Siqueira Franco), natural de Atibaia, filho de Maria Jacinta (SL1/328) e de Joaquim Antônio de Siqueira e trineto do 1º capitão-mor de Atibaia e SL 2/49. Tiveram, entre 1839 a 43,q.d.:
1.1. Maria Soares n. em 1843 em Campo Largo e aí casada aos 16.DEZ.1856 com Serafim Severino de Almeida, ainda vivia em 1895, filho de José Severino de Almeida e de Maria da Conceição que se casaram aos 29.JAN.1838, ele filho de Salvador de Avilla e de Ana Francisco Cardoso (SL 1/327) e ela filha de José Ferraz de Araújo (SL1/303) e de Maria Angélica Cardoso (SL2/291). Tiveram q.d.:
2.1. Escolástica Maria Soares n. aos 21.ABR.1861 em Campo Largo e aí falecida aos 01.JUN.1899 com apenas 38 anos. Casou-se em 1877 com Antônio Pires de Camargo, nascido por volta de 1854 em Campo Largo e aí falecido aos 16.JUL.1889 com apenas 35 anos, filho de Manoel Francisco de Camargo e de Ana Francisca Cardoso, casados aos 06.AGO.1842 em Atibaia, ele filho de José Joaquim de Camargo e de Luzia Bueno de Moraes e ela filha de Jacinta Maria Franco e de Antônio Pires de Godoi, falecido em abril de 1837 em Atibaia e sepultado em Itatiba, filho do sargento-mor de Atibaia Ignácio Franco de Camargo e de Gertrudes Pires de Godoi. Escolástica casou-se segunda vez aos 12.JAN.1890 com Florêncio Lopes de Camargo, falecido aos 22.OUT.1910, filho de João Lopes de Camargo e de Gertrudes Franco Penteado. Escolástica deixou testamento e herança no valor de 3.399.330 mil réis[1], sendo 1.699.665 para seu segundo marido e a mesma quantia para cada um dos nove filhos (cinco do 1º casamento e quatro do 2º casamento), no inventário de Escolástica Maria constava que a mesma tinha recebido parte de uma fazendaem Campo Largo que pertenceu a Francisco Soares de Lima que vem a ser seu trisavô e tronco do título Soares, provavelmente em razão de sua mãe, avó e bisavó terem falecidos cedo como ela própria.Portanto, Escolática teve cinco filhos com seu primeiro marido (Antônio Pires de Camargo) e quatro com seu segundo marido (Florêncio Lopes de Camargo) os quais perderam seus pais muito cedo. Tiveram:
3.1. Benedita n. aos 24.SET.1878, em Campo Largo, casada aos 13.FEV.1893 em Jarinu com Benedito Ribeiro dos Santos, residentes em 1899 no bairro da Caioçara em Atibaia.
3.2. José Antônio de Camargo n. aos 17.FEV.1881 em Campo Largo (teve como seu tutor Francisco Rodrigues Soares), casado aos 05.FEV.1910 com Umbelina Maria de Jesus, nascida em 1881. (ver desdendência no título Siqueira Franco)
3.3. Sebastião n.em Campo Largo aos 05.OUT.1883 e aí f. aos 17.OUT.1899 com apenas 16 anos.
3.4. Maria Soares de Camargo n. aos 02.NOV.1885 em Campo Largo (teve como tutor Francisco Rodrigues Soares) casada aos 21.DEZ.1901 com Caetano Modanezi, n. em 1868, italiano natural de Sant’Alberto/ Ravenna.

3.5. Ana Soares Leitenasceu aos 29.DEZ.1887 em Campo Largo de Atibaia, hoje Jarinu. Foi a primeira esposa de José Benedito Leite (ver N° 03, cap. 6° do título Leite) nascido aos 17.MAR.1887 em Atibaia e aí falecido aos 22.MAR.1964 casados em Atibaia aos 10.SET.1903; ambos sepultados no cemitério São João Batista em Atibaia. Ana Soares Leite faleceu aos 15.ABR.1935.Ver descendênciadesenvolvida nos títulos Siqueira Franco, Alves do Amaral e Leite deste trabalho (meus trisavós).
3.6. João (primeiro filho de Escolástica com seu segundo marido Florêncio Lopes de Camargo), nascido aos 22.MAR.1891 e casado aos 22.JUL.1940 em Jundiaí/SP com Benedita Maria do Carmo.
[1] Em apertada síntese o Brasil teve 9 moedas diferentes: 1) O Real entre 1550 a 1942, cujo plural era popularmente chamado de réis e depois mil-réis; 2) O Cruzeiro entre 1942 a 1967; 3) O Cruzeiro Novo entre 1967 a 1970; 4) Novamente Cruzeiro entre 1970 a 1986; 5) O Cruzado entre 1986 a 1989 (governo Sarney); 6) O Cruzado novo 1989 a 1990 (Governo Sarney); 7) Novamente o Cruzeiro entre 1990 a 1993 (governo Collor); 8) O Cruzeiro Real (governo Itamar) e 9) O Real de 1994 até hoje (governo FHC)
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