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5.3. Leonidia de Cássia Cintra, com 17 anos em 1900, c.c João Antônio da Cruz.

1.3. Maria Lourença de Moraes ou da Rocha, batizada em Atibaia em 1796, aí se casou em 1814, (conforme contrato lavrado no tabelião aos 05.SET.1814) com seu primoalferes Joaquim Franco de Camargo, batizado na mesma vila aos 31.OUT.1784, (viúvo de Maria Rosa de Oliveira), f° do cap. Inácio Franco de Camargo e da 1ª mulher Gertrudes de Godoi Moreira; n.p. do cap. Crispim da Silva Franco e 1ª mulher, Izabel Cardoso da Silveira, e n.m. de João Pires Pimentel e de Ana de Godoi, todos naturais de Atibaia. (SL2/270).O casal residiu algum tempo em Itatiba (Belém) de onde se mudou para o sertão de Tatuibi, fundando aí grandes lavouras de café e cana. Como um dos primeiros moradores da região onde se assenta hoje a próspera cidade de Limeira, o alferes Franco é justamente considerado um dos seus fundadores, mais ou menos em 1824, data da sua mudança para este local. Em 1829 já exercia ele notável preponderância na vida da nascente povoação; na História de Rio Claro, de autoria do dr. J. Romeu Ferraz, há uma referência onde aparecem o senador Vergueiro, o alferes Franco e o capitão-mor Estevam Cardoso de Negreiros (um dos fundadores de Rio Claro), acertando as divisas entre Limeira e Rio Claro.Espírito empreendedor, em 1852 o alferes Franco, seguindo o exemplo do senador Vergueiro, fundou em sua fazenda uma colônia de estrangeiros, tentando assim substituir o braço escravo pelo braço livre. Foi acatado chefe do partido conservador; faleceu aos 29.DEZ.1861, na casa de sobrado do largo da matriz em Limeira, deixando vultosa fortuna, sendo proprietário de 18.000 alqueires de terra ferteis situadas nos municípios de Limeira e Rio Calro. Maria Lourenca faleceu em 1869. Deste casal descendem os 18 filhos, dos quais descobrimos os 15 seguintes:

2.1. Miguel da Silveira Franco, foi fazendeiro em Araras; casou-se-em Limeira com sua prima Juliana Franco de Abreu (ver adiante) deixando dois filhos:

3.1. Antonia da Silveira Franco, c.c Sabino Soares de Camargo (SL2/87); filhos:

4.1. Cel. José Franco de Camargo f. aos 29.SET.1955 com 84 anos, foi importante fazendeiro em São Carlos, onde militou napolítica; residiu em São Paulo; casou-se em 1904 com Izolina Afonso, f. em 1939; filhos:

5.1. Lúcia, casada em 1925 com Álvaro Guião, natural de Santa Rita, médico formado em 1938 na Bahia. Álvaro Guião ocupou com brilho a secretaria da educação na interventoria Adhemar de Barros, quando veio falecer em dezembro de 1939 em Ponte Nova, num acidente de avião; teve uma filha:

6.1. Maria Lúcia c.c José Luiz Leme Ferreira (v. Genealogia da família Ferreira Gonçalves pág. 52 obra póstuma de Diógenes Cintra Ferreira)

5.2. Lucila casada em 1928 com Alfredo Ferreira Veloso; teve:

6.1. Maria Lucia

6.2. Aparecida

5.3. José Franco de Camargo Filho, engenheiro formado em 1937.

5.4. Maria de Lourdes

4.2. Sabino Franco de Camargo, faleceu solteiro em 1903.

4.3. Clara, c.c Manoel dos Santos Cabral; teve:

5.1. José de Camargo Cabral, engenheiro, foi diretor do horto florestal do estado, c.c Cely da Nobrega; teve:

6.1. Norma

6.2. Violeta e

6.3. Terezinha

5.2. Sebastiana, c.c José Martiniano Rodrigues Alves, falecido aos 02.SET.1940. José Martiniano descende de antiga estirpe paulista; estudou na Inglaterra, e formou-se em engenharia em SãoPaulo; foi comissário de café em Santos e presidente da associação comercial daquela cidade; foi também agricultor e criador; exerceu o cargo de presidente do banco do estado e da caixa de liquidação de São Paulo. Filhos:

6.1. José Martiniano Rodrigues Alves Filho, formado em direito.

6.2. Virgílio Rodrigues Alves Neto

6.3. Maria de Lourdes, casada em 1939 com Milton de-Souza Meireles, advogado na capital e presidente da Cia. Sul Paulista de Eletricidade; teve:

7.1. Maria Aparecida

5.3. Antonia, c.c Carlos Ivanko; teve:

6.1. Antonia

4.4. João Franco de Camargo n. em 1877 e f. em 1946, foi importante industrial em São Paulo e c.c. Maria Penteado. Teve os filhos:

5.1. Maria José, c.c Plínio de Toledo; filhos:

6.1. José Roberto

6.2. José Eduardo e

6.3. Maria Tereza

5.2. Sara c.c o Manoel Archer de Castilho, engenheiro formado pela Escola Politécnica de São Paulo, em 1917; dirigiu a Cia. Cerâmica Jundiaíense; teve:

6.1. Maria Esteia e

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