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Nº 01 Maria Pires de Camargo casada aos 08.SET.1698 com o mestre de campo, marechal e bandeirante, Antônio do Prado Cunha[1], f. em 1741 em Rio de Contas/BA, f° de João do Prado Cunha e de Mecia Raposo de Siqueira. Antônio sucedeu seu sogro, juntamente com o cap. Francisco de Camargo Pimentel, na liderança política de Atibaia, entre, aproximadamente as décadas de 1680 a 1720. Os Alvins e outras famílias, descendem deste casal. Teve somente:

1.1 – João do Prado de Camargo. Exerceu vários cargos de importância na câmara paulistana: almocaté em 1740, vereador em 1744 e juiz ordinário em 1750. Em Atibaia foi juiz ordinário em 1771 e 1772, além de inspetor de caminhos. Herdou de seu pai a condição de protetor da capela de São João Batista de Atibaia. Foi c.c sua prima segunda, Mariana Bueno de Camargo fª de João de Camargo Pimentel (ver N° 01, cap. 4° atrás). Teve entre os 7 filhos: Pe. Jerônimo de Camargo Bueno, f. em 1801 que foi pároco em Atibaia e Jaguari e o cap. Francisco Xavier de Oliveira Bueno.

 

 

 

Capítulo  6º
Gabriela Ortiz de Camargo

            Gabriela Ortiz de Camargo foi casada com Estevão Gomes Cabral, falecido em Jundiaí em 1677, filho de Luiz Cabral de Távora e de Auta Gomes, natruais da cidade portuguesa do Beja. Teve 6 filhos.

 

Capítulo  7º
Mariana de Camargo

 

Mariana de Camargo casou-se 1ª vez em São Paulo em 1634 com Bartolomeu Bueno da Ribeira, o moço, filho de Maria Pires e do sevilhano de mesmo nome e tronco da família Bueno da Ribeira em São Paulo,  irmão, entre outros, de Amador Bueno da Ribeira, capitão-mor da Capitania de São Paulo e aclamado Rei de São Paulo em 1641. Teve 3 filhos:

 

Nº 01 Maria Bueno de Camargo

Nº 02 Francisco Bueno de Camargo

Nº 03 Bartolomeu Bueno (meu eneavô, ver costado)

 

Capítulo  8º
Ana Maria de Camargo

 

Ana Maria de Camargo, foi a terceira mulher de Cláudio Furquim Frances, filho de Estevão Furquim, natural de Lorraine, França, e de Suzana Moreira.

 

 

 

 


[1] Maria Pires de Camargo e seu marido marechal Antônio do Prado Cunha são pentavós de José Alvim de Campos Bueno “Nhô Bim”, que pode ser considerado o tronco da família Alvim de Atibaia.

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