sepultado no jazigo do Carmo de São Paulo, onde jaziam as cinzas de seu pai Pedro Taques. Terceiro filho do Tronco do Título Taques Pompeus. SL 4/231/2/3.
3635 – Maria de Lara, quarta filha do Tronco do Título Lara de SL 4/542.
3636 –Bartolomeu Bueno da Ribeira, o moço, foi 1º casado com Agostinha Rodrigues, falecida em 1630, terceiro filho do Tronco da família Buenos da Ribeira por SL. SL 1/387. Era filho de Bartolomeu Bueno da Ribeira (meu avô em 11º grau), natural de Sevilha na Espanha que veio para São Paulo em 1571 com seu pai Francisco Ramires de Porros. Bartolomeu casou-se com Maria Pires, filha de Salvador Pires nº 7264 e de Mécia Fernandes nº 7265 acima.
3637 – Mariana de Camargo, filha do Tronco da família Camargo no Brasil por SL, é irmã de Jerônimo de Camargo, Marcelino de Camargo nº 6912 e de José Ortiz de Camargo nº 3626 retro. Foi 1º casada com Bartolomeu Bueno da Ribeira e 2º vez casou-se em 1638 com o Capitão da Infantaria Francisco da Costa Valadares. SL 1/387.
3640 – Cristóvão da Cunha Vinhotti
3641 –Mécia Vaz Cardoso
3642 –Capitão Pedro de Souza Barros
3643 – Mariana Pedroso de Moraes
3646– Capitão Zuarte Lopes de Medeiros
3647 – Lucrecia Moreira
3830– Baltazar de Lemos e Moraes, filho de Dom Francisco Lemos, natural de Castela e de Izabel de Moraes SL 7/58.
3831 – Maria Bueno de Camargo, irmã do nº 1818 retro e filha dos números 3636 e 3637 retro. SL 1/387.
Ascendência de Baltazar de Moraes de Antas nº 14.514
(meu avô em 12º grau)
Baltazar de Moraes Antas era filho de Pedro de Moraes de Antas, cavaleiro fidalgo dos chefes da Casa Moraes do reino de Portugal, da Província de Traz-os-Montes e de Inês Navarro de Antas (meus avós em 13º grau). Esta filha de Nuno Navarro e de Isabel Mendes Antas (avós em 14º grau), esta filha de Mendo Afonso de Antas que foi o último senhor de Vimioso, padroeiro da Igreja do Conselho da Coroa, faleceu sem filho varão, por essa razão ficou Vimoso (Título de Condado) na coroa depois de seu falecimento (avô em 15º grau), era filho de Aldonça Gonçalves de Moreira e de Afonso Mendes de Antas (avós em 16ºgrau), o qual sucedeu no senhorio de Vimioso e de outras terras de seu tio paterno (irmão de seu pai), Gonçalo Esteves, que foi Senhor de Vimioso. Este Afonso Mendes Antas era filho de Inês Rodrigues de Moraes (avó em 17º grau), da casa dos Mores, neta de Rui Martins de Mores (avô em 18º grau) e de Mendo Esteves de Antas (avós em 17º grau), este filho de Estevão de Anes de Bragança (avô em 18º grau) , este filho de de João Vasques de Antas (avô em 19º grau) que foi senhor da Vila de Vimioso. Viveu pelos anos de 1242, filho de Urraca Esteves (avó em 20º), filha de Estevão Anes (avô em 21º grau), senhor do Paço de Antas, no conselho da Coroa, do qual herdou o citado paço e de D.Vasco Peres (marido de Urraca e avô em 20º), o Beirão, este filho de Froile Sanches (avó em 21º grau), filha do Conde D. Sancho Nunes de Barbosa e de Teresa Afonso (avós em 22º grau), esta filha doREI D. AFONSO HENRIQUE[1] (ver retrato[2] do lado; avô
[1]D. Afonso Henrique ou Afonso I (*25 de Julho de 1109 +-6 de Dezembro de 1185) foi o PRIMEIRO REI DE PORTUGAL, nasceu em Guimarães, cerca de 1110 e faleceu em Coimbra. Era filho do Conde D.Henrique e de Tereza, filha de Afonso VI de Leão. Após a morte do pai, D. Tereza assume as rédeas do governo (o condado Portucalense, cujo território compreendia entre Minho e o Tejo) e estreita relações com os galegos, especialmente com o Conde Fernão Peres de Trava (que segundo algus tornou-se seu amante). O infante D.Henrique rebela-se contra a mãe e inicia a revolução que culmina em 24 de junho de 1128 na batalha de S. Memede, nos arredores de Guimarães. Os revoltosos vencem e o infante D. Henriques é sagrado Soberano. Faltava entretanto, o reconhecimento de Leão e Castela que se efetuou na Conferência de Samore em 1143, quando Afonso VII, reconhece Afonso Henriques como Rei. Portugal torna-se autônomo, mas a luta pela consolidação levaria muito tempo, sobretudo dedicada a expulsão dos sarracenos. Afonso Henriques, foi o fundador da DINASTIA DE BORGONHA, dita Afonsina que durou 244 anos. Sucedeu-lhe seu filho D. Sancho I.
[2]Todas as fotos, gravuras, mapas, etc, deste trabalho pertencem ao álbum e arquivo do autor.
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