foi socorrer. Este D. Pedro Fernandes era filho de Tereza Soares (avó em 22ºgrau), esta filha de Soeiro Mendes, o bom da Maia (avô em 23º grau). Teresa Soares era casada com D. Fernando Mendes (avô em 22º grau), rico homem, senhor de Bragança, e mais terras de seu pai. Foi chamado de Braganção e por outro nome: o bravo. Achou-se com o Rei D. Afonso Henriques em todas as batalhas de seu tempo e na batalha do campo de Ourique. Casou primeira vez com D. Tereza Afonso, filha legítima do Rei Afonso Henriques (pintura ao lado), que foi tirada do seu primeiro marido o Conde D. Sancho Nunes Barbosa, simplesmente para placar a ira daqueles que riram dele, quando num jantar com o Rei de Coimbra caíram-no natas pelas barbas. Não teve filhos com a 1ª esposa, somente com a 2ª. Este D. Fernando Mendes (avô em 22º grau) era filho de D. Sancha Viegas de Baião (avó em 23º grau), filha de D. Egas Gozende, senhor de Baião e de sua esposa D. Gotina Nunes (avós em 24º grau). D. Sancha Viegas de Baião era casada com D. Meno Fernandes de Bragança (avô em 23º grau), este filho de uma filha (avó em 24º grau) do REI AFONSO VI DE LEÃO (avô em 25º grau, ver acima) e de Fernando Mendes de Bragança (avô em 24º grau), rico homem, chamado o velho, que sucedeu seu pai no Senhorio da Casa de Bragança e mais terras, que eram muitas na província de Trás-os-Montes, entre Bragança e Miranda, este filho de uma princesa da Armênia (avó em 25º grau) que com o Rei seu pai veio em romaria visitar o corpo do Apostolo S. Thiago em Compostela e de D. Mendo Alam (avô em 25ºgrau), ilustre cavaleiro, Senhor da Vila de Bragança que depois foi cidade. Vivia no tempo do Rei D. Afonso VI de Leão, avô de D. Afonso Henriques, primeiro REI DE PORTUGAL, já citado acima.

Ascendência de Catarina Nunes Velho

(216.921 –minha avó em 16º grau)

Catarina Nunes Velho era filha de Fernão Vaz Pacheco (avô em 17º grau), era fidalgo de Vila França, filho de Pedro Vaz Pacheco, que de Portugal passou casado à Vila de França (avô em 18º grau). Fernão Vaz Pacheco era casado com Izabel Nunes Velho (avô em 17º grau), essa filha África Anes (avó em 18º grau), filha de Gonçalo Anes e de Simoa de Sá (avós em 19º grau).África era casada com Nuno Velho de Melo (avô em 18º grau), esse filho de Diogo Gonçalves Travassos (avô em 19º grau), filho Martim Gonçalves Travassos e de Catarina Dias Melo (avós em 20º grau). Diogo Gonçalves Travassos era casado com Violante Cabral (avó em 19º grau), irmã do frei Gonçalo Velho Cabral comendador do Castelo de Almoural, descobridor e donatário das Ilhas de Santa Maria e de São Miguel. Violante era filha de Fernão Velho e de Maria Álvares Cabral (avós em 20º grau), essa irmã de Luiz Álvares Cabral, casado com Constança Anes, que foram BISAVÓS PATERNOS DO ALMIRANTE PEDRO ALVARES CABRAL, O DESCOBRIDOR DO BRASIL. Maria Álvares Cabral era filha de Álvaro Gil de Cabral, Senhor e Alcaide-mor de BELMONTE (avós em 21º grau).

Ascendência de Jorge Furtado de Souza

(216.920 – meu avô em 16º grau)

Jorge Furtado de Souza era filho de Martins Furtado (avô em 17º grau), esse filho de Soalanda Lopes, descendentes de nobres flamengos (espanhóis) e de Martins Anes Furtado de Sousa, fidalgo da geração dos Furtados, Correas e Souzas da Ilha da Madeira (avô em 18º grau). Martins Furtado era casado com Maria Martins (avó em 17º grau), essa filha de Izabel da Costa e de João Gonçalves Botelho, descendestes dos Arrudas Costas (avós em 18º grau), esse filho de Gonçalo Vaz Botelho (avô em 19º grau) que com sua esposa e filhos foi em 1445 ou 1450 povoar a Ilha de São Miguel por ordem do Infante Dom Henrique, Ilha essa descoberta pelo frei Gonçalo Velho Cabral (citado acima na ascendência de Catharina Nunes Velho) o qual aos 15.AGO.1432 também descobriu a Ilha de Santa Maria. Gonçalo Vaz Botelho era filho de Pedro Botelho (avô em 20º grau), comendador da Ordem de Cristo, que foi juntamente com sua gente socorrer ao Rei Dom João I na batalha de Aljubarrota aos 14.AGO.1385, como se refere José Soares da Silva, acadêmico a real academia, nas Memórias de Dom João I, tomo 3, capítulo 252, página 1254. Pedro Botelho era casado com Izabel Anaes de Buaco (avó em 20º grau), essa última filha de Gonçalo Anes de Buanco (avô em 21º grau). Pedro Botelho era filho de Diogo Botelho (avô em 21º grau), alcaide-mor de Almeida, valido de Dom João I de Portugal, casado com Leonor Afonso Valente (avós em 21º grau), essa filha de Martim Afonso Valente, alcaide-mor de Lisboa, Senhor do Morgado da Povoa (avô em 22º grau). Diogo Botelho era filho de Violante e de Fernão Dias Botelho (avós em 22º grau), alcaide-mor de Almeida, filho de Maria Fernandes Carvalho (avó em 23º grau), que era filha de Fernão Gomes de Carvalho e de Mayor Rodrigues (avós em 24º grau) e de Diogo Afonso Botelho (avô em 23º grau), esse filho de Afonso Martins Botelho, Senhor da Honra de Botelho e de Mécia Vasques de Azevedo (avós em 24º grua), cuja ascendência desenvolveremos a seguir. Afonso Martins Botelho também teve uma nobre ascendência descrita na obra de Silva Leme, contudo partiremos para a ascendência de Mécia Vasques de Azevedo.

Ascendência de Mécia Vasques de Azevedo

(minha avó em 24º grau)

Mécia Vasques de Azevedo era filha de Vasco Paes, Senhor de Azevedo e de Maria Rodrigues (avós em 25º grau), essa filha de Rodrigo Anes. de Vasconcelos e de Mécia Rodrigues (avós em 26º grau), Senhora das Honras de Pene-la e Penagate. Vascos Paes era filho de Maria Gomes Correa (avó em 26º), filha de Gomes Correa e de Maria Anes (avós em 27º grau). Maria Gomes Correa era casado com Dom Paio Soares (avô em 26º grau), 3º Senhor de Azevedo, embaixador do Rei Dom Diniz em Castela e Aragão, filho de Dom Soeiro Pires, 2º Senhor de Azevedo, célebre cavaleiro do tempo de Dom Afonso III e de Constança Afonso Gato (avós em 27º grau), filha de Dom Afonso Pires Gato (avô em 28º grau), rico homem, descendente de Dom Arnaldo Baião, por seu pai João Nunes Velho e de Urraca Fernandes Pelegrin (avós em 29º grau). Dom Soeiro Pires era filho de Velasquida Rodrigues Forjaz (avó em 28º grau), essa filha de Dom Rodrigo Forjaz (avô em 29º grau), “o Bom”, Conde de Transtamara, descendente do Conde Dom Forjaz Bermuez que era neto do Conde Mendo, este irmão de Desidério, último Rei dos Lombardos da Itália. Dom Rodrigo Forjaz era casado com Joana de Romaes (avó em 29º grau), essa filha de do Conde Dom Ramon (avô em 30º grau), esse filho de Dom Fruela I (avô em 31º grau), REI DE LEÃO e de Moninha Gonçalves da Maia (avó em 31º grau), essa filha de Dom Gonçalo Medes da Maia (avô em 32º grau), esse filho de Dom Gonçalo Mendes da Maia (avô em 33º grau), o libertador, assim chamado em virtude do grande número de combates que teve com os mouros, adiantado de Dom Afonso e irmão de Dom Soeiro Mendes. Velasquida Rodrigues Forjaz (acima) era casada com Pedro Mendes (avô em 28º grau), 1º Senhor de Azevedo e 7º de Baião, que esteve na tomada de Sevilha com Dom Sancho I de Portugal, esse filho de Sancha Paes (avó em 29º grau), essa filha de Dom Paio Curvo e de Maria do Maranhão (avós em 30º grau). Sancha Paes era casada com Dom Pedro Mendes (avô em 29º grau), o bolinho, 6º Senhor de Baião, notável cavaleiro que esteve no cerco de Lisboa em 1147, esse filho de Maria Martins do Vinhal (avó em 30º grau), essa filha de Martim Anes do Vinhal e de sua 1ª mulher Sanca Pires (avós em 31º grau). Maria Martins do Vinhal era casada com Dom Paio Godins (avô em 30º grau), rico homem 5º Senhor de Baião, esse filho de Maria Soares (avó em 31º grau), essa filha de Dom Soeiro Guedes e de Maria Paes da Silva (avós em 32º grau). Maria Soares era casada com Dom Godinho Viegas (avô em 31º grau), rico homem, 4º Senhor de Baião e mais terras, foi fundador do mosteiro de Vilar de Frades, esse filho de Dom Egas Gozendes (avô em 32º grau), 3º Senhor de Baião, Riba Douro e outros e de Vienda Viegas (avó em 32º grau, cujo ascendência está adiante). Dom Egas Gozendes era filho de Dom Gonçalo Araldes (avô em 33º grau), 2º Senhor de Baião, Riba Douro e outras terras e de Octaviana Peixoto (avó em 33º grau), essa filha de Manoel Peixoto (avô em 34º grau), fidalgo de Guimarães. Dom Gonçalo Araldes era filho de Ufo e de Dom Arnaldo (avô em 34º grau), 1º Senhor de Baião que vencido em uma batalha contra Hugo, Conde Arles, com o resto de suas forças entrou em Portugal, onde tendo conquistado muitas terras dos mouros, estabeleceu-se em Baião. Dom Arnaldo era filho de Guido (avô em 35º grau), Duque de Spoleto, Conde de Toscana, REI DA ITÁLIA DE 888 A 891, IMPERADOR de 891 a 894, esse filho de Adelaide[405] e de Lamberto, Príncipe Italiano (avô em 36ºgrau), irmão de Bernardo 810-818, foi bom governante assessorado por Walla. Traído encontrou a morte em Chalons, ambos (lamberto e Beranrdo) eram filhos de Pepino (avô em 37º grau) – REI DA ITÁLIA DE 781 a 810, que dispensou grandes esforços para manter o Duque Grimoaldo de Benevento como seu vassalo. Pepino morreu em Milano (Milão) e foi sepultado em Verona, era filho de CARLOS MAGNO, nascido em 742 em Nêustria e falecido em 814 em Aqüisgrana, ou Aachen, onde hoje é a Alemanha (antiga Alemanha Ocidental). CARLOS MAGNO FOI REI DOS FRANCOS, DOS LOMBARDOS (774), FUNDADOR DA DINASTIA CAROLÍNGIA E IMPERADOR DO OCIDENTE DE 25.DEZ.800 a 814 e chamado de O PAI DA EUROPA, foi sem dúvida uma das maiores figuras da Idade Média. Pepino (avô em 37º grau) era filho de CARLOS MAGNO e de sua terceira mulher Ildegarda (avó em 38º grau). Carlos Magno era filho de Pepino, falecido em 768, o breve, foi aclamado REI DOS FRANCOS em 751 (22º Rei da França) (avô em 39º grau) na Catedral de Soissons, por Bonifácio, arcebispo de Mayenne, após a deposição de Childerico III, último Rei da dinastia Merovíngia, com ele encerrou-se a Dinastia Merovíngia e iniciou-se a Carolíngina, esse filho de CARLOS MARTEL, nascido em 689 e falecido em 741, PRINCÍPE FRANCÊS (avô em 40º grau). Carlos Martel reunificou o reino Franco e reinou de 715 a 741, era filho legítimo de Pepino de Herstal (avô em 41º grau) que foi Mordomo ou Prefeito do palácio do Reino Franco da Austrália e Senhor de grandes propriedades, chegou a exercer o poder político com o nome de Dux Francorum (Condutor dos Francos), embora o Rei fosse Theierry III. A partir de 687 ganhou uma série de batalhas contra outros Estados Francos e contra competidores pela posição.

Ascendência de Vienda Viegas

(minha avó em 32º)

Viendas Viegas era filha de Gontinha Godins e de Dom Egas Hermiges (avós em 33º grau), rico homem, chamado de o bravo, pelo seu grande valor nos combates, fundador do mosteiro de Freixo, esse filho de Dom Hermigio Alboazar e de Doria Osores (avós em 34º), essa filha do célebre Conde Osório, Senhor de Rivera e de Cabrera em Galiza e da Condessa Sancha Moniz (avós em 35º), essa filha de Dom Fernando, o Magno, REI DE CASTELA, LEÃO E GALIZA (avós em 36º). Dom Hermigio Alboazar era filho de Dom Antônio Ramires, chamado de Dom Alboazar Ramirez, guerreiro ilustre que conquistou os mouros no Minho e Trás-os-Montes e muitas terras e de sua mulher Helena Ordonhes (avós em 35º grau), essa filha de Dom Ordonho (avô em 36º grau), o cego, Infante de Leão, esse filho de Nuna e de Dom Fruela II, REI DE LEÃO (avós em 37º grau) esse filho de Dom Afonso III, o Grande Rei de Leão e de sua mulher Ximena (avós em 38º grau). Antônio Ramires era filho de Ramiro II de Leão e de Galíza (avós em 36ºgrau), esse filho de Elvira e de Dom Ordonho II de Leão (avós em 37ºgrau), esse filho de Dom Afonso III (já mencionado na ascendência de Helena Ordonhes acima), esse filho de Dom Ordonho I de Leão (avô em 39º grau),esse filho de Dom Ramiro I (avô em 40º grau), esse filho de Ninila e de Dom Bermudo I, o diácono, REI DE LEÃO E ASTÚRIAS (avós em 41º grau), esse filho de Aurélio I, REI DA ASTÚRIAS (avô em 42º grau), esse filho de Ermesinha, Rainha das Astúrias e de marido Afonso I, o Católico, REI DAS ASTÚRIAS em 718 a 737 (avós em 43º grau), esse filho de Pedro, Duque da Cantábria (avó em 44º grau), esse filho de Favila, Duque da Cantábria (avô em 45º grau), esse filho de Gaudina e de Dom Pelagio, REI DAS ASTÚRIAS e o 1º Conquistador das Espanha (avós em 46º grau), esse filho de Dom Favila, Duque da Cantábria, descendente dos Reis Godos (avô em 47º grau e o mais antigo ascendente encontrado através da obra de Silva Leme in Genealogia Paulistana.

FIM DO MEU COSTADO E DESTE TRABALHO

FEREÇO ESTAS HUMILDES ANOTAÇÕES GENEALÓGICAS EM MEMÓRIA DE MEUS ANTEPASSADOS QUE BUSQUEI AQUI IMORTALIZAR, E A FELICIDADE DOS MEUS PAIS, IRMÃOS, SOBRINHOS, PRIMOS, TIOS, AVÔ E A TODOS PARENTES AQUI CITADOS INDEPENDENTEMENTE DO GRAU DE PARENTESCO.

POSFÁCIO

Ao terminar uma obra volumosa e magnífica como ‘Raízes – notas genealógicas’ o autor sempre sente um vazio. Embora tivesse se dedicado a um trabalho laborioso e demorado, estava encontrando entretenimento naquilo que ele mesmo se propusera a realizar, e, é chegado o momento de fechar o livro.

Terminar um acervo de genealogia como Raízes, não é lhe virar às costas, e sim, fazer pausa de alguns anos e retomar o curso de navegação entre os clãs. Se, para o autor, seus ascendentes e seus parentes próximos ficaram encerrados num claustro, todo o parentesco de ponta, requer o caminho humanitário da continuidade. O processo da genealogia, que é a obra do Criador e da nossa natureza é a renovação da vida.

A ordem cronológica apresentada nesses conceitos de genealogias, nos ensina muita coisa que na primeira leitura nos passa desapercebidos, e, no estudo mais aprofundado nos revela uma modificação social e humana da região. Em São Paulo, principalmente, se incentivou a imigração.

No caso de Raízes, o motivo mais revelador é que na passagem do tempo, entre o surgimento de um patriarca, e o tempo de sua vivência, quando surgem os seus descendentes, a substituição humana, principalmente os imigrantes, antes estranhos nesta terra brasílica, substituem os nomes de origem essencialmente ibéricos e nos mostra a chegada dos peninsulares, e de outros povos.

Raízes, obra que não se identifica apenas na genealogia, mas esclarece o povoamento da antiga Atibaia, que se encontra em centenas de antífonas, revelando o homem na terra; o nome do fazendeiro e o bairro no qual se localizava a sua propriedade, nutrindo também a nossa história.

Que, o autor se dedique em acrescentar sua obra, ou permita o ofício de manteeiro a um parente do futuro.

Renato Zanoni[406]

BIBLIOGRAFIA

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CÂMARA MUNICIPAL DA ESTÂNCIA DE ATIBAIA, BEDORE Odair, presidente. Atibaia ontem e hoje. Atibaia: Imprensa Oficial do Estado, 1991.

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LEME, Luiz Gonzaga da Silva. Genealogia Paulistana. São Paulo: Duprat&Comp., 1904, volumes 1 a 9.

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PASSOS, Murillo de Almeida e PASSOS Marcelo Murillo de Ameida. Bom Jesus dos Perdões, Sua História e Sua Gente. Bom Jesus dos Perdões. Gráfica Ipiranga.

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ZANONI, Renato. Atibaia no século XX. Atibaia: Editora Degáspari, 2005

FONTES ARQUIVISTAS

Arquivo Nacional – Setor dos Imigrantes. Rio de Janeiro/RJ; Arquivo da Cúria Metropolitana de São Paulo; Arquivo da Cúria Arquidiocesana de Bragança Paulista/SP; Arquivo da Cúria Arquidiocesana de Guarulhos/SP; Arquivo de diversos Cartório de Registro Civil das Pessoas Naturais e de diversas paróquias, especialmente Atibaia/SP, Ospedaletto Euganeo e Este/PD; Biblioteca Waldomiro Silveira Franco (no museu João Batista Conti);Instituto da Imigrantes de Canoas/RS; Arquivo de Atas da Câmara Municipal da Estância de Atibaia/SP; Arquivo do cemitério São João Batista de Atibaia; Arquivo de diversos cartórios de registros civis do Estado de São Paulo e na Itália e outros.

INVENTÁRIOS CONSULTADOS

Pedro Alexandrino Leite; Jacinto Manoel Leite; Umbelina Maria Pedroso; Ana Jacinta do Amaral; Escolástica Maria Soares; Antônio Pires de Camargo; Francisco Soares de Lima; Ana Francisca Pedroso; Raimundo José de Freitas; Francisco José Teixeira; João de Oliveira Cesar e outros, todos de Atibaia/SP e os da família D’Elboux e Freitas no Arquivo do Estado de São Paulo, citados aqui.~´çç87u

