Oliveira e de Leonor Godoi, naturais de Atibaia, SL 2/120, 2/538. Manoela Antonia faleceu em abril de 1821 em Atibaia, onde foi sepultada no interior da igreja matriz.
Do 1ºcasamento de Francisco Pereira Pacheco com Ana Rosa da Conceição descendem os 5primeiros filhos (SL 1/396) e do segundo casamento com Manoela Antonia descende 7 filhos seguintes, sendo seis citados por SL 2/538:
Capítulo 1º Angélica Maria (minha heptavó) – pelo censo descobrimos ser a 2² filha
Capítulo 2º Maria Antonia
Capítulo 3º Clara Maria – pelo censo descobrimos ser a 1² filha
Capítulo 4º Bento Pereira
Capítulo 5º Ana Jacinta – pelo censo descobrimos ser a 3² filha
Capitulo 6º Jacinta Pereira[1] (minha hexavó)
Capítulo 7º Maria Jesuina
Capítulo 8º José Pereira Leite
Capítulo 9º Gertrudes Maria da Conceição
Capítulo 10º Ana Francisca
Capítulo 11º João Pereira Leite
Capítulo 12º Maria Felisberta
Capítulo 1º
Angélica Maria
Angélica Maria[2]n. entre 1780 a 1787 em Atibaia. Casou-se também em Atibaia aos 03.SET.1799[3] com Caetano Gomes Ferreira ou Caetano Gomes Veiga[4] nascido aos 25.SET.1777 em São Pedro de Escudeiros, freguesia do distrito ou conselho de Braga da região[5] ou província do Minho, norte de Portugal,era sargento de milícias e tropeiro. Caetanto era filho dos portugueses João Gomes Ferreira e de Maria Ferreira, neto paterno de José Gomes e Custódia Ferreira, neto materno de
[1] Embora não conste o nome de Jacinta Pereira como sendo filha de Francisco Pereira Pacheco e de sua segunda esposa, Manoela Antonia, na obra de Silva Leme e, embora não tenhamos descoberto provas, acreditamos sem nenhuma dúvida, ser Jacinta Pereira, filha de Francisco e de sua segunda esposa pelas seguintes razões: 1º: O sobrenome de Jacinta é o mesmo dos filhos de Francisco com sua 2ª esposa, ou seja, PEREIRA; 2º: O grau de parentesco entre o filho de Jacinta, Jacinto Manoel Leite, e sua esposa Umbelina, descrito na certidão de casamento dos mesmos (eram parentes dispensados no 3º grau misto e 2º consaguineo, ou seja, o avô de um era bisavô de outro) é exatamente o parentesco se considerarmos ser Jacinta filha de Francisco Pereira Bueno e de sua segunda esposa; 3º: O nome de família de Jacinto, filho de Jacinta Pereira: LEITE é o mesmo nome de família de sua avó materna (mãe de Jacinta), ou seja, Manoela Antonia; 4º: O filho de Jacinta, Jacinto, fora criado por Angélica Maria, irmã de Jacinta; ainda Jacinto casou-se com uma neta de Angélica Maria que era sua parente, conforme descrevemos acima, portanto, Jacinto fora criado por Angélica Maria, porque a mesma só poderia ser sua parente e nesse caso, sua tia materna, já que não acreditamos ser possível ele ter sido criado e se casado com Umbelina, sem que sem que houvesse um grau de parentesco entre Jacinto e sua madrinha e “tutora”. Enfim, embora não tenhamos conseguido provas documentais, as evidências são tantas que decidimos inserir Jacinta Pereira como filha do tronco deste título, Francisco Pereira Pacheco, que por ter muito provalvemente morrido muito jovem, talvez no parto de Jacinto não figurou na obra de SL como sendo filha do tronco deste título.
[2] No censo de 1829 Angélica Maria contava com 43 anos, viúva, com negócios de molhados, com dois filhos: Benedito 13 anos e Beneditaa com 5 anos, e um agregado: Jacinto com 11 anos que acreditamos ser Jacinto Manoel Leite, seu sobrinho e tronco do título Leite.
[3] Eu examinei pessoalmente a certidão de casamento de Caetano e Angélica Maria nos livros de casamento de Atibaia, que se encontram na cúria arquidiocesana de Bragança Paulista.
[4]Descobrimos uma localidade da cidade de Braga com o nome de Veiga de Penso, muito próxima de Escudeiros, o que nos faz concluir que o Veiga do sobrenome de Caetano fazia alusão ao local de seu nascimento, já que seus pais, João Gomes Ferreira e Maria Ferreira não tinham o sobrenome Veiga.
[5] É desta região que vieram a maioria dos imigrantes portugueses para o Brasil a partir do século XVIII.
279