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3.7. Júlia Ferraz, n. aos 15.DEZ.1883 em Atibaia e ai faleceu solteira aos 16.MAIO.1981. O casarão que se encontra no largo da matriz é conhecido como solar Manoel Jorge Ferraz e também como casarão Júlia Ferraz, que morou muitos anos naquele imóvel.

2.9. Escolástica, com 9 anos em 1846, portanto, n. em 1837.

1.11. Tenente-Coronel[1] Francisco Lourenço Araújo Cintra n. entre 1804 a 1806 em Atibaia onde se casou com sua parente Maria Conceição Pádua Leite (ver 2.4., 1.1., N° 01, cap. 2° da família Araújo na introdução deste título) , tiveram entre outros filhos todos naturais de Atibaia:

2.1. Landislau Antônio de Araújo Cintra n. em Atibaia em 1833 e f. em 1910 em Jaú. Casou-se em Itú com Escolástica de Almeida Prado. Foi fazendeiro em Itapira, cuja cidade ajudou a fundar, mudando-se depois para Mogi Mirim, onde militou na política pelo partido liberal, pelo qual foi seu representante na importante convenção Republicana de Itú em 1873.

2.2. Antônio Francisco de Araújo Cintra nascido em Atibaia em 1835. Casou-se 1ª vez com Maria de Oliveira Camargo e pela 2ª vez com sua parente Leocádia Cintra. Advogado em Mogi Mirim, onde foi também fazendeiro proprietário da grande fazenda Reunidas que compreendia as fazendas Santa Cruz, Itapirinha, São Jerônimo, Nova América e Sertãozinho, bem como líder político do partido republicano. No regime imperial foi vereador em Mogi, foi representante de MogiMirim na célebre Convenção de Itu em 1873. Foi deputado provincial de 1868/69 e senador estadual em 1894/96. Faleceu em 1911 em S. Paulo.

2.3. Evaristo Araújo Cintra n. em 1830 em Atibaia, foi advogado, suplente de deputado provincial pelo partido liberal no biênio 1858/59 e eleito deputado provincial pelo partido liberal de 1862/63[2] por Mogi-Mirim onde residia. Foi também por muitos anos juiz de direito na comarca de Alegrete/RS em 1877/78, chefe de polícia da cidade de Goiás, desembargador do Estado de Goias.E descobrimos um Evaristo Ara;ujo Cintra que foi presidente da câmara de Limeira/SP em 1880/81, que pode ser o mesmo aqui tratado. Faleceu solteiro.

1.12. Comendador João Batista de Araújo Cintra, batizado em 1805 em Atibaia onde casou-se em 1828 comsua sobrinha. Maria Jacinta de Araújo Cintra. Era comendador da imperial Ordem da Rosa recebida pel imperador D.Pedro II em Itapira aos 27.OUT.1886. Foi juiz municipal em Atibaia entre 1833/36 e influente político, líder do partido liberal da cidade de Itapira, onde se estabeleceu em 1840 e foi possuidor de grande fazenda.

1.13. Florêncio de Araújo Cintra, batizado em 1807 em Atibaia onde casou 1ª vez com sua sobrinha, Cristina de Araújo, filha de Ana Jacinta, 1.4, retro e 2ª vez com Valeriana Inez de Araújo, foi deputado provincial em 1846/47 na condição de suplente. Teve 2 ffilhos com a 1² esposa e 3 com a 2². Descendentes até o início do século XX descritos em SL 2/512.

1.14. Capitão Bento José de Araújo Cintra, casou-se em 1830 em Bragança com sua sobrinha, Ana Jacinta de Mores, filha de Gertrudes Tereza da Silveira, 1.5, retro. Descendentes até o início do século XX descritos em SL 2/513.

1.15. Major José Jacinto de Araújo Cintra n. 1812, casou-se em 1843 em Atibaia com sua sobrinha Maria da Conceição . em 1822 e  f. aos 12.OUT.1892 em Amparo, filha de Ana Jacinta, 1.4. retro. Major José Jacinto foi presidente da câmara municipal de Atibaia (1841/44). Faleceu em Amparo para onde se mudou aos 09.JAN.1889. Foi presidente da câmara de Atibaia no mandato de 1841/44, e juiz de paz entre 1845/48. Foi um dos mais importantes líderes da revolução liberal em Atibaia, juntamente com os irmãos Bueno de Aguiar e a maioria dos membros do partido libral de Atiaia. No censo de 1846 era morador do bairro Itapetinga. A maioria de seus descendentes estabeleceu-se em Amparo e estão descritos até o início do século XX em SL 2/515.

1.16. Joaquim Floriano de AraújoCintra, natrual de Atibaia onde foi batizado em 1813. Foi advogado por muitos anos no Rio Grande do Sul, voltando depois a residir em Itapira/SP por onde elegeu-se deputado provincialnos biênios de 1846/47 e 1848/49. Foi casado com Maria Rosa Cintra.Teve três filhos.

1.17. Escolástica de Araújo Cintra, batizada em 1810 em Atibaia e falecida em Amparo onde viveu depois de seu casamento que se deu em Atibaia em 1824 com o alferes Francisco da Silveira Campos, filho do 4º e úlitmo capitão-mor de Atibaia, Lucas de Siqueira Franco, 1.4. do Nº 04 a seguir.

Nº 04 Lucas de Siqueira Franco (pintura ao lado), 4º e último capitão-mor e 1º presidente da câmara municipal de Atibaia onde foi batizado em 1773, e aí se casou em 1794 com Ana Gabriela de Campos e Vasconcellos n. em 1769 (SL

 


[1] Segundo o já citado Dicionário das Famílias Brasileiras, para o provimento do posto de tenente-coronel de milícias usava-se os mesmos critérios para o de Coronel, isto é, serem bem aparentados e estabelecidos e terem apresentado em funões militares anteriores ‘”toda honram zello e dezenteresse, e possibilidades para se tratar com luzimento e bem dezempenhar as obrigações do posto”.

[2] No biênio de 1862/63 a Assembléia legislativa do Estado de São Paulo contou com 2atibaianos e primos-irmãos: Manoel Jacinto de Araújo Ferraz eleito por Atibaia e Evaristo de Araújo Cintra, eleito por Mogi-Mirim onde vivia, ambos eleitos pelo partido liberal.

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