  1. José Luiz Teixeira “Igi”é formado em geografia pela USP e professor aposentado, foi vereador de Atibaia (1983/88) e é o mais importante genealogista atibaiano na atualidade. Autor de: Família Atibaiana, 1997. ↑
  2. Data da última grande revisão deste trabalho antes de sua impressão em agosto de 2012. Após essa data houve a inclusão, pela ordem, dos títulos: Oliveira Cesar (abril e maio de 2009), Terranova, Fedre, Visentin e Rizzato (em junho de 2011) e os aumentos consideráveis do capítulo 1° do título I, do título Alves do Amaral, Pereira (famílias: Pereira Leite, Pinto e Pomba – 2° semestre de 2011), do título Basso, a inclusão dos textos introdutórios e outras atualizações e correções permanentes até a edição deste trabalho. Após sua edição o trabalho continuou e continua sendo corrigido e alterado num trabalho sem fim e que conta com a ajuda de todos em julho de 2017 acrescentamos o último título: Padilha. ↑
  3. Quase sempre portamos um, dois, três, quando raro, quatro ou cinco nomes de famílias ou sobrenomes após nossos nomes próprios. No meu caso, só carrego o nome de família do meu pai (BEDORE). Contudo, o fato de não carregarmos os nomes de famílias de outros ascendentes não nos exclui dessas famílias. Genealogicamente, o correto seria dizer: meu nome é Adriano Bedore, mas também sou ou pertenço as famílias: Alves do Amaral, Bacchiega, Soares, Pires de Camargo, Fedre, etc. Apenas por curiosidade e a título de ilustração de que acabei de afirmar, meu nome com o nome de família de todos meus tetravós seria: Adriano Cardoso Cesar Bianchi Pires Padilha Pasqua Faccioli Barbosa Albuquerque Almeida D’Elboux Ardigò Assirati Rodrigues Soares Pires de Camargo Caniato Franco Alves do Amaral Valenti Visentin Ricciardi Terranova Fedre Arcari Cavallaro MorettiPires de Oliveira Bassi Leite Basso Freitas Bacchiega De Carlo Bedore(destaque para os sobrenomes que constam nos títulos deste trabalho). Com este exemplo, percebemos porque só carregamos poucos sobrenomos, do contrário,seria impossível até mesmo decorarmos nossos nomes. ↑
  4. No Arquivo Público do Estado de São Paulo há censos populacionais do Estado produzidos pelas companhias de ordenaças, inciando-se em 1765 até o ano de 1850, disponibilizados na internet. Estes censos ou maços de população descrevem os moradores através de dados como: nome, idade, estado civil, cor, naturalidade, ocupação, núcleo familiar, se livre ou escravo, domiciílio, além de dados sobre a atividade econômica das regiões, informações demográficas e econômicas, resultando em excelente fonte de pesquisas. Também pesquisei alguns inventários não publicados que fazem parte do acervo do Arquivo do Estado, esses não digitalizados. ↑
  5. Estão inseridas neste trabalho, parcial ou totalmente, as seguintes famílais retratadas no Livro/Revista Famílias Ilustres e Tradicionais de Atibaia lançada em 2000: Almeida Bueno, Alves do Amaral, Alvim, Arantes, Barreto, Bueno de Aguiar, Cintra, Ferraz, Flórido, Franco, Franco da Silveira, Freitas, Leite, Peçanha, Pires de Camargo, Profeta, Silva Bueno, Silva Pinto, Silveira Franco, Silveira Pinto, Soares do Amaral,Silveira Cintra, Teixeira, Toledo Santos e Urioste, faltando apenas as famílas:Patrocínio e Silveira Bueno. ↑
  6. Prefiro a expressão: PRINCIPAL POVOADOR a fundador, mas por convenção e padronização em muitas citações a expressão fundador de esta ou aquela cidade foi mantida. ↑
  7. Amador Bueno da Ribeira é avô em 12° deste autor (ver costado). Era filho de Bartolomeu Bueno da Ribeira, natural de Sevilha, Espanha que imigrou para o Brasil em 1571 e de Maria Pires [da família Pires, rival dos Camargos], casados em São Paulo em 1590, através deste casamento concluímos que as famílias portuguesas, lideradas pelos Pires e as espanholas, lideradas pelos Camargos, não tinham divergências políticas nas últimas décadas do século XVI e primeiras do século XVII; nos parece que a célebre disputa entre partidários dos Pires e dos Camargos, deu-se com o fim do domínio espanhol em Portugal, ou seja, a partir de 1640 e teve como marco inicial a morte de Pedro Taques em São Paulo. ↑
  8. Até 18.AGO.1831, data de promulgação da lei Feijó que criava a Guarda Nacional, toda vez que aparecer a patente de capitão a mesma se refere ao capitão de milícias ou ordenanças, extinta em 24.MAR.1831. Antes da criação da guarda nacional as milícias eram responsáveis pela ordem pública nas freguesias, vilas e capitanias. As ordenanças eram formadas, essencialmente, pelas seguintes patentes na ordem de importância: Alferes, Tenente, Capitão, Sargento-mor (depois major), Capitão-mor, Tenente-coronele e Mestre de Campo (depois coronel). As ordenanças eram divididas em companhias de 250 homens com 10 esquadras de 25 homens cada. Cada vila, cidade ou capitania tinha Um capitão-mor, um ou mais sargentos-mores, e para cada companhia um capitão comandante de uma companhia que era auxiliado por um alferes, um sargento, um mirinho, um escrivão e dez cabos de esquadra que chefiava cada uma das esquadras. Portanto, os capitães até 1831 eram os comandantes máximos de uma companhia sediada num bairro. Uma vila por exemplo poderia ter várias companhias dependendo do tamanho de seu território e da população. Os capitães comandantes só deviam obediência aos sargentos e capitães-mores. ↑
  9. Eu descendo de quatro dos oito filhos do tronco da família Camargo no Brasil – Jusepe de Camargo ↑
  10. O cargo de juiz ordinário era eletivo e era o presidente nato da câmara, cabia a essa cargo o dever de distribuir a justiça, especialmente no cível, como distintivo de sua função, devia portar uam vara vermelha e fez parte do ordenamento administrativo brasileiro até 1828. ↑
  11. Alcáide-mor equivaleria a governador de uma provícia e ou região geográfica definida. ↑
  12. Barbara Cardoso de Almeida ou apenas Barbara Cardoso era filha do português Matias Cardoso de Almeida e de Isabel Furtado, neta materna de Luiz Furtado e de Filipa Vicente do Prado, esta irmã de Izabel do Prado, avó materna do importante bandeirante Fernão Dias Pais, o governador das esmeraldas, portanto, Barbara e Fernão Dias eram primos em 2° grau. ↑
  13. Maria Pires de Camargo e seu marido marechal Antônio do Prado Cunha são pentavós de José Alvim de Campos Bueno “Nhô Bim”, que pode ser considerado o tronco da família Alvim de Atibaia. ↑
  14. Verônica Dias Leite era filha de Antônio Ferraz de Araújo, o qual casou-se em 1678 em Santana de Parnaíba/SP com Maria Pires, filha de Izabel Cardoso e de Bartolomeu Bueno (o Anhanguera). Verônica era neta de Verônica Dias Leite e de Maonel Ferraz de Araújo, português, natural do Porto. Este Manoel Ferraz de Araújo pertendica a nobre família portuguesa Ferraz de Araújo que imigrou para o Brasil em 1656 e pode ser considerado o tronco da Família Ferraz Araújo ou somente Araújo do Brasil. Verônica Dias Leite (avó de Verônica) era filha de Pedro Dias Paes Leme (da importante família Leme de S.Paulo), falecido em São Paulo em 1633 onde foi capitão de milícias e de Maria Leite, natural de São Paulo onde faleceu em 1670, filha de Izabel do Prado e de Pascoal Leite Furtado, natural de Santa Maria dos Açores, os quais podem ser considerados o casal tronco da família LEITE no Brasil. Quase todos os Leite de Atibaia, de raiz, herdaram o sobrenome deste ascendente. O Leite do capitão Antônio Pádua Leite e seus descdendentes, citados neste trabalho em vários títulos, o Leite dos Pereira Leite de Atibaia, retratados aqui no título Pereira, vem do português Pascoal Leite Furtado, já sobrenome Leite do capitão Jacinto Manoel Leite e seus descendentes, tronco do título Leite deste trabalho, vem do pai do capitão Jacinto Manoel Leite, alferes Manoel Joaquim Leite que por sua vez herdou o nome e sobrenome de seu bisavô, capitão Manoel Joaquim Leite filho de Maria Leite Mesquita a mais distante Leite de sua ascendência que descobrimos. ↑
  15. Ano aproximado da chegada da família em Atibaia. ↑
  16. No censo de 1808 tinha 77 anos e 3 escravos, no de 1810 tinha 87 anos e no de 1820 tinha 88 anos, era viúva e tinha 3 escravos. ↑
  17. No censo de 1808 tinha 57 anos e 14 escravos, no censo de 1820 tinha 70 anos e 16 escravos. ↑
  18. Nos censos populacionais existentes no Arquivo do Estado de São Paulo disponibilizados na internet pude pesquisar alguns personagens retratados neste trabalho, especialmente os meus ascendentes. No censo os fazendeiro, sitiantes, ou seja, os que viviam da agricultura ou pecuária eram retratados como lavradores, independentemente do tamanho da propriedade rural. ↑
  19. Amaro Leite de Moraes e seu irmão, capitão João Leite de Moraes, podem ser considerados os troncos da numerosa, antiga e tradicional família LEITE de Atibaia. Os ‘LEITE’ descendentes do capitão e fazendeiro Antônio de Padua Leite, aqui retratados em diversos momentos, descendem de Amaro Leite de Moraes que era pai do Capitão Antônio de Padua. Os ‘LEITE’ descendentes do capitão Jacinto Manoel Leite, tronco do título Leite deste trabalho, descendem do pai do capitão Jacinto Manoel Leite, alferes Manoel Joaquim Leite que por sua vez herdou o nome e sobrenome de seu bisavô, capitão Manoel Joaquim Leite filho de Maria Leite Mesquita a mais distante Leite de sua ascendência que descobrimos. Já os ‘PEREIRA LEITE’ aqui retratados no título Pereira, descendem de Manoela Antonia, segunda mulher do tronco do título Pereira e mãe de seus sete últimos filhos. Portanto, os ‘PEREIRA LEITE, e os ‘LEITE’ descendentes do capitão e fazendeiro Antônio de Pádua Leite eram todos da mesma família LEITE, descendentes dos irmãos João Leite de Moraes e Amaro Leite de Moraes. ↑
  20. No censo de 1786 o sargento-mor José Félix aparece com 59 anos, sua esposa Andressa com 42, Filhos: José com 26, Antônio, 2, Elena 23, Catarina 18 e Félix com 5 anos. No censo de 1789 José Félix Cintra tinha 63 anos, Andressa 46, Filhos: Antônio, 6, Félix, 9, José 30, Elena 27 e Catarina 22. Dois agregados, e 9 escravos, sem a escrava Maria. No censco de 1794 José Felix Cintra tinha 67 anos, Andressa, 50, Filhos: Félix 12, Antonia, 9, Caetana 26 e 10 escravos. No censo de 1798 José Félix Cintra tinha 70 anos, Andressa 53 e 13 escravos. No censo de 1806 o sargento-mor aparece com 79 anos, sua esposa Andressa com 65, filhos: Félix natural de Atibaia com 25, Caetana, natural de Guarulhos com 37 anos e 20 escravos. ↑
  21. No censo de 1820 o alferes Félix Manoel Cintra tinha 40 anos, sua mulher Teresa 19 e os filhos: José 5, Maria 4, e Ana 2, no bairro do Mato Dentro. ↑
  22. A patente de coronel era a mais alta patenta da Guarda Nacional criada em 1831 pelo regente Feijó. Até 1873 a Guarda Nacional prestava serviços auxilares ao exercitio brasileiro e a partir deste ano perdeu muita importância até sua extinção oficial em 1918, contudo até 1924 foram concedidas patentes da Guarda Nacional. Em todas as localidades onde exsitia uma corporação da Guarda Nacional sua principal divisão era a infantaria, mas dependendo do tamanho do território e do número de habitantes poderiam ser criados também a artilharia, cavalaria e infantaria de reversa. Em linahas gerais as patentes pela ordem de importância eram: Alferes, Tenente, Capitão, Major, Tenente-coronel e Coronel. ↑
  23. Para este autor,os líderes políticos aqui citados exerceram grande influência política na sua época e não foram necessariamente aqueles que exerceram cargos eletivos de destaque. A lideraça política aqui retratada encontra similitude com a velha prática de chefia política da velha república, ou política de coronéis, baseando-se praticamente no personalismo de seus líderes e quase nada nos seus posicionamentos ideológicos. Evidente que 300 anos de história de Atibaiai, temos os apectos particulares do Brasil colônia, do Brasil Império, da velha república, nova república, períodos de exceção e dias atuais, contudo, os líderes aqui mencionados, independente do período, tiveram suas lideranças, via de regra, baseadas nas liderenças exercidas no perídoda da velha república. ↑
  24. A expressão chefe, era muito utilizada no século passado, para designar a maior e mais importante liderança política de um partido. ↑
  25. Segundo nossas pesquisas, Beto Tricoli foi o 11° deputado atibaiano a ter assento na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo. O 1° foi Jacinto José Ferraz de Araújo em 1835 na 1ª Assembleia Provincial do Estado, sendo suplente em 1838/39, 40/42 e novamente deputado em 1842/43; 2° Florêncio de Araújo Cintra em 1846/47; 3° Joaquim Floriano de Araújo Cintra 1848/49; 4° Antônio Gonçalves Barbosa da Cunha em 1850/51, 52/53, 54/55, 56/57, 60/61 e 62/63; 5° Evaristo de Araújo Cintra 1862/63; 6° Manoel Jacinto de Araújo Cintra em 1862/63 e 64/65; 7° Manoel Furquim de Campos 1868/69; 8° Antônio Francisco de Araújo Cintra em 1868/69; 9° Zeferino Alves do Amaral 1928/30 e 10° Joviano Alvim 1947/51. Acreditamos que desses 11 deputados apenas Jacinto José Ferraz de Araújo, Manoel Jacinto de Araújo Ferraz, Zeferino Alves do Amaral, Joviano Alvim e Beto Tricoli tiveram Atibaia como principal base eleitoral e representação, os demais: Florêncio de Araújo Cintra, Joaquim Floriano de Araújo Cintra (Itapira), Evaristo de Araújo Cintra (Mogi Mirim), Antônio Francisco de Araújo Cintra (Mogi Mirim) [Florêncio, Joaquim Floriano e Jacinto José eram irmãos e tios de Antônio Francisco , Evaristo e Manoel Jacinto, portanto, 3 irmãos atibaianos, filhos de Jacinto José de Araújo Cintra e de Maria Francisca Cardoso – ver N° 03, cap. 4° do título Siqueira Franco e dois netos do citado casal, foram deputados provinciais], Antônio Gonçalves Barbosa da Cunha e Manoel Furquim de Campos, embora naturais de Atibaia, não a tiveram como principal base eleitoral e nem a representaram. Sebastião Batista Machado, 1° suplente de deputado pelo PV nas eleições de 2002, que exerceu o cargo entre março de 2005 a março de 2007, embora tivesse Atibaia como principal base eleitoral e representação é mineiro. ↑
  26. Segundo o Dicionário das Famílias Brasileira de Barata e Cunha Bueno: “Capitão-mor: Do genovês capitacn, este do latim Capitãnu – Documentado, na língua portuguesa, em 1373, a forma capitam mor (…). Capitão-Mor das Ordenanças era um posto atribuído aos chefes das zonas em que foi dividido o reino, pelo Regimento das Companhias de Ordenanças de 1570, para o efeito de organizações militares do País. Eram designados para administrar as capitanias brasileiras ou apenas uma vila, como governadores delas, tendo alçada civil e criminal, possuindo assim, funções muito mais amplas que as de meros capitães de ordenanças, ou capitãoes de milícias. Tinha como seu adjunto o sargento-mor de ordenanças que o auxiliava no recrutamento, formação, adminsitração, etc. das Companhias de Ordenanças”. Até a reforma político-administrativa de 1828, os capitães-mores eram o mais importantes representantes das maiores autoridades do império nas vilas e, embora as vilas devessem ser, administradas por sua câmaras, quando existia a figura de um capitão-mor na vila, o poder era de fato e de direito exercido por ele que era a maior autoridade, tanto na esfera militar, tanto na civil. Sua existência numa vila era sinal claro da importância política da localidade no ordenamento político-administrativo brasileiro no período colonial e nos primeiros anos do império brasileiro. ↑
  27. Instaurada uma vila nos séuclos XVI a XIX a administração da mesma passava pela câmara municipal que tinha atribuições administrativas e judiciais no cível e no crime. Cabia-lhe legislar, administrar, policiar e punir. Nas vilas dessa época haviam um juiz ordinário, dois vereadores e um procurador do conselho, cargos esses eletivos, tratados de oficiais. Entre os cargos não eletivos, ou seja, entre os funcionários da câmara escolhidos pelos oficiais, estavam o de tesoureiro e escrivão. Já o cargo de almoctacel era exercido por um ex-vereador ou ex-juiz ordinário que exerceu esses cargos no ano anterior e também era escolhido pelos oficiais que o substituíam na câmara. O almotacel era uma espécie de fiscal encarregado de verificar se as determinações da câmara estavam sendo cumpridas ou não, tinha sob sua responsabilidade cuidar na igualdade de pesos e medidas, taxar, e as vezes distribuir os mantimentos. ↑
  28. Lucas foi o 1° sargento-mor de Atibaia cargo que também foi ocupado, que descobrimos, por José Félix Cintra, Jerônimo da Rocha Bueno, Lucas de Siqueira Franco (neto do primeiro), Caetano Afonso de Jesus Pestana, Inácio Franco de Camargo, Antônio de Camargo Pimentel e Antônio João Carlos Barbosa ↑
  29. Lucas era tetraneto de Francisco Nunes de Siqueira e de Ana Pires de Medeiros, filha do tronco da família Pires de São Paulo, Salvador Pires, português, natural do Porto que chegou ao Brasil junto com Martim Afonso de Souza em 1532.Portanto, o casamento de Lucas de Siqueira Franco com Izabel da Silveira Camargo (sobrinha-neta de Jerônimo e neta de Marcelino de Camargo) uniu em solo atibaiano as duas famílias que lutram entre si pelo poder paulistano entre 1640 a 1722 aproximadamente. ↑
  30. As duas famílias: Pires e Camargos eram fortes rivais na disputa política da vila de São Paulo, cujo ápice da briga política deu-se entre os anos de 1640 a 1665 aproximadamente. Ver História da cidade no capítulo 4° da segunda parte deste trabalho. ↑
  31. Izabel da Silveira Camargo era filha do cap. Francisco de Camargo Pimentel, falecido em Atibaia em 1724, e de Izabel da Silveira Cardoso, falecida em 1739; neta paterna do cap. Marcelino de Camargo, o PATRIARCA DE ATIBAIA e irmão de Jerônimo de Camargo, fundador de Atibaia e de Messia Ferreira Pimentel Tavora; neta materna de Salvador Cardoso de Almeida, falecido em 1690, e de Ana Maria da Silveira (SL 1/335), ver a Introdução deste título. ↑
  32. Inácio de Siqueira Ferrão era filho de João de Siqueira Ferrão, falecido em 1725, natural de Portugal que foi morador e proprietário de uma grande fazenda em Conceição de Guarulhos (hoje simplesmente Guarulhos) onde tinha sob sua administração grande quantidade de índios e de Ana Maria de Siqueira, esta filha de Francisco Baldaya que foi 1º marido de sua mãe Maria Vidal, falecida em São Paulo em 1687. Ana Maria de Siqueira era neta paterna de Miguel Sobrinho e de Maria Veiga e neta materna de Pedro Vidal, natural de S.Paulo, [filho de Alonso Peres Cavalhares, natural de Castela, Espanha e de Maria Afonso (SL 1/12)] e de Mecia de Siqueira, falecida em 1648 em São Paulo, filha de Francisco Nunes de Siqueira, natural da vila de Caminha,que foi escolhido repesentante da família Pires para o encontro com o governador geral em 1654 que visava por fim a disputa entre Pires e Camargo e de Ana Pires deMedeiros, falecida em 1668 em São Paulo com testamento, filha do tronco do título Pires de Silva Leme, volume 2º, Salvador Pires, que chegou ao Brasil com Martim Afonso de Souza em 1531. ↑
  33. Inácio de Siqueira Pimentel foi citado no censo populacional de Atibaia do ano de 1782 como tendo 40 e com 4 escravos. No censo do ano seguinte, 1783, ete tinha 41 anos, sua esposa Maria, 32 e 5 escravos, em ambos ele aparece morador no bairro da vila, ou seja, no centro de Atibaia. ↑
  34. A patente de capitão, será citada muitas outras vezes neste trabalho, razão pela qual tentarems explicar sua função. Em linhas gerais a patente de capitão pode ser encontrada em duas funções e atribuições, de certo modo semelhantes, mas em duas épocas e ordenamentos militares diferentes: 1) Capitão de Milícias (entre 1796 a 1831 – período colonila) [caso de Inácio acima] e 2) Capitão da Guarda Nacional (entre 1831 a 1918 período imperial e velha república). 1) Capitão de milícias (infantaria e artilharia) fazia parte dos regimentos de milícias criado por decreto de 07.AGO.1796 por D. Maria I, rainha de Portugal. Era indicado pelo coronel que indicava o “official que tenha os precisos meios para manter o decoro de um posto não autorizado”. A idade dos capitães variava de 28 a 60 anos e de preferência eram nomeados dentre os que antes haviam ocupado cargos subalternos, como simples soldados, outros como alferes, porta-bandeiras, furriéis ou sargentos, tendo a maioria, pelo menos, treze anos de serviços nos regimentos da capitania. As atividades particulares dos capitães, em sua maioria, era a do comércio de “fazenda seca (mercadorias, gêneros), tropa de animais” ou “subsistiam de suas lavouras e de seus engennhos de assucar” ou ainda de aluguéis. Poucos viviam de seus honorários de funções públicas como as de “escriturário ou contador da junta real da fazenda. O Estado maior era composto por: mestre de campo (coronel), o sargento-mor e o ajudante e cada companhia por um capitão, um alfres, um sargento e 4 cabos de esquadra.. Os postos de capitão, tenente e alferes eram considerados oficiais de patentes das companhias dos terços e regimentos de infantaria ou de cavalaria auxiliar. Os postos de sargento, furriel, porta-bandeira e cabo, compunham o quadro de oficialato inferior das mesmas companhias de infantaria e cavalarias auxiliares (Dicionário das famílias brasileiras de Cunha Bueno e Barata Ribeiro e Raízes do Militarismo Paulista de Oliveira Melo). 2) Capitães da Guarda Nacional. Antes de tratar sobre a figura do capitão da guarda nacional é importante discorrer um pouco sobre a Guarda Nacional: Foi criada pelo regente Feijó aos 18.AGO.1831 para, entre outras coisas, extinguir os antigos corpos de milícias e ordenanças e acomodar as elites locais (classe proprietária = fazendeiros) nas altas patentes e seus empregados nas tropas que em tese auxiliariam o exercíto brasileiro na segurança nacional. Somente podiam ser oficiais os que fossem eleitores, lembrando que o voto era sensitário, portanto, somente podeim ser oficiais, os que, nas cidades menores, tinham renda de, no mínimo, 100 mil réis anuais e com idade entre 18 a 60 anos e nas cidades maiores os que tinham rende superior a 200 mil reis anuais. A Guarda Nacional foi extinta oficialmenete em setembro de 1918. Em linhas gerais e simplistas podemos dizer que as cidades tinham um ou mais regimentos e algumas companhias, dependendo de seu tamanho, e o alto comando da guarda era composto por: Coronel, Tenente-coronel e Major, já cada companhia tinha como comandantes: um capitão, um alferes e um tenente. O capitão comandante da companhia escolhia os seus auxiliares, indicando para aprovação os homens mais habilitados e desvinculados de todo e qualquer tipo de “ocupações indignas dos respectivos postos, como por exemplo a de taberneiro público. Por sua vez o capitão era indicado pelo comandante do terço ou regimento, por proposta encaminhada ao governador. Os oficias das companhias auxiliares viviam de seus negócios, eram na proporção de seus postos fazendeiros, sitiantes, comerciantes, mercadores, tropeiros, enfim viviam de seus ganhos nas suas atividades particulares. e dedicavam-se, quando necessário à manutenção da ordem pública, à captura de escravos foragidos, de criminosos, bem como quem desobedecesse as ordens superiores e a lei. Os capitães da guarda nacional como: Jacinto Alves do Amaral (cap. 5º do título Alves do Amaral), Jacinto Manoel Leite (tronco do título Leite), Antônio José de Freitas (tronco do título Freitas) e tantos outros citados neste trabalho eram via de regra, abastados fazendeiros, que viviam de suas propriedades rurais repleta de escravos, ou tropeiros e também serviam as milicias na qualidade de capitães, a maior autoridade militar das companhias, auxiliado por tenentes, alferes, sargentos, etc. ↑
  35. Inácio Alvares Cardoso, era natural de São Paulo e filho do capitão Antônio Alvares Cardoso e de Ana de Ribeira Bueno, falecida em 1738, naturais de São Paulo, neto paterno de Manoel Álvares Rodrigues, natural de São Nicolau, Porto -Portugal e de Francisca Cardoso, neto materno de capitão Francisco Cubas de Mendonça e de Ana Ribeira da Luz (inseridos no capítulo intitulado Buenos da Ribeira de Silva Leme), casou em 1750 em Atibaia com Maria de Godoi Moreira natural de Atibaia, filha de Balthazar de Godoi Moreira, natural de Itú e de Rosa da Rocha, natural de Atibaia. Ver SL. Godois Cap. 1º § 8º n.° 2.3.,3.9. Teve, além de Manoel Alves Cardoso os seguintes filhos: 1) José de Godoy Preto, 2) Francisco Alves Cardoso, 3) Gertrudes Alves Cardoso, 4) Ana Alves de Godoi, 6) Joaquim Alves Cardoso, 7) Inácio Alves Cardoso ↑
  36. Encontramos uma certa Ana Franco Penteado, que não temos certeza ser fª de Benedito Alves de Siqueira (3.1. acima) ou fª de Antônio Luiz Leite Penteado (ver 1.12., N° 10 do cap. 5°) a qual foi c.c Lucas de Siqueira Franco que acreditamos ser o citado em SL 6/19filho de Estevão Soares da Rocha e de Gertrudes Maria das Neves. ↑
  37. Encontramos uma certidão de casamento de um dos filhos de João José Lopes de Camargo e de sua 1ª esposa de nome José Lopes de Camargo casado aos 12.NOV.1863 com Maria Franco, dispensados no 3° grau, sendo ela filha de Camillo Lopes de Camargo “Zé Camilo” que foi subdelegado e de Francisca de Paula Franco ou Silveira Leite, os quais casaram-se aos 02.OUT.1845 em Campo Largo, sendo ele filho de Salvador Lopes de Camrgo e de Gertrudes Maria e ela filha de José Caetano Franco e de Maria Joaquina de Godoi, o que nos faz concluir que os noivos José e Maria eram primos, uma vez que o os pais de ambos eram irmãos (Camilo e João José). ↑
  38. Os bisavós em comum entre Serafim e Maria eram Antônio de Almeida de Oliveira e Joana Ortiz Camargo, pais de Ana Francisca Cardoso e Maria Jacinto Cardoso avós paternos de ambos. Antônio de Almeida Oliveira era filho de Oritéia Bueno de Camargo e de Felix de Almeida de Oliveira, n.p. de Pedro de de Camargo, este filho do alcaide-mor José de Camargo Pimentel (ver texto introdutório da Família Camargo) e de Leonor da Rocha Pimentel, n.m. de José de Almeida de Oliveira e de Izabel Cardoso de Souza. ↑
  39. Encontramos um casamento de outro filho de José Severino de Almeida e de Gertrudes Maria Cardoso, de nome: Dionisio Alves de Siqueira que casou-se com Maria Cardoso (ver 2.6. adiante) aos 20.JUL.1873 em Campo Largo de Atibaia, sendo ela filha de Joaquim Antônio de Siqueira e de Maria Conceição, o que nos faz concluir que José Severino de Almeida casou-se duas vezes. ↑
  40. Maria da Conceição era filha de José Ferraz de Araújo e de Maria Angélica Cardoso, n.p. de Antônio Ortiz de Camargo e de Mariana Francisca Ferraz (ver texto introdutório da família Araújo), n.m. de Miguel Ribeiro Cardoso e de Maria Francisca de Siqueira. ↑
  41. Inácio Franco de Camargo era natural de Bragança, na época território de Atibaia onde n. entre 1763 a 1774 (1764 segundo um site de genealogia) era filho de Crispim da Silva Franco e de Isabel Cardoso da Silveira. Inácio foi casado 1²vez em 1783 em Bragança com Gertrudes de Godoi Moreira com quem teve 7 filhoe, 2²em 1799 com Escolástica Bueno sem filho, 3²vez com Ana Maria da Conceição sem filhos e 4²vez com Francisca Maria Penteado com 2 filhos. Foi abastado fazendeiro com considerável escravatura em Atibaia; foi também capitão de ordenanças, juiz ordinário, vereador entre 1813/18 e sargento-mor de Atibaia. No censo de 1829 tinha 21 escravos, produziu e vendeu milho, feijão e graus, bem como informou o falecimento de sua esposa. Inácio f. em 1833 em Atibaia. Foi pai entre outros de: Maria Franco que se casou em Atibaia em 1813 com Antônio Correia de Lacerda de Jundiaí os quais tiveram entre outros de : Bento de Lacerda Guimarães – Barão de Araras e José de Lacerda Guimarães – Barão de Arari. Também foi pai do cap. Joaquim Franco de Camargo que foi pai entre outros do cel. Bento da Silveira Franco que foi opulento fazendeiro na cidade de Limeira. ↑
  42. Ana Soares era parente dos meios irmãos de seu marido José Benedito Leite, pois sua bisavó Gertrudes Maria Soares era prima-irmã do pai dos 05 (cinco) meios irmãos de José Benedito (Rodrigo Soares do Amaral), pois o pai de Rodrigo, Bento José Soares (cap. 4º do título Soares) era irmão da mãe de Gertrudes Maria, Maria Joana (cap. 3º do título Soares). ↑
  43. José Pedro Fangiulli, além amigo de infância é de parente do autor deste trabalho (um casal de bisavós de José Pedro são trisavós do autor, ou o avô do autor é primo irmão da mãe de José Pedro, ou ainda são primos em 4° grau genealógico) e está inserido em 8 títulos retratados aqui: Siqueira Franco, Pires de Camargo, Alves do Amaral, Soares, Bueno, Pereira, Leite e Freitas ↑
  44. Não conseguimos encontrar os ascendentes de José Vicente Alves de Siqueira que casou-se primeria vez com Maria das Dores e segunda vez aos 20.SET.1887 com Brandina Maria Franco, filha de Maria Franco Cardoso e do tenente José Antônio da Cunha e de Maria Franco Cardoso, da família Correia de Jarinu, mas evidentemente que José Vicente pertence a família Alves de Siqueira de Jarinu. ↑
  45. Segundo o já citado Dicionário das Famílais Brasileiras, “Alferes de Milícias enquadravam-se na mesma faixa etária dos tenentes, isto é, variava de 28 a 53 anos. Uns mantinham ‘negócios de fazenda seca (mercadorias, gêneros), outros a viver de lucros de sua fazenda ou ‘sítio com escravos’ e ainda outros a se intitularem ‘filho de família, vivendo dos lucros da casa de seu pai”. ↑
  46. Lourenço Franco da Rocha n. em 1713 em Atibaia e f. em 1771; filho do Cap. Bartolomeu da Rocha Pimentel e de Ursula Franco de Oliveira (SL 1/516); neto paterno de Pedro da Rocha Pimentel e de Leonor Domingos de Camargo; neto materno de João Franco Viegas (ver onomástica, verbete Franco) e de Bernarda Luiz de Oliveira (neta de Amador Bueno -— o Aclamado). (SL 1/436). ↑
