Nos sete primeiros títulos (Siqueira Franco, Pires de Camargo, Soares, Alves do Amaral, Bueno, Pereirae Leite) eu estou inserido através da minha bisavô materna Maria do Carmo Leite De Carlo, que descende das mais antigas e importantes famílias paulistas e em especial, atibaianas. O título Oliveria Cesar me recebe através de minha bisavó materna Maria Joana Pires de Oliveria de origem portuguesa, espanholae africana. Os títulos D’Elboux e Freitas me recebem através de meu bisavô materno Ermitão de Paula Freitas que também descende de uma numerosa família originária de Guarulhos e Mairiporã que chegou em Atibaia aproximadamente em 1860 a 1870, portanto, a quase um século e meio. Os títulos Terrranova e De Carlo me acolhem através de meu bisavô Antônio De Carlo, marido de minha bisavó Maria do Carmo Leite De Carlo.
Nos títulosFaccioli e Bassi encontro-me através da minha bisavó Ida Bassi Bacchiega. Nos títulos Assirati e Bacchiega a ascendência e descendência estão relacionadas ao meu bisavô José Bacchiega. Os títulos Visentin, Fedre e Basso, os quais têm muitos descendentes que ainda vivem na velha bota e nunca estiveram no Brasil, retratam a família de minha bisavó Virginia Basso e finalmente os títulos Rizzato e Bedore retratam a família de meu bisavô Ernesto Bedore que imigrou para o Brasil e aqui constitui numerosa família, bem como seu tio paterno, Giuseppe Bedore, que também imigrou e também constituiu nemerosa família no Brasil. O título Bedore é entre os títulos de origem italiana, o que eu mais desenvolvi, em razão de carregar o sobrenome, bem como em razão da raridade do mesmo, tanto no Brasil e em especial na Itália da atualidade.
Cada um dos meus oito bisavos estão inseridos de um a sete títulos neste trabalho (Maria do Carmo Leite – 7 titulos, Virginia Basso – 3 titulos, Ermitão de Paula Freitas, Antônio De Carlo, Jose Bacchiega e Ernesto Bedore – 2 títulos cada e Maria Joana Pires de Oliveira – 1 título), tendo suas origens e famílias desenvolvidas genealogicamente.Aliás um dos principais objetivos deste trabalho foi abordar a ascendência de todos os meus bisavós. Claro que uns tiveram maior abordagem do que outros, em razão de sua origem e material de pesquisa, mas todos, sem exceção, estão citados, em pelo menos um título deste trabalho (ver quadro da relação entre os bisavós e trisavós do autor com os títulos).
A segunda parte deste trabalho, divide-se em seis capítulos, dos quais os cinco primeiros tratam da família Bedore com os seguintes títulos: 1) Bedores da imigração a atualidade no Brasil, que trata de todas as famílias com esse sobrenome que imigraram para o Brasil; 2) Bedores de OSPEDALETTO EUGANEO/PD, especialmente da localidade, Della Torre, entre Ospedaletto e ESTE/PD que tenta através da citação de todos os Bedores nascidos naquela cidade desde 1590 até os nossos dias reconstruir a genalogia desta família; também há uma pequena descrição sobre Ospedaletto e mapas da região; 3) Bedores de ATIBAIA/SP, retrata os Bedores de Atibaia e também há pequenas considerações histórias e gerais da cidade; 4) Bedores no mundo, visa sinteticamente relacionar a e localizar outros Bedores fora do Brasil e da Itália, descobertos por mim e 5) Heráldica da família Bedore, retrata pequenas considerações sobre heráldica da família Bedore e 6) Onomástica de vários sobrenomes, neste último capítulo busquei explicar o significado e a origem de vários sobrenomes da minha ascendência.
A terceira parte resumi-se no costado do autor até os avós em décimo grau, embora tenha descoberto, como disse avós em 47 grau, limitei aos avós em 10 grau, para que não estendesse muito este trabalho, excetuando-se alguns que considerei importantecitá-losno meu costado.
Pelo costado nos deparamos com a intrigante quantidade de ancestrais diretos, pois cada um de nós possui um pai e uma mãe, 4 avós, 8 bisavós, 16 trisavôs, 32 tetravôs ou tararavós, 64 pentavós, 128 hexavós, 256 heptavós, 512 octavós, 1024 eneavós, 2048 decavós, 4096 undecavós, isso num período de aproximadamente dois séculos e meio, se considerarmos que cada século temos 4 gerações.
Para se ter uma ideia, cada pessoa que viva na atualidade teria teoricamente um milhão (1.048.576) de antepassados na 19º geração, ou seja, um milhão de avós em 19º e mais de quatro milhões (4.194.304) de avós em 21º. Há 580 anos atrás, ou em algumas décadas antes do descobrimento do Brasil teríamos cerca de um trilhão de avós em 29º (1.073.741.824), já há1000 anos atrás, ou seja, na alta idade média, nós teríamos mais de dois bilhões de ancestrais diretos ou melhor, mais de dois bilhões de avós em 40º, numa progressão geométrica de razão dois. O mais intrigante e surpreendente disto é que tais números ultrapassam muitas vezes a população do mundo civilizado naquele tempo.
Contudo, estes impressionantes números são diminuídos quando deparamos com casamentos entre parentes, por exemplo, se dois de nossos avós fossem primos, teríamos então 7 bisavós, e não 8 e assim sucessivamente, reduzindo então, consideravelmente estes números, bem como temos que uma família normal vive apenas quatro ou cinco séculos, ou seja, se considerarmos que cada século, em média vivem 3 a 4 gerações, temos 12 a 16 gerações em 4 seculos ou 15 a 20 gerações em 5 séculos, embora algumas famílias cheguem a seis ou sete séculos de existência, ou até mais, segundo um estudo de René Martial, fundador da antropobiologia.
Na minha ascendência, descrita através do meu costado, na terceira e última parte deste trabalho, entre os 128 avós em 6º grau ou hexavós, dois eram irmãos, de modo que o número dos meus 7º avós ou heptavós reduz de 256 para 254.
Já as casas reais européias em razão dos casamentos entre parentes reduziram consideravelmente o número de antepassados em cada geração; o rei Afonso XIII, da França, por exemplo, desdendia oito mil vezes de São Luís e tinha 111 avós numa geração em que deveira ter 1.024 eneavós. São Luiz, por sua vez, tinha Carlos Magno por avô 500 vezes. Esse imperador, reivindicado como tronco de todas as famílias nobres da Europa, é por essa razão chamado ‘pai da Europa ou pai comum do Ocidente’.
As ligações de parentescos que encontramos com as casas reais européias, tal como eu tenho, embora sejam verdadeiras não tem significado maior, dada a grande quantidade inumerável de descendentes de um determinado antepassado, portanto, o
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