Capítulo 3º
Escolástica Rodrigues de Almeida ou de Freitas
Escolástica Rodrigues de Almeida até a década de 1860 e depois passou a ser conhecida como Escolática Rodrigues de Freitas nasceu aos 26.JUL.1807 em Guarulhos e casou-se em Juqueri/SP[1] com Aleixo José Bueno[2], viúvo de Escolástica Ortiz de Camargo[3] aos 25.ABR.1828 (SL 6/245) com quem teve 3 filhos. Aleixo faleceu em Juqueri aos 10.JUN.1836 e era filho de Jerônimo Correia Bueno e de Francisca Pereira Franco, natural de Santana do Parnaíba. Após enviuvar-se Escolástica teve, que descobrimos, pelo menos mais um filho, cujo pai foi omitido em sua certidão de batismo e de casamento, examinadas na cúria arquidiocesana de Bragança Paulista. Em 1862 Escolástica adquiriu a parte de seus enteados das terras deixadas pelo seu primeiro marido. Teve, portanto, do seu 1º casamento, segundo o inventário de seu marido que consultamos, os três primeiros filhos, sendo que apenas o último chegou na idade adulta, o qual juntamente com seu irmão nascido 8 anos após a viuvez de sua mãe (N° 04) foram foram os troncos da família Freitas de Atibaia:
Nº 01 Antônio Bueno de Freitas
Nº 02 Raimundo José de Freitas
Nº 03 Aleixo Bueno de Freitas
Nº 04 Antônio Joaquim de Freitas
Nº 01 Antônio nascido em janeiro de 1830 e falecido em março do mesmo ano.

Os irmãos Antônio Joaquim de Freitas e Raimundo José Freitas
[1] Pelo casamento de Escolástica Rodrigues de Freitas com Aleixo José Bueno em 1828 em Juqueri deduzimos que possivelmente parte das famílias Rodrigeus de Almeida e Freitas mudaram-se de Conceição de Guarulhos para Juqueri em algum momento no final da primeira década ou na segunda década do século XIX.
[2] Aleixo José Bueno deixou entre outros bens: um escravo de nome Eleutério um sítio no Mato Dento e 1/6 de outro sítio também no Mato Dentro de Juqueri, herdado de sua primeira esposa que herdou de seu pai na localidade chamada Paiol que cremos ser no hoje distrito da Terra Preta.
[3] Escolástica Ortiz de Camargo era filha do alferes Francisco Xavier da Cunha e de Barbara Angélica Paes de Queiroz, neta paterna de cap. José Xavier Cardoso da Cunha + em Juqueri em 1764 e de Escolástica Ortiz de Camargo, neta materna de Antônio Bueno de Azevedo e de Maria Francisca Cardoso. Através do inventário de Aleixo descobrimos que o mesmo teve 5 filhos com sua primeira esposa e 3 com a segunda, sendo que somente Raimundo José de Freitas chegou a idade adulta. Seus filhos do primeiro casamento foram: 1) Francisco Bueno da Cunha casado em 1834 com Maria Caetana, filha de Francisca Margaria Cardoso e do 3° capitão-mor de Atibaia, José de Siqueira Franco (ver N° 06 do cap. 8° do título Siqueira Franco), sendo dois de seus filhos casados com a família Pereira Leite, ver cap. 8° do título Pereira deste trabalho; 2) Maria do Carmo Bueno da Cunha c.c Basílio de Campos Bueno em 1851 e moradores em Atibaia; 3) Francisca Bueno da Cunha c.c Candido José Barbosa que foram moradores de Juqueri e depois de Atibaia; 4) Barbara Bueno da Cunha c.c José Francisco Bueno e 5) José Bueno da Cunha c.c Maria, irmã de Francisca Margarida Cardoso, ambas flhas de Maria Joaquina Cardoso e do cap. Jerônimo de Godoi Moreira sogros do capitão-mor José de Siqueira acima.
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