  47. Francisca Margarida Pedroso era filha de Gaspar Vaz da Cunhae e de Maria Pedroso; neta paterna de João Rodrigues Lopes e de Francisca Cardoso; neta materna de Pantaleão Pedroso e de Izabel – Cardoso (SL 8/339). ↑
  48. Leonor de Siqueira de Morais era filha do Cap. Manoel Preto Rodrigues — um dos primeiros povoadores das minas de Pitangui, ede Francisca de Siqueira de Morais, natural de Jundiaí (SL 8/280); neta paterna de Manoel Dias Rodrigues e de Ana Maria de Oliveira; neta materna de Antônio Leme do Prado e de Leonor de Siqueira (SL 2/262). Ver introduçao ao Título I – Família Araújo. ↑
  49. Antônio Ferraz de Araújo era filho de Miguel de Faria Sodré, e, de Verônica Dias Leite; neto paterno de Antônio de Faria Sodré e de Inês de Oliveira Cotrini, naturais de S. Sebastião; neto materno de Antônio Ferraz de Araújo, casado em Parnaíba em 1678 com Maria Pires, filha de Bartolomeu Bueno — o Anhanguera (SL 1/508). Ver introdução ao título I – Família Araújo. ↑
  50. A patente de coronel era a mais alta da Guarda Nacional criada em 1831 e extinta em 1918, já que a de general era exclusiva do exército. O ocupante desta patente era, via de regra, abastado proprietário de terra, que, pelo seus domínios, prestígios e influência eram nomeados pelo governo federal para comandar as brigadas e as vezes também regimentos, o que lhes geravam mais poderes do que já possuíam. Em Atibaia, especialmente na velha república, existiram algumas brigadas e consequente alguns importantes personagens da cena política e da oligarquia rural ocuparam o posto de coronel, entre os quais podemos citar: Manoel Jorge Ferraz que talvez tenha sido o 1° cel. da cidade, ainda no período imperial, e no final do império e principalmente durante na república (1889 a 1918), podemos citar, q.d., os seguintes coronéis: Tomé e Lourenço Franco da Silveira, José Inácio da Silveira, José Jacinto Leite “Juca Leite”, José Jacinto Leite Jr., João, José e Florêncio Pires de Camargo, Claudino e Florêncio Alves do Amaral, João Batista da Silveira Cintra, Teófilo Urioste, Francisco Bueno da Rocha, João Batista do Amaral Bueno, Olegário Barreto e Bento José do Amaral “Bento Paes” que segundo dicionário biográfico de ruas de Atibaia foi o último coronel nomeado de Atibaia, e talvez algum outro nome não citado nesta nota. ↑
  51. O tenente Feliciano Bueno de Aguiar e sua esposa, tiveram q. d. 4 filhos: 1) Marcolina Bueno de Aguiar c.c João Francisco Teixeira (ver 2.2., 1.2., N° 02, cap. 1° título Pereira); 2) Maria das Dores c.c Tomé Franco (acima); 3) Joaquim Bueno de Aguiar (1.2., N° 08 título Alves do Amaral; 4) Emília Bueno de Aguiar c.c capitão Candido Galvão de França, residentes em Juqueri/SP. ↑
  52. No Brasil os títulos de nobreza começaram a ser distribuídos a partir da chegada da família real portuguesa em 1808. Entre 1808 a 1821 D.João VI concedeu 80 títulos, destes apenas 5% a brasileiros natos. Entre 1822 a 1889 os dois monarcas (Pedro I e Pedro II) concederam 1278 títulos a 980 titulares, já que alguns foram agraciados com mais de um título. Diferente da Inglaterra os títulos de nobreza no Brasil não eram hereditários e estavam divididos em: Barão sem grandeza (795 títulos); Barão com grandeza (135); Visconde sem grandeza (102); Visconde com grandeza (146); Conde (50); Marquês (47) e Duques (3). Nenhum atibaiano ou atibaiense residente na cidade foi agraciado com algum título de nobreza, contudo, o título de Barão de Atibaia foi concedido ao primeiro campineiro a ser agraciado com um título, Joaquim Antônio de Arruda, bem como dois títulos de nobreza foram concedidos a dois atibaianos residentes em outras cidades: 3° Barão de Campinas a Joaquim Pinto de Araújo Cintra (ver 2.2., 1.2., N° 03 deste capítulo) e o título de 2° Barão de Arari concedido a José de Lacerda Guimarães, acima. ↑
  53. Bento de Lacerda Guimarães foi o primeiro e único Barão de Araras título recebido aos 07.MAIO.1887. Era filho de Antônio Corrêa de Lacerda, casado em Atibaia com Maria Franco; neto paterno de Francisco Corrêa de Lacerda e de Ana Maria da Conceição naturais de Jundiaí e neto materno do cap. Inácio Franco deCamargo e de Gertrudes de Godoi Moreira naturais de Atibaia; recenseado em 1836 em Belém (Itatiba), onde seu pai era na ocasião juiz de paz. ↑
  54. O bairro Itapétinga é juntamente com o bairro da Caiocçara os dois bairros rurais, distantes do centro, mais antigos de Atibaia e ocupava uma grande área do município onde hoje compreende vários bairros e inúmeros loteamento, tais como: Riberião dos Porcos, Rosário, Shangrilá, Pintos, entre outros. No século XIX, q.d., pelo menos 5 famílias foram grandes proprietárias no bairro: os Leite e Pereira Leite “Poli”, Rochas, Bueno de Aguiar, Prados “Gregórios” e Pintos, essas duas útlimas próximas do hoje clube da montanha e bairro dos Pintos. No século XX podemos citar alguns famílias com forte presença no bairro como: os Peçanha, Salles e Britos, esta última de São Paulo. ↑
  55. Guilherme Zanoni era f° de Giulio Zanoni de Mantova e de Delmira Malerba de Lucca e irmão de Alexandre e de Edmundo Zanoni que foi vereador, vice-prefeito e prefeito de Atibaia. Ver nota sobre Edmundo Zanoni em 5.1., 4.1., 3.4., 2.9., 1.9., N° 03 adiante. ↑
  56. Francisco Lourenço Cintra (cap. 1° da família Araújo na introdução deste título) e seu irmão José Felix Cintra (cap. 3°, idem anterir) podem ser considerados os troncos da família Araújo Cintra ou apenas Cintra de Atibaia e de muitas cidades do interior paulista como Amparo, Ipapira e outras ↑
  57. No censo de 1820 foi classificado como negociante de ‘logea de fazenda ceca” com 14 escravos e 1 agregado. ↑
  58. No censo de 1820 tinha 9 escravos e os seguintes filhos: José Manoel, 13 anos, Sabina, 10, Ana, 8, Jacinta, 7, Maria 5 (2.1. acima) e Francisco 1 ano. ↑
  59. Nhô era inicialmente o tratamento que os escravos davam aos seus senhores, como diminutivo de Senhor (a), Sinhô (á), Nhonhô (á) Ioiô (á), Sinhozinho (a), que passou a ser utilizado pela gente em geral mas há tempos em desuso no Brasil. ↑
  60. No censo de 1846 o coronel Manoel e sua esposa tinham os seguintes filhos: Jacinto, 23 anos, Ana,20, Joaquim Manoel, 18, Maria, 17, João Manoel, 16, Maria Gertrudes, 13, Lucas, 12, Manoel Jacinto, 11 Escolástica 9 anos. ↑
  61. Edmundo Zanoni fez política oposicionista ao grupo liderado por Zezico Alivm e elegeu-se com grande votação para o cargo de vice-prefeito no pleito de 1962 quando foi eleito prefeito pela UDN, o também oposicionista, Geraldo Cunha Barros. Edmundo assumiu a prefeitura aos 05.MAIO.1964 com a vacância do cargo ocorrida com a irregular cassação do mandato do prefeito Geraldo Cunha Barros, que foi preso e obrigado a reunciar o mandato de prefeito. Em ato inédito a câmara municipal em dezembro de 1998 anulou os atos arbitrários ocorridos em 1964 e restabeleceu simbolicamente os direitos políticos de Geraldo Cunha Barros, que era advogado e faleceu solteiro aos 19.OUT.1976 distante da política. Edmundo é pai entre outros de Renato Zanoni, agrimensor, advogado, escritor e amigo do autor destas notas genealógicas. ↑
  62. Elton Ferreira Prado é amigo de infância do autor deste trabalho. ↑
  63. Zico Paes e sua esposa Mônica Ferraz são os padrinhos de batismo do avô materno (Roberto De Carlo) do autor destas notas. ↑
  64. Segundo o já citado Dicionário das Famílias Brasileiras, para o provimento do posto de tenente-coronel de milícias usava-se os mesmos critérios para o de Coronel, isto é, serem bem aparentados e estabelecidos e terem apresentado em funões militares anteriores ‘”toda honram zello e dezenteresse, e possibilidades para se tratar com luzimento e bem dezempenhar as obrigações do posto”. ↑
  65. No biênio de 1862/63 a Assembleia legislativa do Estado de São Paulo contou com 2atibaianos e primos-irmãos: Manoel Jacinto de Araújo Ferraz eleito por Atibaia e Evaristo de Araújo Cintra, eleito por Mogi-Mirim onde vivia, ambos eleitos pelo partido liberal. ↑
  66. Frutuoso Furquim de Campos (SL 6/280)n. em 1723 em Parnaíba, hoje Santana do Parnaíba. Foi sem dúvia o maior líder oposicionista nas décadas de 1760 e 1770 em Atibaia onde possuía talvez a maior fazenda no bairro do Caioçara. No censo de 1795 tinha 39 anos, mesma idade de sua esposa e morava com ele 2 filhos, sua sogra de 60 anos, 7 enteados, 1 exposto, 36 escrevas.Foi o mais importante defensor da corrente dos Pires contra os Camargos, portanto, maior adversário político do 1° capitão-mor, Lucas de Siqueira Franco, grande líder da política dominante em Atibaia. Frutuosofoi vereador em São Paulo em 1761, 1762 e 1766 e em 1769 foi juiz ordinário. Foi, por razões políticas e de interesse dos Pires, o grande responsável pela emancipação política de Atibaia em 1769 onde só consegui ser juiz ordinário em 1773. Desiludido com a política de Atibaia foi nomeado guarda-mor das Minas, cargo que exerceu por muitos anos. Faleceu em Atibaia aos 22.MAR.1800 e foi sepultado debaixo do altar-mor da matriz de Atibaia. Frutuoso teve q.d. 2 filhos: Ana Gabriela de Campos c.c N° 04 acima e o padre Frutuoso Furquim de Campos que foi importante vigário em Atibaia. ↑
  67. Segundo o Dicionário das Famílias Brasileiras já citado: “ Os tenentes de milícias ocupavam-se, da mesma forma que os Capitães, de negociar com ‘fazenda seca, vários gêneros ou tropas de animais’, vivendo alguns também de aluguéis e de rendimentos de propriedades agrícolas e engenhos. Além daqueles que venciamordenados relativos a funções públicas, havia tenentes jovens que viviam do patrimônio familiar. 52 anos foi a idade máxima e 24 a idade mínima encontrada entre os tenentes milicianos da Capitania.” ↑
  68. No censo de 1820 o cap. Francisco Bueno de Aguir e Castro tinha 40 escravos. ↑
  69. Pedro Barbosa de Vasconcellos Cunha era irmão entre outros de: 1) Antônio Gonçalves Barboza da Cunha, natural de Atibaia que foi deputado provincial (hoje estadual) em 1850/51, 52/53, 54/55, 56/57, 60/61 e 62/63 e o único atibaiano deputado geral (hoje federal) na década de 1860. Foi importante líder do partido conservador na Província de São Paulo e f. na corte (Rio de Janeiro) em 1869; 2) tenente Manoel Barboza da Cunha c.c Tomázia, filha de Salvador Ribeiro de Toledo e de Florisbina Franco (ver 2.2., 1.2., N° 07, cap. 10° adiante) e de 3) Thomás Gonçalves Barboza da Cunha que era pai, entre outros de: Thomás Gonçalves Rocha Cunha “Zico Cunha”, atibaiano que foi importante líder político da cidade de Piracaia, tendo sido juiz de paz, vereador e prefeito daquela cidade, n. aos 29.FEV.1860 e f. aos 03.SET.1947. ↑
  70. Amaro Leite de Moraes, como já se viu no texto sobre a família Araújo na introdução deste título, é juntamente com seu irmão, o capitão João Leite de Moraes os troncos das diversas famílias, que carregam o sobrenome Leite em Atibaia. ↑
  71. Descobrimos um certo João Silveira Franco que foi casado 1ª vez com (…) e 2ª vez com Cândida Maria Silveira Cintra, filha de José Félix Cintra e de Iria Leite Pacheco (ver 1.1., N° 01, cap. 3° da família Araújo na introdução do título I), o qual não escobrimos tratar-se do mesmo Josão Silveira Franco acima. ↑
  72. Silva Lemeem Genealogia Paulistanão dá como certo ser Estevão f° de Miguel de Camargo Ortiz e de Esmeria, contudo descobrimos com absoluta certeza a ascendência de Estevão, a saber: Estevão Soares de Camargo era f° de Esmeria Francisca das Neves e de seu segundo esposo Miguel Leite de Godoi, os quais casaram-se em Atibaia em 1802, sendo Esmeria viúva de Salvador da Rocha Franco com quem casara em 1797. Portanto, Estevão era meio irmão de Jacinto Soares de Camargo (2/290), f° de Esmeria e de seu 1° marido, o qual casou-se 1ª vez com Albina Maria Franco (ver cap. 13° do título Alves do Amaral) e 2ª vez com Maria Gertredes, fª do alferes Francisco Soares de Moura (SL 8/313) e de Gertrudes Manoela Franco (SL 1/349). Jacinto Soares de Camargo e sua 2ª esposa são pais entre outros de: Joaquim Soares de Camargo, Ana Francisca e de Jacinto José Soares c.c Francisca Maria Soares, os quais deixaram grande descendência em Jarinu com o sobrenome Moura.Tiveram 7 filhos:1) Miguel, 2) Antônio, 3) Bento, 4) João, 5) Cristina c.c Antônio de Aguiar Peçanha, ver a seguir, 6) Pedro e 7) Luís Soares de Moura casado em Campo Largo aos 12.FEV.1874 com Escolástica Justina Franco, fª de Joaquim Antônio de Camargo e de Maria Franco de Camargo. ↑
  73. Encontramos 4 certidões de casamento em Campo Largoque contém o sobrenome Soares, são elas: 1) Inácio Soares de Moraes com Ana Francisca Cardoso aos 17.JUL.1833, sendo ele viúvo de Francisca Franco e ela fª de Joaquim Franco de Camargo e de Inácia Cardoso do Amaral; 2) Pedro Antônio de Camargo com Joaquina Franco Penteado aos 04.ABR.1837, sendo ele f° de Antônio Soares de Camargo (que também pode ser irmão de Estevão Soares de Camargo e Jacinto José Soares) e de Gertrudes Soares e ela fª de Vicente Luiz de Camargo e de Maria Francisca; 3) Joaquim José Soares com Ana Angélica aos 03.MAIO.1844, sendo ele f° de Francisco Soares e de Ana Angélica e ela fª de Francisco Correia Bueno e de Teodora Maria e 4) Manoel Soares de Camargo aos 03.NOV.1864 com Francisca Maria Soares, sendo ele f° de José Francisco Soares e de Ana Angélica e ela fª de Miguel Leite de Camargo e de Gertrudes Maria Soares. ↑
  74. Temos absoluta certeza, embora não tenhamos encontrado provas, que Ana Franco Penteado também seja filha ou quem sabe uma neta de Antônio Luiz Leite Penteado, razão pela qual a incluimos aqui. Também é possível que Ana Franco Penteado possa ser filha de Benedito Alves de Siqueira e de Delfina Franco do Amaral (ver 3.1., 2.1., 1.4., N° 01, cap. 1° do título Siqueira Franco). ↑
  75. Encontramos uma certidão de casamento de um dos filhos de João José Lopes de Camargo e de sua primeira esposa de nome José Lopes de Camargo casado aos 12.NOV.1863 com Maria Franco, dispensados no 3° grau, sendo ela filha de Camillo Lopes de Camargo e de Francisca de Paula Franco, os quais casaram-se aos 02.OUT.1845 em Campo Largo, sendo ele filho de Salvador Lopes de Camrgo e de Gertrudes Maria e ela filha de José Caetano Franco e de Maria Joaquina de Godoi, o que nos faz concluir que os noivos José e Maria eram primos, uma vez que o os pais de ambos eram irmãos (Camilo e João José). ↑
  76. A família Cintra em Atibaia descende, como já explicamos, de dois troncos: Francisco Lourenço Cintra e de José Felix Cintra (ver texto sobre a família Araújo na introdução deste título). A maioria dos Cintras com raízes em Atibaia descende de Francisco Lourenço Cintra. Uma pequena descendência de José Félix Cintra poder ser observada em 2.6., 1.5., N° 06, cap. 6° do título Alves do Amaral. ↑
  77. Cacilda Aparecida Leite foi a primeira professora do ensino fundamental do autor destas notas. ↑
  78. O capitão Joaquim Antônio Pedroso Júnior era filho de outro de mesmo nome e de Gertrudes Pedroso e pode ser considerado tronco da família Pedroso de Terra Preta de Mairiporã e fundador do citado distrito. Teve 4 filhos do seu 1° casamento: 1) Benedita Maria Pedroso (2.1. acima); 2) Maria do Carmo Pedroso (2.3.); 3) Waldomiro Antônio Pedroso (ver 3.3., 2.3.,1.3., N° 05, cap.5° do título Alves do Amaral.) e 4) Antonia Maria da Conceição c.c Francisco Galvão de França e 6 filhos de seu 2° casamento com Benedita Maria Pedroso: 5) Alice (ver 3.1., 2.1., 1.1., N° 09, cp. 6° deste título); 6) Gertrudes; 7) Adelino; 8) Francisca (ver 3.2., 2.3., 1.3., N° 05, cap. 5° do título Alves do Amaral; 9) Adélia e 10) Sebastião. ↑
  79. Encontramos no livro de sepultamentos do cemitério São João Batista de Atibaia um registro de óbito de uma certa Davina Alexandrina do Prado f. aos 10.DEZ.1915 com 35 anos c.c Benedito Martins que acreditamos ser o Nito Diola, fª de Perfeita Alexandrina do Prado e de João Antônio do Prado (que pode ser o citado em 1.4., N° 01, cap. 5° do título Pereira), a qual é possível que seja a mesma retratada acima, ou seja, Ana Alexandrina 3.1. ↑
  80. A esposa do advogado e ex-presidente da subsecção da OAB de Atibaia de 1985 a 95, Walny de Camargo Gomes, Maria José Bueno de Aguiar é trineta deste Francisco Bueno de Aguar (II), cujo um dos netos: Tentente-coronel Francisco Bueno de Aguiar Neto (IV) “Chico Capitão”, filho de Paulino Bueno de Aguiar, este irmão de Francisco (III acima), ambos, filhos de Francisco (II) e de sua esposa, Ana Miquelina Dutra, mudou-se de Itatiba para Atibaia onde se estabeleceu e faleceu aos 09.JUL.1940, deixando descendentes. ↑
  81. José Felix Cintra (1728-1807) era como já foi dito, irmão do capitão Francisco Lourenço Cintra, cujos descendentes unido-se aos descendentes da família Siqueira Franco, dominaram por muito tempo a política em Atibaia. Foi sargento-mor de Atibaia. Entre os inúmeros descendentes de José Félix Cintra, destacamos o seu tetraneto, senador reeleito pelo PT para o terceiro mandato por São Paulo (1990/2014), Eduardo MatarazzoSuplucy, que era trineto do coronel Eleutério de Araújo Cintra, este um dos 10 filhos de José Félix Cintra. ↑
  82. O antigo bairro do Caiçara é juntamente com o bairro do Itapetinga os dois mais antigos de Atibaia e era muito extenso, contudo um de seus centros de referência seria onde hoje encontra-se o bairro e a capela das Brotas. O bairro se estendia até o município de Jarinu. ↑
  83. Entre os 5 filhos do casal Maria Joaquina Pedroso e do cap. Jerônimo de Gogoi Moreira destacamos 1) Maria c.c José Bueno da Cunha [ver nota do N° 01 do capítulo 3° do título Freitas] e 2) cap. Lourenço Franco da Rocha Bueno. ↑
  84. O túmulo de Maria G. Franco é o mais antigo do cemitério São João Batista de Atibaia, transferido do antigo cemitério da cidade. ↑
  85. Rogério Ribeiro da Silva foi casado 1ª vez com Cecília Selma Bassani com quem teve: Rafael, pai de Lucca e Catarina. Selma Bassani casou-se 2ª vez com David da Cunha Boal Júnior, ouvidor geral do município de Atibaia desde 2007, com quem teve: Júlia e Henrique, todos amigos pessoais deste autor. ↑
  86. Durante muitos anos a família de Lilo Santos foi muito próxima de minha família materna, ambas com residência na rua Benedito de Almeida Bueno, centro da cidade. ↑
  87. Sobre a origem do sobrenome Peçanha descobrimos que em 1317, Dom Diniz, Rei de Portugal, contratou entre outros, Micer Manuel Pezagno, um genovês, de família aristocráta e conhecido como hábil cosmografo, para o cargo de almirante-mor de Portugal. Manuel Pezagno além de ter sido hábil marinheiro foi também hábil diplomata. Pezagno veio para Portugal já casado, enviuvando casou em Lisboa com Leonor Afonso e deixou grande e ilustre descendência. O sobrenome sofreu modificação, aportuguesando-se para Peçanha ou Pessanha dando origem aos Peçanhas portugueses que por volta de 1560 chegaram ao Brasil. ↑
  88. No censo de 1820 era furriel miliciano de cavalaria (sargente de milícias), tinha 5 filhos e tinha 6 escravos no bairro do Rio Acima. ↑
  89. Encontramos o batismo de Joaquim, filho de João Peçanha Falcão e de Ana Maria de Jesus aos 25.JUN.1820. ↑
  90. Flórido José Batista n. aos 27.MAIO.1820 no Porto, Portugal, era f° de Joana Pinto e de pai incógnito segundo sua certidão de nascimento, mas segundo pesquisas feitas pela família era f° de um alemão de origem judia. Era pessoa culta e de grande inteligência, trabalhou em navios mercantes como contador e psicógrafo; casou-se em Atibaia aos 23.SET.1843 com Ana de Oliveira, fazendeira em Atibaia, fª de José de Oliveira Pinto e de Maria (…) Anunciaçao. Por ser muito conhecido e respeitado, pelo menos, um de seus filhos (Joaquim acima) acabou transmitindo como sobrenome o nome Flórido, já outra filha (Ana Batista de Oliveira) transmitiu aos descendentes o sobrenome Batista (ver sobre os descendentes de Ana na última nota de rodapé do título Leite deste trabalho). ↑
  91. Filhos de Joaquim Flórido com sua seguda esposa Auristela Aureliana de Vasconcelos: 1) Sebastião Florido n. aos 30.JAN.1901 e f. aos 19.SET.1970, foi respeitado músico, compositor e maestro em Atibaia, c.c Henriqueta do Vale; 2) Pedro Florido, falecido solteiro; 3) Benedito Florido, falecido solteiro; 4) Olívia Florido c.c Oscar Leite; 5) Antonieta Flórido c.c Clodomiro Marcondes; 6) José Florido e 7) Judith Florido Cesar f. aos 13.MAR.1992 (?) c.c Miguel Cezar f. aos 14.OUT.1988. ↑
  92. Bento Soares foi um do quatro atibaianos mortos na revoluçãoconstitucionalista de 1932: 2) Antônio Silveira da antiga Força Publica, morreu no hospital miltar em São Paulo em decorrência de ferimentos sofridos na guerra. Era filho de Benedito Silveia e de Jovina Maria Silveira; 3) Dulcidio Camargo Gonçalves, voluntário, defendeu o túnel e nesta posição faleceu aos 05.AGO.1932, era morador do bairro do Tanque e trabalhava em Bragança Paulista para onde seu corpo foi translado de Cruzeiro e 4) José Silva, voluntário, nascido aos 29.DEZ.1915 no bairro do Tanque e era jornaleiro em Atibaia. ↑
  93. João Pires Pimentel, segundo seu inventário aberto em 1771, visto por mim no Arquivo do Estado de São Paulo, deixou entre outros bens: 8 escravos, um sítio (fazenda) próximo a Conceição de Jaguari onde era freguês e deixou 6 filhos: 1) Maria 13 anos que mais tarde se casou com Felipe Pires de Ávila; 2) Vicente, 10 anos; 3) João com 8 anos; 4) Gertrudes com 6 anos; 5) Francisco com 4 anos e 6) Pedro com 2 anos. Ana de Godoi Moreira, viúva de João Pires Pimentel casou-se segunda vez com Pedro José da Rosa e já havia morrido em 1783. ↑
  94. Manoel Vaz Barbosa, falecido em 1735 em Atibaia, onde foi o 1º juiz-vintenário, era filho de Felipe Martins Ordonho e de Maria Ribeira Barbosa Calheiros; por esta, neto do célebre sertanista e valoroso cabo de guerra Domingos Barbosa Calheiros, que em 1658 comandou uma tropa de paulista que foi combater o gentio dos sertões da Bahia, precisamente quando mais intensa era a luta entre Pires e Camargos; Calheiros era partidário destes últimos. ↑
  95. Izabel da Costa Pimentel era fª de Francisco Martins de Barcelos, falecido em 1670, e de Sebastiana Pires Pimentel; neta materna de Paulo da Costa Pimentel e de Maria de Nunes Siqueira;esta, filha de Francisco Nunes de Siqueira, cognominado o Redentor da Pátria. ↑
  96. Ver notas do título Alves do Amaral. ↑
  97. Segundo Waldomiro Franco da Silveira in História de Atibaia, página 99, em 1766 João Pires Pimentel, o velho, “ .apesar de ser o dono por escritura de compra, pede confirmação da sesmaria de uma légua de testada por meia de sertão até o rio Jaguarí; estas terras faziam parte do bloco pertencente a João do Prado de Camargo [genro de Jerônimo de Camargo, o fundador de Atibia] que vendeu a Manoel Ribeiro de Siqueira; este, muito depois, vendeu a Pimentel. As citadas terras foram compradas de Manoel Ribeiro no ano de 1773 por 131$000, Ribeiro havia comprado de João do Prado de Camargo em 1743 por 25$000. Ainda, segundo Waldomiro, na citada obra, João Pires Pimentel em 1766 possuia “…seis escravos, 12 cavalos, e seis vacas; a casa de morada em taipa coberta de sapé e era este João Pires Pimentel, o velho, é pode ser considerado um dos troncos das famílias Pires, Camargo, Franco, Pimentel e Silveira de Atibaia, Itatiba, Limeria, Campinas, Amparo e Pirassununga. ↑
  98. Maria Antonia Franco é descendente dos Camargos: 1º família Atibaiana. Era neta materna de Maria Franco do Prado e de Jerônimo de Camargo Pimentel, por este bisneta do capitão Francisco de Camargo Pimentel este filho do capitão Marcelino de Camargo, o patricarca de Atibaia e irmão de Jerônimo de Camargo, considerado o fundador de Atibaia. ↑
  99. Manoel Bueno de Azevedo era f° do cap. Bartolomeu Bueno de Azevedo e 1ª mulher Maria de Lima do Prado; n.p. de Francisco Bueno de Camargo e de Mariana de Freitas Azevedo; n.m. de Manoel de Lima do Prado e de Ana Peres Vidal de Siqueira (SL 1/392). ↑
  100. Francisca Pires de Siqueira, falecida em 1758, era natural de Juqueri, filha de Manoel de Lemos e de Tereza Pires. ↑
  101. Waldomiro Franco da Silveira na citada obra página 104. ↑
  102. Embora este título reuna os dois sobrenomes que protagonizaram a célebre disputa política em São Paulo e em Atibaia entre os anos de 1640 a 1770, os Pires deste título, até onde descobrimos, nada tem haver com os Pires, descendentes de Salvador Pires, cujos descendentes foram líderes do partido dos Pires, já os Camargos são os mesmos Camargos do fundador de Atibaia, os quais disputaram a hegemonia política de São Paulo e Atibaia nos séculos XVII e XVIII. ↑
  103. Pelos filhos e genros do casal Gertrudes Pires Alvim e Major Alvim, tem-se uma ideia do domínio político da família em Atibaia nas décadas de 1930, 40 e 50 (salvo por curtos períodos de exceção) até a eleição do oposicionista Geraldo Cunha Barros em 1962 que pôs fim a hememonia política dos Alvim em Atibaia (ver a família Alvim de Atibaia no anexo deste título). ↑
  104. Waldomiro Franco da Silveira citou em sua já citada obra tanto João Luiz Penteado (N° 06) quanto seu sobrinho João Franco Penteado (1.1., N° 01), contudo, em razão da semelhança do nome de ambos e do primeiro nome de suas respectivas esposas ser o mesmo, é possível que tratam-se da mesma pessoa, ou seja, ambos os João serem uma só pessoa. Contudo, por tratar-se de excelente obra, e de uma possível coincidência, mesmo na dúvida registramos aqui os dois João, conforme informou-nos Waldomiro Franco da Silveira. Também encontrei citações que João Luiz Penteado teria sido c.c Ana Francisca Franco, mas acredito que tratar-se de um erro. ↑
  105. Encontramos uma certidão de casamento de um dos filhos de João José Lopes de Camargo e de sua primeira esposa de nome José Lopes de Camargo casado aos 12.NOV.1863 com Maria Franco, dispensados no 3° grau, sendo ela filha de Camillo Lopes de Camargo e de Francisca de Paula Franco, os quais casaram-se aos 02.OUT.1845 em Campo Largo, sendo ele filho de Salvador Lopes de Camrgo e de Gertrudes Maria e ela filha de José Caetano Franco e de Maria Joaquina de Godoi, o que nos faz concluir que os noivos José e Maria eram primos, uma vez que o os pais de ambos eram irmãos (Camilo e João José). ↑
  106. Os anos que constam entre parênteses na frente dos filhos do casal Inácio Pires de Camargo e de Maria Joana Soares se referm aos seus nascimentos e obtivermos nos respectivos inventários de Maria Joana (1836) e de Inácio (1850) e acreditamos que seja os anos corretos de nascimentos dos mesmos, embora não tenhamos dispostos os mesmos em ordem cronológica de nascimento. ↑
  107. Em apertada síntese o Brasil teve 9 moedas diferentes: 1) O Real entre 1550 a 1942, cujo plural era popularmente chamado de réis e depois mil-réis; 2) O Cruzeiro entre 1942 a 1967; 3) O Cruzeiro Novo entre 1967 a 1970; 4) Novamente Cruzeiro entre 1970 a 1986; 5) O Cruzado entre 1986 a 1989 (governo Sarney); 6) O Cruzado novo 1989 a 1990 (Governo Sarney); 7) Novamente o Cruzeiro entre 1990 a 1993 (governo Collor); 8) O Cruzeiro Real (governo Itamar) e 9) O Real de 1994 até hoje (governo FHC) ↑
  108. Embora Juvenal Alvim tenha sido incotestavelmente, o mais importante líder político e capitalista de Atibaia entre meados da década de 1910 a meados da décade 1930, por razões que desconhecemos ele não ocupou o mais alta patente da guarda nacional, que era a de coronel, o que seria muito natural. È possível que tal fato tenha se dado em razão do (s) posto (s) já ter (em) ocupante (s) ou por outra razão que desconhecemos. Lembrando que a guarda nacional foi extinta oficialmente em 1918, mas temos notícias que até 1924 o presidente da república, Arthur Bernardes, mandava expedir diplomas de patentes da guarda nacional. ↑
  109. Jacinto Silva e seu pai Eduardo Silva foram os loteadores do bairro Jardim Brasil, também conhecido como Vila Silva, cujo processo de loteamento iniciou-se em 1957 e foi aprovado em 1959, representados pelo procurador Moacir Verde Selva (1927-1992). Trata-se de um pequeno bairro com cerca de cinco ruas, limitado entres avenidas Carvalho Pinto e Jerônimo de Camargo, no trecho do bairro do CTB, e entre a rua Ruy Barbosa e ribeirão do Moinho, mais conhecido hoje por Piquiri, no seu trecho canalizado, entre as citadas duas avenidas. Mesmo sendo um loteamento do final da década de 1950, o bairro começou a ser povoado apenas na segunda metade da década de 1960, e teve, entre seus primeiros moradores meu o avô paterno deste autor, Oscar Bedore que para lá se mudou em 1968. Localizado em área baixa (várzea), o bairro quase sempre é atingido pelas águas que descem pelo córrego do Piquiri, provenientes das chuvas que caem na serra do Itapetinga, como as que caíram em 01.MAR.1988 e mais recentemente em 11.JAN.2011, quando o bairro ficou inteiramente submerso, com consequentes prejuízos a seus moradores. Bairro onde reside o autor destas Notas Genealógicas. ↑
  110. No censo de 1820 há uma abreviação de S.M. após o nome de Francisco Soares de Lima que pode indicar que o mesmo foi Sagento-mor ou outra função. ↑
  111. No censo de 1820 tinha 50 anos, portanto, nasceu em 1770. No mesmo censo tinha 4 filhos: Bento 16, João 14, Antônio 12 e Maria 12, tinha também 3 escravos. ↑
  112. A ordem do nascimento de alguns filhos devem estar erradas e percebemos alguns erros somente depois de termos visto os censos populacionais de Atibaia, contudo, para não alterar as diversas vezes que remetemos ↑
  113. Filho de Domingos Cordeiro Paiva, falecido em 1686 em Jundiaí onde foi morador e de Suzana de Almada, falecida em 1699.

