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6.1. Manuele n. aos 09.SET.2011.

5.3. Carla Daiani Peçanha n. 20.ABR.1989.

4.3. Paulo Afonson. em 1961, foi c.c Elaine Bueno Cardoso com quem teve:

5.1. Rafaela n. 01.JAN.2000

5.2. Camila n. 14.MAIO.2004

4.4. Carlos Alberto, solteiro

4.5. Lino Aparecido Peçanha, foi c.c Renata Maria Caraski, residentes em Jaboticabal.

5.1. Gustavo n. aos 11.JAN.1987.

5.2. Gabriela

3.10. Fábio Peçanha n. aos 31.JAN.1937 e f. solteiro aos 04.MAIO.1988.

3.11 Antônio de Padua Peçanha f. em setembro de 2012, c.c Marina de Aguiar Peçanha (ver 2.1., 1.1., N° 05, cap. 8 do título Leite). Teve 3 filhos com sua esposa e a primeira filha antes do seu casamento:

4.1. Diana

4.2. Luiza Helena c.c. Gabriel Teixeira de Freitas. Teve:

5.1. Edson Leonardo Peçanha de Freitas

5.2. Carlos Henrique Peçanha de Freitas

5.3. Ana Carolina  Peçanha de Freitas

4.3. Luiz Cláudio c.c Suely de Souza Correia Peçanha. Teve:

5.1. Thamires Tatiane Correia Peçanha

5.2. Vitor Luiz Correia Peçanha

4.4. Lílian Aparecida Peçanha, c.c Marcelo Frank da Silva Rosa, servidor público municipal.

2.5. Argemiro Peçanha casado 1ª vez com Rosalina Bueno e 2ª vez com Joana do Amaral, sua parente (ver 2.1., 1.6., N° 06, cap. 6°neste título). Teve do 1º casamento:

3.1. José Benedito Peçanha.

1.8. Coronel João Batista do Amaral Bueno n aos 01.JAN.1860 e falecido aos 12.DEZ.1906; foi fazendeiro em Atibaia; casou-se com Maria da Glória Cintra Fagundes (ver 2.1., 1.5., N° 09, cap. 6° do título Siqueira Franco), filha de João Marinho Fagundes e de Messias Cintra (SL 2/507); ambos sepultados no cemitério do santíssimo em Atibaia. Teve:

2.1. Major José Herculano Bueno “Zico Paes” n. aos 27.AGO.1877 e f. aos 29.NOV.1962, foi fazendeiro em Atibaia, c.c Monica Ferraz (ver 3.4., 2.9., 1.10., N° 03, cap. 4° do título Siqueira Franco), filha do ex-juiz de direito, vereador, e deputado estadual, Manoel Jacinto de Araújo Ferraz; sem descendentes. São os padrinhos do avô materno do autor deste trabalho. Zico Paes foi um dos fundadores da banda 24 de outubro (de oposição política) em 1931 e foi o doador da área onde se construiu a sede da referida banda na década de 1960. Em 1973 em virtude das dificulades financeiras por que passava a banda 1° do março (de situação política) fundada em 1925, foi a mesma dissolvida e seus membros uniram-se ao da coorporação musical 24 de outubro, a qual ainda mantém sua sede e atividades na atualidade.

2.2. Alcides Cintra Bueno, falecido em 1939, foi Escrivão do 6° ofício criminal de São Paulo; casou-se em Atibaia em 1905 com sua parente Amélia Baisi (ver título Alves do Amaral); teve:

3.1. Maria da Glória, professora normalista.

3.2. Alcebiades Cintra Bueno, c.c Amália Campos de Azevedo, farmacêutica.

3.3. João Batista do Amaral Bueno, casado aos 25.JUN.1945 com Wanda Rega.

3.4. Milciades Cintra Bueno, professor, casado em dezembro de 1941 em Pinhal com Dalva Braga, filha do dr. Antônio Jorge e de Benvinda Braga Jorge.

3.5. Edith Cintra Bueno, professora.

3.6. Alcides Cintra Bueno Filho, foi delegado de polícia, diretor do antigo DEOPS em São Paulo, casado com descendentes.

3.7. Laodicéia Cintra Bueno.

1.9. Coronel Bento José do Amaral mais conhecido como “Bento Paes” (foto ao lado), nasceu em Atibaia aos 19.FEV.1862 e ai faleceu aos 06.JUN.1928. A praça do museu municipal de Atibaia leva seu nome. Foi Bento Paes abastado fazendeiro em Atibaia, respeitado pelos correligionários políticos e pelos adversários. Foi durante duas décadas (1900 a 1925, aproximadamente) o principal líder do partido democrático que fazia oposição ao partido republicano paulista, que quase sempre esteve no poder em Atibaia, sendo substituído na liderança do partido que passou a se chamar partido constitucionalista e depois UDN pelo advogado Álvaro Correia Lima. Foi o último comandante da guarda nacional em Atibaia (coronel). Foi c.c Ana Rodrigues dos Santos, natural de Nazaré; n. aos 01.ABR.1863 e f. aos 19.MAR.1926em Atibaia, filha de Antônio Rodrigues dos Santos, importante político em Nazaré Paulista, filho do também importante líder político em Nazaré, Joaquim Rodrigues dos Santos. Ana Rodrigues dos Santos era irmã, entre outros, da esposa do Major Sebastião Theodoro Pinto e do

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