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das Dores, ambos eram mulatos ou um ou os dois negros, embora a certidão de óbito de João Pires Padilha, o velho, o classificou com branco. Foram ‘casados’ entre 1850 a 1855, aproximadamente. Joaquina Maria das Dores já era falecida em 1883. João Pires Padilha e Bárbara de Oliveira Cesar tiveram apenas duas filhas:

2.1. Escolástica Pires de Oliveira “Colaca ou Colaca Militão” nascida aos 23.JUL.1884 em Atibaia, sendo seus padrinhos José Pires Cesário e sua mulher Maria Magdalena de Oliveira Cesar, seus tios maternos; foi c.c Venâncio Antônio de Oliveira n. em 1867 e f. aos 17.ABR.1923, de origem africana, com quem teve quatro filhos:

3.1. Antônio Benedito “Antônio Venâncio[1]” n. em 1908 e f. aos 22.ABR.1968, foi c.c sua parente Joana Avelino Vieira (ver 3.4., 2.1., 1.7. a seguir), já falecida. Tiveram:

4.1. Antônio Carlos Benedito, aposentado, c.c Claudia de Oliveira, residentes no bairro Alvinópolis. Teve:

5.1. Diogenes

5.2. Cristina

5.3. Cristiane

5.4. Claudiana

4.2. Escolástica Benedito, residente em Ibiuna/SP, c.c José Carlos. Tevetrês filhos:

5.1. Fábio

5.2. Rogério

5.3. Júlio

4.3. José Nelson Benedito, n. aos 18.DEZ.1954, solteiro, residente no bairro Atibaia Jardim.

4.4. FátimaBenedito c.c Luiz dos Reis, residente no bairro Atibaia Jardim. Teve:

5.1. Daniele c.c Alexandre da Silva. Teve:

6.1. Maria Eduarda

6.2. Willian

5.2. Francieli

4.5. João Donizeti Benedito, c.c Maria Lúcia Almeida.

3.2 Sebastião, participou da revolução constitucionalista de 1932 e faleceu solteiro e sem descendentes.

3.3. Benedita falecida com 8 anos.

3.4. João falecido com 13 anos.

2.2. Maria Joana Pires de Oliveira n. aos 08.MAR.1886 em Atibaia e aí f. aos 16.JUL.1953, foi c.c Ermitão de Paula Freitas (ver ascendência e descendência em 1.4., N° 04 do título Freitas). Maria Joana era afiliada de seu avô materno, de quem foi uma das duas netas beneficiadas em seu testamento. Trabalhou muitos anos na casa de Maria Pires de Camargo c.c Alvaro Correia Lima (ver 2.2, 1.5. N° 01, cap. 1° do título Pires de Camargo).

1.8. Umbelina de Oliveria Cesar foi casada em Atibaia aos 08.DEZ.1874 com Joaquim Pantaleão da Silva, filho de Tobias da Silva Lopes e de Maria do Carmo. Em 1902 eram moradores do bairro da Cachoeira em Atibaia. Teve q.d:

2.1. João de Oliveira Cesar da Silva, um dos dois netos beneficiados no testamento de seu avô materno de quem era afiliado.

1.9. Maria Madalena de Oliveira Cesar casou-se com seu cunhado, viúvo de sua irmã Maria (1.1. acima), José Pires Cesário. Em 1902 eram moradores em Atibaia e venderam sua parte na heraça de João de Oliveira Cesar ao tenente-coronel José Francisco de Campos Bueno “José Bim”. Nada descobrimos.

1.10. João de Oliveira Cezar[2] nasceu aos 11.JAN.1860, sendo padrinhos Ana de Oliveira[3] e seu marido Flórido José Batista, este grande fazendeiro em Atibaia. João de Oliveira César faleceu aos 11.MAR.1937. Foi casado com Gertrudes Maria do Espírito Santo, também conhecida como Gertrurdes Mathias, falecida aos 17.DEZ.1949. Teve q.d.:

2.1. Sebastiana de Oliveira Cesar n. em 1898 em Atibaia e ai falecida aos 17.SET.1976 foi c.c Benedito Manoel Francisco f. aos 01.AGO.1971, ele filho de pai português e de mãe negra. Tiveram seis filhos:

 


[1] Apelido suposto não confirmado.

[2] Na página 391 do livro História de Atibaia editado em 1950 de Waldomiro Franco da Silveira, encontramos algumas citações do ano de 1883, entra elas a seguinte: “João de Oliveira Cesar pede alinhamento para socar as taipas laterais da capelinha de Santa Cruz” Acreditamos tratar-se de João de Oliveira Cesar citado aqui (1.7.).

[3] Acreditamos que o sobrenome Oliveira de Ana, esposa de Flórido José Batista era o mesmo Oliveira dos Oliveira Cesar aqui retratado, portanto, eram parentes, contudo,  não conseguimos descobrir a ligação entre eles.

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