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  114. Filha de Luiz do Amaral (o velho) e de sua 1ª esposa Maria de Saavedra;

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  115. Antônio Alves do Amaraal aparece nos seguintes censos: No censo de 1782 com 20 anos a filha Maria com 1 ano e 1 escravo. No censo de 1795 tinha 7 escravos; No censo de 1790 tinha 2 escravos, no censo de 1806 tinha 10 escravos e colheu 500 alqueires de milho e feijão; No censo de 1808 tinha 11 escravos, no de 1810 tinha 18 escravos. No censo de 1820 tinha 17 escravos e cultivou 500 alqueires de algodão. No censo de 1824 tinha 65 anos e 19 escravos; No censo de 1825 tinha 66 anos, Maria Angélica 48, filhos: João 7, Ana 6. Tinha 20 escravos e plantou 300 alqueires. No censo de 1829 tinha 18 escravos e no censo de 1836 tinha 14 escravos. ↑
  116. Rafael Cordeiro do Amaral foi citado no censo de Atibaia do ano de 1765 como tendo 64 e sua segunda esposa, Ana com 38. Era também fazendeiro em Atibai e teve seis filhos com sua 1ª esposa, Escolástica Ortiz de Camargo e oito filhos com sua segunda esposa Ana Ribeiro Cardoso n. em 1720: 1) Joana Cordeiro do Amaral; 2) Maria de Oliveira do Amaral; 3) Escolástica Ortiz de Camargo; 4) Bento, faleceu sem descendentes; 5) João Ortiz de Camargo e 6) Gertrudes Cordeiro; 7) José Bueno do Amaral; 8) Inácio Alvares do Amaral; 9) Francisco Cordeiro do Amaral, vereador em Atibaia em 1798 e 1804. que casou-se na mesma vila em 1774 pela 2ª vez com Ana Joaquina das Neves, filha de Amaro das Neves de Moraes e de Maria Leite de Araújo, estes avós paternos da segunda mulher (Manoela Antonia) do tronco do título Pereira, deste trabalho; 10) Antônio Alvares do Amaral, trono deste título; 11) Inácia Buneo Cardoso; 12) Gertrudes Cardoso Bueno ou Cordeiro Bueno, falecida em 1838, foi c.c Bartomeu Franco Azevedo, filho de Maria de Soua e João Franco Viegas; 13) Maria Cardoso de Oliveira que casou-se em Atibaia em 1792 com Francisco Soares de Lima, tronco do título Soares, deste trabalho e 14) Ana Cordeiro. Acreditamos que os descendentes de Rafael Cordeiro do Amaral são importantes elementos na formação da família atibaiana e com certeza Rafael Cordeiro do Amaral pode ser considerado um importante tronco familiar em Atibaia e só não foi disposto como tronco do título Amaral deste trabalho, em virtude da escacez de informações sobre os descendentes de seus outros filhos. ↑
  117. Ana de Ribeira Cardoso era filha do cap. Antônio Alvares Cardoso e de Ana de Ribeira Bueno. Antônio Álvares Cardoso esteve nas minas de Aiuroca, nas de Parapanema e finalmente nas de Goiais, pode ser considerado o tronco da família Álvares Cardoso de Itatiba e Alves de Atibaia. ↑
  118. Capitão de milícias Crispim da Silva Franco (SL 2/268) n. entre m 1739/42 em Atibaia (no censo de 1765 tinha 25 anos) onde foi pessoa de muito respeito, importante fazendeiro com escravatura no bairro Rio Abaixo e tronco familiar e pode ser considerado um importante tronco familiar na formação da família atibaiana. Faleceu aos 02.DEZ.1829. Era filho de João Franco Viegas (ver sobre ele abaixo) e de Maria de Souza, casados em Atibaia; neto paterno do capitão Lourenço Franco do Prado e de Ana Peres Pedroso; neto materno de José de Souza (português) e de Ana Maciel da Gama (SL 2/121). Crispim da Silva Franco casou-se 4 vezes: 1ª com Isabel Cardoso da Silveira (também chamada Isabel Ortiz), f. em 1778 em Atibaia com 31 anos, fª de Pedro Ortiz de Camargo e de Catarina Rodrigues Garcia SL 1/363; 2ª vez casou em 1779 na mesma vila com Gertrudes Alves Cardoso, fª de Inácio Alves Cardoso e de Maria de Godoy Moreira SL 1/491; 3ª vez casou aos 07.OUT.1799 na mesma vila com Gertrudes Maria Franco, f. em 1815 nessa vila com 40 anos, fª de Joaquim Bueno de Azevedo e de Messia Ferreira de Camargo, SL 1/400; 4ª vez casou o capitão Crispim em 1816 na mesma vila de Atibaia com Maria Joaquina Franco, fª de Joaquim Franco de Camargo e de Inácia Bueno Cardoso SL 1/340. Teve 8 filhos com a 1ª esposa, 2 com a 2ª, 4 com a 3ª e nenhum com a 4ª: 1) Maria Gertrudes Franco c.c 1ª vez c Vicente Pires Pimentel em 1780 e 2ª vez aos 25.AGO.1801 c Rafael Cordeiro do Amaral, filho de Gertrudes Ortiz e de Antônio Alvarez Cardoso, irmão da segunda esposa de Rafael Cordeiro do Amaral acima; 2) capitão Inácio Franco de Camargo; 3) Ana Franco da Silveira, 1ª esposa do tronco deste título; 4) Francisco da Silva Franco; 5) João Batista Franco; 6) José Maria Franco; 7) Joaquim da Silva Franco; 8) Mecia da Silveira Franco; 9) alferes Salvador do Nascimento Franco; 10) Inácio José da Silva; 11) Maria da Silveira Franco; 12) Ana Gertrudes Franco; 13) Antônio da Silveira Franco e 14) Maria Rita. No censo de 1790 Crispim tinha 7 escravos; No censo de 1810 Crispim tinha 13 escravos, no censo de 1820 tinha 11 escravos. No censo de 1825 tinha 84 anos, sua esposa Maria Angélica 41, Filhos João 7 e Ana 6, 18 escravos e cultivava 300 alqueires de algodão e 20 de feijão. ↑
  119. Izabel Cardoso da Silva, falecida com 31 anos em 1778 em Atibaia, era filha de Pedro Ortiz de Camargo e de Catarina Rodrigues Garcia; neta paterna de Francisco de Camargo Pimentel e de Izabel da Silveira Cardoso; neta materna de Gaspar de Louvêra e de Ana Rodrigues Velho. (SL 1/ 335). ↑
  120. João Franco Viegas n. entre 1711 a 1713 em Atibaia e aí faleceu aos 05.SET.1792 com 81 anos, sendo sepultado dentro da matriz de Atibaia em 1792. No censo de 1790 tinha 77 anos e sua mulher Maria da Silva Souza com 70 anos, tinha uma filha (Joana) de 40 anos e 1 escravo. No censo de 1795 tinha 65 anos, 2 filhos e 7 escravos e moravam no bairro de Campo Largo, hoje município de Jarinu..Foi vereador na primeira câmara de Atibaia em 1770. ↑
  121. Há em Atibaia uma família Amaral descendente de João Franco do Amaral que aos 23.DEZ.1880 casou-se com Ana Justina do Amaral, sendo ele filho de Joaquim Franco do Amaral e de Inácia Maria de Jesus e ela filha de Delfim José do Amaral e de Francisca Gomes Leite que embora temos certeza que seja a mesma família Alves do Amaral aqui retratada não conseguimos descobrir a ligação entre elas. Deste João Franco do Amaral descende entre outros Virgílio Franco do Amaral pai de Ida Amaral c.c Renato Zanoni, filho de Edmundo Zanoni, já retratado neste trabalho. Renato é amigo deste autor, também pesquisador sobre a história de Atibaia e pai de Ana Lúcia e José Roberto c.c Daniela Matias Zanoni. ↑
  122. Gertrudes Maria de Araújo era irmã entre outros de,João Leite de Moraes e Amaro Leite de Moraes, que podem ser considerados os troncos das mais antigas famílias Leite de Atibaia, como os Leite descendentes do capitão Jacinto Manoel Leite, tronco do título Leite deste trabalho, dos Pereira Leite, retratos no título Pereira deste trabalho e dos Leite descendentes do capitão Antônio de Pádua Leite, retratados em parte em diversos títulos deste trabalho. Ver N° 03 do capíulo 2° do texto sobre a família Araújo em introdução ao título I deste trabalho. ↑
  123. Inácio Alves Cardoso era filho do cap. Antônio Alvares Cardoso e de Ana de Ribeira Bueno; neto paterno de Manoel Alvares Rodrigues (português); neto materno do capitão Francisco Cubas de Mendonça, falecido em 1718 e de Ana de Ribeira da Luz, falecida em 1741 descendente de Amador Bueno da Ribeira — o Aclamado Rei de São Paulo. (SL 1/459). ↑
  124. Maria de Godoi Moreira era filha de Baltazar de Godoi Moreira, casado em Atibaia com Rosa Rocha, falecida com 80 anos em 1784 nessa cidade; neta paterna de Baltazar de Godoi de Mendonça e de Francisca Cordeiro (SL 6/13); neta materna de Jerônimo da Rocha Pimentel e de Joana de Lima (SL 3/144). ↑
  125. Em 1811 Jacinto Alves do Amaral era um dos 21 eleitores de Atibaia. A Constituição de 1824 somente garantia o direiro de voto aos os homenslivres, maiores de 25 anos e com renda anual líquida de, no mínimo, 100 milréis, também chamado de eleitor de paróquia. Existia também os eleitores de província que eram também os homens livres, maiores de 25 anos e possuidores de renda mínima de 200 mil réis. O voto, portanto, era indireto, não secreto e censitário. Acreditamos que a lista de 21 eleitores de Atibaia de 1811 deveria tratar dos eleitores de província, ou seja, dos eleitores aptos para escolher os representantes da província (Estado), em síntese, os eleitores chamados de paróquia eram os que só podiam votar nos representantes do município (vereadores e juízes) e os eleitores de província eram os eleitores que podiam votar nos representantes do Estado (deputados provinciais), ou os eleitores da paróquia elegiam os eleitores de província que elegiam os deputados, senadores e membros dos Conselhos Gerais de Província. ↑
  126. Jacinto Alves do Amaral aparece nos seguintes censos: No censo de 1820 tinha 8 escravos e cultivou 300 alqueires de feijão. No censo de 1824 tinha 11 escravos; No censo de 1825 tinha 36 anos, Maria do Espírito Santo 39, filhos: Antônio 11, João 9, Francisco 2, Maria 6, Ana 4. Tinha 13 escravos e cultivou 400 alqueires de algodão. No censo de 1829 tinha 17 escravos. ↑
  127. Mantive aqui a ordem exposta na obra de Waldomiro Franco da Silveira, contudo, tudo indica que Zeferino era o último filho de Jacinto Alves do Amaral e sua eposa Maria do Espírito Santo. ↑
  128. É muito provável que Valentina tenha sido a pessoa mais idosa viva na ocasião do lançamento deste trabalho. Faleceu em 08 de agosto de 2016 com 107 anos e sete meses. ↑
  129. A primeira esposa de Giuseppe Bedore, também imigrante e irmão de Luigi Bedore, trisavô do autor deste trabalho (ver 1.1. e 1.14., N° 02, cap. 3° do título Bedore), chama-se Emília Broggin e muito provavelmente era irmã ou prima de Maria Broggin visto que as famílias Rosa e Bedore eram da mesma cidade: Ospedaletto Euganeo/PD. Se a versão de que Luigi Bedore teria vivido algum tempo em Atibaia em sua 1ª imigração for verdadeira é muito provável que tenha vindo para Atibaia a convite dos Rosa que já se encontravam na cidade desde 1890, ou seja, um ano antes da 1ª imigração de Luigi Bedore, ou todavia, tenha sido apenas uma coincidência. ↑
  130. Miguel Vairo casou-se 2ª vez com Maria Umbelina Barboza da Cunha (ver 4.1., 3.1, 2.2., 1.2., N° 06, cap. 10° do título Siqueira Franco, com quem teve 12 filhos lá descritos. ↑
  131. Bento Pereira de Oliveira “Bento Gomes” era provavelmente filho de Jacinto Gomes Pinto e de Maria Joaquina de Oliveira. Ver nota no N° 02 do cap. 11°do título Leite. ↑
  132. Lourenço Franco da Rocha Bueno foi capitão de ordenanças e fazendeiro. Era filho de Jerônimo de Godoi Moreira casado em Santana do Parnaíba em 1775 com Maria Joaquina Pedroso, n.p. do tenente José de Godoi Moreira e de Isabel Cardoso Franco f. em 1773 em Atibaia, esta filha de Jerônimo de Camargo Pimentel e de Maria Franco do Prado. No censo de 1829 tinha 44 anos e sua mulher Maria Madalena Rodrigues 31 anos, 6 filhos: João Batista, 14 anos, Maria, 11, Francisco, 9, Ana, 7, José 5 e Candido 3. Tinha 15 escravos ↑
  133. Descobrimos um outro batismo de Ana, filha de Jacinto Alves do Amaral e de Maria do Espírito Santos aos 16.OUT.1817 que deve se tratar de uma irmã de Ana, acima, falecida na menoridade provavelmente. ↑
  134. Joaquim Antônio Pedroso Júnior ver nota em 2.3., 1.1., N° 09, cap. 6° do título Siqueira Franco. ↑
  135. Rodrigo foi colega de ensino fundamental e é amigo do autor. Marcelo é amigo deste autor e filho de Lucy Marques Corradini e de˙Otávio Corradini. ˙Rean Ferreira Prado é amigo deste autor e filho de Regina Ferreira e de Antônio Bueno do Prado “Guinho” n. aos 13.JUN.1948 e f. aos 21.MAR.2012, contador em Atibaia., cujo falecimento trágico e seu grande carisma, comoveram a cidade. ↑
  136. Alexandre Milanello além de amigo de infância do autor deste trabalho, contemporâneo da faculdade de direito (turma de 1997) é seu parente (tetravós de ambos são irmãos, ou descendem de um mesmo casal de pentavós ou são primos em 9° grau genealógico). Ambos estiveram juntos na Itália em 2002 e 2007, uma vez que cidade de origem dos Milanello, Ponso, dista apenas 7 km da cidade de origem dos Bedore, Ospedaletto Euganeo. todas na Província de Padova, região do Vêneto. Neste trabalho Alexandre Milanello tem sua ascendência abordada em quatro Títulos: Siqueira Franco, Alves do Amaral, Soares e Bueno. ↑
  137. Encontramos o óbito de outro filho de Rodrigo e Gertrudes de nome José, falecido aos 16.AGO.1878. ↑
  138. José Luiz Teixeira, além de amigo pessoal do autor deste trabalho é seu parente (uma bisavó de José Luiz é tetravó deste autor, ou um casal de trisavós de José Luiz são pentavós deste autor ou ainda são primos em 5° grau genealógico). O gosto pela genealogia deste autor é resultado da amizade e do excelente trabalho genealógico de José Luiz Teixeira que tem parte de sua ascendência abordada em seis títulos deste trabalho: Siqueira Franco, Alves do Amaral, Soares, Bueno, Leite e Pereira. ↑
  139. Ricardo Pérgola é amigo de infância do autor deste trabalho e responsável pelo museu de história natural de Atibaia. ↑
  140. Descobrimos um certo Tertuliano José do Amaral n. em 1872 e f. 04.FEV.1917 c.c Cândida Maria de Jesus, o qual, segundo documentos era filho natural de Lourenço Alves do Amaral e de Josefa Maria da Conceição de origem afro. Deste casal Lourenço e Josefa descende: (Ver 6.1., 5.8, 4.2., 3.2., 2.5., 1.6., N°01, cap. 7° do título Padilha). ↑
  141. O alferes Manoel Joaquim Leite é o pai natural do capitão Jacinto Manoel Leite, tronco do título Leite do nosso trabalho. Portanto, o coronel José Manoel Leite era primo do capitão Jacinto de Atibaia. ↑
  142. Descobrimos um irmão de Maria de Toledo Ordonhes, de nome José de Toledo Ordonhes que foi casado com Elizéia Campos ou Elisa Soares de Campos. Este casal, entre outros, teve q.d.: Margarida Toledo Ordonhes, f. aos 25.MAR.1961 que foi c.c João Anselmo Bueno n. aos 23.MAR.1867 e f. aos 17.NOV.1955, filho de Juliana Teodora de Oliveira, f. aos 03.OUT.1921 e de João Anselmo Bueno, o qual pode ser considerado tronco da família Anselmo de Atibaia e são os trisavós do ex-prefeito de Atibaia de 2001 a 2008 e ex-deputado estadual pelo PV entre 2011 a 2015, José Roberto Tricoli “Beto Tricoli”. ↑
  143. Antônio Pinto Teixeira e sua esposa Maria Titarelli foram padrinhos de batismo de Julieta Freitas de Carlos, avó materna do autor das notas genealógicas. ↑
  144. Antônio Luiz Teixeira e sua esposa Ivete Noviski são parentes distante (primos em 6° grau) uma vez que uma bisavó da mãe de Antônio Luiz (Maria Paula do Amaral N° 08 acima) era irmã de uma bisavó (Ana Pais, N° 05, atrás) da avó materna de Ivete, Maria do Carmo Leite De Carlo (ver títulos Siquiera Franco, Pires de Camargo, Pereira, Leite e Bueno e De Carlo). ↑
  145. Em Atibaia viveu um tal Isaias Silveira o qual teve 3 filhos com Maria Antonia do Prado (ver desc. em 3.2., 2.1., 1.1., N° 11, cap. 6° do título Siqueira Franco). Segundo descendentes deste casal, Isaias poderia ser f° natural do 1.1. de mesmo nome; do 1.5. a seguir ou sobrinho de ambos, f° natural de qualquer outro irmão de 1.1. e 1..5., ou ainda o citado Isaias poderia ser o próprio Isaias 1.1. Como não conseguimos descobrir sua ascend. o citamos aqui na certeza deste tal Isaias ser filho e ou neto de Antônio Ivo (N° 06). ↑
  146. Miguel Franco é meio irmão de Eva Franco Bedore c.c Osvair Bedore, ( ver 4.1., 3.8., 2.2., 1.4.., N° 02, cap. 3° do título Bedore. ↑
  147. O São Paulo Futebol Clube é o time que torce este autor, e como se trata de trabalho genealógico, vale citar que sou filho de pai santista, mãe corintiana, neto de três avós palmeirenses e uma (materna) também corintiana, irmão de um santista (Eduardo) e ouro palmeirense (Felipe). ↑
  148. O Major Joaquim Firmino Gonçalves pode ser considerado um importante tronco familiar da cidade de Bom Jesus dos Perdões era filho de Maria Lourença Duarte Passos e do cap. José Gonçalves de Oliveira. Deixou seis filhos: 1) José Vicente Gonçalves, 2) José Firmino Gonçalves, 3) João de Deus Gonçalves, 4) Benedita Maria Gonçalves, 5) Ana Gonçalves Silveira (ver 1.5. acima) e Joaquim de Souza Gonçalves. A importante família Ferreira Bueno de Bom Jesus dos Perdões descendem do Major Joaquim, como também descende o atual bispo de Assis, Dom Antônio de Souza, bisneto do major Joaquim. ↑
  149. Antônio Silveira Cintra é filho de João da Silveira Franco e de Cândida Maria da Silveira Cintra, esta filha de Iria Leite Pacheco e de José Felix Cintra (ver 1.1., N° 01, cap. 3° do texto sobre a família Araújo na introdução ao título I). Antônio Silveira Cintra teve 6 filhos: 1) José Waldomiro Cintra c.c Antonia Pascoa Barca; 2) Otávio Silveira Cintra (acima); 3) Adelina Cintra c.c Alberto Santos;4) Benedito Ariovaldo Cintra c.c Irene Costa; 5) Terezinha Cintra f. aos 12.MAIO.2007 foi c.c Mauro Ferro e 6) Benedita Aparecida c.c Dante Vaguet, todos com descendência em Atibaia. ↑
  150. Jacinto Silva e seu pai Eduardo Silva foram os loteadores do bairro Jardim Brasil, também conhecido como Vila Silva, cujo processo de loteamento iniciou-se em 1957 e foi aprovado em 1959, representados pelo procurador Moacir Verde Selva (1927-1992). Trata-se de um pequeno bairro com cerca de cinco ruas, limitado entres avenidas Carvalho Pinto e Jerônimo de Camargo, no trecho do bairro do CTB, e entre a rua Ruy Barbosa e ribeirão do Moinho, mais conhecido hoje por Piquiri, no seu trecho canalizado, entre as citadas duas avenidas. Mesmo sendo um loteamento do final da década de 1950, o bairro começou a ser povoado apenas na segunda metade da década de 1960, e teve, entre seus primeiros moradores meu o avô paterno deste autor, Oscar Bedore que para lá se mudou em 1968. Localizado em área baixa (várzea), o bairro quase sempre é atingido pelas águas que descem pelo córrego do Piquiri, provenientes das chuvas que caem na serra do Itapetinga, como as que caíram em 01.MAR.1988 e mais recentemente em 11.JAN.2011, quando o bairro ficou inteiramente submerso, com consequentes prejuízos a seus moradores. Bairro onde reside o autor destas Notas Genealógicas. ↑
  151. Maria Joaquina Conceição também é retratada neste trabalho como 4.1., 3.7.,2.1., 1.2., N° 03 do capítulo 4ª do título Siqueira Franco, bem como no N° 01, cap. 1° do título Pires de Camargo ↑
  152. O sargento-mor Jerônimo da Rocha Bueno, pode ser considerado um importante tronco na formação da família atibaiana; teve cinco filhos: 1) Luciano José Leme casado em 1795 em Atibaia com Messia da Silveira Franco f.ª do capitão Crispim da Silva Franco e 1ª mulher Isabel Ortiz de Camargo; 2) José Joaquim Bueno Paes, tronco deste título; 3) Francisco Rodrigues Leme casou-se em 1802 em Atibaia com Izabel da Silveira Cardoso (ver cap. 3° do título Alves do Amaral, deste trabalho); 4) Manoel Rodrigues Leme Manço c.c Josefa Maria dos Santos, de Jundiaí; 5) Custodio (…) c.c. (…). ↑
  153. João Paes das Neves era filho de Antônio Paes das Neves e de Joana do Prado; neto paterno de João das Neves Pires e de Catarina Rodrigues, falecida em São Paulo em 1674. (SL 4/481); neto materno do cel. Antônio da Rocha Pimentel e de Catarina do Prado, esta filha do cap. Lourenço Franco Viegas, que pode ser considerado um dos mais importantes troncos da família Franco do Brasil. Ver no costado e no capítulo Onomástica. ↑
  154. Ana Leme do Prado era filha de Custodio Malio de Siqueira, casado em Jundiaí em 1708 com Francisca Pinto de Siqueira. (SL 2/237). (3 e 4) ver título Alves do Amaral; é a mesma ascendência. ↑
  155. No censo de 1810 tinha 3 escravos e 4 agregados. ↑
  156. Em tempos remotos existia, próximos aos bairros da Água Espraiada e dos Pintos, o bairro dos Pereira devido a grande quantidade de pessoas com o sobrenome Pereira que moravam e eram proprietários de terras naquela localidade. Acreditamos que todos os Pereiras aqui retratados e antigos moradores daquele bairro eram descendentes deste tronco. ↑
  157. Francisco Pereira Pacheco, o moço no censo de 1783 (descoberto somente em janeiro de 2018, tinha 30 anos, portanto n. em 1742, sua esposa Ana Rosa com 26 e os filhos Josefina 5 anos e Salvador 2, desconhecidos até esta data). No censo de 1790 tinha 43 anos, portanto, n. em 1747, sua esposa Ana Rosa 19 anos, os filhos: Clara, com 6, Angélica 4, Ana Jacinta com 2 anos. Uma cunhada de nome Maria com 12 anos e 7 escravos. No censo de 1798 Francisco tinha 49 anos, Ana Rosa 30, 7 filhos. 8 escravos e 1 agregado, bairro Itapetinga. No censo de 1806 Francisco “o moço” tinha 58 anos, portanto, n. em 1749, viúvo, Filhos Clara, 22 anos, Ana 18, Rita 12, Bento 9, Ana Jacinta, 3, João, 6 meses, 2 agregados, 12 escravos, 200 alqueires plantados de feijão. No censo e 1810 tinha 58 anos, portanto, n. em 1752, 8 escravos e 4 agregados. No censo de 1815 Inácio tinha 63, Manoela 14, filhos: Clara 32, Bento 16, Ana 11, João 8, Maria 7, José 6, João 2, Ana 1; 5 escravos e 1 agregado. No censo de 1820 tinha 68 anos, portanto, n. em 1752, 3 escravos e no de 1836 tinha 2 escravos. No censo de 1822 tinha 70 anos, portanto, n. em 1752, 2 escravos e 2 agregados; No censo de 1836 diz ter ele 96 anos, portanto, n. em 1740 e morando com um escravo e um agregado. Portanto, pelos censos consultados Francisco teria nascido entre 1740 a 1752. ↑
  158. Francisco Pereira Pacheco, o velho, teve segundo Silva Leme apenas dois filhos: 1) Francisco Pereira Pacheco, o moço e tronco deste título e 2) Gertrudes Maria da Conceição que foi casada com o alferes João Pires de Oliveira SL 1/124, cuja descendência não descobrimos. Contudo, em janeiro de 2018, meio que sem querer, encontrei no maço populacional de Atibaia o censo da então freguesia de Juqueri e examinando o dito censo encontrei a família de Francisco Pereira Pacheco, o velho, assim composta: Ele com 43, portanto, n. em 1727, sua esposa, Maria Francisca com 30 anos, portanto, n. em 1740 e os filhos: 1) Isabel 19, n. em 1751, 2) Francisco, o moço, 18, portanto, n. em 1752 e 4) Aleixo 16, n. em 1754 e mais 5 negros forros. Também descobrimos, em meados de 2017, um batizado de uma outra filha de Francisco o velho e de sua esposa Clara Maria de Jesus, que provavelmente foi sua segunda esposa, de nome 5) Maria nascida aos 13.OUT.1777 em Juqueri. ↑
  159. Francisco Pereira Pacheco, o velho no censo de 1790 tinha 7 escravos e 1 cunhada de nome Maria, 12; no censo de 1798 tinha 77 anos, viúvo, 4 agregados e 9 escravos; no censo de 1806 tinha 86 anos e 3 escravos e plantou 30 alqueires de milho; no censo de 1807 tinha 89 anos e 2 escravos. ↑
  160. João Pereira Pacheco, avô paterno do tronco foi citado por Waldomiro Franco da Silveira, in História de Atibaia, página 130, que em 1730 juntamente com o cobrador do donativo real, Antônio Bueno de Azevedo foram os encarregados de organizar o rol dos contribuintes da então Freguesia de Atibaia. Como João Pereira Pacheco faleceu em março de 1751 em Juqueri onde tinha terras, e o próprio tronco, nasceu em Juqueri e seu pai nasceu em Atibaia, é muito provável que João Pereira Pacheco e seus filhos viveram entre Juqueri e Atibaia desde da década de 1720, década provável da imigração de João Pereira Pacheco para o Brasil. João Pereira Pacheco, segundo Silva Leme e seu inventário, visto por mim no Arquivo do Estado de São Paulo teve 5 filhos: 1) Tenente Francisco Pereira Pacho, o velho; 2) Mécia de Siqueira; 3) João Pires Pacheco; 4) Inácio Pereira Pacheco que foi vereador em Atibaia em 1779 e 5) Marcelino Pereira Pacheco. Este Marcelino foi padrinho de uma certa Angélica, nascida em Juqueri aos 01.JUL.1783, filha de pais incógnitos e exposta a Escolástica Maria de Jesus, viúva. Angélica Maria faleceu aos 05.MAIO.1825 no bairro da vila de Atibaia. ↑
  161. Maria da Gama, entre outros, era irmã de Catarina, casada em 1729 em Atibaia com Manoel Pereira de Andrade, natural de Vila de Arouca, filho de Guilherme Pereira de Andrade e de Maria de Barros. Este Manoel Pereira de Andrade, segundo a obra de Waldomiro Franco da Silveira, já citada, página 139, estabeleceu-se no comércio de Atibaia em 1745 com ‘loja de fazendas’. ↑
  162. Entre os irmãos de Ana Rosa, destacamos Maria Clara da Anunciação n. em 1778, que casou-se com o sargento José Pereira Bueno, filho de Maria Bueno de Camargo e de Inácio Pereira Pacheco, este irmão do pai do tronco deste título, tenente Francisco Pereira Pacheco, o velho, o qual deixou grande descendência. ↑
  163. Silva Leme apenas cita Clara Francisca, mas na certidão de Caetano e Angélica Maria, analisada por nós, encontramos o nome de Clara Francisca de Santa Rosa. ↑
  164. O Capitão João Leite de Moraes foi vereador de Atibaia em 1797 e era irmão entre outros de Amaro Leite de Moraes. Ambos João Leite de Moraes e Amaro Leite de Moraes, podem ser considerados um dos troncos das diversas famílias Leite de Atibaia: os Pereira Leite e os Leite descendentes do capitão Antônio de Pádua Leite, filho de Amaro Leite de Moraes. Ver texto sobre a família Araújo na introdução ao título I deste trabalho. ↑
  165. Amaro das Neves de Moraes era guarda-mor das minas de Aiuroca onde nasceu e residiu por algum tempo, sendo inventariado em São Paulo em 1779. Era filho de Domingos Teixeira de Moraes, natural de Portugal, que foi negociante em São Paulo e depois mudou-se para Minas Gerais e de Maria Soares das Neves, por esta neto de Antônio das Neves Moniz e de Izabel Ribeiro Soares. Ver introdução ao título I. ↑
  166. Maria Leite de Araújo era filha de Antônio Ferraz de Araújo e de Leonor Siqueira de Moraes (tronco da família Araújo, retratada na introdução ao título I deste trabalho) que casaram-se em Pitangui/MG; considero que pelo menos três filhas de Antônio Ferraz de Araújo e sua esposa (Maria, Helena e Andressa) são matriarcas de importantes famílias Atibainas, pois Maria Leite de Araújo pode ser considerada a matriarca da importante e numerosa família Leite de Atibaia. Helena de Moraes Araújo, sua irmã, que também casou-se em Pitangui/MG com o capitão Francisco Lourenço Cintra, natural de Estombar, Algarve, Portugal que juntamente com seu irmão José Félix Cintra, também natural de Portugal, sargento-mor de Atibaia, e que se casou com outra irmã de Helena e de Maria Leite, de nome Andressa de Araújo, foram os progenitores da importante família Araújo Cintra de Atibaia, que unindo-se aos descendentes da família Camargo, descendentes do fundador de Atibaia e de seus irmãos e dos Siqueiras Francos, descendentes do 1º capitão-mor de Atibaia, detiveram o domínio político de Atibaia por muito tempo. Entre os filhos de Helena de Moraes Araújo e do Capitão Francisco Lourenço Cintra, destaca-se o alfares Jacinto José de Araújo Cintra que foi o 1º deputado provincial de Atibaia. Ver texto sobre a família Araújo na introdução do título I deste trabalho. ↑
  167. Descobrimos nas pesquisas reiniciadas em 2017 um outro filho de Francisco e Manoela Antonia de nome Joaquim nascido aos 09.MAR.1818 que certamente faleceu ainda menor e somente em janeiro de 2018 quando examinamos o censo de 1782 encontramos dois outros filhso do casal: 1) Josefina com 5 anos e 2) Salvador com 2 anos, os quais seriam os dois primeiros filhso de Francisco e Ana Rosa, que certamente faleceram na menoridade. ↑
  168. Descobrimos uma outra filha de nome Ana, nascida em 1788 que certamente faleceu menor. ↑
  169. No censo de 1810 Caetano Gomes tinha 33 anos, natural do Porto, Angélica Maria com 23, natural de Atibaia, filhos: Maria 9 anos, Ana 6, Gertrudes 4, e viviam de sua tropa. No censo de 1820 Angélica Maria tinha 32, viúva e 1 filho: Benedito com 1 ano e vivia de sua venda na vila. No censo de 1829 Angélica Maria contava com 43 anos, viúva, com negócios de molhados, com dois filhos: Benedito 13 anos e Benedita com 5 anos, e um agregado: Jacinto com 11 anos que certamente era Jacinto Manoel Leite, seu sobrinho e tronco do título Leite. No censo de 1836 Angélica Maria tinha 56 anos e vivia com: Benedito de 17 anos, Benedita com 8 anos, Jacinto com 14 anos e Maria, escrava, natural da África com 52 anos. ↑
  170. Eu examinei pessoalmente a certidão de casamento de Caetano e Angélica Maria nos livros de casamento de Atibaia, que se encontram na cúria arquidiocesana de Bragança Paulista. ↑
  171. Descobrimos uma localidade da cidade de Braga com o nome de Veiga de Penso, muito próxima de Escudeiros, o que nos faz concluir que o Veiga do sobrenome de Caetano fazia alusão ao local de seu nascimento, já que seus pais, João Gomes Ferreira e Maria Ferreira não tinham o sobrenome Veiga. ↑
  172. É desta região que vieram a maioria dos imigrantes portugueses para o Brasil a partir do século XVIII. ↑
  173. Deste casamento descobrimos dois filhos: 1) José nascido aos 19.ABR.1796 certamente falecido menor e 2) outro José n. aos 07.JUN.1798 de cujo parto sua mãe veio a falecer aos 13.JUN.1798 com cerca de 18 anos. ↑
  174. Pelo que pesquisamos, podemos afirmar que o sobrenome Oliveira, é o mesmo Oliveira da família Oliveira Cesar retratada neste trabalho. ↑
  175. José Pires de Oliveira era irmão do alferes João Pires de Oliveira que foi c.c Gertrudes Maria da Conceição, filha de Francisco Pereira Pacheco, o velho e de Maria Francisca Castro, ambos filhos de Manoel Pires Fragoso, natural de Palma, Braga, Portugal e de Maria de Oliveira, falecida em 1777 em Atibaia onde se casaram em 1744. ↑
  176. Encontrei e examinei o citado casamento ocorrido aos 11.FEV.1777: José de Oliveira Pires, natural de Atibaia, filho de Manoel Pires Fragoso, já falecido e de Maria de Oliveira, natural de Atibaia. Neto paterno não souberam dizer, neto materno de Manoel Preto Cardoso natural de Nazaré e de Rosa Pinto Barbosa natural de Santos com Maria de Cerqueira Cesar natural de Atibaia, viúva de Manoel Pedroso de Morais filha de Francisco Xavier Cesar de Santo Amaro e de Maria Lima natural de Atibaia. Neta paterna de João de Lima do Prado e de Francisca de Rocha Bueno, natural de São Paulo. ↑
  177. Embora o sobrenome de Ana Francisca foi grafado em vários documentos como Pedroso, acreditamos que na realidade era Pacheco, nome de família de seu avô materno (Francisco Pereira Pacheco, pai de sua mãe Angélica Maria), que por razão que desconhecemos deve ter sido transmitido ou grafado errado a partir de Ana Francisca, ou ainda que o nome de família Pedroso pertencia a algum ascendente de Ana Francisca que desconhecemos. ↑
  178. A quinta e última filha de Angélica, Benedita n. em 1824 nasceu após o falecimento do marido de sua mãe, Caetano, f. em 1818, portanto, era filha de um segundo marido ou de um outro relacionamento de sua mãe após sua viúves. ↑
  179. Em Atibaia estabeleceram-se duas grandes famílias com este sobrenome. A primeira teve início em 1809 com a chegada de Isidoro Teixeira de Carvalho, natural de Campanha sul de Minas Gerais, podendo-se considerar um de seus filhos, José Faustino Teixeira, o tronco desta numerosa família. Outra família Teixeira que estabeleceu-se em Atibaia nas últimas décadas do século XIX e é descendente do imigrante português, Antônio Luiz Teixeira, que estabeleceu-se no bairro de Caetetuba, o qual pode ser considerado o tronco desta segunda família Teixeira que se estabeleceu em Atibaia. ↑
  180. No censo de 1790 Francisco Teixeira tinha 38, sua mulher Maria Gertrudes 29, três filhos: Isidoro, 7 anos, Maria 5 anos, Candido 3 anos e três escravos. ↑
  181. Adriano Luiz Fernandes aparece nos seguintes censos: No censo de 1820 tinha 31 anos, Ana sua mulher, 16 e 1 filho de nome João com 3 meses e vivia de comprar e vender gados. No censo de 1822 vivia de negócios com tropas. No censo de 1824, tinha 39 e vivia de sua venda; No censo de 1825 tinha 40 anos, sua esposa Ana Francisca 21, filhos: João 5, Maria 4, José 1, um agregado e vivia de negócios de venda e compra de animais e ainda de suas tropas. No censo de 1829 Adriano era classificado como negociante de molhados e tinha uma escrava de nome Benedita; já no censo de 1835/36 era classificado como lavrador, tinha os filhos: João, 13 anos, José 10, Umbelina, 8, Angélica 4 e Antonia 2 anos e duas escravas: Ercília e Benedita. No censo de 1829 na coluna da cor da pele Adriano foi classificado como ‘P’ de pardo embora os demais censos constaram com ‘B’ de branco. Acreditamos que: ou foi um erro, já que não temos dúvidas que Adriano era branco ou que tal classificação não se resumia a cor da pele e sim a dúvida de sua origem e ou que um de seus pais ou os dois era fruto de algum relacionamento não oficial mesmo que entre brancos ou ainda que fosse mulato, o que não acreditamos em razão de seu casamento. ↑
  182. No censo de 1795 Gaspar tinha 3 filhos: Manoel 4 anos, Ifigênia 2 e Alexandre com dois meses. No censo de 1815 Gaspar e sua esposa foram classificados como brancos, ele lavrador e com uma agregada de nome Teresa com 36 anos. Encontramos o óbito em Atibaia aos 12.AGO.1822 de um certo Gaspar Vaz de Lima, com 80 anos aproximadamente, viúvo de Antonia Gomes Pinto, natural de Atibaia e residente no bairro do Mato Dentro, o qual embora tenha o mesmo nome de Gaspar acima não sabemos tratar-se do mesmo. ↑
  183. Encontramos nos livros de casamento de Bragança Paulista o casamento de um irmão de Adriano Luiz Fernandes, de nome Alexandre Luiz Fernandes n. 1795 que casou-se aos 06.MAR.1810 com Ana Maria de Jesus, sendo ele natural de Nazaré e freguês de Bragança e ela natural e freguesa de Bragança, filha de Raimundo Álvares de Oliveira e de Catarina Maria de Jesus, residentes no bairro de Curralinho (hoje, município de Joanópolis). ↑
  184. Lourenço da Silva Bueno era neto materno de Inácio de Araújo Chaves, por este bisneto de Maria Baldaya, esta prima-irmã do capitão Inácio de Siqueira Ferrão, pai do tronco do título Siqueira Franco, 1º capitão-mor de Atibaia Lucas de Siqueira Franco. ↑
  185. A partir do capítulo 5° deste título, grande parte da descendência de todos os referidos capítulos se estabeleceu nos antigos bairros dos Pereiras e do Itapetinga, hoje bairro de mesmo nome, bem como os atuais bairros do Portão, Água Espraiada, Clube da Montanha, Pintos, Rosário, Ribeirão dos Porcos, onde há uma via com o nome dos Pereiras e outros loteamentos mais recentes, como Shangrilá e outros; de modo que a história destes bairros esteve muito ligada a história destas famílias. ↑
  186. Não descobrimos se Maria também era filha natural do alferes Manoel Joaquim Leite ou de outro pai. Teve como padrinhos de batismo Antônio José de Camargo e Angélica Maria ↑
  187. O Capitão Jacinto Manoel Leite é o único dos troncos deste trabalho que aparece retratado num outro título e isto se deve porque quando concebemos o título Leite e organizamos as divisões deste trabalho, embora com muitas evidências, não tínhamos toda certeza necessária para incluí-lo, bem como, toda sua descendência no título Pereira que seria o ideal. A confirmação veio somente depois que o livro estava concebido e por isto resolvemos mantê-lo como um tronco de título (Leite), portanto, todos os Leites descendentes do cap. Jacinto Manoel Leite eram descendentes do tronco deste título Pereira. ↑
  188. No censo de 1846 Gregório Januário do Prado é classificado na coluna da cor da pele com o ‘P’ de pardo, contudo, cremos que tal classificação não se resumia a cor da pele e sim a origem da pessoa, ou seja, se com origem familiar regular ou se origem familiar fruto de relacionamentos não oficiais, já que toda descendência do casal Gregório e Ricarda, era segundo fontes familiares branca. ↑
  189. Segundo informações prestadas por Luiz Pereira Bueno “Luiz Bino” grande preservador da serra do Itapetinga e sua mulher Maria de Lourdes (4.4. acima), amigos deste autor e moradores há muitos anos na Grota Funda, acima da capela de Santo Antônio, João Firmino Batista era bugre e foi proprietário de terras no bairro do Itapetinga, o qual pode ser considerado tronco da família Pereira Batista da serra e teve segundo o mesmo 2 filhos: 1) Apolinário Pereira Batista, que tudo indica tem no seu nome (Apolinário) a origem do apelido (Poli o Puli) o qual teve q. d. Paulo Pereira Batista (2.1. acima) e 2) Cipriano Pereira Batista ou Bueno o qual teve q.d.: Felisbino Pereira Bueno e Simplício Pereira Bueno. É muito provável que Benedito Pereira Batista c.c Amélia Pinto “Nhá Amélia Pomba” (ver em 2.7., 1.2., N° 06, cap. 8° adiante) deva ser também filho de João Firmino Batista. Também descobrimos outras pessoas com o sobrenome Pereira Batista como Francisco f. aos 11.MAR.1911 filho de Benedito c.c Maria da Conceição e Felício f. aos 31.AGO.1904 filho de Pedro Pereira Batista e sua mulher Ana Francisca, todos do bairro Itapetinga. ↑
  190. Segundo apuramos a família Boava de Oliveira era originária de Joanópolis/SP. ↑
  191. Benedito Menino do Nascimento teve q.d.: Benedito Menino Filho f. aos 30.MAIO.1951 que teve q.d.: Afonsina e Sebastião que teve q.d: Valdemar Menino ↑
  192. Pedro Pereira Bueno, segundo Silva Leme 2/121 só teve um único irmão de nome: Francisco Pereira Bueno que casou-se em Atibaia aos 31.AGO.1819 com Izabel Maria de Jesus, natural de Atibaia, , com quem teve apenas dois filhos, segundo SL: 1) Francisco Pereira Bueno casado em 1851 com sua prima Ana Francisca da Conceição e que provavelmente teve q.d.: Re(…) P. Bueno f. aos (…) e José Pereira Bueno * 1870 e + 2-.AGO.1925 e 2) Maria do Carmo casado em 1840 em Atibaia com seu tio materno Francisco Justino de Araújo. Izabel Maria era filha de Inácio Alves de Godoi e de Gertrudes Maria de Araújo SL 1/501, neta paterna de Inácio Alvares. Entre os dez irmãos de Izabel Maria, podemos citar: Maria do Espírito Santo casada com Jacinto Alves do Amaral (cap. 5º do título Alves do Amaral e Gertrudes Leite casada com João Alves do Amaral (cap. 8º do título Alves do Amaral). ↑
  193. O sítio Itapetinga numa descrição contida no processo divórcio ingressado pelo cel. Jacinto Leite em 1924, “começava numa valeta que encontrava-se na beira da estrada que vai para Água Espraiada, dividindo com o sítio do Rosário, vão até uma Santa Cruz, daí descem por uma grota, dividindo com João Gregório do Prado (ver 1.4., N° 01, cap. 5° deste título), daí seguem dividindo com Clara de tal até um espigão, daí pelo mesmo espigão, dividindo com herdeiros de Apolinário de tal (Apolinário Pereira Batista) e outros, João Bueno de Aguiar e José Chamadoira Martins até o córrego deste seguem até uma valeta onde teve princípio. Já numa descrição contida numa certidão em 1875 fazia menção que tal sítio confrontava com as terras do capitão Jacinto Manoel Leite (ver descrição da fazenda do cap. Jacinto em nota adiante), que com a compra de seus dois filhos uniram as terras, obrigando-os a dar passagens a família Salles Cardoso pelo caminho que os levariam até sua propriedade. ↑
  194. Francisco Salles Cardoso teve q. d.: 1) José Salles Cardoso (ver acima); 2) Joaquim Salles Cardoso n. em 1862 e f. aos 26.NOV.1923; 3) Teodomiro de Salles Cardoso n. 1852 e f. aos 30.SET.1924; 4) Maria Antonia Barbosa n. em 1852 e f. aos 11.JAN.1927. ↑
  195. Examinando um livro de sepultamentos do cemitério São João Batista de Atibaia encontrei o registro de óbito de um certo Francisco Matias do Prado aos 15.OUT.1915 com 58 anos, f° de Joaquim Matias do Prado e de Maria das Dores, viúvo de Barbara Maria do Carmo, residente no bairro do Portão, que muito provavelmente trata-se do citado acima. Encontramos também o óbito de um certo Benedito Matias Cardoso aos 25.ABR.1923 c.c Ana Lopes, f° de João Batista Cardoso e de Ana Joaquina, residente no bairro do Itapetinga, mas que não descobrimos quem era. ↑
  196. Num dos censos descobrimos que antes de Zeferino nasceu outro filho de nome Antônio em 1836, mas como não constou no inventário de seu pai deve ter falecido menor. ↑
  197. No inventário de José Pereira Leite, por nós consultado, constava que Maria (N° 06) era c.c Inácio de Paula Pinto, contudo ao examinarmos o óbito de dois filhos de Inácio de Paula Pinto (Inácio Filho e Maria Joaquina) constatamos que eram filhos do mesmo e de Jesuína MARIA Joaquina, portanto, não sabemos se Jesuína era outro nome próprio de Maria, fª de José Pereira Leite (cap. 8°) ou se era 2ª esposa de Inácio de Paula Pinto. Na dúvida, mantivemos todos os filhos de Inácio e de Jesuína descritos como filhos da N° 06. ↑
  198. No livro de sepultamentos do cemitério São João Batista descobrimos um certo João Antônio de Oliveira Pinto n. em 1848 em Nazaré e f. aos 13.FEV.1907 que era residente no bairro do Portão, mas que era filho de Bento de Oliveira Pinto e Ana Prudêncio, o qual era c.c Ledubina Maria Bueno e não deixou filhos. João Antônio de Oliveira Pinto talvez possa ser um primo do referido Inácio, na hipótese de seu pai Bento poder ser irmão de Inácio de Paula Pinto. Também descobrimos no mesmo livro outro registo de uma certa Generosa Maria da Conceição f. aos 10.AGO.1900 residente no bairro dos PEREIRA (Itapetinga) que era c.c. João Antônio Pinto, a qual possivelmente pode ser a primeira esposa de João Antônio Pinto. ↑
  199. Nhá Amélia Pomba pode ser considerada tronco da família “Pomba” do bairro da Água Espraiada. O apelido Pomba que foi passado para descendentes de Amélia decorre de sua pele e cabelos claros. O Ribeirão que corta a avenida Flávio Pires de Camargo, próximo a Colibri teve nome primitivo de córrego da Nhá Amélia Pomba em razão de nascer em sua propriedade no bairro conhecido como Cachoeira da Nhá Amélia Pomba” no bairro da Água Espraiada, conhecido hoje como ribeirão do Taboão que é formado pelo Tijuco Preto ou ribeirão dos Pintos com o do ribeirão do Onofre que encontrando o ribeirão dos Porcos forma o Taboão. ↑
  200. Não encontramos provas de que Joaquim Francisco Pinto era filho de Inácio de Paula Pinto (N° 06) ou de Bento de Oliveira Pinto, contudo decidimos dispô-lo aqui como filho do citado Inácio. ↑
  201. As terras da Grota Funda pertenciam a uma certa Maria Angélica, a qual temos certeza tratar-se da citada acima. ↑
  202. Não encontramos provas de que José Francisco Pinto era filho de Inácio de Paula Pinto (N° 06) ou de Bento de Oliveira Pinto, contudo decidimos dispô-lo aqui como filho do citado Inácio. ↑
  203. Não temos certeza se Amaro Pereira Leite era f° de Benedito Silveira Leite N° 17 ou de Benedito Pereira Leite 1.1., f° do primeiro. ↑
  204. Examinando um livro de sepultamentos do cemitério São João Batista de Atibaia encontrei registros de alguns filhos de Caetano Pereira Leite: Nair + 04.DEZ.923; João + 13.AGO.1924; Maria de Lourdes + 03.JUL.1927 (um ano); confirmando a informação que tivemos sobre o grande número de filhos tidos por Caetano Pereira Leite. ↑
  205. O batismo de Jacinto está acostado no livro de batismos da paróquia de Atibaia nº 8 página 87 verso. “ aos três dias do mês de janeiro de um mil oitocentos e vinte e um (…) Jacinto, filho de pay incógnito, exposto em casa de Angélica Maria, forão padrinhos Jacinto Alves do Amaral casado do bairro do Rio Abaixo e Angélica Maria, viúva, moradores e fregueses de São João Batista de Atibaia.” ↑
  206. O Capitão Jacinto Manoel Leite é o único tronco de um título deste trabalho retratado num outro título e isto se deve porque na época que concebemos e organizamos este trabalho, embora existisse fortes indícios que Jacinto Manoel Leite descendesse do tronco do título Pereira, ainda faltava provas genealógicas cabais para incluí-lo, bem como, seus descendentes no título Pereira. As provas vieram posteriormente, mas decidimos mantê-lo como tronco de um título. ↑
  207. No censo de 1815 Manoel Joaquim Leite tinha 30 anos, Ana 21, filhos: Joaquim 6 (provavelmente falecido menor) e Antonia 3. Tinha 5 escravos e cultivou 200 alqueires de feijão. No censo de 1820 Manoel Joaquim Leite tinha 32, sua esposa Ana com 26 anos e 3 escravos. Colheu 200 alqueires de milho e feijão. ↑
  208. O Alferes Manoel Joaquim Leite foi casado em Atibaia em 1803 com Ana Pires Pimentel falecida em 1826 em Bragança para onde o casal se mudou. Ana Pires Pimentel era filha do capitão Inácio Franco de Camargo e de sua primeira mulher Gertrudes Pires de Godoi. Segundo Silva Leme o casal teve: 1) João Franco casado em Atibaia em 1841 com sua parente Gertrudes Franco filha de Jacinto Alves do Amaral e tiveram um único filho: Tenente-coronel José Manoel Leite, o Juca Leite de Itatiba; 2) Antonia Franco Isabella que foi casada 1ª vez em Atibaia em 1826 com Damásio Franco e 2ª em Itatiba com João Godoi Lima; 3) Maria Franco Isabella cujo batismo encontramos, n. aos 20.SET.1818 em Atibaia; 4) Joaquim cujo batismo também encontramos, n. aos 15.ABR.1811 em Atibaia, ambos no bairro Rio Abaixo; 5) Ana e 6) José, nada descobrimos. Também descobrimos o batismo de um outro filho de Manoel Joaquim Leite e de Ana Pires Pimentel de nome 7) Antônio nascido aos 15.MAR.1813 no bairro Rio Acima de Atibaia e que muito provavelmente faleceu menor. Todos os seis filhos do alferes e sus esposa eram meios-irmãos pelo lado paterno do capitão Jacinto Manoel Leite. ↑
  209. João Leite Barros, o qual podemos considerar um dos troncos do sobrenome Leite de Atibaia era bisneto de outro de igual nome, capitão João Leite Barros, este filho de Maria Leite Mesquita que foi a mais antiga membro desta família a levar o sobrenome Leite desta família, que descobrimos. ↑
  210. No censo de 1790 João Leite de Barros tinha 23, sua esposa Ana, 34, o filho Manoel com 3 anos, portanto, n. em 1787, a filha Maria com 2 anos e 4 escravos, no bairro do Rio Abaixo. No censo 1810 João Leite de Barros tinha 42 anos, sua esposa Ana Alves 40. Tinha 9 escravos e colheu 400 alqueires de algodão e feijão, 500 alqueires de milho, 23 alqueires de amendoim e 14 alqueires de arroz. ↑
  211. Segundo a certidão de casamento de Jacinto era “….elle filho exposto elegível de Angélica Maria..” Segundo o Dicionário das Família Brasileiras, filho exposto é o filho abandonado, ou enjeitado. Aquele a quem seus pais, ou somente um deles abandona, ainda recém-nascido ou de pouca idade, para não assumir os encargos ou responsabilidades de seu nascimento, ou para fugir à vergonha ou desonra que de seu nascimento possa resultar. A razão de Jacinto e sua irmã Maria terem sidos expostos a sua tia só foi descoberta em junho de 2017, ou seja, Jacinto e sua irmã eram filhos de um amor proibido de sua mãe, solteira à época e seu pai, casado com outra mulher o que explica perfeitamente a razão de ambos (Maria e Jacinto) terem sido entregues para uma tia materna os criar€. ↑
  212. Na obra – Atibaia o paraíso quase impossível, Coleção São Paulo de Nelson Silveira Martins, página 127/128, o autor reproduz O Almanaque Luné ano 1873 que faz referências aos eleitores de Atibaia* daquele ano, o qual reproduzimos aqui: “Eleitores da freguesia eram nove, cujos nomes reproduziremos, porque, naquele tempo, eleitores só conseguiam sê-lo os homens honestos, de energia e caráter, leais e devotados aos partidos políticos: Dr. Antônio Bento de Souza e Castro [Grande Abolicionista], Pedro Barboza de Vasconcelos Cunha, João Carlos de Oliveira, Lourenço Franco da Silveira, Jacinto Manoel Leite, José Joaquim de Medeiros, Rodrigo Soares do Amaral, padre Ezequiel Teixeira Pinto e Francisco Antônio do Amaral” Já, através de outra nota falamos que o voto até a Constituição da República era censitário, onde somente votavam os homens livres com mais de 25 anos e com renda anual de, no mínimo, 100 mil réis, também chamado de eleitor de paróquia, bem como *eleitor de província que tinha que ter também mais de 25 anos e renda de, no mínimo, 200 mil réis e estaria apto para votar nos deputados a Assembleia Geral, que é, sem dúvida, a lista citada acima nesta nota. ↑
  213. Segundo Waldomiro F. Silveira em História de Atibaia, página 291, o posto de fiscal corresponderia atualmente ao cargo de prefeito. ↑
  214. Antônio Bento de Souza e Castro “ Antônio Bento” n. aos 17.FEV.1843 em São Paulo e aí f. aos 08.NOV.1898 foi importante maçom e abolicionista paulista. Foi promotor público de Botucatu e Limeira e de juiz municipal em Atibaia onde sofreu atentado aos 08.NOV.1871. Juntamente com Jacinto M. Leite chefiou o partido conversador de Atibaia entre os anos de 1870 a 1877, aproximadamente. ↑
  215. A fazenda do cap. Jacinto Manoel Leite tudo indica que se localizava entre a antiga estrada de rodagem de Atibaia-São Paulo até a serra do Itapetinga no bairro de mesmo nome e entre o bairro do Ribeirão até a fazenda Santana, hoje muito próximo aos bairros do Ribeirão do Porcos, Condomínio Shangrilá e Observatório do Mackenzie. A fazenda devia fazer divisa com as terras da família Bueno de Aguiar, dos Gregórios e dos Salles que compraram terras de dois filhos do cap. Jacinto: cel. Jacinto e Pedro Alexandrino, portanto, as terras dos Leite (pai e filhos) vinham até onde hoje moraram os descendentes dos Salles). Ë possível também, que a fazenda do cap. Jacinto, tenha sido a hoje fazenda Santa Olímpia e ou a São Pedro, atualmente dos Britos, antes do Major Alvim e dos Tenentes ou muito perto a esta. Ë muito provável que o sítio de Antônio De Carlo (ver cap. 3° título De Carlo) fizesse parte da antiga fazenda de Jacinto Manoel Leite, hoje fazenda São Pedro. ↑
  216. Segundo o Dicionário das Famílias Brasileiras dizer que um grau de parentesco é misto de outro, é a mesma coisa que dizer que um grau é atingente ao outro. ↑
  217. Ser dispensado em segundo grau de consanguinidade quer dizer que os contraentes são netos de antepassado comum, ou seja, são primos. ↑
  218. Quem mais nos ajudou a traduzir o grau de parentesco entre Jacinto e Umbelina foi o culto Padre Xavier, residente há alguns anos no bairro do Alvinópolis. ↑
  219. Encontramos o óbito de uma de suas escravas de nome Escolástica, falecida aos 24.JAN.1884, com 48, viúva de Vicente, ambos escravos de Pedro Alexandrino Leite do bairro de Caetetuba. ↑
  220. Por esta declaração de próprio do próprio cap. Jacinto Manoel Leite concluímos que Feliciano Bueno de Aguiar falecido aos 28.NOV.1867 era irmão de Eulália Bueno de Aguiar, terceira esposa de Jacinto e não seu pai, como achávamos que fosse. ↑
  221. A estrada do Jataí liga o Clube da Montanha ao bairro do Ribeirão dos Porcos. Há também um pequeno morro com o nome de Jatai entre os citados bairros. ↑
  222. Gertrudes Franco do Amaral teve com seu 1º marido Rodrigo Soares do Amaral, falecido aos 30.AGO.1881 os seguintes filhos: 1) Major Francisco Rodrigues Soares, vereador em Atibaia, falecido em 1930; 2) Guilhermina, casada com José Antônio da Silveira Maia, fundador do “O Atibaiense” em 1901; 3) Maria Gertrudes casada com João Crisóstomo da Silveira; 4) Ana Soares do Amaral casada com seu primo João Batista Franco e 5) Capitão Leopoldo Soares do Amaral, ex-prefeito, casado com Umbelina Georgina da Silveira Leite, Título Leite. Todos os filhos d Gertrudes Franco do Amaral estão descritos com suas respectivas descendências no título Alves do Amaral deste trabalho. ↑
  223. Marcel foi colega de turma do autor destas notas na graduação em direito pela USF. ↑
  224. Encontramos no livro de sepultamos do cemitério São João Batista de Atibaia o óbito de um certo Benedito Virgílio Leite, filho de Jacinto Leite f. aos 30.ABR.1926 com 32 anos que muito provavelmente era filho do cel. Jacinto Manoel Leite (cap. 8°) ↑
  225. Na nossa opinião, André Franco Montoro é o mais destacado homem público retratado em todo este trabalho genealógico. ↑
  226. João Batista de Oliveira era filho de Jacinto Gomes Pinto e de Maria Joaquina de Oliveira. Entre os filhos de João Batista de Oliveira e Ana Batista de Oliveira “Nhana Gomes” (ver próxima nota a seu respeito) podemos citar:I – João Batista Júnior “João Gomes” n. aos 20.DEZ.1901 e f. aos 01.JUL.1993 c.c Inna Leme n. aos 30.JAN.1922 em Bragança, os quais são pais de: 1) Rosemary f. aos 12.JUN.2013 c.c José Guerreiro Borghi, tem: Tatiana, Karina foi c.c Henrique Malmegrin “Macoy”, Joel Filho e Lucas; 2) João Alberto, advogado, tem: Juliana e Renata; 3) Ana Maria c.c Tadeu Antônio de Carvalho, tem: Tadeu Filho, Fernanda, Pablo e Ana Vitória; 4) Maria Regina, divorciada, tem: Maria Gabriela e Otávio e 5) Suely, advogada, c.c João Gonzalez Valade, tem: Gustavo e Rafael. II – Isabel Batista de Oliveira c.c Benedito Oliveira de Souza “Nito Feitor”, os quais tiveram entre outros: Sebastiana * 30.JAN.1924 + 02.MAR.1985 foi c.c José André Bueno * 17.OUT.1912 + 28.FEV.1988, os quais tiveram entre outros: 1) José “Zezinho; 2) Jozi “Tico” c.c Lourdes (ver 4.4., 3.6., 2.3., 1.4., N° 06, cap. 8° do título Pereira); 3) Janete c.c Ari Peranovich; 4) Jesler Darcidalma * 25.03.1945 c.c Wilson Fernandes Bernardino “Bolão”, os quais tiveram: Telma, tem: Sara e Renan; Wilson “Tatinho”; Joelma c.c Reinaldo, tem: Lívia; Selma (amiga de infância deste autor) e Nelma; 5) Isabel e 6) Ana c.c Paulo. ↑
  227. Ana Batista de Oliveira “Nhana Gomes” era fª de Ana de Oliveira e de Flórido José Batista que pode ser considerado o tronco das famílias Flórido e Batista de Atibaia (ver sobre Flórido José Batista em 3.3., 2.3., 1.1., N° 08, cap. 10° do título Siqueira Franco). ↑
  228. Encontrei no livro de sepultamentos do cemitério São João Batista de Atibaia alguns registros com o sobrenome Cesar, entre eles: 1) Leopoldo Cesar f. aos 02.OUT.1904 com 40 anos c.c Francisca Bueno de Oliveira, residente no bairro da Boa Vista; 2) Lucas Cesar com 39 anos c.c Joana Soares, residente no bairro da Boa Vista. ↑
  229. No censo de 1783 Francisco tinha 22 anos, Caetana 21 e um escravo de nome Pedro com 16 anos. No censo de 1790 tinha 27 anos e dois filhos: Joaquim 8 e Maria 1. No censo de 1798 Francisco tinha 37, Caetana 36, Filhos: Joaquim 8, Maria 9, Ana 5 e José 3. No censo de 1810 tinha 48 anos tinha três filhos a uma única escrava: Rosa, com 17 anos, ver capítulo 5° deste título. Gertrudes 22, filhos: Manoela 14, José 12, Francisco 10 e Rosa escrava de nação. No censo de 1815 tinha 58 anos, Gertrudes 22, filhos: José 21, Francisco 18 e os escravos: Rosa 24, Rita 3 e João 1, que certamente é João de Oliveira Cesar. No censo de 1820 tinha 56 anos, Gertrudes sua esposa 29 anos, um filho de nome Francisco com 22 e sete escravos: 1) Jerônimo, 30 anos, Rosa, de Angola, 25, Rita 9, João 7, o qual muito provavelmente é João de Oliveira César, Manoela, 3 Theodoro, 4 e José com um ano, No censo de 1836 tinha 70 anos, sua esposa Gertrudes 45 o filho Francisco 36 e 13 escravos, entre eles: Jerônimo, 44, negro, Rosa, africana, 29 e João, mulato com 21 anos, portanto, nascido em 1815 que muito provavelmente é João de Oliveira César, o que nos faz concluir que somente foi liberto pouco antes ou após a morte de seu senhor e avô paterno em 1838; No censo de 1822 Francisco tinha 59 anos, o filho Francisco com 25, os escravos: Jerônimo 33, Rosa 28, Rita 12, João 11, pardo, Teodoro 7, Manoela 6, José 4, Antônio 2 e 1 agregado; No censo de 1824, Francisco tinha 59, o filho Francisco 25, os escravos; Jerônimo 33, Rosa 28, Rita 12, João, pardo 12, Teodoro 7 pardo, Manoela 6, José 4, Antônio 2, e Cristina 4 meses; No censo de 1825 Francisco tinha 60 anos, o filho Francisco 27 e os escravos: Jerônimo, Rosa, 29 de nação, Rita 13, João 11, pardo, Teodoro 8, Manoela 7, José 5, Antônio 3 e Cristina 1 ano; No censo de 1836 Francisco tinha 70 anos, Gertrudes Maria 45, o filho Francisco com 36 anos e viúvo e os escravos: Jerônimo 44, Rosa, africana 29, Rita 22, João 21, mulato, Teodoro, Manoel e José. ↑
  230. Jorge Moreira Cesar no importante censo de Atibaia do ano de 1765, cem anos após a fundação da cidade, foi citado como morador e agricultor do bairro da Boa Vista, com 35 anos e sua mulher Margarida com 25. No censo de 1782 Jorge já era falecido pois sua esposa Margarida foi citada como viúva com 48 anos, os seguintes filhos: Francisco 17, João, Inácio com 12 e 5 escravos. ↑
  231. O sobrenome Oliveira foi muito difundido em Atibaia, especialmente no bairro da Boa Vista, mas não conseguimos encontrar um ou alguns dos principais troncos desta antiga e importante família atibaiana, contudo, acreditamos que as inúmeras famílias Oliveiras de Atibaia, especialmente do citado bairro, tinham um provável tronco em comum. O tronco deste título, Francisco Xavier Cesar, também era Oliveira por parte de mãe e suas duas esposas também eram Oliveira, tornando-o um dos troncos da numerosa e importante família Oliveira de Atibaia. As famílias Flórido, Profeta e Patrocínio, por exemplo, também eram Oliveira. Consideramos que entre as antigas famílias atibaianas retratadas neste trabalho, a Oliveira merece um estudo mais aprofundado numa futura obra. ↑
  232. Manoel Pereira Padilha n. entre 1735 a 1745 e sua esposa Ana Maria de Oliveira foram troncos de uma numerosa família em Atibaia, transmissores dos sobrenomes Oliveira e Padilha. Ver N° 05 do capítulo 7° do título Padilha. ↑
  233. No censo citado na nota anterior encontramos o nome de Braz Esteves Leme, portanto, o mesmo também mudou-se para Atibaia. ↑
  234. Encontramos em nossas pesquisas um certo Antônio de Oliveira Cesar, residente no bairro da Boa Vista de Atibaia, falecido aos 30.JAN.1934 c.c Delfine de Oliveira Cesar, filho de José de Oliveira Cesar e de Gertrudes Maria da Conceição que embora não conseguimos ligá-lo aos retratados aqui, temos absoluta certeza tratar-se da mesma família Oliveira Cesar deste título ↑
  235. Embora José Cesar, nascido entre 1785 e 1795, tenha sido citado na obra de Silva Leme como filho de Francisco Xavier Cesar, sem menção de seu casamento e descendência, contudo, pelo sobrenome, nome do pai de João de Oliveira César e os bens que deixou, cujo inventário eu consultei, fez com que minha intuição e faro de genealogista sempre soubesse que João de Oliveira Cesar era filho de José César e, portanto, neto paterno do capitão Francisco Xavier César. Até maio de 2017 a única prova desta filiação era o nome do pai de João de Oliveira César no seu inventário que o dava como filho de José César e de Caetana de tal, contudo, em maio de 2017 quando retomei as pesquisas genealógicas no site dos mórmons eu descobri seu batismo e vi que os herdeiros confundiram o nome da mãe da esposa de João de Oliveira César, Caetana, como o nome de sua mãe que na verdade era Rosa e que era uma escrava de Francisco Xavier César, portanto, a mãe de João de Oliveira César era escrava do pai de seu pai e tudo se confirmou. Isto explica como um mulato, filho de pai branco e mãe negra deixou os bens que deixou. Mesmo não tendo consultado o inventário de José César e ou de seu pai, que certamente nos daria prova cabal da filiação de João, face a todas demais provas e indícios e a nossa absoluta certeza da citada relação de parentesco é que decidimos expor neste trabalho desta forma, com certeza absoluta de estarmos certos. ↑
  236. No censo de 1846 encontramos um certo João de Oliveira Cesar com 30 anos, portanto, nascido em 1816, c.c Escolástica com 24 anos, portanto nascida 1822 com os seguintes filhos: Maria com 6 anos, Damásio 3 e Justina com 1 ano, todos de cor parda. Dos filhos descritos no inventário de João de Oliveira Cesar, somente constou uma de nome Maria, contudo, muito provavelmente se trata do mesmo João de Oliveira Cesar e decidimos colocar no texto. ↑
  237. João de Oliveira César deixou como bens imóveis: uma casa na rua José Lucas (501,800), terras no bairro da Ressaca (150,00), um sítio de 13 alqueires de nome Anhumas no bairro da Cachoeira (520,000) e terras de uma chácara no subúrbio da cidade com uma casa de moradia (1.250.000), onde acreditamos também ser na ressaca ou próximo, num total de 2.505.800 (dois contos, quinhentos e cinco mil reis. ↑
  238. Encontramos dois óbitos de Rosa Maria: 1) Rosa Maria de Jesus, viúva, 70 anos, f. aos 24.OUT.1870 e 2) Rosa Maria f. aos 14.JUL.1873, viúva, 80 anos, portanto n. em 1783, que acreditamos possa ser a Rosa mãe de João de Oliveira César acima. ↑
  239. Descobrimos a certidão de casamento de Jerônimo com Rosa aos 02.AGO.1818, sendo ele filho de pai incógnito e de Ana, escravos que foram de Margarida Vieira de Oliveira, bem como também descobrimos duas certidões de óbito de dois filhos de Jerônimo e Rosa: 1) Joaquina falecida aos 05.NOV.1825 e 2) Maria falecida aos 20.DEZ.1831, escravos do capitão Francisco Xavier César. Também descobrimos o casamento de outros três filhos de Jerônimo e de Rosa: 1) Antônio c.c com Maria aos 17.FEV.1846, ambos escravos de Gertrudes Maria de Oliveira; 2) José c.c Caetana aos 03.MAIO.1846, escravos de João Batista Franco e 3) Cristina c.c Matias aos 04.MAIO.1850 escravos de Manoel Jorge Ferraz, portanto, João de Oliveira César teve, pelo menos, três irmãos por parte de mãe, todos escravos. ↑
  240. Segundo certidão de óbito de Barbara de Oliveira Cesar, uma das filhas de João de Oliveira Cesar e Escolástica Maria Cardoso, encontrada nos registros do cemitério São João Batista, ela era branca, porém, as certidões de óbito de seus irmãos João e Ana Cesar, classificaram como pardos. Descobrimos que João de Oliveira Cesar era mulato, filho de pai branco e mãe negra. Descobrimos também que Escolástica Maria Cardoso, era mulata, portanto, os descendentes de João de Oliveira César eram mulatos. Muitos descendentes deste casal (João de Oliveira Cesar e Escolástica Maria Cardoso) também casaram-se com pessoas de matriz africana, como minha trisavó, Barbara de Oliveira Cesar. Portanto, a partir de deste casal temos o lado mulato da família Oliveira Cesar de Atibaia. ↑
  241. José Pires Cardoso é retratado nos seguintes censos: No censo de 1825 tinha 30 anos, pardo, sua esposa Caetana Maria, 27, parda, filhos: José 7, Escolástica 5 e colheu 60 alqueires de milho e 5 de feijão; No censo de 1829 José Pires Cardoso é descrito como natural de Atibaia, com 31 anos, portanto, de cor parda, sua mulher também natural de Atibaia com 29 anos, e os seguintes filhos: José com 9 anos, Escolástica com 8, Florência com 3 anos e Manoel com 1 ano, todos de cor parda; No censo de 1836 José tinha 42 anos, Caetana 40, e os filhos: José 14, Escolástica 12, Floriana 8, Manoel 5, e Joaquim 2, lavradores. ↑
  242. No censo de 1815 no núcleo familiar de Félix Manoel Cintra com 40 anos, Ana, sua esposa com 14 e os seguintes escravos: Francisco 63, Joana 61, João 22, José 41, Felipe 19, Salvador 14, Teresa 12 e Caetana com 17 anos que temos certeza se tratar de Caetana acima que muito provavelmente era filha natural de Félix Manoel Cintra. Nos censos de 1822, 1824 e 1825 Felix cultivava 600 alqueires de terra e Caetana e sua mãe não aparecem mais como escravas de Felix Manoel Cintra, o que deduzimos que foram alforriadas entre 1816 a 1818. ↑
  243. Encontramos o casamento de Maria natural de Conceição de Guarulhos com José Banguela aos 18.FEV.1800, sendo ela filha de pai incógnito, certamente branco e de Feliciana, escrava que foi de Manoel Rodrigues Dantas e ambos escravos do sargento-mor José Félix Cintra que cremos ser o casamento de Maria posteriormente ao nascimento de sua filha Caetana Maria que certamente era filha do sargento-mor ou de seu filho alferes Félix Manoel Cintra. ↑
  244. O sargento-mor José Félix Cintra faleceu aos 17.NOV.1807. Acreditamos que o sargento-mor ou mais provavelmente seu filho alferes Felix Manoel Cintra n. em 1782 em Atibaia, aí casado em 1814 e aí f. em 1851 era possivelmente o pai de Caetana Maria. No censo de 1806 Maria, aparece como escrava do sargento-mor, de cor parda, com 30 anos e natural de Bragança Paulista e sua filha Caetana, de cor parda, com 8 anos, portanto nascida em 1798. ↑
  245. No censo de 1806 encontramos a família de Inácio Cardoso que tinha 58 anos, portanto n. em 1748, sua mulher Joaquina Pires com 25, portanto, n. em 1781, os filhos: Francisco, 11 (casado aos 12.AGO.1816 com Maria do Rosário), José, 9 (n. aos 14.DEZ.1795), Antônio 8 (aos 07.FEV.1798), Ana 6, Maria 4 (n. aos 23.ABR.1803), Rita 2 e Maria 1 ano (n. aos 12.OUT.1806) e colheu 70 alqueires de milho e feijão, 5 alqueires de algodão, 4 alqueires de arroz e 3 alqueires de trigo, portanto, plantou 82 alqueires o que significa que tinha uma considerável quantidade de terra para quem não era branco. No censo de 1810 Inácio que tinha 61 anos, portanto, n. em 1749, negro, c.c Joaquina, natural de Juqueri, 38 anos, portanto n. em 1772, parda, e os filhos: 1) Francisco, 15, José, 13, Antônio, 12, Ana 7, Maria 6, Rita 4, e Anastácia 1 ano (n. aos 19.FEV.1809) lavradores do bairro Mato Dentro. No censo de 1820 Inácio aparece com o nome de Inácio Cardoso de Oliveira e tinha 71, portanto, n. em 1749, negro, sua mulher Joaquina 46, portanto, n. em 1774, parda e os 1) Francisco 21 c.c Maria do Rosário com uma filha: Cristina, 2 anos, 2) José c.c Caetana, 21 anos, parda, e um filho: José, 1 ano, 3) Ana Maria c.c João Cardoso 24, este f. aos 24.ABR.1839, 4) Antônio 21, Benedito, 6 (n. aos 01.OUT.1815), Maria, 16, Anastácia 11, Maria 9 e Joana 7 anos, proprietários e lavradores de terras no bairro Mato Dentro/Cachoeira e cultivaram 140 alqueires de feijão o que era uma excelente terra para uma família de origem negra, o que não conseguimos descobrir a razão para esta exceção a regra que desfavorecia demais os negros libertos no século XIX no Brasil que raramente eram proprietários de terra. ↑
  246. No censo de 1822 encontramos Joaquina Pires assim descrita: 49 anos, portanto, n. em 1773, viúva, parda, filhos: Antônio, 24, Benedito, 9, Maria 19, Anastásia 13, Maria 12, agregados: José Cardoso 27, Caetana 24, filhos: José 4, Escolástica 2; João Cardoso 27, Ana Maria 24, Rita 18, José Rodrigues 22, e Caetano, filho com 2 anos. José Cardoso, João Cardoso e Rita certamente eram irmãos. No censo de 1824 Joaquina Pires, natural de Juqueri, tem 50 anos, portanto, n. em 1774, parda, viúva, filhos: Antônio 26, Benedito 10, Maria 21, Anastásia 15, Maria 14 e João com 12. Era lavadora e plantou 30 alqueires de feijão. No censo de 1825 Joaquina Pires, natural de Juqueri, tem 51 anos, portanto, n. em 1774, parda, viúva, filhos: Benedito 11, Maria 22, Antonia 16, Maria 15 e João 13, plantou 30 alqueires de algodão. No censo de 1829 encontramos uma certa Joaquina Pires Cardoso, com 58 anos, portanto, n. em 1778 em Juquerí, viúva, lavadeira, que é muito possível seja a mesma Joaquina Pires. Pelos censos citados acima e nesta nota Joaquina teria n. entre 1772 a 1781 em Juqueri, hoje Mairiporã. No mesmo censo também encontramos: 1) Francisco Cardoso, 29, Ana Joaquina 27 e os filhos: Antônio, 8 e Benedito, 1; 2) João Cardoso 31, Ana Maria, 21, e Joqauim,4. e um certo Mariano Pires Cardoso, natural de Atibaia com 26 anos de cor parda com sua esposa Ricarda Maria com 24 anos e 5 filhos: José, 8 anos, Benedito, 9 anos, Mariana, 6 anos, Maria 2 anos, e Constantino com 1 ano. Muito provavelmente este Mariano era irmão de José Pires Cardoso. No censo de 1836 Joaquina tinha 58 anos, viúva e mais Caetano, 10, Maria 20 ou 26 e Joana 21. ↑
  247. Encontramos o batismo de um certo Inácio nascido aos 03.SET.1748, filho de pai incógnito e de Maria, escrava de Pedro de Lima de Camargo, que é muito possível que seja Inácio e assim sendo, Inácio era mulato e não negro, filho de mãe negra e pai branco. ↑
  248. Encontramos dois casamentos de Antônios com Maria, antes do nascimento de Inácio. O primeiro ocorreu aos 15.MAR.1746, sendo ele natural de Guiné e ela criola (natural do Brasil), mulata, escravos de Jorge Rodrigues de Siqueira, testemunhas: Antônio, escravo de Francisco Jorge de Siqueira e Simão da casa de João Delgado de Camargo. Encotramos em alguns censos, Jorge Rodrigues de Siqueira com alguns escravos, entre eles, Antônio e Maria, mas sem o filho Inácio o que concluímos não se tratar dos pais de Inácio. Já o segundo casamento de Antônio e Maria ocorreu aos 22.MAIO.1746, sendo ele natural de Guiné e ela, criola, filha de João Maria e de sua mulher Joana, todos escravos do padre coadjuntor Francisco Corrêa Lemos. Foram testemunhas Manoel Pires Fragoso e José Preto Barbosa que acreditamos se tratar dos pais de Inácio Cardoso e neste caso é muito possível que com o padre e senhor dos pais de Inácio e provavelmente dele próprio tenha deixado seus bens ou parte deles a família de Inácio o que explicaria o fato de negros e ex-escravos serem proprietários de terras no século XVIII, situação muito incomum. ↑
  249. Segundo informações familiares, Barbara de Oliveira Cesar e sua família moraram por muitos anos na antiga rua Santo Cruzeiro, hoje Benedito de Almeida Bueno. ↑
  250. Apelido suposto não confirmado. ↑
  251. Na página 391 do livro História de Atibaia editado em 1950 de Waldomiro Franco da Silveira, encontramos algumas citações do ano de 1883, entra elas a seguinte: “João de Oliveira Cesar pede alinhamento para socar as taipas laterais da capelinha de Santa Cruz” Acreditamos tratar-se de João de Oliveira Cesar citado aqui (1.10.) ou João de Oliveira Cesar N° 01. ↑
  252. Acreditamos que o sobrenome Oliveira de Ana, esposa de Flórido José Batista era o mesmo Oliveira dos Oliveira Cesar aqui retratado, portanto, eram parentes, contudo, não conseguimos descobrir a ligação entre eles. ↑
  253. Encontramos no livro de sepultamos do cemitério São João Batista o sepultamento de um certo João de Oliveira Cesar Filho natural de Bragança f. aos 15.ABR.1972 filho de João de Oliveira Cesar e de Francisca Maria de Jesus com 63 anos, o qual pode ser filho do citado acima. ↑
  254. Descobrimos no censo de 1846 um certo Francisco de Cerqueira Cesar n. em 17989 c.c Delfina Maria n. 1808, moradores no bairro da Boa Vista com os seguintes filhos: Miguel 10 anos, Francisco, 8, Miguel 6 e Rita 4, mas não sabemos dizer se se trata do mesmo Francisco retratado acima. ↑
  255. Embora Silva Leme não cite nenhum dos filhos que Francisco Xavier Cesar teve com sua segunda esposa, decidimos incluir o nome de Inácio de Oliveira Cesar como sendo filho do tronco e de sua segunda esposa, pois não temos nenhuma dúvida que o referido Inácio era filho do citado casal. Por tradição oral, sabe-se que a descendência de Francisco Porfírio de Cerqueira Cesar, filho de Inácio, era parente dos descendentes de João de Oliveira Cesar, os quais cremos serem primos, visto que o pai de João de Oliveira Cesar, José Cesar, era meio-irmão de Inácio, pai de Francisco Porfírio, segundo concluímos. Lamentamos não termos encontrado o casamento de Inácio com sua mulher, o qual seria a prova documental do que alegamos, mas mesmo sem esta prova, não temos dúvida desta filiação, razão pela qual decidimos expô-la como está. ↑
  256. Descobrimos o óbito de uma certa Gertrudes de Cerqueira César com 80 anos, viúva de Inácio de Oliveira César aos 04.JAN.1896, mas não sabemos tratar da mesma Gertrudes. ↑
  257. Segundo apuramos a família Nishiguti está entre as 5 ou 10 primeiras famílias japonesas que estabeleceram-se em Atibaia. Seu tronco é Keniti Nishiguti que foi c.c Hissako, naturais de Kioto, os quais chegaram em Atibaia vindos de Pindamonhangaba em 1941 e estabeleceram-se primeiramente no bairro Piquiri e posteriormente na propriedade onde a maioria da família ainda vive no bairro Atibaia Jardim. Tiveram 7 filhos: 1) Massao c.c Olga; 2) Joana c.c Kaziuki; 3) Paulo c.c Maria Borghi; 4) Toshiko c.c José Manuel de Campos; 5) Vicente c.c Beatriz; 6) Ceyte c.c Benedita Oliveira e 7) Itso “Nishi” c.c Florinda Bueno que teve 4 filhos: 1.1. Bermardate c.c Carlos Augusto (4.1. acima; 1.2.) Airton “Tiochi” [amigo pessoal do autor deste trabalho] c.c Raquel com 3 filhos: Jeferson, Jéssica e Jean; 1.3. Eliana Keiko c.c Luiz Fernando Ferreira com filhos e 1.4. Lilian Kiomi c.c Vicente Silva com filhos. ↑
  258. Leopoldo da Silveira Campos era irmão, entre outros q.d, de Elizéia Campos ou Elisa Soares de Campos que foi c.c José de Toledo Ordonhes que entre outros teve Margarida de Toledo Ordonhes que foi c.c João Anselmo Bueno, filho de Juliana Teodora de Oliveira e de João Anselmo Bueno, que pode ser considerado o tronco da família Anselmo de Atibaia. ↑
  259. Foi o padre Matheus Nunes de Siqueira que informou a câmara municipal de São Paulo em 03 de julho de 1665 que deixou no povoado de Atibaia os índios Guarulhos que capturou na sua bandeira iniciada em abril do ano anterior. É considerado por muitos o fundador de Atibaia pois teria estado na cidade antes de Jerônimo de Camargo. Para mim, que não concordo com a expressão e qualificação de fundador e sim um dos principais povoadores de uma cidade, o padre Matheus foi sem dúvida um dos principais povoadores de Atibaia juntamente com os irmãos Camargos. ↑
  260. Braz Esteves Lemes foi citado no censo populacional de Atibaia no ano de 1765 como morador do bairro Rio Acima, com 66 anos e sua esposa Teodora com 64. ↑
  261. No censo de 1783 José Pereira Padilha tinha 39 anos, sua esposa, Rosa 30, e os filhos: Antônio 14, Manoel 8, Maria 11, Josefa 9, Angélica 4, Francisco 9 meses. Tinha 2 escravos. No censo de 1789/90 José Pereira Padilha tinha 45 anos, Rosa 36, e os filhos: Manoel 14, Maria 17, Josefa 12, Angélica 10, Francisca 7 e Inácio 1 mês. Tinha 3 escravos. No censo de 1798 José tinha 51 anos Rosa 45, filhos: Manoel 21, Francisco 11, Maria 23, Josefa 19, Angélica 5. Tinha 3 escravos e 2 alforriados. ↑
  262. No censo de 1798 Inácio de Oliveira Lima tinha 25 anos, Escolástica Oliveira (Morais segundo seu 2° casamento), sua primeira esposa 23 anos, filhos: Vicente 4, Maria 2, e Manoela 3 meses. No censo de 1806 Inácio Pires tinha 31 anos, casado de novo com Josefa de Siqueira 30 anos, branca e um filho do primeiro casamento de nome Vicente com 8 anos. No censo de 1807 Inácio foi retratado como Inácio Pires de Oliveira e tinha 30 anos, Josefa com 27 anos, portanto, n. em 1780, um filho de nome Vicente, do seu primeiro casamento com 10 anos, portanto, n. em 1797 e um agregado de nome Francisco com 10 anos. No censo de 1815 (4) Inácio tinha 38 anos, Josefa 35, filhos: José 7 e Inácio 3. No censo de 1820 Inácio de Oliveira Lima tinha 33 anos, sua esposa Josefa com 30 anos, filhos: José com 1 ano, portanto, nascido em 1909. No censo de 1822 Inácio era branco, casado, com 40 anos, Josefa 37, os filhos: José 13, Inácio, 9 e Generoso 7, plantou 20 alqueires de milho e 10 de algodão; No censo de 1824 Inácio foi classificado como branco, 42 anos, Josefa 39, os filhos José 15, Inácio 11, Generoso 9 e João com 5 meses; No censo de 1825 Inácio, tinha 43 anos, Josefa 40 anos, os filhos: José 16, Inácio 12, Generoso 10, João 2. Cultivou 50 alqueires de feijão. No censo de 1829 Inácio de Oliveira Lima era, casado, branco, com 47 anos, Josefa de Siqueira, casada, branca, com 44 anos, portanto, nascida em 1785 (sua segunda esposa) e os filhos: 1) José com 20 anos (n. aos 09.NOV.1808); 2) Inácio com 16 anos (n. aos 05.OUT.1811); 3) Tenório com 14 anos e 4) João com 6 (n. aos 04.JUL.1824). ↑
  263. Composição familiar encontrada no censo de 1782 no bairro do Caioçara com a qual descobri a origem de Inácio: Antônio Pires de Oliveira, 29, sua esposa Apolonia 24 (bastardos segundo o batismo de sua filha Maria), os filhos Francisco, mudo, 10 anos, Maria 6 n. aos 17.NOV.1777 sendo padrinhos Gabriel Pereira de Oliveira e Apolônia de Lima, filha de Escolática de Lima e José 7 n. aos 05.SET.1773 sendo padrinhos Guilherme de Oliveira e Teresa Moreira?. Um exposto de nome Inácio com 2 anos, e uma tia de Antônio ou mais provavelmente de Apolonia de nome: Escolástica Lima, solteira com 50 anos e os seguintes filhos: Apolonia, 18, Ana 14 e Inácia 13. Inácio foi retrado nos censos e nos batizados de seus filhos com três sobrenomes diferentes: Pires, Pires de Oliveira e por último e mais frequência: Oliveira Lima. Pires e Pires de Oliveira era o sobrenome da família que inicialmente cuidou de Inácio e que provavelmente era a família de sua mãe. Já o sobrenome Lima era o sobrenome de seu pai natural que por alguma razão que desconhecemos, não assumiu a paternidade de Inácio no seu nascimento, mas que assumiu posteriormente. Os filhos legítimos de José de Siqueira Lima e o marido de sua irmã, Gertrudes de Lima, Sargento Francisco Pereira de Oliveira (1.4. N° 05 adiante) foram padrinhos de seu segundo casamento e de seus filhos do segundo casamento. No censo de 1790 encotramos a composição familiar de Gertrudes Oliveira, 70, no bairro Caioçara, viúva, filhos: Lourenço, 35, Miguel, 36, Joana 35, Maria 49 e Gertrudes 34. Netos: Angela 13, Inácio 16, Joaquim 17, Justina 12, Bernarda 15, João 18 e Francisco 6, portanto, Inãcio passou para os cuidados da avó materna. Diante da minha total convicção de que Inácio era filho de José Siqueira Lima, resolvi explicar aqui e incluir todos ascendentes de José Siqueira Lima na minha ascendência. ↑
  264. Foi graças as pesquisas genealógicas de Marcelo Mariano que foi possível fazer a relação de irmandade entre João Pires Padilha e Inácio Pires Padilha, também conhecido como Inácio Pereira Padilha e, consequentemente foi possível fazer este novo título que é o último título criado para este trabalho genealógico. ↑
  265. Segundo dados de 1801 a 1862 obtidos do estudo The Trans-atlantic Slave Trade Database, da Universidade de Cambridge os negros trazidos como escravos para o Sudeste brasileiro vieram basicamente de Congo, Angola e Moçambique e neste período chegaram no Sudeste 893.925 pessoas. Nos séculos anteriores (XVIII, XVII) é muito provável que os negros que chegaram no sudeste brasileiro tenham vindo dos mesmos atuais países citados, portanto, na grande maioria, a origem dos negros brasileiro remontam aos três países atuais citados. As manifestações folclóricas de Atibaia têm raízes no Congo. ↑
  266. No ano de 1824 foi a última vez que encontramos Joaquina Maria na senzala de Thomé Pires de Ávila, não sabemos se foi alforriada após este ano, o que era pouco provável em razão da pouca idade ou se foi vendida para outro senhor. Somente a encontramos novamente nos registros pesquisados, na ocasião do nascimento de seu filho em 1858, já na condição de livre. Francisco, pai de Joaquina Maria foi alforriado entre 1826 a 1829; Francisca, mãe de Joaquina Maria viveu e faleceu na condição de escrava em 1829; Isabel, avó materna de Joaquina, viveu e morreu na condição de escrava em 1825 e Paulo, seu avô materno, até 1829 vivia na condição de escravo de Thomé Pires de Ávila. ↑
  267. Descobrimos o óbito de um certo Francesco, viúvo, com cerca de cinquenta anos, falecido aos 28.JUL.1844, mas que não conseguimos confirmar se tratar do mesmo Francisco. ↑
  268. Através do batismo de Francisca podemos confirmar que seus pais eram nesta data, escravos de Maria Francisca de Jesus, viúva de Vicente Pires que os vendeu posteriormente para Rafael Cardoso. ↑
  269. Descobrimos o batismo de dois filhos de Paulo e Izabel: 1) João nascido aos 25.SET.1803 e 2) Benedito, nascido aos 24.JUL.1804. ↑
  270. Vicente Pires Pimentel faleceu em Atibaia aos 28.DEZ.1798 no bairro do Rio Abaixo e era c.com Maria Francisca de Jesus. ↑
  271. Rafael Cardoso do Amaral, ou simplesmente Rafael Cardoso (da família Alves do Amaral) natural de Nazaré ou Atibaia e aí falecido aos25.NOV.1818 com 46 anos aproximadamente era filho de Rafael Cardoso do Amaral e de Ana Ribeiro casados aos 30.JUL.1748, sendo seu pai viúvo de Escolástica Camargo. No censo de 1806 Rafael tinha 33 anos e sua mulher, Maria Franco com 44 anos e entre os escravos encontramos Paulo, 36 anos, c. negro, portanto, n. em 1770 e sua mulher Isabel, 30 anos, negra, portanto, n. em 1776. No censo de 1807 novamente encontramos Rafael Cardoso do Amaral, tinha com 34 anos, sua mulher Maria Franco com 45 anos, filhos: Francisco 17, João, 11, Gertrudes 8 e 8 escravos, entre eles: Paulo 37, Isabel, 31, Francisco 25, Francisca 6. No censo de 1810 Rafael tinha 38 anos, sua mulher Maria Franco, 49 anos, dois filhos: João com 13, Gertrudes com 11 e os escravos, ente eles: Paulo, africano com 50 anos, Isabel de 35 anos, Francisco africano com 28 anos, Francisca com 10 anos. No censo de 1815 Rafael tinha 45 anos, Rita 25, escravos: Paulo de nação 60 anos, Izabel de nação 30, Francisco de nação 32, Francisco 38, Francisca 14 anos. Residentes no bairro do Rio Abaixo. Não ficou claro se somente Paulo, ou somente Isabel eram africanos, ou ambos. No censo de 1822 Maria Franco Cardoso, viúva de Rafael aparece com 60 anos, com os filhos Jacinto 35, Ana 26, Maria com 24 e Gertrudes com 22. Tinha 4 escravos e 2 agregados e os escravos Paulo, Isabel, Francisco, Francisca e Joaquina não figuram mais como seus escravos posto que foram vendidos para Thomé Pires de Ávila, ver nota abaixo. ↑
  272. Encontramos a família escrava de Joaquina Maria no censo de 1822 pertencentes a Thomé Pires de Ávila e sua esposa Maria Franco fazendeiro no Rio Abaixo e tinham 15 escravos, entre eles: Paulo, n., com 70 anos, Isabel 37, c n., (tinha 47), Francisco 40, c, n., Francisco 44, c., n., Francisca, 20, c, n., Joaquina, 6 parda (era negra). No censo de 1824 Thomé tinha 16 escravos, entre eles: Paulo, 70, c., n., Francisco, 46, c., n., de nação, Joaquina, 8, s., parda (era negra) e Isabel, 48, c.n., de nação. No censo de 1825 Thomé tinha 12 escravos, entre eles: Paulo, 70, c., n., Francisco, 48, c., n., Francisca, 20, c., n., sem Joaquina. No censo de 1826 Thomé tinha 13 escravos, entre eles: Paulo, 72, viúvo, n., Francisco, 49, c., n., Francisca, 21, c., n., sem Joaquina. No censo de 1829 Thomé tinha 17 escravos, entre eles: Paulo, 80, v., n., sem Francisco, alforriado e sem Joaquina, alforriada ou vendida. ↑
  273. Encontramos no inventário de Jacinto Pereira Leite uma confissão de dívida de João Pires Padilha datada de 27.ABR.1905 no valor de 120$000 ao referido senhor, a qual muito provavelmente refere-se a um dos três João Pires Padilha aqui citado, pela qual vê-se que João Pires Padilha era letrado e detentor de uma boa grafia, o que também confirmamos no inventário de seu sogro, João de Oliveira César em 1903. ↑
  274. Os padrinhos de batismo de João Pires Padilha Filho, foram Jacinto Manoel Leite e sua mulher Umbelina Maria da Conceição (troncos da família Leite deste trabalho), por razões que desconhecemos. ↑
  275. Se confirmada minha dedução dos pais de Inácio de Oliveira Lima apontadas atrás, João Pires Padilha Filho e sua esposa Barbara de Oliveira Cesar, eram parentes distantes posto que tinham um casal de trisavós em comum pela ascendência branca de ambos: alferes Manoel Pereira Padilha e sua esposa Ana Maria de Oliveira ↑
  276. Segundo informações familiares, Barbara de Oliveira Cesar e sua família moraram por muitos anos na antiga rua Santo Cruzeiro, hoje Benedito de Almeida Bueno. ↑
  277. Apelido suposto não confirmado. ↑
  278. Encontramos o óbito de um certo Antônio Pereira Padilha ocorrido aos 12.MAIO.1879, mas não descobrimos ao certo de quem se tratava. ↑
  279. No censo de 1790 Floriano da Silva Padilha tinha 52 anos, sua esposa Maria, 53, Ana, filha com 23. Tinha 5 escravos. No censo de 1798 encontramos um Floriano Pereira Padilha com 64, sus esposa Maria 64, filhos: Ana 26, 4 escravos e 1 agregado no bairro Itapetinga. ↑
  280. No censo de 1789 Antônio Pereira Padilha tinha 60 anos, Mariana Bueno 55, Filhos: José 21, Escolástica 28, 3 agregados e 3 escravos. ↑
  281. No censo de 1783 Inácio tinha 31, Josefa 30, os filhos: José 6, Maria 4, Cristina enteada com 9 e 1 escravo. No censo de 1798 Inácio tinha 51 anos, Josefa 43, filhos: Josefa 12, Maria 18, João 8, Dionísia 8, Salvador 4 e 2 escravos, no bairro Itapetinga. ↑
  282. No censo de 1794 Antônio tinha 38 anos, Joana 32 e 11 filhos. No censo de 1798 Antônio tinha 41 anos, Joana 35, vários filhos e agregados. ↑
  283. No censo de 1790 José Pereira Padilha tinha 27 anos, Rita 22 e um filho: Francisco com 1 ano. Tinha 2 escravos e 1 agregado. No censo de 1798 José tinha 35, Rita 30, filhos: Francisco 9, Ana 5, Maria 7, Joaquina 3, Joana 1, Rosa 41, irmã e 1 agregado. No censo de 1820 tinha 55 anos, Rita 52, filhos: Manoel 17, José 14, e João 11 anos. ↑
  284. No censo de 1782 Manoel Pereira Padilha tinha 57 anos, 4 escravos. No censo de 1783 Manoel tinha 58, sua mulher Ana Maria, 57 e os filhos: José 21, Maximiniano 17, Salvador 10, Reginaldo 8, Úrsula 18 e Maria 11. Tinha 4 escravos. No censo de 1794 Manoel tinha 69 anos, Ana Maria 62, filhos: Reginaldo 19 e 5 escravos. ↑
  285. Encontramos o batismo de um certo Joaquim, filho de Francisco Pereira de Oliveira e de sua mulher Maria Gertrudes de Godoi, sendo padrinhos Inácio Furquim de Campos e sua mulher Ana Padilha de Oliveira e não sabemos se tratar de um outro casamento de Ana Padilha de Oliveira. ↑
  286. No censo de 1789 Manoel Pereira de Oliveira tinha 36 anos, Ana Esmeria 34, Filhos: Manoel 5, Pulcheria 10, Esmeria 8 e Caetana 6. No censo de 1794 Manoel tinha 43 anos, Ana Esmeria 39, filhos: Pulcheria 15, Esmeria 13, Caetana 11, Manoel. No censo de 1820 tinha 63 anos, Gertrudes 63, filhos: Reginaldo 21, Salvador 23 e Francisca 31 e colheu 56 alqueires de feijão. ↑
  287. No óbito de Ana Esmeria do Nascimento em 1798 consta que foi esposa de Manoel Pereira de Oliveira, já falecido, portanto, o óbito de Manoel Pereira de Oliveira, viúvo de Gertrudes Silva, aos 29.JAN.1825 do bairro Rio Acima era de outro Manoel Pereira de Oliveira, talvez de seu filho. ↑
  288. Manoel Pires Fragoso era natural da aldeia de Palma, Braga, Portugal e faleceu 20.OUT.1769, casou-se com Maria de Oliveira, natural de Atibaia f. aos 03.ABR.1777, filha de Manoel Preto Cardoso natural de Nazaré e de Rosa Pinto Barbosa, natural de Santos, com que teve três filhos (SL 1/124): 1) Alferes João Pires de Oliveira f. aos 03.SET.1788, que foi casado com Gertrudes Maria da Conceição, filha de Francisco Pereira Pacheco, o velho (pai do tronco do título Pereira deste trabalho) e Maria Francisca – cuja descendência não descobrimos; 2) Ana Esmeria, retratada acima, e 3) José Pires de Oliveira, nascido em aproximadamente em 1746 em Atibaia conde se casou aos 11.FEV.1777 com Maria de Cerqueira, viúva de Manoel Pedroso de Moraes, filha de Francisco Xavier César, natural de Santo Amaro e de Maria de Lima, natural de Atibaia, neta paterna de João de Lima do Prado e de Francisca da Rocha Bueno, natural de São Paulo. (descobrimos o casamento de José Pires de Oliveira aos 19.NOV.1799 com Ana Joaquina Bueno, sendo ele viúvo de Maria Rosa que parece ser o segundo casamento de José Pires de Oliveira). Antônio Pires de Oliveira e Inácio Pires de Oliveria ou Oliveira Lima, retratados neste título retro, de algum modo, podem pertencer esta família muito provavelmente. ↑
  289. Acreditamos que Inácio Pires, Inácio de Oliveira ou Inácio de Oliveira Lima (2.5., 1.6., N° 02, cap. 7° pode ser filho de Manoel Pereira de Oliveira ou de seu irmão Francisco Pereira de Oliveira. ↑
  290. No censo de 1789 Francisco Pereira de Oliveira tinha 31, Gertrudes 31, filhos: Ana Maria 8, Maria Gertrudes 6, Úrsula 5, José Joaquim 4, Francisco Antônio 3 e Joaquina 2. Tinha 1 agregado e 2 escravos. ↑
  291. No censo de 1820 encontramos uma certa Gertrudes Maria de Lima que era viúva, com 50 anos e com os filhos: Antônio 14, João 13 e Maria 12, mas que não sabemos se tratar da Gertrudes acima. ↑
  292. Descobrimos o batismo de um certo 1) Manoel, nascido aos 22.JUN.1814 filho de Francisco Pereira Oliveira e sua mulher Maria Gertrudes, do bairro Rio Acima, bem como o nascimento de um certo 2) Joaquim nascido aos 10.JUN.1819, filho de Francisco Pereira de Oliveira e de sua mulher Maria Gertrudes de Godoi foram padrinhos Inácio Furquim de Campos e sua mulher Ana Padilha de Oliveira e o nascimento de um certo 3) José nascido aos 21.JUL.1821 filho de Francisco Pereira de Oliveira e de Maria Gertrudes, do bairro do Rio Acima os quais cremos serem filhos de Francisco Pereira de Oliveira e uma possível segunda. ↑
  293. José Joaquim foi uma das testemunhas do casamento de Inácio de Oliveira Lima e de Josefa de Siqueira. ↑
  294. No censo de 1790 José Pereira de Oliveira tinha 28 anos, sua esposa Gertrudes 27, e uma filha de nome Maria com 1 ano. No censo de 1794 José tinha 31, Gertrudes 32, filhas Maria 6, Ana 4, Francisco 3. No censo de 1798 José Pereira Oliveira tinha 32 anos, Gertrudes 35, filhos: José 1, Francisco 6, Ana 7 e Maria 9 anos. ↑
  295. No censo de 1820 José Pereira de Oliveira tinha 21 anos, sua esposa Manoela Lima com 19 e uma filha: Manoela com 1 ano e colheu 70 alqueires de feijão. No censo de 1825 José tinha 26 anos, sua esposa Manoela 24, filhos: Manoela 6, José 2, e Ana com 8 meses. Colheu 225 alqueires de feijão. ↑
  296. Descobrimos o batismo de uma certa Cristina nascida aos 13.DEZ.1818 filha de José Pereira Padilha e de Jacinta Maria de Oliveira no bairro do Mato Dentro que não sabemos se tratar do mesmo José Pereira Padilha ou de outro. ↑
  297. No censo de 1825 Francisco Pereira de Oliveira tinha 34 anos, sua esposa Maria Gertrudes 26, filhos: Josefa, 11, Manoel 8, Joaquim 6, José 4, e Joana com 6 meses. Colheu 80 alqueires de feijão. ↑
  298. No censo de 1820 Manoel Pereira Padilha tinha 19 anos, Maria de Siqueira, 29 anos e eram recém-casados. No censo de 1825 tinha 24 anos, sua esposa Maria 34, filhos: Gertrudes 3, José 8 meses e cultivou 140 alqueires de milho e 10 de feijão. Encontramos um casamento de um certo Manoel Pereira Padilha aos 27.MAR.1851 com Maria Rosa de Souza, ele viúvo de Inácia de Cerqueira César e ela viúva de Ricardo Cardoso que não sabemos se tratar deste Manoel Pereira Padilha. Também encontramos no censo de 1825 um certo Manoel Pereira Padilha com 27 anos e sua esposa de nome Inácia de Cerqueira Cesar, que acreditamos ser a segunda esposa do referido Manoel Pereira Padilha. Também encontramos o óbito de um certo Manoel Pereira Padilha falecido aos 06.SET.1878, viúvo, com aproximadamente 80 anos que cremos ser este Manoel Pereira Padilha. ↑
  299. No censo de 1790 José de Siqueira Lima tinha 36 anos, portanto, n. em 1754, Úrsula 25, filhos: Ana 3, José 2 e Salvador 3 meses. No censo de 1820 José de Siqueira Lima tinha 72 anos, portanto, n. em 1748, 6 filhos e colheu 400 alqueires de feijão. No censo de 1825 tinha 77 anos, viúvo e cultivou 50 alqueires. ↑
  300. No censo de 1810 Inácio Furquim de Campos tinha 20 anos, sua esposa Ana Padilha 22 e eram recém-casados. No censo de 1825 Inácio tinha 36, Ana Padilha 40, tinham uma afiliada de nome Josefa com 35 anos e colheu 200 alqueires de milho, 17 de feijão e 11 de arroz. ↑
  301. No censo de 1790 Martiniano Pereira de Oliveira tinha 22, Felipa 21, os filhos: Manoela 2, Ana 1, dois agregados de nome Miguel 22 e Valentim 28. ↑
  302. Joaquim era irmão, entre outros, do capitão Francisco Xavier César, tronco do título Oliveira César deste trabalho ↑
  303. A origem do sobrenome D’Elboux, segundo descobrimos, decorreria daqueles que são próprios de uma localidade possivelmente chamada “Elboux” e outra de nome Derboux (hameau de Derbous), cidade de Mondragon, Vaucluse, bem próximo a Marseille. Outros dizem que a terminação “x”, junto a “boux”, de origem indubitavelmente francesa, denotaria que a família prestou serviços ao rei, enquanto o D maiúsculo seria relacionado à detenção de título nobiliárquico. O sobrenome D’Elboux é encontrado atualmente em diversas cidades brasileiras tais como: Itu, São Paulo, Sorocaba, Piracicaba, Santa Barbara D’Oeste e Charqueada e em outras cidades. Também encontramos na Austrália (em Canberra e Sydney), bem como na África do Sul, (em Mossel Bay, Eastern Cape). Há também D’Elboux (s) em Londres e na cidade de Bath & Hull na Inglaterra ↑
  304. Segundo a certidão de casamento de Francisco Compton D’Elboux em Santana do Parnaíba o mesmo nasceu em Londres e foi batizado em Lisboa, mas não acreditamos que tenha sido batizado em Portugal, contudo, é provável que tenha tido algum vínculo com o País, onde deve ter aprendido a língua e o motivado para imigrar para o Brasil, então colônia de Portugal. ↑
  305. Em seu leito de morte Francisco Compton D’Elboux declarou em testamento ter tido 3 filhos do seu casamento: Frederico, Francisco e Thomas e 2 filhos naturais, provavelmente nascidos antes de seu matrimônio: Carlos Augusto e Maria Amália. Pediu para ser sepultado na igreja da Misericórdia (Construída em 1796 perto das ruas Alvares Penteado, Direta e praça do Patriarca e Sé e foi demolida em 1886). Deixou seus pertences de prata e sua escrivaninha para seu amigo, o cirurgião-mor Thomas Gonçalves Gomide; dois escravos a sua filha Maria e de sua terça parte, divido-a em 4 partes deixando uma a sua afiliada Maria e 3 partes para seu filho Carlos Augusto e seus serviços militares ao seu filho Thomas que nomeou-o inventariante, sendo seu tutor, seu padrinho e amigo de seu pai, Thomas Gonçalves Gomide. Na época a legislação de sucessões brasileira só permitia que se reservasse para testamente a terça parte dos bens deixados aos filhos, ficando estes com 2/3 restantes da metade dos bens já que a outra metade era do cônjuge meeiro. ↑
  306. Somente foi possível alterar o nome deste título (Almeida para D’elboux) e seu tronco (Carlos Augusto D’Elboux para Francisco Compton D’Elbou) porque consultamos alguns inventários nos últimos meses do ano de 2013 e por fim o inventário de Francisco Compton D’Elbou em 17.JAN.2014 no Arquivo Público do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, através do qual concluímos a descendência do tronco. Também consultamos os inventários de Maria Amália D’Elboux, Carlos Augusto D’Elboux e sua primeira esposa, Gertrudes Joaquina de Almeida, Francisco Compton D’Elboux II e Delfina Maurício de Lacerda D’Elboux, todos do Arquivo Público do Estado de São Paulo. ↑
  307. No inventário de 380 páginas do tenente coronel Francisco Compton D’Elboux, entre outros bens, constamos que o mesmo deixou duas casas na vila de São Paulo: Uma onde faleceu e provavelmente residia situada na rua Santa Teresa, bem próxima ao Largo da Sé (sobrado, 3 lanços, pilão e tehas) e outra na rua São Bento (térrea, 2 lanços, pilão e telhas) e 6 escravos. Também é digno de nota os 64 livros em três línguas (português, inglês e francês) que deixou, citados inclusive no livro Os caminhos da riqueza dos paulistanos na primeira metade do oitocentos da professora Maria Lucília Viveiros de Araújo, 2006, que Francisco o que era raro na época e demonstrava sua erudição. ↑
  308. Descobriu-se em Marseille o casamente de um certo Pierre Delboux nascido em Ceyras com Marguerite Besson aos 17.MAR.1722 na igreja Paroisse St. Laurent, os quais podem ser os pais de François Louis D’Elbou, pai do tronco deste título, Francisco Compton D’Elboux. ↑
  309. Huguenotes era a expressão dado por católicos franceses para destinar os protestantes calvinistas a partir da Reforma do século XVI. Os protestantes, especialmente os calvinistas, sofreram fortes perseguições relacionadas a sua fé. Esses protestantes fundaram em 1559 uma igreja na França que grassou como um rastilho de pólvora. Emergiram vitoriosos sobre as forças católicas durante as Guerras Religiosas (1562-98) e, pelo Edito de Nantes, receberam uma certa liberdade religiosa e política. ↑
  310. Os pais do tronco deste título tiveram 5 filhos: 1) François (Francisco) Compton D’Elboux I (tronco deste título); 2) Hannah D’Elboux n. aos 28.NOV.1770, batizada em Saint Georges Hanover Square em 16.DEZ.1770, casada aos 01.FEV.1790 em London, England com Thomas William Webb; tiveram uma filha, com nome desconhecido, possivelmente também Hannah, mencionada por Francis Compton D’Elboux em carta enviada do Brasil para seu cunhado Thomas William Webb aos 14.JAN.1814; 3) Thomas D’Elboux n. aos 10.ABR.1772, batizado em St. Georges’s Hanover Square aos 01.MAIO.1772. Casou-se em 1793 com Anne Ogbourne; 4) Louis D’Elboux n. aos 09.FEV.1774 as vezes referido erroneamente como Lewis, casou-se (possivelmente já tendo casado uma primeira vez e depois) com Susannah Westaos 21.JUN.1803 em Richmond, Saint Mary Magdalena, Richmond, Surrey, England com descendência descrita num anexo no final e 5) Sarah Caroline D’Elboux n. aos 01.AGO.1776. Batizada em St. James Church Westminster aos 08.AGO.1776. Casou-se com Louis Grant aos25.FEV.1808 em St. Martin in the Fields, Westminster, Londres, Inglaterra e falecida aos 29.ABR.1860 em Ormiston Haddington, Scotland, UK, e foi enterrada em Saint Cuthbert Church Yard – Scotland. Todos os filhos, exceto o tronco deste título, permaneceram na Inglaterra, onde nasceram. ↑
  311. Informações disponíveis em livro escrito pelo secretário William Morris Beafort da Sociedade Huguenote, em 1884, chamado “Huguenot Society Proceedings” volume 1, pg. 356-8. Há neste livro uma listagem de alunos da “Escola Protestante”, fundada em 1747 na Inglaterra, por um refugiado huguenote rico. Nesta listagem de alunos encontra-se o nome dos 5 filhos do casal François Louis e Hanna. Também lá há menção de que Mad. Leveson-Gower solicitou a aceitação das crianças na escola, por carta datada de 16.MAR.1778, em que afirma que François, pai de 5 filhos, foi seu cozinheiro, e estava sofrendo de Gout (doença das juntas). Ele nasceu em Marseille na França, e nunca se naturalizou inglês. Isto é a informação que se encontra no “Proceedings”, mas a carta ainda precisa ser localizada junto aos documentos originais desta escola. Especula-se que provavelmente François viajava com Mad. Leveson-Gower para outros países ↑
  312. Como já disséssemos aqui, o título D’Elbou e seu tronco Francisco Compton D’Elboux são os únicos tronco e título do livro Raízes que foram alterados após a publicação do livro em agosto de 2012, já que até a publicação do livro não tínhamos conseguido provas documentais que Carlos Augusto era filho de Francisco Compton D’Elboux o que somente tivemos quando consultamos os citados inventários nos dois arquivos. ↑
  313. Encontramos hoje um local com o nome de Itaim Guaçu como sendo um bairro da cidade de Itu que já foi freguesia da vila de Santana do Parnaíba que provavelmente se trata da mesma localidade. ↑
  314. Carlos Augusto D’Elboux deixou os seguintes bens imóveis constantes no seu inventário aberto em 30.JUL.1853: 1) Uma chácara dentro da freguesia de Juqueri, próxima a ponte do rio tendo o mesmo como uma das divisas; 2) Um cercado defronte da citada chácara, também próximo a ponte do Rio Juqueri; 3) Um cercado no lugar chamado de Água Fria; 4) Uma ‘sorte de terras’ num lugar chamado Moinhos com casas; 5) Um ‘pedaço de terras’ unido ao Campos, distante de meia légua da freguesia sentido São Paulo; 6) Uma parte de terras no sítio do finado Antônio da Cunha Abreu e 7) Metade de uma casa na rua Santa Ifigênia, ao lado da igreja de mesmo nome; 8) Um sítio denominado Paiol no lugar chamado de Canjica, distante 2 léguas da freguesia (hoje distrito de Terra Preta), bem de maior valor. Na mesma localidade a primeira esposa de Aleixo José Bueno, Escolástica Ortiz de Camargo herdou de seu pai alferes Francisco Xavier da Cunha terras que foram passadas aos meios irmãos de Raimundo José de Freitas, ver título Freitas. ↑
  315. Pesquisamos uma ação de justificação ingressada por Carlos Augusto D’Elboux e outros em face do falecimento do capitão Joaquim José de Almeida. Nesta ação notamos que o dito Joaquim José de Almeida era residente na Vila de Areias/SP onde era capitão, solteiro e sem descendentes. Era filho de pai incógnito e de Izidora Maria de Araújo e tinha duas irmãs: Gertrudes Joaquina de Almeida e Policena Maria de Jesus, primeira e segunda esposa do Carlos Augusto D’Elboux. ↑
  316. Todos os documentos foram consultados por nós no Arquivo Público do Estado de São Paulo e temos certidão de todos. ↑
  317. Gertrudes Joaquina de Almeida deixou alguns bens constantes no seu inventário com destaque para: 1) Um sítio com casa defronte ao rio Juqueri seguindo pela estrada para Atibaia; 2) Um pedaço de terras próximo a freguesia e 3) Uma casa perto da capela num total de 299$980. ↑
  318. Se a descendência de Carlos Augusto D’Eldoux tivesse herdado o seu sobrenome e não o de sua mulher, muito provavelmente seus descendentes, meus antepassados diretos, teriam os seguintes nomes: Joaquim Augusto D’Elboux – Vicência Barbosa D’Elboux – Antônio Joaquim D’Elboux de Freitas –Ermitão D’Elboux de Freitas – Julieta D’Elboux de Freitas De Carlo, minha avó materna. ↑
  319. Interessante notar que o sobrenome de sua mãe, Almeida, sobrepõe-se ao de seu pai, Soares, fazendo-se nos crer que tal sobrenome (Almeida) deveria ter alguma importância social na época que desconhecemos. ↑
  320. Um irmão de Antonia Barbosa de Albuquerque de nome Salvador Barbosa de Albuquerque era vizinho de uma das propriedades de Carlos Augusto D’Elboux. ↑
  321. Hidropisia é a acumulação anormal de fluído nas cavidades naturais do corpo ou no tecido celular. O termo também pode ser usado como sinônimo de edema, contudo, historicamente o termo era utilizado para designar especialmente a insuficiência cardíaca congestiva ICC. ↑
  322. Examinei o inventário de Francisco Compton D’Elboux no Arquivo Público do Estado de São Paulo. Francisco deixou vários bens, entre eles 10 escravos, um sítio num lugar denominado Itaim Gusassú onde vivia com sua família e nasceram seus filhos; uma sorte de terras num lugar denominado Boa Vista; Duas casas na vila de Santana do Parnaíba. ↑
  323. Encontramos no livro – Os Caminhos da Riqueza dos Paulistano na primeira metade do oitocentos de Maria Lucília Viveiros de Araújo a citação do inventário de Maria Amália D’Elboux falecida em 1829 que foi c.c José Joaquim Lustosa ↑
  324. Entre os descendentes do coronel Júlio de Oliveira Guimarães e de Maria D’Elboux destacamos: 1) Júlio D’Elboux Guimarães que foi Secretário de Estado da Justiça na gestão do governador Adhemar de Barros (1963/66). Júlio D’Elboux Guimarães também foi juiz de direito, desembargador e Ministro. O fórum de São Carlos leva seu nome; 2) Rodolfo D’Elboux Guimarães que foi médico, fazendeiro e prefeito de São Carlos. ↑
  325. Descobrimos o óbito de uma certa Maria (…) D’Elboux falecida aos 28.AGO.1883 em Piracicaba viúva do capitão Domingos D’Elboux, sogra de Felipe Xavier da Rocha, o que pode indicar que Felipe Xavier da Rocha, que era viúva, casou-se com uma filha de Domingos D’Elboux e com uma filha de Thomas Compton D’Compton, Rita (N° 03 acima). Domingos pode ter sido irmão de Rita e, portanto, outro filho de Thomas Compton D’Elboux, ou quem deu as informações para feitura do óbito de Maria se confundiu e a tal Maria era viúva de Thomas e não do dito capitão Domingos. ↑
  326. É muito provável que o nome de família Almeida, de Maria Rodrigues de Almeida seja o mesmo Almeida do título anterior D’Elboux. Também descobrimos uma certa Joseja Rodrigues Almeida que provavelmente era irmã, prima ou tinha outro grau de parentesco com Maria Rodrigues de Almeida. ↑
  327. Acreditamos que a família Rodrigues de Almeida/Freitas deve ter mudado de Conceição de Guarulhos para Juqueri entre o meados da 1800 a meados da década de 1810. No livro de óbitos de Juqueri encontramos o óbito de Manoel de Freitas em 08.SET.1820. ↑
  328. Isabel Bueno de Almeida era filha de Rosa Matilde de Moraes SL 5/173 e de Bento Rodrigues, por ele neta paterna de Izabel Bueno SL 1/418 e João Pires Rodrigues, por esse bisneta de Izabel de Freitas SL 1/417 e de João Rodrigues, chamado de “O pai da pátria”, este filho de João Pires, chamado de “o pai dos jesuítas” (meu avô em 10º ou pentavô). ↑
  329. Somente consultamos alguns inventários da família Freitas no início de 2014, portanto, após a edição do livro, razão pela qual este título sofreu consideráveis alterações se comparada a sua versão impressa em agosto de 2012. ↑
  330. É muito provável que Isabel Rodrigues de Almeida era parente de Francisco por parte de sua mãe, Maria Rodrigues de Almeida. Encontramos o óbito de uma certa Francisca Rodrigues de Almeida falecida aos 21.OUT.1846 em Juqueri. ↑
  331. Pelo casamento de Escolástica Rodrigues de Freitas com Aleixo José Bueno em 1828 em Juqueri deduzimos que possivelmente parte das famílias Rodrigues de Almeida e Freitas mudaram-se de Conceição de Guarulhos para Juqueri em algum momento no final da primeira década ou na segunda década do século XIX. ↑
  332. Aleixo José Bueno deixou entre outros bens: um escravo de nome Eleutério um sítio no Mato Dento e 1/6 de outro sítio também no Mato Dentro de Juqueri, herdado de sua primeira esposa que herdou de seu pai na localidade chamada Paiol que cremos ser no hoje distrito da Terra Preta. ↑
  333. Escolástica Ortiz de Camargo era filha do alferes Francisco Xavier da Cunha e de Barbara Angélica Paes de Queiroz, neta paterna de cap. José Xavier Cardoso da Cunha + em Juqueri em 1764 e de Escolástica Ortiz de Camargo, neta materna de Antônio Bueno de Azevedo e de Maria Francisca Cardoso. Através do inventário de Aleixo descobrimos que o mesmo teve 5 filhos com sua primeira esposa e 3 com a segunda, sendo que somente Raimundo José de Freitas chegou a idade adulta. Seus filhos do primeiro casamento foram: 1) Francisco Bueno da Cunha casado em 1834 com Maria Caetana, filha de Francisca Margaria Cardoso e do 3° capitão-mor de Atibaia, José de Siqueira Franco (ver N° 06 do cap. 8° do título Siqueira Franco), sendo dois de seus filhos casados com a família Pereira Leite, ver cap. 8° do título Pereira deste trabalho; 2) Maria do Carmo Bueno da Cunha c.c Basílio de Campos Bueno em 1851 e moradores em Atibaia; 3) Francisca Bueno da Cunha c.c Candido José Barbosa que foram moradores de Juqueri e depois de Atibaia; 4) Barbara Bueno da Cunha c.c José Francisco Bueno e 5) José Bueno da Cunha c.c Maria, irmã de Francisca Margarida Cardoso, ambas folhas de Maria Joaquina Cardoso e do cap. Jerônimo de Godoi Moreira sogros do capitão-mor José de Siqueira acima. ↑
  334. Encontrei no livro de óbitos do cemitério São João Batista o registro de óbito de uma certa Maria José do Carmo Freitas f. aos 06.MAIO.1905 c.c Francisco José de Freitas, residente no bairro da Laranja Azeda, que provavelmente seja a retratada acima. ↑
  335. O nome do pai de Antônio Joaquim de Freitas foi omitido na sua certidão de nascimento e casamento, contudo, ousamos fazer algumas deduções sobre sua paternidade. Como sua mãe, Escolástica Rodrigues de Almeida ficou viúva em 1836 com apenas 29 anos e era moradora num sítio no bairro do Mato Dentro de Juqueri, região evidentemente com poucos moradores é fácil deduzir que suas relações pessoais eram extremamente reduzidas aos familiares. Portanto, ou Antônio Joaquim era filho de batina, ou seja, filho de um padre ou acreditamos ser muito provável que Escolástica tenha tido um relacionamento com um de seus enteados (filhos do 1° casamento de seu marido Aleixo José Bueno f. em 1836): 1) Francisco Bueno da Cunha casado em 1834 com Maria Caetana filha de Francisca Margarida Cardoso e do 3° capitão-mor de Atibaia José de Siqueira Franco ou 2) José Bueno da Cunha c.c Maria, irmã de Francisca Margarida, ambas filha do cap. Jerônimo de Godoi Moreira, ambos moradores de Atibaia. Como ambos eram seus enteados e já deviam se encontrar casados em 1844 (ano de nascimento de Antônio Joaquim) isto explicaria a omissão da paternidade de Antônio Joaquim. Outro fato que nos faz crer nesta hipótese seria a grande amizade entre os irmãos Raimundo José e Antônio Joaquim e a mudança de ambos para cidade de Atibaia, já que os meios irmãos de Raimundo José já se encontravam em Atibaia e um deles muito provavelmente seria o pai de Antônio Joaquim. Outro fato é que embora Raimundo José fosse filho do seu marido, tanto ele como Antônio Joaquim levaram o mesmo sobrenome: Freitas o que indicam que tinham a mesma origem paterna. ↑
  336. Descobrimos outros três filho do casal Francisco de Paula Barbosa e Ana Maria da Conceição Albuquerque: I – Salvador Barbosa de Albuquerque falecido em 1877 que foi c.c Benedita Francisca Villaça com quem teve uma filha Guilhermina falecida na menoridade; II – Inocêncio Barbosa de Albuquerque falecido aos 02.JUN.1867, foi casado 2 vezes, 1ª vez com Josefa Rodrigues de Freitas falecida aos 10.OUT.1867 (ver cap. 7 deste título) e 2 ª vez com Cândida Maria filha de Flávia Maria do Espírito Santo e de José Custódio Correia, que também tinha terras no bairro do Mato Dentro de Juqueri; III – Joaquina Barbosa de Albuquerque falecida aos 10.OUT.1867 foi c.c. João Pinto Barbosa, provavelmente seu parente com quem teve: 1) Miquelina; 2) José; 3) Ana; 4) João; 5) Luiza; 6) Maurício; 7) Joaquim; 8) Maria e 9) Antônio. ↑
  337. Encontramos um túmulo da família Terranova, sem nomes no cemitério de Vinchiaturo e dois Terranovas sepultados no cemitério de Baranello: Vittorio * 12.JUL.1938 + 17.JUL.1976 e Giuseppe * 25.JAN.1961 + Março de 1986. ↑
  338. Encontramos vários túmulos com o sobrenome Ricciardi, Mucci e Pistillo no cemitério de San Giuliano Del Sannio o que nos faz concluir que esses sobrenomes têm origem naquela localidade ↑
  339. Alice Franco do Amaral Santiago n. aos 06.MAIO.1929 era filha de Sebastiana Menina e de João Batista Franco do Amaral, este filho de Joaquim do Amaral Silva e de Maria Franco do Amaral, ver 5.10., 4.4., 3.4., 2.9., 1.10., N° 03, cap. 4° do título Siqueira Franco). ↑
  340. Encontramos alguns túmulos de pessoas com o sobrenome De Carlo no cemitério de Guardiaregia, os quais temos absoluta certeza tratar-se de membros da família de Gennaro, entre eles citamos: Padre Cornélio Nicolangelo * 19.NOV.1913 em Guardiaregia e + 25.OUT.1988 S. Zenove/TV; Giovannina De Carlo * 18.JAN.1911 + 07.JAN.1978 e Giovanni De Carlo * 22.NOV.1905 + 16.AGO.1975. ↑
  341. Segundo pesquisas preliminares que estamos fazendo sobre a origem dos imigrantes italianos que radicaram-se em Atibaia/SP, as famílias Terranova e De Carlo, que pode ser considerada uma única família: Terranova/De Carlo, é a única proveniente da região de Molise que se fixou em território atibaiano, pelo menos no grande período imigratório. A maioria das famílias italianas que fixaram-se em Atibaia aponta que eram originárias da região do Veneto seguido muito perto pela região da Campania, seguidos pelos toscanos e lombardos. Em razão do ano da Itália no Brasil (2011/12) pretendemos editar um livro que retratará a imigração italiana em Atibaia. ↑
  342. Na praça principal da cidade de Guardiaregia, na parede da prefeitura ‘comune’ há uma placa citando todos os cidadãos da cidade que perderam suas vidas na primeira guerra mundial, entre eles um certo Rocco Antônio Arcari que não sabemos tratar-se de Rocco Arcari pai de Mariantonia ou seu irmão ou um primo. ↑
  343. Entre os companheiros de tropa (tropeiros) de Antônio Pita destacamos: Antônio Francisco do Prado “Antônio Vicente” n. aos 18.ABR.1912 em Minas Gerais e f. aos 04.JAN.2005 em Atibaia para onde se mudou em 1951 0u 57 com sua família. Antônio Vicente era c.c. Alfonsina n. aos 16.JAN.1924 e f. aos 27.JUL.2006 e tiveram 8 filhos: 1) José Vicente “Zezé” casado com 2 filhos: Mauro e Marcelo, com filhos; 2) Maria do Carmo “Carminha” casada com 3 filhos: Solange, Raquel e Rafael e ; 3) Nadir, falecida solteira; 4) Antônio Bueno do Prado “Guinho” n. aos 13.JUN.1948 e f. aos 21.MAR.2012 c.c Regina Ferreira do Prado, com quem teve: Rean e ˙Elton, com filhos; 5) Regilena; 6) Regina “Gigi”, gemeias e solteiras;7) Paulo “Paulinho” n. aos 23.JUL.1949 e f. solteiro aos 23.MAR.1996; naturais de Pouso Alegre e 8) Vanda, natural de Atibaia, c.c Flávio (ver 5.3., 4.2., 3.1., 2.5., 1.4., N° 04, cap. 5° do título Alves do Amaral). ↑
  344. Segundo apuramos o ribeirão do Moinho começaria no encontro dos córregos do Itapetinga com o Piquiri, aproximadamente na rotatória da rua Itália até o rio Atibaia, contudo muitos também o tratam como Piquiri. ↑
  345. Este sítio atualmente pertente a fazenda São Pedro, de propriedade de Cristiano Brito, cuja sede não existe mais, mas ainda podemos ver o platô da antiga sede, feito de pedras da época da escravidão. A pequena propriedade do autor deste trabalho no caminho do Parque Estadual da Grota Funda, muito provavelmente pertenceu ao citado sítio de Antônio De Carlo, o qual, muito provavelmente também deve ter pertencido as terras do capitão Jacinto Manoel Leite e ou de seus filhos, no século XIX. ↑
  346. Examinando um livro de óbitos do cemitério São João Batista de Atibaia descobri o sepultamento de um feto, sem nome, filho de Antônio De Carlo e de Maria do Carmo Leite aos 07.ABR.1925 ↑
  347. Benedito Cintra e sua esposa tiveram 3 filhos: 1) João Batista Cintra, falecido; 2) Luiz Gonzaga Cintra (acima) e 3) Benedito Blasko Cintra “Tilinho” que foi c.c Selma Aparecida Romaro com quem teve 3 filhos: Anderson Luís, Robson e Felipe moradores no mesmo bairro deste autor. ↑
  348. Embora eu tenha ido pessoalmente na paróquia de Bonferraro/VR em 2003 e 2007, e tenha mandado mais de dez cartas até o final deste trabalho a paróquia não havia me enviado a certidão de batismo de Alessandro Bassi. ↑
  349. Nas certidões de batismo dos 2 filhos de Ângelo e Orsola (Terzilla e Temistocle) e na certidão de casamento de Ângelo com Orsola consta o sobrenome ASSIRATI e na certidão de batismo de Ângelo e na de casamento de seus pais o nome de família é SIRATI. ↑
  350. Descobrimos um irmão de Antonia Valenti de nome Sante Valenti n. aos 25.JUN.1829 e f. aos 06.MAR.1916 em Ospedaletto onde também se casou 1ª vez com Rosa Piccola f. aos 29.AGO.1892 e tiveram q.d.: 1) Maria * 15.AGO.1859; 2) Basílio Valenti * 25.JUL.1863; 3) Ângela Faustina * 21.OUT.1867 e 4) Diomilda * 02.AGO.1871. Segunda vez Sante Valenti casou-se aos 29.JAN.1895 com Maria Lugia Battistella filha de Lorenzo nascida aos 03.OUT.1830. Também descobrimos o nascimento de Bartolomeo Mazzetto em 20.FEV.1832 filho de Rimazzina Vantenti filha de Francisco e de Giovanni Battista Mazzetto, o qual não descobrimos o parentesco com Antonia e Sante Valenti. ↑
  351. Descobrimos um outro Francesco filho de Luigi Visentin que acreditamos ser outro filho de nome Francesco de Luigi (N° 04) que se casou com Cattarina Grazioto ou Graziato filha de Ângelo e teve q.d.:1) Giovanni Gaetano * 03.DEZ.1883;2) Gioconda Anna * 19.JUL.1885; 3) * 17.OUT.1887; 4) Vicenza Pierina * 07.AGO.1892; 5) Luigi * 09.ABR.1895; 6) Ângelo Alessandro * 20.ABR.1897; 7) Rosa * 07.JUN.1899;8) Luigi Emílio Ângelo * 26.JUN.1902 c.c Ema Crespin aos 28.NOV.1925 em Este e9) Maria * 27.AGO.1905. ↑
  352. Descobrimos um certo Ernesto filho de Giuseppe Giovanni Visentin que acretimos ser o citado acima (N° 01 ou mais provavelmente o Giuseppe 1.2. filho do primeiro) que c.c Giuseppa Durello e teve q.d.: 1) Maria * 22.AGO.1909 c.c Ernesto Squarinita (?) aos 20.DEZ.1937; 2) Guglielmo * 02.FEV.1913 c.c Ângela (…)ou Linda Squarina aos 18.MAR.1936 e que teve q.d.: 2.1. Adele Rita * 22.MAIO.1941 e 2.2. Mário * 06.JUN.1944 c.c Francesca Pantano aos 27.ABR.1974 em Montagnana; e 3) Ernesta * 11.SET.1916, filha de Giuseppe e de Giuseppa Durello. ↑
  353. Descobrimos um certo Alessandro filho de Sante que acreditamos ser um dos filhos de Sante e Luigia, o qual casou-se com Augusta Trivelin, filha de Girolomo e teve q.d.: 1) Prisco Sante * 10.MAIO.1903; 2) Ângela * 31.MAIO.1906; 3) Ettore n. aos 29.SET.1908 c.c Assunta Gastalvello aos 11.FEV.1932 em Valli Moncenighi e teve q.d.: 2.1. Alessandro * 30.AGO.1944 c.c Domenica Marzolo em Milano aos 14.SET.1968 e 2.2. Ada Giovanna * 24.JUN.1940. ↑
  354. Descobrimos uma certidão de nascimento de uma certa Maddalena Visenti aos 30.JUL.1882 filha de um certo Antônio Visentin detto Cattolletta e de Rosa Minoldi filha de Domenico. Maddalena casou-se com Benedetto Sosson filho de Sante, nascido aos 05.MAIO.1871 em Motta di Este/PD. Não sabemos de quem seria filho o citado Antônio Visentin detto, ou seja, dito ou conhecido como Cattolletta. ↑
  355. Descobrimos um certo Ferdinando Luigi filho de Antônio Visentin que acreditamos ser um dos filhos de Antônio (N° 05) e de Rosa, o qual casou-se com Alba Stevano filha de Ângelo e teve q.d.: 1) Ângela Silvia * 10.MAR.1901; 2) Narcisa * 21.SET.1902; 3) Ângelo Ferdinando * 21.SET.1905 + 23.MAIO.1964 c.c Celestina Frociste aos 30.SET.1930 e que tiveram q.d.: 2.1. Antônio * 07.JUL.1931 e + 06.JAN.1984 c.c Tarsilla Broggio filha de Anselmo aos 20.MAIO.1956 em Santa Margharitta D´Adige que tiveram q.d: 3.1. Donatella * 20.AGO.1957 c.c Otttorino Barbetta aos 23.AGO.1981 e 3.2. Paola * 06.JUN.1959; 2.2 Adriano * 20.FEV.1930 c.c Amélia Mattone que tiveram q.d.: 3..1. Timonetta * 15.NOV.1958 c.c Luciano Piovan; 3.2. Maria * 15.NOV.1958 e f. no mesmo dia, gêmea da anterior e 3.3. Davide * 17.SET.1962; 2.3. Ermes * 04.MAIO.1930 c.c Anna Maria Lartaldo aos 27.MAIO.1962 em Ponso que tiveram q.d.: 3.1. Patrizia Gentta * 23.JAN.1963 c.c Ermes Rosse aos 30.SET.1990 e 2.4. Luigina Mirella * 01.MAR.1942 c.c Roberto Miozzi aos 26.MAIO.1968; 4) Rosa * 30.DEZ.1907 c.c Carlo Borsa aos 07.JAN.1945; 5) Elene * 18.DEZ.1910 e 6) Maria * 11.OUT.19144 c.c Cesare Pomaro aos 22.ABR.1933. Também descobrimos um certo Giuliano filho de Antônio que também pode ser filho do citado Antônio (N° 05) c.c Grema Zorzi e que teve q.d.: 1) Elena * 13.OUT.1912 c.c Attilio Seno aos 24.MAR.1938. ↑
  356. Descobrimos também um certo Gregório Visentin c.c Teresa Gazzen, cuja ascendência desconhecemos e que teve q.d.: 1) Tecla Stella * 08.MAIO.1855 e 2) Teresa * 04.NOV.1857. ↑
  357. Domenico Fedre c.c Paola Permunian teve q. d.: 1) Mattio c.c Maria Malchiora (?) com descendentes; 2) Giacomo * 02.JAN.1775; 3) Gaetano * 23.MAR.1767; 4) Domenica * 02.MAR.1768; 5) Giovanni *21.MAIO.1769; 6) Giacomo * 23.FEV.1772; 7) Giacomo * 02.JAN.1775; 8) Giacomo * 07.AGO.1777 ↑
  358. Descobrimos um certo Giovanni Battista Fedre filho de Bartolo Fedre que foi c.c Maria Drago, filha de Antônio, os quais tiveram que descobrimos: 1) Lino * 19.OUT.1860; 2) Elisabetta Fedre * 15.FEV.1863; 3) Amabile * 01.ABR.1865; 4) Calisto * 02.SET.1867 c.c Giuseppa Mattiazzo (* 09.JUL.1897 + 04.OUT.1878) com grande descendência em Ospedaletto no século passado; 5) Giuseppe * 02.NOV.1873; 6) Ângela Teresa * 13.MAR.1871; 7) Lavínia Maria * 10.AGO.1876 e possivelmente 8) Attilio ↑
  359. Descobrimos um certo Giovanni Battista Fedre que teve q.d.: um filho de nome Francisco Fedre c.c Antonella Bruschetta com a qual teve q.d.: 1) Ana Maria * 10.OUT.1960 c.c Rolando Facciolo aos 03.MAIO.1981 e 2) Giovanni Battista * 02.AGO.1966 c.c. Sonia Miola em Soletto aos 22.ABR.1996. Não sabemos se Giovanni Battista aqui citado é o mesmo 2.5. descrito neste título. ↑
  360. Descobrimos uma certidão de nascimento de um certo Tomasso Basso n. aos 03.ABR.1795, filho de Antônio Basso e de Rosa Basso, que embora tenha nascido antes do casamento de Antônioe Rosa, acredito ser o primeiro filho do casal. Também descobrimos um certo Giuseppe Basso, filho de Antônio que casou-se aos 01.FEV.1821 ou 27 com Elena Rosa ou Elena Giacometti, filhas de Francisco, mas como não descobrimos o nome de sua mãe, resolvemos não colocá-lo no rol dos filhos de Antônio. ↑
  361. Descobrimos uma certa Regina Basso filha de Domenico casada com Giuseppe Roman aos 11.JUN.1851, a qual acreditamos poder ser filha de Domenico (N° 01) acima. Domencia teve com Giuseppe Roman, q.d.: 1) Rosa * 10.ABR.1869 ↑
  362. Descobrimos uma certa Domenica Basso, filha de Matteo que se casou com Gaetano De Goobi, filho de Giacomo aos 22.FEV.1865, residentes em Trensto, Ospedaletto, que acreditamos também ser filha do citado Matteo (N° 04) acima, mas que por falta de provas resolvemos não relacioná-la como filha. Domencia teve q.d.: 1) Veccendo Antônio * 20.OUT.1866; 2) (…) Giuseppe * 27.MAR.1869; 3) Elena Cattarina * 20.AGO.1870 ↑
  363. Através do verbete: Basso do dicionário das famílias brasileiras de Barata e Cunha Bueno tivemos conhecimento que 35 famílias com este sobrenome imigraram para o Brasil. Acreditamos, contudo, que esse número seja muito maior devido a grande incidência desse nome de família na Itália, mas de qualquer modo entre as 35 famílias citadas no referido dicionário, 8 são originárias de Ospedaletto Euganeo e fazem parte da família citada neste título, as quais transcreveremos a citação do dicionário: 1) Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida em São Paulo, para onde passou Alfredo Basso (ver 3.4., 2.8., 1.8., N° 04, cap. 2° deste título). 2) Sobrenome (…)Domenico Antonio Basso (ver 2.5., 1.8., N° 04, cap. 2° deste título). 3) Sobrenome (…)Ferdinando Basso (ver 2.2., 1.8., N° 04, cap. 2° deste título). 4) Sobrenome (…) Giulio Basso (ver 3.1., 2.8., 1.8., N° 04, cap. 2° deste título). 5) Sobrenome (…) Giuseppe Basso(ver 3.5., 2.8., 1.8., N° 04, cap. 2° deste título). 6) Sobrenome (…)Massimiliano Basso (ver 2.3., 1.8., N° 04, cap. 2° deste título). 7) Sobrenome (…) Ricardo Basso (3.6., 2.8., 1.8., N° 04, cap. 2° deste título). 8) Sobrenome (….) Rino Basso(3.2., 2.8., 1.8., N° 04, cap. 2° deste título). Portanto, os 8 imigrantes Basso que eram orignários de Ospedaletto, citados no referido dicionário, estão citados neste título e fazem parte da família de minha bisavó Virginia Basso. ↑
  364. Encontramos em Ospedaletto, uma certidão de batismo de uma certa Maria, nascida aos 18.ABR.1841, filha de Domenico Cavallaro, este filho di Giacomo e de Ana Morano esta filha de Francesco, a qual não acreditamos ser a mesma Maria Cavallaro, mãe de Elisabetta. ↑
  365. No livro de passageiros do vapor pelo qual veio a família Rizzato, no campo naturalidade consta que a família toda era natural de Este/PD, porém nas viagens que fiz para Este, mesmo lá permanecendo por certo tempo não consegui checar se os demais filhos de Ferdinando, bem como, o próprio Ferdinando eram nascidos na linda cidade Este/PD ↑
  366. A fim de facilitar a compreensão, uma vez que na Itália um nome próprio sempre era conservado e repetido por várias gerações numa mesma família, tal como aconteceu com a família Bedore nos séculos passados, vamos relacionar a ascendência de Ernesto e Giuseppe, ambos troncos de duas das três famílias Bedore que se estabeleceram no Brasil: ● (1) Ernesto (tronco da 2ª família Bedore que estabeleceu no Brasil) era filho de o de ● (2) Luigi, este irmão de Giuseppe (tronco da 3ª família Bedore que estabeleceu no Brasil), ambos filhos de ● (3) Giovanni Battista Bedore (*13.09.1827 + 20.02.1907), que era filho de ● (4) Giovanni Maria Bedore II (*23.10.1776 + 18.10.1852) que era filho de ● (5) Antônio Bedore (* 04.07.1746 e + já falecido em 1814), que era filho de ● (6) Giovanni Maria Bedore I (* 14.01.1710), casado com Maria Veronese, era filho de ● (7) Zoane ou Zuane Bedore II, (*08.03.1680) nome pronunciado no dialeto Veneto e que é equivalente a Giovanni, no idioma italiano e a João no nossa língua, que era filho de ● (8) Luca Bedore II (* 11.09.1650), casado com Marieta Mazucca, que era filho de ● Zuane Bedore I, (*28.08.1621) que era filho de ● (9) Vicenzo Bedore, casado com Fiori Curello aos 30.08.1598 era filho de ● (10) Lucca Bedore I. Portanto, a partir de Ernesto Bedore 1ª geração chegamos até a 10ª com Vicenzo Bedore, mais antigo Bedore na linha varonil e direta na ascendência dos Bedores descendentes de Luigi e Giuseppe. ↑
  367. Embora a certidão de casamento de Giovanni com Antonia conste o sobrenome Moretti, na verdade o real nome de sua família era Bressan. Na Itália, pelo menos no Veneto, era comum encontrar certidões de batismos dando o nome de família real e em seguida o nome de família pelo qual eram conhecidos seus membros por razões que desconhecemos, mas acreditamos ser em homengem ao padrinho de batismo, tavez. Reproduziremos a certidão de batismo de Antonia: Antonia Bressan detto Moretto di Francesco, fu Ângelo e di Teresa Stevanin fu Prosdocimo, ou seja: Antonia Bressan conhecida como Moretto. Antonia era filha de Francesco Bressan e de Teresa Stevanin, nascida aos 10.OUT.1792 em S.Fidenzo, casados aos 16.JUN.1813 em Megliadino di San Fidenzo/PD. Era neta paterna de Ângelo Bressan, ‘detto’ Moretto natural de Saletto/PD e de Maria Crimona ou Primona e neta materna de Prosdocimo Stevanin e de Rosa Franchin. Não descobrimos ao a razão de pela qual muitos italianos adotavam um sobrenhom diverso ao de sua família, mas é certo que nas pesquisas que realizamos, vimos muitos batismos e casamentos fazendo referencia ao nome de família seguido de outro sobrenome, ous seja, Fulano com sobrenome tal, ‘detto’ dito, outro sobrenome, pelo qual era mais conhecido. O engraçado é que as duas primeiras filhas de Giovanni Batista Bedore com Antonia, constavam filhas de Giovanni e de Antonia Bressan, já os outros dois, filhos de Giovanni e de Antonia Moretti. ↑
  368. Em maio de 2011 visitamos pela primeira vez o último endereço de Luigi Bedore em Geneva e podemos constatar que sua residência era muito bem localizada, de boa qualidade e de valor em Genova (ver fotos na próxima página), o que nos faz concluir que a condição social de Luigi e de sua família era melhor que da maioria dos imigrantes italianos no final do século XIX,. posto que imigrou duas vezes ao Brasil e retornou a Itália com toda família e ou que houve uma considerável ascensão social da família nas primeiras décadas do século seguinte. ↑
  369. José Franco foi casado 1ª vez com Maria Julieta com quem teve 6 filhos que chegaram a maioridade: 1) Antônio “Toninho” e 2) Miguel, residentes em Jundiaí, com geração; 3) Benedito “Alemão”, barbeiro, c.c Zenaide Russani Renteiro com quem teve: Simone, solteira e Patrícia c.c Marcelo Coelho com filhas; 4) Santo, solteiro; 5) Lourdes viúva de Fancisco de Oliveira, f. em 1978 com quem teve: Francisco Jr e Márcio “Tibiu”, com filhos e 6) Atilio, solteiro. Segunda vez José Franco casou-se com Joana Miguel de Camargo com quem teve: 7) Eva (acima); 8) Maria Izabel; 9) Solange e 10) Adão “Cidinho”, todos solteiros. ↑
  370. Antônio Lacerda da Rocha tem 3 filhos: 1) Luciana Rocha Saraiva dentista c.c José Saravia, médico, com quem tem: João e Luisa; 2) José Leonardo (acima) e 3) Antônio L da Rocha Jr, advogado; teve: Gustavo. Entre os irmãos de Antônio Lacerca da Rocha, destaca-se Vanderlei Sebastião Rocha, médico pediatra e ex-vereador de Atibaia de 1989/92, 93/96, 97e 2001 a 2004 c.c Cleide com 4 filhos. ↑
  371. O nascimento de Leonardo Bedore Rocha foi uma das últimas atualizações feita pelo autor antes do presente livro ser editado. ↑
  372. Patrícia teve do seu primeiro relacionamento com Carlos Eduardo Cristiano Inoue: Fábio n. aos 13.AGO.2000. ↑
  373. José Carvalho teve com Rosária 4 filhos: 1) Izilda (acima); 2) Ademir Donizeti “Mil” c.c Vera com quem teve: Jéssica Mila e Amanda, casadas; 3) Gracia Cristina c.c Fabiano Tricoli Dias com quem teve: Fabiola e Fabiano e 4) Cristiane, solteira. ↑
  374. Na certidão de batismo de Ida encontramos o nome de seus padrinhos: Marco Procadello e Amália Rizzato, todavia, não encontramos o sobrenome Procadello na Itália e sim Brocadello. Em nossas pesquisas encontramos uma família Brocadello, natural da Provínica de Padova, descendente do casal Andrea Brocadello, falecido em 1903 e Maria Liviero, falecida em fevereiro de 1925, os quais imigraram em 1895 e tiveram os seguintes filhos: Maria Brocadello (Marieta), casada com Giacomo Tessari, Vincenza, casada com Isidoro Cogato; Dante, casado com Marieta Marcolongo; Eugênio, casado com Maria Mikelcic e Marcos, casado com Judite Gonçalves, cujos descendentes estabeleceram em São José do Rio Pardo. Não sabemos se esse Marcos, casado com Judite é o mesmo Marco, padrinho de Ida, mas acreditamos que há uma grande possibilidade de ser o mesmo. ↑
  375. Encontramos um certo Pasquino Bergamini na internet falecido aos 07.JUK.1938 em Ferrara, mas não sabemos se se trata da mesma pessoa. ↑
  376. Na certidão de nascimento de Carolina, bem como, nas de Marco Antônio e Maria I (1.10 e 1.11)e Maria II (1.15.) constam como sendo filhos de Giovanni Battista Bedore de Gio Maria e de Anna Padovan de Giuseppe e não Anna Crivellaro, como seriac orreto, contudo acreditamos ser erro do autor do registro. ↑
  377. Descobrimos uma certidão de óbito de uma certa Maria Bedore aos 17.ABR.1882 na via Boschetto que acreditamos ser a mesma Maria aqui citada. ↑
  378. Não conseguimos confirmar que Ana era fiha deste Francesco Bedore, mas acreditamos ser filha do citado com sua 1ª esposa. ↑
  379. Na certidão de casamento de Giuseppe fornecida pela comuni di Santa margherita D’Adige consta que Giuseppe nasceu em Este e era residente na época do casamento em Ospedaletto, mas sabemos que esse fato, deve-se a localidade onde nasceram a maioria dos Bedores, que ficava muito mais próximo do centro de Este do que de Ospedaletto, embora, pertença a Ospedaletto. ↑
  380. Não descobrimos a certidão de nascimento de Maria Bedore, mas todas as outras certidões encontradas nos fazem crer que Maria era uma das filhas do tronco deste título. ↑
  381. Descobrimos a certidão de casamento de Maria Bedore com Severino Passarini aos 19.AGO.1905 em Jaboticabal/SP. ↑
  382. Os registros de batismos e casamentos passaram a ser obrigatórios nas igrejas católicas a partir do Concílio de Trento que se deu entre 1545 a 1563, portanto, somente a partir de 1564 é que as igrejas católicas começaram a ser notificadas da resolução do Concílio que tornava obrigado o registro dos atos de batismo e casamento e para isso toda criança batizada na igreja deveria possuir um nome cristão e um sobrenome de família, desta forma, as famílias que ainda não possuíam nomes de família, foram obrigadas a assumir o termo que os identifica-se, o uso sobrenomes familiares foi então implantado definitivamente. Já os registros de óbitos passaram a ser obrigatórios a partir de 1614. ↑
  383. Encontramos uma certidão de casamento de um certo Matteo Bedore filho de Mattio com Mariana Panelo ou Parolo filha de Ângelo em 22.01.1823 que pode ser este. ↑
  384. Encontramos referências do casal Antônio Bedore filho de Matteo como sendo filho de Francisco e sua esposa Santa Pasqualetto como sendo Antonia e não descobrimos quais são as corretas. ↑
  385. Encontramos uma certidão de casamento de uma certa Santina Bedore filha de Antônio com Ermenegildo Fornafien (?) aos 29.04.1874 a qual pode ser a citada acima. Também encontramos outra Santa Bedore c.c Ângelo Durello, a qual teve q.d.: 1) Giacomo n. aos 2.MAR.1865; 2) Regina n. aos 10.JUN.1866 e 3) Luigi n. aos 04.MAR.1869, que também pode ser a citada acima, bem como uma outra Santa Bedore filha de Antônio c.c Giovanni Battista Zaran os quais tiveram que descobrimos: Maria * 05.JUL.1818. ↑
  386. Também descobrimos uma certidião de óbito de um certo Fidenzio Bedore morto aos 22.06.1880 filho de Antônio Bedore e de Antonia Meneghini com 59 anos. ↑
  387. Encontramos uma certidão deóbito de um certo Luigi Bedore morto aos 24.08.1884 filho de Giovanni e de Cataria Trovò. ↑
  388. Através da rede mundial de computadores (internet) descobrimos um boletim religioso que transcreveremos a seguir por achar que se trata de Maria Bedore, aqui retratada: Bollettino Salesiano de luglio de 1919: “Este/Padova – 18/06/1919 – Mia figlia Maria d’anni, colpita da broncopolmite era omai ridolta in fin di vita, e ricevutti i SS. Sacramenti, rassegnata aspettava La morte. Consigliato a raccomandarla a Maria SS Ausiliatrice accettai com riconoscenzza e com fede Il pio seggerimento. E Maria Ausiliatrice tanto buona, volle consolare l’afflita famiglia, restituendo in breve tempo La salute all’inferma. Invio l’offerta promessa, com preghiera di far noto Il favore nel bollettino Salesiano. ↑
  389. Em linhas gerais as famílias atibaianas retratadas nos títulos deste trabalho estariam ligadas aos seguintes bairros: Siqueira Franco, Pires de Camargo e Alves do Amaral: por toda cidade com ênfase nas regiões 10, 4 e 9 do mapa; Soares mais no centro com ênfase nas regiões 4 e 9; Bueno: região 4; Pereira e Leite: regiões 7 e 3; Oliveira Cesar: região 8; Freitas região central. ↑
  390. Procurei o significado da maioria dos sobrenomes de minha ascendência e as informações foram obtidas, basicamente, do dicionário dos sobrenomes italianos de Ciro Mioranza, volume I e do dicionário das famílias brasileiras de Barata e Cunha Bueno. ↑
  391. Não podemos nos esquecer da numerosa família Bedore pesquisada por mim na paróquia de São João Batista de Ospedaletto revelando-nos que essa família, viveu naquela região por mais de quatro séculos [encontramos Bedores de 1598 a 1996 naquela cidade], o que corrobora mais ainda com a conclusão do autor desse trabalho. ↑
  392. Na atualidade, posto que até, aproximadamente meados do século passado, como ficou provado através das minhas pesquisas, o sobrenome Bedore teve forte concentração na cidade de Ospedaletto Euganeo, ver Capítulo Bedores de Ospedaletto] [na atualidade, posto que até, aproximadamente meados do século passado, como ficou provado através das minhas pesquisas, o sobrenome Bedore teve forte concentração na cidade de Ospedaletto Euganeo, ver Capítulo Bedores de Ospedaletto. ↑
  393. de fato, no que pese a grande quantidade de Bedores que viveram em Ospedaletto nos séculos XVI a meados do século XX (que conseguimos comprovação), hoje não há ninguém que carregue esse sobrenome; há sim descendentes de Bedores, mas não ostentam o sobrenome. ↑
  394. É interessante notar que o documento mais antigo, por mim pesquisado, que aparece o sobrenome Bedore tal qual vê-se hoje data de 30.AGO.1598 e trata-se do casamento de Vicenzo Bedore com Fiori Curello, naturais della Torre (localidade entre Ospedaletto Euganeo e Este). ↑
  395. Estão sepultados no cemitério São João Batisita de Atibaia os restos mortais dos meus 2 avós paternos; da minha avó materna; de 2 tios maternos; de 1 tia paterna; dos meus 4 bisavós maternos; dos 8 trisavós maternos, sendo 2 sem túmulos identificáveis, 4 tios avós maternos e seus maridos ou esposas (2 irmãs de minha avó Julieta e 1 irmã e 1 irmão do meu avô Roberto); 7 irmãos de 3 bisavós maternos (1 irmã de Ermitão de Paula Freitas, 2 irmãos de Antônio De Carlo e 4 de Maria do Carmo Leite); 8 irmãos de meus trisavós, q.d. (1 irmã de Filomena Terranova, 7 irmãos de José Benedito Leite); alguns irmãos ou cunhados da minha tetravó Gertrudes Franco do Amaral como: Cel. Lourenço Franco, Maria Salomé do Amaral Peçanha, Cel. João Batista do Amaral Bueno, Cel Bento José do Amaral “Bento Paes” ou irmãos ou cunhados do seu marido, Pedro Alexandrino Leite, meu tetravô, como: Cel. José Jacinto Leite, Cel. Jacinto Manoel Leite Jr; Margarida da Anunciação Leite. A terceira esposa do meu pentavó Jacinto Manoel Leite e muitos outros parentes distantes e próximos. ↑
  396. Por José Benedito Leite, através da obra de Silva Leme, Genealogia Paulistana, descobri descender dos troncos dos seguintes títulos da citada obra: Título Cordeiros Paiva que teve início no Brasil com Domingos Cordeiro, natural de Espinhel, Coimbra, Portugal e de Antonia Paiva; Título Saavedras que teve início em São Paulo com Franisco Saavedra, natural de Castela, Espanha e sua esposa Maria Moreira; Título Rodrigues Lopes que teve início com Simão Lopes, português que casou-se com a índia Méssia Fernande; Título Camargos que teve início com Jusepe Camargo, natural de Castela, Espanha e sua esposa Leonor Domingues; Título Godois, que teve início com Baltazar de Godoi, nobre castelhano que veio para o Brasil no tempo do domínio de Castela no Brasil e sua esposa Paula Moreita, filha do Capitão-mor Gobernador Jorge Moreira, natural do Rio Tinto, Porto, Baltaar de Godoi e Paula Moreira todos meus avós em 12º; Título Pires que teve início com Salvador Pires e a índia Méssia Fernande; Título Tenórios, que teve iníco com Martim Ferenandes Tenório de Aguiar de nobre ascendência e sua esposa Suzana Rodrigue; Títulos Prados Prados que teve início com João Prado, natural de AlemTejo de comprovada nobreza que veio para o Brasil na armada de Martim Afonso de Souza em 1531 casando-se em São Vicente com Fellipa Vicente, natural de Portugal; Titulo Buenos da Ribeira, que teve início em Bartolomeu Bueno da Ribeira, natural de Sevilha, Espanha que veio para São Paulo em 1571 e sua esposa Maria Pires, 5 166 filha do tronco do Tíltulo Pires; Título Furquins que teve início em São Paulo com Estevão Furquim, natural de Lorraine, França casando-se em SP com Suzana Moreira, portuguesa; Título Pretos que teve in´cio com Antônio Preto, português de nobreza comprovada que se estabeleceu em São Vicente em 1562; Título Martins Bonilha que teve início em São Paulo com Francisco Martins Bonilha, natural de Castela, Espanha e sua esposa; Título Fernandes Povoadores que teve início com Manoel Fernandes Ramos que veio para São Vicente na 2ª metade do século XVI e lá casou-se com Suzana Dias, filha de Lopo Dias e de Beatriz Dias, por esta neta de Matim Afonso Tibiriçá, o régulo de Piraininga; Título Carvoeiros que teve princípio com Domingos Luiz, já que carvoeiro era alcunha, natural de Marinhota, falecido com testamento em S.Paulo em 1615. Foi o fundador da capela da Luz, onde hoje existe a estação da Luz e sua esposa Ana Camacho, que faleceu com testamento em S.Paulo em 1613, filha de Jerônimo Dias Cortes e de d… Camacho, por esta neta de Bartolomeu Camacho e de Catarina Ramalho, por esta bisneta de João Ramalho; Título Siqueiras Mendoncas que teve início com Antônio de Siqueira e sua esposa Vitória Nunes Pinto; Título Hortas que teve início Rafael de Oliveira e sua esposa Catarina Francisca D’Horta Forjaz periera de Macedo, natural de Portugal, todos meus avós em 13º Título Cunhas Gagos que teve início em Henrique da Cunha e sua esposa Filipa Gago; Título Lemes que teve início em Pedro Leme,fidalgo da Casa Real, natural da Ilha da Madeira veio para São Vicente entre os anos de1544 a 1550 e faleceu em 1600 em S.Pauloe sua esposa Luzia Fernandes; Título Garcia Velho que teve in´cio com Garcia Rodrigues e sua esposa Izabel Velho, naturais do Porto, Portugal; Título Vaz Guedes que teve início com Antônio Vaz Guedes, natural de Mezamfrio e sua esposa Margarida Correa; Título Maciesque teve origem em S.Paulo com João Maciel natural de Viena, Autria, de conhecida nobreza e sua esposa Paula Camacho; Título Raposos Góes que teve início com Antônio Raposo, natural de Beja, Portugal veio para S.Vicente na armada de D. Flores em 1601, casou-se em S.Paulo com Izabel de Góes; Título Alvarengas que teve início com AntôniouRodrigues de Alvarenga, natural de Lamengo e sua esposa Ana Ribeiro, natural do Porto; Título Moraes que teve início com Baltazar de Moraes de Antas, natural de Portugal e sua esposa Brites Rodrigues Anaes, ambos de reconhecida nobreza(ver adiante ascendência); , todos meus avós em 14º; Título Cubas que teve início com João Pires Cubas, natural do Porto e sua esposa Izabel Nunes; Título Baião que teve início com Estevão Ribeiro Baião parente, natural de Beja e sua esposa Madalena Fernandes Feijó, natural do Porto; Título Dias que teve início com Pedro Dias, português e sua esposa Maria da Grã; Título Jorges Velho que teve início com Simão Jorge, natural de Viana do Minho, Portugal e sua esposa Agostinha Rodrigues, todos meus avós em 15º. ↑
  397. Por Ana Soares Leite, atraés da obra de Silva Leme, Genealogia Paulistana, descobri descender dos troncos dos seguintes títulos da citada obra: Título Freitas que teve início com Sebastião Freitas, natural de Alagoa da cidade de Silves no Algarve de comprovada nobreza e sua esposa Ana Ribeiro; Título Taques Pompeu que teve início com Pedro Taques, português e sua esposa Ana de Proença, paulistana; Título Furtados que teve início com Daniel ou Leonel Furtado natural de Monsanto de Caminha e sua esposa Gracia Mendes, meus avós em 14º; Título Almeidas Castanhos que teve início com Antônio Rodrigues de Almeida natural da Vila de Monte-mor o novo em Portugal que veio para São Vicente em 1547 e sua esposa Maria Castanho, meus avós em 16º; Título Oliveirasque teve início com Antônio de Oliveira, natural de Portugal e sua esposa Genegra Leitão de Vasconcelos, meus avós em 17º. ↑
  398. Por Antônio Joaquim de Freiras, através da obra de Silva Leme, Genealogia Paulistana, descobri descender dos troncos dos seguintes títulos da citada obra:Título Rodrigues Lopes, que teve início com Simão Lopes, português que casou-se com a índia Méssia Fernandes (meus avós em 9ª); Título Martins Bonilha, que teve início com Francisco Martins Bonilha, natural de Castela na Espanha e sua esposa Antonia Gonçalves, natural de Sevilha, Espanha; Título Raposo Góes, que teve início com Antônio Raposo, natural de Beja, Portugal que veio para o Braisl em 1601 e sua esposa Izabel de Góes; Título Godois que teve início com Baltazar de Godoi, nobre castelhano que veio para o Brasil no tempo do domínio de Castela no Brasil e sua esposa Paula Moreira, filha do Capitão-mor Governador Jorge Moreira, natural do Rio Tinto, Porto, Baltaar de Godoi e Paula Moreira; Título Camargos que teve início com Jusepe Camargo, natural de Castela, Espanha e sua esposa Leonor Domingues; Título Pires, que teve início com Salvador Pires e a índia Méssia Fernande; Título Taques Pompeu que teve início com Pedro Taques, português e sua esposa Ana de Proença, paulistana; Título Laras, que teve início com Dom Diogo de Lara, natural de Zamaora, Portugal e sua esposa Madalena Fernandes de Moraes; Título Buenos da Ribeira, que teve in´cio com Bartolomeu Bueno da Ribeira, natural de Sevilha, Espanha que veio para S.Paulo em 1571 e sua esposa Maria Pires, 5º filha do Tronco doTítulo Pires, todos meus avós em 11º; Título Siquerias Mendonças que teve in´cio com Antônio de Siqueira e sua esposa Vitória Nunes Pinto; Títulos Pretos que teve início com Antônio Preto, português de nobreza comprovada que se estabeleceu em São Vicente em 1562; Título Baião que teve in´cio com Estevão Ribeiro Baião parente, natural de Beja e sua esposa Madalena Fernandes Feijó de Madureira, natural do Porto; TítuloMoraes que teve in´cio com Baltazar de Moares de Antas, português (descendente de D.Afonso Henrique, 1º REI de Portugal) e sua esposa Brites Rodrihes Anes; Título Cunhas Gagos que teve início com Henrique da Cunha, português que veio para São Vicente com a armada de Martim Afonso de Souza em 1531 com sua mulher Fillipa Gago, Henrique da Cunha pertencia a ilustre casa dos Cunhas, os quais procedem em linha reta masculina do Rei Dom Fruela II, Rei de Leão, Astúrias e Galliza; Título Vaz Guedes que teve início com Antônio Vaz Guedes natural de Mezamfrio e sua esposa Margarida Correa, todos meus avós em 12º; Título Alvarengas, que teve início com Antônio Rodrigues de Alvarenga, natural de Lamengo e sua esposa Ana Ribeiro, natural do Porto; Título Prados que teve início com João Prado, natural de AlemTejo de comprovada nobreza que veio para o Brasil na armada de Martim Afonso de Souza em 1531 casando-se em São Vicente com Fellipa Vicente, natural de Portugal e Título Garcia Velho, que teve iníco no Brasil com Garcia Rodrigues e sua mulher Izabel Velho, naturais do Porto, todos meus avós em 13º. Também por Antônio Joaquim de Freitas descendo dos Títulos Vaz Guedes e Arzam que teve início no Brasil com Cornélio Arzan, natural de Flandres, França, Títulos que descobri descender pouco tempo antes de concluir esse trabalho. ↑
  399. Apesar de ser o nome de família mais difundido no Brasil, foi a primeira vez que o sobrenome SILVA aparece na minha ascedência. ↑
  400. Dos meus antepassados descobertos e citados neste meu costado parece ser o espanhol mais próximo de minha ascendência. ↑
  401. Mécia Fernandes nome de batismo ou Meciaçu nome índígina, era filha de Antônio Fernandes e de Antonia Rodrigues (meus avós em 12º grau), Antonia Rodrigues era filha de Antônio Rodrigues e da índia batizada pelo padre José de Anchieta com o nome de Antonia Rodrigues (meus avós em 13º grau), essa índia era filha do cacique Piquerobi, Maioral de Urarai (meu avô em 14º grau). Antônio Rodrigues era um dos portugueses que já se encontravam no Brasil quando a 1ª expedição colonizadora de Martim Afonso de Souza aportou em São Vicente, acredita-se que Antônio Rodrigues já se encontrava no Brasil entre os anos de 1505 a 1510. Juntamente com João Ramalho e outros portugueses iniciaram o processo de miscigenação entre europeus (especialmente portugueses e índios), dando origem aos primeiros mamelucos e porque não dizer aos primeiros brasileiros, já que a mistura das raças não produzia mais europeus e nem índios, e sim uma nova raça de bravo sertanistas e bandeirantes que explorarm os mais longínquos lugares, ajudando a formar e definir nosso imenso território e nossa brava gente brasileira. ↑
  402. João Ramalho (* 1493 + 1580 São paulo) já se encontrava em São Paulo quando aqui chegou Martim Afonso de Souza em 22.JAN.1532, segundo historiadores chegou em solo brasileiro entre os anos de 1512 a 1515 e tinha grande descendência através de centenas de relacionamentos com as índias. Mesmo tendo relacionamento com várias índias foi ‘casado’ com Bartira, filha do chefe índio Tibiriçá. Sua descendência mameluca ajudou a construir a raça pauista, resultande da mistura de portugueses e índios, sendo João Ramalho e sua descendência indiscutivelmente os primeiros troncos de inúmeras famílias paulistas. João Ramalho em outubro de 1532 ajudou Martim Afonso de Souza a “subir” a serra e dar início da Vila de Piratininga, fundada em 08.ABR.1533, mais tarde Santo André da Borda do Campo que em 1560 deixou de existir, tendo sido Guarda-mor e Alcaide-mor da citada Vila. Seus descendentes ajudaram os jesuítas a fundar em 24/JAN.1554 a vila de São Paulo. Em 1562 João Ramalho foi eleito Capitão de Guerra e dois anos depois vereador,cargo que não assumiu sob a alegação de haver ultrapassado 70 anos. Morreu em 1580 deixando como dissemos consolidada colonização através do grupo social luso-tupi. ↑
  403. D. Afonso Henrique ou Afonso I (*25 de Julho de 1109 +-6 de Dezembro de 1185) foi o PRIMEIRO REI DE PORTUGAL, nasceu em Guimarães, cerca de 1110 e faleceu em Coimbra. Era filho do Conde D.Henrique e de Tereza, filha de Afonso VI de Leão. Após a morte do pai, D. Tereza assume as rédeas do governo (o condado Portucalense, cujo território compreendia entre Minho e o Tejo) e estreita relações com os galegos, especialmente com o Conde Fernão Peres de Trava (que segundo algus tornou-se seu amante). O infante D.Henrique rebela-se contra a mãe e inicia a revolução que culmina em 24 de junho de 1128 na batalha de S. Memede, nos arredores de Guimarães. Os revoltosos vencem e o infante D. Henriques é sagrado Soberano. Faltava entretanto, o reconhecimento de Leão e Castela que se efetuou na Conferência de Samore em 1143, quando Afonso VII, reconhece Afonso Henriques como Rei. Portugal torna-se autônomo, mas a luta pela consolidação levaria muito tempo, sobretudo dedicada a expulsão dos sarracenos. Afonso Henriques, foi o fundador da DINASTIA DE BORGONHA, dita Afonsina que durou 244 anos. Sucedeu-lhe seu filho D. Sancho I. ↑
  404. Todas as fotos, gravuras, mapas, etc, deste trabalho pertencem ao álbum e arquivo do autor. ↑
  405. Segundo o site www.genea.portugal.com não era Lamberto que era filho de Pepino I e sim Adelaide (…..) que casou-se com Guido de Spoleto, Rei da Itália. Caso essa informação esteja correta toda a ascendência descenvolvida a partir desta constatação estaria comprometida, mas como não consegui confirmar essa informação e como por outro ramo eu chegaria na mesma ascendência, resolvi manter as informações. ↑
  406. Renato Zanoni é filho do ex-prefeito Edmundo Zanoni, advogado, agrimensor, historiador e autor de livros sobre a história de Atibaia. Autor de Atibaia no século XX, 2005. ↑

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